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<title>Tudo aparece primeiro aqui. &#45; : Voz do Brasil</title>
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<description>Tudo aparece primeiro aqui. &#45; : Voz do Brasil</description>
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<title>Ministro proíbe que “Exército do Lula” seja suspenso por decisão única</title>
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<description><![CDATA[ O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Floriano Azevedo Marques decidiu, nesta sexta-feira (23), que o canal de whatsapp “Exército do Lula” não poderá ser suspenso ou restringido novamente por uma decisão monocrática da Corte. Segundo o ministro, somente o plenário do TSE poderá deliberar obre a questão.

A medida atendeu um pedido de mandado de segurança preventivo apresentado pela campanha de Lula, do PT, ao TSE.

Nessa quinta-feira, o presidente do tribunal, ministro Nunes Marques, atendeu um pedido feito pela campanha do senador Flávio Bolsonaro, do PL, e determinou um pente-fino nas publicações do canal criado pelo deputado federal André Janones, da Rede Sustentabilidade. O canal tem quase 10 milhões de inscritos.

Floriano Azevedo Marques explicou na decisão que a intenção de Flávio seria de suspender as atividades do canal, embora esse não seja o pedido expresso solicitado pelo candidato do PL.

Para o ministro, o presidente do TSE não pode determinar a eventual suspensão do canal analisando administrativamente se o acordo de integridade eleitoral está sendo cumprido pela plataforma whatsapp, que é controlada pela empresa Meta.

Ainda nessa sexta-feira, a corte eleitoral publicou nota negando ter ordenado a retirada de canais de transmissão do whatsapp do ar, após André Janones ter alertado sobre a iminente suspensão de seu canal.

A controvérsia sobre o canal “Exército do Lula” teve início em 11 de setembro, quando o ministro Nunes Marques ordenou o primeiro bloqueio do canal, sob o argumento de que ele replicava conteúdos inverídicos. Posteriormente, o presidente do TSE liberou seu funcionamento após o canal ser registrado oficialmente pela campanha de Lula.

A relatora Especial da ONU sobre Liberdade de Associação e de Reunião, Gina Romero, comentou nesta sexta-feira os casos de suspensão de canais de whatsapp na eleição brasileira.

Ela afirmou que a liberdade de expressão, de associação e de participação política deve ser garantida também nas plataformas digitais, incluindo aplicativos de mensagens e redes sociais.

Para Gina, os espaços virtuais de coordenação política devem estar livres de interferências indevidas, tanto por parte de empresas quanto de autoridades.
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<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 03:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Floriano Azevedo Marques decidiu, nesta sexta-feira (23), que o canal de whatsapp “Exército do Lula” não poderá ser suspenso ou restringido novamente por uma decisão monocrática da Corte. Segundo o ministro, somente o plenário do TSE poderá deliberar obre a questão.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706360&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706360&o=rss"></p>

<p>A medida atendeu um pedido de mandado de segurança preventivo apresentado pela campanha de Lula, do PT, ao TSE.</p>

<p><strong>Nessa quinta-feira, o presidente do tribunal, ministro Nunes Marques, atendeu um pedido feito pela campanha do senador Flávio Bolsonaro, do PL, e determinou um pente-fino nas publicações do canal criado pelo deputado federal André Janones, da Rede Sustentabilidade. O canal tem quase 10 milhões de inscritos.</strong></p>

<p><strong>Floriano Azevedo Marques explicou na decisão que a intenção de Flávio seria de suspender as atividades do canal, embora esse não seja o pedido expresso solicitado pelo candidato do PL.</strong></p>

<p>Para o ministro, o presidente do TSE não pode determinar a eventual suspensão do canal analisando administrativamente se o acordo de integridade eleitoral está sendo cumprido pela plataforma whatsapp, que é controlada pela empresa Meta.</p>

<p>Ainda nessa sexta-feira, a corte eleitoral publicou nota negando ter ordenado a retirada de canais de transmissão do whatsapp do ar, após André Janones ter alertado sobre a iminente suspensão de seu canal.</p>

<p>A controvérsia sobre o canal “Exército do Lula” teve início em 11 de setembro, quando o ministro Nunes Marques ordenou o primeiro bloqueio do canal, sob o argumento de que ele replicava conteúdos inverídicos. Posteriormente, o presidente do TSE liberou seu funcionamento após o canal ser registrado oficialmente pela campanha de Lula.</p>

<p><strong>A relatora Especial da ONU sobre Liberdade de Associação e de Reunião, Gina Romero, comentou nesta sexta-feira os casos de suspensão de canais de whatsapp na eleição brasileira.</strong></p>

<p><strong>Ela afirmou que a liberdade de expressão, de associação e de participação política deve ser garantida também nas plataformas digitais, incluindo aplicativos de mensagens e redes sociais.</strong></p>

<p>Para Gina, os espaços virtuais de coordenação política devem estar livres de interferências indevidas, tanto por parte de empresas quanto de autoridades.</p>
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<title>Lula e Flávio participam de atos no Sudeste no último dia de campanha</title>
<link>https://apareceu.com/lula-e-flavio-participam-de-atos-no-sudeste-no-ultimo-dia-de-campanha</link>
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<description><![CDATA[ Neste último dia de campanha eleitoral, os candidatos ao Palácio do Planalto realizam atos na região Sudeste.

Pela manhã, Lula, do PT, participa de caminhada com apoiadores em Copacabana, no Rio de Janeiro, no Posto 5.

A partir das 4 da tarde, o ato será na Avenida Paulista, em São Paulo, na altura da Alameda Campinas.

Flávio Bolsonaro, do PL, realiza campanha em Belo Horizonte, Minas Gerais, pela manhã, na Praça da Liberdade.

A partir das 2 da tarde, participa de caminhada com apoiadores na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, na Praça do O.

Segundo a agenda dos candidatos, neste domingo de eleição, Lula deve votar na abertura dos portões, a partir das 8 da manhã, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.

Flávio Bolsonaro também pretende votar logo no início da manhã, em sua seção eleitoral, que fica na Vila Isabel, no Rio de Janeiro.
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<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Neste último dia de campanha eleitoral, os candidatos ao Palácio do Planalto realizam atos na região Sudeste.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706414&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706414&o=rss"></p>

<p>Pela manhã, Lula, do PT, participa de caminhada com apoiadores em Copacabana, no Rio de Janeiro, no Posto 5.</p>

<p>A partir das 4 da tarde, o ato será na Avenida Paulista, em São Paulo, na altura da Alameda Campinas.</p>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL, realiza campanha em Belo Horizonte, Minas Gerais, pela manhã, na Praça da Liberdade.</p>

<p>A partir das 2 da tarde, participa de caminhada com apoiadores na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, na Praça do O.</p>

<p>Segundo a agenda dos candidatos, neste domingo de eleição, Lula deve votar na abertura dos portões, a partir das 8 da manhã, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.</p>

<p>Flávio Bolsonaro também pretende votar logo no início da manhã, em sua seção eleitoral, que fica na Vila Isabel, no Rio de Janeiro.</p>
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<item>
<title>Lula e Flávio Bolsonaro apontam propostas e trocam acusações em debate</title>
<link>https://apareceu.com/lula-e-flavio-bolsonaro-apontam-propostas-e-trocam-acusacoes-em-debate</link>
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<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e Flávio Bolsonaro, do PL, apresentaram propostas e críticas em debate transmitido pela TV Globo, na noite desta sexta-feira.

Foram destaques o Bolsa Família, medidas contra o endividamento das famílias e financiamento da saúde pública.

Um dos momentos de maior tensão ocorreu quando Flávio Bolsonaro afirmou que Lula dá com uma mão e tira com nove dedos, em referência à perda do dedo mínimo da mão esquerda pelo presidente, em um acidente de trabalho, quando tinha 17 anos.

Lula reagiu à declaração, criticou o adversário e solicitou um pedido de desculpas pela ofensa. Flávio pediu desculpas, mas voltou a questionar o governo federal sobre o combate à pobreza e o aumento da população em situação de rua.

Na discussão sobre políticas sociais, Lula questionou Flávio sobre o voto dele contra a ampliação da licença-maternidade, quando ele era deputado estadual no Rio de Janeiro. Flávio reconheceu que votou contra e afirmou que mudou de posição depois que se tornou pai.

O presidente Lula também apontou declarações antigas do adversário sobre o Bolsa Família, que ele chamava de bolsa farelo. Flávio afirmou que pretende manter e ampliar o benefício.

O endividamento das famílias brasileiras foi outro tema do debate. Flávio responsabilizou o governo pelo aumento do endividamento e defendeu o uso da Caixa Econômica Federal para comprar dívidas bancárias e renegociar os débitos dos consumidores.

Lula, por sua vez, afirmou que seu governo já encaminhou ao Senado a proposta de compra das dívidas e outras medidas para reduzir a alta dos alimentos. O presidente também atribuiu parte do problema ás Bets, que foram proibidas em seu governo, e à política de juros. Ele defendeu o crescimento econômico como caminho para melhorar a situação financeira das famílias.

Na área da saúde, Flávio afirmou que pretende manter e ampliar os investimentos no SUS. Ao mesmo tempo, criticou as filas de atendimento e o financiamento da saúde. O candidato prometeu aumentar os valores pagos por procedimentos realizados pelo sistema público.

Lula perguntou sobre as declarações da equipe  de Flávio sobre a redução de recursos para o SUS, e lembrou a atuação do governo de Jair Bolsonaro durante a pandemia de covid-19, como a demora para a chegada da vacina e falta de oxigênio para tratar os doente, no período morreram mais de 700 mil pessoas .

O debate ocorreu na reta final da campanha para o segundo turno das eleições presidenciais, marcado pela disputa entre os dois candidatos em torno das políticas sociais, da economia e dos serviços públicos.

¨*Com informações da Agência Brasil
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<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e Flávio Bolsonaro, do PL, apresentaram propostas e críticas em debate transmitido pela TV Globo, na noite desta sexta-feira.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706437&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706437&o=rss"></p>

<p>Foram destaques o Bolsa Família, medidas contra o endividamento das famílias e financiamento da saúde pública.</p>

<p>Um dos momentos de maior tensão ocorreu quando Flávio Bolsonaro afirmou que Lula dá com uma mão e tira com nove dedos, em referência à perda do dedo mínimo da mão esquerda pelo presidente, em um acidente de trabalho, quando tinha 17 anos.</p>

<p>Lula reagiu à declaração, criticou o adversário e solicitou um pedido de desculpas pela ofensa. Flávio pediu desculpas, mas voltou a questionar o governo federal sobre o combate à pobreza e o aumento da população em situação de rua.</p>

<p>Na discussão sobre políticas sociais, Lula questionou Flávio sobre o voto dele contra a ampliação da licença-maternidade, quando ele era deputado estadual no Rio de Janeiro. Flávio reconheceu que votou contra e afirmou que mudou de posição depois que se tornou pai.</p>

<p>O presidente Lula também apontou declarações antigas do adversário sobre o Bolsa Família, que ele chamava de bolsa farelo. Flávio afirmou que pretende manter e ampliar o benefício.</p>

<p>O endividamento das famílias brasileiras foi outro tema do debate. Flávio responsabilizou o governo pelo aumento do endividamento e defendeu o uso da Caixa Econômica Federal para comprar dívidas bancárias e renegociar os débitos dos consumidores.</p>

<p>Lula, por sua vez, afirmou que seu governo já encaminhou ao Senado a proposta de compra das dívidas e outras medidas para reduzir a alta dos alimentos. O presidente também atribuiu parte do problema ás Bets, que foram proibidas em seu governo, e à política de juros. Ele defendeu o crescimento econômico como caminho para melhorar a situação financeira das famílias.</p>

<p>Na área da saúde, Flávio afirmou que pretende manter e ampliar os investimentos no SUS. Ao mesmo tempo, criticou as filas de atendimento e o financiamento da saúde. O candidato prometeu aumentar os valores pagos por procedimentos realizados pelo sistema público.</p>

<p>Lula perguntou sobre as declarações da equipe  de Flávio sobre a redução de recursos para o SUS, e lembrou a atuação do governo de Jair Bolsonaro durante a pandemia de covid-19, como a demora para a chegada da vacina e falta de oxigênio para tratar os doente, no período morreram mais de 700 mil pessoas .</p>

<p>O debate ocorreu na reta final da campanha para o segundo turno das eleições presidenciais, marcado pela disputa entre os dois candidatos em torno das políticas sociais, da economia e dos serviços públicos.</p>

<p><strong>¨*Com informações da Agência Brasil</strong></p>
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<item>
<title>Plataformas apresentam medidas adotadas para cumprir leis eleitorais</title>
<link>https://apareceu.com/plataformas-apresentam-medidas-adotadas-para-cumprir-leis-eleitorais</link>
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<description><![CDATA[ O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, reuniu-se nesta sexta-feira (23) com representantes de plataformas digitais e magistrados responsáveis pela propaganda eleitoral, na sede do TSE, em Brasília.

Na pauta, o alinhamento de ações para o segundo turno das Eleições Gerais de 2026.

Segundo comunicado do TSE, representantes da Meta, do X, do Google, do TikTok e do Kwai levaram aos magistrados medidas adotadas para reforçar o cumprimento das normas eleitoras e das decisões da Justiça Eleitoral no ambiente digital.

No encontro, trataram ainda do aprimoramento dos procedimentos de análise e moderação de conteúdos, prevenção de fraudes e de disseminação de deepfakes durante o período eleitoral.

A discussão envolveu ainda medidas para conter a circulação de conteúdos manipulados e o monitoramento de ataques digitais coordenados a partir de outros países. 

O TSE cobrou maior rigor, por parte das plataformas, no encaminhamento dos casos de violência contra mulheres, entre elas candidatas, jornalistas, apoiadoras de candidaturas e autoridades que foram alvo de ataques na internet.

Entre os dias 24 de outubro e 04 de novembro estará em funcionamento no TSE uma Sala de Atenção a Riscos Digitais, que vai reunir representantes das principais plataformas para analisar e encaminhar ocorrências de desinformação que possam comprometer a integridade das eleições ou gerar riscos de supressão do voto ou obstáculos ao seu exercício.
  1:54 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, reuniu-se nesta sexta-feira (23) com representantes de plataformas digitais e magistrados responsáveis pela propaganda eleitoral, na sede do TSE, em Brasília.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706380&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706380&o=rss"></p>

<p>Na pauta, o alinhamento de ações para o segundo turno das Eleições Gerais de 2026.</p>

<p><strong>Segundo comunicado do TSE, representantes da Meta, do X, do Google, do TikTok e do Kwai levaram aos magistrados medidas adotadas para reforçar o cumprimento das normas eleitoras e das decisões da Justiça Eleitoral no ambiente digital.</strong></p>

<p>No encontro, trataram ainda do aprimoramento dos procedimentos de análise e moderação de conteúdos, prevenção de fraudes e de disseminação de deepfakes durante o período eleitoral.</p>

<p><strong>A discussão envolveu ainda medidas para conter a circulação de conteúdos manipulados e o monitoramento de ataques digitais coordenados a partir de outros países. </strong></p>

<p>O TSE cobrou maior rigor, por parte das plataformas, no encaminhamento dos casos de violência contra mulheres, entre elas candidatas, jornalistas, apoiadoras de candidaturas e autoridades que foram alvo de ataques na internet.</p>

<p>Entre os dias 24 de outubro e 04 de novembro estará em funcionamento no TSE uma Sala de Atenção a Riscos Digitais, que vai reunir representantes das principais plataformas para analisar e encaminhar ocorrências de desinformação que possam comprometer a integridade das eleições ou gerar riscos de supressão do voto ou obstáculos ao seu exercício.</p>
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<item>
<title>Cinco estados e o DF escolherão o governador neste domingo (25)</title>
<link>https://apareceu.com/cinco-estados-e-o-df-escolherao-o-governador-neste-domingo-25</link>
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<description><![CDATA[ Além da eleição para a Presidência da República, neste domingo, dia 25, os eleitores de cinco estados e do Distrito Federal vão escolher seus próximos governadores.

No Acre, disputam o segundo turno Mailza Assis, do Progressistas, e Alan Rick, do Republicanos.

No Amazonas, Omar Aziz, do PSD, e Professora Maria do Carmo, do PL.

No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini, do Republicanos, e Ricardo Ferraço, do MDB.

No Rio Grande do Norte, Allyson, do União Brasil, e Cadu de Lula, do PT.

No Tocantins, Professora Dorinha, do União Brasil, e Vicente Júnior, do PSDB.

E no Distrito Federal, Celina Leão, do Progressistas, e Leandro Grass, do PT, disputam uma vaga ao Palácio do Buriti.

Nessas localidades, a ordem de votação será primeiro para governador e depois para presidente da República.

Esta sexta-feira (23) é o último dia para a propaganda eleitoral no rádio e na televisão, além da veiculação de propaganda paga na imprensa escrita e na versão digital dos jornais impressos.

Até este sábado é permita a realização dos últimos atos de rua de campanha, com caminhadas, carreatas ou passeatas. Já o impulsionamento de publicação nas redes sociais está proibido desde essa quinta-feira.
  1:29 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Além da eleição para a Presidência da República, neste domingo, dia 25, os eleitores de cinco estados e do Distrito Federal vão escolher seus próximos governadores.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706369&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706369&o=rss"></p>

<p>No Acre, disputam o segundo turno Mailza Assis, do Progressistas, e Alan Rick, do Republicanos.</p>

<p>No Amazonas, Omar Aziz, do PSD, e Professora Maria do Carmo, do PL.</p>

<p>No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini, do Republicanos, e Ricardo Ferraço, do MDB.</p>

<p>No Rio Grande do Norte, Allyson, do União Brasil, e Cadu de Lula, do PT.</p>

<p>No Tocantins, Professora Dorinha, do União Brasil, e Vicente Júnior, do PSDB.</p>

<p>E no Distrito Federal, Celina Leão, do Progressistas, e Leandro Grass, do PT, disputam uma vaga ao Palácio do Buriti.</p>

<p>Nessas localidades, a ordem de votação será primeiro para governador e depois para presidente da República.</p>

<p>Esta sexta-feira (23) é o último dia para a propaganda eleitoral no rádio e na televisão, além da veiculação de propaganda paga na imprensa escrita e na versão digital dos jornais impressos.</p>

<p>Até este sábado é permita a realização dos últimos atos de rua de campanha, com caminhadas, carreatas ou passeatas. Já o impulsionamento de publicação nas redes sociais está proibido desde essa quinta-feira.</p>
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</item>

<item>
<title>TSE verifica sistemas eleitorais e emite zerésima de urnas eletrônicas</title>
<link>https://apareceu.com/tse-verifica-sistemas-eleitorais-e-emite-zeresima-de-urnas-eletronicas</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-verifica-sistemas-eleitorais-e-emite-zeresima-de-urnas-eletronicas</guid>
<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral realizou, neste sábado, a Cerimônia de Verificação dos Sistemas Eleitorais e a Emissão da Zerésima do sistema de totalização das urnas.  

O procedimento confirmou que os programas instalados nos equipamentos do Tribunal são os mesmos que foram assinados digitalmente, auditados e lacrados pela Justiça Eleitoral.

Durante a cerimônia pública foram conferidos todos os sistemas ligados à transmissão, recebimento e totalização dos resultados das eleições.  

O ministro Kassio Nunes Marques ressaltou que a cerimônia representa a etapa final de um amplo ciclo de auditorias e fiscalização dos sistemas eleitorais, que contou com a participação de partidos políticos, entidades fiscalizadoras, órgãos de controle e observadores internacionais.  

Neste domingo, os procedimentos de fiscalização prosseguem com a realização do Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas e do Teste de Autencidade dos Sistemas Eleitorais, auditorias públicas promovidas pela Justiça Eleitoral. 
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<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral realizou, neste sábado, a Cerimônia de Verificação dos Sistemas Eleitorais e a Emissão da Zerésima do sistema de totalização das urnas.  <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706445&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706445&o=rss"></p>

<p>O procedimento confirmou que os programas instalados nos equipamentos do Tribunal são os mesmos que foram assinados digitalmente, auditados e lacrados pela Justiça Eleitoral.</p>

<p>Durante a cerimônia pública foram conferidos todos os sistemas ligados à transmissão, recebimento e totalização dos resultados das eleições.  </p>

<p>O ministro Kassio Nunes Marques ressaltou que a cerimônia representa a etapa final de um amplo ciclo de auditorias e fiscalização dos sistemas eleitorais, que contou com a participação de partidos políticos, entidades fiscalizadoras, órgãos de controle e observadores internacionais.  </p>

<p>Neste domingo, os procedimentos de fiscalização prosseguem com a realização do Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas e do Teste de Autencidade dos Sistemas Eleitorais, auditorias públicas promovidas pela Justiça Eleitoral. </p>
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<item>
<title>Nove estados estados terão &amp;quot;lei seca&amp;quot; no segundo turno, aponta Abrasel</title>
<link>https://apareceu.com/nove-estados-estados-terao-lei-seca-no-segundo-turno-aponta-abrasel</link>
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<description><![CDATA[ Nove estados brasileiros terão restrições à venda de bebidas alcoólicas no segundo turno das eleições, neste domingo dia 25 de outubro, segundo levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, a Abrasel.

A lista inclui o Tocantins, onde a proibição será das zero hora do domingo às 5 horas da tarde em todo o estado.

Nos municípios de Peixe, Jaú, São Valério e Sucupira, a restrição começa às 6 horas da tarde de sábado e termina às 6 horas da tarde de domingo.

Em Rondônia, a medida vale apenas para municípios específicos.

Nos demais estados brasileiros, não há proibição estadual prevista, mas as regras podem variar conforme decisões das autoridades locais.
  0:51 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Nove, estados, estados, terão, lei, seca, segundo, turno, aponta, Abrasel</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nove estados brasileiros terão restrições à venda de bebidas alcoólicas no segundo turno das eleições, neste domingo dia 25 de outubro, segundo levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, a Abrasel.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706415&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706415&o=rss"></p>

<p>A lista inclui o Tocantins, onde a proibição será das zero hora do domingo às 5 horas da tarde em todo o estado.</p>

<p>Nos municípios de Peixe, Jaú, São Valério e Sucupira, a restrição começa às 6 horas da tarde de sábado e termina às 6 horas da tarde de domingo.</p>

<p>Em Rondônia, a medida vale apenas para municípios específicos.</p>

<p>Nos demais estados brasileiros, não há proibição estadual prevista, mas as regras podem variar conforme decisões das autoridades locais.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">0:51</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TSE determina que Meta e X divulguem relatórios sobre posts em redes</title>
<link>https://apareceu.com/tse-determina-que-meta-e-x-divulguem-relatorios-sobre-posts-em-redes</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-determina-que-meta-e-x-divulguem-relatorios-sobre-posts-em-redes</guid>
<description><![CDATA[ O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou, nessa sexta-feira, que Meta (dona do WhatsApp, Instagram e Facebook) e o X (antigo Twitter) apresentem, a cada seis horas, relatórios sobre o alcance das publicações do deputado federal Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais, e do influenciador Pablo Marçal.

O magistrado acolheu parcialmente pedidos da coligação composta pelo Partido dos Trabalhadores.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, a medida integra uma ação de investigação judicial eleitoral contra Nikolas, Marçal, o candidato à presidência Flávio Bolsonaro e seu vice, Alfredo Gaspar.

A coligação alega que o deputado e o influenciador teriam utilizado as redes sociais para favorecer a campanha de Flávio por meio de desinformação e possível tratamento privilegiado na distribuição das postagens.

Cueva determinou ainda que as plataformas priorizem a comunicação com a Justiça Eleitoral durante a véspera e o dia do segundo turno, que ocorre neste domingo, além de proibir intervenções destinadas a ampliar artificialmente o alcance dos perfis investigados.

O descumprimento das obrigações poderá gerar multa de R$ 500 mil por empresa e por infração comprovada.

O ministro também ordenou que a Meta impeça, a partir da meia-noite deste sábado, a recomendação automática a não seguidores de publicações de Nikolas e Marçal referentes às eleições.

Nikolas e Marçal também estão proibidos de divulgar materiais eleitorais que violem as regras sobre desinformação, manipulação de imagens e uso irregular de inteligência artificial. Para estes casos, a multa é de R$ 100 mil por publicação irregular.

Em menos de três semanas, o corregedor já havia determinado a retirada de pelo menos seis conteúdos relacionados aos investigados.

A decisão do corregedor-geral do TSE será submetida ao plenário do TSE.
  2:14 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, determina, que, Meta, divulguem, relatórios, sobre, posts, redes</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou, nessa sexta-feira, que Meta (dona do WhatsApp, Instagram e Facebook) e o X (antigo Twitter) apresentem, a cada seis horas, relatórios sobre o alcance das publicações do deputado federal Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais, e do influenciador Pablo Marçal.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706443&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706443&o=rss"></p>

<p>O magistrado acolheu parcialmente pedidos da coligação composta pelo Partido dos Trabalhadores.</p>

<p>Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, a medida integra uma ação de investigação judicial eleitoral contra Nikolas, Marçal, o candidato à presidência Flávio Bolsonaro e seu vice, Alfredo Gaspar.</p>

<p>A coligação alega que o deputado e o influenciador teriam utilizado as redes sociais para favorecer a campanha de Flávio por meio de desinformação e possível tratamento privilegiado na distribuição das postagens.</p>

<p>Cueva determinou ainda que as plataformas priorizem a comunicação com a Justiça Eleitoral durante a véspera e o dia do segundo turno, que ocorre neste domingo, além de proibir intervenções destinadas a ampliar artificialmente o alcance dos perfis investigados.</p>

<p>O descumprimento das obrigações poderá gerar multa de R$ 500 mil por empresa e por infração comprovada.</p>

<p>O ministro também ordenou que a Meta impeça, a partir da meia-noite deste sábado, a recomendação automática a não seguidores de publicações de Nikolas e Marçal referentes às eleições.</p>

<p>Nikolas e Marçal também estão proibidos de divulgar materiais eleitorais que violem as regras sobre desinformação, manipulação de imagens e uso irregular de inteligência artificial. Para estes casos, a multa é de R$ 100 mil por publicação irregular.</p>

<p>Em menos de três semanas, o corregedor já havia determinado a retirada de pelo menos seis conteúdos relacionados aos investigados.</p>

<p>A decisão do corregedor-geral do TSE será submetida ao plenário do TSE.</p>
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<title>Campanhas encerram atos e TREs fazem auditoria das urnas neste sábado</title>
<link>https://apareceu.com/campanhas-encerram-atos-e-tres-fazem-auditoria-das-urnas-neste-sabado</link>
<guid>https://apareceu.com/campanhas-encerram-atos-e-tres-fazem-auditoria-das-urnas-neste-sabado</guid>
<description><![CDATA[ Neste sábado, véspera do segundo turno das eleições gerais de 2026, as campanhas eleitorais têm até as 10 da noite para promover distribuição de material gráfico e realizar caminhadas, carreatas ou passeatas, acompanhadas ou não de carro de som.

Este também é o último dia para a Justiça Eleitoral confirmar a disponibilidade de serviços do transporte especial fornecido aos eleitores com deficiência ou com mobilidade reduzida, bem como as populações de territórios indígenas, comunidades quilombolas e demais comunidades tradicionais que necessitem de transporte para comparecer aos locais de votação.

Ainda neste sábado, os Tribunais Regionais Eleitorais realizam o sorteio de urnas eletrônicas para testes de integridade.

O objetivo é demonstrar o funcionamento da captação e da apuração dos votos nas urnas.

Essa auditoria acontece no mesmo dia e hora da votação, e é feita com a participação de representantes de partidos políticos, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Ministério Público, de demais entidades fiscalizadoras e de qualquer interessado.

A cerimônia é realizada em local público e de amplo acesso a qualquer cidadão, em todos os estados e no Distrito Federal.
  1:21 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Campanhas, encerram, atos, TREs, fazem, auditoria, das, urnas, neste, sábado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado, véspera do segundo turno das eleições gerais de 2026, as campanhas eleitorais têm até as 10 da noite para promover distribuição de material gráfico e realizar caminhadas, carreatas ou passeatas, acompanhadas ou não de carro de som.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706418&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706418&o=rss"></p>

<p>Este também é o último dia para a Justiça Eleitoral confirmar a disponibilidade de serviços do transporte especial fornecido aos eleitores com deficiência ou com mobilidade reduzida, bem como as populações de territórios indígenas, comunidades quilombolas e demais comunidades tradicionais que necessitem de transporte para comparecer aos locais de votação.</p>

<p>Ainda neste sábado, os Tribunais Regionais Eleitorais realizam o sorteio de urnas eletrônicas para testes de integridade.</p>

<p>O objetivo é demonstrar o funcionamento da captação e da apuração dos votos nas urnas.</p>

<p>Essa auditoria acontece no mesmo dia e hora da votação, e é feita com a participação de representantes de partidos políticos, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Ministério Público, de demais entidades fiscalizadoras e de qualquer interessado.</p>

<p>A cerimônia é realizada em local público e de amplo acesso a qualquer cidadão, em todos os estados e no Distrito Federal.</p>
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<item>
<title>TRE&#45;BA orienta eleitores sobre regras de votação no segundo turno</title>
<link>https://apareceu.com/tre-ba-orienta-eleitores-sobre-regras-de-votacao-no-segundo-turno</link>
<guid>https://apareceu.com/tre-ba-orienta-eleitores-sobre-regras-de-votacao-no-segundo-turno</guid>
<description><![CDATA[ Quem não votou no primeiro turno das eleições, pode e deve comparecer às urnas neste domingo, como reforça a secretária da Corregedoria do TRE Bahia, Maria do Socorro Carvalho.


&quot;Uma dúvida que sempre aparece é se o eleitor que não votou no primeiro turno, né, se ele pode votar no segundo turno. Sim, então ele pode, ele deve, na verdade, votar. O voto é obrigatório, né? Então, deixou de votar no primeiro turno, não precisa justificar de imediato, pode ir, então é uma dúvida frequente, né, recorrente aqui. A gente observa isso, bate no nosso cadastro, eleitor que deixou de votar em três eleições consecutivas, ele tem o título cancelado. Então por isso é importante que o eleitor não deixe de votar. Nós tivemos quase 20% de abstenção aqui na Bahia. Então, é, convocar os eleitores que compareçam. O voto é um direito e é um dever, é o momento que a gente exerce a nossa cidadania. É o momento que a gente escolhe nossos representantes que irão nos representar agora durante quatro anos&quot;, diz.


Outra dúvida é sobre a possibilidade de mudança nos locais de votação.


&quot;Aqui na Bahia, até hoje, nós não verificamos nenhuma alteração no local de votação em Salvador. Então é bom que o eleitorado de Salvador, ele fique tranquilo. Não tivemos nenhuma alteração. Nós tivemos alteração apenas em cinco seções eleitorais no interior do estado, nos municípios de Itanagra, Conceição do Almeida e Lagoa Real. Então essas zonas estão divulgando aos eleitores essa alteração que teve do primeiro para o segundo turno. O que é que o eleitor precisa mostrar quando ele for votar? Ele precisa mostrar um documento oficial com foto. Então, ele pode usar uma carteira de identidade, uma carteira de habilitação, uma carteira do trabalho, e o e-Título, que é o nosso documento oficial virtual. Então, aquelas pessoas que fizeram a biometria, têm a foto no aplicativo. Então, essas pessoas podem sim usar o e-Título como documento de identificação na hora de votar. Então, ele precisa consultar o seu local de votação, saber qual é a sua seção eleitoral. No título, a gente tem a seção eleitoral, por isso que é interessante que ele leve o título, ou se ele não tem o título, que ele consulte e leve anotada a sua seção eleitoral&quot;, explica.


Além de conferir o local de votação, o eleitor também pode ajudar a fiscalizar o processo eleitoral e estar atento ao que pode e o que não pode fazer no dia do pleito.


&quot;Então, ele pode fazer a propaganda eleitoral individual e silenciosa. Pode ir com um boné, com uma camisa, né, com um boton, mas ele não pode se reunir com outros eleitores, falar, fazer propaganda, né, verbalizar o voto dele, ele não pode. Então, é importante que ele siga essas regras. Distribuir santinho é crime eleitoral boca de urna, né? Então a pessoa pode ser penalizada&quot;, completa.


Para consultar o local de votação, o eleitor pode acessar o site tre.ba.jus.br ou utilizar o aplicativo e-Título.

Para denunciar propaganda eleitoral irregular, basta baixar gratuitamente o aplicativo Pardal.

Já as denúncias de crimes eleitorais podem ser encaminhadas ao Ministério Público Eleitoral ou às autoridades policiais.
  3:04 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TRE-BA, orienta, eleitores, sobre, regras, votação, segundo, turno</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não votou no primeiro turno das eleições, pode e deve comparecer às urnas neste domingo, como reforça a secretária da Corregedoria do TRE Bahia, Maria do Socorro Carvalho.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706417&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706417&o=rss"></p>

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<p>"Uma dúvida que sempre aparece é se o eleitor que não votou no primeiro turno, né, se ele pode votar no segundo turno. Sim, então ele pode, ele deve, na verdade, votar. O voto é obrigatório, né? Então, deixou de votar no primeiro turno, não precisa justificar de imediato, pode ir, então é uma dúvida frequente, né, recorrente aqui. A gente observa isso, bate no nosso cadastro, eleitor que deixou de votar em três eleições consecutivas, ele tem o título cancelado. Então por isso é importante que o eleitor não deixe de votar. Nós tivemos quase 20% de abstenção aqui na Bahia. Então, é, convocar os eleitores que compareçam. O voto é um direito e é um dever, é o momento que a gente exerce a nossa cidadania. É o momento que a gente escolhe nossos representantes que irão nos representar agora durante quatro anos", diz.</p>
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<p>Outra dúvida é sobre a possibilidade de mudança nos locais de votação.</p>

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<p>"Aqui na Bahia, até hoje, nós não verificamos nenhuma alteração no local de votação em Salvador. Então é bom que o eleitorado de Salvador, ele fique tranquilo. Não tivemos nenhuma alteração. Nós tivemos alteração apenas em cinco seções eleitorais no interior do estado, nos municípios de Itanagra, Conceição do Almeida e Lagoa Real. Então essas zonas estão divulgando aos eleitores essa alteração que teve do primeiro para o segundo turno. O que é que o eleitor precisa mostrar quando ele for votar? Ele precisa mostrar um documento oficial com foto. Então, ele pode usar uma carteira de identidade, uma carteira de habilitação, uma carteira do trabalho, e o e-Título, que é o nosso documento oficial virtual. Então, aquelas pessoas que fizeram a biometria, têm a foto no aplicativo. Então, essas pessoas podem sim usar o e-Título como documento de identificação na hora de votar. Então, ele precisa consultar o seu local de votação, saber qual é a sua seção eleitoral. No título, a gente tem a seção eleitoral, por isso que é interessante que ele leve o título, ou se ele não tem o título, que ele consulte e leve anotada a sua seção eleitoral", explica.</p>
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<p>Além de conferir o local de votação, o eleitor também pode ajudar a fiscalizar o processo eleitoral e estar atento ao que pode e o que não pode fazer no dia do pleito.</p>

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<p>"Então, ele pode fazer a propaganda eleitoral individual e silenciosa. Pode ir com um boné, com uma camisa, né, com um boton, mas ele não pode se reunir com outros eleitores, falar, fazer propaganda, né, verbalizar o voto dele, ele não pode. Então, é importante que ele siga essas regras. Distribuir santinho é crime eleitoral boca de urna, né? Então a pessoa pode ser penalizada", completa.</p>
</blockquote>

<p>Para consultar o local de votação, o eleitor pode acessar o site tre.ba.jus.br ou utilizar o aplicativo e-Título.</p>

<p>Para denunciar propaganda eleitoral irregular, basta baixar gratuitamente o aplicativo Pardal.</p>

<p>Já as denúncias de crimes eleitorais podem ser encaminhadas ao Ministério Público Eleitoral ou às autoridades policiais.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:04</span>]]> </content:encoded>
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<title>Lula e Flávio Bolsonaro fazem campanha no Nordeste e em São Paulo</title>
<link>https://apareceu.com/lula-e-flavio-bolsonaro-fazem-campanha-no-nordeste-e-em-sao-paulo</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-e-flavio-bolsonaro-fazem-campanha-no-nordeste-e-em-sao-paulo</guid>
<description><![CDATA[ Confira a agenda dos candidatos à presidência da República nesta terça-feira (20). Eles realizaram atividades de campanha em São Paulo e no Nordeste.

O Lula, do PT, participou, pela manhã, de uma caminhada em São Luís, no Maranhão. O candidato disse que pretende universalizar o programa Pé de Meia e criar a versão dele para estudantes universitários. Lula afirmou que ninguém mais vai deixar de estudar por falta de dinheiro.

Na parte da tarde, o candidato realizou uma nova caminhada nas cidades vizinhas de Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco.

Flávio Bolsonaro, do PL, participou de um encontro com aliados e influenciadores digitais para orientar a campanha na internet. O candidato ainda afirmou que pretende governar ouvindo as pessoas que entendem mais do que ele sobre diversas áreas para propor soluções para o país.

O segundo turno das eleições ocorre no domingo, dia 25 de outubro, daqui a cinco dias.
  1:02 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, Flávio, Bolsonaro, fazem, campanha, Nordeste, São, Paulo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Confira a agenda dos candidatos à presidência da República nesta terça-feira (20). Eles realizaram atividades de campanha em São Paulo e no Nordeste.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705997&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705997&o=rss"></p>

<p>O <strong>Lula, do PT</strong>, participou, pela manhã, de uma caminhada em São Luís, no Maranhão. O candidato disse que pretende universalizar o programa Pé de Meia e criar a versão dele para estudantes universitários. Lula afirmou que ninguém mais vai deixar de estudar por falta de dinheiro.</p>

<p>Na parte da tarde, o candidato realizou uma nova caminhada nas cidades vizinhas de Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco.</p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, participou de um encontro com aliados e influenciadores digitais para orientar a campanha na internet. O candidato ainda afirmou que pretende governar ouvindo as pessoas que entendem mais do que ele sobre diversas áreas para propor soluções para o país.</p>

<p>O segundo turno das eleições ocorre no domingo, dia 25 de outubro, daqui a cinco dias.</p>
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<title>Confira agenda dos candidatos à Presidência da República nesta quarta</title>
<link>https://apareceu.com/confira-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-da-republica-nesta-quarta</link>
<guid>https://apareceu.com/confira-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-da-republica-nesta-quarta</guid>
<description><![CDATA[ Na agenda dos candidatos à Presidência da República, temos: Flávio Bolsonaro, do PL, em Guarulhos (SP), participa de evento com o governador Tarcísio de Freitas, depois segue para Fortaleza, onde à noite estará no Bloco do 22, evento que vai ocorrer ao lado da Arena Castelão.

Lula, do PT, leva o Brasil Pronto Para Mais a Belo Horizonte. Embarca para Minas nesta tarde, depois de ter participado no Palácio do Planalto, como presidente da República, de cerimônia de sanção da proposta que trata do MEI, o novo teto para os microempreendedores individuais que será de R$ 140 mil e perdão de dívidas federais. Além disso, encaminhou ao Congresso a proposta de tarifa zero de ônibus aos finais de semana.

Nessa terça-feira, os dois candidatos tiveram eventos. Flávio Bolsonaro em Goiânia, onde recebeu o apoio de vários cantores sertanejos, e Lula participou de caminhada em Juazeiro (BA) e em Petrolina (PE).

Esta terça-feira também foi o dia em que Lula autorizou o Tribunal Superior Eleitoral a quebrar o sigilo telefônico e bancário dele, da esposa Janja e dos cinco filhos, e fez o mesmo desafio a Flávio Bolsonaro, que até o momento não respondeu. O ministro André Mendonça é o relator desse pedido no Tribunal Superior Eleitoral.
  1:31 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Confira, agenda, dos, candidatos, Presidência, República, nesta, quarta</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na agenda dos candidatos à Presidência da República, temos: Flávio Bolsonaro, do PL, em Guarulhos (SP), participa de evento com o governador Tarcísio de Freitas, depois segue para Fortaleza, onde à noite estará no Bloco do 22, evento que vai ocorrer ao lado da Arena Castelão.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706040&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706040&o=rss"></p>

<p>Lula, do PT, leva o Brasil Pronto Para Mais a Belo Horizonte. Embarca para Minas nesta tarde, depois de ter participado no Palácio do Planalto, como presidente da República, de cerimônia de sanção da proposta que trata do MEI, o novo teto para os microempreendedores individuais que será de R$ 140 mil e perdão de dívidas federais. Além disso, encaminhou ao Congresso a proposta de tarifa zero de ônibus aos finais de semana.</p>

<p>Nessa terça-feira, os dois candidatos tiveram eventos. Flávio Bolsonaro em Goiânia, onde recebeu o apoio de vários cantores sertanejos, e Lula participou de caminhada em Juazeiro (BA) e em Petrolina (PE).</p>

<p>Esta terça-feira também foi o dia em que Lula autorizou o Tribunal Superior Eleitoral a quebrar o sigilo telefônico e bancário dele, da esposa Janja e dos cinco filhos, e fez o mesmo desafio a Flávio Bolsonaro, que até o momento não respondeu. O ministro André Mendonça é o relator desse pedido no Tribunal Superior Eleitoral.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:31</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Governo envia proposta que zera tarifa do transporte ao Congresso</title>
<link>https://apareceu.com/governo-envia-proposta-que-zera-tarifa-do-transporte-ao-congresso</link>
<guid>https://apareceu.com/governo-envia-proposta-que-zera-tarifa-do-transporte-ao-congresso</guid>
<description><![CDATA[ A proposta que prevê transporte coletivo de graça nos fins de semana em todo o país foi enviada nesta quarta-feira (21) ao Congresso pelo Governo Federal. O presidente Lula disse esperar que a medida seja votada ainda este ano.  


“Os parlamentares, mesmo aqueles que não gostam de nós, que são da oposição, irão de convir que, é melhor pegar uma parte da emenda e fazer com o que povo tenha um pouco de respeito e dignidade, do que ficar gastando o dinheiro da forma que ele bem entende. E eu espero que a gente vote ainda este ano, para não deixar as coisas pra depois”.   


A declaração foi dada durante a assinatura do texto da PEC, Proposta de Emenda à Constituição, no Palácio do Planalto, em Brasília, que destina parte das emendas parlamentares para arcar com os custos. Segundo Lula, é uma forma de permitir que os trabalhadores aproveitem melhor os dias de folga, depois do fim da escala de trabalho 6x1.   

“O fim da escala 6x1 está garantindo à sociedade brasileira dois dias de descanso no final de semana. É justo que a gente faça com o que o transporte seja gratuito no final de semana e feriado, para que essas pessoas, ao terem tempo pra descansar, possam visitar um parente, possa visitar um grupo de amigos, e também receber as visitas. E, muitas vezes, as pessoas ficam em casa no domingo, não conseguem sair de casa, porque não têm o dinheiro da condução”.

Também no evento, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti explicou que pelo menos 26,8% das verbas obrigatórias enviadas ao Congresso – as chamadas emendas impositivas individuais e de bancada – serão destinadas ao custeio da gratuidade.  


“Destinar a parcela, das emendas impositivas que estão no orçamento, para o transporte coletivo, para a tarifa zero, especialmente aos fins de semana e feriados. A proposta é que um percentual das emendas seja canalizado automaticamente pro custeio desse serviço. E, com muito respeito ao Congresso Nacional, com diálogo, é uma qualificação, é dar qualidade às emendas parlamentares”.  


De acordo com o governo, o Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2027 prevê mais de R$ 44 bilhões em emendas parlamentares de execução obrigatória. Pela PEC, cerca de R$ 12 bilhões seriam para custear a gratuidade do transporte público.  

Por ser uma PEC, o texto precisa ser analisado pela Câmara e pelo Senado, com votação em dois turnos em cada casa. Na Câmara, a medida precisa do apoio de pelo menos 308 dos 513 deputados em cada tuno e, no Senado, de 49 dos 81 senadores. 
  2:38 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Governo, envia, proposta, que, zera, tarifa, transporte, Congresso</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta que prevê transporte coletivo de graça nos fins de semana em todo o país foi enviada nesta quarta-feira (21) ao Congresso pelo Governo Federal. O presidente Lula disse esperar que a medida seja votada ainda este ano.  <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706112&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706112&o=rss"></p>

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<p>“Os parlamentares, mesmo aqueles que não gostam de nós, que são da oposição, irão de convir que, é melhor pegar uma parte da emenda e fazer com o que povo tenha um pouco de respeito e dignidade, do que ficar gastando o dinheiro da forma que ele bem entende. E eu espero que a gente vote ainda este ano, para não deixar as coisas pra depois”.   </p>
</blockquote>

<p>A declaração foi dada durante a assinatura do texto da PEC, Proposta de Emenda à Constituição, no Palácio do Planalto, em Brasília, que destina parte das emendas parlamentares para arcar com os custos. Segundo Lula, é uma forma de permitir que os trabalhadores aproveitem melhor os dias de folga, depois do fim da escala de trabalho 6x1.   </p>

<p><em>“O fim da escala 6x1 está garantindo à sociedade brasileira dois dias de descanso no final de semana. É justo que a gente faça com o que o transporte seja gratuito no final de semana e feriado, para que essas pessoas, ao terem tempo pra descansar, possam visitar um parente, possa visitar um grupo de amigos, e também receber as visitas. E, muitas vezes, as pessoas ficam em casa no domingo, não conseguem sair de casa, porque não têm o dinheiro da condução”.</em></p>

<p>Também no evento, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti explicou que pelo menos 26,8% das verbas obrigatórias enviadas ao Congresso – as chamadas emendas impositivas individuais e de bancada – serão destinadas ao custeio da gratuidade.  </p>

<blockquote>
<p>“Destinar a parcela, das emendas impositivas que estão no orçamento, para o transporte coletivo, para a tarifa zero, especialmente aos fins de semana e feriados. A proposta é que um percentual das emendas seja canalizado automaticamente pro custeio desse serviço. E, com muito respeito ao Congresso Nacional, com diálogo, é uma qualificação, é dar qualidade às emendas parlamentares”.  </p>
</blockquote>

<p>De acordo com o governo, o Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2027 prevê mais de R$ 44 bilhões em emendas parlamentares de execução obrigatória. Pela PEC, cerca de R$ 12 bilhões seriam para custear a gratuidade do transporte público.  </p>

<p>Por ser uma PEC, o texto precisa ser analisado pela Câmara e pelo Senado, com votação em dois turnos em cada casa. Na Câmara, a medida precisa do apoio de pelo menos 308 dos 513 deputados em cada tuno e, no Senado, de 49 dos 81 senadores. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:38</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>916 mil brasileiros no exterior podem votar no 2º turno</title>
<link>https://apareceu.com/916-mil-brasileiros-no-exterior-podem-votar-no-2o-turno</link>
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<description><![CDATA[ Assim como no primeiro turno, mais de 916 mil eleitores brasileiros fora do país seguem aptos para ir às urnas no segundo turno, em 102 países. O número equivale a 0,5% do total de aptos no Brasil, que passa dos 158 milhões.

O total de aptos lá fora para estas eleições é bem maior do que o de 2022, quando havia menos de 800 mil pessoas que podiam votar no exterior. Mesmo com aumento este ano, o índice de abstenção é considerado alto: segundo os dados do TRE do Distrito Federal (responsável pelas urnas fora do Brasil), mais de 500 mil eleitores não foram votar lá fora, o equivalente a 62%. Para se ter uma ideia, aqui no Brasil a abstenção foi de 21%.

Os Estados Unidos têm o maior eleitorado brasileiro no exterior. Por lá, a abstenção foi de 71%. Portugal é o segundo país com mais eleitores brasileiros e a abstenção foi de 61%. O terceiro em número de eleitores do Brasil é o Japão, onde 58% não foram às urnas no primeiro turno.

Além disso, mais de 10 mil que foram votar optaram pelo voto branco ou nulo: foram pouco mais de 3% dos eleitores brasileiros fora do país. Essas pessoas podem votar somente para os cargos de presidente e vice-presidente da República. E neste ano, a Justiça Eleitoral instalou 1.310 seções eleitorais em 146 cidades estrangeiras.

No perfil dos mais de 916 mil eleitores fora do Brasil, 57% são mulheres e 43% homens. E a maior parte tem entre 40 e 44 anos.

A maior parte das seções de votação funciona em consulados e embaixadas brasileiras, mas também podem ser instaladas em hotéis, escolas e outros espaços. Quem vai estar fora do país no domingo, mas vota aqui no Brasil, precisa justificar em qualquer zona eleitoral no exterior ou pelo aplicativo e-Título.
  2:15 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como no primeiro turno, mais de 916 mil eleitores brasileiros fora do país seguem aptos para ir às urnas no segundo turno, em 102 países. O número equivale a 0,5% do total de aptos no Brasil, que passa dos 158 milhões.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706077&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706077&o=rss"></p>

<p>O total de aptos lá fora para estas eleições é bem maior do que o de 2022, quando havia menos de 800 mil pessoas que podiam votar no exterior. Mesmo com aumento este ano, o índice de abstenção é considerado alto: segundo os dados do TRE do Distrito Federal (responsável pelas urnas fora do Brasil), mais de 500 mil eleitores não foram votar lá fora, o equivalente a 62%. Para se ter uma ideia, aqui no Brasil a abstenção foi de 21%.</p>

<p>Os Estados Unidos têm o maior eleitorado brasileiro no exterior. Por lá, a abstenção foi de 71%. Portugal é o segundo país com mais eleitores brasileiros e a abstenção foi de 61%. O terceiro em número de eleitores do Brasil é o Japão, onde 58% não foram às urnas no primeiro turno.</p>

<p>Além disso, mais de 10 mil que foram votar optaram pelo voto branco ou nulo: foram pouco mais de 3% dos eleitores brasileiros fora do país. Essas pessoas podem votar somente para os cargos de presidente e vice-presidente da República. E neste ano, a Justiça Eleitoral instalou 1.310 seções eleitorais em 146 cidades estrangeiras.</p>

<p><strong>No perfil dos mais de 916 mil eleitores fora do Brasil, 57% são mulheres e 43% homens. E a maior parte tem entre 40 e 44 anos.</strong></p>

<p>A maior parte das seções de votação funciona em consulados e embaixadas brasileiras, mas também podem ser instaladas em hotéis, escolas e outros espaços. Quem vai estar fora do país no domingo, mas vota aqui no Brasil, precisa justificar em qualquer zona eleitoral no exterior ou pelo aplicativo e-Título.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:15</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Lei que perdoa dívidas de MEIs é sancionada</title>
<link>https://apareceu.com/lei-que-perdoa-dividas-de-meis-e-sancionada</link>
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<description><![CDATA[ O Prospera MEI, pacote anunciado na semana passada pelo governo federal, agora é lei. Aprovadas no Congresso, as iniciativas voltadas para mais de 17 milhões de Microempreendedores Individuais foram sancionadas pelo presidente Lula nesta quarta-feira (21), no Palácio do Planalto.  

Entre as medidas está o perdão a todas as dívidas acumuladas com o governo federal, o que passa a valer em primeiro de janeiro de 2027. Segundo o Presidente Lula, cerca de 4 milhões de MEIs vão sair da lista de devedores da União. 


&quot;O governo tem uma dívida ativa que chega a quase 18 bilhões de reais. Essas pessoas estão com o nome sujo no Serasa, essas pessoas nao conseguem mais financiamento e é um dinheiro que a gente sabia que a gente não ia receber. Mas fica aquele peso nas costas das pessoas. Então nós resolvemos assumir a responsabilidade dessa dívida e perdoar os devedores que são 4 milhões de pessoas que vão ficar com o nome limpo&quot;. 


Também houve mudança no valor máximo do faturamento anual para ser considerado MEI. Dos atuais R$ 81 mil, o teto vai subir para R$ 110 mil no ano que vem, e depois para R$ 140 mil. É o que explica o ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira.  


&quot;Um aumento de mais de 70%. Significa, para todos esses empreendodores e empreendoras, aceitar mais encomenda, ampliar a produção, comprar ferramentas, aumentar a renda e contratar mais. Hoje nós estamos permitindo a possiblidade que os MEIs contratem um funcionário a mais&quot;.


Segundo o governo, com o aumento do teto, as microempresas do Simples Nacional que faturam dentro do novo limite, vão poder voltar a ser MEIs. O pacote também prevê o aumento de licitações exclusivas para MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte. Com isso, o limite das licitações exclusivas sobe de R$ 80 mil para mais de R$ 130 mil.
  1:50 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Prospera MEI</strong>, pacote anunciado na semana passada pelo governo federal, <strong>agora é lei</strong>. Aprovadas no Congresso, as iniciativas voltadas para mais de 17 milhões de Microempreendedores Individuais foram sancionadas pelo presidente Lula nesta quarta-feira (21), no Palácio do Planalto.  <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706116&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706116&o=rss"></p>

<p>Entre as medidas está o <strong>perdão a todas as dívidas acumuladas com o governo federal</strong>, o que passa a valer em primeiro de janeiro de 2027. Segundo o Presidente Lula, cerca de 4 milhões de MEIs vão sair da lista de devedores da União. </p>

<blockquote>
<p>"O governo tem uma dívida ativa que chega a quase 18 bilhões de reais. Essas pessoas estão com o nome sujo no Serasa, essas pessoas nao conseguem mais financiamento e é um dinheiro que a gente sabia que a gente não ia receber. Mas fica aquele peso nas costas das pessoas. Então nós resolvemos assumir a responsabilidade dessa dívida e perdoar os devedores que são 4 milhões de pessoas que vão ficar com o nome limpo". </p>
</blockquote>

<p>Também houve <strong>mudança no valor máximo do faturamento anual para ser considerado MEI</strong>. Dos atuais R$ 81 mil, o teto vai subir para R$ 110 mil no ano que vem, e depois para R$ 140 mil. É o que explica o ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira.  </p>

<blockquote>
<p>"Um aumento de mais de 70%. Significa, para todos esses empreendodores e empreendoras, aceitar mais encomenda, ampliar a produção, comprar ferramentas, aumentar a renda e contratar mais. Hoje nós estamos permitindo a possiblidade que os MEIs contratem um funcionário a mais".</p>
</blockquote>

<p>Segundo o governo, com o aumento do teto, as microempresas do Simples Nacional que faturam dentro do novo limite, vão poder voltar a ser MEIs. O pacote também prevê o <strong>aumento de licitações exclusivas</strong> para MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte. Com isso, o limite das licitações exclusivas sobe de R$ 80 mil para mais de R$ 130 mil.</p>
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<title>Moradores da Maré relatam dificuldades para votar no primeiro turno</title>
<link>https://apareceu.com/moradores-da-mare-relatam-dificuldades-para-votar-no-primeiro-turno</link>
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<description><![CDATA[ Moradores do Complexo da Maré, conjunto de comunidades na zona norte do Rio de Janeiro, enfrentaram dificuldades para votar no primeiro turno das eleições gerais, em 4 de outubro. Cerca de 17 mil eleitores tiveram o local de votação alterado neste ano, em relação ao pleito de 2024.

Foi o caso de Rejane Barcelos, moradora da Vila do João. Ela costumava votar perto de casa, mas foi direcionada neste ano para uma igreja em outro bairro.


&quot;Eu votava numa escola perto da minha casa, e aí, quando eu fui ver, que eu fui conferir, falaram que tinham tirado as zonas eleitorais lá da Vila do João, que tinha mudado lá para a Igreja de Nossa Senhora de Bonsucesso. Eu nunca tinha ido nessa igreja. E lá não passa ônibus perto, não passa nada perto. Ainda bem que eu tinha um dinheirinho para poder pedir um Uber.&quot;


A alteração do local de votação este ano foi decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), com o objetivo de retirar as seções eleitorais de áreas consideradas de alto risco ou dominadas pelo crime organizado. Segundo o TRE, os novos locais de votação ficam fora de áreas controladas pelo tráfico de drogas ou por milícias, afastados de territórios dominados por facções rivais e o mais próximo possível de cada local de votação substituído.

No estado, 72 locais de votação foram alterados em relação a 2024 por questões de segurança. As mudanças ocorreram em 20 cidades, incluindo a capital. A medida afeta cerca de 202 mil eleitores.

Em relação ao local de votação do primeiro turno das eleições 2026, o Rio de Janeiro terá alteração em apenas um endereço: no bairro de Brás de Pina, na zona norte da capital fluminense (seções 123, 124, 125, 126 e 127 da 188ª zona eleitoral), informou o TRE.

Abstenção

De acordo com levantamento feito pela Agência Brasil com base nos boletins de urna, que mostram o total de votos de cada urna eletrônica, a abstenção nas 41 seções eleitorais da Maré que tiveram o endereço transferido chegou a cerca de 31%, superando os aproximadamente 21% da média nacional.

O estudo &quot;Como vota a Maré&quot;, elaborado pela organização não governamental Redes da Maré, afirma que os dados não permitem estabelecer uma relação causal direta entre a mudança dos locais e a abstenção, especialmente porque houve crescimento do eleitorado, “mas reforçam a preocupação com as barreiras de acesso produzidas pelos deslocamentos para fora do território”. No domingo do primeiro turno, o TRE não relacionou o aumento da abstenção à mudança de local de votação.

Segundo o levantamento da Redes da Maré, a abstenção deste ano foi maior que a de 2024 (28%), quando o conjunto de comunidades também tinha passado por mudança massiva de locais de votação. Nas contas da ONG, em quatro anos, 50% dos eleitores tiveram novos pontos de exercício do voto. Para a instituição, o impacto dessas mudanças envolve, principalmente, questões de acessibilidade e mobilidade urbana, pois altera rotas de deslocamento entre residências e seções eleitorais, em especial de eleitores que antes votavam dentro da Maré.

Mobilização

Para orientar moradores e tentar reduzir a abstenção no conjunto de comunidades, a Redes da Maré realiza até sexta-feira (23) a mobilização &quot;Esquinas por Direitos&quot;, conversando com os moradores sobre o direito ao voto, explica a analista de Incidência Política da Redes da Maré, Lia Manso:


&quot;O trabalho da Redes da Maré, nesse momento, é estar nas ruas, é trazer a dinâmica do debate sobre o voto, do debate sobre a participação e a importância da participação democrática exercendo o direito ao voto, dizendo que o nosso voto importa. Não só porque é um direito individual, mas porque é um direito individual que impacta coletivamente o território e a vida de todas nós. Então, por isso que a gente achou esse lugar de convergência, que são as ruas, que são as esquinas, para estar conversando e colocando para as pessoas também algumas perguntas para que elas tenham repertório e ferramentas para decidirem sobre o seu voto e sobre o direito e a expressão desse direito ao voto.&quot;


Os pontos exatos da ação podem ser consultados no perfil da Redes da Maré.

A ONG também divulga informações sobre o voto pelas redes sociais, o que inclui o esclarecimento de que quem não votou no primeiro turno pode votar normalmente no próximo domingo (25). O mesmo vale para quem ainda não tem a biometria cadastrada. Além disso, moradores trocam informações sobre o direito democrático por meio de aplicativos de mensagens.

*Com informações da Agência Brasil
  4:25 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Moradores do Complexo da Maré, conjunto de comunidades na zona norte do Rio de Janeiro, enfrentaram dificuldades para votar no primeiro turno das eleições gerais, em 4 de outubro. Cerca de 17 mil eleitores tiveram o local de votação alterado neste ano, em relação ao pleito de 2024.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706120&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706120&o=rss"></p>

<p>Foi o caso de <strong>Rejane Barcelos</strong>, moradora da Vila do João. Ela costumava votar perto de casa, mas foi direcionada neste ano para uma igreja em outro bairro.</p>

<blockquote>
<p>"Eu votava numa escola perto da minha casa, e aí, quando eu fui ver, que eu fui conferir, falaram que tinham tirado as zonas eleitorais lá da Vila do João, que tinha mudado lá para a Igreja de Nossa Senhora de Bonsucesso. Eu nunca tinha ido nessa igreja. E lá não passa ônibus perto, não passa nada perto. Ainda bem que eu tinha um dinheirinho para poder pedir um Uber."</p>
</blockquote>

<p>A alteração do local de votação este ano foi decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), com o objetivo de retirar as seções eleitorais de áreas consideradas de alto risco ou dominadas pelo crime organizado. <strong>Segundo o TRE, os novos locais de votação ficam fora de áreas controladas pelo tráfico de drogas ou por milícias, afastados de territórios dominados por facções rivais e o mais próximo possível de cada local de votação substituído.</strong></p>

<p>No estado, 72 locais de votação foram alterados em relação a 2024 por questões de segurança. As mudanças ocorreram em 20 cidades, incluindo a capital. A medida afeta cerca de 202 mil eleitores.</p>

<p>Em relação ao local de votação do primeiro turno das eleições 2026, o Rio de Janeiro terá alteração em apenas um endereço: no <strong>bairro de Brás de Pina, na zona norte da capital fluminense</strong> (seções 123, 124, 125, 126 e 127 da 188ª zona eleitoral), informou o TRE.</p>

<h3>Abstenção</h3>

<p>De acordo com levantamento feito pela Agência Brasil com base nos boletins de urna, que mostram o total de votos de cada urna eletrônica, a abstenção nas 41 seções eleitorais da Maré que tiveram o endereço transferido chegou a cerca de 31%, superando os aproximadamente 21% da média nacional.</p>

<p>O <strong>estudo "Como vota a Maré"</strong>, elaborado pela organização não governamental Redes da Maré, afirma que os dados não permitem estabelecer uma relação causal direta entre a mudança dos locais e a abstenção, especialmente porque houve crescimento do eleitorado, “mas reforçam a preocupação com as barreiras de acesso produzidas pelos deslocamentos para fora do território”. No domingo do primeiro turno, o TRE não relacionou o aumento da abstenção à mudança de local de votação.</p>

<p><strong>Segundo o levantamento da Redes da Maré, a abstenção deste ano foi maior que a de 2024 (28%), quando o conjunto de comunidades também tinha passado por mudança massiva de locais de votação.</strong> Nas contas da ONG, em quatro anos, 50% dos eleitores tiveram novos pontos de exercício do voto. Para a instituição, o impacto dessas mudanças envolve, principalmente, questões de acessibilidade e mobilidade urbana, pois altera rotas de deslocamento entre residências e seções eleitorais, em especial de eleitores que antes votavam dentro da Maré.</p>

<h3>Mobilização</h3>

<p>Para orientar moradores e tentar reduzir a abstenção no conjunto de comunidades, <strong>a Redes da Maré realiza até sexta-feira (23) a mobilização "Esquinas por Direitos"</strong>, conversando com os moradores sobre o direito ao voto, explica a analista de Incidência Política da Redes da Maré, <strong>Lia Manso</strong>:</p>

<blockquote>
<p>"O trabalho da Redes da Maré, nesse momento, é estar nas ruas, é trazer a dinâmica do debate sobre o voto, do debate sobre a participação e a importância da participação democrática exercendo o direito ao voto, dizendo que o nosso voto importa. Não só porque é um direito individual, mas porque é um direito individual que impacta coletivamente o território e a vida de todas nós. Então, por isso que a gente achou esse lugar de convergência, que são as ruas, que são as esquinas, para estar conversando e colocando para as pessoas também algumas perguntas para que elas tenham repertório e ferramentas para decidirem sobre o seu voto e sobre o direito e a expressão desse direito ao voto."</p>
</blockquote>

<p>Os pontos exatos da ação podem ser consultados no perfil da Redes da Maré.</p>

<p>A ONG também divulga informações sobre o voto pelas <a href="https://www.instagram.com/redesdamare/" target="_blank">redes sociais</a>, o que inclui o esclarecimento de que quem não votou no primeiro turno pode votar normalmente no próximo domingo (25). O mesmo vale para quem ainda não tem a biometria cadastrada. Além disso, moradores trocam informações sobre o direito democrático por meio de aplicativos de mensagens.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">4:25</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Termina hoje o prazo para realização de comícios e ações de campanha</title>
<link>https://apareceu.com/termina-hoje-o-prazo-para-realizacao-de-comicios-e-acoes-de-campanha</link>
<guid>https://apareceu.com/termina-hoje-o-prazo-para-realizacao-de-comicios-e-acoes-de-campanha</guid>
<description><![CDATA[ A três dias do segundo turno das eleições gerais, termina nesta quinta-feira (22) o prazo para que candidatos realizem comícios e atividades de campanha. Também é o último dia para a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet.

De quinta até as 24 horas depois do fim do pleito, ficam vedadas a publicação e a republicação de novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou tecnologia equivalente, que use imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.

Até o próximo sábado (24), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda poderá divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, em até dez minutos diários requisitados às emissoras de rádio e de televisão. Parte desse tempo pode ser cedido aos Tribunais Regionais Eleitorais.

No próximo domingo, 25 de outubro, os brasileiros deverão ir às urnas das oito da manhã às cinco horas da tarde, para eleger o próximo presidente da República.

Eleitores no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins definem ainda o próximo governador ou governadora. Nesses locais, a ordem de votação na urna é: governador e depois presidente.

Além disso, seis cidades brasileiras ainda terão eleições suplementares para prefeito. Nesses municípios, os eleitores votam primeiro em presidente, depois em prefeito.

O TSE recomenda consultar previamente o local de votação no site do Tribunal ou no aplicativo e-Título, e que os eleitores levem uma colinha com o número dos candidatos, anotados em papel. A gente lembra que é proibido entrar com celular na cabine de votação.
 
  1:41 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Termina, hoje, prazo, para, realização, comícios, ações, campanha</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A três dias do segundo turno das eleições gerais, <strong>termina nesta quinta-feira (22) o prazo para que candidatos realizem comícios e atividades de campanha. Também é o último dia para a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706160&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706160&o=rss"></p>

<p>De quinta até as 24 horas depois do fim do pleito, ficam vedadas a publicação e a republicação de <strong>novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou tecnologia equivalente</strong>, que use imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.</p>

<p>Até o próximo sábado (24), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda poderá divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, em até dez minutos diários requisitados às emissoras de rádio e de televisão. Parte desse tempo pode ser cedido aos Tribunais Regionais Eleitorais.</p>

<p>No próximo domingo, 25 de outubro, os brasileiros deverão ir às urnas das oito da manhã às cinco horas da tarde, para eleger o próximo presidente da República.</p>

<p><strong>Eleitores no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins definem ainda o próximo governador ou governadora</strong>. Nesses locais, a ordem de votação na urna é: governador e depois presidente.</p>

<p>Além disso, <strong>seis cidades brasileiras ainda terão eleições suplementares para prefeito</strong>. Nesses municípios, os eleitores votam primeiro em presidente, depois em prefeito.</p>

<p>O TSE recomenda consultar previamente o local de votação no site do Tribunal ou no aplicativo e-Título, e que os eleitores levem uma colinha com o número dos candidatos, anotados em papel. A gente lembra que é proibido entrar com celular na cabine de votação.<br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">1:41</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Lula aceita exigências de Flávio e marca troca de sigilos no TSE</title>
<link>https://apareceu.com/lula-aceita-exigencias-de-flavio-e-marca-troca-de-sigilos-no-tse</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-aceita-exigencias-de-flavio-e-marca-troca-de-sigilos-no-tse</guid>
<description><![CDATA[ Desafio da quebra dos sigilos bancário e telefônico. Lula propôs, 25 ainda no domingo, durante o debate na Band. No dia seguinte, oficializou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nessa quarta-feira, o adversário, Flávio Bolsonaro, disse que topava, mas apresentou algumas exigências. Que Lula aceitou.

Pra abrir o sigilo dele, da esposa, da mãe e do pai – o ex-presidente – e dos irmãos, além das empresas, especialmente a Alcazar Holdings, em que ele consta como “usuário master”, segundo o pedido de Lula, Flávio Bolsonaro fez quase 20 exigências: quer a quebra do sigilo de Marcola, o ex-chefe de gabinete do Lula, do filho do presidente, o Fábio Luís, da esposa dele e de empresas. Tem pedidos também do caso Master: ele quer o registro de visitas a Daniel Vorcaro na Polícia Federal (PF); sobre o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), os registros de visitas de Roberta Luchsinger no Planalto e no Alvorada; além de acesso aos gastos com cartão corporativo, registro de viagens da primeira-dama, e quer tudo assinado individualmente.

Em troca, Flavio autorizaria a abertura de seus sigilos e de empresas dos últimos 20 anos, inclusive de mensagens trocadas com Daniel Vorcaro. Só a Alcazar Holdings, que ele deixaria de fora porque disse que não é sócio nem administrador da empresa, que é do advogado e amigo de Flávio, Willer Tomaz.

O coordenador de campanha de Lula, Camilo Santana, disse que que topa todas as condições, desde que Flávio Bolsonaro faça o mesmo: abra o sigilo e mostre os dados telefônicos e bancários dele e dos familiares dos últimos oito anos. E marcou lugar e hora para apresentação dos pedidos: nesta quinta-feira, às 11h, no TSE. A coordenação de campanha de Lula disse que estará lá e que espera que a campanha de Bolsonaro também esteja, para cada um cumprir a sua parte.

De agenda de campanha, Lula permanece em Brasília gravando material, e Flávio Bolsonaro, também em Brasília, faz live nesta quinta-feira, 22. 
  2:21 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, aceita, exigências, Flávio, marca, troca, sigilos, TSE</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Desafio da quebra dos sigilos bancário e telefônico. Lula propôs, 25 ainda no domingo, durante o debate na Band. No dia seguinte, oficializou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nessa quarta-feira, o adversário, Flávio Bolsonaro, disse que topava, mas apresentou algumas exigências. Que Lula aceitou.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706157&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706157&o=rss"></p>

<p>Pra abrir o sigilo dele, da esposa, da mãe e do pai – o ex-presidente – e dos irmãos, além das empresas, especialmente a Alcazar Holdings, em que ele consta como “usuário master”, segundo o pedido de Lula, Flávio Bolsonaro fez quase 20 exigências: quer a quebra do sigilo de Marcola, o ex-chefe de gabinete do Lula, do filho do presidente, o Fábio Luís, da esposa dele e de empresas. Tem pedidos também do caso Master: ele quer o registro de visitas a Daniel Vorcaro na Polícia Federal (PF); sobre o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), os registros de visitas de Roberta Luchsinger no Planalto e no Alvorada; além de acesso aos gastos com cartão corporativo, registro de viagens da primeira-dama, e quer tudo assinado individualmente.</p>

<p>Em troca, Flavio autorizaria a abertura de seus sigilos e de empresas dos últimos 20 anos, inclusive de mensagens trocadas com Daniel Vorcaro. Só a Alcazar Holdings, que ele deixaria de fora porque disse que não é sócio nem administrador da empresa, que é do advogado e amigo de Flávio, Willer Tomaz.</p>

<p>O coordenador de campanha de Lula, Camilo Santana, disse que que topa todas as condições, desde que Flávio Bolsonaro faça o mesmo: abra o sigilo e mostre os dados telefônicos e bancários dele e dos familiares dos últimos oito anos. E marcou lugar e hora para apresentação dos pedidos: nesta quinta-feira, às 11h, no TSE. A coordenação de campanha de Lula disse que estará lá e que espera que a campanha de Bolsonaro também esteja, para cada um cumprir a sua parte.</p>

<p>De agenda de campanha, Lula permanece em Brasília gravando material, e Flávio Bolsonaro, também em Brasília, faz live nesta quinta-feira, 22. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:21</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Flávio Bolsonaro apresenta condições para abrir sigilos; Lula aceita</title>
<link>https://apareceu.com/flavio-bolsonaro-apresenta-condicoes-para-abrir-sigilos-lula-aceita</link>
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<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência da República realizaram atividades de campanha em diversos estados do país nesta quarta-feira (21).

Flávio Bolsonaro participou de evento em Guarulhos, em São Paulo, e em Fortaleza, no Ceará. O candidato do PL diz que aceita o desafio para abrir seu sigilo fiscal e telefônico proposto por Lula, mas apresentou uma lista de condições para fazê-lo. Ele pede a quebra dos sigilos bancários e fiscais de assessores e de empresas ligadas aos filhos de Lula, além da liberação das informações sobre despesas de gastos da presidência da República. Flavio Bolsonaro afirmou que não só vai aceitar o desafio, como vai levá-lo até as últimas consequências.

Já Lula participou de uma caminhada pelo centro de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O candidato do PT afirmou que aceitará a contraproposta de Flávio Bolsonaro. Nesta quarta, a coordenação da campanha de Lula afirmou que concorda com as condições impostas pelo seu adversário, contanto que Flávio Bolsonaro também cumpra as exigências e abra tudo o que foi pedido junto ao TSE.

Desafio

Lula fez o desafio a Flávio Bolsonaro durante o debate ocorrido no último domingo (18) e se comprometeu a abrir seu sigilo bancário e telefônico, desde que o adversário fizesse o mesmo. Nesta terça-feira (20), o petista apresentou um requerimento ao TSE autorizando a divulgação de seus dados e aguardando a posição do candidato do PL.
  1:36 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Flávio, Bolsonaro, apresenta, condições, para, abrir, sigilos, Lula, aceita</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República realizaram atividades de campanha em diversos estados do país nesta quarta-feira (21).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706147&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706147&o=rss"></p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro</strong> participou de evento em Guarulhos, em São Paulo, e em Fortaleza, no Ceará. O candidato do PL diz que aceita o desafio para abrir seu sigilo fiscal e telefônico proposto por Lula, mas apresentou uma lista de condições para fazê-lo. Ele pede a quebra dos sigilos bancários e fiscais de assessores e de empresas ligadas aos filhos de Lula, além da liberação das informações sobre despesas de gastos da presidência da República. Flavio Bolsonaro afirmou que não só vai aceitar o desafio, como vai levá-lo até as últimas consequências.</p>

<p>Já <strong>Lula</strong> participou de uma caminhada pelo centro de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O candidato do PT afirmou que aceitará a contraproposta de Flávio Bolsonaro. Nesta quarta, a coordenação da campanha de Lula afirmou que concorda com as condições impostas pelo seu adversário, contanto que Flávio Bolsonaro também cumpra as exigências e abra tudo o que foi pedido junto ao TSE.</p>

<h3>Desafio</h3>

<p>Lula fez o desafio a Flávio Bolsonaro durante o debate ocorrido no último domingo (18) e se comprometeu a abrir seu sigilo bancário e telefônico, desde que o adversário fizesse o mesmo. Nesta terça-feira (20), o petista apresentou um requerimento ao TSE autorizando a divulgação de seus dados e aguardando a posição do candidato do PL.</p>
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<item>
<title>Comitê da ONU mostra preocupação por atuação da Meta nas eleições</title>
<link>https://apareceu.com/comite-da-onu-mostra-preocupacao-por-atuacao-da-meta-nas-eleicoes</link>
<guid>https://apareceu.com/comite-da-onu-mostra-preocupacao-por-atuacao-da-meta-nas-eleicoes</guid>
<description><![CDATA[ Especialistas independentes da ONU, a Organização das Nações Unidas, manifestaram, nesta quarta-feira (21), preocupação com restrições à expressão política nas plataformas da Meta durante as eleições no Brasil. Eles cobraram ainda explicações e correções antes do segundo turno, no domingo. A empresa é dona do Facebook, Instagram, WhatsApp entre outros aplicativos

O alerta vem um dia depois de o Comitê de Supervisão, órgão independente criado pela própria companhia de mídia social, apontar falhas na proteção de eleições.

No caso brasileiro, o Comitê criticou a restrição às contas de anúncios do presidente Lula. A nota da ONU, que não cita nomes, fala em interrupção temporária da conta de campanha de um dos candidatos.

Os observadores da ONU relataram ainda diferenças de alcance e nos feeds dos usuários. Monitoramentos indicam que milhares de contas e publicações, inclusive de jornalistas e defensores de direitos humanos, foram suspensas ou perderam visibilidade. Há indícios, vindos também de funcionários da Meta, de que perfis de um dos lados da disputa foram mais afetados.

Mensagens internas da empresa que vieram a público na semana passada reconhecem prejuízos às contas de Lula, sem admitir interferência deliberada. A Meta nega favorecer qualquer candidato e atribui os episódios a falhas técnicas.

Recomendações

Os especialistas são profissionais independentes, nomeados pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU. Cada um cuida de um tema, como a liberdade de expressão ou a independência dos juízes. Trabalham de forma voluntária, ou seja, sem salário, e não são funcionários da organização. O que dizem não representa, necessariamente, a posição da ONU.

Eles não têm poder para obrigar a Meta a mudar as regras. Mas podem fazer alertas públicos e recomendar providências. Quem pode impor obrigações é a Justiça Eleitoral. Na semana passada, o TSE determinou que a empresa aplique as mesmas regras às duas campanhas até o fim do segundo turno, sob multa diária de R$ 500 mil.

Os especialistas da ONU cobram ainda que a Meta verifique se seus sistemas prejudicaram um dos lados da disputa e resolva as reclamações ainda durante a eleição. Segundo eles, uma correção depois da votação pode chegar tarde demais.

Nesta terça-feira, o Comitê de Supervisão da Meta também alertou que remoções indevidas de conteúdo político antes de uma eleição podem inibir a participação das pessoas, de forma irreversível, e cobrou que as ferramentas automáticas da Meta considerem idioma e contexto político.

Outro lado

Procurada pela reportagem, a Meta afirmou, por meio de um porta-voz, que os usuários podem se expressar livremente em seus aplicativos, sem tratamento preferencial a qualquer posicionamento político.

A empresa reconheceu que incidentes técnicos podem ocorrer, mas negou direcionamento político.

A Meta disse ainda que cumpre a legislação eleitoral brasileira e corrige rapidamente os erros além de garantir condições de igualdade entre os usuários.
  3:25 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comitê, ONU, mostra, preocupação, por, atuação, Meta, nas, eleições</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Especialistas independentes da ONU, a Organização das Nações Unidas, manifestaram, nesta quarta-feira (21), preocupação com <strong>restrições à expressão política nas plataformas da Meta durante as eleições no Brasil</strong>. Eles cobraram ainda <strong>explicações e correções antes do segundo turno</strong>, no domingo. A empresa é dona do <strong>Facebook, Instagram, WhatsApp </strong>entre outros aplicativos<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706142&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706142&o=rss"></p>

<p>O alerta vem um dia depois de o Comitê de Supervisão, órgão independente criado pela própria companhia de mídia social, apontar falhas na proteção de eleições.</p>

<p>No caso brasileiro, o Comitê criticou a <strong>restrição às contas de anúncios do presidente Lula</strong>. A nota da ONU, que não cita nomes, fala em interrupção temporária da conta de campanha de um dos candidatos.</p>

<p>Os observadores da ONU relataram ainda <strong>diferenças de alcance e nos feeds dos usuários</strong>. Monitoramentos indicam que milhares de contas e publicações, inclusive de jornalistas e defensores de direitos humanos, <strong>foram suspensas ou perderam visibilidade</strong>. Há indícios, vindos também de funcionários da Meta, de que perfis de um dos lados da disputa foram mais afetados.</p>

<p><strong>Mensagens internas da empresa que vieram a público na semana passada reconhecem prejuízos às contas de Lula, sem admitir interferência deliberada. A Meta nega favorecer qualquer candidato e atribui os episódios a falhas técnicas.</strong></p>

<h3>Recomendações</h3>

<p>Os especialistas são profissionais independentes, nomeados pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU. Cada um cuida de um tema, como a liberdade de expressão ou a independência dos juízes. Trabalham de forma voluntária, ou seja, sem salário, e não são funcionários da organização. O que dizem não representa, necessariamente, a posição da ONU.</p>

<p>Eles não têm poder para obrigar a Meta a mudar as regras. Mas podem fazer alertas públicos e recomendar providências. <strong>Quem pode impor obrigações é a Justiça Eleitoral</strong>. Na semana passada, o TSE determinou que a empresa aplique as mesmas regras às duas campanhas até o fim do segundo turno, sob multa diária de R$ 500 mil.</p>

<p>Os especialistas da ONU cobram ainda que a Meta verifique se seus sistemas prejudicaram um dos lados da disputa e resolva as reclamações ainda durante a eleição. Segundo eles, uma correção depois da votação pode chegar tarde demais.</p>

<p>Nesta terça-feira, o Comitê de Supervisão da Meta também alertou que remoções indevidas de conteúdo político antes de uma eleição podem inibir a participação das pessoas, de forma irreversível, e cobrou que as ferramentas automáticas da Meta considerem idioma e contexto político.</p>

<h3>Outro lado</h3>

<p>Procurada pela reportagem, a Meta afirmou, por meio de um porta-voz, que os usuários podem se expressar livremente em seus aplicativos, sem tratamento preferencial a qualquer posicionamento político.</p>

<p>A empresa reconheceu que incidentes técnicos podem ocorrer, mas negou direcionamento político.</p>

<p>A Meta disse ainda que cumpre a legislação eleitoral brasileira e corrige rapidamente os erros além de garantir condições de igualdade entre os usuários.</p>
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<title>Fim da escala 6X1 pauta agenda dos candidatos à Presidência</title>
<link>https://apareceu.com/fim-da-escala-6x1-pauta-agenda-dos-candidatos-a-presidencia</link>
<guid>https://apareceu.com/fim-da-escala-6x1-pauta-agenda-dos-candidatos-a-presidencia</guid>
<description><![CDATA[ Mais um dia de campanha para os candidados à presidência da República. Flávio Bolsonaro (PL) participou na manhã de sábado (17) de evento de campanha na Orla de Camburi, em Vitória (ES). A partir das 16h estará na orla de Salvador (BA), com concentração no Morro do Cristo.  

Amanhã, às 11h, cumpre agenda na Avenida Paulista, em São Paulo (SP). Nessa sexta (16), Flavio participou de uma sabatina na TV Globo. Entre os temas, o candidato falou sobre a mudança do voto em relação ao fim da escala 6x1.


&quot;eu sempre defendi mais liberdade para que os trabalhadores pudessem, inclusive, montar sua própria jornada de trabalho. Eu sou à favor de mais liberdade, portanto, isso também pressupõe o que a escola 6X1 seja extinta e uma outra acontecesse. Eu rodei o Brasil inteiro, eu ouvi muitos trabalhadores, eu votei conforme o que eu vi nas ruas. Como eu ouvi da grade maioria dos trabalhadores que eles estavam favoráveis  ao fim da escala 6X1. Eu resolvi seguir a vontade da maioria dos trabalhadores brasileiros. 


O candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não tem agenda de campanha neste sábado. Na sexta, em caminhada em Juiz de Fora (MG) em fala direcionada aos comerciantes, Lula afirmou que ninguém terá prejuízo com o fim da escala 6x1.


&quot;É muito importante que a gente não permita que haja nenhum retrocesso nesse país, sobretudo às nossas queridas e queridos comerciários e comerciárias, aos nossos empresários do comércio, ninguém vai ter prejuízo com o fim da escala 6X1. Quem vai ganhar é o Brasil, quem vai ganhar é o povo trabalhador, quem vai ganhar são as mulheres que vão ter dois dias para descansar e cuidar da família&quot;.


No domingo (18), às 20h, os dois candidatos à presidência participam de debate na TV Bandeirantes.
  1:59 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Fim, escala, 6X1, pauta, agenda, dos, candidatos, Presidência</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um dia de campanha para os candidados à presidência da República. Flávio Bolsonaro (PL) participou na manhã de sábado (17) de evento de campanha na Orla de Camburi, em Vitória (ES). A partir das 16h estará na orla de Salvador (BA), com concentração no Morro do Cristo.  <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705656&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705656&o=rss"></p>

<p>Amanhã, às 11h, cumpre agenda na Avenida Paulista, em São Paulo (SP). Nessa sexta (16), Flavio participou de uma sabatina na TV Globo. Entre os temas, o candidato falou sobre a mudança do voto em relação ao fim da escala 6x1.</p>

<blockquote>
<p>"eu sempre defendi mais liberdade para que os trabalhadores pudessem, inclusive, montar sua própria jornada de trabalho. Eu sou à favor de mais liberdade, portanto, isso também pressupõe o que a escola 6X1 seja extinta e uma outra acontecesse. Eu rodei o Brasil inteiro, eu ouvi muitos trabalhadores, eu votei conforme o que eu vi nas ruas. Como eu ouvi da grade maioria dos trabalhadores que eles estavam favoráveis  ao fim da escala 6X1. Eu resolvi seguir a vontade da maioria dos trabalhadores brasileiros. </p>
</blockquote>

<p>O candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não tem agenda de campanha neste sábado. Na sexta, em caminhada em Juiz de Fora (MG) em fala direcionada aos comerciantes, Lula afirmou que ninguém terá prejuízo com o fim da escala 6x1.</p>

<blockquote>
<p>"É muito importante que a gente não permita que haja nenhum retrocesso nesse país, sobretudo às nossas queridas e queridos comerciários e comerciárias, aos nossos empresários do comércio, ninguém vai ter prejuízo com o fim da escala 6X1. Quem vai ganhar é o Brasil, quem vai ganhar é o povo trabalhador, quem vai ganhar são as mulheres que vão ter dois dias para descansar e cuidar da família".</p>
</blockquote>

<p>No domingo (18), às 20h, os dois candidatos à presidência participam de debate na TV Bandeirantes.</p>
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<title>Abstenção de eleitores com mais de 70 anos cai 10 pontos percentuais</title>
<link>https://apareceu.com/abstencao-de-eleitores-com-mais-de-70-anos-cai-10-pontos-percentuais</link>
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<description><![CDATA[ A abstenção de eleitores com 70 anos ou mais, que não são mais obrigados a votar, caiu quase 10 pontos percentuais no primeiro turno das eleições. A informação é do Movimento Voto 70+, iniciativa apartidária da sociedade civil que defende a participação política dos idosos.

Segundo dados do TSE reunidos pelo movimento, o percentual de eleitores nessa faixa etária que não foram votar caiu de quase 60% em 2022 para cerca de 49% no primeiro turno deste ano. 

A queda ocorreu em um cenário de aumento desse eleitorado. Em 2022 eram quase 15 milhões de eleitores com 70+ e, neste ano, o grupo cresceu para mais de 17 milhões.

No eleitorado em geral, a abstenção em 2026 foi de cerca de 21%. Isso significa que 33 milhões de brasileiros aptos deixaram de votar.

Em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, a idealizadora do Movimento Voto 70+, Cléa Klouri, destacou as ações realizadas para incentivar a participação dos eleitores idosos. 


&quot;Uma das coisas que nós indentificamos é que tinha uma barreira física, as pessoas diziam: &#039;meu lugar de votação é longe!&#039;, &#039;eu vou ter que pegar muita condução para ir&#039;. Então, fizemos um movimento que era para as pessoas regularizarem o título: mudar o lugar de votação por um lugar mais acessível. Depois a gente fez um segundo movimento que foi &#039;O Brasil que os 70+ Sonham&#039; e nós estamos num terceiro movimento que se chama movimento. Continue se movimentando, mas não é só se movimentando fisicamente. Vá participar, vá votar, vá colocar a sua opinião. Os 70+  podem mudar o ponteiro dessa eleição&quot;.


Vovó vota

No segundo turno, o Movimento Voto 70+ também vai promover a campanha &quot;Vovó Vota&quot;. O objetivo é aproximar netas e avós durante as eleições e derrubar barreiras que contribuem para a abstenção feminina, como dificuldades de mobilidade, falta de redes de apoio e desestímulo da família.

Prova de vida

O comparecimento dos eleitores a partir dos 70 anos continua com um incentivo importante no segundo turno: o voto pode ser utilizado pelo INSS para a prova de vida automática de aposentados, pensionistas e beneficiários de programas assistenciais. A medida vale, inclusive, para quem não votou no primeiro turno em 2026.

E a gente lembra que, na hora de votar, os eleitores com 80 anos ou mais têm prioridade sobre todos os outros nas filas das seções.

* Com informações da Agência Brasil
  2:54 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Abstenção, eleitores, com, mais, anos, cai, pontos, percentuais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>abstenção</strong> de eleitores com 70 anos ou mais, que não são mais obrigados a votar, caiu quase 10 pontos percentuais no primeiro turno das eleições. A informação é do <strong>Movimento Voto 70+</strong>, iniciativa apartidária da sociedade civil que defende a <strong>participação política dos idosos</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705693&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705693&o=rss"></p>

<p>Segundo dados do TSE reunidos pelo movimento, <strong>o percentual de eleitores nessa faixa etária que não foram votar caiu de quase 60% em 2022 para cerca de 49% no primeiro turno deste ano</strong>. </p>

<p>A queda ocorreu em um cenário de aumento desse eleitorado. Em 2022 eram quase 15 milhões de eleitores com 70+ e, neste ano, o grupo cresceu para mais de 17 milhões.</p>

<p>No eleitorado em geral, a abstenção em 2026 foi de cerca de 21%. Isso significa que 33 milhões de brasileiros aptos deixaram de votar.</p>

<p>Em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, a idealizadora do Movimento Voto 70+, Cléa Klouri, destacou as ações realizadas para incentivar a participação dos eleitores idosos. </p>

<blockquote>
<p>"Uma das coisas que nós indentificamos é que tinha uma barreira física, as pessoas diziam: 'meu lugar de votação é longe!', 'eu vou ter que pegar muita condução para ir'. Então, fizemos um movimento que era para as pessoas regularizarem o título: mudar o lugar de votação por um lugar mais acessível. Depois a gente fez um segundo movimento que foi 'O Brasil que os 70+ Sonham' e nós estamos num terceiro movimento que se chama movimento. Continue se movimentando, mas não é só se movimentando fisicamente. Vá participar, vá votar, vá colocar a sua opinião. Os 70+  podem mudar o ponteiro dessa eleição".</p>
</blockquote>

<h3>Vovó vota</h3>

<p>No segundo turno, o Movimento Voto 70+ também vai promover a campanha "Vovó Vota". O objetivo é aproximar netas e avós durante as eleições e <strong>derrubar barreiras que contribuem para a abstenção feminina</strong>, como dificuldades de mobilidade, falta de redes de apoio e desestímulo da família.</p>

<h3>Prova de vida</h3>

<p>O comparecimento dos eleitores a partir dos 70 anos continua com um incentivo importante no segundo turno: o voto pode ser utilizado pelo INSS para a <strong>prova de vida automática de aposentados, pensionistas e beneficiários de programas assistenciais</strong>. A medida vale, inclusive, para quem não votou no primeiro turno em 2026.</p>

<p>E a gente lembra que, na hora de votar, os eleitores com 80 anos ou mais têm prioridade sobre todos os outros nas filas das seções.</p>

<h5>* Com informações da Agência Brasil</h5>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:54</span>]]> </content:encoded>
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<title>Eleições: cinco estados e o DF terão segundo turno para governador</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-cinco-estados-e-o-df-terao-segundo-turno-para-governador</link>
<guid>https://apareceu.com/eleicoes-cinco-estados-e-o-df-terao-segundo-turno-para-governador</guid>
<description><![CDATA[ Cinco estados e o Distrito Federal terão segundo turno para governador nas Eleições 2026.

No próximo domingo, dia 25, a disputa para o governo do estado continua no Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins, além do Distrito Federal.

Confira a seguir quem são os candidatos em cada localidade:

No Acre, vão disputar o segundo turno Mailza Assis, do Progressistas, e Alan Rick, do Republicanos.

No Amazonas, Omar Aziz, do PSD, e Professora Maria do Carmo, do PL.

No Distrito Federal, Celina Leão, do Progressistas, e Leandro Grass, do PT.

No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini, do Republicanos, e Ricardo Ferraço, do MDB.

No Rio Grande do Norte, Allyson, do União, e Cadu de Lula, do PT.

No Tocantins, Professora Dorinha, do União, e Vicente Júnior, do PSDB.

Nessas localidades, os eleitores e as eleitoras vão às urnas para a escolha de dois cargos: presidente e governador.

No restante do país, os brasileiros vão votar apenas para definir o próximo presidente da República. Os candidatos ao Palácio do Planalto são Flávio Bolsonaro, do PL, e Lula, do PT.

 
  1:26 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleições:, cinco, estados, terão, segundo, turno, para, governador</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco estados e o Distrito Federal terão segundo turno para governador nas Eleições 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705778&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705778&o=rss"></p>

<p>No próximo domingo, dia 25, a disputa para o governo do estado continua no Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins, além do Distrito Federal.</p>

<p>Confira a seguir quem são os candidatos em cada localidade:</p>

<p>No Acre, vão disputar o segundo turno Mailza Assis, do Progressistas, e Alan Rick, do Republicanos.</p>

<p>No Amazonas, Omar Aziz, do PSD, e Professora Maria do Carmo, do PL.</p>

<p>No Distrito Federal, Celina Leão, do Progressistas, e Leandro Grass, do PT.</p>

<p>No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini, do Republicanos, e Ricardo Ferraço, do MDB.</p>

<p>No Rio Grande do Norte, Allyson, do União, e Cadu de Lula, do PT.</p>

<p>No Tocantins, Professora Dorinha, do União, e Vicente Júnior, do PSDB.</p>

<p>Nessas localidades, os eleitores e as eleitoras vão às urnas para a escolha de dois cargos: presidente e governador.</p>

<p>No restante do país, os brasileiros vão votar apenas para definir o próximo presidente da República. Os candidatos ao Palácio do Planalto são Flávio Bolsonaro, do PL, e Lula, do PT.</p>

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</item>

<item>
<title>Eleições complementares: 7 cidades vão eleger prefeito e vice&#45;prefeito</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-complementares-7-cidades-vao-eleger-prefeito-e-vice-prefeito</link>
<guid>https://apareceu.com/eleicoes-complementares-7-cidades-vao-eleger-prefeito-e-vice-prefeito</guid>
<description><![CDATA[ Sete cidades do país irão às urnas no próximo domingo (25) para escolher, além do presidente da República, os prefeitos e vice-prefeitos que vão governar os municípios até o dia 31 de dezembro de 2028.

As eleições suplementares serão realizadas em Arroio do Sal, no Rio Grande do Sul; Santana do Itararé, no Paraná; Itaguaí, no Rio de Janeiro; Goiatins, no Tocantins; e em três cidades paulistas: Macedônia, Martinópolis e Narandiba.

No caso de Goiatins, além de presidente, prefeito e vice, os eleitores também irão escolher o governador. A votação será das oito da manhã às cinco da tarde.

Na maioria dos casos, as chapas eleitas em 2024 foram cassadas por motivos como abuso de poder político e econômico e compra de votos.

Em Itaguaí, a eleição suplementar ocorre porque a Justiça Eleitoral barrou a candidatura de Rubem Vieira de Souza, do Podemos, conhecido como Dr. Rubão, por entender que ele estaria concorrendo a um terceiro mandato consecutivo.

Em 2020, Dr. Rubão era presidente da Câmara Municipal e assumiu a prefeitura entre julho e o fim daquele ano, depois do afastamento do prefeito e do vice. Depois, foi eleito prefeito e comandou a cidade até o fim de 2024. Naquele ano, disputou novamente o cargo e recebeu a maioria dos votos, mas teve a candidatura barrada. A Justiça Eleitoral considerou que um novo mandato configuraria um terceiro período consecutivo à frente da prefeitura.
 
