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<title>Tudo aparece primeiro aqui. &#45; : Câmara/Senado</title>
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<description>Tudo aparece primeiro aqui. &#45; : Câmara/Senado</description>
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<item>
<title>Nova lei aumenta penas para crimes de furto, roubo e receptação</title>
<link>https://apareceu.com/nova-lei-aumenta-penas-para-crimes-de-furto-roubo-e-receptacao</link>
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<description><![CDATA[ Norma também prevê punição para fraudes digitais ]]></description>
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<pubDate>Mon, 04 May 2026 14:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Nova, lei, aumenta, penas, para, crimes, furto, roubo, receptação</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1268338">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20220804103924245-768x513.jpg" alt="Segurança - geral - segurança digital - proteção de dados pessoais - hacker - roubo compras on line"></div>
<div class="midia-legenda">Lei pune quem cede uma "conta laranja" para movimentar dinheiro de crimes</div>
</div>
<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou nesta segunda-feira (4) a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2026/lei-15397-30-abril-2026-799020-norma-pl.html">Lei 15.397/26</a>, que aumenta as penas para os crimes de furto, roubo, receptação de produtos roubados, roubo seguido de morte (latrocínio) e outros. A norma também cria regras para punir fraudes eletrônicas.</p>
<p>A lei altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> e teve origem no Projeto de Lei 3780/23, do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP). Em março, o Senado aprovou <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/03/03/senado-aprova-aumento-de-penas-para-furto-roubo-e-receptacao">uma nova versão do texto (substitutivo)</a>, que foi <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1255362-CAMARA-APROVA-AUMENTO-DE-PENA-PARA-FURTO,-ROUBO,-RECEPTACAO-E-LATROCINIO">confirmada</a> pela Câmara dos Deputados.</p>
<p><strong>Furto</strong><br>
Segundo a lei, a pena geral de furto passa de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 1 a 4 anos para 1 a 6 anos, aumentando-se da metade se o crime for praticado durante a noite.</p>
<p>O texto cria punições mais severas (de 4 a 10 anos de prisão) quando o objeto alvo do furto for:</p>
<ul>
<li>celulares, computadores ou tablets;</li>
<li>armas de fogo ou explosivos;</li>
<li>veículos levados para outros estados ou exterior; ou</li>
<li>animais domésticos ou de produção (gado).</li>
</ul>
<p><strong>Roubo</strong><br>
Quanto ao crime de roubo, a pena geral de 4 a 10 anos de reclusão passa para 6 a 10 anos, com aumento de 1/3 à metade para duas novas situações semelhantes à do furto: roubo de celulares, computadores, notebooks e tablets; e armas de fogo.</p>
<p>Quando o roubo ocorrer com violência e dela resultar lesão grave, a pena atual de 7 a 18 anos passará para de 16 a 24 anos.</p>
<p>No caso do latrocínio (roubo seguido de morte da vítima), o condenado poderá ser punido com 24 a 30 anos de prisão. Hoje, a pena é de 20 a 30 anos.</p>
<p><strong>Fraudes digitais</strong><br>
A lei pune também quem cede uma "conta laranja" para movimentar dinheiro de crimes (de 1 a 5 anos de reclusão e multa).</p>
<p>Se a conta for utilizada para receber dinheiro proveniente de fraudes eletrônicas (golpes via redes sociais, WhatsApp ou e-mails falsos), a pena é de 4 a 8 anos de reclusão.</p>
<p><strong>Serviços públicos</strong><br>
O furto de fios, cabos ou equipamentos de energia, telefonia e transmissão de dados terá pena de reclusão de 2 a 8 anos.</p>
<p>A punição para a interrupção desses serviços pode ser dobrada se o crime ocorrer durante calamidade pública.</p>
<p><strong>Receptação de animais</strong><br>
A nova lei criou ainda uma punição específica para quem compra, transporta ou vende animais que sabe serem fruto de crime.</p>
<p>Para a receptação de animais domésticos ou de criação (como bois e cavalos), a pena agora é de 3 a 8 anos de reclusão e multa.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova exigência de informação sobre bebê prematuro na certidão de nascimento</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-exigencia-de-informacao-sobre-bebe-prematuro-na-certidao-de-nascimento</link>
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<description><![CDATA[ Proposta segue para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara ]]></description>
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<pubDate>Fri, 01 May 2026 23:00:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, exigência, informação, sobre, bebê, prematuro, certidão, nascimento</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1267419">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260325164439069-1-768x474.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Maria Arraes (SOLIDARIEDADE-PE)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputada Maria Arraes, relatora do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1085268-proposta-exige-informacao-sobre-prematuridade-no-registro-do-bebe">Projeto de Lei 2180/24</a>, que inclui na certidão de nascimento informação sobre a prematuridade da criança, se for o caso.</p>
<p>A relatora, deputada Maria Arraes (PSB-PE), recomendou a aprovação do texto, que altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1970-1979/lei-6015-31-dezembro-1973-357511-publicacaooriginal-1-pl.html">Lei dos Registros Públicos</a>. “A proposta fortalece o direito à informação e à integração de políticas públicas”, disse ela no parecer aprovado.</p>
<p>Como foi analisada em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p><strong>Justificativa</strong><br>
“O registro oficial dessa condição permitirá que profissionais de saúde acessem informações essenciais para oferecer cuidados personalizados desde os primeiros dias de vida”, declarou a autora da proposta, deputada Silvia Cristina (PP-RO).</p>
<p>A prematuridade, informou Silvia Cristina, é definida como o nascimento antes de 37 semanas de gestação. “Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), é a principal causa de morte infantil no mundo inteiro”, afirmou a parlamentar.</p>
<p>“No Brasil, aproximadamente 12% dos bebês nascem com menos de 37 semanas de gestação. Somos o 10º país no ranking de prematuridade, com cerca de 330 mil famílias por ano passando por essa desafiadora jornada”, disse Silvia Cristina.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara confirma envio ao Senado de projeto sobre ação rescisória relacionada a questões tributárias</title>
<link>https://apareceu.com/camara-confirma-envio-ao-senado-de-projeto-sobre-acao-rescisoria-relacionada-a-questoes-tributarias</link>
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<description><![CDATA[ Foi rejeitado recurso para que a proposta fosse analisada antes no Plenário; texto passou pela CCJ ]]></description>
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<pubDate>Fri, 01 May 2026 23:00:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, confirma, envio, Senado, projeto, sobre, ação, rescisória, relacionada, questões, tributárias</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1267603">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260422215903499-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Gilson Marques (NOVO - SC)"></div>
<div class="midia-legenda">Gilson Marques, autor do projeto</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados rejeitou um recurso do PT e enviará ao Senado o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1261681-COMISSAO-APROVA-NOVA-REGRA-SOBRE-DECISAO-JUDICIAL-FAVORAVEL-A-CONTRIBUINTE">Projeto de Lei 580/23</a>, que muda o Código de Processo Civil (CPC) para exigir apresentação de ação rescisória a fim de fazer valer decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre constitucionalidade ou não de tributo.</p>
<p>O texto havia sido aprovado em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara no início deste mês, mas vários deputados do PT e do Psol assinaram um recurso pedindo sua votação no Plenário. Com a rejeição do recurso, o texto segue a tramitação.</p>
<p>De autoria do deputado Gilson Marques (Novo-SC) e outros, o projeto foi aprovado na forma de um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da deputada Julia Zanatta (PL-SC).</p>
<p>O texto modifica também as leis sobre processo e julgamento de ações perante o Supremo: ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF), ação direta de inconstitucionalidade (<span class="termoGlossario" title="Instrumento judicial para declarar a inconstitucionalidade de lei e ato normativo federal ou estadual. Se julgada improcedente, é declarada a constitucionalidade da norma ou do ato. Pode ser proposta pelo Presidente da República, pelas mesas do Senado, da Câmara e das assembleias legislativas, pelos governadores, pelo Procurador-Geral da República, pelo Conselho Federal da OAB, pelos partidos políticos com representação no Congresso Nacional, pelas confederações sindicais e pelas entidades de classe de âmbito nacional." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">ADI</span>) e ação direta de constitucionalidade (<span class="termoGlossario" title="Instrumento judicial impetrado no STF que tem por objetivo declarar a conformidade de lei ou ato normativo federal com a Constituição. As decisões definitivas de mérito acerca da ADC vinculam os órgãos do Judiciário e do Executivo. Pode ser proposta pelo Presidente da República, pelas Mesas do Senado e da Câmara e pelo Procurador-Geral da República." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">ADC</span>).</p>
<p>O termo inicial a partir do qual valerá a decisão do Supremo será a data de publicação do acórdão que declarar a constitucionalidade de lei tributária.</p>
<p>A intenção do autor é fazer com que o governo entre com ação rescisória contra cada um dos contribuintes que conseguiram decisão <span class="termoGlossario" title="Expressão usada para uma decisão (sentença ou acórdão) da qual não se pode mais recorrer, seja porque já passou por todos os recursos possíveis, seja porque o prazo para recorrer terminou. " contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">transitada em julgado</span> na Justiça anterior à decisão do Supremo favorável à constitucionalidade do tributo questionado.</p>
<p>A ação rescisória no direito tributário é uma ação autônoma utilizada para revogar decisões definitivas (transitadas em julgado). Entre os motivos atualmente previstos estão vícios graves na decisão, como violação literal de lei ou erro de fato.</p>
<p>O projeto inclui novo caso relacionado a essas decisões de <span class="termoGlossario" title="Instrumento com previsão constitucional que autoriza o Supremo Tribunal Federal (STF) a selecionar os recursos extraordinários que irá analisar de acordo com critérios de relevância jurídica, política, social ou econômica. Uma vez constatada a existência de repercussão geral, o STF analisa o mérito da questão e a decisão é aplicada depois pelas instâncias inferiores, em casos idênticos. Isso reduz o número de processos encaminhados ao Supremo." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">repercussão geral</span> ou de controle concentrado de constitucionalidade, que é um mecanismo jurídico utilizado para analisar diretamente a constitucionalidade de leis ou atos normativos em tese, sem um caso concreto.</p>
<p><strong>Decisão</strong><br>
A decisão do Supremo na situação que motivou o projeto começou a partir de um caso concreto, no qual uma empresa tinha decisão judicial definitiva, obtida em 1992, para não pagar a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (<span class="termoGlossario" title="Tributo a ser pago à Receita Federal por pessoas jurídicas domiciliadas no País e por empresas que lhes são equiparadas pela legislação do Imposto de Renda. A CSLL será determinada mediante aplicação da alíquota de 9% sobre o resultado ajustado, presumido ou arbitrado. Essa contribuição também incide sobre os lucros obtidos no exterior." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">CSLL</span>).</p>
<p>Ao julgar o tema, o STF decidiu, em 2007, pela constitucionalidade desse tributo, declarando que a decisão sobre essa ação constitucional teria eficácia para todos (repercussão geral). A partir dessa data, o governo pôde continuar a cobrar o tributo sem novos questionamentos na Justiça.</p>
<p>No entanto, desde aquela época discutiu-se sobre o momento a partir do qual a cobrança seria válida. Mas somente em 2023 o STF concluiu o julgamento sobre esse marco temporal.</p>
<p>Na mesma decisão, o Supremo decidiu que não seria necessária a ação rescisória para revogar a decisão judicial definitiva anterior.</p>
<p><strong>Vantagem competitiva</strong><br>
Por meio de recursos, a empresa pedia que o tributo só voltasse a ser cobrado dela a contar de fevereiro de 2023 (quando o STF decidiu sobre o encerramento dos efeitos das decisões judiciais definitivas), e não de 2007 (quando o tributo foi declarado constitucional com eficácia para todos).</p>
<p>Contrariamente aos interesses da empresa, o Supremo decidiu que o tributo seria devido a partir de 2007, pois não pagar o tributo no período daria vantagem competitiva para aqueles que se amparavam em decisões judiciais anteriores em relação aos seus concorrentes, que pagaram o tributo.</p>
<p>Por outro lado, os contribuintes que não retomaram o pagamento do tributo em 2007 não deverão ser punidos com a aplicação de multas de qualquer natureza se agiram com base em decisões judiciais favoráveis anteriores porque não houve dolo ou má-fé. Caso as multas já tenham sido pagas, o contribuinte não pode pedir o valor de volta.</p>
<p>Nesse caso, deve ser pago o acumulado principal do tributo devido desde 2007 até o momento em que a empresa começou a pagar normalmente a CSLL.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova projeto que classifica crimes sexuais contra vulneráveis como hediondos e inafiançáveis</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-classifica-crimes-sexuais-contra-vulneraveis-como-hediondos-e-inafiancaveis</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-classifica-crimes-sexuais-contra-vulneraveis-como-hediondos-e-inafiancaveis</guid>
<description><![CDATA[ Proposta será enviada ao Senado ]]></description>
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<pubDate>Fri, 01 May 2026 23:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, projeto, que, classifica, crimes, sexuais, contra, vulneráveis, como, hediondos, inafiançáveis</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1267727">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260428213441036-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Bia Kicis (PL - DF)"></div>
<div class="midia-legenda">Bia Kicis, relatora do projeto</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que inclui vários crimes de natureza sexual como <span class="termoGlossario" title="A Lei 8.072/90 define como hediondos os crimes de homicídio praticado por grupo de extermínio; homicídio qualificado; latrocínio; genocídio; extorsão qualificada por morte; extorsão mediante sequestro; estupro; disseminação de epidemia que provoque morte; falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais; e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável. Esse tipo de crime deve ser cumprido inicialmente em regime fechado e é insuscetível de anistia, graça, indulto e fiança." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">hediondos</span>, além de impedir a concessão de fiança. A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>Condenados por crimes hediondos não podem contar com anistia, graça, indulto ou fiança. Têm ainda prazos maiores de cumprimento de pena em regime fechado para poder acessar o regime semiaberto.</p>
<p>De autoria da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), o Projeto de Lei 3158/25 foi aprovado na forma do <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), elaborado pela deputada Bia Kicis (PL-DF).</p>
<p>Laura Carneiro afirmou que o projeto atinge os crimes "mais nefastos" do Código Penal. "Que a gente possa contribuir todos os dias com projetos que transformem para melhor a vida de crianças e adolescentes", disse.</p>
<p>O texto torna hediondos tanto crimes tipificados no Código Penal quanto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).</p>
<p>Do Código Penal, passam a ser considerados hediondos os de corrupção de menores; satisfação de lascívia na presença de criança ou adolescente; e divulgação de cena de estupro ou de cena de sexo ou de pornografia sem consentimento.</p>
<p>Em relação aos crimes listados no ECA, o texto inclui o crime de promover ou ajudar a enviar criança ou adolescente sem as formalidades legais ou para obter lucro.</p>
<p><strong>Pedofilia</strong><br>
Vários outros crimes relacionados à pedofilia, tipificados no ECA, são considerados hediondos por envolverem crianças ou adolescentes:</p>
<ul>
<li>produzir cena de sexo explícito ou pornográfica;</li>
<li>agenciamento ou coação de criança ou adolescente para essas cenas;</li>
<li>exibir em tempo real essas cenas;</li>
<li>difundir essas cenas por qualquer meio;</li>
<li>armazenar ou acessar pela internet essas cenas;</li>
<li>comprar ou possuir material com pornografia envolvendo criança ou adolescente;</li>
<li>simular a participação de criança ou adolescente em cenas de sexo explícito ou pornográfica por qualquer forma de representação visual ou adulteração;</li>
<li>venda ou exposição de material produzido com essa simulação;</li>
<li>aliciar ou instigar criança com o fim de praticar com ela ato libidinoso;</li>
<li>facilitar ou induzir o acesso à criança de material contendo cena de sexo explícito ou pornográfica para praticar ato libidinoso com ela;</li>
<li>aliciar ou assediar criança para ela se exibir de forma pornográfica ou sexualmente explícita;</li>
<li>submeter criança ou adolescente à prostituição ou à exploração sexual;</li>
<li>proprietário, gerente ou responsável pelo local em que se a criança ou adolescente estiver submetida à prostituição ou à exploração sexual.</li>
</ul>
<p><strong>Sem fiança</strong><br>
Da mesma forma, no Código de Processo Penal o texto aprovado proíbe a concessão de fiança a presos provisórios acusados de crimes relacionados ao tema e previstos tanto no código quanto no ECA.</p>
<div class="image-container" data-midia="1267729">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260429103047938-768x473.jpg" alt="Homenagem ao Dia Mundial do Livro. Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro, autora do projeto de lei</div>
</div>
<p>Do Código Penal, ficarão sem fiança os acusados de crimes de:</p>
<ul>
<li>estupro de vulnerável, incluindo-se todas suas formas de agravante (lesão corporal grave ou morte, por exemplo);</li>
<li>corrupção de menores;</li>
<li>satisfação de lascívia na presença de criança ou adolescente;</li>
<li>favorecimento de prostituição ou outra forma de exploração sexual de criança, adolescente ou vulnerável;</li>
<li>praticar conjunção carnal ou outro ato libidinoso com alguém menor de 18 e maior de 14 anos ou com vulnerável;</li>
<li>proprietário, gerente ou responsável pelo local em que se verifiquem essas práticas;</li>
<li>divulgação de cena de estupro, de registro audiovisual que faça apologia dessa prática ou a induza;</li>
<li>divulgação de cena de sexo ou de pornografia sem o consentimento da vítima (adultos não vulneráveis).</li>
</ul>
<p><strong>Pena menor</strong><br>
Todos os crimes listados do estatuto que são considerados pelo projeto como hediondos também não permitirão ao acusado ser solto por meio de fiança. A exceção será para crimes de menor pena (<span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 1 a 4 anos):</p>
<ul>
<li>comprar ou possuir material com pornografia envolvendo criança ou adolescente;</li>
<li>simular a participação de criança ou adolescente em cenas de sexo explícito ou pornográfica por qualquer forma de representação visual ou adulteração;</li>
<li>venda ou exposição de material produzido com essa simulação;</li>
<li>aliciar ou instigar criança com o fim de praticar com ela ato libidinoso;</li>
<li>facilitar ou induzir o acesso à criança de material contendo cena de sexo explícito ou pornográfica para praticar ato libidinoso com ela;</li>
<li>aliciar ou assediar criança para ela se exibir de forma pornográfica ou sexualmente explícita.</li>
</ul>
<p><strong>Debate em Plenário</strong><br>
Durante o debate em Plenário, o deputado Helder Salomão (PT-ES) afirmou que a proposta avança para enfrentar esse "grave problema" que existe no mundo. "Punir aqueles que praticam a pedofilia é fundamental", disse.</p>
<p>O deputado Delegado da Cunha (PP-SP) elogiou a aprovação e reforçou que o projeto vai muito além de ir contra a pedofilia e engloba outros crimes que envolvem a criança e o adolescente.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Deputados de oposição comemoram e governistas criticam rejeição do Senado a Messias no STF</title>
<link>https://apareceu.com/deputados-de-oposicao-comemoram-e-governistas-criticam-rejeicao-do-senado-a-messias-no-stf</link>
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<description><![CDATA[ Com a rejeição, o presidente Lula terá de encaminhar um novo nome para preencher a vaga ]]></description>
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<pubDate>Fri, 01 May 2026 23:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Deputados, oposição, comemoram, governistas, criticam, rejeição, Senado, Messias, STF</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1267761">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260429212838244-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Cabo Gilberto Silva (PL - PB)"></div>
<div class="midia-legenda">Cabo Gilberto Silva, líder da oposição</div>
</div>
<p>A rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi comemorada por deputados da oposição, em discursos no Plenário da Câmara. Parlamentares da base do governo, porém, avaliaram que o Senado "virou as costas" para o povo com a decisão. O nome de Messias foi rejeitado nesta quarta-feira (29) por 42 a 34 votos dos senadores.</p>
<p>A oposição classificou a rejeição de Messias como "vitória da democracia" contra o que chamam de tentativa de aparelhamento do Judiciário. Para o líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), a votação marca "a maior vitória" dentro do Congresso em defesa do Estado Democrático de Direito. "Esta vitória não é nossa, não é da oposição, não é do Senado nem da Câmara. Esta vitória é do povo brasileiro", declarou.</p>
<p>A base do governo, por sua vez, acusou o Senado de virar as costas para o povo brasileiro e para a democracia. "Os inimigos do povo não respeitaram o voto soberano e popular na indicação do ministro do Supremo, de uma pessoa ilibada, decente, coerente, evangélico", disse o líder do PT, deputado Pedro Uczai (SC). Segundo ele, a democracia e o povo brasileiro vão derrotar os que estão contra o governo nas próximas eleições.</p>
<div class="image-container" data-midia="1267762">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260429110610182-768x473.jpg" alt="Homenagem ao Dia Mundial do Livro. Dep. Pedro Uczai (PT-SC)"></div>
<div class="midia-legenda">Pedro Uczai, líder do PT</div>
</div>
<p>O líder do PL, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que o Executivo viu, com a votação, "as costas" do Senado Federal. "Parabéns aos senadores pelo recado duro que hoje deram ao governo", disse.</p>
<p>Já o deputado Helder Salomão (PT-ES) reforçou que a ação do Senado foi contra o povo brasileiro. "Hoje rejeitam a indicação de um homem íntegro, preparado, com todas as qualificações para ser um ministro", lamentou.</p>
<p><strong>Indicação</strong><br>
Atual advogado-geral da União, Jorge Messias foi indicado para o cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na vaga decorrente da aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, que deixou o tribunal em outubro de 2025.</p>
<p>Com a rejeição, a mensagem indicando Messias foi arquivada, e o presidente Lula terá de encaminhar um novo nome para preencher a vaga deixada por Barroso no STF.</p>
<p>Esta foi a primeira vez que uma indicação ao STF foi rejeitada em 132 anos. Antes, apenas cinco indicações feitas pelo então presidente da República foram derrubadas pelos senadores. Todas as rejeições ocorreram em 1894, no governo do marechal Floriano Peixoto. O STF foi criado em 1890, após a Proclamação da República.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Congresso inicia sessão para analisar veto ao PL da Dosimetria; acompanhe</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-inicia-sessao-para-analisar-veto-ao-pl-da-dosimetria-acompanhe</link>
<guid>https://apareceu.com/congresso-inicia-sessao-para-analisar-veto-ao-pl-da-dosimetria-acompanhe</guid>
<description><![CDATA[ 
Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Sessão do Congresso Nacional

O Congresso Nacional iniciou a sessão deliberativa desta quinta-feira (30). A pauta da reunião conjunta de deputados e senadores prevê apenas a análise do veto integral (VET 3/26) ao Projeto de Lei 2162/23, o PL da Dosimetria.
A proposta, aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado e vetada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, reduz as penas de condenados por tentativa de golpe de Estado ou por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023.
A derrubada do veto pode mudar o tempo de prisão e as regras de progressão de regime para esses casos. Para isso, é necessária a maioria absoluta dos votos de deputados (257) e de senadores (41), computados separadamente.

Saiba como é feita a análise de vetos pelo Congresso Nacional

Mais informações a seguir. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 01 May 2026 23:00:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Congresso, inicia, sessão, para, analisar, veto, Dosimetria, acompanhe</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1267893">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260430111634445-768x473.jpg" alt="Destinada à deliberação do Veto nº 3 de 2026 (Dosimetria de Penas)."></div>
<div class="midia-legenda">Sessão do Congresso Nacional</div>
</div>
<p>O Congresso Nacional iniciou a sessão deliberativa desta quinta-feira (30). A pauta da reunião conjunta de deputados e senadores prevê apenas a análise do <span class="termoGlossario" title="Ocorre quando o presidente da República recusa, totalmente ou em parte, projeto aprovado pelo Congresso Nacional. Para que o veto seja derrubado, e o projeto se torne lei, são precisos os votos de 257 deputados e 41 senadores." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">veto</span> integral (VET 3/26) ao Projeto de Lei 2162/23, o PL da Dosimetria.</p>
<p>A proposta, <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1231564-camara-aprova-projeto-que-reduz-penas-dos-condenados-pelo-8-de-janeiro/">aprovada pela Câmara dos Deputados</a> e pelo Senado e <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1237411-LULA-VETA-PROJETO-QUE-REDUZ-PENAS-DE-CONDENADOS-POR-TENTATIVA-DE-GOLPE-DE-ESTADO">vetada</a> pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, reduz as penas de condenados por tentativa de golpe de Estado ou por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023.</p>
<p>A derrubada do veto pode mudar o tempo de prisão e as regras de progressão de regime para esses casos. Para isso, é necessária a maioria absoluta dos votos de deputados (257) e de senadores (41), computados separadamente.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1013750-saiba-como-e-a-analise-dos-vetos-pelo-congresso-nacional/">Saiba como é feita a análise de vetos pelo Congresso Nacional</a></li>
</ul>
<p>Mais informações a seguir.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova penas maiores para tráfico de drogas com uso de aeronaves</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-penas-maiores-para-trafico-de-drogas-com-uso-de-aeronaves</link>
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<description><![CDATA[ O projeto segue agora para votação do Plenário da Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Fri, 01 May 2026 23:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, penas, maiores, para, tráfico, drogas, com, uso, aeronaves</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1267850">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260408151052342-768x473.jpg" alt="Deputado Carlos Jordy (PL-RJ) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Jordy: medida compatível com uma realidade criminosa que evoluiu tecnologicamente</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11343-23-agosto-2006-545399-norma-pl.html">Lei Antidrogas</a> para prever penas mais rígidas para o tráfico praticado com o uso de aeronaves.</p>
<p>Pela proposta, quem usar aeronaves com essa finalidade poderá ser condenado à pena de 10 a 20 anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span>, além de ter que pagar multa entre 2 mil e 4 mil dias-multa. Cada dia-multa equivale a um valor entre 1/30 e 5 vezes o salário mínimo, definido conforme a situação econômica do réu.</p>
<p>O texto também prevê aumento de pena para quem utiliza a aeronave para transportar maquinário, aparelho ou qualquer objeto destinado à produção de drogas. A pena prevista, nesse caso, é de 6 a 15 anos de reclusão e multa de 2 mil a 3 mil dias-multa.</p>
<p>O relator, deputado Carlos Jordy (PL-RJ), recomendou a aprovação do <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> acatado anteriormente <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1227570-COMISSAO-APROVA-PENAS-MAIS-DURAS-PARA-TRAFICO-DE-DROGAS-COM-USO-DE-AERONAVES">na Comissão de Segurança Pública</a> para o Projeto de Lei 3632/25, do deputado Cobalchini (MDB-SC). O projeto original previa aumento de pena de 1/6 a 2/3 para quem utilizasse aeronaves em condutas criminosas envolvendo drogas.</p>
<p>O substitutivo estabelece aumento de penas específicas para os crimes de tráfico de drogas com uso de aeronave e financiamento/custeio do tráfico com uso de aeronave.</p>
<p><strong>Resposta compatível</strong><br>
Carlos Jordy argumentou que a proposta estabelece resposta penal compatível com uma “realidade criminosa que evoluiu tecnologicamente”. “O emprego de aeronaves confere vantagem estratégica ao narcotráfico, reduzindo o tempo de deslocamento, aumentando o volume transportado e diminuindo o risco de interceptação”, observou.</p>
<p>Ainda de acordo com Jordy, a proposta sinaliza que a exploração do espaço aéreo para a prática de crimes não será tolerada, o que contribui para proteger a segurança pública, preservar a soberania nacional e evitar que o território brasileiro seja utilizado como corredor aéreo do tráfico internacional. “O uso de aeronaves revela maior organização, capacidade financeira e estrutura criminosa”, ressaltou o deputado.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br>
O texto seguirá para votação do Plenário da Câmara. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova punição para uso de IA em violência contra a mulher</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-punicao-para-uso-de-ia-em-violencia-contra-a-mulher</link>
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<description><![CDATA[ Proposta segue para análise do Plenário da Câmara ]]></description>
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<pubDate>Fri, 01 May 2026 23:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, punição, para, uso, violência, contra, mulher</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1268052">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260428170003439-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Pr. Marco Feliciano (PL - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Marco Feliciano, relator do projeto de lei na CCJ</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que torna crime alterar ou criar fotos, vídeos e áudios com o uso de inteligência artificial (IA) para praticar violência contra a mulher. A medida é inserida na <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Lei Maria da Penha</a>.</p>
<p>A proposta segue agora para análise do Plenário da Câmara. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p>Por recomendação do relator, deputado Pr. Marco Feliciano (PL-SP), o colegiado aprovou o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> adotado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1034844-projeto-pune-manipulacao-de-fotos-e-videos-por-ia-para-cometer-violencia-contra-a-mulher">Projeto de Lei 5695/23</a>, do deputado Fred Linhares (Republicanos-DF), e ao <span class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensado</span>.</p>
<p>Feliciano reforçou que esse tipo de violência digital muitas vezes ocorre de forma paralela a agressões físicas. "Essa sanção é proporcional ao impacto que a disseminação de conteúdos manipulados pode causar, atingindo a reputação e a integridade social da mulher", afirmou o relator.</p>
<p>A pena para o novo crime será de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 2 a 4 anos, além de multa.</p>
<p>De acordo com o novo tipo penal, configura crime o ato de adulterar, criar, manipular ou produzir fotos, vídeos e áudios utilizando sistemas de inteligência artificial. Para que a conduta seja punida, a manipulação deve ser feita com o intuito específico de causar constrangimento, humilhação, assédio ou ameaça à mulher, obrigatoriamente dentro do contexto de violência doméstica e familiar.</p>
<p>O substitutivo ampliou o escopo do novo crime, incluindo, por exemplo, quem produz o material. O projeto original é mais enxuto e pune apenas os casos de alteração ou manipulação de fotos, vídeos e áduios com uso de IA.</p>
<p>Além disso, o texto substitutivo dobrou a pena original, que era de reclusão de 1 a 2 anos.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Congresso derruba veto e reduz penas de condenados por tentativa de golpe</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-derruba-veto-e-reduz-penas-de-condenados-por-tentativa-de-golpe</link>
<guid>https://apareceu.com/congresso-derruba-veto-e-reduz-penas-de-condenados-por-tentativa-de-golpe</guid>
<description><![CDATA[ Projeto da Dosimetria havia sido vetado pelo presidente Lula e será agora transformado em lei ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260430111634445-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 01 May 2026 23:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Congresso, derruba, veto, reduz, penas, condenados, por, tentativa, golpe</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1267893">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260430111634445-768x473.jpg" alt="Destinada à deliberação do Veto nº 3 de 2026 (Dosimetria de Penas)."></div>
<div class="midia-legenda">Sessão do Congresso Nacional analisou o veto nesta quinta-feira</div>
</div>
<p>O Congresso Nacional derrubou o veto ao projeto de lei que diminui as penas de pessoas condenadas pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 e pela tentativa de golpe de Estado, como o ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>Na Câmara dos Deputados foram 318 votos contra o veto e 144 a favor, com 5 abstenções. No Senado, foram 49 votos pela rejeição do veto e 24 contra.</p>
<p>Conhecido como PL da Dosimetria, o Projeto de Lei 2162/23 foi aprovado em dezembro do ano passado, na forma do texto do relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP).</p>
<p>Na sessão desta quinta-feira (30), o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu considerar prejudicados os trechos do projeto que alteram os incisos 4 a 10 do artigo 112 da <a href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7210-11-julho-1984-356938-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei de Execução Penal</a>, sobre progressão de regime, por colidirem com a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2026/lei-15358-24-marco-2026-798846-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei Antifacção</a>, sancionada em março deste ano.</p>
<p>Segundo ele, sua decisão se baseou no fato de o projeto da dosimetria não ter pretendido mudar os percentuais de cumprimento de pena no regime mais rígido para a progressão de regime de condenados por <span class="termoGlossario" title="A Lei 8.072/90 define como hediondos os crimes de homicídio praticado por grupo de extermínio; homicídio qualificado; latrocínio; genocídio; extorsão qualificada por morte; extorsão mediante sequestro; estupro; disseminação de epidemia que provoque morte; falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais; e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável. Esse tipo de crime deve ser cumprido inicialmente em regime fechado e é insuscetível de anistia, graça, indulto e fiança." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">crimes hediondos</span> (milícia, organização criminosa, feminicídio, por exemplo).</p>
<p>Ao questionar a decisão, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) argumentou que o "fatiamento é uma inovação e fere a Constituição". "Se a intenção era proteger de mudança esses incisos, o Senado poderia ter alterado o texto e não alterou, aprovando na íntegra o PL da dosimetria” afirmou.</p>
<p>O presidente do Congresso rejeitou essa e outras <span class="termoGlossario" title="Solicitação de esclarecimento a respeito da forma de condução dos trabalhos legislativos, em caso de dúvida sobre a interpretação do regimento na sua prática exclusiva ou relacionada com a Constituição. Da decisão do presidente da Câmara cabe recurso ao Plenário, ouvida a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), no caso de apresentação em sessão. Em comissão, a questão de ordem será resolvida pelo seu presidente, cabendo recurso a ser dirigido à Presidência da Casa." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">questões de ordem</span> contra sua decisão.</p>
<p>A líder da <span class="termoGlossario" title="Bancada partidária cujo número de integrantes seja imediatamente inferior à maioria e que expresse posição diferente desta em relação ao governo." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Minoria</span> no Congresso, deputada Bia Kicis (PL-DF), afirmou que a decisão de Alcolumbre foi sábia, tanto técnica como politicamente. "Nós vamos preservar o que foi conquistado pelo PL Antifacção e, ao mesmo tempo, evitar que o PL da Dosimetria produza efeitos indesejados", avaliou.</p>
<p><strong>Justificativa</strong><br>
Parlamentares favoráveis à derrubada do veto argumentam que as penas aplicadas aos participantes dos atos de 8 de janeiro de 2023 são desproporcionais.</p>
<p>O relator da proposta na Câmara, deputado Paulinho da Força, afirmou que é injusto aceitar que "a justiça seja tratada com viés político" e pessoas continuem pagando com a liberdade por distorções. "Manter este veto é compactuar com o erro e fechar os olhos para exageros, é aceitar que o Parlamento não vale nada", disse.</p>
<div class="image-container" data-midia="1268142">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260430143848819-768x473.jpg" alt="Destinada à deliberação do Veto nº 3 de 2026 (Dosimetria de Penas). Dep. Paulinho da Força (SOLIDARIEDADE - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Paulinho da Força, relator do projeto na Câmara</div>
</div>
<p>Já deputados contrários à derrubada do veto afirmaram que o projeto representa uma tentativa de anistia a golpistas e pode beneficiar criminosos comuns.</p>
<p>Para a deputada Maria do Rosário (PT-RS), os parlamentares a favor do projeto da dosimetria nunca se preocuparam com a "massa de manobra que trouxeram para quebrar os Poderes e para se postarem à frente dos quartéis", ao citar as pessoas presas no atos de vandalismo de 8 de janeiro de 2023.</p>
<p>Já o autor da proposta, deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), afirmou não haver justiça em condenar uma idosa a 15 anos de prisão ou um pipoqueiro, ao fazer alusão a condenados pelos atos golpistas. "Se ainda não é a hora da anistia ampla, geral e irrestrita, que todos sonhamos e havemos de alcançar, então, vamos fazer com que as penas não sejam somadas", defendeu.</p>
<p>O texto que havia sido vetado e que agora será enviado à promulgação como lei prevê o uso da pena mais grave de dois crimes (tentativa de acabar com o Estado Democrático de Direito e golpe de Estado) quando praticados no mesmo contexto. Atualmente, é feita a soma de ambas as penas.</p>
<p>O líder do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai (SC), criticou o projeto, no entanto, por produzir benefício para Bolsonaro, generais e demais envolvidos na tentativa de golpe contra o presidente Lula. "Quando o processo legislativo é mobilizado para reduzir consequências penais de fatos concretos, praticados por agentes políticos determinados, a lei perde sua natureza impessoal e se converte em instrumento de proteção de aliados, funcionando como anistia disfarçada e privilégio penal", declarou.</p>
<p><strong>Nova regra<br>
</strong>A nova forma de soma de penas deve beneficiar todos os condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por esses dois crimes (tentativa de acabar com o Estado Democrático de Direito e golpe de Estado), como aqueles do grupo principal: Jair Bolsonaro, ex-presidente da República; Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil; Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); e Anderson Torres, ex-ministro da Justiça.</p>
<p>Outro integrante do grupo, o ex-deputado federal Alexandre Ramagem, fugiu do Brasil em setembro de 2025 e está nos Estados Unidos sem cumprir pena.</p>
<p>Esse grupo foi condenado definitivamente pela 1ª Turma do Supremo, em 25 de novembro do ano passado, a penas que variam de 16 anos a 24 anos em regime inicial fechado. Outras penas de <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span> devem ser cumpridas depois daquelas de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span>.</p>
<p>Como a lei pode retroagir para beneficiar o réu, a nova regra implicaria a revisão do total para esses dois crimes, prevalecendo a pena maior (4 a 12 anos) por tentativa de golpe de Estado. Agravantes e atenuantes ainda serão aplicáveis sobre o cálculo.</p>
<div class="image-container" data-midia="1268143">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260430153357003-768x473.jpg" alt="Destinada à deliberação do Veto nº 3 de 2026 (Dosimetria de Penas). Dep. Marcelo Crivella (REPUBLICANOS - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Marcelo Crivella, autor do projeto</div>
</div>
<p>Parlamentares da oposição preveem, para o ex-presidente Jair Bolsonaro, que o total da redução pode levar ao cumprimento de 2 anos e 4 meses em regime fechado, em vez dos 7 anos e 8 meses pelo cálculo atual da Vara de Execução Penal antes da progressão de regime. Ele foi condenado a 24 anos de reclusão no regime inicial fechado.</p>
<p>No entanto, a conta final cabe ao Supremo definir e pode depender de ser validado o uso de trabalho e estudo em regime domiciliar para diminuição dos dias de prisão.</p>
<p>Esse cálculo também é influenciado pela mudança nas regras de progressão de regime (fechado para semi-aberto, por exemplo).</p>
<p><strong>Progressão de pena<br>
</strong>Atualmente, exceto para condenados por crimes hediondos, o réu primário obtém progressão de pena se cumprir 16% dela em regime fechado, mas o crime não pode ter sido cometido com violência à pessoa ou grave ameaça.</p>
<p>Como os crimes de tentativa de golpe e abolição do Estado Democrático são tipificados com a característica de “violência ou grave ameaça”, o texto muda a Lei de Execução Penal para fazer valer os 16% de regime fechado para esses tipos de crimes. Sem a mudança, a progressão ocorreria apenas com o cumprimento de 25% da pena pelo réu primário.</p>
<p><strong>Reincidência</strong><br>
Entretanto, com a fórmula usada para não alterar a progressão de regime para os crimes hediondos, haverá na Lei de Execução Penal duas redações semelhantes para o percentual de progressão de pena no caso dos reincidentes por outros crimes não hediondos.</p>
<p>A redação atual do artigo 112 da lei, que permanece no inciso 4, prevê cumprimento de 30% da pena no caso de reincidente em crime praticado com violência à pessoa ou grave ameaça, sem diferenciações.</p>
<p>Já a nova redação dada pelo projeto da dosimetria para o inciso 2 prevê os mesmos 30% de cumprimento de pena, também com violência ou grave ameaça, mas cria exceção para os crimes contra o Estado Democrático de Direito.</p>
<p>Para os reincidentes desses crimes contra o Estado, o índice de cumprimento no regime inicial passa de 30% para 20%.</p>
<p><strong>Emenda no Senado</strong><br>
Na votação do texto no Senado, a Comissão de Constituição e Justiça daquela Casa aprovou uma emenda considerada de redação pela maioria do colegiado.<br>
Essa emenda acabou por manter no texto futuro da lei crimes que, na redação da Câmara, ficariam de fora do cumprimento maior de pena no regime anterior antes de se obter a progressão (favorecimento da prostituição e rufanismo, por exemplo).</p>
<p>Os contrários a essa emenda argumentaram que ela não era de redação, pois tornou exceção apenas os crimes contra o Estado Democrático de Direito, enquanto a redação da Câmara resultava em uma exceção maior.</p>
<p>Pelo regimento, alterações de mérito devem ser votadas novamente pela Casa na qual o projeto foi votado primeiramente. Com a interpretação referendada pelo Plenário do Senado, o texto foi enviado diretamente à sanção.</p>
<p><strong>Multidão</strong><br>
Quando praticados em contexto de multidão, como o caso dos participantes dos atos de 8 de janeiro de 2023 na Esplanada dos Ministérios, os crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e de tentativa de golpe de Estado terão pena reduzida de 1/3 a 2/3.</p>
<p>Assim, as pessoas presas por aqueles atos contarão com essa redução no cálculo da pena e com a redução do tempo para progredir de regime.</p>
<p>No entanto, a redução de 1/3 a 2/3 será aplicada desde que o agente não tenha financiado o ato ou exercido papel de liderança.</p>
<div class="image-container" data-midia="1268145">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260430120814520-768x473.jpg" alt="Destinada à deliberação do Veto nº 3 de 2026 (Dosimetria de Penas). Dep. Jandira Feghali (PCdoB - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Jandira Feghali questionou a forma de votação do veto</div>
</div>
<p><strong>Prisão domiciliar</strong><br>
Outro ponto com veto derrubado é a possibilidade de que a realização de estudo ou trabalho reduza a pena no caso da prisão em regime domiciliar, como permitido atualmente no regime fechado.</p>
<p>Sobre esse tema, principalmente o Superior Tribunal de Justiça (STJ) produziu jurisprudência permitindo essa prática, contanto que comprovada e fiscalizável.</p>
<p>A mudança beneficia todos os apenados por qualquer tipo de crime que estejam nessa modalidade de cumprimento de pena, mas dependerá de meios de fiscalização. O ex-presidente Jair Bolsonaro foi transferido para a prisão domiciliar em 27 de março deste ano. No mesmo regime está o general Augusto Heleno.</p>
<p><strong>História</strong><br>
A gradação de percentuais para progressão de regime surgiu com a aprovação do Projeto de Lei 10.372/18, transformado na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2019/lei-13964-24-dezembro-2019-789639-norma-pl.html">Lei 13.964/19</a>. No mesmo texto ocorreu a diferenciação da progressão para os crimes que venham a ser cometidos com “violência à pessoa” ou “grave ameaça”, com tempos maiores de cumprimento no regime inicial para alcance de outros regimes mais benéficos quando comparados àqueles cometidos sem violência ou ameaça.</p>
<p>A interpretação jurisprudencial de “grave ameaça” na Lei de Execução Penal envolve a existência de uma conduta intimidatória, promessa de mal injusto e sério, capaz de viciar a vontade da vítima e impedir sua reação.</p>
<p>Segundo entendimentos jurisprudenciais de tribunais superiores (STJ e STF), a grave ameaça não precisa ser física, mas deve ser capaz de atemorizar e reduzir a capacidade de resistência da vítima, como ameaças verbais com simulação de arma ou promessa de retorno do agressor.</p>
<p>Segundo súmula do STJ, crimes cometidos com violência à pessoa excluem benefícios como a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos.</p>
<p><strong>Mudança de redação</strong><br>
A mudança de redação proporcionada pelo projeto da dosimetria exclui a referência da violência “à pessoa” para beneficiar os condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, mas também pode interferir na interpretação jurídica do termo, ensejando o enquadramento de crimes contra o patrimônio praticados com ou sem violência.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1013750-saiba-como-e-a-analise-dos-vetos-pelo-congresso-nacional/">Saiba como é feita a análise de vetos pelo Congresso Nacional</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Comissão especial sobre a escala 6x1 será instalada hoje na Câmara</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-especial-sobre-a-escala-6x1-sera-instalada-hoje-na-camara</link>
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<description><![CDATA[ A comissão especial para analisar a proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1 será instalada nesta quarta-feira (29). O presidente e o relator já foram indicados: serão os deputados Alencar Santana, do PT de São Paulo, e Léo Prates, do Republicanos da Bahia.

Nesta primeira reunião, será definido o cronograma. A previsão é de votar tudo em plenário até o mês de maio. O presidente da comissão disse que a ideia é ouvir setores econômicos, a sociedade, trabalhadores, autoridades, enfim, todo mundo para construir uma boa proposta. Discutir também se vai ter ou não compensação e regra de transição.

O deputado ainda deu o recado; afirmou que agora é uma boa hora para analisar o comportamento dos parlamentares:


“Vamos votar no mês de maio ainda, até o final do mês de maio. Com muita rapidez para que a gente possa, de fato, dar um resultado no mês de maio, que é o mês em homenagem ao trabalhador brasileiro. E vai ser a oportunidade de demonstrar quem tem, de fato, responsabilidade e compromisso com o trabalhador”.


Alencar Santana falou que pretende convocar duas ou três reuniões por semana para garantir essa aprovação logo no plenário. O presidente da Casa, Hugo Motta, foi além. Disse que quer conversar ainda com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para garantir um cronograma rápido nas duas casas.


“Vou aguardar passar essa semana de muitos assuntos importantes, tanto no Senado quanto aqui na Câmara, para podermos combinar, quem sabe, um cronograma nas duas casas. Cada um, claro, respeitando a autonomia que cada casa tem na construção desse texto. Aqui na Câmara nós vamos nos dedicar para que, até o final do mês de maio, a matéria possa ser votada tanto na comissão especial como também no plenário da Casa.&#039;

  1:49 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, especial, sobre, escala, 6x1, será, instalada, hoje, Câmara</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A comissão especial para analisar a proposta de emenda à Constituição que acaba com a <strong>escala 6x1 será instalada nesta quarta-feira (29)</strong>. O presidente e o relator já foram indicados: <strong>serão os deputados Alencar Santana, do PT de São Paulo, e Léo Prates, do Republicanos da Bahia</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687611&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687611&o=rss"></p>

<p>Nesta primeira reunião, será definido o cronograma. <strong>A previsão é de votar tudo em plenário até o mês de maio. </strong>O presidente da comissão disse que a ideia é ouvir setores econômicos, a sociedade, trabalhadores, autoridades, enfim, todo mundo para construir uma boa proposta. Discutir também se vai ter ou não compensação e regra de transição.</p>

<p>O deputado ainda deu o recado; afirmou que agora é uma boa hora para analisar o comportamento dos parlamentares:</p>

<blockquote>
<p>“Vamos votar no mês de maio ainda, até o final do mês de maio. Com muita rapidez para que a gente possa, de fato, dar um resultado no mês de maio, que é o mês em homenagem ao trabalhador brasileiro. E vai ser a oportunidade de demonstrar quem tem, de fato, responsabilidade e compromisso com o trabalhador”.</p>
</blockquote>

<p>Alencar Santana falou que pretende convocar duas ou três reuniões por semana para garantir essa aprovação logo no plenário. O presidente da Casa, Hugo Motta, foi além. Disse que quer conversar ainda com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para garantir um cronograma rápido nas duas casas.</p>

<blockquote>
<p>“Vou aguardar passar essa semana de muitos assuntos importantes, tanto no Senado quanto aqui na Câmara, para podermos combinar, quem sabe, um cronograma nas duas casas. Cada um, claro, respeitando a autonomia que cada casa tem na construção desse texto. Aqui na Câmara nós vamos nos dedicar para que, até o final do mês de maio, a matéria possa ser votada tanto na comissão especial como também no plenário da Casa.'</p>
</blockquote>
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<title>CCJ do Senado sabatina Jorge Messias para vaga no STF</title>
<link>https://apareceu.com/ccj-do-senado-sabatina-jorge-messias-para-vaga-no-stf</link>
<guid>https://apareceu.com/ccj-do-senado-sabatina-jorge-messias-para-vaga-no-stf</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Dia de sabatina de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Sabatina que ocorre cinco meses após a indicação do nome dele à uma vaga no Supremo Tribunal Federal. A previsão é de que seja uma reunião longa. Cada um dos 27 senadores da CCJ vai ter dez minutos para fazer perguntas. Messias terá mais dez pra responder e depois ainda tem réplicas e tréplicas. Normalmente, essas sabatinas duram horas. A última, de Flávio Dino, em 2023 durou 11 horas.

Jorge Messias deverá ser perguntado sobre diversos temas Entre eles, fraudes no INSS, 8 de janeiro, tentativa de golpe, aborto, armas. São os assuntos que normalmente os senadores abordam com os indicados.

Notícias relacionadas:Sabatina de Jorge Messias para vaga no STF será dia 29 de abril.Depois de perguntar, será a vez de votar. E a votação é secreta. É preciso maioria de votos tanto na CCJ quanto no Plenário. O relator é o senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão. O parecer é favorável e ele tem dito que tem votos para aprovar. Até um pouco mais do que o mínimo necessário. A base aliada, que chegou a fazer algumas trocas na CCJ para garantir a aprovação, no plenário, aposta que terá pelo menos 46 votos. É o que diz o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, do PT do Amapá.


&#039;Tá todo mundo trabalhando para conseguir os votos necessários. Eu tô confiante que nós conseguiremos aprovar o nome do Dr. Messias amanhã por 46... numa hipótese mais otimista, 48, 49 votos. Numa hipótese que eu diria mais realista, 46 a 48 votos.&#039;


Randolfe ainda negou qualquer tipo de acordo para a sabatina em troca da derrubada do veto da dosimetria, assunto que será votado em sessão do Congresso nesta quinta-feira. Negou qualquer tipo de negociação nesse sentido e completou dizendo contar com o bom senso dos colegas para manter o veto total do presidente Lula à proposta que reduz as penas para todos os condenados pela tentativa de golpe.
  2:03 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>CCJ, Senado, sabatina, Jorge, Messias, para, vaga, STF</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-04/ccj-do-senado-sabatina-jorge-messias-para-vaga-no-stf">
                    <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil">
				</a></p>Dia de sabatina de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Sabatina que ocorre cinco meses após a indicação do nome dele à uma vaga no Supremo Tribunal Federal. A previsão é de que seja uma reunião longa. Cada um dos 27 senadores da CCJ vai ter dez minutos para fazer perguntas. Messias terá mais dez pra responder e depois ainda tem réplicas e tréplicas. Normalmente, essas sabatinas duram horas. A última, de Flávio Dino, em 2023 durou 11 horas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687612&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687612&o=rss">

<p>Jorge Messias deverá ser perguntado sobre diversos temas Entre eles, fraudes no INSS, 8 de janeiro, tentativa de golpe, aborto, armas. São os assuntos que normalmente os senadores abordam com os indicados.</p>

<p></p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/sabatina-de-jorge-messias-para-vaga-no-stf-sera-dia-29">Sabatina de Jorge Messias para vaga no STF será dia 29 de abril.</a></li></ul>Depois de perguntar, será a vez de votar. E a votação é secreta. É preciso maioria de votos tanto na CCJ quanto no Plenário. O relator é o senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão. O parecer é favorável e ele tem dito que tem votos para aprovar. Até um pouco mais do que o mínimo necessário. A base aliada, que chegou a fazer algumas trocas na CCJ para garantir a aprovação, no plenário, aposta que terá pelo menos 46 votos. É o que diz o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, do PT do Amapá.

<blockquote>
<p>'Tá todo mundo trabalhando para conseguir os votos necessários. Eu tô confiante que nós conseguiremos aprovar o nome do Dr. Messias amanhã por 46... numa hipótese mais otimista, 48, 49 votos. Numa hipótese que eu diria mais realista, 46 a 48 votos.'</p>
</blockquote>

<p>Randolfe ainda negou qualquer tipo de acordo para a sabatina em troca da derrubada do veto da dosimetria, assunto que será votado em sessão do Congresso nesta quinta-feira. Negou qualquer tipo de negociação nesse sentido e completou dizendo contar com o bom senso dos colegas para manter o veto total do presidente Lula à proposta que reduz as penas para todos os condenados pela tentativa de golpe.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:03</span>]]> </content:encoded>
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<title>Congresso reúne&#45;se nesta quinta&#45;feira e pode decidir sobre veto de Lula ao PL da Dosimetria</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-reune-se-nesta-quinta-feira-e-pode-decidir-sobre-veto-de-lula-ao-pl-da-dosimetria</link>
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<description><![CDATA[ 
Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Plenário durante sessão do Congresso Nacional

O Congresso Nacional reúne-se, nesta quinta-feira (30), às 11 horas, para analisar o veto presidencial (VET 3/26) ao projeto que trata da dosimetria das penas aplicadas a condenados por tentativa de golpe de Estado ou por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão pode mudar o tempo de prisão e as regras de progressão de regime para esses casos.

Veja a pauta

A chamada dosimetria define como o juiz calcula o tamanho da pena com base na gravidade do crime, nos antecedentes e nas circunstâncias do caso. O projeto (PL 2162/23), aprovado pela Câmara e pelo Senado no fim de 2025, fixa regras para esse cálculo e prevê a possibilidade de redução das penas dos acusados de envolvimento na depredação das sedes dos três Poderes.
Ao vetar integralmente a proposta, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, argumentou que &quot;a redução da resposta penal a crimes contra o Estado Democrático de Direito daria o condão de aumentar a incidência de crimes contra a ordem democrática e indicaria retrocesso no processo histórico de redemocratização que originou a Nova República, violando o fundamento disposto no art. 1º da Constituição&quot;.
Ainda segundo a mensagem de veto, o texto aprovado poderia comprometer o ordenamento jurídico e o sistema de garantias fundamentais, ao contrariar princípios como proporcionalidade, isonomia e impessoalidade.
Análise do veto
O veto presidencial será analisado pelo Congresso Nacional, em sessão conjunta de deputados e senadores. Os parlamentares poderão manter ou derrubar o veto.

Saiba como é feita análise de vetos presidenciais pelo Congresso
 ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251204124344964-1-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Congresso, reúne-se, nesta, quinta-feira, pode, decidir, sobre, veto, Lula, Dosimetria</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235092">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251204124344964-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias"></div>
<div class="midia-legenda">Plenário durante sessão do Congresso Nacional</div>
</div>
<p>O Congresso Nacional reúne-se, nesta quinta-feira (30), às 11 horas, para analisar o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1237411-LULA-VETA-PROJETO-QUE-REDUZ-PENAS-DE-CONDENADOS-POR-TENTATIVA-DE-GOLPE-DE-ESTADO">veto presidencial (VET 3/26) ao projeto que trata da dosimetria</a> das penas aplicadas a condenados por tentativa de golpe de Estado ou por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão pode mudar o tempo de prisão e as regras de progressão de regime para esses casos.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.congressonacional.leg.br/sessoes/agenda-do-congresso-nacional/-/pauta/561131#_pautasessao_WAR_atividadeportlet_materias">Veja a pauta</a></li>
</ul>
<p>A chamada dosimetria define como o juiz calcula o tamanho da pena com base na gravidade do crime, nos antecedentes e nas circunstâncias do caso. O projeto (PL 2162/23), aprovado pela Câmara e pelo Senado no fim de 2025, fixa regras para esse cálculo e prevê a possibilidade de redução das penas dos acusados de envolvimento na depredação das sedes dos três Poderes.</p>
<p>Ao vetar integralmente a proposta, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, argumentou que "a redução da resposta penal a crimes contra o Estado Democrático de Direito daria o condão de aumentar a incidência de crimes contra a ordem democrática e indicaria retrocesso no processo histórico de redemocratização que originou a Nova República, violando o fundamento disposto no art. 1º da Constituição".</p>
<p>Ainda segundo a mensagem de veto, o texto aprovado poderia comprometer o ordenamento jurídico e o sistema de garantias fundamentais, ao contrariar princípios como proporcionalidade, isonomia e impessoalidade.</p>
<p><strong>Análise do veto</strong><br>
O veto presidencial será analisado pelo Congresso Nacional, em sessão conjunta de deputados e senadores. Os parlamentares poderão manter ou derrubar o veto.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1013750-saiba-como-e-a-analise-dos-vetos-pelo-congresso-nacional/">Saiba como é feita análise de vetos presidenciais pelo Congresso</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova proposta de reeducação obrigatória para agressores domésticos</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-proposta-de-reeducacao-obrigatoria-para-agressores-domesticos</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-proposta-de-reeducacao-obrigatoria-para-agressores-domesticos</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei continua sendo analisado pela Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, proposta, reeducação, obrigatória, para, agressores, domésticos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1266398">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260422180907075-768x473.jpg" alt="Deputado Albuquerque (Republicanos-RR) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Albuquerque: medida fortalece a resposta do Estado e ajuda a prevenir a repetição do crime</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que torna obrigatória a determinação judicial para que agressores frequentem programas de recuperação e reeducação, nos casos de violência doméstica e familiar contra a criança, o adolescente, a mulher e a pessoa com deficiência.</p>
<p>A medida está prevista no Projeto de Lei 232/26, do deputado Prof. Reginaldo Veras (PV-DF), que altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7210-11-julho-1984-356938-norma-pl.html">Lei de Execução Penal</a> para substituir o termo “poderá” por “deverá” no trecho que trata do encaminhamento do agressor a centros de reeducação. Segundo o autor, a natureza facultativa da regra atual prejudica a efetividade da lei e o seu alcance pedagógico.</p>
<p>O texto também inclui as pessoas com deficiência no grupo de vítimas protegidas, ao lado de crianças, adolescentes e mulheres. Por fim, estabelece que o juiz poderá exigir relatórios técnicos elaborados por psicólogos ou psiquiatras para acompanhar a evolução do agressor, respeitando o sigilo profissional.</p>
<p><strong>Prevenção</strong><br>
O relator, deputado Albuquerque (Republicanos-RR), recomendou a aprovação da proposta. Ele destacou que a mudança fortalece a resposta do Estado e ajuda a prevenir a repetição do crime.</p>
<p>“A legislação atual confere ao magistrado apenas a faculdade de determinar o comparecimento do agressor a programas de recuperação e reeducação. Essa natureza facultativa, na experiência prática, compromete a efetividade da medida e reduz seu alcance preventivo e pedagógico”, afirmou o relator.</p>
<p>Albuquerque disse ainda que o projeto também reconhece a vulnerabilidade das pessoas com deficiência no ambiente doméstico.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisado agora pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, depois, sancionado pela Presidência da República.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova maior proteção e acesso à saúde de mulheres de comunidades tradicionais</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-maior-protecao-e-acesso-a-saude-de-mulheres-de-comunidades-tradicionais</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-maior-protecao-e-acesso-a-saude-de-mulheres-de-comunidades-tradicionais</guid>
<description><![CDATA[ Proposta segue em análise na Câmara ]]></description>
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<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, maior, proteção, acesso, saúde, mulheres, comunidades, tradicionais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1266527">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260415191652846-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Célia Xakriabá (PSOL - MG)"></div>
<div class="midia-legenda">Texto aprovado é o substitutivo da relatora, Célia Xakriabá</div>
</div>
<p>A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou proposta que amplia a rede de proteção e o acesso à saúde de mulheres em áreas rurais, quilombolas, indígenas e tradicionais.</p>
<p>A proposta prevê a criação de Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam) nessas regiões, além de campanhas de prevenção à violência contra a mulher e da divulgação das instituições de proteção disponíveis.</p>
<p>O projeto de lei também obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a assegurar a essas mulheres acesso universal e igualitário aos serviços de saúde, o que inclui atendimento em saúde sexual e reprodutiva, assistência ao parto seguro e acolhimento pós-violência, além da oferta de unidades móveis adaptadas para alcançar territórios de difícil acesso.</p>
<p>Na área da educação, o texto prevê que escolas localizadas em locais de difícil acesso adotem programas educacionais com conteúdos sobre saúde, prevenção da violência, educação política, direitos humanos e direitos reprodutivos.</p>
<p>A comissão aprovou a versão da relatora, deputada Célia Xakriabá (Psol-MG), para os projetos de lei 5546/23, da deputada Andreia Siqueira (PSB-PA), e 4287/24, <span class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensado</span>, do deputado Romero Rodrigues (Pode-PB). O novo texto integra as mudanças em legislações já existentes. Segundo a relatora, essa estratégia garante mais clareza e eficiência na aplicação dos direitos das mulheres de povos tradicionais.</p>
<p>“O <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> fortalece a legislação capaz de enfrentar as múltiplas formas de desigualdade que atingem as mulheres em áreas rurais e em territórios indígenas,  quilombolas e tradicionais”, destaca a relatora.</p>
<p>O texto aprovado altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8080-19-setembro-1990-365093-norma-pl.html">Lei do SUS</a>, a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1996/lei-9394-20-dezembro-1996-362578-norma-pl.html">Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)</a>, a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2023/lei-14541-3-abril-2023-793991-publicacaooriginal-167488-pl.html">Lei das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher</a> e a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Lei Maria da Penha</a>.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br>
</strong>A proposta será ainda analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Projeto equipara misoginia ao crime de racismo e torna a prática inafiançável e imprescritível</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-equipara-misoginia-ao-crime-de-racismo-e-torna-a-pratica-inafiancavel-e-imprescritivel</link>
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<description><![CDATA[ O texto já foi aprovado pelo Senado e, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial ]]></description>
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<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, equipara, misoginia, crime, racismo, torna, prática, inafiançável, imprescritível</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1261471">
<div class="midia-creditos"><em>Marcelo Camargo/Agência Brasil</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/ato-mulheres-vivas-mc-abr-07122025-15-768x512.jpg"></div>
<div class="midia-legenda">A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível.</p>
<p>A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1989/lei-7716-5-janeiro-1989-356354-norma-pl.html">Lei do Racismo</a>.</p>
<p>Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade.</p>
<p>O projeto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p><strong>Discursos de ódio</strong><br>
O texto prevê penas de 2 a 5 anos de <span class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção).">reclusão</span> e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina.</p>
<p>O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo.</p>
<p><strong>Injúria por misoginia</strong><br>
Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse.</p>
<p><strong>Código Penal<br>
</strong>O projeto também dobra a pena prevista no <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica.</p>
<p>Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span>, além de multa.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto.</p>
<p>O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos.</p>
<p>Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova prazo de cinco anos para início de processo disciplinar contra profissional de cartório</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-prazo-de-cinco-anos-para-inicio-de-processo-disciplinar-contra-profissional-de-cartorio</link>
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<description><![CDATA[ Proposta será enviada ao Senado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, prazo, cinco, anos, para, início, processo, disciplinar, contra, profissional, cartório</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1267082">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260428183019393-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Luisa Canziani (PSD-PR)"></div>
<div class="midia-legenda">Luisa Canziani, relatora do projeto</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que fixa prazo de prescrição para o início de processos disciplinares de notários e registradores. Segundo o texto, o prazo será de cinco anos contados da ocorrência do fato. A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria do deputado Felipe Carreras (PSB-PE), o Projeto de Lei 3453/24 foi aprovado na forma de <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Luisa Canziani (PSD-PR).</p>
<p>A deputada afirmou que a falta de prazo gera insegurança aos profissionais de cartórios. "Não se mostra razoável que situações jurídicas possam permanecer indefinidamente sujeitas à persecução disciplinar, sem delimitação temporal clara. A existência de prazos prescricionais é característica essencial dos sistemas jurídicos modernos", disse.</p>
<p>Luisa Canziani explicou que o projeto contribui para fortalecer a segurança jurídica, evitar a "eternização de conflitos administrativos", dar previsibilidade às relações disciplinares e aprimorar o ambiente institucional da atividade dos cartórios.</p>
<p>Caso se trate de infrações permanentes, o prazo contará do dia em que a infração deixar de ser permanente.</p>
<p><strong>Como é hoje</strong><br>
Com a atual ausência de prazo, esses profissionais, em tese, podem ser responsabilizados a qualquer tempo mesmo após longo período entre o alegado cometimento da falta e a instauração do processo disciplinar.</p>
<p>A relatora lembrou que juízes e tribunais de Justiça hoje recorrem à analogia, aplicando prazos prescricionais definidos nas leis que regulam o regime jurídico dos servidores públicos, como a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8112-11-dezembro-1990-322161-norma-pl.html">Lei 8.112/90</a>.</p>
<p>Em caso de condenação, entre as sanções administrativas que podem ser impostas aos notários e registradores está a suspensão do exercício da atividade por até 90 dias, além da perda da delegação (do cartório).</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Votação de veto a projeto que reduz penas de condenados pelo 8 de janeiro gera debate entre deputados</title>
<link>https://apareceu.com/votacao-de-veto-a-projeto-que-reduz-penas-de-condenados-pelo-8-de-janeiro-gera-debate-entre-deputados</link>
<guid>https://apareceu.com/votacao-de-veto-a-projeto-que-reduz-penas-de-condenados-pelo-8-de-janeiro-gera-debate-entre-deputados</guid>
<description><![CDATA[ Em discursos no Plenário da Câmara, parlamentares da base do governo e de oposição divergiram sobre o tema ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260428194534834-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Votação, veto, projeto, que, reduz, penas, condenados, pelo, janeiro, gera, debate, entre, deputados</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1266999">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260428194534834-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputados na sessão do Plenário desta terça-feira</div>
</div>
<p>Deputados da base governista defenderam a manutenção do veto integral ao projeto da dosimetria (PL 2162/23), que trata da redução das penas dos condenados por envolvimento nos atos golpistas do 8 de janeiro de 2023 em Brasília. Já a oposição pede a derrubada do veto. O tema é o item único da pauta desta quinta-feira (30) do Congresso Nacional, em sessão marcada para as 10 horas.</p>
<p>Para o deputado Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ), vice-líder do governo, responsabilizar penalmente quem tentou um golpe contra a democracia é "fazer justiça por um lado e proteger a democracia por outro".</p>
<p>Parlamentares governistas alertaram que a redução de penas prevista no projeto vetado também pode valer para <span class="termoGlossario" title="A Lei 8.072/90 define como hediondos os crimes de homicídio praticado por grupo de extermínio; homicídio qualificado; latrocínio; genocídio; extorsão qualificada por morte; extorsão mediante sequestro; estupro; disseminação de epidemia que provoque morte; falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais; e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável. Esse tipo de crime deve ser cumprido inicialmente em regime fechado e é insuscetível de anistia, graça, indulto e fiança." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">crimes hediondos</span>. "Neste mesmo texto, aqui aprovado contra o nosso voto, eles aprovaram a redução de pena de estupradores, autores de crimes hediondos, do crime organizado, de todos os crimes seguidos de morte, de feminicidas, além de aliviar a pena daqueles que atentam contra a democracia", disse a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).</p>
<p>Porém, o deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), vice-líder da oposição, defendeu a derrubada do veto. "Nós queremos votar, na verdade, a anistia ampla, geral e irrestrita para todos. Essa dosimetria é um arranjo que criaram para dizer que vão diminuir a pena de muitos do 8 de Janeiro e do ex-presidente Bolsonaro", declarou.</p>
<p>Já a deputada Dandara (PT-MG) criticou a votação do veto e questionou se não seria crime invadir Brasília, financiar atos golpistas, fazer um plano que incluía matar o presidente da República. "Não podemos ter um País em que a Justiça pesa e é dura apenas para os pobres e alivia para os poderosos", afirmou.</p>
<ul>
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<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1266313-CONGRESSO-REUNE-SE-NESTA-QUINTA-FEIRA-E-PODE-DECIDIR-SOBRE-VETO-DE-LULA-AO-PL-DA-DOSIMETRIA">Congresso reúne-se nesta quinta-feira e pode decidir sobre veto de Lula ao PL da Dosimetria</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>O deputado Messias Donato (União-ES) considerou, no entanto, que o veto foi "vergonhoso" e o que o Congresso deve fazer justiça com a derrubada. "Estamos falando de pessoas condenadas idosas, doentes, sem ficha criminal", disse o parlamentar, ao avaliar que a proposta não é o ideal.</p>
<p>Segundo o deputado Bibo Nunes (PL-RS), é urgente derrubar o veto presidencial. "Trata-se de patriotas inocentes, condenados politicamente. Tem cabimento a pessoa, por riscar com um batom uma estátua, receber a pena de 14 anos de prisão?", questionou.</p>
<p>Para derrubar o veto presidencial, são necessários 257 votos na Câmara dos Deputados e 41 no Senado Federal.</p>
<ul>
<li>
<ul>
<li>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1013750-saiba-como-e-a-analise-dos-vetos-pelo-congresso-nacional/">Saiba como é a análise de vetos pelo Congresso Nacional</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong>Dosimetria</strong><br>
A chamada dosimetria define como o juiz calcula o tamanho da pena com base na gravidade do crime, nos antecedentes e nas circunstâncias do caso. O projeto vetado havia sido aprovado pela Câmara e pelo Senado no fim de 2025 e fixa regras para esse cálculo. O texto prevê a possibilidade de redução das penas dos acusados de envolvimento na depredação das sedes dos três Poderes.</p>
<p>Ao vetar integralmente a proposta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva argumentou que "a redução da resposta penal a crimes contra o Estado Democrático de Direito daria o condão de aumentar a incidência de crimes contra a ordem democrática e indicaria retrocesso no processo histórico de redemocratização que originou a Nova República, violando o fundamento disposto no artigo 1º da Constituição".</p>
<p>Ainda segundo a mensagem de veto, o texto aprovado poderia comprometer o ordenamento jurídico e o sistema de garantias fundamentais, ao contrariar princípios como proporcionalidade, isonomia e impessoalidade.</p>
<ul>
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<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1237411-LULA-VETA-PROJETO-QUE-REDUZ-PENAS-DE-CONDENADOS-POR-TENTATIVA-DE-GOLPE-DE-ESTADO">Lula veta projeto que reduz penas de condenados por tentativa de golpe de Estado</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Motta cria grupo de trabalho para debater projeto que criminaliza a misoginia</title>
<link>https://apareceu.com/motta-cria-grupo-de-trabalho-para-debater-projeto-que-criminaliza-a-misoginia</link>
<guid>https://apareceu.com/motta-cria-grupo-de-trabalho-para-debater-projeto-que-criminaliza-a-misoginia</guid>
<description><![CDATA[ Colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral ]]></description>
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<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 17:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Motta, cria, grupo, trabalho, para, debater, projeto, que, criminaliza, misoginia</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1265927">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260423170711899-768x473.jpg" alt="Lidera+. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)"></div>
<div class="midia-legenda">Hugo Motta: proteger as brasileiras é prioridade absoluta da Câmara</div>
</div>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto de lei que criminaliza a misoginia (PL 896/23).</p>
<p>O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá o prazo de 45 dias para concluir seus trabalhos. O grupo será composto por um integrante de cada partido a ser indicado pelas respectivas lideranças.</p>
<p><strong>A proposta</strong><br>
O projeto, <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/03/24/inclusao-da-misoginia-como-crime-de-preconceito-e-aprovada-e-vai-a-camara">já aprovado pelo Senado Federal</a>, equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo, tornando-a inafiançável e imprescritível.</p>
<p>O texto prevê penas de 2 a 5 anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> e busca combater discursos de ódio e discriminação baseada na crença de supremacia masculina.</p>
<p><strong>Prioridade</strong><br>
“Proteger as brasileiras é prioridade absoluta nesta Casa. Por isso, faço questão de dar celeridade a todas as propostas que tratam da segurança das nossas mulheres”, afirmou Motta, por meio de suas redes sociais.</p>
<p>“Avançamos com a autorização do uso de spray de pimenta para defesa pessoal das mulheres e a obrigatoriedade do uso de tornozeleiras eletrônicas para agressores. Também criminalizamos o vicaricídio [quando o agressor mata um dependente ou parente da mulher para lhe gerar sofrimento]. Com o projeto da misoginia, não será diferente”, acrescentou Motta.</p>
<p>O presidente disse que pretende promover um debate amplo e técnico sobre o PL 896/23, com menos burocracia e mais agilidade.</p>
<p>O instrumento do grupo de trabalho foi usado anteriormente, por exemplo, na discussão sobre o texto que originou o chamado <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2025/lei-15211-17-setembro-2025-797997-norma-pl.html">ECA Digital</a> (de proteção a crianças e adolescentes no ambiente virtual), aprovado em 2025.</p>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que proíbe liberdade provisória para acusados de violência contra a mulher</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-proibe-liberdade-provisoria-para-acusados-de-violencia-contra-a-mulher</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-proibe-liberdade-provisoria-para-acusados-de-violencia-contra-a-mulher</guid>
<description><![CDATA[ A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e, em seguida, para o Plenário ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260416115244267-2-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 02:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, proíbe, liberdade, provisória, para, acusados, violência, contra, mulher</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1264740">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260416115244267-2-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Laura Carneiro (PSD - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro é a relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou proposta que proíbe a concessão de liberdade provisória a pessoas acusadas de violência doméstica e familiar contra a mulher.</p>
<p>Hoje, durante a audiência de custódia (avaliação que o juiz faz logo após a prisão para decidir se a pessoa continua presa ou não), o magistrado é obrigado a negar a liberdade provisória se o acusado for reincidente, pertencer a uma organização criminosa ou portar arma de fogo de uso restrito. O projeto altera o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-3689-3-outubro-1941-322206-norma-pe.html">Código de Processo Penal</a>.</p>
<p>O colegiado aprovou uma versão (<span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span>) da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1101290-projeto-preve-negativa-de-liberdade-provisoria-para-acusado-de-violencia-contra-a-mulher">Projeto de Lei 3317/24</a>, da deputada Silvye Alves (União-GO), e outro texto <span class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensado</span>.</p>
<p>Enquanto a redação original previa a proibição ampla por "prática de violência contra a mulher", a relatora alterou a expressão exata para "crime envolvendo violência doméstica e familiar contra a mulher".</p>
<p><strong>Proteção e prevenção</strong><br>
No seu parecer, a relatora destacou que a mudança é necessária porque as estatísticas mostram uma alta probabilidade de o agressor voltar a atacar a vítima se for libertado antes do julgamento.</p>
<p>Para a deputada Laura Carneiro, o sistema jurídico precisa de regras específicas e firmes para travar a escalada do feminicídio no País. Ela defendeu a aprovação do texto argumentando que a lei precisa atuar de forma preventiva.</p>
<p>"Ao negar a liberdade provisória, estamos garantindo que a Lei está sendo desenhada para proporcionar uma camada adicional de proteção para as mulheres, evitando que elas tenham que enfrentar a constante ameaça de novos episódios de violência, enquanto o processo legal está em andamento na Justiça", reforçou.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, o texto seguirá para apreciação do Plenário da Câmara. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lula e Primeiro&#45;Ministro português reforçam boas relações entre países</title>
<link>https://apareceu.com/lula-e-primeiro-ministro-portugues-reforcam-boas-relacoes-entre-paises</link>
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<description><![CDATA[ Em Portugal, última parada da viagem à Europa, o presidente Lula disse que os dois países vivem o melhor momento em sua relação bilateral. Ao primeiro-ministro português, José Montenegro, Lula reforçou que os brasileiros que estão lá investem no país, trabalham, e aprendem muito.


“Pro Brasil mandar a gente para cá, tem vindo muita gente já mais profissionalmente sofisticadamente formado. Tem vindo um setor de classe média que tem comprado casas aqui em Portugal e tem vindo muita gente para trabalhar. E uma coisa eu posso te assegurar, Primeiro Ministro, se tem um povo trabalhador é o povo brasileiro. Se tem um povo que gosta de trabalhar e que aprende com muita facilidade fazer as coisas, pode ter certeza que é o povo brasileiro”.


A visita de Lula e a declaração dele ocorre num momento em que está em vigor uma lei antiimigração, com regras mais rígidas para quem vem de fora. O que afeta, diretamente, os brasileiros, que são a maior comunidade estrangeira em Portugal: 500 mil pessoas registradas só em 2023.

O primeiro-ministro, José Montenegro, falou que as comunidades estão no melhor momento. Chamou até de integração social impecável. Sobre os casos de xenofobia, de discriminação e incitação ao ódio que parte dos brasileiros enfrentam em Portugal, o primeiro ministro minimizou.


“Os brasileiros que procuram Portugal, que neste momento são mais de 500 mil, têm vindo para trabalhar, para desenvolver os seus projetos de vida e têm tido uma integração social e econômica absolutamente impecável. Isto não significa que não possa ter havido aqui ou acolá um foco de perturbação, que é natural numa comunidade”.


Durante a declaração à imprensa, tanto Lula quanto José Montenegro, falaram do acordo Mercosul-União Europeia, que começa a valer dia primeiro de maio. Reforçaram a importância desse acordo para os dois países. O acordo, por enquanto, entra em vigor provisoriamente porque está sendo questionado na Justiça pelo Parlamento Europeu. Uma das preocupações é com relação aos agricultores por conta de benefícios tributários para os sul americanos. Lula reforçou:


“É sempre uma bobagem achar que um vai acabar com a agricultura do outro. Não é assim que se faz comércio internacional. O comércio internacional só dá resultado se você não quiser sufocar o teu cliente. É preciso que o cliente sobreviva, para ser teu cliente. E é isso que nós queremos, que a nossa relação com a União Europeia seja a mais sofisticada possível”.


Ao voltar a pedir a paz e o fim dos conflitos, Lula aproveitou para ironizar o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos. Disse que de tanto Trump falar que acabou com oito guerras e não ganhou o Prêmio Nobel da Paz, era melhor dar logo o prêmio para ele para que o mundo possa viver tranquilamente.

Depois do dia de reuniões, Lula encerra a viagem que começou na sexta-feira. Ele passou também pela Espanha e Alemanha e desembarca de volta ao Brasil na noite desta terça-feira. 
  3:07 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 15:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, Primeiro-Ministro, português, reforçam, boas, relações, entre, países</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em Portugal, última parada da viagem à Europa, o presidente Lula disse que os dois países vivem o melhor momento em sua relação bilateral. Ao primeiro-ministro português, José Montenegro, Lula reforçou que os brasileiros que estão lá investem no país, trabalham, e aprendem muito.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686772&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686772&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>“Pro Brasil mandar a gente para cá, tem vindo muita gente já mais profissionalmente sofisticadamente formado. Tem vindo um setor de classe média que tem comprado casas aqui em Portugal e tem vindo muita gente para trabalhar. E uma coisa eu posso te assegurar, Primeiro Ministro, se tem um povo trabalhador é o povo brasileiro. Se tem um povo que gosta de trabalhar e que aprende com muita facilidade fazer as coisas, pode ter certeza que é o povo brasileiro”.</p>
</blockquote>

<p><strong>A visita de Lula e a declaração dele ocorre num momento em que está em vigor uma lei antiimigração, com regras mais rígidas para quem vem de fora. O que afeta, diretamente, os brasileiros, que são a maior comunidade estrangeira em Portugal: 500 mil pessoas registradas só em 2023.</strong></p>

<p><strong>O primeiro-ministro, José Montenegro, falou que as comunidades estão no melhor momento. </strong>Chamou até de integração social impecável. Sobre os casos de xenofobia, de discriminação e incitação ao ódio que parte dos brasileiros enfrentam em Portugal, o primeiro ministro minimizou.</p>

<blockquote>
<p>“Os brasileiros que procuram Portugal, que neste momento são mais de 500 mil, têm vindo para trabalhar, para desenvolver os seus projetos de vida e têm tido uma integração social e econômica absolutamente impecável. Isto não significa que não possa ter havido aqui ou acolá um foco de perturbação, que é natural numa comunidade”.</p>
</blockquote>

<p><strong>Durante a declaração à imprensa, tanto Lula quanto José Montenegro, falaram do acordo Mercosul-União Europeia, que começa a valer dia primeiro de maio. Reforçaram a importância desse acordo para os dois países.</strong> O acordo, por enquanto, entra em vigor provisoriamente porque está sendo questionado na Justiça pelo Parlamento Europeu. Uma das preocupações é com relação aos agricultores por conta de benefícios tributários para os sul americanos. Lula reforçou:</p>

<blockquote>
<p>“É sempre uma bobagem achar que um vai acabar com a agricultura do outro. Não é assim que se faz comércio internacional. O comércio internacional só dá resultado se você não quiser sufocar o teu cliente. É preciso que o cliente sobreviva, para ser teu cliente. E é isso que nós queremos, que a nossa relação com a União Europeia seja a mais sofisticada possível”.</p>
</blockquote>

<p>Ao voltar a pedir a paz e o fim dos conflitos, <strong>Lula aproveitou para ironizar o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos. Disse que de tanto Trump falar que acabou com oito guerras e não ganhou o Prêmio Nobel da Paz, era melhor dar logo o prêmio para ele para que o mundo possa viver tranquilamente.</strong></p>

<p>Depois do dia de reuniões, Lula encerra a viagem que começou na sexta-feira. Ele passou também pela Espanha e Alemanha e desembarca de volta ao Brasil na noite desta terça-feira. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:07</span>]]> </content:encoded>
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<title>“Guerra da insensatez”, diz Lula sobre conflito no Oriente Médio</title>
<link>https://apareceu.com/guerra-da-insensatez-diz-lula-sobre-conflito-no-oriente-medio</link>
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<description><![CDATA[ Em viagem à Europa, e antes de embarcar da Alemanha para Portugal, nessa terça-feira (21), o presidente Lula voltou a criticar o conflito no Oriente Médio. Defendeu, mais uma vez, o diálogo. E disse o que acha dessa guerra.


&quot;Eu acho que essa guerra é a guerra da insensatez. Ou seja, uma guerra que não precisaria ter acontecido. Acho que os americanos são, reconhecidamente, um país muito forte e não precisam ficar demonstrando força todo dia. Ou seja, muitas das coisas poderiam ser resolvidas sem nenhuma morte, sem nenhuma bomba, sentado numa mesa de negociação”, acredita.


O presidente ainda reforçou que vai tomar todas as medidas para conter os efeitos do conflito no Oriente Médio aqui no Brasil principalmente com relação à alta do Petróleo. Agência Nacional de Petróleo, Polícia Federal e demais autoridades investigando aumentos para evitar abusos.


“Inclusive, algumas distribuidoras que estão aumentando o preço de forma irresponsável, nós estamos investigando através da Agência Nacional de Petróleo, através da Polícia Federal, através da CGU, para que a gente possa punir quem está abusando de preço no Brasil por causa da guerra. No caso do Brasil, não é necessário porque o governo tomou todas as providências”.


Lula chega ao último dia de viagem à Europa nesta terça-feira. Em Portugal, se reúne com o presidente e com o primeiro ministro. Em todas as etapas da viagem tem defendido uma solução dialogada para os conflitos no mundo e fez, também, críticas ao Conselho de Segurança da ONU.
  1:45 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 15:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>“Guerra, insensatez”, diz, Lula, sobre, conflito, Oriente, Médio</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em viagem à Europa, e antes de embarcar da Alemanha para Portugal, nessa terça-feira (21), o presidente Lula voltou a criticar o conflito no Oriente Médio. Defendeu, mais uma vez, o diálogo. E disse o que acha dessa guerra.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686756&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686756&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Eu acho que essa guerra é a guerra da insensatez. Ou seja, uma guerra que não precisaria ter acontecido. Acho que os americanos são, reconhecidamente, um país muito forte e não precisam ficar demonstrando força todo dia. Ou seja, muitas das coisas poderiam ser resolvidas sem nenhuma morte, sem nenhuma bomba, sentado numa mesa de negociação”, acredita.</p>
</blockquote>

<p>O presidente ainda reforçou que vai tomar todas as medidas para conter os efeitos do conflito no Oriente Médio aqui no Brasil principalmente com relação à alta do Petróleo. Agência Nacional de Petróleo, Polícia Federal e demais autoridades investigando aumentos para evitar abusos.</p>

<blockquote>
<p>“Inclusive, algumas distribuidoras que estão aumentando o preço de forma irresponsável, nós estamos investigando através da Agência Nacional de Petróleo, através da Polícia Federal, através da CGU, para que a gente possa punir quem está abusando de preço no Brasil por causa da guerra. No caso do Brasil, não é necessário porque o governo tomou todas as providências”.</p>
</blockquote>

<p>Lula chega ao último dia de viagem à Europa nesta terça-feira. Em Portugal, se reúne com o presidente e com o primeiro ministro. Em todas as etapas da viagem tem defendido uma solução dialogada para os conflitos no mundo e fez, também, críticas ao Conselho de Segurança da ONU.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:45</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Comissão aprova projeto que equipara trote estudantil violento ao bullying</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-equipara-trote-estudantil-violento-ao-bullying</link>
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<description><![CDATA[ Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, equipara, trote, estudantil, violento, bullying</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1264174">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260203191618474-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Duda Ramos (MDB - RR)"></div>
<div class="midia-legenda">Duda Ramos: trotes violentos serão proibidos em qualquer etapa de ensino</div>
</div>
<p>A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto que equipara o trote estudantil violento ou humilhante à prática de bullying. O texto altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13185-6-novembro-2015-781868-norma-pl.html">Lei de Combate ao Bullying</a>.</p>
<p>Com a mudança, os autores desse tipo de trote poderão responder administrativa, civil e penalmente pela agressão. Além disso, as escolas ou faculdades que ignorarem denúncias também poderão ser responsabilizadas legalmente.</p>
<p>Foi aprovada a versão do relator, deputado Duda Ramos (MDB-RR), para o Projeto de Lei 2635/25, do deputado Adilson Barroso (PL-SP). O novo texto amplia a proibição de trotes violentos ou humilhantes para todas as etapas de ensino, e não apenas para o nível superior.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3026263&filename=SBT+1+CE+%3D%3E+PL+2635/2025">Confira a íntegra do texto aprovado</a></li>
</ul>
<p>“O propósito de uma lei nesse sentido deve ser dar precisão a essa série de previsões legais já existentes, sem deixar de abordar as peculiaridades do trote estudantil”, disse Ramos.</p>
<p>O texto define o trote violento ou humilhante como qualquer ato de “intimidação pontual ou sistemática” praticado contra novos alunos em qualquer curso, programa ou etapa de ensino e que tenha como motivação o ingresso do estudante na respectiva instituição de ensino.</p>
<p><strong> Próximas etapas<br>
</strong>A proposta será ainda analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que classifica honorários de advogados como verba alimentar</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-classifica-honorarios-de-advogados-como-verba-alimentar</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-classifica-honorarios-de-advogados-como-verba-alimentar</guid>
<description><![CDATA[ Proposta impede penhora dos valores para pagamento de dívidas; texto segue para sanção presidencial ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20251001155808693-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, classifica, honorários, advogados, como, verba, alimentar</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1263941">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20251001155808693-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Maria Arraes (SOLIDARIEDADE - PE)"></div>
<div class="midia-legenda">Maria Arraes: medida ressalta importância da advocacia</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, o Projeto de Lei 850/23, do Senado, que altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1994/lei-8906-4-julho-1994-349751-norma-pl.html">Estatuto da Advocacia</a> para estabelecer que os honorários dos advogados – ou seja, o pagamento pelo trabalho deles – têm natureza alimentar, como os salários.</p>
<p>Na prática, isso significa que esse dinheiro passa a ser classificado como essencial para a sobrevivência do profissional. Por isso, esses valores não podem ser penhorados para pagar dívidas e devem ter preferência nos pagamentos, i<span class="ng-star-inserted" data-start-index="801">nclusive em casos de falência e de recuperação judicial.</span></p>
<p>A proposta seguirá para a sanção presidencial, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara.</p>
<p>Os parlamentares acolheram o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2938595&filename=PRL+4+CCJC+%3D%3E+PL+8595/2017">parecer da relatora</a>, deputada Maria Arraes (PSB-PE), que recomendou a aprovação do projeto e a rejeição da proposta principal (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/532318-proposta-concede-natureza-alimentar-a-honorarios-advocaticios">PL 8595/17</a>) e de outros textos <span class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensados</span>.</p>
<p>Segundo a relatora, o PL 850/23 apresenta melhor técnica jurídica para garantir que os honorários recebam a proteção legal devida.</p>
<p>“O adequado tratamento dado aos honorários advocatícios, reconhecendo sua natureza alimentar e assegurando-lhes prioridade, reforça a importância institucional da advocacia como função essencial à Justiça”, afirmou Maria Arraes.</p>
<p>O projeto é de autoria do senador Carlos Portinho (PL-RJ) e segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que já reconhecem os honorários advocatícios como verba de natureza alimentar.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Debatedores pedem que STF garanta auxílio a vítimas de Brumadinho</title>
<link>https://apareceu.com/debatedores-pedem-que-stf-garanta-auxilio-a-vitimas-de-brumadinho</link>
<guid>https://apareceu.com/debatedores-pedem-que-stf-garanta-auxilio-a-vitimas-de-brumadinho</guid>
<description><![CDATA[ Participantes de audiência pública na Câmara afirmam que reparação avança lentamente e que maioria dos atingidos ainda não foi indenizada ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img2016052518383670831-768x503.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Debatedores, pedem, que, STF, garanta, auxílio, vítimas, Brumadinho</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1264442">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260416101733126-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Regulamentação da Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens e a Situação do Auxílio Emergencial na Bacia do Paraopeba. Dep. Rogério Correia (PT - MG)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Rogério Correia preside a audiência</div>
</div>
<p>Participantes de audiência pública na Câmara dos Deputados pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que confirme o direito das vítimas do rompimento da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho (MG), em 2019, ao recebimento do auxílio emergencial.</p>
<p>Segundo o coordenador do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Guilherme Camponêz, o direito à continuidade do benefício já foi reconhecido pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais, mas a empresa recorreu da decisão.</p>
<p>Camponêz afirma que a Vale recorre com frequência de decisões favoráveis às vítimas, o que, segundo ele, pode atrasar ou impedir o acesso a direitos já reconhecidos.</p>
<p>“A empresa já apresentou oito tipos diferentes de recursos contra essa decisão. Se o Estado permitir esse tipo de prática, pode favorecer quem tem mais recursos para recorrer aos tribunais superiores. A população atingida espera reparação há mais de sete anos”, afirmou.</p>
<p>De acordo com os participantes, 165 mil pessoas ainda dependem do auxílio emergencial para sobreviver.</p>
<p>Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), citada por Camponêz, indica que mais da metade dos atingidos teve redução de renda após a tragédia. Além disso, mais de 20% se endividaram.</p>
<p><strong>Obrigações da empresa<br>
</strong>O direito ao auxílio emergencial foi reconhecido em lei aprovada em 2023, que estabelece medidas de reparação e responsabilidades para a empresa.</p>
<p>Entre as obrigações da Vale estão:</p>
<ul>
<li>recuperar os danos ambientais;</li>
<li>pagar indenizações à população atingida.</li>
</ul>
<div class="image-container" data-midia="1264195">
<div class="midia-creditos"><em>Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img2016052518383670831-768x503.jpg" alt="Audiência pública para avaliar o acordo sobre rompimento da barragem em Minas com famílias atingidas e autoridades responsáveis. Atingido de Governador Valadares e Coordenador estadual do MAB, Guilherme de Sousa Camponêz"></div>
<div class="midia-legenda">Guilherme Camponêz: recursos da Vale impedem acesso a direitos já reconhecidos</div>
</div>
<p><strong>Críticas<br>
</strong>De acordo com o deputado Rogério Correia (PT-MG), presidente da comissão externa que acompanha o caso, a Vale teve faturamento líquido superior a R$ 300 bilhões desde 2020.</p>
<p>Segundo o parlamentar, o custo do auxílio emergencial não ultrapassa R$ 1,5 bilhão por ano. “É difícil entender que, após o desastre, a empresa ainda peça para interromper o auxílio emergencial. Muitas famílias dependem desse valor para sobreviver”, disse.</p>
<p><strong>Reparação ainda incompleta<br>
</strong>A lei de 2023 estabelece que as obrigações da empresa só terminam com a reparação integral dos danos. Os participantes da audiência afirmaram que esse processo ainda está no início.</p>
<p>Segundo Camponêz, cerca de 17 mil pessoas foram indenizadas, o que indica que aproximadamente 90% das vítimas ainda não receberam. Ele também afirmou que 80% dos projetos de serviços públicos previstos estão atrasados.</p>
<p><strong>Recuperação ambiental<br>
</strong>O deputado Pedro Aihara (PP-MG) afirmou que o rio Paraopeba foi fortemente impactado pela tragédia. Segundo ele, a legislação obriga a Vale a recuperar 54 quilômetros do rio, mas até agora apenas 3 quilômetros foram parcialmente dragados.</p>
<p> </p>
<div class="video-container youtube youtube-100" data-youtube-id="lJ3azfCn1u8">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
<p></p>
<div class="midia-legenda"></div>
</div>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova penas mais rígidas para exploração de recursos naturais em terras indígenas</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-penas-mais-rigidas-para-exploracao-de-recursos-naturais-em-terras-indigenas</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-penas-mais-rigidas-para-exploracao-de-recursos-naturais-em-terras-indigenas</guid>
<description><![CDATA[ A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260415191652846-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, penas, mais, rígidas, para, exploração, recursos, naturais, terras, indígenas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1264288">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260415191652846-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Célia Xakriabá (PSOL - MG)"></div>
<div class="midia-legenda">Célia Xakriabá: proposta representa avanço no combate à exploração ilegal de recursos em terras indígenas e "justiça histórica</div>
</div>
<p>A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou proposta que endurece as penas para quem explorar matéria-prima em terras tradicionalmente ocupadas por povos indígenas.</p>
<p>O texto altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1991/lei-8176-8-fevereiro-1991-363881-norma-pl.html">lei de crimes contra a ordem econômica</a> e prevê pena de reclusão, de dois a dez anos, e multa para o crime contra o patrimônio da União, em caso de exploração ilegal de matérias-primas em terras indígenas.</p>
<p>O texto aprovado é a versão da deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/869325-projeto-eleva-punicao-para-extracao-de-materia-prima-em-area-indigena">Projeto de Lei 959/22</a>, do ex-deputado Leo de Brito (AC). O projeto inicial aumenta de um a cinco anos de detenção para dois a seis anos.</p>
<p>Segundo Xakriabá, a aprovação representa um avanço no combate à exploração ilegal de recursos em terras indígenas, e também um ato de "justiça histórica e de reafirmação da dignidade da pessoa humana como fundamento da República", consagrando os povos originários como sujeitos de direitos e aliados indispensáveis na preservação da vida e do meio ambiente.</p>
<p>Xakriabá afirmou que a proteção das terras indígenas guarda relevância estratégica para o Brasil e para o mundo. "Nós, povos originários, desempenhamos papel essencial na preservação ambiental, utilizando conhecimentos ancestrais e práticas sustentáveis que assegurem a integridade de biomas cruciais", disse, ao defender a defesa dos direitos indígenas como política de enfrentamento da crise climática e da perda de biodiversidade.</p>
<p><strong>Crimes ambientais</strong><br>
A proposta também altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1998/lei-9605-12-fevereiro-1998-365397-norma-pl.html">Lei dos Crimes Ambientais</a> para aplicar a mesma pena (6 meses a 1 ano de detenção) dos que extraem irregularmente recursos minerais para quem:</p>
<ul>
<li>colocar em risco a vida ou saúde de pessoas;</li>
<li>causar significativo impacto ambiental;</li>
<li>utilizar máquinas ou equipamentos pesados de mineração; ou</li>
<li>realizar a atividade mediante ameaça ou com emprego de arma.</li>
</ul>
<p>Caso o crime seja praticado em terras indígenas, a pena será aumentada até o dobro. Quem financiar esse tipo de ação poderá ter até três anos de detenção.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto será analisado ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Depois, seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovado por Câmara e Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lei define regras para a guarda compartilhada de pets</title>
<link>https://apareceu.com/lei-define-regras-para-a-guarda-compartilhada-de-pets</link>
<guid>https://apareceu.com/lei-define-regras-para-a-guarda-compartilhada-de-pets</guid>
<description><![CDATA[ Se não houver acordo sobre a guarda do pet, o juiz determinará o compartilhamento da custódia e das despesas de manutenção ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260416115244267-1-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lei, define, regras, para, guarda, compartilhada, pets</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1264385">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260416115244267-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Laura Carneiro (PSD - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro é a autora da proposta</div>
</div>
<p>A <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2026/lei-15392-16-abril-2026-798970-norma-pl.html">Lei 15.392/26</a> estabelece regras para a guarda compartilhada de animais de estimação em casos de separação de casais, quando não houver acordo. A norma, que tem origem no <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1051854-projeto-regulamenta-guarda-de-animal-de-estimacao-apos-fim-de-casamento-ou-uniao-estavel">PL 941/24</a>, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (17).</p>
<p>Conforme a lei, o animal será considerado de propriedade comum quando a maior parte de sua vida tiver sido compartilhada com o casal. Se não houver acordo sobre a guarda do pet, o juiz determinará o compartilhamento da guarda e das despesas de manutenção.</p>
<p>Despesas com alimentação e higiene serão de responsabilidade de quem estiver com o animal, enquanto as de manutenção (como consultas veterinárias, internações e medicamentos) serão divididas igualmente entre o casal.</p>
<p>Não haverá guarda compartilhada quando for identificado histórico ou risco de violência doméstica e familiar, ou ocorrência de maus-tratos contra o animal, por uma das partes. Nesse caso, a posse e a propriedade serão transferidas para a outra parte.</p>
<p>A norma também apresenta situações de perda de posse, como a renúncia à guarda, o descumprimento dos termos da custódia compartilhada ou o registro de maus-tratos ao animal.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova rede de proteção contra golpes e abusos financeiros contra idosos</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-rede-de-protecao-contra-golpes-e-abusos-financeiros-contra-idosos</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-rede-de-protecao-contra-golpes-e-abusos-financeiros-contra-idosos</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, rede, proteção, contra, golpes, abusos, financeiros, contra, idosos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1264416">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260311154147959-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Weliton Prado (SOLIDARIEDADE-MG)"></div>
<div class="midia-legenda">Weliton Prado: proposta permite que o crime seja atacado em sua fase inicial</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou proposta que cria uma rede de proteção para combater golpes e abusos financeiros praticados contra idosos. A medida institui o Sistema Nacional de Notificação de Indícios de Violência Patrimonial (Sinvid).</p>
<p>Conforme a proposta, bancos, hospitais, cartórios e instituições de longa permanência deverão avisar as autoridades se notarem algo suspeito. Entre os sinais de alerta, estão saques estranhos na conta bancária da pessoa idosa, mudanças em testamentos enquanto o idoso está internado ou vendas de imóveis com sinais de coação.</p>
<p>O texto também aumenta as punições para quem abandonar idosos ou desviar o dinheiro da aposentadoria e da pensão dessas pessoas.</p>
<p>Os parlamentares acolheram o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3109182&filename=PRL+1+CIDOSO+%3D%3E+PL+6638/2025">parecer do relator</a>, deputado Weliton Prado (Solidariedade-MG), pela aprovação do Projeto de Lei 6638/25, do deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), com alterações. Ele apresentou <span class="termoGlossario" title="Proposta para alterar, no todo ou em parte, o texto de um projeto de lei submetido à discussão ou votação." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">emenda</span> para definir que o poder público será o responsável por criar e coordenar o sistema.</p>
<p>O parlamentar explicou que a medida vai garantir que as informações suspeitas sejam compartilhadas de forma segura e em conformidade com a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2018/lei-13709-14-agosto-2018-787077-norma-pl.html">Lei Geral de Proteção de Dados</a> (LGPD).</p>
<p>"A criação do Sinvid representa uma inovação central ao transformar instituições financeiras, hospitais e cartórios em sentinelas obrigatórias de proteção, atacando o crime em sua fase inicial, antes que o patrimônio seja dilapidado", afirmou Weliton Prado.</p>
<p><strong>Penas mais duras<br>
</strong>Além de criar o sistema de alerta, a proposta altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> para aumentar o tempo de prisão em crimes contra idosos. Veja como ficam as punições:</p>
<ul>
<li>Abandono de incapaz: atualmente, a pena para quem abandona um idoso que está sob seu cuidado é de 6 meses a 3 anos de <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span> (podendo chegar a 12 anos se houver morte). Com o projeto, o juiz deverá aumentar essa pena original de 1/3 até a metade se o crime for cometido por familiares, cônjuges ou cuidadores contratados.</li>
<li>Apropriação indébita (desvio de dinheiro): hoje, a pena para quem pega para si o dinheiro de um idoso é de 1 a 4 anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> e multa. Pela proposta, se o dinheiro desviado for da pensão, aposentadoria ou auxílio financeiro, a pena será aumentada em 1/3.</li>
</ul>
<p>O texto garante ainda que os processos na Justiça para anular vendas ou contratos feitos por idosos sob coação passem a ter prioridade máxima.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, depois, pelo Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lei cria cargos e funções para o Tribunal Regional Federal com sede no Recife</title>
<link>https://apareceu.com/lei-cria-cargos-e-funcoes-para-o-tribunal-regional-federal-com-sede-no-recife</link>
<guid>https://apareceu.com/lei-cria-cargos-e-funcoes-para-o-tribunal-regional-federal-com-sede-no-recife</guid>
<description><![CDATA[ Norma surgiu de projeto apresentado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lei, cria, cargos, funções, para, Tribunal, Regional, Federal, com, sede, Recife</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1264491">
<div class="midia-creditos"><em>Getulio Bessoni</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/sede-trf-5-411x283.jpg"></div>
<div class="midia-legenda">Edifício-sede do TRF da 5ª Região, na capital pernambucana</div>
</div>
<p>O Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região, sediado no Recife (PE), terá três novos desembargadores, além de 32 cargos efetivos de analista judiciário e 25 de técnico judiciário.</p>
<p>A medida está prevista na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-5393-23-fevereiro-1968-359058-norma-pl.html">Lei 5.393/26</a>, sancionada na quinta-feira (16) pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>O órgão judiciário também ganhará 57 cargos em comissão e funções comissionadas para atender aos novos gabinetes dos magistrados.</p>
<p>A lei surgiu do Projeto de Lei 4278/25, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1233288-camara-aprova-criacao-de-cargos-para-tribunal-regional-federal-com-sede-em-recife/">aprovado pela Câmara dos Deputados</a> e pelo Senado Federal.</p>
<p>De acordo com o STJ, os novos cargos buscam suprir o aumento da demanda de trabalho no TRF da 5ª Região, que abrange seis estados nordestinos (Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe).</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova punição para quem divulgar desafios perigosos para crianças na internet</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-punicao-para-quem-divulgar-desafios-perigosos-para-criancas-na-internet</link>
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<description><![CDATA[ O projeto de lei continua em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, punição, para, quem, divulgar, desafios, perigosos, para, crianças, internet</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1264585">
<div class="midia-creditos"><em>Pablo Valadares / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260414165922765-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Laura Carneiro (PSD - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro: medida fecha lacunas na punição de práticas digitais prejudiciais</div>
</div>
<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1699/25, que tipifica como crime a promoção ou divulgação de jogos ou desafios perigosos voltados a crianças e adolescentes na internet. A proposta altera o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</a>.</p>
<p>A pena prevista é <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 2 a 6 anos e multa. A sanção será aumentada de metade se da conduta resultar lesão corporal de natureza grave. Se resultar em morte, a pena será reclusão de 6 a 20 anos, sem prejuízo das penas correspondentes à violência.</p>
<p>O autor do projeto, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), destacou que a exposição de crianças e adolescentes a conteúdos nocivos tem resultado em tragédias, como as mortes relacionadas ao desafio do desodorante, no qual crianças e adolescentes são incentivados a inalar o gás de desodorantes aerossóis pelo maior tempo possível.</p>
<p>Ao apresentar a proposta, Ribeiro afirmou que, embora o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> já puna o induzimento ao suicídio, a legislação brasileira ainda carece de normas específicas para punir quem facilita o acesso de crianças a conteúdos perigosos.</p>
<p>A relatora na comissão, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), disse que a medida poderá fechar lacunas na punição de práticas digitais prejudiciais. “A liberdade de atuação nas redes não pode servir de escudo para a indução de situações que coloquem em perigo o desenvolvimento e a própria saúde de crianças e adolescentes”, declarou.</p>
<p><strong>Alteração<br>
</strong>Laura Carneiro alterou o projeto para retirar um item que tratava especificamente da remoção de conteúdos pelas plataformas.</p>
<p>Ela esclareceu que a retirada dessas publicações já está prevista no <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15211-17-setembro-2025-797997-norma-pl.html">ECA Digital</a>, que entrou em vigor recentemente (Veja infográfico abaixo).</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>O projeto já foi aprovado também pela Comissão de Comunicação e segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, depois, sancionado pela Presidência da República.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova medidas protetivas de urgência para vítimas de racismo</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-medidas-protetivas-de-urgencia-para-vitimas-de-racismo</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-medidas-protetivas-de-urgencia-para-vitimas-de-racismo</guid>
<description><![CDATA[ Proposta também prevê reeducação de agressores; a Câmara dos Deputados continua discutindo o assunto ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/11/img20251015195316779-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 03:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, medidas, protetivas, urgência, para, vítimas, racismo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1222574">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/11/img20251015195316779-768x473.jpg" alt="Deputada Daiana Santos fala ao microfone"></div>
<div class="midia-legenda">Daiana Santos: "O racismo no Brasil não é um acidente, mas uma estrutura"</div>
</div>
<p>A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria medidas protetivas de urgência para vítimas de racismo, prevê atendimento psicossocial e determina que agressores participem de programas de reeducação.</p>
<p>O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Daiana Santos (PCdoB-RS), para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/944643-projeto-garante-acompanhamento-psicossocial-para-vitimas-de-crime-de-racismo">Projeto de Lei 749/23</a>, da deputada Denise Pessôa (PT-RS), e para uma proposta que tramita em conjunto. A relatora unificou as duas iniciativas.</p>
<p>“As propostas trazem inovações que ultrapassam o paradigma meramente punitivista e inscrevem-se na luta mais ampla por justiça racial, que é histórica e estrutural”, afirmou Daiana Santos.</p>
<p>Segundo Denise Pessôa, o racismo “persiste como uma das mais graves violações de direitos humanos no Brasil”.</p>
<p><strong>Medidas ampliadas</strong><br>
O texto <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> aprovado altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1989/lei-7716-5-janeiro-1989-356354-norma-pl.html">Lei do Racismo</a>, que define os crimes de preconceito de raça ou de cor. Em relação à proposta original, a versão da relatora aumenta o alcance das medidas.</p>
<p>Entre outros pontos, o texto assegura às vítimas:</p>
<ul>
<li>atendimento especializado;</li>
<li>proteção contra revitimização;</li>
<li>respeito à integridade física e psicológica;</li>
<li>encaminhamento à assistência judiciária; e</li>
<li>acesso a serviços psicossociais.</li>
</ul>
<p><strong>Reeducação de agressores</strong><br>
O substitutivo prevê que os juízes poderão contar com auxílio de equipe multidisciplinar nas áreas psicossocial, jurídica e de saúde.</p>
<p>O texto ainda autoriza o juiz a aplicar medidas protetivas de urgência e encaminhar o réu a programas de recuperação e reeducação, “a exemplo de grupos reflexivos antirracismo”.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3013462&filename=SBT+2+CDHMIR+%3D%3E+PL+749/2023">Veeja a íntegra do texto aprovado</a></li>
</ul>
<p><strong>Outras formas de discriminação</strong><br>
A proposta estende a proteção a outros grupos ao criminalizar a discriminação em razão de orientação sexual, identidade ou expressão de gênero, com os mesmos direitos e garantias previstos para vítimas de racismo.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto ainda será analisado em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que torna crime o ato de bloquear vias com falsa blitz</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-torna-crime-o-ato-de-bloquear-vias-com-falsa-blitz</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-torna-crime-o-ato-de-bloquear-vias-com-falsa-blitz</guid>
<description><![CDATA[ Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20251014145020314-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 03:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, torna, crime, ato, bloquear, vias, com, falsa, blitz</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1262525">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20251014145020314-768x473.jpg" alt="Oitivas de Testemunhas e de Representados. Dep. Ricardo Ayres (REPUBLICANOS - TO)"></div>
<div class="midia-legenda">Ricardo Ayres: simulações falsas geram insegurança e atrapalham órgãos de fiscalização</div>
</div>
<p>A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5730/25, que torna crime bloquear vias por meio de falsa fiscalização de trânsito ou falsa operação policial. A pena prevista é de <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span> de seis meses a dois anos e multa.</p>
<p>A sanção será aumentada da metade se o crime for cometido por funcionário público no exercício de suas funções ou a pretexto de exercê-las.</p>
<p>Os parlamentares acolheram o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3108566&filename=Parecer-CVT-2026-04-06">parecer do relator</a>, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), pela aprovação da proposta, de autoria do deputado Roberto Monteiro Pai (PL-RJ).</p>
<p>“A blitz falsa tem sido noticiada em diversas cidades e costuma ser associada a crimes como roubos, extorsões e sequestros”, afirmou Ricardo Ayres.</p>
<p><strong>Proteção ao usuário</strong><br>
Atualmente, o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1997/lei-9503-23-setembro-1997-372348-norma-pl.html">Código de Trânsito Brasileiro</a> prevê infrações administrativas para quem bloqueia a via com veículos ou interrompe a circulação sem autorização.</p>
<p>No entanto, segundo o relator, essas hipóteses não alcançam integralmente a conduta de simular uma operação policial.</p>
<p data-start="4319" data-end="4425">Para Ayres, criar um crime específico ajuda a promover a segurança no trânsito. “Essas simulações falsas representam grave ameaça à segurança viária e prejudicam a confiança nas instituições responsáveis pela fiscalização”, disse.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado por deputados e senadores e ser sancionado pela Presidência da República.</p>
<ul>
<li data-start="4427" data-end="4568"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto do governo reduz jornada semanal para 40 horas e prevê dois dias de descanso remunerado</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-do-governo-reduz-jornada-semanal-para-40-horas-e-preve-dois-dias-de-descanso-remunerado</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-do-governo-reduz-jornada-semanal-para-40-horas-e-preve-dois-dias-de-descanso-remunerado</guid>
<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 03:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, governo, reduz, jornada, semanal, para, horas, prevê, dois, dias, descanso, remunerado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1263408">
<div class="midia-creditos"><em>José Fernando Ogura/AEN</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20210714120240594-768x512.jpg" alt="Economia - indústria e comércio - fábrica - linha de produção - trabalhados industrial - fábrica de biscoitos - trabalho - trabalhador formal - Em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, a Barion atua no mercado de doces há mais de 60 anos."></div>
<div class="midia-legenda">Mudança na jornada não poderá resultar em redução salarial</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 1838/26, do Poder Executivo, define em 40 horas semanais o limite da jornada normal de trabalho na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-5452-1-maio-1943-415500-norma-pe.html">Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)</a>, abaixo do teto constitucional de 44 horas semanais e oito diárias, e garante ao trabalhador dois repousos semanais remunerados de 24 horas consecutivas.</p>
<p>A proposta, enviada na terça-feira (14) ao Congresso Nacional, também prevê que a mudança na jornada de trabalho não poderá resultar em redução nominal ou proporcional das remunerações nem em alteração dos pisos salariais vigentes.</p>
<p>Além dos trabalhadores abrangidos pela CLT, o projeto do Executivo incorpora essas regras a normas aplicáveis a categorias específicas, como radialistas, empregados no comércio, trabalhadores domésticos, tripulantes de voo e atletas profissionais.</p>
<p><strong>Regras gerais</strong><br>
Pelo texto, o limite de 40 horas semanais valerá para trabalhadores com escalas especiais. A possibilidade de compensação de jornada e de escalas especiais previstas em lei ou em negociação coletiva deverá respeitar os novos limites.</p>
<p>Os dois descansos semanais remunerados por semana (ou fração) serão previstos preferencialmente aos sábados e domingos. Se necessário, o trabalho nesses dias exigirá escala de revezamento, ressalvadas as peculiaridades de cada atividade.</p>
<p><strong>Justificativa<br>
</strong>Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (15), no Palácio do Planalto, os ministros Luiz Marinho (Trabalho) e Guilherme Boulos (Secretaria-Geral) afirmaram que a redução da jornada de trabalho vai melhorar a produtividade do país, com trabalhadores mais qualificados e com menos adoecimentos.<strong><br>
</strong></p>
<p>Luiz Marinho afirmou que a PEC que tramita na Câmara e o projeto de lei encaminhado pelo governo vão andar juntos. Para ele, é inconstitucional aumentar a jornada de trabalho por meio de um projeto de lei, mas a redução da jornada pode, sim, ser por projeto de lei. Assim, a proposta passa a ter uma tramitação mais rápida. Já a PEC, segundo o ministro, vai consolidar o processo. A Constituição Federal estabelece uma jornada máxima de 44 horas semanais, e o projeto do governo reduz para 40 horas.</p>
<p>“O Parlamento tem sua autonomia, mas tanto o PL como a PEC são importantes. O que é claro é que o PL pode reduzir a jornada, mas a PEC é importante, na sequência, para consolidar o processo, porque no futuro, como o governo argentino fez, não poderá fazer por PL para aumentar a jornada”, explicou.</p>
<p>O ministro Guilherme Boulos salientou que, dentro de 90 dias, a proposta vai ser aprovada pelo Parlamento, já que a Câmara tem 45 dias para votar o texto, e o Senado também. Segundo Boulos, trata-se de um projeto da família trabalhadora brasileira.</p>
<p>“Quem defende a família no Brasil defende que o trabalhador fique com sua família”, disse o ministro. “É importante que o presidente tenha ouvido o grito dos balconistas, das trabalhadoras do comércio, dos trabalhadores de posto de gasolina, de shopping, dos porteiros, dos trabalhadores de supermercados”, afirmou Boulos.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta, enviada pelo governo com <span class="termoGlossario" title="A Constituição permite ao presidente da República pedir que projetos de sua autoria tramitem com esse tipo de urgência. Após 45 dias do pedido, o projeto tranca a pauta da Câmara, mas ainda podem ser votadas medidas provisórias, projetos de decreto legislativo e propostas de emenda à Constituição." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">urgência constitucional</span>, ainda será encaminhada para análise das comissões da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que proíbe cobrar do inadimplente gastos do condomínio com advogado</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-proibe-cobrar-do-inadimplente-gastos-do-condominio-com-advogado</link>
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<description><![CDATA[ A proposta seguirá para o Senado, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, proíbe, cobrar, inadimplente, gastos, condomínio, com, advogado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1263532">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20251014145020314-1-768x473.jpg" alt="Oitivas de Testemunhas e de Representados. Dep. Ricardo Ayres (REPUBLICANOS - TO)"></div>
<div class="midia-legenda">Ricardo Ayres é o relator da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 6018/25, que proíbe incluir gastos com advogados contratados pelo condomínio no valor cobrado de condôminos em atraso.</p>
<p>Hoje, o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2002/lei-10406-10-janeiro-2002-432893-norma-pl.html">Código Civil</a> já prevê que o condômino inadimplente pague correção monetária, juros de mora e multa prevista na convenção condominial ou, na falta dessa previsão, de até 2% do débito. O projeto, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), mantém esses encargos legais, mas veda expressamente o repasse dos honorários advocatícios.</p>
<p>O objetivo da medida é evitar que custos realizados fora do processo judicial sejam transferidos à parte devedora. Pela proposta, só poderão ser cobrados os honorários fixados pela Justiça em processo judicial, os chamados honorários sucumbenciais.</p>
<p>O texto altera o Código Civil para considerar nula qualquer cláusula de convenção, regimento interno ou deliberação de assembleia que preveja essa cobrança extrajudicial.</p>
<p>A proposta seguirá para o Senado, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>O relator, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), defendeu que a mudança garante segurança jurídica e evita abusos nas cobranças condominiais. Ayres citou, no parecer, um trecho de decisão recente da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>
<p>"É inadmissível a inclusão, pelo condomínio, dos honorários convencionais no cálculo do valor objeto da execução do crédito referente a cotas inadimplidas, independentemente de previsão na convenção", disse Ayres.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que muda avaliação de entidades que atendem crianças</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-muda-avaliacao-de-entidades-que-atendem-criancas</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-muda-avaliacao-de-entidades-que-atendem-criancas</guid>
<description><![CDATA[ Proposta transfere a atribuição do Poder Judiciário para o Conselho Tutelar e o Ministério Público; texto ainda precisa ser votado no Senado ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, muda, avaliação, entidades, que, atendem, crianças</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1262525">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20251014145020314-768x473.jpg" alt="Deputado Ricardo Ayres fala ao microfone"></div>
<div class="midia-legenda">Ricardo Ayres recomendou a aprovação da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que transfere do Poder Judiciário para o Conselho Tutelar e para o <span class="termoGlossario" title="É formado pelo Ministério Público da União (MPU) e pelos ministérios públicos estaduais. No primeiro atuam os procuradores. Nos estados, os promotores. O MPU, por sua vez, é composto pelo Ministério Público Federal, pelo Ministério Público do Trabalho, pelo Ministério Público Militar e pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Ministério Público</span> a tarefa de atestar a qualidade e a eficiência dos serviços prestados por entidades de atendimento a crianças e adolescentes.</p>
<p>O texto, que altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</a>, seguirá para o Senado, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p><strong>Parecer favorável</strong><br>
Por recomendação do relator, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), a CCJ aprovou a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1236786-COMISSAO-APROVA-MUDANCA-NA-FISCALIZACAO-DE-ENTIDADES-QUE-ATENDEM-CRIANCAS">versão da Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família</a> para o Projeto de Lei 4150/25, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).</p>
<p>Atualmente, o ECA estabelece que as entidades sejam fiscalizadas pelo Judiciário, pelo Ministério Público e pelos Conselhos Tutelares. No entanto, a certificação de qualidade para a renovação de funcionamento era uma tarefa atribuída à Justiça da Infância e da Juventude.</p>
<p><strong>Imparcialidade</strong><br>
O relator disse que a iniciativa evita que o juiz assuma funções administrativas de avaliação, o que garante sua isenção em futuros processos.</p>
<p>"A proposta reforça a imparcialidade judicial ao excluir os juizados da Infância e da Juventude do papel de avaliar a qualidade e a eficiência do trabalho desenvolvido por entidades de atendimento, deixando essa responsabilidade a órgãos administrativos e fiscalizadores", afirmou o relator.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova endurecimento de pena para preso em saída temporária que agredir mulher</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-endurecimento-de-pena-para-preso-em-saida-temporaria-que-agredir-mulher</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-endurecimento-de-pena-para-preso-em-saida-temporaria-que-agredir-mulher</guid>
<description><![CDATA[ Proposta teve origem no Senado e será enviada à sanção presidencial ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, endurecimento, pena, para, preso, saída, temporária, que, agredir, mulher</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1263841">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260415101129201-1-768x473.jpg" alt="Homenagem ao Dia Mundial da Obesidade. Dep. Laura Carneiro (PSD - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro, relatora do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê a aplicação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) ao preso por crime de violência doméstica e familiar contra a mulher se ameaçá-la ou praticar violência contra ela e seus familiares. A proposta será enviada à sanção presidencial.</p>
<p>De autoria do Senado, o Projeto de Lei 2083/22 poderá ser aplicado, por exemplo, em situações de preso condenado por violência contra mulher quando estiver em saída temporária ou regime semiaberto ou aberto e continuar ameaçando a vítima.</p>
<p>O RDD, de duração máxima de dois anos, exige o cumprimento de pena no regime fechado em cela individual, com restrições de visitas e de saídas para banho de sol. As entrevistas são monitoradas, e a correspondência fiscalizada.</p>
<p>O texto foi aprovado nesta quarta-feira (15) no Plenário da Câmara, com parecer favorável da relatora pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), e com emenda do relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, deputado Luiz Carlos Busato (União-RS).</p>
<p>Denominada de Lei Barbara Penna, a proposta pretende reforçar a proteção da mulher vítima de violência doméstica e familiar.</p>
<p>Autora do projeto, a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) lembrou que, em 2013, Bárbara Penna "foi vítima de tentativa de feminicídio, teve o corpo incendiado, foi jogada do terceiro andar do prédio onde morava em Porto Alegre e teve seus dois filhos assassinados pelo então marido, condenado a 28 anos de prisão". "Ainda assim, ela continuou a receber ameaças dele de dentro do estabelecimento penal", diz a senadora, na justificativa da proposta.</p>
<p><strong>Regime mais rigoroso</strong><br>
Também aplicável nessas situações de saída temporária ou regimes aberto ou semiaberto conquistados pela progressão de regime, o texto passa a considerar falta grave se o preso se aproximar da vítima ou de familiares dela na vigência de medidas protetivas com base na <span class="termoGlossario" title="Trata-se da Lei 11.340/06 que protege as mulheres contra a violência doméstica e familiar. A lei torna mais rigorosa a punição aos agressores, aumentando o tempo máximo de detenção de um para três anos. Prevê ainda a prisão em flagrante do agressor e a não aplicação de penas alternativas (aquelas em que o réu é condenado a pagar cestas básicas ou multas). Constatada a agressão, poderão também ser aplicadas medidas protetivas como o afastamento do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da ofendida. O nome da lei é uma homenagem a Maria da Penha Fernandes, que sobreviveu a duas tentativas de homicídio praticadas pelo ex-marido." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Lei Maria da Penha</span>.</p>
<p>Atualmente, a Lei Maria da Penha já considera crime descumprir medida protetiva de urgência nos casos de violência doméstica e familiar, com pena de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 2 a 5 anos, mas isso depende de novo processo penal, com todas as fases de inquérito, apuração, denúncia e julgamento.</p>
<p>Segundo a Lei de Execução Penal (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7210-11-julho-1984-356938-norma-pl.html">Lei 7.210/84</a>), a falta grave nos regimes aberto ou semiaberto implica a regressão de regime para um mais rigoroso (como o fechado), perda de até 1/3 dos dias abatidos da pena por trabalho e estudo e reinício da contagem do prazo para progressão ao regime menos rigoroso novamente.</p>
<p>A aproximação da vítima no âmbito da medida protetiva envolve um limite mínimo de distância fixado na decisão judicial, aplicando-se também, conforme o caso, a seus familiares e testemunhas. Não é permitido ainda contato com essas pessoas por qualquer meio de comunicação ou frequentar determinados lugares a fim de preservar a integridade física e psicológica da mulher.</p>
<p><strong>Tortura</strong><br>
Na lei que define os crimes de tortura, o projeto aprovado inclui a situação de submeter a mulher, repetidamente, a sofrimento físico ou mental no contexto de violência doméstica e familiar, sem prejuízo da aplicação das penas relativas a outras infrações.</p>
<p>A <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1997/lei-9455-7-abril-1997-349431-norma-pl.html">Lei 9.455/97</a> prevê pena de reclusão de 2 a 8 anos para o crime de tortura.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova pena maior para ameaça contra criança, adolescente e pessoa idosa ou com deficiência</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-pena-maior-para-ameaca-contra-crianca-adolescente-e-pessoa-idosa-ou-com-deficiencia</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-pena-maior-para-ameaca-contra-crianca-adolescente-e-pessoa-idosa-ou-com-deficiencia</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 20:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, pena, maior, para, ameaça, contra, criança, adolescente, pessoa, idosa, com, deficiência</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1261237">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260317235724225-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Pompeo de Mattos (PDT-RS)"></div>
<div class="midia-legenda">Pompeo de Mattos: texto corrige assimetrias na legislação</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1135390-proposta-aumenta-pena-para-ameaca-contra-crianca-adolescente-pessoa-idosa-ou-com-deficiencia">Projeto de Lei 192/25</a>, que aumenta de seis para até nove meses de <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span> a pena para o crime de ameaça quando cometido contra criança, adolescente, pessoa idosa ou com deficiência, ou com emprego de arma.</p>
<p>A proposta, de autoria do deputado Mário Heringer (PDT-MG), altera o <a href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> e, na prática, busca equilibrar as hipóteses de aumento da pena entre os crimes de ameaça e de perseguição.</p>
<p>Os parlamentares acolheram o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3058206&filename=PRL+1+CCJC+%3D%3E+PL+192/2025">parecer do relator</a>, deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), pela aprovação do texto.</p>
<p>“O projeto de lei representa um avanço necessário, pois a legislação criou, ao longo do tempo, assimetrias injustificadas entre os crimes de ameaça e perseguição, especialmente no que diz respeito ao aumento de penas”, disse.</p>
<p><strong>Mudanças</strong><br>
O texto aprovado amplia a pena em 1/3 se a ameaça com arma for feita na presença de criança ou adolescente. Hoje, a pena para o crime de ameaça já é aplicada em dobro se for cometido contra mulher.</p>
<p>“A utilização de arma branca ou de fogo confere maior periculosidade não apenas à perseguição, que já possui pena aumentada, mas também à ameaça, que segue sendo penalizada da mesma forma que um telefonema ou um bilhete”, disse o deputado Mário Heringer na justificativa que acompanha a proposta.</p>
<p>O projeto aumenta ainda, de dois para três anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span>, a punição para o crime de perseguição (<em>stalking</em>) contra pessoa com deficiência. Atualmente, a pena já é aumentada no crime contra criança, adolescente ou pessoa idosa.</p>
<p>Além disso, a proposta permite que o Ministério Público inicie essas ações penais, independentemente da vontade da vítima, na chamada ação pública incondicionada. Hoje, a iniciativa é da vítima.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto segue agora para análise do Plenário. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão de Constituição e Justiça aprova aumento de penas para crimes de facções</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-de-constituicao-e-justica-aprova-aumento-de-penas-para-crimes-de-faccoes</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-de-constituicao-e-justica-aprova-aumento-de-penas-para-crimes-de-faccoes</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20251202174205540-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 20:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, Constituição, Justiça, aprova, aumento, penas, para, crimes, facções</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1261731">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20251202174205540-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Aplicação das penas para líderes e membros de organizações criminosas. Dep. Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Delegado Paulo Bilynskyj: texto fortalece combate a organizações criminosas</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto que aumenta as penas para crimes cometidos por integrantes de organizações criminosas.</p>
<p>O texto aprovado é a versão do relator, deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), para o Projeto de Lei 3536/24, do deputado José Medeiros (PL-MT). Em relação ao original, o relator elevou as penas previstas para parte dos crimes listados na proposta.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3055093&filename=SBT+1+CCJC+%3D%3E+PL+3536/2024">Confira a íntegra do texto aprovado</a></li>
</ul>
<p>“A elevação de pena busca restabelecer o equilíbrio entre a gravidade dessas condutas e a resposta estatal, fortalecendo o combate a facções que corrompem instituições, intimidam comunidades e atentam contra a soberania e a estabilidade social”, afirmou Delegado Paulo Bilynskyj.</p>
<p><strong>Principais pontos</strong><br>
O <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> aprovado prevê aumento de pena de metade até o triplo para crimes dolosos (com intenção) cometidos por integrantes de facções que resultem em morte.</p>
<p>Também estabelece elevação de metade até o dobro para tráfico de drogas, tráfico internacional de armas de fogo e tráfico de pessoas.</p>
<ul>
<li><a href="https://especial.camara.leg.br/novo-marco-legal-contra-o-crime-organizado/">Confira página especial sobre novo marco legal contra o crime organizado</a></li>
</ul>
<p>Para o crime de ameaça, a pena será aumentada ao dobro. Já nos crimes de posse irregular e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, o aumento será de metade até 2/3.</p>
<p>No caso de posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, a pena será elevada ao dobro.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto segue agora para análise do Plenário. Para virar lei, o texto final terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que prevê prescrição em processos parados por inércia do interessado</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-preve-prescricao-em-processos-parados-por-inercia-do-interessado</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-preve-prescricao-em-processos-parados-por-inercia-do-interessado</guid>
<description><![CDATA[ Proposta poderá seguir para análise do Senado, salvo recurso para análise no Plenário da Câmara ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260407160552409-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 20:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, prevê, prescrição, processos, parados, por, inércia, interessado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1261638">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260407160552409-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Sidney Leite (PSD - AM)"></div>
<div class="midia-legenda">Sidney Leite é o relator da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê que a prescrição intercorrente de um processo poderá ser reconhecida quando, por falta de ação da parte interessada, ele ficar sem andamento por prazo superior aos previstos <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html">Código Civil</a> (10 anos na regra geral, ou de 1 a 5 anos nos casos específicos).</p>
<p>Na prática, a proposta tenta evitar que ações fiquem paradas por muito tempo por falta de iniciativa de quem entrou com o processo. O projeto aprovado altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html">Código de Processo Civil (CPC)</a>.</p>
<p>Como tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a redação final precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p>Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</p>
<p>O texto aprovado é a versão do relator na CCJ, deputado Sidney Leite (PSD-AM), para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/949749-projeto-altera-codigo-de-processo-civil-para-prever-prescricao-processual-por-inercia-da-parte">Projeto de Lei 454/23</a>, do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP). Além da nova regra, o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> prevê a aplicação das causas que impedem, suspendem e interrompem a prescrição.</p>
<p>Segundo Sidney Leite, "a aprovação da proposta é fundamental para o aprimoramento do sistema jurídico brasileiro na medida em que representa relevante avanço para a efetividade e celeridade processuais”.</p>
<p>No parecer, ele diferencia duas situações: o abandono do processo, que pode extinguir a ação sem resolução do mérito; e a prescrição, que leva ao encerramento com julgamento de mérito.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova nova regra sobre decisão judicial favorável a contribuinte</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-nova-regra-sobre-decisao-judicial-favoravel-a-contribuinte</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-nova-regra-sobre-decisao-judicial-favoravel-a-contribuinte</guid>
<description><![CDATA[ O projeto será enviado ao Senado, a menos que haja recurso para que seja votado no Plenário da Câmara ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303211231615-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 20:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, nova, regra, sobre, decisão, judicial, favorável, contribuinte</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1257578">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303211231615-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Julia Zanatta (PL - SC)"></div>
<div class="midia-legenda">Julia Zanatta é a relatora do projeto</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei sobre decisões judiciais favoráveis a contribuintes. Pela proposta, essas decisões só poderão ser desfeitas por meio de ação rescisória, quando forem contrárias a entendimento posterior do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a constitucionalidade de um tributo.</p>
<p>Ação rescisória é um instrumento jurídico por meio do qual se pode anular uma decisão da qual não cabe mais recurso. O <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html">Código de Processo Civil (CPC)</a> estabelece prazo de dois anos para entrar com essa ação, contados do momento em que a decisão se torna definitiva (o chamado trânsito em julgado).</p>
<p>O CPC também permite anular uma decisão definitiva quando ela contrariar entendimento posterior do STF, no prazo de dois anos a partir da decisão.</p>
<p>O texto aprovado estabelece que esse prazo começa na data de publicação do acórdão do STF que declarar a constitucionalidade da lei tributária.</p>
<p>A proposta tramita na Câmara em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>. Assim, se não houver recurso para análise pelo Plenário, o texto poderá seguir para o Senado. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p><strong>Nova redação</strong><br>
O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Julia Zanatta (PL-SC), para o Projeto de Lei 580/23, dos deputados Gilson Marques (Novo-SC), Adriana Ventura (Novo-SP) e Marcel van Hattem (Novo-RS), e outra proposta que tramita em conjunto. A relatora apresentou nova redação, unificando as iniciativas.</p>
<p>O <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> altera o CPC, a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1999/lei-9868-10-novembro-1999-369587-norma-pl.html">Lei do Controle de Constitucionalidade</a> e a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1999/lei-9882-3-dezembro-1999-369889-norma-pl.html">Lei 9.882/99</a>, que trata da arguição de descumprimento de preceito fundamental.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2841808&filename=Tramitacao-PL%20580/2023">Veja o texto aprovado</a></li>
</ul>
<p>Segundo Julia Zanatta, o texto apresentado por ela busca proteger decisões já cobertas pela coisa julgada. “Não pode o contribuinte, que outrora obteve a tutela jurisdicional favorável, ser surpreendido por cobranças tributárias fundadas em decisões posteriores proferidas pela Suprema Corte, sem que sequer tenha exercício do contraditório e da ampla defesa”, disse ela no parecer aprovado.</p>
<p>Hoje, segundo o parecer de Julia Zanatta, a jurisprudência do STF admite a cobrança de tributo mesmo de quem obteve decisão judicial favorável no passado, desde que haja decisão posterior da Corte em controle concentrado ou em recurso com repercussão geral.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>ECA Digital depende de mudança de cultura para ser efetivo, aponta debate</title>
<link>https://apareceu.com/eca-digital-depende-de-mudanca-de-cultura-para-ser-efetivo-aponta-debate</link>
<guid>https://apareceu.com/eca-digital-depende-de-mudanca-de-cultura-para-ser-efetivo-aponta-debate</guid>
<description><![CDATA[ O Conselho de Comunicação Social do Congresso realizou audiência sobre o tema ]]></description>
<enclosure url="" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 05:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>ECA, Digital, depende, mudança, cultura, para, ser, efetivo, aponta, debate</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1260506">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260406101706172-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - ECA Digital e demais projetos de proteção à criança e adolescente no ambiente digital, sob o ponto de vista da sociedade civil. Coordenadora do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Renata Mielli."></div>
<div class="midia-legenda">Renata Mielli, coordenadora do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)</div>
</div>
<p>Marco normativo na proteção on-line de crianças e adolescentes, o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que entrou em vigor há menos de um mês, promove avanços para a segurança nos ambientes virtuais. Mas a legislação é apenas o início de um enfrentamento que depende de mudanças culturais. Esse foi um dos pontos debatidos pelo <span class="termoGlossario" title="Órgão auxiliar do Congresso Nacional que realiza estudos e emite pareceres sobre liberdade de expressão; propaganda de cigarro e bebidas alcoólicas; programação das emissoras de rádio e TV; propriedade de empresa jornalística; outorga e renovação de concessão de serviços de radiodifusão. Integram o Conselho cinco representantes da sociedade civil, um engenheiro com notórios conhecimentos na área de comunicação social, além de um representante de cada uma das seguintes categorias: empresas de rádio, de televisão, da imprensa escrita, da categoria profissional dos jornalistas, dos radialistas, dos artistas e dos profissionais de cinema e vídeo." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Conselho de Comunicação Social</span> (CCS) do Congresso Nacional em audiência nesta segunda-feira (6).</p>
<p><a href="https://infograficos.camara.leg.br/eca-digital/">Confira os principais pontos do ECA Digital</a></p>
<p>O ECA Digital (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15211-17-setembro-2025-797997-norma-pl.html">Lei 15.211/25</a>) reúne responsabilidades a serem compartilhadas pelo tripé empresas de tecnologia, família e Estado. A lei foi recém-regulamentada por três decretos, entre eles o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/decret/2026/decreto-12880-18-marco-2026-798813-norma-pe.html">Decreto 12.880/26</a>, que prevê a implementação progressiva de diversas disposições.</p>
<p>A coordenadora do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Renata Mielli, abriu o debate destacando que a legislação procura criar um ambiente de regras, com obrigações para o setor privado, mas concretiza uma visão de que o cuidado com crianças e adolescentes não pode ser apenas da família, mas compartilhado entre Estado e sociedade.</p>
<p>Renata Mielli disse ainda que o debate regulatório é complexo e enfrenta forte lobby. "Nós estamos apenas começando a enfrentar os desafios do próprio ECA Digital, porque ele não é apenas uma legislação, ele é uma mudança cultural de como nós vamos passar a interagir com esse ambiente", afirmou.</p>
<p>"Diferentemente de outras leis, para as quais basta o 'cumpra-se', você vai lá e sanciona e se resolve o problema, esta é uma lei que precisa de um tempo, porque precisa da participação de um conjunto da sociedade para que a sua implementação seja de fato efetiva, mas ela não é o ponto final do debate legislativo em torno das questões da criança e do adolescente", disse.</p>
<p><strong>Moderação de conteúdo<br>
</strong>Para Paulo Rená, da Coalizão Direitos na Rede, a pauta de regulamentação de plataformas precisa de avanços. Ele destacou a importância do devido processo na moderação do conteúdo.</p>
<p>"O devido processo aqui é um instrumento de garantia da liberdade de expressão, incluindo o acesso à informação e a nossa possibilidade de manifestar o nosso pensamento. Se houver abuso, se houver arbitrariedade, se houver um exagero na remoção de conteúdo, no bloqueio, na suspensão de contas, a gente tem uma ferramenta para incidir e solicitar uma correção", afirmou.</p>
<p>Rená também ressaltou ser importante a distinção entre aferição de idade e verificação de identidade. "Aferir idade, ver se a pessoa pode ou não acessar aquele conteúdo necessariamente tem que estar separado de verificação de identidade. O site não pode saber quem eu sou; só deve saber que eu tenho mais de 18, mais de 14, mais de 12 ou menos de 12, só", explicou. "Na aferição de idade prevista no ECA Digital, tem que funcionar assim, com minimização de dados."</p>
<div class="image-container" data-midia="1260507">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260406105538060-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - ECA Digital e demais projetos de proteção à criança e adolescente no ambiente digital, sob o ponto de vista da sociedade civil. Diretora de Políticas Públicas do Conselho Digital – Associação pela internet livre, segura e responsável, Roberta Jacarandá"></div>
<div class="midia-legenda">Roberta Jacarandá, diretora de Políticas Públicas do Conselho Digital</div>
</div>
<p>A diretora de Políticas Públicas do Conselho Digital, Roberta Jacarandá, disse que a regulação pode fortalecer práticas existentes, preencher lacunas e trazer uma coordenação institucional. "A ideia é evitar justamente que essas soluções que a legislação e a regulação trazem desconsiderem o real funcionamento do ecossistema digital", disse.</p>
<p>Roberta Jacarandá afirmou que uma das características do ECA Digital é a "abordagem baseada no risco", que implica obrigações proporcionais a esse risco. "O risco não decorre da existência de uma ferramenta tecnológica em si, mas de como essa ferramenta é usada, quais são as salvaguardas que ela apresenta e que tipo de proteção ela oferece. Por essa razão, a gente vê a regulamentação, na sua melhor forma, priorizando resultados de proteção, e o Estado coibindo riscos concretos."</p>
<p>A representante do Instituto Alana, Maria Mello, ponderou que “as maiores vulnerabilidades existentes na vida de crianças e adolescentes no ambiente off-line estão mais diretamente relacionadas às vulnerabilidades do contexto on-line”.</p>
<p>"As vulnerabilidades off-line, às quais as crianças estão expostas, vão tornar esses perigos, esses riscos maiores quando elas estão no ambiente on-line. Soma-se a isso o fato de que o Brasil é hoje um dos países em que se passa mais tempo utilizando smartphones, telas e uma série de outros dispositivos eletrônicos", disse Maria Mello.</p>
<p><strong>Compartilhamento de dispositivos<br>
</strong>Os conselheiros Carlos Magno e Camila Leite Contri questionaram os debatedores sobre a proteção de crianças e adolescentes quando há o compartilhamento de dispositivos, principalmente por jovens de famílias de menor poder aquisitivo.</p>
<p>Em resposta, o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares, destacou que o ECA Digital tornou obrigatória a vinculação da conta de uma criança à de um adulto. Ele disse que 1 em cada 5 celulares no Brasil é compartilhado.</p>
<p>Assim como outros debatedores, Tavares lamentou que o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2528433">Projeto de Lei 3066/25</a>, em tramitação na Câmara, proíba o uso da rede privada virtual (VPN), que “é uma ferramenta absolutamente essencial para a garantia da segurança e também da privacidade e da proteção de dados”.</p>
<p>A reunião desta segunda-feira foi coordenada pela vice-presidente do Conselho de Comunicação Social, Angela Cignachi.</p>
<p> </p>
<div class="video-container youtube youtube-100" data-youtube-id="gDEbZ0uirvo">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
<p></p>
<div class="midia-legenda"></div>
</div>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto aumenta penas para os crimes de receptação, inclusive de animais</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-aumenta-penas-para-os-crimes-de-receptacao-inclusive-de-animais</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-aumenta-penas-para-os-crimes-de-receptacao-inclusive-de-animais</guid>
<description><![CDATA[ 
Marina Ramos / Câmara dos Deputados

Sargento Portugal: receptação é o motor que impulsiona crimes violentos

O Projeto de Lei 6417/25, do deputado Sargento Portugal (Pode-RJ), propõe o endurecimento das punições para os crimes de receptação – simples, qualificada, culposa e de animais. O projeto altera o Código Penal com o objetivo de desestimular a comercialização de produtos de origem ilícita.
A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
Pelo texto, a pena para a receptação simples (adquirir, receber ou transportar coisa que sabe ser produto de crime) passaria a ser de dois a oito anos de reclusão e multa. Atualmente, o Código Penal estabelece para este crime pena de um a quatro anos.
No caso da receptação qualificada, que ocorre quando o item é destinado a atividades comerciais ou industriais, a punição proposta sobe para quatro a dez anos de reclusão. A legislação vigente prevê hoje uma pena que pode chegar a oito anos.
O projeto também endurece a punição para quem pratica a receptação de animais de produção (como bois e cavalos), elevando a pena dos atuais dois a cinco anos para quatro a dez anos de reclusão.
Já para a receptação culposa — quando a pessoa deveria presumir, pelas condições do objeto ou pelo valor, que ele é fruto de crime —, a pena de detenção passaria de um mês a um ano para um a dois anos.
Combate à rede criminosa
Sargento Portugal argumenta que a receptação é o motor que impulsiona crimes violentos, como roubos e furtos. “Com o intuito de coibir a criminalidade que se sustenta dessa espécie delitiva, pretendemos agravar as penas, como forma de desestimular a aquisição de produtos de roubos”, afirma.
O parlamentar cita como exemplo o caso do latrocínio do ciclista Vitor Medrado, ocorrido em São Paulo em 2025, em que os itens roubados foram entregues a uma receptadora que também fornecia armas e equipamentos para os criminosos que realizavam os assaltos. Para Portugal, agravar as penas é uma “medida necessária ao enfrentamento da violência”.
Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara. Se for aprovado, será enviado para o Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
 ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260226114500648-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 23:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, aumenta, penas, para, crimes, receptação, inclusive, animais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1259291">
<div class="midia-creditos"><em>Marina Ramos / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260226114500648-768x473.jpg" alt="Deputado Sargento Portugal (Podemos-RJ) em reunião na Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Sargento Portugal: receptação é o motor que impulsiona crimes violentos</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6417/25, do deputado Sargento Portugal (Pode-RJ), propõe o endurecimento das punições para os crimes de receptação – simples, qualificada, culposa e de animais. O projeto altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> com o objetivo de desestimular a comercialização de produtos de origem ilícita.</p>
<p>A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Pelo texto, a pena para a receptação simples (adquirir, receber ou transportar coisa que sabe ser produto de crime) passaria a ser de dois a oito anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> e multa. Atualmente, o Código Penal estabelece para este crime pena de um a quatro anos.</p>
<p>No caso da receptação qualificada, que ocorre quando o item é destinado a atividades comerciais ou industriais, a punição proposta sobe para quatro a dez anos de reclusão. A legislação vigente prevê hoje uma pena que pode chegar a oito anos.</p>
<p>O projeto também endurece a punição para quem pratica a receptação de animais de produção (como bois e cavalos), elevando a pena dos atuais dois a cinco anos para quatro a dez anos de reclusão.</p>
<p>Já para a receptação culposa — quando a pessoa deveria presumir, pelas condições do objeto ou pelo valor, que ele é fruto de crime —, a pena de <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span> passaria de um mês a um ano para um a dois anos.</p>
<p><strong>Combate à rede criminosa</strong><br>
Sargento Portugal argumenta que a receptação é o motor que impulsiona crimes violentos, como roubos e furtos. “Com o intuito de coibir a criminalidade que se sustenta dessa espécie delitiva, pretendemos agravar as penas, como forma de desestimular a aquisição de produtos de roubos”, afirma.</p>
<p>O parlamentar cita como exemplo o caso do latrocínio do ciclista Vitor Medrado, ocorrido em São Paulo em 2025, em que os itens roubados foram entregues a uma receptadora que também fornecia armas e equipamentos para os criminosos que realizavam os assaltos. Para Portugal, agravar as penas é uma “medida necessária ao enfrentamento da violência”.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara. Se for aprovado, será enviado para o Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto aumenta pena para o crime de importunação sexual</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-aumenta-pena-para-o-crime-de-importunacao-sexual</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-aumenta-pena-para-o-crime-de-importunacao-sexual</guid>
<description><![CDATA[ 
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Kim Kataguiri: pena atual não tem mais poder dissuasório

O Projeto de Lei 1012/26, do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), aumenta a pena de importunação sexual de 1 a 5 anos de reclusão para 2 a 6 anos de reclusão. O texto está em análise na Câmara dos Deputados e altera o Código Penal.
O crime de importunação sexual é a prática de ato libidinoso contra alguém, sem consentimento, com o objetivo de satisfazer desejo sexual próprio ou de outra pessoa. Entre os exemplos estão toques indesejados, beijos forçados e o ato de passar a mão no corpo de alguém sem autorização.
Segundo Kataguiri, atualmente há uma desproporcionalidade na pena. &quot;A práxis forense e os alarmantes dados estatísticos que apontam mais de 100 casos diários registrados no Brasil demonstram de forma inequívoca que a sanção atual esgotou sua capacidade dissuasória&quot;, disse.
A pena, de acordo com Kataguiri, permite a incidência de institutos despenalizadores, como a suspensão condicional do processo, que transformam a resposta estatal em uma mera formalidade burocrática, revitimizando a pessoa ofendida e gerando no agressor a certeza da impunidade. &quot;Ao propormos a elevação da pena para o patamar de 2 a 6 anos, estabelecemos um ponto de equilíbrio perfeito, pautado na razoabilidade&quot;, argumentou o parlamentar.
Próximos passos
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 23:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, aumenta, pena, para, crime, importunação, sexual</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1259485">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260325165323326-768x474.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Kim Kataguiri (MISSÃO-SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Kim Kataguiri: pena atual não tem mais poder dissuasório</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 1012/26, do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), aumenta a pena de importunação sexual de 1 a 5 anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> para 2 a 6 anos de reclusão. O texto está em análise na Câmara dos Deputados e altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a>.</p>
<p>O crime de importunação sexual é a prática de ato libidinoso contra alguém, sem consentimento, com o objetivo de satisfazer desejo sexual próprio ou de outra pessoa. Entre os exemplos estão toques indesejados, beijos forçados e o ato de passar a mão no corpo de alguém sem autorização.</p>
<p>Segundo Kataguiri, atualmente há uma desproporcionalidade na pena. "A práxis forense e os alarmantes dados estatísticos que apontam mais de 100 casos diários registrados no Brasil demonstram de forma inequívoca que a sanção atual esgotou sua capacidade dissuasória", disse.</p>
<p>A pena, de acordo com Kataguiri, permite a incidência de institutos despenalizadores, como a suspensão condicional do processo, que transformam a resposta estatal em uma mera formalidade burocrática, revitimizando a pessoa ofendida e gerando no agressor a certeza da impunidade. "Ao propormos a elevação da pena para o patamar de 2 a 6 anos, estabelecemos um ponto de equilíbrio perfeito, pautado na razoabilidade", argumentou o parlamentar.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Sancionada criação de cargos e funções comissionadas até 2028 no CNJ</title>
<link>https://apareceu.com/sancionada-criacao-de-cargos-e-funcoes-comissionadas-ate-2028-no-cnj</link>
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<description><![CDATA[ 
Gilmar Ferreira/Ag.CNJ

Sede do CNJ em Brasília

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) terá novos cargos efetivos, cargos em comissão e funções comissionadas a partir deste ano. A medida está prevista na Lei 15.366/26, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (31).
As despesas serão custeadas pelo próprio orçamento do CNJ. A criação dos cargos e as nomeações ocorrerão de forma gradual, entre 2026 e 2028, condicionadas à autorização orçamentária anual.
A lei prevê a criação de:

50 cargos de analista judiciário;
70 cargos de técnico judiciário;
20 cargos em comissão; e
100 funções comissionadas.

Adequação às demandas
A norma tem origem em projeto de lei de iniciativa do CNJ (PL 5490/25) e foi aprovada na Câmara no início de março. O relator da proposta na Câmara, deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), defendeu o fortalecimento do Conselho Nacional de Justiça para controlar e fiscalizar o Judiciário. &quot;Há um déficit de servidores do CNJ. Este é um custo irrisório para o orçamento do Judiciário&quot;, ponderou. ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2024/12/img20210811125231198-768x494.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 23:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Sancionada, criação, cargos, funções, comissionadas, até, 2028, CNJ</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1124319">
<div class="midia-creditos"><em>Gilmar Ferreira/Ag.CNJ</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2024/12/img20210811125231198-768x494.jpg" alt="Brasília - monumentos e prédios públicos - Sede do Conselho Nacional de Justiça CNJ em Brasília."></div>
<div class="midia-legenda">Sede do CNJ em Brasília</div>
</div>
<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) terá novos cargos efetivos, cargos em comissão e funções comissionadas a partir deste ano. A medida está prevista na Lei 15.366/26, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (31).</p>
<p>As despesas serão custeadas pelo próprio orçamento do CNJ. A criação dos cargos e as nomeações ocorrerão de forma gradual, entre 2026 e 2028, condicionadas à autorização orçamentária anual.</p>
<p>A lei prevê a criação de:</p>
<ul>
<li>50 cargos de analista judiciário;</li>
<li>70 cargos de técnico judiciário;</li>
<li>20 cargos em comissão; e</li>
<li>100 funções comissionadas.</li>
</ul>
<p><strong>Adequação às demandas</strong><br>
A norma tem origem em projeto de lei de iniciativa do CNJ (PL 5490/25) e <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1249813-CAMARA-APROVA-PROJETO-QUE-CRIA-CARGOS-NO-CONSELHO-NACIONAL-DE-JUSTICA">foi aprovada na Câmara no início de março</a>. O relator da proposta na Câmara, deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), defendeu o fortalecimento do Conselho Nacional de Justiça para controlar e fiscalizar o Judiciário. "Há um déficit de servidores do CNJ. Este é um custo irrisório para o orçamento do Judiciário", ponderou.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova criação de cadastro nacional de condenados por crimes hediondos</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-criacao-de-cadastro-nacional-de-condenados-por-crimes-hediondos</link>
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<description><![CDATA[ Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 17:00:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, criação, cadastro, nacional, condenados, por, crimes, hediondos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1258042">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251209161736173-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Delegado Paulo Bilynskyj: fragmentação atual dos dados prejudica o trabalho policial</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3813/24, que institui o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Crime Hediondo.</p>
<p>A lista tem o objetivo de reunir informações essenciais sobre indivíduos condenados definitivamente para auxiliar em ações de prevenção, investigação e proteção da sociedade.</p>
<p>De autoria do deputado Delegado Caveira (PL-PA), a proposta prevê a inclusão obrigatória de dados de identificação, perfil genético, características físicas, fotos e registros de moradia e trabalho no sistema.</p>
<p>O texto, que altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8072-25-julho-1990-372192-norma-pl.html">Lei dos Crimes Hediondos</a>, também estabelece mecanismos para a divulgação pública de informações sobre criminosos foragidos, incluindo o uso da infraestrutura de operadoras de telefonia móvel para o envio de alertas à população.</p>
<p><strong>Parecer</strong><br>
Os parlamentares acolheram o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3080524&filename=Parecer-CSPCCO-2026-02-09">parecer do relator</a>, deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), pela aprovação do projeto de lei. Bilynskyj destacou que a fragmentação das bases de dados atuais prejudica o trabalho policial, em um cenário de mandados de prisão não cumpridos, muitos deles referentes a crimes graves.</p>
<p>“A precariedade das bases de dados dificulta a atuação coordenada das forças de segurança e retarda a recaptura de criminosos de alta periculosidade”, afirmou.</p>
<p>Para o relator, o novo cadastro é um instrumento eficaz para “unificar informações e apoiar operações de captura”.</p>
<p><strong>Viabilidade e custos<br>
</strong>A proposta define que o custeio do cadastro será realizado por meio do Fundo Nacional de Segurança Pública, o que garantiria, segundo Bilynskyj, a viabilidade administrativa da medida sem criar obrigações impossíveis de serem cumpridas pelos entes federativos.</p>
<p>Além disso, o texto prevê a cooperação entre estados e a União para a atualização constante dos dados.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto, que também já foi aprovado pela Comissão de Comunicação, ainda será analisado, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p> </p>
<div></div>
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<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova assistência jurídica gratuita para agentes de segurança pública</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-assistencia-juridica-gratuita-para-agentes-de-seguranca-publica</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-assistencia-juridica-gratuita-para-agentes-de-seguranca-publica</guid>
<description><![CDATA[ Projeto continua em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 17:00:20 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, assistência, jurídica, gratuita, para, agentes, segurança, pública</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1258078">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251202174205540-1-768x473.jpg" alt="Deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Delegado Paulo Bilynskyj recomendou a aprovação da proposta</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê assistência jurídica gratuita, via <span class="termoGlossario" title="Órgão encarregado de prestar assistência jurídica gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos. São funções da Defensoria, entre outras, promover a conciliação entre as partes em conflito; patrocinar ação civil, ação penal privada e a subsidiária da pública; patrocinar defesa em ação penal; exercer a defesa da criança e do adolescente; defender os direitos e interesses do consumidor lesado." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Defensoria Pública</span>, aos agentes de segurança pública – assegurando defesa técnica em processos disciplinares e judiciais decorrentes de atos praticados no exercício da função.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O colegiado aprovou o parecer favorável do relator, deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), ao Projeto de Lei 4676/25, de autoria do deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS). "Não é aceitável que aqueles que arriscam tudo em defesa da ordem pública sejam deixados à própria sorte quando passam a responder por atos praticados no cumprimento do dever legal", explicou o relator.</p>
<p>O texto amplia a assistência prevista na <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1950-1959/lei-1060-5-fevereiro-1950-363465-norma-pl.html">Lei de Assistência Judiciária</a> ao garantir defesa funcional gratuita a agentes de segurança, independentemente de sua renda. A alteração reconhece que a vulnerabilidade desses profissionais é jurídica, e não apenas econômica.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Defesa no exercício da função<br>
</strong>Pelo novo texto, a Defensoria Pública da União, dos Estados e do Distrito Federal deverá atuar na defesa de policiais federais, rodoviários, ferroviários, civis, militares, bombeiros e policiais penais. A medida vale tanto para processos internos (administrativos disciplinares) quanto para ações na Justiça (cíveis e criminais).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O texto estabelece como condição principal o vínculo funcional: a acusação (infração penal, civil ou administrativa) deve estar diretamente relacionada ao desempenho regular das funções públicas do agente.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta ainda será analisada, de forma <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">conclusiva</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado e sancionada pelo presidente da República.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Por 8 votos a 2, Supremo derruba prorrogação da CPMI do INSS</title>
<link>https://apareceu.com/por-8-votos-a-2-supremo-derruba-prorrogacao-da-cpmi-do-inss</link>
<guid>https://apareceu.com/por-8-votos-a-2-supremo-derruba-prorrogacao-da-cpmi-do-inss</guid>
<description><![CDATA[ A comissão iniciou os trabalhos em agosto de 2025 para investigar descontos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20210415085154868-768x512.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 17:00:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Por, votos, Supremo, derruba, prorrogação, CPMI, INSS</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235528">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20210415085154868-768x512.jpg" alt="Brasília - monumentos e prédios públicos - Fachada do Supremo Tribunal Federal - STF - Justiça"></div>
<div class="midia-legenda">STF decidiu sobre o assunto nesta quinta-feira</div>
</div>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (26), por 8 votos a 2, derrubar a decisão do ministro André Mendonça que determinava a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (<span class="termoGlossario" title="Comissão composta por deputados e senadores, em igualdade numérica, destinada a investigar fato de relevante interesse para a vida pública e para a ordem constitucional, legal, econômica ou social do País. Para a criação de uma CPMI, é exigido requerimento assinado por 171 deputados e 27 senadores (1/3 de cada Casa). A CPMI tem poderes de investigação próprios das autoridades judiciais, podendo convocar depoentes e quebrar sigilo bancário, telefônico e fiscal, por exemplo." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">CPMI</span>) do INSS. Com a decisão, os trabalhos da comissão deverão ser encerrados até sábado (28).</p>
<p>O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse esperar que o relatório final da comissão seja lido e votado nesta sexta-feira (27).</p>
<p>A CPMI iniciou os trabalhos em agosto de 2025 para investigar descontos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova prazo de seis meses para conclusão de processos administrativos prioritários</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-prazo-de-seis-meses-para-conclusao-de-processos-administrativos-prioritarios</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-prazo-de-seis-meses-para-conclusao-de-processos-administrativos-prioritarios</guid>
<description><![CDATA[ Proposta segue para o Senado, a menos que haja recurso para análise no Plenário da Câmara ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251014145020314-1-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 17:00:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, prazo, seis, meses, para, conclusão, processos, administrativos, prioritários</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1258317">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251014145020314-1-768x473.jpg" alt="Oitivas de Testemunhas e de Representados. Dep. Ricardo Ayres (REPUBLICANOS - TO)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Ricardo Ayres, relator do projeto de lei</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que fixa o prazo máximo de seis meses para a conclusão de processos administrativos federais que tramitam em regime de prioridade — benefício garantido por lei a idosos, pessoas com deficiência e pessoas com doenças graves.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Atualmente, a lei garante a prioridade na tramitação para grupos vulneráveis, mas não define um tempo limite para que o governo analise os pedidos. Com a mudança, a administração pública terá até seis meses para concluir a análise, contados a partir do protocolo devidamente instruído.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Esse prazo não será absoluto. O texto permite prorrogação excepcional, desde que a autoridade competente apresente uma justificativa fundamentada (por motivos materiais, operacionais ou de instrução) e informe ao cidadão o novo prazo estimado.</p>
<p>Como foi analisada em <span class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário.">caráter conclusivo</span>, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Por recomendação do relator, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), o colegiado aprovou o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> adotado pela Comissão de Administração e Serviço Público ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1135412-projeto-limita-a-6-meses-tramitacao-de-processo-administrativo-prioritario">Projeto de Lei 187/25</a>, de autoria da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Concessão de direitos<br>
</strong>O texto aprovado restringe a regra do prazo máximo apenas aos processos que tratam da concessão de direitos ou benefícios em favor da parte.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Isso significa que processos de natureza sancionatória (como punições disciplinares ou multas), mesmo envolvendo idosos ou pessoas com deficiência, não estarão sujeitos a esse limite rígido de seis meses. Segundo Ricardo Ayres, essa distinção é necessária para "evitar a impunidade ou o cerceamento de defesa em casos complexos que exigem mais tempo de investigação".</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Responsabilidade do servidor<br>
</strong>O texto também prevê que o descumprimento do prazo de seis meses não gerará punição automática para a administração ou seus agentes, se ficar provado que a demora ocorreu por fatores alheios à sua vontade ou pela complexidade do caso. A proposta altera a Lei de Processo Administrativo Federal (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1999/lei-9784-29-janeiro-1999-322239-norma-pl.html">Lei 9.784/1999</a>).</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que inclui maus&#45;tratos entre formas de violência contra crianças e adolescentes</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-inclui-maus-tratos-entre-formas-de-violencia-contra-criancas-e-adolescentes</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-inclui-maus-tratos-entre-formas-de-violencia-contra-criancas-e-adolescentes</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada por deputados e senadores ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260325203108313-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 17:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, inclui, maus-tratos, entre, formas, violência, contra, crianças, adolescentes</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1258487">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260325203108313-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Meire Serafim (UNIÃO - AC)"></div>
<div class="midia-legenda">Meire Serafim é a relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1243211-projeto-inclui-expressamente-maus-tratos-em-leis-de-defesa-da-crianca-e-do-adolescente">Projeto de Lei 651/25</a>, do deputado Eduardo Velloso (União-AC), que altera leis de defesa da criança e do adolescente para incluir expressamente os maus-tratos entre as formas de violência a serem consideradas nas medidas de assistência e proteção.</p>
<p>O texto aprovado define maus-tratos como “quaisquer formas de ação, omissão voluntária ou negligência que causem sofrimento físico, psicológico, sexual, institucional ou patrimonial à criança ou ao adolescente, privando-o de condições adequadas para o seu desenvolvimento, segurança, saúde, dignidade e bem-estar”.</p>
<p>A relatora, deputada Meire Serafim (União-AC), recomendou a aprovação do projeto original, de autoria do deputado Eduardo Velloso. Segundo ela, o conceito de violência envolve diversas formas de agressão e abuso que causam danos físicos, emocionais e psicológicos às pessoas, incluindo maus-tratos.</p>
<p>“Em muitos casos, situações de negligência, abuso emocional ou psicológico, a definição do que configura maus-tratos não está devidamente definida em lei, o que pode dificultar a adoção eficaz das medidas protetivas”, disse a relatora.</p>
<p>Além do <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente</a>, a proposta altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2022/lei-14344-24-maio-2022-792692-norma-pl.html">Lei Henry Bore</a>l e a <a href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2017/lei-13431-4-abril-2017-784569-norma-pl.html">Lei 13.431/17</a>, conhecida como Lei da Escuta Protegida.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto será ainda analisado, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que facilita pagamento de honorários em ações sobre fundos constitucionais</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-facilita-pagamento-de-honorarios-em-acoes-sobre-fundos-constitucionais</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-facilita-pagamento-de-honorarios-em-acoes-sobre-fundos-constitucionais</guid>
<description><![CDATA[ A proposta pode seguir pra análise do Senado, se não houver recurso para votação pelo Plenário da Câmara ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 17:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, facilita, pagamento, honorários, ações, sobre, fundos, constitucionais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1258529">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260325164439069-768x474.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Maria Arraes (SOLIDARIEDADE-PE)"></div>
<div class="midia-legenda">Maria Arraes é a relatora do projeto</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4852/23, do deputado Waldemar Oliveira (Avante-PE), que retira restrições ao pagamento de honorários advocatícios contratuais em processos envolvendo repasses de verbas federais a estados e municípios.</p>
<p>Como tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, a proposta pode seguir pra análise do Senado, se não houver recurso para votação pelo Plenário da Câmara.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>O objetivo da medida é permitir que os advogados recebam seus honorários a partir dos juros acrescidos aos precatórios destinados à complementação de fundos como o antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) – atual Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).</p>
<p>Segundo a justificativa do projeto, o Supremo Tribunal Federal (STF) já firmou o entendimento de que é possível utilizar esses juros para o pagamento dos profissionais.</p>
<p>A relatora na CCJ, deputada Maria Arraes (Solidariedade-PE), apresentou parecer favorável à proposta. Ela argumentou que a mudança garante maior efetividade à remuneração dos advogados.</p>
<p>“A proposta é adequada porque garante facilidade no pagamento da remuneração dos advogados, reconhecendo a importância e o valor desses profissionais para a prestação da tutela jurisdicional”, afirmou Maria Arraes.</p>
<p>A proposta revoga um dispositivo do <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1994/lei-8906-4-julho-1994-349751-norma-pl.html">Estatuto da Advocacia</a> que impedia o desconto desses valores sobre os juros de mora em ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público Federal.</p>
<p><strong>Natureza alimentar<br>
</strong>O relatório reforça que os honorários advocatícios possuem natureza alimentar, contando com os mesmos privilégios de créditos trabalhistas. Maria Arraes disse que a finalidade do projeto é assegurar o direito à remuneração pelos serviços prestados, reduzindo riscos de inadimplência ou demora excessiva.</p>
<p>Ela ressaltou que os advogados exercem um papel essencial na administração da justiça, conforme previsto na Constituição.</p>]]> </content:encoded>
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<title>Comissão aprova projeto que assegura à gestante direito a fotógrafo durante o parto</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-assegura-a-gestante-direito-a-fotografo-durante-o-parto</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-assegura-a-gestante-direito-a-fotografo-durante-o-parto</guid>
<description><![CDATA[ Proposta segue em análise na Câmara ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 17:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, assegura, gestante, direito, fotógrafo, durante, parto</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1258792">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303160701906-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Clarissa Tércio (PP - PE)"></div>
<div class="midia-legenda">Clarissa Tércio, relatora na comissão</div>
</div>
<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família aprovou o Projeto de Lei 3525/24, que garante à gestante o direito de ser acompanhada por fotógrafo ou cinegrafista durante o parto. O texto deixa claro que a mulher não precisa abrir mão do acompanhante de apoio emocional, que já é garantido por lei.</p>
<p>O projeto, que altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente</a>, proíbe hospitais e clínicas de cobrar taxas extras pela presença do fotógrafo e impede que a gestante seja obrigada a contratar profissionais do próprio hospital.</p>
<p>O direito ao fotógrafo só pode ser limitado se houver risco real para a saúde da gestante. Nesse caso, a equipe médica deve explicar o motivo e registrar a decisão no prontuário.</p>
<p>Médicos ou outros profissionais de saúde que impedirem a presença do fotógrafo sem motivo poderão pagar multa de 3 a 20 salários de referência. Esse valor dobra em caso de repetição da infração.</p>
<p>A relatora, deputada Clarissa Tércio (PP-PE) , disse que o projeto corrige uma lacuna que forçava mulheres a escolher entre apoio emocional e registro profissional. “Negar às famílias o direito de documentar adequadamente esse evento significa desconhecer a realidade cultural atual e limitar artificialmente a expressão da valorização da maternidade e da família", disse.</p>
<p>O autor da proposta, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), argumenta que a restrição a fotógrafos próprios dos hospitais configura prática abusiva contra o consumidor.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br>
</strong>A proposta será ainda analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova criação de lista nacional de pessoas e organizações terroristas</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-criacao-de-lista-nacional-de-pessoas-e-organizacoes-terroristas</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-criacao-de-lista-nacional-de-pessoas-e-organizacoes-terroristas</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 17:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, criação, lista, nacional, pessoas, organizações, terroristas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1258585">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20250218224514543-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Rodrigo Valadares (UNIÃO - SE)"></div>
<div class="midia-legenda">Rodrigo Valadares: lista não poderá ser usada para perseguição política, religiosa ou ideológica</div>
</div>
<p>A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou projeto que cria uma lista nacional de pessoas, organizações e entidades terroristas.</p>
<p>Pela proposta, a inclusão ou exclusão de nomes será feita por ato conjunto dos ministérios das Relações Exteriores; da Justiça e Segurança Pública; e da Defesa.</p>
<p>A medida deve se basear em critérios técnicos, informações de inteligência e fundamentos da política externa, garantindo efeitos imediatos, como a restrição de ingresso no país e a indisponibilidade de ativos financeiros.</p>
<p>Foi aprovada a versão do relator (<span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span>), deputado Rodrigo Valadares (União-SE), ao Projeto de Lei 1732/25, do deputado Fernando Máximo (União-RO).</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3047876&filename=SBT+1+CREDN+%3D%3E+PL+1732/2025">Confira a íntegra do texto aprovado</a></li>
</ul>
<p>A proposta original visava classificar especificamente o movimento Houthis (Ansar Allah) como organização terrorista. O texto aprovado, no entanto, altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2016/lei-13260-16-marco-2016-782561-norma-pl.html">Lei Antiterrorismo</a> para permitir que o governo brasileiro designe formalmente esses grupos por meio de decreto.</p>
<p>Valadares argumentou que a designação direta de um grupo específico por lei feriria os princípios de abstração e generalidade das normas.</p>
<p>"O projeto aprovado estabelece diretrizes e princípios para que o Poder Executivo, por meio de decreto, proceda à listagem de pessoas e entidades terroristas", explicou o relator.</p>
<p>Ele ressaltou ainda que o Congresso Nacional manterá a prerrogativa de suspender decretos que não observem os critérios legais.</p>
<p>A proposta deixa claro que a lista não poderá ser utilizada para perseguição política, partidária, religiosa ou ideológica.</p>
<p>Por fim, o projeto assegura que a presença de uma entidade na lista facilitará a cooperação internacional em matéria penal e de inteligência, além de permitir a aplicação das penas previstas na lei sobre organizações criminosas.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br>
</strong>O texto segue agora para análise, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto cria piso salarial de R$ 4 mil para motoristas de ônibus em cidades grandes</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-cria-piso-salarial-de-r-4-mil-para-motoristas-de-onibus-em-cidades-grandes</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-cria-piso-salarial-de-r-4-mil-para-motoristas-de-onibus-em-cidades-grandes</guid>
<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 02:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, cria, piso, salarial, mil, para, motoristas, ônibus, cidades, grandes</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1257044">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260324110552118-768x473.jpg" alt="Lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2026 - 31ª edição. Dep. Daniel Almeida (PCDOB-BA)"></div>
<div class="midia-legenda">Daniel Almeida: piso vai suprir as necessidades básicas do trabalhador e de sua família</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6533/25 estabelece um piso salarial de R$ 4 mil para motoristas profissionais de transporte coletivo em cidades ou regiões metropolitanas com mais de 200 mil habitantes. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Pela proposta, essa remuneração corresponderá a uma jornada de trabalho de 44 horas semanais. Para motoristas contratados com carga horária inferior, o valor do pagamento será proporcional às horas trabalhadas.</p>
<p>O texto prevê que o valor do salário profissional terá reajuste anual pela inflação acumulada conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (<span class="termoGlossario" title="Calculado pelo IBGE, mede a inflação de famílias com rendimento mensal de um a cinco salários mínimos em 11 regiões metropolitanas e nos municípios de Goiânia e Campo Grande. É utilizado como parâmetro em negociações trabalhistas para reajustar salários." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">INPC</span>), calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>Viabilidade econômica</strong><br>
“O piso não se justifica apenas pela alta complexidade da função, mas também pela necessidade de suprir as necessidades básicas do trabalhador e de sua família”, disse o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), autor da proposta.</p>
<p>O piso será restrito a municípios maiores ou regiões metropolitanas para manter a viabilidade econômica do setor. Segundo a justificativa que acompanha o texto, cidades médias e grandes possuem grande volume de passageiros, subsídios municipais mais robustos e empresas com maior capacidade contributiva.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto será analisado, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que amplia penas para o crime de bullying</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-amplia-penas-para-o-crime-de-bullying</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-amplia-penas-para-o-crime-de-bullying</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251029140133022-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 02:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, amplia, penas, para, crime, bullying</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1256914">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251029140133022-768x473.jpg" alt="Deputado Ruy Carneiro (Podemos-PB) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Ruy Carneiro, relator da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que aumenta a pena para o crime de bullying e ajusta a redação do <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> sobre os crimes de bullying e de cyberbullying.</p>
<p>O texto aprovado é a versão do relator, deputado Ruy Carneiro (Pode-PB), para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/631090-projeto-torna-crime-usar-a-internet-para-induzir-alguem-a-automutilacao">Projeto de Lei 847/19</a>, do senador Confúcio Moura (MDB-RO), e para 32 propostas que tramitam em conjunto. O relator apresentou nova redação.</p>
<p>“Este substitutivo aperfeiçoa o quadro normativo que dispõe sobre as condutas de intimidação sistemática (bullying) e de intimidação sistemática virtual (cyberbullying)”, afirmou o relator Ruy Carneiro no parecer aprovado.</p>
<p><strong>Principais pontos</strong><br>
Pelo <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span>, o bullying passa a ser definido como intimidar alguém de forma sistemática, com violência física ou psicológica, por humilhação, discriminação ou ações verbais, morais, sexuais, sociais, psicológicas, físicas ou materiais. A pena, que hoje é de multa, será de <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span> de seis meses a dois anos e multa.</p>
<p>No caso do cyberbullying, o substitutivo mantém pena de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de dois a quatro anos e multa. O novo texto prevê que a responsabilização ocorrerá “sem prejuízo das penas correspondentes às demais infrações penais praticadas”.</p>
<p>O texto também retira da legislação expressões consideradas redundantes ou contraditórias, como as referências à prática “individualmente ou em grupo”, ao fato de que podem ser vítimas “uma ou mais pessoas”, à conduta “de modo intencional e repetitivo” e a ações praticadas por meios virtuais no tipo principal.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta ainda será analisada pelas comissões de Comunicação; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o Plenário.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto prevê inclusão no cadastro de pedófilos após condenação em primeira instância</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-preve-inclusao-no-cadastro-de-pedofilos-apos-condenacao-em-primeira-instancia</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-preve-inclusao-no-cadastro-de-pedofilos-apos-condenacao-em-primeira-instancia</guid>
<description><![CDATA[ 
Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Jordy: medida busca corrigir &quot;vácuo legislativo&quot;