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleições, complementares:, cidades, vão, eleger, prefeito, vice-prefeito</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Sete cidades do país irão às urnas no próximo domingo (25) para escolher, além do presidente da República, <strong>os prefeitos e vice-prefeitos que vão governar os municípios até o dia 31 de dezembro de 2028.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705796&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705796&o=rss"></p>

<p>As eleições suplementares serão realizadas em Arroio do Sal, no Rio Grande do Sul; Santana do Itararé, no Paraná; Itaguaí, no Rio de Janeiro; Goiatins, no Tocantins; e em três cidades paulistas: Macedônia, Martinópolis e Narandiba.</p>

<p>No caso de Goiatins, além de presidente, prefeito e vice, os eleitores também irão escolher o governador. A votação será das oito da manhã às cinco da tarde.</p>

<p>Na maioria dos casos, <strong>as chapas eleitas em 2024 foram cassadas por motivos como abuso de poder político e econômico e compra de votos.</strong></p>

<p>Em Itaguaí, a eleição suplementar ocorre porque a Justiça Eleitoral barrou a candidatura de Rubem Vieira de Souza, do Podemos, conhecido como Dr. Rubão, por entender que ele estaria concorrendo a um terceiro mandato consecutivo.</p>

<p>Em 2020, Dr. Rubão era presidente da Câmara Municipal e assumiu a prefeitura entre julho e o fim daquele ano, depois do afastamento do prefeito e do vice. Depois, foi eleito prefeito e comandou a cidade até o fim de 2024. Naquele ano, disputou novamente o cargo e recebeu a maioria dos votos, mas teve a candidatura barrada. A Justiça Eleitoral considerou que um novo mandato configuraria um terceiro período consecutivo à frente da prefeitura.<br>
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</item>

<item>
<title>Lula e Flávio Bolsonaro cumprem agenda nesta segunda&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/lula-e-flavio-bolsonaro-cumprem-agenda-nesta-segunda-feira</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-e-flavio-bolsonaro-cumprem-agenda-nesta-segunda-feira</guid>
<description><![CDATA[ Nesta segunda-feira (19), os presidenciáveis cumprem agenda nas regiões Norte e Sul do país.

Flávio Bolsonaro participa de motociata em Marabá, no Pará, e de um ato do “Bloco do 22”, em Manaus, no Amazonas.

O presidente Lula vai a Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, para participar de um ato público no Largo dos Açorianos.

Nesse domingo, apoiadores do senador Flávio Bolsonaro, do PL, e do presidente Lula, do PT, foram às ruas.

Flávio Bolsonaro e aliados participaram de uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo.

Milhares de apoiadores levaram bandeiras e cartazes e gritaram palavras de ordem.

Um grupo levou uma réplica inflável de um míssil com uma mensagem que pedia ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que realizasse um ataque nuclear contra o Brasil.

Já os atos do “Bora Virar”, em apoio a Lula, reuniram milhares de pessoas em diversas cidades do país.

Em Brasília, a mobilização tomou conta da Esplanada dos Ministérios, com caminhada até o Congresso Nacional.

No Rio de Janeiro, apoiadores se reuniram na região da Candelária e na orla de Copacabana.

O ato musical em Copacabana foi convocado pelo cantor Caetano Veloso e contou com a participação de vários artistas.
  1:22 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, Flávio, Bolsonaro, cumprem, agenda, nesta, segunda-feira</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (19), os presidenciáveis cumprem agenda nas regiões Norte e Sul do país.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705785&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705785&o=rss"></p>

<p>Flávio Bolsonaro participa de motociata em Marabá, no Pará, e de um ato do “Bloco do 22”, em Manaus, no Amazonas.</p>

<p>O presidente Lula vai a Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, para participar de um ato público no Largo dos Açorianos.</p>

<p>Nesse domingo, apoiadores do senador Flávio Bolsonaro, do PL, e do presidente Lula, do PT, foram às ruas.</p>

<p>Flávio Bolsonaro e aliados participaram de uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo.</p>

<p>Milhares de apoiadores levaram bandeiras e cartazes e gritaram palavras de ordem.</p>

<p>Um grupo levou uma réplica inflável de um míssil com uma mensagem que pedia ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que realizasse um ataque nuclear contra o Brasil.</p>

<p>Já os atos do “Bora Virar”, em apoio a Lula, reuniram milhares de pessoas em diversas cidades do país.</p>

<p>Em Brasília, a mobilização tomou conta da Esplanada dos Ministérios, com caminhada até o Congresso Nacional.</p>

<p>No Rio de Janeiro, apoiadores se reuniram na região da Candelária e na orla de Copacabana.</p>

<p>O ato musical em Copacabana foi convocado pelo cantor Caetano Veloso e contou com a participação de vários artistas.</p>
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<item>
<title>Área cultural é tema de debate entre os candidatos Flávio e Lula</title>
<link>https://apareceu.com/area-cultural-e-tema-de-debate-entre-os-candidatos-flavio-e-lula</link>
<guid>https://apareceu.com/area-cultural-e-tema-de-debate-entre-os-candidatos-flavio-e-lula</guid>
<description><![CDATA[ Os planos de governo, entregues ao Tribunal Superior Eleitoral, apresentam diferenças principalmente no financiamento do setor cultural, no audiovisual e na cultura digital.

No governo de Jair Bolsonaro, pai de Flávio, o Ministério da Cultura foi extinto e substituído por uma secretaria. No período, os recursos do Estado destinados a projetos culturais caíram de R$ 245, 5 milhões em 2018, para R$ 89,5 milhões em 2022.

Já em 2023, ao retomar a Presidência, Lula recriou o Ministério da Cultura e retomou políticas de incentivo ao setor.

Na área de financiamento, o plano de Flávio Bolsonaro não prevê aumento dos recursos, mas propõe aperfeiçoar as leis de incentivo e favorecer polos culturais fora dos grandes centros.

A proposta de Lula prevê aperfeiçoar a Lei Rouanet e a Lei Aldir Blanc, além de ampliar o apoio à infraestrutura cultural em territórios periféricos.

No audiovisual, o plano de Flávio não apresenta propostas para o setor. Lula, por sua vez, defende a regulamentação dos serviços de streaming, o fortalecimento da produção nacional e a proteção dos direitos autorais.

Na cultura digital, o candidato do PT propõe ampliar o acesso às tecnologias e plataformas, avançar na regulamentação da inteligência artificial e incentivar a indústria de jogos eletrônicos. O plano também prevê mais integração entre cultura e educação, com atividades artísticas desde a infância.

Os dois candidatos também tratam da preservação do patrimônio histórico. Flávio Bolsonaro propõe proteger centros históricos, obras e acervos. Lula defende, além da preservação, a valorização dos saberes e das culturas populares e tradicionais.      Nos governos do PT, foram criados programas como o Cultura Viva, que deu origem aos Pontos e Pontões de Cultura, e o Vale Cultura. O setor audiovisual também recebeu novos recursos nos últimos anos: entre 2023 e 2025, o Fundo do Audiovisual destinou 3 bilhões e 600 milhões de reais à produção nacional.

Com informações da Agência Brasil que publica neste segundo turno das eleições o comparativo dos planos de governo dos candidatos à presidência., de Brasília Beatriz Arcoverde
  2:47 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Área, cultural, tema, debate, entre, candidatos, Flávio, Lula</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os planos de governo, entregues ao Tribunal Superior Eleitoral, apresentam diferenças principalmente no financiamento do setor cultural, no audiovisual e na cultura digital.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705843&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705843&o=rss"></p>

<p>No governo de Jair Bolsonaro, pai de Flávio, o Ministério da Cultura foi extinto e substituído por uma secretaria. No período, os recursos do Estado destinados a projetos culturais caíram de R$ 245, 5 milhões em 2018, para R$ 89,5 milhões em 2022.</p>

<p>Já em 2023, ao retomar a Presidência, Lula recriou o Ministério da Cultura e retomou políticas de incentivo ao setor.</p>

<p>Na área de financiamento, o plano de Flávio Bolsonaro não prevê aumento dos recursos, mas propõe aperfeiçoar as leis de incentivo e favorecer polos culturais fora dos grandes centros.</p>

<p>A proposta de Lula prevê aperfeiçoar a Lei Rouanet e a Lei Aldir Blanc, além de ampliar o apoio à infraestrutura cultural em territórios periféricos.</p>

<p>No audiovisual, o plano de Flávio não apresenta propostas para o setor. Lula, por sua vez, defende a regulamentação dos serviços de streaming, o fortalecimento da produção nacional e a proteção dos direitos autorais.</p>

<p>Na cultura digital, o candidato do PT propõe ampliar o acesso às tecnologias e plataformas, avançar na regulamentação da inteligência artificial e incentivar a indústria de jogos eletrônicos. O plano também prevê mais integração entre cultura e educação, com atividades artísticas desde a infância.</p>

<p>Os dois candidatos também tratam da preservação do patrimônio histórico. Flávio Bolsonaro propõe proteger centros históricos, obras e acervos. Lula defende, além da preservação, a valorização dos saberes e das culturas populares e tradicionais.      Nos governos do PT, foram criados programas como o Cultura Viva, que deu origem aos Pontos e Pontões de Cultura, e o Vale Cultura. O setor audiovisual também recebeu novos recursos nos últimos anos: entre 2023 e 2025, o Fundo do Audiovisual destinou 3 bilhões e 600 milhões de reais à produção nacional.</p>

<p><strong>Com informações da Agência Brasil que publica neste segundo turno das eleições o comparativo dos planos de governo dos candidatos à presidência., de Brasília Beatriz Arcoverde</strong></p>
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</item>

<item>
<title>Eleições: Lula e Flávio participam de debate na TV Band</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-lula-e-flavio-participam-de-debate-na-tv-band</link>
<guid>https://apareceu.com/eleicoes-lula-e-flavio-participam-de-debate-na-tv-band</guid>
<description><![CDATA[ O primeiro debate entre os candidatos à presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT; e Flávio Bolsonaro, do PL , aconteceu nesse domingo (18) na TV Band. Acusações, pedidos de resposta e debate em torno de algumas propostas deram o tom. 

Sobre segurança pública, Lula defendeu o combate à criminalidade; lembrou a PEC da Segurança em tramitação no Congresso; e a criação do Ministério da Segurança Pública.


Eu já fiz a Lei Antifacção, ela foi aprovada. Já aumentamos o tempo de cadeia para aqueles que partiam das facções. Nós já estamos combatendo o crime organizado da esquina ao andar de cima, e agora, se o Senado votar a PEC da Segurança, eu criarei imediatamente o Ministério da Segurança Pública para que a gente possa intervir nos estados, para que a gente possa intervir numa combinação com o estado, prefeituras e União, para que a gente possa libertar os territórios para a comunidade viver. Inclusive, enfrentar o crime organizado, enfrentar os milicianos, enfrentar todo tipo de bandidagem.


Enquanto Flávio Bolsonaro, prometeu.


Eu vou recuperar cada metro, eu vou recuperar cada rua, eu vou recuperar cada bairro, eu vou recuperar cada cidade, eu vou recuperar cada território que foi tomado do povo brasileiro e também vou retomar um local que onde eles estão mandando hoje ainda que são as cadeias. Eu vou para dentro desses marginais com leis mais duras, com a Lei Antifacção que nós aprovamos, os líderes dessas organizações vão ficar até 80 anos presos. 


Houve questionamentos sobre Caso Master, Daniel Vorcaro e denúncias de corrupção.

Lula mencionou o fato de Flávio Bolsonaro ter feito parte da defesa do acusado de assassinar uma criança de cinco anos no Rio de Janeiro e sobre a proximidade dele com assassinos da vereadora Marielle Franco.

O candidato do PL não respondeu. E fez perguntas sobre o filho de Lula, Fábio Luís, investigado por participação em suposto esquema de tráfico de influência.

Lula disse que tudo está sendo investigado e que abriria todo o sigilo telefônico dele. E desafiou o concorrente a fazer o mesmo. Lembrou que na época do governo Jair Bolsonaro houve trocas de comando da Polícia Federal, e citou ainda o dinheiro que seria para o Dark Horse, o filme sobre o ex-presidente. 

Na economia, Lula falou sobre o Programa Desenrola; sobre renegociação de dívidas; comentou o preço dos alimentos e reforçou o que melhorou em relação ao governo anterior. 


E eu queria dizer para vocês que eu tenho consciência que o custo de vida está caro, mas estava mais caro no governo do pai dele. É importante que vocês entrem no Google e pesquise. Nos quatro anos do governo deles, a inflação de alimento estava 56,17%. Agora, nos meus quatro anos, tá 13%, quatro vezes menos. Tá bom? Não, não tá bom. Porque no governo deles, a cesta básica, o salário mínimo comprava 1.8 cesta básica. No meu governo, já está comprando 2.2 cestas básicas, eu quero chegar a 2,5, três cestas básicas.


Por outro lado, Flávio Bolsonaro prometeu congelar dívidas por até um ano.


Para você que é a pessoa física, vai ficar seis meses congelado, parada a sua dívida, você não vai pagar boleto nenhum. E para você que é a pessoa jurídica, esse prazo vai ser de um ano, um ano sem pagar os seus boletos, sem pagar as suas dívidas que estão atrasadas. Qual que é a consequência disso, gente? Você que é a pessoa jurídica, você que é a pessoa física, você, ao invés de ter que pagar sua dívida, com esse dinheiro, você vai poder ir no mercado, você vai poder passear com a sua família de novo.


Nas relações internacionais, Lula demonstrou preocupação com a soberania, por exemplo, na exploração de minerais críticos. E, enquanto Flávio Bolsonaro, falava em cooperação internacional para o combate ao crime organizado, Lula acusou a família Bolsonaro de se subordinar aos interesses dos norte-americanos.

Por fim, as considerações finais. Flávio pediu voto de confiança.


Eu não vou jamais ficar prometendo aquilo que eu não posso cumprir. Eu também quero me comprometer a ter dinheiro no seu bolso, é assim que eu vou trabalhar pelo Ministério da Prosperidade. Eu vou trabalhar segurança pública de uma forma séria, porque quem tem que andar com medo na rua são os marginais.


E Lula, agradeceu as manifestações e falou do potencial de crescimento do país.


Eu queria agradecer ao povo brasileiro que tem ido às ruas para garantir a continuidade da democracia nesse país. A segunda coisa é que eu queria dizer para vocês que há uma perspectiva extraordinária desse país dar um salto de qualidade. E vocês sabem que quando eu peguei o país da primeira vez, ele estava quebrado. Eu deixei o país com quase R$ 270 bilhões de reserva, crescendo a 7,5%. Agora eu peguei o país quebrado outra vez, e somente depois que eu voltei, o país começou a crescer acima de 3%. O país está preparado para muito mais agora, mas para muito mais. E eu sei o que fazer para o país voltar a crescer.


O debate começou com atraso e, ao final, o Grupo de Ações Táticas Especiais da Polícia Militar de São Paulo chegou a ser acionado para investigar uma suspeita de bomba em um carro no estacionamento da Band que seria da equipe de Flávio Bolsonaro. Após varredura, nada foi encontrado e o local acabou liberado.
  5:37 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleições:, Lula, Flávio, participam, debate, Band</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro debate entre os candidatos à presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT; e Flávio Bolsonaro, do PL , aconteceu nesse domingo (18) na TV Band. Acusações, pedidos de resposta e debate em torno de algumas propostas deram o tom. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705801&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705801&o=rss"></p>

<p>Sobre segurança pública, Lula defendeu o combate à criminalidade; lembrou a PEC da Segurança em tramitação no Congresso; e a criação do Ministério da Segurança Pública.</p>

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<p>Eu já fiz a Lei Antifacção, ela foi aprovada. Já aumentamos o tempo de cadeia para aqueles que partiam das facções. Nós já estamos combatendo o crime organizado da esquina ao andar de cima, e agora, se o Senado votar a PEC da Segurança, eu criarei imediatamente o Ministério da Segurança Pública para que a gente possa intervir nos estados, para que a gente possa intervir numa combinação com o estado, prefeituras e União, para que a gente possa libertar os territórios para a comunidade viver. Inclusive, enfrentar o crime organizado, enfrentar os milicianos, enfrentar todo tipo de bandidagem.</p>
</blockquote>

<p>Enquanto Flávio Bolsonaro, prometeu.</p>

<blockquote>
<p>Eu vou recuperar cada metro, eu vou recuperar cada rua, eu vou recuperar cada bairro, eu vou recuperar cada cidade, eu vou recuperar cada território que foi tomado do povo brasileiro e também vou retomar um local que onde eles estão mandando hoje ainda que são as cadeias. Eu vou para dentro desses marginais com leis mais duras, com a Lei Antifacção que nós aprovamos, os líderes dessas organizações vão ficar até 80 anos presos. </p>
</blockquote>

<p>Houve questionamentos sobre Caso Master, Daniel Vorcaro e denúncias de corrupção.</p>

<p>Lula mencionou o fato de Flávio Bolsonaro ter feito parte da defesa do acusado de assassinar uma criança de cinco anos no Rio de Janeiro e sobre a proximidade dele com assassinos da vereadora Marielle Franco.</p>

<p>O candidato do PL não respondeu. E fez perguntas sobre o filho de Lula, Fábio Luís, investigado por participação em suposto esquema de tráfico de influência.</p>

<p>Lula disse que tudo está sendo investigado e que abriria todo o sigilo telefônico dele. E desafiou o concorrente a fazer o mesmo. Lembrou que na época do governo Jair Bolsonaro houve trocas de comando da Polícia Federal, e citou ainda o dinheiro que seria para o <em>Dark Horse</em>, o filme sobre o ex-presidente. </p>

<p>Na economia, Lula falou sobre o Programa Desenrola; sobre renegociação de dívidas; comentou o preço dos alimentos e reforçou o que melhorou em relação ao governo anterior. </p>

<blockquote>
<p>E eu queria dizer para vocês que eu tenho consciência que o custo de vida está caro, mas estava mais caro no governo do pai dele. É importante que vocês entrem no Google e pesquise. Nos quatro anos do governo deles, a inflação de alimento estava 56,17%. Agora, nos meus quatro anos, tá 13%, quatro vezes menos. Tá bom? Não, não tá bom. Porque no governo deles, a cesta básica, o salário mínimo comprava 1.8 cesta básica. No meu governo, já está comprando 2.2 cestas básicas, eu quero chegar a 2,5, três cestas básicas.</p>
</blockquote>

<p>Por outro lado, Flávio Bolsonaro prometeu congelar dívidas por até um ano.</p>

<blockquote>
<p>Para você que é a pessoa física, vai ficar seis meses congelado, parada a sua dívida, você não vai pagar boleto nenhum. E para você que é a pessoa jurídica, esse prazo vai ser de um ano, um ano sem pagar os seus boletos, sem pagar as suas dívidas que estão atrasadas. Qual que é a consequência disso, gente? Você que é a pessoa jurídica, você que é a pessoa física, você, ao invés de ter que pagar sua dívida, com esse dinheiro, você vai poder ir no mercado, você vai poder passear com a sua família de novo.</p>
</blockquote>

<p>Nas relações internacionais, Lula demonstrou preocupação com a soberania, por exemplo, na exploração de minerais críticos. E, enquanto Flávio Bolsonaro, falava em cooperação internacional para o combate ao crime organizado, Lula acusou a família Bolsonaro de se subordinar aos interesses dos norte-americanos.</p>

<p>Por fim, as considerações finais. Flávio pediu voto de confiança.</p>

<blockquote>
<p>Eu não vou jamais ficar prometendo aquilo que eu não posso cumprir. Eu também quero me comprometer a ter dinheiro no seu bolso, é assim que eu vou trabalhar pelo Ministério da Prosperidade. Eu vou trabalhar segurança pública de uma forma séria, porque quem tem que andar com medo na rua são os marginais.</p>
</blockquote>

<p>E Lula, agradeceu as manifestações e falou do potencial de crescimento do país.</p>

<blockquote>
<p>Eu queria agradecer ao povo brasileiro que tem ido às ruas para garantir a continuidade da democracia nesse país. A segunda coisa é que eu queria dizer para vocês que há uma perspectiva extraordinária desse país dar um salto de qualidade. E vocês sabem que quando eu peguei o país da primeira vez, ele estava quebrado. Eu deixei o país com quase R$ 270 bilhões de reserva, crescendo a 7,5%. Agora eu peguei o país quebrado outra vez, e somente depois que eu voltei, o país começou a crescer acima de 3%. O país está preparado para muito mais agora, mas para muito mais. E eu sei o que fazer para o país voltar a crescer.</p>
</blockquote>

<p>O debate começou com atraso e, ao final, o Grupo de Ações Táticas Especiais da Polícia Militar de São Paulo chegou a ser acionado para investigar uma suspeita de bomba em um carro no estacionamento da Band que seria da equipe de Flávio Bolsonaro. Após varredura, nada foi encontrado e o local acabou liberado.</p>
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</item>

<item>
<title>TSE pede explicações à Meta sobre distribuição de conteúdo eleitoral</title>
<link>https://apareceu.com/tse-pede-explicacoes-a-meta-sobre-distribuicao-de-conteudo-eleitoral</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-pede-explicacoes-a-meta-sobre-distribuicao-de-conteudo-eleitoral</guid>
<description><![CDATA[ A Meta tem 24 horas para explicar ao Tribunal Superior Eleitoral quais medidas foram tomadas para garantir a igualdade na distribuição de conteúdo das campanhas dos dois candidatos à presidência da República. Prazo dado pelo ministro Marco Aurélio Bellizze.

Lula, do PT, e Flávio Bolsonaro, do PL, acionaram o TSE alegando que estavam sendo prejudicados pela Meta no acesso e na divulgação de conteúdos. O PT usou como exemplo restrição de postagens, curtidas e visualizações, no que chamou de “seletividade algorítmica”. E destacou o fato de eleitores de Lula não conseguirem produzir conteúdos a favor do candidato com a utilização de inteligência artificial, mesmo insistindo, enquanto que, com Flávio Bolsonaro isso não ocorreu.

O candidato do PL também questionou. Afirmou que, nesse segundo turno, está sofrendo com a distribuição paga de propaganda negativa. Isso, segundo ele, numa escala superior à do petista.

A Meta se defendeu. Disse que medidas adicionais foram tomadas e é justamente sobre essas medidas que o TSE pediu explicações. Na decisão, o ministro aumentou a multa de R$ 500 mil para R$ 1 milhão até o fim do segundo turno e pediu esclarecimentos em português sobre os sistemas de recomendação e análise da autenticidade dos perfis que apresentam conteúdos e quais dessas medidas vieram de ordem judicial e quais foram tomadas por iniciativa própria.
  1:43 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, pede, explicações, Meta, sobre, distribuição, conteúdo, eleitoral</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Meta tem 24 horas para explicar ao Tribunal Superior Eleitoral quais medidas foram tomadas para garantir a igualdade na distribuição de conteúdo das campanhas dos dois candidatos à presidência da República. Prazo dado pelo ministro Marco Aurélio Bellizze.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705812&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705812&o=rss"></p>

<p>Lula, do PT, e Flávio Bolsonaro, do PL, acionaram o TSE alegando que estavam sendo prejudicados pela Meta no acesso e na divulgação de conteúdos. O PT usou como exemplo restrição de postagens, curtidas e visualizações, no que chamou de “seletividade algorítmica”. E destacou o fato de eleitores de Lula não conseguirem produzir conteúdos a favor do candidato com a utilização de inteligência artificial, mesmo insistindo, enquanto que, com Flávio Bolsonaro isso não ocorreu.</p>

<p>O candidato do PL também questionou. Afirmou que, nesse segundo turno, está sofrendo com a distribuição paga de propaganda negativa. Isso, segundo ele, numa escala superior à do petista.</p>

<p>A Meta se defendeu. Disse que medidas adicionais foram tomadas e é justamente sobre essas medidas que o TSE pediu explicações. Na decisão, o ministro aumentou a multa de R$ 500 mil para R$ 1 milhão até o fim do segundo turno e pediu esclarecimentos em português sobre os sistemas de recomendação e análise da autenticidade dos perfis que apresentam conteúdos e quais dessas medidas vieram de ordem judicial e quais foram tomadas por iniciativa própria.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:43</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Eleitores podem denunciar conteúdos falsos ou enganosos ao TSE</title>
<link>https://apareceu.com/eleitores-podem-denunciar-conteudos-falsos-ou-enganosos-ao-tse</link>
<guid>https://apareceu.com/eleitores-podem-denunciar-conteudos-falsos-ou-enganosos-ao-tse</guid>
<description><![CDATA[ Até o próximo domingo (25), dia do 2º turno das Eleições 2026, eleitores podem ajudar a combater a desinformação eleitoral denunciando conteúdos falsos, enganosos ou fora de contexto que possam comprometer a confiança no processo eleitoral.

As denúncias podem ser feitas no site do Tribunal Superior Eleitoral, ou por aplicativo no celular e podem ser anônimas.

Sobre urnas eletrônicas, processo eleitoral ou informações de uma página na internet que tente se passar pela justiça eleitoral, o eleitor deve usar o Siade, o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral, canal que recebe relatos da sociedade e encaminha às plataformas digitais os casos que exigem providências.

Se o assunto for relacionado a propagandas irregulares dos candidatos ou partidos políticos, vídeos com conteúdo falso sobre os candidatos ou divulgação de pesquisas eleitorais não registradas, a denúncia deve ser feita pelo aplicativo Pardal.

Desde o dia 16 de agosto, quando teve início a propaganda eleitoral nas ruas e na internet para o 1º turno, o sistema recebeu 16.775 apontamentos.

Desse total, 3.729 foram registrados entre 16 de agosto e 4 de outubro; destes, 963 foram analisados e encaminhados para apuração. A partir de 5 de outubro, o número chegou a 13.046, até o último dia 14.

O volume registrado nesse segundo período foi cerca de 3,5 vezes maior que o do primeiro. 1.216 apontamentos foram analisados.
  1:50 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleitores, podem, denunciar, conteúdos, falsos, enganosos, TSE</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Até o próximo domingo (25), dia do 2º turno das Eleições 2026, eleitores podem ajudar a combater a desinformação eleitoral denunciando conteúdos falsos, enganosos ou fora de contexto que possam comprometer a confiança no processo eleitoral.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705832&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705832&o=rss"></p>

<p>As denúncias podem ser feitas no site do Tribunal Superior Eleitoral, ou por aplicativo no celular e podem ser anônimas.</p>

<p>Sobre urnas eletrônicas, processo eleitoral ou informações de uma página na internet que tente se passar pela justiça eleitoral, o eleitor deve usar o Siade, o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral, canal que recebe relatos da sociedade e encaminha às plataformas digitais os casos que exigem providências.</p>

<p>Se o assunto for relacionado a propagandas irregulares dos candidatos ou partidos políticos, vídeos com conteúdo falso sobre os candidatos ou divulgação de pesquisas eleitorais não registradas, a denúncia deve ser feita pelo aplicativo Pardal.</p>

<p>Desde o dia 16 de agosto, quando teve início a propaganda eleitoral nas ruas e na internet para o 1º turno, o sistema recebeu 16.775 apontamentos.</p>

<p>Desse total, 3.729 foram registrados entre 16 de agosto e 4 de outubro; destes, 963 foram analisados e encaminhados para apuração. A partir de 5 de outubro, o número chegou a 13.046, até o último dia 14.</p>

<p>O volume registrado nesse segundo período foi cerca de 3,5 vezes maior que o do primeiro. 1.216 apontamentos foram analisados.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:50</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Eleitor pode consultar local de votação e se identificar com e&#45;Título</title>
<link>https://apareceu.com/eleitor-pode-consultar-local-de-votacao-e-se-identificar-com-e-titulo</link>
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<description><![CDATA[ Faltam poucos dias para o segundo turno das eleições gerais deste ano, e quem já tem o e-Título instalado sabe que o aplicativo permite consultar o local de votação e que pode ser usado como documento oficial para o comparecimento às urnas no dia 25 de outubro, desde que tenha foto. Se não tiver, basta apresentar junto um documento oficial de identificação com fotografia. Vale lembrar que o print da tela do aplicativo não é aceito na hora de votar.

Por meio do e-Título os eleitores também conseguem justificar a ausência em quaisquer turnos das eleições, consultar débitos eleitorais e gerar código de autenticação para acesso a sistemas parceiros da Justiça Eleitoral.

Entre as novidades da versão mais recente do aplicativo estão a simplificação do processo de justificativa de ausência, o pagamento de débitos eleitorais por Pix ou cartão de crédito, e o Assistente Virtual Integrado.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforça que os usuários devem verificar se o e-Título está atualizado para ter acesso adequado a todos os serviços disponíveis.  

A Justiça Eleitoral ainda recomenda que eleitores baixem o e-Título e ativem o aplicativo com antecedência. Além de informar dados pessoais, é preciso confirmar a identidade respondendo a perguntas de segurança e fazer o reconhecimento facial.

O aplicativo é gratuito, conta com recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual, baixa visão ou daltonismo, e está disponível nas lojas de aplicativos dos sistemas Android e iOS.
 
  1:41 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleitor, pode, consultar, local, votação, identificar, com, e-Título</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Faltam poucos dias para o segundo turno das eleições gerais deste ano, e <strong>quem já tem o e-Título instalado sabe que o aplicativo permite consultar o local de votação e que pode ser usado como documento oficial </strong>para o comparecimento às urnas no dia 25 de outubro, desde que tenha foto. Se não tiver, basta apresentar junto um documento oficial de identificação com fotografia. Vale lembrar que o print da tela do aplicativo não é aceito na hora de votar.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705827&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705827&o=rss"></p>

<p>Por meio do e-Título os eleitores também conseguem <strong>justificar a ausência em quaisquer turnos das eleições, consultar débitos eleitorais </strong>e gerar código de autenticação para acesso a sistemas parceiros da Justiça Eleitoral.</p>

<p>Entre as novidades da versão mais recente do aplicativo estão a <strong>simplificação do processo de justificativa de ausência, o pagamento de débitos eleitorais por Pix ou cartão de crédito, e o Assistente Virtual Integrado.</strong></p>

<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforça que os usuários devem verificar se o e-Título está atualizado para ter acesso adequado a todos os serviços disponíveis.  </p>

<p>A Justiça Eleitoral ainda recomenda que eleitores baixem o e-Título e ativem o aplicativo com antecedência. Além de informar dados pessoais, é preciso confirmar a identidade respondendo a perguntas de segurança e fazer o reconhecimento facial.</p>

<p>O aplicativo é gratuito, conta com recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual, baixa visão ou daltonismo, e está disponível nas lojas de aplicativos dos sistemas Android e iOS.<br>
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<item>
<title>MP fiscaliza medidas para garantir direito de voto de indígenas</title>
<link>https://apareceu.com/mp-fiscaliza-medidas-para-garantir-direito-de-voto-de-indigenas</link>
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<description><![CDATA[ Pouco mais de 286 mil indígenas estão aptos a votar nas Eleições de 2026. E para assegurar o direito ao voto desses eleitores, o Ministério Público recomenda aos Procuradores Regionais Eleitorais que sejam intensificadas ações de planejamento no segundo turno das eleições.

A ideia é que esses procuradores acompanhem o cumprimento das regras e solicitem à Justiça Eleitoral providências para corrigir as falhas relatadas por eleitores indígenas durante o primeiro turno, como falhas de transporte, acessibilidade linguística e suporte a eleitoras acompanhadas de filhos menores.

A Procuradoria-Geral Eleitoral recebeu relatos de eleitores indígenas de vários estados. Entre eles, Minas Gerais, Mato Grosso, Amapá, Pernambuco e Amazonas. No Amapá, por exemplo, eleitores dos povos Tiriyó e Kaxuyana não teriam conseguido votar por não compreenderem as orientações dos mesários, que não falavam suas línguas maternas.

O MP Eleitoral destaca algumas ações que devem ser executadas antes do segundo turno e também no dia da votação. Foi solicitado que os promotores eleitorais acompanhem o planejamento do transporte que será oferecido às populações dos povos originários, observando os itinerários e a quantidade de veículos e embarcações necessárias para atender aos eleitores indígenas da região.

Para garantir a acessibilidade linguística, foi solicitada que a Justiça Eleitoral disponha de colaboradores ou facilitadores que conheçam as línguas indígenas faladas em cada região, nos locais de votação e também a sinalização impressa em suas línguas maternas nos espaços onde funcionam as seções eleitorais.

Por fim, o documento recomenda que os mesários sejam orientados a acolher, de forma prioritária e respeitosa, mães indígenas acompanhadas de crianças de colo ou filhos menores.
 
  2:21 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 03:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>fiscaliza, medidas, para, garantir, direito, voto, indígenas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pouco mais de 286 mil indígenas estão aptos a votar nas Eleições de 2026. E para assegurar o direito ao voto desses eleitores, o Ministério Público recomenda aos Procuradores Regionais Eleitorais que sejam intensificadas ações de planejamento no segundo turno das eleições.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705515&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705515&o=rss"></p>

<p>A ideia é que esses procuradores acompanhem o cumprimento das regras e solicitem à Justiça Eleitoral providências para corrigir as falhas relatadas por eleitores indígenas durante o primeiro turno, como falhas de transporte, acessibilidade linguística e suporte a eleitoras acompanhadas de filhos menores.</p>

<p>A Procuradoria-Geral Eleitoral recebeu relatos de eleitores indígenas de vários estados. Entre eles, Minas Gerais, Mato Grosso, Amapá, Pernambuco e Amazonas. No Amapá, por exemplo, eleitores dos povos Tiriyó e Kaxuyana não teriam conseguido votar por não compreenderem as orientações dos mesários, que não falavam suas línguas maternas.</p>

<p>O MP Eleitoral destaca algumas ações que devem ser executadas antes do segundo turno e também no dia da votação. Foi solicitado que os promotores eleitorais acompanhem o planejamento do transporte que será oferecido às populações dos povos originários, observando os itinerários e a quantidade de veículos e embarcações necessárias para atender aos eleitores indígenas da região.</p>

<p>Para garantir a acessibilidade linguística, foi solicitada que a Justiça Eleitoral disponha de colaboradores ou facilitadores que conheçam as línguas indígenas faladas em cada região, nos locais de votação e também a sinalização impressa em suas línguas maternas nos espaços onde funcionam as seções eleitorais.</p>

<p>Por fim, o documento recomenda que os mesários sejam orientados a acolher, de forma prioritária e respeitosa, mães indígenas acompanhadas de crianças de colo ou filhos menores.<br>
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<title>Confira a agenda dos presidenciáveis para esta sexta&#45;feira (16)</title>
<link>https://apareceu.com/confira-a-agenda-dos-presidenciaveis-para-esta-sexta-feira-16</link>
<guid>https://apareceu.com/confira-a-agenda-dos-presidenciaveis-para-esta-sexta-feira-16</guid>
<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência da República cumprem agenda nesta sexta-feira (16). Pela manhã, Lula, do PT, participa da sessão solene do Congresso Nacional que vai promulgar a PEC que prevê o fim da escala 6x1. A proposta de emenda à Constituição foi aprovada pelo Senado na quarta-feira (14). Em seguida, vai a Juiz de Fora, em Minas Gerais, onde participa de uma caminhada.

Flávio Bolsonaro, do PL, cumpre agenda no Rio de Janeiro, onde concede uma entrevista ao vivo à TV Globo, à noite, após o Jornal Nacional. 

Nessa quinta-feira (15), Lula foi o sabatinado pela TV Globo. Na entrevista, defendeu a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos e a aprovação da PEC da Segurança Pública. Também comemorou a aprovação do fim da escala 6x1. Além disso, destacou o aumento de 15% no Bolsa Família e os investimentos na renda da população mais pobre.

Flávio Bolsonaro participou, na noite dessa quinta-feira, de um comício do “Bloquinho do 22”, em Capelinha, Minas Gerais, e fez uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube. Ele afirmou que não vai acabar com os programas sociais e prometeu aumentar para oito anos a pena para roubos de celulares. Também defendeu a redução da maioridade penal para 14 anos.

O segundo turno das eleições está marcado para domingo, dia 25 de outubro.
 
  1:22 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 03:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Confira, agenda, dos, presidenciáveis, para, esta, sexta-feira, 16</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República cumprem agenda nesta sexta-feira (16). Pela manhã, Lula, do PT, participa da sessão solene do Congresso Nacional que vai promulgar a PEC que prevê o fim da escala 6x1. A proposta de emenda à Constituição foi aprovada pelo Senado na quarta-feira (14). Em seguida, vai a Juiz de Fora, em Minas Gerais, onde participa de uma caminhada.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705537&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705537&o=rss"></p>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL, cumpre agenda no Rio de Janeiro, onde concede uma entrevista ao vivo à TV Globo, à noite, após o Jornal Nacional. </p>

<p>Nessa quinta-feira (15), Lula foi o sabatinado pela TV Globo. Na entrevista, defendeu a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos e a aprovação da PEC da Segurança Pública. Também comemorou a aprovação do fim da escala 6x1. Além disso, destacou o aumento de 15% no Bolsa Família e os investimentos na renda da população mais pobre.</p>

<p>Flávio Bolsonaro participou, na noite dessa quinta-feira, de um comício do “Bloquinho do 22”, em Capelinha, Minas Gerais, e fez uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube. Ele afirmou que não vai acabar com os programas sociais e prometeu aumentar para oito anos a pena para roubos de celulares. Também defendeu a redução da maioridade penal para 14 anos.</p>

<p>O segundo turno das eleições está marcado para domingo, dia 25 de outubro.<br>
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<title>Fim da escala 6x1 será promulgado nesta sexta&#45;feira (16)</title>
<link>https://apareceu.com/fim-da-escala-6x1-sera-promulgado-nesta-sexta-feira-16</link>
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<description><![CDATA[ A Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1 e estabelece dois dias de folga por semana será promulgada nesta sexta-feira (16) às 9h, em sessão solene no Congresso Nacional. O texto, aprovado com apenas um voto contrário no Senado na quarta-feira (14), terá um período de transição de 14 meses.

Sessenta dias após a promulgação, em 16 de dezembro, os empregadores terão que reduzir a jornada de 44h para 42h semanais. Nesta data, já deve ser implementada a escala de 5 dias de trabalho e dois dias de folga, sem redução salarial. Após um ano, em 16 de dezembro de 2027, a jornada passará a ser de 40 horas semanais.

Durante esses 12 meses de transição, as 42 horas semanais deverão ser distribuídas ao longo da semana. Caso sejam repartidas igualmente, o trabalhador terá jornada de 8 horas e 24 minutos nos cinco dias da semana.

As empresas que prestam serviços terceirizados à administração pública são a exceção. Elas terão 12 meses após a promulgação da PEC para acabar com a escala 6x1 de seus funcionários.

Aposentadoria especial na saúde

Nesta sexta-feira, também será promulgada a PEC que estabelece aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. Eles poderão se aposentar aos 50 anos, no caso das mulheres, e aos 52 anos, no caso dos homens, com um período mínimo de 25 anos de contribuição.

O texto prevê um aumento da idade mínima de forma progressiva para essa aposentadoria, com acréscimo de dois anos a cada período de 5 anos, a partir de 2030. Assim, em 2041, a idade mínima passa a ser de 57 anos para mulheres e 60 para homens.
 
  2:11 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 03:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Fim, escala, 6x1, será, promulgado, nesta, sexta-feira, 16</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1 e estabelece dois dias de folga por semana será promulgada nesta sexta-feira (16) às 9h, em sessão solene no Congresso Nacional. O texto, aprovado com apenas um voto contrário no Senado na quarta-feira (14), terá um período de transição de 14 meses.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705521&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705521&o=rss"></p>

<p>Sessenta dias após a promulgação, em 16 de dezembro, os empregadores terão que reduzir a jornada de 44h para 42h semanais. Nesta data, já deve ser implementada a escala de 5 dias de trabalho e dois dias de folga, sem redução salarial. <strong>Após um ano, em 16 de dezembro de 2027, a jornada passará a ser de 40 horas semanais.</strong></p>

<p>Durante esses 12 meses de transição, as 42 horas semanais deverão ser distribuídas ao longo da semana. Caso sejam repartidas igualmente, o trabalhador terá jornada de 8 horas e 24 minutos nos cinco dias da semana.</p>

<p>As empresas que prestam serviços terceirizados à administração pública são a exceção. Elas terão 12 meses após a promulgação da PEC para acabar com a escala 6x1 de seus funcionários.</p>

<h3><strong>Aposentadoria especial na saúde</strong></h3>

<p>Nesta sexta-feira, também será promulgada a PEC que estabelece aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. Eles poderão se aposentar aos 50 anos, no caso das mulheres, e aos 52 anos, no caso dos homens, com um período mínimo de 25 anos de contribuição.</p>

<p>O texto prevê um aumento da idade mínima de forma progressiva para essa aposentadoria, com acréscimo de dois anos a cada período de 5 anos, a partir de 2030. Assim, em 2041, a idade mínima passa a ser de 57 anos para mulheres e 60 para homens.<br>
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<title>Senado aprova projeto que perdoa dívidas de quase 3 milhões de MEIs</title>
<link>https://apareceu.com/senado-aprova-projeto-que-perdoa-dividas-de-quase-3-milhoes-de-meis</link>
<guid>https://apareceu.com/senado-aprova-projeto-que-perdoa-dividas-de-quase-3-milhoes-de-meis</guid>
<description><![CDATA[ O Senado aprovou, nesta quinta-feira (15), por unanimidade, o projeto de lei que perdoa as dívidas com a União de quase 3 milhões de microempreendedores individuais, os MEIs. A proposta foi apresentada pelo governo federal.

Em contrapartida, os MEIs deverão manter o recolhimento das contribuições em dia durante seis meses e desistir de eventuais ações judiciais sobre os débitos. O impacto no orçamento público estimado é de cerca de R$ 3 bilhões nos próximos três anos.

O senador Carlos Fávaro (PSD-MT), relator do projeto, destacou a importância de facilitar a atuação dos microempreendedores no país.


&quot;Sua remissão de dívidas é uma demonstração da sensibilidade política e o compromisso do governo federal com o microempreendedor. Reconhece que brasileiros que enfrentam dificuldades durante anos precisam de condições para trabalhar, produzir e tocar seu negócio. É fazer justiça com 17 milhões de brasileiros que querem empreender, que querem trabalhar, que querem ter o seu próprio negócio e precisam de apoio do poder público.&quot;


O texto ainda amplia o limite de receita bruta anual dos MEIs para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. O limite de faturamento para quem iniciar atividade de microempreendedor também pode ser reajustado para R$ 9.166 por mês no próximo ano e para R$ 11.666 por mês em 2028.

Caso seja aprovada, a proposta permite que os MEIs contratem mais um empregado, podendo agora chegar até dois funcionários. O texto também amplia a preferência de contratação de microempreendedores em licitações públicas. A matéria agora vai para sanção presidencial.

Segurança Pública

Já a PEC da Segurança Pública, que busca a integração entre órgãos de segurança pública e a ampliação do papel do governo federal, acabou não sendo votada. Com a apresentação de emendas para incluir na proposta a redução da maioridade penal, o presidente Davi Alcolumbre decidiu tirar a matéria de pauta.
 
  2:26 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 03:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Senado, aprova, projeto, que, perdoa, dívidas, quase, milhões, MEIs</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou, nesta quinta-feira (15), por unanimidade, o projeto de lei que perdoa as dívidas com a União de quase 3 milhões de microempreendedores individuais, os MEIs. A proposta foi apresentada pelo governo federal.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705519&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705519&o=rss"></p>

<p>Em contrapartida, os MEIs deverão manter o recolhimento das contribuições em dia durante seis meses e desistir de eventuais ações judiciais sobre os débitos. O impacto no orçamento público estimado é de cerca de R$ 3 bilhões nos próximos três anos.</p>

<p>O senador Carlos Fávaro (PSD-MT), relator do projeto, destacou a importância de facilitar a atuação dos microempreendedores no país.</p>

<blockquote>
<p>"Sua remissão de dívidas é uma demonstração da sensibilidade política e o compromisso do governo federal com o microempreendedor. Reconhece que brasileiros que enfrentam dificuldades durante anos precisam de condições para trabalhar, produzir e tocar seu negócio. É fazer justiça com 17 milhões de brasileiros que querem empreender, que querem trabalhar, que querem ter o seu próprio negócio e precisam de apoio do poder público."</p>
</blockquote>

<p>O texto ainda amplia o limite de receita bruta anual dos MEIs para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. O limite de faturamento para quem iniciar atividade de microempreendedor também pode ser reajustado para R$ 9.166 por mês no próximo ano e para R$ 11.666 por mês em 2028.</p>

<p>Caso seja aprovada, a proposta permite que os MEIs contratem mais um empregado, podendo agora chegar até dois funcionários. O texto também amplia a preferência de contratação de microempreendedores em licitações públicas. A matéria agora vai para sanção presidencial.</p>

<h3><strong>Segurança Pública</strong></h3>

<p>Já a PEC da Segurança Pública, que busca a integração entre órgãos de segurança pública e a ampliação do papel do governo federal, acabou não sendo votada. Com a apresentação de emendas para incluir na proposta a redução da maioridade penal, o presidente Davi Alcolumbre decidiu tirar a matéria de pauta.<br>
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</item>

<item>
<title>TSE flexibiliza prazo para pedidos de transporte especial nas eleições</title>
<link>https://apareceu.com/tse-flexibiliza-prazo-para-pedidos-de-transporte-especial-nas-eleicoes</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-flexibiliza-prazo-para-pedidos-de-transporte-especial-nas-eleicoes</guid>
<description><![CDATA[ Os pedidos de transporte especial para o dia da eleição agora podem ser feitos com menos de 20 dias de antecedência do pleito. Os tribunais regionais eleitorais (TREs) dos estados devem, no entanto, observar as particularidades locais e a viabilidade do atendimento.

O segundo turno das eleições deste ano acontece no próximo dia 25 de outubro.

As solicitações deveriam ser feitas com 30 dias de antecedência. Mas, nesta quinta-feira (15), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, pela flexibilização do prazo.

Instituído pelo TSE, o programa Seu Voto Importa prevê transporte especial individual gratuito para eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida que não disponham de meios próprios para chegar ao local de votação.

A iniciativa também contempla populações de territórios indígenas, de comunidades quilombolas e ribeirinhos.

De acordo com o TSE, a medida busca ampliar o acesso ao transporte especial e facilitar o exercício do voto por pessoas que necessitam do serviço.
 
  1:16 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 03:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, flexibiliza, prazo, para, pedidos, transporte, especial, nas, eleições</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os pedidos de transporte especial para o dia da eleição agora podem ser feitos com menos de 20 dias de antecedência do pleito. Os tribunais regionais eleitorais (TREs) dos estados devem, no entanto, observar as particularidades locais e a viabilidade do atendimento.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705603&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705603&o=rss"></p>

<p>O segundo turno das eleições deste ano acontece no próximo dia 25 de outubro.</p>

<p>As solicitações deveriam ser feitas com 30 dias de antecedência. Mas, nesta quinta-feira (15), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, pela flexibilização do prazo.</p>

<p>Instituído pelo TSE, o programa Seu Voto Importa prevê transporte especial individual gratuito para eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida que não disponham de meios próprios para chegar ao local de votação.</p>

<p>A iniciativa também contempla populações de territórios indígenas, de comunidades quilombolas e ribeirinhos.</p>

<p>De acordo com o TSE, a medida busca ampliar o acesso ao transporte especial e facilitar o exercício do voto por pessoas que necessitam do serviço.<br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">1:16</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Lula defende reduzir maioridade penal em casos de crimes hediondos</title>
<link>https://apareceu.com/lula-defende-reduzir-maioridade-penal-em-casos-de-crimes-hediondos</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-defende-reduzir-maioridade-penal-em-casos-de-crimes-hediondos</guid>
<description><![CDATA[ O candidato à reeleição presidencial, Lula do PT, defendeu nessa quinta-feira (15) a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos.

Em entrevista à TV Globo, Lula afirmou ser favorável à discussão do tema no Congresso Nacional, mas não no âmbito da proposta de emenda à Constituição da segurança pública.


&quot;Qualquer cidadão brasileiro, todo e qualquer crime hediondo, eu sou favorável a diminuir a penalidade&quot;.


Agora, qual era o problema que estava? Era que a PEC não estava discutindo isso.


&quot;Sou favorável a reduzir para 16, mas não discutido nessa PEC, porque essa PEC não é para discutir isso. Primeiro você discute a PEC, aprova a PEC e aí você pode discutir a maioridade penal ou não. E eu acho que, não apenas eu como cidadão, como ser humano, eu acho que a sociedade brasileira inteira é favorável à punição de qualquer crime hediondo&quot;.


Lula defendeu a aprovação da PEC da Segurança Pública, que pode ser votada pelo plenário do Senado. Para o candidato, é preciso asfixiar o crime organizado.


&quot;Para o trabalhador, para a comunidade, para o território, o que nós queremos é tranquilidade, segurança e proteção. Para os bandidos, a gente vai querer prisão. Por isso que eu mandei a PEC, porque eu quero aprovar ela, que realmente é da segurança pública e definir o papel da União no combate ao crime organizado, porque os Estados não tiveram competência de fazer. O que nós queremos é asfixiar o crime organizado e libertar os territórios para que o povo não seja vítima&quot;.


Lula também comemorou a aprovação do fim da escala 6x1. Ele destacou ainda o aumento de 15% no Bolsa Família e os investimentos na renda da população mais pobre.


&quot;Eu tenho certeza absoluta que o país está no rumo certo. Eu tenho certeza que a aprovação da escala 6x1, eu tenho certeza que a política que nós fizemos por meio... Eu tenho certeza que essa coisa que eu estou pensando de fazer, de dar transporte gratuito para as pessoas no final de semana, já que vai ter dois dias de descanso, é uma coisa maravilhosa para as pessoas. Como nós fizemos com a energia elétrica, quem consome até 80 não paga e quem consome até 120 paga apenas uma diferença. &quot;Como nós fizemos com o gás? Nós estamos distribuindo gás para 17 milhões de pessoas&quot;.


Nesta sexta-feira, Flávio Bolsonaro, do PL, será o próximo sabatinado pela TV Globo após o Jornal Nacional.
  2:13 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 03:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O candidato à reeleição presidencial, Lula do PT, defendeu nessa quinta-feira (15) a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705538&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705538&o=rss"></p>

<p>Em entrevista à TV Globo, Lula afirmou ser favorável à discussão do tema no Congresso Nacional, mas não no âmbito da proposta de emenda à Constituição da segurança pública.</p>

<blockquote>
<p>"Qualquer cidadão brasileiro, todo e qualquer crime hediondo, eu sou favorável a diminuir a penalidade".</p>
</blockquote>

<p>Agora, qual era o problema que estava? Era que a PEC não estava discutindo isso.</p>

<blockquote>
<p>"Sou favorável a reduzir para 16, mas não discutido nessa PEC, porque essa PEC não é para discutir isso. Primeiro você discute a PEC, aprova a PEC e aí você pode discutir a maioridade penal ou não. E eu acho que, não apenas eu como cidadão, como ser humano, eu acho que a sociedade brasileira inteira é favorável à punição de qualquer crime hediondo".</p>
</blockquote>

<p>Lula defendeu a aprovação da PEC da Segurança Pública, que pode ser votada pelo plenário do Senado. Para o candidato, é preciso asfixiar o crime organizado.</p>

<blockquote>
<p>"Para o trabalhador, para a comunidade, para o território, o que nós queremos é tranquilidade, segurança e proteção. Para os bandidos, a gente vai querer prisão. Por isso que eu mandei a PEC, porque eu quero aprovar ela, que realmente é da segurança pública e definir o papel da União no combate ao crime organizado, porque os Estados não tiveram competência de fazer. O que nós queremos é asfixiar o crime organizado e libertar os territórios para que o povo não seja vítima".</p>
</blockquote>

<p>Lula também comemorou a aprovação do fim da escala 6x1. Ele destacou ainda o aumento de 15% no Bolsa Família e os investimentos na renda da população mais pobre.</p>

<blockquote>
<p>"Eu tenho certeza absoluta que o país está no rumo certo. Eu tenho certeza que a aprovação da escala 6x1, eu tenho certeza que a política que nós fizemos por meio... Eu tenho certeza que essa coisa que eu estou pensando de fazer, de dar transporte gratuito para as pessoas no final de semana, já que vai ter dois dias de descanso, é uma coisa maravilhosa para as pessoas. Como nós fizemos com a energia elétrica, quem consome até 80 não paga e quem consome até 120 paga apenas uma diferença. "Como nós fizemos com o gás? Nós estamos distribuindo gás para 17 milhões de pessoas".</p>
</blockquote>

<p>Nesta sexta-feira, Flávio Bolsonaro, do PL, será o próximo sabatinado pela TV Globo após o Jornal Nacional.</p>
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</item>

<item>
<title>TSE aprova novas regras para canais online das campanhas eleitorais</title>
<link>https://apareceu.com/tse-aprova-novas-regras-para-canais-online-das-campanhas-eleitorais</link>
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<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral aprovou nesta sexta-feira novas regras para campanha eleitoral por canais de WhatsApp, fóruns online e outros tipos de plataformas.

Pela decisão, para ser considerado um canal oficial de uma campanha eleitoral, o espaço deverá seguir pelo menos um dos critérios relacionados.

Será verificado se o canal utiliza recursos financeiros ou suporte material, humano ou técnico da campanha, se é divulgado pelos canais oficiais dos candidatos, se direciona de forma coordenada a atuação dos seguidores aos perfis oficiais e se orienta a publicação de conteúdos a partir da campanha.

Pelas regras, não configura vinculação oficial à campanha o fato de o canal manifestar apoio político espontâneo, incluindo a reprodução de conteúdos difundidos pela campanha.

Também não caracteriza vínculo oficial se um candidato recomendar isoladamente o canal ou participar dele eventualmente a convite de seu administrador.

Os responsáveis pelos canais devem zelar pela legalidade dos conteúdos e das informações divulgadas, não podendo reproduzir conteúdo falso ou manipulado.

Esses canais vinculados às campanhas deverão ser registrados segundo as regras da Justiça Eleitoral.

A proposta foi aprovada pelo TSE após uma série de decisões que levou à suspensão temporária do canal Exército do Lula, administrado pelo deputado federal André Janones.
  1:42 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral aprovou nesta sexta-feira novas regras para campanha eleitoral por canais de WhatsApp, fóruns online e outros tipos de plataformas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705632&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705632&o=rss"></p>

<p>Pela decisão, para ser considerado um canal oficial de uma campanha eleitoral, o espaço deverá seguir pelo menos um dos critérios relacionados.</p>

<p><strong>Será verificado se o canal utiliza recursos financeiros ou suporte material, humano ou técnico da campanha, se é divulgado pelos canais oficiais dos candidatos, se direciona de forma coordenada a atuação dos seguidores aos perfis oficiais e se orienta a publicação de conteúdos a partir da campanha.</strong></p>

<p>Pelas regras, não configura vinculação oficial à campanha o fato de o canal manifestar apoio político espontâneo, incluindo a reprodução de conteúdos difundidos pela campanha.</p>

<p>Também não caracteriza vínculo oficial se um candidato recomendar isoladamente o canal ou participar dele eventualmente a convite de seu administrador.</p>

<p><strong>Os responsáveis pelos canais devem zelar pela legalidade dos conteúdos e das informações divulgadas, não podendo reproduzir conteúdo falso ou manipulado.</strong></p>

<p>Esses canais vinculados às campanhas deverão ser registrados segundo as regras da Justiça Eleitoral.</p>

<p><strong>A proposta foi aprovada pelo TSE após uma série de decisões que levou à suspensão temporária do canal Exército do Lula, administrado pelo deputado federal André Janones.</strong></p>
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</item>

<item>
<title>Saiba as propostas dos presidenciáveis para Amazônia e indígenas</title>
<link>https://apareceu.com/saiba-as-propostas-dos-presidenciaveis-para-amazonia-e-indigenas</link>
<guid>https://apareceu.com/saiba-as-propostas-dos-presidenciaveis-para-amazonia-e-indigenas</guid>
<description><![CDATA[ A proteção da Amazônia, a valorização da biodiversidade e a garantia dos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais também estão entre os temas ambientais dos programas de governo de Lula, do PT, e de Flávio Bolsonaro, do PL.

Lula propõe transformar a floresta preservada em fonte de riqueza por meio da biotecnologia, da produção de remédios, cosméticos e novos materiais. A proposta é agregar valor ao que a Amazônia produz, em vez de derrubar a floresta.

O programa também prevê a implementação de planos de prevenção e controle do desmatamento, a valorização dos parques nacionais e o incentivo à criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural.

Na proteção dos territórios, Lula propõe destinar terras públicas à criação de unidades de conservação, territórios indígenas e quilombolas, além de reforçar a regularização fundiária.

Flávio Bolsonaro defende a autonomia de indígenas e quilombolas para decidir sobre atividades produtivas em suas terras, respeitadas as regras ambientais e o desenvolvimento sustentável. Também propõe indenizações por eventuais restrições ao usufruto dos territórios e mecanismos de compensação para quem ocupa e produz nessas áreas.

O programa do PL prevê ainda a eliminação de supostas sobreposições entre órgãos ambientais, como o Ibama, a Funai e o ICMBio, mas não especifica quais seriam essas sobreposições. Outra proposta é ampliar o pagamento por serviços ambientais e consolidar o Cadastro Ambiental Rural.

O histórico das administrações anteriores também é relevante. Nos governos do PT, foram demarcadas 21 terras indígenas, e houve a retomada de processos de demarcação que estavam represados. Apesar disso, entidades indígenas cobraram mais agilidade na conclusão dos processos pendentes no Ministério da Justiça.

Durante o governo do PL, entre 2019 e 2022, nenhuma terra indígena foi demarcada. Na Amazônia, o desmatamento ultrapassou 45 mil quilômetros quadrados, e de acordo com organizações indígenas cerca de 20 mil garimpeiros passaram a atuar ilegalmente na Terra Yanomami.

*Com informações da Agência Brasil que publica neste segundo turno das eleições o comparativo dos planos de governo dos candidatos à presidência.
  2:55 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A proteção da Amazônia, a valorização da biodiversidade e a garantia dos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais também estão entre os temas ambientais dos programas de governo de Lula, do PT, e de Flávio Bolsonaro, do PL.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705481&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705481&o=rss"></p>

<p>Lula propõe transformar a floresta preservada em fonte de riqueza por meio da biotecnologia, da produção de remédios, cosméticos e novos materiais. A proposta é agregar valor ao que a Amazônia produz, em vez de derrubar a floresta.</p>

<p>O programa também prevê a implementação de planos de prevenção e controle do desmatamento, a valorização dos parques nacionais e o incentivo à criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural.</p>

<p>Na proteção dos territórios, Lula propõe destinar terras públicas à criação de unidades de conservação, territórios indígenas e quilombolas, além de reforçar a regularização fundiária.</p>

<p>Flávio Bolsonaro defende a autonomia de indígenas e quilombolas para decidir sobre atividades produtivas em suas terras, respeitadas as regras ambientais e o desenvolvimento sustentável. Também propõe indenizações por eventuais restrições ao usufruto dos territórios e mecanismos de compensação para quem ocupa e produz nessas áreas.</p>

<p>O programa do PL prevê ainda a eliminação de supostas sobreposições entre órgãos ambientais, como o Ibama, a Funai e o ICMBio, mas não especifica quais seriam essas sobreposições. Outra proposta é ampliar o pagamento por serviços ambientais e consolidar o Cadastro Ambiental Rural.</p>

<p>O histórico das administrações anteriores também é relevante. Nos governos do PT, foram demarcadas 21 terras indígenas, e houve a retomada de processos de demarcação que estavam represados. Apesar disso, entidades indígenas cobraram mais agilidade na conclusão dos processos pendentes no Ministério da Justiça.</p>

<p>Durante o governo do PL, entre 2019 e 2022, nenhuma terra indígena foi demarcada. Na Amazônia, o desmatamento ultrapassou 45 mil quilômetros quadrados, e de acordo com organizações indígenas cerca de 20 mil garimpeiros passaram a atuar ilegalmente na Terra Yanomami.</p>

<p><em>*Com informações da <strong>Agência Brasil </strong>que publica neste segundo turno das eleições o comparativo dos planos de governo dos candidatos à presidência.</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:55</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Congresso promulga fim da escala 6x1 e jornada máxima de 40h</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-promulga-fim-da-escala-6x1-e-jornada-maxima-de-40h</link>
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<description><![CDATA[ O Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira (16), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6x1, que estabelece a regra de dois dias de descanso a cada cinco trabalhados, sem redução salarial.

O texto foi aprovado pelo Senado nessa quarta-feira (14), depois de ter passado pela Câmara dos deputados.

Além do fim da 6x1, foi promulgada a PEC da aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. Eles poderão se aposentar aos 50 anos, no caso das mulheres, e aos 52 anos, no caso dos homens, com pelo menos 25 anos de contribuição.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), fez um breve relato da tramitação da PEC da 6x1 na Câmara e no Senado.

O deputado Federal Reginaldo Lopes (PT-MG) e e deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que foram os primeiros a assinar a proposta da Câmara, estavam no plenário para acompanhar. O relator da PEC no Senado, Omar Aziz (PSD-AM),  acompanhou por videoconferência.

Alcolumbre se disse honrado por liderar a sessão que promulgou o fim da 6x1.


&quot;A partir de hoje, o Brasil garante a cada trabalhadora e cada trabalhador dois dias semanais de descanso remunerado. Os impactos da medida são incalculáveis. Quanto vale mais tempo para descanso? Quanto vale mais tempo com a família? Quanto vale mais tempo para cuidar de si e de quem se ama? Para milhões de pessoas que precisam trabalhar seis, às vezes sete dias por semana, a resposta é simples. Essas coisas não têm preço&quot;. 


O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), destacou o efeitos que os trabalhadores vão viver daqui pra frente.


&quot;Talvez os brasileiros não se lembrem dos debates, das votações ou mesmo desta cerimônia de promulgação. E não precisam lembrar. O que importa é que os efeitos dessas decisões sejam percebidos na vida cotidiana. No pai que terá mais tempo para participar da vida dos filhos. Na mãe que conseguirá mais tempo para si e para sua família. No trabalhador que encontrará espaço na rotina para retomar os estudos. Na agente de saúde que, depois de uma vida dedicada a cuidar de outras famílias, poderá se aposentar com mais segurança&quot;.


O presidente Lula foi ao Senado para acompanhar a sessão solene. Destacou as mobilizações populares em torno da 6x1 e defendeu o direito ao descanso.


&quot;Se a gente não garantir o direito do ser humano descansar, do ser humano ter o direito de visitar a família, os parentes, de levar a criança numa praça, em algum lugar, se a gente não garantir, que tipo de seres humanos que nós somos? Porque o mundo do trabalho está cada vez mais difícil para as pessoas. O salário está cada vez mais apertado. E quando as pessoas falam &quot;vai ter prejuízo&quot;: não. E os avanços nesses 50 anos? Os avanços tecnológicos que teve? A palavra correta é mentira&quot;.


Além dos dois dias de folga, a PEC reduz de 44 para 40 horas o limite semanal de trabalho.

Para valer, há um período de transição. Daqui a 60 dias, em 16 de dezembro, a jornada vai cair para 42h semanais. Também começa a valer a escala de cinco dias de trabalho e dois dias de folga. E aí vem um período de mais um ano para a jornada chegar às 40 horas semanais.
  3:50 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira (16), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6x1, que estabelece a regra de dois dias de descanso a cada cinco trabalhados,</strong> sem redução salarial.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705609&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705609&o=rss"></p>

<p>O texto foi aprovado pelo Senado nessa quarta-feira (14), depois de ter passado pela Câmara dos deputados.</p>

<p>Além do fim da 6x1, foi promulgada a PEC da aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. Eles poderão se aposentar aos 50 anos, no caso das mulheres, e aos 52 anos, no caso dos homens, com pelo menos 25 anos de contribuição.</p>

<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), fez um breve relato da tramitação da PEC da 6x1 na Câmara e no Senado.</p>

<p>O deputado Federal Reginaldo Lopes (PT-MG) e e deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que foram os primeiros a assinar a proposta da Câmara, estavam no plenário para acompanhar. O relator da PEC no Senado, Omar Aziz (PSD-AM),  acompanhou por videoconferência.</p>

<p>Alcolumbre se disse honrado por liderar a sessão que promulgou o fim da 6x1.</p>

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<p>"A partir de hoje, o Brasil garante a cada trabalhadora e cada trabalhador dois dias semanais de descanso remunerado. Os impactos da medida são incalculáveis. Quanto vale mais tempo para descanso? Quanto vale mais tempo com a família? Quanto vale mais tempo para cuidar de si e de quem se ama? Para milhões de pessoas que precisam trabalhar seis, às vezes sete dias por semana, a resposta é simples. Essas coisas não têm preço". </p>
</blockquote>

<p>O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), destacou o efeitos que os trabalhadores vão viver daqui pra frente.</p>

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<p>"Talvez os brasileiros não se lembrem dos debates, das votações ou mesmo desta cerimônia de promulgação. E não precisam lembrar. O que importa é que os efeitos dessas decisões sejam percebidos na vida cotidiana. No pai que terá mais tempo para participar da vida dos filhos. Na mãe que conseguirá mais tempo para si e para sua família. No trabalhador que encontrará espaço na rotina para retomar os estudos. Na agente de saúde que, depois de uma vida dedicada a cuidar de outras famílias, poderá se aposentar com mais segurança".</p>
</blockquote>

<p>O presidente Lula foi ao Senado para acompanhar a sessão solene. Destacou as mobilizações populares em torno da 6x1 e defendeu o direito ao descanso.</p>

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<p>"Se a gente não garantir o direito do ser humano descansar, do ser humano ter o direito de visitar a família, os parentes, de levar a criança numa praça, em algum lugar, se a gente não garantir, que tipo de seres humanos que nós somos? Porque o mundo do trabalho está cada vez mais difícil para as pessoas. O salário está cada vez mais apertado. E quando as pessoas falam "vai ter prejuízo": não. E os avanços nesses 50 anos? Os avanços tecnológicos que teve? A palavra correta é mentira".</p>
</blockquote>

<p>Além dos dois dias de folga, a <strong>PEC reduz de 44 para 40 horas o limite semanal de trabalho.</strong></p>

<p><strong>Para valer, há um período de transição</strong>. Daqui a 60 dias, em 16 de dezembro, a jornada vai cair para 42h semanais. Também começa a valer a escala de cinco dias de trabalho e dois dias de folga. E aí vem um período de mais um ano para a jornada chegar às 40 horas semanais.</p>
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<item>
<title>TSE anuncia alteração de 4.352 locais de votação para o segundo turno</title>
<link>https://apareceu.com/tse-anuncia-alteracao-de-4352-locais-de-votacao-para-o-segundo-turno</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-anuncia-alteracao-de-4352-locais-de-votacao-para-o-segundo-turno</guid>
<description><![CDATA[ A Justiça Eleitoral anunciou alteração do endereço de algumas seções eleitorais para a votação do segundo turno em 25 de outubro.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, as mudanças ocorrem devido a reformas de última hora, a melhorias de acessibilidade em prédios públicos e até ao impacto das chuvas, que exigiram transferência preventiva para locais mais seguros.

4.352 seções tiveram o local alterado do primeiro para o segundo turno, número que representa menos de 1% do total.

São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia são os estados com maiores alterações.

A Justiça Eleitoral orienta que todos os eleitores chequem se os endereços de suas seções foram alterados pelo aplicativo e-Título ou pelo portal do TSE.

O tribunal esclarece que as alterações não ocorrem de forma centralizada, cabendo a cada zona eleitoral avaliar a estrutura disponível em sua localidade.
  1:09 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça Eleitoral anunciou alteração do endereço de algumas seções eleitorais para a votação do segundo turno em 25 de outubro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705642&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705642&o=rss"></p>

<p>Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, as mudanças ocorrem devido a reformas de última hora, a melhorias de acessibilidade em prédios públicos e até ao impacto das chuvas, que exigiram transferência preventiva para locais mais seguros.</p>

<p><strong>4.352 seções tiveram o local alterado do primeiro para o segundo turno, número que representa menos de 1% do total.</strong></p>

<p>São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia são os estados com maiores alterações.</p>

<p>A Justiça Eleitoral orienta que todos os eleitores chequem se os endereços de suas seções foram alterados pelo aplicativo e-Título ou pelo portal do TSE.</p>

<p><strong>O tribunal esclarece que as alterações não ocorrem de forma centralizada, cabendo a cada zona eleitoral avaliar a estrutura disponível em sua localidade.</strong></p>
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</item>

<item>
<title>Exército do Lula: técnicos do TSE não acham conteúdos falsos no canal</title>
<link>https://apareceu.com/exercito-do-lula-tecnicos-do-tse-nao-acham-conteudos-falsos-no-canal</link>
<guid>https://apareceu.com/exercito-do-lula-tecnicos-do-tse-nao-acham-conteudos-falsos-no-canal</guid>
<description><![CDATA[ A assessoria do Tribunal Superior Eleitoral afirmou que não encontrou conteúdos de desinformação no canal do Whatsapp “Exército do Lula”. No entanto, os técnicos apontaram riscos a integridade das eleições por causa do alcance potencial das publicações e da atuação coordenada.

O relatório foi produzido pela Assessoria de Enfrentamento à Desinformação após determinação, nesta segunda-feira (12), do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques. A ordem foi dada na mesma ação em que ele mandou a Meta, dona do Whatsapp, tirar o canal do ar. A medida depois viria a ser derrubada pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro pede a derrubada do canal por supostas fake news. Entre elas, ele cita menções aos casos de Nossa Senhora Aparecida e a possibilidade de cortes em benefícios sociais.

Segundo o documento, entre as publicações de 2 a 11 de outubro não foram encontradas reproduções dos temas apontados. A verificação ocorreu sobre os textos das mensagens, pré-visualizações de links, miniaturas e títulos de vídeo e áudios transcritos.

Já entre os riscos à integridade das eleições, o texto fala da grande audiência, muitos encaminhamentos de mensagens e orientações de mobilização. Além disso, o uso de linguagem com lógica de confronto.

O canal “Exército do Lula”, coordenado pelo deputado federal André Janones, tem 3,7 milhões de seguidores. Flávio Bolsonaro também um canal para disseminação de informações da campanha, &quot;Tropa do Flávio&quot;, com um 1,4 milhão de seguidores.
 
  1:37 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A assessoria do Tribunal Superior Eleitoral afirmou que não encontrou conteúdos de desinformação no canal do Whatsapp “Exército do Lula”. No entanto, os técnicos apontaram riscos a integridade das eleições por causa do alcance potencial das publicações e da atuação coordenada.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705114&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705114&o=rss"></p>

<p>O relatório foi produzido pela Assessoria de Enfrentamento à Desinformação após determinação, nesta segunda-feira (12), do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques. A ordem foi dada na mesma ação em que ele mandou a Meta, dona do Whatsapp, tirar o canal do ar. A medida depois viria a ser derrubada pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.</p>

<p>O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro pede a derrubada do canal por supostas <em>fake news</em>. Entre elas, ele cita menções aos casos de Nossa Senhora Aparecida e a possibilidade de cortes em benefícios sociais.</p>

<p>Segundo o documento, entre as publicações de 2 a 11 de outubro não foram encontradas reproduções dos temas apontados. A verificação ocorreu sobre os textos das mensagens, pré-visualizações de links, miniaturas e títulos de vídeo e áudios transcritos.</p>

<p>Já entre os riscos à integridade das eleições, o texto fala da grande audiência, muitos encaminhamentos de mensagens e orientações de mobilização. Além disso, o uso de linguagem com lógica de confronto.</p>

<p>O canal “Exército do Lula”, coordenado pelo deputado federal André Janones, tem 3,7 milhões de seguidores. Flávio Bolsonaro também um canal para disseminação de informações da campanha, "Tropa do Flávio", com um 1,4 milhão de seguidores.<br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">1:37</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Fim da escala 6x1 volta ao debate no Senado nesta terça</title>
<link>https://apareceu.com/fim-da-escala-6x1-volta-ao-debate-no-senado-nesta-terca</link>
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<description><![CDATA[ Nesta terça-feira (13), a PEC que acaba com a escala de trabalho 6x1 volta ao debate no Senado. O presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre, marcou para a próxima quarta-feira (14) o primeiro turno da votação da proposta de emenda à Constituição. 

Antes disso, o texto precisa passar por mais duas sessões de discussão, previstas para terça e quarta-feira, seguido da votação. Ao anunciar a data, Davi Alcolumbre disse que “caberá a cada senador decidir com liberdade, consciência e convicção”.  

A PEC 221, de 2019, prevê dois dias de descanso por semana, sem redução salarial. Com isso, a jornada semanal cairia das atuais 44h para 40h, durante um período de transição de 14 meses. A matéria foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio deste ano, em dois turnos, e encaminhada ao Senado. Como altera a Constituição, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos nas duas casas do Congresso.  

Na votação da próxima quarta, a PEC precisa do apoio de, pelo menos, 49 dos 81 senadores para ser aprovada em primeiro turno. Pelo regimento do Senado, depois dessa etapa, a proposta ainda precisa passar por outras três sessões de discussão antes da votação em segundo turno.  

Caso o texto seja alterado no Senado, deve retornar para apreciação na Câmara. Se o texto não for alterado e for aprovado nos dois turnos do Senado, segue para promulgação.
 
  1:41 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Fim, escala, 6x1, volta, debate, Senado, nesta, terça</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (13), a PEC que acaba com a escala de trabalho 6x1 volta ao debate no Senado. O presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre, marcou para a próxima quarta-feira (14) o primeiro turno da votação da proposta de emenda à Constituição. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705131&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705131&o=rss"></p>

<p>Antes disso, o texto precisa passar por mais duas sessões de discussão, previstas para terça e quarta-feira, seguido da votação. Ao anunciar a data, Davi Alcolumbre disse que “caberá a cada senador decidir com liberdade, consciência e convicção”.  </p>

<p>A PEC 221, de 2019, prevê dois dias de descanso por semana, sem redução salarial. Com isso, a jornada semanal cairia das atuais 44h para 40h, durante um período de transição de 14 meses. A matéria foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio deste ano, em dois turnos, e encaminhada ao Senado. Como altera a Constituição, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos nas duas casas do Congresso.  </p>

<p>Na votação da próxima quarta, a PEC precisa do apoio de, pelo menos, 49 dos 81 senadores para ser aprovada em primeiro turno. Pelo regimento do Senado, depois dessa etapa, a proposta ainda precisa passar por outras três sessões de discussão antes da votação em segundo turno.  </p>

<p>Caso o texto seja alterado no Senado, deve retornar para apreciação na Câmara. Se o texto não for alterado e for aprovado nos dois turnos do Senado, segue para promulgação.<br>
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<title>Fim da escala 6x1 deve ser votado nesta quarta&#45;feira (14)</title>
<link>https://apareceu.com/fim-da-escala-6x1-deve-ser-votado-nesta-quarta-feira-14</link>
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<description><![CDATA[ A Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1 no país deve ser votada nesta quarta-feira (14). O texto, que garante dois dias de folgas por semana para os trabalhadores com carteira assinada, foi discutido em sua quarta sessão no plenário do Senado nesta terça-feira (13).

Para ser votada em primeiro turno, uma PEC precisa passar por cinco sessões de debate antes da deliberação. A última sessão do primeiro turno está prevista para esta quarta-feira e a proposta deve ser votada logo em seguida, conforme definiu o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

A líder do governo, senadora Teresa Leitão, do PT, apresentou um requerimento de calendário especial para acelerar a tramitação no segundo turno. Se aprovado o requerimento, o plenário pode decidir já votar a proposta em segundo turno ainda nesta quarta-feira.

A Proposta de Emenda à Constituição para o fim da jornada 6x1 foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio. A matéria prevê que a carga horária máxima de trabalho passe de 44h para 40h semanais, em um período de transição de 14 meses.

O texto estabelece que os dois dias de repouso semanal ocorram sem redução salarial. A proposta também mantém a jornada até 8h diárias, com possibilidade de compensação de horas e de redução da jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Para aprovar a proposta, será preciso o apoio de 49 dos 81 senadores em cada um dos dois turnos de votação.
 
  1:49 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Fim, escala, 6x1, deve, ser, votado, nesta, quarta-feira, 14</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1 no país deve ser votada nesta quarta-feira (14). O texto, que garante dois dias de folgas por semana para os trabalhadores com carteira assinada, foi discutido em sua quarta sessão no plenário do Senado nesta terça-feira (13).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705275&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705275&o=rss"></p>

<p>Para ser votada em primeiro turno, uma PEC precisa passar por cinco sessões de debate antes da deliberação. A última sessão do primeiro turno está prevista para esta quarta-feira e a proposta deve ser votada logo em seguida, conforme definiu o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.</p>

<p>A líder do governo, senadora Teresa Leitão, do PT, apresentou um requerimento de calendário especial para acelerar a tramitação no segundo turno. Se aprovado o requerimento, o plenário pode decidir já votar a proposta em segundo turno ainda nesta quarta-feira.</p>

<p>A Proposta de Emenda à Constituição para o fim da jornada 6x1 foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio. A matéria prevê que a carga horária máxima de trabalho passe de 44h para 40h semanais, em um período de transição de 14 meses.</p>

<p>O texto estabelece que os dois dias de repouso semanal ocorram sem redução salarial. A proposta também mantém a jornada até 8h diárias, com possibilidade de compensação de horas e de redução da jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho.</p>

<p>Para aprovar a proposta, será preciso o apoio de 49 dos 81 senadores em cada um dos dois turnos de votação.<br>
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<title>Presidente do TSE autoriza reativação do canal &amp;quot;Exército do Lula&amp;quot;</title>
<link>https://apareceu.com/presidente-do-tse-autoriza-reativacao-do-canal-exercito-do-lula</link>
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<description><![CDATA[ O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Kassio Nunes Marques, deu nova decisão autorizando a reativação do canal de Whatsapp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones. Pela determinação do ministro, o canal poderá voltar a funcionar somente daqui a 48 horas.

Nesta terça-feira (13), pela manhã, Nunes Marques havia ordenado a suspensão do canal e a obrigação de que ele fosse registrado no TSE como instrumento da campanha do presidente Lula. Além disso, a empresa Meta, proprietária do Whatsapp, deve monitorar o grupo para impedir a circulação de mensagens falsas.

Após o registro do canal pela campanha do PT, ocorrido na tarde desta terça-feira, o ministro afirmou que a suspensão não se justificava mais.

Nos últimos dias, o canal “Exército do Lula” tem sido alvo de uma disputa de liminares. Essa havia sido a segunda vez que Nunes Marques tinha derrubado o canal, a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro. A equipe do candidato alegou que a ferramenta divulgava mensagens com conteúdo falso.

Apesar da acusação, a Assessoria de Enfrentamento à Desinformação do TSE afirmou que não encontrou fake news no canal.

O corregedor do TSE, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, havia derrubado a primeira suspensão de Nunes Marques, em uma outra ação em que a campanha de Flávio Bolsonaro também pedia o impedimento do grupo de whatsapp.

O canal “Exército do Lula” tem 4,3 milhões seguidores, sendo utilizado por André Janones para mobilizar os eleitores do candidato do PT. O deputado afirmou que não divulga fake news pelo canal e que irá cumprir as decisões do TSE.
  1:54 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Presidente, TSE, autoriza, reativação, canal, Exército, Lula</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Kassio Nunes Marques, deu nova decisão autorizando a <strong>reativação do canal de Whatsapp “Exército do Lula”</strong>, criado pelo deputado federal André Janones. Pela determinação do ministro, o canal poderá voltar a funcionar somente daqui a 48 horas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705264&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705264&o=rss"></p>

<p>Nesta terça-feira (13), pela manhã, Nunes Marques havia ordenado a suspensão do canal e a obrigação de que ele fosse registrado no TSE como instrumento da campanha do presidente Lula. Além disso, a empresa Meta, proprietária do Whatsapp, deve monitorar o grupo para impedir a circulação de mensagens falsas.</p>

<p>Após o registro do canal pela campanha do PT, ocorrido na tarde desta terça-feira, <strong>o ministro afirmou que a suspensão não se justificava mais</strong>.</p>

<p>Nos últimos dias, o canal “Exército do Lula” tem sido alvo de uma disputa de liminares. Essa havia sido a segunda vez que Nunes Marques tinha derrubado o canal, a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro. A equipe do candidato alegou que a ferramenta divulgava mensagens com conteúdo falso.</p>

<p>Apesar da acusação, a <strong>Assessoria de Enfrentamento à Desinformação do TSE afirmou que não encontrou fake news no canal</strong>.</p>

<p>O corregedor do TSE, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, havia derrubado a primeira suspensão de Nunes Marques, em uma outra ação em que a campanha de Flávio Bolsonaro também pedia o impedimento do grupo de whatsapp.</p>

<p>O canal “Exército do Lula” tem 4,3 milhões seguidores, sendo utilizado por André Janones para mobilizar os eleitores do candidato do PT. O deputado afirmou que não divulga fake news pelo canal e que irá cumprir as decisões do TSE.</p>
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<title>Veja a agenda dos candidatos à Presidência para esta terça (13)</title>
<link>https://apareceu.com/veja-a-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-para-esta-terca-13</link>
<guid>https://apareceu.com/veja-a-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-para-esta-terca-13</guid>
<description><![CDATA[ Faltam menos de duas semanas para o segundo turno das eleições presidenciais. Nesta terça-feira (13), os candidatos Lula e Flávio Bolsonaro cumprem agendas em Brasília e em São Paulo.

Pela manhã, Lula, do PT, anuncia novas linhas de crédito para microempreendedores individuais, no Palácio do Planalto. À noite, o presidente participa do “Grande Ato da Virada”, no Largo da Batata, na capital paulista.

Já Flávio Bolsonaro, do PL, visita, em Brasília, o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. O encontro foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). À tarde, o senador segue para São Paulo, onde participa de uma reunião do MDB e do Grande Encontro do Associativismo. Ele encerra o dia com uma entrevista ao Anima Podcast.
 
E no feriado de Nossa Senhora Aparecida, os presidenciáveis participaram de celebrações religiosas. Flávio Bolsonaro foi a uma missa na Catedral de Brasília. Ao sair, defendeu a liberdade religiosa e comemorou a autorização para voltar a visitar o pai. As visitas estavam proibidas desde julho, após Flávio divulgar uma carta de Jair Bolsonaro em apoio à sua candidatura. O senador, porém, está proibido de dar caráter político-eleitoral ao encontro.

Lula participou de uma missa restrita a autoridades e convidados, no Palácio da Alvorada. Após a celebração, pediu respeito à fé e à espiritualidade e afirmou que, em um país democrático, cada pessoa deve seguir a religião que quiser.

 
  1:31 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Veja, agenda, dos, candidatos, Presidência, para, esta, terça, 13</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Faltam menos de duas semanas para o segundo turno das eleições presidenciais. Nesta terça-feira (13), os candidatos Lula e Flávio Bolsonaro cumprem agendas em Brasília e em São Paulo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705156&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705156&o=rss"></p>

<p>Pela manhã, <strong>Lula, do PT</strong>, anuncia novas linhas de crédito para microempreendedores individuais, no Palácio do Planalto. À noite, o presidente participa do “Grande Ato da Virada”, no Largo da Batata, na capital paulista.</p>

<p>Já <strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, visita, em Brasília, o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. O encontro foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). À tarde, o senador segue para São Paulo, onde participa de uma reunião do MDB e do Grande Encontro do Associativismo. Ele encerra o dia com uma entrevista ao Anima Podcast.<br>
 <br>
E no feriado de Nossa Senhora Aparecida, os presidenciáveis participaram de celebrações religiosas. <strong>Flávio Bolsonaro </strong>foi a uma missa na Catedral de Brasília. Ao sair, defendeu a liberdade religiosa e comemorou a autorização para voltar a visitar o pai. As visitas estavam proibidas desde julho, após Flávio divulgar uma carta de Jair Bolsonaro em apoio à sua candidatura. O senador, porém, está proibido de dar caráter político-eleitoral ao encontro.</p>

<p><strong>Lula </strong>participou de uma missa restrita a autoridades e convidados, no Palácio da Alvorada. Após a celebração, pediu respeito à fé e à espiritualidade e afirmou que, em um país democrático, cada pessoa deve seguir a religião que quiser.<br>
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<title>Candidatos à Presidência participam de homenagens à padroeira do país</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-participam-de-homenagens-a-padroeira-do-pais</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-participam-de-homenagens-a-padroeira-do-pais</guid>
<description><![CDATA[ Nesta segunda-feira (12), os candidatos à Presidência da República estiveram em cerimônias religiosas em Brasília que celebraram o dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil desde 1930. Lula e Flávio Bolsonaro participaram de missas pela manhã e não foram ao Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo, que costuma reunir multidões de fiéis a cada feriado nacional de 12 de outubro.

Lula, do PT, assistiu à missa em homenagem à santa na capela do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República. Em 2022, durante a campanha eleitoral, Lula também optou por não ir ao Santuário de Aparecida no dia da padroeira, por não querer transformar a celebração em palanque eleitoral.

Neste ano, no Alvorada, Lula falou sobre o significado de participar da celebração.


“Esse gesto é para a gente poder mostrar que um país civilizado, um país harmônico, um país democrático, ou seja, cada um segue a religião que quiser e todos nós temos que respeitar. Ninguém é obrigado a ser da mesma religião. Esse gesto foi muito importante para mim e é muito importante para o povo católico brasileiro.”


Flávio Bolsonaro, do PL, esteve na Catedral Metropolitana de Brasília, dedicada à Nossa Senhora Aparecida, acompanhado da esposa e do candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar. Depois da cerimônia, que durou cerca de uma hora, disse ter saído reenergizado e defendeu a liberdade religiosa.

O senador também comemorou a autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. As visitas estavam suspensas há mais de três meses, após Flávio divulgar nas redes sociais uma carta do pai. O encontro deve ocorrer nesta terça-feira (13) e durar cerca de 30 minutos.

Flávio Bolsonaro falou sobre a expectativa pelo reencontro.


“Primeiro de tudo ver como é que está o rosto dele, como é que está o ânimo dele com tudo que aconteceu, que eu só estou sabendo por terceiras pessoas. Eu espero olhar no olho dele e dar um abraço e espero que ele esteja feliz.”


À tarde, os candidatos não tiveram compromissos oficiais de campanha. O segundo turno das eleições está marcado para 25 de outubro, daqui a 13 dias.
 
  2:31 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, Presidência, participam, homenagens, padroeira, país</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (12), os candidatos à Presidência da República estiveram em cerimônias religiosas em Brasília que celebraram o dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil desde 1930. Lula e Flávio Bolsonaro participaram de missas pela manhã e não foram ao Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo, que costuma reunir multidões de fiéis a cada feriado nacional de 12 de outubro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705143&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705143&o=rss"></p>

<p>Lula, do PT, assistiu à missa em homenagem à santa na capela do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República. Em 2022, durante a campanha eleitoral, Lula também optou por não ir ao Santuário de Aparecida no dia da padroeira, por não querer transformar a celebração em palanque eleitoral.</p>

<p>Neste ano, no Alvorada, Lula falou sobre o significado de participar da celebração.</p>

<blockquote>
<p>“Esse gesto é para a gente poder mostrar que um país civilizado, um país harmônico, um país democrático, ou seja, cada um segue a religião que quiser e todos nós temos que respeitar. Ninguém é obrigado a ser da mesma religião. Esse gesto foi muito importante para mim e é muito importante para o povo católico brasileiro.”</p>
</blockquote>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL, esteve na Catedral Metropolitana de Brasília, dedicada à Nossa Senhora Aparecida, acompanhado da esposa e do candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar. Depois da cerimônia, que durou cerca de uma hora, disse ter saído reenergizado e defendeu a liberdade religiosa.</p>

<p>O senador também comemorou a autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. As visitas estavam suspensas há mais de três meses, após Flávio divulgar nas redes sociais uma carta do pai. O encontro deve ocorrer nesta terça-feira (13) e durar cerca de 30 minutos.</p>

<p>Flávio Bolsonaro falou sobre a expectativa pelo reencontro.</p>

<blockquote>
<p>“Primeiro de tudo ver como é que está o rosto dele, como é que está o ânimo dele com tudo que aconteceu, que eu só estou sabendo por terceiras pessoas. Eu espero olhar no olho dele e dar um abraço e espero que ele esteja feliz.”</p>
</blockquote>

<p>À tarde, os candidatos não tiveram compromissos oficiais de campanha. O segundo turno das eleições está marcado para 25 de outubro, daqui a 13 dias.<br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">2:31</span>]]> </content:encoded>
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<title>Lula e Flávio Bolsonaro cumprem agendas de campanha nesta quarta&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/lula-e-flavio-bolsonaro-cumprem-agendas-de-campanha-nesta-quarta-feira</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-e-flavio-bolsonaro-cumprem-agendas-de-campanha-nesta-quarta-feira</guid>
<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, do PL, e Lula, do PT, cumprem compromissos nesta quarta-feira (14).

Flávio vai a Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, para um ato com governadores e senadores eleitos pelo PL na Região Sul, no fim da tarde.

Em Brasília, Lula assina no início da tarde,  o decreto que regulamenta o Marco Legal da Indústria de Jogos Eletrônicos.

Nessa terça-feira, ele anunciou medidas para ajudar microempreendedores individuais a sair do endividamento. Na educação prometeu um programa Pé-de-Meia para universitários se reeleito. 

Já Flávio Bolsonaro visitou o pai, Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar, em Brasília.

Ao sai do encontro, conversou com jornalistas e declarou apoio à PEC que prevê o fim da escala 6 por 1 e que deve ser votada nesta quarta-feira, no Senado. 

Em São Paulo, Flávio Bolsonaro recebeu o apoio do MDB à candidatura e participou do Grande Encontro Associativo e de um jantar na sede da Fiesp.
  1:07 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, Flávio, Bolsonaro, cumprem, agendas, campanha, nesta, quarta-feira</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, do PL, e Lula, do PT, cumprem compromissos nesta quarta-feira (14).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705292&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705292&o=rss"></p>

<p>Flávio vai a Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, para um ato com governadores e senadores eleitos pelo PL na Região Sul, no fim da tarde.</p>

<p>Em Brasília, Lula assina no início da tarde,  o decreto que regulamenta o Marco Legal da Indústria de Jogos Eletrônicos.</p>

<p>Nessa terça-feira, ele anunciou medidas para ajudar microempreendedores individuais a sair do endividamento. Na educação prometeu um programa Pé-de-Meia para universitários se reeleito. </p>

<p>Já Flávio Bolsonaro visitou o pai, Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar, em Brasília.</p>

<p>Ao sai do encontro, conversou com jornalistas e declarou apoio à PEC que prevê o fim da escala 6 por 1 e que deve ser votada nesta quarta-feira, no Senado. </p>

<p>Em São Paulo, Flávio Bolsonaro recebeu o apoio do MDB à candidatura e participou do Grande Encontro Associativo e de um jantar na sede da Fiesp.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:07</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Eleições 2026: confira como foi a terça&#45;feira de Flávio e Lula</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-2026-confira-como-foi-a-terca-feira-de-flavio-e-lula</link>
<guid>https://apareceu.com/eleicoes-2026-confira-como-foi-a-terca-feira-de-flavio-e-lula</guid>
<description><![CDATA[ A menos de duas semanas do segundo turno, marcado para 25 de outubro, Flávio Bolsonaro, do PL, e Lula, do PT, dividiram a terça-feira (13) entre Brasília e São Paulo.

Flávio Bolsonaro começou o dia na capital do país, com uma visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. O Supremo Tribunal Federal autorizou o encontro depois do fim da suspensão de 90 dias das visitas, imposta em julho pelo ministro Alexandre de Moraes.

À tarde, em São Paulo, Flávio se reuniu com representantes do MDB e esteve no Grande Encontro do Associativismo. À noite, concedeu entrevista ao Anima Podcast.

Já o presidente Lula cumpriu agenda como presidente pela manhã. O candidato do PT passou parte da tarde e da noite com sua equipe de campanha, em Brasília, gravando programas para o horário eleitoral. Em um vídeo publicado nas redes sociais anunciou que, se reeleito, vai criar uma versão do programa Pé de Meia para estudantes universitários.
 
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleições, 2026:, confira, como, foi, terça-feira, Flávio, Lula</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A menos de duas semanas do segundo turno, marcado para 25 de outubro, Flávio Bolsonaro, do PL, e Lula, do PT, dividiram a terça-feira (13) entre Brasília e São Paulo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705276&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705276&o=rss"></p>

<p>Flávio Bolsonaro começou o dia na capital do país, com uma visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. O Supremo Tribunal Federal autorizou o encontro depois do fim da suspensão de 90 dias das visitas, imposta em julho pelo ministro Alexandre de Moraes.</p>

<p>À tarde, em São Paulo, Flávio se reuniu com representantes do MDB e esteve no Grande Encontro do Associativismo. À noite, concedeu entrevista ao Anima Podcast.</p>

<p>Já o presidente Lula cumpriu agenda como presidente pela manhã. O candidato do PT passou parte da tarde e da noite com sua equipe de campanha, em Brasília, gravando programas para o horário eleitoral. Em um vídeo publicado nas redes sociais anunciou que, se reeleito, vai criar uma versão do programa Pé de Meia para estudantes universitários.<br>
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<item>
<title>Senado pode votar hoje PEC que acaba com a escala 6x1</title>
<link>https://apareceu.com/senado-pode-votar-hoje-pec-que-acaba-com-a-escala-6x1</link>
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<description><![CDATA[ A Proposta de Emenda à Constituição, mais conhecida como PEC que acaba com a escala 6x1 de trabalhadores e trabalhadoras com carteira assinada, pode ser definida ainda hoje. 

Para isso, os senadores devem aprovar a matéria nos dois turnos nesta quarta-feira (14). 

É que daqui a pouco tem a quinta e última discussão sobre o tema – que é obrigatória - antes da votação em primeiro turno, no plenário, que também é hoje.

Para a proposta ser aprovada, cada turno precisa de pelo menos 49 votos dos 81 senadores. 

Mas a base do governo pediu um calendário especial que acelera as etapas e, se for aprovado, o segundo turno de votação pode ser ainda hoje, logo após o primeiro.  

De acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a base governista já conseguiu as assinaturas necessárias. Com isso, ele disse que essa chamada “quebra de interstício” deve ser votada logo após a sessão de discussão de hoje.

Se aprovado esse requerimento, o segundo turno da PEC vai ser votada hoje, sem precisar das discussões obrigatórias antes do segundo turno.  

A PEC 221 de 2019 reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas por semana. E garante dois dias de descanso remunerado por semana, sem desconto de salário.  

O texto já foi aprovado na Câmara Federal, em maio deste ano. E agora, se aprovado no plenário do Senado, nos dois turnos, sem alterações, segue para ser promulgado no Congresso. 
  1:41 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição, mais conhecida como PEC que acaba com a escala 6x1 de trabalhadores e trabalhadoras com carteira assinada, pode ser definida ainda hoje. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705313&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705313&o=rss"></p>

<p>Para isso, os senadores devem aprovar a matéria nos dois turnos nesta quarta-feira (14). </p>

<p>É que daqui a pouco tem a quinta e última discussão sobre o tema – que é obrigatória - antes da votação em primeiro turno, no plenário, que também é hoje.</p>

<p>Para a proposta ser aprovada, cada turno precisa de pelo menos 49 votos dos 81 senadores. </p>

<p>Mas a base do governo pediu um calendário especial que acelera as etapas e, se for aprovado, o segundo turno de votação pode ser ainda hoje, logo após o primeiro.  </p>

<p>De acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a base governista já conseguiu as assinaturas necessárias. Com isso, ele disse que essa chamada “quebra de interstício” deve ser votada logo após a sessão de discussão de hoje.</p>

<p>Se aprovado esse requerimento, o segundo turno da PEC vai ser votada hoje, sem precisar das discussões obrigatórias antes do segundo turno.  </p>

<p>A PEC 221 de 2019 reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas por semana. E garante dois dias de descanso remunerado por semana, sem desconto de salário.  </p>

<p>O texto já foi aprovado na Câmara Federal, em maio deste ano. E agora, se aprovado no plenário do Senado, nos dois turnos, sem alterações, segue para ser promulgado no Congresso. </p>
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<item>
<title>TSE discute acesso à cabine de votação e regras no segundo turno</title>
<link>https://apareceu.com/tse-discute-acesso-a-cabine-de-votacao-e-regras-no-segundo-turno</link>
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<description><![CDATA[ Ampliar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida à cabine de votação, atenção à previsão do tempo, e proibição de aparelhos na cabine de votação. Esses foram alguns dos temas tratados em reunião da Justiça Eleitoral para garantir que o segundo turno acontece dentro da normalidade.