O Projeto de Lei 6187/25 determina que as informações de condenados por crimes sexuais sejam inseridas no Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais a partir da condenação em primeira instância. A proposta, do deputado Carlos Jordy (PL-RJ), altera a Lei 14.069/20, que prevê o cadastro, e está em análise na Câmara dos Deputados.
Pelo texto, os dados deverão permanecer disponíveis para consulta pública por dez anos após o trânsito em julgado da sentença condenatória, ou seja, quando não restarem mais possibilidades de recurso.
Vácuo legislativo
O autor da proposta explica que a medida busca corrigir um “vácuo legislativo” sobre o momento exato em que os nomes devem ser incluídos e divulgados no sistema, pois esse trecho da lei foi vetado.
“A alteração proporciona maior transparência e segurança à sociedade, garantindo que o cadastro seja alimentado com informações desde a primeira condenação, oferecendo um período adequado de consulta pública, inclusive durante o período de recursos”, defende Jordy.
O Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais, sistema desenvolvido a partir dos dados do Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Crime de Estupro, permite que qualquer cidadão consulte o nome completo e o CPF de pessoas condenadas pelo crime de estupro.
Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e sancionado pelo presidente da República.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251210210719492-768x474.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 02:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, prevê, inclusão, cadastro, pedófilos, após, condenação, primeira, instância</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1243859">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251210210719492-768x474.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Carlos Jordy (PL - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Jordy: medida busca corrigir "vácuo legislativo"</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6187/25 determina que as informações de condenados por crimes sexuais sejam inseridas no Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais a partir da condenação em primeira instância. A proposta, do deputado Carlos Jordy (PL-RJ), altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2020/lei-14069-1-outubro-2020-790698-norma-pl.html">Lei 14.069/20</a>, que prevê o cadastro, e está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Pelo texto, os dados deverão permanecer disponíveis para consulta pública por dez anos após o <span class="termoGlossario" title="Expressão usada para uma decisão (sentença ou acórdão) da qual não se pode mais recorrer, seja porque já passou por todos os recursos possíveis, seja porque o prazo para recorrer terminou.   " contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">trânsito em julgado</span> da sentença condenatória, ou seja, quando não restarem mais possibilidades de recurso.</p>
<p><strong>Vácuo legislativo</strong><br>
O autor da proposta explica que a medida busca corrigir um “vácuo legislativo” sobre o momento exato em que os nomes devem ser incluídos e divulgados no sistema, pois esse trecho da lei foi vetado.</p>
<p>“A alteração proporciona maior transparência e segurança à sociedade, garantindo que o cadastro seja alimentado com informações desde a primeira condenação, oferecendo um período adequado de consulta pública, inclusive durante o período de recursos”, defende Jordy.</p>
<p>O Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais, sistema desenvolvido a partir dos dados do Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Crime de Estupro, permite que qualquer cidadão consulte o nome completo e o CPF de pessoas condenadas pelo crime de estupro.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e sancionado pelo presidente da República.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que prevê prestação de serviços à comunidade em abrigos de animais</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-preve-prestacao-de-servicos-a-comunidade-em-abrigos-de-animais</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-preve-prestacao-de-servicos-a-comunidade-em-abrigos-de-animais</guid>
<description><![CDATA[ O texto deverá seguir para análise do Senado, a menos que haja recurso para votação do Plenário da Câmara ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303211231615-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 02:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, prevê, prestação, serviços, comunidade, abrigos, animais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1257578">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303211231615-768x473.jpg" alt="Deputada Julia Zanatta (PL-SC) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Julia Zanatta recomendou a aprovação da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/563976-projeto-permite-que-prestacao-de-servico-a-comunidade-seja-feita-em-abrigo-de-protecao-animal">Projeto de Lei 3630/19</a>, que inclui abrigos de proteção animal entre os locais onde poderá ser cumprida a pena de prestação de serviços à comunidade. O texto altera o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a>.</p>
<p>Hoje, a pena pode ser cumprida em entidades assistenciais, hospitais, escolas, orfanatos e estabelecimentos similares, em programas comunitários ou governamentais.</p>
<p>Como foi analisada em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, a proposta deverá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.</p>
<p><strong>Benefícios</strong><br>
A relatora, deputada Julia Zanatta (PL-SC), recomendou a aprovação da proposta, apresentada pelo deputado Célio Studart (PSD-CE). A deputada fez ajustes na redação sem mudar o conteúdo da medida.</p>
<p>“A prestação de serviços à comunidade gera benefícios não só ao condenado, já que tem por finalidade reeducá-lo, mas, principalmente, à sociedade, que será favorecida com a consecução dessas tarefas gratuitas”, afirmou a relatora.</p>
<p>“Contudo, o Código Penal, ao especificar os lugares onde a sanção poderá ser cumprida, não atentou para o grave problema social envolvendo o abandono de animais”, argumentou Julia Zanatta ao defender as mudanças na legislação.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova projeto que permite quebra de sigilo bancário para fixar pensão alimentícia</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-permite-quebra-de-sigilo-bancario-para-fixar-pensao-alimenticia</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-permite-quebra-de-sigilo-bancario-para-fixar-pensao-alimenticia</guid>
<description><![CDATA[ Texto seguirá para o Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260325193802514-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 02:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, projeto, que, permite, quebra, sigilo, bancário, para, fixar, pensão, alimentícia</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1257994">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260325193802514-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Natália Bonavides (PT-RN)"></div>
<div class="midia-legenda">Natália Bonavides, relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que permite ao juiz determinar a quebra de sigilos bancário e fiscal para fixar ou revisar pensão alimentícia. A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria do deputado José Guimarães (PT-CE), o Projeto de Lei 1404/25 foi aprovado na forma de um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Natália Bonavides (PT-RN). Ela incorporou mudanças na legislação para garantir o pagamento de auxílio-doença pelo afastamento de mulher vítima de violência doméstica e familiar, nos termos da <span class="termoGlossario" title="Trata-se da Lei 11.340/06 que protege as mulheres contra a violência doméstica e familiar. A lei torna mais rigorosa a punição aos agressores, aumentando o tempo máximo de detenção de um para três anos. Prevê ainda a prisão em flagrante do agressor e a não aplicação de penas alternativas (aquelas em que o réu é condenado a pagar cestas básicas ou multas). Constatada a agressão, poderão também ser aplicadas medidas protetivas como o afastamento do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da ofendida. O nome da lei é uma homenagem a Maria da Penha Fernandes, que sobreviveu a duas tentativas de homicídio praticadas pelo ex-marido." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Lei Maria da Penha</span>.</p>
<p>"O impacto da violência familiar e doméstica na saúde física e mental das trabalhadoras pode levar à dependência econômica da vítima, o que prejudica a capacidade de abandonar um parceiro abusivo ou de ingressar, permanecer e progredir no mercado de trabalho", disse a deputada.</p>
<p><strong>Ocultação de bens</strong><br>
Sobre a quebra de sigilo, a intenção do projeto é obter informações quando as fornecidas pelo pagador da pensão alimentícia forem consideradas insuficientes para determinar adequadamente o valor, revisá-lo ou determinar sua execução, devendo a iniciativa ser tomada se não houver outro meio idôneo de apurar sua real capacidade financeira.</p>
<p>Será possível quebrar o sigilo ainda quando houver indícios de ocultação de renda ou patrimônio.</p>
<p>Natália Bonavides afirmou que a pensão deve refletir a real capacidade econômica do pagador. "Não se pode perder de vista que práticas de ocultação de bens ou renda comprometem a efetividade do direito fundamental à alimentação de crianças e adolescentes", disse.</p>
<p>As informações obtidas com a quebra do sigilo deverão ser tratadas com confidencialidade, e sua utilização será restrita aos autos do processo de pensão alimentícia, dependendo de decisão fundamentada em caráter excepcional.</p>
<p>O texto passa a permitir ainda o penhor de valores de contas individuais do trabalhador junto ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar a pensão alimentícia. A exceção existe atualmente apenas para dinheiro de remunerações e proventos e de caderneta de poupança (acima de 40 salários mínimos), assim como outros valores encontrados excedentes a 50 salários.</p>
<p><strong>Afastamento remunerado</strong><br>
Na Lei Maria da Penha, o texto aprovado inclui dispositivos para garantir à mulher vítima de violência doméstica e familiar o direito a receber salário durante afastamento do trabalho ou de atividade habitual determinado pelo juiz.</p>
<p>Atualmente, a lei permite, para preservar a integridade física e psicológica da vítima, o afastamento com manutenção do vínculo trabalhista por até seis meses. “No entanto, por não especificar quem paga a remuneração durante esse período, a lei tem provocado muita judicialização e insegurança jurídica”, afirma a relatora.</p>
<p>Caso a mulher seja segurada do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e empregada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), os primeiros 15 dias serão custeados pelo empregador, nos moldes do auxílio-doença.</p>
<p>O período restante (até o máximo de seis meses, segundo a decisão judicial), será pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) na forma de auxílio-doença, para o qual o texto isenta o cumprimento de carência. Para receber o auxílio, a mulher deve contar com a qualidade de segurada na data de início do afastamento.</p>
<p>Nas duas situações, não será exigida a emissão de parecer conclusivo da perícia médica federal quanto à incapacidade laboral.</p>
<p>O afastamento passa a constar da CLT como direito sem prejuízo do salário e constitui hipótese de interrupção do contrato de trabalho, assegurando à empregada a manutenção do vínculo empregatício, a contagem do tempo de serviço e todos os demais direitos trabalhistas durante o período fixado na decisão judicial.</p>
<div class="image-container" data-midia="1258007">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260325173152725-768x474.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas."></div>
<div class="midia-legenda">Deputados aprovaram o projeto durante sessão do Plenário</div>
</div>
<p>Além disso, serão consideradas práticas discriminatórias ações como dispensa, retaliação ou outras atitudes tomadas em razão da condição de vítima de violência doméstica e familiar ou da fruição da medida protetiva de afastamento do local de trabalho.</p>
<p>Esse tempo será contado ainda para indenização e estabilidade. A estabilidade na CLT existe atualmente para a gestante desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto ou por 12 meses após o fim de recebimento do auxílio-acidente.</p>
<p><strong>Demais seguradas</strong><br>
No caso das demais seguradas do INSS afastadas do local de trabalho, como as contribuintes facultativas, o órgão pagará desde o início o auxílio-doença. O afastamento determinado judicialmente será equiparado à incapacidade para o trabalho ou para a atividade habitual para fins de concessão.</p>
<p>Quando a mulher não for segurada da Previdência Social e não possuir meios de se manter, caberá ao município, ao Distrito Federal ou ao estado conceder benefícios eventuais em razão de vulnerabilidade temporária, conforme previsto na Lei Orgânica da Seguridade Social (Loas).</p>
<p>Em todas essas situações, será atribuição do juízo estadual responsável por aplicar a Lei Maria da Penha fixar a medida protetiva de afastamento, requerendo o pagamento da remuneração ou ajuda, seja no caso de o pagador ser o empregador ou o INSS.</p>
<p><strong>Serviço público</strong><br>
Quando se tratar do serviço público federal, o projeto inclui no Estatuto do Servidor (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8112-11-dezembro-1990-322161-norma-pl.html">Lei 8.112/90</a>) uma nova licença de afastamento em razão de situação de violência doméstica e familiar, dependente também da decisão judicial.</p>
<p>A servidora federal contará com a remuneração integral, a preservação de todos os direitos e vantagens do cargo. O período será considerado como de efetivo exercício para todos os fins, sua concessão não dependerá de perícia médica e não poderá resultar em prejuízo funcional, remoção compulsória ou qualquer forma de discriminação.</p>
<p><strong>Ação regressiva</strong><br>
Quando o INSS ou os entes federados vierem a pagar o benefício para a mulher vítima de violência doméstica ou familiar, eles poderão entrar na Justiça com ação regressiva contra o agressor para tentar ser ressarcidos por ele dos custos com as licenças.</p>
<p>Essas ações regressivas do INSS deverão correr na Justiça Federal.</p>
<p><strong>Licença prorrogada</strong><br>
O texto aprovado pela Câmara dos Deputados também muda regra sobre a prorrogação da licença-maternidade quando da internação pós-parto da mãe e/ou do bebê.</p>
<p>A partir da <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15222-29-setembro-2025-798044-norma-pl.html">Lei 15.222/25</a>, de setembro do ano passado, a internação que superar duas semanas de prorrogação da internação hospitalar, se comprovado o nexo com o parto, implicará a extensão da licença-maternidade em até 120 dias após a alta da mãe e do recém-nascido, descontado o tempo de repouso anterior ao parto. Assim, a licença, na prática, começa depois da alta hospitalar.</p>
<p>Com a nova versão, a extensão da licença pelo período igual ao da internação será depois da alta hospitalar da mãe ou do recém-nascido, o que ocorrer por último.</p>
<p>O texto incorpora na lei decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) na ação direta de inconstitucionalidade (<span class="termoGlossario" title="Instrumento judicial para declarar a inconstitucionalidade de lei e ato normativo federal ou estadual. Se julgada improcedente, é declarada a constitucionalidade da norma ou do ato. Pode ser proposta pelo Presidente da República, pelas mesas do Senado, da Câmara e das assembleias legislativas, pelos governadores, pelo Procurador-Geral da República, pelo Conselho Federal da OAB, pelos partidos políticos com representação no Congresso Nacional, pelas confederações sindicais e pelas entidades de classe de âmbito nacional." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">ADI</span>) que decidiu nos mesmos termos. Essa decisão já vem sendo cumprida pelo INSS desde março de 2021.</p>
<p><strong>Amamentação</strong><br>
Especificamente no Estatuto do Servidor Público Federal, o texto aprovado assegura à servidora pública federal lactante, até o mês em que o lactente completar 24 meses de idade, redução da jornada de trabalho ou, conforme o caso, da carga ordinária de atividades.</p>
<p>Esse benefício deverá ser concedido sem exigência de compensação ou descontos da remuneração ou de funções.</p>
<p>A redução de jornada poderá ser usufruída de modo contínuo ou fracionado, valendo ainda para a servidora ou o servidor que detiver guarda judicial, tutela ou encargo legal equivalente em relação ao lactente.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova projeto que cria 8 varas federais nos estados do Amazonas e do Mato Grosso do Sul</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-cria-8-varas-federais-nos-estados-do-amazonas-e-do-mato-grosso-do-sul</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-cria-8-varas-federais-nos-estados-do-amazonas-e-do-mato-grosso-do-sul</guid>
<description><![CDATA[ Proposta será enviada ao Senado ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 02:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, projeto, que, cria, varas, federais, nos, estados, Amazonas, Mato, Grosso, Sul</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1257862">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260325173133006-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Dagoberto Nogueira (PSDB - MS)"></div>
<div class="midia-legenda">Dagoberto Nogueira, relator da proposta</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria oito varas federais nos estados do Amazonas e do Mato Grosso do Sul para ampliar o acesso à Justiça. A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Projeto de Lei 6359/25 foi aprovado com parecer favorável do relator, deputado Dagoberto Nogueira (PSDB-MS).</p>
<p>Segundo o relator, a medida vai auxiliar no combate ao crime organizado transnacional e na ampliação do acesso à Justiça. "O projeto é essencial ao fortalecimento da segurança pública e ao combate ao crime organizado transnacional, especialmente nas fronteiras do Mato Grosso do Sul com Paraguai e Bolívia, regiões que respondem pelos maiores índices de apreensão de drogas e armas do país", disse Nogueira.</p>
<p>O Mato Grosso do Sul faz parte do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF 3) e terá novas varas federais nas cidades de Bonito, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Três Lagoas e Dourados. Já o Amazonas faz parte do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1) e terá varas federais nas cidades de Tefé e Humaitá.</p>
<p>Nos dois estados, em todas as varas federais haverá a criação de cargos efetivos de analista e técnico judiciário e ainda de cargos em comissão e funções comissionadas, totalizando 302 cargos autorizados.</p>
<p><strong>Principais demandas</strong><br>
O presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, argumenta que a Amazônia tem despertado atenção internacional e que o crescimento de problemas estruturais, sociais, ambientais e políticos da região aumenta também a demanda por soluções no Judiciário. Ele citou a necessidade de resolver conflitos fundiários, sobretudo em territórios protegidos (reservas ambientais e de povos originários) "diante da crescente pressão econômica de garimpeiros, grileiros e madeireiros”.</p>
<p>Em relação ao Mato Grosso do Sul, ao lado de problemas ambientais e latifundiários, o estado se destaca por crescimento econômico na última década, o que atrai grandes empreendimentos, além de apresentar regiões de fronteira nas quais também o tráfico de drogas tem crescido.</p>
<p>“Diante do cenário de expansão do estado, é indispensável que a Justiça Federal se prepare para o aumento previsto da demanda, especialmente em matérias previdenciárias, ambientais e alfandegária”, ressaltou o ministro presidente do STJ.</p>
<p>Já o deputado Dagoberto Nogueira reforçou que o volume de processos em Ponta Porã (MS) e Corumbá (MS) é "absolutamente incompatível" com a estrutura atual, operando com "sobrecarga crônica" que compromete o princípio constitucional da razoável duração do processo.</p>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>
<p>Outro argumento usado por Nogueira para justificar o aumento de varas federais foi a proximidade da conclusão da Rota Bioceânica, corredor rodoviário que ligará o porto de Santos (SP) ao porto de Antofagasta (Chile), atravessando o Brasil pelo Mato Grosso do Sul.</p>
<p>"A criação de varas federais nos municípios do corredor assume caráter de medida estratégica de Estado, preparando o sistema de Justiça Federal para o novo ciclo de litigiosidade que inevitavelmente acompanhará o desenvolvimento econômico da região", declarou.</p>
<p><strong>Impacto orçamentário</strong><br>
Embora não apresente o impacto orçamentário na proposta, o STJ reforça que a implantação dos novos juízos ocorrerá conforme necessidades de serviço e disponibilidade de recursos orçamentários, começando em 2026 segundo o anexo da Lei Orçamentária (<span class="termoGlossario" title="Comumente denominada orçamento, é a lei que contém a discriminação da receita e da despesa pública para o ano. É elaborada pelo Executivo e votada pelo Congresso Nacional." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">LOA</span>).</p>
<p>Esse anexo prevê despesa adicional de R$ 7,6 milhões em 2026 com 102 cargos dos 302 previstos. A despesa anualizada, ou seja, ao longo de um ano completo, será de R$ 15 milhões.</p>
<p><strong>Debate em Plenário</strong><br>
Durante o debate sobre o projeto, o deputado Patrus Ananias (PT-MG) destacou que é necessário garantir a presença efetiva do Judiciário em todo o território nacional para ter aplicação das leis.</p>
<p>A deputada Heloísa Helena (Rede-RJ) afirmou que a presença do aparelho de Estado e sua ampliação especialmente em áreas distantes dos centros urbanos é de importância fundamental.</p>
<p>Já o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) criticou os gastos de R$ 200 milhões em cinco anos, previstos com a criação dos cargos para viabilizar as varas.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Érika Hilton pede justiça contra parlamentar que encenou blackface</title>
<link>https://apareceu.com/erika-hilton-pede-justica-contra-parlamentar-que-encenou-blackface</link>
<guid>https://apareceu.com/erika-hilton-pede-justica-contra-parlamentar-que-encenou-blackface</guid>
<description><![CDATA[ Em meio à repercussão de acusações de racismo contra a deputada estadual Fabiana Bolsonaro (PL-SP), a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) disse que vai até as últimas instâncias contra a encenação da parlamentar na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).


&quot;É super tolerável a discordância, a opinião divergente. Agora, você tem um limite ao qual você deve ir, né? Você tem uma lei, uma legislação à qual você deve responder. Então, com toda certeza, nós iremos junto aos movimentos que já se organizaram até as últimas instâncias, pedindo que uma resposta contundente seja dada a essa prática para que se não naturalize, não se aceite nenhum tipo de violência.&quot;


A declaração foi dada durante entrevista da deputada Érika Hilton à Rádio Nacional, nesta segunda-feira (23), quando ela disse ter denunciado a parlamentar de São Paulo ao TSE, por outra inconsistência, segundo ela.


&quot;Você ir a uma tribuna, usar recursos de blackface para atacar uma outra parlamentar já é por si só extremamente grave, violento contra todas as pessoas. Mas não bastasse isso, que por si só é violento, racista, grave, ainda a parlamentar teve a pachorra de se declarar parda para usar as cotas raciais num gesto de fraude do processo eleitoral.&quot;



            
        
    
Brasília-DF - 18/03 /2026 - Deputada Erika Hilton durante a primeira reunião da comissão de Defesa dos direitos da Mulher. - Lula Marques/Agência Brasil.


Na semana passada, a deputada do PL criticou a eleição de Erika Hilton - que é uma mulher trans - para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados, durante o discurso na tribuna da Alesp. Fabiana Bolsonaro se pintou de preto, ação pela qual foi acusada de praticar blackface, prática racista em que pessoas brancas utilizam artifícios, como pintar a pele de preto, perucas ou acessórios que reforcem caricaturas e estereótipos de pessoas negras.

Após a veiculação do vídeo, o assunto ganhou repercussão na imprensa e nas redes sociais, onde grupos de apoio à causa negra manifestaram repúdio ao ato. O Movimento Negro Unificado (MNU) considerou a ação como “um ato absolutamente organizado para perpetuar o racismo que estrutura as mentes, reforçando práticas de desumanização da população negra”.
 
Em resposta, Fabiana Bolsonaro afirmou, nas redes sociais, que a “analogia foi clara” e que não houve intenção de chacota. Segundo ela, o objetivo era criticar o fato de uma mulher trans ocupar um espaço de representatividade feminina.
 
  2:30 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/-96Mt_9s39P16gq1raA-HJyjwcY=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/18/fabiana_bolsonaro.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 16:00:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Érika, Hilton, pede, justiça, contra, parlamentar, que, encenou, blackface</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio à repercussão de acusações de racismo contra a deputada estadual Fabiana Bolsonaro (PL-SP), a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) disse que vai até as últimas instâncias contra a encenação da parlamentar na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683192&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683192&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"É super tolerável a discordância, a opinião divergente. Agora, você tem um limite ao qual você deve ir, né? Você tem uma lei, uma legislação à qual você deve responder. Então, com toda certeza, nós iremos junto aos movimentos que já se organizaram até as últimas instâncias, pedindo que uma resposta contundente seja dada a essa prática para que se não naturalize, não se aceite nenhum tipo de violência."</p>
</blockquote>

<p>A declaração foi dada durante entrevista da deputada Érika Hilton à <strong>Rádio Nacional</strong>, nesta segunda-feira (23), quando ela disse ter denunciado a parlamentar de São Paulo ao TSE, por outra inconsistência, segundo ela.</p>

<blockquote>
<p>"Você ir a uma tribuna, usar recursos de <em>blackface </em>para atacar uma outra parlamentar já é por si só extremamente grave, violento contra todas as pessoas. Mas não bastasse isso, que por si só é violento, racista, grave, ainda a parlamentar teve a pachorra de se declarar parda para usar as cotas raciais num gesto de fraude do processo eleitoral."</p>
</blockquote>

<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-center"><div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=456557:grande_6colunas {"additionalClasses":""} -->
            <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://imagens.ebc.com.br/HUoozNe7DKNwye7FaAeAI_Qlg_w=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/18/0d9a5870.jpg?itok=Tfon5_vd" alt="Brasília-DF - 18/03 /2026 -  Deputada Erika Hilton durante a primeira reunião da comissão de Defesa dos direitos da Mulher. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil. " title="Lula Marques/Agência Brasil.">
        <img src="https://imagens.ebc.com.br/HUoozNe7DKNwye7FaAeAI_Qlg_w=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/18/0d9a5870.jpg?itok=Tfon5_vd" alt="Brasília-DF - 18/03 /2026 -  Deputada Erika Hilton durante a primeira reunião da comissão de Defesa dos direitos da Mulher. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil. " title="Lula Marques/Agência Brasil.">
    <!-- END scald=456557 --></div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta"><!--copyright=456557-->Brasília-DF - 18/03 /2026 - Deputada Erika Hilton durante a primeira reunião da comissão de Defesa dos direitos da Mulher. - <strong>Lula Marques/Agência Brasil.</strong><!--END copyright=456557--></div>
</div></div>

<p>Na semana passada, <strong>a deputada do PL criticou a eleição de Erika Hilton - que é uma mulher trans - para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados</strong>, durante o discurso na tribuna da Alesp. Fabiana Bolsonaro se pintou de preto, ação pela qual foi acusada de praticar <em>blackface</em>, prática racista em que pessoas brancas utilizam artifícios, como pintar a pele de preto, perucas ou acessórios que reforcem caricaturas e estereótipos de pessoas negras.</p>

<p>Após a veiculação do vídeo, o assunto ganhou repercussão na imprensa e nas redes sociais, onde <strong>grupos de apoio à causa negra manifestaram repúdio ao ato</strong>. O Movimento Negro Unificado (MNU) considerou a ação como “um ato absolutamente organizado para perpetuar o racismo que estrutura as mentes, reforçando práticas de desumanização da população negra”.<br>
 <br>
Em resposta, Fabiana Bolsonaro afirmou, nas redes sociais, que a “analogia foi clara” e que não houve intenção de chacota. Segundo ela, o objetivo era criticar o fato de uma mulher trans ocupar um espaço de representatividade feminina.<br>
 </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:30</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto com prazo de 30 dias para depoimento especial de crianças vítimas de violência</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-com-prazo-de-30-dias-para-depoimento-especial-de-criancas-vitimas-de-violencia</link>
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<description><![CDATA[ Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e sancionado pelo presidente da República. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, com, prazo, dias, para, depoimento, especial, crianças, vítimas, violência</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1256404">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251216120359684-768x473.jpg" alt="Apresentação do relatório final. Dep. Rogéria Santos (REPUBLICANOS-BA)"></div>
<div class="midia-legenda">Rogéria Santos é a relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece prazo máximo de 30 dias para a realização do depoimento especial de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.</p>
<p>O prazo passa a contar a partir da citação e refere-se à tomada de depoimento no âmbito de medida cautelar de antecipação de prova na Justiça, que se aplica quando há risco de as evidências se perderem.</p>
<p>Pela proposta aprovada, caso o juiz não consiga realizar o procedimento no prazo de 30 dias, a impossibilidade deverá ser fundamentada.</p>
<p>A medida altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2017/lei-13431-4-abril-2017-784569-norma-pl.html">Lei da Escuta Protegida</a>, que trata do sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência. Entre as diretrizes da escuta protegida, está colher apenas as informações necessárias para ajudar a criança, evitando que ela precise repetir a história sem necessidade.</p>
<p><strong>Nova versão</strong><br>
O texto aprovado é o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> apresentado pela relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), que modificou a proposta original (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1084211-projeto-fixa-prazos-para-depoimento-especial-de-criancas-e-adolescentes-vitimas-de-violencia">PL 2873/23</a>) do deputado Diego Andrade (PSD-MG). O projeto inicial previa prazos tanto para a escuta especializada quanto para o depoimento especial à polícia.</p>
<p>A relatora, no entanto, decidiu retirar a obrigatoriedade do depoimento na delegacia para evitar a revitimização. “O depoimento prestado à polícia não observa o contraditório e a ampla defesa, de forma que, na maioria dos casos, precisa ser renovado perante o juiz”, explicou.</p>
<p><strong>Prioridade absoluta</strong><br>
Apesar das alterações, a relatora manteve a intenção original de conferir agilidade ao processo. “O objetivo é garantir que as crianças ou adolescentes vítimas ou testemunhas de violência recebam efetivamente prioridade absoluta no procedimento”, afirmou Rogéria Santos.</p>
<p>Ela disse ainda que a rapidez no Judiciário é fundamental para o bem-estar dos jovens. “A realização da oitiva das vítimas o quanto antes é crucial para preservar a integridade psíquica dos menores, bem como facilita a preservação da memória e o esclarecimento detalhado dos fatos.”</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e sancionado pelo presidente da República.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Deputada diz que ECA Digital é um marco histórico na proteção de crianças e adolescentes; veja entrevista</title>
<link>https://apareceu.com/deputada-diz-que-eca-digital-e-um-marco-historico-na-protecao-de-criancas-e-adolescentes-veja-entrevista</link>
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<description><![CDATA[ Rogéria Santos coordenou um grupo de trabalho na Câmara em 2025 sobre proteção de crianças e adolescentes em ambiente digital ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/tema/assets/images/imagens-compartilhamento/noticias.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 20:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Deputada, diz, que, ECA, Digital, marco, histórico, proteção, crianças, adolescentes, veja, entrevista</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="video-container youtube youtube-100" data-youtube-id="r6uJHTcnaWQ">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
<p></p>
<div class="midia-legenda"></div>
</div>
<p> </p>
<p>A deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA) afirmou que a entrada em vigor do <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15211-17-setembro-2025-797997-norma-pl.html">Estatuto Digital da Criança e do Adolescente</a> inaugura um “marco zero” de proteção no ambiente digital. O texto passou a valer nesta terça-feira (17).</p>
<ul>
<li><a href="https://infograficos.camara.leg.br/eca-digital/">Conheça os principais pontos do ECA Digital</a></li>
</ul>
<p>Rogéria Santos coordenou um grupo de trabalho na Câmara em 2025 sobre proteção de crianças e adolescentes em ambiente digital, e a proposta do ECA Digital foi um dos temas debatidos pelo colegiado.</p>
<p>Aprovado pela Câmara e pelo Senado, o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1201525-NOVA-LEI-PROTEGE-CRIANCAS-CONTRA-ADULTIZACAO-NA-INTERNET">ECA Digital foi sancionado</a> pelo presidente da República em 17 de setembro. Mas uma medida provisória editada em seguida (<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1201585-medida-provisoria-adianta-para-seis-meses-prazo-para-lei-contra-adultizacao-comecar-a-valer" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MP 1319/25</a>) deu prazo de 180 dias para que as novas regras entrassem em vigor.</p>
<p><strong>Desafios</strong><br>
Em entrevista à <em>Rádio Câmara</em>, nesta terça (17), a deputada Rogéria Santos explicou que a lei define regras, meios de fiscalização e responsabilidades para governo, plataformas e famílias.</p>
<p>Na avaliação da deputada, o letramento digital ainda é um desafio para pais e responsáveis. Por outro lado, as empresas também precisam oferecer ferramentas claras de proteção e de monitoramento.</p>
<p>“Nós não estamos aqui para punir <em>big techs</em>, nós não estamos aqui para crucificar famílias. Nós estamos aqui para garantir totalmente proteção e direitos de crianças e adolescentes”, afirmou a parlamentar.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/midias-fs/audio/2026/03/20260317-painel-eletronico-dep-rogria-santos.mp3">Ouça a íntegra da entrevista de Rogéria Santos à <em>Rádio Câmara</em></a></li>
</ul>
<p>Rogéria Santos relembrou que o grupo de trabalho ouviu especialistas e visitou as plataformas digitais.</p>
<p>“Todo mundo via e tinha ciência de tudo que acontecia, porque já não era mais somente na<em> deep web</em>; era uma realidade que você via em todas as plataformas, e o ECA veio com a força da legislação, da regulamentação do ambiente digital", disse Rogéria. "É um marco histórico em proteção e garantia de direitos de crianças e adolescentes no nosso país", comemorou.</p>
<p><strong>Fiscalização</strong><br>
Rogéria Santos avaliou que a aplicação do ECA Digital será um grande teste e que o Estado precisará monitorar a implementação da norma.</p>
<p>Entre outros pontos, o ECA Digital prevê:</p>
<ul>
<li>a verificação de idade e regras de acesso para plataformas;</li>
<li>a proibição de exploração comercial de conteúdos que retratem crianças de forma erotizada ou com linguagem adulta; e</li>
<li>o combate a conteúdos que violem o direito de crianças.</li>
</ul>
<p>A nova lei também determina que, até 16 anos, o acesso a redes sociais só pode ocorrer com conta vinculada a um responsável, e que as plataformas devem oferecer ferramentas claras para monitorar tempo de uso, contatos e conteúdos acessados.</p>
<p>A Agência Nacional de Proteção de Dados será o órgão responsável pela fiscalização do ECA Digital.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto cria testamento simplificado gratuito para bens digitais, como contas em redes sociais</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-cria-testamento-simplificado-gratuito-para-bens-digitais-como-contas-em-redes-sociais</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-cria-testamento-simplificado-gratuito-para-bens-digitais-como-contas-em-redes-sociais</guid>
<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 20:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, cria, testamento, simplificado, gratuito, para, bens, digitais, como, contas, redes, sociais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1254870">
<div class="midia-creditos"><em>Mário Agra/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20240410091229297-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas. Dep. Amom Mandel(CIDADANIA - AM)"></div>
<div class="midia-legenda">Amom Mandel: testamento digital reduz disputas judiciais</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 7224/25 cria o Testamento Digital Simplificado, um documento eletrônico gratuito para registrar disposições sobre bens digitais, doação de órgãos e cuidados médicos. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>“Estudos demonstram que a judicialização de sucessões sem testamento consome recursos públicos e prolonga desnecessariamente o sofrimento das famílias”, disse o deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), autor da proposta.</p>
<p>“O testamento digital, ao esclarecer previamente a vontade da pessoa falecida, reduz litígios, acelera inventários e libera o Poder Judiciário para questões mais complexas”, continuou o parlamentar.</p>
<p><strong>Principais pontos</strong><br>
Pela proposta, a lavratura do testamento digital será feita por videoconferência com um tabelião de notas, e a gravação deverá ficar armazenada por 30 anos. Qualquer pessoa com mais de 16 anos de idade poderá utilizar o serviço.</p>
<p>Todo o processo deverá ocorrer por meio da futura Plataforma Nacional de Testamento Digital, criada pelo projeto e a ser gerida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Para garantir a segurança jurídica, o testador precisará utilizar certificação digital ou biometria integrada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<p><strong>Outras medidas</strong><br>
O novo formato não substituirá modalidades de testamento previstas no Código Civil, mas poderá tratar de bens digitais, como contas em redes sociais e criptomoedas, e bens móveis de até mil salários mínimos (R$ 1,6 milhão hoje).</p>
<p>Ficam proibidas no formato digital simplificado as disposições sobre imóveis, reconhecimento de paternidade ou bens de alto valor. Para esses casos, o cidadão deverá continuar utilizando os testamentos tradicionais.</p>
<p>A proposta também cria a figura do administrador digital. Essa pessoa poderá ser nomeada diretamente no testamento digital simplificado para gerenciar, transferir ou excluir contas e ativos virtuais na internet após a morte do titular.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto cria incentivo fiscal para empresas que investirem em segurança do trabalho</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-cria-incentivo-fiscal-para-empresas-que-investirem-em-seguranca-do-trabalho</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-cria-incentivo-fiscal-para-empresas-que-investirem-em-seguranca-do-trabalho</guid>
<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251216001453081-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 20:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, cria, incentivo, fiscal, para, empresas, que, investirem, segurança, trabalho</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1254951">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251216001453081-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Capitão Alberto Neto (PL-AM)"></div>
<div class="midia-legenda">Capitão Alberto Neto: objetivo é reduzir acidentes e doenças causadas pelo trabalho</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6457/25, em análise na Câmara dos Deputados, cria um incentivo fiscal para empresas que investirem na segurança dos seus funcionários.</p>
<p>A proposta permite que empresas tributadas sobre o lucro real deduzam do Imposto de Renda o dobro dos gastos feitos para cumprir normas de segurança e saúde no trabalho. O benefício vale para despesas com a Norma Regulamentadora 1 (NR-1), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que trata do gerenciamento de riscos ocupacionais.</p>
<p>Pelo projeto, o incentivo fiscal não poderá exceder 10% do lucro tributável em cada exercício financeiro. Despesas que não possam ser deduzidas em um ano por conta desse limite poderão ser transferidas para os dois exercícios subsequentes.</p>
<p>Segundo o autor, deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), o objetivo é reduzir acidentes e doenças causadas pelo trabalho, além de diminuir os gastos públicos com saúde e previdência.</p>
<p>Ele afirma ainda que a medida fortalece a competitividade das empresas brasileiras. "O incentivo fiscal favorece o desenho de ambientes de trabalho mais seguros e produtivos, sem que esse custo seja imposto exclusivamente ao empreendedor", diz.</p>
<p>O parlamentar lembra que a NR-1 só entrará em vigor em 26 de maio de 2026 e que os incentivos servirão para estimular as empresas a adotá-la.</p>
<p><strong>NR1</strong><br>
A NR-1 define as diretrizes básicas de segurança e saúde no trabalho a serem cumpridas por empresas e funcionários sob o regime da <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-5452-1-maio-1943-415500-norma-pe.html">Consolidação das Leis do Trabalho</a> (CLT).</p>
<p>A norma prevê o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), exige a identificação de perigos e a criação de planos de ação preventivos.</p>
<p>O documento também lista direitos e deveres de empregadores e empregados, detalha regras para capacitação e treinamento dos trabalhadores (inclusive on-line ou semipresencial) e simplifica exigências para micro e pequenas empresas, conforme o risco.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br>
A proposta será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova aumento de pena para furto, roubo, receptação e latrocínio</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-aumento-de-pena-para-furto-roubo-receptacao-e-latrocinio</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-aumento-de-pena-para-furto-roubo-receptacao-e-latrocinio</guid>
<description><![CDATA[ Proposta será enviada à sanção presidencial ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318221545712-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 20:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, aumento, pena, para, furto, roubo, receptação, latrocínio</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1255374">
<div class="midia-creditos"><em>Leandro Ribeiro/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318221545712-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Alfredo Gaspar (UNIÃO - AL)"></div>
<div class="midia-legenda">Alfredo Gaspar, relator do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que aumenta as penas para os crimes de furto, roubo, receptação de produtos roubados, roubo seguido de morte (latrocínio) e outros. A proposta será enviada à sanção presidencial.</p>
<p>Foi aprovado em Plenário, nesta quarta-feira (18), um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do Senado ao Projeto de Lei 3780/23, de autoria do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) e <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2376169">outros</a>. O texto final mantém vários trechos do que foi aprovado anteriormente pela Câmara em 2023, segundo parecer do relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL).</p>
<p>Para o relator, as alterações do Senado deram um abrandamento das penas. "O Senado adotou uma solução que vai na contramão desse anseio social por um endurecimento maior das punições", disse Alfredo Gaspar.</p>
<p>Ele afirmou que o Brasil vive uma epidemia não apenas de homicídios, mas também de crimes patrimoniais. "Chega de bandidagem livre para cometer crimes. Endurecemos penas porque a sociedade precisa, o direito exige, e a bandidagem merece", disse.</p>
<p>O autor da proposta, deputado Kim Kataguiri, afirmou que a aprovação do texto responde a "uma luta da maioria dos brasileiros que trabalham, produzem e estão cansados de serem saqueados, reféns do crime todas as vezes que saem de casa".</p>
<p><strong>Furto</strong><br>
Segundo o texto aprovado, a pena geral de furto passa de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 1 a 4 anos para 1 a 6 anos, aumentando-se da metade se o crime é praticado durante a noite.</p>
<p>No caso do furto qualificado, cuja pena continua a mesma (2 a 8 anos), Alfredo Gaspar acatou nova redação para o furto de material de concessionárias de serviços públicos em razão da aprovação da <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15181-28-julho-2025-797785-norma-pl.html">Lei 15.181/25</a> que incluiu essa hipótese: furto de quaisquer bens que comprometam o funcionamento de órgãos dos entes federativos ou de estabelecimentos públicos ou privados prestadores de serviços essenciais.</p>
<p>Já o furto por meio de fraude com o uso de dispositivo eletrônico (golpes virtuais) tem pena aumentada de reclusão de 4 a 8 anos para 4 a 10 anos.</p>
<p>O texto também aumenta as penas de reclusão para 4 a 10 anos em outros furtos específicos já existentes: veículo transportado a outro estado ou para o exterior (antes de 3 a 8 anos); e gado e outros animais de produção (antes de 2 a 5 anos).</p>
<p>Um dos trechos aprovados no Senado e incorporados à redação final inclui nessa faixa de pena o furto de:</p>
<ul>
<li>aparelho de telefonia celular, de computador, inclusive notebook ou tablet, ou de qualquer dispositivo eletrônico ou informático semelhante; e</li>
<li>de arma de fogo.</li>
</ul>
<p>O texto de Alfredo Gaspar cria ainda agravante para o furto de animais domésticos (4 a 10 anos de reclusão).</p>
<p><strong>Roubo</strong><br>
Quanto ao crime de roubo, a pena geral de 4 a 10 anos passa para 6 a 10 anos, com aumento de 1/3 à metade para duas novas situações semelhantes à do furto: celulares, computadores, notebooks e tablets; e arma de fogo.</p>
<p>Quando o roubo ocorrer com violência e dela resultar lesão grave, a pena atual de 7 a 18 anos passará para 16 a 24 anos.</p>
<p>No caso do latrocínio (roubo seguido de morte da vítima), o condenado poderá ser punido com 24 a 30 anos de prisão. Hoje a pena é de 20 a 30 anos.</p>
<p><strong>Receptação</strong><br>
O crime de receptação de coisa obtida por meio de um crime, que é quando alguém recebe para revender o bem, por exemplo, passa de 1 a 4 anos para 2 a 6 anos.</p>
<p>Quando a receptação for de animal de produção ou carnes, a pena para esse crime passará de 2 a 5 anos de reclusão para 3 a 8 anos.</p>
<p>Igual pena é atribuída à condenação pela receptação de animal doméstico.</p>
<div class="image-container" data-midia="1255381">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318190124630-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Kim Kataguiri (MISSÃO-SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Kim Kataguiri, autor do projeto de lei</div>
</div>
<p><strong>Fios de telefone</strong><br>
A pena por interromper serviço telefônico, telegráfico ou radiotelegráfico, atualmente de <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span> de 1 a 3 anos, será de reclusão de 2 a 4 anos.</p>
<p>A pena será aplicada em dobro se o crime for cometido por ocasião de calamidade pública ou roubo ou destruição de equipamento instalado em torres de telecomunicação.</p>
<p><strong>Estelionato</strong><br>
No crime de estelionato, com pena de 1 a 5 anos de reclusão, Gaspar introduz a tipificação específica de “cessão de conta laranja”, definida como a cessão, gratuita ou com pagamento, de conta bancária para que nela transitem recursos destinados ao financiamento de atividade criminosa ou vindos dessa atividade.</p>
<p>Novo caso de estelionato qualificado por fraude eletrônica é incluído para abranger os golpes aplicados por meio da duplicação de dispositivo eletrônico ou de aplicação de internet.</p>
<p>Assim, o condenado poderá ser punido com 4 a 8 anos de prisão por esse tipo de fraude cometida com informações fornecidas pela vítima ou terceiro.</p>
<p>Atualmente, essa pena já é aplicada aos golpes ocorridos quando essas pessoas são induzidas a erro por meio de redes sociais, contatos telefônicos, envio de e-mail fraudulento ou qualquer meio análogo.</p>
<p><strong>Representação</strong><br>
Por fim, o projeto de lei acaba com dispositivo introduzido em 2019 no Código Penal que condiciona o início da ação penal para o crime de estelionato à representação da vítima.</p>
<p>Assim, a representação não dependerá da iniciativa da vítima, podendo ser apresentada pelo Ministério Público em qualquer situação. Atualmente, isso ocorre somente se o crime for contra a administração pública; criança ou adolescente; pessoa com deficiência mental; ou maior de 70 anos de idade ou incapaz.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova pena de prisão de até 40 anos para crime de homicídio vicário</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-pena-de-prisao-de-ate-40-anos-para-crime-de-homicidio-vicario</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-pena-de-prisao-de-ate-40-anos-para-crime-de-homicidio-vicario</guid>
<description><![CDATA[ Trata-se do assassinato de filhos ou outros parentes cometido com a intenção de causar sofrimento à mulher ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318200728800-768x474.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 20:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, pena, prisão, até, anos, para, crime, homicídio, vicário</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1255363">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318200728800-768x474.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Lídice da Mata (PSB - BA), Dep. Erika Kokay (PT - DF), Dep. Jack Rocha (PT-ES), Dep. Silvye Alves (UNIÃO - GO), Dep. Sâmia Bomfim (PSOL - SP), Dep. Laura Carneiro (PSD - RJ) e Dep. Fernanda Melchionna (PSOL-RS)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputada Silvye Alves (C) lê parecer sobre o projeto, ao lado de outras parlamentares</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que tipifica no Código Penal o crime de homicídio vicário, cometido quando filhos ou outros parentes são assassinados para causar à mulher sofrimento, punição ou controle no contexto de violência doméstica e familiar. A pena para o crime será de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 20 a 40 anos. A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria das deputadas Laura Carneiro (PSD-RJ), Fernanda Melchionna (Psol-RS) e Maria do Rosário (PT-RS), o Projeto de Lei 3880/24 foi aprovado na forma do <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Silvye Alves (União-GO).</p>
<p>O texto especifica que o assassinato será assim caracterizado se for cometido contra descendente, ascendente, dependente, enteado ou pessoa sob guarda ou responsabilidade direta da mulher.</p>
<p>Como agravantes para esse crime, a relatora prevê o aumento de pena de 1/3 à metade se for cometido:</p>
<ul>
<li>na presença da mulher a quem se pretende causar sofrimento, punição ou controle;</li>
<li>contra criança ou adolescente, pessoa idosa ou com deficiência; ou</li>
<li>em descumprimento de medida protetiva de urgência.</li>
</ul>
<p><strong>Crime hediondo</strong><br>
Adicionalmente, o homicídio vicário será considerado <span class="termoGlossario" title="A Lei 8.072/90 define como hediondos os crimes de homicídio praticado por grupo de extermínio; homicídio qualificado; latrocínio; genocídio; extorsão qualificada por morte; extorsão mediante sequestro; estupro; disseminação de epidemia que provoque morte; falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais; e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável. Esse tipo de crime deve ser cumprido inicialmente em regime fechado e é insuscetível de anistia, graça, indulto e fiança." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">crime hediondo</span>. Condenados por crimes hediondos não podem contar com anistia, graça, indulto ou fiança. Têm ainda prazos maiores de cumprimento de pena em regime fechado para poder acessar o regime semiaberto.</p>
<p><strong>Lei Maria da Penha</strong><br>
Sylvie Alves utiliza o mesmo conceito para incluir na <span class="termoGlossario" title="Trata-se da Lei 11.340/06 que protege as mulheres contra a violência doméstica e familiar. A lei torna mais rigorosa a punição aos agressores, aumentando o tempo máximo de detenção de um para três anos. Prevê ainda a prisão em flagrante do agressor e a não aplicação de penas alternativas (aquelas em que o réu é condenado a pagar cestas básicas ou multas). Constatada a agressão, poderão também ser aplicadas medidas protetivas como o afastamento do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da ofendida. O nome da lei é uma homenagem a Maria da Penha Fernandes, que sobreviveu a duas tentativas de homicídio praticadas pelo ex-marido." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Lei Maria da Penha</span> a violência vicária como uma das formas de violência doméstica e familiar contra a mulher.</p>
<p>A definição dada é de qualquer forma de violência praticada contra descendente, ascendente, dependente, enteado, pessoa sob guarda ou responsabilidade direta ou mesmo outro parente ou pessoa da rede de apoio da mulher visando atingi-la.</p>
<p>Com a ampliação dos termos, outros tipos de violência sem morte contra parentes, como lesão corporal, podem ser considerados uma forma de violência doméstica e familiar.</p>
<p>Silvye Alves afirmou que a proposta dá visibilidade à violência vicária e reforça a capacidade de resposta institucional diante de práticas de coerção, retaliação ou controle que atingem terceiros para amplificar o sofrimento da vítima principal.</p>
<p>Segundo a relatora, a violência vicária é cada vez mais reconhecida "como uma das faces mais cruéis e ainda subnotificadas" de violência no país. Ela afirmou que a violência psicológica e a instrumentalização de crianças em disputas de guarda, visitas e migração internacional têm sido muito relatadas pelas vítimas.</p>
<p>Na tribuna, Silvye Alves fez discurso em tom de desabafo, acusando deputados por machismo durante a análise do texto. "Queria que todos abrissem o coração para que a gente possa proteger não só crianças e adolescentes, mas todas as pessoas usadas por um homem", afirmou.</p>
<p>A deputada citou o caso do secretário de Governo de Itumbiara (GO) que, em fevereiro, matou os dois filhos para causar sofrimento à esposa. Ele depois se suicidou.</p>
<p>Silvye Alves também falou que foi vítima de violência vicária ao relatar que seu pai agrediu sua mãe quando esta estava grávida.</p>
<p><strong>Debate em Plenário</strong><br>
Durante o debate sobre o projeto, o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) avaliou que o texto é preconceituoso, já que não prevê punição para mulheres que cometem o crime. "Estão tratando o homem como o único que pode cometer violência e homicídio vicário, e eu trouxe aqui demonstrações de que esse crime não tem sexo", disse Jordy, ao citar reportagens sobre crimes cometidos por mulheres contra seus filhos para prejudicar o pai.</p>
<p>A deputada Julia Zanatta (PL-SC) afirmou que, ao estruturar o conceito de forma unilateral, o projeto ignora que mulheres também podem exercer manipulação e violência psicológica por meio dos filhos. "Por que eliminar o conceito de igualdade previsto em nossa Constituição?", questionou.</p>
<p>A coordenadora da bancada feminina, deputada Jack Rocha (PT-ES), afirmou que o processo da violência vicária está "atrelado diretamente" à violência contra as mulheres. "Há um processo de confusão e desinformação de querer atrelar a violência vicária a homens e mulheres", declarou. Segundo ela, quem é contra a proposta vota contra as mulheres brasileiras. "Somos nós as impactadas."</p>
<p>Para a deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), há semelhança entre a lógica da lei do feminicídio e a proposta. "Aqui estamos com um caso paralelo. Violência vicária é quando um agressor mata e atinge uma criança para prejudicar a mãe. Assim como a lei do feminicídio, tem um viés claro de gênero", disse.</p>
<p>A deputada Lídice da Mata (PSB-BA) ressaltou que a proposta não pode ser redigida a partir das exceções. "São as mulheres as maiores vítimas de violência", disse.</p>
<p>Segundo a deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), uma das autoras da proposta, o objetivo é garantir à mulher que não seja ferida por ser mulher. "Nunca ouvi falar em mulher que mata seus filhos, que saíram da sua barriga, para punir um homem. Trabalhei no maior escritório de advocacia de direito de família deste país e nunca ouvi falar em nada parecido."</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
<p> </p>
<div class="video-container youtube youtube-100" data-youtube-id="J2kxiWzf6Wg">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
<p></p>
<div class="midia-legenda"></div>
</div>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova confisco de bens e valores usados na prática de crimes sexuais contra crianças</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-confisco-de-bens-e-valores-usados-na-pratica-de-crimes-sexuais-contra-criancas</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-confisco-de-bens-e-valores-usados-na-pratica-de-crimes-sexuais-contra-criancas</guid>
<description><![CDATA[ A Câmara dos Deputados continua discutindo o assunto ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 20:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, confisco, bens, valores, usados, prática, crimes, sexuais, contra, crianças</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1255447">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251219163433509-768x473.jpg" alt="Deputada Bia Kicis fala ao microfone"></div>
<div class="midia-legenda">Bia Kicis recomendou a aprovação da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/560638-projeto-preve-confisco-de-bens-usados-na-pratica-crimes-sexuais-contra-criancas">Projeto de Lei 1882/19</a>, que prevê o confisco de bens e valores utilizados na prática de crimes sexuais contra crianças ou adolescentes.</p>
<p>A proposta altera o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</a>. O objetivo é permitir que os bens confiscados sejam usados para indenizar a vítima ou sejam destinados ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente dos estados ou do Distrito Federal.</p>
<p>A relatora, deputada Bia Kicis (PL-DF), recomendou a aprovação do texto. “É público e notório que o tratamento penal dado a crimes sexuais contra crianças e adolescentes, bem como o tráfico infantil, ainda é muito brando”, afirmou ela.</p>
<p><strong>Principais pontos</strong><br>
A proposta aprovada também altera o ECA para punir com <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 4 a 10 anos e multa quem:</p>
<ul>
<li> facilita práticas de crimes sexuais contra crianças e adolescentes; ou</li>
<li>impede ou dificulta que crianças e adolescentes as abandonem.</li>
</ul>
<p>O texto determina ainda, como efeito da condenação, a cassação da licença de funcionamento do estabelecimento em que o dono ou o responsável permita a submissão de criança ou adolescente àquelas práticas.</p>
<p><strong>CPI no Senado</strong><br>
O deputado José Medeiros (PL-MT), autor do projeto de lei, afirmou que a iniciativa teve origem nas conclusões da <a href="https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/609813">Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Maus-Tratos</a>, instalada em 2017 no Senado, da qual ele foi relator.</p>
<p>“O projeto se justifica pela necessidade de uma disposição legal mais específica quanto aos bens utilizados para o cometimento de crimes sexuais contra crianças e adolescentes”, afirmou o parlamentar.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta já foi aprovada pela antiga <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/885266-COMISSAO-APROVA-CONFISCO-DE-BENS-E-VALORES-USADOS-NA-PRATICA-DE-CRIMES-SEXUAIS-CONTRA-CRIANCAS">Comissão de Seguridade</a> e pela <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573001-SEGURANCA-AUMENTA-PUNICOES-DE-CRIMES-SEXUAIS-CONTRA-CRIANCAS-E-ADOLESCENTES">Comissão de Segurança</a>, e ainda será analisada pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova quebra de sigilo para verificar capacidade de pagar pensão alimentícia</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-quebra-de-sigilo-para-verificar-capacidade-de-pagar-pensao-alimenticia</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-quebra-de-sigilo-para-verificar-capacidade-de-pagar-pensao-alimenticia</guid>
<description><![CDATA[ O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318152951898-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 20:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, quebra, sigilo, para, verificar, capacidade, pagar, pensão, alimentícia</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1256231">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318152951898-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Segurança Viária e a necessidade de atualização do Código de Trânsito Brasileiro. Dep. Laura Carneiro (PSD - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro: <span data-path-to-node="3,4">alimentação dos filhos é prioridade e pode superar direito ao sigilo</span></div>
</div>
<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar 69/25, que permite a quebra do sigilo bancário e fiscal de devedores de pensão alimentícia para verificar sua real capacidade financeira para garantir o sustento dos filhos.</p>
<p>Pelo texto, o acesso aos dados sigilosos do devedor independe de requisição específica e pode ocorrer em qualquer etapa do processo, sem a necessidade de solicitações prévias ou provas iniciais de renda.<p></p></p>
<p><span class="citation-417">A proposta altera a lei que trata do sigilo das operações de instituições financeiras (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/leicom/2001/leicomplementar-105-10-janeiro-2001-355754-norma-pl.html">Lei Complementar 105/01</a>) para incluir essa nova possibilidade</span><source-footnote ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER" _nghost-ng-c1248933749=""></source-footnote><span data-path-to-node="2,3">. </span><span data-path-to-node="2,4">Atualmente, o sigilo já pode ser quebrado em investigações de crimes como lavagem de dinheiro e corrupção</span><source-footnote ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER" _nghost-ng-c1248933749=""></source-footnote><source-footnote ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER" _nghost-ng-c1248933749=""></source-footnote><span data-path-to-node="2,7">.</span></p>
<p><span data-path-to-node="2,9"><span class="citation-414">A relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), votou a favor do projeto e destacou que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já possui decisões nesse sentido</span></span><source-footnote ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER" _nghost-ng-c1248933749=""></source-footnote><source-footnote ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER" _nghost-ng-c1248933749=""></source-footnote><span data-path-to-node="3,3">. </span><span data-path-to-node="3,4">Segundo ela, a proteção à alimentação de crianças e adolescentes é prioridade e pode superar o direito ao sigilo bancário quando não houver outro meio de comprovar a renda</span><source-footnote ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER" _nghost-ng-c1248933749=""></source-footnote><span data-path-to-node="3,7">.</span><sources-carousel-inline ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER" _nghost-ng-c243972884=""><source-inline-chip _ngcontent-ng-c243972884="" _nghost-ng-c3720459188="" class="ng-star-inserted"></source-inline-chip></sources-carousel-inline><p></p></p>
<p><span class="citation-412">“A iniciativa dialoga diretamente com os objetivos constitucionais de garantir à criança e ao adolescente o direito à alimentação, à dignidade e à convivência familiar”, afirmou a relatora no parecer aprovado</span><source-footnote ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER" _nghost-ng-c1248933749=""></source-footnote><span data-path-to-node="4,3">. </span><p></p></p>
<p><span class="citation-411">O projeto original foi apresentado pelo deputado Célio Studart (PSD-CE)</span><source-footnote ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER" _nghost-ng-c1248933749=""></source-footnote><source-footnote ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER" _nghost-ng-c1248933749=""></source-footnote><source-footnote ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER" _nghost-ng-c1248933749=""></source-footnote><span data-path-to-node="4,7">.</span><sources-carousel-inline ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER" _nghost-ng-c243972884=""><source-inline-chip _ngcontent-ng-c243972884="" _nghost-ng-c3720459188="" class="ng-star-inserted"></source-inline-chip></sources-carousel-inline><p></p></p>
<p><span data-path-to-node="5,0"><span class="citation-410"><strong>Próximas Etapas</strong><br>
A proposta será ainda analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania</span></span><source-footnote ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER" _nghost-ng-c1248933749=""></source-footnote><span data-path-to-node="5,4">. Depois, segue para análise do Plenário.</span></p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.<p></p></p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/606442-conheca-a-tramitacao-de-projetos-de-lei-complementar/">Conheça a tramitação de projetos de lei complementar</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova aumento de pena para quem retém cartão de pessoa com deficiência</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-aumento-de-pena-para-quem-retem-cartao-de-pessoa-com-deficiencia</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-aumento-de-pena-para-quem-retem-cartao-de-pessoa-com-deficiencia</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei continua em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20240409141129762-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 20:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, aumento, pena, para, quem, retém, cartão, pessoa, com, deficiência</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1255603">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20240409141129762-768x473.jpg" alt="Deputada Andreia Siqueira (MDB-PA) fala em comissão da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Andreia Siqueira: penalidade atual passa mensagem de delito de menor importância</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que endurece a punição para o crime de retenção ou utilização indevida de cartão magnético ou meio eletrônico de pessoa com deficiência destinados ao recebimento de benefícios e pensões, entre outros.</p>
<p>A proposta altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13146-6-julho-2015-781174-norma-pl.html">Estatuto da Pessoa com Deficiência</a> para elevar a sanção para <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span>, de dois a cinco anos, e multa. Atualmente, a legislação prevê para a conduta pena de <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span>, de seis meses a dois anos, e multa.</p>
<p>A relatora da matéria, deputada Andreia Siqueira (MDB-PA), apresentou um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> ao Projeto de Lei 6557/25, do deputado André Fernandes (PL-CE). A nova redação traz uma alteração técnica que não modifica o objetivo do projeto original.</p>
<p>A relatora defendeu o rigor na lei para proteger a autonomia e a dignidade das vítimas de um crime muitas vezes praticado por familiares.</p>
<p>“A atual penalidade envia uma mensagem para a sociedade de que enganar uma pessoa com deficiência, furtando sua renda por meio do acesso ao cartão eletrônico, é um delito de menor importância”, considerou a parlamentar.</p>
<p>Andreia Siqueira disse que elevar a sanção para os patamares da reclusão sinaliza o compromisso do Estado com a proteção das pessoas mais vulneráveis.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para a apreciação do Plenário da Câmara.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e sancionado pelo presidente da República.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Projeto cria diretriz nacional para prevenir o casamento infantil no Brasil</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-cria-diretriz-nacional-para-prevenir-o-casamento-infantil-no-brasil</link>
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<description><![CDATA[ Matrimônio de menores de 16 anos já é proibido no país, mas autora de projeto aponta controvérsias na legislação ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 02:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, cria, diretriz, nacional, para, prevenir, casamento, infantil, Brasil</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1254298">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20250819183916525-768x473.jpg" alt="Deputada Ana Paula Lima (PL-SC) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Ana Paula Lima: o casamento infantil constitui uma grave violação de direitos humanos</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6622/25 institui a Diretriz Nacional de Prevenção ao Casamento Infantil, com o objetivo de disseminar informações e medidas educativas para evitar a constituição de casamentos e uniões de fato envolvendo crianças ou adolescentes.</p>
<p>A proposta, da deputada Ana Paula Lima (PT-SC), está em análise na Câmara dos Deputados e altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</a> e o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2002/lei-10406-10-janeiro-2002-432893-norma-pl.html">Código Civil</a>.</p>
<p>De acordo com o texto, a implementação da diretriz será feita por meio de ações das áreas de saúde, educação, assistência social e direitos humanos. O projeto também traz regras para impedir o reconhecimento legal de uniões precoces.</p>
<p><strong>Nulidade</strong><br>
Nas alterações feitas no Código Civil, a proposta determina que o casamento realizado por quem não completou a idade mínima legal de 16 anos será considerado nulo. Atualmente, a lei ainda contém trechos que mencionam a “anulabilidade”, o que gera controvérsias jurídicas sobre a validade dessas uniões em casos específicos, como a gravidez da adolescente.</p>
<p>Além disso, o projeto veda expressamente o reconhecimento de união estável para pessoas que não atingiram a idade mínima para casar. O objetivo, segundo Ana Paula, é fortalecer os mecanismos tendentes ao enfrentamento do casamento infantil e pôr fim a dúvidas interpretativas na justiça.</p>
<p><strong>Impactos sociais</strong><br>
Na justificativa da proposta, a deputada cita dados do Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<span class="termoGlossario" title="Órgão da administração pública federal, subordinado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. É o principal provedor de dados oficiais do País, sendo responsável pela produção, análise, pesquisa e disseminação de informações de natureza estatística (demográfica, social e econômica), geográfica, cartográfica, geodésica e ambiental." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">IBGE</span>), que apontam que o Brasil possuía 34 mil crianças e adolescentes, com idade entre 10 e 14 anos, em união conjugal, sendo 77% meninas.</p>
<p>“O casamento infantil constitui uma grave violação de direitos humanos, que impacta negativamente o desenvolvimento das vítimas, afetando sua saúde física, mental e sexual, bem como seu desenvolvimento educacional e social”, aponta Ana Paula.</p>
<p>A parlamentar ressalta ainda que crianças e adolescentes nessas situações assumem responsabilidades domésticas precoces e ficam expostos a violência doméstica, evasão escolar e infecções sexualmente transmissíveis.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto será analisado pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e sancionado pelo presidente da República.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova proteção a mulheres antes de revogar medidas</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-protecao-a-mulheres-antes-de-revogar-medidas</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-protecao-a-mulheres-antes-de-revogar-medidas</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, o projeto de lei precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 02:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, proteção, mulheres, antes, revogar, medidas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1253810">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260311193513185-768x474.jpg" alt="Deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro, relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei condicionando a revogação de medidas protetivas de urgência do agressor à manifestação prévia da mulher vítima de violência doméstica e familiar.</p>
<p>Além disso, a proposta determina a realização da chamada audiência de admoestação para a soltura de agressor em caso de revogação de prisão preventiva. Nessa audiência, o juiz deverá advertir o agressor sobre a necessidade de cumprimento das medidas protetivas que lhe forem impostas. A audiência deverá ser realizada em até 48 horas da decisão de soltar o réu. As medidas são inseridas na <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Lei Maria da Penha</a>.</p>
<p>Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovado o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/809810-COMISSAO-APROVA-PROPOSTA-QUE-CONDICIONA-REVOGACAO-DE-MEDIDAS-PROTETIVAS-A-OITIVA-PREVIA-DA-AGREDIDA">da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher</a> ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/545375-proposta-altera-lei-maria-da-penha-e-obriga-realizacao-de-audiencia-antes-de-soltura-de-agressor">Projeto de Lei 10019/18</a>, do Senado, e oito <span class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensados</span> (PLs 2939/15, 8320/17, 3418/19, 6010/19, 1025/21, 2454/23, 3111/23 e 5778/23).</p>
<p>Laura Carneiro defendeu que o contato com a vítima deve ser realizado pela equipe técnica da vara especializada, por equipamento da Rede de Enfrentamento à Violência da região de seu domicílio ou, ainda, pelo próprio juízo da vara de violência doméstica e familiar. "O que evitará o contato direto com o agressor e a possível revitimização da ofendida", disse.</p>
<p><strong>Medidas protetivas</strong><br>
Entre as medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha, estão a suspensão do porte de arma, o afastamento do lar ou a proibição de aproximação da vítima.</p>
<p>A prisão preventiva é aquela feita no curso da investigação do crime, a fim de garantir a investigação, impedir a fuga ou garantir a segurança das vítimas.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
Como a proposta foi alterada pela Câmara, ela retorna ao Senado. Para virar lei, precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que prevê prisão imediata do agressor que descumpre medida protetiva</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-preve-prisao-imediata-do-agressor-que-descumpre-medida-protetiva</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-preve-prisao-imediata-do-agressor-que-descumpre-medida-protetiva</guid>
<description><![CDATA[ Proposta ainda será analisada pelo Plenário da Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 02:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, prevê, prisão, imediata, agressor, que, descumpre, medida, protetiva</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1218415">
<div class="midia-creditos"><em>Michel Jesus / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/11/img20251028123608814-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Tráfego de veículos entre Itajaí e Navegantes-SC. Dep. Marangoni (UNIÃO - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Marangoni: descumprimento de medidas cautelares torna vítimas ainda mais vulneráveis</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (17) projeto de lei que determina a prisão preventiva de quem descumpre medidas cautelares relacionadas à violência doméstica ou familiar contra mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência. A proposta segue para o Plenário.</p>
<p>Segundo o texto, a medida cautelar deverá ser substituída por prisão em caso de desobediência ao uso correto da tornozeleira eletrônica ou à ordem de manter distância da vítima de violência. A proposta altera <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-3689-3-outubro-1941-322206-norma-pe.html">Código de Processo Penal</a> e a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7210-11-julho-1984-356938-norma-pl.html">Lei de Execução Penal</a>.</p>
<p>Por recomendação do relator, deputado Marangoni (União-SP), a CCJ aprovou o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado para o Projeto de Lei 5125/23, do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ). O novo texto corrige apenas aspectos de técnica legislativa.</p>
<p>“O descumprimento das medidas cautelares por parte dos ofensores torna as vítimas ainda mais vulneráveis, fazendo-as passar, inclusive, por uma situação de revitimização, pois terão sua integridade física e psíquica ameaçadas de nova violação”, pontuou Marangoni.</p>
<p>Na justificativa que acompanha o projeto original, Ribeiro cita diversos casos em que medidas protetivas são instauradas e deliberadamente desrespeitadas.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova programa “Antes que aconteça” para prevenir casos de violência contra a mulher</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-programa-antes-que-aconteca-para-prevenir-casos-de-violencia-contra-a-mulher</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-programa-antes-que-aconteca-para-prevenir-casos-de-violencia-contra-a-mulher</guid>
<description><![CDATA[ Proposta será enviada à sanção presidencial ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 02:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, programa, “Antes, que, aconteça”, para, prevenir, casos, violência, contra, mulher</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1254732">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260317203858941-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Amanda Gentil (PP-MA)"></div>
<div class="midia-legenda">Amanda Gentil, relatora do projeto</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria o programa “Antes que aconteça” para prevenir casos de violência contra a mulher e apoiar ações para dar mais efetividade às medidas protetivas, como adoção de soluções tecnológicas e de mecanismos de monitoramento eletrônico do agressor.</p>
<p>De autoria do Senado, o Projeto de Lei 6674/25 foi aprovado em Plenário nesta terça-feira (17) e será enviado à sanção presidencial com parecer favorável da relatora, deputada Amanda Gentil (PP-MA).</p>
<p>Segundo o texto, na sua face educacional, o programa será implementado em cada sistema de ensino para promover novo padrão educacional por meio de ações educativas, formativas e de conscientização voltadas à prevenção da violência contra a mulher e à promoção de seus direitos.</p>
<p>Também no âmbito do programa, agentes públicos das áreas de saúde, segurança, justiça, educação e assistência social, assim como defensoras populares poderão contar com cursos de capacitação técnica e sensibilização.</p>
<p>As defensoras populares são lideranças comunitárias capacitadas em direitos das mulheres para atuar como multiplicadoras da informação, identificando situações de violação desses direitos em sua localidade de atuação para encaminhar as mulheres à rede de apoio e proteção.</p>
<p>Segundo a relatora, deputada Amanda Gentil, o texto organiza e incentiva políticas públicas voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência contra a mulher. A  ênfase será em acolhimento especializado, capacitação, fortalecimento de redes, produção de evidências e monitoramento, além de contemplar recortes de vulnerabilidade agravada.</p>
<p>"O projeto avança ao tratar o tema como política pública estruturante, reforçando o dever do Estado de coibir a violência no âmbito das relações familiares e de promover a dignidade e a igualdade material", disse a deputada.</p>
<p>Amanda Gentil afirmou ainda que, "ao fortalecer a rede de apoio e proteção, o projeto melhora a chance de a vítima percorrer o caminho completo: acolher, proteger, responsabilizar e reconstruir autonomia".</p>
<p><strong>Salas Lilás</strong><br>
Entre as medidas a serem tomadas pelo poder público está a criação das chamadas “salas lilás” para acolhimento de mulheres e meninas em situação de violência em delegacias, instituições de perícia oficial de natureza criminal, instituições do sistema de Justiça e demais órgãos públicos.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1254157-HUGO-MOTTA-ANUNCIA-INAUGURACAO-DA-SALA-LILAS-NA-CAMARA-PARA-ATENDER-MULHERES-VITIMAS-DE-VIOLENCIA">A Sala Lilás da Câmara será inaugurada nesta quarta-feira (18) às 11 horas.</a></p>
<p>As casas abrigo, já adotadas, são reforçadas no projeto como iniciativa para ampliação desses espaços temporários de curta duração destinados a mulheres e seus dependentes em situação de risco iminente.</p>
<p>Outra iniciativa prevista no projeto é a dos serviços itinerantes em unidades móveis e vans para oferecer atendimento psicológico, jurídico e social gratuito em locais de difícil acesso, escolas e comunidades, focando na prevenção e proteção.</p>
<p>A deputada Amanda Gentil destacou que locais como a Sala Lilás oferecem acolhimento especializado e valorizam o atendimento humanizado, a privacidade e o suporte multidisciplinar, reduzindo desistências de denúncia, exposição da vítima e risco de retaliação. "Casas abrigo e serviços itinerantes ampliam proteção e acesso onde há risco iminente ou barreiras de deslocamento, o que é particularmente relevante para áreas rurais, periferias, territórios remotos e contextos de dependência econômica", disse.</p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), destacou que "uma semente plantada na Paraíba" pela autora do projeto, senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), começa a render frutos em todo o país. "Amanhã teremos mais uma sala lilás inaugurada para servir de apoio a todas as mulheres que frequentam a Câmara em Brasília. Terão na Câmara lugar para esse acolhimento e garantir que tenhamos avanço na diminuição de violência contra as mulheres", disse Motta.</p>
<div class="image-container" data-midia="1254724">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260317200748710-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)"></div>
<div class="midia-legenda">Hugo Motta (C): Câmara terá a Sala Lilás para atender mulheres vítimas de violência</div>
</div>
<p>A coordenadora da bancada feminina, deputada Jack Rocha (PT-ES), afirmou que o tema une todas as mulheres do Congresso. "Queremos que as mulheres brasileiras se sintam representadas por ambas as Casas do Congresso e, principalmente, que possam se espelhar e ver que o lugar da mulher é na política e onde ela quiser."</p>
<p><strong>Reeducação de agressor</strong><br>
O programa “Antes que aconteça” apoiará ainda iniciativas de recuperação e reeducação de agressores, tais como grupos reflexivos nos quais se praticará a reflexão sobre padrões culturais que fomentam a desigualdade e a violência contra a mulher.</p>
<p>A partir da reflexão, será buscada a decisão sobre a necessidade de modificação de comportamentos, da responsabilização individual e da construção de relações afetivas saudáveis.</p>
<p><strong>Produção de dados</strong><br>
Outra área de atuação do programa será o apoio à produção de evidências, de diagnóstico e de avaliação de resultados para orientar o planejamento, o monitoramento e o aperfeiçoamento contínuo das ações.</p>
<p>Esses dados poderão ser compilados na forma de estudos e relatórios e elaborados em cooperação com instituições públicas, universidades e entidades de pesquisa.</p>
<p>Com recursos vindos do Orçamento, de parcerias público-privadas, doações e patrocínios, o programa poderá ser executado de forma descentralizada utilizando-se de convênios, protocolos de intenções e acordos de cooperação técnica com entes federativos, universidades, instituições de pesquisa e órgãos do sistema de Justiça, além da iniciativa privada.</p>
<p><strong>Governança</strong><br>
Já a coordenação e o monitoramento do programa caberão ao comitê de governança constituído pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com a participação de órgãos e entidades parceiras.</p>
<p>Esse comitê deverá elaborar um plano nacional com metas, indicadores e critérios de priorização territorial, sendo responsável pela publicação de relatórios de monitoramento e avaliação.</p>
<p><strong>Objetivos</strong><br>
Entre os objetivos do programa “Antes que aconteça” estão:</p>
<ul>
<li>reduzir os índices de feminicídio e de violência doméstica e familiar, especialmente entre as vítimas sujeitas à vulnerabilidade agravada, a exemplo de mulheres negras, em situação de rua ou com deficiência, entre outras;</li>
<li>fortalecer a rede de atendimento, enfrentamento e proteção e a efetividade e eficácia das medidas protetivas de urgência;</li>
<li>promover a autonomia econômica e o empreendedorismo feminino como meios de quebra do ciclo de violência; e</li>
<li>educar e conscientizar a sociedade sobre igualdade entre homens e mulheres e o enfrentamento da violência contra mulheres, com foco especial no ambiente escolar para mudanças comportamentais e culturais.</li>
</ul>
<p><strong>Campanhas</strong><br>
O projeto reforça a promoção de campanhas públicas permanentes de prevenção e combate à violência contra as mulheres, focando na conscientização e prevenção, em ações de incentivo à autonomia econômica e de capacitação de defensoras populares.</p>
<p>O texto aprovado também cria o prêmio “Antes que Aconteça”, destinado a reconhecer boas práticas de órgãos e instituições públicas ou privadas no enfrentamento da violência contra a mulher.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto estende salário&#45;maternidade a avós e irmãos em caso de morte da mãe</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-estende-salario-maternidade-a-avos-e-irmaos-em-caso-de-morte-da-mae</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-estende-salario-maternidade-a-avos-e-irmaos-em-caso-de-morte-da-mae</guid>
<description><![CDATA[ 
Zeca Ribeiro

Duda Ramos, autor da proposta

O Projeto de Lei 6746/25 amplia a cobertura do salário-maternidade para garantir o pagamento do benefício a avós, bisavós ou irmãos maiores de idade que assumam a responsabilidade pela criança em caso de falecimento da mãe. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
Atualmente, a legislação prevê a transferência do benefício prioritariamente ao cônjuge ou companheiro sobrevivente. O novo texto estende esse direito a outros familiares próximos, desde que detenham a guarda, tutela ou curatela reconhecida judicialmente.
Regras para o recebimento
Pelo projeto, o benefício será pago pelo tempo restante a que a mãe teria direito originalmente. Os novos beneficiários elegíveis são classificados como ascendentes, no caso de avós e bisavós da criança; ou descendentes, os irmãos maiores de idade da criança (inclusive de relacionamentos anteriores da mãe).
O texto estabelece que o pagamento não poderá ser acumulado (apenas um responsável receberá) e deverá ser feito preferencialmente em conta bancária do titular da guarda.
Justificativa
O autor, deputado Duda Ramos (MDB-RR), argumenta que a legislação atual deixa desamparadas as estruturas familiares em que não há a figura do cônjuge, muito comum em famílias monoparentais.
“A falta de previsão legal expressa gera insegurança jurídica e dificulta o acesso ao benefício, obrigando familiares a ingressarem na Justiça para assegurar recursos mínimos à subsistência do recém-nascido”, afirma o autor.
Segundo o parlamentar, muitas vezes a responsabilidade recai sobre avós ou irmãos mais velhos de forma imediata. O projeto visa evitar burocracia e garantir recursos para a criança órfã em um momento crítico, reconhecendo a realidade das famílias brasileiras.
Próximos passos
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20231213212925179-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 02:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, estende, salário-maternidade, avós, irmãos, caso, morte, mãe</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1254175">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20231213212925179-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas. Dep. Duda Ramos(MDB - RR)"></div>
<div class="midia-legenda">Duda Ramos, autor da proposta</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O Projeto de Lei 6746/25 amplia a cobertura do salário-maternidade para garantir o pagamento do benefício a avós, bisavós ou irmãos maiores de idade que assumam a responsabilidade pela criança em caso de falecimento da mãe. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Atualmente, a legislação prevê a transferência do benefício prioritariamente ao cônjuge ou companheiro sobrevivente. O novo texto estende esse direito a outros familiares próximos, desde que detenham a guarda, tutela ou curatela reconhecida judicialmente.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Regras para o recebimento<br>
</strong>Pelo projeto, o benefício será pago pelo tempo restante a que a mãe teria direito originalmente. Os novos beneficiários elegíveis são classificados como ascendentes, no caso de avós e bisavós da criança; ou descendentes, os irmãos maiores de idade da criança (inclusive de relacionamentos anteriores da mãe).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O texto estabelece que o pagamento não poderá ser acumulado (apenas um responsável receberá) e deverá ser feito preferencialmente em conta bancária do titular da guarda.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Justificativa<br>
</strong>O autor, deputado Duda Ramos (MDB-RR), argumenta que a legislação atual deixa desamparadas as estruturas familiares em que não há a figura do cônjuge, muito comum em famílias monoparentais.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">“A falta de previsão legal expressa gera insegurança jurídica e dificulta o acesso ao benefício, obrigando familiares a ingressarem na Justiça para assegurar recursos mínimos à subsistência do recém-nascido”, afirma o autor.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Segundo o parlamentar, muitas vezes a responsabilidade recai sobre avós ou irmãos mais velhos de forma imediata. O projeto visa evitar burocracia e garantir recursos para a criança órfã em um momento crítico, reconhecendo a realidade das famílias brasileiras.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Próximos passos<br>
</strong>A proposta, que tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova regras para solucionar disputas de território entre municípios</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-regras-para-solucionar-disputas-de-territorio-entre-municipios</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-regras-para-solucionar-disputas-de-territorio-entre-municipios</guid>
<description><![CDATA[ Proposta será enviada ao Senado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 02:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, regras, para, solucionar, disputas, território, entre, municípios</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1254742">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260317210039847-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Thiago de Joaldo (PP-SE)"></div>
<div class="midia-legenda">Thiago de Joaldo, relator do projeto</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto que prevê normas gerais para desmembramento de parte de um município a fim de incorporá-la a outro contíguo. Segundo o texto, a decisão dependerá de estudo de viabilidade e de plebiscito envolvendo as populações dos dois municípios. A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria do deputado Rafael Simoes (União-MG), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 6/24 foi aprovado nesta terça-feira (17) com <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Thiago de Joaldo (PP-SE).</p>
<p>O texto deixa claro que, em nenhuma hipótese, poderá haver a criação de um novo município. As regras não se aplicam a conflitos interestaduais (entre municípios na divisa de estados diferentes).</p>
<p>O relator, deputado Thiago de Joaldo, ressaltou que inúmeros municípios pelo país travam batalhas na Justiça pela definição correta dos seus limites, afetando a vida, o trabalho e a identidade de centenas de milhares de brasileiros. "A população, como sempre, é a mais prejudicada pela indefinição e insegurança que esse tipo de conflito ocasiona, dificultando, por exemplo, o seu acesso a serviços públicos essenciais, como educação, transporte, saúde e limpeza urbana", disse.</p>
<p>Thiago de Joaldo afirmou que essa instabilidade também afeta a cobrança do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), com prejuízos aos municípios que não conseguem ter a exata previsão de suas receitas.</p>
<p>Para o autor do projeto, deputado Rafael Simoes, o GPS passou localizações que estavam em um município para outro. "O prefeito que ali cuidava não pode mais cuidar da cidade, porque o território passou para o outro município. Por sua vez, o prefeito que recebeu o território também não tinha interesse, porque os votos continuaram onde sempre foram", afirmou.</p>
<div class="image-container" data-midia="1254806">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260317172648164-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Rafael Simões (UNIÃO-MG)"></div>
<div class="midia-legenda">Rafael Simoes, autor do projeto de lei</div>
</div>
<p>O deputado Hildo Rocha (MDB-MA), relator do projeto em duas comissões, destacou que a proposta vai solucionar o problema territorial de muitos municípios no Brasil.</p>
<p><strong>Prazo de 15 anos</strong><br>
Ao acatar <span class="termoGlossario" title="Proposta para alterar, no todo ou em parte, o texto de um projeto de lei submetido à discussão ou votação." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">emendas</span> de Plenário, o relator aumentou de 10 para 15 anos o prazo, a contar da publicação da futura lei, para que os municípios possam realizar o processo de desmembramento.</p>
<p>Como o prazo anterior de dez anos acabaria em meados da década de 2030, o texto prevê que os processos de desmembramento ficarão suspensos um ano antes da realização do Censo de 2030, podendo ser retomados após a publicação dos resultados da contagem populacional.</p>
<p>No entanto, apesar do aumento do prazo para 15 anos levar o limite temporal ao início da década de 40, não há previsão de suspensão igual em razão do censo demográfico de 2040.</p>
<p>Na regra geral, o pedido de realização de plebiscito ao tribunal eleitoral deve ser aprovado pela assembleia estadual 90 dias antes do pleito. No entanto, o relator incluiu dispositivo para permitir a aprovação com 60 dias de antecedência para viabilizar o desmembramento de municípios ainda neste ano.</p>
<p><strong>Etapas</strong><br>
A iniciativa do processo de desmembramento compete à assembleia legislativa do respectivo estado, de acordo com a Constituição estadual e regras regimentais próprias.</p>
<p>A assembleia terá ainda de tomar as providências para a realização do Estudo de Viabilidade Municipal (EVM), que embasará a decisão.</p>
<p>Se o processo avançar após o estudo, a assembleia deverá aprovar decreto legislativo convocando um único plebiscito com as populações dos municípios envolvidos.</p>
<p>Embora o EVM deva conter avaliação urbanística e social com atenção à identidade e ao sentimento de pertencimento da população residente na área afetada, teoricamente a população de pequeno trecho a ser desmembrado que seja contrária a isso pode ser derrotada pela maioria de outra cidade que deseja a incorporação do território.</p>
<p>Realizado o plebiscito com resultado favorável ao desmembramento e incorporação a outro município, deverá ser publicada lei estadual fixando os novos limites territoriais dos municípios envolvidos.</p>
<p>O EVM deve conter ainda:</p>
<ul>
<li>análise econômico-financeira e fiscal dos municípios na configuração resultante do desmembramento;</li>
<li>avaliação da infraestrutura e da prestação de serviços públicos essenciais, bem como dos impactos administrativos decorrentes da alteração territorial; e</li>
<li>identificação atualizada e georreferenciada dos limites intermunicipais, assegurada a contiguidade dos territórios.</li>
</ul>
<p><strong>Ação de atualização</strong><br>
De acordo com o projeto, o processo de desmembramento não impede as ações de atualização de limites intermunicipais que estejam sendo conduzidas pelos governos estaduais.</p>
<p>Essas ações são processos técnicos, administrativos e legais realizados para redefinir, corrigir ou detalhar o limite geográfico entre dois ou mais municípios com base em mapeamentos modernos com tecnologias de geoprocessamento e GPS para substituir descrições antigas ou imprecisas.</p>
<p>O projeto prevê cooperação técnica de órgãos e entidades federais, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<span class="termoGlossario" title="Órgão da administração pública federal, subordinado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. É o principal provedor de dados oficiais do País, sendo responsável pela produção, análise, pesquisa e disseminação de informações de natureza estatística (demográfica, social e econômica), geográfica, cartográfica, geodésica e ambiental." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">IBGE</span>), com os governos estaduais nas ações de atualização de limites. Um regulamento do Executivo federal detalhará as regras.</p>
<p><strong>Fundo de participação</strong><br>
Já a distribuição de novos valores do Fundo de Participação dos Municípios (<span class="termoGlossario" title="Transferência da União aos municípios, prevista na Constituição Federal. O FPM compõe-se de recursos provenientes do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados. A distribuição do fundo é feita proporcionalmente ao número de habitantes, de acordo com as estatísticas realizadas anualmente pelo IBGE." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">FPM</span>) e de outras transferências constitucionais e legais afetadas pelo desmembramento e reincorporação ocorrerá após o término do exercício financeiro seguinte ao da aprovação da lei estadual que fixar os novos limites intermunicipais.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/606442-conheca-a-tramitacao-de-projetos-de-lei-complementar/">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei complementar</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova medidas para coibir &amp;quot;golpe do falso advogado&amp;quot;</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-medidas-para-coibir-golpe-do-falso-advogado</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-medidas-para-coibir-golpe-do-falso-advogado</guid>
<description><![CDATA[ Proposta será enviada ao Senado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 02:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, medidas, para, coibir, golpe, falso, advogado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1254801">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260317233306327-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Sergio Santos Rodrigues (PODE - MG)"></div>
<div class="midia-legenda">Sergio Santos Rodrigues, relator do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que tipifica o crime de estelionato de quem se faz passar por advogado para extrair dinheiro de pessoas usando ilegalmente seus dados obtidos em processos judiciais. A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria do deputado Gilson Marques (Novo-SC), o Projeto de Lei 4709/25 foi aprovado nesta terça-feira (17) com <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Sergio Santos Rodrigues (Pode-MG).</p>
<p>Segundo o texto, o golpe do “falso advogado” passa a constar do Código Penal como um crime autônomo do estelionato, definido como a obtenção de vantagem fazendo-se passar por advogado ou outro profissional essencial à Justiça por meio do uso de dados ou informações extraídas de processo judicial.</p>
<p>Geralmente, a vítima é abordada por meio de ligações telefônicas, aplicativos de mensagens, correio eletrônico, redes sociais ou outros meios eletrônicos.</p>
<p>O crime será punido com <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 4 a 8 anos e multa, aumentando de 1/3 ao dobro se envolver várias vítimas ou atuação interestadual. Caso o envolvido seja advogado, mas não da vítima, e use sua própria credencial para acessar os processos eletrônicos ou credencial cedida por outro advogado, a pena será aumentada de 2/3.</p>
<p>Outro agravante, de 1/3 à metade da pena, poderá ser aplicado no caso de a conduta resultar em liberação indevida de valores depositados judicialmente ou ocasionar prejuízo processual relevante às partes ou comprometer a tramitação regular do processo judicial.</p>
<p>O relator, deputado Sergio Santos Rodrigues, afirmou que a proposta enfrenta o fenômeno do golpe do advogado falso de forma abrangente. Entre os pontos principais do texto, Rodrigues citou a criação de tipos penais, como exercício ilegal da advocacia com finalidade fraudulenta; e a priorização da reparação dos danos materiais sobre destinação de valores para União.</p>
<p><strong>Credencial</strong><br>
Com exceção para o uso de credencial com autorização do portador para trabalhos advocatícios (estagiário ou assessor, por exemplo), o projeto tipifica o crime de uso indevido de credencial de acesso aos sistemas da Justiça.</p>
<p>Será crime inclusive se a credencial obtida sem autorização for utilizada para obter dados pessoais, processuais ou sigilosos ou interferir no andamento de processos, além do caso explícito de fraudar ou obter vantagem ilícita.</p>
<p>A pena será de reclusão de 2 a 6 anos e multa, podendo aumentar de 1/3 até a metade se:</p>
<ul>
<li>o agente é advogado, servidor da Justiça, membro do Ministério Público, defensor público ou magistrado;</li>
<li>houver divulgação pública de dados sensíveis; ou</li>
<li>a conduta for praticada no âmbito de organização criminosa.</li>
</ul>
<p>A venda do acesso poderá significar pena aumentada da metade. No entanto, se o agente comunicar espontaneamente à autoridade competente em até 24 horas da ciência do comprometimento de sua credencial, permitir a suspensão imediata do uso e colaborar efetivamente para a identificação de coautores e recuperação de ativos, terá a sua pena reduzida de um 1/6 a 2/3 a critério do juiz.</p>
<p><strong>Bloqueio preventivo</strong><br>
Nas investigações desses tipos de fraudes, o juiz, a pedido do Ministério Público ou do delegado de polícia, poderá determinar bloqueio imediato de valores e chaves de pagamento (como Pix) vinculadas aos investigados por até 72 horas, renovável por igual período quando houver indícios fundados de fraude.</p>
<p>Além disso, a decisão poderá envolver a preservação de registros de acesso e conexão mantidos por provedores de acesso à internet, instituições financeiras e operadoras de telefonia.</p>
<div class="image-container" data-midia="1254820">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260317200930268-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Gilson Marques (NOVO - SC)"></div>
<div class="midia-legenda">Gilson Marques, autor do projeto</div>
</div>
<p>Se tecnicamente possível, os bancos poderão ter que devolver de forma emergencial valores transferidos em contextos fraudulentos, observado o direito ao contraditório posterior e sem prejuízo da ação penal.</p>
<p>Esse contraditório ocorrerá em até 10 dias após a execução da medida cautelar.</p>
<p><strong>Ações civis públicas</strong><br>
O texto amplia o rol de pessoas que podem entrar com ações civis públicas e propor medidas cautelares relacionadas às fraudes tratadas pelo projeto:</p>
<ul>
<li>Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e suas seccionais;</li>
<li>Conselho Nacional de Justiça (CN) para tutela coletiva de dados processuais; e</li>
<li>defensorias públicas e entidades de defesa do consumidor.</li>
</ul>
<p>Nessas ações, o juiz poderá determinar a remoção de perfis e conteúdos de redes sociais, o bloqueio de números e a quebra de sigilo de dados na forma da lei sempre que necessário a fim de parar o andamento do crime e proteger potenciais vítimas.</p>
<p>Já os valores recuperados com a sentença penal condenatória serão prioritariamente destinados à reparação dos danos materiais das vítimas, antes de qualquer perdimento em favor da União, observado o rateio proporcional quando houver múltiplas vítimas.</p>
<p><strong>Cadastro</strong><br>
O projeto cria ainda o Cadastro Nacional de Condenados por Estelionato Eletrônico.</p>
<p>Os dados do cadastro não poderão ser utilizados para fins discriminatórios ou restrição automática de direitos civis.</p>
<p>O acesso será restrito às autoridades públicas para finalidades relacionadas à prevenção e repressão de fraudes eletrônicas. Esse aceesso deve ser rastreável por trilha de auditoria com data, hora, usuário e finalidade.</p>
<p><strong>Segurança no acesso</strong><br>
Do lado da Justiça, o texto determina a implantação de padrões mínimos de segurança para acesso a processos eletrônicos, com autenticação multifator, detecção de padrões anômalos de acesso, marcas d’água tecnológicas em documentos introduzidos com download e trilha de auditoria.</p>
<p><strong>Críticas</strong><br>
Deputados da oposição disseram temer que o projeto possa cercear o uso de redes sociais e viabilizar perseguição.</p>
<p>Para o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), a possibilidade de tirar o acesso ao Whatsapp de maneira cautelar é uma das medidas mais graves do texto. "Como não tem o número do conselho e o quórum da decisão, se o conselho for de uma autoridade e houver um conselheiro da OAB, duas pessoas poderão suspender o whatsapp de qualquer pessoa no Brasil que estiver respondendo acusação de ser um falso advogado", afirmou o parlamentar.</p>
<p>Para a deputada Bia Kicis (PL-DF), vice-líder da <span class="termoGlossario" title="Bancada partidária cujo número de integrantes seja imediatamente inferior à maioria e que expresse posição diferente desta em relação ao governo." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Minoria</span>, a solução prevista no projeto é perigosa para a liberdade de expressão.</p>
<p>O relator, deputado Sergio Santos Rodrigues, esclareceu, porém, que não há possibilidade de suspensão sumária em redes sociais, sem passar por crivo anterior.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova autorização para estabelecimento comercial divulgar imagens de pessoas flagradas cometendo crime</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-autorizacao-para-estabelecimento-comercial-divulgar-imagens-de-pessoas-flagradas-cometendo-crime</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-autorizacao-para-estabelecimento-comercial-divulgar-imagens-de-pessoas-flagradas-cometendo-crime</guid>
<description><![CDATA[ Proposta será enviada ao Senado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 02:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, autorização, para, estabelecimento, comercial, divulgar, imagens, pessoas, flagradas, cometendo, crime</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1254780">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260317230419551-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Sanderson (PL-RS)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Sanderson, relator do projeto</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que permite a estabelecimento comercial divulgar imagens e áudios de pessoas flagradas cometendo crime dentro do estabelecimento. A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria da deputada Bia Kicis (PL-DF), o Projeto de Lei 3630/25 foi aprovado nesta terça-feira (17) na forma do <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Sanderson (PL-RS). O texto altera a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), permitindo a divulgação.</p>
<p>No entanto, essa divulgação deverá ter a finalidade de identificar o infrator, alertar a população ou colaborar com autoridades públicas. Além disso, não poderá expor terceiros que não estejam envolvidos na prática criminosa e respeitar, quando possível, os princípios da necessidade e proporcionalidade.</p>
<p>O estabelecimento responsável pela divulgação das imagens deverá registrar o respectivo boletim de ocorrência e poderá ser responsabilizado por eventual divulgação indevida de imagens sabidamente falsas ou inverídicas.</p>
<p>Para o relator, deputado Sanderson, direitos como o da proteção à imagem, privacidade e dados pessoais são relevantes, mas não absolutos, e devem ser compatibilizados com outros valores constitucionais igualmente protegidos, como a segurança pública, o interesse coletivo e a repressão a ilícitos penais.</p>
<p><strong>Segurança pública</strong><br>
Sanderson destacou que o texto fortalece a segurança pública, confere segurança jurídica aos comerciantes e à população e evita que a legislação de proteção de dados seja manipulada como escudo para práticas criminosas.</p>
<p>"A autorização restrita e condicionada para divulgação de imagens captadas em flagrante delito contribui para a identificação de infratores, para a proteção da coletividade e para o efeito preventivo da persecução penal, sem afastar a proteção de dados de pessoas inocentes", afirmou.</p>
<p>A proposta, segundo Sanderson, é um "apelo amplo e legítimo" de comerciantes de todo o país, que enfrentam diariamente furtos, roubos e outras práticas delituosas dentro de seus estabelecimentos. "Diversas entidades representativas do setor varejista, lojistas, pequenos empresários e comerciantes independentes têm manifestado preocupação com a utilização da LGPD como obstáculo à identificação de infratores", disse.</p>
<p>A autora do projeto, deputada Bia Kicis, explicou que a medida também vai ajudar a coibir crimes contra mulheres em locais como academias. "Homens violadores, espancadores de mulheres, estupradores e assediadores se submeterão a essa lei. Tudo é estabelecimento comercial", afirmou a parlamentar.</p>
<div class="image-container" data-midia="1254783">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260317230437802-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Bia Kicis (PL-DF)"></div>
<div class="midia-legenda">Bia Kicis, autora do projeto</div>
</div>
<p><strong>Debate em Plenário<br>
</strong>Durante o debate sobre o projeto, o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) defendeu a medida. "Não faz sentido restringir o direito da vítima de ver divulgado o rosto do criminoso, até para ele ser capturado, nem punir a autoridade policial falando que é abuso de autoridade ela expor a imagem de um sujeito que foi pego cometendo um crime."</p>
<p>Para o deputado Sargento Fahur (PL-PR), mostrar a cara de quem está furtando inibe o crime. "Se as câmeras de segurança estão mostrando o cara furtando, qual o problema de a sociedade ver a cara dele?", questionou.</p>
<p>Já o líder da federação Psol-Rede, deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ), declarou que a proposta mobiliza o medo legítimo da população para flexibilizar garantias e direitos fundamentais. "Joga na lata do lixo a ideia da presunção de inocência que todos devemos ter. Há um comerciante que define que uma imagem é um cometimento de um crime e há um estímulo para a sociedade procurar aqueles rostos, basicamente negros", disse.</p>
<p>Segundo ele, o texto estimula a "justiça com as próprias mãos". "Em uma sociedade racista e desigual como a nossa, a 'justiça com as próprias mãos' será sempre em pescoço de homens negros acusados por serem negros e pobres. Estamos falando de linchamentos virtuais e físicos", criticou.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Relatora comemora aprovação de política de assistência jurídica a vítimas vulneráveis; veja a entrevista</title>
<link>https://apareceu.com/relatora-comemora-aprovacao-de-politica-de-assistencia-juridica-a-vitimas-vulneraveis-veja-a-entrevista</link>
<guid>https://apareceu.com/relatora-comemora-aprovacao-de-politica-de-assistencia-juridica-a-vitimas-vulneraveis-veja-a-entrevista</guid>
<description><![CDATA[ Greyce Elias afirma que proposta garante defesa qualificada de mulheres vítimas de violência; texto segue para o Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260305135711541-1-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 07:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Relatora, comemora, aprovação, política, assistência, jurídica, vítimas, vulneráveis, veja, entrevista</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="video-container youtube youtube-100" data-youtube-id="pANxDQNPH74">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
<p></p>
<div class="midia-legenda"></div>
</div>
<p> </p>
<p>A relatora do projeto que cria um programa nacional de assistência jurídica a vítimas vulneráveis, deputada Greyce Elias (Avante-MG), comemorou a aprovação da proposta em entrevista à <em>Rádio Câmara</em> nesta quinta-feira (12).</p>
<p>O <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1246419-projeto-cria-politica-de-assistencia-juridica-obrigatoria-para-vitimas-vulneraveis">Projeto de Lei 6415/25</a> foi <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1252795-camara-aprova-criacao-de-politica-nacional-de-assistencia-juridica-as-vitimas-de-violencia/">aprovado pelo Plenário da Câmara dos Deputados na noite desta quarta-feira (11)</a>. Para virar lei, a proposta também precisa ser aprovada pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>A proposta autoriza a contratação de advogados dativos cadastrados pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para dar assistência jurídica a vítimas de violência em condição de vulnerabilidade.</p>
<p>Os advogados dativos são profissionais nomeados por juízes para defender pessoas sem recursos quando não houver defensor público no município. Os honorários são pagos pelo governo.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/midias-fs/audio/2026/03/20260312-painel-eletronico-dep-greyce-elias.mp3">Ouça a íntegra da entrevista de Greyce Elias à <em>Rádio Câmara</em></a></li>
</ul>
<p>Greyce Elias destacou que a medida busca garantir atendimento jurídico integral, gratuito e efetivo a vítimas de violência, incluindo mulheres, crianças, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência.</p>
<p>O projeto foi apresentado pela deputada Soraya Santos (PL-RJ) a partir de sugestão do Fórum Nacional de Juízes e Juízas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Fonavid).</p>
<p>“Quando a gente tem apenas um defensor no município, o defensor obrigatoriamente defende o réu [pela legislação atual]. E, nesse caso, a vítima ficava sem assistência qualificada", explicou a relatora.<strong><br>
</strong></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Parlamentares da CPMI do INSS terão acesso a dados sigilosos de Vorcaro</title>
<link>https://apareceu.com/parlamentares-da-cpmi-do-inss-terao-acesso-a-dados-sigilosos-de-vorcaro</link>
<guid>https://apareceu.com/parlamentares-da-cpmi-do-inss-terao-acesso-a-dados-sigilosos-de-vorcaro</guid>
<description><![CDATA[ 
Geraldo Magela/Agência Senado

Reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), informou na tarde desta quinta-feira (12) que a comissão recebeu os dados telemáticos do banqueiro Daniel Vorcaro, solicitados pelo colegiado no âmbito da investigação de irregularidades em operações do Banco Master.
Viana explicou que esses dados sigilosos, como ligações e mensagens de WhatsApp — tão volumosos que a equipe técnica levou sete horas para baixar os arquivos completos — ficarão em uma sala-cofre, onde haverá sete computadores à disposição para consulta dos parlamentares ou de assessores por eles indicados.
Os integrantes da comissão terão que acessar a sala sem equipamentos eletrônicos, para evitar suspeita de vazamentos. Haverá detector de metais, câmeras de monitoramento e um livro de registro, com data, hora e motivo do acesso.
De acordo com o presidente, a partir desta sexta (13) o acesso à sala-cofre será concedido aos parlamentares membros da CPMI, inclusive suplentes, e a até um assessor por parlamentar.
Diversos parlamentares lamentaram o fato de nenhum dos depoentes previstos ter comparecido à CPMI nesta quinta.
Master
O senador Sergio Moro (União-PR) disse que é assustador o volume de dinheiro envolvido nas transações relacionadas ao empresário Vorcaro e ao Banco Master — liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025. Ele destacou que Vorcaro pode ter usado grampos ilegais e até violência contra seus adversários. E lembrou que, nesta sexta-feira (13), o STF deve começar o julgamento da manutenção da prisão preventiva de Vorcaro.
Prorrogação
O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, voltou a cobrar a prorrogação dos trabalhos da comissão. Ele anunciou que vai recorrer à Justiça para assegurar a manutenção das investigações.
&quot;Estamos protocolando, no Supremo Tribunal Federal, um mandado de segurança para garantir a prorrogação da CPMI do INSS por pelo menos 120 dias. O mandado de segurança é para assegurar que o requerimento de prorrogação seja recebido e lido, como determina a Constituição, para que esta comissão tenha tempo para concluir as investigações e que o Parlamento possa cumprir o dever de investigar a fraude bilionária que atingiu aposentados e pensionistas de todo o Brasil&quot;, disse.
A comissão tem até o próximo dia 28 para concluir seus trabalhos. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 07:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Parlamentares, CPMI, INSS, terão, acesso, dados, sigilosos, Vorcaro</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1253296">
<div class="midia-creditos"><em>Geraldo Magela/Agência Senado</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/cpmi-12-marco-768x512.jpg"></div>
<div class="midia-legenda">Reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS</div>
</div>
<p>O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), informou na tarde desta quinta-feira (12) que a comissão recebeu os dados telemáticos do banqueiro Daniel Vorcaro, solicitados pelo colegiado no âmbito da investigação de irregularidades em operações do Banco Master.</p>
<p>Viana explicou que esses dados sigilosos, como ligações e mensagens de WhatsApp — tão volumosos que a equipe técnica levou sete horas para baixar os arquivos completos — ficarão em uma sala-cofre, onde haverá sete computadores à disposição para consulta dos parlamentares ou de assessores por eles indicados.</p>
<p>Os integrantes da comissão terão que acessar a sala sem equipamentos eletrônicos, para evitar suspeita de vazamentos. Haverá detector de metais, câmeras de monitoramento e um livro de registro, com data, hora e motivo do acesso.</p>
<p>De acordo com o presidente, a partir desta sexta (13) o acesso à sala-cofre será concedido aos parlamentares membros da CPMI, inclusive suplentes, e a até um assessor por parlamentar.</p>
<p>Diversos parlamentares lamentaram o fato de nenhum dos depoentes previstos ter comparecido à CPMI nesta quinta.</p>
<p><strong>Master</strong><br>
O senador Sergio Moro (União-PR) disse que é assustador o volume de dinheiro envolvido nas transações relacionadas ao empresário Vorcaro e ao Banco Master — liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025. Ele destacou que Vorcaro pode ter usado grampos ilegais e até violência contra seus adversários. E lembrou que, nesta sexta-feira (13), o STF deve começar o julgamento da manutenção da prisão preventiva de Vorcaro.</p>
<p><strong>Prorrogação</strong><br>
O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, voltou a cobrar a prorrogação dos trabalhos da comissão. Ele anunciou que vai recorrer à Justiça para assegurar a manutenção das investigações.</p>
<p>"Estamos protocolando, no Supremo Tribunal Federal, um mandado de segurança para garantir a prorrogação da CPMI do INSS por pelo menos 120 dias. O mandado de segurança é para assegurar que o requerimento de prorrogação seja recebido e lido, como determina a Constituição, para que esta comissão tenha tempo para concluir as investigações e que o Parlamento possa cumprir o dever de investigar a fraude bilionária que atingiu aposentados e pensionistas de todo o Brasil", disse.</p>
<p>A comissão tem até o próximo dia 28 para concluir seus trabalhos.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova suspensão de edital para eleição do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-suspensao-de-edital-para-eleicao-do-conselho-nacional-de-politicas-sobre-drogas</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-suspensao-de-edital-para-eleicao-do-conselho-nacional-de-politicas-sobre-drogas</guid>
<description><![CDATA[ Proposta segue em análise na Câmara ]]></description>
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<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 07:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, suspensão, edital, para, eleição, Conselho, Nacional, Políticas, sobre, Drogas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1253286">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260311104456356-1-768x473.jpg" alt="Homenagem ao lançamento da Agenda Legislativa do Agro CNA 2026. Dep. Allan Garcês (PP-MA)"></div>
<div class="midia-legenda">Allan Garcês vê "direcionamento ideológico" no edital</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 170/25, que susta os efeitos de norma do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad). O <a href="https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/sua-protecao/politicas-sobre-drogas/subcapas-senad/conad/atos-do-conad-1/2025/edital_de_chamamento_publico_consolidado-1.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Edital de Chamamento Público 2/25</a> define as regras para a escolha de representantes da sociedade civil no conselho para o biênio 2025-2027.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O colegiado aprovou o parecer do relator, deputado Allan Garcês (PP-MA), favorável à proposta do deputado Ismael (PSD-SC). Garcês argumentou que o Ministério da Justiça e Segurança Pública excedeu seu poder regulamentar ao estipular regras que, em sua avaliação, contrariam a legislação vigente.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Críticas ao edital<br>
</strong>Em seu parecer, o relator afirmou que o edital "não ajuda no fomento de políticas sobre drogas em nosso país" e apontou riscos na flexibilização das exigências para as entidades participantes.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">"Possibilita a participação de organizações que não cumprem os pré-requisitos técnicos mínimos de adesão e discussão de políticas públicas no combate ao vício em drogas", declarou Allan Garcês.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O deputado também indicou haver um direcionamento ideológico nas regras estabelecidas pelo Executivo. "Na prática, o edital tem o propósito de reduzir o atendimento a adolescentes e eliminar qualquer ação de acolhimento que inclua práticas religiosas e espirituais entre suas estratégias", afirmou o relator.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Possíveis violações apontadas<br>
</strong>O relatório aprovado lista pontos específicos onde o edital desrespeitaria a legislação:</p>
<ul>
<li>Pacto Federativo: o edital prevê que, em caso de empate, será eleita a organização com sede nas regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste. Para Garcês, "esse critério de desempate regional viola o Pacto Federativo".</li>
<li>Transparência: o texto critica a falta de publicidade dos documentos das entidades habilitadas. Segundo o relator, isso "afronta gravemente a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2011/lei-12527-18-novembro-2011-611802-norma-pl.html">Lei de Acesso à Informação</a> e o princípio da publicidade".</li>
<li>Competência: o parlamentar concluiu que o Ministério da Justiça "exorbitou a sua competência regulamentar por impor medidas restritivas à própria liberdade dos cidadãos".</li>
</ul>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Contexto<br>
</strong>O Edital 2/25 foi lançado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) para preencher 10 vagas no conselho, estipulando critérios de diversidade de gênero e raça para a composição das cadeiras, além de permitir a inscrição de movimentos sociais sem personalidade jurídica constituída, pontos que foram contestados pelo projeto de decreto legislativo.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><b>Próximos passos<br>
</b>A proposta segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à apreciação do Plenário.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/606437-conheca-a-tramitacao-de-projetos-de-decreto-legislativo/">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de decreto legislativo</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova sala exclusiva no IML para atender crianças e adolescentes vítimas de violência</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-sala-exclusiva-no-iml-para-atender-criancas-e-adolescentes-vitimas-de-violencia</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-sala-exclusiva-no-iml-para-atender-criancas-e-adolescentes-vitimas-de-violencia</guid>
<description><![CDATA[ Proposta segue em análise na Câmara ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260310193705672-1-768x474.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 07:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, sala, exclusiva, IML, para, atender, crianças, adolescentes, vítimas, violência</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1253304">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260310193705672-1-768x474.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Daniela do Waguinho (UNIÃO - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Daniela do Waguinho, relatora do projeto na comissão</div>
</div>
<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família aprovou projeto de lei que obriga os institutos médico-legais (IMLs) de todo o país a reservar sala específica para atender crianças e adolescentes vítimas de violência.</p>
<p>O objetivo é garantir que as perícias sejam realizadas em locais exclusivos para esse público, preservando sua intimidade e segurança.</p>
<p>O texto – <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1053324-projeto-torna-obrigatoria-uma-sala-reservada-para-atender-criancas-e-adolescentes-vitimas-de-violencia-em-todos-os-imls-do-pais">Projeto de Lei 1191/24</a>, do deputado Marcos Pollon (PL-MS) – estabelece que o ambiente deve ser adequado para evitar a exposição das vítimas a situações intimidantes ou vexatórias durante o processo judicial.</p>
<p>Atualmente, os IMLs atendem diversos públicos, incluindo detentos e vítimas de diferentes tipos de crimes, o que pode gerar traumas psíquicos adicionais aos jovens em formação.</p>
<p>A relatora, deputada Daniela do Waguinho (União-RJ), defendeu a medida e disse que a condição de vulnerabilidade dessas vítimas exige uma proteção especial do poder público contra ambientes hostis ou aterrorizantes.</p>
<p>"Não é aceitável que crianças e adolescentes nessa condição sejam submetidos à exposição pública, intimidante e vexatória, em um processo de verdadeira revitimização, enquanto aguardam o trâmite necessário", disse.</p>
<p>A proposta segue as diretrizes da Constituição Federal e do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que impõem ao Estado o dever de resguardar crianças e adolescentes contra toda forma de negligência, violência e opressão.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br>
</strong>O projeto será ainda analisado, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova Anna Nery como patrona da enfermagem no Brasil</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-anna-nery-como-patrona-da-enfermagem-no-brasil</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-anna-nery-como-patrona-da-enfermagem-no-brasil</guid>
<description><![CDATA[ Também foi aprovado Dia da Representatividade das Mulheres na Política; propostas seguem para análise do Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251209185304635-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 07:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, Anna, Nery, como, patrona, enfermagem, Brasil</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1253308">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251209185304635-768x473.jpg" alt="Prêmio Governador Eduardo Campos de Excelência em Gestão Pública. Dep. Tabata Amaral (PSB-SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Tabata Amaral é autora da proposta sobre representatividade das mulheres na política</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou o Projeto de Lei 5268/23, do ex-deputado Prof. Paulo Fernando, que declara Anna Justina Ferreira Nery a “Patrona da Enfermagem no Brasil”.</p>
<p>Anna Nery, nascida em 1814 na Bahia, é reconhecida como pioneira da enfermagem no Brasil após atuar como voluntária na Guerra do Paraguai (1864-1870), acompanhando seus filhos e prestando serviços ininterruptos em hospitais militares.</p>
<p>Condecorada com medalhas imperiais, ela faleceu em 1880 e teve seu legado honrado com a denominação da primeira escola oficial brasileira de enfermagem em 1923 e, em 2009, tornou-se a primeira mulher no Livro dos Heróis da Pátria.</p>
<p>O projeto foi relatado pela deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), que recomendou a aprovação do texto. "A medida é uma homenagem cívica que valoriza o patrimônio histórico imaterial", disse a relatora.</p>
<p><strong>Mulheres na política</strong><br>
O colegiado também aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/855953-projeto-celebra-representatividade-das-mulheres-na-politica">Projeto de Lei 3501/21</a>, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), que converte o “Dia da Conquista do Voto Feminino” (24 de fevereiro) em “Dia do Voto Feminino e da Representatividade das Mulheres na Política”.</p>
<p>A proposta prevê que a comemoração da data, a critério dos gestores públicos e no limite das suas competências, incluirá, dentre outras atividades, a promoção de palestras e eventos e também a veiculação de campanhas de mídia e disponibilização à população de informações e materiais sobre o tema.</p>
<p>O projeto foi aprovado com parecer favorável da relatora, deputada Bia Kicis (PL-DF).</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
Os dois projetos seguem agora para o Senado, caso não haja recurso para serem analisados pelo Plenário. Para virarem leis, precisam ser aprovadas na Câmara e no Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto proíbe entrada e residência de estrangeiros sem documentação no Brasil</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-proibe-entrada-e-residencia-de-estrangeiros-sem-documentacao-no-brasil</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-proibe-entrada-e-residencia-de-estrangeiros-sem-documentacao-no-brasil</guid>
<description><![CDATA[ Proposta altera a Lei de Migração e está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260224205058714-1-768x474.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 07:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, proíbe, entrada, residência, estrangeiros, sem, documentação, Brasil</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1253728">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/plenario-sessao-deliberativa-6508-366x243.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Luiz Philippe de Orleans e Bragança, autor da proposta</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O Projeto de Lei 622/26 proíbe a entrada e a concessão de visto ou autorização de residência no Brasil a estrangeiros que não apresentem documento de viagem ou de identidade válidos do seu país de origem. A proposta altera a Lei de Migração (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2017/lei-13445-24-maio-2017-784925-norma-pl.html">Lei 13.445/17</a>) e está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Pelo texto, a vedação se aplica também à autorização concedida ao residente fronteiriço (pessoa que vive em cidade de país vizinho e cruza a fronteira frequentemente).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Fim das exceções<br>
</strong>O projeto revoga trecho da lei atual que determina a negativa de visto por falta de documentos, mas a própria lei prevê exceções importantes: a regra não se aplica a solicitantes de refúgio, visto humanitário ou quando a falta de documentos não for culpa do estrangeiro.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Ao revogar esse inciso e criar um novo artigo sem replicar essas ressalvas, a proposta elimina as exceções atuais, tornando a exigência de documentação uma regra absoluta para qualquer estrangeiro.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Segurança das fronteiras<br>
</strong>O autor, deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), argumenta que a medida visa aperfeiçoar o controle migratório e a segurança das fronteiras. Segundo ele, a entrada de pessoas sem comprovação mínima de identidade dificulta a atuação das forças de segurança.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">“Trata-se de providência de caráter preventivo, voltada a coibir o anonimato transfronteiriço e a mitigar riscos concretos associados à criminalidade organizada e a indivíduos procurados que possam se valer de lacunas para burlar a fiscalização”, afirma o autor.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O parlamentar sustenta ainda que apenas checagens em bancos de dados não são suficientes para detectar antecedentes criminais, tornando a exigência documental um instrumento essencial para a rastreabilidade.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Próximos passos<br>
</strong>A proposta, que tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, será analisada pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores e sancionada pelo presidente da República.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova garantia de tratamento respeitoso à mulher durante investigação policial e processo penal</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-garantia-de-tratamento-respeitoso-a-mulher-durante-investigacao-policial-e-processo-penal</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-garantia-de-tratamento-respeitoso-a-mulher-durante-investigacao-policial-e-processo-penal</guid>
<description><![CDATA[ Texto ainda precisa ser aprovado pelo Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260223171814312-768x474.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 07:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, garantia, tratamento, respeitoso, mulher, durante, investigação, policial, processo, penal</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1253595">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260223171814312-768x474.jpeg" alt="Deputada Coronel Fernanda fala ao microfone"></div>
<div class="midia-legenda">Coronel Fernanda recomendou a aprovação da proposta, com mudanças</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/733513-projeto-garante-a-mulher-tratamento-digno-e-respeitoso-durante-investigacao-policial-e-processo-penal">Projeto de Lei 583/21</a>, que garante à vítima de violência sexual atendimento prioritário e humanizado pela autoridade policial, pelo <span class="termoGlossario" title="É formado pelo Ministério Público da União (MPU) e pelos ministérios públicos estaduais. No primeiro atuam os procuradores. Nos estados, os promotores. O MPU, por sua vez, é composto pelo Ministério Público Federal, pelo Ministério Público do Trabalho, pelo Ministério Público Militar e pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Ministério Público</span> e pela Defensoria Pública.</p>
<p>A proposta segue agora para o Senado, caso não haja recurso para análise pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>O texto, de autoria da deputada Renata Abreu (Pode-SP), também assegura tratamento digno e respeitoso em todas as fases da investigação policial ou do processo penal. E estabelece ainda que o atendimento deverá ser realizado em local que garanta a privacidade da vítima.</p>
<p><strong>Parecer favorável</strong><br>
Para a relatora, deputada Coronel Fernanda (PL-MT), a proposta reforça o dever do Estado de garantir tratamento digno, respeitoso, sigiloso e não discriminatório às vítimas em todas as fases da investigação e do processo penal.</p>
<p>"O projeto corrige lacunas práticas da legislação vigente e contribui para reduzir a subnotificação, fortalecer a confiança das vítimas nas instituições e estimular a responsabilização efetiva dos agressores", disse a relatora, ao recomendar a aprovação da proposta.</p>
<p><strong>Processo investigatório criminal<br>
</strong>O parecer aprovado modifica o texto original para incluir o procedimento investigatório criminal (PIC) entre as fases atendidas pela proposta.</p>
<p>O PIC é um instrumento administrativo instaurado diretamente pelo Ministério Público para apurar autoria e materialidade de infrações penais, servindo de base para a denúncia.</p>
<p>A alteração, segundo Coronel Fernanda, fortalece o compromisso com a proteção integral das vítimas de violência sexual em todas as etapas da persecução penal, independentemente do órgão responsável pela investigação.</p>
<p>"Trata-se de um aperfeiçoamento que honra os princípios da dignidade da pessoa humana e da proteção efetiva às vítimas, ambos consagrados pela Constituição Federal", disse.</p>
<p> </p>
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<title>Entra em vigor lei que impede a relativização do estupro de vulnerável</title>
<link>https://apareceu.com/entra-em-vigor-lei-que-impede-a-relativizacao-do-estupro-de-vulneravel</link>
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<description><![CDATA[ Norma confirma o entendimento de que qualquer relação sexual com menor de 14 anos é crime ]]></description>
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<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 00:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1251447">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20210208100209240-768x513.jpg" alt="Direitos Humanos - criança - abandono - violência doméstica - adoção - Menina triste abraçando ursinho tristeza sozinho no jardim verde parque. Menina solitária sentindo triste infeliz andando ao ar livre com melhor amigo brinquedo. Autismo criança jogar ursinho melhor amigo. Conceito de violência familiar"></div>
<div class="midia-legenda">Lei, que reforça proteção a crianças e adolescentes, surgiu de projeto da Câmara dos Deputados</div>
</div>
<p>Já está em vigor a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2026/lei-15353-8-marco-2026-798789-norma-pl.html">Lei 15.353/26</a>, que reforça o entendimento de que qualquer relação sexual com menor de 14 anos é crime.</p>
<p>O texto altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> para determinar a presunção absoluta da condição de vítima no crime de estupro de vulnerável.</p>
<p>Publicada em edição extra do Diário Oficial da União no domingo, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a norma estabelece que a vulnerabilidade não pode ser relativizada, ou seja, não pode ser reduzida ou questionada com base em nenhuma circunstância.</p>
<p>Sancionado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o texto teve origem no Projeto de Lei 2195/24, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1118446-camara-aprova-presuncao-absoluta-de-vulnerabilidade-da-vitima-do-crime-de-estupro-menor-de-14-anos/">aprovado pela Câmara dos Deputados</a> e pelo Senado Federal.</p>
<p>A nova lei não cria um novo tipo penal nem altera as penas já previstas na legislação, mas consolida o entendimento de que a proteção às vítimas deve prevalecer de forma absoluta nesses casos, reforçando a segurança jurídica e a efetividade no combate à violência sexual contra crianças e adolescentes.</p>
<p><strong>Vulneráveis</strong><br>
A justiça brasileira considera vulneráveis, para fins de tipificação do crime de estupro de vulnerável, os menores de 14 anos e as pessoas que, por enfermidade, deficiência mental ou qualquer outra causa, não possuem discernimento ou não podem oferecer resistência.</p>
<p><strong>Resposta a decisões judiciais</strong><br>
A proposta que resultou na Lei 15.353/26 surgiu após decisões judiciais que reduziram a vulnerabilidade de vítimas com base em circunstâncias variadas, como "relacionamento" prévio ou gravidez, usando a técnica jurídica do <em>distinguishing</em> ("distinção") – comum nos Estados Unidos –, pela qual cada caso é julgado a partir de suas especificidades.</p>
<p>Uma absolvição recente, pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais, de um homem de 35 anos acusado de estupro de uma menina de 12 anos, em razão de o "relacionamento" ser "aceito pela família", causou polêmica.</p>
<p>Após a repercussão negativa em todo o país, o caso teve uma reviravolta e o relator do caso (ele próprio acusado de estupro de vulnerável) reformulou sua decisão, condenando o homem e a mãe da criança à prisão.</p>
<p>O objetivo da nova lei é justamente evitar interpretações que relativizem a condição da vítima.</p>
<p> </p>
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<title>Projeto cria sistema nacional de combate à violência contra a mulher e destina R$ 5 bilhões para conter feminicídios</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-cria-sistema-nacional-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher-e-destina-r-5-bilhoes-para-conter-feminicidios</link>
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<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 00:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, cria, sistema, nacional, combate, violência, contra, mulher, destina, bilhões, para, conter, feminicídios</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1251621">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251202210240125-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Jack Rocha (PT - ES)"></div>
<div class="midia-legenda">Jack Rocha: o Brasil registrou recorde de feminicídios em 2025</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei Complementar (PLP) 41/26 cria o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres e autoriza a União a destinar até R$ 5 bilhões para ações emergenciais de combate ao feminicídio.</p>
<p>As despesas serão excluídas do limite de gastos, em razão da natureza emergencial da proteção às mulheres.</p>
<p>A proposta, da deputada Jack Rocha (PT-ES) e <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_autores?idProposicao=2606313">outros parlamentares</a>, prevê que os recursos sejam transferidos diretamente a estados, municípios e ao Distrito Federal, no âmbito do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio.</p>
<p>O objetivo da medida, que está em análise na Câmara dos Deputados, é induzir ações integradas e descentralizadas para garantir a vida de meninas e mulheres. <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1250663-prioridades-da-bancada-feminina-para-2026-tem-foco-no-combate-ao-feminicidio-e-na-busca-por-orcamento/">O projeto de lei é uma das prioridades de votação da bancada feminina</a>.</p>
<p>Pelo texto, o sistema funcionará em regime de colaboração entre os entes federativos, servindo como instrumento de articulação, gestão e promoção de políticas públicas de prevenção.</p>
<p><strong>Divisão dos recursos</strong><br>
O montante de R$ 5 bilhões será distribuído ao longo de três anos, conforme a disponibilidade orçamentária:</p>
<ul>
<li>2026: até R$ 3 bilhões;</li>
<li>2027: até R$ 1 bilhão; e</li>
<li>2028: até R$ 1 bilhão.</li>
</ul>
<p>Os recursos serão divididos igualmente: 50% para os estados; e 50% para os municípios.</p>
<p>O repasse será feito de forma direta, sem a necessidade de convênios ou contratos, desde que o ente beneficiário apresente um plano de ação e mantenha os valores em conta bancária específica.</p>
<p><strong>Prioridades e diretrizes</strong><br>
O projeto estabelece que, no mínimo, 30% dos recursos recebidos por estados e municípios sejam aplicados em duas áreas específicas:</p>
<ul>
<li>na educação para o combate à cultura de violência (especialmente para homens e meninos); e</li>
<li>no fortalecimento da rede de atendimento às mulheres.</li>
</ul>
<p>Entre as diretrizes do novo sistema estão o reforço da proteção a mulheres em situações de risco de feminicídio e o aprimoramento da transparência de dados e indicadores.</p>
<p><strong>Gravidade</strong><br>
Jack Rocha destaca a gravidade dos dados de violência contra a mulher: em 2025, o Brasil registrou 1.568 feminicídios, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</p>
<p>“A violência contra mulheres e meninas, notadamente em sua forma letal – o feminicídio –, permanece como um dos mais graves desafios de direitos humanos e de segurança pública no Brasil”, afirma a deputada.</p>
<p>Para ela, a criação do sistema nacional transformará compromissos políticos em medidas práticas.</p>
<p>“Reconhecer o feminicídio como calamidade pública não constitui mero recurso retórico, mas proposta concreta de enfrentamento e de reconhecimento institucional da gravidade extrema da violência contra a mulher no país”, diz Jack Rocha.</p>
<p><strong>Fiscalização</strong><br>
Para garantir o uso correto das verbas, a proposta prevê a criação de uma instância de governança para monitorar e avaliar as ações.</p>
<p>Os entes que não apresentarem planos de ação ou que descumprirem as exigências de transparência terão os repasses suspensos.</p>
<p>A prestação de contas seguirá procedimentos simplificados, focados em resultados e na rastreabilidade do dinheiro.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto será analisado por comissões técnicas da Câmara e também pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado por deputados e senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/606442-conheca-a-tramitacao-de-projetos-de-lei-complementar/">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei complementar</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto suspende prescrição de ação indenizatória de incapazes</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-suspende-prescricao-de-acao-indenizatoria-de-incapazes</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-suspende-prescricao-de-acao-indenizatoria-de-incapazes</guid>
<description><![CDATA[ A Câmara analisa a proposta ]]></description>
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<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, suspende, prescrição, ação, indenizatória, incapazes</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1251639">
<div class="midia-creditos"><em>Mário Agra/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20240813154221084-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Duda Ramos (MDB - RR)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Duda Ramos, autor do projeto de lei</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6757/25, do deputado Duda Ramos (MDB-RR), suspende a contagem do prazo de prescrição para ações de reparação civil enquanto a vítima for considerada incapaz. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Pela proposta, o prazo para entrar com ação indenizatória só começará a contar após o fim da incapacidade. A partir desse momento, a pessoa terá cinco anos para buscar reparação na Justiça, prazo maior que os três anos previstos atualmente para ações de reparação civil em geral.</p>
<p>A regra vale para todas as formas de incapacidade absoluta ou relativa reconhecidas pela legislação brasileira, como menores de idade, pessoas com deficiência que necessitem de curatela e outras situações previstas em lei.</p>
<p>Segundo Duda Ramos, a legislação atual apresenta fragilidades na proteção de incapazes. "Trata-se de proposta justa, constitucional e socialmente necessária, que reforça os princípios da dignidade da pessoa humana, da proteção integral e do acesso à Justiça", declarou.</p>
<p>Duda Ramos afirmou que a ampliação do prazo para buscar reparação, de três para cinco anos, garante tempo razoável para que a vítima, quando já for capaz, possa reunir provas, buscar assistência jurídica e entrar na Justiça. "Proposta justa, que reforça os princípios da dignidade da pessoa humana, da proteção integral e do acesso à Justiça, harmonizando o ordenamento jurídico com as necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade", disse o autor.</p>
<p><strong>Representante legal</strong><br>
O texto determina que o representante legal do incapaz tem o dever de tomar as medidas necessárias para preservar os direitos patrimoniais do representado. Se houver omissão injustificada que leve à prescrição do direito, o representante poderá responder civilmente por isso.</p>
<p>A proposta também prevê que o Poder Executivo e o Ministério Público deverão adotar medidas de acompanhamento para assegurar que os direitos de incapazes não sejam prejudicados pelo decurso do prazo prescricional.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Reserva de cadeiras no Legislativo pode aumentar participação feminina</title>
<link>https://apareceu.com/reserva-de-cadeiras-no-legislativo-pode-aumentar-participacao-feminina</link>
<guid>https://apareceu.com/reserva-de-cadeiras-no-legislativo-pode-aumentar-participacao-feminina</guid>
<description><![CDATA[ Às vésperas de mais um Dia Internacional da Mulher, e em ano eleitoral, ainda chama a atenção a baixa representação feminina na política, mesmo com ações afirmativas da justiça federal, como a de cota de gênero.

A medida garante que cada partido preencha os percentuais mínimos de 30% e máximo de 70% de candidaturas para cada sexo.

Embora essa política represente um avanço, ainda há muito a ser feito para ampliar a participação de mulheres nos espaços de poder.

Há 30 anos, entrou em vigor a lei que determinou o sistema de cotas de gênero para o registro das candidaturas. Com alguns ajustes ao longo do tempo, a partir de 2018, o Tribunal Superior Eleitoral passou a fiscalizar de maneira mais intensa possíveis fraudes no cumprimento da regra.

A procuradora da República Nathália Mariel, membro auxiliar da Procuradoria-Geral Eleitoral, explica que, com o fim das coligações, em 2020, aumentaram as chances de as mulheres participarem das disputas eleitorais, já que os partidos foram obrigados a apresentar individualmente os percentuais de candidaturas por sexo.


“Desde 2020 os partidos não podem mais competir coligados, né? O partido compete individualmente. Então, por isso que os partidos têm que cumprir, individualmente, porque somente assim pode apresentar candidaturas, o cumprimento dessa cota de no mínimo 30 e no máximo 70% de cada sexo. Mas infelizmente, na prática, por conta de diversos fatores sociais, acaba sendo 30% de mulheres, 70% de homens, nessas candidaturas”.


A representante do Ministério Público Federal detalha as sanções impostas aos partidos políticos que descumprem a cota de gênero.


“Quando é descoberta alguma fraude no cumprimento dessa cota, como desde início isso impediria o partido de apresentar candidatura, lá na frente se essa fraude é descoberta, isso afeta todos os candidatos que eventualmente tenham sido eleitos naquele processo. Então, a fraude à cota gera essa consequência: a cassação de todos os mandatos de quem, eventualmente, tenha sido eleito, naquelas candidaturas e a anulação daqueles votos. E aí, a depender da quantidade de votos e do tamanho da eleição, pode ter a necessidade aí de novas eleições também”.


 

Reserva de cadeiras

Como parte dos esforços para incentivar as candidaturas femininas, destaca-se também o trabalho da sociedade civil organizada. O Instituto Alziras, por exemplo, atua em duas importantes frentes: política-eleitoral e gestão pública.

Para Marina Barros, co-fundadora e diretora executiva da entidade, toda a sociedade perde quando as mulheres não estão participando efetivamente da política.


“Quando a mulher dá o tom da política, traz a sua perspectiva, essa política fica melhor, não só para as mulheres como para toda a sociedade, para as crianças, para os homens, para os idosos. Um desperdício que a gente tem hoje de capacidade de formulação política das mulheres que não está sendo considerado na formulação de políticas públicas e nas decisões dos governos. E claro, a gente tem avanço de políticas para as mulheres, quando você tem mais mulheres na política”.


Para a pesquisadora, as mulheres enfrentam empecilhos que vão do acesso aos espaços de poder; passam pela permanência nesses postos livres da violência de gênero e ainda há dificuldades de ascensão para cargos mais prestigiados. Uma das saídas apontadas por Marina Barros é a reserva de cadeiras no Legislativo no patamar de pelo menos 30%, como acontece em países vizinhos.


&quot;A gente tem os exemplos dos países vizinhos, México, Bolívia, eles alcançaram uma quantidade muito maior de mulheres nos espaços, por exemplo, do parlamento, os legislativos, à medida que eles tiveram cotas de assento, de cadeiras, porque efetivamente os homens precisam levantar para as mulheres sentarem. Temos uma super representação de homens brancos hoje na política, né? E uma sub-representação dos grupos minorizados, como as mulheres, as mulheres negras, as mulheres trans”.


 

Mulheres negras 

Marjorie Chaves, Coordenadora do Observatório da Saúde da População Negra, na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília, traz uma reflexão sobre a presença ainda menor de mulheres negras na política institucional e defende a atuação das eleitoras junto às futuras candidatas.


“A gente precisa, mais do que incentivar as candidaturas, a gente possa, enquanto mulheres contribuir na construção de uma agenda coletiva. Trazendo as nossas questões, conhecendo nossas candidatas, especialmente nesse ano, né, que é o ano cada vez mais acirrado em termos de disputas políticas, de disputas ideológicas. A gente precisa conhecer quem são essas mulheres, a gente precisa levar as nossas questões também para que a gente se sinta representada”.


A baixa representação de mulheres na política é avaliada ainda por Marjorie Chaves como um problema que os partidos políticos precisam enfrentar. 


“No caso dos partidos políticos, eles também continuam reproduzindo dinâmicas excludentes, como a distribuição desigual de financiamento, de campanha, menor a apoio às candidaturas de mulheres. Uma resistência muito grande à libertação de mulheres nos espaços internos de decisão. E isso reflete o que a gente já vê na sociedade, né? Então as mulheres, em pleno 2026, ainda estão buscando essa espaço de participação e de representatividade”.


Segundo dados do TSE, nas últimas eleições gerais, em 2022, do total de 513 deputados federais eleitos, as mulheres ocuparam 91 cadeiras, 18% do total. Os homens, com 422 vagas, ficaram com os 82% restantes. Entre as mulheres, houve aumento de 14 vagas em relação a 2018. 

*Com produção de Helder Castro
  6:35 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Reserva, cadeiras, Legislativo, pode, aumentar, participação, feminina</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Às vésperas de mais um Dia Internacional da Mulher, e em ano eleitoral, <strong>ainda chama a atenção a baixa representação feminina na política, mesmo com ações afirmativas da justiça federal, como a de cota de gênero</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1681059&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1681059&o=rss"></p>

<p>A medida garante que cada partido preencha os percentuais mínimos de 30% e máximo de 70% de candidaturas para cada sexo.</p>

<p><strong>Embora essa política represente um avanço, ainda há muito a ser feito para ampliar a participação de mulheres nos espaços de poder.</strong></p>

<p>Há 30 anos, entrou em vigor a lei que determinou o sistema de cotas de gênero para o registro das candidaturas. Com alguns ajustes ao longo do tempo, a partir de 2018, o Tribunal Superior Eleitoral passou a fiscalizar de maneira mais intensa possíveis fraudes no cumprimento da regra.</p>

<p>A procuradora da República Nathália Mariel, membro auxiliar da Procuradoria-Geral Eleitoral, explica que,<strong> com o fim das coligações, em 2020, aumentaram as chances de as mulheres participarem das disputas eleitorais, já que os partidos foram obrigados a apresentar individualmente os percentuais de candidaturas por sexo.</strong></p>

<blockquote>
<p>“Desde 2020 os partidos não podem mais competir coligados, né? O partido compete individualmente. Então, por isso que os partidos têm que cumprir, individualmente, porque somente assim pode apresentar candidaturas, o cumprimento dessa cota de no mínimo 30 e no máximo 70% de cada sexo. Mas infelizmente, na prática, por conta de diversos fatores sociais, acaba sendo 30% de mulheres, 70% de homens, nessas candidaturas”.</p>
</blockquote>

<p>A representante do Ministério Público Federal detalha as sanções impostas aos partidos políticos que descumprem a cota de gênero.</p>

<blockquote>
<p>“Quando é descoberta alguma fraude no cumprimento dessa cota, como desde início isso impediria o partido de apresentar candidatura, lá na frente se essa fraude é descoberta, isso afeta todos os candidatos que eventualmente tenham sido eleitos naquele processo. Então, a fraude à cota gera essa consequência: a cassação de todos os mandatos de quem, eventualmente, tenha sido eleito, naquelas candidaturas e a anulação daqueles votos. E aí, a depender da quantidade de votos e do tamanho da eleição, pode ter a necessidade aí de novas eleições também”.</p>
</blockquote>

<p> </p>

<h3><strong>Reserva de cadeiras</strong></h3>

<p>Como parte dos esforços para incentivar as candidaturas femininas, destaca-se também o trabalho da sociedade civil organizada. O Instituto Alziras, por exemplo, atua em duas importantes frentes: política-eleitoral e gestão pública.</p>

<p>Para Marina Barros, co-fundadora e diretora executiva da entidade, toda a sociedade perde quando as mulheres não estão participando efetivamente da política.</p>

<blockquote>
<p>“Quando a mulher dá o tom da política, traz a sua perspectiva, essa política fica melhor, não só para as mulheres como para toda a sociedade, para as crianças, para os homens, para os idosos. Um desperdício que a gente tem hoje de capacidade de formulação política das mulheres que não está sendo considerado na formulação de políticas públicas e nas decisões dos governos. E claro, a gente tem avanço de políticas para as mulheres, quando você tem mais mulheres na política”.</p>
</blockquote>

<p>Para a pesquisadora, as mulheres enfrentam empecilhos que vão do acesso aos espaços de poder; passam pela permanência nesses postos livres da violência de gênero e ainda há dificuldades de ascensão para cargos mais prestigiados. <strong>Uma das saídas apontadas por Marina Barros é a reserva de cadeiras no Legislativo no patamar de pelo menos 30%, como acontece em países vizinhos.</strong></p>

<blockquote>
<p>"A gente tem os exemplos dos países vizinhos, México, Bolívia, eles alcançaram uma quantidade muito maior de mulheres nos espaços, por exemplo, do parlamento, os legislativos, à medida que eles tiveram cotas de assento, de cadeiras, porque efetivamente os homens precisam levantar para as mulheres sentarem. Temos uma super representação de homens brancos hoje na política, né? E uma sub-representação dos grupos minorizados, como as mulheres, as mulheres negras, as mulheres trans”.</p>
</blockquote>

<p> </p>

<h3><strong>Mulheres negras </strong></h3>

<p>Marjorie Chaves, Coordenadora do Observatório da Saúde da População Negra, na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília, traz uma reflexão sobre a presença ainda menor de mulheres negras na política institucional e defende a atuação das eleitoras junto às futuras candidatas.</p>

<blockquote>
<p>“A gente precisa, mais do que incentivar as candidaturas, a gente possa, enquanto mulheres contribuir na construção de uma agenda coletiva. Trazendo as nossas questões, conhecendo nossas candidatas, especialmente nesse ano, né, que é o ano cada vez mais acirrado em termos de disputas políticas, de disputas ideológicas. A gente precisa conhecer quem são essas mulheres, a gente precisa levar as nossas questões também para que a gente se sinta representada”.</p>
</blockquote>

<p>A baixa representação de mulheres na política é avaliada ainda por Marjorie Chaves como um problema que os partidos políticos precisam enfrentar. </p>

<blockquote>
<p>“No caso dos partidos políticos, eles também continuam reproduzindo dinâmicas excludentes, como a distribuição desigual de financiamento, de campanha, menor a apoio às candidaturas de mulheres. Uma resistência muito grande à libertação de mulheres nos espaços internos de decisão. E isso reflete o que a gente já vê na sociedade, né? Então as mulheres, em pleno 2026, ainda estão buscando essa espaço de participação e de representatividade”.</p>
</blockquote>

<p>Segundo dados do TSE, nas últimas eleições gerais, <strong>em 2022, do total de 513 deputados federais eleitos, as mulheres ocuparam 91 cadeiras, 18% do total.</strong> Os homens, com 422 vagas, ficaram com os 82% restantes. Entre as mulheres, houve aumento de 14 vagas em relação a 2018. </p>