Presidentes e representantes de 24 tribunais regionais eleitorais se reuniram com o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes, nessa terça-feira, 13.

O presidente do TSE enfatizou o programa &quot;Seu Voto Importa&quot;, que oferece transporte de graça até os locais de votação a eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida. Ele propôs duplicar o número de atendimentos. O serviço contempla quem vive em áreas remotas, a pelo menos 2 km do local de votação, além de populações indígenas, quilombolas e ribeirinhas. O programa é executado a pedido feito para cada TRE, mas depende da disponibilidade de veículos. O resultado da solicitação é informado até 48 horas antes da eleição.

Na reunião, nesta terça, o ministro também chamou atenção para as condições meteorológicas no dia da votação, com atenção aos estados da região Sul, por causa das chuvas intensas, e da região Norte, onde a estiagem pode dificultar a navegação. No primeiro turno, tempestades causaram falta de energia no Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. As baterias das urnas garantiram a votação.

Kassio Nunes também reforçou as regras sobre equipamentos eletrônicos que registram imagens e comprometam o sigilo do voto, na cabine de votação. Quem se recusar a entregar o aparelho para mesa da seção não será autorizado a votar. A ocorrência fica registrada em ata e, se necessário, a força policial pode ser acionada.
  1:37 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, discute, acesso, cabine, votação, regras, segundo, turno</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ampliar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida à cabine de votação, atenção à previsão do tempo, e proibição de aparelhos na cabine de votação. Esses foram alguns dos temas tratados em reunião da Justiça Eleitoral para garantir que o segundo turno acontece dentro da normalidade.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705296&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705296&o=rss"></p>

<p>Presidentes e representantes de 24 tribunais regionais eleitorais se reuniram com o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes, nessa terça-feira, 13.</p>

<p><strong>O presidente do TSE enfatizou o programa "Seu Voto Importa", que oferece transporte de graça até os locais de votação a eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida. </strong>Ele propôs duplicar o número de atendimentos. O serviço contempla quem vive em áreas remotas, a pelo menos 2 km do local de votação, além de populações indígenas, quilombolas e ribeirinhas. O programa é executado a pedido feito para cada TRE, mas depende da disponibilidade de veículos. O resultado da solicitação é informado até 48 horas antes da eleição.</p>

<p>Na reunião, nesta terça, o ministro também chamou atenção para as condições meteorológicas no dia da votação, com atenção aos estados da região Sul, por causa das chuvas intensas, e da região Norte, onde a estiagem pode dificultar a navegação. No primeiro turno, tempestades causaram falta de energia no Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. As baterias das urnas garantiram a votação.</p>

<p>Kassio Nunes também reforçou as regras sobre equipamentos eletrônicos que registram imagens e comprometam o sigilo do voto, na cabine de votação. <strong>Quem se recusar a entregar o aparelho para mesa da seção não será autorizado a votar.</strong> A ocorrência fica registrada em ata e, se necessário, a força policial pode ser acionada.</p>
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<item>
<title>Lula faz caminhada no DF e Flávio se reúne com lideranças no RJ</title>
<link>https://apareceu.com/lula-faz-caminhada-no-df-e-flavio-se-reune-com-liderancas-no-rj</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-faz-caminhada-no-df-e-flavio-se-reune-com-liderancas-no-rj</guid>
<description><![CDATA[ Os candidatos que disputam o segundo turno da eleição para a Presidência da República cumpriram agenda de campanha nesta sexta-feira (9), no Distrito Federal e no Rio de Janeiro, focando em temas como soberania nacional e segurança pública.

Lula na Ceilândia

Lula fez uma caminhada na Feira de Ceilândia, ao lado de Leandro Grass, candidato do PT ao governo do Distrito Federal. Foi a segunda vez que o presidente visitou a região administrativa durante a campanha. A primeira passagem aconteceu em setembro.

Em discurso, Lula defendeu o tema da soberania nacional diante de ataques e interesses externos. O candidato apontou a bandeira nacional como símbolo dos eleitores que defendem um Brasil soberano e afirmou que a oposição apoia que americanos explorem a riqueza que pertence ao povo brasileiro.

Flávio na Barra da Tijuca

No Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro participou, no início da tarde, de um encontro com Douglas Ruas, candidato do PL ao governo fluminense, e com lideranças políticas. A reunião aconteceu no espaço Ilha Itanhangá, na Barra da Tijuca.

O compromisso ocorreu em meio à indefinição sobre a eleição para o governo do estado. Durante o encontro, Flávio tratou da segurança pública e do combate ao crime organizado. O candidato afirmou que, a partir de janeiro do ano que vem, o governo vai declarar guerra aos Comando Vermelho, PCC e milícias que estão em todo o Brasil.

O segundo turno da eleição presidencial será em 25 de outubro. A votação será de 8h até às 17h, segundo o horário de Brasília. Mais de 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar. Quem não votar nem justificar a ausência até 8 de janeiro de 2027 fica sujeito a multa.
  1:54 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 21:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos que disputam o segundo turno da eleição para a Presidência da República cumpriram agenda de campanha nesta sexta-feira (9), no Distrito Federal e no Rio de Janeiro, focando em temas como <strong>soberania nacional e segurança pública</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704990&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704990&o=rss"></p>

<h3>Lula na Ceilândia</h3>

<p>Lula fez uma caminhada na Feira de Ceilândia, ao lado de Leandro Grass, candidato do PT ao governo do Distrito Federal. Foi a segunda vez que o presidente visitou a região administrativa durante a campanha. A primeira passagem aconteceu em setembro.</p>

<p>Em discurso, Lula defendeu o tema da soberania nacional diante de ataques e interesses externos. O candidato apontou a bandeira nacional como símbolo dos eleitores que defendem um Brasil soberano e afirmou que a oposição apoia que americanos explorem a riqueza que pertence ao povo brasileiro.</p>

<h3>Flávio na Barra da Tijuca</h3>

<p>No Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro participou, no início da tarde, de um encontro com Douglas Ruas, candidato do PL ao governo fluminense, e com lideranças políticas. A reunião aconteceu no espaço Ilha Itanhangá, na Barra da Tijuca.</p>

<p>O compromisso ocorreu em meio à indefinição sobre a eleição para o governo do estado. Durante o encontro, Flávio tratou da segurança pública e do combate ao crime organizado. O candidato afirmou que, a partir de janeiro do ano que vem, o governo vai declarar guerra aos Comando Vermelho, PCC e milícias que estão em todo o Brasil.</p>

<p>O segundo turno da eleição presidencial será em 25 de outubro. A votação será de 8h até às 17h, segundo o horário de Brasília. Mais de 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar. Quem não votar nem justificar a ausência até 8 de janeiro de 2027 fica sujeito a multa.</p>
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</item>

<item>
<title>PF nega existência de depoimento de Vorcaro sobre Lula</title>
<link>https://apareceu.com/pf-nega-existencia-de-depoimento-de-vorcaro-sobre-lula</link>
<guid>https://apareceu.com/pf-nega-existencia-de-depoimento-de-vorcaro-sobre-lula</guid>
<description><![CDATA[ A Polícia Federal negou a existência de um depoimento no qual o ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria afirmado que repassou dinheiro para um documentário sobre o presidente Lula, candidato a reeleição.

A informação do suposto depoimento foi dada pela revista Veja nesta sexta-feira (9).

Segundo a PF, não foram entregues quaisquer anexos, documentos ou informações que comprovem o que a revista relatou.

À Agência Brasil, o advogado de Vorcaro, Daniel Bialski, disse não ter conhecimento sobre o suposto financiamento. Ele esclareceu que não estava à frente da defesa do ex-banqueiro quando as propostas de colaboração foram apresentadas, mas garante não ter havido nenhum novo depoimento à PF ou qualquer outro órgão tratando do assunto.

O advogado de Vorcaro também afirmou não ter tido acesso a qualquer documento comprovando tal financiamento e ressaltou que seu cliente nunca falou com ele sobre isso.

Direito de reposta

Diante da notícia da revista Veja, a Advocacia-Geral da União disse que irá pedir a publicação de direito de resposta e da correção das informações divulgadas. Para a AGU, houve divulgação de informações inverídicas e gravemente ofensivas a autoridades federais.

Perícia

Juristas do grupo Prerrogativas pediram que a Polícia Federal realize perícia no áudio divulgado pela Veja. Para o grupo, há suspeitas de que a gravação tenha sido adulterada com a finalidade de interferir no segundo turno das eleições presidenciais. 

O rumor se assemelha ao episódio em que Daniel Vorcaro repassou, a pedido de Flávio Bolsonaro, mais de R$ 60 milhões  para supostamente financiar um filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Ao contrário do que consta na matéria da Veja, Flávio Bolsonaro confirmou ter pedido o dinheiro a Vorcaro.

* Com informações da Agência Brasil.

 
  2:14 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 21:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal negou a existência de um depoimento no qual o ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria afirmado que repassou dinheiro para um documentário sobre o presidente Lula, candidato a reeleição.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704987&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704987&o=rss"></p>

<p>A informação do suposto depoimento foi dada pela revista Veja nesta sexta-feira (9).</p>

<p>Segundo a PF,<strong> não foram entregues quaisquer anexos, documentos ou informações que comprovem o que a revista relatou</strong>.</p>

<p>À Agência Brasil, o advogado de Vorcaro, Daniel Bialski, disse não ter conhecimento sobre o suposto financiamento. Ele esclareceu que não estava à frente da defesa do ex-banqueiro quando as propostas de colaboração foram apresentadas, mas garante não ter havido nenhum novo depoimento à PF ou qualquer outro órgão tratando do assunto.</p>

<p>O advogado de Vorcaro também afirmou não ter tido acesso a qualquer documento comprovando tal financiamento e ressaltou que seu cliente nunca falou com ele sobre isso.</p>

<h3>Direito de reposta</h3>

<p>Diante da notícia da revista Veja, a Advocacia-Geral da União disse que irá pedir a publicação de direito de resposta e da correção das informações divulgadas. Para a AGU, houve divulgação de informações inverídicas e gravemente ofensivas a autoridades federais.</p>

<h3>Perícia</h3>

<p>Juristas do grupo Prerrogativas pediram que a Polícia Federal realize perícia no áudio divulgado pela Veja. Para o grupo, há suspeitas de que a gravação tenha sido adulterada com a finalidade de interferir no segundo turno das eleições presidenciais. </p>

<p>O rumor se assemelha ao episódio em que Daniel Vorcaro repassou, a pedido de Flávio Bolsonaro, mais de R$ 60 milhões  para supostamente financiar um filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. </p>

<p>Ao contrário do que consta na matéria da Veja, Flávio Bolsonaro confirmou ter pedido o dinheiro a Vorcaro.</p>

<h5>* Com informações da Agência Brasil.</h5>

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</item>

<item>
<title>Sarney é internado na UTI após cirurgia no abdômen</title>
<link>https://apareceu.com/sarney-e-internado-na-uti-apos-cirurgia-no-abdomen</link>
<guid>https://apareceu.com/sarney-e-internado-na-uti-apos-cirurgia-no-abdomen</guid>
<description><![CDATA[ Após passar por uma cirurgia no abdômen, o ex-presidente José Sarney foi internado nesta sexta-feira (9) na unidade de terapia intensiva (UTI) do UDI Hospital, em São Luís. Aos 96 anos, ele passou por uma cirurgia para reversão de obstrução intestinal.

O boletim médico divulgado na tarde deste sábado (10) informa que o ex-presidente &quot;permanece estável do ponto de vista hemodinâmico&quot;. Ele está acordado e sendo acompanhado pelas equipes de terapia intensiva e de cirurgia do aparelho digestivo, ainda sem previsão de alta.

De acordo com o hospital, Sarney foi internado com quadro de dor abdominal. Após avaliação clínica e exames de imagem, foi submetido à cirurgia, que transcorreu sem intercorrências.

Em setembro, o ex-presidente recebeu diagnóstico de pneumonia e também chegou a ficar internado.

Membro da Academia Brasileira de Letras desde 1980, José Sarney foi governador do Maranhão e senador durante a ditadura militar. Também foi o primeiro presidente da República após a redemocratização, entre 1985 e 1990. Depois disso, exerceu três mandatos como senador pelo Amapá, entre 1991 e 2015.
  1:22 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 21:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Após passar por uma cirurgia no abdômen, o ex-presidente José Sarney foi internado nesta sexta-feira (9) na unidade de terapia intensiva (UTI) do UDI Hospital, em São Luís. Aos 96 anos, ele passou por uma cirurgia para reversão de obstrução intestinal.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705013&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705013&o=rss"></p>

<p>O boletim médico divulgado na tarde deste sábado (10) informa que o ex-presidente "permanece estável do ponto de vista hemodinâmico". Ele está acordado e sendo acompanhado pelas equipes de terapia intensiva e de cirurgia do aparelho digestivo, ainda sem previsão de alta.</p>

<p>De acordo com o hospital, Sarney foi internado com quadro de dor abdominal. Após avaliação clínica e exames de imagem, foi submetido à cirurgia, que transcorreu sem intercorrências.</p>

<p>Em setembro, o ex-presidente recebeu diagnóstico de pneumonia e também chegou a ficar internado.</p>

<p>Membro da Academia Brasileira de Letras desde 1980, José Sarney foi governador do Maranhão e senador durante a ditadura militar. Também foi o primeiro presidente da República após a redemocratização, entre 1985 e 1990. Depois disso, exerceu três mandatos como senador pelo Amapá, entre 1991 e 2015.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:22</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Candidatos à Presidência cumprem agenda em SP neste domingo</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-cumprem-agenda-em-sp-neste-domingo</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-cumprem-agenda-em-sp-neste-domingo</guid>
<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência da República cumprem agenda de campanha em São Paulo neste domingo (11).

Lula, do PT, participa, ao meio-dia, de um ato e de uma marcha no Masp, na Avenida Paulista, organizados por entidades estudantis e movimentos sociais.

Já Flávio Bolsonaro, do PL, participa de um almoço com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, o governador Tarcísio de Freitas e prefeitos da região metropolitana.

Nesse sábado (10), Flávio participou de uma reunião com mulheres e de uma motocarreata em São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Ele afirmou que vai levar tecnologia, emprego e desenvolvimento à população fluminense.

O candidato também declarou que, se for eleito, receberá a faixa presidencial das mãos do pai, Jair Bolsonaro, condenado e preso pela tentativa de golpe.


&quot;E vocês verão no dia 6 de janeiro de 2027, na data da posse, Flávio Nantes Bolsonaro fazendo uma oração, entregando o Brasil nas mãos de Deus. E vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidente no seu filho.&quot;


Lula fez um comício em Natal, capital do Rio Grande do Norte. No discurso, comparou os investimentos no Nordeste durante governos de direita e de esquerda. Também criticou a proposta de Flávio Bolsonaro de cortar bilhões de reais em investimentos, o que, segundo Lula, afetaria principalmente os programas sociais.


&quot;Porque vocês sabem o que é que era o Nordeste antes do PT ganhar a presidência e vocês sabem o que virou o depois que nós chegamos à presidência. Vocês sabem quantas universidades a gente tinha nesse Nordeste e quantas tem agora? Vocês sabem quantos institutos a gente tinha e quantas a gente tem agora? Eu não conheço ninguém da elite brasileira que governou esse país que teve coragem de cortar dos ricos, dos banqueiros, dos empresários, do sistema financeiro, dos fazendeiros e dos empresários. Eles sempre cortam dos pobres.&quot;


O segundo turno das eleições para a Presidência da República será realizado no domingo, 25 de outubro.
 
  2:09 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 21:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, Presidência, cumprem, agenda, neste, domingo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República cumprem agenda de campanha em São Paulo neste domingo (11).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705035&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705035&o=rss"></p>

<p>Lula, do PT, participa, ao meio-dia, de um ato e de uma marcha no Masp, na Avenida Paulista, organizados por entidades estudantis e movimentos sociais.</p>

<p>Já Flávio Bolsonaro, do PL, participa de um almoço com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, o governador Tarcísio de Freitas e prefeitos da região metropolitana.</p>

<p>Nesse sábado (10), Flávio participou de uma reunião com mulheres e de uma motocarreata em São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Ele afirmou que vai levar tecnologia, emprego e desenvolvimento à população fluminense.</p>

<p>O candidato também declarou que, se for eleito, receberá a faixa presidencial das mãos do pai, Jair Bolsonaro, condenado e preso pela tentativa de golpe.</p>

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<p>"E vocês verão no dia 6 de janeiro de 2027, na data da posse, Flávio Nantes Bolsonaro fazendo uma oração, entregando o Brasil nas mãos de Deus. E vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidente no seu filho."</p>
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<p>Lula fez um comício em Natal, capital do Rio Grande do Norte. No discurso, comparou os investimentos no Nordeste durante governos de direita e de esquerda. Também criticou a proposta de Flávio Bolsonaro de cortar bilhões de reais em investimentos, o que, segundo Lula, afetaria principalmente os programas sociais.</p>

<blockquote>
<p>"Porque vocês sabem o que é que era o Nordeste antes do PT ganhar a presidência e vocês sabem o que virou o depois que nós chegamos à presidência. Vocês sabem quantas universidades a gente tinha nesse Nordeste e quantas tem agora? Vocês sabem quantos institutos a gente tinha e quantas a gente tem agora? Eu não conheço ninguém da elite brasileira que governou esse país que teve coragem de cortar dos ricos, dos banqueiros, dos empresários, do sistema financeiro, dos fazendeiros e dos empresários. Eles sempre cortam dos pobres."</p>
</blockquote>

<p>O segundo turno das eleições para a Presidência da República será realizado no domingo, 25 de outubro.<br>
 </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:09</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Retotalização de votos no RJ confirma Douglas Ruas como governador</title>
<link>https://apareceu.com/retotalizacao-de-votos-no-rj-confirma-douglas-ruas-como-governador</link>
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<description><![CDATA[ A retotalização dos votos do primeiro turno da eleição para governador do Rio de Janeiro, realizada neste sábado (10), mostrou que o candidato do PL, Douglas Ruas, ficou com 50,88% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes, do PSD, atingiu 44,16%. Com isso, Douglas Ruas está eleito governador do estado, já que obteve mais da metade dos votos válidos, conforme prevê a Constituição Federal.

No entanto, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro só vai proclamar oficialmente o resultado no próximo dia 15. Segundo o presidente do órgão, o desembargador Cláudio Melo Tavares, o procedimento formal exige decisão do plenário. Ele reiterou que, até lá, os preparativos e a propaganda eleitoral para o segundo turno permanecem suspensos.

&quot;Esse relatório ficará três dias na secretaria do Tribunal, à disposição dos partidos, das federações e das coligações da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público Eleitoral. Em seguida, os interessados terão dois dias para apresentar eventuais reclamações e a comissão apuradora terá três dias para se manifestar sobre elas. Por fim, o plenário desta corte julgará as reclamações, aprovará o relatório e proclamará o resultado definitivo no dia 15 de outubro de 2026, às 15 horas&quot;.

A retotalização dos votos para governador do Rio de Janeiro atendeu a uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral, que manteve o indeferimento do registro da candidatura de Anthony Garotinho, do Republicanos. O candidato foi declarado inelegível pelo TRE do Rio por improbidade administrativa relacionada a irregularidades em programas executados quando governou o estado.
  1:48 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 21:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A retotalização dos votos do primeiro turno da eleição para governador do Rio de Janeiro, realizada neste sábado (10), mostrou que o candidato do PL, Douglas Ruas, ficou com 50,88% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes, do PSD, atingiu 44,16%. Com isso, Douglas Ruas está eleito governador do estado, já que obteve mais da metade dos votos válidos, conforme prevê a Constituição Federal.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705022&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705022&o=rss"></p>

<p>No entanto, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro só vai proclamar oficialmente o resultado no próximo dia 15. Segundo o presidente do órgão, o desembargador Cláudio Melo Tavares, o procedimento formal exige decisão do plenário. Ele reiterou que, até lá, os preparativos e a propaganda eleitoral para o segundo turno permanecem suspensos.</p>

<p>"Esse relatório ficará três dias na secretaria do Tribunal, à disposição dos partidos, das federações e das coligações da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público Eleitoral. Em seguida, os interessados terão dois dias para apresentar eventuais reclamações e a comissão apuradora terá três dias para se manifestar sobre elas. Por fim, o plenário desta corte julgará as reclamações, aprovará o relatório e proclamará o resultado definitivo no dia 15 de outubro de 2026, às 15 horas".</p>

<p>A retotalização dos votos para governador do Rio de Janeiro atendeu a uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral, que manteve o indeferimento do registro da candidatura de Anthony Garotinho, do Republicanos. O candidato foi declarado inelegível pelo TRE do Rio por improbidade administrativa relacionada a irregularidades em programas executados quando governou o estado.</p>
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<title>Após ameaças de morte, deputada eleita Ana Elisa vai receber proteção</title>
<link>https://apareceu.com/apos-ameacas-de-morte-deputada-eleita-ana-elisa-vai-receber-protecao</link>
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<description><![CDATA[ Em meio a ameaças de morte e estupro nas redes sociais contra a deputada federal eleita Ana Elisa, do Partido dos Trabalhadores, o Ministério dos Direitos Humanos anunciou que pediu providências para proteger a parlamentar por meio do Programa Estadual de Proteção de Minas Gerais.

Logo após o primeiro turno das eleições do último domingo (4), a recém-eleita relatou os ataques nas redes e disse temer pela própria vida. Segundo ela, as ameaças já existiam, mas se intensificaram após a disseminação de fake news.

&quot;Eu estou sofrendo mais ameaças de morte. Eu acredito que ninguém mereça sofrer ameaça de morte por estar politicamente engajado. O debate político para mim nunca foi sobre isso. A minha equipe desativou a minha conta no Twitter, porque nós estávamos recebendo ameaça de morte a cada dois minutos, ameaça de morte e ameaça de estupro. Eu estou totalmente vulnerável. Eu, por enquanto, não tenho uma força tarefa de segurança&quot;.

O Ministério dos Direitos Humanos não detalhou quais medidas vão ser adotadas, justamente por razões de segurança e para preservar a integridade da deputada federal eleita.

Segundo a pasta, a equipe do Programa Estadual de Proteção de Minas Gerais vai atuar em conjunto com o Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas para acompanhar e avaliar o caso das ameaças a Ana Elisa.

Para isso, o ministério pediu à Secretaria de Desenvolvimento Social de Minas Gerais, responsável pelo programa estadual, a análise de risco, a articulação com os órgãos de inteligência policial e o encaminhamento de providências para a investigação e identificação dos responsáveis pelas ameaças.

A nossa reportagem não conseguiu informações sobre o caso com a Secretaria de Desenvolvimento Social nem com o Ministério Público de Minas Gerais. Ana Elisa, de 21 anos, nasceu em Divinópolis, no interior do estado, é estudante de Direito e trabalhava como estagiária no Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais. Eleita com mais de 524 mil votos, foi a segunda deputada federal mais votada do estado. Também se tornou a mulher mais votada da história de Minas Gerais para a Câmara dos Deputados e a deputada federal mais jovem já eleita no Brasil.
  2:24 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 21:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio a ameaças de morte e estupro nas redes sociais contra a deputada federal eleita Ana Elisa, do Partido dos Trabalhadores, o Ministério dos Direitos Humanos anunciou que pediu providências para proteger a parlamentar por meio do Programa Estadual de Proteção de Minas Gerais.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705003&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705003&o=rss"></p>

<p>Logo após o primeiro turno das eleições do último domingo (4), a recém-eleita relatou os ataques nas redes e disse temer pela própria vida. Segundo ela, as ameaças já existiam, mas se intensificaram após a disseminação de fake news.</p>

<p>"Eu estou sofrendo mais ameaças de morte. Eu acredito que ninguém mereça sofrer ameaça de morte por estar politicamente engajado. O debate político para mim nunca foi sobre isso. A minha equipe desativou a minha conta no Twitter, porque nós estávamos recebendo ameaça de morte a cada dois minutos, ameaça de morte e ameaça de estupro. Eu estou totalmente vulnerável. Eu, por enquanto, não tenho uma força tarefa de segurança".</p>

<p>O Ministério dos Direitos Humanos não detalhou quais medidas vão ser adotadas, justamente por razões de segurança e para preservar a integridade da deputada federal eleita.</p>

<p>Segundo a pasta, a equipe do Programa Estadual de Proteção de Minas Gerais vai atuar em conjunto com o Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas para acompanhar e avaliar o caso das ameaças a Ana Elisa.</p>

<p>Para isso, o ministério pediu à Secretaria de Desenvolvimento Social de Minas Gerais, responsável pelo programa estadual, a análise de risco, a articulação com os órgãos de inteligência policial e o encaminhamento de providências para a investigação e identificação dos responsáveis pelas ameaças.</p>

<p>A nossa reportagem não conseguiu informações sobre o caso com a Secretaria de Desenvolvimento Social nem com o Ministério Público de Minas Gerais. Ana Elisa, de 21 anos, nasceu em Divinópolis, no interior do estado, é estudante de Direito e trabalhava como estagiária no Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais. Eleita com mais de 524 mil votos, foi a segunda deputada federal mais votada do estado. Também se tornou a mulher mais votada da história de Minas Gerais para a Câmara dos Deputados e a deputada federal mais jovem já eleita no Brasil.</p>
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<title>PEC do fim da escala 6x1 deve ser votada quarta&#45;feira no Senado</title>
<link>https://apareceu.com/pec-do-fim-da-escala-6x1-deve-ser-votada-quarta-feira-no-senado</link>
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<description><![CDATA[ Após três sessões de discussão sobre a PEC que acaba com a escala de trabalho 6 por 1 no Senado, a votação finalmente tem data marcada. É que o presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre, marcou para a próxima quarta-feira (14) o primeiro turno da votação da proposta de emenda à Constituição.

Antes disso, porém, a proposta ainda precisa passar por mais duas sessões de discussão, previstas para terça-feira e para a própria quarta-feira. Ao anunciar a data, Davi Alcolumbre afirmou que está cumprindo o compromisso de colocar a proposta em votação &quot;com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental&quot;. Segundo ele, caberá a cada senador decidir com liberdade, consciência e convicção.

A PEC 221, de 2019, prevê dois dias de descanso por semana, sem redução salarial. Com isso, a jornada semanal cairia das atuais 44 para 40 horas, durante um período de transição de 14 meses.

A matéria foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio deste ano, em dois turnos, e encaminhada ao Senado. Como altera a Constituição, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos nas duas casas do Congresso.

Na votação da próxima quarta-feira, a PEC precisará do apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores para ser aprovada em primeiro turno. Pelo regimento do Senado, depois dessa etapa a proposta ainda terá de passar por outras três sessões de discussão antes da votação em segundo turno. Segundo o Senado, a tramitação pode ser concluída ainda neste mês.
  1:39 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 21:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>PEC, fim, escala, 6x1, deve, ser, votada, quarta-feira, Senado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Após três sessões de discussão sobre a PEC que acaba com a escala de trabalho 6 por 1 no Senado, a votação finalmente tem data marcada. É que o presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre, marcou para a próxima quarta-feira (14) o primeiro turno da votação da proposta de emenda à Constituição.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704998&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704998&o=rss"></p>

<p>Antes disso, porém, a proposta ainda precisa passar por mais duas sessões de discussão, previstas para terça-feira e para a própria quarta-feira. Ao anunciar a data, Davi Alcolumbre afirmou que está cumprindo o compromisso de colocar a proposta em votação "com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental". Segundo ele, caberá a cada senador decidir com liberdade, consciência e convicção.</p>

<p>A PEC 221, de 2019, prevê dois dias de descanso por semana, sem redução salarial. Com isso, a jornada semanal cairia das atuais 44 para 40 horas, durante um período de transição de 14 meses.</p>

<p>A matéria foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio deste ano, em dois turnos, e encaminhada ao Senado. Como altera a Constituição, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos nas duas casas do Congresso.</p>

<p>Na votação da próxima quarta-feira, a PEC precisará do apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores para ser aprovada em primeiro turno. Pelo regimento do Senado, depois dessa etapa a proposta ainda terá de passar por outras três sessões de discussão antes da votação em segundo turno. Segundo o Senado, a tramitação pode ser concluída ainda neste mês.</p>
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<item>
<title>Lula e Flávio Bolsonaro apresentam propostas em São Paulo</title>
<link>https://apareceu.com/lula-e-flavio-bolsonaro-apresentam-propostas-em-sao-paulo</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-e-flavio-bolsonaro-apresentam-propostas-em-sao-paulo</guid>
<description><![CDATA[ São Paulo foi a cidade escolhida pelos candidatos à Presidência da República para as agendas de campanha deste domingo (11).

Lula, do PT, participou de um ato e de uma marcha com milhares de pessoas na região do Masp, na Avenida Paulista. A mobilização foi organizada por movimentos estudantis e sociais.

Lula pediu aos apoiadores que conversem com pessoas que deixaram de votar no primeiro turno para que comparecem às urnas no segundo turno. 


&quot;Entre abstenções e pessoas que não foram votar são 30 milhões. Nós temos a obrigação de conversar com as pessoas que acham que não tem mais direito de votar, que 60 anos ou 70 anos não transforma a pessoa em inútil, porque essa pessoa não quer votar por ele, ele tem filho, ele tem filha, ele tem neto, ele tem bisneto e ele tem a pátria dele para ele cuidar.&quot;


Flávio Bolsonaro, do PL, participou de um almoço com o prefeito de um município da região metropolitana de São Paulo e, depois, de outro encontro com vereadores. Os aliados Ricardo Nunes, prefeito da capital paulista, e Tarcísio de Freitas, governador do estado, também participaram dos encontros. 

Flávio afirmou que pretende investir em programas sociais e em tecnologia.


&quot;Agora vai estar no celular, na palma da mão das pessoas, a possibilidade de aprimorar, de se qualificar, de se capacitar via o sistema S que a gente vai botar na palma da mão das pessoas. Como é que a gente vai trabalhar com tecnologia? A pessoa vai saber o que é que tem de oportunidade perto da casa dela, na palma da sua mão já evidenciado.&quot;


O segundo turno das eleições para a Presidência da República será realizado no domingo, 25 de outubro.
 
  1:49 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 21:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo foi a cidade escolhida pelos candidatos à Presidência da República para as agendas de campanha deste domingo (11).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705058&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705058&o=rss"></p>

<p>Lula, do PT, participou de um ato e de uma marcha com milhares de pessoas na região do Masp, na Avenida Paulista. A mobilização foi organizada por movimentos estudantis e sociais.</p>

<p>Lula pediu aos apoiadores que conversem com pessoas que deixaram de votar no primeiro turno para que comparecem às urnas no segundo turno. </p>

<blockquote>
<p>"Entre abstenções e pessoas que não foram votar são 30 milhões. Nós temos a obrigação de conversar com as pessoas que acham que não tem mais direito de votar, que 60 anos ou 70 anos não transforma a pessoa em inútil, porque essa pessoa não quer votar por ele, ele tem filho, ele tem filha, ele tem neto, ele tem bisneto e ele tem a pátria dele para ele cuidar."</p>
</blockquote>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL, participou de um almoço com o prefeito de um município da região metropolitana de São Paulo e, depois, de outro encontro com vereadores. Os aliados Ricardo Nunes, prefeito da capital paulista, e Tarcísio de Freitas, governador do estado, também participaram dos encontros. </p>

<p>Flávio afirmou que pretende investir em programas sociais e em tecnologia.</p>

<blockquote>
<p>"Agora vai estar no celular, na palma da mão das pessoas, a possibilidade de aprimorar, de se qualificar, de se capacitar via o sistema S que a gente vai botar na palma da mão das pessoas. Como é que a gente vai trabalhar com tecnologia? A pessoa vai saber o que é que tem de oportunidade perto da casa dela, na palma da sua mão já evidenciado."</p>
</blockquote>

<p>O segundo turno das eleições para a Presidência da República será realizado no domingo, 25 de outubro.<br>
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<item>
<title>Corregedor derruba decisão e canal Exército do Lula volta ao ar</title>
<link>https://apareceu.com/corregedor-derruba-decisao-e-canal-exercito-do-lula-volta-ao-ar</link>
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<description><![CDATA[ O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubou neste domingo (11) a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, que suspendeu o canal do WhatsApp “Exército do Lula”. A decisão final será discutida pelo plenário do TSE.

Pela manhã, Nunes Marques havia determinado a suspensão do canal, sob a alegação de que ele disseminava conteúdo falso. A decisão atendeu a um pedido da campanha do candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, do PL.

O canal “Exército do Lula” conta com mais de 3,4 milhões de seguidores e é administrado pelo deputado federal André Janones, que reagiu à decisão de Villas Bôas Cueva.


&quot;O TSE acaba de revogar a decisão de Kássio Nunes Marques, mostrando que ninguém cala a voz de um povo quando ele se une, que nós não vamos permitir censura no Brasil. Essa vitória é uma vitória da democracia.&quot;


Neste domingo, durante um ato na Avenida Paulista, o candidato Lula, do PT, criticou a decisão de Nunes Marques e a classificou como tendenciosa.

Com a nova decisão, o envio de mensagens e a inclusão de novos seguidores foram liberados no canal.
 
  1:21 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 21:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubou neste domingo (11) a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, que suspendeu o canal do WhatsApp “Exército do Lula”. A decisão final será discutida pelo plenário do TSE.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705056&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705056&o=rss"></p>

<p>Pela manhã, Nunes Marques havia determinado a suspensão do canal, sob a alegação de que ele disseminava conteúdo falso. A decisão atendeu a um pedido da campanha do candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, do PL.</p>

<p>O canal “Exército do Lula” conta com mais de 3,4 milhões de seguidores e é administrado pelo deputado federal André Janones, que reagiu à decisão de Villas Bôas Cueva.</p>

<blockquote>
<p>"O TSE acaba de revogar a decisão de Kássio Nunes Marques, mostrando que ninguém cala a voz de um povo quando ele se une, que nós não vamos permitir censura no Brasil. Essa vitória é uma vitória da democracia."</p>
</blockquote>

<p>Neste domingo, durante um ato na Avenida Paulista, o candidato Lula, do PT, criticou a decisão de Nunes Marques e a classificou como tendenciosa.</p>

<p>Com a nova decisão, o envio de mensagens e a inclusão de novos seguidores foram liberados no canal.<br>
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<item>
<title>TSE suspende canal Exército do Lula; Janones denuncia censura</title>
<link>https://apareceu.com/tse-suspende-canal-exercito-do-lula-janones-denuncia-censura</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-suspende-canal-exercito-do-lula-janones-denuncia-censura</guid>
<description><![CDATA[ O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, determinou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, que tem mais de 3,3 milhões de seguidores. A Meta, dona do WhatsApp e do Facebook, tem 3 horas para interromper o envio de atualizações e a entrada de novos seguidores. A suspensão vale até a homologação do resultado do segundo turno das eleições de 2026.

A decisão atende a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, do PL, que acusa o canal de disseminar desinformação. Segundo Nunes Marques, a medida busca impedir o uso de uma ferramenta de comunicação para disseminar, em massa e às vésperas das eleições, conteúdos que o TSE já reconheceu como inverídicos.

O criador do canal, o deputado federal André Janones, chamou a decisão de censura.


&quot;Gente, eles conseguiram, o canal Exército do Lula sairá do ar em uma hora. Senta o dedo, explode esse vídeo para a gente denunciar. Denunciar que não é que se o Flávio Bolsonaro for eleito, a censura vai ser instalada. Já começou, a censura já começou, só que eles vão sentir agora a força de 3,3 milhões pessoas unidas. Nós não vamos nos calar, nós vamos continuar. Eles me proibiram, inclusive, de criar outro canal, sem nenhuma argumentação, nenhuma, nenhuma, nenhuma. Quem está lá no canal, está vendo que a gente não começou a divulgar nada lá praticamente ainda. Começamos só de ontem para hoje, mas essa eles venceram. Eu quero dizer o seguinte para vocês: vocês venceram a batalha, mas a guerra vocês não venceram.&quot;


Em ato na Avenida Paulista, Lula, do PT, também criticou a decisão e afirmou que o partido vai recorrer.


&quot;Nós não vamos permitir que esteja fechado um canal de um deputado que está pedindo para as pessoas que querem votar em mim, estar participando de um canal do Exército do Lula. Ora, não é possível, não é possível que o Tribunal de Justiça Eleitoral não queira um comportamento civilizado e republicano, de permitir que as eleições fluam sem interferência da Justiça. Eu vejo que nas redes sociais nós estamos ganhando o jogo, e é por isso que eu estou desconfiado do comportamento da corte eleitoral, que tem bloqueado muita gente nossa e tem permitido que as ações deles continuem a fluir. Nós vamos hoje, sabe, entrar na justiça com o pedido do nosso partido, da nossa força, para que a gente equilibre esse jogo. Não vamos aceitar intromissão indevida da Justiça Eleitoral na eleição.&quot;


O ministro determinou ainda que a Meta apresente, em 48 horas, um relatório com todas as mensagens publicadas no canal, inclusive as excluídas posteriormente.
 
  2:40 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 21:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, suspende, canal, Exército, Lula, Janones, denuncia, censura</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, determinou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, que tem mais de 3,3 milhões de seguidores. A Meta, dona do WhatsApp e do Facebook, tem 3 horas para interromper o envio de atualizações e a entrada de novos seguidores. A suspensão vale até a homologação do resultado do segundo turno das eleições de 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705044&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705044&o=rss"></p>

<p>A decisão atende a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, do PL, que acusa o canal de disseminar desinformação. Segundo Nunes Marques, a medida busca impedir o uso de uma ferramenta de comunicação para disseminar, em massa e às vésperas das eleições, conteúdos que o TSE já reconheceu como inverídicos.</p>

<p>O criador do canal, o deputado federal André Janones, chamou a decisão de censura.</p>

<blockquote>
<p>"Gente, eles conseguiram, o canal Exército do Lula sairá do ar em uma hora. Senta o dedo, explode esse vídeo para a gente denunciar. Denunciar que não é que se o Flávio Bolsonaro for eleito, a censura vai ser instalada. Já começou, a censura já começou, só que eles vão sentir agora a força de 3,3 milhões pessoas unidas. Nós não vamos nos calar, nós vamos continuar. Eles me proibiram, inclusive, de criar outro canal, sem nenhuma argumentação, nenhuma, nenhuma, nenhuma. Quem está lá no canal, está vendo que a gente não começou a divulgar nada lá praticamente ainda. Começamos só de ontem para hoje, mas essa eles venceram. Eu quero dizer o seguinte para vocês: vocês venceram a batalha, mas a guerra vocês não venceram."</p>
</blockquote>

<p>Em ato na Avenida Paulista, Lula, do PT, também criticou a decisão e afirmou que o partido vai recorrer.</p>

<blockquote>
<p>"Nós não vamos permitir que esteja fechado um canal de um deputado que está pedindo para as pessoas que querem votar em mim, estar participando de um canal do Exército do Lula. Ora, não é possível, não é possível que o Tribunal de Justiça Eleitoral não queira um comportamento civilizado e republicano, de permitir que as eleições fluam sem interferência da Justiça. Eu vejo que nas redes sociais nós estamos ganhando o jogo, e é por isso que eu estou desconfiado do comportamento da corte eleitoral, que tem bloqueado muita gente nossa e tem permitido que as ações deles continuem a fluir. Nós vamos hoje, sabe, entrar na justiça com o pedido do nosso partido, da nossa força, para que a gente equilibre esse jogo. Não vamos aceitar intromissão indevida da Justiça Eleitoral na eleição."</p>
</blockquote>

<p>O ministro determinou ainda que a Meta apresente, em 48 horas, um relatório com todas as mensagens publicadas no canal, inclusive as excluídas posteriormente.<br>
 </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:40</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Observadores atestam segurança e transparência nas eleições</title>
<link>https://apareceu.com/observadores-atestam-seguranca-e-transparencia-nas-eleicoes</link>
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<description><![CDATA[ Missões de observação do Brasil e do exterior concluíram que o primeiro turno das eleições foi transparente, seguro e bem conduzido pela Justiça Eleitoral.

Os relatórios preliminares, divulgados nesta semana, destacaram a segurança da urna eletrônica e a transparência da votação. Além disso, a OEA, Organização dos Estados Americanos, e o Carter Center, organização americana de direitos humanos e observação eleitoral, já anunciaram que estarão no país também no segundo turno.

Seis organismos estrangeiros acompanharam a votação de domingo (4): as entidades já citadas OEA e Carter Center, e também o Parlamento do Mercosul, a Liga dos Estados Árabes, a União Interamericana de Organismos Eleitorais e a rede eleitoral dos países de língua portuguesa.

Entidades brasileiras, como a ONG Transparência Eleitoral e universidades públicas e privadas também participaram.

A missão da OEA, que teve a maior delegação do bloco já enviada ao país, reuniu 91 observadores de 23 nacionalidades. Eles visitaram 831 seções no Distrito Federal e em 22 estados, e concluíram que a votação transcorreu sem incidentes graves.

Os especialistas também verificaram que a totalização dos votos funcionou sem interrupções, mesmo quando o portal de resultados ficou temporariamente sem atualização.

O Parlasul apontou a solidez técnica da urna eletrônica e as várias camadas de verificação, abertas à fiscalização de partidos e da sociedade civil.

Para o Carter Center, o investimento em tecnologia garantiu uma votação robusta e inclusiva, com resultados divulgados poucas horas após o encerramento. Já os observadores lusófonos afirmaram que nada colocou em dúvida a autenticidade da apuração.

Entre os grupos brasileiros, o núcleo de estudos de direito internacional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) mobilizou 103 observadores em 17 estados e não identificou ocorrências capazes de comprometer o voto.

Os relatórios trazem ainda sugestões de melhoria, como mais acessibilidade, segurança jurídica e regras para a comunicação digital das campanhas.
  2:27 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Missões de observação do Brasil e do exterior concluíram que <strong>o primeiro turno das eleições foi transparente, seguro e bem conduzido pela Justiça Eleitoral</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704741&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704741&o=rss"></p>

<p>Os relatórios preliminares, divulgados nesta semana, destacaram a segurança da urna eletrônica e a transparência da votação. Além disso, a OEA, Organização dos Estados Americanos, e o Carter Center, organização americana de direitos humanos e observação eleitoral, já anunciaram que estarão no país também no segundo turno.</p>

<p>Seis organismos estrangeiros acompanharam a votação de domingo (4): as entidades já citadas OEA e Carter Center, e também o Parlamento do Mercosul, a Liga dos Estados Árabes, a União Interamericana de Organismos Eleitorais e a rede eleitoral dos países de língua portuguesa.</p>

<p>Entidades brasileiras, como a ONG Transparência Eleitoral e universidades públicas e privadas também participaram.</p>

<p>A missão da OEA, que teve a maior delegação do bloco já enviada ao país, reuniu 91 observadores de 23 nacionalidades. Eles visitaram 831 seções no Distrito Federal e em 22 estados, e concluíram que a votação transcorreu sem incidentes graves.</p>

<p>Os especialistas também verificaram que a totalização dos votos funcionou sem interrupções, mesmo quando o portal de resultados ficou temporariamente sem atualização.</p>

<p>O Parlasul apontou a solidez técnica da urna eletrônica e as várias camadas de verificação, abertas à fiscalização de partidos e da sociedade civil.</p>

<p>Para o Carter Center, o investimento em tecnologia garantiu uma votação robusta e inclusiva, com resultados divulgados poucas horas após o encerramento. Já os observadores lusófonos afirmaram que nada colocou em dúvida a autenticidade da apuração.</p>

<p>Entre os grupos brasileiros, o núcleo de estudos de direito internacional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) mobilizou 103 observadores em 17 estados e não identificou ocorrências capazes de comprometer o voto.</p>

<p>Os relatórios trazem ainda sugestões de melhoria, como mais acessibilidade, segurança jurídica e regras para a comunicação digital das campanhas.</p>
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<item>
<title>Flávio explica mudança na Constituição e Lula cobra fim da escala 6x1</title>
<link>https://apareceu.com/flavio-explica-mudanca-na-constituicao-e-lula-cobra-fim-da-escala-6x1</link>
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<description><![CDATA[ Após dizer que usaria a maioria do partido eleita para &quot;mudar a Constituição e redemocratizar o país&quot;, o candidato a presidência Flávio Bolsonaro (PL) se explicou: disse que é a favor da mudança em apenas alguns pontos da Constituição. Entre eles: a Reforma no Judiciário, com mudanças nas regras para indicação a ministros do Supremo Tribunal Federal, redução da maioridade penal e o fim da reeleição. Qualquer coisa além disso, segundo ele, é especulação.


&quot;Eu sou a favor da redução da maioridade penal há bastante tempo. Isso tem que ser feito por PEC. Tem pontos da reforma tributária que tem que ser alterados por PEC. O fim da reeleição tem que ser feito. A reforma política tem que ser feita. Qualquer coisa diferente disso é especulação.&quot;


A declaração do candidato foi feita após reunião com o partido Novo, que anunciou apoio a ele, e veio no dia seguinte ao candidato ter dito que, agora, tem maioria no Senado, na Câmara para fazer os presidentes das Casas e para “mudarem a Constituição e redemocratizarem o país”.

Lula

Enquanto isso, o candidato Lula (PT) gravou dois vídeos como selfie nas redes sociais. Um convocando as pessoas a irem para às ruas contra retrocessos e outro chamando Flávio Bolsonaro à responsabilidade na votação da PEC 6x1. É que Bolsonaro é contra o fim dessa escala. Considera a medida oportunista. Enquanto Lula lembra que essa é uma demanda dos trabalhadores.


&quot;Eu quero saber como é que ele vai orientar o PL para votar. O que é o fim da escala 6X1? É o trabalhador deixar de trabalhar seis dias e descansar só um, para trabalhar só cinco dias e ficar dois em casa. É isso que é o fim da escala 6X1. Agora chegou a hora do povo saber a verdade: quem é quem nesse país&quot;.


O Senado entra nesta quarta-feira no segundo dia de discussão da PEC. Além de acabar com a escala de seis dias trabalhados para um só de folga, ela reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas gradualmente. Sem redução de salário. A previsão de votação da PEC é na quinta-feira da próxima semana, dia 15.
  2:10 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Após dizer que usaria a maioria do partido eleita para "<strong>mudar a Constituição e redemocratizar o país</strong>", o candidato a presidência Flávio Bolsonaro (PL) se explicou: disse que é a favor da mudança em apenas alguns pontos da Constituição. Entre eles: a Reforma no Judiciário, com mudanças nas regras para indicação a ministros do Supremo Tribunal Federal, redução da maioridade penal e o fim da reeleição. Qualquer coisa além disso, segundo ele, é especulação.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704711&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704711&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Eu sou a favor da redução da maioridade penal há bastante tempo. Isso tem que ser feito por PEC. Tem pontos da reforma tributária que tem que ser alterados por PEC. O fim da reeleição tem que ser feito. A reforma política tem que ser feita. Qualquer coisa diferente disso é especulação."</p>
</blockquote>

<p>A declaração do candidato foi feita após reunião com o partido Novo, que anunciou apoio a ele, e veio no dia seguinte ao candidato ter dito que, agora, tem maioria no Senado, na Câmara para fazer os presidentes das Casas e para “mudarem a Constituição e redemocratizarem o país”.</p>

<h3>Lula</h3>

<p>Enquanto isso, o candidato Lula (PT) gravou dois vídeos como selfie nas redes sociais. Um convocando as pessoas a irem para às ruas contra retrocessos e outro chamando Flávio Bolsonaro à responsabilidade na votação da <strong>PEC 6x1</strong>. É que Bolsonaro é contra o fim dessa escala. Considera a medida oportunista. Enquanto Lula lembra que essa é uma demanda dos trabalhadores.</p>

<blockquote>
<p>"Eu quero saber como é que ele vai orientar o PL para votar. O que é o fim da escala 6X1? É o trabalhador deixar de trabalhar seis dias e descansar só um, para trabalhar só cinco dias e ficar dois em casa. É isso que é o fim da escala 6X1. Agora chegou a hora do povo saber a verdade: quem é quem nesse país".</p>
</blockquote>

<p>O Senado entra nesta quarta-feira no segundo dia de discussão da PEC. Além de acabar com a escala de seis dias trabalhados para um só de folga, ela reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas gradualmente. Sem redução de salário. A previsão de votação da PEC é na quinta-feira da próxima semana, dia 15.</p>
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<title>PEC que acaba com escala 6x1 entra no 2º dia de discussão no Senado</title>
<link>https://apareceu.com/pec-que-acaba-com-escala-6x1-entra-no-2o-dia-de-discussao-no-senado</link>
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<description><![CDATA[ A PEC que acaba com a escala 6x1 entra no segundo dia de discussão no Senado. Previsão de votação na semana que vem. Previsão porque, apesar do compromisso do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, não é certo que a PEC seja, de fato, votada em dois turnos.

É que a oposição está articulada para barrar o texto. E a ausência em plenário para derrubar o quórum é uma das estratégias, que toma força depois do primeiro turno, quando o resultado das urnas mostra que os senadores eleitos são, em sua maioria de direita, que é contra o fim da 6x1.

Esse foi o centro das discussões na campanha eleitoral. Os dois candidatos falaram sobre isso. Flávio Bolsonaro do PL, reafirmou sua posição contrária e defendeu uma proposta alternativa: a da remuneração por horas trabalhadas. O trabalhador fará seu salário conforme o tanto que trabalhar.


&quot;O meu posicionamento é o que já é público. É que eu tenho uma proposta infinitamente melhor do que essa proposta que tá na mesa, que é dar liberdade pro trabalhador escolher a sua própria carga horária. Por exemplo, trabalhar 4 horas por dia, 4 horas de manhã,  ou 4 horas à tarde, ou trabalhar no final de semana. Então a nossa proposta é dar essa liberdade para que o trabalhador monte a sua jornada de trabalho conforme a sua possibilidade e a sua necessidade&quot;.


À noite, o candidato Lula, do PT, rebateu. Disse que agora, quando for pra votar mesmo, as máscaras vão cair. E que está confiante que o presidente do Senado vai mesmo colocar em votação.


&quot;Eu estou confiante que o presidente Alcolumbre vai colocar em votação, estou confiando que o Senado vai repetir a decisão que já foi tomada pela Câmara e estou confiante que o PL vai demonstrar se tem coragem ou não de votar a favor do fim dessa escala que faz as pessoas trabalharem seis dias e fica só um em casa&quot;.


Ainda como parte da estratégia do PL, nesta quarta-feira (7) o partido se reúne com Flávio Bolsonaro, governadores, senadores e deputados eleitos à tarde. Antes, o candidato se reúne com os partidos que já declararam apoio a ele no segundo turno. PP e União Brasil. E, depois, o Novo.

Lula do PT sem agenda pública de campanha, pelo menos por enquanto, para esta quarta-feira.
  2:22 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A PEC que acaba com a escala 6x1 entra no segundo dia de discussão no Senado. Previsão de votação na semana que vem. Previsão porque, apesar do compromisso do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, não é certo que a PEC seja, de fato, votada em dois turnos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704599&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704599&o=rss"></p>

<p>É que a oposição está articulada para barrar o texto. E a ausência em plenário para derrubar o quórum é uma das estratégias, que toma força depois do primeiro turno, quando o resultado das urnas mostra que os senadores eleitos são, em sua maioria de direita, que é contra o fim da 6x1.</p>

<p>Esse foi o centro das discussões na campanha eleitoral. Os dois candidatos falaram sobre isso. Flávio Bolsonaro do PL, reafirmou sua posição contrária e defendeu uma proposta alternativa: a da remuneração por horas trabalhadas. O trabalhador fará seu salário conforme o tanto que trabalhar.</p>

<blockquote>
<p>"O meu posicionamento é o que já é público. É que eu tenho uma proposta infinitamente melhor do que essa proposta que tá na mesa, que é dar liberdade pro trabalhador escolher a sua própria carga horária. Por exemplo, trabalhar 4 horas por dia, 4 horas de manhã,  ou 4 horas à tarde, ou trabalhar no final de semana. Então a nossa proposta é dar essa liberdade para que o trabalhador monte a sua jornada de trabalho conforme a sua possibilidade e a sua necessidade".</p>
</blockquote>

<p>À noite, o candidato Lula, do PT, rebateu. Disse que agora, quando for pra votar mesmo, as máscaras vão cair. E que está confiante que o presidente do Senado vai mesmo colocar em votação.</p>

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<p>"Eu estou confiante que o presidente Alcolumbre vai colocar em votação, estou confiando que o Senado vai repetir a decisão que já foi tomada pela Câmara e estou confiante que o PL vai demonstrar se tem coragem ou não de votar a favor do fim dessa escala que faz as pessoas trabalharem seis dias e fica só um em casa".</p>
</blockquote>

<p>Ainda como parte da estratégia do PL, nesta quarta-feira (7) o partido se reúne com Flávio Bolsonaro, governadores, senadores e deputados eleitos à tarde. Antes, o candidato se reúne com os partidos que já declararam apoio a ele no segundo turno. PP e União Brasil. E, depois, o Novo.</p>

<p>Lula do PT sem agenda pública de campanha, pelo menos por enquanto, para esta quarta-feira.</p>
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<title>Oposição quer adiar debate sobre fim da escala 6X1</title>
<link>https://apareceu.com/oposicao-quer-adiar-debate-sobre-fim-da-escala-6x1</link>
<guid>https://apareceu.com/oposicao-quer-adiar-debate-sobre-fim-da-escala-6x1</guid>
<description><![CDATA[ O debate sobre o fim da escala 6x1 segue no Senado nesta quarta-feira (7). Para que a proposta seja votada, é preciso um período de cinco sessões de discussão no plenário da Casa. A desta quarta foi a segunda.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que a matéria deve ser votada em primeiro turno já na semana que vem. Uma outra sessão de debate está marcada para esta quinta-feira.

O senador Marcelo Castro (MDB-PI) defendeu que a nova escala vai beneficiar os trabalhadores que recebem menores salários.


&quot;O trabalhador de salário minimo, esse que está na base da pirâmide econômica, esse não tem, não adquiriu, não alcançou esse direito. É para esse que nós vamos legislar. Para que ele possa trabalhar cinco dias na semana, a exemplo do que já ocorre com a imensa maioria dos países do mundo e para que a pessoa tenha dois dias de descanso, que são essenciais para a saúde física, para a saúde mental e para a saúde social&quot;.


Já a oposição diz que vai buscar o adiamento da votação para depois do 2º turno das eleições presidenciais. O senador Rogério Marinho (PL-RN) defendeu que seja cumprido o regimento interno.


&quot;A discussão agora é oportunista. Não nos negamos a discutir a jornada, não nos negamos a discutir esse ou qualquer outro assunto. Não faz bem o país se votar um assunto dessa gravidade, dessa importância e com essa repercussão da maneira que está sendo votado. Mas vamos aguardar o processo de discussão e oportunamente vamos nos posicionar. A estratégia é que o regimento seja cumprido, que haja discussão, que haja o interstício, que não haja atropelo.&quot;


A líder do governo, a senadora Teresa Leitão (PT-PE) busca assinaturas para acelerar a tramitação da PEC.

A proposta de emenda à constituição para o fim da jornada 6x1 foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio. A matéria prevê que a carga horária máxima de trabalho será de 40 horas semanais, com um período de transição de 14 meses.

O texto estabelece dois dias de repouso por semana, sem redução salarial. A proposta também mantém a jornada de até 8 horas diárias, com possibilidade de compensação de horas e da redução da jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Para aprovar a proposta, será preciso o apoio de 49 dos 81 senadores.
  2:20 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 06:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O debate sobre o <strong>fim da escala 6x1 </strong>segue no Senado nesta quarta-feira (7). Para que a proposta seja votada, é preciso um período de cinco sessões de discussão no plenário da Casa. A desta quarta foi a segunda.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704744&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704744&o=rss"></p>

<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que <strong>a matéria deve ser votada em primeiro turno já na semana que vem</strong>. Uma outra sessão de debate está marcada para esta quinta-feira.</p>

<p>O senador Marcelo Castro (MDB-PI) defendeu que a nova escala vai beneficiar os trabalhadores que recebem menores salários.</p>

<blockquote>
<p>"O trabalhador de salário minimo, esse que está na base da pirâmide econômica, esse não tem, não adquiriu, não alcançou esse direito. É para esse que nós vamos legislar. Para que ele possa trabalhar cinco dias na semana, a exemplo do que já ocorre com a imensa maioria dos países do mundo e para que a pessoa tenha dois dias de descanso, que são essenciais para a saúde física, para a saúde mental e para a saúde social".</p>
</blockquote>

<p>Já a oposição diz que vai buscar o<strong> adiamento da votação para depois do 2º turno das eleições presidenciais.</strong> O senador Rogério Marinho (PL-RN) defendeu que seja cumprido o regimento interno.</p>

<blockquote>
<p>"A discussão agora é oportunista. Não nos negamos a discutir a jornada, não nos negamos a discutir esse ou qualquer outro assunto. Não faz bem o país se votar um assunto dessa gravidade, dessa importância e com essa repercussão da maneira que está sendo votado. Mas vamos aguardar o processo de discussão e oportunamente vamos nos posicionar. A estratégia é que o regimento seja cumprido, que haja discussão, que haja o interstício, que não haja atropelo."</p>
</blockquote>

<p>A líder do governo, a senadora Teresa Leitão (PT-PE) <strong>busca assinaturas para acelerar a tramitação da PEC.</strong></p>

<p>A proposta de emenda à constituição para o fim da jornada 6x1 foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio. A matéria prevê que a carga horária máxima de trabalho será de 40 horas semanais, com um período de transição de 14 meses.</p>

<p>O texto estabelece dois dias de repouso por semana, sem redução salarial. A proposta também mantém a jornada de até 8 horas diárias, com possibilidade de compensação de horas e da redução da jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho.</p>

<p>Para aprovar a proposta, será preciso o apoio de 49 dos 81 senadores.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:20</span>]]> </content:encoded>
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<title>Lula e Flávio Bolsonaro dedicam agendas a reuniões em Brasília</title>
<link>https://apareceu.com/lula-e-flavio-bolsonaro-dedicam-agendas-a-reunioes-em-brasilia</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-e-flavio-bolsonaro-dedicam-agendas-a-reunioes-em-brasilia</guid>
<description><![CDATA[ A poucas semanas do segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro dedicaram as agendas desta quarta-feira (7) a reuniões em Brasília para fortalecer as campanhas. O presidente busca ampliar a presença nas redes sociais, e o senador articula para reforçar a base de aliados.

Lula

Pela manhã, o presidente Lula reuniu, na sede da campanha, jovens parlamentares eleitos e influenciadores, em uma força-tarefa digital para ampliar o alcance do petista nas redes. Entre os convidados, estava a deputada federal Ana Elisa Santos Silva, do PT de Minas Gerais, a mulher mais jovem já eleita para a Câmara. Também foram convidadas as deputadas reeleitas Erika Hilton e Sâmia Bomfim, do PSOL de São Paulo, além de Pedro Rousseff, do PT mineiro, e de Jones Manoel, do PSOL de Pernambuco.

Na conversa, Lula pediu aos parlamentares que expliquem aos eleitores o fim da escala 6 por 1, proposta que está em votação no Senado. O presidente também defendeu a PEC da Segurança Pública.


&quot;Nós estamos querendo que o Estado, a União, possa participar ativamente do processo de segurança pública nesse país. Então, nós estamos propondo uma mudança para que a União possa entrar na questão de segurança, melhorando a participação da Polícia Federal, melhorando a participação da Polícia Rodoviária Federal, melhorando a participação da Polícia Penal.&quot;


Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro concentrou a agenda na articulação do apoio de várias legendas. Pela manhã, recebeu a Federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, que tinha ficado neutra no primeiro turno e agora anunciou apoio ao senador. Em seguida, foi a vez do partido Novo apresentar apoio a Bolsonaro. À tarde, o candidato se reuniu com governadores, senadores e deputados eleitos pelo PL. À noite, participou de evento de apoio formal do partido Republicanos.

Na área econômica, o senador do PL defendeu simplificar o sistema tributário e reduzir a carga sobre a folha de pagamento. Flávio também citou uma proposta para auxiliar famílias endividadas.


&quot;Cada 1% de taxa de juros oficial que nós tivermos a menos, são quase R$ 100 bilhões por ano que abre no orçamento. Dá para fazer muita coisa, dá para cuidar dos mais pobres, dá para abraçar quem precisa, dá para investir na qualificação deles, dá para ajudar as pessoas que estão endividadas a pagarem suas dívidas. Essa é a nossa proposta, inclusive: comprar a dívida de quem está devendo e refinanciar pela Caixa Econômica Federal&quot;.


Horário eleitoral

Na última terça-feira (6), o TSE aprovou, por unanimidade, a resolução que define como será o horário eleitoral gratuito do segundo turno. Na prática, Lula e Flávio Bolsonaro terão exatamente o mesmo tempo no rádio e na TV: cinco minutos em cada bloco diário e doze minutos e meio nas inserções. A propaganda começa nesta sexta-feira (9) com Flávio, que foi o mais votado no primeiro turno, e a ordem se alterna a cada programa.
  3:10 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 06:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, Flávio, Bolsonaro, dedicam, agendas, reuniões, Brasília</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A poucas semanas do segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro dedicaram as agendas desta quarta-feira (7) a reuniões em Brasília para fortalecer as campanhas. <strong>O presidente busca ampliar a presença nas redes sociais, e o senador articula para reforçar a base de aliados.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704743&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704743&o=rss"></p>

<h3>Lula</h3>

<p><strong>Pela manhã, o presidente Lula reuniu, na sede da campanha, jovens parlamentares eleitos e influenciadores, em uma força-tarefa digital para ampliar o alcance do petista nas redes.</strong> Entre os convidados, estava a deputada federal Ana Elisa Santos Silva, do PT de Minas Gerais, a mulher mais jovem já eleita para a Câmara. Também foram convidadas as deputadas reeleitas Erika Hilton e Sâmia Bomfim, do PSOL de São Paulo, além de Pedro Rousseff, do PT mineiro, e de Jones Manoel, do PSOL de Pernambuco.</p>

<p>Na conversa, Lula pediu aos parlamentares que expliquem aos eleitores o fim da escala 6 por 1, proposta que está em votação no Senado. O presidente também defendeu a PEC da Segurança Pública.</p>

<blockquote>
<p>"Nós estamos querendo que o Estado, a União, possa participar ativamente do processo de segurança pública nesse país. Então, nós estamos propondo uma mudança para que a União possa entrar na questão de segurança, melhorando a participação da Polícia Federal, melhorando a participação da Polícia Rodoviária Federal, melhorando a participação da Polícia Penal."</p>
</blockquote>

<h3>Flávio Bolsonaro</h3>

<p><strong>Flávio Bolsonaro concentrou a agenda na articulação do apoio de várias legendas.</strong> Pela manhã, recebeu a Federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, que tinha ficado neutra no primeiro turno e agora anunciou apoio ao senador. Em seguida, foi a vez do partido Novo apresentar apoio a Bolsonaro. À tarde, o candidato se reuniu com governadores, senadores e deputados eleitos pelo PL. À noite, participou de evento de apoio formal do partido Republicanos.</p>

<p>Na área econômica, o senador do PL defendeu simplificar o sistema tributário e reduzir a carga sobre a folha de pagamento. Flávio também citou uma proposta para auxiliar famílias endividadas.</p>

<blockquote>
<p>"Cada 1% de taxa de juros oficial que nós tivermos a menos, são quase R$ 100 bilhões por ano que abre no orçamento. Dá para fazer muita coisa, dá para cuidar dos mais pobres, dá para abraçar quem precisa, dá para investir na qualificação deles, dá para ajudar as pessoas que estão endividadas a pagarem suas dívidas. Essa é a nossa proposta, inclusive: comprar a dívida de quem está devendo e refinanciar pela Caixa Econômica Federal".</p>
</blockquote>

<h3>Horário eleitoral</h3>

<p>Na última terça-feira (6), o TSE aprovou, por unanimidade, a resolução que define como será o horário eleitoral gratuito do segundo turno. <strong>Na prática, Lula e Flávio Bolsonaro terão exatamente o mesmo tempo no rádio e na TV: cinco minutos em cada bloco diário e doze minutos e meio nas inserções.</strong> A propaganda começa nesta sexta-feira (9) com Flávio, que foi o mais votado no primeiro turno, e a ordem se alterna a cada programa.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:10</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lula reforça campanha nas redes sociais e Flávio amplia apoio político</title>
<link>https://apareceu.com/lula-reforca-campanha-nas-redes-sociais-e-flavio-amplia-apoio-politico</link>
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<description><![CDATA[ O candidato Lula, do PT, teve uma quarta-feira de redes sociais. Se reuniu com jovens deputados eleitos, a exemplo da Ana Elisa, eleita por Minas, a mais jovem, aos 21 anos, e que veio para Brasília dar uma aula ao presidente de rede social. E ele fez diversos vídeos e fotos - com a deputada eleita e com outros jovens deputados que chegam à Câmara a partir do ano que vem. Convocou o povo a ir para as ruas para conversar com os eleitores de outros candidatos. E em favor do fim da escala 6x1. Da importância de se dar dois dias de folga para o trabalhador. Lula, nesse segundo turno, está voltado para aumentar a participação nas redes sociais, falar mais com o eleitor do Instagram, Facebook, Tik Tok.

O outro candidato a presidência, Flávio Bolsonaro, do PL, teve um dia de reuniões e de angariar apoio. Os partidos Novo, União Brasil e PP declararam apoio a ele. Os candidatos derrotados: Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Clariana Barão também. Augusto Cury ainda não decidiu quem vai apoiar e Renan Santos disse que não vai apoiar ninguém. Nesta quinta-feira (8), Flávio Bolsonaro tem reuniões com o partido Podemos e com governadores eleitos.
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 06:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O candidato Lula, do PT, teve uma quarta-feira de redes sociais. Se reuniu com jovens deputados eleitos, a exemplo da Ana Elisa, eleita por Minas, a mais jovem, aos 21 anos, e que veio para Brasília dar uma aula ao presidente de rede social. E ele fez diversos vídeos e fotos - com a deputada eleita e com outros jovens deputados que chegam à Câmara a partir do ano que vem. Convocou o povo a ir para as ruas para conversar com os eleitores de outros candidatos. E em favor do fim da escala 6x1. Da importância de se dar dois dias de folga para o trabalhador. Lula, nesse segundo turno, está voltado para aumentar a participação nas redes sociais, falar mais com o eleitor do Instagram, Facebook, Tik Tok.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704778&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704778&o=rss"></p>

<p>O outro candidato a presidência, Flávio Bolsonaro, do PL, teve um dia de reuniões e de angariar apoio. Os partidos Novo, União Brasil e PP declararam apoio a ele. Os candidatos derrotados: Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Clariana Barão também. Augusto Cury ainda não decidiu quem vai apoiar e Renan Santos disse que não vai apoiar ninguém. Nesta quinta-feira (8), Flávio Bolsonaro tem reuniões com o partido Podemos e com governadores eleitos.</p>
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<item>
<title>Informação de que houve fraude na votação para presidente é falsa</title>
<link>https://apareceu.com/informacao-de-que-houve-fraude-na-votacao-para-presidente-e-falsa</link>
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<description><![CDATA[ É falsa a informação que circula nas redes sociais de que houve fraude na votação para presidente e vice-presidente da República no primeiro turno das eleições deste ano.

No domingo (4), a aba de visualização “Brasil” do painel do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) parou de funcionar de forma inesperada às 19h14. Por isso, os votos para presidente e vice-presidente da República ficaram parados. A situação foi normalizada um tempo depois, às 20h04.

Falha técnica

Em nota, o Tribunal Superior Eleitoral atribuiu o episódio a uma &quot;contenção no processamento de dados&quot;, que travou por cerca de 50 minutos a atualização do placar nacional naquela noite. Segundo a Corte, a interrupção na atualização do resultado nacional foi uma falha técnica na etapa de divulgação e não teve efeito sobre a contagem dos votos. A paralisação, portanto, ocorreu apenas no momento da divulgação dos resultados, quando os votos já haviam sido contabilizados.

O TSE afirma que a falha ficou restrita ao módulo responsável por apresentar na internet a visualização nacional da disputa presidencial. Os boletins de urna continuaram a ser transmitidos, recebidos, processados e publicados na internet durante o problema, assim como os sistemas de acompanhamento. Com isso, os dados por unidades da Federação, segundo o TSE, continuaram sendo publicados sem interrupção.
  2:03 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 06:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Informação, que, houve, fraude, votação, para, presidente, falsa</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>É falsa a informação que circula nas redes sociais de que houve fraude na votação para presidente e vice-presidente da República no primeiro turno das eleições deste ano.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704748&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704748&o=rss"></p>

<p>No domingo (4), a aba de visualização “Brasil” do painel do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) parou de funcionar de forma inesperada às 19h14. Por isso, os votos para presidente e vice-presidente da República ficaram parados. A situação foi normalizada um tempo depois, às 20h04.</p>

<h3>Falha técnica</h3>

<p>Em nota, o Tribunal Superior Eleitoral atribuiu o episódio a uma "contenção no processamento de dados", que travou por cerca de 50 minutos a atualização do placar nacional naquela noite. <strong>Segundo a Corte, a interrupção na atualização do resultado nacional foi uma falha técnica na etapa de divulgação e não teve efeito sobre a contagem dos votos. </strong>A paralisação, portanto, ocorreu apenas no momento da divulgação dos resultados, quando os votos já haviam sido contabilizados.</p>

<p><strong>O TSE afirma que a falha ficou restrita ao módulo responsável por apresentar na internet a visualização nacional da disputa presidencial. </strong>Os boletins de urna continuaram a ser transmitidos, recebidos, processados e publicados na internet durante o problema, assim como os sistemas de acompanhamento. Com isso, os dados por unidades da Federação, segundo o TSE, continuaram sendo publicados sem interrupção.</p>
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<item>
<title>Eleições: Brasil registra 134 casos de violência política no 1º turno</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-brasil-registra-134-casos-de-violencia-politica-no-1o-turno</link>
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<description><![CDATA[ O Brasil registrou um caso de violência política a cada nove horas durante os 50 dias de campanha do primeiro turno das eleições de 2026.

Foram 134 ocorrências entre 16 de agosto e 4 de outubro, número superior aos 121 casos registrados no primeiro turno de 2022.

Os dados fazem parte de uma pesquisa das organizações não governamentais Terra de Direitos e Justiça Global.

Ameaças, ofensas e agressões físicas foram os casos mais recorrentes.

Durante o período, houve dois assassinatos. Um deles foi um vereador; e o outro, um secretário municipal. Além de 11 atentados.

A maior parte dos casos ocorreu durante atividades de campanha ou eventos públicos.

Já o ambiente virtual concentrou 31% dos casos.

A diretora-executiva da Justiça Global, Glaucia Marinho, destaca os efeitos da violência nas eleições.


A violência não pode ser tratada como parte natural da disputa eleitoral. Quando as ameaças e os ataques são usados para intimidar candidatura, impedir as atividades de campanha e silenciar propostas, o direito à participação política é muito afetada. Então cabe as instituições garantir que a violência não determine quem vai poder participar ou não do jogo eleitoral, ocupar ou exercer cargos de poder. 


Nesse primeiro turno, mais de 50% das vítimas eram mulheres.

Além disso, 76% dos episódios foram contra candidatos, na maioria também mulheres.

Glaucia Marinho comenta os ataques aos grupos mais vulneráveis.


 Os homens são atacados por sua atuação política. Já as mulheres, as pessoas negras e trans enfrentam também o machismo, o racismo e a transfobia que estrutura a sociedade brasileira. E quando essas formas de discriminação se cruzam, reforçam e ampliam as barreiras que impedem a participação política tornando ainda mais difícil o acesso e a permanência de grupos historicamente vulnerabilizados em espaços de poder. 


Entre os estados, São Paulo, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Rio Grande do Sul tiveram o maior número de ocorrências.

No período pré-eleitoral, entre outubro de 2024 e agosto deste ano, foram registrados 354 episódios de violência política.
  2:47 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 06:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou um caso de violência política a cada nove horas durante os 50 dias de campanha do primeiro turno das eleições de 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704804&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704804&o=rss"></p>

<p>Foram 134 ocorrências entre 16 de agosto e 4 de outubro, número superior aos 121 casos registrados no primeiro turno de 2022.</p>

<p>Os dados fazem parte de uma pesquisa das organizações não governamentais Terra de Direitos e Justiça Global.</p>

<p>Ameaças, ofensas e agressões físicas foram os casos mais recorrentes.</p>

<p>Durante o período, houve dois assassinatos. Um deles foi um vereador; e o outro, um secretário municipal. Além de 11 atentados.</p>

<p>A maior parte dos casos ocorreu durante atividades de campanha ou eventos públicos.</p>

<p>Já o ambiente virtual concentrou 31% dos casos.</p>

<p>A diretora-executiva da Justiça Global, Glaucia Marinho, destaca os efeitos da violência nas eleições.</p>

<blockquote>
<p>A violência não pode ser tratada como parte natural da disputa eleitoral. Quando as ameaças e os ataques são usados para intimidar candidatura, impedir as atividades de campanha e silenciar propostas, o direito à participação política é muito afetada. Então cabe as instituições garantir que a violência não determine quem vai poder participar ou não do jogo eleitoral, ocupar ou exercer cargos de poder. </p>
</blockquote>

<p>Nesse primeiro turno, mais de 50% das vítimas eram mulheres.</p>

<p>Além disso, 76% dos episódios foram contra candidatos, na maioria também mulheres.</p>

<p>Glaucia Marinho comenta os ataques aos grupos mais vulneráveis.</p>

<blockquote>
<p> Os homens são atacados por sua atuação política. Já as mulheres, as pessoas negras e trans enfrentam também o machismo, o racismo e a transfobia que estrutura a sociedade brasileira. E quando essas formas de discriminação se cruzam, reforçam e ampliam as barreiras que impedem a participação política tornando ainda mais difícil o acesso e a permanência de grupos historicamente vulnerabilizados em espaços de poder. </p>
</blockquote>

<p>Entre os estados, São Paulo, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Rio Grande do Sul tiveram o maior número de ocorrências.</p>

<p>No período pré-eleitoral, entre outubro de 2024 e agosto deste ano, foram registrados 354 episódios de violência política.</p>
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</item>

<item>
<title>TSE adia julgamento sobre validade da candidatura de Deltan Dallagnol</title>
<link>https://apareceu.com/tse-adia-julgamento-sobre-validade-da-candidatura-de-deltan-dallagnol</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-adia-julgamento-sobre-validade-da-candidatura-de-deltan-dallagnol</guid>
<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral adiou, nesta quinta-feira (8), o julgamento sobre a validade da candidatura de Deltan Dallagnol, do partido Novo, para o Senado. Uma nova data ainda não foi anunciada.

Deltan Dallagnol recebeu quase 3 milhões de votos e conquistou a segunda vaga para o Senado pelo Paraná. Caso tenha candidatura invalidada, os votos são anulados e uma eleição suplementar deve ser realizada somente para este cargo ao Senado, de acordo com a legislação eleitoral.

A discussão sobre a candidatura de Dallagnol retoma uma situação em 2021, quando ele pediu exoneração do Ministério Público Federal enquanto havia processos administrativos correndo contra ele.

Em 2023, teve o mandato de deputado federal cassado pelo TSE porque o tribunal considerou que ele pediu a exoneração para evitar a perda do cargo e, assim, escapar da Lei da Ficha Limpa.

Em setembro deste ano, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná autorizou o registro de candidatura de Dallagnol. Depois o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, suspendeu a campanha, mas a decisão foi derrubada pelo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques.
  1:07 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral adiou, nesta quinta-feira (8), o julgamento sobre a validade da candidatura de Deltan Dallagnol, do partido Novo, para o Senado. Uma nova data ainda não foi anunciada.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704810&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704810&o=rss"></p>

<p>Deltan Dallagnol recebeu quase 3 milhões de votos e conquistou a segunda vaga para o Senado pelo Paraná. Caso tenha candidatura invalidada, os votos são anulados e uma eleição suplementar deve ser realizada somente para este cargo ao Senado, de acordo com a legislação eleitoral.</p>

<p>A discussão sobre a candidatura de Dallagnol retoma uma situação em 2021, quando ele pediu exoneração do Ministério Público Federal enquanto havia processos administrativos correndo contra ele.</p>

<p>Em 2023, teve o mandato de deputado federal cassado pelo TSE porque o tribunal considerou que ele pediu a exoneração para evitar a perda do cargo e, assim, escapar da Lei da Ficha Limpa.</p>

<p>Em setembro deste ano, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná autorizou o registro de candidatura de Dallagnol. Depois o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, suspendeu a campanha, mas a decisão foi derrubada pelo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques.</p>
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<item>
<title>Candidatos à Presidência da República cumprem agendas em Brasília</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-da-republica-cumprem-agendas-em-brasilia</link>
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<description><![CDATA[ No Dia do Nordestino, os candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial cumpriram agendas em Brasília e, em declarações à imprensa e pelas redes sociais, se dirigiram aos eleitores da região.

O senador Flávio Bolsonaro, do PL, dedicou a manhã a encontros no quartel-general da campanha, no bairro do Lago Sul. Primeiro, o candidato se reuniu com integrantes do Podemos e, na sequência, com os governadores eleitos. À noite, realizou a tradicional live de quinta-feira, no canal que mantém no YouTube.

Em entrevista à imprensa, Flávio Bolsonaro se dirigiu ao eleitorado nordestino ao afirmar que o Bolsa Família não tem que ser a última coisa que o governo faz pela população, mas sim a primeira. Ele também destacou que pretende investir em qualificação e aproximar empresas das escolas, além de reforçar o suporte a alunos e professores.


&quot;Na hora em que uma criança que tem autismo tem alguma crise dentro de sala de aula, tem que passar a mão no telefone, ligar para a mãe, a mãe tem que sair desesperada do trabalho para ir pro colégio pegar o filho. Quer dizer, o Estado tem obrigação de dar um suporte para esse professor, para essa criança, criar salas sensoriais dentro dos colégios, para que, nesses momentos, a criança possa ir pra lá e se acalmar. Então, essa sensibilidade é o que eu vou querer ter muito perto também de um governo nosso.&quot;


Pelas redes sociais, o presidente Lula afirmou que vai manter e aprimorar as políticas sociais do seu governo e saudou os nordestinos pelo dia nacional. Entre as propostas de campanha, voltou a defender a aprovação da PEC da Segurança Pública para combater a criminalidade no país.


&quot;Viva o Dia do Nordestino, meus conterrâneos, minhas conterrâneas. Para garantir ao trabalhador proteção e para o bandido, a prisão, eu mandei uma emenda constitucional para a Câmara dos Deputados para definir o papel do governo federal na segurança pública, fortalecendo o Sistema Único de Segurança Pública. Já foi aprovado na Câmara, está no Senado desde março deste ano. Aprovem a PEC da Segurança Pública e nós vamos ensinar como é que se acaba com a criminalidade nesse país.&quot;


Debates

A disputa entra agora na reta final, com o início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV, nesta sexta-feira (9), e com os primeiros debates entre os dois candidatos, que não se enfrentaram no primeiro turno. O primeiro está previsto para domingo (11), na TV Record. Outros dois estão previstos para o dia 18, na Band, e no dia 23, na Globo.

O segundo turno será em 25 de outubro, com votação das 8h da manhã às 17h, no horário de Brasília.
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<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia do Nordestino, os candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial cumpriram agendas em Brasília e, em declarações à imprensa e pelas redes sociais, se dirigiram aos eleitores da região.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704873&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704873&o=rss"></p>

<p>O senador Flávio Bolsonaro, do PL, dedicou a manhã a encontros no quartel-general da campanha, no bairro do Lago Sul. Primeiro, o candidato se reuniu com integrantes do Podemos e, na sequência, com os governadores eleitos. À noite, realizou a tradicional live de quinta-feira, no canal que mantém no YouTube.</p>

<p><strong>Em entrevista à imprensa, Flávio Bolsonaro se dirigiu ao eleitorado nordestino ao afirmar que o Bolsa Família não tem que ser a última coisa que o governo faz pela população, mas sim a primeira.</strong> <strong>Ele também destacou que pretende investir em qualificação e aproximar empresas das escolas, além de reforçar o suporte a alunos e professores.</strong></p>

<blockquote>
<p>"Na hora em que uma criança que tem autismo tem alguma crise dentro de sala de aula, tem que passar a mão no telefone, ligar para a mãe, a mãe tem que sair desesperada do trabalho para ir pro colégio pegar o filho. Quer dizer, o Estado tem obrigação de dar um suporte para esse professor, para essa criança, criar salas sensoriais dentro dos colégios, para que, nesses momentos, a criança possa ir pra lá e se acalmar. Então, essa sensibilidade é o que eu vou querer ter muito perto também de um governo nosso."</p>
</blockquote>

<p><strong>Pelas redes sociais, o presidente Lula afirmou que vai manter e aprimorar as políticas sociais do seu governo e saudou os nordestinos pelo dia nacional. Entre as propostas de campanha, voltou a defender a aprovação da PEC da Segurança Pública para combater a criminalidade no país.</strong></p>

<blockquote>
<p>"Viva o Dia do Nordestino, meus conterrâneos, minhas conterrâneas. Para garantir ao trabalhador proteção e para o bandido, a prisão, eu mandei uma emenda constitucional para a Câmara dos Deputados para definir o papel do governo federal na segurança pública, fortalecendo o Sistema Único de Segurança Pública. Já foi aprovado na Câmara, está no Senado desde março deste ano. Aprovem a PEC da Segurança Pública e nós vamos ensinar como é que se acaba com a criminalidade nesse país."</p>
</blockquote>

<h3>Debates</h3>

<p>A disputa entra agora na reta final, com o início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV, nesta sexta-feira (9), e com os primeiros debates entre os dois candidatos, que não se enfrentaram no primeiro turno. <strong>O primeiro está previsto para domingo (11), na TV Record. Outros dois estão previstos para o dia 18, na Band, e no dia 23, na Globo.</strong></p>

<p>O segundo turno será em 25 de outubro, com votação das 8h da manhã às 17h, no horário de Brasília.</p>
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</item>

<item>
<title>PF já registrou 105 termos circunstanciados por crimes eleitorais</title>
<link>https://apareceu.com/pf-ja-registrou-105-termos-circunstanciados-por-crimes-eleitorais</link>
<guid>https://apareceu.com/pf-ja-registrou-105-termos-circunstanciados-por-crimes-eleitorais</guid>
<description><![CDATA[ A Polícia Federal registrou até a manhã desta segunda-feira 105 termos circunstanciados de ocorrência por suspeitas de crimes nas eleições gerais de 2026.

As infrações foram contabilizadas em 23 estados e no Distrito Federal.

Segundo o balanço mais recente, 338 pessoas foram conduzidas pelas autoridades.

As ações também resultaram na apreensão de mais de R$ 1,8 milhão em bens e valores.

Desse total, quase R$ 500 mil estavam em dinheiro vivo.

Entre os crimes mais investigados estão a propaganda irregular e a corrupção eleitoral, principalmente a compra de votos.

Os números divulgados mostram ainda que a PF instaurou ao longo deste ano 1.332 inquéritos relacionados a crimes eleitorais.

Outro dado que chama a atenção é o volume de apreensões realizadas em 2026.

O valor total dos bens retidos pelas operações passa de R$ 46 milhões, e desse montante aproximadamente R$ 31 milhões correspondem a dinheiro em espécie.

Segundo a Polícia Federal, os valores apresentados neste balanço são preliminares e ainda podem ser atualizados.

Isso porque novas ocorrências continuam sendo registradas, investigações seguem em andamento e os sistemas da corporação passam por atualizações.
  1:53 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 15:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal registrou até a manhã desta segunda-feira 105 termos circunstanciados de ocorrência por suspeitas de crimes nas eleições gerais de 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704444&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704444&o=rss"></p>

<p>As infrações foram contabilizadas em 23 estados e no Distrito Federal.</p>

<p>Segundo o balanço mais recente, 338 pessoas foram conduzidas pelas autoridades.</p>

<p>As ações também resultaram na apreensão de mais de R$ 1,8 milhão em bens e valores.</p>

<p>Desse total, quase R$ 500 mil estavam em dinheiro vivo.</p>

<p>Entre os crimes mais investigados estão a propaganda irregular e a corrupção eleitoral, principalmente a compra de votos.</p>

<p><strong>Os números divulgados mostram ainda que a PF instaurou ao longo deste ano 1.332 inquéritos relacionados a crimes eleitorais.</strong></p>

<p>Outro dado que chama a atenção é o volume de apreensões realizadas em 2026.</p>

<p><strong>O valor total dos bens retidos pelas operações passa de R$ 46 milhões, e desse montante aproximadamente R$ 31 milhões correspondem a dinheiro em espécie.</strong></p>

<p><strong>Segundo a Polícia Federal, os valores apresentados neste balanço são preliminares e ainda podem ser atualizados.</strong></p>

<p>Isso porque novas ocorrências continuam sendo registradas, investigações seguem em andamento e os sistemas da corporação passam por atualizações.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:53</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Campanha do segundo turno recomeça às 17h desta segunda&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/campanha-do-segundo-turno-recomeca-as-17h-desta-segunda-feira</link>
<guid>https://apareceu.com/campanha-do-segundo-turno-recomeca-as-17h-desta-segunda-feira</guid>
<description><![CDATA[ A campanha eleitoral de 2026 entra em uma nova fase, a partir desta segunda-feira (5), para candidatos à Presidência da República e ao governo do Distrito Federal e de mais seis estados, onde haverá segundo turno para governador.

De acordo com o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), depois de 24 horas do fim da votação do primeiro turno, candidatos, partidos e federações que disputam o segundo turno já podem retomar as atividades de campanha.

A partir das 17 horas desta segunda-feira, estão autorizadas atividades como comícios, distribuição de material gráfico, caminhadas, carreatas e o uso de alto-falantes e carros de som, sempre dentro das regras eleitorais.

Os comícios e a sonorização fixa podem ser realizados até 22 de outubro. Já no sábado (24), véspera da eleição, ainda serão permitidas atividades de rua, como distribuição de material gráfico, caminhadas, carreatas e passeatas, com ou sem carros de som, até as dez horas da noite.

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão volta nesta sexta-feira (9) e segue até o dia 23, dois dias antes da votação. O segundo turno será no domingo, dia 25, nos mesmos locais de votação e horários do primeiro: das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.
  1:53 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 15:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Campanha, segundo, turno, recomeça, às, 17h, desta, segunda-feira</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha eleitoral de 2026 entra em uma nova fase, a partir desta segunda-feira (5), para candidatos à Presidência da República e ao governo do Distrito Federal e de mais seis estados, onde haverá segundo turno para governador.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704449&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704449&o=rss"></p>

<p>De acordo com o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), depois de 24 horas do fim da votação do primeiro turno, candidatos, partidos e federações que disputam o segundo turno já podem retomar as atividades de campanha.</p>

<p>A partir das 17 horas desta segunda-feira, estão autorizadas atividades como comícios, distribuição de material gráfico, caminhadas, carreatas e o uso de alto-falantes e carros de som, sempre dentro das regras eleitorais.</p>

<p>Os comícios e a sonorização fixa podem ser realizados até 22 de outubro. Já no sábado (24), véspera da eleição, ainda serão permitidas atividades de rua, como distribuição de material gráfico, caminhadas, carreatas e passeatas, com ou sem carros de som, até as dez horas da noite.</p>

<p>A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão volta nesta sexta-feira (9) e segue até o dia 23, dois dias antes da votação. O segundo turno será no domingo, dia 25, nos mesmos locais de votação e horários do primeiro: das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:53</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Horário eleitoral no rádio e na TV volta ao ar em 9 de outubro</title>
<link>https://apareceu.com/horario-eleitoral-no-radio-e-na-tv-volta-ao-ar-em-9-de-outubro</link>
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<description><![CDATA[ A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão volta ao ar em 9 de outubro, com as campanhas do segundo turno, e segue até o dia 23, dois dias antes da votação.

No primeiro turno, o tempo era dividido conforme a representatividade dos partidos. Agora, os dois candidatos que seguem na disputa têm exatamente o mesmo espaço, tanto para presidente quanto para governador.

O horário eleitoral no segundo turno terá duração de 20 minutos, com dois blocos de dez minutos. No rádio, a propaganda dos candidatos à Presidência vai ao ar às 7h da manhã e ao meio-dia. Em seguida, às 7h10 e às 12h10, entram os programas dos candidatos a governador. Na televisão, o horário para presidente é às 13h e às 20h30. Os candidatos a governador aparecem dez minutos depois, às 13h10 e às 20h40.

Além dos blocos, a legislação prevê inserções de 30 ou 60 segundos ao longo da programação, que somam 25 minutos diários por cada cargo em disputa.

O segundo turno das eleições será em 25 de outubro.
  1:17 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 15:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Horário, eleitoral, rádio, volta, outubro</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão volta ao ar em 9 de outubro, com as campanhas do segundo turno, e segue até o dia 23, dois dias antes da votação.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704484&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704484&o=rss"></p>

<p>No primeiro turno, o tempo era dividido conforme a representatividade dos partidos. <strong>Agora, os dois candidatos que seguem na disputa têm exatamente o mesmo espaço, tanto para presidente quanto para governador.</strong></p>

<p>O horário eleitoral no segundo turno terá duração de 20 minutos, com dois blocos de dez minutos. No rádio, a propaganda dos candidatos à Presidência vai ao ar às 7h da manhã e ao meio-dia. Em seguida, às 7h10 e às 12h10, entram os programas dos candidatos a governador. Na televisão, o horário para presidente é às 13h e às 20h30. Os candidatos a governador aparecem dez minutos depois, às 13h10 e às 20h40.</p>

<p>Além dos blocos, a legislação prevê inserções de 30 ou 60 segundos ao longo da programação, que somam 25 minutos diários por cada cargo em disputa.</p>

<p><strong>O segundo turno das eleições será em 25 de outubro.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:17</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Garotinho desiste de recurso e embaralha eleição para governo do Rio</title>
<link>https://apareceu.com/garotinho-desiste-de-recurso-e-embaralha-eleicao-para-governo-do-rio</link>
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<description><![CDATA[ O ex-governador Anthony Garotinho desistiu de recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar reverter o indeferimento da candidatura dele ao governo do estado do Rio de Janeiro. Com a decisão, os mais de 274 mil votos recebidos por Garotinho no primeiro turno das eleições de 2026 podem ser anulados.

O político disputou o pleito sob condição judicial, depois que a Justiça Eleitoral negou o registro da candidatura. A defesa ainda tinha a possibilidade de levar o caso à última instância, mas optou por encerrar a disputa nos tribunais.

Em uma live nas redes sociais, Garotinho comentou que o fato de não ter ido para o segundo turno foi determinante para desistir de levar o recurso para instâncias superiores.


&quot;Na verdade, eu tomei essa decisão hoje de manhã exatamente porque eu entendi que houve perda do objeto. O meu objeto era que as pessoas votassem em mim e que eu tivesse possibilidade de disputar o segundo turno. Quando eu vi que isso não aconteceu, para mim, perdeu o objeto.&quot;


Resultado

A mudança pode ter um impacto direto no resultado da eleição para o governo do Rio de Janeiro. Caso os votos dele sejam declarados nulos pelo TSE, o candidato Douglas Ruas passaria a ter 50,88 % dos votos válidos, percentual suficiente para garantir a vitória ainda no primeiro turno.

Apesar da desistência do recurso, a situação da candidatura ainda depende de análise da Justiça Eleitoral. Enquanto isso, a contagem oficial segue considerando os votos atribuídos a Garotinho e mantém a previsão de segundo turno entre Douglas Ruas e Eduardo Paes.

Ainda não há prazo para a conclusão dessa análise pelo Tribunal Superior Eleitoral.
  2:17 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 15:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-governador Anthony Garotinho desistiu de recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar reverter o indeferimento da candidatura dele ao governo do estado do Rio de Janeiro. <strong>Com a decisão, os mais de 274 mil votos recebidos por Garotinho no primeiro turno das eleições de 2026 podem ser anulados.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704480&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704480&o=rss"></p>

<p>O político disputou o pleito sob condição judicial, depois que a Justiça Eleitoral negou o registro da candidatura. A defesa ainda tinha a possibilidade de levar o caso à última instância, mas optou por encerrar a disputa nos tribunais.</p>

<p>Em uma live nas redes sociais, Garotinho comentou que o fato de não ter ido para o segundo turno foi determinante para desistir de levar o recurso para instâncias superiores.</p>

<blockquote>
<p>"Na verdade, eu tomei essa decisão hoje de manhã exatamente porque eu entendi que houve perda do objeto. O meu objeto era que as pessoas votassem em mim e que eu tivesse possibilidade de disputar o segundo turno. Quando eu vi que isso não aconteceu, para mim, perdeu o objeto."</p>
</blockquote>

<h3>Resultado</h3>

<p>A mudança pode ter um impacto direto no resultado da eleição para o governo do Rio de Janeiro. <strong>Caso os votos dele sejam declarados nulos pelo TSE, o candidato Douglas Ruas passaria a ter 50,88 % dos votos válidos, percentual suficiente para garantir a vitória ainda no primeiro turno.</strong></p>

<p>Apesar da desistência do recurso, a situação da candidatura ainda depende de análise da Justiça Eleitoral. Enquanto isso, a contagem oficial segue considerando os votos atribuídos a Garotinho e mantém a previsão de segundo turno entre Douglas Ruas e Eduardo Paes.</p>

<p>Ainda não há prazo para a conclusão dessa análise pelo Tribunal Superior Eleitoral.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:17</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Abstenção e indecisos podem definir eleição</title>
<link>https://apareceu.com/abstencao-e-indecisos-podem-definir-eleicao</link>
<guid>https://apareceu.com/abstencao-e-indecisos-podem-definir-eleicao</guid>
<description><![CDATA[ Eleitores que não foram às urnas e os que ainda estão indecisos podem definir o resultado das eleições deste ano. No primeiro turno, mais de 33,4 milhões de eleitores não votaram. A abstenção foi de 21,08%, o maior índice desde 1998. Dos quase 159 milhões de eleitores aptos a votar, cerca de 125 milhões compareceram às urnas. Quase 79% do eleitorado.

O cientista político Bhreno Vieira explica que uma abstenção entre 20% e 22% já era esperada


&quot; Apesar de esperado, é um contingente eleitoral bastante grande, é cerca de 33 milhões de eleitores. Por se tratar de um volume grande, é um volume que pode, de certa forma, decidir. Uma questão de uma eleição, quando a gente vê que principalmente as últimas eleições presenciais estão sendo ganhadas em termos bem na margem.&quot;


A abstenção deste ano ficou próxima da registrada em 2022, quando 20,95% dos eleitores não compareceram às urnas. Naquele ano, no segundo turno, a abstenção caiu para 20,59%. Para Bhreno Vieira, o comparecimento dos eleitores pode influenciar o resultado.


&quot;Em 2022, o primeiro turno teve uma abstenção próxima de 21 e caiu depois no segundo turno. Diferente, por exemplo, de 2018, onde a gente vê uma abstenção no primeiro turno bem menor e no segundo turno bem maior. Então, as pessoas podem comparecer e podem realmente mudar essa questão de como vai ser projetado o voto. É uma outra eleição, aí começa-se a pensar como vai ser esse contexto eleitoral.&quot;


O especialista em ciência política Ariel Calmon explica que, no segundo turno, a estratégia é manter os votos já obtidos, principalmente na disputa pela Presidência da República, e conquistar novos.