<p><em>*Com produção de Helder Castro</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">6:35</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova PEC da Segurança Pública em 2º turno</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-pec-da-seguranca-publica-em-2o-turno</link>
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<description><![CDATA[ Proposta segue para o Senado ]]></description>
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<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 07:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, PEC, Segurança, Pública, 2º, turno</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1250343">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304171455700-768x474.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputados na votação em Plenário nesta quarta-feira</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou, em segundo turno, a PEC da Segurança Pública (PEC 18/25), que pretende melhorar a integração dos órgãos de segurança e garantir mais recursos para o setor. Aprovada com <a href="https://www.camara.leg.br/presenca-comissoes/votacao-portal?reuniao=81196&itemVotacao=13533">461 votos a 14</a>, a proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>No primeiro turno, foram <a href="https://www.camara.leg.br/presenca-comissoes/votacao-portal?reuniao=81196">487 votos a favor, 15 contrários e 1 abstenção</a>.</p>
<p>O texto aprovado é um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Mendonça Filho (União-PE), que fez diversas alterações na versão original da proposta, encaminhada pelo governo ao Congresso.</p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a aprovação da PEC significa um dia histórico e foi resultado de diálogo e equilíbrio, “convergindo na vontade de ter um país mais seguro para todos os brasileiros”.</p>
<p>Motta também elogiou os trabalhos da comissão especial sobre a proposta, lembrando que houve “ampla escuta da sociedade, o que deu legitimidade às decisões tomadas”.</p>
<p><strong>Arrecadação das bets</strong><br>
Entre outros pontos, o texto aprovado prevê a destinação de dinheiro arrecadado com as bets (loterias por quota fixa) para o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).</p>
<p>Gradativamente, 10% dos recursos arrecadados com essas apostas serão direcionados a esses fundos no período de 2026 a 2028 até totalizar 30%, permanecendo esse montante daí em diante.</p>
<p>No entanto, antes de calcular essa reserva, do total arrecadado deverão ser descontados os valores dos prêmios, do Imposto de Renda sobre eles e o lucro bruto das casas de apostas.</p>
<p>Dessa forma, não aumenta o imposto sobre as operadoras, mas diminui em 30% o valor a repassar para outras instituições, inclusive o próprio FNSP, já contemplado com o rateio atual, afetando ainda a seguridade social e os ministérios do Esporte e do Turismo.</p>
<p>Em relação à versão anterior da PEC apresentada na comissão especial, Mendonça Filho desistiu de aumentar em 6% a tributação sobre essas casas de apostas.</p>
<p>Em relação aos recursos do Fundo Social do <span class="termoGlossario" title="Refere-se a um conjunto de rochas localizadas no fundo do mar, abaixo de uma extensa camada de sal, com potencial para a geração e acúmulo de petróleo. Os reservatórios brasileiros nessa camada estão a aproximadamente 7 mil metros de profundidade, em uma faixa que se estende por cerca de 800 km entre o Espírito Santo e Santa Catarina." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">pré-sal</span>, 10% do superávit financeiro de cada ano deverão ir para o FNSP e o Funpen, também com transição gradativa (1/3 desse aumento por ano de 2027 a 2029). Na versão anterior, seriam 15% das receitas do fundo.</p>
<p>O Fundo Social (FS) foi criado para receber recursos da União obtidos com os direitos pela exploração do petróleo para projetos e programas em diversas áreas, como educação, saúde pública, meio ambiente e mitigação e adaptação às mudanças climáticas.</p>
<p><strong>Maioridade penal</strong><br>
O relator da PEC, Mendonça Filho, retirou do texto a diminuição da maioridade penal de 18 anos para 16 anos em crimes com violência ou grave ameaça à pessoa, cuja validade dependeria de um referendo popular. A decisão foi anunciada hoje, após negociações intermediadas pelo presidente da Câmara, Hugo Motta.</p>
<p><strong>Bloqueio orçamentário</strong><br>
Outra mudança na PEC aprovada foi a desistência de impedir o bloqueio, limitação de empenho e movimentação financeira de recursos do FNSP, do Funpen e do fundo da Polícia Federal (Funapol).</p>
<p>O bloqueio ou <span class="termoGlossario" title="Bloqueio provisório dos gastos públicos com o objetivo de evitar que as despesas superem as receitas. A cada ano, após a sanção da lei orçamentária, o governo federal edita um decreto de contingenciamento, com o cronograma de liberação dos recursos, por órgão público." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">contingenciamento</span> poderá ocorrer no caso de queda de arrecadação, monitoramento feito bimestralmente para alcance de metas fiscais.</p>
<p>Será proibido, entretanto, alocar os valores em reservas de contingência ou transpor sobras ao fim do ano para o tesouro da União ou de estados, devendo o saldo ficar no próprio fundo ao final do exercício.</p>
<div class="image-container" data-midia="1250388">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304174154209-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Mendonça Filho (UNIÃO - PE)"></div>
<div class="midia-legenda">Mendonça Filho, relator da PEC</div>
</div>
<p>Aos valores recuperados, apreendidos, confiscados ou declarados perdidos em razão da exploração ilegal das apostas com bets, inclusive os provenientes de cooperação jurídica internacional, não se aplicam as vedações de colocá-los em reserva de contingência ou de impor bloqueio ou contingenciamento e sua exceção.</p>
<p><strong>Distribuição obrigatória</strong><br>
Em relação ainda aos recursos do FNSP, do Funpen e aos do Fundo Social do <span class="termoGlossario" title="Refere-se a um conjunto de rochas localizadas no fundo do mar, abaixo de uma extensa camada de sal, com potencial para a geração e acúmulo de petróleo. Os reservatórios brasileiros nessa camada estão a aproximadamente 7 mil metros de profundidade, em uma faixa que se estende por cerca de 800 km entre o Espírito Santo e Santa Catarina." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">pré-sal</span> direcionados aos dois primeiros, a PEC prevê distribuição obrigatória a estados e ao Distrito Federal sem convênio de 50%.</p>
<p>Atualmente, apenas o FNSP funciona assim, e no Funpen o repasse obrigatório é de 40%.</p>
<p><strong>DRU</strong><br>
Quanto à Desvinculação de Receitas da União (<span class="termoGlossario" title='Mecanismo que autoriza o governo federal a usar livremente parte da arrecadação da União que já entra "carimbada" com destinação específica para áreas como saúde, educação e previdência. Até 2023, o percentual desvinculado é de 30% da arrecadação com contribuições sociais, Cide e taxas federais.' contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">DRU</span>), mecanismo que permite o uso livre de 30% de certos tributos e fundos, o texto do relator propõe que o dinheiro do FNSP e do Funpen não seja atingido pela desvinculação.</p>
<p>A DRU atinge também contribuições sociais ao INSS, contribuições de intervenção no domínio econômico (<span class="termoGlossario" title="Tributo de competência da União que pode ser instituído em diversas áreas. A mais conhecida é a Cide-Combustíveis que incide sobre importação e comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e álcool. Os recursos da Cide-Combustíveis são destinados, entre outras áreas, para infraestrutura de transportes." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Cides</span>), taxas e receitas patrimoniais. Já a exceção atual é apenas para o Fundo Social e montante específico dele direcionado à educação e à saúde.</p>
<p><strong>Conselho Nacional de Justiça</strong><br>
Em relação ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), o texto atribui competência para o Congresso Nacional sustar atos desses conselhos que passem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa, mas somente em matéria de segurança pública, direito penal, direito processual penal e direito penitenciário.</p>
<p>A proposta proíbe a adoção de medidas que “atentem contra as competências do Congresso Nacional”. Mendonça Filho citou como exemplos do que considera atos legislativos do CNJ as resoluções sobre audiências de custódia, sobre política antimanicomial e sobre monitoramento eletrônico.</p>
<p>O Congresso terá ainda a atribuição de fiscalizar e controlar a atividade de inteligência.</p>
<p><strong>Polícias municipais</strong><br>
A PEC 18/25 autoriza a criação de polícias municipais de natureza civil, organizadas em carreira e destinadas a ações de policiamento ostensivo e comunitário.</p>
<p>Mendonça Filho retirou a restrição inicial de criação das polícias apenas por municípios com mais de 100 mil habitantes.</p>
<p>Outros critérios exigidos serão:</p>
<ul>
<li>realizar acreditação periódica pelo Conselho Estadual de Segurança Pública e Defesa Social, segundo padronização nacional de lei federal;</li>
<li>demonstrar capacidade financeira, por meio de receita própria, compatível com a manutenção da corporação;</li>
<li>demonstrar o cumprimento integral da legislação sobre guarda municipal, se ela já existir; e</li>
<li>realizar formação de pessoal de acordo com os parâmetros nacionais básicos.</li>
</ul>
<p>No entanto, será proibida a coexistência, no mesmo município, de órgão municipal de segurança pública com atribuições sobrepostas.</p>
<p>O texto deixa explícito que tanto as guardas quanto as polícias municipais estão sujeitas ao controle externo pelo Ministério Público. Atualmente, o Supremo Tribunal Federal (STF) veda aos municípios chamarem as guardas municipais de polícias municipais por falta de previsão constitucional.</p>
<p>Com a mudança, municípios que cumprirem esses requisitos e criarem polícia municipal comunitária ou transformarem suas guardas nesse tipo de polícia terão a previsão constitucional de que ela faz parte dos órgãos de segurança pública listados no artigo 144 da Constituição.</p>
<p><strong>Polícia penal</strong><br>
Quanto à polícia penal, o texto do relator especifica que todas elas (federal, estaduais e distrital) são órgãos de natureza civil, estruturadas em carreira e vinculadas ao órgão administrador do sistema penal do respectivo ente federativo.</p>
<p>As polícias penais terão atribuição de custódia, ordem e disciplina e segurança dos estabelecimentos penais da jurisdição.</p>
<p>Ainda sobre penitenciárias, a PEC aprovada cria o Sistema de Políticas Penais, definido como o conjunto de órgãos, instituições e políticas públicas destinadas à custódia, ordem e disciplina, correição, reeducação e integração social das pessoas apenadas.</p>
<p>O Poder Executivo de cada ente federativo deverá:</p>
<ul>
<li>alocar e transferir presos por critérios técnicos e legais;</li>
<li>exercer as funções de polícia administrativa no âmbito do sistema de execução penal;</li>
<li>executar o regime disciplinar interno e aplicar sanções administrativas;</li>
<li>organizar visitas e atendimento jurídico e escolar; e</li>
<li>operar tecnologias de segurança.</li>
</ul>
<p>A segurança e a gestão de unidades socioeducativas ficarão a cargo dos órgãos estaduais do sistema socioeducativo.</p>
<p><strong>Polícia Federal</strong><br>
Sobre as atribuições da Polícia Federal, o texto deixa mais claro que cabe a ela apurar crimes cometidos por organizações criminosas e milícias privadas de repercussão interestadual ou internacional, sem prejuízo das atribuições das polícias estaduais e do Ministério Público.</p>
<p>Outra atribuição incluída é a de apurar crimes contra o meio ambiente, mas ficam de fora as infrações penais praticadas em locais sob administração militar.</p>
<p><strong>Polícia Rodoviária</strong><br>
Já a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que o governo pretendia transformar em polícia viária, continua com o mesmo nome e mais atribuições, como policiamento ostensivo de ferrovias e hidrovias federais, ressalvadas as competências das Forças Armadas, que exercerão o policiamento em seus terrenos.</p>
<p>A União poderá autorizar ainda o emprego da PRF para:</p>
<ul>
<li>policiamento ostensivo na proteção de bens, serviços e instalações federais ou de interesse da União;</li>
<li>prestar auxílio aos órgãos de segurança pública dos estados quando requerido por seus governadores; e</li>
<li>atuar em cooperação com os demais órgãos integrantes do Sistema Único de Segurança Pública em situações de estado de calamidade pública ou em caso de desastres.</li>
</ul>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573448-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-pecs/">Saiba mais sobre a tramitação de propostas de emenda à Constituição</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova projeto que cria protocolo de atendimento a vítimas de estupro</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-cria-protocolo-de-atendimento-a-vitimas-de-estupro</link>
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<description><![CDATA[ Proposta segue para o Senado ]]></description>
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<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 07:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, projeto, que, cria, protocolo, atendimento, vítimas, estupro</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1250480">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/plenario-sessao-deliberativa-6475-762x417.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Soraya Santos (PL-RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Soraya Santos, relatora do projeto</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria um protocolo unificado de atendimento em unidades de saúde ou em delegacias para casos de estupro e violência contra mulher, criança, adolescente e pessoas em situação de vulnerabilidade. A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria da deputada Coronel Fernanda (PL-MT), o Projeto de Lei 2525/24 foi aprovado nesta quarta-feira (4) com <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Soraya Santos (PL-RJ). “Desde 2013 temos leis que não estão sendo cumpridas. O projeto consolida, em um único texto, procedimentos essenciais”, disse a relatora.</p>
<p>O texto aprovado permite configurar como violência institucional o descumprimento do protocolo, se isso resultar em revitimização ou prejuízo à investigação ou à proteção da vítima. Segundo a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2019/lei-13869-5-setembro-2019-789094-norma-pl.html">Lei 13.869/19</a>, esse crime é punido com <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span> de 3 meses a 1 ano e multa.</p>
<p>O projeto especifica que, se o primeiro atendimento à vítima for realizado por profissional de segurança pública, ele deverá garantir o encaminhamento imediato da pessoa à unidade pública de saúde e registrar a ocorrência.</p>
<p>Se o atendimento inicial for realizado em uma unidade de saúde, após o atendimento inicial, verificada a violência ou o estupro, a unidade deverá encaminhar o laudo médico à autoridade competente.</p>
<p>Em ambos os casos, deverá ser seguido o protocolo criado, que reforça a necessidade de adoção de medidas profiláticas e terapêuticas previstas na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2013/lei-12845-1-agosto-2013-776663-norma-pl.html">Lei 12.845/13</a> por meio de atendimento médico imediato.</p>
<div class="image-container" data-midia="1250482">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/plenario-sessao-deliberativa-6476-376x239.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Coronel Fernanda (PL - MS)"></div>
<div class="midia-legenda">Coronel Fernanda, autora da proposta</div>
</div>
<p>No tratamento das lesões e no atendimento emergencial, os profissionais de saúde deverão preservar materiais e vestígios que possam ser coletados no exame médico-legal. Caso seja coletado algum material na unidade de saúde, ele deverá ser encaminhado ao órgão de perícia oficial de natureza criminal.</p>
<p>A vítima terá prioridade máxima de atendimento também no órgão de perícia oficial para a realização de exame de corpo de delito. Se ela estiver impossibilitada de comparecer, o perito deverá se deslocar até o local onde ela se encontra para realizar esse exame.</p>
<p>O laudo pericial deverá ser concluído e encaminhado à autoridade policial no prazo máximo de dez dias corridos, podendo ser prorrogados nos termos do Código de Processo Penal.</p>
<p>Em localidades nas quais não houver órgão de perícia oficial de natureza criminal, a perícia deverá ser realizada por perito não oficial nomeado pela autoridade competente.</p>
<p><strong>Local do crime</strong><br>
O texto reforça que a vítima deverá ser informada, de maneira clara e acessível, sobre todos os seus direitos, incluindo o acesso a atendimento médico e psicológico especializado, bem como à assistência social.</p>
<p>Quanto ao local do crime, o delegado deverá adotar todas as medidas necessárias para preservar o ambiente e as provas materiais que possam contribuir para a investigação até a chegada dos peritos oficiais de natureza criminal.</p>
<p>Esses peritos então ficarão responsáveis pela preservação do local do crime e pela realização de exames periciais.</p>
<p><strong>Salas reservadas</strong><br>
As unidades policiais ou de saúde nas quais for realizado atendimento a vítimas de violência contra esse público deverão contar com salas reservadas, destinadas ao acolhimento e atendimento multidisciplinar, conforme as diretrizes de proteção, privacidade e respeito à intimidade.</p>
<p>Medida direcionada principalmente a cidades menores prevê que os peritos não oficiais nomeados poderão ser capacitados por peritos da perícia oficial criminal.</p>
<p>No caso de a vítima ser criança ou adolescente, o Conselho Tutelar deverá ser comunicado e poderá, nas hipóteses previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), autorizar e adotar os procedimentos necessários. Essas situações envolvem, por exemplo, dificuldade de localização ou obtenção de autorizações de pais ou responsáveis.</p>
<p><strong>Treinamento</strong><br>
Quanto aos profissionais de saúde e de segurança pública envolvidos no atendimento às vítimas de violência citadas, o texto determina que eles recebam treinamento específico e periódico para garantir atendimento baseado na não revitimização.</p>
<p><strong>Atendimento imediato</strong><br>
Na lei de 2013 que determina atendimento imediato e obrigatório em todos os hospitais integrantes da rede do Sistema Único de Saúde (SUS), o projeto inclui novos serviços que devem ser realizados nesse atendimento:</p>
<ul>
<li>coleta de material para exame toxicológico, se indicado; e</li>
<li>comunicação obrigatória de casos com indícios ou confirmação de violência sexual à autoridade policial no prazo de 24 horas para as providências cabíveis e fins estatísticos.</li>
</ul>
<p>No tratamento das lesões, além de preservar materiais, o médico deverá coletá-los para compor o corpo de delito (exame da perícia).</p>
<p>Para isso, os órgãos de perícia oficial de natureza criminal deverão capacitar os médicos dos serviços de saúde para a realização dessa coleta de vestígios.</p>
<p>Esses órgãos terão ainda de realizar o exame de DNA para identificação do agressor e inclusão no Banco Nacional de Perfis Genéticos, ainda que não identificado.</p>
<p><strong>Debate</strong><br>
Para a deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), “a função do Parlamento é defender as mulheres brasileiras de tanta crueldade e barbaridade”.</p>
<p>Já a deputada Erika Kokay (PT-DF) reforçou a importância da coleta das provas nas unidades de saúde e sua preservação para o inquérito. “O texto assegura que haja uma sala específica e atendimento multidisciplinar sem revitimização que, se ocorrer, será considerada violência institucional”, afirmou.</p>
<p>O deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ) reforçou que, no Brasil, a cultura do estupro está associada à misoginia.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Hugo Motta: aprovação de PEC da Segurança Pública foi resultado de diálogo e equilíbrio</title>
<link>https://apareceu.com/hugo-motta-aprovacao-de-pec-da-seguranca-publica-foi-resultado-de-dialogo-e-equilibrio</link>
<guid>https://apareceu.com/hugo-motta-aprovacao-de-pec-da-seguranca-publica-foi-resultado-de-dialogo-e-equilibrio</guid>
<description><![CDATA[ Proposta foi aprovada no Plenário da Câmara e seguirá para o Senado ]]></description>
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<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 07:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Hugo, Motta:, aprovação, PEC, Segurança, Pública, foi, resultado, diálogo, equilíbrio</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1250454">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304171435023-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)"></div>
<div class="midia-legenda">Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados</div>
</div>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a aprovação da PEC da Segurança Pública (PEC 18/25) significa um dia histórico e foi resultado de diálogo e equilíbrio, “convergindo na vontade de ter um país mais seguro para todos os brasileiros”. A PEC foi aprovada nesta quarta-feira (4), em dois turnos de votação no Plenário, e seguirá para análise do Senado.</p>
<p>Motta também elogiou os trabalhos da comissão especial sobre a proposta, lembrando que houve “ampla escuta da sociedade, o que deu legitimidade às decisões tomadas”. Ele citou ainda a aprovação de outros projetos sobre o tema de segurança pública, como o projeto antifacção (<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1247267-CAMARA-CONCLUI-VOTACAO-DO-PROJETO-DE-LEI-ANTIFACCAO;-TEXTO-SEGUE-PARA-SANCAO">PL 5582/25</a>).</p>
<p><strong>Proteção às mulheres</strong><br>
O presidente da Câmara também destacou que, neste mês de março, serão votados projetos de combate à violência contra a mulher. “É urgente avançar na proteção às mulheres. As votações em março são importantes, mas elas devem se estender por todo o ano”, afirmou.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573448-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-pecs/">Saiba mais sobre a tramitação de propostas de emenda à Constituição</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto aumenta pena para militar em caso de estupro de vulnerável com lesão grave</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-aumenta-pena-para-militar-em-caso-de-estupro-de-vulneravel-com-lesao-grave</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-aumenta-pena-para-militar-em-caso-de-estupro-de-vulneravel-com-lesao-grave</guid>
<description><![CDATA[ Texto equipara a pena do Código Penal Militar à do Código Penal comum ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303184309356-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 07:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, aumenta, pena, para, militar, caso, estupro, vulnerável, com, lesão, grave</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1250715">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303184309356-768x473.jpg" alt="Deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro: a proposta elimina a incoerência entre sistemas penais</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 4295/25 prevê pena de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 10 a 20 anos para o crime de estupro de vulnerável no âmbito militar, quando a conduta resultar em lesão corporal de natureza grave. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Segundo a autora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), a mudança equipara a pena do <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1960-1969/decreto-lei-1001-21-outubro-1969-376258-norma-pe.html">Código Penal Militar</a>, que hoje admite 8 a 15 anos nestes casos, àquela do <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> comum. O Supremo Tribunal Federal já analisa essa disparidade.</p>
<p>Laura Carneiro disse ainda que o objetivo é evitar a insegurança decorrente de interpretações judiciais oscilantes sobre o tema. “A aprovação do projeto elimina a incoerência atualmente apontada entre os dois sistemas penais”, afirmou.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto será analisado pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o Plenário.</p>
<p>Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Prioridades da bancada feminina para 2026 têm foco no combate ao feminicídio e na busca por orçamento</title>
<link>https://apareceu.com/prioridades-da-bancada-feminina-para-2026-tem-foco-no-combate-ao-feminicidio-e-na-busca-por-orcamento</link>
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<description><![CDATA[ Pauta reúne mais de 80 propostas, entre elas a destinação de R$ 5 bi para financiar políticas de prevenção à violência e ações para participação política ]]></description>
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<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 07:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Prioridades, bancada, feminina, para, 2026, têm, foco, combate, feminicídio, busca, por, orçamento</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1250031">
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/55128744589-302602a990-c-768x512.jpg"></div>
<div class="midia-legenda">Bancada feminina da Câmara</div>
</div>
<p>A bancada feminina da Câmara dos Deputados definiu uma pauta com mais de 80 proposições para 2026, concentrando esforços em iniciativas que reforçam a segurança, a saúde materna e a participação política das mulheres.</p>
<p>A principal aposta das parlamentares é a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 41/26, que busca garantir recursos financeiros diretos para o enfrentamento do feminicídio e a proteção da vida de meninas e mulheres.</p>
<p>A coordenadora dos Direitos da Mulher na Câmara, deputada Jack Rocha (PT-ES), explicou que o projeto destina R$ 5 bilhões, fora do teto de gastos, para fortalecer as ações voltadas às mulheres nos municípios.</p>
<p>“Para construir rede de apoio e enfrentar a violência contra a mulher, é preciso descentralizar os recursos e fortalecer os organismos de políticas para as mulheres que já existem”, defendeu.</p>
<p>Coordenadora do Observatório Nacional da Mulher na Política, a deputada Iza Arruda (MDB-PE) reforçou a urgência. “Se não temos orçamento para a mulher, a gente não consegue fazer com que as ações cheguem a quem mais precisa”, disse.</p>
<div class="image-container" data-midia="1250951">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20250226161940020-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Iza Arruda (MDB-PE)"></div>
<div class="midia-legenda">Iza Arruda coordena o Observatório Nacional da Mulher na Política</div>
</div>
<p>A preocupação das parlamentares é justificada pela gravidade dos dados: em 2025, o Brasil registrou 1.568 feminicídios, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o que equivale a uma média de aproximadamente quatro mortes por dia.</p>
<p>Diante desse cenário, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1250007-motta-afirma-que-projetos-da-bancada-feminina-serao-a-prioridade-de-votacao-neste-mes">a prioridade de votação em março serão projetos da bancada feminina</a>.</p>
<p>“O número de mulheres que são mortas no Brasil afora nos entristece muito, e isso requer de nós respostas duras”, declarou o presidente. “Quero reafirmar o compromisso com o pacto contra o feminicídio e ter uma pauta ainda mais firme, ousada e abrangente no combate à violência contra a mulher.”</p>
<p>Também a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, em evento na Câmara, destacou como ação de enfrentamento ao problema, justamente, o Pacto Brasil contra o Feminicídio. “Precisamos atuar na base dessa transformação. Na educação, na prevenção e na construção de uma sociedade que reconheça a igualdade”, defendeu.</p>
<p><strong>Barbara Penna</strong><br>
Outro projeto prioritário é o PL 2083/22, conhecido como Lei Barbara Penna, que busca impedir que agressores continuem ameaçando suas vítimas após a condenação.</p>
<p>Barbara Penna, sobrevivente de uma tentativa de feminicídio em 2013, relatou na Câmara as falhas no sistema ao tentar denunciar a violência contra mulheres.</p>
<p>“Muitos julgam as mulheres vítimas de violência, dizendo que elas não denunciam. Mas, na época, antes da tragédia, eu fui até a delegacia para efetivar a denúncia e fui desmotivada. Entrei na delegacia com medo e saí ainda com mais medo."</p>
<div class="image-container" data-midia="1250949">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304104953235-768x473.jpg" alt="Homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Dep. Jack Rocha (PT - ES)"></div>
<div class="midia-legenda">A coordenadora dos Direitos da Mulher na Câmara, Jack Rocha</div>
</div>
<p><strong>Monitoração eletrônica<br>
</strong>Outro projeto em destaque é o PL 4165/25, que estabelece critérios para a monitoração eletrônica de agressores. “Monitorar agressores de vítimas com medida protetiva tem impedido o feminicídio”, observou Jack Rocha.</p>
<p>Prioridade também é o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1016647-projeto-proibe-compra-de-arma-de-fogo-por-agressor-de-mulheres">PL 3874/23</a>, que proíbe a aquisição e o porte de armas de fogo por indivíduos com registros de agressão contra mulheres em inquéritos ou processos judiciais.</p>
<p>Na esfera jurídica e financeira, a bancada defende o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1155132-projeto-preve-suspensao-de-pensao-alimenticia-paga-por-vitima-de-violencia-domestica-a-agressor">PL 821/25</a>, que suspende a pensão paga por vítimas a agressores em casos de violência doméstica.</p>
<p>Já o PL 6997/17 impede a concessão de fiança em crimes cometidos no âmbito da <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Lei Maria da Penha</a>.</p>
<p>Para garantir a autonomia da vítima, o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1005012-projeto-proibe-demissao-de-vitima-de-violencia-domestica-enquanto-durar-medida-protetiva-de-urgencia">PL 3700/23</a> concede estabilidade provisória no emprego para mulheres sob medida protetiva de urgência.</p>
<p><strong>Representatividade</strong><br>
Além do combate à violência e ao feminicídio, a líder da bancada negra na Câmara, deputada Benedita da Silva (PT-RJ), destacou a luta por cadeiras permanentes no Parlamento e por um equilíbrio para as mulheres negras, afirmando que elas precisam do “mesmo tratamento que as demais mulheres”, já que são “minoritárias dentro da minoria” de parlamentares.</p>
<div class="image-container" data-midia="1250954">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304115436547-768x473.jpg" alt="Homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Dep. Benedita da Silva (PT - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Benedita da Silva: mulheres negras são "minoritárias dentro da minoria"</div>
</div>
<p>O presidente Hugo Motta também defendeu mais espaço para a mulher na política e destacou que um de seus compromissos é que as parlamentares relatem projetos dos mais variados temas, e não só relacionados aos assuntos da bancada.</p>
<p>“Mulher tem de relatar projeto sobre tudo; tenho procurado priorizar isso, para ter mulheres nas relatorias importantes e, com isso, a bancada feminina ganha o protagonismo que merece”, declarou. “Temos que fortalecer o papel da bancada feminina para que, na próxima legislatura, ela venha ainda mais representativa.”</p>
<p>No campo político, as deputadas buscam aprovar o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1136007-projeto-preve-protecao-especial-para-mulheres-que-atuem-em-posicao-de-lideranca">PL 68/25</a>, que amplia a proteção a mulheres em espaços de poder contra a violência política de gênero, e o PL 3867/23, que autoriza o uso de fundos eleitorais para custear a segurança pessoal de candidatas durante as campanhas.</p>
<p>Na avaliação da deputada Jack Rocha, a violência digital é uma das principais formas de silenciar mulheres na política. “Precisamos avançar na regulamentação das redes para que as mulheres não se afastem da vida pública por acharem o ambiente muito ácido.”</p>
<p><strong>Ambiente digital</strong><br>
Atenta aos novos tipos de crimes, especialmente no ambiente digital, a bancada prioriza ainda o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/975075-projeto-pune-estupro-virtual">PL 1891/23</a>, que tipifica o estupro virtual no Código Penal, e o PL 6194/25, focado no enfrentamento à misoginia na internet.</p>
<p><span>A regulamentação do uso ético da inteligência artificial (<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1159193-projeto-que-regulamenta-uso-da-inteligencia-artificial-no-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PL 2338/23</a>) também integra a lista de interesses das parlamentares, a fim de assegurar que a tecnologia respeite a centralidade da pessoa humana.</span></p>
<p><strong>Violência obstétrica<br>
</strong>A saúde da mulher é outra frente prioritária da bancada feminina em 2026, com foco na humanização do parto. Três projetos ganham relevância:</p>
<ul>
<li> <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1243012-projeto-tipifica-violencia-obstetrica-como-crime-e-preve-pena-de-ate-15-anos-de-prisao">PL 1763/25</a>, que cria diretrizes para o pré-natal e o parto, tipificando o crime de violência obstétrica;</li>
<li>PL 1527/25, voltado para o combate da violência obstétrica contra mulheres indígenas; e</li>
<li>PL 2768/25, que restringe a episiotomia (corte cirúrgico no períneo, região entre a vagina e o ânus) na assistência ao parto normal somente em situações de necessidade clínica devidamente registrada.</li>
</ul>
<p>Além disso, a pauta inclui a regulamentação da profissão de doula (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/957471-proposta-regulamenta-profissao-de-doula">PL 3946/21</a>).</p>
<p><strong>Esporte e orçamento<br>
</strong>Com a proximidade da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 no Brasil, a bancada acompanha a Medida Provisória 1335/26, que trata dos direitos de mídia e da propriedade intelectual do evento, além do <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1234864-projeto-cria-diretrizes-para-desenvolvimento-do-futebol-feminino">PL 4578/25</a>, que define diretrizes para o desenvolvimento do futebol feminino no país.</p>
<p>Por fim, a bancada articula a criação do Orçamento Mulher (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1094853-projeto-cria-orcamento-mulher">PL 2883/24</a>), uma ferramenta para promover transparência e garantir recursos específicos para políticas públicas femininas, além de propor a inclusão de recortes de gênero, raça e etnia na execução de políticas urbanas (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1097258-projeto-determina-que-questoes-de-genero-raca-e-etnia-sejam-levadas-em-conta-na-politica-urbana">PL 3637/23</a>).</p>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Janela partidária abre calendário eleitoral com troca&#45;troca de partido</title>
<link>https://apareceu.com/janela-partidaria-abre-calendario-eleitoral-com-troca-troca-de-partido</link>
<guid>https://apareceu.com/janela-partidaria-abre-calendario-eleitoral-com-troca-troca-de-partido</guid>
<description><![CDATA[ O calendário eleitoral 2026 começa oficialmente nesta quinta-feira (5), com o início da janela partidária, que vai até 3 de abril.

Nesse período de 30 dias, parlamentares podem trocar de partido político sem perder o mandato porque eles não ferem a fidelidade partidária.

A mudança só é permitida para quem ocupa cargos obtidos em eleições proporcionais, como os deputados federais, estaduais e distritais.

É que a Justiça Eleitoral entende que o chamado quociente eleitoral, aplicado a esse sistema de eleição, valoriza mais a legenda do que a candidatura em si.

Isso significa que não é eleito necessariamente quem tem mais votos porque o resultado depende também do número de votos na legenda.

Portanto, o candidato eleito deve uma espécie de fidelidade ao partido, ficando a troca de sigla restrita ao final do mandato, antes das eleições, na janela partidária.

Quem troca de partido fora desse período perde o mandato porque o cargo pertence à legenda.

Segundo o TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, existem somente duas situações que permitem a mudança de sigla, fora da janela partidária, sem punição.  

Os casos ocorrem quando a legenda se desvia do próprio programa partidário ou quando ocorre grave discriminação pessoal.  

Para os cargos de presidente da República, senadores e governadores não há janela partidária porque, nesses casos, a eleição é majoritária; ou seja, não há quociente eleitoral, e a valorização é do candidato. Vence quem tiver mais votos.

Nas Eleições 2026, os eleitores vão escolher o presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais, no caso do Distrito Federal.

O primeiro turno será em 4 de outubro e o segundo turno, onde houver, será no dia 25 do mesmo mês.
  2:04 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 21:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Janela, partidária, abre, calendário, eleitoral, com, troca-troca, partido</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O calendário eleitoral 2026 começa oficialmente nesta quinta-feira (5), com o início da janela partidária, que vai até 3 de abril.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1680681&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1680681&o=rss"></p>

<p>Nesse período de 30 dias, parlamentares podem trocar de partido político sem perder o mandato porque eles não ferem a fidelidade partidária.</p>

<p>A mudança só é permitida para quem ocupa cargos obtidos em eleições proporcionais, como os deputados federais, estaduais e distritais.</p>

<p>É que a Justiça Eleitoral entende que o chamado quociente eleitoral, aplicado a esse sistema de eleição, valoriza mais a legenda do que a candidatura em si.</p>

<p>Isso significa que não é eleito necessariamente quem tem mais votos porque o resultado depende também do número de votos na legenda.</p>

<p>Portanto, o candidato eleito deve uma espécie de fidelidade ao partido, ficando a troca de sigla restrita ao final do mandato, antes das eleições, na janela partidária.</p>

<p>Quem troca de partido fora desse período perde o mandato porque o cargo pertence à legenda.</p>

<p>Segundo o TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, existem somente duas situações que permitem a mudança de sigla, fora da janela partidária, sem punição.  </p>

<p>Os casos ocorrem quando a legenda se desvia do próprio programa partidário ou quando ocorre grave discriminação pessoal.  </p>

<p>Para os cargos de presidente da República, senadores e governadores não há janela partidária porque, nesses casos, a eleição é majoritária; ou seja, não há quociente eleitoral, e a valorização é do candidato. Vence quem tiver mais votos.</p>

<p>Nas Eleições 2026, os eleitores vão escolher o presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais, no caso do Distrito Federal.</p>

<p>O primeiro turno será em 4 de outubro e o segundo turno, onde houver, será no dia 25 do mesmo mês.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:04</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Conselho de Comunicação Social vai debater combate à desinformação nas eleições de 2026</title>
<link>https://apareceu.com/conselho-de-comunicacao-social-vai-debater-combate-a-desinformacao-nas-eleicoes-de-2026</link>
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<description><![CDATA[ Audiência pública em junho vai tratar de notícias falsas, inteligência artificial e regras do TSE ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Conselho, Comunicação, Social, vai, debater, combate, desinformação, nas, eleições, 2026</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1249234">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260302103038266-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - ECA Digital e demais projetos de proteção à criança e adolescente no ambiente digital."></div>
<div class="midia-legenda">Reunião do Conselho de Comunicação Social</div>
</div>
<p>O <span class="termoGlossario" title="Órgão auxiliar do Congresso Nacional que realiza estudos e emite pareceres sobre liberdade de expressão; propaganda de cigarro e bebidas alcoólicas; programação das emissoras de rádio e TV; propriedade de empresa jornalística; outorga e renovação de concessão de serviços de radiodifusão. Integram o Conselho cinco representantes da sociedade civil, um engenheiro com notórios conhecimentos na área de comunicação social, além de um representante de cada uma das seguintes categorias: empresas de rádio, de televisão, da imprensa escrita, da categoria profissional dos jornalistas, dos radialistas, dos artistas e dos profissionais de cinema e vídeo." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Conselho de Comunicação Social</span> (CCS) do Congresso Nacional vai debater, em audiência pública, o combate à desinformação nas eleições de 2026. O foco será a circulação de notícias falsas e o uso de inteligência artificial, com base nas regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<p>A audiência está prevista para junho, em data ainda a ser definida.</p>
<p><strong>Agenda de debates</strong><br>
O Conselho de Comunicação Social agendou para 6 de abril, às 9h30, novo debate sobre o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), com participação de representantes da sociedade civil.</p>
<p>Em 4 de maio, o conselho realizará duas audiências públicas:</p>
<ul>
<li>pela manhã, os conselheiros vão analisar a regulamentação da atividade de profissional multimídia (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2026/lei-15325-6-janeiro-2026-798628-norma-pl.html">Lei 15.325/26</a>);</li>
<li>à tarde, haverá comemoração do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.</li>
</ul>
<p>Também está previsto para junho um debate sobre mercados digitais.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto de lei permite o transporte de crianças em moto a partir dos 5 anos de idade</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-de-lei-permite-o-transporte-de-criancas-em-moto-a-partir-dos-5-anos-de-idade</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-de-lei-permite-o-transporte-de-criancas-em-moto-a-partir-dos-5-anos-de-idade</guid>
<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20250528144144612-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, lei, permite, transporte, crianças, moto, partir, dos, anos, idade</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1249497">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20250528144144612-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação de Propostas Legislativas. Dep. Paulo Freire Costa (PL - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Paulo Freire Costa: a moto é o único meio de transporte de muitas famílias brasileiras</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6253/25 autoriza o transporte de crianças em motocicletas a partir de cinco anos de idade, desde que observadas condições mínimas de segurança.</p>
<p>Pelo texto, em análise na Câmara dos Deputados, a criança deverá utilizar dispositivo de retenção regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).</p>
<p>A proposta, do deputado Paulo Freire Costa (PL-SP), altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1997/lei-9503-23-setembro-1997-372348-norma-pl.html">Código de Trânsito Brasileiro</a>. A lei hoje permite o transporte de crianças com mais de dez anos. Eventual infração é considerada gravíssima (sete pontos na carteira), com multa, suspensão do direito de dirigir e retenção do veículo.</p>
<p>O parlamentar cita um estudo de 2016 da Comissão Econômica das Nações Unidas para a Europa. De acordo com o documento, Bélgica, Dinamarca, França e Itália autorizam o transporte de crianças a partir de 3, 5 ou 7 anos mediante requisitos de segurança.</p>
<p><strong>Rotina das famílias</strong><br>
Para Paulo Freire Costa, a regra atual brasileira não considera a realidade socioeconômica de grande parcela da população, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Nesses locais, muitas vezes as motos são o único meio de transporte das famílias.</p>
<p>“Ao estabelecer condições mínimas e objetivas para o transporte, preserva-se a proteção à criança sem impor restrições incompatíveis com a rotina das famílias”, afirma o deputado.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Viação e Transportes; e pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova projeto que define o crime de desaparecimento forçado de pessoa</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-define-o-crime-de-desaparecimento-forcado-de-pessoa</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-define-o-crime-de-desaparecimento-forcado-de-pessoa</guid>
<description><![CDATA[ Texto segue para o Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260302215054123-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, projeto, que, define, crime, desaparecimento, forçado, pessoa</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1249364">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260302215054123-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Orlando Silva (PCDOB-SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Orlando Silva, relator do projeto</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (2) projeto de lei que tipifica no Código Penal o crime de desaparecimento forçado de pessoa, classificando-o como <span class="termoGlossario" title="A Lei 8.072/90 define como hediondos os crimes de homicídio praticado por grupo de extermínio; homicídio qualificado; latrocínio; genocídio; extorsão qualificada por morte; extorsão mediante sequestro; estupro; disseminação de epidemia que provoque morte; falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais; e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável. Esse tipo de crime deve ser cumprido inicialmente em regime fechado e é insuscetível de anistia, graça, indulto e fiança." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">hediondo</span>. De autoria do Senado, o Projeto de Lei 6240/13 retorna àquela Casa devido às mudanças aprovadas.</p>
<p>De acordo com o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), esse crime será considerado imprescritível. Ou seja, poderá ser apurado, e o autor condenado a qualquer época após o cometimento do delito.</p>
<p>Na visão do relator, as críticas da oposição sobre a possibilidade de a nova lei ser aplicada a desaparecimentos forçados ocorridos na época da ditadura militar não têm fundamento. “O projeto trata de crime de natureza permanente, e somente serão julgados casos de desaparecimento forçado que se perpetuem após a entrada em vigor da lei por causa do princípio de irretroatividade da lei penal, independentemente da data de início da ação delitiva”, afirmou.</p>
<p>Assim, os crimes abrangidos pela nova lei não alcançariam aqueles anistiados pela Lei da Anistia (de 2/9/1961 a 15/8/1979).</p>
<p><strong>Punição</strong><br>
Com a tipificação, poderá ser condenado a <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 10 a 20 anos e multa o funcionário público ou qualquer pessoa agindo com autorização, apoio ou aquiescência do Estado que apreender, deter, arrebatar, manter em cativeiro ou de qualquer outro modo privar alguém de sua liberdade.</p>
<p>O tipo penal envolve ainda ocultar essa privação de liberdade ou negá-la ou mesmo deixar de prestar informação sobre a condição ou paradeiro da pessoa.</p>
<p>Poderá ser condenado com igual pena quem ordenar, autorizar, concordar ou consentir com essas condutas ou ainda encobrir, ocultar ou manter ocultos os atos descritos.</p>
<p>Entram nessa categoria inclusive deixar de prestar informações ou de entregar documentos que permitam a localização da vítima ou de seus restos mortais ou mesmo manter a pessoa desaparecida sob sua guarda, custódia ou vigilância.</p>
<p>O projeto considera que, mesmo quando a privação de liberdade tenha ocorrido de acordo com as hipóteses legais, a subsequente ocultação ou negação do fato ou a ausência de informações sobre o paradeiro da pessoa são suficientes para caracterizar o crime.</p>
<p>De outro lado, considera “manifestamente ilegal” qualquer ordem, decisão ou determinação de praticar o desaparecimento forçado de uma pessoa ou de ocultar documentos ou informações que permitam a sua localização ou de seus restos mortais.</p>
<p><strong>Desaparecimento qualificado</strong><br>
O texto aprovado em Plenário pelos deputados aplica penas maiores para casos específicos:</p>
<ul>
<li>se houver emprego de tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou se do fato resultar aborto ou lesão corporal de natureza grave ou gravíssima: reclusão de 12 a 24 anos e multa;</li>
<li>se resultar morte: reclusão de 20 a 30 anos e multa;</li>
<li>se o agente é funcionário público no exercício das suas funções: reclusão de 12 a 24 anos e multa.</li>
</ul>
<p>Em outras situações, a pena é aumentada de 1/3 até a metade (13 anos e 4 meses a 30 anos):</p>
<ul>
<li>se o desaparecimento durar mais de 30 dias;</li>
<li>se a vítima for criança, adolescente, pessoa idosa, pessoa com deficiência, gestante ou tiver diminuída, por qualquer causa, sua capacidade de resistência;</li>
<li>se o agente se prevalecer de relações de parentesco, domésticas, de coabitação, de hospitalidade, de dependência econômica, de autoridade ou de superioridade hierárquica inerente ao exercício de emprego, cargo ou função; ou</li>
<li>se a vítima do desaparecimento forçado for retirada do território nacional.</li>
</ul>
<p><strong>Consumação do desaparecimento</strong><br>
Segundo o texto, o crime de desaparecimento forçado de pessoas é de natureza permanente, perdurando a ação criminosa do agente enquanto a pessoa não for libertada ou não for esclarecido seu paradeiro, ainda que ela já tenha falecido.</p>
<p>Já a prática generalizada ou sistemática de desaparecimento forçado constitui crime contra a humanidade. Nenhuma hipótese que suspenda ou module a eficácia de direitos será considerada atenuante ou condição para anular esse crime, como situações de estado de guerra ou ameaça de guerra, estado de calamidade pública ou qualquer outra situação excepcional.</p>
<p><strong>Colaboração premiada</strong><br>
Na aplicação de lei brasileira, o juiz poderá desconsiderar eventual perdão, extinção da punibilidade ou absolvição efetuadas no estrangeiro se reconhecer que tiveram por objetivo livrar o acusado da investigação ou da responsabilização por seus atos ou ainda que foram conduzidas de forma dependente e parcial e incompatível com a intenção de submeter a pessoa à ação da Justiça.</p>
<p>Por outro lado, o juiz poderá, de ofício ou a requerimento das partes, conceder redução da pena, de 1/3 a 2/3, ao acusado que tenha colaborado efetiva e voluntariamente com a investigação e o processo criminal.</p>
<p>Para isso, deverá ser primário, e essa colaboração terá de contribuir fortemente para:</p>
<ul>
<li>a localização da vítima com a sua integridade física preservada; ou</li>
<li>a identificação dos demais coautores ou partícipes da ação criminosa e das circunstâncias do desaparecimento.</li>
</ul>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
<p> </p>
<div class="video-container youtube youtube-100" data-youtube-id="9fGPqxeHegI">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
<p></p>
<div class="midia-legenda"></div>
</div>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que permite ao juiz decretar divórcio mesmo com disputa sobre bens</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-permite-ao-juiz-decretar-divorcio-mesmo-com-disputa-sobre-bens</link>
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<description><![CDATA[ Texto segue para o Senado, a menos que haja recurso para que seja votado pelo Plenário da Câmara ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, permite, juiz, decretar, divórcio, mesmo, com, disputa, sobre, bens</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1249699">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20250924161550624-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Ricardo Ayres (REPUBLICANOS-TO)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Ricardo Ayres, relator da proposta na CCJ</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3303/25, que permite ao juiz decretar o divórcio logo no início do processo judicial. O texto aprovado segue para o Senado, a menos que haja recurso para que seja votado pelo Plenário da Câmara.</p>
<p data-start="217" data-end="466">Hoje, em alguns casos, o fim do casamento pode levar anos, principalmente quando o casal discute outros assuntos, como a divisão de bens. A proposta quer evitar que uma pessoa seja obrigada a continuar casada contra a própria vontade por causa dessas discussões.</p>
<p data-start="468" data-end="630">O texto altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html">Código de Processo Civil</a> e deixa claro que o divórcio é um direito que depende apenas da vontade de um dos cônjuges (uma das pessoas casadas).</p>
<p>A proposta utiliza o mecanismo do julgamento antecipado parcial de mérito, previsto na legislação atual. Isso permite que o juiz decida sobre o fim do casamento logo no início do processo, desde que fique claro, pelo pedido, que a pessoa quer mesmo acabar o casamento, sem nenhuma dúvida.</p>
<p>O relator, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), apresentou parecer favorável à medida, de autoria da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ). Ele destacou que a proposta preenche uma lacuna legislativa sobre um tema já pacificado pela Justiça.</p>
<p>"Não é aceitável que, enquanto houver desacordo sobre temas patrimoniais, as escolhas existenciais no campo afetivo sejam prejudicadas", afirmou o relator, citando trecho de livro sobre o tema. Ayres acrescentou que, em muitos casos, a demora no processo pode ser usada como estratégia de desgaste ou vingança entre ex-parceiros.</p>
<p>Pela nova regra, quando o divórcio for um dos pedidos da ação, o juiz poderá declarar o fim do casamento assim que receber o pedido inicial. A outra parte será avisada oficialmente e poderá recorrer. Já se o divórcio for o único pedido, o juiz dará uma decisão final imediata. A parte que não concordar poderá recorrer, mas o recurso não suspende o divórcio.</p>
<p>Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova punição para o crime de gerontocídio</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-punicao-para-o-crime-de-gerontocidio</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-punicao-para-o-crime-de-gerontocidio</guid>
<description><![CDATA[ Trata-se do assassinato de idosos, que também será considerado crime hediondo; proposta vai ao Senado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, punição, para, crime, gerontocídio</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1249790">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303184519411-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Ossesio Silva (REPUBLICANOS - PE)"></div>
<div class="midia-legenda">Ossesio Silva, relator do projeto</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que tipifica o crime de assassinato de idosos (gerontocídio), com pena de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 20 a 40 anos, além de tornar o <span class="termoGlossario" title="A Lei 8.072/90 define como hediondos os crimes de homicídio praticado por grupo de extermínio; homicídio qualificado; latrocínio; genocídio; extorsão qualificada por morte; extorsão mediante sequestro; estupro; disseminação de epidemia que provoque morte; falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais; e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável. Esse tipo de crime deve ser cumprido inicialmente em regime fechado e é insuscetível de anistia, graça, indulto e fiança." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">crime hediondo</span>. A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria do deputado Castro Neto (PSD-PI), o Projeto de Lei 4716/25 foi aprovado nesta terça-feira (3) com <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE).</p>
<p>Para o relator, o assassinato de pessoas com mais de 60 anos não pode ser tratado como simples estatística de homicídio comum. "Assim como ocorreu com o feminicídio, cuja tipificação própria representou avanços no reconhecimento da violência de gênero, o gerontocídio também demanda dispositivo específico para tornar visível a gravidade do ataque direcionado à pessoa idosa por sua condição etária", afirmou Ossesio Silva.</p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), ressaltou que o projeto endurece o combate à violência contra a pessoa idosa. "É mais um escudo jurídico para proteger quem tanto contribuiu pelo Brasil", afirmou Motta, em seu perfil na rede social X.</p>
<p><strong>Aumento de penas</strong><br>
O texto aumenta ainda a pena para o homicídio culposo, quando o agente não teve a intenção de matar, de <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span> de 1 a 3 anos para detenção de 2 a 6 anos.</p>
<p>Atualmente, o Código Penal já prevê aumento de pena (agravante) se o homicídio doloso (com intenção) for praticado contra idoso (maiores de 60 anos), levando a pena padrão de reclusão de 6 a 20 anos para 8 anos a 26 anos e 8 meses.</p>
<p>Casos semelhantes aos já previstos no código para aumento de 1/3 da pena valerão para o crime específico de gerontocídio. Assim, a pena poderá chegar a reclusão de 26 anos e 8 meses a 53 anos e 4 meses nas seguintes situações:</p>
<ul>
<li>se praticado contra pessoa com deficiência ou portadora de doenças degenerativas que acarretem condição limitante ou de vulnerabilidade física ou mental;</li>
<li>se praticado por milícia privada, sob o pretexto de prestação de serviço de segurança, ou por grupo de extermínio;</li>
<li>por encomenda, motivo torpe ou motivo fútil;</li>
<li>com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel;</li>
<li>por meio de traição, emboscada ou dissimulação para tornar difícil à vítima defender-se;</li>
<li>para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime;</li>
<li>contra policiais, membros do Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Advocacia Pública ou oficiais de Justiça ou parentes em razão dessa condição;</li>
<li>com emprego de arma de fogo de uso restrito ou proibido; ou</li>
<li>nas dependências de instituição de ensino.</li>
</ul>
<p><strong>Diminuição</strong><br>
Por outro lado, poderá haver diminuição de pena de 1/6 a 1/3 se o agente cometer o crime “impelido por motivo de relevante valor social ou moral ou sob o domínio de violenta emoção logo em seguida a injusta provocação da vítima”.</p>
<p><strong>Gerontocídio culposo</strong><br>
Em relação à modalidade culposa, o texto de Ossésio Silva mantém casos já previstos de aumento de 1/3 da pena de detenção para casos de:</p>
<ul>
<li>inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício;</li>
<li>deixar de prestar imediato socorro à vítima;</li>
<li>não procurar diminuir as consequências do seu ato; ou</li>
<li>fugir para evitar prisão em flagrante.</li>
</ul>
<p>Do mesmo modo já previsto atualmente, o juiz poderá deixar de aplicar a pena se as consequências da infração atingirem o próprio agente “de forma tão grave que a sanção penal se torne desnecessária”.</p>
<div class="image-container" data-midia="1249745">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303173512492-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas."></div>
<div class="midia-legenda">Deputados aprovaram o projeto na sessão do Plenário</div>
</div>
<p><strong>Crime hediondo</strong><br>
O projeto considera hediondo o gerontocídio e seus agravantes. Condenados por crimes hediondos não podem contar com anistia, graça, indulto ou fiança. Têm ainda prazos maiores de cumprimento de pena em regime fechado para poder acessar o regime semiaberto.</p>
<p><strong>Progressão de pena</strong><br>
Quanto à progressão de regime do condenado por gerontocídio, o texto iguala o tempo de cumprimento de pena em regime fechado ao exigido dos condenados por feminicídio se o réu for primário: de 55% em vez do percentual padrão de 40%.</p>
<p>No entanto, se sancionada a mudança feita no projeto de lei de combate ao crime organizado (PL 5582/25), o trecho em questão deixa de existir devido ao aumento da progressão relativa ao feminicídio (de 55% para 75%).</p>
<p><b>Debate em Plenário<br>
</b>Durante o debate em Plenário, o deputado Chico Alencar (Psol-RJ) destacou que o projeto também trata de homicídio de menor de 14 anos. "Não achamos que simplesmente aumentar as penas diminui a violência, mas nesse caso isso cabe muito bem", defendeu.</p>
<p>Para o deputado Gilson Marques (Novo-SC), a pena de homicídio deveria ser maior. "Hoje não basta ter o crime de homicídio, estão sendo criados cada vez mais outros crimes. Gostaríamos de aumentar a pena de todos os tipos de homicídio, inclusive do idoso. Nosso sonho é chegar no dia em que a vida não seja mensurada a depender de sua idade, seu sexo e sua cor."</p>
<p>O deputado Alberto Fraga (PL-DF) observou que o projeto vem em um momento oportuno, quando o número de idosos já supera o de jovens. "Estamos cansados de ver agressões injustas e covardes contra o idoso, que não tem condição de se defender", afirmou.<b></b></p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova reajuste para servidores do Ministério Público e do CNMP</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-reajuste-para-servidores-do-ministerio-publico-e-do-cnmp</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-reajuste-para-servidores-do-ministerio-publico-e-do-cnmp</guid>
<description><![CDATA[ Proposta será enviada ao Senado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, reajuste, para, servidores, Ministério, Público, CNMP</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1249745">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303173512492-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas."></div>
<div class="midia-legenda">Plenário da Câmara dos Deputados</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (3) projeto de lei que estabelece reajuste de 8%, a partir de 1º de julho próximo, nos vencimentos básicos dos cargos efetivos, dos cargos em comissão e das funções comissionadas dos servidores do Ministério Público da União e do Conselho Nacional do Ministério Público. A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>O relator, deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), afirmou que a proposta segue o teto constitucional, "sem excepcionalidade nenhuma". O deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) esclareceu que o aumento será apenas para servidores, não para procuradores ou promotores.</p>
<p>De autoria da Procuradoria-Geral da República, o Projeto de Lei 3879/24 foi aprovado com <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, que incorporou o reajuste previsto no PL 5120/25, que tramita <span class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensado</span>.</p>
<p>Para Bulhões, o reajuste “reafirma esse compromisso com a simetria, promovendo a harmonia necessária ao pleno funcionamento do sistema de Justiça”, referindo-se a reajuste igual aprovado para os servidores do Judiciário e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>
<p>O texto aprovado prevê reajuste de 8% também em 2027 e 2028. Dispositivos semelhantes em projetos anteriores foram vetados pelo presidente da República porque aumentam o gasto com pessoal para o futuro governo – o que é inconstitucional.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova projeto que cria cargos no Conselho Nacional de Justiça</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-cria-cargos-no-conselho-nacional-de-justica</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-cria-cargos-no-conselho-nacional-de-justica</guid>
<description><![CDATA[ Proposta será enviada ao Senado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, projeto, que, cria, cargos, Conselho, Nacional, Justiça</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1249852">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303200916372-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Rubens Pereira Júnior (PT-MA)"></div>
<div class="midia-legenda">Rubens Pereira Júnior, relator do projeto</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria 110 cargos efetivos e 120 cargos em comissão e funções comissionada no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria do próprio CNJ, o Projeto de Lei 5490/25 foi aprovado nesta terça-feira (3) com parecer favorável do relator, deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA).</p>
<p>Segundo o texto, serão criados 50 cargos efetivos de analista judiciário e 70 de técnico judiciário, além de 20 cargos em comissão de nível CJ-3 e 100 funções comissionadas de nível FC-6.</p>
<p>A criação e o provimento dos cargos e funções ocorrerão de forma gradativa e condicionada a autorização da Lei Orçamentária Anual (<span class="termoGlossario" title="Comumente denominada orçamento, é a lei que contém a discriminação da receita e da despesa pública para o ano. É elaborada pelo Executivo e votada pelo Congresso Nacional." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">LOA</span>) de cada um dos anos:</p>
<ul>
<li>em 2026: 10 analistas, 15 técnicos, 10 cargos CJ-3 e 50 funções FC-6;</li>
<li>em 2027: 15 analistas, 25 técnicos e 25 funções FC-6; e</li>
<li>em 2028: 25 analistas, 30 técnicos, 10 cargos CJ-3 e 25 funções FC-6.</li>
</ul>
<p><strong>Déficit de servidores</strong><br>
Rubens Pereira Júnior defendeu o fortalecimento do Conselho Nacional de Justiça para controlar e fiscalizar o Judiciário. "Há um déficit de servidores do CNJ. Este é um custo irrisório para o orçamento do Judiciário", ponderou.</p>
<p>De acordo com a justificativa do CNJ, devido à crescente demanda de atividades do conselho, como a implementação de programas estruturantes (Justiça 4.0, Plano Pena Justa, Portal Único do Judiciário e Exame Nacional da Magistratura), a expansão de competências não foi acompanhada de crescimento proporcional de seu quadro de pessoal.</p>
<p>Segundo o CNJ, estudo de dimensionamento realizado em parceria com a Universidade Federal do Pará (2020-2022) apontou déficit de 105 servidores no órgão.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que aumenta pena para corrupção passiva praticada por integrante do Judiciário</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-aumenta-pena-para-corrupcao-passiva-praticada-por-integrante-do-judiciario</link>
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<description><![CDATA[ O projeto será analisado agora pelo Plenário; para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, aumenta, pena, para, corrupção, passiva, praticada, por, integrante, Judiciário</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1249957">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260225185213203-768x473.jpg" alt="Deputado Carlos Jordy (PL-RJ) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Carlos Jordy: a gravidade da conduta exige resposta penal mais severa</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1140452-proposta-aumenta-pena-de-corrupcao-passiva-pratica-por-membro-do-judiciario">Projeto de Lei 4344/24</a>, que aumenta a pena para os crimes de concussão e corrupção passiva quando praticados pela autoridade judiciária.</p>
<p>Pelo <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a>, a concussão é exigir vantagem indevida em razão de função, e a corrupção passiva é solicitar, receber ou aceitar promessa de vantagem indevida. Atualmente, a pena para ambos os crimes é de 2 a 12 anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> e multa. O texto aprovado amplia a pena de 1/3 até a metade.</p>
<p>O relator, deputado Carlos Jordy (PL-RJ), recomendou a aprovação da proposta, de autoria dos deputados Duda Ramos (MDB-RR) e Amom Mandel (Cidadania-AM). “A gravidade da conduta exige resposta penal mais severa”, disse o relator.</p>
<p>“A conduta de um magistrado que vende sentenças, além de configurar crime, é um atentado à própria essência do Judiciário, minando os pilares do Estado Democrático de Direito”, afirmaram os autores na justificativa da proposta.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto ainda será analisado pelo Plenário. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova departamento no CNJ para monitorar decisões internacionais sobre direitos humanos</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-departamento-no-cnj-para-monitorar-decisoes-internacionais-sobre-direitos-humanos</link>
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<description><![CDATA[ Proposta foi apresentada pelo Conselho Nacional de Justiça e seguirá para o Senado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, departamento, CNJ, para, monitorar, decisões, internacionais, sobre, direitos, humanos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1249887">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303160628694-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Icaro de Valmir (PL - SE)"></div>
<div class="midia-legenda">Icaro de Valmir, relator da proposta</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria novo departamento no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para monitorar decisões de sistemas internacionais de direitos humanos. A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria do CNJ, o Projeto de Lei 591/26 define esses sistemas internacionais como o conjunto de normas, órgãos e mecanismos de proteção e promoção dos direitos humanos. Esses sistemas poderão funcionar tanto no âmbito global, por meio da Organização das Nações Unidas (ONU), quanto no âmbito regional interamericano, vinculados à Organização dos Estados Americanos (OEA).</p>
<p>No aspecto normativo, os sistemas abrangem tratados, convenções e protocolos, decisões, sentenças, recomendações, medidas de urgência, pareceres consultivos e relatórios emitidos por seus respectivos comitês, comissões e cortes de Justiça.</p>
<p>O texto aprovado nesta terça-feira (3) é um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Icaro de Valmir (PL-SE), segundo o qual esse departamento será supervisionado pelo presidente do CNJ e será coordenado por um juiz auxiliar nomeado por ele.</p>
<p><strong>Intercâmbio</strong><br>
Para atingir os objetivos do novo órgão, o CNJ poderá firmar vínculos de cooperação e intercâmbio com órgãos e entidades públicas ou privadas, nacionais, estrangeiras ou internacionais no campo de direitos humanos.</p>
<p>Será possível ainda celebrar contratos com pessoas físicas e jurídicas especializadas.</p>
<p><strong>Atribuições</strong><br>
O projeto define como atribuições do Departamento de Monitoramento e Fiscalização das Decisões dos Sistemas Internacionais de Direitos Humanos (DDH), entre outras:</p>
<ul>
<li>monitorar a implementação de decisões e recomendações emitidas por esses sistemas em relação ao Brasil e atuar para o seu efetivo cumprimento e na prevenção de novas condenações internacionais;</li>
<li>acompanhar e fiscalizar a implementação de parâmetros de direitos fundamentais estabelecidos no âmbito desses sistemas;</li>
<li>zelar pela observância, por parte do poder público, das decisões dos órgãos desses sistemas internacionais de direitos humanos, podendo solicitar informações de órgãos e entidades e emitir orientações e notas técnicas;</li>
<li>promover e apoiar a universalização do acesso à Justiça e a adoção de tecnologias digitais e de inteligência artificial; e</li>
<li>promover ações, projetos e políticas judiciárias de direitos humanos, considerando os parâmetros normativos e as boas práticas nacionais e internacionais.</li>
</ul>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que equipara comércio de cigarro ilegal ao tráfico de drogas</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-equipara-comercio-de-cigarro-ilegal-ao-trafico-de-drogas</link>
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<description><![CDATA[ O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, equipara, comércio, cigarro, ilegal, tráfico, drogas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1250164">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251202174205540-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Aplicação das penas para líderes e membros de organizações criminosas. Dep. Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Delegado Paulo Bilynskyj, relator do projeto de lei</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1138384-projeto-equipara-contrabando-de-cigarros-ao-trafico-de-drogas">Projeto de Lei 4495/24,</a> que equipara o comércio ilegal de cigarros ao tráfico de drogas, sujeitando os infratores a penas de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 5 a 15 anos e pagamento de multa.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A medida altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11343-23-agosto-2006-545399-norma-pl.html">Lei Antidrogas</a> para dar o mesmo tratamento penal a quem produz, distribui ou vende produtos derivados do tabaco contrabandeados, falsificados ou sem registro na Anvisa e na Receita Federal.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">De autoria do deputado Coronel Meira (PL-PE), o texto estabelece que a punição será aplicada independentemente da quantidade apreendida. Além da pena de prisão, a proposta estende aos crimes com cigarros ilegais a proibição de fiança e de benefícios como indulto e anistia. O projeto também permite que o juiz suspenda o funcionamento de estabelecimentos envolvidos e determine a inaptidão do CNPJ das empresas.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O relator, deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), recomendou a aprovação da matéria. Ele citou dados do Anuário de Mercados Ilícitos Transnacionais em São Paulo (2024), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que apontam que o mercado ilegal de cigarros movimenta pelo menos R$ 7,41 bilhões apenas no estado paulista.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Segundo o levantamento, cerca de 30% dos cigarros consumidos no Brasil são falsificados ou contrabandeados. "O comércio ilícito atua como fonte alternativa de renda e de acumulação de riqueza para facções criminosas, substituindo ou complementando o tráfico de drogas e contribuindo diretamente para o aumento da violência", afirmou o relator.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Riscos à saúde<br>
</strong>O relatório aprovado destaca ainda os riscos à saúde pública, uma vez que os produtos ilegais não passam por controle sanitário e podem conter substâncias tóxicas desconhecidas. A concorrência desleal com a indústria nacional, que paga impostos elevados, também foi apontada como justificativa para o endurecimento da lei.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">"A proposta, ao estender às infrações relacionadas ao cigarro ilegal os instrumentos de persecução já previstos na Lei Antidrogas – como a proteção de testemunhas e a perda de bens – supre lacuna histórica na repressão ao financiamento ilícito que sustenta o crime organizado", disse Bilynskyj.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><b>Próximos passos<br>
</b>O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. A proposta está sujeita à análise do Plenário. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.<b></b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Relator diz que exigir certidão criminal para casamento pode reduzir violência contra mulher; ouça a entrevista</title>
<link>https://apareceu.com/relator-diz-que-exigir-certidao-criminal-para-casamento-pode-reduzir-violencia-contra-mulher-ouca-a-entrevista</link>
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<description><![CDATA[ Deputado lembra que quatro mulheres são assassinadas por dia no Brasil ]]></description>
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<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 01:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Relator, diz, que, exigir, certidão, criminal, para, casamento, pode, reduzir, violência, contra, mulher, ouça, entrevista</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1247548">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260202205358235-768x474.jpg" alt="Deputado Capitão Alberto Neto fala ao microfone"></div>
<div class="midia-legenda">Capitão Alberto Neto recomendou a aprovação da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou, nesta semana, o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/977997-projeto-exige-certidao-de-antecedentes-criminais-para-habilitacao-para-o-casamento">Projeto de Lei 1973/23</a>, que determina a apresentação de certidão de antecedentes criminais e certidão judicial cível e criminal para habilitação ao casamento (PL 1973/23).</p>
<p>O texto altera o <a href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2002/lei-10406-10-janeiro-2002-432893-norma-pl.html">Código Civil</a>, que já exige dos noivos vários documentos.</p>
<p>Em entrevista à <em>Rádio Câmara</em>, o relator da proposta, deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), defendeu a exigência das novas certidões. Para ele, a medida amplia a transparência entre os noivos e pode proteger mulheres, ao permitir que se saiba de eventual histórico de violência.</p>
<p>“A mulher vai decidir se vai querer casar ou não, sabendo daquela informação [histórico de violência]. Não vai impedir, mas vai ser obrigatório ele apresentar esses documentos,” explicou o deputado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/radio/402-painel-eletronico/">Ouça a íntegra da entrevista de Capitão Alberto Neto à <em>Rádio Câmara</em></a></li>
</ul>
<p><strong>Comparação</strong><br>
Capitão Alberto Neto comparou a exigência das certidões criminal e judicial cível e criminal ao que ocorre em concursos públicos e em algumas contratações de emprego, em que se pedem os documentos.</p>
<p><strong>Documentos exigidos hoje</strong><br>
Atualmente, o Código Civil exige para habilitação ao casamento os seguintes documentos:</p>
<p>• Certidão de nascimento;<br>
• Autorização por escrito dos eventuais responsáveis legais;<br>
• Declaração de duas testemunhas maiores, que atestem conhecê-los e não existir impedimentos legais à cerimônia;<br>
• Declaração do estado civil, do domicílio e da residência dos noivos e de seus pais, se forem conhecidos;<br>
• Certidão de óbito de cônjuge falecido, de sentença declaratória de nulidade ou de anulação de casamento anterior ou do registro da sentença de divórcio.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
Agora o projeto, de autoria da deputada Dayany Bittencourt (União-CE), deve seguir para análise do Senado.</p>
<p>Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto pune servidor que usa bem público para fins particulares</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-pune-servidor-que-usa-bem-publico-para-fins-particulares</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-pune-servidor-que-usa-bem-publico-para-fins-particulares</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20240710184523041-2-768x512.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, pune, servidor, que, usa, bem, público, para, fins, particulares</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1247521">
<div class="midia-creditos"><em>Mário Agra/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20240710184523041-2-768x512.jpg" alt="Deputado Amom Mandel (Cidadania-AM) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Amom Mandel: o uso indevido de bens públicos representa desvio ético e funcional</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6366/25, do deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), cria o crime de peculato de uso. A proposta, que inclui a penalidade no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a>, está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Pelo texto, o crime acontece quando um funcionário público apropria-se de bem móvel ou imóvel da administração pública ou sob sua guarda sem autorização legal, para uso pessoal, sem a intenção de ficar definitivamente com o produto.</p>
<p>Seria o caso, por exemplo, de um servidor que usa veículo oficial, fora do expediente, para ir com familiares a um evento particular. A pena prevista é de seis meses a dois anos de <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span>, ou multa. Se comprovado que o bem foi usado por motivo justo, a pena poderá ser reduzida a até três meses de detenção.</p>
<p>Porém, se o uso ocorrer para obter vantagem patrimonial, política ou pessoal, a pena pode chegar a três anos de detenção. Um agente público usando carros oficiais e equipe do órgão para transportar pessoas e material de um evento de pré-campanha ou para montar estrutura de comício se enquadraria nesse caso.</p>
<p>Mandel afirmou que a redação atual do Código Penal não vale para condutas em que o servidor utiliza temporariamente bens públicos para fins particulares, sem a intenção de se apropriar deles, gerando impunidade e insegurança jurídica.</p>
<p>"O uso indevido de bens públicos representa desvio ético e funcional, comprometendo a credibilidade das instituições e a confiança da sociedade na lisura da atuação estatal", disse.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.</p>
<p>Para virar lei, precisa passar pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto prevê publicação de estatísticas sobre decisões judiciais de bloqueios em redes sociais</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-preve-publicacao-de-estatisticas-sobre-decisoes-judiciais-de-bloqueios-em-redes-sociais</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-preve-publicacao-de-estatisticas-sobre-decisoes-judiciais-de-bloqueios-em-redes-sociais</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, o texto precisa passar pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20241216203141935-1-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, prevê, publicação, estatísticas, sobre, decisões, judiciais, bloqueios, redes, sociais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1247437">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20241216203141935-1-768x473.jpg" alt="Deputado Amom Mandel (Cidadania-AM) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Amom Mandel, autor da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6378/25, do deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), determina a publicação de dados estatísticos sobre decisões judiciais de bloqueio, suspensão ou exclusão de contas em redes sociais e plataformas digitais.</p>
<p>Os dados devem conter, no mínimo, o total de decisões proferidas, classificados por tribunal e por tipo de medida, o fundamento para embasar a decisão, a natureza do processo e a quantidade de perfis ou contas afetadas. Não serão divulgados nomes.</p>
<p>A consolidação e publicação dos dados deve ser feita pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A proposta, que inclui a previsão no Marco Civil da Internet (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2014/lei-12965-23-abril-2014-778630-norma-pl.html">Lei 12.965/14</a>), está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>De acordo com a proposta, o primeiro relatório deverá contemplar dados desde 1º de janeiro de 2019 até a data da publicação da norma.</p>
<p>Segundo Mandel, o objetivo é trazer à luz importantes dados estatísticos sobre essas decisões.</p>
<p>"Busca-se, com isso, garantir que a sociedade brasileira saiba quantos cidadãos tiveram suas contas bloqueadas desde 2019, quais os fundamentos jurídicos prevalentes e a natureza dos processos (cíveis, criminais, eleitorais, etc.) que motivaram tais restrições", disse.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa passar pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova obrigação de plano de saúde pagar despesa de acompanhante no parto</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-obrigacao-de-plano-de-saude-pagar-despesa-de-acompanhante-no-parto</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-obrigacao-de-plano-de-saude-pagar-despesa-de-acompanhante-no-parto</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei, já aprovado no Senado, segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251210205523972-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:00:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, obrigação, plano, saúde, pagar, despesa, acompanhante, parto</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1247659">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251210205523972-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Célia Xakriabá (PSOL - MG)"></div>
<div class="midia-legenda">Célia Xakriabá: acompanhante reduz sensação de solidão da gestante</div>
</div>
<p>A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2570/22, que obriga os planos de saúde a cobrirem as despesas do acompanhante durante os períodos de trabalho de parto, no parto e no pós-parto imediato.</p>
<p>O texto, da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), foi aprovado por <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3066759&filename=Parecer-CPOVOS-2025-12-11">recomendação da relatora</a>, deputada Célia Xakriabá (Psol-MG).</p>
<p>“O parto é um momento de vulnerabilidade, em que a mulher necessita de apoio, confiança e segurança. A presença de um acompanhante escolhido pela gestante fortalece sua autonomia e proporciona conforto emocional, reduzindo o medo, a ansiedade e a sensação de solidão”, afirmou a relatora.</p>
<p>“Mais do que mera companhia, o acompanhante se torna fonte de força, capaz de amenizar a dor, gerar bem-estar físico e auxiliar na superação dos desafios inerentes ao parto”, acrescentou.</p>
<p>A proposta altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8080-19-setembro-1990-365093-norma-pl.html">Lei Orgânica da Saúde</a> e a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1998/lei-9656-3-junho-1998-353439-norma-pl.html">Lei dos Planos de Saúde</a>.</p>
<p><strong>Infração sanitária</strong><br>
O projeto caracteriza como infração sanitária o descumprimento do direito de a gestante poder ter um acompanhante nessas situações e em atendimentos com sedação, tanto em hospitais públicos como privados.</p>
<p>O texto determina, por outro lado, que a eventual renúncia a esse direito deverá ser feita por escrito, após prestação de informações à paciente, em termo de consentimento arquivado no prontuário.</p>
<p>Ainda conforme a proposta, o Sistema Único de Saúde (SUS) deverá disponibilizar as informações aos pacientes indígenas, em linguagem adequada às diversas realidades sociais e culturais que eles vivenciam.</p>
<p>Na avaliação de Célia Xakriabá, essa previsão, instituída em lei, “reforça o compromisso de respeito com a diversidade cultural e a proteção dos povos originários”.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Já aprovado pelos senadores, o texto irá à sanção presidencial se não for modificado pelos deputados.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que proíbe circunstância atenuante em crimes de violência sexual</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-proibe-circunstancia-atenuante-em-crimes-de-violencia-sexual</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-proibe-circunstancia-atenuante-em-crimes-de-violencia-sexual</guid>
<description><![CDATA[ A proposta será analisada agora pelo Plenário; para virar lei, terá de ser aprovada pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, proíbe, circunstância, atenuante, crimes, violência, sexual</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1247661">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20250506163902760-768x473.jpg" alt="Deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO) fala em comissão da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Ricardo Ayres: o tratamento penal dos crimes sexuais deve ser medida abrangente</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe a redução do prazo de prescrição e a aplicação de atenuantes de pena em crimes de violência sexual.</p>
<p>O texto aprovado é a versão (<span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span>) do relator, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1247552-projeto-amplia-a-proibicao-de-circunstancia-atenuante-em-crimes-de-violencia-sexual">Projeto de Lei 3832/25</a>, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ). “O tratamento penal dos crimes sexuais deve ser medida abrangente, alcançando qualquer vítima, independentemente de sexo, idade ou condição”, disse Ayres.</p>
<p>O substitutivo altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a>, generalizando a proibição. O projeto original de Laura Carneiro previa o fim desse abrandamento de pena especificamente para crimes sexuais cometidos contra homens, crianças e adolescentes.</p>
<p>Segundo Laura Carneiro, o objetivo é aperfeiçoar a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15160-3-julho-2025-797687-norma-pl.html">Lei 15.160/25</a>. Oriunda de iniciativa anterior da parlamentar, a lei hoje estabelece as vedações apenas para casos de violência contra a mulher.</p>
<p>A mudança busca assegurar que os agressores cumpram penas integrais. Pela regra atual, nos casos em que as vítimas são crianças, adolescentes ou homens, a pena é atenuada e a prescrição cai pela metade se o agente for menor de 21 anos na data do fato ou maior de 70 anos na data da sentença.</p>
<p>“A Lei 15.160/25 recebeu críticas por deixar de incluir nas vedações outras vítimas de crimes sexuais, o que poderia gerar distorções e iniquidades na aplicação”, afirmou a deputada na justificativa que acompanha a versão original.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto seguirá agora para a análise do Plenário. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova obrigatoriedade de denúncia em caso de suspeita de violência contra menores</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-obrigatoriedade-de-denuncia-em-caso-de-suspeita-de-violencia-contra-menores</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-obrigatoriedade-de-denuncia-em-caso-de-suspeita-de-violencia-contra-menores</guid>
<description><![CDATA[ O projeto da Lei Vizinho Guardião segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, obrigatoriedade, denúncia, caso, suspeita, violência, contra, menores</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1247877">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251211134535784-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Allan Garcês (PP-MA)"></div>
<div class="midia-legenda">Garcês: futura lei não substitui a Lei Henry Borel, mas fortalece a rede de proteção</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou na terça-feira (24) o Projeto de Lei 5109/25, que cria a Lei Vizinho Guardião, tornando obrigatório para qualquer cidadão denunciar suspeitas de violência contra crianças e adolescentes.</p>
<p>Pelo texto, ao tomar conhecimento ou suspeitar de casos de violência contra menores, a pessoa fica obrigada a comunicar o fato:</p>
<ul>
<li>imediatamente à polícia, se houver risco imediato; ou</li>
<li>em até 24 horas, ao Conselho Tutelar, ao Disque 100 ou à polícia, nos demais casos.</li>
</ul>
<p>O texto define como sinais de alerta para identificar casos de violência:</p>
<ul>
<li>gritos ou pedidos de socorro;</li>
<li>sons de agressão com choro infantil;</li>
<li>sinais visíveis de maus-tratos;</li>
<li>relatos de terceiros;</li>
<li>ausência prolongada e injustificada da criança na escola ou na comunidade.</li>
</ul>
<p>O projeto, de autoria do deputado Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG), deixa claro que profissionais que trabalham em condomínios ou em residências, como síndicos, administradores, porteiros, zeladores, faxineiros, vigilantes, seguranças e diaristas, têm a obrigação de denunciar casos suspeitos.</p>
<p>Condomínios, síndicos e administradores de prédios e residenciais, por sua vez, ficam obrigados a:</p>
<ul>
<li>afixar avisos em áreas comuns com os canais oficiais de denúncia;</li>
<li>registrar e encaminhar imediatamente relatos ou indícios ao Conselho Tutelar ou à polícia; e</li>
<li>manter registro escrito por cinco anos.</li>
</ul>
<p>O relator na comissão, deputado Allan Garcês (PP-MA), disse que a futura lei não substitui a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2022/lei-14344-24-maio-2022-792692-norma-pl.html">Lei Henry Borel</a>, mas “transforma o dever moral de denunciar em uma obrigação legal e comunitária, que fortalece a rede de proteção social e reafirma o princípio constitucional da proteção integral da infância”.</p>
<p><strong>Punição</strong><br>
A omissão ou a não comunicação dos fatos às autoridades, conforme o projeto, submete qualquer cidadão às penas previstas na Lei Henry Borel para casos de omissão, que vão de 6 meses a 3 anos de <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span>, com aumento de metade se houver lesão grave e triplicação em caso de morte.</p>
<p>Henry Borel, de 4 anos, morreu em 2021 no Rio de Janeiro após sofrer espancamentos no apartamento onde morava com a mãe e o padrasto. A lei sancionada em 2022 endurece as punições contra violência doméstica infantil.</p>
<p>A lei estabelece ainda aplicação em dobro da pena quando a omissão é praticada por parente próximo (pais, parente até terceiro grau, responsável legal ou padrasto/madrasta).</p>
<p><strong>Regulamentação</strong><br>
Caberá ao governo federal, segundo a futura lei, editar, em até 90 dias, o Protocolo Vizinho Guardião de Proteção à Criança e ao Adolescente na Vizinhança, com orientações claras para prevenção e comunicação.</p>
<p>O protocolo deverá será divulgado por cartazes em escolas, condomínios e hospitais, além de campanhas regulares em redes sociais, TV, rádio, internet e unidades de saúde.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br>
A proposta será ainda analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Proposta pune quem pega bem alheio para uso temporário</title>
<link>https://apareceu.com/proposta-pune-quem-pega-bem-alheio-para-uso-temporario</link>
<guid>https://apareceu.com/proposta-pune-quem-pega-bem-alheio-para-uso-temporario</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Proposta, pune, quem, pega, bem, alheio, para, uso, temporário</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1247958">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260225163155260-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Amom Mandel (CIDADANIA - AM)"></div>
<div class="midia-legenda">Plenário - Sessão Deliberativa</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6367/25, do deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), cria o crime de furto de uso. A proposta inclui a penalidade no <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> e está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>A proposta trata como crime subtrair coisa alheia para uso próprio e temporário, sem o consentimento do proprietário, ainda que com a intenção de restituir imediatamente após o uso. Seria o caso, por exemplo, de uma pessoa que pega, sem permissão, a bicicleta do vizinho destrancada para ir ao mercado  e depois a devolve. A pena é de 3 meses a 1 ano de detenção e multa.</p>
<p>Segundo Mandel, situações em que uma pessoa utiliza indevidamente um bem alheio como veículo, equipamento ou objeto, devolvendo-o posteriormente, resultam em absolvição, mesmo quando há evidente violação à propriedade, abuso de confiança e risco de dano. "Tais casos, embora distintos do furto comum, não são socialmente inofensivos e merecem resposta penal proporcional", disse.</p>
<p>Caso o bem seja restituído antes do uso, sem prejuízo ao proprietário, não há crime. Se o criminoso causar dano ao bem ou prejuízo ao proprietário durante o uso, a pena poderá chegar a um ano e meio de detenção. Ou reduzida a dois meses de detenção se comprovado o justo motivo para pegar o bem.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova regras para atendimento de pessoas com deficiência em concursos públicos</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-regras-para-atendimento-de-pessoas-com-deficiencia-em-concursos-publicos</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-regras-para-atendimento-de-pessoas-com-deficiencia-em-concursos-publicos</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, regras, para, atendimento, pessoas, com, deficiência, concursos, públicos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1248010">
<div class="midia-creditos"><em>Pablo Valadares / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20250903154827793-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Film Commission: regulamentação e importância para o Turismo Nacional. Dep. André Figueiredo (PDT-CE)"></div>
<div class="midia-legenda">André Figueiredo: texto fortalece segurança jurídica para candidatos e o Estado</div>
</div>
<p>A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê que os editais de concursos assegurem ao candidato com deficiência ou em situação especial o direito de indicar as condições específicas de que necessita para realizar as provas.</p>
<p>Essa solicitação de atendimento especializado deverá observar os parâmetros da <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13146-6-julho-2015-781174-norma-pl.html">Lei Brasileira de Inclusão</a>.</p>
<p>O texto aprovado é um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> (nova versão) do relator, deputado André Figueiredo (PDT-CE), que atualiza a proposta original (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/507118-proposta-dispensa-candidato-de-comprovar-deficiencia-apos-aprovacao-em-concurso">PL 5573/16</a>) para adequá-la à <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2024/lei-14965-9-setembro-2024-796212-norma-pl.html">Lei Geral dos Concursos Públicos</a>, de 2024.</p>
<p>A legislação vigente já prevê que o edital do concurso deverá conter as condições para a realização das provas por pessoas com deficiência.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3044692&filename=SBT+1+CASP+%3D%3E+PL+5573/2016">Confira a íntegra do texto aprovado</a></li>
</ul>
<p>O projeto agora passa a prever a possibilidade de indicação dessas condições pelo candidato.</p>
<p><strong>Segurança jurídica</strong><br>
O relator destacou que a nova proposta busca dar efetividade a conceitos como acessibilidade e adaptações razoáveis.</p>
<p>“O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que é inconstitucional excluir o direito a adaptações razoáveis em provas físicas e impor critérios idênticos a candidatos com e sem deficiência sem a demonstração de sua necessidade para o exercício do cargo”, explicou André Figueiredo.</p>
<p>O parlamentar disse ainda que a medida fortalece a segurança jurídica tanto para os candidatos, que passam a ter um procedimento claro para o exercício de seus direitos, quanto para a administração pública, que obtém diretrizes objetivas para a elaboração dos editais.</p>
<p>O projeto inicial, do deputado Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG), modificava uma lei de 1989 para permitir que laudos de especialistas particulares fossem suficientes para comprovar a deficiência, dispensando a validação por comissões dos órgãos públicos. Além disso, a proposta original buscava incluir doenças crônicas, hereditárias e autoimunes no conceito de deficiência.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O texto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova divulgação, em meios de comunicação, de serviço para denúncias de violência contra a mulher</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-divulgacao-em-meios-de-comunicacao-de-servico-para-denuncias-de-violencia-contra-a-mulher</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-divulgacao-em-meios-de-comunicacao-de-servico-para-denuncias-de-violencia-contra-a-mulher</guid>
<description><![CDATA[ O texto aprovado segue para análise do Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260226133138133-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, divulgação, meios, comunicação, serviço, para, denúncias, violência, contra, mulher</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1248470">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260226133138133-768x473.jpg" alt="Sessão para a votação de propostas legislativas. Dep. Camila Jara (PT - MS)"></div>
<div class="midia-legenda">Camila Jara, relatora do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (26) projeto de lei que torna obrigatória a divulgação de serviço telefônico destinado a atender denúncias de violência contra a mulher em notícias e informações relativas à violência contra a mulher difundidas em qualquer meio de comunicação.</p>
<p>A regra valerá para rádio, televisão, jornais impressos, portais digitais e redes sociais. O descumprimento da medida será considerado infração administrativa, passível de sanções que ainda serão regulamentadas pelo Poder Executivo.</p>
<p>O texto aprovado segue para análise do Senado. É a versão da relatora, deputada Camila Jara (PT-MS), para o Projeto de Lei 6140/25, da deputada Talíria Petrone (Psol-RJ). Camila Jara elaborou nova redação, mantendo os objetivos originais.</p>
<p>“O <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> promove organização e clareza em relação às obrigações impostas aos meios de comunicação, com diretrizes claras e detalhadas para a fiscalização do cumprimento da norma e eventual aplicação de sanções”, explicou a relatora.</p>
<p><strong>Baixo custo</strong><br>
O texto aprovado altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2003/lei-10714-13-agosto-2003-492023-norma-pl.html">Lei 10.714/03</a>, que autoriza o governo a oferecer um número telefônico destinado a atender denúncias de violência contra a mulher. A norma serviu de base para o Ligue 180, atual Central de Atendimento à Mulher.</p>
<p>“Trata-se de medida de baixíssimo custo e alto potencial preventivo, alinhada aos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da proteção dos direitos das mulheres”, disse Talíria Petrone, autora da proposta original.</p>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova prioridade absoluta para processos judiciais de pacientes com câncer</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-prioridade-absoluta-para-processos-judiciais-de-pacientes-com-cancer</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-prioridade-absoluta-para-processos-judiciais-de-pacientes-com-cancer</guid>
<description><![CDATA[ O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20250819180912945-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, prioridade, absoluta, para, processos, judiciais, pacientes, com, câncer</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1248258">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20250819180912945-768x473.jpg" alt="Audiência Pública Interativa - Rastreamento e diagnóstico precoce de câncer de pulmão no SUS. Dep. Silvia Cristina (PP - RO)"></div>
<div class="midia-legenda">Silvia Cristina: decisões devem observar caráter emergencial de demandas oncológicas</div>
</div>
<p>A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1571/2025, que estabelece prioridade absoluta de tramitação para processos judiciais envolvendo pessoas com câncer. A medida vale para todas as instâncias do Judiciário, inclusive tribunais superiores, e altera o Estatuto da Pessoa com Câncer (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2021/lei-14238-19-novembro-2021-791976-norma-pl.html">Lei 14.238/2021</a>).</p>
<p>O texto determina que, quando o caso envolvendo um paciente com câncer estiver na justiça, o juiz poderá pedir informações diretamente ao órgão público responsável.</p>
<p>O órgão deverá responder em até 48 horas, sem possibilidade de prorrogação, enviando:</p>
<ul>
<li>Cópia do pedido feito pelo paciente ao órgão público (se houver);</li>
<li>Informações sobre o andamento do pedido, com os documentos anexados;</li>
<li>Explicação oficial e justificada sobre o motivo de o pedido ter virado processo judicial;</li>
<li>Informação sobre risco real de agravamento da saúde do paciente, se houver.</li>
</ul>
<p>Se o órgão não responder no prazo, o servidor responsável poderá sofrer punição administrativa. O caso também poderá ser comunicado ao Ministério Público.</p>
<p>A relatora, deputada Silvia Cristina (PP-RO), recomendou a aprovação do projeto, de autoria do deputado Ely Santos (Republicanos-SP). “As decisões judiciais devem observar o caráter emergencial das demandas oncológicas, garantindo análise rápida de liminares e tutelas de urgência”, disse. "A demora em ações relacionadas a tratamentos, medicamentos e procedimentos pode implicar risco concreto à vida e à saúde dos pacientes", acrescentou.</p>
<p>A relatora propôs apenas emendas de redação e recomendou a rejeição de outras três emendas que sugeriam incentivos a pesquisas de terapias avançadas. A relatora considerou os temas estranhos ao objetivo central do projeto.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br>
</strong>A proposta será agora analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto permite prisão preventiva em caso de violência doméstica sem medida protetiva prévia</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-permite-prisao-preventiva-em-caso-de-violencia-domestica-sem-medida-protetiva-previa</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-permite-prisao-preventiva-em-caso-de-violencia-domestica-sem-medida-protetiva-previa</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251209172247051-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 19:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, permite, prisão, preventiva, caso, violência, doméstica, sem, medida, protetiva, prévia</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1246531">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251209172247051-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Delegado Palumbo (MDB-SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Delegado Palumbo é o autor do projeto</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6354/25, do deputado Delegado Palumbo (MDB-SP), permite decretar prisão preventiva em casos de violência doméstica e familiar, mesmo sem a adoção prévia de medidas protetivas de urgência. A regra vale para crimes contra mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência.</p>
<p>O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Atualmente, o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-3689-3-outubro-1941-322206-norma-pe.html">Código de Processo Penal</a> não prevê essa prisão antes da adoção das medidas protetivas.</p>
<p data-start="3559" data-end="3840">Segundo o deputado, o texto consolida a chamada prisão preventiva cumulativa ou protetiva. Nesse caso, o juiz poderá conceder medidas protetivas e, ao mesmo tempo, decretar a prisão preventiva para garantir o cumprimento das determinações, evitar nova agressão e proteger a vítima.</p>
<p>"A medida reforça o princípio da proporcionalidade, ao mesmo tempo em que prioriza a proteção imediata da vítima, assegurando que a prisão preventiva seja aplicada como instrumento de proteção e não apenas como resposta a fatos passados", disse.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto aumenta punição para motorista que coloca em risco a segurança das pessoas</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-aumenta-punicao-para-motorista-que-coloca-em-risco-a-seguranca-das-pessoas</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-aumenta-punicao-para-motorista-que-coloca-em-risco-a-seguranca-das-pessoas</guid>
<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20240710184523041-1-768x512.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 19:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, aumenta, punição, para, motorista, que, coloca, risco, segurança, das, pessoas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1246553">
<div class="midia-creditos"><em>Mário Agra/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20240710184523041-1-768x512.jpg" alt="Discussão e votação de propostas. Dep. Amom Mandel (CIDADANIA - AM)"></div>
<div class="midia-legenda">Amom Mandel: objetivo é corrigir falha no Código de Trânsito Brasileiro</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6276/25 prevê aumento de pena para quem usar carro ou moto como instrumento de ameaça, intimidação coletiva ou de geração de risco à segurança pública.</p>
<p>O texto inclui a conduta como agravante do crime de trânsito, que poderá ter a pena aumentada em até 1/6, cabendo ao juiz analisar cada caso.</p>
<p>A proposta altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1997/lei-9503-23-setembro-1997-372348-norma-pl.html">Código de Trânsito Brasileiro</a> (CTB) e está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Autor do projeto, o deputado Amom Mandel (Cidadania-AM) afirmou que o objetivo é corrigir uma falha na lei e garantir punição mais adequada para casos graves, como o ocorrido em Manaus, em setembro de 2025, quando uma idosa de 74 anos morreu após ser atingida por uma moto.</p>
<p>A moto era perseguida em alta velocidade por um carro. A batida entre os veículos lançou a moto contra a idosa, que estava na calçada.</p>
<p>“Ao permitir que situações desse tipo permaneçam sem previsão legal expressa de agravante, abre-se espaço para que condutas de altíssimo risco permaneçam com tratamento penal genérico”, diz o parlamentar.</p>
<p>Atualmente, o CTB já prevê aumento de pena em algumas situações. Por exemplo: dirigir sem carteira de habilitação, usar placa adulterada, trafegar em alta velocidade ou dirigir sobre a calçada.</p>
<p>O projeto acrescenta a essa lista o uso do veículo para intimidar ou ameaçar pessoas.</p>
<p data-start="938" data-end="1206"><strong>Próximas etapas<br>
</strong> A proposta será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.</p>
<p data-start="938" data-end="1206">Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li data-start="938" data-end="1206"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto estabelece horário para cumprimento de mandados de busca e apreensão</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-estabelece-horario-para-cumprimento-de-mandados-de-busca-e-apreensao</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-estabelece-horario-para-cumprimento-de-mandados-de-busca-e-apreensao</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251216174259768-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 19:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, estabelece, horário, para, cumprimento, mandados, busca, apreensão</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1246632">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/plenario-sessao-deliberativa-extraordinaria-615-679x399.jpg" alt="Deputado Capitão Alden (PL-BA) fala no Plenário na Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Capitão Alden, autor da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6480/25, do deputado Capitão Alden (PL-BA), estabelece que mandados de busca e apreensão ou busca domiciliar sejam cumpridos entre as 6h e as 20h, desde que haja luminosidade natural suficiente. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>A proposta proíbe mandado de busca à noite, quando houver presença previsível de pessoas não investigadas, em especial crianças, idosos, pessoas com deficiência ou pessoas doentes. As exceções são para casos de flagrante, risco imediato à vida ou outra emergência.</p>
<p>Para cumprir mandado fora desse prazo, o juiz precisará indicar na decisão a urgência concreta da medida, o risco a executar em horário regular e a inexistência de outro meio menos gravoso à identidade. A busca sem fundamentação será declarada nula.</p>
<p>O projeto inclui essa definição no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-3689-3-outubro-1941-322206-norma-pe.html">Código de Processo Penal (CPP)</a>.</p>
<p>Atualmente, a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2019/lei-13869-5-setembro-2019-789094-norma-pl.html">Lei de Abuso de Autoridade</a> penaliza a busca e apreensão depois das 21h e antes das 5h. O projeto deixa claro que essa penalização não afasta o dever de respeito à inviolabilidade do domicílio.</p>
<p><strong>Lacuna normativa</strong><br>
Segundo Alden, o CPC não define de forma objetiva o conceito de período diurno, o que abre espaço para "interpretações elásticas", insegurança jurídica e violações de direitos fundamentais.</p>
<p>"Na prática, essa lacuna normativa tem permitido o cumprimento de mandados em horários incompatíveis com a preservação do repouso familiar, inclusive durante a madrugada", declarou.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto prevê prazo mínimo para divulgação de relatório antes de sessão virtual de julgamento</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-preve-prazo-minimo-para-divulgacao-de-relatorio-antes-de-sessao-virtual-de-julgamento</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-preve-prazo-minimo-para-divulgacao-de-relatorio-antes-de-sessao-virtual-de-julgamento</guid>
<description><![CDATA[ 
Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Aureo Ribeiro, autor da proposta

O Projeto de Lei 6403/25, do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), estabelece antecedência mínima de 24 horas do início da sessão virtual de julgamento para disponibilização de relatório e voto de relator. Será assegurado acesso às partes no processo, aos procuradores e aos demais julgadores. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.
Atualmente, o Código de Processo Civil (CPC) estabelece apenas prazo de cinco dias entre a data da publicação da pauta e a da sessão de julgamento.
Ribeiro afirmou que, com a digitalização acelerada do Judiciário, o uso do julgamento virtual aumentou de forma significativa. Apesar dos ganhos de celeridade e eficiência, o autor lamenta que muitos tribunais disponibilizam o voto apenas no momento da abertura da sessão virtual. &quot;Essa dinâmica fragiliza a participação efetiva dos interessados e reduz a integridade deliberativa dos colegiados&quot;, disse.
Segundo Ribeiro, as partes precisam ter acesso ao conteúdo que será decidido, porque o contraditório constitucional não se limita à mera ciência dos atos processuais, mas abrange a possibilidade real de influenciar o resultado do julgamento. &quot;Essa influência somente é viável quando a parte conhece, com antecedência razoável, os fundamentos que serão submetidos ao colegiado&quot;, declarou o deputado.
Próximos passos
A proposta será analisada em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251021173540634-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 19:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, prevê, prazo, mínimo, para, divulgação, relatório, antes, sessão, virtual, julgamento</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1246853">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251021173540634-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Despesa com a graduação de Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica. Dep. Aureo Ribeiro (SOLIDARIEDADE-RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Aureo Ribeiro, autor da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6403/25, do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), estabelece antecedência mínima de 24 horas do início da sessão virtual de julgamento para disponibilização de relatório e voto de relator. Será assegurado acesso às partes no processo, aos procuradores e aos demais julgadores. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Atualmente, o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html">Código de Processo Civil (CPC)</a> estabelece apenas prazo de cinco dias entre a data da publicação da pauta e a da sessão de julgamento.</p>
<p>Ribeiro afirmou que, com a digitalização acelerada do Judiciário, o uso do julgamento virtual aumentou de forma significativa. Apesar dos ganhos de celeridade e eficiência, o autor lamenta que muitos tribunais disponibilizam o voto apenas no momento da abertura da sessão virtual. "Essa dinâmica fragiliza a participação efetiva dos interessados e reduz a integridade deliberativa dos colegiados", disse.</p>
<p>Segundo Ribeiro, as partes precisam ter acesso ao conteúdo que será decidido, porque o contraditório constitucional não se limita à mera ciência dos atos processuais, mas abrange a possibilidade real de influenciar o resultado do julgamento. "Essa influência somente é viável quando a parte conhece, com antecedência razoável, os fundamentos que serão submetidos ao colegiado", declarou o deputado.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto proíbe prisão especial para acusados de estupro</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-proibe-prisao-especial-para-acusados-de-estupro</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-proibe-prisao-especial-para-acusados-de-estupro</guid>
<description><![CDATA[ 
Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Duda Ramos: sem privilégios para quem comete estupro

O Projeto de Lei 6950/25 proíbe a concessão de prisão especial a pessoas presas por crime de estupro. A medida vale para qualquer modalidade de prisão (flagrante, temporária, preventiva ou definitiva) e abrange todos os acusados, independentemente de possuírem curso superior, exercerem cargo público ou deterem mandato eletivo. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
Pelo texto, nenhuma autoridade poderá conceder tratamento diferenciado, dependência ou cela separada a esses presos. A única exceção prevista é para casos em que haja risco concreto e comprovado à integridade física do detento, mediante determinação judicial.
Fim de privilégios
Atualmente, o Código de Processo Penal prevê a prisão especial para determinadas autoridades e agentes públicos antes da condenação definitiva. O autor do projeto, deputado Duda Ramos (MDB-RR), argumenta que o estupro, pela sua natureza violenta, deve excluir automaticamente qualquer possibilidade de privilégio.
“Nenhum título, diploma ou cargo pode servir de escudo para quem comete ato de tamanha brutalidade”, afirma Duda Ramos na justificativa da proposta.
Segundo ele, o tratamento diferenciado nesses casos representa uma afronta ao princípio da igualdade e pode ser percebido pela sociedade como um símbolo de impunidade.
Próximos passos
O projeto será analisado de forma conclusiva pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260203191618474-5-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, proíbe, prisão, especial, para, acusados, estupro</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1245865">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260203191618474-5-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Duda Ramos (MDB - RR)"></div>
<div class="midia-legenda">Duda Ramos: sem privilégios para quem comete estupro</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O Projeto de Lei 6950/25 proíbe a concessão de prisão especial a pessoas presas por crime de estupro. A medida vale para qualquer modalidade de prisão (flagrante, temporária, preventiva ou definitiva) e abrange todos os acusados, independentemente de possuírem curso superior, exercerem cargo público ou deterem mandato eletivo. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Pelo texto, nenhuma autoridade poderá conceder tratamento diferenciado, dependência ou cela separada a esses presos. A única exceção prevista é para casos em que haja risco concreto e comprovado à integridade física do detento, mediante determinação judicial.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Fim de privilégios<br>
</strong>Atualmente, o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-3689-3-outubro-1941-322206-publicacaooriginal-1-pe.html">Código de Processo Penal</a> prevê a prisão especial para determinadas autoridades e agentes públicos antes da condenação definitiva. O autor do projeto, deputado Duda Ramos (MDB-RR), argumenta que o estupro, pela sua natureza violenta, deve excluir automaticamente qualquer possibilidade de privilégio.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">“Nenhum título, diploma ou cargo pode servir de escudo para quem comete ato de tamanha brutalidade”, afirma Duda Ramos na justificativa da proposta.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Segundo ele, o tratamento diferenciado nesses casos representa uma afronta ao princípio da igualdade e pode ser percebido pela sociedade como um símbolo de impunidade.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Próximos passos<br>
</strong>O projeto será analisado de forma <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">conclusiva</span> pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto criminaliza uso de QR Code falso para aplicar golpes e invadir dispositivos</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-criminaliza-uso-de-qr-code-falso-para-aplicar-golpes-e-invadir-dispositivos</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-criminaliza-uso-de-qr-code-falso-para-aplicar-golpes-e-invadir-dispositivos</guid>
<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20231121201633654-2-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, criminaliza, uso, Code, falso, para, aplicar, golpes, invadir, dispositivos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1245982">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20231121201633654-2-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas. Dep. Duda Ramos(MDB - RR)"></div>
<div class="midia-legenda">Duda Ramos: crimes digitais estão cada vez mais sofisticados</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6769/25 torna crime o uso de QR Codes falsos com o objetivo de obter vantagem ilícita. O texto pune a prática tanto nos casos de estelionato quanto nos de invasão de dispositivo informático.</p>
<p>QR Code é um código de barras bidimensional que armazena dados de páginas da internet e que pode ser lido por smartphones.</p>
<p>A proposta altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> para incluir o uso de QR Codes na modalidade de fraude eletrônica. Nesses casos, a pena prevista é de 4 a 8 anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span>, além de multa, quando a fraude é cometida contra vítimas induzidas ao erro por meios digitais ou contatos telefônicos.</p>
<p>Além disso, o texto modifica o crime de invasão de dispositivo eletrônico para punir com a mesma pena – de 1 a 4 anos de reclusão e multa – quem produz, oferece, distribui ou vende QR Codes com o intuito de permitir a invasão de dispositivos ou a prática de crimes.</p>
<p>O autor da proposta, deputado Duda Ramos (MDB-RR), afirma que o projeto responde à crescente sofisticação de golpes digitais.</p>
<p>Ele destaca como exemplo a colagem de QR Codes falsos em veículos para simular multas de trânsito de órgãos como o Detran.</p>
<p>"Ao ler o código, o cidadão é direcionado a páginas fraudulentas, nas quais realiza pagamentos que, na verdade, alimentam esquemas criminosos", explica o parlamentar.</p>
<p>Segundo Ramos, a legislação precisa ser atualizada para tipificar expressamente essas práticas modernas de engenharia social e tecnologia.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br>
</strong>A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, em seguida, pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão vota requerimentos sobre violência econômica contra a mulher e Lei do Feminicídio</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-vota-requerimentos-sobre-violencia-economica-contra-a-mulher-e-lei-do-feminicidio</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-vota-requerimentos-sobre-violencia-economica-contra-a-mulher-e-lei-do-feminicidio</guid>
<description><![CDATA[ A Comissão Mista de Combate à Violência Contra a Mulher vai definir as primeiras audiências públicas do ano ]]></description>
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<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 04:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, vota, requerimentos, sobre, violência, econômica, contra, mulher, Lei, Feminicídio</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1246498">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251217151906485-768x473.jpg" alt="Instalação da comissão e eleição de presidente e vice-presidente. Dep. Luizianne Lins (PT - CE). Senadora, Teresa Leitão (PT-PE)."></div>
<div class="midia-legenda">Luizianne Lins (E) quer alinhar as ações da comissão às demandas reais das mulheres</div>
</div>
<p>A aplicação da <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13104-9-marco-2015-780225-norma-pl.html">Lei do Feminicídio</a> e o enfrentamento à violência econômica contra a mulher estarão no centro dos debates da primeira reunião do ano da Comissão Permanente Mista de Combate à Violência Contra a Mulher, na próxima quarta-feira (25).</p>
<ul>
<li><a href="https://legis.senado.leg.br/atividade/comissoes/comissao/1774/reuniao/14410">Veja a pauta completa</a></li>
</ul>
<p>A comissão analisará requerimentos que propõem a realização de audiências públicas e de seminários. Em um dos documentos (<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/pesquisa/-/materia/172620">REQ 1/2026</a>), a presidente do colegiado, deputada Luizianne Lins (PT-CE), pede a realização de debate sobre a violência contra a mulher e a efetividade da Lei do Feminicídio.</p>
<p>"Diante do recorde histórico de feminicídios registrado no último ano e da complexidade das novas dinâmicas de violência, é imperativo que este colegiado inicie suas atividades ouvindo aqueles que atuam na linha de frente da proteção, da pesquisa e da denúncia", diz.</p>
<p>Segundo a deputada, a audiência será “um espaço de escuta estratégica, conectando o Parlamento à sociedade civil organizada, ao Poder Executivo e a especialistas de renome”. Ela afirma, ainda, que a expectativa é alinhar as ações legislativas e fiscalizadoras da comissão às demandas reais das mulheres brasileiras.</p>
<p>Também estará em análise o requerimento (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/172658">REQ 6/2026</a>) da senadora Augusta Brito (PT-CE) para discutir a violência econômica contra a mulher e a importância da autonomia financeira. De acordo com a senadora, o debate deve evidenciar como a dependência financeira pode aprofundar situações de vulnerabilidade e dificultar o rompimento do ciclo de violência.</p>
<p>"A violência econômica, embora muitas vezes menos visível do que a agressão física, atua como um mecanismo de encarceramento psicológico e material que anula a capacidade de decisão da mulher", ressalta.</p>
<p>A reunião está marcada para as 14h30, no plenário 6 da ala Nilo Coelho, no Senado.</p>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Projeto garante acesso a banheiros de prédios públicos e do comércio a trabalhadores que atuam ao ar livre</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-garante-acesso-a-banheiros-de-predios-publicos-e-do-comercio-a-trabalhadores-que-atuam-ao-ar-livre</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-garante-acesso-a-banheiros-de-predios-publicos-e-do-comercio-a-trabalhadores-que-atuam-ao-ar-livre</guid>
<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260203191618474-7-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 04:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, garante, acesso, banheiros, prédios, públicos, comércio, trabalhadores, que, atuam, livre</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1246253">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260203191618474-7-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Duda Ramos (MDB - RR)"></div>
<div class="midia-legenda">Duda Ramos: objetivo é reduzir risco de doenças e melhor qualidade de vida de funcionários</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6766/25 assegura que trabalhadores que atuam ao ar livre nas ruas, como garis e profissionais de limpeza urbana, possam usar banheiros de prédios públicos e de estabelecimentos comerciais.</p>
<p>A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>O benefício vale para funcionários que atuam:</p>
<ul>
<li>na limpeza e manutenção de vias públicas;</li>
<li>na varrição e na capina; e</li>
<li>em caminhões de coleta de resíduos.</li>
</ul>
<p>Pelo texto, prédios públicos e privados devem assegurar o livre acesso desses trabalhadores aos sanitários, podendo, para tanto, instalar banheiros químicos ou firmar parcerias com o comércio local.</p>
<p>Se o trabalhador precisar pagar para usar um banheiro, o empregador deverá devolver o valor pago.</p>
<p>O autor do projeto, deputado Duda Ramos (MDB-RR), afirma que a medida busca garantir condições mínimas de higiene e saúde para quem trabalha exposto ao tempo em logradouros públicos.</p>
<p>“Ao garantir o acesso regular a instalações sanitárias, a proposta minimiza o risco de doenças e melhora a qualidade de vida no trabalho", justifica o parlamentar.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br>
</strong>O projeto será analisado, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto autoriza expressamente servidores públicos a advogarem fora do horário de expediente</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-autoriza-expressamente-servidores-publicos-a-advogarem-fora-do-horario-de-expediente</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-autoriza-expressamente-servidores-publicos-a-advogarem-fora-do-horario-de-expediente</guid>
<description><![CDATA[ Proposta em análise na Câmara dos Deputados fixa regras para evitar conflito de interesse e uso de informação privilegiada ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/08/captura-de-tela-2023-07-27-131426-768x499-768x499.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 04:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, autoriza, expressamente, servidores, públicos, advogarem, fora, horário, expediente</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1188737">
<div class="midia-creditos"><em>Divulgação</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/08/captura-de-tela-2023-07-27-131426-768x499-768x499.jpg" alt="Deputado Marcos Tavares fala ao microfone"></div>
<div class="midia-legenda">Tavares: texto respeita a moralidade administrativa e garante o pleno exercício profissional</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 1748/25 autoriza expressamente servidores públicos civis da administração direta, autárquica e fundacional a exercer a advocacia. A atividade deverá ocorrer fora do horário de expediente, com compatibilidade de horários e sem conflitos de interesse.</p>
<p>A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>O texto, de autoria do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), estabelece requisitos específicos para que o servidor possa advogar, como estar regularmente inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e não ocupar cargos que já possuam impedimentos previstos no <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1994/lei-8906-4-julho-1994-349751-norma-pl.html">Estatuto da Advocacia</a>.</p>
<p><strong>Segurança jurídica<br>
</strong>Segundo Marcos Tavares, a proposta preenche lacunas na legislação atual e concilia o direito ao livre exercício profissional com os princípios da administração pública. "A valorização do servidor público passa pela garantia de sua autonomia profissional, sem prejuízo de seu compromisso institucional."</p>
<p>Atualmente, o Estatuto da Advocacia estabelece hipóteses de incompatibilidade para o exercício da advocacia por ocupantes de cargos públicos. Marcos Tavares acredita, no entanto, que a ausência de uma norma geral que trate de servidores cujos cargos não estejam entre os incompatíveis gera insegurança e interpretações divergentes.</p>
<p><strong>Compatibilidade e dedicação exclusiva<br>
</strong>O servidor deverá declarar, por escrito, a compatibilidade entre a advocacia e sua função pública, com ciência e manifestação favoráveis da chefia imediata.</p>
<p>Além disso, o texto proíbe o servidor de advogar contra a Fazenda Pública à qual esteja vinculado e de usar informações privilegiadas obtidas no cargo.</p>
<p>O projeto também permite que servidores com gratificação por dedicação exclusiva exerçam a advocacia, desde que renunciem ao benefício. A renúncia não resultará na perda do cargo público.</p>
<p>O texto proíbe ainda o uso da autorização para a captação indevida de clientela ou para o tráfico de influência. Permanecem válidas as restrições previstas na Constituição Federal e nos estatutos de carreiras jurídicas específicas.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>O projeto tramita, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, e será analisado pelas comissões de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado Federal.</p>
<p>Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto retira do Código de Processo Penal ambiguidade sobre indicação de provas</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-retira-do-codigo-de-processo-penal-ambiguidade-sobre-indicacao-de-provas</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-retira-do-codigo-de-processo-penal-ambiguidade-sobre-indicacao-de-provas</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251001151120175-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, retira, Código, Processo, Penal, ambiguidade, sobre, indicação, provas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1246261">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/plenario-sessao-deliberativa-6394-716x439.jpg" alt="Deputado Tadeu Veneri (PT-PR) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Tadeu Veneri: a medida visa afastar dúvida interpretativa</div>
</div>
<p><span>O Projeto de Lei 6509/25, do deputado Tadeu Veneri (PT-PR), busca tirar a ambiguidade de trecho do <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-3689-3-outubro-1941-322206-norma-pe.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Código de Processo Penal</a> quanto à possibilidade de a defesa listar testemunhas, juntar documentos e indicar provas em um processo.</span></p>
<p>Atualmente, segundo Veneri, o texto da lei admite interpretação dupla. Uma indica que caberia ao acusado justificar a necessidade da intimação de suas testemunhas perante o juízo.</p>
<p>"É preciso corrigir essa imprecisão para impedir a aplicação do entendimento minoritário, totalmente restritivo ao exercício do direito de defesa", ressalta.</p>
<p>O deputado afirma que a mudança reforça a ideia de que a avaliação da pertinência dos atos de defesa cabe exclusivamente ao acusado e ao seu defensor, não podendo o juízo impor condicionantes não previstos em lei.</p>
<p>"A medida visa afastar dúvida interpretativa, corrigindo uma redação ambígua e fortalecendo as garantias fundamentais no processo penal brasileiro", diz.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto cria política de assistência jurídica obrigatória para vítimas vulneráveis</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-cria-politica-de-assistencia-juridica-obrigatoria-para-vitimas-vulneraveis</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-cria-politica-de-assistencia-juridica-obrigatoria-para-vitimas-vulneraveis</guid>
<description><![CDATA[ A Câmara analisa a proposta ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251209184355326-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, cria, política, assistência, jurídica, obrigatória, para, vítimas, vulneráveis</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1246452">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251209184355326-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Soraya Santos (PL-RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Soraya Santos: "Há um desequilíbrio no sistema de Justiça"</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6415/25, da deputada Soraya Santos (PL-RJ), institui a Política Nacional de Assistência Jurídica Obrigatória às Vítimas em Situação de Vulnerabilidade para garantir atendimento jurídico integral, gratuito e efetivo a vítimas de violência, como mulheres, crianças e adolescentes, idosos e pessoas com deficiência. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Entre os objetivos da política estão:</p>
<ul>
<li>garantir informação clara e atualizada sobre investigações e processos;</li>
<li>evitar a revitimização institucional;</li>
<li>respeitar a vontade da vítima; e</li>
<li>garantir atuação célere, eficaz e livre de estereótipos e discriminação.</li>
</ul>
<p>A assistência poderá incluir atos judiciais e extrajudiciais e também o encaminhamento a atendimento psicossocial, de saúde e de assistência social.</p>
<p>O projeto estabelece que a assistência jurídica será prestada de forma solidária, cooperativa e complementar por defensorias públicas, ministérios públicos, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), núcleos de prática jurídica de faculdades e entidades conveniadas com União, estados e municípios.</p>
<p>As instituições públicas não poderão negar, retardar ou restringir o atendimento. Em caso de omissão ou falta de estrutura, outros órgãos devem cooperar para atuar de forma suplementar.</p>
<p>O texto também determina que o juiz deverá assegurar assistência jurídica efetiva em atos processuais quando a vítima deva ser ouvida, participar diretamente ou ter seus direitos discutidos. Se não for possível garantir o atendimento imediato, o ato deverá ser adiado por pelo menos 48 horas, salvo urgência fundamentada.</p>
<p>A ausência de assistência jurídica poderá levar à nulidade de atos processuais quando houver prejuízo comprovado e não for possível validar o ato.</p>
<p><strong>Cadastro</strong><br>
A OAB deverá criar o Cadastro de Advogados para Atendimento às Vítimas de Violência, com indicação de experiência ou capacitação dos profissionais em temas relacionados à violência e direitos humanos. A remuneração poderá ser custeada por dotações orçamentárias e fundos públicos, recursos privados via convênios e outras fontes previstas em lei, inclusive cooperação internacional.</p>
<p>Segundo Soraya Santos, há um desequilíbrio no sistema de Justiça porque “o acusado conta, por força de lei, com defesa técnica obrigatória”, enquanto a vítima muitas vezes participa de delegacias e audiências sem orientação ou representação. "Quando há vítima vulnerável desassistida, a prioridade jurídica e política é a proteção do cidadão, e não a disputa de competências entre instituições”, disse.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada por Câmara e Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto permite rescindir sentença baseada em lei inexistente</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-permite-rescindir-sentenca-baseada-em-lei-inexistente</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-permite-rescindir-sentenca-baseada-em-lei-inexistente</guid>
<description><![CDATA[ 
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Denise Pessôa, autora da proposta

O Projeto de Lei 6206/25, da deputada Denise Pessôa (PT-RS), prevê a possibilidade de rescisão de sentença fundada em precedente ou lei inexistente. O texto, que altera o Código de Processo Civil (CPC, Lei 13.105/15), está em análise na Câmara dos Deputados.
Segundo Pessôa, as tecnologias de inteligência artificial (IA) trazem um risco novo à fundamentação de processos jurídicos. Com as &quot;alucinações&quot;, modelos de IA criam citações, precedentes e normas que não existem realmente, mas o fazem de modo verossímil. &quot;Apesar de o CPC prever a ação rescisória por prova falsa, o dispositivo não alcança situações em que a falsidade recai sobre a base jurídica da decisão, e não sobre fatos ou provas do processo&quot;, disse.
A deputada afirma que a proposta busca suprir lacuna normativa, estendendo a tutela da verdade processual também ao plano da fundamentação jurídica, e não apenas ao plano das provas.
Próximos passos
A proposta será analisada em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada na Câmara e no Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260204173651610-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 04:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, permite, rescindir, sentença, baseada, lei, inexistente</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1246471">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260204173651610-768x473.jpg" alt="Reunião de Instalação e Eleição. Dep. Denise Pessôa (PT-RS)"></div>
<div class="midia-legenda">Denise Pessôa, autora da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6206/25, da deputada Denise Pessôa (PT-RS), prevê a possibilidade de rescisão de sentença fundada em precedente ou lei inexistente. O texto, que altera o Código de Processo Civil (CPC, <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html">Lei 13.105/15</a>), está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Segundo Pessôa, as tecnologias de inteligência artificial (IA) trazem um risco novo à fundamentação de processos jurídicos. Com as "alucinações", modelos de IA criam citações, precedentes e normas que não existem realmente, mas o fazem de modo verossímil. "Apesar de o CPC prever a ação rescisória por prova falsa, o dispositivo não alcança situações em que a falsidade recai sobre a base jurídica da decisão, e não sobre fatos ou provas do processo", disse.</p>
<p>A deputada afirma que a proposta busca suprir lacuna normativa, estendendo a tutela da verdade processual também ao plano da fundamentação jurídica, e não apenas ao plano das provas.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada na Câmara e no Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Na Índia, Lula e Macron discutem combate ao crime transnacional</title>
<link>https://apareceu.com/na-india-lula-e-macron-discutem-combate-ao-crime-transnacional</link>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula e o líder francês, Emmanuel Macron, discutiram, nesta quinta-feira (19), ações conjuntas para o combate ao narcotráfico, ao garimpo ilegal e a outras formas de crime transnacional na fronteira entre o Brasil, no Amapá, e a Guiana Francesa. O encontro ocorreu em paralelo à Cúpula do Impacto da Inteligência Artificial, em Nova Délhi, na Índia.

Os presidentes Lula e Macron também trataram de temas da agenda bilateral, como cooperação nas áreas de defesa, ciência e tecnologia e comércio. Além disso, discutiram pautas da agenda global, como paz, segurança e inteligência artificial. Macron convidou o presidente Lula a participar da Cúpula do G7 em Evian, na França, nos dias 15 e 16 de junho deste ano. O G7 reúne as sete maiores economias do mundo.

Encontros bilaterais

O presidente Lula também teve, nesta quinta, reuniões bilaterais com o primeiro-ministro da Croácia, Andrej Plenković, e com o presidente do Sri Lanka, Anura Kumara Dissanayake.

Com o representante europeu, Lula falou da expectativa de o acordo Mercosul-União Europeia entrar em vigor e sobre temas relacionados à paz e à segurança.

Já com o presidente do país asiático, o líder brasileiro conversou sobre comércio bilateral e a elaboração de uma pauta abrangente de cooperação, incluindo os setores de turismo, agricultura e comércio. Lula convidou o presidente do Sri Lanka a visitar o Brasil em data a ser definida.
  1:43 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 18:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Índia, Lula, Macron, discutem, combate, crime, transnacional</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula e o líder francês, Emmanuel Macron, discutiram, nesta quinta-feira (19), ações conjuntas para o combate ao narcotráfico, ao garimpo ilegal e a outras formas de crime transnacional na <strong>fronteira entre o Brasil, no Amapá, e a Guiana Francesa</strong>. O encontro ocorreu em paralelo à Cúpula do Impacto da Inteligência Artificial, em Nova Délhi, na Índia.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1678727&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1678727&o=rss"></p>

<p>Os presidentes Lula e Macron também trataram de temas da agenda bilateral, como <strong>cooperação nas áreas de defesa, ciência e tecnologia e comércio</strong>. Além disso, discutiram pautas da agenda global, como <strong>paz, segurança e inteligência artificial</strong>. Macron convidou o presidente Lula a participar da Cúpula do G7 em Evian, na França, nos dias 15 e 16 de junho deste ano. O G7 reúne as sete maiores economias do mundo.</p>

<h3>Encontros bilaterais</h3>

<p>O presidente Lula também teve, nesta quinta, reuniões bilaterais com o primeiro-ministro da Croácia, Andrej Plenković, e com o presidente do Sri Lanka, Anura Kumara Dissanayake.</p>

<p>Com o representante europeu, Lula falou da expectativa de o <strong>acordo Mercosul-União Europeia</strong> entrar em vigor e sobre temas relacionados à <strong>paz</strong> e à <strong>segurança</strong>.</p>

<p>Já com o presidente do país asiático, o líder brasileiro conversou sobre <strong>comércio bilateral</strong> e a elaboração de uma pauta abrangente de cooperação, incluindo os setores de <strong>turismo, agricultura e comércio</strong>. Lula convidou o presidente do Sri Lanka a visitar o Brasil em data a ser definida.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:43</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Projeto torna imprescritível a habilitação de herdeiros em ação na Justiça</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-torna-imprescritivel-a-habilitacao-de-herdeiros-em-acao-na-justica</link>
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<description><![CDATA[ Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 13:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, torna, imprescritível, habilitação, herdeiros, ação, Justiça</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1245851">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260209191635580-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Jonas Donizette (PSB - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Jonas Donizette é o autor da proposta</div>
</div>
<p data-start="136" data-end="394">O Projeto de Lei 5008/25, do deputado <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Jonas Donizette</span></span> (PSB-SP), assegura que herdeiros ou sucessores possam continuar uma ação na Justiça quando uma das partes do processo morre. Pela proposta, em análise na Câmara dos Deputados, o pedido de habilitação não prescreverá.</p>
<p data-start="396" data-end="611">Hoje, o <a href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Código de Processo Civil (CPC)</a> não traz regra expressa sobre o prazo para esse pedido, o que gera interpretações distintas entre os tribunais. O projeto inclui no código a previsão de que a habilitação é imprescritível.</p>
<p data-start="613" data-end="897">Segundo Donizette, o pedido não cria uma nova ação judicial. “Sua finalidade é viabilizar a regularização da relação processual, permitindo que os sucessores da parte falecida assumam legitimamente sua posição. Por essa razão, não deve estar sujeita a prazos prescricionais”, afirmou.</p>
<p data-start="3661" data-end="3849">De acordo com o parlamentar, decisões dos tribunais de São Paulo e do Rio Grande do Sul já entenderam que o pedido não cria um novo direito, apenas mantém uma relação jurídica que já existia.</p>
<p>"A inserção da regra no Código de Processo Civil é medida necessária para dar segurança jurídica e uniformidade à interpretação, evitando divergências nos tribunais", disse Donizette.</p>
<p data-start="3851" data-end="4127">Para ele, a mudança protege o direito de acesso à Justiça e impede que a morte de uma das partes interrompa o andamento do processo.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto isenta desempregados e pessoas de baixa renda de taxa em concursos públicos</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-isenta-desempregados-e-pessoas-de-baixa-renda-de-taxa-em-concursos-publicos</link>
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<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 13:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, isenta, desempregados, pessoas, baixa, renda, taxa, concursos, públicos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1245865">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260203191618474-5-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Duda Ramos (MDB - RR)"></div>
<div class="midia-legenda">Duda Ramos: emprego público não deve ser privilégio de quem pode pagar a inscrição</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6782/25 isenta candidatos desempregados ou com renda mensal de até dois salários mínimos do pagamento da taxa de inscrição em concursos públicos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>A isenção se aplica a seleções de órgãos federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal.</p>
<p>Para ter direito ao benefício, o candidato deve estar sem emprego na data em que o edital do concurso for publicado. No critério de renda, o limite de dois salários mínimos considera o ganho individual ou a média por pessoa da família.</p>
<p>Autor do projeto, o deputado Duda Ramos (MDB-RR) afirma que o acesso ao serviço público deve ter como base o mérito e não a condição financeira.</p>
<p>“Cargo ou emprego público não deve ser privilégio de quem pode pagar, mas possibilidade de quem tem mérito e disposição”, defende o parlamentar.</p>
<p><strong>Regras para o pedido</strong><br>
Pelo texto, o candidato deve solicitar a isenção no momento da inscrição e apresentar os documentos exigidos.</p>
<p>Caso o pedido seja negado sem uma justificativa baseada na lei ou no edital, a banca organizadora não poderá cobrar a taxa do candidato.</p>
<p>A proposta também proíbe a banca de exigir o valor da inscrição antes do prazo final para o pedido de isenção e de condicionar a posse ao pagamento da taxa.</p>
<p>O descumprimento das medidas sujeita o infrator a punições como advertência, multa de até R$ 20 mil e obrigação de devolver em dobro os valores cobrados indevidamente.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br>
A proposta tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisada pelas comissões de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Deputado espera votar ainda neste trimestre projeto que torna crime o golpe de falso advogado; assista</title>
<link>https://apareceu.com/deputado-espera-votar-ainda-neste-trimestre-projeto-que-torna-crime-o-golpe-de-falso-advogado-assista</link>
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<description><![CDATA[ Golpe consiste em usar dados de processos judiciais para convencer as vítimas a depositar dinheiro para pagar custas de uma falsa decisão favorável ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 13:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Deputado, espera, votar, ainda, neste, trimestre, projeto, que, torna, crime, golpe, falso, advogado, assista</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="video-container youtube youtube-100" data-youtube-id="CgK62xGsObo">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
<p></p>
<div class="midia-legenda"></div>
</div>
<p> </p>
<p>O golpe do falso advogado pode ter a punição maior em breve. Isso porque o Projeto de Lei 4709/25, que torna crime esse tipo de golpe, com pena de até oito anos de prisão, já está pronto para ser votado no Plenário da Câmara.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1222798-CAMARA-APROVA-REGIME-DE-URGENCIA-PARA-QUATRO-PROJETOS-DE-LEI">A proposta ganhou regime de </a><span class="termoGlossario" title="Regime de tramitação que dispensa exigências, interstícios e formalidades regimentais (salvo a publicação, o quórum e os pareceres) para que uma proposição seja apreciada pela Câmara de forma mais célere. Pode-se dizer que as proposições são urgentes em razão da natureza da matéria; em razão de serem de iniciativa do Poder Executivo, com solicitação de urgência do presidente da República; ou em virtude de terem sido reconhecidas, por deliberação do Plenário, com esse caráter. Alguns projetos já tramitam automaticamente em regime de urgência, como os que tratam de acordos internacionais." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">urgência</span> no fim do ano passado.</p>
<p>Em entrevista à Rádio Câmara, o autor da proposta, deputado Gilson Daniel (Pode-ES), disse que aguarda a votação do projeto ainda neste trimestre.</p>
<p>Até que o projeto seja votado pela Câmara e pelo Senado e possa virar lei, o deputado recomenda cautela aos consumidores na hora de receber ligações sobre processos na Justiça.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/radio/programas/painel-eletronico/1245839-deputado-gilson-daniel-plenario-pode-votar-ainda-no-primeiro-trimestre-projeto-que-torna-crime-golpe-de-falso-advogado/">Ouça a íntegra da entrevista de Gilson Daniel </a></li>
</ul>
<p><strong>Sugestão da OAB</strong><br>
O parlamentar explicou que apresentou o projeto ao acompanhar casos noticiados pela imprensa e por sugestão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Espírito Santo.</p>
<p>“Até agosto do ano passado, nós tivemos mais de duas mil pessoas lesadas", afirmou Daniel. "A gente construiu um projeto para atender a população e punir esses criminosos, que hoje pegam dados verídicos no sistema de Justiça e lesam as pessoas."</p>
<p>Gilson Daniel ressaltou que a proposta também sugere a implementação de medidas administrativas importantes, como:</p>
<ul>
<li>a criação de um cadastro nacional de condenados por estelionato eletrônico;  e</li>
<li>a obrigação de os tribunais adotarem padrões mínimos de segurança para acesso a processos eletrônicos.</li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto prevê duplo grau de jurisdição para declaração de inelegibilidade</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-preve-duplo-grau-de-jurisdicao-para-declaracao-de-inelegibilidade</link>
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<description><![CDATA[ Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, prevê, duplo, grau, jurisdição, para, declaração, inelegibilidade</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1245045">
<div class="midia-creditos"><em>Marina Ramos / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251030104839680-768x473.jpg" alt="Reunião de Líderes. Dep. Fausto Pinato (PP - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Fausto Pinato é o autor da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei Complementar (PLP) 228/24 determina que autoridades com foro por prerrogativa de função só fiquem inelegíveis após terem direito a recurso em instância superior (o chamado duplo grau de jurisdição), mesmo em decisões proferidas por órgãos colegiados.</p>
<p data-start="3971" data-end="4056">Em análise na Câmara dos Deputados, o projeto altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/leicom/1990/leicomplementar-64-18-maio-1990-363991-norma-pl.html">Lei das Inelegibilidades</a>.</p>
<p data-start="4058" data-end="4129">Hoje, pessoas condenadas por decisão de órgão colegiado (tribunal) tornam-se inelegíveis.</p>
<p data-start="4131" data-end="4390">No caso de autoridades com foro por prerrogativa de função, como deputados e o presidente da República, o julgamento ocorre diretamente em tribunais superiores, como o Supremo Tribunal Federal (STF). Nessas situações, não há instância superior para reexaminar a decisão.</p>
<p data-start="4392" data-end="4581">Para o autor da proposta, deputado Fausto Pinato (PP-SP), isso cria diferença de tratamento entre autoridades com foro e cidadãos que podem recorrer da condenação em primeira instância. “A legislação trata os titulares de prerrogativa de foro como cidadãos de segunda classe”, disse.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong></p>
<p>O projeto será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e pelo Plenário. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto tipifica fraude em concursos públicos com pena de até 8 anos de reclusão</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-tipifica-fraude-em-concursos-publicos-com-pena-de-ate-8-anos-de-reclusao</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-tipifica-fraude-em-concursos-publicos-com-pena-de-ate-8-anos-de-reclusao</guid>
<description><![CDATA[ 
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Sanderson: lei atual é insuficiente para punir fraudes sofisticadas

O Projeto de Lei 4992/25 cria um tipo penal específico para a fraude em concursos públicos, processos seletivos e vestibulares. O texto estabelece pena de reclusão de 4 a 8 anos, além de multa, para quem fraudar provas para provimento de cargos, empregos ou funções públicas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
Pelo texto, o crime se configura ao fraudar o concurso por qualquer meio, incluindo falsidade ideológica, uso de documentos falsos, interposição de pessoa (fazer a prova no lugar de outra) ou obtenção indevida de informações sigilosas.
O projeto determina ainda a perda automática do cargo público caso o fraudador tenha sido nomeado ou empossado. Nesse cenário, o vínculo com a administração pública será considerado nulo e a pena será aumentada pela metade.
O autor, deputado Sanderson (PL-RS), argumenta que a legislação atual é insuficiente para punir fraudes sofisticadas e garantir a reparação financeira ao Estado. Ele cita operações recentes da Polícia Federal que desarticularam organizações criminosas especializadas em fraudar concursos de grande porte.
“Fraudar um concurso não apenas atinge a moralidade administrativa, mas também compromete a própria legitimidade do Estado, na medida em que coloca em xeque a confiança da sociedade no sistema republicano de seleção de servidores públicos”, afirmou o autor na justificativa da proposta.
Ressarcimento e agravantes
A proposta obriga o condenado a ressarcir integralmente os cofres públicos. O fraudador deverá devolver todos os valores recebidos a título de remuneração, benefícios ou outras vantagens, devidamente atualizados.
A pena poderá ser aumentada em até dois terços se a fraude:

tiver a participação ou conivência de servidor público;
envolver acesso indevido ou vazamento de conteúdo sigiloso da prova;
utilizar recursos tecnológicos para burlar a fiscalização;
for praticada por terceiros ou em benefício destes, mediante organização criminosa.

Além de alterar o Código Penal, o texto modifica a Lei de Improbidade Administrativa para classificar a fraude em concurso como ato atentatório aos princípios da administração pública.
Como é hoje
Atualmente, o Código Penal prevê pena de 1 a 4 anos para quem divulga conteúdo sigiloso de concursos, o que dificulta a punição de fraudes como a &quot;cola eletrônica&quot; individual. A legislação vigente também não determina a perda automática do cargo, exigindo processos administrativos específicos, nem obriga expressamente a devolução dos salários recebidos.
Próximos passos
A proposta será apreciada pelas comissões de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à apreciação do Plenário.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei ]]></description>
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<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, tipifica, fraude, concursos, públicos, com, pena, até, anos, reclusão</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1244945">
<div class="midia-creditos"><em>Luis Macedo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20190321154718228-768x549.jpg" alt="Ordem do dia para discussão e votação de diversos projetos. Dep. Ubiratan Sanderson (PSL - RS)"></div>
<div class="midia-legenda">Sanderson: lei atual é insuficiente para punir fraudes sofisticadas</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O Projeto de Lei 4992/25 cria um tipo penal específico para a fraude em concursos públicos, processos seletivos e vestibulares. O texto estabelece pena de reclusão de 4 a 8 anos, além de multa, para quem fraudar provas para provimento de cargos, empregos ou funções públicas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Pelo texto, o crime se configura ao fraudar o concurso por qualquer meio, incluindo falsidade ideológica, uso de documentos falsos, interposição de pessoa (fazer a prova no lugar de outra) ou obtenção indevida de informações sigilosas.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O projeto determina ainda a perda automática do cargo público caso o fraudador tenha sido nomeado ou empossado. Nesse cenário, o vínculo com a administração pública será considerado nulo e a pena será aumentada pela metade.</p>
<p>O autor, deputado Sanderson (PL-RS), argumenta que a legislação atual é insuficiente para punir fraudes sofisticadas e garantir a reparação financeira ao Estado. Ele cita operações recentes da Polícia Federal que desarticularam organizações criminosas especializadas em fraudar concursos de grande porte.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">“Fraudar um concurso não apenas atinge a moralidade administrativa, mas também compromete a própria legitimidade do Estado, na medida em que coloca em xeque a confiança da sociedade no sistema republicano de seleção de servidores públicos”, afirmou o autor na justificativa da proposta.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Ressarcimento e agravantes<br>
</strong>A proposta obriga o condenado a ressarcir integralmente os cofres públicos. O fraudador deverá devolver todos os valores recebidos a título de remuneração, benefícios ou outras vantagens, devidamente atualizados.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A pena poderá ser aumentada em até dois terços se a fraude:</p>
<ul>
<li>tiver a participação ou conivência de servidor público;</li>
<li>envolver acesso indevido ou vazamento de conteúdo sigiloso da prova;</li>
<li>utilizar recursos tecnológicos para burlar a fiscalização;</li>
<li>for praticada por terceiros ou em benefício destes, mediante organização criminosa.</li>
</ul>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Além de alterar o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a>, o texto modifica a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1992/lei-8429-2-junho-1992-357452-norma-pl.html">Lei de Improbidade Administrativa</a> para classificar a fraude em concurso como ato atentatório aos princípios da administração pública.</p>
<p><strong>Como é hoje<br>
</strong>Atualmente, o Código Penal prevê pena de 1 a 4 anos para quem divulga conteúdo sigiloso de concursos, o que dificulta a punição de fraudes como a "cola eletrônica" individual. A legislação vigente também não determina a perda automática do cargo, exigindo processos administrativos específicos, nem obriga expressamente a devolução dos salários recebidos.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><b>Próximos passos<br>
</b>A proposta será apreciada pelas comissões de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à apreciação do Plenário.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto aumenta pena para crime de trabalho escravo em áreas de garimpo ilegal</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-aumenta-pena-para-crime-de-trabalho-escravo-em-areas-de-garimpo-ilegal</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-aumenta-pena-para-crime-de-trabalho-escravo-em-areas-de-garimpo-ilegal</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
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<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 06:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, aumenta, pena, para, crime, trabalho, escravo, áreas, garimpo, ilegal</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1245261">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20250805143052707-768x473.jpg" alt="Aprimoramento das cotas para pessoas com deficiência nas universidades. Dep. Amom Mandel (CIDADANIA - AM)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Amom Mandel, autor do projeto de lei</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6437/25 aumenta pela metade a pena prevista para quem submete pessoas a trabalho escravo em áreas de garimpo ou de mineração ilegais. O texto altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a>, que estabelece pena de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de dois a oito anos e multa para o crime. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.</p>
<p>O autor do projeto, deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), argumenta que o trabalho escravo em garimpos ilegais é uma modalidade grave do crime. “Um mapeamento da Rede Eclesial Pan-Amazônica e do Instituto Conviva revela que trabalhadores cooptados para o garimpo ilegal na Amazônia são submetidos a coação, assédio, estupro, tentativas de assassinato e desaparecimentos forçados”, justificou Mandel.</p>
<p>Para o deputado, o aumento de pena é fundamental para proteger a vida dos trabalhadores e combater atividades ilegais que destroem o patrimônio ambiental brasileiro.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br>
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e depois pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto acaba com prazo para mandado de segurança tributário</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-acaba-com-prazo-para-mandado-de-seguranca-tributario</link>
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<description><![CDATA[ Para virar lei, proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
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<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 06:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, acaba, com, prazo, para, mandado, segurança, tributário</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1245170">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20250819210121500-768x473.jpg" alt="Deputado Jonas Donizette (PSB-SP) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Jonas Donizette, autor da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 5007/25, do deputado Jonas Donizette (PSB-SP), acaba com prazo limite de 120 dias para entrar com <span class="termoGlossario" title="Processo para garantir direito líquido e certo, individual ou coletivo, que esteja sendo violado ou ameaçado por ato considerado ilegal ou inconstitucional de uma autoridade. O recurso ordinário em mandado de segurança para o Supremo Tribunal Federal pode ser ajuizado somente quando o pedido é negado por outros tribunais, em última ou única instância." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">mandado de segurança</span> para questionar uma lei ou norma que afete cobranças de impostos feitas de forma contínua. Isso acontece porque, nesses casos, a ação é preventiva – ou seja, é proposta para evitar que a regra seja aplicada e cause prejuízo.</p>
<p>Atualmente, a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2009/lei-12016-7-agosto-2009-590271-norma-pl.html">Lei 12.016/09</a> estabelece prazo de até 120, a partir do momento em que toma conhecimento do ato que quer contestar, para entrar com um mandado de segurança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>O mandado de segurança age para proteger direitos líquidos e certos contra ilegalidades ou abusos de poder por parte de autoridades públicas ou de seus agentes.</p>
<p><strong>Decisão do STJ</strong><br>
Segundo Donizette, há decisão consolidada no Superior Tribunal de Justiça (STJ) com esse mesmo entendimento. Na justificativa da decisão, o ministro relator argumentou que a renovação periódica da obrigação tributária impede que se estabeleça um marco único para o início da contagem do prazo de decadência, sendo o mandado de segurança legítimo e adequado para proteção preventiva.</p>
<p>"A decisão representa uma vitória significativa para os contribuintes e para a segurança jurídica, assegurando que não sejam impedidos de questionar aumento de alíquotas ou a criação de novas obrigações fiscais em razão de formalidades processuais", disse o deputado.</p>
<p>Donizette afirmou que a proposta busca dar efetividade e segurança ao entendimento firmado no STJ, conferindo estabilidade ao sistema jurídico tributário e evitando que futuras interpretações divergentes voltem a gerar insegurança e litígios desnecessários.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto tipifica crimes de falsificação e de comercialização ilícita de cigarros</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-tipifica-crimes-de-falsificacao-e-de-comercializacao-ilicita-de-cigarros</link>
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<description><![CDATA[ A Câmara analisa a proposta ]]></description>
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<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 06:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, tipifica, crimes, falsificação, comercialização, ilícita, cigarros</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1245309">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20250812204547029-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Regulamentação obrigatória da cobertura de atenção domiciliar (Home Care). Dep. Aureo Ribeiro (SOLIDARIEDADE-RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Aureo Ribeiro, autor do projeto de lei</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 4987/25, do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), tipifica o crime de adulteração, falsificação ou comercialização ilícita de cigarros e produtos de tabaco. A pena será de 4 a 8 anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> e multa. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>O crime será classificado como hediondo quando resultar em morte ou lesão grave. Além disso, a pena será aumentada de 1/3 até a metade, ou seja, pode chegar a até 12 anos. O projeto inclui o novo crime na lei de crimes contra a ordem tributária (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8137-27-dezembro-1990-367271-norma-pl.html">Lei 8.137/90</a>) e na lei de crimes hediondos (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8072-25-julho-1990-372192-norma-pl.html">Lei 8.072/90</a>).</p>
<p>Segundo Ribeiro, a proposta se alinha aos compromissos internacionais do Brasil, como a Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (OMS, 2003) e o Protocolo para Eliminar o Comércio Ilícito de Produtos de Tabaco (2012), que demandam que países adotem medidas mais duras e eficazes para coibir a falsificação e adulteração desses produtos.</p>
<p><strong>Dados</strong><br>
Segundo dados de 2021 do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), o cigarro ilegal alcançava 49% do mercado nacional, sendo 38% contrabandeados e 11% produzidos no país por fabricantes “devedores contumazes”, ou seja, que não pagam suas obrigações tributárias de forma recorrente.</p>
<p>Conforme estimativas do Fórum Nacional contra Pirataria e Ilegalidade (FNCP), o mercado ilegal de cigarro causou uma sonegação fiscal na ordem de R$ 10,4 bilhões em 2020.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Proposta eleva pena de estupro com lesão grave ou morte para 40 anos</title>
<link>https://apareceu.com/proposta-eleva-pena-de-estupro-com-lesao-grave-ou-morte-para-40-anos</link>
<guid>https://apareceu.com/proposta-eleva-pena-de-estupro-com-lesao-grave-ou-morte-para-40-anos</guid>
<description><![CDATA[ 
Renato Araújo/Câmara dos Deputados

Ely Santos: penas brandas transmitem a sensação de impunidade

O Projeto de Lei 4916/25, da deputada Ely Santos (Republicanos-SP), aumenta as penas para crimes contra a vida e a dignidade sexual. O texto, que altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), está em análise na Câmara dos Deputados.
Para os crimes de estupro e estupro de vulnerável, a proposta aumenta a pena para 30 a 40 anos de reclusão se o crime gerar lesão corporal grave ou morte da vítima.
As penas para o crime de homicídio qualificado sobem de 12 a 30 anos para 30 a 40 anos de reclusão. Para o de feminicídio: de 20 a 40 anos para 30 a 40 anos.
De acordo com Santos, a discrepância atual das penas gera a sensação de desproporcionalidade, pois delitos de gravidade equivalente, que atingem bens jurídicos fundamentais (vida, integridade física e dignidade sexual), possuem penas máximas diferentes.
Função preventiva
&quot;Delitos de gravidade equiparada não recebem a mesma resposta penal, criando sensação de injustiça, enfraquecendo a função preventiva da pena e dificultando a compreensão social da lógica do sistema jurídico&quot;, disse.
Ely Santos afirmou que unificar a pena em 30 a 40 anos para todos esses crimes harmoniza o sistema penal, eliminando discrepâncias. &quot;Eleva o patamar mínimo de punição, evitando que a aplicação de penas brandas transmita sensação de impunidade e garante proporcionalidade&quot;, declarou a parlamentar.
A proposta, de acordo com Santos, não foi feita &quot;sob o calor da emoção&quot;, mas reconhece a urgência histórica de enfrentar crimes bárbaros que ferem o âmago da civilização e comprometem a confiança da sociedade no Estado de Direito.
Próximos passos
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
 ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20250917162914349-1-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 06:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Proposta, eleva, pena, estupro, com, lesão, grave, morte, para, anos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1245706">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20250917162914349-1-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Tribuna Das Mulheres: Combate à violência de gênero. Dep. Ely Santos (REPUBLICANOS - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Ely Santos: penas brandas transmitem a sensação de impunidade</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 4916/25, da deputada Ely Santos (Republicanos-SP), aumenta as penas para crimes contra a vida e a dignidade sexual. O texto, que altera o Código Penal (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Decreto-Lei 2.848/40</a>), está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Para os crimes de estupro e estupro de vulnerável, a proposta aumenta a pena para 30 a 40 anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> se o crime gerar lesão corporal grave ou morte da vítima.</p>
<p>As penas para o crime de homicídio qualificado sobem de 12 a 30 anos para 30 a 40 anos de reclusão. Para o de feminicídio: de 20 a 40 anos para 30 a 40 anos.</p>
<p>De acordo com Santos, a discrepância atual das penas gera a sensação de desproporcionalidade, pois delitos de gravidade equivalente, que atingem bens jurídicos fundamentais (vida, integridade física e dignidade sexual), possuem penas máximas diferentes.</p>
<p><strong>Função preventiva</strong><br>
"Delitos de gravidade equiparada não recebem a mesma resposta penal, criando sensação de injustiça, enfraquecendo a função preventiva da pena e dificultando a compreensão social da lógica do sistema jurídico", disse.</p>
<p>Ely Santos afirmou que unificar a pena em 30 a 40 anos para todos esses crimes harmoniza o sistema penal, eliminando discrepâncias. "Eleva o patamar mínimo de punição, evitando que a aplicação de penas brandas transmita sensação de impunidade e garante proporcionalidade", declarou a parlamentar.</p>
<p>A proposta, de acordo com Santos, não foi feita "sob o calor da emoção", mas reconhece a urgência histórica de enfrentar crimes bárbaros que ferem o âmago da civilização e comprometem a confiança da sociedade no Estado de Direito.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto prevê até dez anos de prisão para quem dopar outra pessoa sem consentimento</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-preve-ate-dez-anos-de-prisao-para-quem-dopar-outra-pessoa-sem-consentimento</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-preve-ate-dez-anos-de-prisao-para-quem-dopar-outra-pessoa-sem-consentimento</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
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<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 06:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, prevê, até, dez, anos, prisão, para, quem, dopar, outra, pessoa, sem, consentimento</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1245489">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260203191618474-2-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Duda Ramos (MDB - RR)"></div>
<div class="midia-legenda">Duda Ramo é o autor da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6998/25 torna crime dopar alguém com substâncias químicas ou medicamentos sem consentimento. A pena prevista é de quatro a dez anos de prisão, além de multa. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.</p>
<p>O texto pune também quem souber que a pessoa foi dopada e aproveitar-se da situação para cometer violência ou qualquer tipo de abuso.</p>
<p>A punição pode aumentar de metade até o dobro se:</p>
<ul>
<li>a substância for proibida ou tiver uso controlado por lei;</li>
<li>o crime ocorrer em eventos, como festas, shows ou competições esportivas;</li>
<li>o autor aproveitar uma relação de confiança ou autoridade sobre a vítima;</li>
<li>a vítima for mulher, criança, adolescente, pessoa idosa ou pessoa com deficiência;</li>
<li>houver grave dano à saúde da vítima.</li>
</ul>
<p>Nos casos em que o crime causar consequências mais graves, a prisão será de:</p>
<ul>
<li>8 a 12 anos, se causar ferimentos graves; ou</li>
<li>8 a 20 anos, se resultar na morte da vítima.</li>
</ul>
<p>A proposta também prevê a punição de quem tentar cometer o crime</p>
<p>O autor, deputado Duda Ramos (MDB-RR), afirma que a legislação atual não define de forma clara como punir quem dopa outra pessoa, como acontece nos casos conhecidos como "Boa noite, Cinderela".</p>
<p data-path-to-node="7">“Essa conduta é especialmente perversa, pois retira da pessoa sua capacidade de reação, de consentimento e, muitas vezes, até mesmo de memória dos fatos, dificultando a denúncia, a produção de provas e a responsabilização do agressor”, argumenta Ramos.</p>
<p>Por fim, o texto deixa claro que o consentimento será considerado inválido quando for obtido por meio de engano, fraude, coação ou manipulação – ou se a vítima estiver alcoolizada ou sob efeito de outra substância incapacitante.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br>
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, depois, pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto aumenta pena de importunação sexual na frente de criança</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-aumenta-pena-de-importunacao-sexual-na-frente-de-crianca</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-aumenta-pena-de-importunacao-sexual-na-frente-de-crianca</guid>
<description><![CDATA[ A Câmara dos Deputados analisa a proposta ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251028193158757-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, aumenta, pena, importunação, sexual, frente, criança</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1245752">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251028193158757-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Prof. Reginaldo Veras (PV - DF)"></div>
<div class="midia-legenda">Prof. Reginaldo Veras, autor da proposta</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O Projeto de Lei 6192/25 aumenta a pena para o crime de importunação sexual quando o ato for cometido em local público e na presença de crianças ou adolescentes. Hoje a pena, que é de 1 a 5 anos de prisão, poderia chegar a 7 anos e meio nesses casos específicos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O texto altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> para determinar que a punição seja aumentada de um terço até a metade nesses casos. A importunação sexual ocorre quando alguém pratica ato libidinoso contra outra pessoa sem a sua concordância (como apalpar ou se masturbar em público).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Proteção integral<br>
</strong>Segundo o autor, deputado Prof. Reginaldo Veras (PV-DF), existe lacuna na legislação atual: o Código Penal já pune quem pratica atos libidinosos visando satisfazer lascívia <em>diante</em> de criança (reclusão de 2 a 4 anos), mas exige que o criminoso tenha a intenção específica de usar a presença do menor para isso.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O projeto visa punir mais rigorosamente as situações em que a criança ou o adolescente acaba presenciando a importunação contra terceiros (em ônibus ou praças, por exemplo), mesmo que de forma acidental ou incidental.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">"A exposição de menores a atos libidinosos configura violação à dignidade e à integridade psíquica, valores que o ordenamento jurídico deve resguardar com prioridade absoluta", afirma o deputado na justificativa da proposta.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à análise do Plenário.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto endurece regras para condenados por crimes sexuais contra crianças</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-endurece-regras-para-condenados-por-crimes-sexuais-contra-criancas</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-endurece-regras-para-condenados-por-crimes-sexuais-contra-criancas</guid>
<description><![CDATA[ Proposta proíbe trabalho com menores, dificulta a progressão de regime e prevê reparação integral às vítimas ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251209183325560-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, endurece, regras, para, condenados, por, crimes, sexuais, contra, crianças</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1245764">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251209183325560-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Violência contra a população em situação de rua. Dep. Reimont (PT - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Reimont: projeto une prevenção, punição e reparação</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O Projeto de Lei 6197/25 altera diversas leis para aumentar o rigor na punição de crimes sexuais contra crianças e adolescentes, além de ampliar o direito das vítimas à reparação. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A medida modifica o Código Penal, a Lei de Execução Penal, a Lei dos Crimes Hediondos e a Lei da Escuta Protegida (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2017/lei-13431-4-abril-2017-784569-norma-pl.html">Lei 13.431/17</a>) com três eixos principais: proibição de trabalho com menores, progressão de regime mais difícil e reparação integral.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Proibição profissional<br>
</strong>Pelo texto, quem for condenado por crime sexual contra vulnerável ficará proibido de exercer qualquer profissão (pública ou privada) que envolva contato direto e regular com crianças ou adolescentes.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A lei atual prevê a perda de cargo público como efeito da condenação quando a pena aplicada for superior a 4 anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> (nos casos gerais) ou superior a 1 ano (nos casos de crime contra a administração pública), mas a proibição de trabalhar na iniciativa privada não é automática no Código Penal.</p>
<p><strong>Penas mais duras<br>
</strong>O projeto também endurece a <span class="termoGlossario" title="Incentivo que a Lei de Execução Penal dá aos presos que apresentam bom comportamento durante o cumprimento da pena. Consiste no direito de ser transferido para o regime mais benéfico - do fechado para o semiaberto, ou do semiaberto para o aberto - após cumprimento de 1/6 da pena total." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">progressão de regime</span> na prisão. Para passar para um regime menos rigoroso (como do fechado para o semiaberto), o condenado terá que cumprir 70% da pena. Além disso, o juiz deverá avaliar se o preso participou de programas de acompanhamento psicossocial antes de autorizar o benefício.</p>
<p>Atualmente, para crimes hediondos (como estupro de vulnerável), a progressão de regime exige o cumprimento de 50% da pena (se for réu primário) ou 70% (se for reincidente específico).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A proposta ainda classifica como crime hediondo todos os delitos de natureza sexual cometidos contra crianças e adolescentes, impedindo benefícios como anistia e graça.</p>
<p>Hoje, a Lei dos Crimes Hediondos (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8072-25-julho-1990-372192-norma-pl.html">Lei 8.072/90</a>) lista crimes específicos (como estupro de vulnerável e favorecimento da prostituição de criança/adolescente).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Reparação integral à vítima<br>
</strong>O projeto detalha o que consiste o "direito à reparação" das vítimas, incluindo:</p>
<ul>
<li>Acesso a indenizações financeiras;</li>
<li>Atendimento imediato (médico e psicológico);</li>
<li>Acompanhamento de médio e longo prazo para reintegração escolar e comunitária;</li>
<li>Suporte para reconstrução de vínculos familiares.</li>
</ul>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Pelo texto, o governo federal deverá, conforme a disponibilidade de orçamento, apoiar financeira e tecnicamente os programas voltados a esse atendimento.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Justificativa<br>
</strong>O autor, deputado Reimont (PT-RJ), argumenta que a violência sexual exige uma resposta do Estado que vá além da punição, abrangendo prevenção e amparo. Ele cita dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicando que a maioria das vítimas de estupro são meninas menores de 14 anos.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">“A proposta busca construir um sistema coerente de prevenção, punição e reparação, que una o rigor penal ao compromisso ético e humano com as vítimas”, afirma o deputado.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à análise do Plenário. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Julgamento da extradição de Zambelli é suspenso e deve retornar amanhã</title>
<link>https://apareceu.com/julgamento-da-extradicao-de-zambelli-e-suspenso-e-deve-retornar-amanha</link>
<guid>https://apareceu.com/julgamento-da-extradicao-de-zambelli-e-suspenso-e-deve-retornar-amanha</guid>
<description><![CDATA[ A Corte de Apelação de Roma suspendeu, nesta quarta-feira (11), o julgamento da extradição da ex-deputada Carla Zambelli. A expectativa é que seja retomado nesta quinta.

A decisão foi tomada depois que o Ministério Público italiano e um advogado dela se manifestaram.

O julgamento começou após dois adiamentos, um em dezembro e o outro janeiro, para que os juízes tivessem mais tempo para analisar os documentos. Além disso, um pedido da defesa de Carla Zambelli para substituição dos magistrados foi negado, nessa terça (10).

A extradição foi solicitada pelo Brasil após pedido do Supremo Tribunal Federal.

A ex-deputada federal está presa na Itália desde julho, para onde fugiu após ser condenada a 10 anos de prisão por ordenar uma invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça.

*Com informações da Agência Brasil.
  0:47 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 20:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Julgamento, extradição, Zambelli, suspenso, deve, retornar, amanhã</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Corte de Apelação de Roma suspendeu, nesta quarta-feira (11), o julgamento da extradição da ex-deputada Carla Zambelli. A expectativa é que seja retomado nesta quinta.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1677927&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1677927&o=rss"></p>

<p><strong>A decisão foi tomada depois que o Ministério Público italiano e um advogado dela se manifestaram.</strong></p>

<p>O julgamento começou após dois adiamentos, um em dezembro e o outro janeiro, para que os juízes tivessem mais tempo para analisar os documentos. Além disso, um pedido da defesa de Carla Zambelli para substituição dos magistrados foi negado, nessa terça (10).</p>

<p><strong>A extradição foi solicitada pelo Brasil após pedido do Supremo Tribunal Federal.</strong></p>

<p>A ex-deputada federal está presa na Itália desde julho, para onde fugiu após ser condenada a 10 anos de prisão por ordenar uma invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça.</p>

<p><em>*Com informações da <strong>Agência Brasil</strong>.</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">0:47</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto limita prisão preventiva de réu primário a flagrante delito</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-limita-prisao-preventiva-de-reu-primario-a-flagrante-delito</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-limita-prisao-preventiva-de-reu-primario-a-flagrante-delito</guid>
<description><![CDATA[ 
kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Crivella justifica projeto: presunção de inocência e superlotação carcerária