&quot;Agora as campanhas vão ter o desafio de manter as suas bases mobilizadas para evitar o aumento da abstenção no dia 25 e reestruturar esse diálogo com o eleitor moderado. Tanto Lula quanto Flávio vão ter que focar nesse eleitor moderado.&quot;


Ariel Calmon fala sobre a dificuldade para os candidatos no segundo turno.


&quot;Mas a dificuldade maior está no presidente Luiz Inácio, porque é um choque para a campanha do PT terminar o primeiro turno atrás do senador Flávio Bolsonaro. E, de acordo com o que nós temos de candidatos também derrotados em primeiro turno, eles são mais alinhados ideologicamente a Flávio Bolsonaro e as pesquisas mostram que uma eventual transferência de voto desses candidatos derrotados em primeiro turno favoreceria Flávio Bolsonaro.&quot;


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, afirmou que a abstenção é um problema. Segundo ele, a Justiça Eleitoral vai trabalhar para aumentar o comparecimento dos eleitores no segundo turno.


&quot; A abstenção para as pessoas que não são obrigadas a comparecer às urnas, ela tem um indicativo muito elevado. Com os idosos, ela chega a 50% e entre 16 e 17 anos, 20%. Mas está dentro do esperado. Não é o ideal a abstenção de 20%. A ideia é intensificar e aperfeiçoar todos os mecanismos disponíveis para a justiça eleitoral para que a gente consiga diminuir esse percentual num segundo turno.&quot;


Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo tiveram os maiores índices de abstenção. Na outra ponta, Ceará, Roraima, Piauí e Sergipe registraram os menores índices.

O primeiro turno teve ainda 2,2 milhões votos em branco e 3,6 milhões de votos nulos.

A votação do segundo turno acontece no domingo, 25 de outubro.
  3:57 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 15:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Abstenção, indecisos, podem, definir, eleição</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eleitores que não foram às urnas e os que ainda estão indecisos podem definir o resultado das eleições deste ano. No primeiro turno, mais de 33,4 milhões de eleitores não votaram. A abstenção foi de 21,08%, o maior índice desde 1998. Dos quase 159 milhões de eleitores aptos a votar, cerca de 125 milhões compareceram às urnas. Quase 79% do eleitorado.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704456&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704456&o=rss"></p>

<p>O cientista político Bhreno Vieira explica que uma abstenção entre 20% e 22% já era esperada</p>

<blockquote>
<p>" Apesar de esperado, é um contingente eleitoral bastante grande, é cerca de 33 milhões de eleitores. Por se tratar de um volume grande, é um volume que pode, de certa forma, decidir. Uma questão de uma eleição, quando a gente vê que principalmente as últimas eleições presenciais estão sendo ganhadas em termos bem na margem."</p>
</blockquote>

<p>A abstenção deste ano ficou próxima da registrada em 2022, quando 20,95% dos eleitores não compareceram às urnas. Naquele ano, no segundo turno, a abstenção caiu para 20,59%. Para Bhreno Vieira, o comparecimento dos eleitores pode influenciar o resultado.</p>

<blockquote>
<p>"Em 2022, o primeiro turno teve uma abstenção próxima de 21 e caiu depois no segundo turno. Diferente, por exemplo, de 2018, onde a gente vê uma abstenção no primeiro turno bem menor e no segundo turno bem maior. Então, as pessoas podem comparecer e podem realmente mudar essa questão de como vai ser projetado o voto. É uma outra eleição, aí começa-se a pensar como vai ser esse contexto eleitoral."</p>
</blockquote>

<p>O especialista em ciência política Ariel Calmon explica que, no segundo turno, a estratégia é manter os votos já obtidos, principalmente na disputa pela Presidência da República, e conquistar novos.</p>

<blockquote>
<p>"Agora as campanhas vão ter o desafio de manter as suas bases mobilizadas para evitar o aumento da abstenção no dia 25 e reestruturar esse diálogo com o eleitor moderado. Tanto Lula quanto Flávio vão ter que focar nesse eleitor moderado."</p>
</blockquote>

<p>Ariel Calmon fala sobre a dificuldade para os candidatos no segundo turno.</p>

<blockquote>
<p>"Mas a dificuldade maior está no presidente Luiz Inácio, porque é um choque para a campanha do PT terminar o primeiro turno atrás do senador Flávio Bolsonaro. E, de acordo com o que nós temos de candidatos também derrotados em primeiro turno, eles são mais alinhados ideologicamente a Flávio Bolsonaro e as pesquisas mostram que uma eventual transferência de voto desses candidatos derrotados em primeiro turno favoreceria Flávio Bolsonaro."</p>
</blockquote>

<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, afirmou que a abstenção é um problema. Segundo ele, a Justiça Eleitoral vai trabalhar para aumentar o comparecimento dos eleitores no segundo turno.</p>

<blockquote>
<p>" A abstenção para as pessoas que não são obrigadas a comparecer às urnas, ela tem um indicativo muito elevado. Com os idosos, ela chega a 50% e entre 16 e 17 anos, 20%. Mas está dentro do esperado. Não é o ideal a abstenção de 20%. A ideia é intensificar e aperfeiçoar todos os mecanismos disponíveis para a justiça eleitoral para que a gente consiga diminuir esse percentual num segundo turno."</p>
</blockquote>

<p>Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo tiveram os maiores índices de abstenção. Na outra ponta, Ceará, Roraima, Piauí e Sergipe registraram os menores índices.</p>

<p>O primeiro turno teve ainda 2,2 milhões votos em branco e 3,6 milhões de votos nulos.</p>

<p>A votação do segundo turno acontece no domingo, 25 de outubro.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:57</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Pauta conservadora, STF e linha sucessória: o que esperar no Congresso</title>
<link>https://apareceu.com/pauta-conservadora-stf-e-linha-sucessoria-o-que-esperar-no-congresso</link>
<guid>https://apareceu.com/pauta-conservadora-stf-e-linha-sucessoria-o-que-esperar-no-congresso</guid>
<description><![CDATA[ Na nova configuração da Câmara e do Senado, o PL saiu como o grande vencedor. Vai ter a maior bancada nas duas casas. Serão 121 deputados e 28 senadores.

Número bem superior que a segunda maior bancada, composta por 88 deputados da federação PT, PC do B e PV, e apenas oito senadores do Partido dos Trabalhadores.

Nesse novo desenho, chama a atenção de especialistas a guinada à extrema direita. A preocupação é, inclusive, com retrocessos. Com o debate de pautas ligadas mais a valores conservadores e menos progressistas. É o que diz a cientista política Alina Ribeiro. 


&quot;Existe uma pauta do conservadorismo que é muito forte, existe uma ideia de família que é muito específica, e aí, nos discursos, eles colocam a esquerda como se fosse contra a família, mas não fica muito claro que tipo de família é essa. Enfim, acho que vai ser importante a gente olhar muito bem não só para essa ascensão da direita, mas que direita essa direita representa. E o que me parece é que é uma direita antidemocrática, e que pode, sim, gerar retrocessos muito importantes para o Brasil&quot;.


A votação na Câmara dos deputados estabeleceu alguns recordes. Dois candidatos do PL bateram os 3 milhões de votos. Nikolas Ferreira, em Minas; e Lucas Pavanato, em São Paulo.

Consequências do novo quadro

Ter maioria nas casas é importante por diversos motivos. Entre eles: o presidente da Câmara é o terceiro na linha sucessória. Ele que substitui o presidente e o vice em caso de ausências. Além disso, é, também, o presidente da Câmara quem inicia processos de impeachment, por exemplo.

Já no Senado, é onde ocorrem as sabatinas de autoridades e onde são analisados os processos contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A avaliação é da advogada constitucionalista Damares Medina.


&quot;Se os senadores aprovam, em sabatina, o nome do ministro indicado pelo presidente da República, o Supremo Tribunal Federal é competente, no futuro, para julgar esses próprios senadores. E o que que essa simetria gera em um ambiente de erosão constitucional, de erosão democrática de crises que os ministros têm enfrentado? Então, para 2027 nós esperamos um Senado que vai se posicionar de uma maneira muito assertiva com relação aos desdobramentos das investigações que estão em curso no Supremo Tribunal Federal - e para além do Supremo, porque nós sabemos que os senadores também estão envolvidos em várias denúncias&quot;. 


Já o doutor em ciência política e professor da Universidade de Brasília (UnB), Jeferson Santos, o recado passado pelo eleitor nas urnas é o de que temas importantes aos cidadãos não foram tratados na campanha. E que, agora, é preciso realinhar os próximos passos. E lembra: a eleição ainda não acabou. 


&quot;A eleição não acabou ainda. A gente tem alguns estados e a gente tem eleição federal para a Presidência. É uma eleição importante e que não está decidida. Então a campanha está aberta. Eu acho que a partir desta semana é uma nova eleição colocada na praça. Então a agenda legislativa também vai responder um pouco ao resultado eleitoral&quot;.


Renovação no Congresso

De modo geral, a renovação na Câmara ficou em 35%. Dos 513 deputados, 183 serão de primeiro mandato.

No Senado, foram 54 senadores eleitos. 14 deles, reeleitos.
 
  3:42 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 15:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Pauta, conservadora, STF, linha, sucessória:, que, esperar, Congresso</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na nova configuração da Câmara e do Senado, o PL saiu como o grande vencedor</strong>. Vai ter a maior bancada nas duas casas. <strong>Serão 121 deputados e 28 senadores.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704453&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704453&o=rss"></p>

<p>Número bem superior que a segunda maior bancada, composta por 88 deputados da federação PT, PC do B e PV, e apenas oito senadores do Partido dos Trabalhadores.</p>

<p>Nesse novo desenho, chama a atenção de especialistas a <strong>guinada à extrema direita</strong>. A preocupação é, inclusive, com retrocessos. Com o <strong>debate de pautas ligadas mais a valores conservadores e menos progressistas</strong>. É o que diz a cientista política Alina Ribeiro. </p>

<blockquote>
<p>"Existe uma pauta do conservadorismo que é muito forte, existe uma ideia de família que é muito específica, e aí, nos discursos, eles colocam a esquerda como se fosse contra a família, mas não fica muito claro que tipo de família é essa. Enfim, acho que vai ser importante a gente olhar muito bem não só para essa ascensão da direita, mas que direita essa direita representa. E o que me parece é que é uma direita antidemocrática, e que pode, sim, gerar retrocessos muito importantes para o Brasil".</p>
</blockquote>

<p>A votação na Câmara dos deputados estabeleceu alguns recordes. Dois candidatos do PL bateram os 3 milhões de votos. Nikolas Ferreira, em Minas; e Lucas Pavanato, em São Paulo.</p>

<h2>Consequências do novo quadro</h2>

<p>Ter maioria nas casas é importante por diversos motivos. Entre eles: o <strong>presidente da Câmara é o terceiro na linha sucessória</strong>. Ele que substitui o presidente e o vice em caso de ausências. Além disso, é, também, o <strong>presidente da Câmara quem inicia processos de impeachment</strong>, por exemplo.</p>

<p>Já <strong>no Senado, é onde ocorrem as sabatinas de autoridades e onde são analisados os processos contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)</strong>. A avaliação é da advogada constitucionalista Damares Medina.</p>

<blockquote>
<p>"Se os senadores aprovam, em sabatina, o nome do ministro indicado pelo presidente da República, o Supremo Tribunal Federal é competente, no futuro, para julgar esses próprios senadores. E o que que essa simetria gera em um ambiente de erosão constitucional, de erosão democrática de crises que os ministros têm enfrentado? Então, para 2027 nós esperamos um Senado que vai se posicionar de uma maneira muito assertiva com relação aos desdobramentos das investigações que estão em curso no Supremo Tribunal Federal - e para além do Supremo, porque nós sabemos que os senadores também estão envolvidos em várias denúncias". </p>
</blockquote>

<p>Já o doutor em ciência política e professor da Universidade de Brasília (UnB), Jeferson Santos, o <strong>recado passado pelo eleitor nas urnas é o de que temas importantes aos cidadãos não foram tratados na campanha</strong>. E que, agora, é preciso realinhar os próximos passos. E lembra: a <strong>eleição ainda não acabou. </strong></p>

<blockquote>
<p>"A eleição não acabou ainda. A gente tem alguns estados e a gente tem eleição federal para a Presidência. É uma eleição importante e que não está decidida. Então a campanha está aberta. Eu acho que a partir desta semana é uma nova eleição colocada na praça. Então a agenda legislativa também vai responder um pouco ao resultado eleitoral".</p>
</blockquote>

<h2>Renovação no Congresso</h2>

<p>De modo geral, a renovação na Câmara ficou em 35%. Dos 513 deputados, 183 serão de primeiro mandato.</p>

<p>No Senado, foram 54 senadores eleitos. 14 deles, reeleitos.<br>
 </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:42</span>]]> </content:encoded>
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<title>Eleições de governadores em 1º turno indicam viés político consolidado</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-de-governadores-em-1o-turno-indicam-vies-politico-consolidado</link>
<guid>https://apareceu.com/eleicoes-de-governadores-em-1o-turno-indicam-vies-politico-consolidado</guid>
<description><![CDATA[ A consolidação da posição política nos estados e a continuidade de governo podem explicar os resultados nas eleições estaduais no primeiro turno, segundo especialistas.

Das 27 unidades da federação, em 20 os eleitores já definiram os governadores nesse domingo (4). Para o cientista político Fábio Kerche, professor da UniRio, uma explicação é a escolha de manter os projetos que já estavam no poder. 11 candidatos foram reeleitos ou eram vice que assumiram.

&quot;Só uma das explicações, né, pelo menos para 11 estados, foi de que foi uma escolha mais rápida, mais imediata, ainda no primeiro turno, porque justamente era uma sinalização de continuidade. Então, eu acho que pode ser um pouco uma combinação dessas duas coisas. Menos candidatos e várias candidaturas representando continuidade&quot;. 

O doutor em Sociologia Política, Rodrigo Horochovski, vê também uma consolidação do viés político em alguns estados.


&quot;No Sul do Brasil, três governadores do PL se elegeram em primeiro turno. No Nordeste, três do PT. Então me parece que é muito mais um fenômeno de uma cristalização de uma posição majoritária dentro dos estados. Porque, por exemplo, se você tem um segundo ou terceiro candidato competitivo, o eleitor vota nele, mas leva eleição para um segundo turno. Não foi o caso dessas eleições&quot;.


Diálogo com governo federal

Nesse cenário, houve pouca mudança no mapa político dos estados. Por isso, espera-se a manutenção do diálogo numa eventual reeleição de Lula. Já no caso de um primeiro mandato de Flávio Bolsonaro, é preciso ver como se daria na prática, acredita Fábio Kerche.

&quot;O Lula, quando governou, não há denúncias fortes de ele discriminando algum governador por ser de um partido ou de outro. Os governos foram atendidos independente da identificação partidária do governador. Em relação ao governo Bolsonaro, ou pelo menos do governo Flávio, é uma incógnita. A gente não pode dizer se vai acontecer o mesmo, se ele vai ter uma relação, vamos dizer assim, republicana, por exemplo, com governadores de esquerda&quot;. 

Rodrigo Horochovski também vê a situação de Flávio Bolsonaro como incógnita, mas diz que a manutenção de uma relação republicana é importante para democracia.


&quot;As populações, por exemplo, cidadãos, cidadãs que estão lá nos estados, independentemente de quem é o governador, merecem um tratamento igualitário do governo federal. Que as políticas públicas sob responsabilidade do governo federal funcionem independentemente de onde se esteja. É isso que faz uma democracia funcionar&quot;.


Ranking dos partidos

O partido com mais governadores eleitos no primeiro turno foi o PL, com cinco; o PSD teve quatro; o PT ficou com três governadores; Republicanos, MDB e Progressistas elegeram dois governadores; e Podemos e PSDB, um cada.
  2:47 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 15:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleições, governadores, 1º, turno, indicam, viés, político, consolidado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>consolidação da posição política nos estados e a continuidade de governo podem explicar os resultados nas eleições estaduais</strong> no primeiro turno, segundo especialistas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704450&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704450&o=rss"></p>

<p><strong>Das 27 unidades da federação, em 20 os eleitores já definiram os governadores nesse domingo (4)</strong>. Para o cientista político Fábio Kerche, professor da UniRio, uma explicação é a <strong>escolha de manter os projetos que já estavam no poder. 11 candidatos foram reeleitos ou eram vice que assumiram.</strong></p>

<p>"Só uma das explicações, né, pelo menos para 11 estados, foi de que foi uma escolha mais rápida, mais imediata, ainda no primeiro turno, porque justamente era uma sinalização de continuidade. Então, eu acho que pode ser um pouco uma combinação dessas duas coisas. Menos candidatos e várias candidaturas representando continuidade". </p>

<p>O doutor em Sociologia Política, Rodrigo Horochovski, vê também uma <strong>consolidação do viés político em alguns estados.</strong></p>

<blockquote>
<p>"No Sul do Brasil, três governadores do PL se elegeram em primeiro turno. No Nordeste, três do PT. Então me parece que é muito mais um fenômeno de uma cristalização de uma posição majoritária dentro dos estados. Porque, por exemplo, se você tem um segundo ou terceiro candidato competitivo, o eleitor vota nele, mas leva eleição para um segundo turno. Não foi o caso dessas eleições".</p>
</blockquote>

<h2>Diálogo com governo federal</h2>

<p>Nesse cenário, houve pouca mudança no mapa político dos estados. Por isso, <strong>espera-se a manutenção do diálogo numa eventual reeleição de Lula. Já no caso de um primeiro mandato de Flávio Bolsonaro, é preciso ver como se daria na prática</strong>, acredita Fábio Kerche.</p>

<p>"O Lula, quando governou, não há denúncias fortes de ele discriminando algum governador por ser de um partido ou de outro. Os governos foram atendidos independente da identificação partidária do governador. Em relação ao governo Bolsonaro, ou pelo menos do governo Flávio, é uma incógnita. A gente não pode dizer se vai acontecer o mesmo, se ele vai ter uma relação, vamos dizer assim, republicana, por exemplo, com governadores de esquerda". </p>

<p>Rodrigo Horochovski também vê a situação de Flávio Bolsonaro como incógnita, mas diz que a <strong>manutenção de uma relação republicana é importante para democracia.</strong></p>

<blockquote>
<p>"As populações, por exemplo, cidadãos, cidadãs que estão lá nos estados, independentemente de quem é o governador, merecem um tratamento igualitário do governo federal. Que as políticas públicas sob responsabilidade do governo federal funcionem independentemente de onde se esteja. É isso que faz uma democracia funcionar".</p>
</blockquote>

<h2>Ranking dos partidos</h2>

<p>O partido com mais governadores eleitos no primeiro turno foi o PL, com cinco; o PSD teve quatro; o PT ficou com três governadores; Republicanos, MDB e Progressistas elegeram dois governadores; e Podemos e PSDB, um cada.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:47</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Garotinho desiste; TSE aguarda parecer da Procuradoria Geral Eleitoral</title>
<link>https://apareceu.com/garotinho-desiste-tse-aguarda-parecer-da-procuradoria-geral-eleitoral</link>
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<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral só vai decidir se aceita o pedido de desistência de recurso apresentado pelo candidato ao governo do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, depois que a Procuradoria Geral Eleitoral se manifestar sobre a questão.

Nessa segunda-feira (05), o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, concedeu prazo de dois dias para a PGE emitir um parecer.

O caso também envolve a possibilidade de o candidato Douglas Ruas, do PL, ser declarado eleito no primeiro turno para comandar o governo estadual.

Antes da votação, o ministro entendeu que os votos de Garotinho não poderiam ser considerados válidos e deveriam constar como anulados sub judice.

Conforme decisão da Justiça Eleitoral do Rio, Garotinho está inelegível por ter sido condenado por ato doloso de improbidade administrativa em 2018.

No início da tarde desta segunda, a defesa do candidato do Republicanos desistiu do recurso protocolado contra a decisão do TRE.

Se a solicitação for aceita, os votos de Garotinho podem ser anulados definitivamente.

Dessa forma, uma nova totalização dos votos será determinada, e o TRE poderá proclamar Douglas Ruas eleito já no primeiro turno.

Com a nova contagem, Ruas passará a obter mais de 50% dos votos válidos, excluídos brancos e nulos, regra principal para que um candidato seja declarado vencedor sem a necessidade da segunda rodada de votação.

*Com informações da Agência Brasil.
  1:51 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 15:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Garotinho, desiste, TSE, aguarda, parecer, Procuradoria, Geral, Eleitoral</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral só vai decidir se aceita o pedido de desistência de recurso apresentado pelo candidato ao governo do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, depois que a Procuradoria Geral Eleitoral se manifestar sobre a questão.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704495&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704495&o=rss"></p>

<p>Nessa segunda-feira (05), o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, concedeu prazo de dois dias para a PGE emitir um parecer.</p>

<p>O caso também envolve a possibilidade de o candidato Douglas Ruas, do PL, ser declarado eleito no primeiro turno para comandar o governo estadual.</p>

<p>Antes da votação, o ministro entendeu que os votos de Garotinho não poderiam ser considerados válidos e deveriam constar como anulados sub judice.</p>

<p>Conforme decisão da Justiça Eleitoral do Rio, Garotinho está inelegível por ter sido condenado por ato doloso de improbidade administrativa em 2018.</p>

<p>No início da tarde desta segunda, a defesa do candidato do Republicanos desistiu do recurso protocolado contra a decisão do TRE.</p>

<p>Se a solicitação for aceita, os votos de Garotinho podem ser anulados definitivamente.</p>

<p>Dessa forma, uma nova totalização dos votos será determinada, e o TRE poderá proclamar Douglas Ruas eleito já no primeiro turno.</p>

<p>Com a nova contagem, Ruas passará a obter mais de 50% dos votos válidos, excluídos brancos e nulos, regra principal para que um candidato seja declarado vencedor sem a necessidade da segunda rodada de votação.</p>

<p>*Com informações da Agência Brasil.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:51</span>]]> </content:encoded>
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<title>Lula e Flávio Bolsonaro retomam campanha no 2° turno</title>
<link>https://apareceu.com/lula-e-flavio-bolsonaro-retomam-campanha-no-2-turno</link>
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<description><![CDATA[ Passado o primeiro turno, a campanha já recomeçou. A segunda-feira foi de realinhar os planos. O candidato Lula, do PT, fez uma reunião de coordenação, onde mais do que uma avaliação, fez uma convocação para que todo mundo supere a decepção e trabalhe intensamente até o dia 25. Tente entender a alta abstenção, porque mais de 30 milhões de eleitores não foram votar.

Ao citar a crise no Supremo e as denúncias de envolvimento de ministros com Daniel Vorcaro, Lula disse assim: “só tem um candidato antissistema. E somos nós. Estamos carregando nas costas uma coisa muito grave que é a promiscuidade estabelecida na Suprema Corte depois dessas denúncias”.

Lula ainda disse que vai continuar fazendo campanha nas ruas. Lembrando a multidão que, segundo ele, é movida a paixão, e que foi às ruas em várias cidades nos últimos dias antes do primeiro turno. Por fim, deixou bem claro: agora sim é importante ir ao debate na televisão porque é um contra um. O tête-a-tête.

Falando em debate, o outro candidato, Flávio Bolsonaro, do PL, que também teve reuniões internas ontem disse que vai debater, viu. O coordenador da campanha dele, o senador Rogério Marinho, ao final da reunião falou dessa disposição. Que Flávio quer debater, só precisa estabelecer quais embates serão feitos. Inclusive, já recebeu quatro ou cinco convites diferentes, está avaliando. Rogério Marinho ainda disse que vai se reunir hoje à tarde com o presidente do Supremo, ministro Edson Fachin, para tratar do que chamou de interferência indevida do judiciário. “Colocar as preocupações”, disse. Para hoje, Flávio Bolsonaro vai estar em Goiânia. Se encontra com o quinto colocado na votação, o Ronaldo Caiado, que já declarou apoio a ele. Tarcísio de Freitas, governador reeleito de São Paulo, participa também.

Já Lula, do PT, não tem agenda pública de campanha para hoje. Pelo menos por enquanto.
  2:17 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 15:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Passado o primeiro turno, a campanha já recomeçou. A segunda-feira foi de realinhar os planos. O candidato Lula, do PT, fez uma reunião de coordenação, onde mais do que uma avaliação, fez uma convocação para que todo mundo supere a decepção e trabalhe intensamente até o dia 25. Tente entender a alta abstenção, porque mais de 30 milhões de eleitores não foram votar.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704491&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704491&o=rss"></p>

<p>Ao citar a crise no Supremo e as denúncias de envolvimento de ministros com Daniel Vorcaro, Lula disse assim: “só tem um candidato antissistema. E somos nós. Estamos carregando nas costas uma coisa muito grave que é a promiscuidade estabelecida na Suprema Corte depois dessas denúncias”.</p>

<p>Lula ainda disse que vai continuar fazendo campanha nas ruas. Lembrando a multidão que, segundo ele, é movida a paixão, e que foi às ruas em várias cidades nos últimos dias antes do primeiro turno. Por fim, deixou bem claro: agora sim é importante ir ao debate na televisão porque é um contra um. O tête-a-tête.</p>

<p>Falando em debate, o outro candidato, Flávio Bolsonaro, do PL, que também teve reuniões internas ontem disse que vai debater, viu. O coordenador da campanha dele, o senador Rogério Marinho, ao final da reunião falou dessa disposição. Que Flávio quer debater, só precisa estabelecer quais embates serão feitos. Inclusive, já recebeu quatro ou cinco convites diferentes, está avaliando. Rogério Marinho ainda disse que vai se reunir hoje à tarde com o presidente do Supremo, ministro Edson Fachin, para tratar do que chamou de interferência indevida do judiciário. “Colocar as preocupações”, disse. Para hoje, Flávio Bolsonaro vai estar em Goiânia. Se encontra com o quinto colocado na votação, o Ronaldo Caiado, que já declarou apoio a ele. Tarcísio de Freitas, governador reeleito de São Paulo, participa também.</p>

<p>Já Lula, do PT, não tem agenda pública de campanha para hoje. Pelo menos por enquanto.</p>
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<title>Fim da escala 6x1: Alcolumbre mantém calendário, mas votação é incerta</title>
<link>https://apareceu.com/fim-da-escala-6x1-alcolumbre-mantem-calendario-mas-votacao-e-incerta</link>
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<description><![CDATA[ Dia de escala 6x1 no Senado. Sessão convocada, pelo menos. Essa é a prioridade. Discussão e votação ainda nesta semana, segundo o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães.

Na noite dessa segunda-feira (5), o ministro disse que deve se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ainda nesta terça para tratar do assunto.


&quot;A prioridade, do ponto de vista do governo, é a votação do fim da escala 6x1. A partir de amanhã, os presidentes das duas casas estão chegando. Eu vou conversar com o presidente Davi Alcolumbre para ver se a gente já inicia o debate&quot;.


A dúvida neste momento é justamente quanto ao período eleitoral, depois dos resultados do primeiro turno. O Senado passou por uma renovação. Dos 54 senadores, 40 são de primeiro mandato. E 19 são do PL, partido que já disse que é contra a proposta que acaba com a escala 6x1 de trabalho.

O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, afirmou que considera essa uma matéria eleitoreira.

O coordenador de campanha dele, senador Rogério Marinho, também. Tanto é que apresentou uma outra proposta para que o pagamento seja feito com base nas horas trabalhadas, mesmo que sejam ininterruptas ou sem descanso.

O ministro José Guimarães disse que essa não é uma pauta de candidato A ou B, mas de interesse do país.

Para a sessão desta terça-feira, uma possibilidade é os senadores não comparecerem para que o quórum não seja atingido. Uma PEC precisa de dois turnos de votação com 49 votos.

O texto já foi aprovado no primeiro semestre na Câmara, e era um compromisso votar de ter a votação concluída ainda este ano. O senador Davi Alcolumbre manteve as sessões, mas a votação está incerta.
 
  2:02 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 15:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Fim, escala, 6x1:, Alcolumbre, mantém, calendário, mas, votação, incerta</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dia de escala 6x1 no Senado</strong>. Sessão convocada, pelo menos. Essa é a prioridade. <strong>Discussão e votação ainda nesta semana, segundo o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704501&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704501&o=rss"></p>

<p>Na noite dessa segunda-feira (5), o <strong>ministro disse que deve se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre</strong>, ainda nesta terça para tratar do assunto.</p>

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<p>"A prioridade, do ponto de vista do governo, é a votação do fim da escala 6x1. A partir de amanhã, os presidentes das duas casas estão chegando. Eu vou conversar com o presidente Davi Alcolumbre para ver se a gente já inicia o debate".</p>
</blockquote>

<p>A<strong> dúvida neste momento é justamente quanto ao período eleitoral, depois dos resultados do primeiro turno.</strong> O Senado passou por uma renovação. Dos 54 senadores, 40 são de primeiro mandato. E <strong>19 são do PL, partido que já disse que é contra a proposta que acaba com a escala 6x1 de trabalho.</strong></p>

<p>O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, afirmou que considera essa uma matéria eleitoreira.</p>

<p>O coordenador de campanha dele, senador Rogério Marinho, também. Tanto é que apresentou uma outra proposta para que o pagamento seja feito com base nas horas trabalhadas, mesmo que sejam ininterruptas ou sem descanso.</p>

<p>O ministro José Guimarães disse que essa não é uma pauta de candidato A ou B, mas de interesse do país.</p>

<p><strong>Para a sessão desta terça-feira, uma possibilidade é os senadores não comparecerem</strong> para que o quórum não seja atingido. Uma PEC precisa de dois turnos de votação com 49 votos.</p>

<p>O texto já foi aprovado no primeiro semestre na Câmara, e era um compromisso votar de ter a votação concluída ainda este ano. O senador Davi Alcolumbre manteve as sessões, mas a <strong>votação está incerta.</strong><br>
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<title>Eleições: 500 mil urnas serão utilizadas na votação deste domingo (4)</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-500-mil-urnas-serao-utilizadas-na-votacao-deste-domingo-4</link>
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<description><![CDATA[ A Justiça Eleitoral vai utilizar quase 500 mil urnas eletrônicas para a votação nas eleições gerais deste ano.

A distribuição dos equipamentos foi feita por via terrestre, barcos e aeronaves para milhares de cidades, comunidades rurais, aldeias indígenas, territórios quilombolas e áreas remotas.

Cerca de 64 mil urnas reservas estão separadas para a substituição imediata em caso de falhas.

Esses aparelhos estão em 1.100 pontos espalhados pelo território nacional.

A logística de preparação das urnas eletrônicas começou no início do semestre, e toda a operação é conduzida pelo Tribunal Superior Eleitoral, junto com os Tribunais Regionais Eleitorais e as Zonas Eleitorais.

A dinâmica de entrega varia conforme o estado.

A montagem oficial de todas as seções eleitorais acontece neste sábado, véspera do primeiro turno, quando os equipamentos são posicionados, testados e mantidos sob escolta até o início da votação, que começará às 8 horas da manhã deste domingo.
  1:02 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Justiça Eleitoral vai utilizar quase 500 mil urnas eletrônicas para a votação nas eleições gerais deste ano.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704038&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704038&o=rss"></p>

<p>A distribuição dos equipamentos foi feita por via terrestre, barcos e aeronaves para milhares de cidades, comunidades rurais, aldeias indígenas, territórios quilombolas e áreas remotas.</p>

<p><strong>Cerca de 64 mil urnas reservas estão separadas para a substituição imediata em caso de falhas.</strong></p>

<p>Esses aparelhos estão em 1.100 pontos espalhados pelo território nacional.</p>

<p>A logística de preparação das urnas eletrônicas começou no início do semestre, e toda a operação é conduzida pelo Tribunal Superior Eleitoral, junto com os Tribunais Regionais Eleitorais e as Zonas Eleitorais.</p>

<p>A dinâmica de entrega varia conforme o estado.</p>

<p><strong>A montagem oficial de todas as seções eleitorais acontece neste sábado, véspera do primeiro turno</strong>, quando os equipamentos são posicionados, testados e mantidos sob escolta até o início da votação, que começará às 8 horas da manhã deste domingo.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:02</span>]]> </content:encoded>
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<title>Eleições: campanha eleitoral nas ruas termina às 22h deste sábado (03)</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-campanha-eleitoral-nas-ruas-termina-as-22h-deste-sabado-03</link>
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<description><![CDATA[ Candidatos, partidos políticos e coligações têm até às 22h deste sábado (3), véspera do primeiro turno das eleições, para fazer campanha nas ruas.

Até esse horário, candidatos e apoiadores podem distribuir material de campanha e fazer caminhadas, carreatas e passeatas com ou sem carro de som.

Encerrado o prazo, essas atividades ficam proibidas.

Neste domingo (4), dia da eleição, eleitoras e eleitores poderão manifestar preferência política de forma individual e silenciosa, como o uso de camisetas, broches, adesivos e bandeiras.

Não será permitido, no entanto, promover aglomerações, abordar eleitores, distribuir material de campanha ou usar veículos para divulgar candidaturas.

Neste primeiro turno, eleitoras e eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e deputados distritais.

Nas localidades em que acontecer segundo turno para os cargos de presidente da República ou governador, a votação será realizada em 25 de outubro.
  1:36 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Candidatos, partidos políticos e coligações têm até às 22h deste sábado (3), véspera do primeiro turno das eleições, para fazer campanha nas ruas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704037&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704037&o=rss"></p>

<p>Até esse horário, candidatos e apoiadores podem distribuir material de campanha e fazer caminhadas, carreatas e passeatas com ou sem carro de som.</p>

<p>Encerrado o prazo, essas atividades ficam proibidas.</p>

<p><strong>Neste domingo (4), dia da eleição, eleitoras e eleitores poderão manifestar preferência política de forma individual e silenciosa</strong>, como o uso de camisetas, broches, adesivos e bandeiras.</p>

<p><strong>Não será permitido, no entanto, promover aglomerações, abordar eleitores, distribuir material de campanha ou usar veículos para divulgar candidaturas.</strong></p>

<p>Neste primeiro turno, eleitoras e eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e deputados distritais.</p>

<p><strong>Nas localidades em que acontecer segundo turno para os cargos de presidente da República ou governador, a votação será realizada em 25 de outubro.</strong></p>
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<item>
<title>Plenário do Senado começa a debater fim da escala 6X1</title>
<link>https://apareceu.com/plenario-do-senado-comeca-a-debater-fim-da-escala-6x1</link>
<guid>https://apareceu.com/plenario-do-senado-comeca-a-debater-fim-da-escala-6x1</guid>
<description><![CDATA[ O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou, nesta sexta-feira (2), que o plenário da casa vai começar a analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1 na próxima terça-feira (6). 

Em nota, a presidência do Senado afirmou que o tema será debatido com responsabilidade, equilíbrio e respeito às diferentes perspectivas envolvidas. Estão previstas sessões para debater a PEC, de forma semipresencial, na terça, quarta e quinta-feira.

A proposta já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado em setembro.

A PEC do fim da jornada 6x1 foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio. Pelo texto, a carga horária máxima de trabalho será de 40 horas semanais, com um período de transição de 14 meses.

A proposta estabelece dois dias de repouso por semana, sem redução salarial. Também mantém a jornada de até 8 horas diárias, com possibilidade de compensação de horas e da redução da jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Para aprovar a PEC, será preciso o apoio de 49 dos 81 senadores.
  1:17 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Senado, <strong>Davi Alcolumbre</strong>, anunciou, nesta sexta-feira (2), que o plenário da casa vai começar a analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a <strong>escala de trabalho 6x1</strong> na próxima terça-feira (6). <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704008&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704008&o=rss"></p>

<p>Em nota, a presidência do Senado afirmou que o tema será debatido com responsabilidade, equilíbrio e respeito às diferentes perspectivas envolvidas. Estão previstas sessões para debater a PEC, de forma semipresencial, na terça, quarta e quinta-feira.</p>

<p>A proposta já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado em setembro.</p>

<p><strong>A PEC do fim da jornada 6x1 foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio.</strong> <strong>Pelo texto, a carga horária máxima de trabalho será de 40 horas semanais, com um período de transição de 14 meses.</strong></p>

<p>A proposta estabelece dois dias de repouso por semana, sem redução salarial. Também mantém a jornada de até 8 horas diárias, com possibilidade de compensação de horas e da redução da jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho.</p>

<p>Para aprovar a PEC, será preciso o apoio de 49 dos 81 senadores.</p>
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<title>Sistema proporcional: entenda como os deputados são eleitos</title>
<link>https://apareceu.com/sistema-proporcional-entenda-como-os-deputados-sao-eleitos</link>
<guid>https://apareceu.com/sistema-proporcional-entenda-como-os-deputados-sao-eleitos</guid>
<description><![CDATA[ O sistema eleitoral brasileiro não é simples. Neste domingo (4), teremos votações para presidente, governador e senador, em que os mais votados serão eleitos. Para as vagas de deputados federais, estaduais e distritais, o cálculo é um pouco mais complexo.

Os representantes da população nos parlamentos são eleitos pelo sistema proporcional. Nessas regras, os candidatos são eleitos a partir do total de votos de todos os candidatos de um partido ou da federação partidária.

Quociente eleitoral

Esse sistema de distribuição é realizado em até três fases. Na primeira, são garantidas vagas apenas para os partidos que alcançarem o quociente eleitoral. Essa conta é simples: se divide o número de votos válidos pelo número de vagas no parlamento.

Por exemplo, se tivermos 150 votos válidos para 10 cadeiras, será preciso 15 votos para garantir uma vaga no parlamento. Além disso, os candidatos têm que alcançar pelo menos 10% do quociente para se elegerem.

As sobras

A segunda fase é destinada às vagas que sobraram da primeira rodada, chamadas sobras. Nesse momento, as vagas são distribuídas a partir da maior média do número de votos de um partido dividida pelo número de vagas conquistadas na primeira fase somadas a um.

Se um partido já tiver conquistado uma vaga na primeira fase, por exemplo, é dividido o total de votos por dois. Se ele não tiver conquistado nenhuma, é divido por apenas um para se encontrar a média.

Outro exemplo. Se um partido A teve 30 votos e conquistou duas vagas pelo quociente, dividem-se esses votos pelas duas vagas mais um, ou seja, por três. A média seria 10.

Se o partido B teve 14 votos e não conquistou nenhuma vaga pelo quociente eleitoral, dividem-se 14 pela somatória de zero mais um, ou seja, por um. A média desse partido seria 14. Assim, na disputa pelas sobras, o partido B teria a média maior do que o partido A e ficaria com a vaga.

Vale lembrar que essa segunda fase é válida somente para os partidos que alcançarem no mínimo 80% do quociente eleitoral e para candidatos com mais de 20% desse quociente.

Vagas restantes

A terceira fase é realizada somente caso sobre mais alguma vaga. Por decisão recente do Supremo Tribunal Federal, todos partidos e todos os candidatos podem disputar essas cadeiras restantes. Para decidir quem fica com a vaga, é realizado um novo cálculo de média, como na fase anterior.

Vale destacar que, para a eleição de deputados, o importante são os votos do partido ou da federação partidária. É a soma de votos dessas agremiações que no final vai decidir se um candidato será ou não eleito.

Então fiquem atentos ao partido de seus candidatos, porque seu voto pode ajudar a eleger outros concorrentes para o parlamento.
  3:28 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Sistema, proporcional:, entenda, como, deputados, são, eleitos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema eleitoral brasileiro não é simples. Neste domingo (4), teremos votações para <strong>presidente, governador e senador</strong>, em que os <strong>mais votados serão eleitos</strong>. Para as vagas de <strong>deputados federais, estaduais e distritais, o cálculo é um pouco mais complexo</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704011&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704011&o=rss"></p>

<p>Os representantes da população nos parlamentos são eleitos pelo <strong>sistema proporcional</strong>. Nessas regras, os candidatos são eleitos a partir do total de votos de todos os candidatos de um partido ou da federação partidária.</p>

<h3>Quociente eleitoral</h3>

<p>Esse sistema de distribuição é realizado em até três fases. Na primeira, são garantidas <strong>vagas apenas para os partidos que alcançarem o quociente eleitoral</strong>. Essa conta é simples: se divide o número de votos válidos pelo número de vagas no parlamento.</p>

<p>Por exemplo, se tivermos 150 votos válidos para 10 cadeiras, será preciso 15 votos para garantir uma vaga no parlamento. Além disso, os <strong>candidatos têm que alcançar pelo menos 10% do quociente</strong> para se elegerem.</p>

<h3>As sobras</h3>

<p>A segunda fase é destinada às vagas que sobraram da primeira rodada, chamadas <strong>sobras</strong>. Nesse momento, as vagas são distribuídas a partir da maior média do número de votos de um partido dividida pelo número de vagas conquistadas na primeira fase somadas a um.</p>

<p>Se um partido já tiver conquistado uma vaga na primeira fase, por exemplo, é dividido o total de votos por dois. Se ele não tiver conquistado nenhuma, é divido por apenas um para se encontrar a média.</p>

<p>Outro exemplo. Se um partido A teve 30 votos e conquistou duas vagas pelo quociente, dividem-se esses votos pelas duas vagas mais um, ou seja, por três. A média seria 10.</p>

<p>Se o partido B teve 14 votos e não conquistou nenhuma vaga pelo quociente eleitoral, dividem-se 14 pela somatória de zero mais um, ou seja, por um. A média desse partido seria 14. Assim, na disputa pelas sobras, o partido B teria a média maior do que o partido A e ficaria com a vaga.</p>

<p>Vale lembrar que essa segunda fase é válida somente para os <strong>partidos que alcançarem no mínimo 80% do quociente eleitoral e para candidatos com mais de 20% desse quociente</strong>.</p>

<h3>Vagas restantes</h3>

<p>A terceira fase é realizada somente caso sobre mais alguma vaga. Por decisão recente do Supremo Tribunal Federal, todos partidos e todos os candidatos podem disputar essas cadeiras restantes. Para decidir quem fica com a vaga, é realizado um novo cálculo de média, como na fase anterior.</p>

<p>Vale destacar que, para a eleição de deputados, o importante são <strong>os votos do partido ou da federação partidária</strong>. É a soma de votos dessas agremiações que no final vai decidir se um candidato será ou não eleito.</p>

<p>Então fiquem atentos ao partido de seus candidatos, porque<strong> seu voto pode ajudar a eleger outros concorrentes para o parlamento.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:28</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Confira como foi a agenda dos candidatos à presidência nesta sexta</title>
<link>https://apareceu.com/confira-como-foi-a-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-nesta-sexta</link>
<guid>https://apareceu.com/confira-como-foi-a-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-nesta-sexta</guid>
<description><![CDATA[ Confira como foi a agenda dos candidatos à Presidência da República desta sexta-feira (2). Faltando dois dias para as eleições, os presidenciáveis participaram de entrevistas e atos de campanha em diferentes regiões do país.

Samara Martins, da Unidade Popular, fez comício seguido de caminhada em Recife.

Hertz Dias, do PSTU, participou de caminhada no centro de São Paulo.

Flávio Bolsonaro, do PL, esteve em evento de campanha em Montes Claros, Minas Gerais.

Wilson Grassi, do Democrata, concedeu entrevista ao portal Sputnik Brasil.

Augusto Cury, do Avante, marcou presença em um ato contra interferência nas eleições em Brasília.

O presidente Lula, do PT, foi a um ato na Candelária, no Rio de Janeiro. À tarde, fez caminhada no centro de Belo Horizonte.

Renan Santos, do Missão, encontrou com apoiadores em Volta Redonda, no Rio de Janeiro.

Ronaldo Caiado, do PSD, fez caminhada e bandeiraço em Goiânia.

Rui Costa Pimenta, do PCO, participou de jantar de encerramento de campanha em São Paulo.

Edmilson Costa, do PCB, concedeu entrevista a veículos de imprensa.

Os candidatos Clariana Barão, da Democracia Cristã, e Romeu Zema, do Novo, não divulgaram agenda pública de campanha.
  1:23 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Confira, como, foi, agenda, dos, candidatos, presidência, nesta, sexta</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Confira como foi a <strong>agenda dos candidatos à Presidência da República desta sexta-feira (2)</strong>. Faltando dois dias para as eleições, os <strong>presidenciáveis participaram de entrevistas e atos de campanha</strong> em diferentes regiões do país.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704000&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704000&o=rss"></p>

<p>Samara Martins, da Unidade Popular, fez comício seguido de caminhada em Recife.</p>

<p>Hertz Dias, do PSTU, participou de caminhada no centro de São Paulo.</p>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL, esteve em evento de campanha em Montes Claros, Minas Gerais.</p>

<p>Wilson Grassi, do Democrata, concedeu entrevista ao portal Sputnik Brasil.</p>

<p>Augusto Cury, do Avante, marcou presença em um ato contra interferência nas eleições em Brasília.</p>

<p>O presidente Lula, do PT, foi a um ato na Candelária, no Rio de Janeiro. À tarde, fez caminhada no centro de Belo Horizonte.</p>

<p>Renan Santos, do Missão, encontrou com apoiadores em Volta Redonda, no Rio de Janeiro.</p>

<p>Ronaldo Caiado, do PSD, fez caminhada e bandeiraço em Goiânia.</p>

<p>Rui Costa Pimenta, do PCO, participou de jantar de encerramento de campanha em São Paulo.</p>

<p>Edmilson Costa, do PCB, concedeu entrevista a veículos de imprensa.</p>

<p>Os candidatos Clariana Barão, da Democracia Cristã, e Romeu Zema, do Novo, não divulgaram agenda pública de campanha.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:23</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Eleições 2026: saiba quais documentos levar para votar neste domingo</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-2026-saiba-quais-documentos-levar-para-votar-neste-domingo</link>
<guid>https://apareceu.com/eleicoes-2026-saiba-quais-documentos-levar-para-votar-neste-domingo</guid>
<description><![CDATA[ Mais de 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar neste domingo, no primeiro turno das eleições gerais.

Para votar, o eleitor deve apresentar um documento oficial com foto aos mesários, como carteira de identidade, identidade social, passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho física e CNH, a Carteira Nacional de Habilitação.

Também é possível votar usando apenas o aplicativo e-Título, desde que apareça a foto do eleitor no aplicativo.

Se a sua versão do e-Título não tiver foto, você precisará apresentar um documento físico tradicional junto.

E lembre-se: como só vale documento oficial com foto, certidões de nascimento ou de casamento não são aceitas como prova de identidade na hora de votar.
  1:14 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 00:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleições, 2026:, saiba, quais, documentos, levar, para, votar, neste, domingo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar neste domingo, no primeiro turno das eleições gerais.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704046&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704046&o=rss"></p>

<p><strong>Para votar, o eleitor deve apresentar um documento oficial com foto aos mesários</strong>, como carteira de identidade, identidade social, passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho física e CNH, a Carteira Nacional de Habilitação.</p>

<p><strong>Também é possível votar usando apenas o aplicativo e-Título, desde que apareça a foto do eleitor no aplicativo.</strong></p>

<p>Se a sua versão do e-Título não tiver foto, você precisará apresentar um documento físico tradicional junto.</p>

<p><strong>E lembre-se: como só vale documento oficial com foto, certidões de nascimento ou de casamento não são aceitas como prova de identidade na hora de votar.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:14</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Nunes Marques faz pronunciamento em rede nacional neste sábado (3)</title>
<link>https://apareceu.com/nunes-marques-faz-pronunciamento-em-rede-nacional-neste-sabado-3</link>
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<description><![CDATA[ O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, fará um pronunciamento na rede nacional de rádio e televisão neste sábado (3), véspera do primeiro turno das eleições gerais.

Todas as emissoras comerciais e públicas de sinal aberto devem retransmitir.

O pronunciamento, que será exibido às 20h30, terá pouco mais de 5 minutos de duração, e o ministro deve convocar os eleitores a comparecerem às urnas para exercer o direito de votar.

Neste domingo, 4 de outubro, mais de 158 milhões de brasileiros vão escolher deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente.
  0:48 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 00:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Nunes, Marques, faz, pronunciamento, rede, nacional, neste, sábado, 3</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, fará um pronunciamento na rede nacional de rádio e televisão neste sábado (3), véspera do primeiro turno das eleições gerais.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704042&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704042&o=rss"></p>

<p>Todas as emissoras comerciais e públicas de sinal aberto devem retransmitir.</p>

<p><strong>O pronunciamento, que será exibido às 20h30, terá pouco mais de 5 minutos de duração, e o ministro deve convocar os eleitores a comparecerem às urnas para exercer o direito de votar.</strong></p>

<p><strong>Neste domingo, 4 de outubro, mais de 158 milhões de brasileiros vão escolher deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.</strong></p>

<p>O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">0:48</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TSE emite Zerésima e confirma sistema zerado para as eleições</title>
<link>https://apareceu.com/tse-emite-zeresima-e-confirma-sistema-zerado-para-as-eleicoes</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-emite-zeresima-e-confirma-sistema-zerado-para-as-eleicoes</guid>
<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral demonstrou neste sábado que o sistema que vai contar os votos da eleição está zerado, ou seja, não há votos pré-computados nos sistemas de totalização das urnas eletrônicas.

O documento que faz essa comprovação se chama Zerésima e foi emitido em Brasília um dia antes do primeiro turno.

A solenidade para mostrar a autenticidade do sistema eleitoral foi realizada no auditório do Tribunal e acompanhada pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques.

Foram checados quatro sistemas responsáveis por receber, transmitir e somar os votos de todo o país.

E nenhuma irregularidade foi encontrada.

Um deles envia os boletins de urna pela internet em rede segura ao banco de dados do TSE.

No evento, o secretário de Tecnologia da Informação da Corte, Júlio Valente, explicou que os programas conferidos são os mesmos códigos lacrados e inspecionados pelas autoridades.


&quot;Esses códigos-fonte, eles estão abertos desde o dia 2 de outubro de 2025, foram inspecionados pelas entidades fiscalizadoras, foram assinados digitalmente e lacrados no dia 4 de setembro, e o que nós fizemos agora foi garantir que o que tem residindo no Tribunal Superior Eleitoral são precisamente os mesmos sistemas&quot;, disse.


A zerésima impressa hoje vale para presidente e vice-presidente da República.

Os Tribunais Regionais Eleitorais farão o mesmo para governador, senador, deputado federal e deputado estadual.

Amanhã, antes da votação, cada urna também emite a sua própria zerésima, que atesta que não há votos anteriores.

Pela primeira vez, haverá ainda um teste de integridade no próprio TSE.

Duas urnas cedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal serão testadas durante todo o dia de amanhã.

A totalização começa logo depois do fim da votação e deve avançar pela noite.

Neste domingo, 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar.

As mulheres são maioria, com 52,8% do eleitorado.

A votação vai das 8 horas da manhã até às 5 horas da tarde no horário de Brasília.

Se houver segundo turno, ele vai acontecer em 25 de outubro.
  2:23 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 00:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, emite, Zerésima, confirma, sistema, zerado, para, eleições</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Tribunal Superior Eleitoral demonstrou neste sábado que o sistema que vai contar os votos da eleição está zerado, ou seja, não há votos pré-computados nos sistemas de totalização das urnas eletrônicas.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704061&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704061&o=rss"></p>

<p>O documento que faz essa comprovação se chama Zerésima e foi emitido em Brasília um dia antes do primeiro turno.</p>

<p>A solenidade para mostrar a autenticidade do sistema eleitoral foi realizada no auditório do Tribunal e acompanhada pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques.</p>

<p>Foram checados quatro sistemas responsáveis por receber, transmitir e somar os votos de todo o país.</p>

<p>E nenhuma irregularidade foi encontrada.</p>

<p>Um deles envia os boletins de urna pela internet em rede segura ao banco de dados do TSE.</p>

<p>No evento, o secretário de Tecnologia da Informação da Corte, Júlio Valente, explicou que os programas conferidos são os mesmos códigos lacrados e inspecionados pelas autoridades.</p>

<blockquote>
<p>"Esses códigos-fonte, eles estão abertos desde o dia 2 de outubro de 2025, foram inspecionados pelas entidades fiscalizadoras, foram assinados digitalmente e lacrados no dia 4 de setembro, e o que nós fizemos agora foi garantir que o que tem residindo no Tribunal Superior Eleitoral são precisamente os mesmos sistemas", disse.</p>
</blockquote>

<p>A zerésima impressa hoje vale para presidente e vice-presidente da República.</p>

<p>Os Tribunais Regionais Eleitorais farão o mesmo para governador, senador, deputado federal e deputado estadual.</p>

<p>Amanhã, antes da votação, cada urna também emite a sua própria zerésima, que atesta que não há votos anteriores.</p>

<p>Pela primeira vez, haverá ainda um teste de integridade no próprio TSE.</p>

<p>Duas urnas cedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal serão testadas durante todo o dia de amanhã.</p>

<p>A totalização começa logo depois do fim da votação e deve avançar pela noite.</p>

<p>Neste domingo, 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar.</p>

<p>As mulheres são maioria, com 52,8% do eleitorado.</p>

<p><strong>A votação vai das 8 horas da manhã até às 5 horas da tarde no horário de Brasília.</strong></p>

<p>Se houver segundo turno, ele vai acontecer em 25 de outubro.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:23</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Eleições: urna eletrônica completa 30 anos sem casos de fraude</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-urna-eletronica-completa-30-anos-sem-casos-de-fraude</link>
<guid>https://apareceu.com/eleicoes-urna-eletronica-completa-30-anos-sem-casos-de-fraude</guid>
<description><![CDATA[ Neste ano de eleições gerais, a urna para votação eletrônica completa 30 anos no Brasil.

O equipamento foi usado pela primeira vez nas eleições municipais de 1996, de forma parcial e em caráter de teste.

De lá para cá, muita coisa mudou.

Em 1998, passou a exibir a foto de todas as candidatas e candidatos, e em 2000, o sistema já era usado por 100% do eleitorado nacional.

A preparação, segurança e transparência também evoluíram.

Em 2002, foi realizada a cerimônia pública de lacração e o teste de integridade.

Dois anos depois, começaram as auditorias periódicas no código-fonte.

As eleições de 2006 marcaram o início dos testes com identificação biométrica.

E a urna continua evoluindo.

Neste ano, a tela conta com recurso em Libras, a Língua Brasileira de Sinais, para indicar votos brancos, nulos e a legenda partidária.

O painel informa a quantidade de números esperados para cada cargo em disputa.

E uma barra na parte superior da tela mostra o andamento da confirmação do voto.

Pelo menos 34 países utilizam ou já utilizaram sistemas eletrônicos de votação, como França, Bulgária, Índia, Peru, México e determinados estados dos Estados Unidos.

Em três décadas, a Justiça Eleitoral brasileira nunca registrou um único caso comprovado de fraude.

*Com informações da Agência Brasil
  1:25 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 00:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleições:, urna, eletrônica, completa, anos, sem, casos, fraude</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Neste ano de eleições gerais, a urna para votação eletrônica completa 30 anos no Brasil.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704060&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704060&o=rss"></p>

<p>O equipamento foi usado pela primeira vez nas eleições municipais de 1996, de forma parcial e em caráter de teste.</p>

<p>De lá para cá, muita coisa mudou.</p>

<p>Em 1998, passou a exibir a foto de todas as candidatas e candidatos, e em 2000, o sistema já era usado por 100% do eleitorado nacional.</p>

<p>A preparação, segurança e transparência também evoluíram.</p>

<p>Em 2002, foi realizada a cerimônia pública de lacração e o teste de integridade.</p>

<p>Dois anos depois, começaram as auditorias periódicas no código-fonte.</p>

<p>As eleições de 2006 marcaram o início dos testes com identificação biométrica.</p>

<p>E a urna continua evoluindo.</p>

<p>Neste ano, a tela conta com recurso em Libras, a Língua Brasileira de Sinais, para indicar votos brancos, nulos e a legenda partidária.</p>

<p>O painel informa a quantidade de números esperados para cada cargo em disputa.</p>

<p>E uma barra na parte superior da tela mostra o andamento da confirmação do voto.</p>

<p>Pelo menos 34 países utilizam ou já utilizaram sistemas eletrônicos de votação, como França, Bulgária, Índia, Peru, México e determinados estados dos Estados Unidos.</p>

<p><strong>Em três décadas, a Justiça Eleitoral brasileira nunca registrou um único caso comprovado de fraude.</strong></p>

<p><em><strong>*Com informações da Agência Brasil</strong></em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:25</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Candidatos à Presidência fazem últimos atos de campanha neste sábado</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-fazem-ultimos-atos-de-campanha-neste-sabado</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-fazem-ultimos-atos-de-campanha-neste-sabado</guid>
<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência da República fazem, neste sábado, os últimos atos de rua antes do primeiro turno. Caminhadas, carreatas e encontros com apoiadores se concentram em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Goiás.

O presidente Lula, do PT, participou de uma caminhada pela Avenida Paulista, na capital paulista, pela manhã, ao lado do vice, Geraldo Alckmin.

Flávio Bolsonaro, do PL, fez uma moto-carreata de Santa Bárbara d&#039;Oeste a Americana, no interior paulista. À tarde, repete o formato no Rio, entre os bairros de Campo Grande e Bangu.

Ronaldo Caiado, do PSD, fez caminhada logo cedo em Goiânia, e depois carreata pela região Noroeste. À tarde, circula em palanque móvel e encerra a campanha em Trindade, na Basílica do Divino Pai Eterno. No período da noite, participa da missa de sétimo dia do deputado estadual Amilton Filho, que morreu em um acidente de carro.

Em São Paulo, Augusto Cury, do Avante, fez uma caminhada, em Colina. Renan Santos, do Missão, passou por Santos e, à tarde, se reúne com apoiadores na Praça da Liberdade, na capital, com caminhada até o Largo São Francisco.

Hertz Dias, do PSTU, fez reunião on-line pela manhã e, à tarde, participa de ato no Sindicato dos Metroviários. Em Natal, Samara Martins, da UP, caminhou com a militância a partir da Praça do Relógio.

Romeu Zema, do Novo, Clariana Barão, do DC, Edmilson Costa, do PCB, Rui Costa Pimenta, do PCO, e Wilson Grassi, do Democrata, não divulgaram compromissos de campanha.

A votação do primeiro turno começa neste domingo, às 8h, e vai até as 17h.
  1:57 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 00:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, Presidência, fazem, últimos, atos, campanha, neste, sábado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República fazem, neste sábado, os últimos atos de rua antes do primeiro turno. Caminhadas, carreatas e encontros com apoiadores se concentram em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Goiás.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704043&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704043&o=rss"></p>

<p>O presidente Lula, do PT, participou de uma caminhada pela Avenida Paulista, na capital paulista, pela manhã, ao lado do vice, Geraldo Alckmin.</p>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL, fez uma moto-carreata de Santa Bárbara d'Oeste a Americana, no interior paulista. À tarde, repete o formato no Rio, entre os bairros de Campo Grande e Bangu.</p>

<p>Ronaldo Caiado, do PSD, fez caminhada logo cedo em Goiânia, e depois carreata pela região Noroeste. À tarde, circula em palanque móvel e encerra a campanha em Trindade, na Basílica do Divino Pai Eterno. No período da noite, participa da missa de sétimo dia do deputado estadual Amilton Filho, que morreu em um acidente de carro.</p>

<p>Em São Paulo, Augusto Cury, do Avante, fez uma caminhada, em Colina. Renan Santos, do Missão, passou por Santos e, à tarde, se reúne com apoiadores na Praça da Liberdade, na capital, com caminhada até o Largo São Francisco.</p>

<p>Hertz Dias, do PSTU, fez reunião on-line pela manhã e, à tarde, participa de ato no Sindicato dos Metroviários. Em Natal, Samara Martins, da UP, caminhou com a militância a partir da Praça do Relógio.</p>

<p>Romeu Zema, do Novo, Clariana Barão, do DC, Edmilson Costa, do PCB, Rui Costa Pimenta, do PCO, e Wilson Grassi, do Democrata, não divulgaram compromissos de campanha.</p>

<p>A votação do primeiro turno começa neste domingo, às 8h, e vai até as 17h.</p>
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</item>

<item>
<title>TSE desmente conteúdo sobre terminais de comunicação via satélite</title>
<link>https://apareceu.com/tse-desmente-conteudo-sobre-terminais-de-comunicacao-via-satelite</link>
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<description><![CDATA[ A Justiça Eleitoral desmentiu um vídeo que circula nas redes sociais sobre o uso de terminais de comunicação via satélite nestas eleições. O conteúdo alegava que uma empresa estrangeira ficaria responsável pela divulgação dos resultados das urnas, o que colocaria o processo eleitoral e a soberania do país em risco.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma empresa de comunicação via satélite foi contratada, por licitação, para uso da tecnologia em locais do país que não contam com infraestrutura convencional de comunicação de dados, como aldeias indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas. O sistema vai permitir o envio seguro dos arquivos gerados pelas urnas eletrônicas de forma criptografada e totalmente sigilosa.

O TSE ressaltou que o contrato com a empresa é restrito ao fornecimento de conexão física nessas localidades isoladas, sem qualquer acesso, interferência ou controle sobre a apuração, a totalização ou o conteúdo dos votos. A contratação, ainda de acordo com o TSE, foi analisada pelo TCU, o Tribunal de Contas da União, que considerou a licitação regular e manteve seus efeitos.

Ao todo, serão utilizados até 1.113 terminais de satélite, distribuídos em estados como Amazonas, Pará, Acre, Roraima e Maranhão.

Criptografia de ponta

A Justiça Eleitoral destacou ainda que o sistema de votação brasileiro usa criptografia de ponta, o que torna inviável qualquer invasão, acesso não autorizado ou alteração dos resultados. Além disso, todo o processo tem fiscalização ampla, com a participação de diversas entidades e o Ministério Público.
  1:43 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça Eleitoral desmentiu um vídeo que circula nas redes sociais sobre o uso de terminais de comunicação via satélite nestas eleições. O conteúdo alegava que uma empresa estrangeira ficaria responsável pela divulgação dos resultados das urnas, o que colocaria o processo eleitoral e a soberania do país em risco.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703658&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703658&o=rss"></p>

<p><strong>Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma empresa de comunicação via satélite foi contratada, por licitação, para uso da tecnologia em locais do país que não contam com infraestrutura convencional de comunicação de dados, como aldeias indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas. O sistema vai permitir o envio seguro dos arquivos gerados pelas urnas eletrônicas de forma criptografada e totalmente sigilosa.</strong></p>

<p>O TSE ressaltou que o contrato com a empresa é restrito ao fornecimento de conexão física nessas localidades isoladas, sem qualquer acesso, interferência ou controle sobre a apuração, a totalização ou o conteúdo dos votos. A contratação, ainda de acordo com o TSE, foi analisada pelo TCU, o Tribunal de Contas da União, que considerou a licitação regular e manteve seus efeitos.</p>

<p>Ao todo, serão utilizados até 1.113 terminais de satélite, distribuídos em estados como Amazonas, Pará, Acre, Roraima e Maranhão.</p>

<h3>Criptografia de ponta</h3>

<p>A Justiça Eleitoral destacou ainda que o sistema de votação brasileiro usa criptografia de ponta, o que torna inviável qualquer invasão, acesso não autorizado ou alteração dos resultados. Além disso, todo o processo tem fiscalização ampla, com a participação de diversas entidades e o Ministério Público.</p>
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<item>
<title>Hora do voto: veja o que levar e o que não levar quando for à urna</title>
<link>https://apareceu.com/hora-do-voto-veja-o-que-levar-e-o-que-nao-levar-quando-for-a-urna</link>
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<description><![CDATA[ Quem for às urnas neste domingo (29) precisa ficar atento às regras definidas pela Justiça Eleitoral sobre o que é ou não permitido durante a votação.

Celular

O eleitor pode chegar à seção eleitoral com o celular, mas o aparelho deverá ser desligado e entregue aos mesários antes de entrar na cabine de votação.

A restrição vale para qualquer equipamento capaz de fotografar, gravar ou transmitir imagens. O objetivo é preservar o sigilo do voto e impedir fraudes ou tentativas de comprovação da escolha feita na urna.

Quem se recusar a entregar o aparelho poderá ser impedido de votar naquele momento, e o caso poderá ser registrado pela mesa receptora de votos.

Colinha

Já a tradicional cola eleitoral segue permitida. O eleitor pode levar para a cabine um papel com os números dos candidatos escolhidos, o que ajuda a agilizar a votação e evitar equívocos na hora de digitar os números na urna eletrônica.

Vestuário

Outra dúvida frequente é sobre o vestuário. A Justiça Eleitoral autoriza o uso de bermuda, chinelo e roupas informais. Também é permitida a manifestação individual e silenciosa de preferência política, por meio de camisetas, adesivos, broches ou bandeiras.

Boca de urna

O que continua proibido é a propaganda eleitoral no dia da votação. Pedir votos, distribuir material de campanha ou realizar a chamada boca de urna nas proximidades dos locais de votação são práticas consideradas crimes eleitorais. 

Pessoas com deficiência

Os eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida têm direito a receber auxílio de uma pessoa de confiança no momento da votação.

Documentos

Não se esqueça de levar um documento de identificação com foto! O título de eleitor não é obrigatório para votar, mas ele ajuda a acelerar o processo por indicar a zona e a seção eleitoral.
  2:26 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Quem for às urnas neste domingo (29) precisa ficar atento à<strong>s regras definidas pela Justiça Eleitoral</strong> sobre o que é ou não permitido durante a votação.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703660&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703660&o=rss"></p>

<h3>Celular</h3>

<p>O eleitor pode chegar à seção eleitoral com o celular, mas o aparelho deverá ser desligado e entregue aos mesários antes de entrar na cabine de votação.</p>

<p>A restrição vale para qualquer equipamento capaz de fotografar, gravar ou transmitir imagens. O objetivo é preservar o sigilo do voto e impedir fraudes ou tentativas de comprovação da escolha feita na urna.</p>

<p>Quem se recusar a entregar o aparelho poderá ser impedido de votar naquele momento, e o caso poderá ser registrado pela mesa receptora de votos.</p>

<h3>Colinha</h3>

<p>Já a tradicional cola eleitoral segue permitida. O eleitor pode levar para a cabine um papel com os números dos candidatos escolhidos, o que ajuda a agilizar a votação e evitar equívocos na hora de digitar os números na urna eletrônica.</p>

<h3>Vestuário</h3>

<p>Outra dúvida frequente é sobre o vestuário. A Justiça Eleitoral autoriza o uso de bermuda, chinelo e roupas informais. Também é permitida a manifestação individual e silenciosa de preferência política, por meio de camisetas, adesivos, broches ou bandeiras.</p>

<h3>Boca de urna</h3>

<p>O que continua proibido é a propaganda eleitoral no dia da votação. Pedir votos, distribuir material de campanha ou realizar a chamada boca de urna nas proximidades dos locais de votação são práticas consideradas crimes eleitorais. </p>

<h3>Pessoas com deficiência</h3>

<p>Os eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida têm direito a receber auxílio de uma pessoa de confiança no momento da votação.</p>

<h3>Documentos</h3>

<p>Não se esqueça de levar um documento de identificação com foto! O título de eleitor não é obrigatório para votar, mas ele ajuda a acelerar o processo por indicar a zona e a seção eleitoral.</p>
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<item>
<title>Candidatos à presidência fazem caminhadas e panfletagem nas ruas</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-fazem-caminhadas-e-panfletagem-nas-ruas</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-fazem-caminhadas-e-panfletagem-nas-ruas</guid>
<description><![CDATA[ Confira como foi o dia dos candidatos à Presidência da República. Os presidenciáveis realizaram diversas atividades de rua nesta terça-feira (29).

Wilson Grassi, do Democrata, concedeu entrevistas para a Rádio Tocantins FM e para o Projeto Nosso Futuro. Rui Costa Pimenta, do PCO, participou de programa na Rádio Causa Operária.

Romeu Zema, do Novo, realizou caminhada em Ipatinga, Minas Gerais, e conversou com veículos de imprensa. Flávio Bolsonaro, do PL, se encontrou com lutadores de jiu-jitsu em São Paulo.

Hertz Dias, do PSTU, participou de caminhada no centro de Belém e de panfletagem na Universidade Federal do Pará. Augusto Cury, do Avante, passou por uma sabatina com jornalistas da RedeTV.

O presidente Lula, do PT, realizou duas caminhadas, uma em Fortaleza, no Ceará, e outra em Salvador, na Bahia. Ronaldo Caiado, do PSD, participou de atividades de rua e de uma festa religiosa em Goiânia, Goiás.

Samara Martins, do Unidade Popular, esteve presente em uma atividade em Niterói. A candidata participou de caminhada e comício no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Renan Santos, do Missão, se encontrou com apoiadores em Brasília. Clariana Barão, do Democracia Cristã, participou de um evento social em uma clínica em São Paulo.

Edmilson Costa, do PCB, se reuniu com apoiadores para apresentar o programa anticapitalista do PCB em Taguatinga, no Distrito Federal. Leonardo Avalanche, do PRTB, não divulgou agenda de campanha nesta terça-feira.
  1:37 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Confira como foi o dia dos candidatos à Presidência da República. Os presidenciáveis realizaram diversas atividades de rua nesta terça-feira (29).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703666&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703666&o=rss"></p>

<p>Wilson Grassi, do Democrata, concedeu entrevistas para a Rádio Tocantins FM e para o Projeto Nosso Futuro. Rui Costa Pimenta, do PCO, participou de programa na Rádio Causa Operária.</p>

<p>Romeu Zema, do Novo, realizou caminhada em Ipatinga, Minas Gerais, e conversou com veículos de imprensa. Flávio Bolsonaro, do PL, se encontrou com lutadores de jiu-jitsu em São Paulo.</p>

<p>Hertz Dias, do PSTU, participou de caminhada no centro de Belém e de panfletagem na Universidade Federal do Pará. Augusto Cury, do Avante, passou por uma sabatina com jornalistas da RedeTV.</p>

<p>O presidente Lula, do PT, realizou duas caminhadas, uma em Fortaleza, no Ceará, e outra em Salvador, na Bahia. Ronaldo Caiado, do PSD, participou de atividades de rua e de uma festa religiosa em Goiânia, Goiás.</p>

<p>Samara Martins, do Unidade Popular, esteve presente em uma atividade em Niterói. A candidata participou de caminhada e comício no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro.</p>

<p>Renan Santos, do Missão, se encontrou com apoiadores em Brasília. Clariana Barão, do Democracia Cristã, participou de um evento social em uma clínica em São Paulo.</p>

<p>Edmilson Costa, do PCB, se reuniu com apoiadores para apresentar o programa anticapitalista do PCB em Taguatinga, no Distrito Federal. Leonardo Avalanche, do PRTB, não divulgou agenda de campanha nesta terça-feira.</p>
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<item>
<title>Rodrigo Pacheco toma posse como novo ministro do TCU</title>
<link>https://apareceu.com/rodrigo-pacheco-toma-posse-como-novo-ministro-do-tcu</link>
<guid>https://apareceu.com/rodrigo-pacheco-toma-posse-como-novo-ministro-do-tcu</guid>
<description><![CDATA[ Rodrigo Pacheco toma posse como ministro do Tribunal de Contas da União nesta quarta-feira.

O nome dele foi publicado no Diário Oficial da União nessa terça.

Pacheco deixa o cargo de senador da República para ocupar a vaga deixada pelo ex-ministro Bruno Dantas, que foi trabalhar no mercado privado.

O nome dele foi aprovado no início de setembro pela Câmara dos Deputados após indicação do Senado.

Rodrigo Pacheco tem 49 anos e nasceu em Porto Velho, Rondônia.

Foi deputado federal antes de chegar ao Senado em 2018, casa que presidiu por duas vezes.

Ele chegou a ser cotado para a vaga no Supremo Tribunal Federal, mas o indicado pelo presidente Lula foi o advogado-geral da União, Jorge Messias.

O presidente da República negociou com Pacheco para que concorresse ao governo de Minas Gerais, o que ele recusou.

O TCU é integrado por nove ministros indicados pelo presidente da República, pelo Senado e pela Câmara, três cada um.

O cargo é vitalício, com aposentadoria compulsória aos 75 anos de idade.
  1:01 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo Pacheco toma posse como ministro do Tribunal de Contas da União nesta quarta-feira.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703717&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703717&o=rss"></p>

<p>O nome dele foi publicado no Diário Oficial da União nessa terça.</p>

<p><strong>Pacheco deixa o cargo de senador da República para ocupar a vaga deixada pelo ex-ministro Bruno Dantas, que foi trabalhar no mercado privado.</strong></p>

<p>O nome dele foi aprovado no início de setembro pela Câmara dos Deputados após indicação do Senado.</p>

<p>Rodrigo Pacheco tem 49 anos e nasceu em Porto Velho, Rondônia.</p>

<p>Foi deputado federal antes de chegar ao Senado em 2018, casa que presidiu por duas vezes.</p>

<p>Ele chegou a ser cotado para a vaga no Supremo Tribunal Federal, mas o indicado pelo presidente Lula foi o advogado-geral da União, Jorge Messias.</p>

<p>O presidente da República negociou com Pacheco para que concorresse ao governo de Minas Gerais, o que ele recusou.</p>

<p><strong>O TCU é integrado por nove ministros indicados pelo presidente da República, pelo Senado e pela Câmara, três cada um.</strong></p>

<p><strong>O cargo é vitalício, com aposentadoria compulsória aos 75 anos de idade.</strong></p>
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<title>Sites de apostas e perfis com propagandas de bets são bloqueados</title>
<link>https://apareceu.com/sites-de-apostas-e-perfis-com-propagandas-de-bets-sao-bloqueados</link>
<guid>https://apareceu.com/sites-de-apostas-e-perfis-com-propagandas-de-bets-sao-bloqueados</guid>
<description><![CDATA[ O governo federal pediu o bloqueio de mais de 5.200 sites ilegais de apostas, 300 páginas do Facebook e 90 perfis do Instagram que faziam propaganda de bets, além de grupos de apostas ilegais no Telegram que atingiam 1 milhão de pessoas. A medida teve início no sábado (26).

Na última sexta-feira, o presidente Lula assinou uma medida provisória proibindo os sites de bets no Brasil. A MP vale tanto para apostas esportivas quanto os jogos online.

O diretor da Anatel, Agência Nacional de Telecomunicações, Octavio Pieranti explicou que os sites vêm sendo derrubados em cerca de oito horas após o pedido ser encaminhado aos provedores de internet.


&quot;A Anatel  já notificou as 21.206 prestadoras existentes no país, sobre os bloqueios a serem realizados ontem, já está notificando as prestadoras sobre os bloqueios a serem realizados hoje.  Vale lembrar que esse é um trabalho que vem sendo feito pela Anatel ao longo dos últimos anos. Então desde dezembro de 2024, a Anatel é parceira do Ministério da Justiça, já notificou as prestadoras relativamente a mais de 78 mil sites, então a gente continua exercendo esse papel agora também nesses dias.&quot; 


 

Com o fim das plataformas de apostas, houve uma queda de 10% de movimentação do PIX no país. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o volume desses recursos possivelmente era destinado a essa atividade, que hoje é ilegal.

O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, explicou as ações da força-tarefa implementada para o combate as apostas online.


&quot;O primeiro e mais importante é bloquear os sites. Nós temos que fazer com que isso seja uma constante. Além disso, identificar quem são os grupos criminosos,  os CNPJs que alimentam esse ecossistema, fazendo com que os sites sejam criados. Também,  trabalhando muito forte com as lojas de aplicativos, as plataformas, para que não hajam novos aplicativos colocados à disposição. E o último eixo é a questão da publicidade.&quot;


Chico Lucas afirma que a fiscalização das bets ficou mais simples com a Medida Provisória publicada na sexta-feira.


&quot;Nós vamos atrás de saber quais são as empresas que seriam beneficiadas com esses jogos, quais são as empresas, os CNPJ, as contas bancárias e a gente procede tanto a nível de Bacen [Banco Central] com o bloqueio, como também a responsabilização criminal através de autos de constatação e de operações policiais.  Na verdade, ficou  mais simples porque todos agora são irregulares. Isso trouxe mais facilidade na fiscalização&quot;.


As lojas de aplicativos de celular da Google e da Apple já foram notificadas pelo governo federal para a retirada de 186 plataformas de apostas até o dia 6 de outubro, conforme determina a medida provisória. 

Publicidade

Google, Meta, Youtube, X, Telegram, TikTok, Kwai e Discord também foram notificadas para impedir a publicidade das Bets até o dia 5 de outubro.

A Polícia Federal vem investigando as plataformas de apostas ilegais desde 2023. Já foram deflagradas 12 operações, com 15 prisões e mais de R$ 4 bilhões em bloqueio de bens e valores.
  3:23 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal pediu o <strong>bloqueio de mais de 5.200 sites ilegais de apostas, 300 páginas do Facebook e 90 perfis do Instagram que faziam</strong> <strong>propaganda de bets, além de grupos de apostas ilegais no Telegram que atingiam 1 milhão de pessoas</strong>. A medida teve início no sábado (26).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703670&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703670&o=rss"></p>

<p>Na última sexta-feira, o presidente Lula assinou uma medida provisória proibindo os sites de bets no Brasil. A MP vale tanto para apostas esportivas quanto os jogos online.</p>

<p>O diretor da Anatel, Agência Nacional de Telecomunicações, Octavio Pieranti explicou que os sites vêm sendo derrubados em cerca de oito horas após o pedido ser encaminhado aos provedores de internet.</p>

<blockquote>
<p>"A Anatel  já notificou as 21.206 prestadoras existentes no país, sobre os bloqueios a serem realizados ontem, já está notificando as prestadoras sobre os bloqueios a serem realizados hoje.  Vale lembrar que esse é um trabalho que vem sendo feito pela Anatel ao longo dos últimos anos. Então desde dezembro de 2024, a Anatel é parceira do Ministério da Justiça, já notificou as prestadoras relativamente a mais de 78 mil sites, então a gente continua exercendo esse papel agora também nesses dias." </p>
</blockquote>

<p> </p>

<p>Com o fim das plataformas de apostas, houve<strong> uma queda de 10% de movimentação do PIX</strong> no país. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o volume desses recursos possivelmente era destinado a essa atividade, que hoje é ilegal.</p>

<p>O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, explicou as ações da força-tarefa implementada para o combate as apostas online.</p>

<blockquote>
<p>"O primeiro e mais importante é bloquear os sites. Nós temos que fazer com que isso seja uma constante. Além disso, identificar quem são os grupos criminosos,  os CNPJs que alimentam esse ecossistema, fazendo com que os sites sejam criados. Também,  trabalhando muito forte com as lojas de aplicativos, as plataformas, para que não hajam novos aplicativos colocados à disposição. E o último eixo é a questão da publicidade."</p>
</blockquote>

<p>Chico Lucas afirma que <strong>a fiscalização das bets ficou mais simples</strong> com a Medida Provisória publicada na sexta-feira.</p>

<blockquote>
<p>"Nós vamos atrás de saber quais são as empresas que seriam beneficiadas com esses jogos, quais são as empresas, os CNPJ, as contas bancárias e a gente procede tanto a nível de Bacen [Banco Central] com o bloqueio, como também a responsabilização criminal através de autos de constatação e de operações policiais.  Na verdade, ficou  mais simples porque todos agora são irregulares. Isso trouxe mais facilidade na fiscalização".</p>
</blockquote>

<p>As lojas de aplicativos de celular da Google e da Apple já foram notificadas pelo governo federal para a <strong>retirada de 186 plataformas de apostas até o dia 6 de outubro</strong>, conforme determina a medida provisória. </p>

<h3>Publicidade</h3>

<p>Google, Meta, Youtube, X, Telegram, TikTok, Kwai e Discord também foram notificadas para impedir a publicidade das Bets até o dia 5 de outubro.</p>

<p>A Polícia Federal vem investigando as plataformas de apostas ilegais desde 2023. Já foram deflagradas 12 operações, com 15 prisões e mais de R$ 4 bilhões em bloqueio de bens e valores.</p>
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<title>Prazo para comícios e debates na TV e no rádio termina hoje, 1/10</title>
<link>https://apareceu.com/prazo-para-comicios-e-debates-na-tv-e-no-radio-termina-hoje-110</link>
<guid>https://apareceu.com/prazo-para-comicios-e-debates-na-tv-e-no-radio-termina-hoje-110</guid>
<description><![CDATA[ A três dias do primeiro turno das eleições gerais no Brasil, termina hoje o prazo para que candidatas e candidatos realizem comícios e atividades de campanha.

Conforme o calendário eleitoral, também é o último dia para a realização de debates em rádio e televisão, assim como para divulgação da propaganda gratuita nesses veículos.

Fica proibida, ainda, a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet.

Desta quinta-feira até 24 horas depois do fim do pleito, ficam vedadas a publicação e a republicação de novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou tecnologia equivalente, que use imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.

Até o próximo sábado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderá divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, em até 10 minutos diários requisitados às emissoras de rádio e de televisão. Parte desse tempo pode ser cedido aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

No domingo, 4 de outubro, os brasileiros deverão ir às urnas das 8h às 17h, para colocar na cédula sua vontade democrática de eleger, pela ordem: deputada ou deputado federal, estadual ou distrital; senadora ou senador para a primeira vaga, outro senador ou senadora, para a segunda vaga; governadora ou governador e, ao final, presidente da República.

Ouça também:

AD #47 - IA nas eleições: o que o TSE proíbe na reta final da campanha
  1:30 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Prazo, para, comícios, debates, rádio, termina, hoje, 110</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A três dias do primeiro turno das eleições gerais no Brasil, termina hoje o prazo para que candidatas e candidatos realizem comícios e atividades de campanha.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703793&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703793&o=rss"></p>

<p>Conforme o calendário eleitoral, também é o último dia para a realização de debates em rádio e televisão, assim como para divulgação da propaganda gratuita nesses veículos.</p>

<p><strong>Fica proibida, ainda, a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet.</strong></p>

<p>Desta quinta-feira até 24 horas depois do fim do pleito, ficam vedadas a publicação e a republicação de novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou tecnologia equivalente, que use imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.</p>

<p>Até o próximo sábado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderá divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, em até 10 minutos diários requisitados às emissoras de rádio e de televisão. Parte desse tempo pode ser cedido aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).</p>

<p>No domingo, 4 de outubro, os brasileiros deverão ir às urnas das 8h às 17h, para colocar na cédula sua vontade democrática de eleger, pela ordem: deputada ou deputado federal, estadual ou distrital; senadora ou senador para a primeira vaga, outro senador ou senadora, para a segunda vaga; governadora ou governador e, ao final, presidente da República.</p>

<h2>Ouça também:</h2>

<p><strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/ajudante-digital/ad-47-ia-nas-eleicoes-o-que-o-tse-proibe-na-reta-final-da-campanha" target="_blank">AD #47 - IA nas eleições: o que o TSE proíbe na reta final da campanha</a></strong></p>
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</item>

<item>
<title>Eleitor deve confirmar o local de votação antes de sair de casa</title>
<link>https://apareceu.com/eleitor-deve-confirmar-o-local-de-votacao-antes-de-sair-de-casa</link>
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<description><![CDATA[ O primeiro turno das eleições de 2026 acontece neste domingo (4) em todo Brasil. E é importante que o eleitor confirme o local de votação antes de sair de casa, seguindo as orientações da Justiça Eleitoral, para evitar deslocamentos desnecessários. 

O eleitor pode realizar a consulta presencialmente em uma unidade da Justiça Eleitoral. O atendimento está disponível em cartórios eleitorais, centrais de atendimento e postos do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de cada estado.

O local de votação também pode ser verificado no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo nome, número do título ou CPF do eleitor. 

As informações podem ser encontradas, ainda, no aplicativo e-Título, disponível para os aparelhos de celular e tablets que utilizam os sistemas operacionais iOS e Android.

Quem já tem o e-Título instalado no celular também precisa ficar atento. A Justiça Eleitoral orienta que seja feita a atualização da ferramenta para uso nas Eleições de 2026.

Com a nova versão, ficam disponíveis recursos atualizados e novos serviços oferecidos pela Justiça Eleitoral. Entre as novidades está o acompanhamento de solicitações feitas pelo Título Net, a emissão de certidão de filiação partidária e a geração de códigos de autenticação para acesso a sistemas parceiros da Justiça Eleitoral.

O e-Título também permite quitar débitos eleitorais por pix ou cartão de crédito, por meio do sistema PagTesouro. Outra funcionalidade é o módulo Boletim na Mão, além da validação da autenticidade de documentos por QR Code.

Este ano o aplicativo poderá ser instalado no dia da votação, tanto no primeiro quanto no segundo turno. Nos anos anteriores, a instalação era interrompida nos dias de votação para evitar sobrecarga no sistema. Ainda assim, a Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores baixem o e-Título e realizem a ativação com antecedência.

 
  2:30 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleitor, deve, confirmar, local, votação, antes, sair, casa</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro turno das eleições de 2026 acontece neste domingo (4) em todo Brasil. <strong>E é importante que o eleitor confirme o local de votação antes de sair de casa, seguindo as orientações da Justiça Eleitoral, para evitar deslocamentos desnecessários. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703790&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703790&o=rss"></p>

<p>O eleitor pode realizar a consulta presencialmente em uma unidade da Justiça Eleitoral. <strong>O atendimento está disponível em cartórios eleitorais, centrais de atendimento e postos do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de cada estado.</strong></p>

<p>O local de votação também pode ser verificado no <strong>site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) </strong>pelo nome, número do título ou CPF do eleitor. </p>

<p>As informações podem ser encontradas, ainda, no <strong>aplicativo e-Título</strong>, disponível para os aparelhos de celular e tablets que utilizam os sistemas operacionais iOS e Android.</p>

<p>Quem já tem o e-Título instalado no celular também precisa ficar atento. A Justiça Eleitoral orienta que seja feita a atualização da ferramenta para uso nas Eleições de 2026.</p>

<p>Com a nova versão, ficam disponíveis recursos atualizados e novos serviços oferecidos pela Justiça Eleitoral. Entre as novidades está o acompanhamento de solicitações feitas pelo Título Net, a emissão de certidão de filiação partidária e a geração de códigos de autenticação para acesso a sistemas parceiros da Justiça Eleitoral.</p>

<p>O e-Título também permite quitar débitos eleitorais por pix ou cartão de crédito, por meio do sistema PagTesouro. Outra funcionalidade é o módulo Boletim na Mão, além da validação da autenticidade de documentos por QR Code.</p>

<p>Este ano o aplicativo poderá ser instalado no dia da votação, tanto no primeiro quanto no segundo turno. Nos anos anteriores, a instalação era interrompida nos dias de votação para evitar sobrecarga no sistema. Ainda assim, a Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores baixem o e-Título e realizem a ativação com antecedência.</p>

<p> </p>
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<title>Representantes do Brasil e dos EUA podem voltar a discutir tarifaço</title>
<link>https://apareceu.com/representantes-do-brasil-e-dos-eua-podem-voltar-a-discutir-tarifaco</link>
<guid>https://apareceu.com/representantes-do-brasil-e-dos-eua-podem-voltar-a-discutir-tarifaco</guid>
<description><![CDATA[ Representantes do Brasil se reúnem com o representante comercial dos Estados Unidos, nesta quarta (30) e quinta-feira (1º), e podem voltar a debater o tarifaço norte-americano contra produtos brasileiros.

O encontro presencial acontece em Wisconsin, nos Estados Unidos, durante a reunião ministerial de Comércio e Investimentos do G20, grupo que reúne as maiores economias desenvolvidas e emergentes do mundo.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e o ministro das Relações Exteriores, embaixador Mauro Vieira, já participaram nessa terça-feira de reuniões de coordenação do encontro.

Márcio Elias Rosa e o representante comercial norte-americano, Jamieson Greer, conversaram remotamente um mês atrás para tratar do tarifaço imposto pelos EUA, desde julho.

Sobretaxas

Esta será a primeira reunião, frente à frente, que pode resultar na renegociação da sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros, incluindo ferro, aço, açúcar, etanol, calçados, roupas e maquinários agrícolas, fundamentada na alegação de que o Brasil adotaria práticas contra agricultores, trabalhadores e exportadores dos EUA.

O tarifaço inclui uma taxa adicional de 12,5%, sob alegação que o Brasil não possui mecanismos suficientes para conter a importação de bens produzidos com trabalho forçado.

O Brasil tem negado todas essas acusações. A reabertura da negociação foi ajustada em conversa telefônica entre os presidentes Lula e Donald Trump.

A Reunião Ministerial do G20 também deve abordar temas multilaterais, como trabalho forçado nas cadeias globais, a denúncia do comércio de alimentos como arma geopolítica, e o princípio de Nação Mais Favorecida - ou seja, a ideia que os países devem tratar todos parceiros comerciais de forma igualitária.

O encontro técnico de comércio antecede a Cúpula de Líderes do G20, marcada para dezembro, em Miami.

 
  1:54 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Representantes, Brasil, dos, EUA, podem, voltar, discutir, tarifaço</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Representantes do Brasil se reúnem com o representante comercial dos Estados Unidos, nesta quarta (30) e quinta-feira (1º), e podem voltar a debater o <strong>tarifaço norte-americano contra produtos brasileiros</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703732&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703732&o=rss"></p>

<p>O encontro presencial acontece em Wisconsin, nos Estados Unidos, durante a <strong>reunião ministerial de Comércio e Investimentos do G20</strong>, grupo que reúne as maiores economias desenvolvidas e emergentes do mundo.</p>

<p>O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e o ministro das Relações Exteriores, embaixador Mauro Vieira, já participaram nessa terça-feira de reuniões de coordenação do encontro.</p>

<p>Márcio Elias Rosa e o representante comercial norte-americano, Jamieson Greer, conversaram remotamente um mês atrás para tratar do tarifaço imposto pelos EUA, desde julho.</p>

<h3>Sobretaxas</h3>

<p>Esta será a primeira reunião, frente à frente, que <strong>pode resultar na renegociação da sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros</strong>, incluindo ferro, aço, açúcar, etanol, calçados, roupas e maquinários agrícolas, fundamentada na alegação de que o Brasil adotaria práticas contra agricultores, trabalhadores e exportadores dos EUA.</p>

<p>O tarifaço inclui uma<strong> taxa adicional de 12,5%, sob alegação que o Brasil não possui mecanismos suficientes para conter a importação de bens produzidos com trabalho forçado.</strong></p>

<p>O Brasil tem negado todas essas acusações. A reabertura da negociação foi ajustada em conversa telefônica entre os presidentes Lula e Donald Trump.</p>

<p>A Reunião Ministerial do G20 também deve abordar temas multilaterais, como trabalho forçado nas cadeias globais, a denúncia do comércio de alimentos como arma geopolítica, e o princípio de Nação Mais Favorecida - ou seja, a ideia que os países devem tratar todos parceiros comerciais de forma igualitária.</p>

<p>O encontro técnico de comércio antecede a Cúpula de Líderes do G20, marcada para dezembro, em Miami.</p>

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<title>Mendonça vota para manter proibição de posts sobre Nossa Senhora</title>
<link>https://apareceu.com/mendonca-vota-para-manter-proibicao-de-posts-sobre-nossa-senhora</link>
<guid>https://apareceu.com/mendonca-vota-para-manter-proibicao-de-posts-sobre-nossa-senhora</guid>
<description><![CDATA[ O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral, referendou o próprio voto para manter a proibição de posts que fazem referência ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, do PL, e a uma suposta discussão sobre retirar de Nossa Senhora Aparecida o posto de padroeira do Brasil.

O caso está sendo julgado em plenário virtual no TSE e o ministro confirmou o voto antes mesmo do início do prazo, às 10h.

&quot;Não se trata de censura&quot;, disse ele na decisão, e complementou: &quot;Não está proibida a discussão ou as críticas sobre o assunto, seja sobre Nossa Senhora ou sobre a família Bolsonaro&quot;.

&quot;Também não estão suspensos perfis&quot;, contas ou canais. Ou seja, está permitido tudo o que, segundo ele, não reproduza o &quot;núcleo factual delimitado&quot;.

O ministro ainda fala que essa é uma medida excepcional contra conteúdo que chamou de desinformativo, usando como base notícias de jornais e de agências de checagem.

Os ministros analisam se mantêm a decisão de André Mendonça da última sexta-feira, que suspendeu os posts a pedido de Flávio Bolsonaro depois de uma postagem do humorista Antônio Tabet falando em &quot;família miliciana&quot; e em preconceito racial e religioso.

Tabet não citou nomes na postagem.

O julgamento continua até as 23h59 desta sexta-feira.

Além de Mendonça, fazem parte do TSE os ministros Além de Mendonça, fazem parte do TSE os ministros Kassio Nunes Marques, que é o presidente, Dias Toffoli, Sebastião Reis Júnior, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano Peixoto Marques Neto e Estela Aranha.
  1:50 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Mendonça, vota, para, manter, proibição, posts, sobre, Nossa, Senhora</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral, referendou o próprio voto para manter a proibição de posts que fazem referência ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, do PL, e a uma suposta discussão sobre retirar de Nossa Senhora Aparecida o posto de padroeira do Brasil.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703719&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703719&o=rss"></p>

<p>O caso está sendo julgado em plenário virtual no TSE e o ministro confirmou o voto antes mesmo do início do prazo, às 10h.</p>

<p><strong>"Não se trata de censura", disse ele na decisão, e complementou: "Não está proibida a discussão ou as críticas sobre o assunto, seja sobre Nossa Senhora ou sobre a família Bolsonaro".</strong></p>

<p>"Também não estão suspensos perfis", contas ou canais. Ou seja, está permitido tudo o que, segundo ele, não reproduza o "núcleo factual delimitado".</p>

<p>O ministro ainda fala que essa é uma medida excepcional contra conteúdo que chamou de desinformativo, usando como base notícias de jornais e de agências de checagem.</p>

<p><strong>Os ministros analisam se mantêm a decisão de André Mendonça da última sexta-feira, que suspendeu os posts a pedido de Flávio Bolsonaro depois de uma postagem do humorista Antônio Tabet falando em "família miliciana" e em preconceito racial e religioso.</strong></p>

<p>Tabet não citou nomes na postagem.</p>

<p>O julgamento continua até as 23h59 desta sexta-feira.</p>

<p><strong>Além de Mendonça, fazem parte do TSE os ministros Além de Mendonça, fazem parte do TSE os ministros Kassio Nunes Marques, que é o presidente, Dias Toffoli, Sebastião Reis Júnior, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano Peixoto Marques Neto e Estela Aranha.</strong></p>
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<item>
<title>Conheça os candidatos ao governo da Paraíba e de Pernambuco</title>
<link>https://apareceu.com/conheca-os-candidatos-ao-governo-da-paraiba-e-de-pernambuco</link>
<guid>https://apareceu.com/conheca-os-candidatos-ao-governo-da-paraiba-e-de-pernambuco</guid>
<description><![CDATA[ Conheça os candidatos ao governo do Estado da Paraíba e de Pernambuco nas eleições de outubro.

Na Paraíba, seis candidatos disputam o governo do estado.


	Camilo Duarte, é candidato pelo PCO;
	Cícero Lucena, disputa o governo pelo MDB;
	Efraim Filho, concorre pelo PL;
	Lucas Ribeiro, disputa a eleição pelo PP;
	Pedro Coutinho, é o candidato pelo Democracia Cristã;
	Yuri Ezequiel disputa o cargo pela Unidade Popular.


No segundo estado mais populoso do Nordeste, Pernambuco, sete candidatos disputam o governo do estado.


	Guilherme Fonseca, é o candidato pelo PSTU;
	Ivan Moraes, disputa a eleição pelo PSOL;
	João Campos, concorre pelo PSB;
	Professora Camila, é a candidata pela Unidade Popular;
	Raquel Lyra, disputa o governo pelo PSD;
	Renan, concorre pelo Missão;
	Victor Assis, disputa o cargo pelo PCO.