O Projeto de Lei 634/25 altera o Código de Processo Penal para limitar a prisão preventiva de réus primários aos casos de flagrante delito. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
O autor, deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), argumenta que o texto se fundamenta no respeito à presunção de inocência, na redução da superlotação carcerária e na promoção de um sistema de justiça mais humano e eficiente.
Primeiramente, Crivella lembra que, apesar de a Constituição de 1988 assegurar que ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória, na prática muitos réus primários são submetidos à prisão preventiva sem a análise de medidas alternativas “Essa prática transforma a prisão preventiva em uma antecipação de pena, violando direitos fundamentais de indivíduos que sequer tiveram a chance de se defender plenamente”, critica.
Em seguida, o deputado aponta a superpopulação carcerária e afirma que o projeto demonstra sensibilidade para com os problemas estruturais do sistema penal e está alinhado com práticas internacionais de proteção aos direitos humanos.
Por fim, Marcelo Crivella diz que o projeto reafirma o compromisso com a construção de uma sociedade mais justa. “A proposta não enfraquece o combate à criminalidade, mas busca equilibrá-lo com os valores constitucionais e cristãos.”
Medida cautelar
A prisão preventiva consiste na detenção de um acusado antes do julgamento final. O objetivo é garantir que ele não prejudique o andamento do processo ou cometa novos crimes.
Atualmente, a medida cautelar é admitida nos seguintes casos:
- crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a quatro anos;
- condenação por outro crime doloso, em sentença transitada em julgado; e
- violência doméstica e familiar contra mulher, criança, adolescente, pessoa idosa, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência.
Também será admitida a prisão preventiva quando houver dúvida sobre a identidade civil da pessoa ou quando esta não fornecer elementos suficientes para esclarecê-la, devendo o preso ser colocado imediatamente em liberdade após a identificação.
Por outro lado, não se admite prisão preventiva com a finalidade de antecipação de cumprimento de pena ou como decorrência imediata de investigação criminal ou da apresentação ou recebimento de denúncia.
Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, limita, prisão, preventiva, réu, primário, flagrante, delito</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1243753">
<div class="midia-creditos"><em>kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251125180339435-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Marcelo Crivella (REPUBLICANOS - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Crivella justifica projeto: presunção de inocência e superlotação carcerária</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 634/25 altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-3689-3-outubro-1941-322206-norma-pe.html">Código de Processo Penal</a> para limitar a prisão preventiva de réus primários aos casos de flagrante delito. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>O autor, deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), argumenta que o texto se fundamenta no respeito à presunção de inocência, na redução da superlotação carcerária e na promoção de um sistema de justiça mais humano e eficiente.</p>
<p>Primeiramente, Crivella lembra que, apesar de a Constituição de 1988 assegurar que ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória, na prática muitos réus primários são submetidos à prisão preventiva sem a análise de medidas alternativas “Essa prática transforma a prisão preventiva em uma antecipação de pena, violando direitos fundamentais de indivíduos que sequer tiveram a chance de se defender plenamente”, critica.</p>
<p>Em seguida, o deputado aponta a superpopulação carcerária e afirma que o projeto demonstra sensibilidade para com os problemas estruturais do sistema penal e está alinhado com práticas internacionais de proteção aos direitos humanos.</p>
<p>Por fim, Marcelo Crivella diz que o projeto reafirma o compromisso com a construção de uma sociedade mais justa. “A proposta não enfraquece o combate à criminalidade, mas busca equilibrá-lo com os valores constitucionais e cristãos.”</p>
<p><strong>Medida cautelar</strong><br>
A prisão preventiva consiste na detenção de um acusado antes do julgamento final. O objetivo é garantir que ele não prejudique o andamento do processo ou cometa novos crimes.</p>
<p>Atualmente, a medida cautelar é admitida nos seguintes casos:</p>
<p>- crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a quatro anos;</p>
<p>- condenação por outro crime doloso, em sentença transitada em julgado; e</p>
<p>- violência doméstica e familiar contra mulher, criança, adolescente, pessoa idosa, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência.</p>
<p>Também será admitida a prisão preventiva quando houver dúvida sobre a identidade civil da pessoa ou quando esta não fornecer elementos suficientes para esclarecê-la, devendo o preso ser colocado imediatamente em liberdade após a identificação.</p>
<p>Por outro lado, não se admite prisão preventiva com a finalidade de antecipação de cumprimento de pena ou como decorrência imediata de investigação criminal ou da apresentação ou recebimento de denúncia.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto prevê exclusão da OAB para advogado que auxiliar organização criminosa</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-preve-exclusao-da-oab-para-advogado-que-auxiliar-organizacao-criminosa</link>
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<description><![CDATA[ Texto altera o Estatuto da Advocacia e prioriza tramitação de processos disciplinares; a Câmara dos Deputados discute o assunto ]]></description>
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<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, prevê, exclusão, OAB, para, advogado, que, auxiliar, organização, criminosa</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia='{"url":"https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2026/02/img20260203151940390.jpg","titulo":"Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Kim Kataguiri (UNIÃO-SP)","data":"03/02/2026","thumbnail":"https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2026/02/img20260203151940390PEQ.jpg","album":"Plenário - Sessão Deliberativa","autor":"Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados"}'>
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img title="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Kim Kataguiri (UNIÃO-SP)" src="https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2026/02/img20260203151940390.jpg" alt="Deputado Kim Kataguiri fala ao microfone. Ele é um homem claro de cabelo escuro. Ele usa um terno preto, camisa branca, gravata azul escuro e óculos. Ao fundo, no lado direito, há uma bandeira do Brasil"></div>
<div class="midia-legenda">Kataguiri: expulsão é resposta necessária diante da sofisticação do crime organizado</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 1114/25 prevê a exclusão dos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do profissional que auxiliar organizações criminosas ou terroristas. A proposta, do deputado Kim Kataguiri (União-SP), altera o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1994/lei-8906-4-julho-1994-349751-norma-pl.html">Estatuto da Advocacia</a>.</p>
<p>Pelo texto, que está em análise na Câmara dos Deputados, a infração disciplinar ocorre mesmo que o advogado não utilize prerrogativas profissionais para prestar o auxílio.</p>
<p>O projeto determina ainda que esses processos disciplinares tramitarão com prioridade.</p>
<p><strong>Expulsão automática<br>
</strong>A proposta prevê expulsão automática do advogado, determinada de ofício pelo presidente da OAB, em caso de condenação criminal <span class="termoGlossario" title="Expressão usada para uma decisão (sentença ou acórdão) da qual não se pode mais recorrer, seja porque já passou por todos os recursos possíveis, seja porque o prazo para recorrer terminou. " contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">transitada em julgado</span> ou proferida por órgão colegiado.</p>
<p>Nessa situação, a exclusão ocorrerá sem a abertura de processo disciplinar interno.</p>
<p><strong>Aprovação da maioria</strong><br>
Quando não houver condenação judicial definitiva, a exclusão dependerá do voto favorável da maioria absoluta dos membros do conselho seccional competente.</p>
<p>Atualmente, o estatuto exige o voto de 2/3 dos conselheiros para a aplicar a penalidade de exclusão.</p>
<p><strong>Atuação das facções<br>
</strong>Kim Kataguiri argumenta que a medida é uma resposta necessária diante da atuação cada vez mais sofisticada das facções criminosas, que buscam infiltrar integrantes no sistema de Justiça.</p>
<p>"O avanço do crime organizado no Brasil tem se manifestado de maneira alarmante nas últimas décadas, infiltrando-se em diversos setores da sociedade e do Estado", afirma o deputado.</p>
<p>Para ele, a nova tipificação é "crucial para que a OAB possa atuar de forma mais eficaz na proteção da ética profissional e da sociedade".</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova projeto que cria diretorias na OAB</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-cria-diretorias-na-oab</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-cria-diretorias-na-oab</guid>
<description><![CDATA[ Proposta será enviada ao Senado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, projeto, que, cria, diretorias, OAB</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1244030">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260209223857968-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Antônia Lúcia (REPUBLICANOS - AC)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputada Antônia Lúcia, relatora do projeto</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (9) projeto de lei que muda a nomenclatura e permite a criação de diretorias temporárias na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria do deputado Doutor Luizinho (PP-RJ), o Projeto de Lei 1743/24 foi aprovado com <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Antônia Lúcia (Republicanos-AC). Segundo o texto aprovado, a Secretaria-Geral Adjunta da OAB passa a ser denominada Corregedoria-Geral, expressando a função que exerce.</p>
<p>A diretoria da OAB federal também passará a ser composta por mais duas diretorias, a de diretor administrativo e a de diretor-executivo.</p>
<p>Por fim, os conselhos seccionais da OAB poderão criar diretorias regimentais temporárias, de caráter temático.</p>
<p><strong>Atualização</strong><br>
Para a relatora, deputada Antônia Lúcia, há necessidade de atualização e remodelação dos quadros da OAB para atender melhor a categoria. "A modificação da composição da diretoria se coaduna com o crescimento do número de advogados, tendo o colegiado uma composição mais ampla e representativa", explicou.</p>
<p>No debate em Plenário, a deputada Adriana Ventura (Novo-SP) cobrou que a OAB seja fiscalizada pelo Tribunal de Contas da União (<span class="termoGlossario" title="Órgão com poderes para, no auxilio ao Congresso Nacional, exercer o controle externo dos atos financeiros, orçamentários, contábeis, operacionais e patrimoniais dos Poderes da República. Qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária tem o dever de prestar contas ao TCU." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">TCU</span>), assim como os demais conselhos federais. "Interessa a ela ser pública porque não paga imposto. Mas, quando interessa, ela age como privada, porque não se pode fiscalizar", criticou.</p>
<p>Porém, entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), citado por Antônia Lúcia, considerou que a entidade não faz parte da administração pública e não está sob o controle do TCU.</p>
<p>O líder do Psol, deputado Tarcísio Motta (RJ), disse que impor ao TCU a fiscalização de uma entidade como a OAB seria equivocado. "Se algum presidente de regional desviar recurso da anuidade, ele não poderá ser fiscalizado e responsabilizado? Claro que pode, pela própria legislação brasileira", afirmou.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto proíbe fiança para quem for preso a partir do terceiro inquérito policial</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-proibe-fianca-para-quem-for-preso-a-partir-do-terceiro-inquerito-policial</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-proibe-fianca-para-quem-for-preso-a-partir-do-terceiro-inquerito-policial</guid>
<description><![CDATA[ A Câmara dos Deputados analisa a proposta ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251216132357737-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, proíbe, fiança, para, quem, for, preso, partir, terceiro, inquérito, policial</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1243865">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251216132357737-768x473.jpg" alt="Oitivas de testemunhas e de representados. Dep. Sargento Fahur (PSD - PR)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Sargento Fahur, autor do projeto de lei</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O Projeto de Lei 1144/25 altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-3689-3-outubro-1941-322206-norma-pe.html">Código de Processo Penal (CPP)</a> para vedar a concessão de fiança a indivíduos que possuam histórico de passagens pela polícia. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">De autoria do deputado Sargento Fahur (PSD-PR), a medida estabelece que a polícia não poderá arbitrar fiança quando a pessoa detida estiver sendo autuada em seu terceiro inquérito policial ou respondendo à sua terceira ação penal.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">"Na prática, vemos que esses indivíduos são presos, mas colocados em liberdade mediante fiança, retomando as atividades criminosas", argumenta o parlamentar. Segundo ele, essa dinâmica gera "sentimento de impotência" nos policiais e reforça a sensação de impunidade na sociedade.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O deputado ressalta que a medida não retira o direito de defesa, mas impõe filtro para a soltura. "O Estado retira do cidadão a possibilidade de fiança, ficando a cargo do magistrado decidir pela manutenção ou não da prisão", explica Fahur.</p>
<p><strong>Como é hoje<br>
</strong>Pela lei atual, o fato de a pessoa ter outros inquéritos policiais em andamento ou até ações penais (processos na justiça) não impede automaticamente o delegado de conceder a fiança na delegacia, desde que o crime cometido se encaixe nas regras gerais: pena máxima de até 4 anos e ausência de condenação definitiva.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Pela proposta, ao identificar que o detido possui dois inquéritos ou ações penais no registro, o delegado ficaria impedido de arbitrar a fiança. Nesse cenário, o indivíduo permaneceria detido até passar por audiência de custódia, onde caberia ao juiz decidir se ele deve responder preso ou em liberdade, sem a liberação mediante pagamento na delegacia.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à apreciação do Plenário.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto permite pagamento individual de créditos reconhecidos em ações coletivas</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-permite-pagamento-individual-de-creditos-reconhecidos-em-acoes-coletivas</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-permite-pagamento-individual-de-creditos-reconhecidos-em-acoes-coletivas</guid>
<description><![CDATA[ Proposta altera Código de Defesa do Consumidor e incorpora entendimento do STF ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260209191635580-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, permite, pagamento, individual, créditos, reconhecidos, ações, coletivas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1244084">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260209191635580-768x473.jpg" alt="Deputado Jonas Donizette fala ao microfone. Ele é um homem claro, com cabelo escuro, veste um terno azul e camisa branca"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Jonas Donizette, o autor da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 866/25 altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8078-11-setembro-1990-365086-norma-pl.html">Código de Defesa do Consumidor</a> para permitir o pagamento individual de créditos reconhecidos em ações coletivas. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.</p>
<p>Autor do projeto, o deputado Jonas Donizette (PSB-SP) destaca que, recentemente, o Supremo Tribunal Federal decidiu que o pagamento individual nesses casos é constitucional.</p>
<p>Em seu voto, o ministro-relator Luís Roberto Barroso explicou que a distinção entre crédito individual (divisível) e crédito coletivo (indivisível) não depende de quem propõe a ação, mas da natureza jurídica dos interesses envolvidos.</p>
<p>“O projeto pretende tornar lei o entendimento de que a execução de créditos individuais e divisíveis decorrentes de título judicial coletivo não caracteriza fracionamento de precatório”, afirma o deputado.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br>
A proposta será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Morte do cão Orelha motiva projetos para punir adolescentes que cometerem violência contra animais</title>
<link>https://apareceu.com/morte-do-cao-orelha-motiva-projetos-para-punir-adolescentes-que-cometerem-violencia-contra-animais</link>
<guid>https://apareceu.com/morte-do-cao-orelha-motiva-projetos-para-punir-adolescentes-que-cometerem-violencia-contra-animais</guid>
<description><![CDATA[ Foram apresentados 25 projetos na Câmara dos Deputados; muitos deles prevêem a internação dos responsáveis ]]></description>
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<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Morte, cão, Orelha, motiva, projetos, para, punir, adolescentes, que, cometerem, violência, contra, animais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1244440">
<div class="midia-creditos"><em>Reprodução/redes sociais</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/co-orelha-768x568.jpg" alt="cão orelha ao lado da sua casinha"></div>
<div class="midia-legenda">O cão comunitário Orelha foi morto com uma forte pancada na cabeça</div>
</div>
<p>A morte do cão Orelha, em Florianópolis (SC), vítima de agressão, motivou a apresentação de 25 projetos de lei na Câmara dos Deputados. Um deles é o PL 41/26, da deputada Rosana Valle (PL-SP), que prevê a internação de criança ou adolescente que praticar ato com extrema crueldade contra a vida de animal. O projeto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e teve o pedido de <span class="termoGlossario" title="Regime de tramitação que dispensa exigências, interstícios e formalidades regimentais (salvo a publicação, o quórum e os pareceres) para que uma proposição seja apreciada pela Câmara de forma mais célere. Pode-se dizer que as proposições são urgentes em razão da natureza da matéria; em razão de serem de iniciativa do Poder Executivo, com solicitação de urgência do presidente da República; ou em virtude de terem sido reconhecidas, por deliberação do Plenário, com esse caráter. Alguns projetos já tramitam automaticamente em regime de urgência, como os que tratam de acordos internacionais." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">urgência</span> aprovado pelo Plenário nesta segunda-feira (9).</p>
<p>Orelha era um cão comunitário que recebia cuidados de moradores da Praia Brava, em Florianópolis. Um adolescente foi acusado formalmente pela polícia. Outros quatro adolescentes, também citados no caso das agressões ao Orelha, são acusados de tentar afogar outro cachorro, chamado Caramelo, jogando-o no mar.</p>
<p>Em geral, os projetos prevêem a internação de adolescentes que cometerem atos de violência contra animais, mais especificamente cães e gatos domésticos e comunitários. Atualmente, o ECA prevê a internação para ato infracional cometido mediante grave ameaça ou violência a uma pessoa – não menciona animal.</p>
<p>O PL 48/26, do deputado Zacharias Calil (União-GO), prevê a internação nos casos de ato infracional análogo ao crime de maus-tratos quando resultar em morte do animal.</p>
<p>Já o PL 161/26, de autoria da deputada Maria do Rosário (PT-RS), cria a “Lei Cão Orelha”, que reconhece cães e gatos domésticos como seres sencientes<br>
sujeitos de direito e insere artigo sobre o tema no Código Civil.</p>
<p><strong>Proteção aos animais comunitários</strong><br>
O projeto de lei 7/26, dos deputados Delegado Matheus Laiola (União-PR), Delegado Bruno Lima (PP-SP) e Fred Costa (PRD-MG), cria uma lei de proteção integral dos animais comunitários. Os animais comunitários são aqueles que vivem em lugares públicos, como era o caso do cão Orelha, ou em espaços públicos em entidades privadas, inclusive condomínios residenciais e comerciais, verticais ou horizontais.</p>
<p><strong>Veja a relação dos projetos: </strong></p>
<ul>
<li>PL 161/26, da deputada Maria do Rosário (PT-RS) - cria a Lei Cão Orelha, que reconhece cães e gatos domésticos como seres sencientes sujeitos de direito.</li>
<li>PL 5/26, dos deputados Delegado Matheus Laiola (União-PR) e outros - institui o Dia Nacional do Animal Comunitário Cão Orelha, a ser celebrado anualmente em 4 de janeiro.</li>
<li>PL 110/26, do Fausto Pinato (PP-SP) – cria a Lei Cão Orelha, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para incluir a prática de atos de extrema crueldade ou violência grave contra animais como hipótese de internação.</li>
<li>PL 21/26, do deputado Bruno Ganem (PODE-SP) - altera o ECA para fortalecer o regime de responsabilização de adolescentes autores de ato infracional análogo a crime de maus-tratos contra animais (Lei Cão Orelha).</li>
<li>PL 206/26, do deputado Ely Santos (Republicanos-SP) - aumenta a pena cominada aos crimes de maus-tratos contra animais (Lei Cão Orelha).</li>
<li>PL 22/26, da deputada Dayany Bittencourt (União-CE) - altera o Estatuto da Criança e do Adolescente para criar a “Lei Cão Orelha”, visando a punição de atos infracionais contra animais.</li>
<li>PL 299/26, do deputado Alex Manente (Cidadania-SP) - aumenta em 1/3 a pena para quem matar animais com uso de tortura ou outro meio cruel e cria o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Crimes de Maus-Tratos a Animais.</li>
<li>PL 284/26, do deputado Defensor Stélio Dener (Republicanos-RR) - institui normas gerais para o reconhecimento e a proteção de cães e gatos comunitários, define diretrizes de identificação, cuidado sanitário, responsabilidade comunitária e cooperação entre os entes federativos.</li>
<li>PL 41/26, da deputada Rosana Valle (PL-SP) – altera o ECA para prever a possibilidade de aplicação da medida socioeducativa de internação nos casos de ato infracional praticado com extrema crueldade contra a vida de animal não humano.</li>
<li>PL 4/26, do deputado Leo Prates (PDT-BA) - altera o ECA para incluir a prática de atos de extrema crueldade ou violência grave contra animais como hipótese de internação.</li>
<li>PL 389/26, do deputado Célio Studart (PSD-CE) - altera o ECA para permitir a aplicação da medida de internação em casos de atos infracionais análogos ao crime de maus-tratos aos animais, quando praticados com requintes de crueldade.</li>
<li>PL 7/26, dos deputados Delegado Matheus Laiola (União-PR) e outros – estabelece a proteção integral dos animais comunitários (Lei Cão Orelha).</li>
<li>PL 115/26, do deputado Da Vitoria (PP-ES) - altera o ECA para incluir a prática de violência extrema contra animais como hipótese de aplicação da medida socioeducativa de internação.</li>
<li>PL 358/26, do deputado Amom Mandel (Cidadania-AM) - altera o ECA para tipificar o tratamento de atos infracionais contra a vida e a integridade animal.</li>
<li>PL 14/26, do deputado Felipe Becari (União-SP) - dispõe sobre o bem-estar e a proteção animal no âmbito da Política Nacional de Educação Ambiental.</li>
<li>PL 45/26, do deputado Felipe Becari (União-SP) – altera o ECA para aperfeiçoar as respostas socioeducativas aplicáveis a adolescentes que pratiquem maus-tratos, violência ou sofrimento imposto a animais.</li>
<li>PL 121/26, do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ) - institui a Lei Nacional de Combate e Prevenção à Crueldade contra Animais Comunitários.</li>
<li>PL 286/26, do deputado Capitão Alden (PL-BA) - estabelece medidas de promoção do reconhecimento, do respeito, da responsabilidade e do convívio cuidadoso com os animais na educação ambiental.</li>
<li>PL 273/26, do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) - agrava as penas dos crimes de crueldade contra animais, tipifica a instigação e a exploração digital dessas condutas e disciplina a responsabilidade administrativa e civil de provedores de aplicações de internet.</li>
<li>PL 135/26, do deputado Lula da Fonte (PP-PE) - altera o ECA para qualificar atos infracionais de extrema gravidade, incluir a violência contra animais e estabelecer as hipóteses de internação compulsória.</li>
<li>PL 39/26, do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE) - altera o ECA para incluir os atos infracionais de abuso, maus-tratos, ferimento ou mutilação de animais e endurecer a hipótese de internação.</li>
<li>PL 383/26, dos deputados Mario Frias (PL-SP), Fred Linhares (Republicanos-DF) e Delegado Bruno Lima (PP-SP) - dispõe sobre a punição para crimes de maus-tratos a animais, tornando-os hediondos e imprescritíveis.</li>
<li>PL 10/26, dos deputados Delegado Bruno Lima (PP-SP) e Delegado Matheus Laiola (União-PR) - inclui no ECA a hipótese de internação para atos infracionais de maus-tratos a animais e prevê atendimento psicológico ao término da medida.</li>
<li>PL 397/26, do deputado Fausto Jr. (União-AM) - altera a legislação pertinente para dispor sobre a responsabilização do menor de idade autor de maus-tratos a animais.</li>
<li>PL 6/26, do deputado Delegado Matheus Laiola (União-PR) e outros - proíbe a guarda, posse e propriedade de animais por condenados por maus-tratos e cria o Cadastro Nacional de Pessoas Impedidas.</li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Leur Lomanto Júnior é eleito presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara</title>
<link>https://apareceu.com/leur-lomanto-junior-e-eleito-presidente-da-comissao-de-constituicao-e-justica-da-camara</link>
<guid>https://apareceu.com/leur-lomanto-junior-e-eleito-presidente-da-comissao-de-constituicao-e-justica-da-camara</guid>
<description><![CDATA[ Deputado afirma que comissão vai priorizar diálogo sobre proposta que altera jornada de trabalho ]]></description>
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<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Leur, Lomanto, Júnior, eleito, presidente, Comissão, Constituição, Justiça, Câmara</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1244351">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260210124323525-768x473.jpg" alt="Eleição de Vice-Presidentes. Dep. Leur Lomanto Júnior (UNIÃO - BA)"></div>
<div class="midia-legenda">Leur Lomanto Júnior foi eleito por unanimidade</div>
</div>
<p>O deputado Leur Lomanto Júnior (União-BA) foi eleito, por unanimidade, presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. A eleição ocorreu nesta terça-feira (10).</p>
<p>No discurso de posse, o parlamentar afirmou que a gestão terá como foco o equilíbrio e a abertura ao diálogo, especialmente em temas complexos, como a proposta que altera a jornada de trabalho conhecida como escala 6x1.</p>
<p>“Assumo esta presidência com senso de responsabilidade e compromisso com a transparência. Vamos zelar pelo devido processo legislativo e pela técnica jurídica”, disse.</p>
<p>Leur Lomanto Júnior substitui o deputado Paulo Azi (União-BA) no comando do colegiado.</p>
<p><strong>Jornada de trabalho<br>
</strong>Um dos principais temas a serem debatidos é a proposta de emenda à Constituição que altera a jornada de trabalho, encaminhada à comissão pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para análise de <span class="termoGlossario" title="Exame preliminar feito pela Comissão de Constituição e Justiça, no prazo de cinco sessões do Plenário da Câmara, sobre aspectos de constitucionalidade, legalidade, regimentalidade e de técnica legislativa de uma proposta de emenda à Constituição (PEC). Se admitida, a PEC será encaminhada a uma comissão especial para análise do mérito da proposta. Em caso de inadmissibilidade, a PEC será arquivada se não houver recurso." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">admissibilidade</span>.</p>
<p>A CCJ deve analisar duas propostas que tramitam <span class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensadas</span>: a <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1136412-pec-preve-a-adocao-da-jornada-de-quatro-dias-de-trabalho-para-todos-os-trabalhadores-brasileiros">PEC 8/25</a>, da deputada Erika Hilton (Psol-SP); e a <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/632530-pec-reduz-jornada-semanal-de-trabalho-de-44-para-36-horas">PEC 221/19</a>, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).</p>
<p>Leur Lomanto Júnior disse que representantes de diferentes setores da sociedade participarão do debate. “Vamos ouvir empresários, sindicatos e trabalhadores para contribuir com uma solução equilibrada para o país”, afirmou.</p>
<p>A deputada Gisela Simona (União-MT) destacou o papel da comissão como porta de entrada de temas de grande impacto social. O deputado Zé Trovão (PL-SC) afirmou que o tema é complexo, mas avaliou que a experiência do novo presidente pode ajudar na construção de consensos.</p>
<p>Já o deputado Túlio Gadêlha (Rede-PE) defendeu a urgência da discussão e citou experiências internacionais de redução da jornada de trabalho.</p>
<p><strong>Estado Democrático de Direito</strong><br>
O deputado Patrus Ananias (PT-MG), coordenador da bancada do partido na comissão, afirmou que a Comissão de Constituição e Justiça tem papel central na defesa da Constituição e do Estado Democrático de Direito.</p>
<p>“É aqui que defendemos os direitos fundamentais e coletivos”, declarou.</p>
<p><strong>Perfil<br>
</strong>Leur Lomanto Júnior está em seu segundo mandato como deputado federal. Natural de Salvador (BA), é formado em Administração. Antes de assumir a presidência da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania em 2026, o parlamentar presidiu o <span class="termoGlossario" title="Órgão encarregado de zelar pela observância da ética e do decoro parlamentar na Câmara. Compete-lhe instaurar e instruir os processos disciplinares referentes a denúncias de atos incompatíveis com o decoro parlamentar, recomendando ou não punições cabíveis aos deputados, que vão desde a censura oral até a perda de mandato. Caso recomende punições severas, o parecer do conselho deverá ser votado pelo Plenário em dois dias, em votação secreta. O conselho atua mediante provocação da Mesa Diretora, nos casos de instauração de processo disciplinar." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Conselho de Ética e Decoro Parlamentar</span>.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Deputada defende internação de adolescente que maltratar animais; ouça a entrevista</title>
<link>https://apareceu.com/deputada-defende-internacao-de-adolescente-que-maltratar-animais-ouca-a-entrevista</link>
<guid>https://apareceu.com/deputada-defende-internacao-de-adolescente-que-maltratar-animais-ouca-a-entrevista</guid>
<description><![CDATA[ Assunto ganhou força após a morte do cão “Orelha”, em Santa Catarina, atribuída a um adolescente ]]></description>
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<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Deputada, defende, internação, adolescente, que, maltratar, animais, ouça, entrevista</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="video-container youtube youtube-100" data-youtube-id="Rt5pwHL_uNM">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
<p></p>
<div class="midia-legenda"></div>
</div>
<p> </p>
<p>A Câmara dos Deputados pode votar, após o Carnaval, proposta que muda o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</a> para prever a internação de adolescentes por maus-tratos com extrema crueldade contra animais (Projeto de Lei 41/26).</p>
<p>O debate ganhou força após a morte do cão Orelha, em Santa Catarina, atribuída a um adolescente. As agressões ocorreram supostamente em 4 de janeiro deste ano.</p>
<p>Orelha era um cão comunitário que recebia cuidados de moradores da Praia Brava, em Florianópolis. Um adolescente foi acusado formalmente pela polícia. Outros quatro adolescentes, também citados no caso das agressões ao Orelha, são acusados de tentar afogar outro cachorro, chamado Caramelo, jogando-o no mar.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1244339-MORTE-DO-CAO-ORELHA-MOTIVA-PROJETOS-PARA-PUNIR-ADOLESCENTES-QUE-COMETEREM-VIOLENCIA-CONTRA-ANIMAIS">Morte do cão Orelha motiva projetos para punir adolescentes que cometerem violência contra animais</a></li>
</ul>
<p><strong>Lacuna legal</strong><br>
Em entrevista à <em>Rádio Câmara</em>, nesta quarta-feira (11), a autora do projeto, deputada Rosana Valle (PL-SP), afirmou que há uma “lacuna” no artigo 122 do ECA, que hoje prevê internação para:</p>
<ul>
<li>casos de violência ou grave ameaça a pessoas;</li>
<li>cometimento de outros atos infracionais graves; ou</li>
<li>descumprimento injustificado de medida socioeducativa imposta anteriormente.</li>
</ul>
<p>Ou seja, o ECA prevê a internação para ato infracional cometido mediante grave ameaça ou violência a uma pessoa – não menciona animal.</p>
<p>O projeto teve <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1243953-CAMARA-APROVA-REGIME-DE-URGENCIA-PARA-DEZ-PROJETOS">urgência aprovada</a> na Câmara e pode ir direto ao Plenário.</p>
<p>“Proteger o animal é proteger a sociedade e as famílias. É impedir que casos como esse, que aconteceram e acontecem no dia a dia, fiquem sem punição. O Estado não pode ser omisso numa circunstância dessa e há, sim, uma lacuna no ECA, que não prevê punição para quem comete ato de crueldade contra os animais,” disse Rosana Valle.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/radio/402-painel-eletronico/">Ouça a íntegra da entrevista de Rosana Valle</a></li>
</ul>
<p><strong>Outros casos</strong><br>
A deputada alertou que outros casos de maus-tratos contra animais praticados por adolescentes têm sido noticiados.</p>
<p>“Após essa denúncia, esse crime contra o cachorro Orelha, foi feita uma denúncia contra uma cadela também nos mesmos moldes, ou seja, mostrando a perversidade e até de indícios de psicopatia nesses adolescentes que maltratam os animais,” lamentou.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto dispensa exame de corpo delito em crimes de violência doméstica contra a mulher</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-dispensa-exame-de-corpo-delito-em-crimes-de-violencia-domestica-contra-a-mulher</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-dispensa-exame-de-corpo-delito-em-crimes-de-violencia-domestica-contra-a-mulher</guid>
<description><![CDATA[ A proposta também proíbe a substituição da pena privativa de liberdade por qualquer pena restritiva de direitos; para virar lei, texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251125123133821-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 08:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, dispensa, exame, corpo, delito, crimes, violência, doméstica, contra, mulher</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1242843">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251125123133821-768x473.jpg" alt="Deputada Tabata Amaral (PSB-SP) fala em comissão da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Tabata Amaral: <span>STJ já tem entendido que o exame pode ser dispensado em certas situações</span></div>
</div>
<p><span>O Projeto de Lei 982/25 dispensa o exame de corpo de delito em crimes cometidos no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher, quando subsistirem outras provas idôneas do crime de lesão corporal. </span><span>Em análise na Câmara dos Deputados, o texto altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Lei Maria da Penha</a>.</span></p>
<p><span>“A dispensa do exame de corpo de delito já tem sido realidade na prática, uma vez que a revitimização da mulher mostra-se um fator mais grave do que a produção da prova”, explica a deputada Tabata Amaral (PSB-SP), autora da proposta. “As dificuldades envolvendo a denúncia, que muitas vezes é feita após certo período de tempo, impedem a realização de tal exame”, acrescenta.</span></p>
<p><span>Ela lembra que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já tem entendido que o “exame de corpo de delito poderá, em determinadas situações, ser dispensado para a configuração de lesão corporal ocorrida em âmbito doméstico, na hipótese de subsistirem outras provas idôneas da materialidade do crime."</span></p>
<p><strong>Substituição de penas<br>
</strong><span>O projeto também proíbe, nos casos de violência doméstica e familiar, a aplicação de penas de cesta básica e outras de prestação pecuniária. </span><span>Segundo Tabata Amaral, o objetivo é deixar ainda mais evidente que fica vedada a substituição da pena privativa de liberdade por qualquer pena restritiva de direitos. </span></p>
<p><span>“A legislação atual já prevê a proibição de aplicação de penas de multa isoladamente, pagamento de cestas básicas ou pecuniária”, destaca. Ela lembra que o STJ também editou súmula nesse sentido (Súmula 588). “Entretanto, na prática cotidiana do judiciário, há resistência de magistrados em aplicar tal entendimento e permanecem substituindo penas privativas de liberdade por restritivas de direito”, alerta a parlamentar.</span></p>
<p><strong>Medidas protetivas</strong><span><br>
</span><span>A proposta também prevê que as medidas protetivas de urgência vigorarão enquanto persistir risco à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da ofendida ou de seus dependentes, independentemente da extinção da punibilidade do agressor, extinção ou arquivamento do processo relativo à violência. </span></p>
<p><span>“A violência doméstica não se encerra com o fim de um processo judicial, muitas vezes, o risco à integridade da vítima persiste mesmo após a prescrição do crime ou a absolvição do agressor”, afirma Tabata Amaral. “Esta alteração assegura que a vítima não fique desamparada em situações em que o agressor ainda representa uma ameaça, independentemente do desfecho jurídico do caso”, conclui.</span></p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong><span>A proposta será analisada em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pelas c</span><span>omissões de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</span></p>
<p><span>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto prevê agravantes para crimes de trabalho escravo e tráfico de pessoas</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-preve-agravantes-para-crimes-de-trabalho-escravo-e-trafico-de-pessoas</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-preve-agravantes-para-crimes-de-trabalho-escravo-e-trafico-de-pessoas</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251203165801648-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 08:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, prevê, agravantes, para, crimes, trabalho, escravo, tráfico, pessoas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1242875">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251203165801648-768x473.jpg" alt="Deputado Benes Leocádio (União-RN) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Benes Leocádio, autor da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 661/25 determina que a pena para o crime de trabalho escravo será aumentada em 50% se a vítima for idosa ou pessoa com deficiência. Hoje, o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> prevê essa agravante quando a vítima é criança ou adolescente.</p>
<p>A proposta também institui um aumento de pena (de um terço até a metade) para o crime de tráfico de pessoas caso a vítima seja transferida para outro estado.</p>
<p>O autor do texto, deputado Benes Leocádio (União-RN), afirma que o objetivo é ampliar a proteção legal a grupos considerados especialmente vulneráveis.</p>
<p>“Ao prever uma causa de aumento de pena para essas circunstâncias, a proposta reconhece a gravidade adicional do crime e busca dissuadir práticas que frequentemente resultam em formas graves de exploração”, disse Leocádio.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>O projeto será analisado de forma <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">conclusiva</span> na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).</p>
<p>Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto obriga preso a pagar por uso e manutenção de tornozeleira eletrônica</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-obriga-preso-a-pagar-por-uso-e-manutencao-de-tornozeleira-eletronica</link>
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<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 08:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, obriga, preso, pagar, por, uso, manutenção, tornozeleira, eletrônica</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1242920">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20240507181237044-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas. Dep. Célio Studart (PSD - CE)"></div>
<div class="midia-legenda">Célio Studart: proposta combate crime organizado e diminui gastos públicos</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 766/25 obriga presos temporários ou condenados a pagarem pelos gastos com uso e manutenção de equipamento de monitoração eletrônica.</p>
<p>O texto, em análise na Câmara dos Deputados, altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7210-11-julho-1984-356938-norma-pl.html">Lei de Execução Penal</a>.</p>
<p>Pela proposta, o monitorado será responsável pela conservação do equipamento e deverá ressarcir o prejuízo em caso de dano ou avaria, após avaliação técnica.</p>
<p>A cobrança não será aplicada aos beneficiários da gratuidade de justiça. Já a recusa injustificada ao pagamento resultará na inscrição do débito em dívida ativa.</p>
<p>Ainda segundo o texto, os recursos arrecadados com a medida serão destinados ao Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), para custeio e investimentos.</p>
<p>Os estados e o Distrito Federal também poderão instituir cobranças semelhantes.</p>
<p><strong>Justificativa e impacto</strong><br>
Autor do projeto, o deputado Célio Studart (PSD-CE) afirma que a medida visa combater o crime organizado e gerar receitas para o custeio dos equipamentos.</p>
<p>Ainda conforme o parlamentar, a monitoração eletrônica contínua facilita a identificação de descumprimentos de medidas judiciais e fomenta o caráter preventivo quanto à reincidência em outros crimes.</p>
<p>“A utilização de monitoração eletrônica e a respectiva cobrança pelo seu uso são medidas que podem contribuir, significativamente, para alcançar esses objetivos”, defendeu Célio Studart.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Gás do Povo é aprovado; 15 milhões de famílias podem ser beneficiadas</title>
<link>https://apareceu.com/gas-do-povo-e-aprovado-15-milhoes-de-familias-podem-ser-beneficiadas</link>
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<description><![CDATA[ O Senado aprovou, nesta terça-feira (3), a Medida Provisória que cria o programa Gás do Povo. A nova lei vai permitir a recarga gratuita do botijão de gás para famílias cadastradas no CadÚnico com renda por pessoa de até meio salário mínimo por mês.

O programa vai substituir gradualmente, até 2027, o Auxílio Gás, iniciativa do governo passado que permitia a compra de gás de cozinha.

Para famílias de duas a três pessoas, serão permitidas quatro recargas gratuitas de botijão de 13 quilos por ano. Já para famílias de quatro ou mais pessoas, a previsão é de seis trocas por ano.

Terão prioridade no programa as famílias atingidas por desastres ou em local com situação de emergência; mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas; quem pertence a povos e comunidades tradicionais, como indígenas e quilombolas; famílias com maior número de membros e com menor renda por pessoa.

A retirada do gás será feita em redes varejistas credenciadas pelo programa. A expectativa do governo federal é beneficiar 15 milhões de famílias com o “Gás do Povo”, o triplo de pessoas beneficiadas pelo programa anterior.

O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados e agora vai para sanção do presidente Lula.
  1:24 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/qpnSX5k8LSOKWQ6eRVIqNwMv4g4=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_botijao_de_13_quilos_de_gas_de_cozinha_mcajr_abr_201120214528.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 22:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Gás, Povo, aprovado, milhões, famílias, podem, ser, beneficiadas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou, nesta terça-feira (3), a Medida Provisória que cria o programa Gás do Povo.<strong> A nova lei vai permitir a recarga gratuita do botijão de gás para famílias cadastradas no CadÚnico com renda por pessoa de até meio salário mínimo por mês.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1676993&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1676993&o=rss"></p>

<p>O programa vai substituir gradualmente, até 2027, o Auxílio Gás, iniciativa do governo passado que permitia a compra de gás de cozinha.</p>

<p>Para famílias de duas a três pessoas, serão permitidas quatro recargas gratuitas de botijão de 13 quilos por ano. Já para famílias de quatro ou mais pessoas, a previsão é de seis trocas por ano.</p>

<p><strong>Terão prioridade no programa as famílias atingidas por desastres ou em local com situação de emergência; mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas; quem pertence a povos e comunidades tradicionais, como indígenas e quilombolas; famílias com maior número de membros e com menor renda por pessoa.</strong></p>

<p>A retirada do gás será feita em redes varejistas credenciadas pelo programa. A expectativa do governo federal é beneficiar 15 milhões de famílias com o “Gás do Povo”, o triplo de pessoas beneficiadas pelo programa anterior.</p>

<p>O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados e agora vai para sanção do presidente Lula.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:24</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>CPI do Master vai entrar em &amp;quot;fila” de solicitações, diz Hugo Motta</title>
<link>https://apareceu.com/cpi-do-master-vai-entrar-em-fila-de-solicitacoes-diz-hugo-motta</link>
<guid>https://apareceu.com/cpi-do-master-vai-entrar-em-fila-de-solicitacoes-diz-hugo-motta</guid>
<description><![CDATA[ O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou nessa terça-feira (3) que o pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as fraudes financeiras do Banco Master entrará na fila das solicitações de abertura de CPIs da Casa, respeitando a ordem cronológica.

Segundo Motta, o regimento estabelece que apenas cinco Comissões Parlamentares de Inquérito podem funcionar de forma simultânea, ficando a critério da presidência definir o momento certo para discutir a pauta.


“Nós temos uma fila de CPIs. Essas CPIs são tratadas de forma cronológica. No ano passado, nós tivemos algo em torno de 15 ou 16 CPIs protocoladas, acabamos não instalando nenhuma, e agora nós vamos fazer o debate sobre essas CPIs. A Câmara tem que obedecer regimentalmente o funcionamento de cinco CPIs ao mesmo tempo, se for decisão da presidência instalar e nós vamos, no momento certo, estar tratando dessa pauta da CPI”.


O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias, confirmou que a bancada do partido vai assinar os pedidos de instauração de CPI e CPMI, comissão que inclui senadores e deputados, para apurar o caso do Banco Master. Mas lembrou que essas comissões às vezes viram palcos mais políticos do que de investigação.


“Nós vamos assinar. Não vamos entrar na defensiva em um assunto que somos nós, que é o nosso governo que está apurando, que tem o objetivo de esclarecer tudo. E eu tenho certeza que muita coisa vai aparecer. O que a gente não vai é assinar a CPMI do PL, do Jordy”.


Nessa terça-feira, deputado Carlos Jordy (PL-RJ) formalizou o pedido para abertura de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre a fraude do Master. Assinaram 42 senadores e 238 deputados, somando 280 parlamentares, número maior do que o mínimo exigido, 198.

 

Reajuste salarial e reestruturação de carreiras

E no plenário da Câmara, os deputados aprovaram, nessa terça, projetos de reestruturação de carreiras e reajustes salariais para servidores do Legislativo, além de criar uma gratificação por desempenho e licença compensatória.

No caso do reajuste para servidores do Senado, como o projeto já passou pelas duas Casas, este texto segue, agora, para a sanção do presidente Lula.

Por outro lado, o reajuste para servidores da Câmara, que prevê aumento de 8% para secretários parlamentares, ainda precisa ser aprovado pelo Senado. A votação da urgência e do mérito dos projetos foi confirmada após um acordo fechado por líderes, de acordo com Hugo Motta.

“Nós estamos fazendo uma pauta, teoricamente, de consenso, como fizemos ontem a aprovação de duas medidas provisórias. Vamos, hoje, aprovar seis projetos”.

O presidente da Câmara já sinalizou que deve pautar para depois do carnaval a votação do acordo entre a União Europeia e o Mercosul, a PEC da Segurança Pública, além da regulamentação do trabalho em aplicativos e o fim da escala 6x1.
  3:56 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 22:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>CPI, Master, vai, entrar, fila”, solicitações, diz, Hugo, Motta</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou nessa terça-feira (3) que o pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as fraudes financeiras do Banco Master entrará na fila das solicitações de abertura de CPIs da Casa, respeitando a ordem cronológica.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1676991&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1676991&o=rss"></p>

<p>Segundo Motta, o regimento estabelece que apenas cinco Comissões Parlamentares de Inquérito podem funcionar de forma simultânea, ficando a critério da presidência definir o momento certo para discutir a pauta.</p>

<blockquote>
<p>“Nós temos uma fila de CPIs. Essas CPIs são tratadas de forma cronológica. No ano passado, nós tivemos algo em torno de 15 ou 16 CPIs protocoladas, acabamos não instalando nenhuma, e agora nós vamos fazer o debate sobre essas CPIs. A Câmara tem que obedecer regimentalmente o funcionamento de cinco CPIs ao mesmo tempo, se for decisão da presidência instalar e nós vamos, no momento certo, estar tratando dessa pauta da CPI”.</p>
</blockquote>

<p>O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias, confirmou que a bancada do partido vai assinar os pedidos de instauração de CPI e CPMI, comissão que inclui senadores e deputados, para apurar o caso do Banco Master. Mas lembrou que essas comissões às vezes viram palcos mais políticos do que de investigação.</p>

<blockquote>
<p>“Nós vamos assinar. Não vamos entrar na defensiva em um assunto que somos nós, que é o nosso governo que está apurando, que tem o objetivo de esclarecer tudo. E eu tenho certeza que muita coisa vai aparecer. O que a gente não vai é assinar a CPMI do PL, do Jordy”.</p>
</blockquote>

<p>Nessa terça-feira, deputado Carlos Jordy (PL-RJ) formalizou o pedido para abertura de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre a fraude do Master. Assinaram 42 senadores e 238 deputados, somando 280 parlamentares, número maior do que o mínimo exigido, 198.</p>

<p> </p>

<h3><strong>Reajuste salarial e reestruturação de carreiras</strong></h3>

<p>E no plenário da Câmara, os deputados aprovaram, nessa terça, projetos de reestruturação de carreiras e reajustes salariais para servidores do Legislativo, além de criar uma gratificação por desempenho e licença compensatória.</p>

<p>No caso do reajuste para servidores do Senado, como o projeto já passou pelas duas Casas, este texto segue, agora, para a sanção do presidente Lula.</p>

<p>Por outro lado, o reajuste para servidores da Câmara, que prevê aumento de 8% para secretários parlamentares, ainda precisa ser aprovado pelo Senado. A votação da urgência e do mérito dos projetos foi confirmada após um acordo fechado por líderes, de acordo com Hugo Motta.</p>

<p><em>“Nós estamos fazendo uma pauta, teoricamente, de consenso, como fizemos ontem a aprovação de duas medidas provisórias. Vamos, hoje, aprovar seis projetos”.</em></p>

<p><strong>O presidente da Câmara já sinalizou que deve pautar para depois do carnaval a votação do acordo entre a União Europeia e o Mercosul, a PEC da Segurança Pública, além da regulamentação do trabalho em aplicativos e o fim da escala 6x1.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:56</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Declaração de Indignidade: Bolsonaro pode perder patente militar</title>
<link>https://apareceu.com/declaracao-de-indignidade-bolsonaro-pode-perder-patente-militar</link>
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<description><![CDATA[ O Ministério Público Militar pediu, nesta terça-feira (3), que o Superior Tribunal Militar declare a perda da patente do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais quatro militares condenados por comandar uma organização criminosa que tentou dar um golpe de estado no país.

A chamada Declaração de Indignidade para o Oficialato, que pode levar a perda da patente e de benefícios da carreira militar aos condenados, foi determinada pela sentença do julgamento no Supremo Tribunal Federal.

A representação contra Bolsonaro, que é capitão reformado do Exército, terá como relator o ministro Carlos Aquino e como revisora a ministra Verônica Sterman. 

Também vão ser analisados os pedidos contra os generais do Exército Paulo Sérgio, Augusto Heleno e Walter Braga Netto; além do almirante de Esquadra Almir Garnier. 

Conforme a Constituição, cabe ao Ministério Público Militar promover a declaração de indignidade para oficiais condenados à pena de prisão superior a dois anos, seja por crime militar ou comum. 

No ano passado, o STF condenou Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão por tentativa de abolição violenta do Estado Democrática de Direito; organização criminosa armada; dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração do patrimônio tombado.

Braga Netto também foi condenado a 26 anos; Almir Garnier, 24 anos; Augusto Heleno, 21 anos; e Paulo Sérgio, a 19 anos de prisão.

Cabe ao Superior Tribunal Militar decidir sobre a permanência desses militares no posto e patente que ocupam nas Forças Armadas.

De acordo com informações da Agência Brasil, a presidente da corte militar, ministra Maria Elisabeth Rocha, explicou, em entrevista coletiva, que o tribunal não tem prazo legal para julgar as ações. Mas a presidente disse que vai pautar os processos imediatamente após os relatores liberarem os casos para julgamento.
  2:11 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 22:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Declaração, Indignidade:, Bolsonaro, pode, perder, patente, militar</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público Militar pediu, nesta terça-feira (3), que o Superior Tribunal Militar declare a perda da patente do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais quatro militares condenados por comandar uma organização criminosa que tentou dar um golpe de estado no país.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1676986&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1676986&o=rss"></p>

<p><strong>A chamada Declaração de Indignidade para o Oficialato, que pode levar a perda da patente e de benefícios da carreira militar aos condenados, foi determinada pela sentença do julgamento no Supremo Tribunal Federal.</strong></p>

<p>A representação contra Bolsonaro, que é capitão reformado do Exército, terá como relator o ministro Carlos Aquino e como revisora a ministra Verônica Sterman. </p>

<p><strong>Também vão ser analisados os pedidos contra os generais do Exército Paulo Sérgio, Augusto Heleno e Walter Braga Netto; além do almirante de Esquadra Almir Garnier. </strong></p>

<p>Conforme a Constituição, cabe ao Ministério Público Militar promover a declaração de indignidade para oficiais condenados à pena de prisão superior a dois anos, seja por crime militar ou comum. </p>

<p>No ano passado, o STF condenou Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão por tentativa de abolição violenta do Estado Democrática de Direito; organização criminosa armada; dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração do patrimônio tombado.</p>

<p>Braga Netto também foi condenado a 26 anos; Almir Garnier, 24 anos; Augusto Heleno, 21 anos; e Paulo Sérgio, a 19 anos de prisão.</p>

<p><strong>Cabe ao Superior Tribunal Militar decidir sobre a permanência desses militares no posto e patente que ocupam nas Forças Armadas.</strong></p>

<p>De acordo com informações da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/stm-recebe-pedido-de-perda-de-patente-de-bolsonaro-e-mais-4-oficiais" target="_blank"><strong>Agência Brasil</strong></a>, a presidente da corte militar, ministra Maria Elisabeth Rocha, explicou, em entrevista coletiva, que o tribunal não tem prazo legal para julgar as ações. Mas a presidente disse que vai pautar os processos imediatamente após os relatores liberarem os casos para julgamento.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:11</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto criminaliza indução a desafios perigosos que coloquem a vida em risco</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-criminaliza-inducao-a-desafios-perigosos-que-coloquem-a-vida-em-risco</link>
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<description><![CDATA[ Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado ]]></description>
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<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 17:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, criminaliza, indução, desafios, perigosos, que, coloquem, vida, risco</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1241627">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20250318163917868-768x473.jpg" alt="Deputado Raimundo Santos (PSD-PA) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Raimundo Santos: resposta necessária aos perigos enfrentados no ambiente digital</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 2610/25 tipifica como crime a conduta de induzir, instigar ou auxiliar alguém a praticar atos que coloquem em risco a integridade física, a saúde e a vida, ou de terceiros. A proposta, do deputado Raimundo Santos (PSD-PA), altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> para incluir punições específicas para essas práticas, que muitas vezes ocorrem no ambiente digital.</p>
<p>Atualmente, a legislação já pune quem induz alguém ao suicídio e à automutilação. O novo texto amplia o alcance da lei para abranger comportamentos arriscados que não necessariamente visam à morte direta, mas que resultam em perigo extremo.</p>
<p><strong>Penas e agravantes</strong><br>
A proposta estabelece pena de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de seis meses a dois anos para quem induzir ou auxiliar a prática de atos danosos, inclusive prestando auxílio material.</p>
<p>Se a conduta resultar em lesão corporal de natureza grave ou gravíssima, a pena sobe para reclusão de um a três anos. Caso o ato resulte em morte, a punição prevista é de dois a seis anos de reclusão.</p>
<p>O projeto prevê que a pena seja duplicada em situações específicas, como:</p>
<ul>
<li>crime praticado por motivo egoístico, torpe ou fútil; e</li>
<li>vítima menor de idade ou com capacidade de discernimento e resistência diminuída, como pessoas com deficiência ou com algum tipo de transtorno mental.</li>
</ul>
<p>Além disso, a punição pode ser aumentada até o dobro se a conduta for realizada por meio de redes sociais, aplicativos, qualquer meio eletrônico ou transmitida em tempo real.</p>
<p><strong>Plataformas digitais</strong><br>
Outro ponto do projeto é a responsabilização no campo civil. O autor do crime deverá responder pelos danos físicos, morais e psicológicos causados à vítima e seus familiares.</p>
<p>O texto também estabelece a responsabilidade solidária para plataformas e administradores de redes sociais. Isso significa que as empresas podem ser responsabilizadas civilmente caso deixem de remover o conteúdo nocivo após receberem uma notificação formal.</p>
<p><strong>Desafios virtuais</strong><br>
O deputado Raimundo Santos afirma que a popularização das redes sociais facilitou a disseminação de desafios e jogos virtuais que incentivam práticas violentas, muitas vezes sob o anonimato de identidades falsas.</p>
<p>Ele cita exemplos conhecidos como o “desafio do apagão”, no qual crianças e adolescentes são incentivados a cortar intencionalmente a própria respiração ou a circulação sanguínea até perderem a consciência.</p>
<p>“A proposição surge como resposta necessária e urgente aos perigos enfrentados no ambiente digital por públicos vulneráveis, sobretudo por aqueles que têm sua capacidade plena de discernimento comprometida”, afirma Santos. “Busca-se tipificar a conduta de quem, mesmo sem contato direto com a vítima, cria ou dissemina conteúdos que induzem terceiros a comportamentos arriscados”, ressalta.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto tramita em regime de <span class="termoGlossario" title="Regime de tramitação que dispensa exigências, interstícios e formalidades regimentais (salvo a publicação, o quórum e os pareceres) para que uma proposição seja apreciada pela Câmara de forma mais célere. Pode-se dizer que as proposições são urgentes em razão da natureza da matéria; em razão de serem de iniciativa do Poder Executivo, com solicitação de urgência do presidente da República; ou em virtude de terem sido reconhecidas, por deliberação do Plenário, com esse caráter. Alguns projetos já tramitam automaticamente em regime de urgência, como os que tratam de acordos internacionais." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">urgência</span> e poderá ser votado diretamente pelo Plenário da Câmara.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto autoriza estados a legislar sobre desapropriação</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-autoriza-estados-a-legislar-sobre-desapropriacao</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-autoriza-estados-a-legislar-sobre-desapropriacao</guid>
<description><![CDATA[ Atualmente, essa competência é exclusiva da União ]]></description>
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<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 17:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, autoriza, estados, legislar, sobre, desapropriação</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1241705">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251001174809103-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Luiz Philippe de Orleans e Bragança, autor da proposta</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O Projeto de Lei Complementar (PLP) 3/25, do deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), permite que os estados e o Distrito Federal criem leis específicas sobre desapropriação. Atualmente, essa competência é exclusiva da União.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Segundo o texto, a autorização abrange dois tipos de desapropriação: por utilidade ou necessidade pública e por interesse social. A Constituição Federal diz que legislar sobre o tema é uma tarefa privativa da União, mas prevê que uma lei complementar pode autorizar os governos estaduais a tratar de questões específicas.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Adaptação regional<br>
</strong>O deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança argumenta que a centralização das leis dificulta a implementação de políticas públicas ajustadas às necessidades locais, como obras de infraestrutura, regularização fundiária e programas habitacionais.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">“A centralização legislativa na União, embora necessária para garantir uniformidade em algumas áreas, frequentemente não reflete a vasta diversidade regional do Brasil”, afirma o autor na justificativa da proposta.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O parlamentar ressalta, no entanto, que a mudança não afeta a proteção ao direito de propriedade. Ele reforçou que os estados deverão continuar respeitando princípios constitucionais, como o devido processo legal e o pagamento de indenização justa e prévia.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, será apreciada pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/606442-conheca-a-tramitacao-de-projetos-de-lei-complementar/">Conheça a tramitação de projetos de lei complementar</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Fachin destaca papel do Congresso e metas do Judiciário</title>
<link>https://apareceu.com/fachin-destaca-papel-do-congresso-e-metas-do-judiciario</link>
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<description><![CDATA[ Presidente do STF participou da solenidade de abertura do ano legislativo nesta segunda-feira ]]></description>
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<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 17:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Fachin, destaca, papel, Congresso, metas, Judiciário</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1241789">
<div class="midia-creditos"><em>Marina Ramos / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260202164000605-768x473.jpg" alt="Destinada a inaugurar a 4ª Sessão Legislativa Ordinária da 57ª Legislatura. Ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Edson Fachin."></div>
<div class="midia-legenda">Fachin: "Nada simboliza melhor a democracia que o funcionamento do Congresso"</div>
</div>
<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, defendeu a necessidade de se respeitar a vocação do parlamento para resolver os conflitos políticos do país. "Eis nosso compromisso: cultivar e promover a independência e harmonia entre os poderes com deferência a esta Casa como legítima representante das aspirações do povo brasileiro", disse.</p>
<p>Segundo ele, nada simboliza melhor a democracia que o funcionamento regular do Congresso. "A diversidade de posições, interesses e bandeiras, que caracteriza este espaço representativo imprescindível, é a própria essência da democracia", afirmou.</p>
<p>Fachin elencou as prioridades de atuação para o Judiciário neste ano: reduzir o volume de ações judiciais, com foco em causas previdenciárias; ampliar a automação dos processos de execução fiscal; e incentivar o uso de precedentes pelas instâncias inferiores como forma de garantir segurança jurídica e estimular a pacificação e a solução extrajudicial de conflitos.</p>
<p><strong>Instituições</strong><br>
Para o presidente do STF, a democracia só se sustenta com instituições estáveis, éticas, previsíveis e respeitadas, "quando seus membros se submetem às mesmas regras que se exigem dos demais, e quando a Constituição permanece acima de qualquer vontade pessoal, política ou circunstancial", afirmou, sem fazer menção a algum caso em particular.</p>
<p>Fachin defendeu atuação especial nos casos de feminicídio e apoio a mutirões para julgamento de questões raciais. Ele participou da abertura do ano legislativo nesta segunda-feira (2). Segundo Fachin, em 2025, a Suprema Corte julgou mais de 87 mil processos e tem outros 20 mil em tramitação, a menor quantidade dos últimos 30 anos.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto aumenta de 20 para 30 dias a licença&#45;paternidade no Programa Empresa Cidadã</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-aumenta-de-20-para-30-dias-a-licenca-paternidade-no-programa-empresa-cidada</link>
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<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 17:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, aumenta, para, dias, licença-paternidade, Programa, Empresa, Cidadã</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1242041">
<div class="midia-creditos"><em>Michel de Jesus / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251209145235805-768x473.jpg" alt="Intercâmbio Legislativo – Evento de lançamento. Dep. Laura Carneiro (PSD - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro: objetivo é equilibrar responsabilidade familiar</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 368/25 amplia dos atuais 20 para 30 dias a duração total da licença-paternidade para empregados de companhias inscritas no <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/beneficios-fiscais/programa-empresa-cidada/orientacoes">Programa Empresa Cidadã</a>. A proposta também permite o trabalho a distância.</p>
<p>O texto, em análise na Câmara dos Deputados, altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2008/lei-11770-9-setembro-2008-580284-norma-pl.html">Lei 11.770/08</a>, que hoje prevê prorrogação de 15 dias à licença-paternidade, somando-se aos cinco dias constitucionais (20 dias no total). O projeto eleva essa prorrogação para 25 dias.</p>
<p>Ainda segundo a proposta, o empregado poderá optar por trocar a extensão dos 25 dias da licença pela prestação de serviços em regime de teletrabalho por 120 dias. A medida depende de compatibilidade com a função desempenhada.</p>
<p><strong>Busca de equilíbrio</strong><br>
A deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), autora da proposta, explicou que o objetivo é equilibrar a responsabilidade familiar e reduzir a desigualdade no mercado de trabalho, que historicamente desfavorece as mulheres.</p>
<p>“O impacto positivo do maior envolvimento dos homens – sejam pais biológicos ou não – vem sendo comprovado, especialmente, para a saúde materno-infantil, para o desenvolvimento das crianças, para o empoderamento das mulheres e para a saúde e o bem-estar dos próprios homens”, destacou a parlamentar.</p>
<p><strong>Empresa Cidadã</strong><br>
O Programa Empresa Cidadã incentiva companhias a ampliar a licença-maternidade e a licença-paternidade de seus funcionários em troca de benefícios fiscais, como a redução do Imposto de Renda sobre o lucro.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Haddad: STF saberá lidar com impacto do Caso Master na imagem da corte</title>
<link>https://apareceu.com/haddad-stf-sabera-lidar-com-impacto-do-caso-master-na-imagem-da-corte</link>
<guid>https://apareceu.com/haddad-stf-sabera-lidar-com-impacto-do-caso-master-na-imagem-da-corte</guid>
<description><![CDATA[ O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acredita que o Supremo Tribunal Federal vai encontrar caminhos para lidar com o impacto que o &quot;Caso Master&quot; causou na imagem da corte. O ministro falou em entrevista ao portal Metrópoles nesta quinta-feira.


&quot;Mas eu acredito assim, que o presidente Fachin está com o melhor ânimo para dar uma resposta a isso da maneira adequada e vai encontrar o caminho junto aos seus pares de fazer. E isso vale para... não é Supremo, isso tem que valer para todas as instituições. Se você está com um problema institucional, você tem que ter os mecanismos internos de saneamento. E você não pode ter medo de sanear, porque é nesse gesto que você recupera a credibilidade institucional&quot;, disse.


Segundo o ministro, o almoço entre ele, o presidente Lula e o ministro Dias Toffoli, que é relator do &quot;Caso Master&quot; no STF, foi sobre esse tema. O presidente defendeu que é preciso dar uma resposta à sociedade, afirmou Haddad.


&quot;Ele falou: nós temos uma oportunidade de fazer o trabalho de combate ao crime, de combate à corrupção, pelo andar de cima. É uma oportunidade que nós temos de dar uma resposta para a sociedade. E por isso que eu insisto nisso: quando você, diante de um problema, responde da maneira adequada, você fortalece as instituições&quot;, aponta.


Além do &quot;Master&quot;, o ministro tocou em outros assuntos. Defendeu mudanças na Constituição para fazer integração em nível nacional para combater o crime organizado:


&quot;O Estado, ele tem o monopólio do uso legítimo da violência, mas para que isso seja dosado na medida da necessidade de assegurar a segurança da sociedade, tem que vir acompanhado da inteligência. E não existe inteligência local. É isso que os governadores da direita não estão compreendendo. Não existe inteligência localizada, porque o crime não está localizado. Ele transcende o estado e, quando o caso é grave, transcende as próprias fronteiras nacionais&quot;, afirmou.


Sobre o comunicado do Banco Central que indicou a possibilidade de corte dos juros em março, o ministro disse que a redução vai ajudar na dívida pública, que subiu 18% no ano passado.


&quot;O anúncio de ontem de que vai começar a cortar juro vai fazer essa trajetória se acomodar num patamar razoável. Porque, na verdade, pagando 10% de juro real, não tem superávit primário compatível com a estabilização da dívida. A nossa dívida é &#039;Selicada&#039;. Ela... você aumenta a Selic, você aumenta a dívida&quot;, completou.


Haddad afirmou que vai sair do cargo em fevereiro e que o substituto vai ser definido pelo presidente Lula. O número dois da Fazenda, Dario Durigan, é o principal cotado. 
  2:25 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 16:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Haddad:, STF, saberá, lidar, com, impacto, Caso, Master, imagem, corte</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acredita que o Supremo Tribunal Federal vai encontrar caminhos para lidar com o impacto que o "Caso Master" causou na imagem da corte. O ministro falou em entrevista ao portal Metrópoles nesta quinta-feira.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1676420&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1676420&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Mas eu acredito assim, que o presidente Fachin está com o melhor ânimo para dar uma resposta a isso da maneira adequada e vai encontrar o caminho junto aos seus pares de fazer. E isso vale para... não é Supremo, isso tem que valer para todas as instituições. Se você está com um problema institucional, você tem que ter os mecanismos internos de saneamento. E você não pode ter medo de sanear, porque é nesse gesto que você recupera a credibilidade institucional", disse.</p>
</blockquote>

<p>Segundo o ministro, o almoço entre ele, o presidente Lula e o ministro Dias Toffoli, que é relator do "Caso Master" no STF, foi sobre esse tema. O presidente defendeu que é preciso dar uma resposta à sociedade, afirmou Haddad.</p>

<blockquote>
<p>"Ele falou: nós temos uma oportunidade de fazer o trabalho de combate ao crime, de combate à corrupção, pelo andar de cima. É uma oportunidade que nós temos de dar uma resposta para a sociedade. E por isso que eu insisto nisso: quando você, diante de um problema, responde da maneira adequada, você fortalece as instituições", aponta.</p>
</blockquote>

<p>Além do "Master", o ministro tocou em outros assuntos. Defendeu mudanças na Constituição para fazer integração em nível nacional para combater o crime organizado:</p>

<blockquote>
<p>"O Estado, ele tem o monopólio do uso legítimo da violência, mas para que isso seja dosado na medida da necessidade de assegurar a segurança da sociedade, tem que vir acompanhado da inteligência. E não existe inteligência local. É isso que os governadores da direita não estão compreendendo. Não existe inteligência localizada, porque o crime não está localizado. Ele transcende o estado e, quando o caso é grave, transcende as próprias fronteiras nacionais", afirmou.</p>
</blockquote>

<p>Sobre o comunicado do Banco Central que indicou a possibilidade de corte dos juros em março, o ministro disse que a redução vai ajudar na dívida pública, que subiu 18% no ano passado.</p>

<blockquote>
<p>"O anúncio de ontem de que vai começar a cortar juro vai fazer essa trajetória se acomodar num patamar razoável. Porque, na verdade, pagando 10% de juro real, não tem superávit primário compatível com a estabilização da dívida. A nossa dívida é 'Selicada'. Ela... você aumenta a Selic, você aumenta a dívida", completou.</p>
</blockquote>

<p>Haddad afirmou que vai sair do cargo em fevereiro e que o substituto vai ser definido pelo presidente Lula. O número dois da Fazenda, Dario Durigan, é o principal cotado. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:25</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Operação investiga desvio de emenda parlamentar em Sena Madureira (AC)</title>
<link>https://apareceu.com/operacao-investiga-desvio-de-emenda-parlamentar-em-sena-madureira-ac</link>
<guid>https://apareceu.com/operacao-investiga-desvio-de-emenda-parlamentar-em-sena-madureira-ac</guid>
<description><![CDATA[ A Prefeitura de Sena Madureira (AC) foi alvo de uma operação da Controladoria-Geral da União e da Polícia Federal nesta quinta-feira (29). A suspeita é de fraude de licitações e desvio de recursos públicos obtidos por emenda parlamentar.

A Controladoria identificou irregularidades na contratação de artistas para uma feira agropecuária, a ExpoSena, realizada em setembro de 2024.

Na ocasião, foi firmado um contrato sem licitação no valor de R$ 1,3 milhão para o pagamento de três shows musicais.

Entretanto, a investigação apontou um sobrepreço de mais de R$ 900 mil.

As apurações apontaram evidências de fraudes na aplicação de verbas das emendas parlamentares na modalidade de transferência especial, conhecidas como “Emendas Pix”.

Entre as fraudes, há indícios que a empresa contratada atuou como mera intermediária, sem deter a representação oficial dos artistas, o que é proibido em lei.

A prefeitura de Sena Madureira também pagou os valores integralmente, alguns dias após a assinatura do contrato, cerca de dois meses antes da data prevista para os shows. Essa prática também é proibida.

Pela lei, o repasse deve ser feito apenas após a prestação do serviço.

A operação desta quinta-feira cumpriu 14 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, em endereços localizados no Acre e no Distrito Federal.

Também foram autorizadas quebras de sigilos bancário e fiscal dos investigados por associação a organização criminosa, corrupção, lavagem de dinheiro, entre outros crimes.

Nossa produção tentou contato com a CGU, para obter mais detalhes, e com a prefeitura de Sena Madureira. Até o momento, não tivemos resposta.
  1:47 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/Co7B6_xyC8uAHGL0o_qGhs7NqIw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/01/29/ponte-sena-pedro-devani-1536x864.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 16:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Operação, investiga, desvio, emenda, parlamentar, Sena, Madureira, AC</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Sena Madureira (AC) foi alvo de uma operação da Controladoria-Geral da União e da Polícia Federal nesta quinta-feira (29). A suspeita é de fraude de licitações e desvio de recursos públicos obtidos por emenda parlamentar.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1676419&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1676419&o=rss"></p>

<p>A Controladoria identificou irregularidades na contratação de artistas para uma feira agropecuária, a <em>ExpoSena</em>, realizada em setembro de 2024.</p>

<p>Na ocasião, foi firmado um contrato sem licitação no valor de R$ 1,3 milhão para o pagamento de três shows musicais.</p>

<p>Entretanto, a investigação apontou um sobrepreço de mais de R$ 900 mil.</p>

<p>As apurações apontaram evidências de fraudes na aplicação de verbas das emendas parlamentares na modalidade de transferência especial, conhecidas como “Emendas Pix”.</p>

<p>Entre as fraudes, há indícios que a empresa contratada atuou como mera intermediária, sem deter a representação oficial dos artistas, o que é proibido em lei.</p>

<p>A prefeitura de Sena Madureira também pagou os valores integralmente, alguns dias após a assinatura do contrato, cerca de dois meses antes da data prevista para os shows. Essa prática também é proibida.</p>

<p>Pela lei, o repasse deve ser feito apenas após a prestação do serviço.</p>

<p>A operação desta quinta-feira cumpriu 14 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, em endereços localizados no Acre e no Distrito Federal.</p>

<p>Também foram autorizadas quebras de sigilos bancário e fiscal dos investigados por associação a organização criminosa, corrupção, lavagem de dinheiro, entre outros crimes.</p>

<p>Nossa produção tentou contato com a CGU, para obter mais detalhes, e com a prefeitura de Sena Madureira. Até o momento, não tivemos resposta.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:47</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que proíbe progressão de pena para condenados por crimes hediondos</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-proibe-progressao-de-pena-para-condenados-por-crimes-hediondos</link>
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<description><![CDATA[ A Câmara dos Deputados continua analisando a proposta ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 20:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, proíbe, progressão, pena, para, condenados, por, crimes, hediondos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1240140">
<div class="midia-creditos"><em>Pablo Valadares / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251028165920826-768x473.jpg" alt="Deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) fala em comissão da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro recomendou a aprovação do projeto</div>
</div>
<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família aprovou, em dezembro, o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1173449-projeto-proibe-progressao-de-pena-em-crimes-hediondos">Projeto de Lei 853/24</a>, do Senado, que proíbe <span class="termoGlossario" title="Incentivo que a Lei de Execução Penal dá aos presos que apresentam bom comportamento durante o cumprimento da pena. Consiste no direito de ser transferido para o regime mais benéfico - do fechado para o semiaberto, ou do semiaberto para o aberto - após cumprimento de 1/6 da pena total." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">progressão de regime</span> – quando o condenado passa de um regime prisional mais rigoroso para um mais brando – para diversos <span class="termoGlossario" title="A Lei 8.072/90 define como hediondos os crimes de homicídio praticado por grupo de extermínio; homicídio qualificado; latrocínio; genocídio; extorsão qualificada por morte; extorsão mediante sequestro; estupro; disseminação de epidemia que provoque morte; falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais; e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável. Esse tipo de crime deve ser cumprido inicialmente em regime fechado e é insuscetível de anistia, graça, indulto e fiança." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">crimes hediondos</span>, como estupro e sequestro.</p>
<p>O texto também inclui na lista de crimes hediondos aqueles relacionados à pornografia infantil, prostituição ou exploração sexual de crianças e adolescentes.</p>
<p>A proposta em análise na Câmara dos Deputados altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8072-25-julho-1990-372192-norma-pl.html">Lei dos Crimes Hediondos</a> e a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7210-11-julho-1984-356938-norma-pl.html">Lei de Execução Penal</a>.</p>
<p><strong>Regime fechado</strong><br>
Assim, deverão cumprir a pena integralmente em regime fechado, os condenados pelos seguintes crimes:</p>
<ul>
<li>homicídio qualificado;</li>
<li>estupro;</li>
<li>epidemia que resulte em morte;</li>
<li>facilitar a prostituição e outras formas de exploração sexual de criança, adolescente ou pessoa vulneráve;</li>
<li>indução ou auxílio ao suicídio ou à automutilação realizados por meio digital ou transmitidos em tempo real;</li>
<li>sequestro e prisão privada praticados contra menor de 18 anos;</li>
<li>tráfico de pessoas praticado contra criança ou adolescente;</li>
<li>genocídio;</li>
<li>comando de organização criminosa, quando direcionada à prática de crime hediondo ou equiparado;</li>
<li>pornografia infantil, prostituição ou exploração sexual de crianças e adolescentes.</li>
</ul>
<p><strong>Restrições atuais</strong><br>
A lei atual já prevê restrições à progressão de regime dos condenados por crime hediondo, obrigando-os a cumprir em regime fechado de 40% a 70% da pena, a depender de fatores, como ser réu primário ou reincidente.</p>
<p>A relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), apresentou parecer favorável ao texto. Para ela, as medidas "se coadunam com o disposto na legislação pátria e vai ao encontro dos compromissos assumidos pelo Brasil em acordos internacionais de proteção aos direitos humanos, notadamente a Convenção sobre os Direitos da Criança, promulgada por meio do <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/decret/1990/decreto-99710-21-novembro-1990-342735-norma-pe.html">Decreto 99.710/90</a>".</p>
<p>“Logo, faz-se necessário endurecer o tratamento penal dispensado aos autores dos crimes contra essas pessoas em desenvolvimento, de forma a desestimular a prática dessas condutas”, afirmou.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>A proposta será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, o texto será votado pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto inclui direito de autocustódia de ativos virtuais na legislação</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-inclui-direito-de-autocustodia-de-ativos-virtuais-na-legislacao</link>
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<description><![CDATA[ A Câmara dos Deputados está discutindo o assunto ]]></description>
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<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 03:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, inclui, direito, autocustódia, ativos, virtuais, legislação</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1239775">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251204172251800-768x473.jpg" alt="Deputada Julia Zanatta fala ao microfone"></div>
<div class="midia-legenda">Julia Zanatta, a autora da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 311/25 assegura ao cidadão o direito de manter o controle direto sobre seus ativos digitais, como criptomoedas, sem depender de intermediários, como bancos ou corretoras.</p>
<p>Pelo texto, o chamado “direito de autocustódia” será garantido independentemente da natureza, tecnologia ou forma de emissão do ativo. Qualquer medida oficial que impeça a livre transferência desses bens será considerada nula.</p>
<p>A proposta é da deputada Julia Zanatta (PL-SC). Ela argumenta que o direito de autocustódia de ativos virtuais está diretamente vinculado a princípios constitucionais, como direito de propriedade, a livre iniciativa e a privacidade de dados pessoais.</p>
<p>“Qualquer tentativa de limitar essa prática representa uma afronta ao princípio da segurança jurídica e à autonomia privada, contrariando os fundamentos do Estado Democrático de Direito”, disse Zanata.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>O projeto será analisado em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> nas comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto proíbe reconhecimento de união estável após falecimento de um dos parceiros</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-proibe-reconhecimento-de-uniao-estavel-apos-falecimento-de-um-dos-parceiros</link>
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<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, proíbe, reconhecimento, união, estável, após, falecimento, dos, parceiros</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1239990">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20250827165406807-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação de Propostas Legislativas. Dep. Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Antonio Carlos Rodrigues: objetivo é evitar fraudes</div>
</div>
<p>O <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1150240-proposta-proibe-reconhecimento-de-uniao-estavel-apos-falecimento">Projeto de Lei 1072/25</a>, em análise na Câmara dos Deputados, determina que a união estável não será reconhecida após o falecimento de qualquer um dos parceiros. Ou seja, não será possível reconhecer direitos se a relação não tiver sido formalizada antes da morte de um dos conviventes.</p>
<p>A proposta também torna obrigatória a formalização em cartório, com escritura pública, para que uma união estável seja reconhecida.</p>
<p>Essa oficialização, feita em vida, garantirá os efeitos jurídicos da união estável, inclusive no falecimento de qualquer um dos parceiros.</p>
<p><b>Evitando fraudes<br>
</b>O texto altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2002/lei-10406-10-janeiro-2002-432893-norma-pl.html">Código Civil</a> e a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1996/lei-9278-10-maio-1996-362582-norma-pl.html">Lei da União Estável</a>.</p>
<p>Pela legislação em vigor, a união estável é a convivência pública, contínua e duradoura entre duas pessoas, ambas em plena capacidade civil, com o objetivo de constituição de uma família.</p>
<p>“A união estável, assim como o casamento, deve ser uma decisão mútua e clara de pessoas vivas”, defendeu o autor da proposta, deputado Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP). “O reconhecimento após a morte abre espaço para fraudes”, acrescentou.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisado pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto modifica regras para concessão de liberdade provisória na audiência de custódia</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-modifica-regras-para-concessao-de-liberdade-provisoria-na-audiencia-de-custodia</link>
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<description><![CDATA[ Proposta está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, modifica, regras, para, concessão, liberdade, provisória, audiência, custódia</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1239437">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20250819210119489-768x473.jpg" alt="Deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM) no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Capitão Alberto Neto: o projeto objetiva reduzir a reincidência criminal</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 1045/25, do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), estabelece vedações à liberdade provisória na audiência de custódia. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Na audiência de custódia, a pessoa presa em flagrante é apresentada a um juiz, para que ele decida se a prisão é legal e se a pessoa deve ser liberada ou permanecer presa. Ela deve ocorrer em um prazo de 24 horas após a prisão. Se não ocorrer, a prisão pode ser considerada ilegal.</p>
<p>Pela proposta de Capitão Alberto Neto, o juiz deverá negar a liberdade provisória, com ou sem medidas cautelares, quando verificar que o agente:</p>
<ul>
<li>é reincidente em crime doloso;</li>
<li>praticou crime com violência ou grave ameaça;</li>
<li>integra organização criminosa armada ou milícia; e</li>
<li>praticou crime de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, contra a administração pública ou lavagem de dinheiro.</li>
</ul>
<p>“O projeto objetiva reduzir a reincidência criminal ao restringir a liberdade provisória para reincidentes, o que acaba desestimulando a prática reiterada de delitos”, justifica o autor.</p>
<p>“Também fortalece a confiança no sistema de justiça ao estabelecer critérios claros para a vedação da liberdade provisória, aumentando a transparência e a credibilidade das decisões judiciais”, acrescentou.</p>
<p>Citando dados do Sistema de Audiências de Custódia (Sistac), Capitão Alberto Neto afirma que cerca de 40% das audiências resultam na concessão de liberdade provisória ao preso.</p>
<p>Em contrapartida, ele diz que aproximadamente 24,4% dos apenados são reincidentes. “Essa taxa sugere que a concessão de liberdade provisória sem critérios rigorosos pode contribuir para a perpetuação da criminalidade”, ressalta.</p>
<p><strong>Regra atual</strong><br>
Atualmente, o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-3689-3-outubro-1941-322206-norma-pe.html">Código de Processo Penal</a> prevê a negativa da liberdade provisória nos casos em que o agente é reincidente (sem especificar se em crime doloso) ou que integra organização criminosa armada ou milícia. E ainda nos casos em que porta arma de fogo de uso restrito, item não previsto no projeto de lei.</p>
<p>Por outro lado, o tráfico de drogas, os crimes contra a administração pública e a lavagem de dinheiro não estão presentes na lista atual.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara.</p>
<p>Para virar lei, a medida precisa ser aprovada por deputados e senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova aumento de pena para crimes contra agentes de segurança</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-aumento-de-pena-para-crimes-contra-agentes-de-seguranca</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-aumento-de-pena-para-crimes-contra-agentes-de-seguranca</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Sun, 18 Jan 2026 21:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, aumento, pena, para, crimes, contra, agentes, segurança</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1238742">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251216174321575-768x474.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Coronel Assis (UNIÃO - MT)"></div>
<div class="midia-legenda">Coronel Assis alterou texto original para "evitar punições desproporcionais"</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, projeto que altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> para aumentar a pena para crimes praticados contra agentes de segurança pública, servidores do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) ou do socioeducativo quando estiverem no exercício da função ou em razão dela.</p>
<p>O texto eleva a punição (em alguns casos dobra) para os seguintes crimes:</p>
<ul>
<li>induzir a suicídio ou automutilação;</li>
<li>calúnia, injúria e difamação;</li>
<li>constrangimento ilegal;</li>
<li>ameaça;</li>
<li>perseguição;</li>
<li>sequestro ou cárcere privado;</li>
<li>roubo; e</li>
<li>extorsão, incluindo a mediante sequestro.</li>
</ul>
<p>O projeto também altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7210-11-julho-1984-356938-norma-pl.html">Lei de Execução Penal</a> para exigir cumprimento de 35% da pena para progressão de regime nesses casos.</p>
<p>A comissão aprovou a versão do relator <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span>, deputado Coronel Assis (União-MT), ao Projeto de Lei 3255/25, do deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA).</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3065808&filename=SBT-A+1+CSPCCO+%3D%3E+PL+3255/2025">Confira a íntegra do texto aprovado</a></li>
</ul>
<p>Originalmente, o projeto pretendia triplicar todas as penas para crimes praticados contra agentes de segurança. O relator, no entanto, apresentou um substitutivo para ajustar a medida à sistemática do Direito Penal, evitando, segundo ele, punições desproporcionais e garantindo a individualização da pena.</p>
<p>"Não sem razão, o Código Penal estabelece que os aumentos de pena vão de 1/6 da pena-base até o dobro, ligadas ao tipo penal específico", disse Coronel Assis.</p>
<p>"Estabelecer aumento de três vezes o valor da pena-base, aplicável a todos os tipos penais, de forma linear e sem considerar majorantes de outros grupos socialmente relevantes, como mulheres, menores ou pessoas idosas, seria incompatível com a sistemática do Direito", acrescentou o relator.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br>
A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, depois, pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto prevê uniformização mínima para matrícula de imóveis em cartórios</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-preve-uniformizacao-minima-para-matricula-de-imoveis-em-cartorios</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-preve-uniformizacao-minima-para-matricula-de-imoveis-em-cartorios</guid>
<description><![CDATA[ Texto está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, prevê, uniformização, mínima, para, matrícula, imóveis, cartórios</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1238321">
<div class="midia-creditos"><em>Pablo Valadares / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251015161408298-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Regimes de exploração. Dep. Daniela Reinehr (PL - SC)"></div>
<div class="midia-legenda">Daniela Reinehr: ausência de padronização causa insegurança jurídica</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 817/25 determina à Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) regulamentar a estrutura, a organização e a forma de apresentação das matrículas de imóveis expedida pelos cartórios. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>O objetivo da proposta, segundo sua autora, deputada Daniela Reinehr (PL-SC), é estabelecer uma padronização mínima das matrículas imobiliárias.</p>
<p>Atualmente, afirma a parlamentar, a ausência de uniformidade dificulta o entendimento das informações por cidadãos e profissionais que trabalham no setor imobiliário.</p>
<p>“A falta de uma organização mínima, a fim de apresentar as informações de forma simples e inteligível implica perda de tempo, maior insegurança jurídica e, consequentemente, aumento do custo Brasil”, diz Daniela Reinehr.</p>
<p>A proposta altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1970-1979/lei-6015-31-dezembro-1973-357511-norma-pl.html">Lei dos Registros Públicos</a>, que já confere uma série de prerrogativas no setor imobiliário à Corregedoria do CNJ.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>O projeto será analisado, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Em cerimônia dos três anos do 8 de janeiro, Lula veta PL da Dosimetria</title>
<link>https://apareceu.com/em-cerimonia-dos-tres-anos-do-8-de-janeiro-lula-veta-pl-da-dosimetria</link>
<guid>https://apareceu.com/em-cerimonia-dos-tres-anos-do-8-de-janeiro-lula-veta-pl-da-dosimetria</guid>
<description><![CDATA[ O presidente Lula vetou nesta quinta-feira (8) integralmente o PL da Dosimetria, que reduz a pena dos condenados nos atos golpistas de janeiro de 2023. A medida foi assinada durante cerimônia em defesa da democracia, que lembrou os três anos dos ataques à Praça dos Três Poderes.

O projeto de lei foi aprovado em dezembro pelo Congresso Nacional e beneficia principalmente o ex-presidente Jair Bolsonaro. E agora deputados e senadores vão decidir se mantém ou derrubam o veto.

Em seu discurso no Palácio do Planalto, ao falar sobre os atos golpistas, Lula destacou a importância da democracia e das instituições.


“Foi esse país mais justo e menos desigual que os inimigos da democracia tentaram demolir dia 8 de janeiro. Minhas amigas e meus amigos, não faz muito tempo as principais lideranças do golpe defendiam a ditadura. Eram favoráveis à tortura e zombavam dos que foram torturados. Chamavam os direitos humanos de esterco da bandidagem. Mas foi graças à firmeza das nossas instituições democráticas que tiveram a garantia de um julgamento justo e todos os seus direitos preservados.”


Para Lula, o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) mostra a força da democracia.


“Talvez a prova mais contundente do vigor da democracia brasileira seja o julgamento dos golpistas pelo STF. Todos eles tiveram amplo direito de defesa, foram julgados com transparência e parcialidade. E ao final do julgamento, condenados com base em provas robustas e não com ilegalidades em séries, médias convicções  ou power points fajutos. Por isso, quero parabenizar a Suprema Corte pela conduta irrepressível ao longo de todo esse processo.”


O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowisk, destacou a Constituição e que os crimes são imprescritíveis.


&quot;Conforme consta da Constituição e de decisão do Supremo Tribunal Federal, são imprescritíveis, impassíveis de indulto, graça ou anistia, sobretudo quando envolvem grupos civis e militares armados&quot;.


Após a cerimônia, o presidente Lula desceu a rampa do Palácio do Planalto e cumprimentou manifestantes.

Na tarde desta quinta-feira (8), o Supremo Tribunal Federal tem programação especial com abertura de exposição, exibição de documentário e debates com jornalistas. Tudo em lembrança aos atos golpistas de 8 de janeiro. E a que a Praça dos Três Poderes, inclusive, está com esquema especial de segurança.
  3:09 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>cerimônia, dos, três, anos, janeiro, Lula, veta, Dosimetria</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula vetou nesta quinta-feira (8) integralmente o PL da Dosimetria, que reduz a pena dos condenados nos atos golpistas de janeiro de 2023. A medida foi assinada durante cerimônia em defesa da democracia, que lembrou os três anos dos ataques à Praça dos Três Poderes.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1674537&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1674537&o=rss"></p>

<p>O projeto de lei foi aprovado em dezembro pelo Congresso Nacional e beneficia principalmente o ex-presidente Jair Bolsonaro. E agora deputados e senadores vão decidir se mantém ou derrubam o veto.</p>

<p>Em seu discurso no Palácio do Planalto, ao falar sobre os atos golpistas, Lula destacou a importância da democracia e das instituições.</p>

<blockquote>
<p>“Foi esse país mais justo e menos desigual que os inimigos da democracia tentaram demolir dia 8 de janeiro. Minhas amigas e meus amigos, não faz muito tempo as principais lideranças do golpe defendiam a ditadura. Eram favoráveis à tortura e zombavam dos que foram torturados. Chamavam os direitos humanos de esterco da bandidagem. Mas foi graças à firmeza das nossas instituições democráticas que tiveram a garantia de um julgamento justo e todos os seus direitos preservados.”</p>
</blockquote>

<p>Para Lula, o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) mostra a força da democracia.</p>

<blockquote>
<p>“Talvez a prova mais contundente do vigor da democracia brasileira seja o julgamento dos golpistas pelo STF. Todos eles tiveram amplo direito de defesa, foram julgados com transparência e parcialidade. E ao final do julgamento, condenados com base em provas robustas e não com ilegalidades em séries, médias convicções  ou power points fajutos. Por isso, quero parabenizar a Suprema Corte pela conduta irrepressível ao longo de todo esse processo.”</p>
</blockquote>

<p>O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowisk, destacou a Constituição e que os crimes são imprescritíveis.</p>

<blockquote>
<p>"Conforme consta da Constituição e de decisão do Supremo Tribunal Federal, são imprescritíveis, impassíveis de indulto, graça ou anistia, sobretudo quando envolvem grupos civis e militares armados".</p>
</blockquote>

<p>Após a cerimônia, o presidente Lula desceu a rampa do Palácio do Planalto e cumprimentou manifestantes.</p>

<p>Na tarde desta quinta-feira (8), o Supremo Tribunal Federal tem programação especial com abertura de exposição, exibição de documentário e debates com jornalistas. Tudo em lembrança aos atos golpistas de 8 de janeiro. E a que a Praça dos Três Poderes, inclusive, está com esquema especial de segurança.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:09</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Banco Master: senador quer que PGR apure conduta de ministro do TCU</title>
<link>https://apareceu.com/banco-master-senador-quer-que-pgr-apure-conduta-de-ministro-do-tcu</link>
<guid>https://apareceu.com/banco-master-senador-quer-que-pgr-apure-conduta-de-ministro-do-tcu</guid>
<description><![CDATA[ O senador Alessandro Vieira quer que a Procuradoria Geral da República (PGR) investigue a conduta do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jhonatan de Jesus, no caso do Banco Master. O ministro é o relator da ação que apura o processo de liquidação extrajudicial do banco.

Na petição protocolada nesta quarta-feira, o senador alega que Jhonatan de Jesus teve uma atuação inconstitucional e colocou em risco a credibilidade do Banco Central e do sistema financeiro nacional. É que o ministro do TCU, em despacho divulgado em dezembro, levantou suspeitas na atuação do Banco Central na liquidação do Banco Master. Jhonatan também pediu explicações ao BC e determinou inspeção de auditores do próprio Tribunal de Contas da União.

Diante da repercussão, o ministro ainda poderá recuar dessa decisão. Ao acionar a PGR, o senador Alessandro Vieira alegou que esse procedimento fiscalizatório instaurado pelo ministro configura, na verdade, uma interferência indevida da atividade-fim do BC. &quot;A exigência de que o Banco Central justifique perante a Corte de Contas o mérito técnico de uma intervenção bancária não possui amparo legal&quot;, diz o senador no documento. Ele ainda complementou que o TCU não tem competência para atuar como instância revisora de regulação bancária e não pode se sobrepor à Lei de Autonomia do Banco Central.