Os planos de governo de cada um dos candidatos da Paraíba e de Pernambuco estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral em tse.jus.br.
  1:05 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 19:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Conheça, candidatos, governo, Paraíba, Pernambuco</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça os candidatos ao governo do Estado da Paraíba e de Pernambuco nas eleições de outubro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703511&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703511&o=rss"></p>

<p>Na Paraíba, seis candidatos disputam o governo do estado.</p>

<ul>
	<li>Camilo Duarte, é candidato pelo PCO;</li>
	<li>Cícero Lucena, disputa o governo pelo MDB;</li>
	<li>Efraim Filho, concorre pelo PL;</li>
	<li>Lucas Ribeiro, disputa a eleição pelo PP;</li>
	<li>Pedro Coutinho, é o candidato pelo Democracia Cristã;</li>
	<li>Yuri Ezequiel disputa o cargo pela Unidade Popular.</li>
</ul>

<p><strong>No segundo estado mais populoso do Nordeste, Pernambuco, sete candidatos disputam o governo do estado.</strong></p>

<ul>
	<li>Guilherme Fonseca, é o candidato pelo PSTU;</li>
	<li>Ivan Moraes, disputa a eleição pelo PSOL;</li>
	<li>João Campos, concorre pelo PSB;</li>
	<li>Professora Camila, é a candidata pela Unidade Popular;</li>
	<li>Raquel Lyra, disputa o governo pelo PSD;</li>
	<li>Renan, concorre pelo Missão;</li>
	<li>Victor Assis, disputa o cargo pelo PCO.</li>
</ul>

<p><strong>Os planos de governo de cada um dos candidatos da Paraíba e de Pernambuco estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral em <a href="https://tse.jus.br/" target="_blank">tse.jus.br</a>.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:05</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Conheça os candidatos ao governo do Ceará e do Rio Grande do Norte</title>
<link>https://apareceu.com/conheca-os-candidatos-ao-governo-do-ceara-e-do-rio-grande-do-norte</link>
<guid>https://apareceu.com/conheca-os-candidatos-ao-governo-do-ceara-e-do-rio-grande-do-norte</guid>
<description><![CDATA[ Conheça os candidatos ao governo dos estados do Ceará e do Rio Grande do Norte para as eleições de outubro.

No Ceará, oito candidatos disputam o governo do estado.

Conheça as chapas na disputa pelo Palácio da Abolição.


	Pelo PSDB, Ciro Gomes é o candidato a governador.
	Danilo Soares Sousa disputa pelo Democrata.
	Elmano de Freitas, do PT, tenta a reeleição.
	Huggo Leonardo, o Delegado Huggo, concorre pelo Missão.
	Ieri de Sousa Braga Júnior disputa o governo pelo PCO.
	José Batista Neto é o candidato pelo PSTU.
	Serley de Souza Leal disputa pela Unidade Popular.
	Vera Lúcia da Silva concorre pelo Novo.


No Rio Grande do Norte, nove candidatos disputam o governo do estado.

Conheça as chapas na disputa pelo Palácio Potengi.


	Pelo União Brasil, Allyson Bezerra é o candidato para governador.
	Álvaro Dias disputa pelo PL.
	Arinalda, do MLB, concorre pela Unidade Popular.
	Cadu Xavier, do PT, disputa o governo do estado.
	Dário Barbosa concorre pelo PSTU.
	Godeiro Linhares é o candidato pelo Democracia Cristã.
	Henrique Lyra disputa pelo PCO.
	Karlo Rodrigo, com o nome de urna Rodrigo Bolsonaro, concorre pelo Agir.
	Robério Paulino é o candidato pelo PSOL.


Os planos de governo de cada um dos candidatos do Ceará e do Rio Grande do Norte estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral em tse.jus.br.
  1:38 ]]></description>
<enclosure url="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/public/thumbs/thumb_1200x600_agbrasil.png" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 19:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Conheça, candidatos, governo, Ceará, Rio, Grande, Norte</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça os candidatos ao governo dos estados do Ceará e do Rio Grande do Norte para as eleições de outubro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703513&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703513&o=rss"></p>

<p>No Ceará, oito candidatos disputam o governo do estado.</p>

<p>Conheça as chapas na disputa pelo Palácio da Abolição.</p>

<ul>
	<li>Pelo PSDB, Ciro Gomes é o candidato a governador.</li>
	<li>Danilo Soares Sousa disputa pelo Democrata.</li>
	<li>Elmano de Freitas, do PT, tenta a reeleição.</li>
	<li>Huggo Leonardo, o Delegado Huggo, concorre pelo Missão.</li>
	<li>Ieri de Sousa Braga Júnior disputa o governo pelo PCO.</li>
	<li>José Batista Neto é o candidato pelo PSTU.</li>
	<li>Serley de Souza Leal disputa pela Unidade Popular.</li>
	<li>Vera Lúcia da Silva concorre pelo Novo.</li>
</ul>

<p>No Rio Grande do Norte, nove candidatos disputam o governo do estado.</p>

<p>Conheça as chapas na disputa pelo Palácio Potengi.</p>

<ul>
	<li>Pelo União Brasil, Allyson Bezerra é o candidato para governador.</li>
	<li>Álvaro Dias disputa pelo PL.</li>
	<li>Arinalda, do MLB, concorre pela Unidade Popular.</li>
	<li>Cadu Xavier, do PT, disputa o governo do estado.</li>
	<li>Dário Barbosa concorre pelo PSTU.</li>
	<li>Godeiro Linhares é o candidato pelo Democracia Cristã.</li>
	<li>Henrique Lyra disputa pelo PCO.</li>
	<li>Karlo Rodrigo, com o nome de urna Rodrigo Bolsonaro, concorre pelo Agir.</li>
	<li>Robério Paulino é o candidato pelo PSOL.</li>
</ul>

<p><strong>Os planos de governo de cada um dos candidatos do Ceará e do Rio Grande do Norte estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral em <a href="http://tse.jus.br/" target="_blank">tse.jus.br</a>.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:38</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Conheça os candidatos ao governo do DF e de Goiás nas eleições</title>
<link>https://apareceu.com/conheca-os-candidatos-ao-governo-do-df-e-de-goias-nas-eleicoes</link>
<guid>https://apareceu.com/conheca-os-candidatos-ao-governo-do-df-e-de-goias-nas-eleicoes</guid>
<description><![CDATA[ Conheça os candidatos ao governo do Distrito Federal (DF) e de Goiás.

Começamos pelo DF:

São 10 candidatos. Celina Leão, que é a atual governadora e vai tentar a reeleição. Ela integra a coligação com o maior número de partidos: PP, União, PL, MDB, Republicanos, Podemos, DC, Mobiliza, Democrata, PRD e Solidariedade. O ex-deputado distrital e ex-presidente do Iphan, que é o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Leandro Grass, do PT, também está na disputa, assim como Ricardo Capelli, do PSB; Paula Belmonte, do PSDC; Kiko Caputo, do Novo; Elisson Freire, do Agir; Expedito Mendonça, do PCO; o professor Robson, do PSTU; a professora Samara Mineiro, do UP; e Rico Pinheiro, do PRTB.

O DF teve uma questão específica nesse processo eleitoral, que foi o caso do ex-governador José Roberto Arruda, do PSD. Ele se candidatou, mas depois foi afastado e teve negado o registro de candidatura pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele tem condenações por improbidade administrativa.

E como as urnas já estão sendo lacradas, o nome dele vai aparecer no dia da votação, mas os votos que eventualmente ele receber serão contados como nulos.

E do DF, vamos para Goiás:

São seis candidatos ao governo. Daniel Vilela, do MDB, é o atual governador, assumiu depois que Ronaldo Caiado, do União, renunciou para disputar a presidência. Vilela agora tenta a reeleição.

Marconi Perillo, do PSDB, ex-senador e ex-governador por quatro vezes, tenta voltar ao Palácio das Esmeraldas. Outros candidatos são Luis César Bueno, do PT; Danilo Pinheiro Evangelista da Silva, do PCO; Luciana Amorim, do Unidade Popular; e o senador Wilder Morais, que concorre pelo PL. E se você quiser conhecer mais sobre os candidatos, não deixe de dar uma olhada no plano de governo de cada um.

Ele está disponível no site do TSE em tse.jus.br.
  2:22 ]]></description>
<enclosure url="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/public/thumbs/thumb_1200x600_agbrasil.png" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 19:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Conheça, candidatos, governo, Goiás, nas, eleições</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça os candidatos ao governo do Distrito Federal (DF) e de Goiás.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703514&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703514&o=rss"></p>

<h2>Começamos pelo DF:</h2>

<p>São 10 candidatos. Celina Leão, que é a atual governadora e vai tentar a reeleição. Ela integra a coligação com o maior número de partidos: PP, União, PL, MDB, Republicanos, Podemos, DC, Mobiliza, Democrata, PRD e Solidariedade. O ex-deputado distrital e ex-presidente do Iphan, que é o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Leandro Grass, do PT, também está na disputa, assim como Ricardo Capelli, do PSB; Paula Belmonte, do PSDC; Kiko Caputo, do Novo; Elisson Freire, do Agir; Expedito Mendonça, do PCO; o professor Robson, do PSTU; a professora Samara Mineiro, do UP; e Rico Pinheiro, do PRTB.</p>

<p>O DF teve uma questão específica nesse processo eleitoral, que foi o caso do ex-governador José Roberto Arruda, do PSD. Ele se candidatou, mas depois foi afastado e teve negado o registro de candidatura pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele tem condenações por improbidade administrativa.</p>

<p>E como as urnas já estão sendo lacradas, o nome dele vai aparecer no dia da votação, mas os votos que eventualmente ele receber serão contados como nulos.</p>

<h2>E do DF, vamos para Goiás:</h2>

<p>São seis candidatos ao governo. Daniel Vilela, do MDB, é o atual governador, assumiu depois que Ronaldo Caiado, do União, renunciou para disputar a presidência. Vilela agora tenta a reeleição.</p>

<p>Marconi Perillo, do PSDB, ex-senador e ex-governador por quatro vezes, tenta voltar ao Palácio das Esmeraldas. Outros candidatos são Luis César Bueno, do PT; Danilo Pinheiro Evangelista da Silva, do PCO; Luciana Amorim, do Unidade Popular; e o senador Wilder Morais, que concorre pelo PL. E se você quiser conhecer mais sobre os candidatos, não deixe de dar uma olhada no plano de governo de cada um.</p>

<p>Ele está disponível no site do TSE em <a href="http://tse.jus.br/" target="_blank">tse.jus.br</a>.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:22</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Conheça os candidatos ao governo de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul</title>
<link>https://apareceu.com/conheca-os-candidatos-ao-governo-de-mato-grosso-e-mato-grosso-do-sul</link>
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<description><![CDATA[ Conheça os candidatos ao governo dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul:

Os candidatos ao governo do estado do Mato Grosso são:

Doutora Natasha concorre ao cargo pelo PSD. Maurício Coelho, pelo Mobiliza. Otaviano Pivetta, do Republicanos, está na disputa pela reeleição. Rafaell Milas é candidato pelo Missão. Sargento Laudicério, pelo Agir. E Wellington Fagundes está na disputa pelo PL.

Agora, os candidatos ao governo do estado de Mato Grosso do Sul:

Daniel Lemes concorre pelo PCO. Delcídio do Amaral, pelo PRD. O economista Renato Gomes, pelo DC. Eduardo Riedel tenta a reeleição pelo PP. Fábio Trad é candidato pelo PT. Jefferson Bezerra, pelo Agir. João Henrique Catan concorre pelo Novo, e Lucien Rezende, pelo PSOL.

Os planos de governo de cada um dos candidatos de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tse.jus.br.
  1:07 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 19:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça os candidatos ao governo dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul:<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703515&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703515&o=rss"></p>

<h2>Os candidatos ao governo do estado do Mato Grosso são:</h2>

<p>Doutora Natasha concorre ao cargo pelo PSD. Maurício Coelho, pelo Mobiliza. Otaviano Pivetta, do Republicanos, está na disputa pela reeleição. Rafaell Milas é candidato pelo Missão. Sargento Laudicério, pelo Agir. E Wellington Fagundes está na disputa pelo PL.</p>

<h2>Agora, os candidatos ao governo do estado de Mato Grosso do Sul:</h2>

<p>Daniel Lemes concorre pelo PCO. Delcídio do Amaral, pelo PRD. O economista Renato Gomes, pelo DC. Eduardo Riedel tenta a reeleição pelo PP. Fábio Trad é candidato pelo PT. Jefferson Bezerra, pelo Agir. João Henrique Catan concorre pelo Novo, e Lucien Rezende, pelo PSOL.</p>

<p>Os planos de governo de cada um dos candidatos de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), <a href="http://tse.jus.br/" target="_blank">tse.jus.br.</a></p>
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<item>
<title>Boca de urna é crime no dia da votação; veja o que é proibido</title>
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<description><![CDATA[ Faltam apenas seis dias para o primeiro turno das Eleições 2026, marcado para o próximo domingo (4). No dia da votação, pedir votos, distribuir material de campanha e abordar eleitores para tentar convencer a escolher determinado candidato é proibido e pode configurar o crime de boca de urna.

Também não é permitida a formação de grupos organizados para promover candidaturas. A legislação eleitoral proíbe, até o encerramento da votação, aglomerações de pessoas com roupas padronizadas ou carregando materiais de campanha quando isso caracterizar manifestação coletiva.

O eleitor pode demonstrar sua preferência política de forma individual e silenciosa, usando bandeiras, broches, adesivos ou camisetas, desde que essa manifestação seja feita de forma isolada.

A Lei das Eleições considera crime, no dia da votação, a realização de comícios, carreatas, propaganda eleitoral e qualquer ação de boca de urna. No ambiente digital, a legislação também veta a publicação de novos conteúdos de campanha e o impulsionamento de postagens na internet. Já os conteúdos publicados anteriormente podem permanecer disponíveis.

A regra vale em todo o país. Nos estados e na disputa pela Presidência da República em que não houver definição no primeiro turno, a segunda votação será realizada no dia 25 de outubro.

Quem identificar possíveis irregularidades pode denunciar por meio do aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral. A ferramenta permite informar o local da ocorrência, descrever os fatos e anexar fotos, vídeos, áudios ou links para ajudar na apuração.

O aplicativo está disponível gratuitamente para celulares Android e iPhone. Além disso, denúncias sobre crimes eleitorais também podem ser encaminhadas à polícia, ao Ministério Público Eleitoral e aos canais oficiais dos Tribunais Regionais Eleitorais.
  2:24 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 19:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Faltam apenas seis dias para o primeiro turno das Eleições 2026, marcado para o próximo domingo (4). No dia da votação, pedir votos, distribuir material de campanha e abordar eleitores para tentar convencer a escolher determinado candidato é proibido e pode configurar o crime de boca de urna.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703533&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703533&o=rss"></p>

<p>Também não é permitida a formação de grupos organizados para promover candidaturas. A legislação eleitoral proíbe, até o encerramento da votação, aglomerações de pessoas com roupas padronizadas ou carregando materiais de campanha quando isso caracterizar manifestação coletiva.</p>

<p>O eleitor pode demonstrar sua preferência política de forma individual e silenciosa, usando bandeiras, broches, adesivos ou camisetas, desde que essa manifestação seja feita de forma isolada.</p>

<p>A Lei das Eleições considera crime, no dia da votação, a realização de comícios, carreatas, propaganda eleitoral e qualquer ação de boca de urna. No ambiente digital, a legislação também veta a publicação de novos conteúdos de campanha e o impulsionamento de postagens na internet. Já os conteúdos publicados anteriormente podem permanecer disponíveis.</p>

<p>A regra vale em todo o país. Nos estados e na disputa pela Presidência da República em que não houver definição no primeiro turno, a segunda votação será realizada no dia 25 de outubro.</p>

<p>Quem identificar possíveis irregularidades pode denunciar por meio do aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral. A ferramenta permite informar o local da ocorrência, descrever os fatos e anexar fotos, vídeos, áudios ou links para ajudar na apuração.</p>

<p>O aplicativo está disponível gratuitamente para celulares Android e iPhone. Além disso, denúncias sobre crimes eleitorais também podem ser encaminhadas à polícia, ao Ministério Público Eleitoral e aos canais oficiais dos Tribunais Regionais Eleitorais.</p>
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<item>
<title>Conheça os candidatos aos governos de PR, SC e RS</title>
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<description><![CDATA[ Conheça os candidatos aos governos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul nas eleições de outubro.

No Paraná, são oito os postulantes ao cargo de governador pelos próximos quatro anos. Adriano Funileiro, do PCO, disputa a cadeira principal do Palácio Iguaçu pela segunda vez. Também concorrem ao cargo Alexandre Salomão, do Partido MOBILIZA; Luiz França, do MISSÃO; o deputado estadual Requião Filho, do PDT; e o Professor Samuel de Mattos, do PSTU. Completam a lista Sandro Alex, do PSD, que tem o apoio do atual governador Ratinho Júnior; o senador Sergio Moro, do PL; e Tainá Miessa, do UP.

Assim como o Paraná, Santa Catarina também tem oito concorrentes ao governo do estado. O atual governador Jorginho Mello, do PL, tenta a reeleição. Ele enfrenta nas urnas Bruno Pedreiro, do PCO; Gelson Merisio, do PSB; o atual prefeito de Chapecó, João Rodrigues, do PSD; Laís Saúde, do UP; Marcelo Brigadeiro, do MISSÃO; Professor Marques Sodré, do PSTU; e Ralf Zimmer, do PRD.

No Rio Grande do Sul, o atual vice-governador Gabriel Souza, do MDB, e mais seis políticos estão na disputa pelo Palácio Piratini. São eles: o deputado federal Luciano Zucco, do PL; Juliana Brizola, do PDT; César Pontes, do PCO; Marcelo Maranata, do PSDB; Priscila Voigt, do UP; e Rejane de Oliveira, do PSTU.

Os planos de governo de cada um dos candidatos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral em tse.jus.br.
  1:52 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 19:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça os candidatos aos governos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul nas eleições de outubro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703519&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703519&o=rss"></p>

<p>No Paraná, são oito os postulantes ao cargo de governador pelos próximos quatro anos. Adriano Funileiro, do PCO, disputa a cadeira principal do Palácio Iguaçu pela segunda vez. Também concorrem ao cargo Alexandre Salomão, do Partido MOBILIZA; Luiz França, do MISSÃO; o deputado estadual Requião Filho, do PDT; e o Professor Samuel de Mattos, do PSTU. Completam a lista Sandro Alex, do PSD, que tem o apoio do atual governador Ratinho Júnior; o senador Sergio Moro, do PL; e Tainá Miessa, do UP.</p>

<p>Assim como o Paraná, Santa Catarina também tem oito concorrentes ao governo do estado. O atual governador Jorginho Mello, do PL, tenta a reeleição. Ele enfrenta nas urnas Bruno Pedreiro, do PCO; Gelson Merisio, do PSB; o atual prefeito de Chapecó, João Rodrigues, do PSD; Laís Saúde, do UP; Marcelo Brigadeiro, do MISSÃO; Professor Marques Sodré, do PSTU; e Ralf Zimmer, do PRD.</p>

<p>No Rio Grande do Sul, o atual vice-governador Gabriel Souza, do MDB, e mais seis políticos estão na disputa pelo Palácio Piratini. São eles: o deputado federal Luciano Zucco, do PL; Juliana Brizola, do PDT; César Pontes, do PCO; Marcelo Maranata, do PSDB; Priscila Voigt, do UP; e Rejane de Oliveira, do PSTU.</p>

<p>Os planos de governo de cada um dos candidatos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral em tse.jus.br.</p>
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<item>
<title>Conheça os candidatos ao governo de Alagoas, Bahia e Sergipe</title>
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<description><![CDATA[ Conheça os candidatos ao governo dos estados de Alagoas, Bahia e Sergipe nas eleições de outubro.

Em Alagoas, quatro candidatos disputam o governo da terceira menor unidade federativa do país.


	JHC é o candidato pelo PSDB;
	Lenilda Luna disputa o governo estadual pela Unidade Popular;
	Márcio Jambo, pelo Democrata;
	Renan Filho tenta uma nova eleição pelo MDB.


Na Bahia, o quarto estado mais populoso do país, seis candidatos concorrem ao governo.


	Pelo União Brasil, ACM Neto é o candidato a governador;
	Ariel Capistrano disputa a eleição pelo Democracia Cristã;
	Aroldo Felix concorre pela Unidade Popular;
	Jerônimo Rodrigues, do PT, tenta a sua reeleição para governador;
	Maria Bona é a candidata pelo PCO;
	Ronaldo Mansur disputa o cargo pelo PSOL.


Em Sergipe, seis candidatos estão na corrida pelo governo do menor estado do Nordeste.


	Doutor Helton é o candidato pelo PSOL;
	Emanuel Cacho disputa pelo PSDB;
	Fábio Mitidieri, do PSD, quer a reeleição;
	Ricardo Marques concorre pelo PL;
	Taty Cristina de Jesus, pelo Democracia Cristã;
	Valmir de Francisquinho é o candidato pelo Republicanos.


Os planos de governo de cada um dos candidatos de Alagoas, Bahia e Sergipe estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral em tse.jus.br.
  1:42 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 19:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Conheça, candidatos, governo, Alagoas, Bahia, Sergipe</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça os candidatos ao governo dos estados de Alagoas, Bahia e Sergipe nas eleições de outubro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703517&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703517&o=rss"></p>

<p>Em Alagoas, quatro candidatos disputam o governo da terceira menor unidade federativa do país.</p>

<ul>
	<li>JHC é o candidato pelo PSDB;</li>
	<li>Lenilda Luna disputa o governo estadual pela Unidade Popular;</li>
	<li>Márcio Jambo, pelo Democrata;</li>
	<li>Renan Filho tenta uma nova eleição pelo MDB.</li>
</ul>

<p>Na Bahia, o quarto estado mais populoso do país, seis candidatos concorrem ao governo.</p>

<ul>
	<li>Pelo União Brasil, ACM Neto é o candidato a governador;</li>
	<li>Ariel Capistrano disputa a eleição pelo Democracia Cristã;</li>
	<li>Aroldo Felix concorre pela Unidade Popular;</li>
	<li>Jerônimo Rodrigues, do PT, tenta a sua reeleição para governador;</li>
	<li>Maria Bona é a candidata pelo PCO;</li>
	<li>Ronaldo Mansur disputa o cargo pelo PSOL.</li>
</ul>

<p>Em Sergipe, seis candidatos estão na corrida pelo governo do menor estado do Nordeste.</p>

<ul>
	<li>Doutor Helton é o candidato pelo PSOL;</li>
	<li>Emanuel Cacho disputa pelo PSDB;</li>
	<li>Fábio Mitidieri, do PSD, quer a reeleição;</li>
	<li>Ricardo Marques concorre pelo PL;</li>
	<li>Taty Cristina de Jesus, pelo Democracia Cristã;</li>
	<li>Valmir de Francisquinho é o candidato pelo Republicanos.</li>
</ul>

<p><strong>Os planos de governo de cada um dos candidatos de Alagoas, Bahia e Sergipe estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral em <a href="http://tse.jus.br/" target="_blank">tse.jus.br</a>.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:42</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Candidatos cumprem agenda na última segunda antes da eleição</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-cumprem-agenda-na-ultima-segunda-antes-da-eleicao</link>
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<description><![CDATA[ Agenda dos candidatos nessa última segunda-feira antes das eleições. Em São Paulo: Augusto Cury, do Avante, que se reúne com a Associação Nacional dos Transportes Rodoviários, com o Youtube e à noite, visita a Assembleia de Deus no Brás. Clariana Barão, do Democracia Cristã, que vai ao Mercado Municipal na hora do almoço. Também no Mercadão, mas no início da tarde estará Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), que primeiro vai ao Brás.

Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT), estará em Belém, no Pará, no evento Brasil pronto para Mais. Participam candidatos ao governo local e ao Senado e à Câmara.

Hertz Dias, do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), estará aqui em Brasília, na Universidade de Brasília (UnB), e depois concede entrevista ao site Metrópoles.

Renan Santos, do Missão, se reúne com apoiadores em Vitória, no Espírito Santo.

Romeu Zema, do Novo, em Caeté, Minas Gerais.

Ronaldo Caiado, do Partido Social Democrático (PSD), caminhada no Jardim Guanabara, em Goiânia.

Edmilson Costa, do Partido Comunista Brasileiro (PCB), Rui Costa Pimenta, do Partido da Causa Operária (PCO), Samara Martins, do Unidade Popular, Wilson Grassi, do Democrata, estão sem agenda ou terão reunião com a equipe de campanha.
  1:15 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 19:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, cumprem, agenda, última, segunda, antes, eleição</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Agenda dos candidatos nessa última segunda-feira antes das eleições. Em São Paulo: Augusto Cury, do Avante, que se reúne com a Associação Nacional dos Transportes Rodoviários, com o Youtube e à noite, visita a Assembleia de Deus no Brás. Clariana Barão, do Democracia Cristã, que vai ao Mercado Municipal na hora do almoço. Também no Mercadão, mas no início da tarde estará Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), que primeiro vai ao Brás.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703502&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703502&o=rss"></p>

<p>Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT), estará em Belém, no Pará, no evento Brasil pronto para Mais. Participam candidatos ao governo local e ao Senado e à Câmara.</p>

<p>Hertz Dias, do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), estará aqui em Brasília, na Universidade de Brasília (UnB), e depois concede entrevista ao site Metrópoles.</p>

<p>Renan Santos, do Missão, se reúne com apoiadores em Vitória, no Espírito Santo.</p>

<p>Romeu Zema, do Novo, em Caeté, Minas Gerais.</p>

<p>Ronaldo Caiado, do Partido Social Democrático (PSD), caminhada no Jardim Guanabara, em Goiânia.</p>

<p>Edmilson Costa, do Partido Comunista Brasileiro (PCB), Rui Costa Pimenta, do Partido da Causa Operária (PCO), Samara Martins, do Unidade Popular, Wilson Grassi, do Democrata, estão sem agenda ou terão reunião com a equipe de campanha.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:15</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>MP do fim das bets tramita no Congresso e fixa prazo de saque</title>
<link>https://apareceu.com/mp-do-fim-das-bets-tramita-no-congresso-e-fixa-prazo-de-saque</link>
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<description><![CDATA[ A Medida Provisória que acabou com as bets já está no Congresso Nacional aguardando a instalação da comissão mista.

A Câmara e o Senado terão até 120 dias para analisar e votar o texto em plenário.

Enquanto isso, a Medida Provisória estava valendo, valendo desde sexta-feira quando foi editada.

E tem alguns prazos já pra semana que vem.

O apostador tem até segunda-feira, dia 5, para retirar voluntariamente o saldo que tem lá aportado.

Segundo o Ministério da Fazenda, o valor é de R$ 1,7 bilhão que os apostadores brasileiros têm nas bets.

Os sites de apostas estão no ar somente para pedidos de retirada desse dinheiro.

E atenção: até segunda-feira que vem, às 23h59.

Entre 9 e 14 de outubro, os bancos farão a devolução desses valores.

Na terça-feira da próxima semana, dia 6, termina o prazo para todos os sites e aplicativos saírem do ar.

Estão proibidas todas as apostas online.

As de cota fixa, que é quando a pessoa já sabe o prêmio, mas também Tigrinho, Aviãozinho, Roleta Virtual, Blackjack, tudo.

O governo vai encaminhar um projeto de lei também tipificando os crimes relacionados aos jogos online com penas de até 6 anos de prisão, além de multa.

Depois que a MP entrou em vigor, os clubes de futebol passaram a se articular.

Discutem o assunto e têm a expectativa de se reunirem com o Ministério do Esporte e com a CBF para tratar dos impactos da MP.

Uma consulta pública foi aberta no site da Câmara e do Senado, ali na parte da tramitação da Medida Provisória.

É a MP 1394 de 2026.

E de sexta-feira até esta segunda, o placar por enquanto está em 182 mil votos a favor do fim das bets e 69 mil contrários, bem menos da metade.
  2:06 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 19:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>fim, das, bets, tramita, Congresso, fixa, prazo, saque</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Medida Provisória que acabou com as bets já está no Congresso Nacional aguardando a instalação da comissão mista.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703542&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703542&o=rss"></p>

<p>A Câmara e o Senado terão até 120 dias para analisar e votar o texto em plenário.</p>

<p>Enquanto isso, a Medida Provisória estava valendo, valendo desde sexta-feira quando foi editada.</p>

<p>E tem alguns prazos já pra semana que vem.</p>

<p>O apostador tem até segunda-feira, dia 5, para retirar voluntariamente o saldo que tem lá aportado.</p>

<p>Segundo o Ministério da Fazenda, o valor é de R$ 1,7 bilhão que os apostadores brasileiros têm nas bets.</p>

<p>Os sites de apostas estão no ar somente para pedidos de retirada desse dinheiro.</p>

<p>E atenção: até segunda-feira que vem, às 23h59.</p>

<p>Entre 9 e 14 de outubro, os bancos farão a devolução desses valores.</p>

<p><strong>Na terça-feira da próxima semana, dia 6, termina o prazo para todos os sites e aplicativos saírem do ar.</strong></p>

<p>Estão proibidas todas as apostas online.</p>

<p>As de cota fixa, que é quando a pessoa já sabe o prêmio, mas também Tigrinho, Aviãozinho, Roleta Virtual, Blackjack, tudo.</p>

<p>O governo vai encaminhar um projeto de lei também tipificando os crimes relacionados aos jogos online com penas de até 6 anos de prisão, além de multa.</p>

<p>Depois que a MP entrou em vigor, os clubes de futebol passaram a se articular.</p>

<p>Discutem o assunto e têm a expectativa de se reunirem com o Ministério do Esporte e com a CBF para tratar dos impactos da MP.</p>

<p>Uma consulta pública foi aberta no site da Câmara e do Senado, ali na parte da tramitação da Medida Provisória.</p>

<p>É a MP 1394 de 2026.</p>

<p><strong>E de sexta-feira até esta segunda, o placar por enquanto está em 182 mil votos a favor do fim das bets e 69 mil contrários, bem menos da metade.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:06</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>60% das mulheres já desistiram de viajar por medo de violência</title>
<link>https://apareceu.com/60-das-mulheres-ja-desistiram-de-viajar-por-medo-de-violencia</link>
<guid>https://apareceu.com/60-das-mulheres-ja-desistiram-de-viajar-por-medo-de-violencia</guid>
<description><![CDATA[ Diante dos avanços tecnológicos, sociais e culturais, o turismo tem se tornando cada vez mais dinâmico e personalizado para atender diferentes públicos, como o de mulheres que, seja a trabalho ou por lazer, tem viajado cada vez mais e, muitas vezes, sozinhas. Mas a segurança ainda pesa na escolha do destino. 

Levantamento realizado pelo Ministério do Turismo em parceria com a UNESCO mostra que seis em cada dez mulheres dizem já ter desistido de uma viagem por medo da violência. E 60,6% delas relataram ter passado por alguma situação que provocou sensação de insegurança.

Guia da viajante

Para melhorar as condições de viagem desse grupo, o Ministério do Turismo disponibiliza, em seu site, o Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas, com orientações sobre planejamento, transporte, hospedagem e canais de apoio para viajar com mais autonomia e segurança.

Em cada capítulo, é possível conhecer histórias, saber mais sobre o perfil das viajantes, entender as dúvidas e os medos mais comuns, além de receber dicas de segurança para todas as etapas de uma viagem, entre hospedagem, transporte e também conhecer os direitos de cada viajante.

Dicas de segurança

Entre as dicas para antes de viajar, por exemplo, o guia sugere pesquisar o destino, planejar os deslocamentos e verificar as condições da hospedagem. Recomenda-se pedir os contatos da recepção e dos canais de apoio, além de solicitar que o número do quarto não seja anunciado em voz alta.

Em viagens por aplicativo, a orientação é conferir a placa, o modelo do veículo e a identificação do motorista antes de entrar.

Dia Mundial do Turismo

Neste domingo, 27 de setembro, foi celebrado o Dia Mundial do Turismo. Criada pela ONU, a data chama a atenção para o papel da atividade na vida das pessoas e das comunidades. 
  2:22 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 19:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Diante dos avanços tecnológicos, sociais e culturais, o <strong>turismo</strong> tem se tornando cada vez mais dinâmico e personalizado para atender diferentes públicos, como o de<strong> mulheres</strong> que, seja a <strong>trabalho</strong> ou por <strong>lazer</strong>, tem <strong>viajado</strong> cada vez mais e, muitas vezes, <strong>sozinhas</strong>. Mas a segurança ainda pesa na escolha do destino. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703540&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703540&o=rss"></p>

<p>Levantamento realizado pelo <strong>Ministério do Turismo </strong>em parceria com a UNESCO mostra que seis em cada dez mulheres dizem já ter desistido de uma viagem por medo da violência. E 60,6% delas relataram ter passado por alguma situação que provocou sensação de insegurança.</p>

<h3>Guia da viajante</h3>

<p>Para melhorar as condições de viagem desse grupo, o Ministério do Turismo disponibiliza, em seu site, o <a href="https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/noticias/2026/setembro-defeso-eleitoral/mulheres-que-viajam-sozinhas.pdf/@@display-file/file">Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas</a>, com orientações sobre planejamento, transporte, hospedagem e canais de apoio para viajar com mais autonomia e segurança.</p>

<p>Em cada capítulo, é possível conhecer histórias, saber mais sobre o perfil das viajantes, entender as dúvidas e os medos mais comuns, além de receber <strong>dicas de segurança</strong> para todas as etapas de uma viagem, entre hospedagem, transporte e também conhecer os direitos de cada viajante.</p>

<h3>Dicas de segurança</h3>

<p>Entre as dicas para antes de viajar, por exemplo, o guia sugere pesquisar o destino, planejar os deslocamentos e verificar as condições da hospedagem. Recomenda-se pedir os contatos da recepção e dos canais de apoio, além de solicitar que o número do quarto não seja anunciado em voz alta.</p>

<p>Em viagens por aplicativo, a orientação é conferir a placa, o modelo do veículo e a identificação do motorista antes de entrar.</p>

<h3>Dia Mundial do Turismo</h3>

<p>Neste domingo, 27 de setembro, foi celebrado o Dia Mundial do Turismo. Criada pela ONU, a data chama a atenção para o papel da atividade na vida das pessoas e das comunidades. </p>
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</item>

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<title>Aplicativo e&#45;Título poderá ser baixado mesmo nos dias de votação</title>
<link>https://apareceu.com/aplicativo-e-titulo-podera-ser-baixado-mesmo-nos-dias-de-votacao</link>
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<description><![CDATA[ A partir desta eleição, será possível baixar o aplicativo e-Título mesmo nos dias de votação, tanto no primeiro quanto no segundo turno. A novidade foi anunciada nesta quinta-feira (24) pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, durante sessão plenária da Corte. Em eleições anteriores, o download e o primeiro acesso ao e-Título eram suspensos nos dias de votação para evitar sobrecarga no sistema.

De acordo com Nunes Marques, as melhorias feitas no aplicativo permitirão emissão da versão digital do título de eleitor inclusive no dia da eleição. O ministro também destacou que a nova versão reúne mais serviços.


&quot;O TSE, confiante nos melhoramentos de infraestrutura promovidos, permitirá que a emissão do documento seja feita inclusive nos dias de votação. Além de dar segurança para o uso em larga escala, a nova versão do aplicativo também reúne mais serviços em um único ambiente, como quitação de débitos por Pix ou cartão. O e-Título permite, da mesma forma, que a Justiça Eleitoral se comunique diretamente com o eleitorado, por meio de notificações diretamente no celular.&quot;


A Justiça Eleitoral, no entanto, recomenta que os eleitores baixem o e-Título e ativem o aplicativo com antecedência. Além de informar dados pessoais, é preciso confirmar a identidade respondendo a perguntas de segurança e fazer o reconhecimento facial.

Para usar o e-Título na hora de votar, o eleitor deve apresentar o documento na tela do celular ou do tablet. O print de tela do aplicativo não será aceito como documento de identificação. Quem não tiver fotografia no e-Título precisa apresentar também um documento oficial com foto.

*Com produção de Hélder Castro

Matéria atualizada para correção de informações às 19h22.
  1:58 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta eleição, será possível baixar o aplicativo e-Título mesmo nos dias de votação, tanto no primeiro quanto no segundo turno. <strong>A novidade foi anunciada nesta quinta-feira (24) pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, durante sessão plenária da Corte.</strong> Em eleições anteriores, o download e o primeiro acesso ao e-Título eram suspensos nos dias de votação para evitar sobrecarga no sistema.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703269&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703269&o=rss"></p>

<p>De acordo com <strong>Nunes Marques</strong>, as melhorias feitas no aplicativo permitirão emissão da versão digital do título de eleitor inclusive no dia da eleição. O ministro também destacou que a nova versão reúne mais serviços.</p>

<blockquote>
<p>"O TSE, confiante nos melhoramentos de infraestrutura promovidos, permitirá que a emissão do documento seja feita inclusive nos dias de votação. Além de dar segurança para o uso em larga escala, a nova versão do aplicativo também reúne mais serviços em um único ambiente, como quitação de débitos por Pix ou cartão. O e-Título permite, da mesma forma, que a Justiça Eleitoral se comunique diretamente com o eleitorado, por meio de notificações diretamente no celular."</p>
</blockquote>

<p><strong>A Justiça Eleitoral, no entanto, recomenta que os eleitores baixem o e-Título e ativem o aplicativo com antecedência.</strong> Além de informar dados pessoais, é preciso confirmar a identidade respondendo a perguntas de segurança e fazer o reconhecimento facial.</p>

<p>Para usar o e-Título na hora de votar, o eleitor deve apresentar o documento na tela do celular ou do tablet. <strong>O print de tela do aplicativo não será aceito como documento de identificação.</strong> Quem não tiver fotografia no e-Título precisa apresentar também um documento oficial com foto.</p>

<p><em>*Com produção de Hélder Castro</em></p>

<p><u><em>Matéria atualizada para correção de informações às 19h22.</em></u></p>
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<title>TSE barra candidatura de Arruda para o governo do DF</title>
<link>https://apareceu.com/tse-barra-candidatura-de-arruda-para-o-governo-do-df</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-barra-candidatura-de-arruda-para-o-governo-do-df</guid>
<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral barrou a candidatura de José Roberto Arruda (PSD) ao governo do Distrito Federal. O plenário rejeitou por cinco votos a dois o recurso que pretendia mantê-lo na disputa. Dessa forma, venceu o voto do ministro Dias Toffoli, relator do processo.

Arruda tentava reverter uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral do DF. A Corte rejeitou a candidatura dele por causa de condenações por corrupção quando ele era governador, em 2009.

A defesa alegou que mudanças na Lei da Ficha Limpa, no ano passado, permitiam que ele concorresse. Isso porque as condenações são conexas, logo o período de inelegibilidade deveria ser contado apenas da primeira condenação. Assim, ele já estaria livre para a disputa.

Durante o julgamento, José Eduardo Cardozo, advogado de Arruda, afirmou que ainda existem dúvidas sobre a aplicação da lei.


&quot;Estamos dando uma interpretação ampliativa para restrição de direitos. É aquela velha máxima, senhor presidente, na dúvida, que prevaleça a democracia&quot;.  


O vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, lembrou as condenações de Arruda para defender que a candidatura fosse barrada.


&quot;O candidato recorrente acumula sete condenações colegiadas por atos dolosos de improbidade administrativa,  todas com reconhecimento de lesão ao erário e enriquecimento ilícito.&quot; 


Ao votar, o ministro Dias Toffoli argumentou que, apesar das mudanças, os motivos de inelegibilidade permanecem, como as condenações colegiadas.

Dr. Furlan

Já no caso de Dr. Furlan, que concorre ao governo do Amapá (PSD) o julgamento sobre a candidatura dele foi suspenso após pedido de vista do ministro André Mendonça. Toffoli, relator dessa ação, votou para rejeitar o registro.

* Com informações da Agência Brasil e colaboração de Sayonara Moreno.
  1:37 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral <strong>barrou a candidatura de José Roberto Arruda</strong> (PSD) ao governo do Distrito Federal. O <strong>plenário rejeitou</strong> por cinco votos a dois o recurso que pretendia mantê-lo na disputa. Dessa forma, venceu o voto do ministro Dias Toffoli, relator do processo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703262&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703262&o=rss"></p>

<p>Arruda tentava reverter uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral do DF. A Corte rejeitou a candidatura dele por causa de <strong>condenações por corrupção </strong>quando ele era governador, em 2009.</p>

<p>A defesa alegou que mudanças na <strong>Lei da Ficha Limpa</strong>, no ano passado, permitiam que ele concorresse. Isso porque as condenações são conexas, logo o período de inelegibilidade deveria ser contado apenas da primeira condenação. Assim, ele já estaria livre para a disputa.</p>

<p>Durante o julgamento, José Eduardo Cardozo, advogado de Arruda, afirmou que ainda existem dúvidas sobre a aplicação da lei.</p>

<blockquote>
<p>"Estamos dando uma interpretação ampliativa para restrição de direitos. É aquela velha máxima, senhor presidente, na dúvida, que prevaleça a democracia".  </p>
</blockquote>

<p>O vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, lembrou as condenações de Arruda para defender que a candidatura fosse barrada.</p>

<blockquote>
<p>"O candidato recorrente acumula sete condenações colegiadas por atos dolosos de improbidade administrativa,  todas com reconhecimento de lesão ao erário e enriquecimento ilícito." </p>
</blockquote>

<p>Ao votar, o ministro Dias Toffoli argumentou que, apesar das mudanças, os motivos de inelegibilidade permanecem, como as condenações colegiadas.</p>

<h3>Dr. Furlan</h3>

<p>Já no caso de Dr. Furlan, que concorre ao governo do Amapá (PSD) o julgamento sobre a candidatura dele foi <strong>suspenso após pedido de vista</strong> do ministro André Mendonça. Toffoli, relator dessa ação, votou para rejeitar o registro.</p>

<h5>* Com informações da Agência Brasil e colaboração de Sayonara Moreno.</h5>
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</item>

<item>
<title>Campanha se intensifica e presidenciáveis visitam sete Estados</title>
<link>https://apareceu.com/campanha-se-intensifica-e-presidenciaveis-visitam-sete-estados</link>
<guid>https://apareceu.com/campanha-se-intensifica-e-presidenciaveis-visitam-sete-estados</guid>
<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência da República dividiram a agenda desta quinta-feira (24) entre sete estados: Rio de Janeiro, Alagoas, Goiás, São Paulo, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas e, principalmente, Minas Gerais.

Em São Gonçalo (RJ), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caminhou pelo centro da cidade ao lado do candidato ao governo do estado Eduardo Paes e os candidatos ao senado Benedita da Silva e Pedro Paulo. Depois seguiu para Maceió, capital alagoana, onde participou do evento &quot;Brasil Pronto pra Mais&quot;, ao lado de Renan Filho, na parte da noite.

Em Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) começou o dia com entrevista por videoconferência ao Programa &quot;Primeira Hora&quot;, da Rádio Acústica, do Rio Grande do Sul. Depois fez uma caminhada pela região Noroeste de Goiânia. À tarde, seguiu para uma carreata em Senador Canedo e, à noite, participa de reunião de campanha na capital goiana.

O interior paulista reuniu dois candidatos: Romeu Zema (Novo) deu entrevista à Jovem Pan Campinas, caminhou pelo comércio de Holambra e almoçou com apoiadores na cidade. À tarde, esteve em Jaguariúna, onde se reuniu com empresários e visitou o Centro de Referência em Autismo do município.

Ainda no estado de São Paulo, Renan Santos (Missão) teve encontros com apoiadores em Piracicaba e São Carlos. À noite teve compromisso de campanha em Ribeirão Preto. 

Já na capital paulista, Samara Martins (UP) reservou o dia para entrevistas e gravações. E o veterinário Wilson Grassi (Democrata) cumpriu agenda interna de campanha.

Clariana Barão (DC) deu entrevista ao portal Pleno News e fez uma live no Instagram no período da noite.

Rui Costa Pimenta (PCO), participou do programa &quot;Análise Internacional&quot;, transmitido pelo canal do Diário Causa Operária no YouTube, e depois teve reunião com a coordenação de campanha.

Augusto Cury (Avante) começou o dia em Belo Horizonte, onde compareceu ao velório do empresário Bruno Avelar antes de embarcar para a turnê por Centro-Oeste e Norte. Em Cuiabá (MT), visitou a Casa Cury e o Shopping Popular. Em Porto Velho (RO) falou com a imprensa no desembarque e participou de carreata pela cidade. À noite, em Manaus (AM) teve encontro com apoiadores e lideranças do Avante na sede estadual do partido.

Hertz Dias (PSTU)  também cumpriu agenda em Belo Horizonte e Juatuba. Pela manhã, fez panfletagem na Universidade Federal de Minas Gerais e na Praça Sete, além de almoço no Mercado Central. À tarde, fez panfletagem em uma fábrica em Juatuba. À noite, participou de um debate sobre o programa do partido para o Brasil, em Belo Horizonte.

Pelo interior de Minas Gerais, Flávio Bolsonaro (PL) circulou por Teófilo Otoni em torno do &quot;bloquinho do Nikolas Ferreira&quot; e, à noite, seguiu para outro ato do tipo em Governador Valadares.

Edmilson Costa (PCB) também passou pelo estado de manhã, com panfletagem no Ceasa Minas, em Contagem, antes de seguir para o Rio de Janeiro.
  3:26 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 04:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República dividiram a agenda desta quinta-feira (24) entre sete estados: <strong>Rio de Janeiro, Alagoas, Goiás, São Paulo, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas e, principalmente, Minas Gerais</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703284&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703284&o=rss"></p>

<p>Em São Gonçalo (RJ), o presidente Luiz Inácio <strong>Lula da Silva </strong>(PT) caminhou pelo centro da cidade ao lado do candidato ao governo do estado Eduardo Paes e os candidatos ao senado Benedita da Silva e Pedro Paulo. Depois seguiu para Maceió, capital alagoana, onde participou do evento "Brasil Pronto pra Mais", ao lado de Renan Filho, na parte da noite.</p>

<p>Em Goiás, <strong>Ronaldo Caiado </strong>(PSD) começou o dia com entrevista por videoconferência ao Programa "Primeira Hora", da Rádio Acústica, do Rio Grande do Sul. Depois fez uma caminhada pela região Noroeste de Goiânia. À tarde, seguiu para uma carreata em Senador Canedo e, à noite, participa de reunião de campanha na capital goiana.</p>

<p>O interior paulista reuniu dois candidatos: <strong>Romeu Zema </strong>(Novo) deu entrevista à Jovem Pan Campinas, caminhou pelo comércio de Holambra e almoçou com apoiadores na cidade. À tarde, esteve em Jaguariúna, onde se reuniu com empresários e visitou o Centro de Referência em Autismo do município.</p>

<p>Ainda no estado de São Paulo,<strong> Renan Santos</strong> (Missão) teve encontros com apoiadores em Piracicaba e São Carlos. À noite teve compromisso de campanha em Ribeirão Preto. </p>

<p>Já na capital paulista, <strong>Samara Martins</strong> (UP) reservou o dia para entrevistas e gravações. E o veterinário <strong>Wilson Grassi</strong> (Democrata) cumpriu agenda interna de campanha.</p>

<p><strong>Clariana Barão </strong>(DC) deu entrevista ao portal Pleno News e fez uma live no Instagram no período da noite.</p>

<p><strong>Rui Costa Pimenta </strong>(PCO), participou do programa "Análise Internacional", transmitido pelo canal do Diário Causa Operária no YouTube, e depois teve reunião com a coordenação de campanha.</p>

<p><strong>Augusto Cury</strong> (Avante) começou o dia em Belo Horizonte, onde compareceu ao velório do empresário Bruno Avelar antes de embarcar para a turnê por Centro-Oeste e Norte. Em Cuiabá (MT), visitou a Casa Cury e o Shopping Popular. Em Porto Velho (RO) falou com a imprensa no desembarque e participou de carreata pela cidade. À noite, em Manaus (AM) teve encontro com apoiadores e lideranças do Avante na sede estadual do partido.</p>

<p><strong>Hertz Dias </strong>(PSTU)  também cumpriu agenda em Belo Horizonte e Juatuba. Pela manhã, fez panfletagem na Universidade Federal de Minas Gerais e na Praça Sete, além de almoço no Mercado Central. À tarde, fez panfletagem em uma fábrica em Juatuba. À noite, participou de um debate sobre o programa do partido para o Brasil, em Belo Horizonte.</p>

<p>Pelo interior de Minas Gerais, <strong>Flávio Bolsonaro</strong> (PL) circulou por Teófilo Otoni em torno do "bloquinho do Nikolas Ferreira" e, à noite, seguiu para outro ato do tipo em Governador Valadares.</p>

<p><strong>Edmilson Costa</strong> (PCB) também passou pelo estado de manhã, com panfletagem no Ceasa Minas, em Contagem, antes de seguir para o Rio de Janeiro.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:26</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Vídeo falso usa imagens da pandemia para afastar eleitores das urnas</title>
<link>https://apareceu.com/video-falso-usa-imagens-da-pandemia-para-afastar-eleitores-das-urnas</link>
<guid>https://apareceu.com/video-falso-usa-imagens-da-pandemia-para-afastar-eleitores-das-urnas</guid>
<description><![CDATA[ Um boato nas redes sociais tenta desestimular a participação nas eleições do dia 04 de outubro. A Justiça Eleitoral alerta que é falsa a orientação para que eleitores de determinada candidatura à Presidência da República deixem de ir às urnas. 

Em um vídeo que vem sendo compartilhado na internet, uma influenciadora afirma que quem pretende votar em um candidato específico deveria ficar em casa no dia da eleição. As imagens são acompanhadas por gravações de artistas e de um candidato feitas durante a pandemia de covid-19, quando a orientação era evitar aglomerações.

Segundo a Justiça Eleitoral, o conteúdo é enganoso. A recomendação oficial é participar do processo eleitoral, independentemente de posicionamento político, contribuindo para a escolha dos representantes e o fortalecimento da democracia.

Vale lembrar que o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos. Jovens de 16 e 17 anos, pessoas analfabetas e maiores de 70 anos tem voto facultativo.  Quem não puder comparecer às urnas deve justificar a ausência, que pode ser feita pelo aplicativo e-título.

As imagens utilizadas no vídeo foram gravadas durante a pandemia, quando campanhas de saúde pública incentivavam a população a ficar em casa para reduzir a transmissão do coronavírus. Portanto, essas mensagens não têm nenhuma relação com a eleição deste ano.

O primeiro turno acontece no dia 4 de outubro. A votação começa às 8h e vai até às 17h da tarde, pelo horário de Brasília. Nos locais em que houver segundo turno, a eleição vai acontecer no dia 25 de outubro, no mesmo horário.

Neste ano, os brasileiros vão escolher presidente, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais. No Distrito Federal, a votação é para deputado distrital. 

O seu local de votação pode ser consultado no site: tse.jus.br
  2:38 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 04:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Um boato nas redes sociais tenta<strong> desestimular a participação nas eleições</strong> do dia 04 de outubro. A Justiça Eleitoral alerta que é <strong>falsa</strong> a orientação para que eleitores de determinada candidatura à Presidência da República deixem de ir às urnas. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703275&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703275&o=rss"></p>

<p>Em um vídeo que vem sendo compartilhado na internet, uma influenciadora afirma que quem pretende votar em um candidato específico deveria ficar em casa no dia da eleição. As imagens são acompanhadas por <strong>gravações de artistas e de um candidato feitas durante a pandemia de covid-19</strong>, quando a orientação era evitar aglomerações.</p>

<p>Segundo a Justiça Eleitoral, o conteúdo é enganoso. A recomendação oficial é participar do processo eleitoral, independentemente de posicionamento político, contribuindo para a escolha dos representantes e o fortalecimento da democracia.</p>

<p>Vale lembrar que o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos. Jovens de 16 e 17 anos, pessoas analfabetas e maiores de 70 anos tem voto facultativo.  Quem não puder comparecer às urnas deve justificar a ausência, que pode ser feita pelo aplicativo e-título.</p>

<p>As imagens utilizadas no vídeo foram gravadas durante a pandemia, quando campanhas de saúde pública incentivavam a população a ficar em casa para reduzir a transmissão do coronavírus. Portanto, essas mensagens não têm nenhuma relação com a eleição deste ano.</p>

<p>O primeiro turno acontece no dia 4 de outubro. A votação começa às 8h e vai até às 17h da tarde, pelo horário de Brasília. Nos locais em que houver segundo turno, a eleição vai acontecer no dia 25 de outubro, no mesmo horário.</p>

<p>Neste ano, os brasileiros vão escolher presidente, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais. No Distrito Federal, a votação é para deputado distrital. </p>

<p>O seu local de votação pode ser consultado no site: <a href="http://tse.jus.br/">tse.jus.br</a></p>
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<item>
<title>Espalhar santinhos em locais de votação pode levar a prisão por 1 ano</title>
<link>https://apareceu.com/espalhar-santinhos-em-locais-de-votacao-pode-levar-a-prisao-por-1-ano</link>
<guid>https://apareceu.com/espalhar-santinhos-em-locais-de-votacao-pode-levar-a-prisao-por-1-ano</guid>
<description><![CDATA[ Quem espalha santinhos em local de votação ou vias próximas, inclusive na véspera da eleição, comete infração de propaganda irregular e pode ser multado. O derrame do material impresso no dia da eleição pode levar à detenção de 6 meses a um ano e multa no valor entre R$ 5.320 e R$ 15.961,50.

O vice-presidente do TRE-SP e corregedor regional eleitoral, Roberto Maia Filho, destacou que, além de ser considerado crime, espalhar santinhos também pode trazer riscos à população, especialmente aos idosos.


&quot;Nós trouxemos aqui várias várias notícias concretas, comprovadas, de eleitores idosos, principalmente, que escorregaram, se lesionaram, uma eleitora que perdeu a visão e uma eleitora na cidade de Bauru, em 2012, que morreu decorrente de uma fratura no fêmur ou na bacia, salvo engano, porque escorregou em propaganda eleitoral na véspera da eleição. Isso é inadmissível.&quot;


É possível fazer a denúncia de propaganda irregular, como faixas em viadutos e passarelas, por meio do aplicativo chamado Pardal, que pode ser baixado de forma gratuita no celular. Desenvolvida pela Justiça Eleitoral, a ferramenta permite que o cidadão encaminhe fotos, vídeos ou áudios que demonstrem a ocorrência.

O TRE recomenda que os dirigentes partidários conversem com seus candidatos sobre o derrame de santinhos. De acordo com o órgão, haverá reforço na fiscalização e os agentes poderão fotografar e filmar o local para identificar candidatos e partidos que constam na propaganda irregular. A norma divulgada pelo TRE também busca manter a limpeza das vias e diminuir a poluição ambiental.

O estado de São Paulo é o maior colégio eleitoral do país: são mais de 34 milhões de pessoas aptas a votar - o que representa cerca de 21% do eleitorado nacional. Para o primeiro turno das eleições, o estado conta com cerca de 115 mil urnas eletrônicas; quase 30 mil serão utilizadas na cidade de São Paulo.

* Com colaboração de Elaine Patricia Cruz.
 
  2:28 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 04:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Quem espalha santinhos em local de votação ou vias próximas, inclusive na véspera da eleição, comete infração de propaganda irregular e pode ser multado. O derrame do material impresso no dia da eleição pode levar à detenção de 6 meses a um ano e multa no valor entre R$ 5.320 e R$ 15.961,50.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703289&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703289&o=rss"></p>

<p>O vice-presidente do TRE-SP e corregedor regional eleitoral, Roberto Maia Filho, destacou que, além de ser considerado crime, espalhar santinhos também pode trazer riscos à população, especialmente aos idosos.</p>

<blockquote>
<p>"Nós trouxemos aqui várias várias notícias concretas, comprovadas, de eleitores idosos, principalmente, que escorregaram, se lesionaram, uma eleitora que perdeu a visão e uma eleitora na cidade de Bauru, em 2012, que morreu decorrente de uma fratura no fêmur ou na bacia, salvo engano, porque escorregou em propaganda eleitoral na véspera da eleição. Isso é inadmissível."</p>
</blockquote>

<p>É possível fazer a denúncia de propaganda irregular, como faixas em viadutos e passarelas, por meio do aplicativo chamado <a href="https://www.tse.jus.br/eleicoes/pardal-eleicoes-2026" target="_blank">Pardal</a>, que pode ser baixado de forma gratuita no celular. Desenvolvida pela Justiça Eleitoral, a ferramenta permite que o cidadão encaminhe fotos, vídeos ou áudios que demonstrem a ocorrência.</p>

<p>O TRE recomenda que os dirigentes partidários conversem com seus candidatos sobre o derrame de santinhos. De acordo com o órgão, haverá reforço na fiscalização e os agentes poderão fotografar e filmar o local para identificar candidatos e partidos que constam na propaganda irregular. A norma divulgada pelo TRE também busca manter a limpeza das vias e diminuir a poluição ambiental.</p>

<p>O estado de São Paulo é o maior colégio eleitoral do país: são mais de 34 milhões de pessoas aptas a votar - o que representa cerca de 21% do eleitorado nacional. Para o primeiro turno das eleições, o estado conta com cerca de 115 mil urnas eletrônicas; quase 30 mil serão utilizadas na cidade de São Paulo.</p>

<p><em>* Com colaboração de Elaine Patricia Cruz.</em><br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">2:28</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Presidente Lula assina MP que proíbe as Bets no Brasil</title>
<link>https://apareceu.com/presidente-lula-assina-mp-que-proibe-as-bets-no-brasil</link>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula assinou nesta sexta-feira (25), em São Paulo, uma medida provisória que proíbe as Bets no país.

A medida busca enfrentar o endividamento das famílias brasileiras, que perderam mais de R$ 60 bilhões para as plataformas de apostas apenas no ano passado, segundo dados do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda.

A partir da publicação da MP, não é mais permitido aplicar valores em sites de apostas. O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que destacou o problema de saúde pública relacionado ao vício em Bets. O ministro explicou como vai funcionar o resgate de saldos.


&quot;Os sites ficarão disponíveis para as pessoas fazerem o resgate do seu dinheiro, do saldo que está remanescente nas contas, até às 23h59 do dia 5 de outubro.  Às 0h do dia 6 de outubro, haverá uma determinação para as lojas de aplicativos, para os conectores de rede no país via Anatel, para o CGI que controla a nossa internet, para que haja um bloqueio desses sites no país, redirecionando a informação para como as pessoas que ainda não conseguiram, até o dia 5 de outubro resgatar, que elas seguirão tendo todas as garantias de que vão ter o seu dinheiro de volta&quot;.


Nos casos em que o apostador não conseguir retirar o valor, os bancos que operam para as plataformas devolverão o dinheiro entre os dias 9 e 14 de outubro.&quot;

As bets terão até as 23h59 do dia 5 de outubro para remover peças e ações de publicidade, propaganda e marketing de meios físicos e digitais. O mesmo prazo vale para a retirada de marcas de contratos de patrocínio.

Histórico

As plataformas de apostas esportivas foram legalizadas no país em 2018, no final do governo de Michel Temer, mas só foram regulamentadas no fim de 2023, final do primeiro ano do governo Lula, quando foi sancionada a Lei das Bets. Pela lei, as empresas devem bloquear o acesso de usuários considerados compulsivos, mas, na prática, isso não acontecia.

De acordo com a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, existem 188 Bets autorizadas em operação no país.

Desenrola

Durante o evento, além do veto às plataformas, também foi anunciado o novo programa Desenrola, voltado para a renegociação de dívidas atrasadas de pessoas físicas. Com o programa, inadimplentes terão o nome limpo e deverão valores menores ao governo.

Outro lado

Em nota, o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável, que representa as bets, afirmou que a proibição total das apostas de cota fixa representa uma ruptura do marco regulatório construído pelo Estado brasileiro e que coloca em risco uma atividade econômica que atua sob autorização, fiscalização e regras definidas pelo governo federal.

 

 

 
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<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula assinou nesta sexta-feira (25), em São Paulo, uma <strong>medida provisória que proíbe as Bets</strong> no país.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703404&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703404&o=rss"></p>

<p>A medida busca enfrentar o endividamento das famílias brasileiras, que <strong>perderam mais de R$ 60 bilhões</strong> para as <strong>plataformas de apostas</strong> apenas no ano passado, segundo dados do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda.</p>

<p>A partir da publicação da MP, não é mais permitido aplicar valores em sites de apostas. O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que destacou o <strong>problema de saúde pública</strong> relacionado ao vício em Bets. O ministro explicou como vai funcionar o resgate de saldos.</p>

<blockquote>
<p>"Os sites ficarão disponíveis para as pessoas fazerem o resgate do seu dinheiro, do saldo que está remanescente nas contas, até às 23h59 do dia 5 de outubro.  Às 0h do dia 6 de outubro, haverá uma determinação para as lojas de aplicativos, para os conectores de rede no país via Anatel, para o CGI que controla a nossa internet, para que haja um bloqueio desses sites no país, redirecionando a informação para como as pessoas que ainda não conseguiram, até o dia 5 de outubro resgatar, que elas seguirão tendo todas as garantias de que vão ter o seu dinheiro de volta".</p>
</blockquote>

<p>Nos casos em que o apostador não conseguir retirar o valor, os bancos que operam para as plataformas <strong>devolverão o dinheiro entre os dias 9 e 14 de outubro</strong>."</p>

<p>As bets terão até as 23h59 do dia 5 de outubro para <strong>remover peças e ações de publicidade</strong>, propaganda e marketing de meios físicos e digitais. O mesmo prazo vale para a retirada de marcas de contratos de patrocínio.</p>

<h3>Histórico</h3>

<p>As plataformas de apostas esportivas foram legalizadas no país em 2018, no final do governo de Michel Temer, mas só foram regulamentadas no fim de 2023, final do primeiro ano do governo Lula, quando foi sancionada a Lei das Bets. Pela lei, as empresas devem bloquear o acesso de usuários considerados compulsivos, mas, na prática, isso não acontecia.</p>

<p>De acordo com a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, existem <strong>188 Bets autorizadas em operação no país</strong>.</p>

<h3>Desenrola</h3>

<p>Durante o evento, além do veto às plataformas, também foi anunciado o <strong>novo programa Desenrola</strong>, voltado para a renegociação de dívidas atrasadas de pessoas físicas. Com o programa, inadimplentes terão o nome limpo e deverão valores menores ao governo.</p>

<h3>Outro lado</h3>

<p>Em nota, o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável, que representa as bets, afirmou que a proibição total das apostas de cota fixa representa uma ruptura do marco regulatório construído pelo Estado brasileiro e que coloca em risco uma atividade econômica que atua sob autorização, fiscalização e regras definidas pelo governo federal.</p>

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<title>Número de voluntários para trabalhar como mesários no Rio cresce 38%</title>
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<description><![CDATA[ O número de pessoas que se voluntariaram para trabalhar como mesárias no Rio de Janeiro cresceu 38%, em comparação com a eleição anterior, segundo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado. Os voluntários são quase 80% de todos os mesários no estado. Outro avanço em relação a eleição de 2024, quando eles representavam 56% do total. Com isso, o Rio de Janeiro é o segundo estado com maior participação de mesários voluntários nestas eleições, atrás apenas do Distrito Federal.

O trabalho dessas pessoas é fundamental. Entre as tarefas, estão organizar as filas, identificar os eleitores e habilitar o voto na urna, além de fiscalizar as seções e checar as cabines.

A publicitária Helena Aldé, de 26 anos, atua como mesária voluntária. O hábito vem da família: os pais dela também foram mesários quando jovens. Helena conta que se inscreveu assim que completou 18 anos.


&quot;Eu me candidatei no dia seguinte ao meu aniversário de 18 anos. Eu estava no TRE para me candidatar a mesária voluntária; foi uma coisa que eu sempre tive muita curiosidade em fazer. Para mim, trata-se, de fato, da energia do dia das eleições, é sobre sentir que eu estou exercendo o meu papel como cidadã e fazendo parte de um movimento muito maior.&quot;


Helena também destaca que é uma alegria exercer a função.


&quot;Eu acho que é um dia em que eu sei que todos os brasileiros, e o Brasil em toda a sua amplitude e diversidade, terão a mesma função, que é exercer o seu papel pela democracia. E saber que eu faço parte disso me dá uma alegria tremenda.&quot;


Incentivo

De acordo com o TRE do Rio, o aumento no número de mesários voluntários é fruto de projetos de incentivo, como o “Vem ser Mesário” e o “Programa mesário universitário”. Quem trabalha como mesário tem direito a duas folgas para cada dia de treinamento e para cada dia trabalhado nas eleições. Além disso recebe auxílio-alimentação de R$ 65 no dia da votação. Estudantes universitários podem usar as horas trabalhadas como crédito em atividades complementares e contabilização de estágio obrigatório para quem cursa Direito. O serviço também pode ser usado como critério de desempate em concursos públicos.

Eleitores a partir de 18 anos e que estejam em situação regular com a Justiça Eleitoral podem trabalhar como mesários. Entre os fatores de impedimento estão ser parente de candidatos até o segundo grau e integrar diretórios de partido político.
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<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O número de pessoas que se voluntariaram para trabalhar como mesárias no Rio de Janeiro cresceu 38%, em comparação com a eleição anterior, segundo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado. <strong>Os voluntários são quase 80% de todos os mesários no estado.</strong> Outro avanço em relação a eleição de 2024, quando eles representavam 56% do total. Com isso, o Rio de Janeiro é o segundo estado com maior participação de mesários voluntários nestas eleições, atrás apenas do Distrito Federal.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703401&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703401&o=rss"></p>

<p>O trabalho dessas pessoas é fundamental. Entre as tarefas, estão organizar as filas, identificar os eleitores e habilitar o voto na urna, além de fiscalizar as seções e checar as cabines.</p>

<p>A publicitária <strong>Helena Aldé</strong>, de 26 anos, atua como mesária voluntária. O hábito vem da família: os pais dela também foram mesários quando jovens. Helena conta que se inscreveu assim que completou 18 anos.</p>

<blockquote>
<p>"Eu me candidatei no dia seguinte ao meu aniversário de 18 anos. Eu estava no TRE para me candidatar a mesária voluntária; foi uma coisa que eu sempre tive muita curiosidade em fazer. Para mim, trata-se, de fato, da energia do dia das eleições, é sobre sentir que eu estou exercendo o meu papel como cidadã e fazendo parte de um movimento muito maior."</p>
</blockquote>

<p>Helena também destaca que é uma alegria exercer a função.</p>

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<p>"Eu acho que é um dia em que eu sei que todos os brasileiros, e o Brasil em toda a sua amplitude e diversidade, terão a mesma função, que é exercer o seu papel pela democracia. E saber que eu faço parte disso me dá uma alegria tremenda."</p>
</blockquote>

<h3>Incentivo</h3>

<p>De acordo com o TRE do Rio, o aumento no número de mesários voluntários é fruto de projetos de incentivo, como o “Vem ser Mesário” e o “Programa mesário universitário”. <strong>Quem trabalha como mesário tem direito a duas folgas para cada dia de treinamento e para cada dia trabalhado nas eleições. Além disso recebe auxílio-alimentação de R$ 65 no dia da votação.</strong> Estudantes universitários podem usar as horas trabalhadas como crédito em atividades complementares e contabilização de estágio obrigatório para quem cursa Direito. O serviço também pode ser usado como critério de desempate em concursos públicos.</p>

<p>Eleitores a partir de 18 anos e que estejam em situação regular com a Justiça Eleitoral podem trabalhar como mesários. Entre os fatores de impedimento estão ser parente de candidatos até o segundo grau e integrar diretórios de partido político.</p>
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<title>Candidatos à Presidência cumprem agendas de campanha pelo país</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-cumprem-agendas-de-campanha-pelo-pais</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-cumprem-agendas-de-campanha-pelo-pais</guid>
<description><![CDATA[ A poucos dias do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, os candidatos à Presidência da República cumpriram, nesta sexta-feira, agendas no último fim de semana de campanha antes das urnas, com compromissos espalhados por vários estados mais o Distrito Federal.

Renan Santos, do Missão, passou por Franca, no interior paulista, depois seguiu para Uberaba e Uberlândia, já em Minas Gerais. Em entrevista, o candidato propôs o fim da autonomia universitária para priorizar cursos de exatas e biológicas nas universidades federais. Questionado sobre a Previdência, afirmou que a reforma é inevitável.


&quot;Inclusive porque, se não fizer a reforma da Previdência, aí ninguém recebe. Porque o Brasil vai colapsar e não vai ter dinheiro para pagar nada. Ou, se continuar pagando da maneira como está, o Brasil vai estourar numa crise inflacionária e o seu dinheiro não vai valer porcaria nenhuma. Então, vai ter que reformar. Eu já estou avisando para todo mundo que o candidato que falar que não vai reformar a Previdência está mentindo.&quot;


Clariana Barão, do DC, cumpriu agenda em Santana de Parnaíba, também no interior de São Paulo.

Em Belo Horizonte, Hertz Dias, do PSTU, fez panfletagens na Santa Casa de Misericórdia, no Mercado Central, na PUC Coração Eucarístico e na Rua Sapucaí, no bairro Floresta, intercaladas por um almoço no Mercado Central.

Romeu Zema, do Novo, começou a manhã com entrevistas às rádios Portal FM, de Extrema, e Cidade 100.7 FM, de Cambuí, além de encontros com apoiadores nas duas cidades. À tarde, seguiu para Ouro Fino, onde também se encontrou com eleitores. Durante a passagem pelo Sul de Minas, Zema prometeu ampliar o crédito agrícola.


&quot;Eu vou aumentar o crédito rural, ampliá-lo com mais linhas de crédito, e vou fazer o seguro-safra para todo mundo. Hoje, é uma minoria que tem; o produtor, muitas vezes, fica no prejuízo quando chove muito ou quando faz sol demais, e eu quero eliminar esse risco do produtor rural.&quot;


Recife recebeu dois presidenciáveis. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva Lula, do PT, participou da caminhada &quot;Brasil Pronto pra Mais&quot;, ao lado do candidato ao governo de Pernambuco, João Campos. A concentração começou pela manhã, no Cais de Santa Rita, e o grupo seguiu até o Marco Zero.

Augusto Cury, do Avante, cumpriu agenda no comitê do partido, em Boa Viagem. À noite, ele viajou para Salvador, onde participou de culto na Igreja Batista Lírio dos Vales, na Pituba, dentro da programação da Conferência Resplandecer.

Em Brasília, Rui Costa Pimenta, do PCO, reuniu-se com a coordenação de campanha e concedeu entrevista ao canal do YouTube Bacci News. À noite, Rui Costa concedeu entrevista à PlayTV, com Bob Navarro.

No Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, do PL, participou, pela manhã, da formatura geral do curso de formação de praças da Polícia Militar, no Jardim Sulacap. À noite, o candidato seguiu para Jaguariúna, onde participou do Rodeo Festival.

Ainda no estado, Edmilson Costa, do PCB, esteve em Seropédica, em uma roda de conversa sobre os desafios da classe trabalhadora. Depois, seguiu para o Centro do Rio, onde participou de debate promovido pelo Movimento Nacional de Luta pela Moradia.

Em Goiás, Ronaldo Caiado, do PSD, promoveu carreatas em Quirinópolis, Itumbiara e Catalão ao longo da tarde. À noite, participou de reunião com apoiadores e com o candidato ao governo do estado Daniel Vilela, em Goiânia.

Nem todos os candidatos tiveram agenda pública. Samara Martins, do UP, reservou o dia para gravações e atividades internas da campanha, e Wilson Grassi, do Democrata, teve apenas uma reunião com a equipe de marketing.

Já o PRTB não divulgou compromissos públicos para Leonardo Avalanche, que assumiu a cabeça de chapa depois que o TSE barrou a candidatura de Pablo Marçal, em setembro.
  4:06 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 04:00:03 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A poucos dias do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, os candidatos à Presidência da República cumpriram, nesta sexta-feira, agendas no último fim de semana de campanha antes das urnas, com compromissos espalhados por vários estados mais o Distrito Federal.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703421&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703421&o=rss"></p>

<p><strong>Renan Santos, do Missão</strong>, passou por Franca, no interior paulista, depois seguiu para Uberaba e Uberlândia, já em Minas Gerais. Em entrevista, o candidato propôs o fim da autonomia universitária para priorizar cursos de exatas e biológicas nas universidades federais. Questionado sobre a Previdência, afirmou que a reforma é inevitável.</p>

<blockquote>
<p>"Inclusive porque, se não fizer a reforma da Previdência, aí ninguém recebe. Porque o Brasil vai colapsar e não vai ter dinheiro para pagar nada. Ou, se continuar pagando da maneira como está, o Brasil vai estourar numa crise inflacionária e o seu dinheiro não vai valer porcaria nenhuma. Então, vai ter que reformar. Eu já estou avisando para todo mundo que o candidato que falar que não vai reformar a Previdência está mentindo."</p>
</blockquote>

<p><strong>Clariana Barão, do DC</strong>, cumpriu agenda em Santana de Parnaíba, também no interior de São Paulo.</p>

<p>Em Belo Horizonte, <strong>Hertz Dias, do PSTU</strong>, fez panfletagens na Santa Casa de Misericórdia, no Mercado Central, na PUC Coração Eucarístico e na Rua Sapucaí, no bairro Floresta, intercaladas por um almoço no Mercado Central.</p>

<p><strong>Romeu Zema, do Novo</strong>, começou a manhã com entrevistas às rádios Portal FM, de Extrema, e Cidade 100.7 FM, de Cambuí, além de encontros com apoiadores nas duas cidades. À tarde, seguiu para Ouro Fino, onde também se encontrou com eleitores. Durante a passagem pelo Sul de Minas, Zema prometeu ampliar o crédito agrícola.</p>

<blockquote>
<p>"Eu vou aumentar o crédito rural, ampliá-lo com mais linhas de crédito, e vou fazer o seguro-safra para todo mundo. Hoje, é uma minoria que tem; o produtor, muitas vezes, fica no prejuízo quando chove muito ou quando faz sol demais, e eu quero eliminar esse risco do produtor rural."</p>
</blockquote>

<p>Recife recebeu dois presidenciáveis. O presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva Lula, do PT</strong>, participou da caminhada "Brasil Pronto pra Mais", ao lado do candidato ao governo de Pernambuco, João Campos. A concentração começou pela manhã, no Cais de Santa Rita, e o grupo seguiu até o Marco Zero.</p>

<p><strong>Augusto Cury, do Avante</strong>, cumpriu agenda no comitê do partido, em Boa Viagem. À noite, ele viajou para Salvador, onde participou de culto na Igreja Batista Lírio dos Vales, na Pituba, dentro da programação da Conferência Resplandecer.</p>

<p>Em Brasília, <strong>Rui Costa Pimenta, do PCO</strong>, reuniu-se com a coordenação de campanha e concedeu entrevista ao canal do YouTube Bacci News. À noite, Rui Costa concedeu entrevista à PlayTV, com Bob Navarro.</p>

<p>No Rio de Janeiro, <strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, participou, pela manhã, da formatura geral do curso de formação de praças da Polícia Militar, no Jardim Sulacap. À noite, o candidato seguiu para Jaguariúna, onde participou do Rodeo Festival.</p>

<p>Ainda no estado, <strong>Edmilson Costa, do PCB</strong>, esteve em Seropédica, em uma roda de conversa sobre os desafios da classe trabalhadora. Depois, seguiu para o Centro do Rio, onde participou de debate promovido pelo Movimento Nacional de Luta pela Moradia.</p>

<p>Em Goiás, <strong>Ronaldo Caiado, do PSD</strong>, promoveu carreatas em Quirinópolis, Itumbiara e Catalão ao longo da tarde. À noite, participou de reunião com apoiadores e com o candidato ao governo do estado Daniel Vilela, em Goiânia.</p>

<p>Nem todos os candidatos tiveram agenda pública. <strong>Samara Martins, do UP</strong>, reservou o dia para gravações e atividades internas da campanha, e <strong>Wilson Grassi, do Democrata</strong>, teve apenas uma reunião com a equipe de marketing.</p>

<p>Já o <strong>PRTB</strong> não divulgou compromissos públicos para <strong>Leonardo Avalanche</strong>, que assumiu a cabeça de chapa depois que o TSE barrou a candidatura de Pablo Marçal, em setembro.</p>
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<title>Ferramentas de IA seguem recomendado candidatos, aponta monitoramento</title>
<link>https://apareceu.com/ferramentas-de-ia-seguem-recomendado-candidatos-aponta-monitoramento</link>
<guid>https://apareceu.com/ferramentas-de-ia-seguem-recomendado-candidatos-aponta-monitoramento</guid>
<description><![CDATA[ Um monitoramento realizado pelo ITS Rio, Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio, em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), aponta que, em agosto, 20% das respostas fornecidas pelas ferramentas de inteligência artificial mais usadas no país recomendaram candidatos aos eleitores.

De acordo com a quinta rodada da pesquisa Boca de IA, divulgada nesta sexta-feira (25), as sugestões diretas de voto foram oferecidas pela Perplexity (89%), Meta IA (23%), Grok (14%) e DeepSeek (11%). Já as plataformas ChatGPT, Claude e Gemini não trouxeram indicações em nenhuma das respostas analisadas.

Estudo

Desde março, o estudo analisa se as sete ferramentas de IA mais populares no Brasil estão cumprindo a resolução do Tribunal Superior Eleitoral de 2026 que alterou as regras relativas à propaganda eleitoral para proibir que as plataformas façam rankings, sugiram ou priorizem candidatos, emitam opiniões ou façam qualquer tipo de favorecimento político-eleitoral.

A edição mais recente do estudo também revela que as ferramentas apresentam algum tipo de ranqueamento de candidatos em 86% das respostas analisadas no período. Além de listas de nomes ordenados por critérios que não o alfabético, a pesquisa classifica como ranqueamento as respostas que trazem algum tipo de preferência para candidaturas, como destaque visual, omissão de nomes ou sugestão direta de voto.

Na disputa presidencial, apenas quatro candidaturas aparecem em todas as sete IAs. Das 197 candidaturas aos governos estaduais registradas no TSE, apenas 20 foram citadas pelas ferramentas analisadas, segundo o levantamento.

A análise desses dados subsidia a atuação do Grupo de Trabalho sobre Desinformação na Internet, Interferência Cibernética na Democracia e Influência nas Eleições, do MPF. Integrantes desse GT realizam reuniões com representantes das empresas para tentar sanar problemas e garantir o cumprimento da resolução do TSE. Segundo o MPF, essa ação já tem apresentado resultados. Após reunião com a Google, por exemplo, a indicação de candidatos apareceu zerada para a IA Gemini.

Uma sexta rodada de análise está em produção. Os resultados serão divulgados antes do primeiro turno das eleições.
  2:56 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 04:00:03 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um monitoramento realizado pelo ITS Rio, Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio, em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), aponta que, em agosto, 20% das respostas fornecidas pelas ferramentas de inteligência artificial mais usadas no país recomendaram candidatos aos eleitores.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703413&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703413&o=rss"></p>

<p>De acordo com a quinta rodada da pesquisa Boca de IA, divulgada nesta sexta-feira (25), as sugestões diretas de voto foram oferecidas pela Perplexity (89%), Meta IA (23%), Grok (14%) e DeepSeek (11%). Já as plataformas ChatGPT, Claude e Gemini não trouxeram indicações em nenhuma das respostas analisadas.</p>

<h3>Estudo</h3>

<p>Desde março, o estudo analisa se as sete ferramentas de IA mais populares no Brasil estão cumprindo a resolução do Tribunal Superior Eleitoral de 2026 que alterou as regras relativas à propaganda eleitoral para proibir que as plataformas façam rankings, sugiram ou priorizem candidatos, emitam opiniões ou façam qualquer tipo de favorecimento político-eleitoral.</p>

<p><strong>A edição mais recente do estudo também revela que as ferramentas apresentam algum tipo de ranqueamento de candidatos em 86% das respostas analisadas no período.</strong> Além de listas de nomes ordenados por critérios que não o alfabético, a pesquisa classifica como ranqueamento as respostas que trazem algum tipo de preferência para candidaturas, como destaque visual, omissão de nomes ou sugestão direta de voto.</p>

<p>Na disputa presidencial, apenas quatro candidaturas aparecem em todas as sete IAs. Das 197 candidaturas aos governos estaduais registradas no TSE, apenas 20 foram citadas pelas ferramentas analisadas, segundo o levantamento.</p>

<p>A análise desses dados subsidia a atuação do Grupo de Trabalho sobre Desinformação na Internet, Interferência Cibernética na Democracia e Influência nas Eleições, do MPF. Integrantes desse GT realizam reuniões com representantes das empresas para tentar sanar problemas e garantir o cumprimento da resolução do TSE. Segundo o MPF, essa ação já tem apresentado resultados. Após reunião com a Google, por exemplo, a indicação de candidatos apareceu zerada para a IA Gemini.</p>

<p><strong>Uma sexta rodada de análise está em produção. Os resultados serão divulgados antes do primeiro turno das eleições.</strong></p>
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<title>Escolas particulares sem locais de votação terão aulas normais no DF</title>
<link>https://apareceu.com/escolas-particulares-sem-locais-de-votacao-terao-aulas-normais-no-df</link>
<guid>https://apareceu.com/escolas-particulares-sem-locais-de-votacao-terao-aulas-normais-no-df</guid>
<description><![CDATA[ O governo do Distrito Federal mudou o decreto que previa a suspensão em toda rede de ensino pública e privada nas duas sextas-feiras que antecedem o primeiro e o segundo turno das eleições, dias 2 e 23 de outubro.

Com a alteração do decreto, publicado em 11 de setembro, as escolas privadas que não forem requisitadas como locais de votação devem permanecer em funcionamento regular, com a manutenção integral das atividades, nestas datas. A mudança foi publicada no Diário Oficial do DF nesta segunda-feira (21).

Já as escolas públicas continuam com as aulas suspensas nos dias 02 e 23 de outubro, assim como as escolas particulares que forem locais de votação. Se não houver segundo turno, a medida será cancelada no dia 23 de outubro.

Para as creches, as atividades permanecem sem alterações.

A reposição de horas-aula na rede pública de ensino deve seguir as diretrizes da Secretaria de Estado de Educação. Para as escolas privadas que tiveram as aulas suspensas, a reposição ficará a critério de cada instituição. 

* Com informações da Agência Brasil 
  1:21 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Escolas, particulares, sem, locais, votação, terão, aulas, normais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Distrito Federal<strong> mudou o decreto</strong> que previa a suspensão em toda rede de ensino pública e privada nas duas sextas-feiras que antecedem o primeiro e o segundo turno das eleições, dias 2 e 23 de outubro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702934&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702934&o=rss"></p>

<p>Com a alteração do decreto, publicado em 11 de setembro, <strong>as escolas privadas que não forem requisitadas como locais de votação devem permanecer em funcionamento regular</strong>, com a manutenção integral das atividades, nestas datas. A mudança foi publicada no Diário Oficial do DF nesta segunda-feira (21).</p>

<p>Já as escolas públicas continuam com as aulas suspensas nos dias 02 e 23 de outubro, assim como as escolas particulares que forem locais de votação. Se não houver segundo turno, a medida será cancelada no dia 23 de outubro.</p>

<p>Para as creches, as atividades permanecem sem alterações.</p>

<p>A reposição de horas-aula na rede pública de ensino deve seguir as diretrizes da Secretaria de Estado de Educação. Para as escolas privadas que tiveram as aulas suspensas, a reposição ficará a critério de cada instituição. </p>

<h5>* Com informações da Agência Brasil </h5>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:21</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Candidatos à Presidência cumprem agenda pelo país nesta terça&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-cumprem-agenda-pelo-pais-nesta-terca-feira</link>
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<description><![CDATA[ Terça-feira (22) dos presidenciáveis… Augusto Cury, do Avante, em São Paulo, tem agenda de entrevistas. Faz caminhada na região do Brás e participa de sabatina da revista Veja.

Clariana Barão, do Democracia Cristã, está na Paraíba e participa de evento na capital, João Pessoa.

Edmilson Costa, do PCB, está em Belo Horizonte onde faz panfletagem e caminhada.

Hertz Dias, do PSTU, participa de podcast.

Já Flávio Bolsonaro, do PL, estará no Maranhão. Faz motocarreata e comício.

Romeu Zema, do Novo, em Poços de Caldas, Minas Gerais, tem almoço com empresários e depois caminhada no centro da cidade.

Já em Goiás, Ronaldo Caiado, do PSD, faz carreata em Buriti Alegre, em Morrinhos e, depois, tem reunião com lideranças em Luziânia.

Samara Martins, do Unidade Popular, participa de reunião interna do partido.

Wilson Grassi, do Democrata, grava material de campanha.

Rui Costa Pimenta, do PCO, Lula, do PT, e Renan Santos, do Missão, estão sem agenda de campanha para hoje.
  1:11 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, Presidência, cumprem, agenda, pelo, país, nesta, terça-feira</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira (22) dos presidenciáveis… Augusto Cury, do Avante, em São Paulo, tem agenda de entrevistas. Faz caminhada na região do Brás e participa de sabatina da revista Veja.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702956&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702956&o=rss"></p>

<p>Clariana Barão, do Democracia Cristã, está na Paraíba e participa de evento na capital, João Pessoa.</p>

<p>Edmilson Costa, do PCB, está em Belo Horizonte onde faz panfletagem e caminhada.</p>

<p>Hertz Dias, do PSTU, participa de podcast.</p>

<p>Já Flávio Bolsonaro, do PL, estará no Maranhão. Faz motocarreata e comício.</p>

<p>Romeu Zema, do Novo, em Poços de Caldas, Minas Gerais, tem almoço com empresários e depois caminhada no centro da cidade.</p>

<p>Já em Goiás, Ronaldo Caiado, do PSD, faz carreata em Buriti Alegre, em Morrinhos e, depois, tem reunião com lideranças em Luziânia.</p>

<p>Samara Martins, do Unidade Popular, participa de reunião interna do partido.</p>

<p>Wilson Grassi, do Democrata, grava material de campanha.</p>

<p>Rui Costa Pimenta, do PCO, Lula, do PT, e Renan Santos, do Missão, estão sem agenda de campanha para hoje.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:11</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Sabatinas, panfletagem e campanha de rua marcaram o dia dos candidatos</title>
<link>https://apareceu.com/sabatinas-panfletagem-e-campanha-de-rua-marcaram-o-dia-dos-candidatos</link>
<guid>https://apareceu.com/sabatinas-panfletagem-e-campanha-de-rua-marcaram-o-dia-dos-candidatos</guid>
<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência cumpriram agendas em vários estados do país nesta segunda-feira (21).

Em São Paulo, Augusto Cury (Avante) se reuniu, à tarde, com influenciadores digitais no QG da campanha, no Itaim Bibi, e depois participou de uma entrevista com a imprensa credenciada.

Renan Santos (Missão) também esteve em São Paulo e passou a manhã em Sorocaba e, à noite, participou de sabatina ao vivo no SBT, em Osasco.

Hertz Dias (PSTU) cumpriu agenda na capital paulista ao lado da candidata do PSTU ao governo estadual, Vera Lúcia. À tarde, os dois se encontraram, na sede do partido, com o professor e comunicador Thiago Torres, o &quot;Chavoso da USP&quot;. Na parte da noite, Dias participou do lançamento do livro &quot;Programa Revolucionário para o Brasil&quot;, na USP, ao lado do ambientalista Osmarino Amâncio.

No Rio Grande do Norte, Flávio Bolsonaro (PL) cumpriu agenda em Natal. À tarde, ele liderou uma motocarreata com concentração no Centro de Convenções da cidade, e à noite participou de comício na Praça Cívica.

Wilson Grassi (Democrata) embarcou para o Rio de Janeiro, onde se reuniu com dirigentes do partido, na sede da legenda.

Em Imperatriz (MA), Clariana Barão (DC) participou de um &quot;adesivaço&quot; na sede da maçonaria local, na Rua Alagoas.

Edmilson Costa (PCB) participou à noite, de uma conversa ao vivo no Youtube sobre educação, trabalho e juventude, ao lado da candidata a vice, Cleusa Santos.

Fechando a agenda do dia, o debate do podcast Flow reúne Augusto Cury, Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) no Teatro Baccarelli, em São Paulo.

Rui Costa Pimenta (PCO) e Samara Martins (UP) não divulgaram agenda de campanha para hoje.

O presidente Lula ( PT) não teve agenda de campanha nesta segunda.
  2:12 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência cumpriram agendas em vários estados do país nesta segunda-feira (21).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702945&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702945&o=rss"></p>

<p>Em São Paulo, <strong>Augusto Cury</strong> (Avante) se reuniu, à tarde, com influenciadores digitais no QG da campanha, no Itaim Bibi, e depois participou de uma entrevista com a imprensa credenciada.</p>

<p><strong>Renan Santos</strong> (Missão) também esteve em São Paulo e passou a manhã em Sorocaba e, à noite, participou de sabatina ao vivo no SBT, em Osasco.</p>

<p><strong>Hertz Dias</strong> (PSTU) cumpriu agenda na capital paulista ao lado da candidata do PSTU ao governo estadual, Vera Lúcia. À tarde, os dois se encontraram, na sede do partido, com o professor e comunicador Thiago Torres, o "Chavoso da USP". Na parte da noite, Dias participou do lançamento do livro "Programa Revolucionário para o Brasil", na USP, ao lado do ambientalista Osmarino Amâncio.</p>

<p>No Rio Grande do Norte, <strong>Flávio Bolsonaro</strong> (PL) cumpriu agenda em Natal. À tarde, ele liderou uma motocarreata com concentração no Centro de Convenções da cidade, e à noite participou de comício na Praça Cívica.</p>

<p><strong>Wilson Grassi</strong> (Democrata) embarcou para o Rio de Janeiro, onde se reuniu com dirigentes do partido, na sede da legenda.</p>

<p>Em Imperatriz (MA), <strong>Clariana Barão</strong> (DC) participou de um "adesivaço" na sede da maçonaria local, na Rua Alagoas.</p>

<p><strong>Edmilson Costa</strong> (PCB) participou à noite, de uma conversa ao vivo no Youtube sobre educação, trabalho e juventude, ao lado da candidata a vice, Cleusa Santos.</p>

<p>Fechando a agenda do dia, o debate do podcast Flow reúne Augusto Cury, <strong>Romeu Zema</strong> (Novo) e <strong>Ronaldo Caiado</strong> (PSD) no Teatro Baccarelli, em São Paulo.</p>

<p><strong>Rui Costa Pimenta</strong> (PCO) e <strong>Samara Martins</strong> (UP) não divulgaram agenda de campanha para hoje.</p>

<p>O <strong>presidente Lula</strong> ( PT) não teve agenda de campanha nesta segunda.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:12</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lula abre a 81ª Assembleia Geral da ONU em Nova York nesta terça</title>
<link>https://apareceu.com/lula-abre-a-81a-assembleia-geral-da-onu-em-nova-york-nesta-terca</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-abre-a-81a-assembleia-geral-da-onu-em-nova-york-nesta-terca</guid>
<description><![CDATA[ O presidente Lula abre nesta terça-feira, às 10h no horário de Brasília, a 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas em Nova York.

O Brasil é, desde 1955, o primeiro a falar no encontro.

Lula deve ressaltar a importância do multilateralismo para enfrentar conflitos internacionais, defender a negociação para a solução de disputas, o respeito ao direito internacional humanitário e a não interferência em assuntos internos de outros países.

Lula também deve reforçar a visão do Brasil sobre a reforma das Nações Unidas, inclusive a expansão do Conselho de Segurança.

Este ano, o debate de líderes tem como tema &quot;restaurar a confiança, gerir a transformação&quot;.

A semana de alto nível recebe representantes dos 193 Estados-membros da ONU.

Pouco antes do discurso de abertura, por volta das 9h40, Lula tem um encontro bilateral com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.

Esta será a última vez que Guterres participa de uma semana de alto nível, já que seu segundo mandato termina este ano.

O Itamaraty não confirmou um possível encontro entre Lula e o presidente dos Estados Unidos.

Trump é o segundo a discursar e eles poderiam se cruzar nos bastidores do plenário.

No ano passado, os dois tiveram um breve contato quando Trump disse que havia acontecido uma &quot;química excelente&quot; entre eles.

De lá para cá, isso mudou um pouco.

A Agência Brasileira de Inteligência apontou o risco de interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras.

A aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes, continuou vigente, além do cancelamento de vistos de outros ministros.

O Departamento de Estado dos Estados Unidos também classificou facções criminosas brasileiras como terroristas, o que pode ser usado como pretexto para sanções econômicas ou intervenções militares.

E os Estados Unidos revogaram o visto da embaixadora do Brasil em Washington, alegando demora no aval ao novo embaixador norte-americano.

Além disso, os Estados Unidos anunciaram no mês de julho tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, alegando práticas comerciais desleais, além de tarifas de 12,5% sobre dezenas de nações, incluindo o Brasil, associadas a alegações de falta de fiscalização sobre trabalho forçado.

Nesta segunda-feira, em entrevista a uma emissora norte-americana, Lula disse que o governo brasileiro não pretende aplicar a lei de reciprocidade contra os Estados Unidos em relação às tarifas impostas por Washington enquanto as negociações prosseguirem.

Além de duas conversas presenciais, os dois presidentes já conversaram por telefone ao menos quatro vezes.

A última vez, em agosto, Lula afirmou que as negociações eram a melhor maneira de resolver a disputa.

Lembrando que em junho, na França, os dois também se cruzaram nos bastidores da Cúpula do G7 e apenas se cumprimentaram.

Não há confirmação ainda se Lula falará com a imprensa após abrir a Assembleia da ONU.

Perto das 15h, o avião presidencial decola de Nova York em direção ao Brasil.

A expectativa é que o presidente Lula chegue a Brasília um pouco antes da meia-noite.

O ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, e parte da delegação brasileira continuam em Nova York representando o Brasil no debate geral que vai até o dia 28.
  3:17 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 13:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, abre, 81ª, Assembleia, Geral, ONU, Nova, York, nesta, terça</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula abre nesta terça-feira, às 10h no horário de Brasília, a 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas em Nova York.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702961&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702961&o=rss"></p>

<p>O Brasil é, desde 1955, o primeiro a falar no encontro.</p>

<p>Lula deve ressaltar a importância do multilateralismo para enfrentar conflitos internacionais, defender a negociação para a solução de disputas, o respeito ao direito internacional humanitário e a não interferência em assuntos internos de outros países.</p>

<p>Lula também deve reforçar a visão do Brasil sobre a reforma das Nações Unidas, inclusive a expansão do Conselho de Segurança.</p>

<p>Este ano, o debate de líderes tem como tema "restaurar a confiança, gerir a transformação".</p>

<p>A semana de alto nível recebe representantes dos 193 Estados-membros da ONU.</p>

<p>Pouco antes do discurso de abertura, por volta das 9h40, <strong>Lula tem um encontro bilateral com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres</strong>.</p>

<p>Esta será a última vez que Guterres participa de uma semana de alto nível, já que seu segundo mandato termina este ano.</p>

<p>O Itamaraty não confirmou um possível encontro entre Lula e o presidente dos Estados Unidos.</p>

<p>Trump é o segundo a discursar e eles poderiam se cruzar nos bastidores do plenário.</p>

<p>No ano passado, os dois tiveram um breve contato quando Trump disse que havia acontecido uma "química excelente" entre eles.</p>

<p>De lá para cá, isso mudou um pouco.</p>

<p>A Agência Brasileira de Inteligência apontou o risco de interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras.</p>

<p>A aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes, continuou vigente, além do cancelamento de vistos de outros ministros.</p>

<p>O Departamento de Estado dos Estados Unidos também classificou facções criminosas brasileiras como terroristas, o que pode ser usado como pretexto para sanções econômicas ou intervenções militares.</p>

<p>E os Estados Unidos revogaram o visto da embaixadora do Brasil em Washington, alegando demora no aval ao novo embaixador norte-americano.</p>

<p>Além disso, os Estados Unidos anunciaram no mês de julho tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, alegando práticas comerciais desleais, além de tarifas de 12,5% sobre dezenas de nações, incluindo o Brasil, associadas a alegações de falta de fiscalização sobre trabalho forçado.</p>

<p><strong>Nesta segunda-feira, em entrevista a uma emissora norte-americana, Lula disse que o governo brasileiro não pretende aplicar a lei de reciprocidade contra os Estados Unidos em relação às tarifas impostas por Washington enquanto as negociações prosseguirem</strong>.</p>

<p>Além de duas conversas presenciais, os dois presidentes já conversaram por telefone ao menos quatro vezes.</p>

<p>A última vez, em agosto, Lula afirmou que as negociações eram a melhor maneira de resolver a disputa.</p>

<p>Lembrando que em junho, na França, os dois também se cruzaram nos bastidores da Cúpula do G7 e apenas se cumprimentaram.</p>

<p>Não há confirmação ainda se Lula falará com a imprensa após abrir a Assembleia da ONU.</p>

<p>Perto das 15h, o avião presidencial decola de Nova York em direção ao Brasil.</p>

<p>A expectativa é que o presidente Lula chegue a Brasília um pouco antes da meia-noite.</p>

<p><strong>O ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, e parte da delegação brasileira continuam em Nova York representando o Brasil no debate geral que vai até o dia 28</strong>.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:17</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Zerésima: procedimento reforça segurança das urnas no dia da votação</title>
<link>https://apareceu.com/zeresima-procedimento-reforca-seguranca-das-urnas-no-dia-da-votacao</link>
<guid>https://apareceu.com/zeresima-procedimento-reforca-seguranca-das-urnas-no-dia-da-votacao</guid>
<description><![CDATA[ Uma hora antes do início da votação no dia 4 de outubro, primeiro turno das Eleições Gerais 2026, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro vai imprimir o relatório que assegura não existirem votos registrados em cada uma das cerca de 42 mil urnas eletrônicas, incluindo as de contingência, que serão usadas nas seções eleitorais em todo o estado.

O procedimento se repete no dia 25 de outubro, no caso de haver segundo turno.

Esse documento, chamado de zerésima, é emitido, impresso e assinado pelo presidente da mesa receptora de votos após ligar a urna, mesários e fiscais de partidos políticos, conforme previsto em resolução do Tribunal Superior Eleitoral.

A zerésima pode ser consultada por eleitores durante toda a votação.

O processo é repetido em todos os cantos do país onde houver votação.

O documento contém a identificação da urna e mostra que todos os candidatos estão devidamente registrados no equipamento, sem que haja nenhum voto computado para um deles.

A zerésima funciona como mecanismo de auditoria utilizado pela Justiça Eleitoral para assegurar a lisura, a segurança e a transparência das eleições.

A votação só começa depois da emissão do relatório, que confirma que a urna está apta a receber votos.

E o nome vem justamente de sua finalidade: comprovar que a urna inicia o processo de votação com zero voto.

Nas Eleições 2026, o eleitor terá seis votos: deputado ou deputada federal, deputado ou deputada estadual, primeira vaga de senador ou senadora, segunda vaga de senador ou senadora, governador e presidente.
  1:53 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 13:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Zerésima:, procedimento, reforça, segurança, das, urnas, dia, votação</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma hora antes do início da votação no dia 4 de outubro, primeiro turno das Eleições Gerais 2026, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro vai imprimir o relatório que assegura não existirem votos registrados em cada uma das cerca de 42 mil urnas eletrônicas, incluindo as de contingência, que serão usadas nas seções eleitorais em todo o estado.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702977&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702977&o=rss"></p>

<p>O procedimento se repete no dia 25 de outubro, no caso de haver segundo turno.</p>

<p>Esse documento, chamado de zerésima, é emitido, impresso e assinado pelo presidente da mesa receptora de votos após ligar a urna, mesários e fiscais de partidos políticos, conforme previsto em resolução do Tribunal Superior Eleitoral.</p>

<p>A zerésima pode ser consultada por eleitores durante toda a votação.</p>

<p>O processo é repetido em todos os cantos do país onde houver votação.</p>

<p>O documento contém a identificação da urna e mostra que todos os candidatos estão devidamente registrados no equipamento, sem que haja nenhum voto computado para um deles.</p>

<p><strong>A zerésima funciona como mecanismo de auditoria utilizado pela Justiça Eleitoral para assegurar a lisura, a segurança e a transparência das eleições.</strong></p>

<p><strong>A votação só começa depois da emissão do relatório, que confirma que a urna está apta a receber votos.</strong></p>

<p>E o nome vem justamente de sua finalidade: comprovar que a urna inicia o processo de votação com zero voto.</p>

<p><strong>Nas Eleições 2026, o eleitor terá seis votos: deputado ou deputada federal, deputado ou deputada estadual, primeira vaga de senador ou senadora, segunda vaga de senador ou senadora, governador e presidente.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:53</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TSE e entidades reforçam combate à violência política contra mulheres</title>
<link>https://apareceu.com/tse-e-entidades-reforcam-combate-a-violencia-politica-contra-mulheres</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-e-entidades-reforcam-combate-a-violencia-politica-contra-mulheres</guid>
<description><![CDATA[ Impedir uma mulher de votar e de ser votada, fazer ameaças para eleger alguém determinado, proibir a participação em discussões públicas, rebater com agressividade argumentos ou propostas de candidatas mulheres.

Isso tudo tem nome: é violência política.

Pode acontecer com qualquer pessoa, mas sim, ela tem gênero e atinge mais mulheres que homens.

E às vésperas das eleições, é preciso falar sobre isso, porque essa violência atinge as eleitoras, em forma de ameaças e outras mais explícitas, mas de maneira sutil no dia a dia atinge também candidatas e mulheres em cargos eletivos.

É o que explica a coordenadora-geral da Transparência Eleitoral Brasil, Ana Cláudia Santana, que também é uma das fundadoras do Observatório de Violência Política Contra a Mulher:


&quot;A gente tem também a violência simbólica, que é muito viva, que são mensagens diretas ou indiretas que mostram, ou que tentam mostrar, que o lugar da mulher não é na política, né? Então o corte de microfone em casas legislativas, a reação quando uma candidata se posiciona de determinada maneira, a gente vai ver ali nos comentários que muitos homens mandam elas: &#039;Ah, volte para casa para lavar louça, você é uma louca, você é uma desequilibrada&#039;, sempre levando isso para essas características.&quot;


O Tribunal Superior Eleitoral está de olho nisso.

Tanto é que elaborou um painel chamado Business Intelligence, onde ficam os dados públicos e estatísticos sobre violência política de gênero.

Além disso, lança a campanha &quot;Violência Política Tem Gênero&quot; para conscientizar a sociedade e ampliar os canais de denúncia.

Aliás, em caso de denúncia, a coordenadora-geral da Transparência Eleitoral Brasil, Ana Cláudia Santana, explica o que fazer:


&quot;É o caso do Ministério Público Federal na Sala do Cidadão. A Justiça Eleitoral também dispõe da Ouvidoria do TSE e dos TREs para qualquer denúncia que possa ser feita e também o Ministério das Mulheres pelo Ligue 180, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania no Ligue 100, a Polícia Federal no Comunica PF para crimes virtuais... Ah, inclusive a Defensoria Pública da União também possui um canal exclusivo de denúncias que a cidadania deve utilizar para se insurgir contra este problema. Portanto, há muita coisa a ser feita antes do voto. E, claro, votar com consciência em candidaturas que não adotam estratégias violentas é muito importante.&quot;

  2:48 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 13:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, entidades, reforçam, combate, violência, política, contra, mulheres</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Impedir uma mulher de votar e de ser votada, fazer ameaças para eleger alguém determinado, proibir a participação em discussões públicas, rebater com agressividade argumentos ou propostas de candidatas mulheres.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702998&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702998&o=rss"></p>

<p>Isso tudo tem nome: é violência política.</p>

<p>Pode acontecer com qualquer pessoa, mas sim, ela tem gênero e atinge mais mulheres que homens.</p>

<p>E às vésperas das eleições, é preciso falar sobre isso, porque essa violência atinge as eleitoras, em forma de ameaças e outras mais explícitas, mas de maneira sutil no dia a dia atinge também candidatas e mulheres em cargos eletivos.</p>

<p>É o que explica a coordenadora-geral da Transparência Eleitoral Brasil, Ana Cláudia Santana, que também é uma das fundadoras do Observatório de Violência Política Contra a Mulher:</p>

<blockquote>
<p><strong>"A gente tem também a violência simbólica, que é muito viva, que são mensagens diretas ou indiretas que mostram, ou que tentam mostrar, que o lugar da mulher não é na política, né? Então o corte de microfone em casas legislativas, a reação quando uma candidata se posiciona de determinada maneira, a gente vai ver ali nos comentários que muitos homens mandam elas: 'Ah, volte para casa para lavar louça, você é uma louca, você é uma desequilibrada', sempre levando isso para essas características."</strong></p>
</blockquote>

<p>O Tribunal Superior Eleitoral está de olho nisso.</p>

<p>Tanto é que elaborou um painel chamado Business Intelligence, onde ficam os dados públicos e estatísticos sobre violência política de gênero.</p>

<p>Além disso, lança a campanha "Violência Política Tem Gênero" para conscientizar a sociedade e ampliar os canais de denúncia.</p>

<p>Aliás, em caso de denúncia, a coordenadora-geral da Transparência Eleitoral Brasil, Ana Cláudia Santana, explica o que fazer:</p>

<blockquote>
<p>"É o caso do Ministério Público Federal na Sala do Cidadão. A Justiça Eleitoral também dispõe da Ouvidoria do TSE e dos TREs para qualquer denúncia que possa ser feita e também o Ministério das Mulheres pelo Ligue 180, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania no Ligue 100, a Polícia Federal no Comunica PF para crimes virtuais... Ah, inclusive a Defensoria Pública da União também possui um canal exclusivo de denúncias que a cidadania deve utilizar para se insurgir contra este problema. Portanto, há muita coisa a ser feita antes do voto. <strong>E, claro, votar com consciência em candidaturas que não adotam estratégias violentas é muito importante."</strong></p>
</blockquote>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:48</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Brasil registra 177 processos por violência política de gênero em 2026</title>
<link>https://apareceu.com/brasil-registra-177-processos-por-violencia-politica-de-genero-em-2026</link>
<guid>https://apareceu.com/brasil-registra-177-processos-por-violencia-politica-de-genero-em-2026</guid>
<description><![CDATA[ O número de processos relativos à violência política de gênero no país chegou a 177 em 2026, segundo o novo painel da Justiça Eleitoral, divulgado nesta terça-feira (22).

De 2019 pra cá, o país acumulou 392 ações judiciais, com origem em 224 municípios, de 21 estados. Atualmente, estão em tramitação 219 processos que envolvem assédio, constrangimento, perseguição ou ameaça a candidatas ou detentoras de mandato eletivo.

Os dados foram divulgados durante a mobilização &quot;Violência Política TEM gênero&quot;, promovida pela comissão TSE Mulheres, em parceria com a Ouvidoria do TSE e a Procuradoria-Geral Eleitoral, na sede da Corte, em Brasília.

A coordenadora da comissão do TSE Mulheres, juíza Renata Gil, ressaltou que o painel ainda está em aprimoramento para identificar todos os casos de violência política de gênero no país e combatê-los.


&quot;Através desse painel, pelo mapa do Brasil, a gente tem condições de saber as &#039;ondas de calor&#039;, onde os crimes são cometidos com maior frequência.  E não quer dizer que um Estado não tem ocorrência de violência política. A gente vai poder avançar na pesquisa e entender porque que no Estado não existe um registro de ocorrência e um processo de violência política&quot;.


Durante o debate, a ministra Estela Aranha, do TSE, destacou que esse tipo de violência desestimula a presença de mulheres na política.


&quot;A violência contra a mulher silencia individualmente cada uma dessas mulheres. Essas formas de intimidação, esse construgimento moral expõe a sua família, seus filhos e ela sai da política. Mas ela também atinge a coletividade porque quando as outras mulheres veem isso acontecer, elas vão dizer: &#039;por que eu vou entrar na política?  Esse lugar não é para mim&#039;. Até porque quando elas são atacadas, elas têm dificuldade de se defender, de se posicionar. Então você tira as que estão, as que estão tentando e as que poderiam entrar ou pensarem entrar. É muito grave.&quot;



            
        
    
 Samara Martins, da Unidade Popular (UP). Única candidata mulher à Presidência da República em 2026 Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


Raquel Branquinho, procuradora regional da República falou sobre a violência de gênero e a baixa representatividade das mulheres nos municípios brasileiros.


&quot;As mulheres são minoria em todos os espaços e todos os parlamentos. Nós temos mulheres sozinhas em câmeras municipais isoladas nesse país que sofrem violências diárias e nós temos mais de 700 municípios sem nenhuma participação política feminina. Nós temos  somente, 16 % de municípios com mulheres prefeitas.&quot;


Ao fim do evento, o presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, reconheceu que ainda há trabalho a ser feito quando o assunto é violência política contra as mulheres.

Durante o evento, o TSE e a Procuradoria-Geral Eleitoral assinaram um protocolo de intenções para prevenção e enfrentamento desses casos.

Ouça mais 🎧:

TSE e entidades reforçam combate à violência política contra mulheres
  3:18 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 13:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O número de processos relativos à <strong>violência política de gênero</strong> no país chegou a 177 em 2026, segundo o novo painel da Justiça Eleitoral, divulgado nesta terça-feira (22).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703056&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703056&o=rss"></p>

<p>De 2019 pra cá, o país acumulou 392 ações judiciais, com origem em 224 municípios, de 21 estados. Atualmente, estão em tramitação 219 processos que envolvem assédio, constrangimento, perseguição ou ameaça a <strong>candidatas</strong> ou <strong>detentoras de mandato eletivo</strong>.</p>

<p>Os dados foram divulgados durante a mobilização "<strong>Violência Política TEM gênero</strong>", promovida pela comissão <strong>TSE Mulheres</strong>, em parceria com a Ouvidoria do TSE e a Procuradoria-Geral Eleitoral, na sede da Corte, em Brasília.</p>

<p>A coordenadora da comissão do TSE Mulheres, juíza Renata Gil, ressaltou que o painel ainda está em aprimoramento para identificar todos os casos de violência política de gênero no país e combatê-los.</p>

<blockquote>
<p>"Através desse painel, pelo mapa do Brasil, a gente tem condições de saber as 'ondas de calor', onde os crimes são cometidos com maior frequência.  E não quer dizer que um Estado não tem ocorrência de violência política. A gente vai poder avançar na pesquisa e entender porque que no Estado não existe um registro de ocorrência e um processo de violência política".</p>
</blockquote>

<p>Durante o debate, a ministra Estela Aranha, do TSE, destacou que esse tipo de violência desestimula a presença de mulheres na política.</p>

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<p>"A violência contra a mulher silencia individualmente cada uma dessas mulheres. Essas formas de intimidação, esse construgimento moral expõe a sua família, seus filhos e ela sai da política. Mas ela também atinge a coletividade porque quando as outras mulheres veem isso acontecer, elas vão dizer: 'por que eu vou entrar na política?  Esse lugar não é para mim'. Até porque quando elas são atacadas, elas têm dificuldade de se defender, de se posicionar. Então você tira as que estão, as que estão tentando e as que poderiam entrar ou pensarem entrar. É muito grave."</p>
</blockquote>

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</div></div>

<p>Raquel Branquinho, procuradora regional da República falou sobre a violência de gênero e a baixa representatividade das mulheres nos municípios brasileiros.</p>

<blockquote>
<p>"As mulheres são minoria em todos os espaços e todos os parlamentos. Nós temos mulheres sozinhas em câmeras municipais isoladas nesse país que sofrem violências diárias e nós temos mais de 700 municípios sem nenhuma participação política feminina. Nós temos  somente, 16 % de municípios com mulheres prefeitas."</p>
</blockquote>

<p>Ao fim do evento, o presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, reconheceu que ainda há trabalho a ser feito quando o assunto é violência política contra as mulheres.</p>

<p>Durante o evento, o TSE e a Procuradoria-Geral Eleitoral assinaram um protocolo de intenções para prevenção e enfrentamento desses casos.</p>

<p>Ouça mais 🎧:</p>

<h3><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-09/tse-e-entidades-reforcam-combate-violencia-politica-contra-mulheres">TSE e entidades reforçam combate à violência política contra mulheres</a></h3>
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<item>
<title>Candidatos à Presidência cumprem agenda nesta quarta&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-cumprem-agenda-nesta-quarta-feira</link>
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<description><![CDATA[ Nesta quarta-feira (23), Augusto Cury, do Avante, Romeu Zema, do Novo, e Ronaldo Caiado, do PSD, estarão em São Paulo, participando do debate da Veja, às oito da noite.

No interior do estado vai estar Renan Santos, do Missão. Ele passa por Sorocaba, Americana, Nova Odessa e Campinas.

Lula, do PT,  estará no Rio de Janeiro, tem evento na Fundição Progresso, que fica na Lapa. Será um encontro com artistas, lideranças e personalidades da cultura a partir das sete da noite.

Flávio Bolsonaro, do PL, tem reuniões internas e gravação de material de campanha.

Samara Martins, do Unidade Popular, panfletagem em Salvador. Depois almoça na Feira de São Joaquim e participa de uma plenária sobre educação pública na Universidade Federal da Bahia, em frente à biblioteca.

Wilson Grassi, do Democrata, concede entrevista a um podcast.

Já Rui Costa Pimenta, do PCO, Clariana Barão, do Democracia Cristã, Edmilson Costa, do PCB e Hertz Dias, do PSTU, estão sem agenda de campanha para hoje.
  1:09 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 13:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (23), Augusto Cury, do Avante, Romeu Zema, do Novo, e Ronaldo Caiado, do PSD, estarão em São Paulo, participando do debate da Veja, às oito da noite.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703068&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703068&o=rss"></p>

<p>No interior do estado vai estar Renan Santos, do Missão. Ele passa por Sorocaba, Americana, Nova Odessa e Campinas.</p>

<p>Lula, do PT,  estará no Rio de Janeiro, tem evento na Fundição Progresso, que fica na Lapa. Será um encontro com artistas, lideranças e personalidades da cultura a partir das sete da noite.</p>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL, tem reuniões internas e gravação de material de campanha.</p>

<p>Samara Martins, do Unidade Popular, panfletagem em Salvador. Depois almoça na Feira de São Joaquim e participa de uma plenária sobre educação pública na Universidade Federal da Bahia, em frente à biblioteca.</p>

<p>Wilson Grassi, do Democrata, concede entrevista a um podcast.</p>

<p>Já Rui Costa Pimenta, do PCO, Clariana Barão, do Democracia Cristã, Edmilson Costa, do PCB e Hertz Dias, do PSTU, estão sem agenda de campanha para hoje.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:09</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Estação Cinelândia, no Rio, é renomeada para Estação Democracia</title>
<link>https://apareceu.com/estacao-cinelandia-no-rio-e-renomeada-para-estacao-democracia</link>
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<description><![CDATA[ A 12 dias das eleições, a estação Cinelândia do metrô do Rio ganhou um nome especial.

Até o dia 4 de outubro, data do primeiro turno, vai se chamar Estação Democracia, transformando a rotina da viagem em um convite à participação nas eleições 2026.

Intervenções visuais e mensagens sonoras nos acessos e elevadores, além de telas instaladas dentro dos vagões e mobiliários digitais, exibem peças de campanhas de serviços do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, com informações para o exercício da cidadania.

A iniciativa é uma parceria do TRE com a concessionária MetrôRio.

E segundo o Tribunal, a escolha da estação Cinelândia deve-se à região ter sido palco de manifestações políticas, sociais e culturais que atravessaram diferentes períodos da história brasileira.

Agora, torna-se também cenário de uma experiência dedicada a celebrar o eleitor e o direito de escolha.

A estação Cinelândia é uma das mais importantes e movimentadas do sistema de metrô na capital.

Inaugurada em março de 1979, registra em média 23 mil embarques por dia.
  1:17 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 13:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A 12 dias das eleições, a estação Cinelândia do metrô do Rio ganhou um nome especial.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703071&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703071&o=rss"></p>

<p><strong>Até o dia 4 de outubro, data do primeiro turno, vai se chamar Estação Democracia, transformando a rotina da viagem em um convite à participação nas eleições 2026.</strong></p>

<p>Intervenções visuais e mensagens sonoras nos acessos e elevadores, além de telas instaladas dentro dos vagões e mobiliários digitais, exibem peças de campanhas de serviços do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, com informações para o exercício da cidadania.</p>

<p>A iniciativa é uma parceria do TRE com a concessionária MetrôRio.</p>

<p>E segundo o Tribunal, a escolha da estação Cinelândia deve-se à região ter sido palco de manifestações políticas, sociais e culturais que atravessaram diferentes períodos da história brasileira.</p>

<p>Agora, torna-se também cenário de uma experiência dedicada a celebrar o eleitor e o direito de escolha.</p>

<p><strong>A estação Cinelândia é uma das mais importantes e movimentadas do sistema de metrô na capital.</strong></p>

<p>Inaugurada em março de 1979, registra em média 23 mil embarques por dia.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:17</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Aposentado que votar nas eleições 2026 terá Prova de Vida confirmada</title>
<link>https://apareceu.com/aposentado-que-votar-nas-eleicoes-2026-tera-prova-de-vida-confirmada</link>
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<description><![CDATA[ Os aposentados e pensionistas do INSS, ao participarem das eleições deste ano, terão a Prova de Vida confirmada de forma automática.

Todos os anos, cerca de 40 milhões de beneficiários do instituto precisam comprovar sua condição para garantir a manutenção dos pagamentos dos benefícios.

Desde 2019, como forma de reduzir filas e custos para o processo de Prova de Vida, o comparecimento presencial deixou de ser regra. Com isso, o governo determinou que o INSS busque, de forma proativa, dados que confirmem a condição de vida do cidadão.

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, explica que os dados das eleições serão usados para essa verificação.


&quot;A Prova de Vida pode se dar atráves do comparecimento eleitoral. Então se você for votar, no dias das eleições, você já terá a Prova de Vida realizada. O INSS recebe esses dados e já computa como Prova de Vida. Então compareça às urnas, vote, fortaleça a democracia e prove a sua vida diante do INSS e da Previdência Social&quot;.


A medida permite simplificar esse processo e trazer segurança ao pagamento de benefícios.

Nos casos em que o cidadão não comparecer para votar nas eleições de outubro, o INSS continuará adotando outras fontes de dados do governo federal para comprovar a situação dos beneficiários, como registros de emissão de documentos e atendimentos realizados.

Em 2024, quando os dados do Tribunal Superior Eleitoral passaram a ser usados pelo INSS, foram atualizados 5 milhões de Provas de Vida.

Segundo a Previdência, o segurado só é convocado a regularizar a situação quando não é encontrada nenhuma informação que confirme sua vivacidade.

 
  2:01 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 22:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong>aposentados e pensionistas do INSS</strong>, ao participarem das eleições deste ano, terão a <strong>Prova de Vida</strong> confirmada de forma automática.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702755&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702755&o=rss"></p>

<p>Todos os anos, cerca de 40 milhões de beneficiários do instituto precisam comprovar sua condição para <strong>garantir a manutenção dos pagamentos dos benefícios</strong>.</p>

<p>Desde 2019, como forma de reduzir filas e custos para o processo de Prova de Vida, o comparecimento presencial deixou de ser regra. Com isso, o governo determinou que o INSS busque, de forma proativa, dados que confirmem a condição de vida do cidadão.</p>

<p>O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, explica que os dados das eleições serão usados para essa verificação.</p>

<blockquote>
<p>"A Prova de Vida pode se dar atráves do comparecimento eleitoral. Então se você for votar, no dias das eleições, você já terá a Prova de Vida realizada. O INSS recebe esses dados e já computa como Prova de Vida. Então compareça às urnas, vote, fortaleça a democracia e prove a sua vida diante do INSS e da Previdência Social".</p>
</blockquote>

<p>A medida permite simplificar esse processo e trazer segurança ao pagamento de benefícios.</p>

<p>Nos casos em que o cidadão não comparecer para votar nas eleições de outubro, o INSS continuará adotando outras fontes de dados do governo federal para comprovar a situação dos beneficiários, como registros de emissão de documentos e atendimentos realizados.</p>

<p>Em 2024, quando os dados do Tribunal Superior Eleitoral passaram a ser usados pelo INSS, foram atualizados 5 milhões de Provas de Vida.</p>

<p>Segundo a Previdência, o segurado só é convocado a regularizar a situação quando não é encontrada nenhuma informação que confirme sua vivacidade.</p>

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</item>

<item>
<title>Candidatos à Presidência da República seguem em campanha pelo país</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-da-republica-seguem-em-campanha-pelo-pais</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-da-republica-seguem-em-campanha-pelo-pais</guid>
<description><![CDATA[ Em compromissos espalhados pelo país, os candidatos à Presidência da República se dividiram entre eventos de campanha, entrevistas e conversar com eleitores.

Candidato à reeleição pelo PT, o presidente Lula participou, nesta sexta-feira (18), do ato &quot;Brasil Pronto para Mais&quot;, em Guarulhos, São Paulo.

Também em São Paulo, o candidato do Avante, Augusto Cury, visitou a sede do Google Brasil, pela manhã. Já Romeu Zema, do Novo, deu entrevista ao vivo à Rádio Itatiaia, de Minas Gerais.

À noite, Augusto Cury, Romeu Zema e Samara Martins, do UP, participam, em São Paulo, de debate promovido pelos canais Inteligência Ltda. e Metrópoles.

Em São José do Rio Preto, o candidato do PCB, Edmilson Costa, fez panfletagem no calçadão da cidade e no terminal urbano, onde conversou com apoiadores.

Candidato do PCO, Rui Costa Pimenta concedeu entrevista ao jornalista Leonardo Attuch, da TV 247. À tarde, teve reunião de coordenação de campanha e, depois, preparativos para viagem de campanha ao Mato Grosso do Sul.

Já o candidato do PSTU, Hertz Dias, deu entrevista ao podcast Fábrica de Talentos, no Morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro.

No Nordeste, a candidata do DC, Clariana Barão, cumpriu agenda em Caruaru, Pernambuco. Pela manhã, ela participou da Feira de Artesanato da cidade e, depois, visitou o Alto do Moura, reduto ceramista na região.

Renan Santos, do Missão, percorreu o Rio Grande do Sul: primeiro, cumpriu agenda em Gramado e, depois, seguiu para a PUC, em Porto Alegre. À noite, o candidato visita o CTG Vaqueano da Tradição.

Em Brasília, o candidato do PSD, Ronaldo Caiado, participou de sabatina ao vivo para o programa &quot;Café com a Gazeta&quot;, da Gazeta do Povo. Depois, se reuniu com conselheiros do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial.

Sem agenda pública nesta sexta-feira, o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, reservou o dia para reuniões internas e gravações de campanha, também em Brasília.

O candidato do Democrata, Wilson Grassi, deu entrevista para o jornal O Tempo pela manhã.
  2:13 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 22:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Em compromissos espalhados pelo país, os candidatos à Presidência da República se dividiram entre eventos de campanha, entrevistas e conversar com eleitores.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702775&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702775&o=rss"></p>

<p><strong>Candidato à reeleição pelo PT, o presidente Lula</strong> participou, nesta sexta-feira (18), do ato "Brasil Pronto para Mais", em Guarulhos, São Paulo.</p>

<p>Também em São Paulo, o <strong>candidato do Avante, Augusto Cury</strong>, visitou a sede do Google Brasil, pela manhã. Já <strong>Romeu Zema, do Novo</strong>, deu entrevista ao vivo à Rádio Itatiaia, de Minas Gerais.</p>

<p>À noite, <strong>Augusto Cury, Romeu Zema e Samara Martins, do UP</strong>, participam, em São Paulo, de debate promovido pelos canais Inteligência Ltda. e Metrópoles.</p>

<p>Em São José do Rio Preto, o <strong>candidato do PCB, Edmilson Costa</strong>, fez panfletagem no calçadão da cidade e no terminal urbano, onde conversou com apoiadores.</p>

<p><strong>Candidato do PCO, Rui Costa Pimenta</strong> concedeu entrevista ao jornalista Leonardo Attuch, da TV 247. À tarde, teve reunião de coordenação de campanha e, depois, preparativos para viagem de campanha ao Mato Grosso do Sul.</p>

<p>Já o <strong>candidato do PSTU, Hertz Dias</strong>, deu entrevista ao podcast Fábrica de Talentos, no Morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro.</p>

<p>No Nordeste, a <strong>candidata do DC, Clariana Barão</strong>, cumpriu agenda em Caruaru, Pernambuco. Pela manhã, ela participou da Feira de Artesanato da cidade e, depois, visitou o Alto do Moura, reduto ceramista na região.</p>

<p><strong>Renan Santos, do Missão</strong>, percorreu o Rio Grande do Sul: primeiro, cumpriu agenda em Gramado e, depois, seguiu para a PUC, em Porto Alegre. À noite, o candidato visita o CTG Vaqueano da Tradição.</p>

<p>Em Brasília, o <strong>candidato do PSD, Ronaldo Caiado</strong>, participou de sabatina ao vivo para o programa "Café com a Gazeta", da Gazeta do Povo. Depois, se reuniu com conselheiros do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial.</p>

<p>Sem agenda pública nesta sexta-feira, o <strong>candidato do PL, Flávio Bolsonaro</strong>, reservou o dia para reuniões internas e gravações de campanha, também em Brasília.</p>

<p>O candidato do <strong>Democrata, Wilson Grassi</strong>, deu entrevista para o jornal O Tempo pela manhã.</p>
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<item>
<title>Ex&#45;vereador de São Paulo, Milton Leite, é acusado de relação com o PCC</title>
<link>https://apareceu.com/ex-vereador-de-sao-paulo-milton-leite-e-acusado-de-relacao-com-o-pcc</link>
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<description><![CDATA[ O ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite, se entregou nesta sexta-feira (18) à polícia. Ele é um dos alvos da operação que combate a infiltração do PCC no transporte público paulistano.

O político do União Brasil compareceu à Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes em Mogi das Cruzes, na Região Metropolitana de São Paulo, acompanhado de um advogado. 

Por meio de nota, a assessoria do político havia informado nessa quinta-feira que ele estava viajando, se apresentaria em até 24h e provaria inocência em todas as acusações.  

Segundo o Ministério Público de São Paulo, o crime organizado está infiltrado em 12 das 22 empresas de transporte coletivo de passageiros na cidade de São Paulo. Também foi identificado o envolvimento do PCC no financiamento de campanhas políticas nas eleições de 2024 e deste ano. 

A investigação aponta que a maioria dos alvos atuava como liderança na facção criminosa, entre advogados e políticos. Essa operação é mais uma etapa da Operação Decúrio, deflagrada em 2024, quando os investigadores identificaram a rede de informações usada pela facção criminosa PCC para estabelecer a comunicação entre integrantes. 

Para a polícia, há vários indícios do envolvimento de Milton Leite com o esquema criminoso da facção. O político será levado para a cadeia pública de Mogi das Cruzes.

 

 
  1:41 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 22:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Ex-vereador, São, Paulo, Milton, Leite, acusado, relação, com, PCC</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo, <strong>Milton Leite</strong>, se entregou nesta sexta-feira (18) à polícia. Ele é um dos alvos da operação que combate a infiltração do <strong>PCC</strong> no <strong>transporte público paulistano</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702760&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702760&o=rss"></p>

<p>O político do União Brasil compareceu à Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes em Mogi das Cruzes, na Região Metropolitana de São Paulo, acompanhado de um advogado. </p>

<p>Por meio de nota, a assessoria do político havia informado nessa quinta-feira que ele estava viajando, se apresentaria em até 24h e provaria inocência em todas as acusações.  </p>

<p>Segundo o Ministério Público de São Paulo, o crime organizado está infiltrado em 12 das 22 empresas de transporte coletivo de passageiros na cidade de São Paulo. Também foi identificado o <strong>envolvimento do PCC no financiamento de campanhas políticas nas eleições de 2024 e deste ano</strong>. </p>

<p>A investigação aponta que a maioria dos alvos atuava como liderança na facção criminosa, entre advogados e políticos. Essa operação é mais uma etapa da <strong>Operação Decúrio</strong>, deflagrada em 2024, quando os investigadores identificaram a rede de informações usada pela facção criminosa PCC para estabelecer a comunicação entre integrantes. </p>

<p>Para a polícia, há vários <strong>indícios do envolvimento</strong> de Milton Leite com o esquema criminoso da facção. O político será levado para a cadeia pública de Mogi das Cruzes.</p>

<p> </p>

<p> </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:41</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Presidenciáveis concentram agenda no Sudeste e no Sul do país</title>
<link>https://apareceu.com/presidenciaveis-concentram-agenda-no-sudeste-e-no-sul-do-pais</link>
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<description><![CDATA[ A agenda dos presidenciáveis se concentra nos estados do Sudeste e do Sul do país neste domingo.

Augusto Cury, do Avante, realizou caminhada em Ribeirão Preto, interior paulista e à noite participa do evento em Igreja Batista na cidade de Marília, também no estado de São Paulo.

Flávio Bolsonaro do PL participou de encontro com o ministro da Justiça de El Salvador, Gustavo Villatoro, para discutir segurança pública e está prevista a participação no programa Domingo Espetacular da TV Record.

Já Hertz Dias, do PSTU, participa do ‘Debate da Esquerda Radical’ no Três Irmãos Podcast, às sete da noite. 

O Presidente Lula não tem agenda de campanha. Ele embarca neste domingo para os Estados Unidos, onde participa da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York na terça-feira.

Renan Santos, do Missão, cumpre agenda em Santa Catarina, com foco nos eleitores das cidades de Balneário Camboriú e Blumenau. E às seis e meia da tarde vai a Curitiba, no Paraná, também para encontro com apoiadores.

Ronaldo Caiado, candidato do PSD, realizou caminhada pela Avenida Paulista, em São Paulo.

Belo Horizonte em Minas Gerais, foi o destino de campanha de Samara Martins, do Unidade Popular, neste domingo. Ela participou de comício na Feira Hippie, localizada na Praça Sete.

Zema, do partido Novo, também tem agenda na capital mineira, com ida até a Igreja da Pampulha e caminhada em feira livre. 

Wilson Grassi, do Democrata, se reúne com a equipe para planejamento de campanha.

Clariana Brandão, do Democracia Cristã; Edmilson Costa do PCB; Leonardo Avalanche do PRTB e Rui Costa Pimenta do Partido da Causa Operária não divulgaram agendas de campanha para este domingo.
  2:03 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 22:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Presidenciáveis, concentram, agenda, Sudeste, Sul, país</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A agenda dos presidenciáveis se concentra nos estados do Sudeste e do Sul do país neste domingo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702834&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702834&o=rss"></p>

<p>Augusto Cury, do Avante, realizou caminhada em Ribeirão Preto, interior paulista e à noite participa do evento em Igreja Batista na cidade de Marília, também no estado de São Paulo.</p>

<p>Flávio Bolsonaro do PL participou de encontro com o ministro da Justiça de El Salvador, Gustavo Villatoro, para discutir segurança pública e está prevista a participação no programa Domingo Espetacular da TV Record.</p>

<p>Já Hertz Dias, do PSTU, participa do ‘Debate da Esquerda Radical’ no Três Irmãos Podcast, às sete da noite. </p>

<p>O Presidente Lula não tem agenda de campanha. Ele embarca neste domingo para os Estados Unidos, onde participa da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York na terça-feira.</p>

<p>Renan Santos, do Missão, cumpre agenda em Santa Catarina, com foco nos eleitores das cidades de Balneário Camboriú e Blumenau. E às seis e meia da tarde vai a Curitiba, no Paraná, também para encontro com apoiadores.</p>

<p>Ronaldo Caiado, candidato do PSD, realizou caminhada pela Avenida Paulista, em São Paulo.</p>

<p>Belo Horizonte em Minas Gerais, foi o destino de campanha de Samara Martins, do Unidade Popular, neste domingo. Ela participou de comício na Feira Hippie, localizada na Praça Sete.</p>

<p>Zema, do partido Novo, também tem agenda na capital mineira, com ida até a Igreja da Pampulha e caminhada em feira livre. </p>

<p>Wilson Grassi, do Democrata, se reúne com a equipe para planejamento de campanha.</p>

<p>Clariana Brandão, do Democracia Cristã; Edmilson Costa do PCB; Leonardo Avalanche do PRTB e Rui Costa Pimenta do Partido da Causa Operária não divulgaram agendas de campanha para este domingo.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:03</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Candidatos à Presidência cumprem agenda neste sábado</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-cumprem-agenda-neste-sabado</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-cumprem-agenda-neste-sabado</guid>
<description><![CDATA[ Estados do Sudeste e do Sul concentram as atividades dos candidatos à Presidência da República neste sábado.

Augusto Cury, do Avante, participa de uma sabatina na TV Record, em São Paulo.

O candidato do PL, Flávio Bolsonaro, vai à Santa Catarina para participar de comícios nas cidades de Joinville e Chapecó.

Hertz Dias, do PSTU, faz panfletagem no calçadão de Madureira, no Rio de Janeiro; e participa de festa da campanha na Portelinha.

Lula, que tenta a reeleição pelo PT, vai à Florianópolis, em Santa Catarina, para um ato e encontro com apoiadores.

Renan Santos, do Missão, visita o município gaúcho de Capão da Canoa e depois segue para Criciúma e Florianópolis, em Santa Catarina.

Em Minas Gerais, Romeu Zema, do Novo, participa de caminhada na feira Eldorado, em Contagem.

O candidato do PSD, Ronaldo Caiado, visita o comércio do centro de Osasco, em São Paulo, e participa de sabatina no SBT.

No Rio de Janeiro, Samara Martins, da UP, faz uma caminhada em Madureira e panfletagem em frente à Império Serrano.

O candidato do partido Democrata, Wilson Grassi, participa do Rocky Mountain Games, em São Paulo.

Rui Costa Pimenta, do PCO, vai a Dourados, no Mato Grosso do Sul, para o lançamento de candidaturas do partido no estado.

Clariana Barão, do Democracia Cristão, Edmilson Costa, PCB, e Leonardo Avalanche (PRTB) não divulgaram agendas de campanha para este sábado.

Com informações da Agência Brasil
  1:28 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 22:00:02 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Estados do Sudeste e do Sul concentram as atividades dos candidatos à Presidência da República neste sábado.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702785&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702785&o=rss"></p>

<p>Augusto Cury, do Avante, participa de uma sabatina na TV Record, em São Paulo.</p>

<p>O candidato do PL, Flávio Bolsonaro, vai à Santa Catarina para participar de comícios nas cidades de Joinville e Chapecó.</p>

<p>Hertz Dias, do PSTU, faz panfletagem no calçadão de Madureira, no Rio de Janeiro; e participa de festa da campanha na Portelinha.</p>

<p>Lula, que tenta a reeleição pelo PT, vai à Florianópolis, em Santa Catarina, para um ato e encontro com apoiadores.</p>

<p>Renan Santos, do Missão, visita o município gaúcho de Capão da Canoa e depois segue para Criciúma e Florianópolis, em Santa Catarina.</p>

<p>Em Minas Gerais, Romeu Zema, do Novo, participa de caminhada na feira Eldorado, em Contagem.</p>

<p>O candidato do PSD, Ronaldo Caiado, visita o comércio do centro de Osasco, em São Paulo, e participa de sabatina no SBT.</p>

<p>No Rio de Janeiro, Samara Martins, da UP, faz uma caminhada em Madureira e panfletagem em frente à Império Serrano.</p>

<p>O candidato do partido Democrata, Wilson Grassi, participa do Rocky Mountain Games, em São Paulo.</p>

<p>Rui Costa Pimenta, do PCO, vai a Dourados, no Mato Grosso do Sul, para o lançamento de candidaturas do partido no estado.</p>

<p>Clariana Barão, do Democracia Cristão, Edmilson Costa, PCB, e Leonardo Avalanche (PRTB) não divulgaram agendas de campanha para este sábado.</p>

<p>Com informações da Agência Brasil</p>
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<title>Julgamento no STF é foco de declarações de candidatos à Presidência</title>
<link>https://apareceu.com/julgamento-no-stf-e-foco-de-declaracoes-de-candidatos-a-presidencia</link>
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<description><![CDATA[ O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as condutas dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, no contexto da crise do Banco Master, esteve no foco das declarações dos candidatos à Presidência da República nesta terça-feira (15).

Clariana Barão, do Democracia Cristã, participou de podcasts e acompanhou a sessão plenária em frente à Corte. Pelas redes sociais, afirmou que o julgamento ganhou o debate público em pleno período eleitoral.

Romeu Zema, do Novo, esteve com apoiadores na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e fez críticas ao possível envolvimento de políticos no caso Master.

Hertz Dias, do PSTU, visitou a greve dos bancários da Caixa e teve reunião com apoiadores na zona rural de São Luís, no Maranhão. Em mensagem enviada à nossa equipe de reportagem, afirmou que esta é “a maior crise do Judiciário desde a Nova República”.

Em transmissão pela internet, Renan Santos, do Missão, afirmou que a crise STF ocupou o lugar de propostas políticas de interesses dos eleitores.

Nas agendas de Ronaldo Caiado, do PSD, e de Rui Costa Pimenta, do PCO, estavam previstas coletivas de imprensa sobre o julgamento no STF nesta terça-feira.

Augusto Cury, do Avante, promoveu ato na Avenida Paulista, em Frente ao Masp. Cury conversou com apoiadores, fez críticas a adversários e defendeu &quot;a paz para o desenvolvimento do país&quot;.

Em Campinas, no interior de São Paulo, Edmilson Costa, do PCB, realizou caravana em defesa de um governo que coloque o povo no centro das decisões.

Samara Martins, do Unidade Popular, esteve na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, onde defendeu a recomposição dos orçamentos das universidades e institutos federais, além da ampliação de bolsas de estudo, de moradia estudantil, de restaurantes universitários e de transporte para estudantes.

Flávio Bolsonaro, do PL, participou de ato de campanha com correligionários em Fortaleza.

Lula, do PT, concedeu entrevista ao Jornal da Record.

Wilson Grassi, do Democrata, teve atividades internas de campanha.
  2:23 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 07:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Julgamento, STF, foco, declarações, candidatos, Presidência</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as condutas dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, no contexto da crise do Banco Master, esteve no foco das declarações dos candidatos à Presidência da República nesta terça-feira (15).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702448&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702448&o=rss"></p>

<p><strong>Clariana Barão, do Democracia Cristã</strong>, participou de podcasts e acompanhou a sessão plenária em frente à Corte. Pelas redes sociais, afirmou que o julgamento ganhou o debate público em pleno período eleitoral.</p>

<p><strong>Romeu Zema, do Novo</strong>, esteve com apoiadores na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e fez críticas ao possível envolvimento de políticos no caso Master.</p>

<p><strong>Hertz Dias, do PSTU</strong>, visitou a greve dos bancários da Caixa e teve reunião com apoiadores na zona rural de São Luís, no Maranhão. Em mensagem enviada à nossa equipe de reportagem, afirmou que esta é “a maior crise do Judiciário desde a Nova República”.</p>

<p>Em transmissão pela internet, <strong>Renan Santos, do Missão</strong>, afirmou que a crise STF ocupou o lugar de propostas políticas de interesses dos eleitores.</p>

<p>Nas agendas de <strong>Ronaldo Caiado, do PSD,</strong> e de <strong>Rui Costa Pimenta, do PCO</strong>, estavam previstas coletivas de imprensa sobre o julgamento no STF nesta terça-feira.</p>

<p><strong>Augusto Cury, do Avante</strong>, promoveu ato na Avenida Paulista, em Frente ao Masp. Cury conversou com apoiadores, fez críticas a adversários e defendeu "a paz para o desenvolvimento do país".</p>

<p>Em Campinas, no interior de São Paulo, <strong>Edmilson Costa, do PCB</strong>, realizou caravana em defesa de um governo que coloque o povo no centro das decisões.</p>

<p><strong>Samara Martins, do Unidade Popular</strong>, esteve na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, onde defendeu a recomposição dos orçamentos das universidades e institutos federais, além da ampliação de bolsas de estudo, de moradia estudantil, de restaurantes universitários e de transporte para estudantes.</p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, participou de ato de campanha com correligionários em Fortaleza.</p>

<p><strong>Lula, do PT</strong>, concedeu entrevista ao Jornal da Record.</p>

<p><strong>Wilson Grassi, do Democrata</strong>, teve atividades internas de campanha.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:23</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Política para minerais críticos prevê incentivos de R$ 7 bi</title>
<link>https://apareceu.com/politica-para-minerais-criticos-preve-incentivos-de-r-7-bi</link>
<guid>https://apareceu.com/politica-para-minerais-criticos-preve-incentivos-de-r-7-bi</guid>
<description><![CDATA[ O texto que institui a Política Nacional para Minerais Críticos e Estratégicos recebeu sanção presidencial nesta quarta-feira (16). A nova lei prevê até R$ 7 bilhões em incentivos para o setor: serão R$ 2 bilhões para o Fundo Garantidor da Atividade Mineral e R$ 5 bilhões para beneficiamento e transformação.

Mineradoras também vão contribuir com recursos para o fundo e para pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica.

Agregar valor

Segundo o Palácio do Planalto, o principal objetivo da medida é ampliar a agregação de valor dos minerais críticos e estratégicos em território nacional, estimulando a pesquisa e a lavra, bem como o beneficiamento, a transformação e a mineração urbana.

Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a regulamentação da política para minerais críticos contribui para a soberania nacional no setor.


&quot;Os minerais críticos e estratégicos são combustível de uma transformação de grande alcance com a atração de novas tecnologias, investimentos, impacto social e repercussões na geopolítica global. São aqueles que tornam possível a transição energética, a indústria de alta tecnologia, a indústria de defesa e os data centers, vitais para o progresso da inteligência artificial.&quot;


Silveira também explicou que, a partir de agora, os acordos internacionais deverão ser homologados por um conselho nacional.


&quot;Caberá o Conselho Nacional de Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos homologar as operações societárias e acordos internacionais sensíveis. Isso não é barreira ao investimento estrangeiro. Muito pelo contrário. É a prática de países que se respeitam e protegem o seu povo cuidando das suas riquezas&quot;.


A lei prevê mecanismos de rastreabilidade da cadeira produtiva, o que abrange a origem, licenças ambientais, outorgas, transportes e reciclagem, inclusive na mineração urbana.

Além de prever o desenvolvimento econômico, a Política Nacional para Minerais Críticos e Estratégicos prevê a instalação de um conselho interministerial para planejar e acompanhar projetos prioritários para o país.
  2:38 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 07:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Política, para, minerais, críticos, prevê, incentivos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O texto que institui a<strong> Política Nacional para Minerais Críticos e Estratégicos</strong> recebeu sanção presidencial nesta quarta-feira (16). A nova lei prevê até<strong> R$ 7 bilhões em incentivos para o setor:</strong> serão R$ 2 bilhões para o <strong>Fundo Garantidor da Atividade Mineral</strong> e R$ 5 bilhões para <strong>beneficiamento e transformação</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702563&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702563&o=rss"></p>

<p>Mineradoras também vão contribuir com recursos para o fundo e para pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica.</p>

<h3>Agregar valor</h3>

<p>Segundo o Palácio do Planalto, o principal objetivo da medida é ampliar a agregação de valor dos minerais críticos e estratégicos em território nacional, estimulando a pesquisa e a lavra, bem como o beneficiamento, a transformação e a mineração urbana.</p>

<p>Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a regulamentação da política para minerais críticos contribui para a soberania nacional no setor.</p>

<blockquote>
<p>"Os minerais críticos e estratégicos são combustível de uma transformação de grande alcance com a atração de novas tecnologias, investimentos, impacto social e repercussões na geopolítica global. São aqueles que tornam possível a transição energética, a indústria de alta tecnologia, a indústria de defesa e os data centers, vitais para o progresso da inteligência artificial."</p>
</blockquote>

<p>Silveira também explicou que, a partir de agora, os acordos internacionais deverão ser homologados por um conselho nacional.</p>

<blockquote>
<p>"Caberá o Conselho Nacional de Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos homologar as operações societárias e acordos internacionais sensíveis. Isso não é barreira ao investimento estrangeiro. Muito pelo contrário. É a prática de países que se respeitam e protegem o seu povo cuidando das suas riquezas".</p>
</blockquote>

<p>A lei prevê mecanismos de rastreabilidade da cadeira produtiva, o que abrange a origem, licenças ambientais, outorgas, transportes e reciclagem, inclusive na mineração urbana.</p>

<p>Além de prever o desenvolvimento econômico, a Política Nacional para Minerais Críticos e Estratégicos prevê a instalação de um conselho interministerial para planejar e acompanhar projetos prioritários para o país.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:38</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Quatro candidatos à Presidência criticaram reajuste no Bolsa Família</title>
<link>https://apareceu.com/quatro-candidatos-a-presidencia-criticaram-reajuste-no-bolsa-familia</link>
<guid>https://apareceu.com/quatro-candidatos-a-presidencia-criticaram-reajuste-no-bolsa-familia</guid>
<description><![CDATA[ Ao menos quatro candidatos à Presidência da República criticaram o anúncio de reajuste no Bolsa Família, durante as atividades de campanha eleitoral, nesta quinta-feira (17). Foram eles: Ronaldo Caiado, do PSD; Renan Santos, do Missão; Romeu Zema, do Novo; e Flávio Bolsonaro, do PL. Renan afirmou que vai acionar a Justiça Eleitoral contra o aumento do benefício social. 
 
Em São Paulo, Ronaldo Caiado participou de sabatina ao Jornal Novabrasil e reunião com empresários e comerciantes na Rua 25 de Março. Além disso, concedeu entrevista ao Jornal da Record.
 
Renan Santos esteve em Chapecó, em Santa Catarina, e Passo Fundo e Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. O candidato defendeu, nesta quinta-feira, se eleito, criar uma frente para promover a geração de empregos no país. 
 
Romeu Zema, do Novo, participou de sabatina no SBT.
 
Em Vitória da Conquista, na Bahia, Flávio Bolsonaro participou de motociata e comício na cidade baiana. À noite, realizou transmissão ao vivo pelo Youtube.
 
Lula, do PT, realizou ato de campanha em Montes Claros, Minas Gerais. Em entrevista à Rádio Itatiaia, prometeu, se reeleito, manter a política de valorização do salário mínimo com reajustes acima da inflação.
 
Em São Paulo, Augusto Cury, do Avante, concedeu entrevista coletiva de imprensa na qual defendeu a realização de uma auditoria nos algoritmos utilizados pela empresa Meta, responsável pelo Instagram e Facebook. Cury relatou ter sofrido queda de engajamento nas redes sociais, após divulgar mais informações sobre o ambiente digital.
 
Edmilson Costa, do PCB, participou de caravana em São José do Rio Preto ao lado de aliados. A agenda incluiu entrevista ao Diário da Região. O candidato prometeu, se eleito, estatizar o sistema bancário brasileiro e retomar para o patrimônio público todas as empresas que foram privatizadas. Edmilson Costa também teve encontro com a militância no Clube do Lago.
 
Clariana Barão, do Democracia Cristã, cumpriu agenda em Caruaru e Santa Cruz do Capibaribe, em Pernambuco. Participou de caminhada e visita a feiras, onde prometeu, se eleita, incentivar o empreendedorismo no país.
 
Hertz Dias, do PSTU, concedeu entrevista ao Podcast Maranhão News e participou de panfletagem na Feira do João Paulo. 
 
Samara Martins, do UP, cumpriu agenda em São Paulo, com caminhada no Centro, tribuna popular com militantes e apoiadores no Itaim Paulista. Além disso, teve encontro com militantes no Jardim Pantanal. 
 
Wilson Grassi, do Democrata, assinou termo de compromisso de &quot;presidente Amigo da Criança&quot; da Abrinq, em São Paulo. Visitou a ONG Cão sem Dono e fábrica de móveis veterinários Metalvet. 
 
Rui Costa Pimenta, do PCO, participou do programa Análise Internacional e de reunião com dirigentes da legenda.

* Com produção de Helder Castro.
 
  3:23 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 07:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Quatro, candidatos, Presidência, criticaram, reajuste, Bolsa, Família</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ao menos quatro candidatos à Presidência da República criticaram o anúncio de reajuste no Bolsa Família, durante as atividades de campanha eleitoral, nesta quinta-feira (17). Foram eles: Ronaldo Caiado, do PSD; Renan Santos, do Missão; Romeu Zema, do Novo; e Flávio Bolsonaro, do PL. Renan afirmou que vai acionar a Justiça Eleitoral contra o aumento do benefício social. <br>
 <br>
Em São Paulo, Ronaldo Caiado participou de sabatina ao Jornal Novabrasil e reunião com empresários e comerciantes na Rua 25 de Março. Além disso, concedeu entrevista ao Jornal da Record.<br>
 <br>
Renan Santos esteve em Chapecó, em Santa Catarina, e Passo Fundo e Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. O candidato defendeu, nesta quinta-feira, se eleito, criar uma frente para promover a geração de empregos no país. <br>
 <br>
Romeu Zema, do Novo, participou de sabatina no SBT.<br>
 <br>
Em Vitória da Conquista, na Bahia, Flávio Bolsonaro participou de motociata e comício na cidade baiana. À noite, realizou transmissão ao vivo pelo Youtube.<br>
 <br>
Lula, do PT, realizou ato de campanha em Montes Claros, Minas Gerais. Em entrevista à Rádio Itatiaia, prometeu, se reeleito, manter a política de valorização do salário mínimo com reajustes acima da inflação.<br>
 <br>
Em São Paulo, Augusto Cury, do Avante, concedeu entrevista coletiva de imprensa na qual defendeu a realização de uma auditoria nos algoritmos utilizados pela empresa Meta, responsável pelo Instagram e Facebook. Cury relatou ter sofrido queda de engajamento nas redes sociais, após divulgar mais informações sobre o ambiente digital.<br>
 <br>
Edmilson Costa, do PCB, participou de caravana em São José do Rio Preto ao lado de aliados. A agenda incluiu entrevista ao Diário da Região. O candidato prometeu, se eleito, estatizar o sistema bancário brasileiro e retomar para o patrimônio público todas as empresas que foram privatizadas. Edmilson Costa também teve encontro com a militância no Clube do Lago.<br>
 <br>
Clariana Barão, do Democracia Cristã, cumpriu agenda em Caruaru e Santa Cruz do Capibaribe, em Pernambuco. Participou de caminhada e visita a feiras, onde prometeu, se eleita, incentivar o empreendedorismo no país.<br>
 <br>
Hertz Dias, do PSTU, concedeu entrevista ao Podcast Maranhão News e participou de panfletagem na Feira do João Paulo. <br>
 <br>
Samara Martins, do UP, cumpriu agenda em São Paulo, com caminhada no Centro, tribuna popular com militantes e apoiadores no Itaim Paulista. Além disso, teve encontro com militantes no Jardim Pantanal. <br>
 <br>
Wilson Grassi, do Democrata, assinou termo de compromisso de "presidente Amigo da Criança" da Abrinq, em São Paulo. Visitou a ONG Cão sem Dono e fábrica de móveis veterinários Metalvet. <br>
 <br>
Rui Costa Pimenta, do PCO, participou do programa Análise Internacional e de reunião com dirigentes da legenda.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702678&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702678&o=rss"></p>

<p><em>* Com produção de Helder Castro.</em><br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">3:23</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Candidatos à Presidência da República intensificam agendas de campanha</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-da-republica-intensificam-agendas-de-campanha</link>
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<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência da República intensificaram as agendas de campanha por diferentes regiões do país nesta quarta-feira (16).

Augusto Cury, do Avante, concedeu entrevista ao Flow Podcast, em São Paulo. Na pauta econômica, Cury respondeu sobre os desafios que o país precisa enfrentar.


&quot;O principal problema do Brasil nas próximas décadas é construir uma economia distribuída. E ninguém fala sobre, nem Trump fala sobre isso, Macron muito menos, ou Javier Milei, que eu respeito muito menos. Porque, se você não tiver uma economia distribuída, cada pessoa com a sua pequena ou microempresa, vêm as grandes empresas que vão utilizar inteligência artificial e robótica, e haverá desemprego em massa. E isso é quase inevitável.&quot;


Ronaldo Caiado, do PSD, também participou do Flow Podcast. No início da tarde, conversou com jornalistas em um restaurante na zona Oeste de São Paulo, onde apresentou suas principais propostas econômicas.


&quot;Para o primeiro momento, uma emenda à Constituição temporária, com duração de 24 meses, para que realmente todos os gastos e despesas do Executivo só comprometam 50% do crescimento do PIB. Corte de 25% do duodécimo de todos os Poderes. Avanço numa reforma administrativa criteriosa. Uma avaliação de todos os processos de corrupção na máquina do governo.&quot;


Edmilson Costa, do PCB, segue em caravana pelo interior de São Paulo com correligionários. Nessa terça-feira (15), o candidato esteve em Franca.

Romeu Zema, do Novo, concedeu entrevista ao Jornal da Record.

Wilson Grassi, do Democrata, teve agenda interna de campanha e participou de gravação ao podcast Lima TV, em São Bernardo do Campo, em São Paulo.

Clariana Barão, do Democracia Cristã, chegou a Caruaru, em Pernambuco, onde terá atividades de campanha nesta quinta-feira (17).

Quem também cumpre agenda no Nordeste é Flávio Bolsonaro, do PL, que participou de motociata e comício em Juazeiro do Norte, no Ceará. O candidato visitou ainda o Horto do Padre Cícero.

Hertz Dias, do PSTU, realizou panfletagem na sede da Companhia de Saneamento do Maranhão.

Lula, do PT, participou de ato na região administrativa de Ceilândia, no Distrito Federal, ao lado de aliados.

Renan Santos, do Missão, fez campanha em Londrina e em Maringá, no Paraná. À noite, encontrou com apoiadores da Unipar, Universidade Paranaense, em Cascavel.

Samara Martins, do Unidade Popular, cumpriu agenda pelo segundo dia seguido no Rio Grande do Sul. Participou de comícios em Canoas e Porto Alegre e de panfletagem no Hospital das Clínicas em defesa do SUS e dos trabalhadores da saúde. Samara, que é dentista, teve ainda reunião com o Sindicato dos Odontologistas e realizou caminhada pelo Centro Histórico e pela Cidade Baixa, em Porto Alegre.

Rui Costa Pimenta, do PCO, teve reuniões internas e produziu materiais para as redes sociais.

Leonardo Avalanche, do PRTB, anunciado nessa terça-feira como cabeça de chapa no lugar de Pablo Marçal, ainda aguarda o aval do colegiado do Tribunal Superior Eleitoral para ter a candidatura aprovada. A relatora do caso, ministra Estela Aranha, já se manifestou favorável à substituição.

*Com produção de Helder Castro
  3:57 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 07:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República intensificaram as agendas de campanha por diferentes regiões do país nesta quarta-feira (16).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702571&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702571&o=rss"></p>

<p><strong>Augusto Cury, do Avante</strong>, concedeu entrevista ao Flow Podcast, em São Paulo. Na pauta econômica, Cury respondeu sobre os desafios que o país precisa enfrentar.</p>

<blockquote>
<p>"O principal problema do Brasil nas próximas décadas é construir uma economia distribuída. E ninguém fala sobre, nem Trump fala sobre isso, Macron muito menos, ou Javier Milei, que eu respeito muito menos. Porque, se você não tiver uma economia distribuída, cada pessoa com a sua pequena ou microempresa, vêm as grandes empresas que vão utilizar inteligência artificial e robótica, e haverá desemprego em massa. E isso é quase inevitável."</p>
</blockquote>

<p><strong>Ronaldo Caiado, do PSD</strong>, também participou do Flow Podcast. No início da tarde, conversou com jornalistas em um restaurante na zona Oeste de São Paulo, onde apresentou suas principais propostas econômicas.</p>

<blockquote>
<p>"Para o primeiro momento, uma emenda à Constituição temporária, com duração de 24 meses, para que realmente todos os gastos e despesas do Executivo só comprometam 50% do crescimento do PIB. Corte de 25% do duodécimo de todos os Poderes. Avanço numa reforma administrativa criteriosa. Uma avaliação de todos os processos de corrupção na máquina do governo."</p>
</blockquote>

<p><strong>Edmilson Costa, do PCB</strong>, segue em caravana pelo interior de São Paulo com correligionários. Nessa terça-feira (15), o candidato esteve em Franca.</p>

<p><strong>Romeu Zema, do Novo</strong>, concedeu entrevista ao Jornal da Record.</p>

<p><strong>Wilson Grassi, do Democrata</strong>, teve agenda interna de campanha e participou de gravação ao podcast Lima TV, em São Bernardo do Campo, em São Paulo.</p>

<p><strong>Clariana Barão, do Democracia Cristã</strong>, chegou a Caruaru, em Pernambuco, onde terá atividades de campanha nesta quinta-feira (17).</p>

<p>Quem também cumpre agenda no Nordeste é <strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, que participou de motociata e comício em Juazeiro do Norte, no Ceará. O candidato visitou ainda o Horto do Padre Cícero.</p>

<p><strong>Hertz Dias, do PSTU</strong>, realizou panfletagem na sede da Companhia de Saneamento do Maranhão.</p>

<p><strong>Lula, do PT</strong>, participou de ato na região administrativa de Ceilândia, no Distrito Federal, ao lado de aliados.</p>

<p><strong>Renan Santos, do Missão</strong>, fez campanha em Londrina e em Maringá, no Paraná. À noite, encontrou com apoiadores da Unipar, Universidade Paranaense, em Cascavel.</p>

<p><strong>Samara Martins, do Unidade Popular</strong>, cumpriu agenda pelo segundo dia seguido no Rio Grande do Sul. Participou de comícios em Canoas e Porto Alegre e de panfletagem no Hospital das Clínicas em defesa do SUS e dos trabalhadores da saúde. Samara, que é dentista, teve ainda reunião com o Sindicato dos Odontologistas e realizou caminhada pelo Centro Histórico e pela Cidade Baixa, em Porto Alegre.</p>

<p><strong>Rui Costa Pimenta, do PCO</strong>, teve reuniões internas e produziu materiais para as redes sociais.</p>

<p><strong>Leonardo Avalanche, do PRTB</strong>, anunciado nessa terça-feira como cabeça de chapa no lugar de Pablo Marçal, ainda aguarda o aval do colegiado do Tribunal Superior Eleitoral para ter a candidatura aprovada. A relatora do caso, ministra Estela Aranha, já se manifestou favorável à substituição.</p>

<p><em>*Com produção de Helder Castro</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:57</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Veja a agenda dos candidatos à presidência da República neste domingo</title>
<link>https://apareceu.com/veja-a-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-da-republica-neste-domingo</link>
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<description><![CDATA[ A agenda de candidatos à presidência da República neste domingo, 13 de setembro, inclui atos e mobilizações políticas, além de encontros com diferentes segmentos da sociedade.

Rui Costa, do PCO, participa de sessão de autógrafos do livro “Quem somos e por que lutamos”, na Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, participa de mobilização nacional em defesa de seu projeto político. A iniciativa prevê atividades em todo o país.  Às 18h faz live, pela internet.
Augusto Cury, do Avante, visitou, pela manhã, o Mercado Municipal de São Paulo, no Centro e, à tarde, participa de gravação de conteúdos de campanha.

Edmilson Costa, do PCB, participa de caravana em Caraguatatuba e São Sebastião, em São Paulo, com as candidaturas do partido.

Flávio Bolsonaro, do PL estará, à tarde, no Encontro das Mulheres, em Presidente Prudente, em São Paulo. Pela manhã, participou do Grande Encontro da Direita, no Jardim Paulista, também em São Paulo.

O candidato Ronaldo Caiado, do PSD, está internado no Hospital Vila Nova Star, na capital paulista, tratando quadro de pneumonia.

Os candidatos Wilson Grassi, do Democratas, Samara Martins, do UP, Clara Barão, do DC, Hertz Dias, do PSTU, Renan Santos, do Missão, e Romeu Zema, do Novo, não divulgaram compromissos de campanha neste domingo.
 
  1:42 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 16:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A agenda de candidatos à presidência da República neste domingo, 13 de setembro, inclui atos e mobilizações políticas, além de encontros com diferentes segmentos da sociedade.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702230&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702230&o=rss"></p>

<p>Rui Costa, do PCO, participa de sessão de autógrafos do livro “Quem somos e por que lutamos”, na Bienal Internacional do Livro de São Paulo.</p>

<p>Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, participa de mobilização nacional em defesa de seu projeto político. A iniciativa prevê atividades em todo o país.  Às 18h faz live, pela internet.<br>
Augusto Cury, do Avante, visitou, pela manhã, o Mercado Municipal de São Paulo, no Centro e, à tarde, participa de gravação de conteúdos de campanha.</p>

<p>Edmilson Costa, do PCB, participa de caravana em Caraguatatuba e São Sebastião, em São Paulo, com as candidaturas do partido.</p>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL estará, à tarde, no Encontro das Mulheres, em Presidente Prudente, em São Paulo. Pela manhã, participou do Grande Encontro da Direita, no Jardim Paulista, também em São Paulo.</p>

<p>O candidato Ronaldo Caiado, do PSD, está internado no Hospital Vila Nova Star, na capital paulista, tratando quadro de pneumonia.</p>

<p>Os candidatos Wilson Grassi, do Democratas, Samara Martins, do UP, Clara Barão, do DC, Hertz Dias, do PSTU, Renan Santos, do Missão, e Romeu Zema, do Novo, não divulgaram compromissos de campanha neste domingo.<br>
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<title>Adolescente cria plataforma digital para ajudar jovens a votar</title>
<link>https://apareceu.com/adolescente-cria-plataforma-digital-para-ajudar-jovens-a-votar</link>
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<description><![CDATA[ Um estudante de 16 anos, de São Paulo, criou uma plataforma digital que explica como funciona o sistema político brasileiro. A ideia do &quot;Vota Aê&quot;, segundo Mauricio Melzer, partiu de uma dúvida pessoal. O jovem conta que se deparou com vários questionamentos depois que tirou o título de eleitor. Em busca de respostas sobre as responsabilidades de cada cargo político e para conhecer seus representantes, ele reuniu informações públicas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do governo para criar uma plataforma de educação cívica feita por um jovem para jovens.


&quot;Pesquisei, fui atrás e agora tá tudo lá pros jovens conhecerem e terem a chance deles para participar da democracia pela primeira vez. O site tem informações de todos os candidatos. São mais de 20 mil perfis, representantes e candidatos, e também como a estrutura do país, né? Como é que funciona os cargos, etc. Congresso... a gente tem muito foco no Legislativo.&quot;


De acordo com o Mauricio, a plataforma é um projeto independente, apartidário e que não aceita financiamento de partidos, campanhas ou candidatos. O site &quot;Vota Aê&quot; destaca o Legislativo como o poder que mais afeta o dia a dia dos brasileiros e cita dados de uma pesquisa segundo a qual 75% das pessoas não conseguem dizer o nome de um único senador e 67% não lembram em quem votaram para deputado. 

A plataforma já está no ar há cerca de dois meses e reúne tópicos como &quot;Entenda o Sistema&quot; e &quot;Como uma Lei Nasce&quot;, além de uma aba que permite conhecer e comparar os candidatos das eleições deste ano. Entre as ferramentas voltadas para os jovens, Mauricio Melzer cita o tradutor de &quot;politiquês&quot;.


&quot;A gente traduz essa linguagem aí que talvez pareça um pouco grande, talvez desconfortável pro jovem que tá começando agora o envolvimento político, né? Votar pela primeira vez. Então a gente tem essa maneira de conversar com o jovem, pra ele entender melhor como funciona o sistema brasileiro, quem representa ele.&quot;


A iniciativa sugere uma cola personalizada para o dia das eleições com os 19 números que o eleitor precisa lembrar na hora de votar. É possível fazer a simulação por estado para ter as informações à mão. O endereço do site é votae.org.

*Com colaboração de Dimas Soldi.
 
  2:41 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 16:00:10 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudante de 16 anos, de São Paulo, criou uma plataforma digital que explica como funciona o sistema político brasileiro. A ideia do "Vota Aê", segundo Mauricio Melzer, partiu de uma dúvida pessoal. O jovem conta que se deparou com vários questionamentos depois que tirou o título de eleitor. Em busca de respostas sobre as responsabilidades de cada cargo político e para conhecer seus representantes, ele reuniu informações públicas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do governo para criar uma plataforma de educação cívica feita por um jovem para jovens.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702271&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702271&o=rss"></p>

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<p>"Pesquisei, fui atrás e agora tá tudo lá pros jovens conhecerem e terem a chance deles para participar da democracia pela primeira vez. O site tem informações de todos os candidatos. São mais de 20 mil perfis, representantes e candidatos, e também como a estrutura do país, né? Como é que funciona os cargos, etc. Congresso... a gente tem muito foco no Legislativo."</p>
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<p>De acordo com o Mauricio, a plataforma é um projeto independente, apartidário e que não aceita financiamento de partidos, campanhas ou candidatos. O site "Vota Aê" destaca o Legislativo como o poder que mais afeta o dia a dia dos brasileiros e cita dados de uma pesquisa segundo a qual 75% das pessoas não conseguem dizer o nome de um único senador e 67% não lembram em quem votaram para deputado. </p>

<p>A plataforma já está no ar há cerca de dois meses e reúne tópicos como "Entenda o Sistema" e "Como uma Lei Nasce", além de uma aba que permite conhecer e comparar os candidatos das eleições deste ano. Entre as ferramentas voltadas para os jovens, Mauricio Melzer cita o tradutor de "politiquês".</p>

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<p>"A gente traduz essa linguagem aí que talvez pareça um pouco grande, talvez desconfortável pro jovem que tá começando agora o envolvimento político, né? Votar pela primeira vez. Então a gente tem essa maneira de conversar com o jovem, pra ele entender melhor como funciona o sistema brasileiro, quem representa ele."</p>
</blockquote>

<p>A iniciativa sugere uma cola personalizada para o dia das eleições com os 19 números que o eleitor precisa lembrar na hora de votar. É possível fazer a simulação por estado para ter as informações à mão. O endereço do site é votae.org.</p>

<p><em>*Com colaboração de Dimas Soldi.</em><br>
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</item>

<item>
<title>Confira a agenda dos candidatos à Presidência da República para hoje</title>
<link>https://apareceu.com/confira-a-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-da-republica-para-hoje</link>
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<description><![CDATA[ Segunda-feira e vamos à agenda dos candidatos à presidência. Augusto Cury, do Avante, em São Paulo, participa de congresso sobre saúde e almoça com empresários. Já Clariana Barão, do Democracia Cristã, Romeu Zema, do Novo,  e Ronaldo Caiado, do PSD, concedem entrevistas a emissoras de televisão.

Edmilson Costa, do PCB, caravana em São Sebastião, em São Paulo. Flávio Bolsonaro, do PL, estará numa motociata em Belém, no Pará. Wilson Grassi, do Democrata, reunião com equipe. Os demais, Hertz Dias do PSTU, Lula, PT, Renan Santos, do Missão, Rui Costa Pimenta, do PCO, e Samara Martins, do Unidade Popular, estão, por enquanto, sem agenda de campanha para hoje.
  0:54 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 16:00:09 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Segunda-feira e vamos à agenda dos candidatos à presidência. Augusto Cury, do Avante, em São Paulo, participa de congresso sobre saúde e almoça com empresários. Já Clariana Barão, do Democracia Cristã, Romeu Zema, do Novo,  e Ronaldo Caiado, do PSD, concedem entrevistas a emissoras de televisão.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702276&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702276&o=rss"></p>

<p>Edmilson Costa, do PCB, caravana em São Sebastião, em São Paulo. Flávio Bolsonaro, do PL, estará numa motociata em Belém, no Pará. Wilson Grassi, do Democrata, reunião com equipe. Os demais, Hertz Dias do PSTU, Lula, PT, Renan Santos, do Missão, Rui Costa Pimenta, do PCO, e Samara Martins, do Unidade Popular, estão, por enquanto, sem agenda de campanha para hoje.</p>
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<item>
<title>PF faz operação contra deputado Cezinha de Madureira e esposa</title>
<link>https://apareceu.com/pf-faz-operacao-contra-deputado-cezinha-de-madureira-e-esposa</link>
<guid>https://apareceu.com/pf-faz-operacao-contra-deputado-cezinha-de-madureira-e-esposa</guid>
<description><![CDATA[ O deputado Cezinha de Madureira (PL-SP) e a esposa, a advogada Valéria Linhares, foram alvo de uma operação da Polícia Federal nesta segunda-feira.

É a terceira fase da Operação Transparência, que apura desvio de emendas parlamentares.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão por determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que é o relator das ações que investigam desvios e falta de transparência nas emendas parlamentares.

Os mandados foram cumpridos no Distrito Federal e em São Paulo.

O grupo é investigado por crimes como exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Segundo a Polícia Federal, os investigados teriam negociado pagamentos em troca de influências em decisões judiciais.

Segundo a PF, não há elementos que indiquem a participação de integrantes do Poder Judiciário nos fatos apurados.

Cezinha de Madureira é pastor da Igreja Assembleia de Deus em Madureira, já foi coordenador da Frente Parlamentar Evangélica e vice-líder do governo de Jair Bolsonaro na Câmara.
  1:14 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 16:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado <strong>Cezinha de Madureira</strong> (PL-SP) e a esposa, a advogada Valéria Linhares, foram alvo de uma operação da Polícia Federal nesta segunda-feira.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702277&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702277&o=rss"></p>

<p>É a terceira fase da Operação Transparência, que apura desvio de emendas parlamentares.</p>

<p>Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão por determinação do ministro <strong>Flávio Dino</strong>, do Supremo Tribunal Federal, que é o relator das ações que investigam desvios e falta de transparência nas emendas parlamentares.</p>

<p>Os mandados foram cumpridos no Distrito Federal e em São Paulo.</p>

<p>O grupo é investigado por crimes como exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.</p>

<p>Segundo a Polícia Federal, os investigados teriam negociado pagamentos em troca de influências em decisões judiciais.</p>

<p>Segundo a PF, não há elementos que indiquem a participação de integrantes do Poder Judiciário nos fatos apurados.</p>

<p><strong>Cezinha de Madureira é pastor da Igreja Assembleia de Deus em Madureira</strong>, já foi coordenador da Frente Parlamentar Evangélica e vice-líder do governo de Jair Bolsonaro na Câmara.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:14</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Deputado Cezinha de Madureira dizia ter contato direto com ministros</title>
<link>https://apareceu.com/deputado-cezinha-de-madureira-dizia-ter-contato-direto-com-ministros</link>
<guid>https://apareceu.com/deputado-cezinha-de-madureira-dizia-ter-contato-direto-com-ministros</guid>
<description><![CDATA[ O deputado Cezinha de Madureira, do PL de São Paulo, se valia da condição de parlamentar para passar a impressão de influência sobre ministros de tribunais superiores: Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Superior Eleitoral.

Segundo a Polícia Federal, havia uma atuação continuada de três pessoas com papéis complementares e definidos. Cezinha, que supostamente teria um contato pessoal e direto com os ministros, Valéria Linhares que fazia o acompanhamento do assunto e cuidava dos honorários e da cessão de crédito e Mariângela Fialek, conhecida como Tuca. Advogada que formalizava as causas e elaborava os memoriais. 

Na decisão, Flávio Dino relata dois casos específicos. Um no valor de meio milhão de reais se tivesse uma decisão favorável em relação a anulação de uma ação contra a prefeita de Beberibe, no Ceará, Michelle Cariello Rocha. E outra, no valor de 1 milhão de reais - mas que poderia chegar a 2 milhões em caso de sucesso - referente à soltura de Denis Macedo, que foi Secretário de Educação de Belford Roxo, no Rio, e preso em fevereiro do ano passado numa operação que apurou desvios de recursos da educação. 

A Polícia Federal reforçou que magistrados não são investigados. Ou seja, não há elementos que indiquem a participação de integrantes do Poder Judiciário nos fatos apurados. 

Já sobre os alvos: Cezinha de Madureira é pastor da igreja Assembleia de Deus Madureira. Já foi coordenador da Frente Parlamentar Evangélica e foi vice-líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara. Valéria Rodrigues é advogada, chegou a ser presa com 510 mil reais em dinheiro vivo no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em agosto passado. Na decisão desta segunda, Dino ainda determinou o envio para o STF das investigações sobre essa apuração. Para a polícia, o transporte físico de dinheiro configura operação “à margem do sistema financeiro”. Por fim, Mariângela Fialek, tinha um cargo na Câmara dos Deputados, é apontada como uma das responsáveis indicações da Comissão de Integração e pela coordenação da destinação de emendas parlamentares.

A reportagem entrou em contato com a defesa dos envolvidos que, até o momento, não se pronunciaram.
  2:31 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 16:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Deputado, Cezinha, Madureira, dizia, ter, contato, direto, com, ministros</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado Cezinha de Madureira, do PL de São Paulo, se valia da condição de parlamentar para passar a impressão de influência sobre ministros de tribunais superiores: Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Superior Eleitoral.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702290&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702290&o=rss"></p>

<p>Segundo a Polícia Federal, havia uma atuação continuada de três pessoas com papéis complementares e definidos. Cezinha, que supostamente teria um contato pessoal e direto com os ministros, Valéria Linhares que fazia o acompanhamento do assunto e cuidava dos honorários e da cessão de crédito e Mariângela Fialek, conhecida como Tuca. Advogada que formalizava as causas e elaborava os memoriais. </p>

<p>Na decisão, Flávio Dino relata dois casos específicos. Um no valor de meio milhão de reais se tivesse uma decisão favorável em relação a anulação de uma ação contra a prefeita de Beberibe, no Ceará, Michelle Cariello Rocha. E outra, no valor de 1 milhão de reais - mas que poderia chegar a 2 milhões em caso de sucesso - referente à soltura de Denis Macedo, que foi Secretário de Educação de Belford Roxo, no Rio, e preso em fevereiro do ano passado numa operação que apurou desvios de recursos da educação. </p>

<p>A Polícia Federal reforçou que magistrados não são investigados. Ou seja, não há elementos que indiquem a participação de integrantes do Poder Judiciário nos fatos apurados. </p>

<p>Já sobre os alvos: Cezinha de Madureira é pastor da igreja Assembleia de Deus Madureira. Já foi coordenador da Frente Parlamentar Evangélica e foi vice-líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara. Valéria Rodrigues é advogada, chegou a ser presa com 510 mil reais em dinheiro vivo no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em agosto passado. Na decisão desta segunda, Dino ainda determinou o envio para o STF das investigações sobre essa apuração. Para a polícia, o transporte físico de dinheiro configura operação “à margem do sistema financeiro”. Por fim, Mariângela Fialek, tinha um cargo na Câmara dos Deputados, é apontada como uma das responsáveis indicações da Comissão de Integração e pela coordenação da destinação de emendas parlamentares.</p>

<p>A reportagem entrou em contato com a defesa dos envolvidos que, até o momento, não se pronunciaram.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:31</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Atualizada: Cezinha dizia ter influência sobre ministros de tribunais</title>
<link>https://apareceu.com/atualizada-cezinha-dizia-ter-influencia-sobre-ministros-de-tribunais</link>
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<description><![CDATA[ O deputado Cezinha de Madureira, do PL de São Paulo, se valia da condição de parlamentar para passar a impressão de influência sobre ministros de tribunais superiores: Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Superior Eleitoral.

Segundo a Polícia Federal, havia uma atuação continuada de três pessoas com papéis complementares e definidos. Cezinha, que supostamente teria um contato pessoal e direto com os ministros, Valéria Linhares que fazia o acompanhamento do assunto e cuidava dos honorários e da cessão de crédito e Mariângela Fialek, conhecida como Tuca. Advogada que formalizava as causas e elaborava os memoriais. 

Na decisão, Flávio Dino relata dois casos específicos. Um no valor de meio milhão de reais se tivesse uma decisão favorável em relação a anulação de uma ação contra a prefeita de Beberibe, no Ceará, Michelle Cariello Rocha. E outra, no valor de um milhão de reais - mas poderia chegar a dois milhões em caso de sucesso - referente à soltura de Denis Macedo, que foi Secretário de Educação de Belford Roxo, no Rio, e preso em fevereiro do ano passado numa operação que apurou desvios de recursos da educação. 

A Polícia Federal reforçou que magistrados não são investigados. Ou seja, que não há elementos que indiquem a participação de integrantes do Poder Judiciário nos fatos apurados. 

Sobre os alvos: Cezinha de Madureira é pastor da igreja Assembleia de Deus Madureira. Já foi coordenador da Frente Parlamentar Evangélica e foi vice-líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara. Valéria Rodrigues, advogada, chegou a ser presa com 510 mil reais em dinheiro vivo no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em agosto. Na decisão desta segunda, Dino ainda determinou o envio para o STF das investigações sobre essa apuração. Para a polícia, o transporte físico de dinheiro configura operação “à margem do sistema financeiro”. Por fim, Mariângela Fialek, tinha um cargo na Câmara dos Deputados. É apontada como uma das responsáveis indicações da Comissão de Integração e pela coordenação da destinação de emendas parlamentares.

Em nota, a defesa de Cezinha de Madureira afirmou que o deputado está à disposição das autoridades e vai prestar os esclarecimentos necessários. Os advogados disseram confiar na Justiça e sustentaram que, com acesso da defesa aos elementos da investigação e ao processo, ficará demonstrado que não houve irregularidades. A defesa também afirmou que medidas de tamanha repercussão devem ser conduzidas sem interferência de circunstâncias políticas ou eleitorais.

*Com reportagem de Priscilla Mazenotti
  2:55 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 16:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado Cezinha de Madureira, do PL de São Paulo, se valia da condição de parlamentar para passar a impressão de influência sobre ministros de tribunais superiores: Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Superior Eleitoral.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702299&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702299&o=rss"></p>

<p>Segundo a Polícia Federal, havia uma atuação continuada de três pessoas com papéis complementares e definidos. Cezinha, que supostamente teria um contato pessoal e direto com os ministros, Valéria Linhares que fazia o acompanhamento do assunto e cuidava dos honorários e da cessão de crédito e Mariângela Fialek, conhecida como Tuca. Advogada que formalizava as causas e elaborava os memoriais. </p>

<p>Na decisão, Flávio Dino relata dois casos específicos. Um no valor de meio milhão de reais se tivesse uma decisão favorável em relação a anulação de uma ação contra a prefeita de Beberibe, no Ceará, Michelle Cariello Rocha. E outra, no valor de um milhão de reais - mas poderia chegar a dois milhões em caso de sucesso - referente à soltura de Denis Macedo, que foi Secretário de Educação de Belford Roxo, no Rio, e preso em fevereiro do ano passado numa operação que apurou desvios de recursos da educação. </p>

<p>A Polícia Federal reforçou que magistrados não são investigados. Ou seja, que não há elementos que indiquem a participação de integrantes do Poder Judiciário nos fatos apurados. </p>

<p>Sobre os alvos: Cezinha de Madureira é pastor da igreja Assembleia de Deus Madureira. Já foi coordenador da Frente Parlamentar Evangélica e foi vice-líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara. Valéria Rodrigues, advogada, chegou a ser presa com 510 mil reais em dinheiro vivo no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em agosto. Na decisão desta segunda, Dino ainda determinou o envio para o STF das investigações sobre essa apuração. Para a polícia, o transporte físico de dinheiro configura operação “à margem do sistema financeiro”. Por fim, Mariângela Fialek, tinha um cargo na Câmara dos Deputados. É apontada como uma das responsáveis indicações da Comissão de Integração e pela coordenação da destinação de emendas parlamentares.</p>

<p>Em nota, a defesa de Cezinha de Madureira afirmou que o deputado está à disposição das autoridades e vai prestar os esclarecimentos necessários. Os advogados disseram confiar na Justiça e sustentaram que, com acesso da defesa aos elementos da investigação e ao processo, ficará demonstrado que não houve irregularidades. A defesa também afirmou que medidas de tamanha repercussão devem ser conduzidas sem interferência de circunstâncias políticas ou eleitorais.</p>

<p>*Com reportagem de Priscilla Mazenotti</p>
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<item>
<title>Presidenciáveis cumprem agendas de campanha pelo país</title>
<link>https://apareceu.com/presidenciaveis-cumprem-agendas-de-campanha-pelo-pais</link>
<guid>https://apareceu.com/presidenciaveis-cumprem-agendas-de-campanha-pelo-pais</guid>
<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência da República tiveram agendas por todo o país nesta segunda-feira (14).

Augusto Cury, do Avante, participou de evento na Assembleia Legislativa de São Paulo e, depois, teve reuniões de campanha.

Hertz Dias, do PSTU, concedeu entrevistas para diversos veículos de imprensa e podcasts em São Luís, no Maranhão.

Samara Martins, da Unidade Popular, realizou panfletagem em diversos pontos de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Clariana Barão, do Democracia Cristã, falou com a imprensa nesta segunda-feira. À Rádio Metrópole, de Cuiabá, Mato Grosso, a candidata defendeu a educação profissionalizante.


&quot;Nós temos o dado absurdo de que 38 crianças dão à luz neste país por dia. Então, nós somos o quarto país do mundo no casamento infantojuvenil. Nós vemos essas campanhas do Afeganistão, que são absurdas, mas o Brasil vive isso todos os dias. Então, nós só vamos transformar essa realidade com o estudo. E eu pretendo ampliar isso para os cursos técnicos de ensino médio, a partir de convênios, como já existem, para já entregar essa turma, essa gurizada, para o mercado de trabalho, tirando-os das ruas.&quot;


Flávio Bolsonaro, do PL, participou de uma motociata, seguida de comício, em Belém, no Pará.

Edmilson Costa, do PCB, participou de caravana em São Sebastião, no interior de São Paulo.

Wilson Grassi, do Democrata, concedeu entrevista para a Rádio Líder FM, de Pernambuco.

Renan Santos, do Missão, e Romeu Zema, do Novo, participaram de um debate no canal de YouTube Mathias TV. Ronaldo Caiado, do PSD, cancelou a participação prevista neste evento.

O presidente Lula, do PT, e Rui Costa Pimenta, do PCO, não divulgaram agenda pública de campanha nesta segunda-feira.
  1:50 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 16:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República tiveram agendas por todo o país nesta segunda-feira (14).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702328&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702328&o=rss"></p>

<p><strong>Augusto Cury, do Avante</strong>, participou de evento na Assembleia Legislativa de São Paulo e, depois, teve reuniões de campanha.</p>

<p><strong>Hertz Dias, do PSTU</strong>, concedeu entrevistas para diversos veículos de imprensa e podcasts em São Luís, no Maranhão.</p>

<p><strong>Samara Martins, da Unidade Popular</strong>, realizou panfletagem em diversos pontos de Belo Horizonte, Minas Gerais.</p>

<p><strong>Clariana Barão, do Democracia Cristã</strong>, falou com a imprensa nesta segunda-feira. À Rádio Metrópole, de Cuiabá, Mato Grosso, a candidata defendeu a educação profissionalizante.</p>

<blockquote>
<p>"Nós temos o dado absurdo de que 38 crianças dão à luz neste país por dia. Então, nós somos o quarto país do mundo no casamento infantojuvenil. Nós vemos essas campanhas do Afeganistão, que são absurdas, mas o Brasil vive isso todos os dias. Então, nós só vamos transformar essa realidade com o estudo. E eu pretendo ampliar isso para os cursos técnicos de ensino médio, a partir de convênios, como já existem, para já entregar essa turma, essa gurizada, para o mercado de trabalho, tirando-os das ruas."</p>
</blockquote>

<p><strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, participou de uma motociata, seguida de comício, em Belém, no Pará.</p>

<p><strong>Edmilson Costa, do PCB</strong>, participou de caravana em São Sebastião, no interior de São Paulo.</p>

<p><strong>Wilson Grassi, do Democrata</strong>, concedeu entrevista para a Rádio Líder FM, de Pernambuco.</p>

<p><strong>Renan Santos, do Missão</strong>, e <strong>Romeu Zema, do Novo</strong>, participaram de um debate no canal de YouTube Mathias TV. <strong>Ronaldo Caiado, do PSD</strong>, cancelou a participação prevista neste evento.</p>

<p>O <strong>presidente Lula, do PT</strong>, e <strong>Rui Costa Pimenta, do PCO</strong>, não divulgaram agenda pública de campanha nesta segunda-feira.</p>
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<item>
<title>Confira agenda dos candidatos à Presidência nesta terça&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/confira-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-nesta-terca-feira</link>
<guid>https://apareceu.com/confira-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-nesta-terca-feira</guid>
<description><![CDATA[ Agenda dos candidatos para esta terça-feira (15).

Augusto Cury, do Avante, às 19h, estará em São Paulo, evento na Avenida Paulista, em frente ao MASP.

Também na capital, Renan Santos, do Missão, participa de sabatina e entrevista coletiva.

No interior, em Campinas, Edmilson Costa, do PCB, faz panfletagem no centro da cidade.

Clariana Barão, do Democracia Cristã, no Mato Grosso, participa de podcast.

Hertz Dias, do PSTU, estará em São Luís, no Maranhão, reunido com apoiadores.

Lula, do PT, concede entrevista à Record.

Romeu Zema, do Novo, faz manifestação em frente ao Supremo Tribunal em Brasília durante julgamento sobre o ministro Alexandre de Moraes.

Ronaldo Caiado, do PSD, em Aparecida de Goiânia e depois vai para a capital, Goiânia; participa de evento às 17h30.

Samara Martins, do Unidade Popular, em Porto Alegre e Gravataí, faz panfletagem e comício.

Wilson Grassi, do Democrata, tem reunião com a equipe.

Flávio Bolsonaro, do PL, estará em Fortaleza.

Rui Costa Pimenta, do PCO, está sem agenda de campanha para hoje.

 
  1:05 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 16:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Agenda dos candidatos para esta terça-feira (15).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702349&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702349&o=rss"></p>

<p>Augusto Cury, do Avante, às 19h, estará em São Paulo, evento na Avenida Paulista, em frente ao MASP.</p>

<p>Também na capital, Renan Santos, do Missão, participa de sabatina e entrevista coletiva.</p>

<p>No interior, em Campinas, Edmilson Costa, do PCB, faz panfletagem no centro da cidade.</p>

<p>Clariana Barão, do Democracia Cristã, no Mato Grosso, participa de podcast.</p>

<p>Hertz Dias, do PSTU, estará em São Luís, no Maranhão, reunido com apoiadores.</p>

<p>Lula, do PT, concede entrevista à Record.</p>

<p>Romeu Zema, do Novo, faz manifestação em frente ao Supremo Tribunal em Brasília durante julgamento sobre o ministro Alexandre de Moraes.</p>

<p>Ronaldo Caiado, do PSD, em Aparecida de Goiânia e depois vai para a capital, Goiânia; participa de evento às 17h30.</p>

<p>Samara Martins, do Unidade Popular, em Porto Alegre e Gravataí, faz panfletagem e comício.</p>

<p>Wilson Grassi, do Democrata, tem reunião com a equipe.</p>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL, estará em Fortaleza.</p>

<p>Rui Costa Pimenta, do PCO, está sem agenda de campanha para hoje.</p>

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<title>15 candidatos tiveram candidaturas indeferidas no Rio de Janeiro</title>
<link>https://apareceu.com/15-candidatos-tiveram-candidaturas-indeferidas-no-rio-de-janeiro</link>
<guid>https://apareceu.com/15-candidatos-tiveram-candidaturas-indeferidas-no-rio-de-janeiro</guid>
<description><![CDATA[ A 20 dias das eleições, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro indeferiu 15 registros de candidatos, por suspeita e envolvimento com o crime organizado no estado.

Entre eles, está a candidata a deputada federal pelo DC, Cristiane Brasil, filha do ex-deputado Roberto Jefferson. Ela responde a uma ação penal que, embora tenha sido rejeitada por incompetência do Juízo, está submetida a recurso e ainda não houve análise de mérito. Cristiane Brasil teve, inclusive, prisão cautelar decretada e cumprida em setembro de 2020.

Foram indeferidos, ainda, os registros de candidatura para deputado estadual de Vagner Mateus dos Santos, conhecido como Vaguinho Neguinho, do PRD, e Paulo César Melo de Sá, do União Brasil, ambos por suspeita de envolvimento com a milícia.

Filipe de Almeida, candidato a deputado federal, e seu pai, o Pastor Everaldo, que disputa vaga a primeiro suplente de senador, ambos do Podemos, estão entre os que tiveram os registros indeferidos por envolvimento com a chamada “milícia de gravata”, quando os integrantes usam armas para controlar comunidades e territórios, se infiltrando nos poderes Executivo e Legislativo para controlar contratos e fraudar licitações.

A sessão no TRE durou toda a tarde dessa segunda-feira (14). Ao final, o presidente do Tribunal, desembargador Claudio de Mello Tavares, destacou que o colegiado cumpriu com firmeza seu papel no enfrentamento às tentativas de infiltração do crime organizado na política. E enfatizou que a Corte deixou claro que não há qualquer tolerância com a atuação do tráfico de drogas e das milícias, e que agiu com rigor para proteger a democracia, com base na Constituição Federal.

Ainda cabe recurso às decisões de impugnar candidaturas. A última instância é o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Não conseguimos contato com a defesa dos acusados.

 
  2:06 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 16:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A 20 dias das eleições, o <strong>Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro indeferiu 15 registros de candidatos, por suspeita e envolvimento com o crime organizado no estado.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702350&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702350&o=rss"></p>

<p>Entre eles, está a candidata a deputada federal pelo DC, Cristiane Brasil, filha do ex-deputado Roberto Jefferson. Ela responde a uma ação penal que, embora tenha sido rejeitada por incompetência do Juízo, está submetida a recurso e ainda não houve análise de mérito. Cristiane Brasil teve, inclusive, prisão cautelar decretada e cumprida em setembro de 2020.</p>

<p>Foram indeferidos, ainda, os registros de candidatura para deputado estadual de Vagner Mateus dos Santos, conhecido como Vaguinho Neguinho, do PRD, e Paulo César Melo de Sá, do União Brasil, ambos por suspeita de envolvimento com a milícia.</p>

<p>Filipe de Almeida, candidato a deputado federal, e seu pai, o Pastor Everaldo, que disputa vaga a primeiro suplente de senador, ambos do Podemos, estão entre os que tiveram os registros indeferidos por envolvimento com a chamada “milícia de gravata”, quando os integrantes usam armas para controlar comunidades e territórios, se infiltrando nos poderes Executivo e Legislativo para controlar contratos e fraudar licitações.</p>

<p>A sessão no TRE durou toda a tarde dessa segunda-feira (14). Ao final, o presidente do Tribunal, desembargador Claudio de Mello Tavares, <strong>destacou que o colegiado cumpriu com firmeza seu papel no enfrentamento às tentativas de infiltração do crime organizado na política</strong>. E enfatizou que a Corte deixou claro que <strong>não há qualquer tolerância com a atuação do tráfico de drogas e das milícias</strong>, e que agiu com rigor para proteger a democracia, com base na Constituição Federal.</p>

<p>Ainda cabe recurso às decisões de impugnar candidaturas. A última instância é o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Não conseguimos contato com a defesa dos acusados.<br>
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<title>Presidente Lula sanciona lei que acaba com &amp;quot;taxa das blusinhas&amp;quot;</title>
<link>https://apareceu.com/presidente-lula-sanciona-lei-que-acaba-com-taxa-das-blusinhas</link>
<guid>https://apareceu.com/presidente-lula-sanciona-lei-que-acaba-com-taxa-das-blusinhas</guid>
<description><![CDATA[ A taxa zero para compras internacionais de até US$ 50 - cerca de R$ 250 reais – agora é definitiva. A lei foi sancionada nesta quinta-feira (10), no Palácio do Planalto, em Brasília.