O pedido do senador é para a concessão de tutela de urgência para suspender imediatamente quaisquer atos ou determinações do TCU que interfiram direta ou indiretamente no processo administrativo de liquidação do Master. Lembrando que o banco é de Daniel Vorcaro, investigado por fraude no esquema de concessão de créditos falsos pelo banco, incluindo a tentativa de compra do Master pelo BRB (Banco de Brasília), instituição pública ligada ao governo do Distrito Federal.
  2:04 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Banco, Master:, senador, quer, que, PGR, apure, conduta, ministro, TCU</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Alessandro Vieira quer que a Procuradoria Geral da República (PGR) investigue a conduta do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jhonatan de Jesus, no caso do Banco Master. O ministro é o relator da ação que apura o processo de liquidação extrajudicial do banco.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1674495&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1674495&o=rss"></p>

<p>Na petição protocolada nesta quarta-feira, o senador alega que Jhonatan de Jesus teve uma atuação inconstitucional e colocou em risco a credibilidade do Banco Central e do sistema financeiro nacional. É que o ministro do TCU, em despacho divulgado em dezembro, levantou suspeitas na atuação do Banco Central na liquidação do Banco Master. Jhonatan também pediu explicações ao BC e determinou inspeção de auditores do próprio Tribunal de Contas da União.</p>

<p>Diante da repercussão, o ministro ainda poderá recuar dessa decisão. Ao acionar a PGR, o senador Alessandro Vieira alegou que esse procedimento fiscalizatório instaurado pelo ministro configura, na verdade, uma interferência indevida da atividade-fim do BC. "A exigência de que o Banco Central justifique perante a Corte de Contas o mérito técnico de uma intervenção bancária não possui amparo legal", diz o senador no documento. Ele ainda complementou que o TCU não tem competência para atuar como instância revisora de regulação bancária e não pode se sobrepor à Lei de Autonomia do Banco Central.</p>

<p>O pedido do senador é para a concessão de tutela de urgência para suspender imediatamente quaisquer atos ou determinações do TCU que interfiram direta ou indiretamente no processo administrativo de liquidação do Master. Lembrando que o banco é de Daniel Vorcaro, investigado por fraude no esquema de concessão de créditos falsos pelo banco, incluindo a tentativa de compra do Master pelo BRB (Banco de Brasília), instituição pública ligada ao governo do Distrito Federal.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:04</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova uso de parceria público&#45;privada para serviços administrativos em presídios</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-uso-de-parceria-publico-privada-para-servicos-administrativos-em-presidios</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-uso-de-parceria-publico-privada-para-servicos-administrativos-em-presidios</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 09:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, uso, parceria, público-privada, para, serviços, administrativos, presídios</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236860">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20250923145818181-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Delegado Paulo Bilynskyj (PL - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Delegado Paulo Bilynskyj fez alterações pontuais na Lei de Execução Penal</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, projeto que altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7210-11-julho-1984-356938-norma-pl.html">Lei de Execução Penal</a> para permitir a participação de empresas privadas na gestão administrativa de presídios.</p>
<p>O texto aprovado prevê que essas empresas atuem, por meio de parcerias público-privadas (<span class="termoGlossario" title="Contrato firmado entre a administração pública e empresas privadas (concessionárias) para prestação de serviços de interesse público por prazo determinado (de 5 a 35 anos). É vedada a celebração de contrato de parceria público-privada cujo valor seja inferior a R$ 20 milhões e que tenha por objeto único o fornecimento de mão-de-obra e de equipamentos ou a execução de obra pública. As principais leis que tratam das PPPs são a Lei 8.987/95 e a Lei 11.079/04." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">PPP</span>), em áreas de assistência ao preso, como saúde, educação, atividades esportivas e outras aprovadas pelo Conselho Penitenciário.</p>
<p>Entre os serviços que poderão ser prestados pela iniciativa privada estão alimentação, vestuário e assistência à saúde do condenado.</p>
<p>A proposta autoriza ainda o desconto de até 30% da remuneração paga ao detento que trabalha para custear as despesas decorrentes dessas parcerias.</p>
<p>Foi aprovado o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/366585-proposta-proibe-privatizacao-da-guarda-e-da-disciplina-de-presos">Projeto de Lei 3123/12</a>, do deputado Alexandre Leite (União-SP), e a outros dois <span class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensados</span>.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3065706&filename=SBT-A+1+CSPCCO+%3D%3E+PL+3123/2012">Confira a íntegra do texto aprovado pela Comissão de Segurança Pública</a></li>
</ul>
<p>A proposta original previa a celebração de contratos com empresas privadas para a construção e gestão de presídios, preservando as atividades de direção, disciplina e segurança.</p>
<p>O novo texto, no entanto, propõe alterações mais pontuais à Lei de Execução Penal. “O substitutivo introduz a previsão de execução indireta dos serviços administrativos e assistenciais por meio de parcerias público-privadas, reafirmando limites de atuação e disciplinando a destinação de parte da remuneração do preso para custeio do sistema”, diz o relator.</p>
<p>Atualmente, a lei já prevê que atividades materiais acessórias em presídios possam ser executadas por terceiros, como serviços de conservação, limpeza, informática, copeiragem, portaria, recepção, reprografia, telecomunicações, lavanderia e manutenção de prédios e equipamentos, e serviços de trabalho realizado por presos.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br>
A proposta será ainda analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova até 4 anos de prisão para agente público que impedir ilegalmente acesso de cidadãos a armas</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-ate-4-anos-de-prisao-para-agente-publico-que-impedir-ilegalmente-acesso-de-cidadaos-a-armas</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-ate-4-anos-de-prisao-para-agente-publico-que-impedir-ilegalmente-acesso-de-cidadaos-a-armas</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251028184900338-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 09:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, até, anos, prisão, para, agente, público, que, impedir, ilegalmente, acesso, cidadãos, armas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1237131">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251028184900338-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Delegada Ione (AVANTE-MG)"></div>
<div class="midia-legenda">Delegada Ione preferiu alterar a Lei de Abuso de Autoridade, e não a de crimes hediondos</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, projeto que pune com <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span> de 1 a 4 anos e multa o agente público que impedir ou restringir, sem fundamento legal, o acesso de um cidadão a armas de fogo e munições.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O texto aprovado é o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Delegada Ione (Avante-MG), ao Projeto de Lei 4180/25, do deputado Marcos Pollon (PL-MS).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A nova redação altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2019/lei-13869-5-setembro-2019-789094-norma-pl.html">Lei de Abuso de Autoridade</a> para incluir a conduta como um novo tipo penal. A proposta original buscava incluir o ato no rol da <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8072-25-julho-1990-372192-norma-pl.html">Lei de Crimes Hediondos</a>.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3059578&filename=SBT-A+1+CSPCCO+%3D%3E+PL+4180/2025">Confira a íntegra do texto aprovado pela Comissão de Segurança Pública</a></li>
</ul>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A relatora justificou a mudança por entender que classificar a conduta como crime hediondo geraria uma inconsistência no sistema penal. Em seu parecer, ela argumentou que a medida equipararia um ato administrativo a crimes de outra natureza.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">"A inclusão no rol de crimes hediondos cria uma incoerência sistêmica no âmbito do direito penal, pois eleva um ato de má conduta administrativa à mesma categoria de violências extremas, como homicídio, latrocínio ou estupro", afirmou Delegada Ione.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lei altera composição do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso</title>
<link>https://apareceu.com/lei-altera-composicao-do-tribunal-regional-do-trabalho-de-mato-grosso</link>
<guid>https://apareceu.com/lei-altera-composicao-do-tribunal-regional-do-trabalho-de-mato-grosso</guid>
<description><![CDATA[ 
TRT 23 MT

Sede do TRT da 23ª Região, em Cuiabá

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, em dezembro, a Lei 15.291/25, que transforma cargos vagos no quadro permanente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 23ª Região, com sede em Cuiabá e jurisdição no estado de Mato Grosso.
A norma amplia a composição do TRT de oito para nove desembargadores. Também cria cargos em comissão e funções comissionadas utilizando sobras orçamentárias, sem aumentar as despesas.
Os cargos criados a partir das sobras orçamentárias deverão ser ocupados por servidores titulares de cargos efetivos. As despesas decorrentes serão cobertas pelos recursos orçamentários consignados ao tribunal no Orçamento da União.
Crescimento populacional
A norma teve origem no Projeto de Lei 3292/25, de autoria do Tribunal Superior do Trabalho (TST). A proposta foi aprovada na Câmara, com parecer favorável do relator, deputado Emanuel Pinheiro Neto (MDB-MT), e no Senado, com parecer favorável do senador Wellington Fagundes (PL-MT)
Segundo Pinheiro Neto, a estrutura do TRT será adequada ao crescimento populacional, econômico e social do estado. Ele destaca que o total de desembargadores do TRT era o mesmo desde a sua criação, em 1992, e que neste período a população do estado aumentou em mais de 80%. &quot;Dados demonstram, de forma inequívoca, a necessidade de reforço estrutural no segundo grau de jurisdição&quot;, disse o deputado. ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/trt-23a-regio-mato-grosso-768x432.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 09:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lei, altera, composição, Tribunal, Regional, Trabalho, Mato, Grosso</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236918">
<div class="midia-creditos"><em>TRT 23 MT</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/trt-23a-regio-mato-grosso-768x432.jpg" alt="Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 23ª Região, em Cuiabá, Mato Grosso"></div>
<div class="midia-legenda">Sede do TRT da 23ª Região, em Cuiabá</div>
</div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, em dezembro, a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15291-19-dezembro-2025-798503-norma-pl.html">Lei 15.291/25</a>, que transforma cargos vagos no quadro permanente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 23ª Região, com sede em Cuiabá e jurisdição no estado de Mato Grosso.</p>
<p>A norma amplia a composição do TRT de oito para nove desembargadores. Também cria cargos em comissão e funções comissionadas utilizando sobras orçamentárias, sem aumentar as despesas.</p>
<p>Os cargos criados a partir das sobras orçamentárias deverão ser ocupados por servidores titulares de cargos efetivos. As despesas decorrentes serão cobertas pelos recursos orçamentários consignados ao tribunal no Orçamento da União.</p>
<p><strong>Crescimento populacional<br>
</strong>A norma teve origem no Projeto de Lei 3292/25, de autoria do Tribunal Superior do Trabalho (TST). A proposta foi aprovada <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1220044-CAMARA-APROVA-PROJETO-QUE-TRANSFORMA-CARGOS-NO-TRIBUNAL-REGIONAL-DO-TRABALHO-EM-CUIABA">na Câmara</a>, com parecer favorável do relator, deputado Emanuel Pinheiro Neto (MDB-MT), e no Senado, com parecer favorável do senador Wellington Fagundes (PL-MT)</p>
<p>Segundo Pinheiro Neto, a estrutura do TRT será adequada ao crescimento populacional, econômico e social do estado. Ele destaca que o total de desembargadores do TRT era o mesmo desde a sua criação, em 1992, e que neste período a população do estado aumentou em mais de 80%. "Dados demonstram, de forma inequívoca, a necessidade de reforço estrutural no segundo grau de jurisdição", disse o deputado.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova mudança na fiscalização de entidades que atendem crianças</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-mudanca-na-fiscalizacao-de-entidades-que-atendem-criancas</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-mudanca-na-fiscalizacao-de-entidades-que-atendem-criancas</guid>
<description><![CDATA[ Proposta transfere atribuição do Poder Judiciário para Conselho Tutelar e Ministério Público; texto segue em análise na Câmara ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251202192214528-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 18:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, mudança, fiscalização, entidades, que, atendem, crianças</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236812">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251202192214528-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Políticas públicas de repressão às drogas no País e o aumento do consumo de entorpecentes. Dep. Rogéria Santos (REPUBLICANOS - BA)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputada Rogéria Santos, relatora do projeto de lei</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou em dezembro proposta que transfere do Poder Judiciário para o Conselho Tutelar e para o Ministério Público a responsabilidade de atestar a qualidade e a eficiência do trabalho de entidades de atendimento a crianças e adolescentes, como abrigos e programas socioeducativos.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O texto aprovado é o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> apresentado pela relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), ao Projeto de Lei 4150/25, de autoria da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Atualmente, o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</a> estabelece que as entidades devem ser fiscalizadas pelo Judiciário, pelo Ministério Público e pelos Conselhos Tutelares. No entanto, a certificação de qualidade para renovação de funcionamento era uma tarefa atribuída à Justiça da Infância e da Juventude.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O substitutivo de Rogéria Santos mantem o objetivo da proposta original. Em seu parecer, ela argumentou que a responsabilidade de avaliar e certificar a qualidade dos serviços deve ser de órgãos administrativos e fiscalizadores. "A mudança sugerida fortalece a imparcialidade judicial, previne possíveis conflitos de interesse e auxilia no aperfeiçoamento das políticas públicas", afirmou a relatora.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Laura Carneiro, justificou a iniciativa pela necessidade de preservar o princípio da inércia da jurisdição, segundo o qual o Judiciário deve atuar apenas quando provocado, e não em funções administrativas que poderiam comprometer sua imparcialidade em futuros julgamentos envolvendo as mesmas entidades.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e, agora, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto torna obrigatória presença de advogado em ações de pensão alimentícia desde o início do processo</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-torna-obrigatoria-presenca-de-advogado-em-acoes-de-pensao-alimenticia-desde-o-inicio-do-processo</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-torna-obrigatoria-presenca-de-advogado-em-acoes-de-pensao-alimenticia-desde-o-inicio-do-processo</guid>
<description><![CDATA[ Proposta está em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251127123100767-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 18:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, torna, obrigatória, presença, advogado, ações, pensão, alimentícia, desde, início, processo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236652">
<div class="midia-creditos"><em>kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251127123100767-768x473.jpg" alt="Votação de vetos presidenciais e PLN. Dep. Soraya Santos (PL-RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Soraya Santos: "A ausência de representante legal pode comprometer a ampla defesa"</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 4469/24 torna obrigatória a representação por advogado ou defensor público nas ações de pensão alimentícia desde o início do processo. A proposta, em análise na Câmara dos Deputados, insere a regra na <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-5478-25-julho-1968-358589-norma-pl.html">Lei de Alimentos</a>, que regula esse tipo de ação.</p>
<p>O texto, por exemplo, elimina a possibilidade de o credor de alimentos (filho, ex-cônjuge, idoso, por exemplo) ingressar com a ação “pessoalmente”, exigindo que seja representado por advogado (ou defensor).</p>
<p>A proposta também exige que notificações no curso do processo sejam encaminhadas apenas ao seu defensor, que deverá estar presente nas audiências de conciliação e julgamento.</p>
<p><strong>Complexidade<br>
</strong>A deputada Soraya Santos (PL-RJ), que assina o projeto com <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_autores?idProposicao=2470800">outras deputadas</a>, argumenta que a complexidade das ações de alimentos, que envolvem direitos fundamentais e questões de gênero, demanda expertise jurídica para proteger os interesses das partes, especialmente crianças e adolescentes.</p>
<p>“A ausência de representação legal pode comprometer o contraditório e a ampla defesa, prejudicando a obtenção de decisões justas”, disse Soraya Santos.</p>
<p>Ela afirma ainda que a Lei de Alimentos, em vigor desde 1968, é anterior ao <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html">Código de Processo Civil</a> (2015), que exige a presença de advogados ou defensores públicos em audiências de conciliação, típicas nas ações de pensão alimentícia.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>O projeto será analisado, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova fim de isenção penal patrimonial em violência doméstica</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-fim-de-isencao-penal-patrimonial-em-violencia-domestica</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-fim-de-isencao-penal-patrimonial-em-violencia-domestica</guid>
<description><![CDATA[ Hoje, em alguns casos, a lei não pune o crime patrimonial quando há relação familiar com a vítima; a proposta continua em análise na Câmara ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251015152257093-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, fim, isenção, penal, patrimonial, violência, doméstica</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236509">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251015152257093-768x473.jpg" alt="Audiência Pública – Tribuna das mulheres e discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Delegada Adriana Accorsi (PT-GO)"></div>
<div class="midia-legenda">Delegada Adriana Accorsi é a relatora do projeto</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei para punir crimes patrimoniais cometidos em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher.</p>
<p>Hoje, o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> prevê situações em que o autor do crime patrimonial não é punido quando há relação familiar com a vítima (as chamadas escusas absolutórias). Também exige representação da vítima para que o [[g Ministério Público]] possa agir.</p>
<p><strong>Mudanças no texto original</strong><br>
Foi aprovada a versão (<span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span>) da relatora, deputada Delegada Adriana Accorsi (PT-GO), para o Projeto de Lei 4248/25, do deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC).</p>
<p>Para a relatora, a proposta corrige uma distorção histórica. "A medida contribui para romper ciclos de impunidade que frequentemente sustentam a coação econômica e psicológica do agressor e reforçam a sua capacidade de controle sobre a vítima", disse.</p>
<p>Em 2024, os tribunais julgaram quase 11 mil processos de feminicídio – um aumento de 225% em relação a 2020 – e cerca de 582 mil medidas protetivas foram concedidas. Os dados são do Painel Violência contra a Mulher, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova mudanças em regra sobre porte de arma e uso de álcool ou drogas</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-mudancas-em-regra-sobre-porte-de-arma-e-uso-de-alcool-ou-drogas</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-mudancas-em-regra-sobre-porte-de-arma-e-uso-de-alcool-ou-drogas</guid>
<description><![CDATA[ Proposta segue para sanção presidencial, caso não haja recurso para análise pelo Plenário ]]></description>
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<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 12:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, mudanças, regra, sobre, porte, arma, uso, álcool, drogas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236008">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251210153505458-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de parecer preliminar. Dep. Marcos Pollon (PL-MS)"></div>
<div class="midia-legenda">Marcos Pollon é o relator do projeto</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou proposta que substitui a perda automática do porte de arma da pessoa flagrada sob efeito de álcool ou de drogas por sanções graduais, que variam conforme a conduta e a existência de crime.</p>
<p data-start="816" data-end="1178">Atualmente, o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2003/lei-10826-22-dezembro-2003-490580-norma-pl.html">Estatuto do Desarmamento</a> determina que a autorização de porte de arma de fogo perderá automaticamente a eficácia caso o portador seja detido ou abordado em estado de embriaguez ou sob efeito de drogas. A lei também não prevê processo administrativo, multa ou prazo para novo pedido de porte.</p>
<p data-start="816" data-end="1178">Com a mudança aprovada, a autorização para porte passa a ser suspensa quando houver consumo de álcool ou drogas, e será automaticamente cassada se houver cometimento de crime com condenação. Nessa hipótese, o proprietário ficará impedido de solicitar nova autorização pelo prazo de cinco anos após o cumprimento da pena.</p>
<p data-start="1180" data-end="1565">Como veio do Senado, a proposta segue para sanção presidencial, caso não haja recurso para análise pelo Plenário.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p data-start="1180" data-end="1565"><strong>Parecer favorável</strong><br>
Para o relator, deputado Marcos Pollon (PL-MS), o texto observa o princípio da proporcionalidade ao diferenciar a conduta de portar arma sob efeito de álcool ou drogas do cometimento de crime nessa circunstância.</p>
<p data-start="1180" data-end="1565">Conforme o texto aprovado, o simples consumo de bebida alcoólica ou de droga, sem a prática de crime, deixa de resultar na perda automática do porte. Nesses casos, a arma será apreendida temporariamente e a autorização ficará suspensa até que cesse o efeito da substância.</p>
<p data-start="1180" data-end="1565">A Polícia Federal deverá instaurar processo administrativo para apurar a ocorrência e garantir o direito de defesa.</p>
<p data-start="1567" data-end="1854">Se for comprovado o consumo, será aplicada multa correspondente a 50% do valor da arma, apurado por perícia oficial. Após o pagamento, a autorização para porte de arma de fogo será automaticamente restaurada. Em caso de reincidência, a multa será duplicada, ainda que envolva outra arma.</p>
<p data-start="1567" data-end="1854">O texto aprovado é o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da Comissão de Segurança Pública da Câmara ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/657978-uso-de-alcool-e-drogas-pode-levar-a-perda-do-porte-de-arma-de-fogo-por-10-anos">Projeto de Lei 1898/19</a>, do Senado Federal.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2085335&filename=Parecer-CSPCCO-2021-10-06">Veja o que foi aprovado</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova aumento de penas contra roubo e receptação de cargas</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-aumento-de-penas-contra-roubo-e-receptacao-de-cargas</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-aumento-de-penas-contra-roubo-e-receptacao-de-cargas</guid>
<description><![CDATA[ O projeto segue agora para análise do Plenário da Câmara ]]></description>
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<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 12:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, aumento, penas, contra, roubo, receptação, cargas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236227">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251210155551809-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Diagnóstico precoce e intervenções. Dep. Marangoni (UNIÃO - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Marangoni: projeto ataca a "base econômica da atividade criminosa"</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou alteração no <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> para aumentar as penas para crimes de furto e roubo de transporte de cargas. A proposta aprovada também endurece a legislação para a receptação de bens.</p>
<p>O texto aprovado é um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Marangoni (União-SP), que unifica o Projeto de Lei 770/15, do ex-deputado Major Olímpio, e outras 18 propostas <span class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensadas</span>. O texto original apenas aumentava a pena para roubo de cargas se a vítima estivesse em serviço.</p>
<p>Pelo texto aprovado, o furto de carga de bens terá pena de reclusão de 3 a 8 anos e multa. Atualmente, o crime tem pena de 1 a 4 anos e multa e agravantes como uso de explosivo e furto mediante fraude eletrônica. Nos casos de roubo a pena aumenta de 4 a 10 anos e multa para 5 a 15 anos se a vítima está em serviço de transporte de valores ou encomendas postais.</p>
<p>Segundo Marangoni, os crimes contra o transporte de cargas têm se intensificado de forma alarmante, com atuação cada vez mais articulada, planejamento logístico, inteligência criminosa e, frequentemente, a atuação de organizações especializadas.</p>
<p>"Tais delitos impõem prejuízos bilionários às empresas transportadoras, geram aumento nos custos operacionais e, inevitavelmente, são repassados aos consumidores finais, elevando o preço de produtos essenciais", disse.</p>
<p>Para ele, esse tipo de crime coloca em risco a vida de profissionais que atuam no setor, como caminhoneiros e servidores dos Correios, tornando-os alvos preferenciais em rotas perigosas e pouco vigiadas</p>
<p><strong>Receptação</strong><br>
Nos casos de receptação a pena sobe de 1 a 4 anos para 3 a 6 anos, e multa. Já nos casos de receptação qualificada, quando o autor atua em atividade comercial ou industrial usando os bens receptados para lucro, a pena sobe de 3 a 8 anos, para 6 a 10 anos e multa.</p>
<p>Receptação de bens com indícios claros de origem criminosa, como um notebook por 20% do valor de mercado, teve pena aumenta de 1 mês a 1 ano para 6 meses a 2 anos.</p>
<p>Além disso, a empresa usada para receptação terá seu Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) suspenso por 180 dias. Sem CNPJ ativo, uma empresa não pode emitir notas fiscais, contratar funcionários ou realizar transações comerciais formais. Em caso de reincidência, ela será considerada inidônea e terá o CNPJ considerado inapto de forma permanente, nos termos da <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1996/lei-9430-27-dezembro-1996-367738-norma-pl.html">Lei 9.430/96</a>. Na prática, isso significa o fechamento definitivo da empresa.</p>
<p>Pela proposta, os responsáveis pela gestão do negócio também serão punidos individualmente. Administradores que estiverem direta ou indiretamente envolvidos na infração ficarão proibidos de exercer atividades comerciais por cinco anos, uma espécie de "interdição empresarial" que impede a pessoa de abrir ou gerenciar novos negócios durante esse período.</p>
<p>Para Marangoni, a impunidade e a brandura na punição dos receptadores, "verdadeiros financiadores da criminalidade patrimonial", têm alimentado a continuidade e o crescimento de furtos e roubos. "Endurecer a punição de quem adquire, oculta ou revende produtos de origem ilícita é atacar a base econômica da atividade criminosa. Sem mercado, não há incentivo ao roubo; sem receptadores, não há como escoar a mercadoria roubada", afirmou.</p>
<p>Marangoni afirmou que a proposta amplia a proteção da sociedade, fortalece a economia formal, combate à impunidade e responde com firmeza à atuação coordenada e violenta de grupos especializados em furtos, roubos e receptação de cargas.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada pelo Plenário. Caso seja aprovada, segue para o Senado. Para virar lei, precisa ser aprovada na Câmara e no Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova aumento de pena para violência contra a mulher em área rural</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-aumento-de-pena-para-violencia-contra-a-mulher-em-area-rural</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-aumento-de-pena-para-violencia-contra-a-mulher-em-area-rural</guid>
<description><![CDATA[ O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 12:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, aumento, pena, para, violência, contra, mulher, área, rural</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236204">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20241112162250539-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - 112 anos do Hospital Ophir Loyola. Dep. Dilvanda Faro (PT - PA)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputada Dilvanda Faro, relatora</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou proposta que aumenta a pena para crimes de lesão corporal e feminicídio cometidos contra mulheres em áreas ou propriedades rurais.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Conforme o texto, a pena para o crime de feminicídio será aumentada de um terço até a metade se o crime ocorrer em área ou propriedade rural. Já nos casos de lesão corporal cometidos nas mesmas circunstâncias e por razões da condição do sexo feminino, a pena será elevada em um terço.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A proposta também torna obrigatória a notificação compulsória por parte de todos os serviços de saúde, sejam públicos ou privados, sempre que houver suspeita de violência contra a mulher ocorrida no ambiente rural.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O colegiado aprovou o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Dilvanda Faro (PT-PA), ao Projeto de Lei 1298/25, de autoria da deputada Marussa Boldrin (MDB-GO). Em seu parecer, a relatora destacou a vulnerabilidade das mulheres no campo, ressaltando as dificuldades de denúncia e a subnotificação dos casos.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">"Sabemos que muitas mulheres que vivem no campo podem ter receio de denunciar as violências sofridas devido ao constrangimento ou por conta da dependência econômica e social dos seus agressores", afirmou Dilvanda Faro em seu voto.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A relatora também apontou que "a constatação 'in loco' das violências ocorridas também é rara de acontecer, em função do difícil acesso do policiamento nas zonas rurais mais afastadas dos centros urbanos".</p>
<p>A proposta altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> e a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2003/lei-10778-24-novembro-2003-497669-publicacaooriginal-1-pl.html">Lei de Notificação Compulsória</a>.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>O projeto será agora analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à apreciação do Plenário. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão de Segurança aprova critérios mais rígidos para redução de pena por tráfico</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-de-seguranca-aprova-criterios-mais-rigidos-para-reducao-de-pena-por-trafico</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-de-seguranca-aprova-criterios-mais-rigidos-para-reducao-de-pena-por-trafico</guid>
<description><![CDATA[ Proposta altera a Lei Antidrogas e estabelece análise da quantidade e do tipo de droga apreendida ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/06/img20250526211208237-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 12:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, Segurança, aprova, critérios, mais, rígidos, para, redução, pena, por, tráfico</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1166231">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/06/img20250526211208237-768x473.jpg" alt="Deputado Sargento Fahur fala ao microfone"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Sargento Fahur recomendou a aprovação do projeto</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, o Projeto de Lei 2003/25, que define critérios mais objetivos para conceder o benefício conhecido como tráfico privilegiado. Esse mecanismo permite a redução da pena em casos específicos.</p>
<p>A proposta, do deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2006/lei-11343-23-agosto-2006-545399-norma-pl.html">Lei Antidrogas</a>.</p>
<p>De acordo com o texto, o juiz deverá considerar a natureza e a quantidade da droga apreendida ao decidir se o réu tem direito à redução da pena.</p>
<p>A intenção é verificar se a pessoa se dedica a atividades criminosas ou integra organização criminosa, e não apenas se o réu é primário.</p>
<p><strong>Interpretações distorcidas</strong><br>
O relator, deputado Sargento Fahur (PSD-PR), apresentou parecer favorável. Ele afirmou que a proposta corrige distorções interpretativas da lei atual que beneficiam grandes traficantes.</p>
<p>"[Essas interpretações] têm permitido a concessão do redutor de pena a indivíduos com evidente atuação profissional no tráfico, simplesmente porque são tecnicamente primários, mesmo quando há apreensão de quantidades expressivas de drogas”, argumentou Fahur.</p>
<p>Segundo o relator, a grande quantidade de drogas apreendidas indica que o acusado não é usuário ocasional, mas alguém inserido na cadeia do crime organizado.</p>
<p>“É preciso reconhecer ainda que, enquanto policiais colocam a própria vida em risco, o sistema judicial, em muitos casos, desfaz em minutos aquilo que levou semanas ou meses de trabalho policial.”</p>
<p>A proposta, segundo o relator, é uma resposta a casos recentes em que pessoas presas com centenas de quilos de drogas foram soltas em audiências de custódia ou receberam benefícios penais por serem réus primários.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser apreciado pelo Plenário da Câmara.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que obriga Ministério Público a considerar provas que interessem à acusação e à defesa</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-obriga-ministerio-publico-a-considerar-provas-que-interessem-a-acusacao-e-a-defesa</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-obriga-ministerio-publico-a-considerar-provas-que-interessem-a-acusacao-e-a-defesa</guid>
<description><![CDATA[ A proposta segue agora para análise do Plenário da Câmara ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251210142734722-1-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 12:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, obriga, Ministério, Público, considerar, provas, que, interessem, acusação, defesa</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236279">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251210142734722-1-768x473.jpg" alt="Homenagem aos 54 anos da Consultoria Legislativa desta Casa. Dep. Julio Cesar Ribeiro (REPUBLICANOS-DF)"></div>
<div class="midia-legenda">Julio Cesar Ribeiro é o relator da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, projeto de lei que altera o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-3689-3-outubro-1941-322206-norma-pe.html">Código de Processo Penal</a> para estabelecer que o Ministério Público (MP) considere, durante a investigação ou instrução criminal, fatos e circunstâncias que interessem tanto à acusação quanto à defesa.</p>
<p>Segundo o relator da proposta, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), a intenção é assegurar que o processo penal resulte em condenação apenas quando houver certeza da responsabilidade do réu, fundamentada em provas legítimas, e garantindo que nenhum inocente seja condenado.</p>
<p>Ribeiro elaborou uma nova versão (<span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span>) para o PL 633/25, que é de autoria do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ).</p>
<p><strong>Alterações</strong><br>
O texto original previa que o descumprimento da regra geraria a nulidade absoluta do processo. Além disso, criava um novo crime na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2019/lei-13869-5-setembro-2019-789094-norma-pl.html">Lei de Abuso de Autoridade</a> para quem omitisse provas que pudessem inocentar o acusado, com pena de um a quatro anos de prisão.</p>
<p>O relator optou por retirar os trechos sobre nulidade e a criação de um novo crime. Ele justificou que as nulidades já são reguladas pelo Código de Processo Penal e que as condutas de abuso de autoridade mencionadas já estão previstas na legislação atual. O foco da nova redação ficou restrito ao dever do MP de buscar a verdade de forma equilibrada.</p>
<p>Em seu parecer, o deputado Julio Cesar Ribeiro destacou que o Ministério Público deve zelar pela regularidade jurídica de todo o processo. “A busca da verdade dos fatos no processo penal se mostra imprescindível para a legitimidade da persecução penal e a realização da justiça, inclusive quando essa verdade for favorável ao acusado”, defendeu.</p>
<p>Ribeiro reforçou ainda que “exigir do Ministério Público o compromisso com a verdade dos fatos, ainda que contrarie o interesse da acusação, é garantir o cumprimento de normas constitucionais e internacionais”.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta segue agora para análise do Plenário da Câmara. Para virar lei, precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova gratuidade de justiça para pessoas com câncer, deficiência e autismo</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-gratuidade-de-justica-para-pessoas-com-cancer-deficiencia-e-autismo</link>
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<description><![CDATA[ A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 12:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236351">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251216160803451-2-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputada Laura Carneiro, relatora do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, proposta que assegura o direito à gratuidade da Justiça para pessoas com diagnóstico ou em tratamento de câncer, pessoas com deficiência e com Transtorno do Espectro Autista (TEA).</p>
<p>Hoje não há uma lei que garanta automaticamente a gratuidade de Justiça para esses grupos específicos. O direito ao benefício é regulamentado pelo Código de Processo Civil e concedido com base na comprovação de "insuficiência de recursos", cabendo ao juiz analisar a situação financeira em cada caso.</p>
<p>A medida consta no <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1051701-projeto-concede-gratuidade-na-justica-para-pacientes-em-tratamento-do-cancer-e-pessoas-com-deficiencia">Projeto de Lei 917/24</a>, de autoria do deputado Luciano Galego (PL-MA). Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), o colegiado aprovou o parecer da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência com uma alteração.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A alteração da relatora deixa claro que o benefício se estende não apenas aos pacientes que já estão em tratamento contra o câncer, mas também àqueles que já receberam o diagnóstico, mas ainda não iniciaram o tratamento.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">"Garantir gratuidade da justiça a esse grupo é uma forma de eliminar potenciais barreiras ao pleno acesso à prestação jurisdicional, condição essencial para exercício pleno da cidadania, de modo a beneficiar quem já convive com diversas restrições de outra ordem", afirmou Laura Carneiro em seu parecer.</p>
<p>O colegiado também concluiu que a proposta não tem impacto no orçamento federal.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova regras para garantir igualdade e proteção a mulheres em audiências judiciais</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-regras-para-garantir-igualdade-e-protecao-a-mulheres-em-audiencias-judiciais</link>
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<description><![CDATA[ O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 12:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, regras, para, garantir, igualdade, proteção, mulheres, audiências, judiciais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236361">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20250917162917059-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Tribuna Das Mulheres: Combate à violência de gênero. Dep. Delegada Adriana Accorsi (PT-GO)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputada Delegada Adriana Accorsi, relatora do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, projeto de lei que busca assegurar que todas as partes sejam tratadas com igualdade e respeito durante audiências na Justiça.</p>
<p>A proposta altera o <a href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html">Código de Processo Civil</a> para evitar que mulheres sofram violência institucional ou sejam desqualificadas em processos judiciais, especialmente em casos de violência doméstica e sexual.</p>
<p>O Projeto de Lei 4983/24, aprovado na forma de um texto <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Delegada Adriana Accorsi (PT-GO), estabelece que juízes e demais profissionais devem zelar pela integridade física e psicológica dos envolvidos em audiências de conciliação e mediação.</p>
<p>Uma das inovações é a dispensa obrigatória de mediação ou conciliação quando houver casos confirmados de violência doméstica ou familiar. Além disso, se houver indícios desse tipo de violência, o juiz deverá encaminhar o caso para uma investigação por equipe multidisciplinar, cujo relatório será integrado ao processo.</p>
<p>“O atendimento respeitoso e igualitário às partes em audiências judiciais – principalmente às mulheres, em um ambiente ainda dominado por homens – é condição de equidade de gênero”, afirmou a deputada relatora.</p>
<p>Embora o objetivo de garantir igualdade de gênero permaneça o mesmo, a nova redação do projeto traz ajustes técnicos em relação ao texto inicial da deputada Talíria Petrone (Psol-RJ). O novo texto foca no dever geral de proteção à integridade e inclui mecanismos práticos.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>. Para virar lei, precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova regra que protege locadoras de veículos em crimes de contrabando</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-regra-que-protege-locadoras-de-veiculos-em-crimes-de-contrabando</link>
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<description><![CDATA[ Texto condiciona perda do veículo usado no contrabando à comprovação de participação da empresa no crime ]]></description>
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<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 12:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, regra, que, protege, locadoras, veículos, crimes, contrabando</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236435">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251028165800456-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Sistema Eletrônico de Informações Setor de Combustíveis (PL1923/2024). Dep. Júnior Ferrari (PSD - PA)"></div>
<div class="midia-legenda">Júnior Ferrari: "Locadoras não têm condições de evitar o uso indevido do veículo"</div>
</div>
<p>A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, uma proposta que condiciona a perda de veículos de locadoras apreendidos pela fiscalização aduaneira à comprovação de participação da empresa no crime.</p>
<p>Atualmente, a legislação permite a perda do veículo usado no transporte de mercadorias sem o pagamento do Imposto de Importação, após processo administrativo conduzido pela Receita Federal. Essa penalidade está prevista no <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1960-1969/decreto-lei-37-18-novembro-1966-375637-norma-pe.html">Decreto-Lei 37/66</a>.</p>
<p>Pela proposta aprovada, o veículo só poderá ser perdido se ficar comprovado que o proprietário participou da infração.</p>
<p><strong>Textos reunidos</strong><br>
O texto aprovado é a versão do relator, deputado Júnior Ferrari (PSD-PA), que unifica dois projetos de lei <span class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensados</span>: <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1087154-projeto-muda-regra-sobre-perda-de-perdimento-de-veiculo-de-locadora">PL 1987/24</a> e PL 4164/24.</p>
<p>Segundo Ferrari, não é possível presumir culpa das locadoras por infrações cometidas pelos locatários.</p>
<p>“As empresas locadoras não têm condições materiais de evitar o uso indevido do veículo, já que ele sai totalmente de sua posse e fica à livre disposição do locatário”, afirmou o deputado.</p>
<p><strong>Multa ao locatário<br>
</strong>A proposta também institui multa de R$ 15 mil ao locatário flagrado transportando mercadorias sem o pagamento do imposto de importação.</p>
<p>Além disso, motorista e passageiros passam a ser responsáveis solidários pelo pagamento da multa. Isso significa que qualquer um deles pode ser cobrado pelo valor total da dívida.</p>
<p>De acordo com Ferrari, essa mudança foi sugerida pela Receita Federal, que demonstrou preocupação com o possível aumento de crimes de contrabando e descaminho com o uso de veículos alugados.</p>
<p>“A sugestão cria um desincentivo direto ao ilícito, preserva o patrimônio das locadoras idôneas, assegura tratamento igualitário aos setores de transporte e fortalece a atuação administrativa da Receita Federal”, explica o relator.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto ainda será analisado em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).</p>
<p>Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova redução da fração mínima de parcelamento de imóveis rurais</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-reducao-da-fracao-minima-de-parcelamento-de-imoveis-rurais</link>
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<description><![CDATA[ Projeto de lei ainda será analisado pelo Senado ]]></description>
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<pubDate>Sun, 28 Dec 2025 21:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, redução, fração, mínima, parcelamento, imóveis, rurais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235921">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251112163002253-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Aluisio Mendes (REPUBLICANOS - MA)"></div>
<div class="midia-legenda">Aluisio Mendes: é preciso reduzir burocracias exigidas do pequeno produtor</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 16, o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1036477-proposta-reduz-para-05-hectare-fracao-minima-de-parcelamento-de-imoveis-rurais">Projeto de Lei 6088/23</a>, do deputado Zé Trovão (PL-SC), que fixa em 5 mil metros quadrados (0,5 hectare) a fração mínima de parcelamento (FMP) do imóvel rural.</p>
<p>Criada em 1972, a FMP é a menor dimensão que um imóvel rural pode ter. Atualmente, o valor varia por município, oscilando entre dois e cinco hectares. Valores abaixo da fração mínima não podem obter registro cartorial nem se cadastrar no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).</p>
<p>Os parlamentares acolheram o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3033900&filename=Parecer-CCJC-2025-10-29">parecer do relator</a>, deputado Aluisio Mendes (Republicanos-MA) (Republicanos-MA), pela aprovação da proposta.</p>
<p>Mendes defendeu maior flexibilidade para os proprietários rurais, afastando exigências burocráticas. “As técnicas intensivas de produção e de diversificação garantem maior produtividade da pequena propriedade, de modo que a rigidez legal não mais se justifica”, disse.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
Também já <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1189053-COMISSAO-APROVA-REDUCAO-DA-FRACAO-MINIMA-DE-PARCELAMENTO-DE-IMOVEIS-RURAIS">aprovada pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural</a>, a proposta, que tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, seguirá para o Senado, a menos que haja pedido para que seja votada pelo Plenário da Câmara.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado por deputados e senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova ampliação de funções dos oficiais de Justiça</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-ampliacao-de-funcoes-dos-oficiais-de-justica</link>
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<description><![CDATA[ Projeto de lei ainda será analisado pelo Senado ]]></description>
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<pubDate>Sun, 28 Dec 2025 21:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, ampliação, funções, dos, oficiais, Justiça</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235918">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20250507142515664-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação de Propostas Legislativas. Dep. Roberto Duarte (REPUBLICANOS - AC)"></div>
<div class="midia-legenda">Roberto Duarte: mudanças valorizam papel de conciliador do oficial de Justiça</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 18, proposta que altera as atribuições dos oficiais de Justiça nos tribunais brasileiros.</p>
<p>Foi aprovada a versão do relator (<span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span>), deputado Roberto Duarte (Republicanos-AC), ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/544020-projeto-atribui-a-oficial-de-justica-competencia-de-fazer-conciliacoes-e-mediacoes">Projeto de Lei 9609/18</a>, do ex-deputado e agora senador Efraim Filho (União-PB), e aos <span class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensados</span> (PLs 4755/20, 1117/21, 4332/21 e 379/22).</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3070573&filename=SBT-A+1+CCJC+%3D%3E+PL+9609/2018">Confira a íntegra do projeto aprovado pela CCJ</a></li>
</ul>
<p>O texto, aprovado em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, seguirá para análise do Senado, a menos que haja pedido para que seja votado também pelo Plenário da Câmara. Para virar lei, precisa da aprovação de deputados e senadores.</p>
<p>A proposta do relator é mais ampla do que o projeto original. O texto inicial, de Efraim Filho, focava apenas em permitir que o oficial de justiça atuasse como conciliador no Código de Processo Civil. O substitutivo estendeu essas competências para a esfera criminal e para o combate à violência doméstica.</p>
<p><strong>Novas funções</strong><br>
O projeto aprovado define que o oficial de Justiça, além de suas tarefas tradicionais de entregas de mandados e penhoras, passará a atuar formalmente no estímulo à conciliação e mediação entre as partes.</p>
<p>Caso um acordo seja alcançado durante a diligência, o oficial deverá elaborar um documento oficial, que será enviado para homologação de um juiz.</p>
<p>Outra inovação é o uso da tecnologia para a inteligência processual. Os oficiais terão autorização para acessar bancos de dados eletrônicos de entidades públicas e privadas para localizar pessoas e bens, a fim de dar mais agilidade aos processos e reduzir custos com comunicações.</p>
<p>Com relação à Lei Maria da Penha, o texto determina que o oficial de Justiça, ao cumprir medidas protetivas, deve perguntar diretamente à vítima se as medidas estão sendo eficazes ou se ela precisa de mais auxílio.</p>
<p>No processo penal, eles também poderão verificar se o acusado possui condições financeiras para contratar um advogado.</p>
<p><strong>Valorização</strong><br>
Roberto Duarte destacou que as mudanças valorizam a categoria e aproveitam a experiência prática dos oficiais de Justiça.</p>
<p>Para o relator, devido ao contato direto com os litigantes, esses servidores podem ser considerados “conciliadores naturais”.</p>
<p>O deputado disse ainda que a modernização das tarefas é essencial para o Judiciário. “Deixar expressas essas atribuições constitui medida salutar. Além de valorizar a função do oficial de justiça, elas contribuem para acelerar a execução de mandados judiciais”, afirmou.</p>
<p>Roberto Duarte acrescentou que a medida é oportuna diante da expansão do processo eletrônico, que exige que esses profissionais readaptem suas funções às modificações efetuadas na legislação.</p>
<p>O texto consolida cinco projetos de lei que tramitam em conjunto, estabelecendo novas regras para a atuação desses servidores no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1970-1979/lei-5869-11-janeiro-1973-357991-publicacaooriginal-1-pl.html">Código de Processo Civil</a>, no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-5349-3-novembro-1967-359044-norma-pl.html">Código de Processo Penal</a> e na <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/Lei/L15212.htm">Lei Maria da Penha</a>.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Balanço: Lula comemora mudança no imposto de renda e queda da inflação</title>
<link>https://apareceu.com/balanco-lula-comemora-mudanca-no-imposto-de-renda-e-queda-da-inflacao</link>
<guid>https://apareceu.com/balanco-lula-comemora-mudanca-no-imposto-de-renda-e-queda-da-inflacao</guid>
<description><![CDATA[ O presidente Lula destacou nesta terça-feira (23) alguns dos principais avanços do governo federal em 2025. Lula falou durante a assinatura do decreto que reconhece a cultura gospel como manifestação cultural nacional.


“Nós terminamos o ano com a menor inflação acumulada em quatro anos da história do Brasil. Nós terminamos o ano com menor desemprego da história do Brasil. Nós estamos terminando o ano com o maior crescimento da massa salarial da história do Brasil. E nós estamos terminando o ano com a maior quantidade de política de inclusão social que tem esse país. A começar pelo Imposto de Renda”.


Lula falou ainda sobre o preço dos alimentos e o impacto do tarifaço dos Estados Unidos, em agosto deste ano.


“O ano termina bem. O preço do alimento está caindo. As pessoas estão voltando a acessar as coisas que ficaram mais caras. Mesmo a taxação que os Estados Unidos fizeram contra o Brasil, ela terminou sendo irrelevante, quando muita gente imaginava que eu e o Trump iríamos entrar em guerra, nós terminamos virando amigos”.


Outro assunto destacado pelo presidente foi o combate à violência contra à mulher. Lula afirmou que  os homens também tem que assumir responsabilidade nessa luta e que o tema precisa ser discutido nas escolas e nas instituições religiosas.
  1:19 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/FP4bEtvVcKK-myHtYC1oYjHCW4I=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/12/23/posse-turismo-mc_abr_23122025-5.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 20:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Balanço:, Lula, comemora, mudança, imposto, renda, queda, inflação</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula destacou nesta terça-feira (23) alguns dos principais avanços do governo federal em 2025. Lula falou durante a assinatura do decreto que reconhece a cultura gospel como manifestação cultural nacional.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1673172&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1673172&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>“Nós terminamos o ano com a menor inflação acumulada em quatro anos da história do Brasil. Nós terminamos o ano com menor desemprego da história do Brasil. Nós estamos terminando o ano com o maior crescimento da massa salarial da história do Brasil. E nós estamos terminando o ano com a maior quantidade de política de inclusão social que tem esse país. A começar pelo Imposto de Renda”.</p>
</blockquote>

<p>Lula falou ainda sobre o preço dos alimentos e o impacto do tarifaço dos Estados Unidos, em agosto deste ano.</p>

<blockquote>
<p>“O ano termina bem. O preço do alimento está caindo. As pessoas estão voltando a acessar as coisas que ficaram mais caras. Mesmo a taxação que os Estados Unidos fizeram contra o Brasil, ela terminou sendo irrelevante, quando muita gente imaginava que eu e o Trump iríamos entrar em guerra, nós terminamos virando amigos”.</p>
</blockquote>

<p>Outro assunto destacado pelo presidente foi o combate à violência contra à mulher. Lula afirmou que  os homens também tem que assumir responsabilidade nessa luta e que o tema precisa ser discutido nas escolas e nas instituições religiosas.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:19</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Alexandre de Moraes autoriza cirurgia de Jair Bolsonaro no Natal</title>
<link>https://apareceu.com/alexandre-de-moraes-autoriza-cirurgia-de-jair-bolsonaro-no-natal</link>
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<description><![CDATA[ O ministro do STF, Alexandre de Moraes, autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro a deixar, temporariamente, a prisão e ser internado nesta quarta-feira (24), em Brasília, para fazer uma cirurgia.  

A decisão foi tomada nesta terça, depois que a defesa do ex-presidente pediu autorização a Moraes, após uma avaliação de médicos particulares e peritos da Polícia Federal, que indicaram o procedimento.  

A cirurgia deve ser realizada na quinta-feira (25), no Hospital DF Star, na capital federal. O procedimento é para tratar uma hérnia inguinal e um quadro de soluço persistente. Depois disso, Bolsonaro segue na unidade em observação. De acordo com os advogados, a internação deve durar até uma semana, no total.  

Durante esse período, o ex-presidente vai ser monitorado 24 horas por dia, pelos agentes da PF. Dois agentes ficarão na porta do quarto do hospital. Do lado de dentro, o ministro Alexandre de Moraes proibiu a entrada de celulares, computadores e dispositivos eletrônicos. E determinou que os policiais federais devem fazer o transporte e a segurança do condenado, de forma “discreta”.  

A única pessoa autorizada a permanecer no hospital como acompanhante é a esposa do paciente, Michele Bolsonaro. Outras pessoas que quiserem visitar o ex-presidente devem pedir autorização judicial.  

Bolsonaro está preso em uma sala da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre a pena de 27 anos e três meses de prisão, após ser condenado pelas ações da chamada “trama golpista”.  

* Com informações da Agência Brasil
  1:44 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 20:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Alexandre, Moraes, autoriza, cirurgia, Jair, Bolsonaro, Natal</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do STF, Alexandre de Moraes, autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro a deixar, temporariamente, a prisão e ser internado nesta quarta-feira (24), em Brasília, para fazer uma cirurgia.  <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1673228&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1673228&o=rss"></p>

<p>A decisão foi tomada nesta terça, depois que a defesa do ex-presidente pediu autorização a Moraes, após uma avaliação de médicos particulares e peritos da Polícia Federal, que indicaram o procedimento.  </p>

<p>A cirurgia deve ser realizada na quinta-feira (25), no Hospital DF Star, na capital federal. O procedimento é para tratar uma hérnia inguinal e um quadro de soluço persistente. Depois disso, Bolsonaro segue na unidade em observação. De acordo com os advogados, a internação deve durar até uma semana, no total.  </p>

<p>Durante esse período, o ex-presidente vai ser monitorado 24 horas por dia, pelos agentes da PF. Dois agentes ficarão na porta do quarto do hospital. Do lado de dentro, o ministro Alexandre de Moraes proibiu a entrada de celulares, computadores e dispositivos eletrônicos. E determinou que os policiais federais devem fazer o transporte e a segurança do condenado, de forma “discreta”.  </p>

<p>A única pessoa autorizada a permanecer no hospital como acompanhante é a esposa do paciente, Michele Bolsonaro. Outras pessoas que quiserem visitar o ex-presidente devem pedir autorização judicial.  </p>

<p>Bolsonaro está preso em uma sala da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre a pena de 27 anos e três meses de prisão, após ser condenado pelas ações da chamada “trama golpista”.  </p>

<h5>* Com informações da Agência Brasil</h5>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:44</span>]]> </content:encoded>
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<title>Retrospectiva 2025: aprovada regra sobre dissolução do casamento no caso de morte presumida</title>
<link>https://apareceu.com/retrospectiva-2025-aprovada-regra-sobre-dissolucao-do-casamento-no-caso-de-morte-presumida</link>
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<description><![CDATA[ Conheça esta e outras propostas aprovadas pela Câmara em 2025 na área de Direito e Justiça ]]></description>
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<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 15:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Retrospectiva, 2025:, aprovada, regra, sobre, dissolução, casamento, caso, morte, presumida</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235507">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/depositphotos-343979002-l-768x538.jpg" alt="homem segurando aliança"></div>
<div class="midia-legenda">Morte presumida declarada é um dos motivos da dissolução do casamento</div>
</div>
<p>Aprovado em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, o Projeto de <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7058-6-dezembro-1982-356709-norma-pl.html">Lei 7058/17</a>, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), muda o Código Civil para facilitar trâmites legais ligados à dissolução do casamento.</p>
<ul>
<li><a href="https://especial.camara.leg.br/retrospectiva-2025/">Confira as principais aprovações do ano, separadas por áreas</a></li>
</ul>
<p>Em análise no Senado, o projeto foi aprovado com texto da relatora na Comissão de Previdência, deputada Andreia Siqueira (MDB-PA), que explicita a morte presumida declarada como um dos motivos da dissolução do casamento.</p>
<p>Atualmente, a redação do Código Civil deixa pendentes vários problemas jurídicos, como a incerteza do estado civil do cônjuge do ausente após a declaração de ausência e se haveria ou não a revogação de eventual estado de viuvez ou novo casamento do cônjuge ausente caso este reapareça.</p>
<p>O cônjuge do ausente, hoje em dia, pode optar entre pedir o divórcio para se casar novamente ou esperar pela declaração judicial de ausência.</p>
<p>Apesar de o divórcio ser obtido mais rapidamente, isso pode trazer como consequências a perda do direito à sucessão e da legitimidade de ser curador dos bens da pessoa ausente.</p>
<p><strong>Divórcio após a morte</strong><br>
Em análise no Senado, o Projeto de Lei 198/24, da deputada Laura Carneiro, permite aos herdeiros continuarem com o processo de divórcio se um dos cônjuges vier a falecer.</p>
<p>Aprovado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, o texto se aplica também à dissolução da união estável. Nos dois casos, valerá para o falecimento ocorrido depois de proposta a ação de divórcio. Os efeitos da sentença serão retroativos à data do óbito.</p>
<p>A ideia é evitar efeitos jurídicos indesejados e manter a vontade de quem deu entrada na ação de separação. A autora cita o exemplo hipotético de uma mulher que, após anos sofrer com violência doméstica, decide se divorciar e vem a falecer em um acidente automobilístico dois meses após propor a demanda, mas antes da sentença.</p>
<p>Sem a possibilidade da continuidade do processo de divórcio após a morte (“post mortem”), o cônjuge agressor será considerado viúvo, com prováveis direitos previdenciários e sucessórios.</p>
<p><strong>Arbitragem em condomínio</strong><br>
Por meio do Projeto de <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-4081-23-junho-1962-353842-norma-pl.html">Lei 4081/21</a>, do deputado Kim Kataguiri (União-SP), a Câmara dos Deputados aprovou em caráter conclusivo o uso de arbitragem para resolver conflitos em condomínios residenciais.</p>
<p>O texto enviado ao Senado é um substitutivo do relator pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA).</p>
<p>Segundo o projeto, na convenção condominial poderá ser estipulada cláusula para resolução de conflitos condominiais por meio de arbitragem com eficácia em relação a todos os condôminos e possuidores, mesmo que não tenham aderido a essa cláusula.</p>
<p>O autor segue entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que validou a aplicação da arbitragem mesmo se uma das partes não concordar com seu uso.</p>
<p><strong>Regulamentação da vistoria</strong><br>
Com aprovação em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, o Projeto de <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1940-1949/lei-727-3-junho-1949-363829-norma-pl.html">Lei 727/23</a>, do deputado Paulo Litro (PSD-PR), regulamenta a vistoria em imóveis alugados, com orientações para locadores e locatários.</p>
<p>O texto aprovado e enviado ao Senado é um substitutivo da Comissão de Defesa do Consumidor, do deputado Duarte Jr. (PSB-MA), segundo o qual a vistoria de imóvel alugado deverá ser acompanhada de fotografias, vídeos ou outras imagens comprobatórias e ser realizada pelo locador ou seu contratado com o acompanhamento do locatário ou seu procurador, se manifestar a intenção.</p>
<p>O locatário terá cinco dias, contados da assinatura do contrato, para contestar a vistoria.</p>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Sancionada com vetos lei que reajusta salários de servidores do Judiciário</title>
<link>https://apareceu.com/sancionada-com-vetos-lei-que-reajusta-salarios-de-servidores-do-judiciario</link>
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<description><![CDATA[ Parcelas de aumento previstas para 2027 e 2028 foram vetadas pelo Planalto em razão da Lei de Responsabilidade Fiscal ]]></description>
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<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 15:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Sancionada, com, vetos, lei, que, reajusta, salários, servidores, Judiciário</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235636">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20210415085205546-768x512.jpg" alt="Brasília - monumentos e prédios públicos - Fachada do Supremo Tribunal Federal - STF - Justiça"></div>
<div class="midia-legenda">Reajuste foi proposto em três parcelas pelo Supremo Tribunal Federal, mas valerá só para 2026</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Os servidores do Poder Judiciário terão um reajuste salarial de 8% a partir de 1º de julho de 2026. A sanção parcial da <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15293-19-dezembro-2025-798505-norma-pl.html">Lei 15293/25</a><b> </b>foi publicada no Diário Oficial da União de segunda-feira (22). As parcelas de aumento previstas para 2027 e 2028 foram vetadas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Na mensagem de veto encaminhada ao Congresso, o governo argumenta que os aumentos para 2027 e 2028 contrariam a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/leicom/2000/leicomplementar-101-4-maio-2000-351480-norma-pl.html">Lei de Responsabilidade Fiscal</a>.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Segundo o Palácio do Planalto, a aprovação dessas parcelas resultaria em um "aumento de despesa com pessoal a ser implementada em períodos posteriores ao término do mandato presidencial vigente, o que é vedado pela legislação."</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A nova norma é originária do Projeto de Lei 4750/25, de autoria do Supremo Tribunal Federal (STF). O texto original, aprovado pela <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1218957-CAMARA-APROVA-REAJUSTE-PARA-SERVIDORES-DO-PODER-JUDICIARIO">Câmara dos Deputados</a> e pelo Senado, previa um reajuste total de 25,97%, resultado da aplicação cumulativa das três parcelas, para recompor perdas inflacionárias desde 2019.</p>
<p>O Supremo argumentava que, com base no acúmulo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (<span class="termoGlossario" title="Calculado pelo IBGE, mede o custo de vida de famílias com rendimento mensal de um a 40 salários mínimos em onze regiões metropolitanas. Desde 1999, é usado pelo governo com o índice oficial de inflação do País." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">IPCA</span>) desde fevereiro de 2019, a perda de poder aquisitivo dos servidores do Judiciário da União atingiu 24,21% até julho de 2025, mesmo com os reajustes de 2023 a 2025.</p>
<p>Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data a ser marcada.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1013750-saiba-como-e-a-analise-dos-vetos-pelo-congresso-nacional/">Saiba como é feita a análise de vetos pelo Congresso</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão de Segurança aprova porte de arma para defensores públicos</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-de-seguranca-aprova-porte-de-arma-para-defensores-publicos</link>
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<description><![CDATA[ Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 15:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, Segurança, aprova, porte, arma, para, defensores, públicos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235506">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251111193826444-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Sanderson (PL - RS)"></div>
<div class="midia-legenda">Sanderson: defensores são alvo de ameaças e represálias</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou no último dia 16 o Projeto de Lei 4140/25, do deputado Beto Pereira (PSDB-MS), que autoriza o porte de arma de fogo para defensores públicos.</p>
<p>Os parlamentares acolheram o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3061957&filename=Parecer-CSPCCO-2025-12-08">parecer do relator</a>, deputado Sanderson (PL-RS), pela aprovação da proposta.</p>
<p>Sanderson disse que a exclusão dos defensores públicos do rol de categorias com direito ao porte criava uma desigualdade em relação a outros integrantes do sistema de justiça, como magistrados e promotores, que já possuem o direito.</p>
<p>“A ausência dos defensores públicos configura uma assimetria injustificada”, afirmou. “Reforçar a proteção desses agentes significa assegurar que continuem exercendo suas atividades de forma independente, altiva e sem receio de represálias.”</p>
<p>O relator ressaltou que a concessão do porte não significa uma liberação indiscriminada, pois os defensores deverão seguir as exigências legais de capacidade técnica e aptidão psicológica.</p>
<p><strong>Atividade de risco</strong><br>
De acordo com o texto aprovado, os defensores poderão portar em todo o território nacional armas de fogo de propriedade particular ou fornecidas pela instituição, inclusive fora do horário de serviço.</p>
<p>Autor do projeto, Beto Pereira argumentou que esses profissionais atuam em áreas com altos índices de criminalidade e lidam com casos que podem gerar represálias e ameaças.</p>
<p>A proposta altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2003/lei-10826-22-dezembro-2003-490580-norma-pl.html">Estatuto do Desarmamento</a>.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Nova lei reorganiza a carreira da polícia do Poder Judiciário</title>
<link>https://apareceu.com/nova-lei-reorganiza-a-carreira-da-policia-do-poder-judiciario</link>
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<description><![CDATA[ A polícia judicial é a força de segurança interna do Poder Judiciário ]]></description>
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<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 15:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Nova, lei, reorganiza, carreira, polícia, Poder, Judiciário</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235714">
<div class="midia-creditos"><em>Doriavan Marinho/STF</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/polcia-judicial-768x509.jpg"></div>
<div class="midia-legenda">Polícia judicial em ação no Supremo Tribunal Federal (STF)</div>
</div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na sexta-feira (19) a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15285-18-dezembro-2025-798487-norma-pl.html">Lei 15.285/25</a>, que reorganiza a carreira da polícia judicial no serviço público federal.</p>
<p>A polícia judicial é a força de segurança interna do Poder Judiciário, responsável por garantir a ordem, a segurança pessoal de magistrados, servidores e o patrimônio dentro dos tribunais.</p>
<p>A nova lei transfere servidores da área administrativa para a área de apoio especializado, redefine denominações dos cargos e ajusta regras sobre gratificação e porte de arma.</p>
<p>A norma tem origem no Projeto de Lei 2447/22, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal (STF), <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1197232-comissao-aprova-acumulo-de-gratificacao-com-cargo-comissionado-para-seguranca-do-judiciario/">aprovado pela Câmara dos Deputados</a> e pelo Senado Federal.</p>
<p><strong>Mudanças</strong><br>
Com a sanção, a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11416-15-dezembro-2006-548306-publicacaooriginal-63468-pl.html">Lei das Carreiras dos Servidores do Poder Judiciário da União</a> passa a prever, de forma expressa, que as atividades de polícia institucional integram a área de apoio especializado.</p>
<p>Técnicos judiciários que exercem essas atribuições passam a ser denominados agentes de polícia judicial, enquanto os analistas recebem a denominação de inspetores de polícia judicial.</p>
<p>O texto também assegura o porte de arma de fogo, de propriedade particular ou fornecida pela instituição, aos servidores enquadrados na especialidade de polícia judicial.</p>
<p>Para isso, será exigido porte institucional, comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica, além do efetivo exercício da função, conforme as regras previstas no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2003/lei-10826-22-dezembro-2003-490580-norma-pl.html">Estatuto do Desarmamento</a> e em regulamento próprio.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Nova lei amplia coleta de DNA na identificação criminal</title>
<link>https://apareceu.com/nova-lei-amplia-coleta-de-dna-na-identificacao-criminal</link>
<guid>https://apareceu.com/nova-lei-amplia-coleta-de-dna-na-identificacao-criminal</guid>
<description><![CDATA[ Coleta será obrigatória para condenados que comecem a cumprir pena em regime fechado e para acusados de crimes graves ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img2016062314359525093-768x510.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 15:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Nova, lei, amplia, coleta, DNA, identificação, criminal</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235670">
<div class="midia-creditos"><em>Pedro Ventura/Agência Brasília</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img2016062314359525093-768x510.jpg" alt="Segurança - geral - laboratório pesquisa DNA investigação policial polícia técnica ciência científica"></div>
<div class="midia-legenda">Amostras poderão ser utilizadas em investigações criminais</div>
</div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na segunda-feira (22) a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15295-19-dezembro-2025-798507-norma-pl.html">Lei 15.295/25</a>, que altera as regras de identificação criminal no país.</p>
<p>A norma prevê a coleta de material genético de todos os condenados que comecem a cumprir pena em regime fechado e expande a coleta para acusados de crimes graves, mesmo antes de uma condenação.</p>
<p>Com a nova legislação, todo indivíduo condenado à pena de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> que inicie seu cumprimento em regime fechado será obrigatoriamente submetido à coleta de DNA. Isso amplia o alcance da medida, que antes era restrita a condenados por tipos específicos de crimes violentos.</p>
<p>A lei tem origem no Projeto de Lei 1496/21, de autoria da senadora Leila Barros (PDT-DF), aprovado pelo Senado em 2023 e <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1226483-CAMARA-APROVA-COLETA-DE-MATERIAL-GENETICO-DE-CONDENADOS-QUE-COMECEM-A-CUMPRIR-PENA-EM-REGIME-FECHADO">pela Câmara em novembro deste ano</a>.</p>
<p><strong>Denunciados<br>
</strong>O texto também permite a coleta de material genético de pessoas antes mesmo de uma condenação.</p>
<p>A lei autoriza a coleta de DNA de acusados em duas situações:</p>
<ul>
<li>quando um juiz aceita a denúncia formal contra alguém; ou</li>
<li>em casos de prisão em flagrante.</li>
</ul>
<p>Essa medida, no entanto, é restrita a uma lista de crimes graves, como aqueles praticados com grave violência, crimes contra a liberdade sexual, crimes contra crianças e adolescentes previstos no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente</a> (ECA) e ações de organizações criminosas que utilizam armas de fogo.</p>
<p><strong>Salvaguardas<br>
</strong>Para garantir o uso adequado dos dados, a lei estabelece algumas salvaguardas: a amostra biológica só poderá ser usada para identificação por perfil genético, sendo expressamente proibida a prática de "fenotipagem" (análise de características físicas).</p>
<p>Além disso, a norma exige que a amostra original seja descartada após a obtenção do perfil, e todo o processo, da coleta à análise, deverá ser realizado por peritos e agentes treinados, seguindo rigorosos procedimentos de cadeia de custódia.</p>
<p><strong>Prioridade<br>
</strong>Por fim, a lei estabelece um prazo preferencial de 30 dias para o processamento de vestígios genéticos em casos de <span class="termoGlossario" title="A Lei 8.072/90 define como hediondos os crimes de homicídio praticado por grupo de extermínio; homicídio qualificado; latrocínio; genocídio; extorsão qualificada por morte; extorsão mediante sequestro; estupro; disseminação de epidemia que provoque morte; falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais; e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável. Esse tipo de crime deve ser cumprido inicialmente em regime fechado e é insuscetível de anistia, graça, indulto e fiança." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">crimes hediondos</span>.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova aumento da pena para agressor que usar manipulação contra mulher</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-aumento-da-pena-para-agressor-que-usar-manipulacao-contra-mulher</link>
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<description><![CDATA[ Projeto segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 00:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, aumento, pena, para, agressor, que, usar, manipulação, contra, mulher</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1234594">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251216120359684-1-768x473.jpg" alt="Apresentação do relatório final. Dep. Rogéria Santos (REPUBLICANOS-BA)"></div>
<div class="midia-legenda">Rogéria Santos foi a relatora da proposta na comissão</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1159699-projeto-aumenta-pena-para-agressor-de-mulher-que-usar-manipulacao-para-se-aproximar-da-vitima">Projeto de Lei 1116/25</a>, que altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Lei Maria da Penha</a> para aumentar a pena em 1/3 quando o agressor manipular, intimidar ou ameaçar a vítima para que ela permita sua aproximação, mesmo havendo medida protetiva de urgência em vigor.</p>
<p>Hoje, o agressor que descumpre medida protetiva – como afastamento do lar ou proibição de contato com a vítima – está sujeito à pena de dois a cinco anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span>, além de multa.</p>
<p>Segundo a deputada Maria Rosas (Republicanos-SP), autora da proposta, o objetivo é garantir maior segurança às vítimas de violência doméstica e familiar.</p>
<p>A relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), recomendou a aprovação. “Esperamos que o aumento da pena evite a repetição dos assassinatos das mulheres do nosso país”, afirmou.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara.</p>
<p>Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que tipifica o crime de perseguição processual contra mulheres</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-tipifica-o-crime-de-perseguicao-processual-contra-mulheres</link>
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<description><![CDATA[ Proposta segue para o Senado, a menos que haja recurso para análise no Plenário da Câmara ]]></description>
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<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 00:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, tipifica, crime, perseguição, processual, contra, mulheres</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1234766">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251126183439304-1-768x474.jpg" alt='Seminário: Lançamento da pesquisa "Quem são as mulheres que o Brasil não protege? Uma análise interseccional dos feminicídios”. Dep. Gisela Simona (UNIÃO-MT)'></div>
<div class="midia-legenda">Deputada Gisela Simona, relatora na CCJ</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1048029-projeto-preve-ate-dois-anos-de-prisao-para-quem-persegue-mulher-por-meio-de-acoes-judiciais">Projeto de Lei 646/24</a>, que inclui no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html">Código de Processo Civil</a> o crime de <em>stalking</em> (perseguição) processual.</p>
<p>O crime é definido da seguinte forma no projeto: no caso de perseguição reiterada contra mulher, com invasão de sua esfera de liberdade e privacidade por meio de ações e incidentes judiciais repetitivos, infundados e temerários, a autoridade judiciária deverá remeter ao Ministério Público as peças necessárias à aferição de eventual ocorrência de delito de perseguição.</p>
<p>Como tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, a proposta deverá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.</p>
<p>A relatora, deputada Gisela Simona (União-MT), recomendou a aprovação da proposta. “A medida representa avanço relevante no enfrentamento da violência de gênero, ao reconhecer que o abuso do direito de litigar pode ser tão danoso quanto outras formas de perseguição”, afirmou ela no parecer aprovado.</p>
<p>O crime de <em>stalking</em> já está previsto no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a>, e é punido com pena de seis meses a dois anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span>, explicou o autor da proposta, deputado Marangoni (União-SP), na justificativa que acompanha o texto.</p>
<p>Conforme a legislação, a conduta consiste em perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, “ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade”.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que impede condenados de lucrar com livros e filmes sobre seus crimes</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-impede-condenados-de-lucrar-com-livros-e-filmes-sobre-seus-crimes</link>
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<description><![CDATA[ Proposta deve seguir para o Senado, a menos que haja recurso para votação no Plenário da Câmara ]]></description>
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<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 00:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, impede, condenados, lucrar, com, livros, filmes, sobre, seus, crimes</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1234720">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251202185836732-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Aplicação das penas para líderes e membros de organizações criminosas. Dep. Bia Kicis (PL - DF)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputada Bia Kicis, relatora do projeto de lei na CCJ</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe condenados pela Justiça de receberem quaisquer valores decorrentes da criação, distribuição ou comunicação ao público de obras intelectuais relacionadas ao crime praticado. Na prática, a medida impede que criminosos lucrem com a publicação de livros, a produção de filmes, séries ou entrevistas sobre seus delitos.</p>
<p>Como tramitava em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, o projeto deve seguir agora para o Senado, a menos que haja recurso para votação no Plenário da Câmara.</p>
<p>O texto aprovado é um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Bia Kicis (PL-DF), ao  <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1039894-projeto-proibe-condenado-de-a-lucrar-qualquer-obra-intelectual-sobre-o-crime-praticado">Projeto de Lei 5912/23</a> do deputado Altineu Côrtes (PL-RJ). A proposta original sugeria alterar o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a>. No entanto, a relatora optou por inserir a vedação na <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1998/lei-9610-19-fevereiro-1998-365399-publicacaooriginal-1-pl.html">Lei de Direitos Autorais</a>, argumentando que a restrição trata de um limite à exploração econômica de obra intelectual, e não apenas de um efeito da sentença penal.</p>
<p>Segundo Bia Kicis, a medida é fundamental para preservar a moralidade pública. “É necessário fortalecer o arcabouço jurídico pátrio para impedir que criminosos lucrem com a exploração de seus delitos em obras intelectuais”, afirmou a relatora em seu parecer.</p>
<p><strong>Reparação às vítimas<br>
</strong>Pelo novo texto, caso o condenado receba qualquer pagamento por obras que narrem o crime, a vítima ou seus herdeiros terão o direito de requerer, em processo cível, a totalidade desses valores, além de indenização por danos morais. Essa cobrança poderá ser feita independentemente de outras reparações já pagas.</p>
<p><strong>Caso Richthofen<br>
</strong>Na justificativa do projeto original, o autor citou o lançamento dos filmes sobre o caso Richthofen (“A Menina Que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais”) como exemplos de obras que geraram preocupação sobre a possibilidade de os condenados auferirem lucros com a notoriedade de atos brutais. O objetivo da lei é evitar que a venda da história para produtores ou editores se torne um negócio lucrativo para o infrator.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova priorizar Lei Maria da Penha em casos de violência doméstica</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-priorizar-lei-maria-da-penha-em-casos-de-violencia-domestica</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-priorizar-lei-maria-da-penha-em-casos-de-violencia-domestica</guid>
<description><![CDATA[ Projeto deverá seguir para análise do Senado, caso não haja recurso para que seja votado pelo Plenário da Câmara ]]></description>
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<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, priorizar, Lei, Maria, Penha, casos, violência, doméstica</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235044">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20250312170214760-768x473.jpg" alt="Deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Ricardo Ayres recomendou a aprovação da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1299/25, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), que reforça a competência da vara especializada em crimes contra a mulher para processar os casos de violência doméstica que envolvam vítimas do gênero feminino, ainda que sejam crianças, adolescentes ou idosos.</p>
<p>O objetivo é que, em caso de conflitos com outras leis de proteção a pessoas vulneráveis, como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) ou o Estatuto da Pessoa Idosa, se a vítima de violência doméstica for do gênero feminino, será aplicada a Lei Maria da Penha, independentemente da questão etária.</p>
<p>O texto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e deverá seguir para análise do Senado, caso não haja recurso para que seja votado pelo Plenário. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p><strong>Decisão do STJ</strong><br>
A justificativa do projeto se baseia em decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deste ano, pela qual a “condição de gênero feminino é suficiente para atrair a aplicabilidade da Lei Maria da Penha, em casos de violência doméstica e familiar, prevalecendo sobre a questão etária”.</p>
<p>Para o relator na CCJ, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), colocar em lei a jurisprudência do STJ vai contornar pedidos de questões processuais desnecessárias.</p>
<p>"São discussões demoradas que por vezes podem retardar o trâmite processual, postergando a entrega da prestação jurisdicional urgente e enfraquecendo a proteção legal conferida às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar", afirmou.</p>
<p>A medida proposta, segundo Ayres, vai evitar que entraves processuais inviabilizem a intenção do legislador de conferir, prioritariamente, proteção à mulher, seja ela criança, adolescente, adulta ou idosa, contra qualquer tipo de violência doméstica e familiar, inclusive na esfera sexual.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que cria categorias de pessoas desaparecidas</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-cria-categorias-de-pessoas-desaparecidas</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-cria-categorias-de-pessoas-desaparecidas</guid>
<description><![CDATA[ O texto segue para o Senado, caso não haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251014145020314-1-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, cria, categorias, pessoas, desaparecidas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235048">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251014145020314-1-768x473.jpg" alt="Oitivas de Testemunhas e de Representados. Dep. Ricardo Ayres (REPUBLICANOS - TO)"></div>
<div class="midia-legenda">Ricardo Ayres foi o relator do texto na CCJ</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1157952-projeto-cria-categorias-de-pessoas-desaparecidas">Projeto de Lei 306/25</a>, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), que altera a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas para incluir as seguintes categorias:</p>
<ul>
<li>pessoa desaparecida voluntária: maior de idade e capaz que decide, por vontade própria, cortar vínculos com a família, amigos e conhecidos;</li>
<li>pessoa desaparecida involuntária: desaparecida por evento imprevisto como desastres naturais, acidentes, crises de saúde mental ou menores de 18 anos que se separam de seus responsáveis de forma não intencional; e</li>
<li>pessoa desaparecida forçada: pessoa, capaz ou não, desaparecida em casos que envolvam coação, violência, abuso de poder, fraude ou ameaça, em situações de sequestro, tráfico de pessoas ou de violência doméstica.</li>
</ul>
<p>O texto segue para o Senado, caso não haja recurso para análise pelo Plenário. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>O objetivo é aplicar medidas diferenciadas conforme as especificidades do desaparecimento, aumentando o grau de eficácia da atuação estatal e da colaboração entre as forças de segurança e os órgãos de proteção.</p>
<p>O relator, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), afirmou que o detalhamento na categorização dos desaparecidos, relacionando-os às suas causas, irá permitir a adoção de protocolos de investigação adaptados às particularidades de cada situação. "As medidas propostas visam conferir maior efetividade na resposta estatal às famílias na busca por seus entes desaparecidos", disse.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>A CULPA É DO CONGRESSO</title>
<link>https://apareceu.com/A-CULPA-%C3%89-DO-CONGRESSO</link>
<guid>https://apareceu.com/A-CULPA-%C3%89-DO-CONGRESSO</guid>
<description><![CDATA[ A CULPA É DO CONGRESSO ]]></description>
<enclosure url="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 05:44:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>A CULPA É DO CONGRESSO</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A CULPA É DO CONGRESSO - Essa é a nova justificativa de algumas pessoas para defender o governo: Dizer que o grande problema do Brasil é SÓ o 'congresso, inimigo do povo'... </p>
<p>𝗠𝗔𝗦 𝗢 𝗣𝗥𝗢𝗕𝗟𝗘𝗠𝗔 𝗦𝗘 𝗥𝗘𝗦𝗨𝗠𝗘 𝗔𝗢 𝗖𝗢𝗡𝗚𝗥𝗘𝗦𝗦𝗢❓ 𝗟𝗨𝗟𝗔 𝗡𝗔̃𝗢 𝗧𝗘𝗠 𝗖𝗨𝗟𝗣𝗔 𝗗𝗘 𝗡𝗔𝗗𝗔❓ 🤔  𝗩𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗮𝗻𝗮𝗹𝗶𝘀𝗮𝗿</p>
<p>#SIM, TEMOS UM CONGRESSO RUIM que agiu várias vezes contra o povo. Fato! Mas o detalhe é que Lula fez isso muuuuuitas vezes mais! </p>
<p>A indignação seletiva de algumas pessoas não deixa ver isso.</p>
<p>Então, segue 𝗮𝗯𝗮𝗶𝘅𝗼 𝘂𝗺 𝗿𝗲𝘀𝘂𝗺𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗽𝗿𝗶𝗻𝗰𝗶𝗽𝗮𝗶𝘀 𝗔𝗖̧𝗢̃𝗘𝗦 𝗗𝗢 𝗚𝗢𝗩𝗘𝗥𝗡𝗢 𝗟𝗨𝗟𝗔 que ferraram com o povo e ajudaram os comparsas #milionários dele tantas vezes!</p>
<p>. </p>
<p>𝗣𝗔𝗥𝗔 𝗔 𝗥𝗘𝗔𝗟𝗘𝗭𝗔 𝗘 𝗢𝗦 𝗔𝗠𝗜𝗚𝗢𝗦 𝗥𝗜𝗖𝗢𝗦 👇 💰💰💰</p>
<p>💰💸 - Lula turbina salários de 323 aliados com cargos em conselhos, que passam a receber mais privilégios e R$ 80 mil mensais pra participar de uma reunião por mês</p>
<p>💰💸 - Governo Lula criou simplesmente 273 cargos políticos em estatais, ao custo de R$ 206 milhões ao ano</p>
<p>💰💸 - Governo Lula, com apoio da União, deu desconto de R$ 500 milhões para as Americanas em acordo tributário</p>
<p>💰💸 - Governo Lula pagou R$ 15 milhões a ONG sem experiência ligado ao PT para tirar lixo da terra indígena</p>
<p>💰💸 - União dá desconto de R$ 500 milhões para Americanas em acordo tributário</p>
<p>💰💸 - Com ajuda de amigo do STF, Lula conseguiu deixar de pagar R$ 18 milhões em impostos </p>
<p>💰💸 - R$ 10 bilhões perdoados por corrupção da J&amp;F, grupo dos irmãos Batistas, corruptos confessos</p>
<p>💰💸 - R$ 8 bilhões perdoados por corrupção da Odebrecht, do amigo pessoal da Lula</p>
<p>💰💸 - R$ 23 bilhões em multas de partidos, por irregularidades em prestações de contas, também perdoados</p>
<p>💰💸 - R$ 177 milhões em repasse de publicidade para a Globo, soma é maior que as 17 principais emissoras</p>
<p>💰💸 - R$ 26,8 milhões em reformas e mobiliário para os Palácios</p>
<p>💰💸 - R$ 1,76 milhões em licitação para compra de móveis e eletrodomésticos</p>
<p>💰💸 - R$ 9 bilhões em isenção de impostos a artistas milionários</p>
<p>💰💸 - 30% de reajuste no salário dos cargos comissionados</p>
<p>💰💸 - R$ 9 bilhões de dívida da Venezuela não paga há anos</p>
<p>💰💸 - R$ 83,5 milhões das Estatais destinados ao G20 e ao “Janjapalooza"</p>
<p>𝗣𝗔𝗥𝗔 𝗢 𝗣𝗢𝗩𝗢, 𝗠𝗨𝗜𝗧𝗢𝗦 𝗖𝗢𝗥𝗧𝗘𝗦 𝗘 𝗧𝗔𝗫𝗔𝗦  👇💣💣💣</p>
<p>💣 Governo Lula aumentou ou criou impostos 24 vezes desde 2023</p>
<p>💣 Corte de mais de 4 bilhões da Saúde, Educação e Ciência e Tecnologia </p>
<p>💣 R$ 3,8 bilhões bloqueados em serviços essenciais como hospitais e a compra de livros didáticos</p>
<p>💣 R$ 1,7 bilhão de cortes no programa 'Farmácia Popular'</p>
<p>💣R$ 580 milhões de cortes no programa 'Auxílio Gás'</p>
<p>💣 R$ 500 milhões de cortes no programa 'Pé de Meia'</p>
<p>💣 R$ 600 mil de cortes do governo Lula do orçamento para 'Direito dos Idosos'</p>
<p>💣 R$ 700 milhões de cortes no programa 'Minha Casa Minha Vida'</p>
<p>💣 R$ 3,2 bilhões de cortes no PAC</p>
<p>💣 R$ 2,1 bilhões de corte no Ministério das Cidades</p>
<p>💣 3 aumentos seguidos nos painéis solares, saindo de zero a 25% em apenas dois anos</p>
<p>💣 R$ 7 bilhões em prejuízo das estatais, em apenas dois anos, o maior rombo do século</p>
<p>💣 Lula gastou R$ 200 milhões para turbinar as próprias redes sociais do governo, além da verba que já possui</p>
<p>💣 Conta de luz aumentou para ajudar empresa dos irmãos Batista</p>
<p>💣 Mais de R$ 1,5 trilhão em arrecadação recorde de impostos em 2024 e em 2025 já chegou a R$ 2 trilhões, sem que nada tenha sido repassado em serviços melhores ao povo</p>
<p>😶</p>
<p>𝗘 𝗮𝗶́, 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗮𝗶𝗻𝗱𝗮 𝘁𝗲𝗺 𝗴𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗶𝗻𝗱𝗮 𝗮𝗰𝗿𝗲𝗱𝗶𝘁𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗟𝘂𝗹𝗮 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗮 𝗽𝗲𝗹𝗼𝘀 𝗽𝗼𝗯𝗿𝗲𝘀❓ 𝗖𝗼𝗺𝗼 𝗮𝗰𝗿𝗲𝗱𝗶𝘁𝗮𝗿 𝗻𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗱𝗲𝗽𝗼𝗶𝘀 𝗱𝗲 𝗟𝘂𝗹𝗮 𝗯𝗲𝗻𝗲𝗳𝗶𝗰𝗶𝗮𝗿 𝘁𝗮𝗻𝘁𝗮𝘀 𝘃𝗲𝘇𝗲𝘀 𝗼𝘀 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗮𝗿𝘀𝗮𝘀 𝗲 𝗮𝗺𝗶𝗴𝗼𝘀 𝗺𝗶𝗹𝗶𝗼𝗻𝗮́𝗿𝗶𝗼𝘀❓</p>
<p>Reflita! E desperte!</p>
<p><img src="https://apareceu.com/uploads/images/202507/image_870x_686e2b95de61b.jpg" alt=""></p>]]> </content:encoded>
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