O fim da taxa de 20% sobre o valor do produto importado já estava valendo desde maio deste ano, por meio de uma Medida Provisória que foi aprovada no Congresso no começo deste mês.

A estudante Ana Carolina Braz, de 21 anos, costuma fazer as famosas “comprinhas online” e ficou animada com a notícia. Mas demonstra que está atenta a possíveis impactos no comércio brasileiro.   


&quot;Acho que o fim das taxas pode ser vantajoso para o consumidor, principalmente porque roupas, acessórios, eletrônicos ficam mais acessíveis. Essas coisas que a gente usa no dia a dia muitas das vezes são mais baratas. Porém, também pode aumentar a concorrência com os produtos nacionais e dificultar a situação de algumas empresas brasileiras. Para mim, o ideal seria encontrar um equilíbrio que facilitasse compras internacionais e também proteger o comércio do Brasil, mesmo&quot;.


A aprovação da medida foi comemorada pela Proteste, Associação Brasileira de Defesa do Consumidor. A organização cita que 92% dos consumidores do Brasil avaliam a medida como “acertada”.

Para a entidade, a “aprovação representa mais liberdade de escolha, acesso a produtos e respeito ao poder de compra de milhões de consumidores brasileiros”.

Por outro lado, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção considera a mudança “um grave retrocesso” e avalia que ela traz prejuízos percebidos na “queda da produção, no fechamento de postos de trabalho e na redução dos investimentos”.  

Durante a assinatura da lei, o presidente Lula disse que não enxerga esses possíveis impactos e diz que prefere aguardar.


&quot;O que nós estamos fazendo aqui é um reparo para as pessoas que não viajam de avião, que não podem comprar vinho, que não compram whisky, que não podem comprar blusa de couro chique, que compram uma coisinha menor. Não vale a pena alguém dizer que causa prejuízo, que causa desemprego, que vai causar problema no comércio. Se você entrar numa loja hoje, você não vai ver roupa produzida aqui no Brasil, você vai ver roupa produzida em Bangladesh, você vai ver produzida na China, produzida no Vietnã. E o que incomoda é o coitado do pequeno?&quot;.


Limites para a taxa zero

Justamente para proteger a produção nacional, o texto aprovado autoriza o governo brasileiro a criar limites de quantidade ou de frequência para as compras sem taxa feitas por pessoa física.

Além disso, o Ministério da Fazenda vai definir critérios para impedir o “fracionamento” das encomendas, que são formas de burlar as regras fiscais. O titular da pasta, Dario Durigan, destacou que as importações desse tipo serão controladas.  


&quot;Antes não existia controle nenhum. Era abuso, falta de controle, fraude. Agora nós temos o Estado funcionando bem com a eficiência dos empresários em benefício das pessoas mais carentes, que agora conseguem acessar no mundo esses produtos e trazer pro seio da sua família. Então vamos dar transparência para as mercadorias que entram no país, para os controles, pro que a gente tem achado de errado, para que as empresas do Brasil, para que os consumidores brasileiros possam acompanhar mais essa política&quot;.


A nova lei ainda prevê um acompanhamento obrigatório, a cada ano, sobre os setores têxtil, de vestuário, calçados, acessórios, brinquedos e cosméticos aqui no país.

Caberá ao Congresso Nacional uma avaliação da medida, a cada ano, com base em um relatório que o governo deve apresentar até 30 de abril, todos os anos.  

Fim de impostos para doenças raras

Também vira lei o fim dos impostos sobre medicamentos importados para doenças raras e negligenciadas que não têm semelhante no Brasil.

A medida vale para os remédios comprados por pessoas físicas para uso próprio no tratamento dessas doenças. Para isso, o medicamento deve ser classificado pela Anvisa como “sem similar no Brasil”. 

Durante a assinatura, o presidente Lula defendeu a isenção de impostos também para as compras do governo, que distribui esses medicamentos pelo SUS.  


&quot;Porque certamente os SUS atende pessoas com essas doenças, e eu acho que era importante que o SUS também pudesse comprar sem imposto para poder distribuir de graça para essas pessoas&quot;. 


Mesmo com a isenção de taxas prevista pela nova lei, continua sendo aplicado sobre os produtos internacionais o imposto estadual ICMS.  
  4:42 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 01:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Presidente, Lula, sanciona, lei, que, acaba, com, taxa, das, blusinhas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>taxa zero para compras internacionais de até US$ 50 - cerca de R$ 250 reais – agora é definitiva.</strong> A <strong>lei foi sancionada</strong> nesta quinta-feira (10), no Palácio do Planalto, em Brasília.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702038&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702038&o=rss"></p>

<p>O fim da taxa de 20% sobre o valor do produto importado já estava valendo desde maio deste ano, por meio de uma Medida Provisória que foi aprovada no Congresso no começo deste mês.</p>

<p>A estudante Ana Carolina Braz, de 21 anos, costuma fazer as famosas “comprinhas online” e ficou animada com a notícia. Mas demonstra que está atenta a possíveis impactos no comércio brasileiro.   </p>

<blockquote>
<p>"Acho que o fim das taxas pode ser vantajoso para o consumidor, principalmente porque roupas, acessórios, eletrônicos ficam mais acessíveis. Essas coisas que a gente usa no dia a dia muitas das vezes são mais baratas. Porém, também pode aumentar a concorrência com os produtos nacionais e dificultar a situação de algumas empresas brasileiras. Para mim, o ideal seria encontrar um equilíbrio que facilitasse compras internacionais e também proteger o comércio do Brasil, mesmo".</p>
</blockquote>

<p>A <strong>aprovação da medida foi comemorada pela Proteste, Associação Brasileira de Defesa do Consumidor</strong>. A organização cita que <strong>92% dos consumidores do Brasil avaliam a medida como “acertada”.</strong></p>

<p>Para a entidade, a “aprovação representa mais liberdade de escolha, acesso a produtos e respeito ao poder de compra de milhões de consumidores brasileiros”.</p>

<p>Por outro lado, a <strong>Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção considera a mudança “um grave retrocesso”</strong> e avalia que ela traz prejuízos percebidos na “queda da produção, no fechamento de postos de trabalho e na redução dos investimentos”.  </p>

<p>Durante a assinatura da lei, o presidente Lula disse que não enxerga esses possíveis impactos e diz que prefere aguardar.</p>

<blockquote>
<p>"O que nós estamos fazendo aqui é um reparo para as pessoas que não viajam de avião, que não podem comprar vinho, que não compram whisky, que não podem comprar blusa de couro chique, que compram uma coisinha menor. Não vale a pena alguém dizer que causa prejuízo, que causa desemprego, que vai causar problema no comércio. Se você entrar numa loja hoje, você não vai ver roupa produzida aqui no Brasil, você vai ver roupa produzida em Bangladesh, você vai ver produzida na China, produzida no Vietnã. E o que incomoda é o coitado do pequeno?".</p>
</blockquote>

<h2>Limites para a taxa zero</h2>

<p>Justamente para proteger a produção nacional, o <strong>texto aprovado autoriza o governo brasileiro a criar limites de quantidade ou de frequência para as compras sem taxa</strong> feitas por pessoa física.</p>

<p>Além disso, o Ministério da Fazenda vai definir critérios para <strong>impedir o “fracionamento” das encomendas, que são formas de burlar as regras fiscais.</strong> O titular da pasta, Dario Durigan, destacou que as importações desse tipo serão controladas.  </p>

<blockquote>
<p>"Antes não existia controle nenhum. Era abuso, falta de controle, fraude. Agora nós temos o Estado funcionando bem com a eficiência dos empresários em benefício das pessoas mais carentes, que agora conseguem acessar no mundo esses produtos e trazer pro seio da sua família. Então vamos dar transparência para as mercadorias que entram no país, para os controles, pro que a gente tem achado de errado, para que as empresas do Brasil, para que os consumidores brasileiros possam acompanhar mais essa política".</p>
</blockquote>

<p>A nova lei ainda prevê um <strong>acompanhamento obrigatório, a cada ano, sobre os setores têxtil, de vestuário, calçados, acessórios, brinquedos e cosméticos aqui no país</strong>.</p>

<p>Caberá ao Congresso Nacional uma avaliação da medida, a cada ano, com base em um relatório que o governo deve apresentar até 30 de abril, todos os anos.  </p>

<h2>Fim de impostos para doenças raras</h2>

<p>Também vira lei o<strong> fim dos impostos sobre medicamentos importados para doenças raras e negligenciadas que não têm semelhante no Brasil.</strong></p>

<p>A medida vale para os remédios comprados por pessoas físicas para uso próprio no tratamento dessas doenças. Para isso, o medicamento deve ser classificado pela Anvisa como “sem similar no Brasil”. </p>

<p>Durante a assinatura, o presidente Lula defendeu a isenção de impostos também para as compras do governo, que distribui esses medicamentos pelo SUS.  </p>

<blockquote>
<p>"Porque certamente os SUS atende pessoas com essas doenças, e eu acho que era importante que o SUS também pudesse comprar sem imposto para poder distribuir de graça para essas pessoas". </p>
</blockquote>

<p>Mesmo com a isenção de taxas prevista pela nova lei, <strong>continua sendo aplicado sobre os produtos internacionais o imposto estadual ICMS.  </strong></p>
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</item>

<item>
<title>Eleitor sem candidato tem direito a votar em branco ou anular o voto</title>
<link>https://apareceu.com/eleitor-sem-candidato-tem-direito-a-votar-em-branco-ou-anular-o-voto</link>
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<description><![CDATA[ As eleições de 2026 acontecem em menos de um mês, nos dias 4 e 25 de outubro, em primeiro e segundo turnos, segundo o calendário do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral. Os eleitores já se preparam para votar, mas uma dúvida pode surgir na hora de encarar a urna: e se nenhum candidato caiu na graça do cidadão, o que é possível fazer?

Segundo o TSE, nessa situação, o eleitor tem algumas opções. Se para ele qualquer um que ganhar a eleição está de bom tamanho, ou seja, ele estará conformado com qualquer resultado, pode votar em branco, pressionando a tecla “branco” da urna, e, depois, a tecla “confirma”. Mas, se para ele nenhum dos candidatos atende às suas demandas, então, o eleitor pode anular o voto, como forma de protesto contra a classe política em geral. Nesse caso, basta digitar um número inexistente de candidato, por exemplo 00, e, depois, pressionar a tecla “confirma”.

De acordo com a Justiça Eleitoral, esses votos, brancos e nulos, não são contados para decidir o resultado da eleição. Isso porque, de acordo com a Constituição Federal de 1988, o candidato eleito é aquele que tiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e os nulos. Ou seja, os votos em branco e os nulos simplesmente não são contados. Por isso, apesar do mito, mesmo quando mais da metade dos votos forem nulos, não é possível cancelar uma eleição.

Outra opção para o eleitor que não tem candidato preferido é não votar e pagar multa à Justiça Eleitoral. Ou justificar a ausência, com a possibilidade de isenção da multa, caso a explicação seja aceita.
  1:54 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 01:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>As eleições de 2026 acontecem em menos de um mês, nos dias 4 e 25 de outubro, em primeiro e segundo turnos, segundo o calendário do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral. Os eleitores já se preparam para votar, mas uma dúvida pode surgir na hora de encarar a urna: e se nenhum candidato caiu na graça do cidadão, o que é possível fazer?<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702066&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702066&o=rss"></p>

<p><strong>Segundo o TSE, nessa situação, o eleitor tem algumas opções. Se para ele qualquer um que ganhar a eleição está de bom tamanho, ou seja, ele estará conformado com qualquer resultado, pode votar em branco, pressionando a tecla “branco” da urna, e, depois, a tecla “confirma”. Mas, se para ele nenhum dos candidatos atende às suas demandas, então, o eleitor pode anular o voto, como forma de protesto contra a classe política em geral. Nesse caso, basta digitar um número inexistente de candidato, por exemplo 00, e, depois, pressionar a tecla “confirma”.</strong></p>

<p>De acordo com a Justiça Eleitoral, esses votos, brancos e nulos, não são contados para decidir o resultado da eleição. Isso porque, de acordo com a Constituição Federal de 1988, o candidato eleito é aquele que tiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e os nulos. Ou seja, os votos em branco e os nulos simplesmente não são contados. Por isso, apesar do mito, mesmo quando mais da metade dos votos forem nulos, não é possível cancelar uma eleição.</p>

<p>Outra opção para o eleitor que não tem candidato preferido é não votar e pagar multa à Justiça Eleitoral. Ou justificar a ausência, com a possibilidade de isenção da multa, caso a explicação seja aceita.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:54</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Confira a agenda dos candidatos à Presidência desta sexta&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/confira-a-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-desta-sexta-feira</link>
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<description><![CDATA[ Agenda para esta sexta (11). Lula do PT em Porto Alegre, com o Brasil Pronto para Mais, às sete da noite no Largo Glênio Pires, no centro  da cidade. Flávio Bolsonaro, do PL, estará em Manaus. Vai visitar uma fábrica na Zona Franca e fazer motociata até a Ponta Negra, área turística da cidade. Romeu Zema, do Novo, discute violência e facções criminosas no bairro de Vila Velha, em Fortaleza. Ali perto, em Pernambuco, estará Hertz Dias do PSTU, no Recife, Jaboatão dos Guararapes, faz panfletagem pelo centro e roda de conversa sobre arte e cultura

Wilson Grassi, do Democrata, estará num evento na Universidade Anhanguera, em São Paulo.

Participam de sabatinas: Augusto Cury, do Avante, no SBT hoje à noite e Renan Santos, do Missão, no UOL e Folha de S. Paulo.

Edmilson Costa, do PCB, concede entrevistas a podcast e TV local, de Santos, litoral paulista,

Clariana Barão, do Democracia Cristã, Rui Costa Pimenta, do PCO, Samara Martins, do Unidade Popular e Ronaldo Caiado, que se recupera de uma faringite, estão sem agenda de campanha para hoje.
  1:20 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 01:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Agenda para esta sexta (11). Lula do PT em Porto Alegre, com o Brasil Pronto para Mais, às sete da noite no Largo Glênio Pires, no centro  da cidade. Flávio Bolsonaro, do PL, estará em Manaus. Vai visitar uma fábrica na Zona Franca e fazer motociata até a Ponta Negra, área turística da cidade. Romeu Zema, do Novo, discute violência e facções criminosas no bairro de Vila Velha, em Fortaleza. Ali perto, em Pernambuco, estará Hertz Dias do PSTU, no Recife, Jaboatão dos Guararapes, faz panfletagem pelo centro e roda de conversa sobre arte e cultura<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702095&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702095&o=rss"></p>

<p>Wilson Grassi, do Democrata, estará num evento na Universidade Anhanguera, em São Paulo.</p>

<p>Participam de sabatinas: Augusto Cury, do Avante, no SBT hoje à noite e Renan Santos, do Missão, no UOL e Folha de S. Paulo.</p>

<p>Edmilson Costa, do PCB, concede entrevistas a podcast e TV local, de Santos, litoral paulista,</p>

<p>Clariana Barão, do Democracia Cristã, Rui Costa Pimenta, do PCO, Samara Martins, do Unidade Popular e Ronaldo Caiado, que se recupera de uma faringite, estão sem agenda de campanha para hoje.</p>
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<item>
<title>Comícios, entrevistas e atos de rua marcaram o dia dos presidenciáveis</title>
<link>https://apareceu.com/comicios-entrevistas-e-atos-de-rua-marcaram-o-dia-dos-presidenciaveis</link>
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<description><![CDATA[ Nesta quinta-feira (10), os candidatos à presidência da República participaram de entrevistas, atos de rua e comícios.

Hertz Dias (PSTU) realizou panfletagem na Universidade Federal de Pernambuco, em Recife.

Clariana Barão (Democracia Cristã) falou, logo cedo, para uma rádio de Cuiabá, no Mato Grosso.

Já Rui Costa Pimenta (PCO) participou do programa Análise Internacional na internet.

Romeu Zema (Novo) teve agenda de campanha no interior do Ceará.

Augusto Cury (Avante) se reuniu com o banco Genial, em São Paulo.

Renan Santos  (Missão) participou de evento na Câmara Americana de Comércio, na capital paulista.

Flávio Bolsonaro (PL) participou de comício em Boa Vista, Roraima.

Edmilson Costa (PCB) participou de sabatina na Associação Comercial de Santos, no estado de São Paulo.

Wilson Grassi (Democrata) concedeu entrevista para um podcast.

Ronaldo Caiado (PSD) foi internado em São Paulo para tratar de uma faringite aguda. Sua agenda de campanha desta quinta-feira acabou cancelada.

O presidente Lula (PT) e Samara Martins (Unidade Popular) não divulgaram agenda pública para esta quinta-feira.

 
  1:18 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 01:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (10), os candidatos à presidência da República participaram de entrevistas, atos de rua e comícios.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702076&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702076&o=rss"></p>

<p><strong>Hertz Dias</strong> (PSTU) realizou panfletagem na Universidade Federal de Pernambuco, em Recife.</p>

<p><strong>Clariana Barão</strong> (Democracia Cristã) falou, logo cedo, para uma rádio de Cuiabá, no Mato Grosso.</p>

<p>Já <strong>Rui Costa Pimenta</strong> (PCO) participou do programa Análise Internacional na internet.</p>

<p><strong>Romeu Zema </strong>(Novo) teve agenda de campanha no interior do Ceará.</p>

<p><strong>Augusto Cury </strong>(Avante) se reuniu com o banco Genial, em São Paulo.</p>

<p><strong>Renan Santos </strong> (Missão) participou de evento na Câmara Americana de Comércio, na capital paulista.</p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro</strong> (PL) participou de comício em Boa Vista, Roraima.</p>

<p><strong>Edmilson Costa </strong>(PCB) participou de sabatina na Associação Comercial de Santos, no estado de São Paulo.</p>

<p><strong>Wilson Grassi </strong>(Democrata) concedeu entrevista para um podcast.</p>

<p><strong>Ronaldo Caiado </strong>(PSD) foi internado em São Paulo para tratar de uma faringite aguda. Sua agenda de campanha desta quinta-feira acabou cancelada.</p>

<p>O presidente <strong>Lula </strong>(PT) e <strong>Samara Martins</strong> (Unidade Popular) não divulgaram agenda pública para esta quinta-feira.</p>

<p> </p>
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<title>Candidatos à Presidência da República participam de atos de campanha</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-da-republica-participam-de-atos-de-campanha</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-da-republica-participam-de-atos-de-campanha</guid>
<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência da República participaram de eventos de campanha em todo o país nesta sexta-feira (11).

Flávio Bolsonaro, do PL, teve agenda em Manaus, no Amazonas, onde participou de uma motociata.

Hertz Dias, do PSTU, realizou panfletagem em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, onde também concedeu uma entrevista para a Rádio Projeção. O candidato defendeu o fim da escala 6x1.


&quot;Há um debate que está colocado, que é a redução da jornada de trabalho: acabar com essa escala de trabalho semiescrava 6x1. O debate que está em torno agora é de 5x2, mas tem de se manter, no máximo, a jornada de trabalho semanal em 36 horas. Porque, reduzindo a jornada de trabalho, automaticamente você terá de incorporar mais pessoas ao mercado de trabalho. Então, gera emprego. Gerando emprego, aumenta-se a demanda por consumo. Aumentando a demanda por consumo, aumenta-se a demanda por produção.&quot;


Romeu Zema, do partido Novo, teve atividades de campanha em Fortaleza, no Ceará.

Renan Santos, do Missão, participou de sabatina no Portal UOL. O candidato falou sobre o fim da atual política de reajuste do salário mínimo.


&quot;Você aumentar a aposentadoria com base no salário mínimo não torna as pessoas que recebem esses benefícios mais capazes de comprar coisas. Porque o efeito contrário que isso gera é um efeito de aumento nos gastos das contas públicas descontrolado, isso aumenta a trajetória dos juros, aumenta a relação dívida-PIB, e isso faz com que o dinheiro fique mais caro. Que é o famoso &#039;dá com uma mão e tira com a outra&#039;. No fim do dia, a pessoa pode até achar: &#039;Nossa, minha aposentadoria foi reajustada de acordo com o salário mínimo&#039;. Está bem, mas o produto na gôndola vai estar mais caro.&quot;


Edmilson Costa, do PCB, concedeu entrevista para o podcast da Associação Nacional dos Trabalhadores Portuários. O candidato disse que é preciso fazer uma auditoria da dívida pública.


&quot;Nenhum país do mundo pode se desenvolver com uma sangria de recursos desse tipo. Então, nós vamos ter que fazer uma auditoria da dívida para ver o que é dívida real, o que é dívida financeira. O Brasil tem dez trilhões de dívida. Essa dívida foi feita para construir hospitais? Para construir estradas? Para construir escolas? Não, ela foi feita simplesmente a partir dos juros altos definidos pelo Banco Central. Então, nós temos que reduzir de maneira radical essa dívida através da auditoria.&quot;


O presidente Lula, do PT, realizou comício em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Wilson Grassi, do Democrata, fez uma palestra em uma universidade na capital paulista.

Augusto Cury, do Avante, participou de sabatina no SBT nesta noite.

Ronaldo Caiado, do PSD, continua internado em São Paulo, após diagnóstico de pneumonia. O candidato apresenta quadro estável, respira espontaneamente e apresenta boa evolução.

Os candidatos Clariana Barão (DC), Rui Costa Pimenta (PCO) e Samara Martins (UP) não divulgaram agenda pública de campanha.

*Com reportagem de Gésio Passos
  3:03 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 01:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, Presidência, República, participam, atos, campanha</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República participaram de eventos de campanha em todo o país nesta sexta-feira (11).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702179&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702179&o=rss"></p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, teve agenda em Manaus, no Amazonas, onde participou de uma motociata.</p>

<p><strong>Hertz Dias, do PSTU</strong>, realizou panfletagem em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, onde também concedeu uma entrevista para a Rádio Projeção. O candidato defendeu o fim da escala 6x1.</p>

<blockquote>
<p>"Há um debate que está colocado, que é a redução da jornada de trabalho: acabar com essa escala de trabalho semiescrava 6x1. O debate que está em torno agora é de 5x2, mas tem de se manter, no máximo, a jornada de trabalho semanal em 36 horas. Porque, reduzindo a jornada de trabalho, automaticamente você terá de incorporar mais pessoas ao mercado de trabalho. Então, gera emprego. Gerando emprego, aumenta-se a demanda por consumo. Aumentando a demanda por consumo, aumenta-se a demanda por produção."</p>
</blockquote>

<p><strong>Romeu Zema, do partido Novo</strong>, teve atividades de campanha em Fortaleza, no Ceará.</p>

<p><strong>Renan Santos, do Missão</strong>, participou de sabatina no Portal UOL. O candidato falou sobre o fim da atual política de reajuste do salário mínimo.</p>

<blockquote>
<p>"Você aumentar a aposentadoria com base no salário mínimo não torna as pessoas que recebem esses benefícios mais capazes de comprar coisas. Porque o efeito contrário que isso gera é um efeito de aumento nos gastos das contas públicas descontrolado, isso aumenta a trajetória dos juros, aumenta a relação dívida-PIB, e isso faz com que o dinheiro fique mais caro. Que é o famoso 'dá com uma mão e tira com a outra'. No fim do dia, a pessoa pode até achar: 'Nossa, minha aposentadoria foi reajustada de acordo com o salário mínimo'. Está bem, mas o produto na gôndola vai estar mais caro."</p>
</blockquote>

<p><strong>Edmilson Costa, do PCB</strong>, concedeu entrevista para o podcast da Associação Nacional dos Trabalhadores Portuários. O candidato disse que é preciso fazer uma auditoria da dívida pública.</p>

<blockquote>
<p>"Nenhum país do mundo pode se desenvolver com uma sangria de recursos desse tipo. Então, nós vamos ter que fazer uma auditoria da dívida para ver o que é dívida real, o que é dívida financeira. O Brasil tem dez trilhões de dívida. Essa dívida foi feita para construir hospitais? Para construir estradas? Para construir escolas? Não, ela foi feita simplesmente a partir dos juros altos definidos pelo Banco Central. Então, nós temos que reduzir de maneira radical essa dívida através da auditoria."</p>
</blockquote>

<p>O presidente <strong>Lula, do PT</strong>, realizou comício em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.</p>

<p><strong>Wilson Grassi, do Democrata</strong>, fez uma palestra em uma universidade na capital paulista.</p>

<p><strong>Augusto Cury, do Avante</strong>, participou de sabatina no SBT nesta noite.</p>

<p><strong>Ronaldo Caiado, do PSD</strong>, continua internado em São Paulo, após diagnóstico de pneumonia. O candidato apresenta quadro estável, respira espontaneamente e apresenta boa evolução.</p>

<p>Os candidatos <strong>Clariana Barão (DC)</strong>, <strong>Rui Costa Pimenta (PCO)</strong> e <strong>Samara Martins (UP)</strong> não divulgaram agenda pública de campanha.</p>

<p><em>*Com reportagem de Gésio Passos</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:03</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Caso Dark Horse: documentos mostram Flávio Bolsonaro como investigado</title>
<link>https://apareceu.com/caso-dark-horse-documentos-mostram-flavio-bolsonaro-como-investigado</link>
<guid>https://apareceu.com/caso-dark-horse-documentos-mostram-flavio-bolsonaro-como-investigado</guid>
<description><![CDATA[ O candidato à Presidência da República nas eleições de outubro, senador Flávio Bolsonaro, é investigado no Supremo Tribunal Federal sobre o financiamento do filme Dark Horse desde julho deste ano.

O filme conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A autorização da investigação foi dada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, após pedido da Polícia Federal.

A confirmação da investigação veio após o levantamento de sigilo de processos relacionados ao Banco Master no Supremo.

A ação foi tomada após pedido do presidente do STF, Edson Fachin, nessa quinta-feira.

A investigação em si segue sigilosa, só essa autorização que foi tornada pública.

No despacho que autorizou a apuração, a Polícia Federal pediu uma investigação em paralelo, mas ligada ao inquérito 5026, que é um dos processos relacionados à Operação Compliance Zero, que investiga as fraudes do Banco Master.

O objetivo é apurar a possível prática dos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos que teriam sido praticados, em tese, pelo senador da República e também candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro no contexto de financiamento para a produção da obra cinematográfica chamada Dark Horse junto ao Banco Master, do banqueiro Daniel Vorcaro.

Em maio, o site The Intercept publicou reportagem com áudios em que Flávio Bolsonaro cobrava de Daniel Vorcaro, dono do Master, cerca de R$ 130 milhões.

A mensagem foi enviada em setembro do ano passado. Escute: 


&quot;E apesar de você ter me dado liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando, tá? Mas, enfim, é porque tá num momento muito decisivo aqui do filme. E como tem muita parcela pra trás, cara, tá todo mundo tenso e eu fico preocupado aqui com o efeito ao contrário do que a gente sonhou pro filme, né? Imagina a gente dando calote num Jim Caviezel, num Cyrus... Os caras, porra, renomadíssimos lá no cinema americano, mundial. Pô, ia ser muito ruim. Todo efeito positivo que a gente tem certeza que vai vir com esse filme pode ser o efeito elevado a menos um aí, cara.&quot;


A Rádio Nacional tenta um posicionamento do senador e candidato à Presidência sobre a investigação.

Flávio Bolsonaro vem comentando em entrevistas que não há irregularidades com o filme.

Além dessa investigação, que corre sob relatoria do ministro André Mendonça, o financiamento do filme também é alvo de outra apuração por possíveis desvios de emendas parlamentares.

Neste caso, o relator é o ministro Flávio Dino, também do Supremo Tribunal Federal.
  2:29 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 01:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Caso, Dark, Horse:, documentos, mostram, Flávio, Bolsonaro, como, investigado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O candidato à Presidência da República nas eleições de outubro, senador Flávio Bolsonaro, é investigado no Supremo Tribunal Federal sobre o financiamento do filme Dark Horse desde julho deste ano.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702111&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702111&o=rss"></p>

<p>O filme conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>

<p>A autorização da investigação foi dada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, após pedido da Polícia Federal.</p>

<p>A confirmação da investigação veio após o levantamento de sigilo de processos relacionados ao Banco Master no Supremo.</p>

<p>A ação foi tomada após pedido do presidente do STF, Edson Fachin, nessa quinta-feira.</p>

<p>A investigação em si segue sigilosa, só essa autorização que foi tornada pública.</p>

<p>No despacho que autorizou a apuração, a Polícia Federal pediu uma investigação em paralelo, mas ligada ao inquérito 5026, que é um dos processos relacionados à Operação Compliance Zero, que investiga as fraudes do Banco Master.</p>

<p>O objetivo é apurar a possível prática dos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos que teriam sido praticados, em tese, pelo senador da República e também candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro no contexto de financiamento para a produção da obra cinematográfica chamada Dark Horse junto ao Banco Master, do banqueiro Daniel Vorcaro.</p>

<p>Em maio, o site The Intercept publicou reportagem com áudios em que Flávio Bolsonaro cobrava de Daniel Vorcaro, dono do Master, cerca de R$ 130 milhões.</p>

<p>A mensagem foi enviada em setembro do ano passado. Escute: </p>

<blockquote>
<p>"E apesar de você ter me dado liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando, tá? Mas, enfim, é porque tá num momento muito decisivo aqui do filme. E como tem muita parcela pra trás, cara, tá todo mundo tenso e eu fico preocupado aqui com o efeito ao contrário do que a gente sonhou pro filme, né? Imagina a gente dando calote num Jim Caviezel, num Cyrus... Os caras, porra, renomadíssimos lá no cinema americano, mundial. Pô, ia ser muito ruim. Todo efeito positivo que a gente tem certeza que vai vir com esse filme pode ser o efeito elevado a menos um aí, cara."</p>
</blockquote>

<p><strong>A Rádio Nacional tenta um posicionamento do senador e candidato à Presidência sobre a investigação.</strong></p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro vem comentando em entrevistas que não há irregularidades com o filme.</strong></p>

<p><strong>Além dessa investigação, que corre sob relatoria do ministro André Mendonça, o financiamento do filme também é alvo de outra apuração por possíveis desvios de emendas parlamentares.</strong></p>

<p>Neste caso, o relator é o ministro Flávio Dino, também do Supremo Tribunal Federal.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:29</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TSE rejeita por unanimidade candidatura de Pablo Marçal à presidência</title>
<link>https://apareceu.com/tse-rejeita-por-unanimidade-candidatura-de-pablo-marcal-a-presidencia</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-rejeita-por-unanimidade-candidatura-de-pablo-marcal-a-presidencia</guid>
<description><![CDATA[ Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou o registro da candidatura de Pablo Marçal à presidência da República. O colegiado seguiu o voto da relatora, ministra Estela Aranha, e indeferiu o pedido de Marçal e seu partido, o PRTB.

A rejeição da candidatura se deu por falta de comprovação de filiação ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro dentro do prazo legal, uma vez que Pablo Marçal estava filiado ao União Brasil em abril, prazo final para escolha do partido.  

O TSE apontou também a falta de comprovação da condição de elegibilidade do candidato relativa à filiação partidária ao PRTB, já que Marçal está inelegível até 2032. Ele foi condenado pela Justiça Eleitoral de São Paulo por ofertar gravações de vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro. O episódio ocorreu nas eleições municipais de 2024.

Agora, 12 candidaturas estão na disputa pela Presidência da República nas eleições gerais deste ano. O primeiro turno de votações está marcado para 4 de outubro e, se necessário, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro.

*Com informações da Agência Brasil
  1:18 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 01:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, rejeita, por, unanimidade, candidatura, Pablo, Marçal, presidência</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou o registro da candidatura de Pablo Marçal à presidência da República. O colegiado seguiu o voto da relatora, ministra Estela Aranha, e indeferiu o pedido de Marçal e seu partido, o PRTB.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702184&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702184&o=rss"></p>

<p>A rejeição da candidatura se deu por falta de comprovação de filiação ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro dentro do prazo legal, uma vez que Pablo Marçal estava filiado ao União Brasil em abril, prazo final para escolha do partido.  </p>

<p>O TSE apontou também a falta de comprovação da condição de elegibilidade do candidato relativa à filiação partidária ao PRTB, já que Marçal está inelegível até 2032. Ele foi condenado pela Justiça Eleitoral de São Paulo por ofertar gravações de vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro. O episódio ocorreu nas eleições municipais de 2024.</p>

<p>Agora, 12 candidaturas estão na disputa pela Presidência da República nas eleições gerais deste ano. O primeiro turno de votações está marcado para 4 de outubro e, se necessário, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro.</p>

<p>*Com informações da Agência Brasil</p>
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<title>Confira a agenda dos presidenciáveis neste sábado (12)</title>
<link>https://apareceu.com/confira-a-agenda-dos-presidenciaveis-neste-sabado-12</link>
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<description><![CDATA[ Agenda dos candidatos à presidência da República neste sábado (12). Augusto Cury, do Avante, passa o dia em São Paulo. Pela manhã compareceu a congresso para a classe médica. Durante a tarde tem reunião fechada e participa de evento online do Grupo Nós.

Edmilson Costa, do PCB, também cumpriu agenda em São Paulo. Esteve em Guarulhos, pela manhã, participando do Grito dos Excluídos.

Flavio Bolsonaro, do PL, passa o sábado no Rio de Janeiro. De manhã esteve em um encontro em Cabo Frio e participou de carreata em Macaé. À tarde, a carreata é em Campos dos Goytacazes. Encerra o dia em comício em Itaperuna.

Hertz Dias, do PSTU, está em Pernambuco. Pela manhã fez panfletagem em Ipojuca, e se reúne com agricultores familiares à tarde na mesma cidade. À noite estará em Recife, para roda de conversa.

Lula, do PT, esteve de manhã em Curitiba, Paraná, para evento de campanha.

Renan Santos, do Missão, participa à tarde de congresso do partido em Joinville, Santa Catarina.

Romeu Zema, do Novo, cumpre agenda em Minas Gerais. Pela manhã se encontrou com mulheres que participavam de cavalgada em prol da prevenção ao câncer de mama e visitou um hospital da região. À tarde, grava vídeos com candidatos do partido.

Rui Costa Pimenta, do PCO, está em São Paulo, onde participa à tarde da Análise Política da Semana, no Centro Cultural Benjamin Péret.

Samara Martins, do Unidade Popular, fez panfletagem em Belo Horizonte, Minas Gerais, pela manhã.

Wilson Grassi, do Democrata, se reuniu com comitês estaduais do partido também pela manhã.

Clariana Barão, do Democracia Cristã, e Ronaldo Caiado, do PSD, não têm agenda pública neste sábado (12). 
  1:45 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 01:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Confira, agenda, dos, presidenciáveis, neste, sábado, 12</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Agenda dos candidatos à presidência da República neste sábado (12). Augusto Cury, do Avante, passa o dia em São Paulo. Pela manhã compareceu a congresso para a classe médica. Durante a tarde tem reunião fechada e participa de evento online do Grupo Nós.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702195&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702195&o=rss"></p>

<p>Edmilson Costa, do PCB, também cumpriu agenda em São Paulo. Esteve em Guarulhos, pela manhã, participando do Grito dos Excluídos.</p>

<p>Flavio Bolsonaro, do PL, passa o sábado no Rio de Janeiro. De manhã esteve em um encontro em Cabo Frio e participou de carreata em Macaé. À tarde, a carreata é em Campos dos Goytacazes. Encerra o dia em comício em Itaperuna.</p>

<p>Hertz Dias, do PSTU, está em Pernambuco. Pela manhã fez panfletagem em Ipojuca, e se reúne com agricultores familiares à tarde na mesma cidade. À noite estará em Recife, para roda de conversa.</p>

<p>Lula, do PT, esteve de manhã em Curitiba, Paraná, para evento de campanha.</p>

<p>Renan Santos, do Missão, participa à tarde de congresso do partido em Joinville, Santa Catarina.</p>

<p>Romeu Zema, do Novo, cumpre agenda em Minas Gerais. Pela manhã se encontrou com mulheres que participavam de cavalgada em prol da prevenção ao câncer de mama e visitou um hospital da região. À tarde, grava vídeos com candidatos do partido.</p>

<p>Rui Costa Pimenta, do PCO, está em São Paulo, onde participa à tarde da Análise Política da Semana, no Centro Cultural Benjamin Péret.</p>

<p>Samara Martins, do Unidade Popular, fez panfletagem em Belo Horizonte, Minas Gerais, pela manhã.</p>

<p>Wilson Grassi, do Democrata, se reuniu com comitês estaduais do partido também pela manhã.</p>

<p>Clariana Barão, do Democracia Cristã, e Ronaldo Caiado, do PSD, não têm agenda pública neste sábado (12). </p>
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<title>Candidatos à Presidência cumprem agenda nesta terça&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-cumprem-agenda-nesta-terca-feira</link>
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<description><![CDATA[ Terça-feira (8) de agenda dos candidatos. Augusto Cury, do Avante, concede entrevista ao jornal Estado de S. Paulo e ao Canal Meio. Depois vai para sabatina da Rede TV!

Clariana Barão, do Democracia Cristã, participa de entrevista ao site Midia News em Cuiabá e à Agora FM, de Rondonópolis.

Edmilson Costa, do PCB, continua cumprindo agenda do partido em Lisboa.

Hertz Dias do PSTU, se reúne com apoiadores em Jacareí, São Paulo, e depois faz panfletagem em São Bernardo do Campo. Também em São Paulo, mas em Campinas, Ronaldo Caiado, do PSD, visita o laboratório Sirius, projeto científico brasileiro.

Samara Martins, do Unidade Popular, participa de sabatina ao Correio Braziliense, entrevista ao Metrópoles e, depois, faz caminhada na Rodoviária de Brasília. Também em Brasília, Romeu Zema, do Novo, se reúne, com a Abert, que é a Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV.

Wilson Grassi, do Democrata, participa de sabatina. 

Os demais, Flávio Bolsonaro, do PL, Lula, do PT, Renan Santos, do Missão e Rui Costa Pimenta, do PCO, estão sem agenda de campanha para esta terça-feira (8).
  1:14 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 10:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira (8) de agenda dos candidatos. Augusto Cury, do Avante, concede entrevista ao jornal Estado de S. Paulo e ao Canal Meio. Depois vai para sabatina da Rede TV!<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701805&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701805&o=rss"></p>

<p>Clariana Barão, do Democracia Cristã, participa de entrevista ao site Midia News em Cuiabá e à Agora FM, de Rondonópolis.</p>

<p>Edmilson Costa, do PCB, continua cumprindo agenda do partido em Lisboa.</p>

<p>Hertz Dias do PSTU, se reúne com apoiadores em Jacareí, São Paulo, e depois faz panfletagem em São Bernardo do Campo. Também em São Paulo, mas em Campinas, Ronaldo Caiado, do PSD, visita o laboratório Sirius, projeto científico brasileiro.</p>

<p>Samara Martins, do Unidade Popular, participa de sabatina ao Correio Braziliense, entrevista ao Metrópoles e, depois, faz caminhada na Rodoviária de Brasília. Também em Brasília, Romeu Zema, do Novo, se reúne, com a Abert, que é a Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV.</p>

<p>Wilson Grassi, do Democrata, participa de sabatina. </p>

<p>Os demais, Flávio Bolsonaro, do PL, Lula, do PT, Renan Santos, do Missão e Rui Costa Pimenta, do PCO, estão sem agenda de campanha para esta terça-feira (8).</p>
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<title>Meta apresenta ao TSE plano de ação para as redes sociais nas eleições</title>
<link>https://apareceu.com/meta-apresenta-ao-tse-plano-de-acao-para-as-redes-sociais-nas-eleicoes</link>
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<description><![CDATA[ A empresa de tecnologia Meta, dona do Facebook,  Instagram e Whatsapp, apresentou ao TSE, Tribunal Superior Eleitoral, um plano para as Eleições 2026, com medidas voltadas para a comunicação no período, como o combate à desinformação, à violência e a conteúdos nocivos, além de regras para a publicidade política e para conteúdos gerados ou modificados por Inteligência Artificial.

Na avaliação da empresa, cinco áreas são consideradas críticas: discurso hostil, desinformação, ameaças, riscos cívicos e discurso violento.

O plano apresentado prevê a remoção de conteúdo nocivo, medidas de transparência relacionadas à publicidade política, proibição de anúncios políticos no WhatsApp e regras para o uso responsável de inteligência artificial generativa. O documento também contempla a proteção de dados pessoais em anúncios eleitorais, canais para denúncias e o cumprimento de ordens judiciais.

Já em relação às fake news, a Meta prevê o uso de rótulos e informações de contexto, além de medidas para diminuir a distribuição desses conteúdos. A empresa também vai restringir anúncios que desencorajem a participação eleitoral. 

A política de moderação apresentada ao TSE ainda estabelece a remoção de conteúdos desumanizadores, de alegações com imoralidade ou criminalidade grave e de insultos dirigidos a pessoas com base em características protegidas. A medida inclui estereótipos prejudiciais, como comparações que desumanizam grupos, historicamente usadas para ataques, intimidação e exclusão, muitas vezes associados à violência fora das plataformas.

Também estão sujeitos à remoção insultos graves, expressões de desprezo ou nojo, palavrões e apelos à exclusão ou segregação.

São ainda proibidos conteúdos de incitação à violência, como ameaças graves ou incitação de atos violentos contra a integridade física de membros e servidores da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral, apelos à violência eleitoral e aqueles que tenham como objetivo restringir o exercício de poderes constitucionais e discursos de ódio. 

Além disso, podem ser suspensos conteúdos e contas que incentivem condutas antidemocráticas e a divulgação ou o compartilhamento de fatos falsos contra a integridade do processo eleitoral.
  2:21 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 10:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Meta, apresenta, TSE, plano, ação, para, redes, sociais, nas, eleições</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A empresa de tecnologia Meta, dona do Facebook,  Instagram e Whatsapp, apresentou ao TSE, Tribunal Superior Eleitoral, um plano para as Eleições 2026, com medidas voltadas para a comunicação no período, como o combate à desinformação, à violência e a conteúdos nocivos, além de regras para a publicidade política e para conteúdos gerados ou modificados por Inteligência Artificial.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701868&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701868&o=rss"></p>

<p>Na avaliação da empresa, cinco áreas são consideradas críticas: discurso hostil, desinformação, ameaças, riscos cívicos e discurso violento.</p>

<p><strong>O plano apresentado prevê a remoção de conteúdo nocivo, medidas de transparência relacionadas à publicidade política, proibição de anúncios políticos no WhatsApp e regras para o uso responsável de inteligência artificial generativa. </strong>O documento também contempla a proteção de dados pessoais em anúncios eleitorais, canais para denúncias e o cumprimento de ordens judiciais.</p>

<p><strong>Já em relação às fake news, a Meta prevê o uso de rótulos e informações de contexto, além de medidas para diminuir a distribuição desses conteúdos</strong>. A empresa também vai restringir anúncios que desencorajem a participação eleitoral. </p>

<p>A política de moderação apresentada ao TSE ainda estabelece a remoção de conteúdos desumanizadores, de alegações com imoralidade ou criminalidade grave e de insultos dirigidos a pessoas com base em características protegidas. A medida inclui estereótipos prejudiciais, como comparações que desumanizam grupos, historicamente usadas para ataques, intimidação e exclusão, muitas vezes associados à violência fora das plataformas.</p>

<p><strong>Também estão sujeitos à remoção insultos graves, expressões de desprezo ou nojo, palavrões e apelos à exclusão ou segregação.</strong></p>

<p>São ainda proibidos conteúdos de incitação à violência, como ameaças graves ou incitação de atos violentos contra a integridade física de membros e servidores da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral, apelos à violência eleitoral e aqueles que tenham como objetivo restringir o exercício de poderes constitucionais e discursos de ódio. </p>

<p>Além disso, podem ser suspensos conteúdos e contas que incentivem condutas antidemocráticas e a divulgação ou o compartilhamento de fatos falsos contra a integridade do processo eleitoral.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:21</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Agenda dos presidenciáveis: cinco candidatos estão em São Paulo hoje</title>
<link>https://apareceu.com/agenda-dos-presidenciaveis-cinco-candidatos-estao-em-sao-paulo-hoje</link>
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<description><![CDATA[ Cinco candidatos estarão em São Paulo nesta quarta-feira (9). Augusto Cury, do Avante vai à Bienal do Livro e depois se reúne com o sindicato de cooperativas. Hertz Dias, do PSTU, faz panfletagem na Vila Leopoldina e depois se reúne com apoiadores e concede entrevista a um site. Renan Santos, do Missão, participa de ato com apoiadores na FGV, a Fundação Getúlio Vargas. Ronaldo Caiado, do PSD, tem sabatina, entrevista e visita ao Instituto Resgatando Vidas.

Samara Martins, do Unidade Popular, vai estar em ato na Praça da Sé contra o feminicídio. Lula, do PT, estará em Teresina no Piauí participando de ato político marcado para 17h30 no bairro Gurupi. 

Flávio Bolsonaro, do PL, em Juiz de Fora, Minas Gerais, faz motociata e comício no centro da cidade. Romeu Zema, do Novo, lança uma carta de princípios cristãos brasileiros e Wilson Graça, do Democrata, concede a entrevista a um jornal do Rio.

Clariana Barão, do Democracia Cristã, e Edmison Costa, do PCB, e Rui Costa Pimenta, do PCO, estão sem agenda de campanha para hoje. 
 
  1:12 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 10:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Agenda, dos, presidenciáveis:, cinco, candidatos, estão, São, Paulo, hoje</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco candidatos estarão em São Paulo nesta quarta-feira (9). Augusto Cury, do Avante vai à Bienal do Livro e depois se reúne com o sindicato de cooperativas. Hertz Dias, do PSTU, faz panfletagem na Vila Leopoldina e depois se reúne com apoiadores e concede entrevista a um site. Renan Santos, do Missão, participa de ato com apoiadores na FGV, a Fundação Getúlio Vargas. Ronaldo Caiado, do PSD, tem sabatina, entrevista e visita ao Instituto Resgatando Vidas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701907&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701907&o=rss"></p>

<p>Samara Martins, do Unidade Popular, vai estar em ato na Praça da Sé contra o feminicídio. Lula, do PT, estará em Teresina no Piauí participando de ato político marcado para 17h30 no bairro Gurupi. </p>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL, em Juiz de Fora, Minas Gerais, faz motociata e comício no centro da cidade. Romeu Zema, do Novo, lança uma carta de princípios cristãos brasileiros e Wilson Graça, do Democrata, concede a entrevista a um jornal do Rio.</p>

<p>Clariana Barão, do Democracia Cristã, e Edmison Costa, do PCB, e Rui Costa Pimenta, do PCO, estão sem agenda de campanha para hoje. <br>
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<item>
<title>Dino determina reintegração de Andrei Rodrigues ao comando da PF</title>
<link>https://apareceu.com/dino-determina-reintegracao-de-andrei-rodrigues-ao-comando-da-pf</link>
<guid>https://apareceu.com/dino-determina-reintegracao-de-andrei-rodrigues-ao-comando-da-pf</guid>
<description><![CDATA[ O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou a reintegração do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada, aos cargos.

É uma decisão liminar e que vai, agora, para análise do plenário. Pontos do Flávio Dino que embasaram a decisão: 

Primeiro: o partido Novo não tem legitimidade para pedir medidas cautelares em investigações criminais. Apenas na esfera cível ou eleitoral. Isso porque a decisão do ministro André Mendonça de afastar os dois nessa terça-feira veio por uma ação justamente do Novo. Partido político, segundo a decisão, “de direita e imediatamente interessado na suposta medida cautelar, pois possui candidato à Presidência da República”.

Outro ponto: o ministro André Mendonça não poderia ter determinado esse afastamento porque ainda está em curso o prazo para que Mendonça e o ministro Alexandre de Moraes deem explicações sobre os relatórios divulgados por um e por outro na semana passada. Prazo termina na sexta-feira. Ou seja, Mendonça é parte, não poderia agir como juiz.

Dino fala, ainda, em “prolação de decisão em causa própria, com o efeito de paralisar investigações e os trabalhos policiais”, citando o perigo de dano.

E amarrou: “Uma coisa é o exercício regular da jurisdição mediante ação constitucional cabível. Outra é a pretensão de afastamento formulada por partido político sem legitimidade para requerer medida cautelar pessoal de natureza penal, e acolhida por decisão monocrática. Manifestação atípica, sem paralelo na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal”.

Por fim, Flávio Dino determina a volta dos dois aos cargos, o restabelecimento integral de suas respectivas atribuições funcionais e que, de maneira preventiva, não sejam impostas a eles novas medidas cautelares de natureza pessoal.

E encerrou mandando recado à Mendonça: “especialmente em momentos de acirradas paixões, como ocorre durante um processo eleitoral, o juiz deve zelar para que suas decisões sejam reconhecíveis como derivações do Direito, e não como resultado de pressões partidárias, ideológicas, midiáticas ou de interesses pessoais”.
  2:31 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 10:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Dino, determina, reintegração, Andrei, Rodrigues, comando</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou a reintegração do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada, aos cargos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701905&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701905&o=rss"></p>

<p>É uma decisão liminar e que vai, agora, para análise do plenário. Pontos do Flávio Dino que embasaram a decisão: </p>

<p>Primeiro: o partido Novo não tem legitimidade para pedir medidas cautelares em investigações criminais. Apenas na esfera cível ou eleitoral. Isso porque a decisão do ministro André Mendonça de afastar os dois nessa terça-feira veio por uma ação justamente do Novo. Partido político, segundo a decisão, “de direita e imediatamente interessado na suposta medida cautelar, pois possui candidato à Presidência da República”.</p>

<p>Outro ponto: o ministro André Mendonça não poderia ter determinado esse afastamento porque ainda está em curso o prazo para que Mendonça e o ministro Alexandre de Moraes deem explicações sobre os relatórios divulgados por um e por outro na semana passada. Prazo termina na sexta-feira. Ou seja, Mendonça é parte, não poderia agir como juiz.</p>

<p><strong>Dino fala, ainda, em “prolação de decisão em causa própria, com o efeito de paralisar investigações e os trabalhos policiais”, citando o perigo de dano.</strong></p>

<p>E amarrou: “Uma coisa é o exercício regular da jurisdição mediante ação constitucional cabível. <strong>Outra é a pretensão de afastamento formulada por partido político sem legitimidade para requerer medida cautelar pessoal de natureza penal, e acolhida por decisão monocrática. Manifestação atípica, sem paralelo na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal”.</strong></p>

<p>Por fim, Flávio Dino determina a volta dos dois aos cargos, o restabelecimento integral de suas respectivas atribuições funcionais e que, de maneira preventiva, não sejam impostas a eles novas medidas cautelares de natureza pessoal.</p>

<p>E encerrou mandando recado à Mendonça: <strong>“especialmente em momentos de acirradas paixões, como ocorre durante um processo eleitoral, o juiz deve zelar para que suas decisões sejam reconhecíveis como derivações do Direito, e não como resultado de pressões partidárias, ideológicas, midiáticas ou de interesses pessoais”.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:31</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Entrevistas marcaram o dia dos candidatos à Presidência da República</title>
<link>https://apareceu.com/entrevistas-marcaram-o-dia-dos-candidatos-a-presidencia-da-republica</link>
<guid>https://apareceu.com/entrevistas-marcaram-o-dia-dos-candidatos-a-presidencia-da-republica</guid>
<description><![CDATA[ A campanha presidencial, nesta terça-feira (8), foi marcada por entrevistas de diversos candidatos a veículos de imprensa.

Rui Costa Pimenta (PCO) participou de programa na Rádio Causa Operária, e concedeu entrevista ao jornalista Leandro Fortes. O candidato analisou o cenário de crise do judiciário.

Samara Martins (Unidade Popular) participou de caminhada na Rodoviária de Brasília. Samara ainda foi sabatinada pelo Correio Braziliense e comentou a perda de recursos do orçamento da saúde.


&quot;O SUS perdeu recursos nos últimos 10 anos, que chega a mais de 60%. Não porque o Brasil não tem dinheiro, mas porque metade desse orçamento é destinado para o pagamento da dívida pública,  o que gente tem chamado de &#039;Bolsa Banqueiro&#039;. Vai R$ 1,8 trilhão desse nosso orçamento riquíssimo para poder pagar os juros e as amortizações da dívida pública. Uma das nossas propostas centrais é que a gente faça uma auditoria cidadã da dívida, que a gente suspenda o pagamento da dívida pública&quot;


Clariana Barão (Democracia Cristã) concedeu entrevistas para imprensa. A candidata defendeu novas medidas para combater o feminicídio, como a criação de um centro integrado de atendimento à mulher para encorajar as denúncias e oferecer acolhimento pela polícia e pela assistência social.

Renan Santos (Missão) falou para diversos veículos jornalísticos. O candidato reclamou de benefícios setoriais concedidos pela reforma tributária, que teriam levado a um aumento da alíquota prevista.

Hertz Dias (PSTU) teve agenda no interior de São Paulo  e participou de atividades em São Bernardo do Campo. Durante o dia, o candidato defendeu a reindustrialização do país a partir da estatização de empresas privatizadas.


&quot;A gente precisa retomar as empresas que foram entregues ao grande capital a preço de banana, como a CSN, a Companhia Siderúrgica Nacional, como  a Vale. A  Vale foi [vendida por] R$ 3,3 trilhões.  Ano passado o lucro líquido da Vale foi de R$ 13 trilhões. Mais de quatro vezes superior ao valor que ela foi entregue para o grande capital. A gente vai ter que reestatizar o setor de energia, por exemplo a Eletrobrás, a gente vai ter que restatizar todos esses setores&quot;.


Ronaldo Caiado (PSD) visitou as instalações do Laboratório Sirius, em Campinas (SP). O candidato afirmou que o Brasil precisa de uma reforma moral, para combater a corrupção e preservar as instituições.

Augusto Cury (Avante) foi entrevistado por veículos de imprensa. Já Romeu Zema (Novo) participou de reunião na Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV.

Wilson Grassi (Democrata) concedeu entrevista ao jornalista Lucas França, e defendeu tratamentos estéticos para toda a população.


 &quot;A minha proposta com o &#039;Meu Botox, Minha Vida&#039; é uma injeção de autoestima nas mulheres de baixa renda. Eu não entendo porque tanta crítica. É um projeto barato. A minha proposta é tirar dinheiro de dois lugares. Ou nós vamos tirar esse dinheiro dos políticos, que ganham bilhões,  tirar  do Fundo Eleitoral, ou nós vamos pegar um pouquinho dos impostos dos cosméticos e a gente vai fazer uma rede pública de aplicação de botox. Simples, barato e eficaz&quot;.


Edmilson Costa (PCB) cumpriu agenda como secretário-geral de seu partido em Portugal.

O presidente Lula (PT) e o candidato Flávio Bolsonaro (PL) não tiveram agendas públicas nessa terça-feira.
  3:44 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 10:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Entrevistas, marcaram, dia, dos, candidatos, Presidência, República</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha presidencial, nesta terça-feira (8), foi marcada por entrevistas de diversos candidatos a veículos de imprensa.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701872&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701872&o=rss"></p>

<p><strong>Rui Costa Pimenta</strong> (PCO) participou de programa na Rádio Causa Operária, e concedeu entrevista ao jornalista Leandro Fortes. O candidato analisou o cenário de crise do judiciário.</p>

<p><strong>Samara Martins</strong> (Unidade Popular) participou de caminhada na Rodoviária de Brasília. Samara ainda foi sabatinada pelo Correio Braziliense e comentou a perda de recursos do orçamento da saúde.</p>

<blockquote>
<p>"O SUS perdeu recursos nos últimos 10 anos, que chega a mais de 60%. Não porque o Brasil não tem dinheiro, mas porque metade desse orçamento é destinado para o pagamento da dívida pública,  o que gente tem chamado de 'Bolsa Banqueiro'. Vai R$ 1,8 trilhão desse nosso orçamento riquíssimo para poder pagar os juros e as amortizações da dívida pública. Uma das nossas propostas centrais é que a gente faça uma auditoria cidadã da dívida, que a gente suspenda o pagamento da dívida pública"</p>
</blockquote>

<p><strong>Clariana Barão</strong> (Democracia Cristã) concedeu entrevistas para imprensa. A candidata defendeu novas medidas para combater o feminicídio, como a criação de um centro integrado de atendimento à mulher para encorajar as denúncias e oferecer acolhimento pela polícia e pela assistência social.</p>

<p><strong>Renan Santos </strong>(Missão) falou para diversos veículos jornalísticos. O candidato reclamou de benefícios setoriais concedidos pela reforma tributária, que teriam levado a um aumento da alíquota prevista.</p>

<p><strong>Hertz Dias</strong> (PSTU) teve agenda no interior de São Paulo  e participou de atividades em São Bernardo do Campo. Durante o dia, o candidato defendeu a reindustrialização do país a partir da estatização de empresas privatizadas.</p>

<blockquote>
<p>"A gente precisa retomar as empresas que foram entregues ao grande capital a preço de banana, como a CSN, a Companhia Siderúrgica Nacional, como  a Vale. A  Vale foi [vendida por] R$ 3,3 trilhões.  Ano passado o lucro líquido da Vale foi de R$ 13 trilhões. Mais de quatro vezes superior ao valor que ela foi entregue para o grande capital. A gente vai ter que reestatizar o setor de energia, por exemplo a Eletrobrás, a gente vai ter que restatizar todos esses setores".</p>
</blockquote>

<p><strong>Ronaldo Caiado</strong> (PSD) visitou as instalações do Laboratório Sirius, em Campinas (SP). O candidato afirmou que o Brasil precisa de uma reforma moral, para combater a corrupção e preservar as instituições.</p>

<p><strong>Augusto Cury </strong>(Avante) foi entrevistado por veículos de imprensa. Já <strong>Romeu Zema</strong> (Novo) participou de reunião na Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV.</p>

<p><strong>Wilson Grassi </strong>(Democrata) concedeu entrevista ao jornalista Lucas França, e defendeu tratamentos estéticos para toda a população.</p>

<blockquote>
<p> "A minha proposta com o 'Meu Botox, Minha Vida' é uma injeção de autoestima nas mulheres de baixa renda. Eu não entendo porque tanta crítica. É um projeto barato. A minha proposta é tirar dinheiro de dois lugares. Ou nós vamos tirar esse dinheiro dos políticos, que ganham bilhões,  tirar  do Fundo Eleitoral, ou nós vamos pegar um pouquinho dos impostos dos cosméticos e a gente vai fazer uma rede pública de aplicação de botox. Simples, barato e eficaz".</p>
</blockquote>

<p><strong>Edmilson Costa </strong>(PCB) cumpriu agenda como secretário-geral de seu partido em Portugal.</p>

<p>O presidente <strong>Lula </strong>(PT) e o candidato <strong>Flávio Bolsonaro</strong> (PL) não tiveram agendas públicas nessa terça-feira.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:44</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Confira a agenda desta quinta dos candidatos a presidente da República</title>
<link>https://apareceu.com/confira-a-agenda-desta-quinta-dos-candidatos-a-presidente-da-republica</link>
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<description><![CDATA[ Na quinta-feira (10) dos presidenciáveis, temos Augusto Cury, do Avante, em São Paulo. Faz visita a uma empresa na Faria Lima, centro financeiro da cidade.

Edmilson Costa, do PCB, vai para o litoral paulista. Participa, em Santos, de sabatina e concede entrevista.

E, no interior, em Vinhedo, Ronaldo Caiado, do PSD, visita o centro de inteligência da guarda civil.

Hertz Dias do PSTU, faz panfletagem em Recife, na Universidade Federal de Pernambuco. 

Romeu Zema, do Novo, em Juazeiro do Norte, vai no santuário do Padre Cícero, visita a imagem de Nossa Senhora de Fátima e, depois, em Fortaleza, vai ao mercado central da cidade.

Flávio Bolsonaro, do PL, faz motociata e comício em Boa Vista, Roraima

Dia de entrevistas para Clariana Barão, do Democracia Cristã; e Rui Costa Pimenta, do PCO.

Wilson Grassi, do Democrata, se reúne com a equipe de campanha

Lula, do PT, Samara Martins, do Unidade Popular, e Renan Santos, do Missão, estão sem agenda de campanha.
  1:04 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 10:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Confira, agenda, desta, quinta, dos, candidatos, presidente, República</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na quinta-feira (10) dos presidenciáveis, temos <strong>Augusto Cury, do Avante</strong>, em São Paulo. Faz visita a uma empresa na Faria Lima, centro financeiro da cidade.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702001&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702001&o=rss"></p>

<p><strong>Edmilson Costa, do PCB</strong>, vai para o litoral paulista. Participa, em Santos, de sabatina e concede entrevista.</p>

<p>E, no interior, em Vinhedo, <strong>Ronaldo Caiado, do PSD</strong>, visita o centro de inteligência da guarda civil.</p>

<p><strong>Hertz Dias do PSTU</strong>, faz panfletagem em Recife, na Universidade Federal de Pernambuco. </p>

<p><strong>Romeu Zema, do Novo</strong>, em Juazeiro do Norte, vai no santuário do Padre Cícero, visita a imagem de Nossa Senhora de Fátima e, depois, em Fortaleza, vai ao mercado central da cidade.</p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, faz motociata e comício em Boa Vista, Roraima</p>

<p>Dia de entrevistas para <strong>Clariana Barão, do Democracia Cristã</strong>; e <strong>Rui Costa Pimenta, do PCO.</strong></p>

<p><strong>Wilson Grassi, do Democrata</strong>, se reúne com a equipe de campanha</p>

<p><strong>Lula, do PT, Samara Martins, do Unidade Popular, e Renan Santos, do Missão</strong>, estão sem agenda de campanha.</p>
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<item>
<title>Entidades cobram resposta rápida do STF sobre crise institucional</title>
<link>https://apareceu.com/entidades-cobram-resposta-rapida-do-stf-sobre-crise-institucional</link>
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<description><![CDATA[ Em &quot;Manifesto à Nação Brasileira&quot;, cerca de 3 mil entidades do setor produtivo cobram sessão pública e resposta urgente à crise no Supremo Tribunal Federal (STF).

O documento, divulgado nesta quarta-feira, tem o apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e das Confederações Nacionais da Indústria e do Comércio.

As organizações defendem que o Plenário do STF examine, com urgência, os episódios recentes envolvendo a Corte, sem subterfúgios e sem corporativismo.

Tudo deve ser feito com transparência, imparcialidade e celeridade.

Segundo o manifesto, o país vive um momento de tensão e de crise institucional de extrema gravidade.

As entidades apontam como epicentro dessa crise a Corte de Justiça a quem a Constituição confiou a última palavra.

O manifesto destaca que não se trata de um episódio isolado nem de um ruído passageiro; e afirma ainda que o STF não está dispensado de prestar contas e que a resposta que a Nação aguarda não admite prazo.

De acordo com o documento, ninguém está acima da lei e não há Estado de Direito sem juízes acima de qualquer suspeita.

Para os empresários, a autoridade de um tribunal não decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que só a imparcialidade, a transparência e a exemplaridade conferem.
  1:21 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 10:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Em "Manifesto à Nação Brasileira", cerca de 3 mil entidades do setor produtivo cobram sessão pública e resposta urgente à crise no Supremo Tribunal Federal (STF).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701925&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701925&o=rss"></p>

<p>O documento, divulgado nesta quarta-feira, tem o apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e das Confederações Nacionais da Indústria e do Comércio.</p>

<p>As organizações defendem que o Plenário do STF examine, com urgência, os episódios recentes envolvendo a Corte, sem subterfúgios e sem corporativismo.</p>

<p>Tudo deve ser feito com transparência, imparcialidade e celeridade.</p>

<p>Segundo o manifesto, o país vive um momento de tensão e de crise institucional de extrema gravidade.</p>

<p>As entidades apontam como epicentro dessa crise a Corte de Justiça a quem a Constituição confiou a última palavra.</p>

<p>O manifesto destaca que não se trata de um episódio isolado nem de um ruído passageiro; e afirma ainda que o STF não está dispensado de prestar contas e que a resposta que a Nação aguarda não admite prazo.</p>

<p>De acordo com o documento, ninguém está acima da lei e não há Estado de Direito sem juízes acima de qualquer suspeita.</p>

<p>Para os empresários, a autoridade de um tribunal não decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que só a imparcialidade, a transparência e a exemplaridade conferem.</p>
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</item>

<item>
<title>Lula defende quebra de sigilo das investigações do caso Master</title>
<link>https://apareceu.com/lula-defende-quebra-de-sigilo-das-investigacoes-do-caso-master</link>
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<description><![CDATA[ Diante da série de decisões e vazamentos envolvendo o Supremo Tribunal Federal, o presidente Lula defendeu, nesta quarta-feira (9), a “quebra completa do sigilo das investigações de todos os envolvidos no caso Master”, que ele considera “o maior crime financeiro da história do Brasil”. 

Em publicação nas redes sociais, Lula defende que a medida seja tomada de forma “urgente”, contra “quem for, doa a quem doer”. Ainda segundo o presidente, é preciso haver “transparência e não vazamentos seletivos que impactam a disputa eleitoral”. Para Lula, o povo brasileiro precisa de explicações para enfrentar o que ele classifica como “crise institucional que tomou conta do Poder Judiciário”.  

Ainda na esfera da suprema corte, Lula citou como “exemplo a ser seguido” a divulgação da verdade na Operação Spoofing, conduzida pelo então ministro do STF, Ricardo Lewandowski. Em 2021, o magistrado retirou o sigilo que havia imposto aos autos, o que “garantiu à defesa” de Lula, na época, acesso aos arquivos da Operação Spoofing, que investigava a “invasão de dispositivos eletrônicos de autoridades” ligadas à operação Lava Jato.  
  1:16 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 10:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<p>Em publicação nas redes sociais, Lula defende que a medida seja tomada de forma “urgente”, contra “quem for, doa a quem doer”. Ainda segundo o presidente, é preciso haver “transparência e não vazamentos seletivos que impactam a disputa eleitoral”. Para Lula, o povo brasileiro precisa de explicações para enfrentar o que ele classifica como “crise institucional que tomou conta do Poder Judiciário”.  </p>

<p>Ainda na esfera da suprema corte, Lula citou como “exemplo a ser seguido” a divulgação da verdade na Operação Spoofing, conduzida pelo então ministro do STF, Ricardo Lewandowski. Em 2021, o magistrado retirou o sigilo que havia imposto aos autos, o que “garantiu à defesa” de Lula, na época, acesso aos arquivos da Operação Spoofing, que investigava a “invasão de dispositivos eletrônicos de autoridades” ligadas à operação Lava Jato.  </p>
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<item>
<title>Justiça Eleitoral libera simulador de votação para as Eleições 2026</title>
<link>https://apareceu.com/justica-eleitoral-libera-simulador-de-votacao-para-as-eleicoes-2026</link>
<guid>https://apareceu.com/justica-eleitoral-libera-simulador-de-votacao-para-as-eleicoes-2026</guid>
<description><![CDATA[ Eleitores já podem treinar o voto na urna eletrônica pelo simulador de votação da Justiça Eleitoral. A ferramenta usa candidaturas fictícias e ajuda a conhecer a ordem dos cargos. No simulador, é possível digitar os números dos candidatos, confirmar a escolha, corrigir uma opção ou votar em branco. O serviço está disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral.

Neste ano, serão escolhidos seis cargos: deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República.

Além do simulador, o Portal do TSE conta com recursos práticos para o eleitorado, como consulta ao local de votação, emissão de certidões de quitação eleitoral, acesso à página &quot;Fato ou Boato&quot; para checagem de informações e a colinha eleitoral para impressão. 

O 1º turno das Eleições Gerais de 2026 será em 4 de outubro. Se houver 2º turno, a votação ocorrerá no dia 25 do mesmo mês.

Para o dia da eleição, uma forma de facilitar a votação é preparar com antecedência uma cola com os números dos candidatos escolhidos, para ajudar a lembrar a sequência no momento do voto.
 
  1:35 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 19:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Justiça, Eleitoral, libera, simulador, votação, para, Eleições, 2026</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eleitores já podem treinar o voto na urna eletrônica pelo simulador de votação da Justiça Eleitoral. A ferramenta usa candidaturas fictícias e ajuda a conhecer a ordem dos cargos. No simulador, é possível digitar os números dos candidatos, confirmar a escolha, corrigir uma opção ou votar em branco. O serviço está disponível no <a href="http://tse.jus.br/" target="_blank">site do Tribunal Superior Eleitoral</a>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701627&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701627&o=rss"></p>

<p>Neste ano, serão escolhidos seis cargos: deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República.</p>

<p>Além do simulador, o Portal do TSE conta com recursos práticos para o eleitorado, como consulta ao local de votação, emissão de certidões de quitação eleitoral, acesso à página "Fato ou Boato" para checagem de informações e a colinha eleitoral para impressão. </p>

<p>O 1º turno das Eleições Gerais de 2026 será em 4 de outubro. Se houver 2º turno, a votação ocorrerá no dia 25 do mesmo mês.</p>

<p>Para o dia da eleição, uma forma de facilitar a votação é preparar com antecedência uma cola com os números dos candidatos escolhidos, para ajudar a lembrar a sequência no momento do voto.<br>
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<item>
<title>Confira a agenda dos candidatos à Presidência neste sábado</title>
<link>https://apareceu.com/confira-a-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-neste-sabado</link>
<guid>https://apareceu.com/confira-a-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-neste-sabado</guid>
<description><![CDATA[ A menos de um mês das eleições, os presidenciáveis pegam firme na agenda de campanha. Augusto Cury, do Avante, está em Araçatuba, no interior de São Paulo, onde faz caminhada no camelódromo da cidade. Caminhada também faz Hertz Dias do PSTU, só que em Salvador, na região central da cidade. Renan Santos, do Missão, estará na convenção estadual do partido em Fortaleza, no Ceará. 

Clariana Barão, do Democracia Cristã, e Romeu Zema, do Novo, participam de entrevistas para televisão.

Rui Costa Pimenta, do PCO, participa, em Belo Horizonte (MG), do lançamento de candidaturas estaduais. Samara Martins, do Unidade Popular, estará em Santo André (SP), na marcha em homenagem aos assassinados e desaparecidos pela ditadura militar

Ronaldo Caiado, do PSD, no Rio Grande do Sul, se reúne com cooperativas e federação do Agro em Esteio, interior do estado.

Lula, do PT, estará com o candidato à vice, Geraldo Alckimn e Fernando Haddad, candidato ao governo do estado, num grande evento em São José do Rio Preto, no noroeste paulista, na praça Dom José Marcondes, no centro da cidade. 

Flávio Bolsonaro, do PL, visita Filipe Martins, ex-assessor do pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na Cadeia Pública de Ponta Grossa, no Paraná. O aliado foi condenado a 21 anos de prisão por participação na trama golpista. A visita foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Wilson Grassi, do Democrata, se reúne com lideranças e a equipe de campanha.

Edmilson Costa, do PCB, cumpre agenda do partido em Lisboa, Portugal.
 
  1:50 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 19:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Confira, agenda, dos, candidatos, Presidência, neste, sábado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A menos de um mês das eleições, os presidenciáveis pegam firme na agenda de campanha. <strong>Augusto Cury, do Avante</strong>, está em Araçatuba, no interior de São Paulo, onde faz caminhada no camelódromo da cidade. Caminhada também faz <strong>Hertz Dias do PSTU</strong>, só que em Salvador, na região central da cidade. <strong>Renan Santos, do Missão</strong>, estará na convenção estadual do partido em Fortaleza, no Ceará. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701618&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701618&o=rss"></p>

<p><strong>Clariana Barão, do Democracia Cristã</strong>, e <strong>Romeu Zema, do Novo</strong>, participam de entrevistas para televisão.</p>

<p><strong>Rui Costa Pimenta, do PCO</strong>, participa, em Belo Horizonte (MG), do lançamento de candidaturas estaduais. <strong>Samara Martins, do Unidade Popular</strong>, estará em Santo André (SP), na marcha em homenagem aos assassinados e desaparecidos pela ditadura militar</p>

<p><strong>Ronaldo Caiado, do PSD,</strong> no Rio Grande do Sul, se reúne com cooperativas e federação do Agro em Esteio, interior do estado.</p>

<p><strong>Lula, do PT</strong>, estará com o candidato à vice, Geraldo Alckimn e Fernando Haddad, candidato ao governo do estado, num grande evento em São José do Rio Preto, no noroeste paulista, na praça Dom José Marcondes, no centro da cidade. </p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, visita Filipe Martins, ex-assessor do pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na Cadeia Pública de Ponta Grossa, no Paraná. O aliado foi condenado a 21 anos de prisão por participação na trama golpista. A visita foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.</p>

<p><strong>Wilson Grassi, do Democrata</strong>, se reúne com lideranças e a equipe de campanha.</p>

<p><strong>Edmilson Costa, do PCB</strong>, cumpre agenda do partido em Lisboa, Portugal.<br>
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</item>

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<title>Presidenciáveis fazem campanha eleitoral pelo país</title>
<link>https://apareceu.com/presidenciaveis-fazem-campanha-eleitoral-pelo-pais</link>
<guid>https://apareceu.com/presidenciaveis-fazem-campanha-eleitoral-pelo-pais</guid>
<description><![CDATA[ O debate sobre o custo de vida, o preço dos alimentos e o agronegócio foram os principais temas abordados nesta quarta-feira (2) pelos candidatos à Presidência da República. Os atos de campanha também incluíram entrevistas e sabatinas na mídia sobre temas ligados à mobilidade urbana e à saúde, com compromissos concentrados no Rio Grande do Sul, em Brasília, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Flávio Bolsonaro, do PL, teve a agenda mais extensa do dia, com eventos no Rio Grande do Sul. Ele desembarcou em Porto Alegre pela manhã e seguiu para a cidade de Esteio para visitar a feira agropecuária Expointer, onde almoçou com lideranças do agronegócio. À tarde, visitou os pavilhões da feira e defendeu medidas para reduzir o preço dos alimentos, prometendo ampliar o seguro rural e dar previsibilidade financeira aos produtores familiares. À noite, discursou em comício no Parque Moinhos de Vento, na capital gaúcha.

Wilson Grassi, do Democrata, começou um protesto pacífico em Brasília, no entorno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), contra a decisão que suspendeu sua campanha digital. Segundo o candidato, o problema teria sido causado por uma publicação feita em seu perfil pessoal, e não na conta profissional cadastrada junto à Corte — falha que, segundo ele, também foi cometida por milhares de outros candidatos sem qualquer punição.


&quot;Que absurdo, isso chama-se censura. E o erro que eu cometi foi fazer um post na minha conta pessoa física, na minha conta pessoal, ao invés da minha conta profissional. Esse erro foi cometido por mais de três mil candidatos. E os três mil estão aí com o Instagram, com o Facebook, trabalhando. E só eu hoje estou com as redes suspensas”, acusou o candidato.


Como protesto, Grassi anunciou que passará a correr uma maratona diária, de 42 km, em torno da sede do TSE até que a decisão seja revertida. O candidato afirma que sua campanha depende exclusivamente das redes sociais, sem uso de recursos do fundo eleitoral, e que a suspensão o impede de seguir apresentando sua candidatura aos eleitores. A previsão é de que a corrida seja retomada na tarde desta quinta-feira (3).

Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, não teve agenda pública de campanha divulgada hoje.

Augusto Cury, do Avante, cumpriu agenda em São Paulo e concedeu entrevistas de forma on-line durante a manhã. À tarde, visitou a Federação Israelita do Estado de São Paulo. À noite, o candidato participou do podcast Salada Cast. 

Ronaldo Caiado, do PSD, também esteve em São Paulo, concedeu entrevista à rádio Metropolitana 90.5 FM e visitou o Mercado Municipal de Pinheiros durante a manhã. À noite, participou de sabatina do programa WW Especial Eleições, da CNN Brasil.

Romeu Zema, do Novo, também esteve em São Paulo. Ele se encontrou, pela manhã, com motoristas de aplicativo e participou, à noite, do podcast Inteligência Ltda.

Renan Santos, do Missão, participou do podcast Flow, em São Paulo.

Clariana Barão, do DC, em São Paulo, cumpriu agenda cheia: pela manhã, concedeu entrevistas ao May News Studio e à BM&amp;C News; à tarde, participou de caminhada no Brás e fez visitação presencial à Casa Brasileira; à noite, participou do programa Tudo ou Nada, da TV Mathias.

Rui Costa Pimenta, do PCO, passou o dia em reunião com a coordenação de campanha e com a direção do partido, em São Paulo, por conta das revelações envolvendo ministros do STF no caso Master.

Hertz Dias, do PSTU, esteve no Rio de Janeiro, onde fez campanha à tarde em frente ao Hospital Universitário Clementino Fraga Filho e, depois, no Restaurante Universitário Central da UFRJ, seguindo com atividades internas ao longo da tarde e da noite.

Samara Martins, do UP, também foi ao Rio de Janeiro, onde participou, à noite, de confraternização do partido no bairro da Lapa.

Edmilson Costa, do PCB, cumpriu agenda da secretaria-geral do partido em Lisboa.

Pablo Marçal, do PRTB, permanece com a campanha suspensa após decisão do TSE.
  4:19 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 04:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Presidenciáveis, fazem, campanha, eleitoral, pelo, país</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O debate sobre o custo de vida, o preço dos alimentos e o agronegócio foram os principais temas abordados nesta quarta-feira (2) pelos candidatos à Presidência da República. Os atos de campanha também incluíram entrevistas e sabatinas na mídia sobre temas ligados à mobilidade urbana e à saúde, com compromissos concentrados no Rio Grande do Sul, em Brasília, em São Paulo e no Rio de Janeiro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701407&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701407&o=rss"></p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, teve a agenda mais extensa do dia, com eventos no Rio Grande do Sul. Ele desembarcou em Porto Alegre pela manhã e seguiu para a cidade de Esteio para visitar a feira agropecuária Expointer, onde almoçou com lideranças do agronegócio. À tarde, visitou os pavilhões da feira e defendeu medidas para reduzir o preço dos alimentos, prometendo ampliar o seguro rural e dar previsibilidade financeira aos produtores familiares. À noite, discursou em comício no Parque Moinhos de Vento, na capital gaúcha.</p>

<p><strong>Wilson Grassi, do Democrata</strong>, começou um protesto pacífico em Brasília, no entorno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), contra a decisão que suspendeu sua campanha digital. Segundo o candidato, o problema teria sido causado por uma publicação feita em seu perfil pessoal, e não na conta profissional cadastrada junto à Corte — falha que, segundo ele, também foi cometida por milhares de outros candidatos sem qualquer punição.</p>

<blockquote>
<p>"Que absurdo, isso chama-se censura. E o erro que eu cometi foi fazer um post na minha conta pessoa física, na minha conta pessoal, ao invés da minha conta profissional. Esse erro foi cometido por mais de três mil candidatos. E os três mil estão aí com o Instagram, com o Facebook, trabalhando. E só eu hoje estou com as redes suspensas”, acusou o candidato.</p>
</blockquote>

<p>Como protesto, Grassi anunciou que passará a correr uma maratona diária, de 42 km, em torno da sede do TSE até que a decisão seja revertida. O candidato afirma que sua campanha depende exclusivamente das redes sociais, sem uso de recursos do fundo eleitoral, e que a suspensão o impede de seguir apresentando sua candidatura aos eleitores. A previsão é de que a corrida seja retomada na tarde desta quinta-feira (3).</p>

<p><strong>Luiz Inácio Lula da Silva, do PT</strong>, não teve agenda pública de campanha divulgada hoje.</p>

<p><strong>Augusto Cury, do Avante</strong>, cumpriu agenda em São Paulo e concedeu entrevistas de forma on-line durante a manhã. À tarde, visitou a Federação Israelita do Estado de São Paulo. À noite, o candidato participou do podcast Salada Cast. </p>

<p><strong>Ronaldo Caiado, do PSD</strong>, também esteve em São Paulo, concedeu entrevista à rádio Metropolitana 90.5 FM e visitou o Mercado Municipal de Pinheiros durante a manhã. À noite, participou de sabatina do programa WW Especial Eleições, da CNN Brasil.</p>

<p><strong>Romeu Zema, do Novo</strong>, também esteve em São Paulo. Ele se encontrou, pela manhã, com motoristas de aplicativo e participou, à noite, do podcast Inteligência Ltda.</p>

<p><strong>Renan Santos, do Missão</strong>, participou do podcast Flow, em São Paulo.</p>

<p><strong>Clariana Barão, do DC</strong>, em São Paulo, cumpriu agenda cheia: pela manhã, concedeu entrevistas ao May News Studio e à BM&C News; à tarde, participou de caminhada no Brás e fez visitação presencial à Casa Brasileira; à noite, participou do programa Tudo ou Nada, da TV Mathias.</p>

<p><strong>Rui Costa Pimenta, do PCO</strong>, passou o dia em reunião com a coordenação de campanha e com a direção do partido, em São Paulo, por conta das revelações envolvendo ministros do STF no caso Master.</p>

<p><strong>Hertz Dias, do PSTU</strong>, esteve no Rio de Janeiro, onde fez campanha à tarde em frente ao Hospital Universitário Clementino Fraga Filho e, depois, no Restaurante Universitário Central da UFRJ, seguindo com atividades internas ao longo da tarde e da noite.</p>

<p><strong>Samara Martins, do UP</strong>, também foi ao Rio de Janeiro, onde participou, à noite, de confraternização do partido no bairro da Lapa.</p>

<p><strong>Edmilson Costa, do PCB</strong>, cumpriu agenda da secretaria-geral do partido em Lisboa.</p>

<p><strong>Pablo Marçal, do PRTB</strong>, permanece com a campanha suspensa após decisão do TSE.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">4:19</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Acompanhe a agenda dos presidenciáveis para esta quinta (3)</title>
<link>https://apareceu.com/acompanhe-a-agenda-dos-presidenciaveis-para-esta-quinta-3</link>
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<description><![CDATA[ Agenda de quinta (3) dos presidenciáveis. Flávio Bolsonaro, do PL, faz live hoje à noite. Augusto Cury, do Avante, em São Paulo estará na Assembleia de Deus, depois vai para Ribeirão Preto se reunir com evangélicos. Também em São Paulo, Romeu Zema, do Novo, participa de sabatina e se encontra com mulheres e Ronaldo Caiado, do PSD, concede entrevista em São Paulo

Clariana Barão, do Democracia Cristã, fala a um blog. Hertz Dias, do PSTU, estará em Aracaju, fazendo caminhada e panfletagem.

Edmilson Costa, do PCB, Rui Costa Pimenta, do PCO, Samara Martins, do Unidade Popular, Lula, do PT, e Renan Santos, do Missão, não têm agenda para hoje. Wilson Grassi, do Democrata, que teve a campanha liberada ontem por uma decisão do ministro Dias Toffoli, do TSE, ou seja, vai poder participar de debates e receber o fundo de campanha, tem a previsão de agenda em Taguatinga, região administrativa aqui do Distrito Federal.
 
  1:01 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 04:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Agenda de quinta (3) dos presidenciáveis. Flávio Bolsonaro, do PL, faz live hoje à noite. Augusto Cury, do Avante, em São Paulo estará na Assembleia de Deus, depois vai para Ribeirão Preto se reunir com evangélicos. Também em São Paulo, Romeu Zema, do Novo, participa de sabatina e se encontra com mulheres e Ronaldo Caiado, do PSD, concede entrevista em São Paulo<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701429&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701429&o=rss"></p>

<p>Clariana Barão, do Democracia Cristã, fala a um blog. Hertz Dias, do PSTU, estará em Aracaju, fazendo caminhada e panfletagem.</p>

<p>Edmilson Costa, do PCB, Rui Costa Pimenta, do PCO, Samara Martins, do Unidade Popular, Lula, do PT, e Renan Santos, do Missão, não têm agenda para hoje. Wilson Grassi, do Democrata, que teve a campanha liberada ontem por uma decisão do ministro Dias Toffoli, do TSE, ou seja, vai poder participar de debates e receber o fundo de campanha, tem a previsão de agenda em Taguatinga, região administrativa aqui do Distrito Federal.<br>
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<title>TSE aprova registro de seis chapas à Presidência da República</title>
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<guid>https://apareceu.com/tse-aprova-registro-de-seis-chapas-a-presidencia-da-republica</guid>
<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral, TSE, aprovou nesta quarta, 02 de setembro, os registros de seis chapas à Presidência e Vice-Presidência da República nas Eleições 2026.

São eles: Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e Geraldo Alckmin, do PSB; Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar, ambos do PL; Samara Martins e Raquel Brício, do UP; Romeu Zema e Eduardo Girão, do Novo; Hertz Dias e Vanessa Portugal, do PSTU; e Edmilson Costa e Cleusa Santos, do PCB.  

Segundo o TSE, os registros foram feitos de forma regular, com a apresentação de todos os documentos necessários, conforme a Constituição e a Lei da Inegibilidade.

A corte eleitoral ainda vai analisar outros sete registros de candidaturas à Presidência apresentados até o prazo previsto em lei, que foi 15 de agosto.

São eles: Augusto Cury e Júlio Delgado, os dois do Avante; Renan Santos e Coronel Medina, do Missão; Wilson Grassi e Suêd Haidar, do Democrata; Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos, do PCO; Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab, do PSD; Clariana Barão e Fabiana Torquato do DC; e Pablo Marçal e Leonardo Avalanche, do PRTB.

De acordo com a Justiça Eleitoral, neste ano, foram registrados 13 pedidos de candidatura à Presidência da República, um a mais que em 2022, e a análise é feita diretamente pelo TSE.

Já os pedidos de registro para os demais cargos em disputa, como governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital, são julgados pelos TREs, o Tribunais Regionais Eleitorais.

Todos os pedidos de registro de candidaturas devem ser julgados até o dia 14 de setembro, de acordo com o calendário eleitoral. 
  2:00 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 04:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, aprova, registro, seis, chapas, Presidência, República</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral, TSE, aprovou nesta quarta, 02 de setembro, os registros de seis chapas à Presidência e Vice-Presidência da República nas Eleições 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701465&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701465&o=rss"></p>

<p>São eles: Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e Geraldo Alckmin, do PSB; Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar, ambos do PL; Samara Martins e Raquel Brício, do UP; Romeu Zema e Eduardo Girão, do Novo; Hertz Dias e Vanessa Portugal, do PSTU; e Edmilson Costa e Cleusa Santos, do PCB.  </p>

<p>Segundo o TSE, os registros foram feitos de forma regular, com a apresentação de todos os documentos necessários, conforme a Constituição e a Lei da Inegibilidade.</p>

<p>A corte eleitoral ainda vai analisar outros sete registros de candidaturas à Presidência apresentados até o prazo previsto em lei, que foi 15 de agosto.</p>

<p>São eles: Augusto Cury e Júlio Delgado, os dois do Avante; Renan Santos e Coronel Medina, do Missão; Wilson Grassi e Suêd Haidar, do Democrata; Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos, do PCO; Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab, do PSD; Clariana Barão e Fabiana Torquato do DC; e Pablo Marçal e Leonardo Avalanche, do PRTB.</p>

<p>De acordo com a Justiça Eleitoral, neste ano, foram registrados 13 pedidos de candidatura à Presidência da República, um a mais que em 2022, e a análise é feita diretamente pelo TSE.</p>

<p>Já os pedidos de registro para os demais cargos em disputa, como governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital, são julgados pelos TREs, o Tribunais Regionais Eleitorais.</p>

<p>Todos os pedidos de registro de candidaturas devem ser julgados até o dia 14 de setembro, de acordo com o calendário eleitoral. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:00</span>]]> </content:encoded>
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<title>Mensagens mostram conversas entre Daniel Vorcaro e Nikolas Ferreira</title>
<link>https://apareceu.com/mensagens-mostram-conversas-entre-daniel-vorcaro-e-nikolas-ferreira</link>
<guid>https://apareceu.com/mensagens-mostram-conversas-entre-daniel-vorcaro-e-nikolas-ferreira</guid>
<description><![CDATA[ Mais um capítulo das trocas de mensagens do celular de Daniel Vorcaro. Agora, envolvendo o deputado Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais. Reportagem publicada no ICL nesta quinta-feira (3) mostra uma conversa, de 2025, entre o deputado e o ex-banqueiro. Nela, Nikolas pede ajuda para o advogado e ex-assessor do gabinete, Thiago Rodrigues de Faria. A “liberação de um ativo de minério”, que é quando uma empresa pode fazer a extração mineral.

Nikolas começa chamando Vorcaro de Dani, pedindo desculpas por incomodar num domingo e afirmando não ter tanta proximidade com ele. Depois pede em nome do ex-assessor: ele disse que tem um um ativo minerário que já passou pela ficha técnica e está pendente. Completou dizendo não saber do que se trata, mas que os dois - Vorcaro e Faria -   poderiam conversar sobre o assunto.

Ao receber uma resposta de visualização única, o deputado complementa:  “Amém irmão. Estamos na guerra juntos”. Nos dias seguintes, em nova troca de mensagens, Nikolas pede desculpas por postagens feitas em 2024, quando ele criticou um evento financiado pelo Master em Londres. Evento esse que teve a participação de ministros do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Superior Eleitoral.

Disse que se soubesse que era o “Banco do Dani”, não teria feito a postagem. E concluiu: “vamos marcar da gente se encontrar. Um abraço, lindão.

Pelo conteúdo das postagens, e a própria reportagem do ICL reforça isso, não dá pra saber se o assessor do deputado recebeu a ajuda pedida. Entramos em contato com o parlamentar, que até o momento não se pronunciou sobre o assunto.
  1:55 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 04:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um capítulo das trocas de mensagens do celular de Daniel Vorcaro. Agora, envolvendo o deputado Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais. Reportagem publicada no ICL nesta quinta-feira (3) mostra uma conversa, de 2025, entre o deputado e o ex-banqueiro. Nela, Nikolas pede ajuda para o advogado e ex-assessor do gabinete, Thiago Rodrigues de Faria. A “liberação de um ativo de minério”, que é quando uma empresa pode fazer a extração mineral.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701458&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701458&o=rss"></p>

<p>Nikolas começa chamando Vorcaro de Dani, pedindo desculpas por incomodar num domingo e afirmando não ter tanta proximidade com ele. Depois pede em nome do ex-assessor: ele disse que tem um um ativo minerário que já passou pela ficha técnica e está pendente. Completou dizendo não saber do que se trata, mas que os dois - Vorcaro e Faria -   poderiam conversar sobre o assunto.</p>

<p>Ao receber uma resposta de visualização única, o deputado complementa:  “Amém irmão. Estamos na guerra juntos”. Nos dias seguintes, em nova troca de mensagens, Nikolas pede desculpas por postagens feitas em 2024, quando ele criticou um evento financiado pelo Master em Londres. Evento esse que teve a participação de ministros do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Superior Eleitoral.</p>

<p>Disse que se soubesse que era o “Banco do Dani”, não teria feito a postagem. E concluiu: “vamos marcar da gente se encontrar. Um abraço, lindão.</p>

<p>Pelo conteúdo das postagens, e a própria reportagem do ICL reforça isso, não dá pra saber se o assessor do deputado recebeu a ajuda pedida. Entramos em contato com o parlamentar, que até o momento não se pronunciou sobre o assunto.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:55</span>]]> </content:encoded>
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<title>Votação da PEC 6x1 deve ocorrer só após primeiro turno das eleições</title>
<link>https://apareceu.com/votacao-da-pec-6x1-deve-ocorrer-so-apos-primeiro-turno-das-eleicoes</link>
<guid>https://apareceu.com/votacao-da-pec-6x1-deve-ocorrer-so-apos-primeiro-turno-das-eleicoes</guid>
<description><![CDATA[ Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da jornada 6x1 aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Agora é com o plenário. O que deve ocorrer só depois do primeiro turno das eleições.

Entre o primeiro e o segundo turnos, na verdade, quando o Congresso Nacional deverá ter outra semana de esforço concentrado.

Esse será o trabalho da base aliada no momento, como afirma o líder do governo, senador Randolfe Rodrigues. Isso porque, como o senador admitiu, não havia garantia de aprovação com segurança nessa quarta-feira (2), mesmo com o quórum de 75 parlamentares na Casa.


&quot;Lembremos: nós precisaríamos colocar 49 votos em dois turnos. E nós não tínhamos a garantia e a segurança em relação a isso. A base do governo estava mobilizada, assim como a base da oposição se mobilizou para impedir a votação no dia de hoje. Vamos insistir em ter uma nova convocação e vamos, em última análise, buscar votar entre 4 e 25 de outubro&quot;.


Ele ainda completou: poderia aprovar? Poderia, mas haveria o risco e, sobre esse tema, correr riscos não é adequado. Ou seja, votação só com garantia de aprovação.

Oposição tentou mudar PEC

A fala do senador veio horas depois da aprovação - em votação simbólica - do relatório do senador Omar Aziz (PSD-AM).

Não sem antes a oposição tentar emplacar as emendas ou até a discussão de outra PEC - a que prioriza os acordos individuais de trabalho e uma jornada flexível, com base nas horas trabalhadas. O que, na prática, poderia fazer com que o empregado trabalhe até acima das 44 horas semanais previstas hoje.

Ainda na CCJ, o relator, Omar Aziz, rejeitou todas as emendas nesse sentido. Alegou que elas descaracterizaram a proposta original.

A PEC acaba com a jornada de 6 dias trabalhados para 1 de folga e reduz de 44 para 40 horas a jornada semanal.
  2:07 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 04:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Votação, PEC, 6x1, deve, ocorrer, só, após, primeiro, turno, das, eleições</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da jornada 6x1</strong> aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. <strong>Agora é com o plenário. O que deve ocorrer só depois do primeiro turno das eleições.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701451&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701451&o=rss"></p>

<p>Entre o primeiro e o segundo turnos, na verdade, quando o Congresso Nacional deverá ter outra semana de esforço concentrado.</p>

<p>Esse será o trabalho da base aliada no momento, como afirma o líder do governo, senador Randolfe Rodrigues. Isso porque, como o senador admitiu, <strong>não havia garantia de aprovação com segurança nessa quarta-feira (2)</strong>, mesmo com o quórum de 75 parlamentares na Casa.</p>

<blockquote>
<p>"Lembremos: nós precisaríamos colocar 49 votos em dois turnos. E nós não tínhamos a garantia e a segurança em relação a isso. A base do governo estava mobilizada, assim como a base da oposição se mobilizou para impedir a votação no dia de hoje. Vamos insistir em ter uma nova convocação e vamos, em última análise, buscar votar entre 4 e 25 de outubro".</p>
</blockquote>

<p>Ele ainda completou: poderia aprovar? Poderia, mas haveria o risco e, sobre esse tema, correr riscos não é adequado. Ou seja, votação só com garantia de aprovação.</p>

<h2>Oposição tentou mudar PEC</h2>

<p>A fala do senador veio horas depois da <strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-09/pec-que-acaba-com-jornada-6x1-e-aprovada-na-ccj-do-senado" target="_blank">aprovação</a> - em votação simbólica - do relatório do senador Omar Aziz (PSD-AM).</strong></p>

<p>Não sem antes a oposição tentar emplacar as emendas ou até a discussão de outra PEC - a que prioriza os acordos individuais de trabalho e uma jornada flexível, com base nas horas trabalhadas. O que, na prática, poderia fazer com que o empregado trabalhe até acima das 44 horas semanais previstas hoje.</p>

<p>Ainda na CCJ, o relator, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-09/jornada-6x1-relator-da-pec-da-parecer-favoravel-e-rejeita-emendas" target="_blank">Omar Aziz, rejeitou todas as emendas nesse sentido</a>. Alegou que elas descaracterizaram a proposta original.</p>

<p>A PEC acaba com a jornada de 6 dias trabalhados para 1 de folga e reduz de 44 para 40 horas a jornada semanal.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:07</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Candidatos à Presidência da República fazem campanha pelo país</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-da-republica-fazem-campanha-pelo-pais</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-da-republica-fazem-campanha-pelo-pais</guid>
<description><![CDATA[ O fim da escala 6X1 e a segurança pública foram temas de destaques nos atos de campanha dos candidatos à Presidência da República nesta quinta-feira (3).

Romeu Zema, do Novo, esteve na sabatina da rádio Jovem Pan e classificou o fim da escala 6x1 como uma medida populista em ano eleitoral. O candidato afirmou que trabalhadores deveriam ter liberdade para definir a própria carga horária.


&quot;O que eu quero é que cada um faça a sua escala de trabalho, como já acontece em outros países: contrato de trabalho por hora. Quem quer trabalhar 20 horas, trabalha; 10, 50, 60, de acordo com a energia, com a disponibilidade. Nós temos hoje um mercado informal gigantesco que, com o trabalho por hora, nós temos condição de estar formalizando.&quot;


Ronaldo Caiado, do PSD, concedeu entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, para a série Presidenciáveis. Ao falar sobre a redução dos gastos públicos e a elevada carga tributária, Caiado criticou a pressão para votar mudanças na jornada de trabalho, como a PEC da escala 6x1, ainda durante o primeiro turno. Segundo o candidato, a discussão precisa considerar também os efeitos sobre os pequenos negócios, responsáveis por grande parte dos empregos formais.


&quot;Você tem uma carga tributária que hoje está empobrecendo todo mundo. Você está vendo um baixo poder aquisitivo, uma inflação enorme hoje no custo de vida das pessoas, seja na alimentação, na conta de luz, na conta de água, no colégio do filho, no seguro de vida. Então, você tem isso aqui acumulado. De repente, você tem uma outra carga sobre quem absorve a mão de obra formal, que é o micro e o pequeno empresário.&quot;


Renan Santos, da Missão, falou pela manhã ao portal de notícias Brado. Na parte da tarde concedeu entrevista ao podcast Show do Bacci, onde defendeu uma ofensiva contra áreas dominadas por facções criminosas com participação das Forças Armadas, das polícias e de órgãos de inteligência. A proposta inclui decretar Estado de Defesa ou Garantia da Lei e da Ordem em regiões consideradas estratégicas para o crime organizado.


&quot;Eu já vou juntar o Estado-Maior das Forças Armadas, eu vou chamar os comandantes de todas as polícias militares, todos os governadores eleitos e vou falar: &#039;Estou montando um Estado-Maior, nós estamos em guerra&#039;. E eu farei uma intervenção nos estados que não quiserem cooperar.&quot;


Augusto Cury, do Avante, concentrou o dia no eleitorado evangélico paulista. Pela manhã, concedeu entrevistas e depois foi até a Assembleia de Deus de São Paulo, no bairro do Belenzinho. À noite, participou de um evento em Ribeirão Preto.

Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, não teve agenda de campanha nesta quinta-feira.

Flávio Bolsonaro, do PL, não teve agenda ao longo do dia. À noite, fez uma transmissão ao vivo no YouTube.

Clariana Barão, do DC, concedeu entrevista à TV Leo Dias.

Hertz Dias, do PSTU, esteve em Aracaju, onde participou de entrevistas em emissoras de rádio e realizou panfletagem no centro da capital sergipana.

Rui Costa Pimenta, do PCO, criticou a atuação do Judiciário na condução do caso do Banco Master, em entrevista ao canal Rádio Causa Operária.

Edmilson Costa, do PCB, cumpre agenda partidária em Lisboa.

Samara Martins, da UP, não divulgou compromissos até o fechamento desta reportagem.

Wilson Grassi, do Democrata, fez campanha no Distrito Federal. Pela manhã, visitou o Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre e o Hospital Veterinário Anclivepa, ambos na cidade de Taguatinga.  À tarde, correu ao redor da sede do TSE, em protesto contra a decisão da Justiça Eleitoral que suspendeu seus canais digitais de campanha.

Pablo Marçal, do PRTB, segue sem agenda pública. O TSE proibiu, por unanimidade, seus atos de campanha. A decisão também barrou sua participação em debates e vetou o acesso do candidato aos fundos eleitoral e partidário. A Corte decidiu pela inelegibilidade de Marçal até 2032.
  4:17 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, Presidência, República, fazem, campanha, pelo, país</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O fim da escala 6X1 e a segurança pública foram temas de destaques nos atos de campanha dos candidatos à Presidência da República nesta quinta-feira (3).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701499&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701499&o=rss"></p>

<p><strong>Romeu Zema, do Novo</strong>, esteve na sabatina da rádio Jovem Pan e classificou o fim da escala 6x1 como uma medida populista em ano eleitoral. O candidato afirmou que trabalhadores deveriam ter liberdade para definir a própria carga horária.</p>

<blockquote>
<p>"O que eu quero é que cada um faça a sua escala de trabalho, como já acontece em outros países: contrato de trabalho por hora. Quem quer trabalhar 20 horas, trabalha; 10, 50, 60, de acordo com a energia, com a disponibilidade. Nós temos hoje um mercado informal gigantesco que, com o trabalho por hora, nós temos condição de estar formalizando."</p>
</blockquote>

<p><strong>Ronaldo Caiado, do PSD</strong>, concedeu entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, para a série Presidenciáveis. Ao falar sobre a redução dos gastos públicos e a elevada carga tributária, Caiado criticou a pressão para votar mudanças na jornada de trabalho, como a PEC da escala 6x1, ainda durante o primeiro turno. Segundo o candidato, a discussão precisa considerar também os efeitos sobre os pequenos negócios, responsáveis por grande parte dos empregos formais.</p>

<blockquote>
<p>"Você tem uma carga tributária que hoje está empobrecendo todo mundo. Você está vendo um baixo poder aquisitivo, uma inflação enorme hoje no custo de vida das pessoas, seja na alimentação, na conta de luz, na conta de água, no colégio do filho, no seguro de vida. Então, você tem isso aqui acumulado. De repente, você tem uma outra carga sobre quem absorve a mão de obra formal, que é o micro e o pequeno empresário."</p>
</blockquote>

<p><strong>Renan Santos, da Missão</strong>, falou pela manhã ao portal de notícias Brado. Na parte da tarde concedeu entrevista ao podcast Show do Bacci, onde defendeu uma ofensiva contra áreas dominadas por facções criminosas com participação das Forças Armadas, das polícias e de órgãos de inteligência. A proposta inclui decretar Estado de Defesa ou Garantia da Lei e da Ordem em regiões consideradas estratégicas para o crime organizado.</p>

<blockquote>
<p>"Eu já vou juntar o Estado-Maior das Forças Armadas, eu vou chamar os comandantes de todas as polícias militares, todos os governadores eleitos e vou falar: 'Estou montando um Estado-Maior, nós estamos em guerra'. E eu farei uma intervenção nos estados que não quiserem cooperar."</p>
</blockquote>

<p><strong>Augusto Cury, do Avante</strong>, concentrou o dia no eleitorado evangélico paulista. Pela manhã, concedeu entrevistas e depois foi até a Assembleia de Deus de São Paulo, no bairro do Belenzinho. À noite, participou de um evento em Ribeirão Preto.</p>

<p><strong>Luiz Inácio Lula da Silva, do PT</strong>, não teve agenda de campanha nesta quinta-feira.</p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, não teve agenda ao longo do dia. À noite, fez uma transmissão ao vivo no YouTube.</p>

<p><strong>Clariana Barão, do DC</strong>, concedeu entrevista à TV Leo Dias.</p>

<p><strong>Hertz Dias, do PSTU</strong>, esteve em Aracaju, onde participou de entrevistas em emissoras de rádio e realizou panfletagem no centro da capital sergipana.</p>

<p><strong>Rui Costa Pimenta, do PCO</strong>, criticou a atuação do Judiciário na condução do caso do Banco Master, em entrevista ao canal Rádio Causa Operária.</p>

<p><strong>Edmilson Costa, do PCB</strong>, cumpre agenda partidária em Lisboa.</p>

<p><strong>Samara Martins, da UP</strong>, não divulgou compromissos até o fechamento desta reportagem.</p>

<p><strong>Wilson Grassi, do Democrata</strong>, fez campanha no Distrito Federal. Pela manhã, visitou o Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre e o Hospital Veterinário Anclivepa, ambos na cidade de Taguatinga.  À tarde, correu ao redor da sede do TSE, em protesto contra a decisão da Justiça Eleitoral que suspendeu seus canais digitais de campanha.</p>

<p><strong>Pablo Marçal, do PRTB</strong>, segue sem agenda pública. O TSE proibiu, por unanimidade, seus atos de campanha. A decisão também barrou sua participação em debates e vetou o acesso do candidato aos fundos eleitoral e partidário. A Corte decidiu pela inelegibilidade de Marçal até 2032.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">4:17</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Candidatos cumprem agenda em cidades do interior e capitais</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-cumprem-agenda-em-cidades-do-interior-e-capitais</link>
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<description><![CDATA[ Nesta sexta-feira, Augusto Cury, do Avante, estará no interior de São Paulo, em São José do Rio Preto. Vai ao Mercadão, faz caminhada e participa de evento educacional. Também no interior do estado, mas em São Carlos, Flávio Bolsonaro, do PL, visita um centro de inovação e faz comício no centro da cidade.

Romeu Zema, do Novo, se reúne com o setor produtivo em São Paulo. Também na capital, Ronaldo Caiado, do PSD, participa de sabatina.

Lula, PT, em Juazeiro do Norte, no Ceará, caminhada e evento no fim do dia. Hertz Dias, do PSTU, em Alagoinhas, na Bahia. Panfletagem e conversas. Renan Santos, do Missão, em Olinda, Pernambuco. Edmilson Costa, do PCB, continua em evento do partido em Lisboa.

Samara Martins, do Unidade Popular, grava material de campanha e Wilson Grassi, do Democrata, reunião de alinhamento de campanha.

Clariana Barão, do Democracia Cristã, e Rui Costa Pimenta, do PCO, estão sem agenda pública.
  1:09 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, cumprem, agenda, cidades, interior, capitais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira, Augusto Cury, do Avante, estará no interior de São Paulo, em São José do Rio Preto. Vai ao Mercadão, faz caminhada e participa de evento educacional. Também no interior do estado, mas em São Carlos, Flávio Bolsonaro, do PL, visita um centro de inovação e faz comício no centro da cidade.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701518&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701518&o=rss"></p>

<p>Romeu Zema, do Novo, se reúne com o setor produtivo em São Paulo. Também na capital, Ronaldo Caiado, do PSD, participa de sabatina.</p>

<p>Lula, PT, em Juazeiro do Norte, no Ceará, caminhada e evento no fim do dia. Hertz Dias, do PSTU, em Alagoinhas, na Bahia. Panfletagem e conversas. Renan Santos, do Missão, em Olinda, Pernambuco. Edmilson Costa, do PCB, continua em evento do partido em Lisboa.</p>

<p>Samara Martins, do Unidade Popular, grava material de campanha e Wilson Grassi, do Democrata, reunião de alinhamento de campanha.</p>

<p>Clariana Barão, do Democracia Cristã, e Rui Costa Pimenta, do PCO, estão sem agenda pública.</p>
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<item>
<title>Candidatos à Presidência realizam atos de campanha pelo país</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-realizam-atos-de-campanha-pelo-pais</link>
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<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência da República tiveram agendas marcadas por encontros com empresários e visitas a centros de inovação. Nos atos de campanha, houve destaque para debates sobre temas como tecnologia e desenvolvimento econômico. Cinco presidenciáveis concentraram suas atividades no estado de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país.

Augusto Cury, do Avante, passou o dia em São José do Rio Preto, no interior paulista. Almoçou com o grupo de líderes empresariais Lide e visitou a Fundação Faculdade Regional de Medicina, o Mercado Municipal e o calçadão central. Também esteve na redação do jornal Diário da Região. À noite, participou de um debate sobre saúde mental e intoxicação digital, promovido por uma instituição de ensino.

Flávio Bolsonaro, do PL, cumpriu agenda em São Carlos, também no interior paulista, e foi acompanhado pelo governador Tarcísio de Freitas. Pela manhã, o candidato visitou o centro de inovação Onovolab e, depois, participou de um comício em frente ao Mercado Municipal.

Durante a passagem pela cidade, Flávio defendeu maior aproximação entre universidades e iniciativa privada para reduzir a burocracia e desenvolver soluções tecnológicas, inclusive para prefeituras e outros órgãos públicos. Segundo o candidato, a medida ajudaria a manter no país a mão de obra qualificada.


&quot;É um exemplo a ser seguido aqui em São Carlos, que a gente pretende aplicar para todo mundo, para que os nossos cérebros, nossas mentes brilhantes, fiquem aqui no Brasil, desenvolvam as suas ideias aqui no Brasil e ganhem dinheiro. E essa é a forma que a gente consegue, com a capacitação dessa quantidade toda de boa mão de obra, atrair empresas de todo o mundo para que venham para cá, e não o sentido oposto, com os brasileiros indo para fora atrás de oportunidades.&quot;


Na capital paulista, Romeu Zema, do Novo, gravou entrevista para o Estadão e se reuniu com representantes da União Santa Ifigênia, entidade que representa o setor produtivo da região central. À noite, participou de sabatina presencial nos estúdios da CNN Brasil.

Também na cidade de São Paulo, o candidato à Presidência Ronaldo Caiado, do PSD, participou pela manhã de sabatina para o portal UOL e para o jornal Folha de São Paulo. Na entrevista, defendeu uma reforma no Poder Judiciário com mudanças no processo de escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal, como idade mínima superior a 60 anos, avaliações rigorosas de currículo por instâncias da justiça e quarentenas de quatro anos para o retorno à atividade profissional e de oito anos para atuação política.


&quot;Com isto, nós daremos ao Supremo aquela condição de voltar a ter pessoas que realmente passam ali a ter uma discussão de altíssimo nível do ponto de vista jurídico, da interpretação da Constituição, e não pessoas que são buscadas aí com 35, 40, 45 anos de idade para ficar ali 40 anos pela frente, ou 30 anos, ocupando uma cadeira, sem renovar o Supremo.&quot;


À tarde, Ronaldo Caiado visitou o escritório de engenharia do Google, instalado no Instituto de Pesquisas Tecnológicas. À noite, participou de sabatina da revista Veja.

Rui Costa Pimenta, do PCO, reuniu-se com a direção nacional do partido na capital paulista. No fim do dia, viajou para Belo Horizonte, onde tem compromissos neste sábado (5).

Renan Santos, do Missão, teve agenda em Pernambuco, onde foi recebido por apoiadores no Aeroporto Internacional do Recife. O candidato anunciou propostas econômicas para a região Nordeste, com a criação da &quot;Frente Cidadã&quot; para substituir o Bolsa Família, além de um &quot;cinturão verde&quot; voltado à agricultura e zonas de economia especial próximas aos portos do Recife, de Salvador e de Fortaleza.


&quot;As pessoas estão vivendo numa indústria da pobreza, e os administradores públicos não ligam para isso. A Frente Cidadã vai transformar essa pessoa num trabalhador. E, depois, nós vamos também levar o cinturão verde, com a agricultura, vamos trazer umas zonas econômicas especiais para a gente levar emprego de qualidade, voltado para a exportação, perto das regiões portuárias, tanto aqui no Recife, quanto na região de Salvador, quanto na região de Fortaleza. Isso vai permitir que as pessoas possam migrar para essas regiões.&quot;


Hertz Dias, do PSTU, esteve em Alagoinhas, na Bahia. Pela manhã, concedeu entrevistas a emissoras de rádio locais e fez panfletagem na Central de Abastecimento. À noite, participou de evento para apresentar o programa do partido, no Espaço Cultural Vila D&#039;Lagoinha.

Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, participou, na noite desta sexta-feira (4), de caminhada ao lado do governador do Ceará, Elmano de Freitas, em Juazeiro do Norte, com concentração na Avenida Castelo Branco. O candidato retorna a Brasília ainda nesta sexta.

No Rio de Janeiro, Samara Martins, do UP, dedicou a agenda à gravação de vídeos de campanha.

Em Lisboa, Edmilson Costa, do PCB, manteve compromissos ligados à secretaria-geral do partido.

Clariana Barão, do DC, e Wilson Grassi, do Democrata, não tiveram compromissos públicos de campanha nesta sexta-feira.

Pablo Marçal, do PRTB, também não tem agenda pública. A campanha dele está suspensa de forma cautelar por decisão do TSE.
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 04:00:03 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República tiveram agendas marcadas por encontros com empresários e visitas a centros de inovação. Nos atos de campanha, houve destaque para debates sobre temas como tecnologia e desenvolvimento econômico. Cinco presidenciáveis concentraram suas atividades no estado de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701602&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701602&o=rss"></p>

<p><strong>Augusto Cury, do Avante</strong>, passou o dia em São José do Rio Preto, no interior paulista. Almoçou com o grupo de líderes empresariais Lide e visitou a Fundação Faculdade Regional de Medicina, o Mercado Municipal e o calçadão central. Também esteve na redação do jornal Diário da Região. À noite, participou de um debate sobre saúde mental e intoxicação digital, promovido por uma instituição de ensino.</p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, cumpriu agenda em São Carlos, também no interior paulista, e foi acompanhado pelo governador Tarcísio de Freitas. Pela manhã, o candidato visitou o centro de inovação Onovolab e, depois, participou de um comício em frente ao Mercado Municipal.</p>

<p>Durante a passagem pela cidade, Flávio defendeu maior aproximação entre universidades e iniciativa privada para reduzir a burocracia e desenvolver soluções tecnológicas, inclusive para prefeituras e outros órgãos públicos. Segundo o candidato, a medida ajudaria a manter no país a mão de obra qualificada.</p>

<blockquote>
<p>"É um exemplo a ser seguido aqui em São Carlos, que a gente pretende aplicar para todo mundo, para que os nossos cérebros, nossas mentes brilhantes, fiquem aqui no Brasil, desenvolvam as suas ideias aqui no Brasil e ganhem dinheiro. E essa é a forma que a gente consegue, com a capacitação dessa quantidade toda de boa mão de obra, atrair empresas de todo o mundo para que venham para cá, e não o sentido oposto, com os brasileiros indo para fora atrás de oportunidades."</p>
</blockquote>

<p>Na capital paulista, <strong>Romeu Zema, do Novo</strong>, gravou entrevista para o Estadão e se reuniu com representantes da União Santa Ifigênia, entidade que representa o setor produtivo da região central. À noite, participou de sabatina presencial nos estúdios da CNN Brasil.</p>

<p>Também na cidade de São Paulo, o candidato à Presidência <strong>Ronaldo Caiado, do PSD</strong>, participou pela manhã de sabatina para o portal UOL e para o jornal Folha de São Paulo. Na entrevista, defendeu uma reforma no Poder Judiciário com mudanças no processo de escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal, como idade mínima superior a 60 anos, avaliações rigorosas de currículo por instâncias da justiça e quarentenas de quatro anos para o retorno à atividade profissional e de oito anos para atuação política.</p>

<blockquote>
<p>"Com isto, nós daremos ao Supremo aquela condição de voltar a ter pessoas que realmente passam ali a ter uma discussão de altíssimo nível do ponto de vista jurídico, da interpretação da Constituição, e não pessoas que são buscadas aí com 35, 40, 45 anos de idade para ficar ali 40 anos pela frente, ou 30 anos, ocupando uma cadeira, sem renovar o Supremo."</p>
</blockquote>

<p>À tarde, Ronaldo Caiado visitou o escritório de engenharia do Google, instalado no Instituto de Pesquisas Tecnológicas. À noite, participou de sabatina da revista Veja.</p>

<p><strong>Rui Costa Pimenta, do PCO</strong>, reuniu-se com a direção nacional do partido na capital paulista. No fim do dia, viajou para Belo Horizonte, onde tem compromissos neste sábado (5).</p>

<p><strong>Renan Santos, do Missão</strong>, teve agenda em Pernambuco, onde foi recebido por apoiadores no Aeroporto Internacional do Recife. O candidato anunciou propostas econômicas para a região Nordeste, com a criação da "Frente Cidadã" para substituir o Bolsa Família, além de um "cinturão verde" voltado à agricultura e zonas de economia especial próximas aos portos do Recife, de Salvador e de Fortaleza.</p>

<blockquote>
<p>"As pessoas estão vivendo numa indústria da pobreza, e os administradores públicos não ligam para isso. A Frente Cidadã vai transformar essa pessoa num trabalhador. E, depois, nós vamos também levar o cinturão verde, com a agricultura, vamos trazer umas zonas econômicas especiais para a gente levar emprego de qualidade, voltado para a exportação, perto das regiões portuárias, tanto aqui no Recife, quanto na região de Salvador, quanto na região de Fortaleza. Isso vai permitir que as pessoas possam migrar para essas regiões."</p>
</blockquote>

<p><strong>Hertz Dias, do PSTU</strong>, esteve em Alagoinhas, na Bahia. Pela manhã, concedeu entrevistas a emissoras de rádio locais e fez panfletagem na Central de Abastecimento. À noite, participou de evento para apresentar o programa do partido, no Espaço Cultural Vila D'Lagoinha.</p>

<p><strong>Luiz Inácio Lula da Silva, do PT</strong>, participou, na noite desta sexta-feira (4), de caminhada ao lado do governador do Ceará, Elmano de Freitas, em Juazeiro do Norte, com concentração na Avenida Castelo Branco. O candidato retorna a Brasília ainda nesta sexta.</p>

<p>No Rio de Janeiro, <strong>Samara Martins, do UP</strong>, dedicou a agenda à gravação de vídeos de campanha.</p>

<p>Em Lisboa, <strong>Edmilson Costa, do PCB</strong>, manteve compromissos ligados à secretaria-geral do partido.</p>

<p><strong>Clariana Barão, do DC</strong>, e <strong>Wilson Grassi, do Democrata</strong>, não tiveram compromissos públicos de campanha nesta sexta-feira.</p>

<p><strong>Pablo Marçal, do PRTB</strong>, também não tem agenda pública. A campanha dele está suspensa de forma cautelar por decisão do TSE.</p>
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</item>

<item>
<title>TSE conclui assinatura digital e lacração de sistemas das urnas</title>
<link>https://apareceu.com/tse-conclui-assinatura-digital-e-lacracao-de-sistemas-das-urnas</link>
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<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu nesta sexta-feira (4), em Brasília, a assinatura digital e a lacração dos sistemas que serão utilizados nas urnas eletrônicas durante as eleições gerais deste ano. O ato foi conduzido pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, com a participação de representantes da Polícia Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público Federal.

A assinatura digital equivale a um selo eletrônico, que cria uma identificação única para cada sistema e permite conferir depois se o programa usado na urna é o mesmo aprovado pelo tribunal. A partir de agora, os programas ficam congelados, ou seja, nenhuma instituição pode alterá-los. O procedimento encerra um trabalho de dois anos, iniciado após as eleições municipais de 2024.

Nesta semana, os sistemas foram compilados, traduzidos para a linguagem que as urnas conseguem executar e assinados por técnicos de oito entidades fiscalizadoras, entre elas o Senado Federal, o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União.

O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, resumiu o que essa assinatura representa na prática:


&quot;Nenhuma das instituições pode, a partir desse momento, alterar nada dos sistemas eleitorais. Eles estão congelados. Foi firmado um contrato entre as instituições que assinaram digitalmente, e isso é uma segurança do processo de que não haverá nenhum tipo de alteração nesses sistemas.&quot;


Fiscalização

O ciclo eleitoral brasileiro prevê, ao todo, 40 oportunidades de fiscalização a cada dois anos, e as identificações dos sistemas já lacrados serão publicadas no portal do TSE. A próxima etapa é a geração das mídias com os dados dos candidatos. Na véspera da votação, será feita a verificação dos sistemas de totalização e transmissão dos resultados.

Durante a cerimônia, o ministro Kassio Nunes Marques reforçou o papel do tribunal diante do eleitor:


&quot;A justiça não escolhe vencedores, não interfere na escolha popular e não possui preferência por candidaturas. Nossa paixão é a democracia. Nossa missão é cumprir a Constituição. E o nosso dever é garantir a vontade soberana do povo brasileiro.&quot;


As mídias gravadas foram guardadas na sala-cofre do TSE.

O primeiro turno das eleições acontece em 4 de outubro. Se houver segundo turno, a votação será em 25 de outubro.
  2:35 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 04:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu nesta sexta-feira (4), em Brasília, a assinatura digital e a lacração dos sistemas que serão utilizados nas urnas eletrônicas durante as eleições gerais deste ano. O ato foi conduzido pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, com a participação de representantes da Polícia Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público Federal.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701604&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701604&o=rss"></p>

<p><strong>A assinatura digital equivale a um selo eletrônico, que cria uma identificação única para cada sistema e permite conferir depois se o programa usado na urna é o mesmo aprovado pelo tribunal. A partir de agora, os programas ficam congelados, ou seja, nenhuma instituição pode alterá-los.</strong> O procedimento encerra um trabalho de dois anos, iniciado após as eleições municipais de 2024.</p>

<p>Nesta semana, os sistemas foram compilados, traduzidos para a linguagem que as urnas conseguem executar e assinados por técnicos de oito entidades fiscalizadoras, entre elas o Senado Federal, o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União.</p>

<p>O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, <strong>Júlio Valente</strong>, resumiu o que essa assinatura representa na prática:</p>

<blockquote>
<p>"Nenhuma das instituições pode, a partir desse momento, alterar nada dos sistemas eleitorais. Eles estão congelados. Foi firmado um contrato entre as instituições que assinaram digitalmente, e isso é uma segurança do processo de que não haverá nenhum tipo de alteração nesses sistemas."</p>
</blockquote>

<h3>Fiscalização</h3>

<p>O ciclo eleitoral brasileiro prevê, ao todo, 40 oportunidades de fiscalização a cada dois anos, e as identificações dos sistemas já lacrados serão publicadas no portal do TSE. A próxima etapa é a geração das mídias com os dados dos candidatos. Na véspera da votação, será feita a verificação dos sistemas de totalização e transmissão dos resultados.</p>

<p>Durante a cerimônia, o ministro <strong>Kassio Nunes Marques</strong> reforçou o papel do tribunal diante do eleitor:</p>

<blockquote>
<p>"A justiça não escolhe vencedores, não interfere na escolha popular e não possui preferência por candidaturas. Nossa paixão é a democracia. Nossa missão é cumprir a Constituição. E o nosso dever é garantir a vontade soberana do povo brasileiro."</p>
</blockquote>

<p>As mídias gravadas foram guardadas na sala-cofre do TSE.</p>

<p>O primeiro turno das eleições acontece em 4 de outubro. Se houver segundo turno, a votação será em 25 de outubro.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:35</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>&amp;quot;Gravidade dos fatos não autoriza atalhos&amp;quot;, diz presidente do STF</title>
<link>https://apareceu.com/gravidade-dos-fatos-nao-autoriza-atalhos-diz-presidente-do-stf</link>
<guid>https://apareceu.com/gravidade-dos-fatos-nao-autoriza-atalhos-diz-presidente-do-stf</guid>
<description><![CDATA[ Diante dos acontecimentos envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Suprema Corte, Edson Fachin, disse que tudo vai ser feito no tempo certo, sem precipitação e sem omissão, conforme as leis.  


&quot;Os fatos estão sendo apurados. Esta presidência seguirá os procedimentos estabelecidos pela Constituição e pela legislação. Faremos o que é certo, pelo tempo e pela forma que a ordem jurídica exige. A gravidade dos fatos não autoriza atalhos. Ao contrário: quanto maior o desafio, maior deve ser o compromisso com a legalidade. Não haverá precipitação, mas tampouco omissão&quot;.


A declaração foi nesta sexta-feira (4), durante evento no Palácio do Planalto, onde foram sancionadas leis que autorizam fundos do sistema de Justiça. Ao lado de autoridades dos três poderes, Fachin citou metas do STF, incluindo o fim do inquérito das fake news.  


&quot;Os acontecimentos recentes demonstram o acerto e a urgência de três metas de nossa gestão: a adoção de um código de ética, o fim do inquérito das fake news e a modernização do sistema de Justiça&quot;.


O inquérito das fake news é de relatoria do ministro do STF Alexandre de Moraes, e dura sete anos, sem conclusão. Dentro dessa investigação, Moraes pediu para investigar o colega da corte, ministro André Mendonça, na condução dos inquéritos do Banco Master e do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). 

▶️ Ouça mais: Caso Master: Fachin cobra explicações de Moraes, Mendonça, PGR e PF

Lula também se pronunciou

Ao lado de Fachin, no Palácio do Planalto, o presidente Lula também comentou o assunto e defendeu uma reforma no poder judiciário brasileiro. Para ele, seria uma maneira de o povo continuar “acreditando na Justiça”. E completou reforçando o que disse ao chefe do Judiciário.  


&quot;Ninguém, em nome da democracia, pode utilizar o cargo que tem em benefício pessoal. Ninguém. Isso vale para o presidente da República, vale para um catador de material reciclável. E eu disse para o meu amigo Fachin: a Suprema Corte a Procuradoria Geral da República está nas suas costas e nas costas do Paulo Gonet a responsabilidade de passar o mínimo de tranquilidade sem tentar esconder absolutamente nada&quot;.


Os recentes acontecimentos envolvendo ministros do STF se intensificaram após o vazamento de conversas retiradas de relatórios da Polícia Federal (PF), que chegaram à imprensa. Lula criticou o impacto disso para a democracia.  


&quot;O que nós não podemos, nesse país, é oficializar a indústria da fake news, a indústria dos vazamentos seletivos por interesse políticos ou econômicos. Nós estamos vivendo uma época muito perigosa: o denuncismo. A fake news. Os vazamentos não contribuem com a democracia&quot;.


As leis sancionadas nesta sexta são projetos aprovados no Congresso que criam fundos ligados ao Judiciário para, entre outras medidas, garantir acesso à Justiça pela população. Segundo um dos texto, o dinheiro pode ser usado em programas voltados ao atendimento à sociedade, em especial para a defesa de vítimas.
  3:20 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 04:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Gravidade, dos, fatos, não, autoriza, atalhos, diz, presidente, STF</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Diante dos acontecimentos envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o <strong>presidente da Suprema Corte, Edson Fachin, disse que tudo vai ser feito no tempo certo</strong>, sem precipitação e <strong>sem omissão</strong>, conforme as leis.  <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701551&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701551&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Os fatos estão sendo apurados. Esta presidência seguirá os procedimentos estabelecidos pela Constituição e pela legislação. Faremos o que é certo, pelo tempo e pela forma que a ordem jurídica exige. A gravidade dos fatos não autoriza atalhos. Ao contrário: quanto maior o desafio, maior deve ser o compromisso com a legalidade. Não haverá precipitação, mas tampouco omissão".</p>
</blockquote>

<p>A declaração foi nesta sexta-feira (4), durante evento no Palácio do Planalto, onde foram sancionadas leis que autorizam fundos do sistema de Justiça. Ao lado de autoridades dos três poderes, <strong>Fachin citou metas do STF, incluindo o fim do inquérito das fake news.  </strong></p>

<blockquote>
<p>"Os acontecimentos recentes demonstram o acerto e a urgência de três metas de nossa gestão: a adoção de um código de ética, o fim do inquérito das fake news e a modernização do sistema de Justiça".</p>
</blockquote>

<p><strong>O inquérito das fake news é de relatoria do ministro do STF Alexandre de Moraes</strong>, e dura sete anos, sem conclusão. <strong>Dentro dessa investigação, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/justica/audio/2026-09/moraes-encaminha-fachin-pedido-de-investigacao-contra-mendonca" target="_blank">Moraes pediu para investigar o colega da corte, ministro André Mendonça</a></strong>, na condução dos inquéritos do Banco Master e do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). </p>

<h3><strong>▶️ Ouça mais: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/justica/audio/2026-09/caso-master-fachin-cobra-explicacoes-de-moraes-mendonca-pgr-e-pf" target="_blank">Caso Master: Fachin cobra explicações de Moraes, Mendonça, PGR e PF</a></strong></h3>

<h2>Lula também se pronunciou</h2>

<p>Ao lado de Fachin, no Palácio do Planalto, o<strong> presidente Lula também comentou o assunto e defendeu uma reforma no poder judiciário brasileiro.</strong> Para ele, seria uma maneira de o povo continuar “acreditando na Justiça”. E completou reforçando o que disse ao chefe do Judiciário.  </p>

<blockquote>
<p>"Ninguém, em nome da democracia, pode utilizar o cargo que tem em benefício pessoal. Ninguém. Isso vale para o presidente da República, vale para um catador de material reciclável. E eu disse para o meu amigo Fachin: a Suprema Corte a Procuradoria Geral da República está nas suas costas e nas costas do Paulo Gonet a responsabilidade de passar o mínimo de tranquilidade sem tentar esconder absolutamente nada".</p>
</blockquote>

<p>Os recentes acontecimentos envolvendo ministros do STF se intensificaram após o <strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/justica/audio/2026-09/mendonca-levara-plenario-elementos-de-investigacao-sobre-vorcaro" target="_blank">vazamento de conversas retiradas de relatórios da Polícia Federal (PF)</a>, que chegaram à imprensa</strong>. Lula criticou o impacto disso para a democracia.  </p>

<blockquote>
<p>"O que nós não podemos, nesse país, é oficializar a indústria da fake news, a indústria dos vazamentos seletivos por interesse políticos ou econômicos. Nós estamos vivendo uma época muito perigosa: o denuncismo. A fake news. Os vazamentos não contribuem com a democracia".</p>
</blockquote>

<p>As leis sancionadas nesta sexta são projetos aprovados no Congresso que criam fundos ligados ao Judiciário para, entre outras medidas, garantir acesso à Justiça pela população. Segundo um dos texto, o dinheiro pode ser usado em programas voltados ao atendimento à sociedade, em especial para a defesa de vítimas.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:20</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Candidatos à Presidência da República cumprem agenda de campanha</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-da-republica-cumprem-agenda-de-campanha</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-da-republica-cumprem-agenda-de-campanha</guid>
<description><![CDATA[ A maioria dos candidatos à Presidência da República cumpriu agenda no estado de São Paulo e na região Sul do país nesta segunda-feira (31). Emprego e segurança pública foram os temas mais destacados nos atos de campanha.

Ronaldo Caiado, do PSD, participou de sabatina na rádio Jovem Pan, na capital paulista. Durante a entrevista, ele defendeu que as facções criminosas que atuam no Brasil sejam classificadas como grupos de terrorismo doméstico. Na avaliação do governador, a mudança permitiria ampliar a atuação das forças de segurança no combate ao narcotráfico sem a necessidade de recorrer às operações de Garantia da Lei e da Ordem, a GLO. Caiado explicou como a medida funcionaria no seu programa de governo:


&quot;O primeiro que eu disse é a caracterização de todas as facções como terrorismo doméstico, para que a gente possa usar todas as forças sem ter que acionar a GLO nem nada. Aquilo passa a ser uma caracterização como tal. Todas as forças de segurança estão habilitadas para fazer o combate ao narcotráfico&quot;.


Atualmente, a Lei Antiterrorismo considera terrorismo a prática de atos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião, desde que tenham como objetivo provocar terror social ou generalizado. A legislação também prevê punição para quem promove, constitui, integra ou presta auxílio a organização terrorista.

Na sequência, o candidato se reuniu com a diretoria da Anfavea, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, e encerrou a agenda da manhã em encontro com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo.

Renan Santos, do Missão, cumpriu dois compromissos de campanha pela manhã em São Paulo, antes da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que suspendeu sua campanha.

Em entrevista ao jornal Gazeta do Povo, o candidato defendeu a retomada do programa nuclear brasileiro como instrumento de dissuasão e soberania nacional. No programa Estadão Entrevista – Presidenciáveis, falou sobre segurança pública e rebateu críticas de que o modelo do presidente de El Salvador, Nayib Bukele, desrespeita Direitos Humanos. Renan Santos afirmou que a taxa de admissibilidade do habeas corpus no país centro-americano é de 2% e que, no Brasil, a taxa é de 3% no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em Curitiba, Augusto Cury, do Avante, se reuniu com a equipe do Sebrae Paraná para tratar de propostas voltadas ao empreendedorismo e à capacitação de pequenos negócios. O compromisso que o candidato cumpriria à tarde em Florianópolis, com a Associação Catarinense de Tecnologia e um jantar com empresários, foi cancelado depois que fortes chuvas e queda de granizo atingiram Santa Catarina, levando ao menos cinco municípios do estado a decretar situação de emergência.

Ainda em Curitiba, Romeu Zema, do Novo, se reuniu com moradores do bairro Santa Cândida para debater o tema da corrupção.

Em Porto Alegre, Hertz Dias, do PSTU, teve uma extensa agenda, que começou às 7h30 da manhã, com panfletagem e diálogo com trabalhadores dos Correios. Na sequência, participou de caminhada pelo centro da capital gaúcha e visitou o campus do Vale da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde dialogou com estudantes sobre educação pública e ciência e tecnologia. À tarde, se reuniu com sindicalistas para debater direitos trabalhistas e redução da jornada, e fez panfletagem no Hospital de Clínicas em defesa do fortalecimento do SUS.

Ainda no Rio Grande do Sul, a candidata Clariana Barão, do Democracia Cristã, concedeu entrevista à Rádio Pinel na noite desta segunda-feira.

Flávio Bolsonaro, do PL, não teve compromissos públicos e dedicou o dia à gravação de programas para o horário eleitoral.

Lula, do PT, não teve agenda de campanha nesta segunda-feira.

Wilson Grassi, do Democrata, teve reunião de alinhamento com o comitê de campanha pela manhã e gravou vídeos à tarde.

Pablo Marçal, do PRTB, segue com a agenda suspensa por decisão da Justiça Eleitoral.

Edmilson Costa, do PCB; Samara Martins, do UP; e Rui Costa Pimenta, do PCO, não divulgaram agenda de campanha para esta segunda-feira.
  4:40 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 13:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, Presidência, República, cumprem, agenda, campanha</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos candidatos à Presidência da República cumpriu agenda no estado de São Paulo e na região Sul do país nesta segunda-feira (31). Emprego e segurança pública foram os temas mais destacados nos atos de campanha.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701154&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701154&o=rss"></p>

<p><strong>Ronaldo Caiado, do PSD</strong>, participou de sabatina na rádio Jovem Pan, na capital paulista. Durante a entrevista, ele defendeu que as facções criminosas que atuam no Brasil sejam classificadas como grupos de terrorismo doméstico. Na avaliação do governador, a mudança permitiria ampliar a atuação das forças de segurança no combate ao narcotráfico sem a necessidade de recorrer às operações de Garantia da Lei e da Ordem, a GLO. Caiado explicou como a medida funcionaria no seu programa de governo:</p>

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<p>"O primeiro que eu disse é a caracterização de todas as facções como terrorismo doméstico, para que a gente possa usar todas as forças sem ter que acionar a GLO nem nada. Aquilo passa a ser uma caracterização como tal. Todas as forças de segurança estão habilitadas para fazer o combate ao narcotráfico".</p>
</blockquote>

<p>Atualmente, a Lei Antiterrorismo considera terrorismo a prática de atos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião, desde que tenham como objetivo provocar terror social ou generalizado. A legislação também prevê punição para quem promove, constitui, integra ou presta auxílio a organização terrorista.</p>

<p>Na sequência, o candidato se reuniu com a diretoria da Anfavea, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, e encerrou a agenda da manhã em encontro com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo.</p>

<p><strong>Renan Santos, do Missão</strong>, cumpriu dois compromissos de campanha pela manhã em São Paulo, antes da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que suspendeu sua campanha.</p>

<p>Em entrevista ao jornal Gazeta do Povo, o candidato defendeu a retomada do programa nuclear brasileiro como instrumento de dissuasão e soberania nacional. No programa Estadão Entrevista – Presidenciáveis, falou sobre segurança pública e rebateu críticas de que o modelo do presidente de El Salvador, Nayib Bukele, desrespeita Direitos Humanos. Renan Santos afirmou que a taxa de admissibilidade do habeas corpus no país centro-americano é de 2% e que, no Brasil, a taxa é de 3% no Supremo Tribunal Federal (STF).</p>

<p>Em Curitiba, <strong>Augusto Cury, do Avante</strong>, se reuniu com a equipe do Sebrae Paraná para tratar de propostas voltadas ao empreendedorismo e à capacitação de pequenos negócios. O compromisso que o candidato cumpriria à tarde em Florianópolis, com a Associação Catarinense de Tecnologia e um jantar com empresários, foi cancelado depois que fortes chuvas e queda de granizo atingiram Santa Catarina, levando ao menos cinco municípios do estado a decretar situação de emergência.</p>

<p>Ainda em Curitiba, <strong>Romeu Zema, do Novo</strong>, se reuniu com moradores do bairro Santa Cândida para debater o tema da corrupção.</p>

<p>Em Porto Alegre, <strong>Hertz Dias, do PSTU</strong>, teve uma extensa agenda, que começou às 7h30 da manhã, com panfletagem e diálogo com trabalhadores dos Correios. Na sequência, participou de caminhada pelo centro da capital gaúcha e visitou o campus do Vale da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde dialogou com estudantes sobre educação pública e ciência e tecnologia. À tarde, se reuniu com sindicalistas para debater direitos trabalhistas e redução da jornada, e fez panfletagem no Hospital de Clínicas em defesa do fortalecimento do SUS.</p>

<p>Ainda no Rio Grande do Sul, a candidata <strong>Clariana Barão, do Democracia Cristã</strong>, concedeu entrevista à Rádio Pinel na noite desta segunda-feira.</p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, não teve compromissos públicos e dedicou o dia à gravação de programas para o horário eleitoral.</p>

<p><strong>Lula, do PT</strong>, não teve agenda de campanha nesta segunda-feira.</p>

<p><strong>Wilson Grassi, do Democrata</strong>, teve reunião de alinhamento com o comitê de campanha pela manhã e gravou vídeos à tarde.</p>

<p><strong>Pablo Marçal, do PRTB</strong>, segue com a agenda suspensa por decisão da Justiça Eleitoral.</p>

<p><strong>Edmilson Costa, do PCB; Samara Martins, do UP; e Rui Costa Pimenta, do PCO</strong>, não divulgaram agenda de campanha para esta segunda-feira.</p>
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<title>Candidatos cumprem agenda de campanha nesta terça&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-cumprem-agenda-de-campanha-nesta-terca-feira</link>
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<description><![CDATA[ Agenda dos candidatos para esta terça-feira, 1º. Augusto Cury, do Avante, continua no Rio Grande do Sul, participa da Expointer em Esteio. Edmilson Costa, do PCB, faz caminhada perto do Teatro Municipal em São Paulo. Flávio Bolsonaro, do PL, estará no Senado, em reunião na comissão de Segurança Pública. Assim, como Hertz Dias, do PSTU, que se reúne com universitários e comerciários na região de Porto Alegre e Santa Cruz do Sul.

Romeu Zema, do Novo, em Joinville, Santa Catarina. Ronaldo Caiado, do PSD, em São Paulo, visita a Santa Casa de Misericórdia. Os demais, Clariana Barão, do Democracia Cristã, Lula, do PT, Rui Costa Pimenta, do PCO, e Samara Martins, do Unidade Popular, estão, até o momento, sem agenda de campanha para hoje.

Renan Santos, do Missão, e Wilson Grassi, do Democrata, estão com a campanha suspensa por uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Estão também proibidos de usar o fundo de financiamento de campanha e de participar de debate. Isso porque demoraram para informar quantos e quais os perfis das redes sociais ligados a eles. A lei manda que isso seja feito na hora do registro da candidatura, e os dois informaram depois: Renan, 12 dias, e Grassi, 17 dias depois. Os dois informaram que vão recorrer da decisão. A suspensão vale até decisão definitiva do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
  1:34 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 13:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Agenda dos candidatos para esta terça-feira, 1º. Augusto Cury, do Avante, continua no Rio Grande do Sul, participa da Expointer em Esteio. Edmilson Costa, do PCB, faz caminhada perto do Teatro Municipal em São Paulo. Flávio Bolsonaro, do PL, estará no Senado, em reunião na comissão de Segurança Pública. Assim, como Hertz Dias, do PSTU, que se reúne com universitários e comerciários na região de Porto Alegre e Santa Cruz do Sul.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701211&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701211&o=rss"></p>

<p>Romeu Zema, do Novo, em Joinville, Santa Catarina. Ronaldo Caiado, do PSD, em São Paulo, visita a Santa Casa de Misericórdia. Os demais, Clariana Barão, do Democracia Cristã, Lula, do PT, Rui Costa Pimenta, do PCO, e Samara Martins, do Unidade Popular, estão, até o momento, sem agenda de campanha para hoje.</p>

<p>Renan Santos, do Missão, e Wilson Grassi, do Democrata, estão com a campanha suspensa por uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Estão também proibidos de usar o fundo de financiamento de campanha e de participar de debate. Isso porque demoraram para informar quantos e quais os perfis das redes sociais ligados a eles. A lei manda que isso seja feito na hora do registro da candidatura, e os dois informaram depois: Renan, 12 dias, e Grassi, 17 dias depois. Os dois informaram que vão recorrer da decisão. A suspensão vale até decisão definitiva do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
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<title>Entenda as diferenças entre as funções do presidente e do governador</title>
<link>https://apareceu.com/entenda-as-diferencas-entre-as-funcoes-do-presidente-e-do-governador</link>
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<description><![CDATA[ Guardadas as devidas proporções, a função de um governador é parecida com a do presidente. É que os dois são chefes do Executivo, um federal e outro local. E as competências nem sempre são bem explícitas, por isso que muita gente faz confusão. Por exemplo, quando se fala de segurança pública, tem gente que já diz logo: &quot;a é culpa do presidente&quot;. Mas o cientista político, Valdir Pucci, lembra bem. Essa cobrança tem de ir também para o governador.

&quot;A gente tem que estar atento a isso, porque senão parece que tudo é governo federal. Mas na verdade, apesar do governo federal no Brasil, pela Constituição, ter muitas funções, ou seja, muitas competências, os estados também têm as suas competências, onde os governadores e as Câmaras estaduais precisam agir&quot;.

Isso quer dizer que cabe ao governador cuidar das polícias civil e militar. Polícia Federal  e Polícia Rodoviária Federal são com a União. Já saúde e educação é competência de todo mundo. Mas, a União faz as leis mais gerais e os estados e municípios, as específicas. Ou seja, governador cuida das escolas e dos hospitais estaduais. Ah, e os estados podem ter as suas próprias Constituições. Claro que tendo como base a Constituição Federal. Não pode inventar muito não. É o que explica o cientista político Valdir Pucci.

&quot;O Estado não pode mexer no Código Penal porque não é de competência dele. O Estado tem outras competências. Por exemplo, a segurança pública dos estados. Isso é competência dos estados. Então, quando a gente fala &#039;ah, a violência no país é culpa do presidente&#039;, o presidente também tem parcela de competência em segurança pública, mas, em especial, na segurança pública federal. Já nos estados, é competência do governador cuidar dessa questão da segurança pública do estado&quot;.

E, assim, como no cargo para presidente, para governador a eleição é majoritária. Ou seja, vence quem tem mais votos. Maioria absoluta. Se isso não ocorrer, é segundo turno na certa.
  2:05 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Entenda, diferenças, entre, funções, presidente, governador</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Guardadas as devidas proporções, a função de um governador é parecida com a do presidente. É que os dois são chefes do Executivo, um federal e outro local. E as competências nem sempre são bem explícitas, por isso que muita gente faz confusão. Por exemplo, quando se fala de segurança pública, tem gente que já diz logo: "a é culpa do presidente". Mas o cientista político, Valdir Pucci, lembra bem. Essa cobrança tem de ir também para o governador.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701213&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701213&o=rss"></p>

<p><em>"A gente tem que estar atento a isso, porque senão parece que tudo é governo federal. Mas na verdade, apesar do governo federal no Brasil, pela Constituição, ter muitas funções, ou seja, muitas competências, os estados também têm as suas competências, onde os governadores e as Câmaras estaduais precisam agir".</em></p>

<p>Isso quer dizer que cabe ao governador cuidar das polícias civil e militar. Polícia Federal  e Polícia Rodoviária Federal são com a União. Já saúde e educação é competência de todo mundo. Mas, a União faz as leis mais gerais e os estados e municípios, as específicas. Ou seja, governador cuida das escolas e dos hospitais estaduais. Ah, e os estados podem ter as suas próprias Constituições. Claro que tendo como base a Constituição Federal. Não pode inventar muito não. É o que explica o cientista político Valdir Pucci.</p>

<p><em>"O Estado não pode mexer no Código Penal porque não é de competência dele. O Estado tem outras competências. Por exemplo, a segurança pública dos estados. Isso é competência dos estados. Então, quando a gente fala 'ah, a violência no país é culpa do presidente', o presidente também tem parcela de competência em segurança pública, mas, em especial, na segurança pública federal. Já nos estados, é competência do governador cuidar dessa questão da segurança pública do estado".</em></p>

<p>E, assim, como no cargo para presidente, para governador a eleição é majoritária. Ou seja, vence quem tem mais votos. Maioria absoluta. Se isso não ocorrer, é segundo turno na certa.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:05</span>]]> </content:encoded>
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<title>Toffoli libera campanha de Renan Santos</title>
<link>https://apareceu.com/toffoli-libera-campanha-de-renan-santos</link>
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<description><![CDATA[ O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), liberou nesta terça-feira (1) a campanha do candidato à Presidência Renan Santos (Missão). A decisão, referente ao processo de registro de candidatura de Renan ao Planalto, suspende as restrições impostas no último domingo e libera a propaganda eleitoral nos perfis registrados, os repasses do Fundo Eleitoral e a participação em debates.

Segundo a decisão, as plataformas têm duas horas para restabelecer o funcionamento dos perfis registrados no sistema oficial do TSE. Apesar da liberação, as contas devem continuar fora dos sistemas de recomendação de conteúdo, ou seja, os perfis voltam a funcionar normalmente para a campanha, mas o algoritmo das redes sociais não poderá promovê-los automaticamente para alcançar mais pessoas.

As restrições haviam sido determinadas depois que Renan Santos informou 16 perfis nas redes sociais 12 dias após o registro da candidatura, em descumprimento do prazo previsto na legislação eleitoral. Toffoli classificou a omissão como estratégica e afirmou que a informação tardia sobre os perfis poderia proporcionar vantagem sobre os demais candidatos.

Agora, depois das diligências realizadas pelo Tribunal e das informações prestadas pelas plataformas, Toffoli afirmou que a finalidade das medidas cautelares havia sido parcialmente atendida.

O ministro deu prazo adicional de 72 horas para que Renan Santos informe a data de criação e de utilização dos perfis para propaganda eleitoral e esclareça a existência de outros endereços usados na campanha.

A Procuradoria-Geral Eleitoral terá 24 horas para se manifestar nos autos e poderá adotar as medidas que considerar cabíveis diante de eventuais infrações eleitorais e criminais.
  2:00 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Toffoli, libera, campanha, Renan, Santos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro <strong>Dias Toffoli</strong>, do Tribunal Superior Eleitoral (<strong>TSE</strong>), liberou nesta terça-feira (1) a campanha do candidato à Presidência <strong>Renan Santos</strong> (Missão). A decisão, referente ao processo de registro de candidatura de Renan ao Planalto, <strong>suspende as restrições impostas</strong> no último domingo e libera a propaganda eleitoral nos perfis registrados, os repasses do Fundo Eleitoral e a participação em debates.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701285&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701285&o=rss"></p>

<p>Segundo a decisão, as plataformas têm duas horas para <strong>restabelecer o funcionamento dos perfis registrados no sistema oficial do TSE</strong>. Apesar da liberação, as contas devem continuar fora dos sistemas de recomendação de conteúdo, ou seja, os perfis voltam a funcionar normalmente para a campanha, mas o algoritmo das redes sociais não poderá promovê-los automaticamente para alcançar mais pessoas.</p>

<p>As restrições haviam sido determinadas depois que Renan Santos informou<strong> 16 perfis </strong>nas redes sociais 12 dias após o registro da candidatura, em descumprimento do prazo previsto na legislação eleitoral. Toffoli classificou a omissão como estratégica e afirmou que a informação tardia sobre os perfis poderia proporcionar vantagem sobre os demais candidatos.</p>

<p>Agora, depois das diligências realizadas pelo Tribunal e das informações prestadas pelas plataformas, Toffoli afirmou que a <strong>finalidade das medidas cautelares havia sido parcialmente atendida</strong>.</p>

<p>O ministro deu prazo adicional de 72 horas para que Renan Santos informe a data de criação e de utilização dos perfis para propaganda eleitoral e esclareça a existência de outros endereços usados na campanha.</p>

<p>A Procuradoria-Geral Eleitoral terá 24 horas para se manifestar nos autos e poderá adotar as medidas que considerar cabíveis diante de eventuais infrações eleitorais e criminais.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:00</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Senado aprova nome de Rodrigo Pacheco para ministro do TCU</title>
<link>https://apareceu.com/senado-aprova-nome-de-rodrigo-pacheco-para-ministro-do-tcu</link>
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<description><![CDATA[ O Senado aprovou, nesta terça-feira (1), a indicação de Rodrigo Pacheco para uma vaga no Tribunal de Contas da União.

O senador mineiro vai substituir o ministro de Bruno Dantas, que renunciou ao cargo nesta semana. A indicação será ainda avaliada pela Câmara dos Deputados.

O Tribunal de Contas é um órgão auxiliar de fiscalização do Congresso Nacional, com seus membros indicados pela Câmara, Senado e pelo governo federal.

Jornada 6X1

Nesta quarta-feira, está prevista, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, a votação da PEC que acaba coma escala 6x1 e diminui a jornada de 44 para 40 horas semanais.

O relator da proposta, senador Omar Aziz (PSD-AM), manteve o texto aprovado na Câmara.

A expectativa é que se, for aprovada, a PEC seja votada ainda esta semana no plenário do Senado. Para aprovação, será necessário apoio de 49 dos 81 senadores.

Taxa da blusinhas adiada

E ficou para quarta-feira, a análise da Medida Provisória que isenta de impostos compras internacionais de até U$ 50, cerca de R$ 260, conhecida como taxa das blusinhas.

A Comissão Mista do Congresso Nacional sobre o tema adiou a votação do relatório da proposta em busca de acordo em torno do texto.

Espera-se que o tema seja votado pela Câmara e pelo Senado ainda nesta semana, já que a medida perde validade em 8 de setembro.
  1:41 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 13:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Senado, aprova, nome, Rodrigo, Pacheco, para, ministro, TCU</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou, nesta terça-feira (1), a indicação de<strong> Rodrigo Pacheco para uma vaga no Tribunal de Contas da União</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701297&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701297&o=rss"></p>

<p>O senador mineiro vai substituir o ministro de Bruno Dantas, que renunciou ao cargo nesta semana. A indicação será ainda avaliada pela Câmara dos Deputados.</p>

<p>O Tribunal de Contas é um órgão auxiliar de fiscalização do Congresso Nacional, com seus membros indicados pela Câmara, Senado e pelo governo federal.</p>

<h3>Jornada 6X1</h3>

<p>Nesta quarta-feira, está prevista, na <strong>Comissão de Constituição e Justiça do Senado, a votação da PEC que acaba coma escala 6x1 </strong>e diminui a jornada de 44 para 40 horas semanais.</p>

<p>O relator da proposta, senador Omar Aziz (PSD-AM), manteve o texto aprovado na Câmara.</p>

<p>A expectativa é que se, for aprovada, a PEC seja votada ainda esta semana no <strong>plenário do Senado</strong>. Para aprovação, será necessário<strong> apoio de 49 dos 81</strong> senadores.</p>

<h3>Taxa da blusinhas adiada</h3>

<p>E ficou para quarta-feira, a análise da <strong>Medida Provisória que isenta de impostos compras internacionais</strong> de até U$ 50, cerca de R$ 260, conhecida como <strong>taxa das blusinhas</strong>.</p>

<p>A Comissão Mista do Congresso Nacional sobre o tema adiou a votação do relatório da proposta em busca de acordo em torno do texto.</p>

<p>Espera-se que o tema seja votado pela Câmara e pelo Senado ainda nesta semana, já que a medida perde validade em 8 de setembro.</p>
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<title>Corrida presidencial tem atos no Sul e decisões da Justiça Eleitoral</title>
<link>https://apareceu.com/corrida-presidencial-tem-atos-no-sul-e-decisoes-da-justica-eleitoral</link>
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<description><![CDATA[ Decisões da Justiça Eleitoral marcaram a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (1). Renan Santos, do Missão, teve as restrições à campanha suspensas pelo ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral. Com a decisão, o candidato está novamente autorizado a fazer campanha política. Dois candidatos ao Planalto ainda estão sob restrição do TSE.

Pablo Marçal, do PRTB, segue impedido de fazer campanha desde 20 de agosto, quando a Corte suspendeu totalmente seus atos de campanha, participação em debates e uso do horário eleitoral gratuito, por dúvida sobre a validade do registro de sua candidatura.

Ao contrário de Marçal, Wilton Grassi, do Democrata segue liberado para campanha de rua e material gráfico, ou seja, a restrição vale apenas para propaganda digital, debates de TV, rádio e podcasts, e uso do fundo eleitoral. O comitê do candidato informou que vai recorrer da decisão, classificada como desproporcional. Grassi cumpriu agenda em Brasília, com entrevistas ao site Poder360 e ao portal Metrópoles.

O candidato Ronaldo Caiado, do PSD, em coletiva após visita à Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, classificou como excessiva a restrição imposta a Renan Santos pelo TSE.  Ele destacou que, como candidato adversário, não se sente beneficiado pela decisão.

Em Brasília, Lula, do PT, não teve compromissos eleitorais.

Flávio Bolsonaro, do PL, também não cumpriu agenda de campanha.

Augusto Cury, do Avante, cumpriu agenda no Rio Grande do Sul. Passou a manhã em Cachoeirinha, em um café da manhã para o setor empresarial, e seguiu para a cidade de Esteio, onde visitou a Expointer, a maior feira agropecuária da América Latina. No evento, rebateu tentativas de enquadrá-lo como candidato de direita ou de esquerda.


&quot;Não é a terceira via, só uma única via, a via da pacificação, com muita humildade. Nós precisamos terminar essa guerra de egos e levar o Brasil nos trilhos do crescimento&quot;.


À noite, Cury embarcou para Belo Horizonte, onde inaugurou a primeira Casa Cury.

Na cidade gaúcha de Santa Cruz do Sul, Hertz Dias, do PSTU, concedeu entrevista para uma rádio comunitária, falou em uma coletiva de imprensa, almoçou com militantes e caminhou pelo centro para duas rodadas de panfletagem — em uma fábrica no Distrito Industrial e na universidade local.

Em Santa Catarina, Romeu Zema, do Novo, abriu o dia na Semana da Pátria de Joinville e seguiu para uma escola referência no Ideb, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, onde defendeu ampliar a gestão privada em escolas públicas com remuneração vinculada a resultados.


“O que o Brasil precisa é exatamente isso, uma boa educação. Uma educação que tenha acompanhamento, que tenha valorização do resultado. E como melhorar algo se você não reconhece as boas práticas, os bons resultados? O que nós temos hoje no Brasil é totalmente o contrário disso, querem que todos sejam tratados igualmente e aí você tem um pacto pela mediocridade”.


À tarde, Zema se reuniu com dirigentes da Associação Empresarial de Joinville.

Em São Paulo, Edmilson Costa, do PCB, fez caminhada pelo centro pela manhã, com saída do Teatro Municipal.

Rui Costa Pimenta, do PCO, dividiu o dia entre Brasília e São Paulo: pela manhã reuniu-se com o candidato do seu partido ao governo do DF, fez panfletagem na Universidade de Brasília e gravou entrevista ao portal Metrópole. Depois, seguiu para a capital paulista.

Clariana Barão, do DC, concedeu entrevista ao podcast IronTalks.

Samara Martins, do UP, não teve agenda pública nesta terça-feira.
  4:05 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 13:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Corrida, presidencial, tem, atos, Sul, decisões, Justiça, Eleitoral</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Decisões da Justiça Eleitoral marcaram a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (1). Renan Santos, do Missão, teve as restrições à campanha suspensas pelo ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral. Com a decisão, o candidato está novamente autorizado a fazer campanha política. Dois candidatos ao Planalto ainda estão sob restrição do TSE.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701299&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701299&o=rss"></p>

<p>Pablo Marçal, do PRTB, segue impedido de fazer campanha desde 20 de agosto, quando a Corte suspendeu totalmente seus atos de campanha, participação em debates e uso do horário eleitoral gratuito, por dúvida sobre a validade do registro de sua candidatura.</p>

<p>Ao contrário de Marçal, Wilton Grassi, do Democrata segue liberado para campanha de rua e material gráfico, ou seja, a restrição vale apenas para propaganda digital, debates de TV, rádio e podcasts, e uso do fundo eleitoral. O comitê do candidato informou que vai recorrer da decisão, classificada como desproporcional. Grassi cumpriu agenda em Brasília, com entrevistas ao site Poder360 e ao portal Metrópoles.</p>

<p>O candidato Ronaldo Caiado, do PSD, em coletiva após visita à Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, classificou como excessiva a restrição imposta a Renan Santos pelo TSE.  Ele destacou que, como candidato adversário, não se sente beneficiado pela decisão.</p>

<p>Em Brasília, Lula, do PT, não teve compromissos eleitorais.</p>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL, também não cumpriu agenda de campanha.</p>

<p>Augusto Cury, do Avante, cumpriu agenda no Rio Grande do Sul. Passou a manhã em Cachoeirinha, em um café da manhã para o setor empresarial, e seguiu para a cidade de Esteio, onde visitou a Expointer, a maior feira agropecuária da América Latina. No evento, rebateu tentativas de enquadrá-lo como candidato de direita ou de esquerda.</p>

<blockquote>
<p>"Não é a terceira via, só uma única via, a via da pacificação, com muita humildade. Nós precisamos terminar essa guerra de egos e levar o Brasil nos trilhos do crescimento".</p>
</blockquote>

<p>À noite, Cury embarcou para Belo Horizonte, onde inaugurou a primeira Casa Cury.</p>

<p>Na cidade gaúcha de Santa Cruz do Sul, Hertz Dias, do PSTU, concedeu entrevista para uma rádio comunitária, falou em uma coletiva de imprensa, almoçou com militantes e caminhou pelo centro para duas rodadas de panfletagem — em uma fábrica no Distrito Industrial e na universidade local.</p>

<p>Em Santa Catarina, Romeu Zema, do Novo, abriu o dia na Semana da Pátria de Joinville e seguiu para uma escola referência no Ideb, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, onde defendeu ampliar a gestão privada em escolas públicas com remuneração vinculada a resultados.</p>

<blockquote>
<p>“O que o Brasil precisa é exatamente isso, uma boa educação. Uma educação que tenha acompanhamento, que tenha valorização do resultado. E como melhorar algo se você não reconhece as boas práticas, os bons resultados? O que nós temos hoje no Brasil é totalmente o contrário disso, querem que todos sejam tratados igualmente e aí você tem um pacto pela mediocridade”.</p>
</blockquote>

<p>À tarde, Zema se reuniu com dirigentes da Associação Empresarial de Joinville.</p>

<p>Em São Paulo, Edmilson Costa, do PCB, fez caminhada pelo centro pela manhã, com saída do Teatro Municipal.</p>

<p>Rui Costa Pimenta, do PCO, dividiu o dia entre Brasília e São Paulo: pela manhã reuniu-se com o candidato do seu partido ao governo do DF, fez panfletagem na Universidade de Brasília e gravou entrevista ao portal Metrópole. Depois, seguiu para a capital paulista.</p>

<p>Clariana Barão, do DC, concedeu entrevista ao podcast IronTalks.</p>

<p>Samara Martins, do UP, não teve agenda pública nesta terça-feira.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">4:05</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Veja agenda dos candidatos à Presidência nesta quarta&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/veja-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-nesta-quarta-feira</link>
<guid>https://apareceu.com/veja-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-nesta-quarta-feira</guid>
<description><![CDATA[ Quarta-feira (2) de agenda em São Paulo para quatro candidatos à presidência. Augusto Cury, do Avante, na Federação Israelita, Clariana Barão, do Democracia Cristã, em caminhada com lojistas no Brás, Romeu Zema, do Novo, se reúne com motoristas de aplicativo e Ronaldo Caiado, do PSD, no Mercado Municipal e, depois, participa de sabatina.

Já no Rio de Janeiro, Hertz Dias, do PSTU, vai à UFRJ, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Samara Martins, do Unidade Popular, estará na confraternização do partido na Lapa

Edmilson Costa, do PCB, cumpre agenda da secretaria geral do partido em Lisboa. 

Flávio Bolsonaro, do PL, está em Porto Alegre. Participa da Expointer e se reúne com o agronegócio. 

Lula, do PT, e Rui Costa Pimenta, do PCO, não têm agenda de campanha para hoje. Wilson Grassi, do Democrata, está com a campanha suspensa por uma decisão do ministro Dias Tóffoli do TSE. Ele faz hoje um protesto na frente do TSE contra  a suspensão de seus perfis nas redes.
  1:13 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 13:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Veja, agenda, dos, candidatos, Presidência, nesta, quarta-feira</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira (2) de agenda em São Paulo para quatro candidatos à presidência. Augusto Cury, do Avante, na Federação Israelita, Clariana Barão, do Democracia Cristã, em caminhada com lojistas no Brás, Romeu Zema, do Novo, se reúne com motoristas de aplicativo e Ronaldo Caiado, do PSD, no Mercado Municipal e, depois, participa de sabatina.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701311&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701311&o=rss"></p>

<p>Já no Rio de Janeiro, Hertz Dias, do PSTU, vai à UFRJ, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Samara Martins, do Unidade Popular, estará na confraternização do partido na Lapa</p>

<p>Edmilson Costa, do PCB, cumpre agenda da secretaria geral do partido em Lisboa. </p>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL, está em Porto Alegre. Participa da Expointer e se reúne com o agronegócio. </p>

<p>Lula, do PT, e Rui Costa Pimenta, do PCO, não têm agenda de campanha para hoje. Wilson Grassi, do Democrata, está com a campanha suspensa por uma decisão do ministro Dias Tóffoli do TSE. Ele faz hoje um protesto na frente do TSE contra  a suspensão de seus perfis nas redes.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:13</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Saiba como funciona eleição para o Senado e qual o papel dos senadores</title>
<link>https://apareceu.com/saiba-como-funciona-eleicao-para-o-senado-e-qual-o-papel-dos-senadores</link>
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<description><![CDATA[ Ao contrário da Câmara, que calcula o número de deputados com base na população, no Senado, o número de senadores é sempre fixo: três para cada estado. O mandato é de oito anos - ou seja, duas legislaturas. É aí, numa eleição a gente escolhe um, em outra escolhe dois. Agora é vez de escolhermos esses dois.

A definição de 81 senadores veio lá atrás, ainda no Império, quando o mandato era vitalício. E era o imperador quem escolhia. Eles serviam apenas para representar as províncias. De lá pra cá, a forma de escolha mudou e a função também. O cientista político, Valdir Pucci, diz que esse papo de senador representar os estados e os deputados, o povo, é uma definição mais formal do que prática.


&quot;Da mesma forma que um deputado pode propor leis, um senador também pode propor leis. Ou seja, no final, deputados e senadores, na prática, estão representando a sociedade. Então eu coloco da seguinte forma: essa diferença entre representantes do povo e representantes dos estados, hoje ela é uma diferenciação muito mais formal do que prática na realidade&quot;.


E a escolha para senador é mais simples do que para deputado. Isso porque é uma eleição majoritária, ou seja, o voto vai para o candidato. E no caso do Senado, ao contrário dos outros cargos majoritários, que são os de presidente, governador e prefeito, é sem segundo turno. É o que explica a cientista política Alina Ribeiro:


&quot;O sistema majoritário é o mais simples. Então, quando a gente vota, por exemplo, para presidente, governador e senador, a gente não pode votar só na legenda. A gente tem que votar no nome e no número do candidato especificamente. Então, vence quem tira mais votos com ou sem segundo turno, dependendo do cargo&quot;.


E, dentro do nosso sistema bicameral, o Senado, além propor leis e revisar os projetos que são elaborados pela Câmara, tem outras atribuições mais específicas. Por exemplo: é o Senado quem julga um presidente da República, em caso de impeachment, depois de ser autorizado pela Câmara. E processar e julgar ministros do Supremo Tribunal Federal e o advogado-geral da União. É também o Senado que tem a função de sabatinar e aprovar a escolha de autoridades - ministros do STF, presidente do Banco Central, diretores de Agências Reguladoras e embaixadores.

Nessas eleições, na ordem de escolha, para senador serão o terceiro e o quarto cargo que vamos votar. Isso porque, lembrando, vamos escolher dois. E cada senador tem dois suplentes. Por isso, fique de olho nessas pessoas também. Vai que o seu eleito deixa o cargo vago e o substituto assume? Você precisa saber quem é essa pessoa. 
  2:48 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 13:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Saiba, como, funciona, eleição, para, Senado, qual, papel, dos, senadores</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário da Câmara, que calcula o número de deputados com base na população, no Senado, o número de senadores é sempre fixo: três para cada estado. O mandato é de oito anos - ou seja, duas legislaturas. É aí, numa eleição a gente escolhe um, em outra escolhe dois. Agora é vez de escolhermos esses dois.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701317&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701317&o=rss"></p>

<p>A definição de 81 senadores veio lá atrás, ainda no Império, quando o mandato era vitalício. E era o imperador quem escolhia. Eles serviam apenas para representar as províncias. De lá pra cá, a forma de escolha mudou e a função também. O cientista político, Valdir Pucci, diz que esse papo de senador representar os estados e os deputados, o povo, é uma definição mais formal do que prática.</p>

<blockquote>
<p>"Da mesma forma que um deputado pode propor leis, um senador também pode propor leis. Ou seja, no final, deputados e senadores, na prática, estão representando a sociedade. Então eu coloco da seguinte forma: essa diferença entre representantes do povo e representantes dos estados, hoje ela é uma diferenciação muito mais formal do que prática na realidade".</p>
</blockquote>

<p>E a escolha para senador é mais simples do que para deputado. Isso porque é uma eleição majoritária, ou seja, o voto vai para o candidato. E no caso do Senado, ao contrário dos outros cargos majoritários, que são os de presidente, governador e prefeito, é sem segundo turno. É o que explica a cientista política Alina Ribeiro:</p>

<blockquote>
<p>"O sistema majoritário é o mais simples. Então, quando a gente vota, por exemplo, para presidente, governador e senador, a gente não pode votar só na legenda. A gente tem que votar no nome e no número do candidato especificamente. Então, vence quem tira mais votos com ou sem segundo turno, dependendo do cargo".</p>
</blockquote>

<p>E, dentro do nosso sistema bicameral, o Senado, além propor leis e revisar os projetos que são elaborados pela Câmara, tem outras atribuições mais específicas. Por exemplo: é o Senado quem julga um presidente da República, em caso de impeachment, depois de ser autorizado pela Câmara. E processar e julgar ministros do Supremo Tribunal Federal e o advogado-geral da União. É também o Senado que tem a função de sabatinar e aprovar a escolha de autoridades - ministros do STF, presidente do Banco Central, diretores de Agências Reguladoras e embaixadores.</p>

<p>Nessas eleições, na ordem de escolha, para senador serão o terceiro e o quarto cargo que vamos votar. Isso porque, lembrando, vamos escolher dois. E cada senador tem dois suplentes. Por isso, fique de olho nessas pessoas também. Vai que o seu eleito deixa o cargo vago e o substituto assume? Você precisa saber quem é essa pessoa. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:48</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>MP das blusinhas deve ser votada nesta quarta&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/mp-das-blusinhas-deve-ser-votada-nesta-quarta-feira</link>
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<description><![CDATA[ MP da taxa das blusinhas. Depois de diversos adiamentos, o texto da relatora Leila Barros deve ser votado nesta quarta-feira na Comissão Especial. Após reunião com os presidentes da Câmara, Hugo Motta, do Senado, Davi Alcolumbre, e com o ministro Bruno Moretti, do Planejamento, o relatório foi fechado e já entregue, na manhã desta quarta aos demais senadores.

Ele prevê basicamente o fim da cobrança de 20% sobre as compras abaixo de 50 dólares. Essa cobrança já não vinha ocorrendo por conta da medida provisória, que tem efeitos imediatos, mas agora será definitiva. Vai ter imposto zero também para medicamentos importados sem similar nacional, quando for para doenças raras ou negligenciadas e para uso próprio.

Atendendo a um pedido do setor produtivo nacional será feito um monitoramento dos impactos econômicos. Esse monitoramento será obrigatório para os setores têxteis e vestuário, calçados, acessórios, brinquedos e cosméticos. E será periódica. É o que explicou a relatora, senadora Leila Barros.


&quot;Nesse primeiro momento, vai ser a primeira avaliação daqui a três meses e depois serão de seis em seis meses,até seis em seis meses. E a gente atendeu em parte a maior preocupação do setor, que é a avaliação dando essa autonomia ao Ministério da Fazenda, a avaliação de seis em seis meses e também passar por depois do relatório apresentado pelo Executivo a avaliação do Congresso Nacional anualmente&quot;.


Nessa avaliação, serão analisados cinco grupos: emprego e renda, competitividade nacional, compras internacionais, diferença de tributação e arrecadação. O próprio setor produtivo vai participar.

Outro ponto: as plataformas e os operadores logísticos terão de ajudar no combate às fraudes nas importações. E aí é garantir a rastreabilidade, fazer registros eletrônicos, ficar de olho em subfaturamento, que é quando o valor declarado é menor do que o real, e também contra aquela prática que vinha sendo adotada antes, de se fracionar grandes encomendas em remessas menores para se encaixar na isenção. Ficar de olho também em casos de remetente sem identificação. É identificar o vendedor, ter um canal de denúncias e retirar anúncios de produtos ilegais.

E quem descumprir: advertência, multa, suspensão ou até proibição de operar aqui no Brasil.

Relatório apresentado, portanto. Previsão de votação no plenário das duas Casas ainda nesta quarta-feira. Pelo menos é o que prevê o governo. Isso tudo em cima do laço, a menos de uma semana do vencimento da medida provisória.
  2:58 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 13:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>MP da taxa das blusinhas. Depois de diversos adiamentos, o texto da relatora Leila Barros deve ser votado nesta quarta-feira na Comissão Especial. Após reunião com os presidentes da Câmara, Hugo Motta, do Senado, Davi Alcolumbre, e com o ministro Bruno Moretti, do Planejamento, o relatório foi fechado e já entregue, na manhã desta quarta aos demais senadores.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701314&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701314&o=rss"></p>

<p>Ele prevê basicamente o fim da cobrança de 20% sobre as compras abaixo de 50 dólares. Essa cobrança já não vinha ocorrendo por conta da medida provisória, que tem efeitos imediatos, mas agora será definitiva. Vai ter imposto zero também para medicamentos importados sem similar nacional, quando for para doenças raras ou negligenciadas e para uso próprio.</p>

<p>Atendendo a um pedido do setor produtivo nacional será feito um monitoramento dos impactos econômicos. Esse monitoramento será obrigatório para os setores têxteis e vestuário, calçados, acessórios, brinquedos e cosméticos. E será periódica. É o que explicou a relatora, senadora Leila Barros.</p>

<blockquote>
<p>"Nesse primeiro momento, vai ser a primeira avaliação daqui a três meses e depois serão de seis em seis meses,até seis em seis meses. E a gente atendeu em parte a maior preocupação do setor, que é a avaliação dando essa autonomia ao Ministério da Fazenda, a avaliação de seis em seis meses e também passar por depois do relatório apresentado pelo Executivo a avaliação do Congresso Nacional anualmente".</p>
</blockquote>

<p>Nessa avaliação, serão analisados cinco grupos: emprego e renda, competitividade nacional, compras internacionais, diferença de tributação e arrecadação. O próprio setor produtivo vai participar.</p>

<p>Outro ponto: as plataformas e os operadores logísticos terão de ajudar no combate às fraudes nas importações. E aí é garantir a rastreabilidade, fazer registros eletrônicos, ficar de olho em subfaturamento, que é quando o valor declarado é menor do que o real, e também contra aquela prática que vinha sendo adotada antes, de se fracionar grandes encomendas em remessas menores para se encaixar na isenção. Ficar de olho também em casos de remetente sem identificação. É identificar o vendedor, ter um canal de denúncias e retirar anúncios de produtos ilegais.</p>

<p>E quem descumprir: advertência, multa, suspensão ou até proibição de operar aqui no Brasil.</p>

<p>Relatório apresentado, portanto. Previsão de votação no plenário das duas Casas ainda nesta quarta-feira. Pelo menos é o que prevê o governo. Isso tudo em cima do laço, a menos de uma semana do vencimento da medida provisória.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:58</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TSE decide não multar Flávio Bolsonaro por uso de vídeo feito com IA</title>
<link>https://apareceu.com/tse-decide-nao-multar-flavio-bolsonaro-por-uso-de-video-feito-com-ia</link>
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<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu não multar o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, pelo uso de um vídeo de Jair Bolsonaro criado por inteligência artificial.

A peça, divulgada durante a convenção do partido, no mês de julho, mostra uma reprodução do ex-presidente declarando apoio à candidatura de Flávio.

Por quatro votos a três, os ministros decidiram que a exibição do vídeo não configurou propaganda eleitoral antecipada. Segundo o relator, ministro Kassio Nunes Marques, o vídeo foi exibido durante um evento fechado e não houve pedido de voto. Nunes Marques também considerou que a transmissão pela internet não transformou automaticamente a manifestação em propaganda eleitoral antecipada.

Ao julgar o caso, o TSE também estabeleceu critérios para definir o que é deepfake. Segundo a Corte, deepfake é um conteúdo produzido ou manipulado por inteligência artificial, com alto grau de realismo, capaz de criar, reproduzir ou alterar a imagem, a voz ou a manifestação de uma pessoa viva, morta ou fictícia. Na prática, esse tipo de conteúdo pode criar uma falsa percepção de autenticidade e levar o eleitor a acreditar que uma pessoa disse ou fez algo que não aconteceu.

O TSE decidiu ainda que a proibição do uso de deepfakes nas eleições depende de o conteúdo ser caracterizado como propaganda eleitoral.

 
  1:31 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 13:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, decide, não, multar, Flávio, Bolsonaro, por, uso, vídeo, feito, com</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) <strong>decidiu não multar o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, pelo uso de um vídeo de Jair Bolsonaro criado por inteligência artificial.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701318&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701318&o=rss"></p>

<p>A peça, divulgada durante a convenção do partido, no mês de julho, mostra uma reprodução do ex-presidente declarando apoio à candidatura de Flávio.</p>

<p>Por quatro votos a três, os ministros decidiram que <strong>a exibição do vídeo não configurou propaganda eleitoral antecipada</strong>. Segundo o relator, ministro Kassio Nunes Marques, o vídeo foi exibido durante um evento fechado e não houve pedido de voto. Nunes Marques também considerou que a transmissão pela internet não transformou automaticamente a manifestação em propaganda eleitoral antecipada.</p>

<p>Ao julgar o caso, o TSE também estabeleceu <strong>critérios para definir o que é deepfake</strong>. Segundo a Corte, deepfake é um conteúdo produzido ou manipulado por inteligência artificial, com alto grau de realismo, capaz de criar, reproduzir ou alterar a imagem, a voz ou a manifestação de uma pessoa viva, morta ou fictícia. <strong>Na prática, esse tipo de conteúdo pode criar uma falsa percepção de autenticidade e levar o eleitor a acreditar que uma pessoa disse ou fez algo que não aconteceu.</strong></p>

<p>O TSE decidiu ainda que a proibição do uso de deepfakes nas eleições depende de o conteúdo ser caracterizado como propaganda eleitoral.<br>
<br>
 </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:31</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Horário eleitoral gratuito começa no rádio e na TV em todo o país</title>
<link>https://apareceu.com/horario-eleitoral-gratuito-comeca-no-radio-e-na-tv-em-todo-o-pais</link>
<guid>https://apareceu.com/horario-eleitoral-gratuito-comeca-no-radio-e-na-tv-em-todo-o-pais</guid>
<description><![CDATA[ O horário eleitoral gratuito já começou, quem ligou o rádio logo cedo percebeu.

São 25 minutos de propaganda duas vezes por dia: no rádio, das 7h às 7h25 e das 12h às 12h25; e na televisão, de 1h da tarde às 1h25 e de 8h30 da noite às 8h55.

Os cargos também foram divididos por dias: presidente e deputados às terças, quintas e sábados, metade — 12 minutos e meio — para cada cargo.

Ou seja, a estreia dos programas eleitorais para presidente da República será amanhã.

A ordem foi definida por sorteio: o primeiro será Augusto Cury, do Avante, que vai ter 35 segundos.

Depois, Ronaldo Caiado, do PSD, com 2 minutos e 2 segundos, seguido de Flávio Bolsonaro, do PL, com 4 minutos e 20, e encerrando com Lula, do PT, que terá 5 minutos e 31 segundos.

Depois será feito um rodízio dessa ordem para os demais dias.

Os outros partidos não vão ter tempo de propaganda eleitoral de rádio e TV porque não atingiram a cláusula de desempenho, que é um percentual mínimo de votos para a Câmara dos Deputados.

Já para os cargos de senador, deputado estadual e distrital, e governador, as veiculações serão sempre às segundas, quartas e sextas.

Candidatos ao Senado terão 7 minutos, e deputado estadual e distrital e governador, 9 minutos para cada cargo.

E isso vai ser até o dia 1º de outubro, quando acaba o horário eleitoral, três dias antes das eleições.

Se tiver segundo turno, começa tudo de novo no dia 9 de outubro.

Mas aí serão 20 minutos diários: 10 para presidente e outros 10 para os locais em que houver nova disputa para o governo.
  2:01 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 22:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Horário, eleitoral, gratuito, começa, rádio, todo, país</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O horário eleitoral gratuito já começou, quem ligou o rádio logo cedo percebeu.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700922&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700922&o=rss"></p>

<p>São 25 minutos de propaganda duas vezes por dia: no rádio, das 7h às 7h25 e das 12h às 12h25; e na televisão, de 1h da tarde às 1h25 e de 8h30 da noite às 8h55.</p>

<p>Os cargos também foram divididos por dias: presidente e deputados às terças, quintas e sábados, metade — 12 minutos e meio — para cada cargo.</p>

<p><strong>Ou seja, a estreia dos programas eleitorais para presidente da República será amanhã.</strong></p>

<p>A ordem foi definida por sorteio: o primeiro será Augusto Cury, do Avante, que vai ter 35 segundos.</p>

<p>Depois, Ronaldo Caiado, do PSD, com 2 minutos e 2 segundos, seguido de Flávio Bolsonaro, do PL, com 4 minutos e 20, e encerrando com Lula, do PT, que terá 5 minutos e 31 segundos.</p>

<p>Depois será feito um rodízio dessa ordem para os demais dias.</p>

<p>Os outros partidos não vão ter tempo de propaganda eleitoral de rádio e TV porque não atingiram a cláusula de desempenho, que é um percentual mínimo de votos para a Câmara dos Deputados.</p>

<p>Já para os cargos de senador, deputado estadual e distrital, e governador, as veiculações serão sempre às segundas, quartas e sextas.</p>

<p>Candidatos ao Senado terão 7 minutos, e deputado estadual e distrital e governador, 9 minutos para cada cargo.</p>

<p>E isso vai ser até o dia 1º de outubro, quando acaba o horário eleitoral, três dias antes das eleições.</p>

<p><strong>Se tiver segundo turno, começa tudo de novo no dia 9 de outubro.</strong></p>

<p>Mas aí serão 20 minutos diários: 10 para presidente e outros 10 para os locais em que houver nova disputa para o governo.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:01</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Candidatos à presidência falam sobre segurança, educação e bets</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-falam-sobre-seguranca-educacao-e-bets</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-falam-sobre-seguranca-educacao-e-bets</guid>
<description><![CDATA[ A maioria dos candidatos à Presidência da República realizou atos de campanha no Sudeste e Nordeste nesta sexta-feira (28), para discutir propostas em diferentes áreas de governo.

Durante sabatina promovida no Rio de Janeiro pela rádio CBN e pelos jornais Valor Econômico e O Globo, Augusto Cury, do Avante, defendeu a expansão das forças municipais de segurança, que passariam a atuar de forma integrada às polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária.


“A guarda metropolitana, a guarda municipal será turbinada porque, em grande parte das cidades não há polícia municipal. Existe uma força de trabalho gigantesca em cada cidade. Se nós convertermos 5% daqueles que estão aptos, daqueles que vão ser avaliados tanto física, intelectual e emocionalmente para poder participar, aí nós vamos aumentar o efetivo de quase 400 mil policiais”.


Ronaldo Caiado, do PSD, afirmou que, se eleito, vai apresentar uma lei de responsabilidade sobre resultados educacionais. Na saúde, promete reduzir mortes evitáveis e tornar o país autossuficiente na produção de medicamentos.

A declaração ocorreu após encontro promovido na capital fluminense pela Fecomércio e pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, a Firjan. O candidato teve ainda reunião com representantes do Sindicato Nacional das Empresas de Combustíveis e de Lubrificantes.

Samara Martins, do UP, participou de debate na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, com tema: &quot;Segurança Pública e Violência - Por que o Estado ainda assassina a juventude negra&quot;. Ela também visitou a Universidade Zumbi dos Palmares, na capital paulista.

Em mensagem enviada à nossa equipe de reportagem, a candidata ao Planalto se posicionou contra a segurança pública militarizada.


“O encarceramento da juventude, em especial da juventude negra, é uma das maiores dores, uma das maiores mazelas no nosso país. Nós precisamos acabar com essa lógica, segurança pública militarizada, que entende seu povo como inimigo, que só serve para prender e matar a classe trabalhadora e os lutadores sociais. A desmilitarização das polícias é um dos eixos centrais do nosso programa de segurança pública”.


Renan Santos, do Missão, visitou a favela do Taquaril, em Belo Horizonte. Em coletiva de imprensa, afirmou que pretende transformar áreas precárias em bairros urbanizados com saneamento, infraestrutura e moradia digna.

Edmilson Costa, do PCB, realizou panfletagem em frente ao edifício da Petrobras no bairro do Maracanã e participou do 5º Festival do Livro do Rio de Janeiro.

Lula, do PT, participou de caminhada em Salvador, ao lado de aliados. À imprensa, o candidato apresentou propostas para educação e economia.


“Nós vamos ter que definir, de forma final, a questão da educação nesse país. Nós vamos fazer mais investimento e escolher os cursos que vai permitir que o Brasil possa disputar tecnologia e ciência com a China, com os Estados Unidos. O Brasil tem minerais críticos, terra rara como poucos países do mundo tem. E a gente vai transformar esses novos minerais, que a gente até então não explorava, para que a gente possa desenvolver esse país”.


Hertz Dias, do PSTU, participou de panfletagem e diálogo com a população em Natal, no Rio Grande do Norte. Também esteve em uma mobilização de trabalhadores da saúde. No ato, destacou uma das principais bandeiras de sua campanha: o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho sem redução dos salários.

Defendeu ainda a revogação das reformas que retiram direitos trabalhistas e o fortalecimento dos serviços públicos.

Romeu Zema, do Novo, teve encontro com lideranças evangélicas, em Porto Alegre. O candidato voltou a dizer que, caso eleito, vai acabar com as bets, e elogiou o trabalho das comunidades evangélicas em auxiliar pessoas viciadas em apostas.

Rui Costa Pimenta, do PCO, participou do novo programa da Causa Operária TV intitulado &quot;O que pensa o PCO?&quot;. Também fez reunião de campanha e embarcou para Porto Alegre.

Flávio Bolsonaro, do PL, participa de sabatina na TV Globo, após o Jornal Nacional.

Wilson Grassi, do Democratas, teve reuniões internas e embarcou para Salvador, onde realiza ato de campanha.

Clariana Barão, do Democracia Cristã, não teve agenda de campanha nesta sexta-feira.

Pablo Marçal, do PRTB, continua impedido pela Justiça Eleitoral de promover atos de campanha.

*Com produção de Marcella Nogueira
  5:09 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 22:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos candidatos à Presidência da República realizou atos de campanha no Sudeste e Nordeste nesta sexta-feira (28), para discutir propostas em diferentes áreas de governo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700989&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700989&o=rss"></p>

<p>Durante sabatina promovida no Rio de Janeiro pela rádio CBN e pelos jornais Valor Econômico e O Globo, Augusto Cury, do Avante, defendeu a expansão das forças municipais de segurança, que passariam a atuar de forma integrada às polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária.</p>

<blockquote>
<p>“A guarda metropolitana, a guarda municipal será turbinada porque, em grande parte das cidades não há polícia municipal. Existe uma força de trabalho gigantesca em cada cidade. Se nós convertermos 5% daqueles que estão aptos, daqueles que vão ser avaliados tanto física, intelectual e emocionalmente para poder participar, aí nós vamos aumentar o efetivo de quase 400 mil policiais”.</p>
</blockquote>

<p>Ronaldo Caiado, do PSD, afirmou que, se eleito, vai apresentar uma lei de responsabilidade sobre resultados educacionais. Na saúde, promete reduzir mortes evitáveis e tornar o país autossuficiente na produção de medicamentos.</p>

<p>A declaração ocorreu após encontro promovido na capital fluminense pela Fecomércio e pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, a Firjan. O candidato teve ainda reunião com representantes do Sindicato Nacional das Empresas de Combustíveis e de Lubrificantes.</p>

<p>Samara Martins, do UP, participou de debate na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, com tema: "Segurança Pública e Violência - Por que o Estado ainda assassina a juventude negra". Ela também visitou a Universidade Zumbi dos Palmares, na capital paulista.</p>

<p>Em mensagem enviada à nossa equipe de reportagem, a candidata ao Planalto se posicionou contra a segurança pública militarizada.</p>

<blockquote>
<p>“O encarceramento da juventude, em especial da juventude negra, é uma das maiores dores, uma das maiores mazelas no nosso país. Nós precisamos acabar com essa lógica, segurança pública militarizada, que entende seu povo como inimigo, que só serve para prender e matar a classe trabalhadora e os lutadores sociais. A desmilitarização das polícias é um dos eixos centrais do nosso programa de segurança pública”.</p>
</blockquote>

<p>Renan Santos, do Missão, visitou a favela do Taquaril, em Belo Horizonte. Em coletiva de imprensa, afirmou que pretende transformar áreas precárias em bairros urbanizados com saneamento, infraestrutura e moradia digna.</p>

<p>Edmilson Costa, do PCB, realizou panfletagem em frente ao edifício da Petrobras no bairro do Maracanã e participou do 5º Festival do Livro do Rio de Janeiro.</p>

<p>Lula, do PT, participou de caminhada em Salvador, ao lado de aliados. À imprensa, o candidato apresentou propostas para educação e economia.</p>

<blockquote>
<p>“Nós vamos ter que definir, de forma final, a questão da educação nesse país. Nós vamos fazer mais investimento e escolher os cursos que vai permitir que o Brasil possa disputar tecnologia e ciência com a China, com os Estados Unidos. O Brasil tem minerais críticos, terra rara como poucos países do mundo tem. E a gente vai transformar esses novos minerais, que a gente até então não explorava, para que a gente possa desenvolver esse país”.</p>
</blockquote>

<p>Hertz Dias, do PSTU, participou de panfletagem e diálogo com a população em Natal, no Rio Grande do Norte. Também esteve em uma mobilização de trabalhadores da saúde. No ato, destacou uma das principais bandeiras de sua campanha: o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho sem redução dos salários.</p>

<p>Defendeu ainda a revogação das reformas que retiram direitos trabalhistas e o fortalecimento dos serviços públicos.</p>

<p>Romeu Zema, do Novo, teve encontro com lideranças evangélicas, em Porto Alegre. O candidato voltou a dizer que, caso eleito, vai acabar com as bets, e elogiou o trabalho das comunidades evangélicas em auxiliar pessoas viciadas em apostas.</p>

<p>Rui Costa Pimenta, do PCO, participou do novo programa da Causa Operária TV intitulado "O que pensa o PCO?". Também fez reunião de campanha e embarcou para Porto Alegre.</p>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL, participa de sabatina na TV Globo, após o Jornal Nacional.</p>

<p>Wilson Grassi, do Democratas, teve reuniões internas e embarcou para Salvador, onde realiza ato de campanha.</p>

<p>Clariana Barão, do Democracia Cristã, não teve agenda de campanha nesta sexta-feira.</p>

<p>Pablo Marçal, do PRTB, continua impedido pela Justiça Eleitoral de promover atos de campanha.</p>

<p><em>*Com produção de Marcella Nogueira</em></p>
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<title>Relatório da MP da taxa das blusinhas deve ser apresentado na segunda</title>
<link>https://apareceu.com/relatorio-da-mp-da-taxa-das-blusinhas-deve-ser-apresentado-na-segunda</link>
<guid>https://apareceu.com/relatorio-da-mp-da-taxa-das-blusinhas-deve-ser-apresentado-na-segunda</guid>
<description><![CDATA[ De olho no esforço concentrado no Congresso, a relatora da Medida Provisória (MP) da taxa das blusinhas, aquela que zera a tarifa para compras internacionais de até US$ 50, pretende apresentar o relatório na segunda-feira (31) para votação na Comissão Mista em reunião já marcada para 16h.

A senadora Leila Barros (PDT-DF) disse que fará uma força-tarefa este fim de semana ouvindo os setores, os colegas parlamentares e o governo. Tudo para agilizar a votação em plenário tanto na Câmara quanto no Senado até o dia 4 de setembro.


&quot;Vai ser um trabalho bem intenso, uma força-tarefa nesse fim de semana, para a gente, já na propxóima  semana, iniciarmos já apresentando o relatório para votação&quot;.


A pressa tem justificativa. A MP perde a validade no próximo dia 8. Até o momento, são 112 emendas apresentadas.

A proposta, além de acabar com a tarifa de 20% sobre essas compras de até US$ 50 - o que dá quase R$ 260 - estabelece alíquota de 30% para as compras acima disso e até US$ 3 mil.
  1:09 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 22:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>De olho no esforço concentrado no Congresso, <strong>a relatora da Medida Provisória (MP) da taxa das blusinhas,</strong> aquela que zera a tarifa para compras internacionais de até US$ 50, <strong>pretende apresentar o relatório na segunda-feira (31) para votação na Comissão Mista</strong> em reunião já marcada para 16h.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700935&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700935&o=rss"></p>

<p>A senadora Leila Barros (PDT-DF) disse que <strong>fará uma força-tarefa este fim de semana ouvindo os setores, os colegas parlamentares e o governo</strong>. Tudo para agilizar a votação em plenário tanto na Câmara quanto no Senado até o dia 4 de setembro.</p>

<blockquote>
<p>"Vai ser um trabalho bem intenso, uma força-tarefa nesse fim de semana, para a gente, já na propxóima  semana, iniciarmos já apresentando o relatório para votação".</p>
</blockquote>

<p>A pressa tem justificativa. <strong>A MP perde a validade no próximo dia 8</strong>. Até o momento, são 112 emendas apresentadas.</p>

<p>A proposta, além de acabar com a tarifa de 20% sobre essas compras de até US$ 50 - o que dá quase R$ 260 - estabelece alíquota de 30% para as compras acima disso e até US$ 3 mil.</p>
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<item>
<title>Congresso faz esforço concentrado para votar pautas nesta semana</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-faz-esforco-concentrado-para-votar-pautas-nesta-semana</link>
<guid>https://apareceu.com/congresso-faz-esforco-concentrado-para-votar-pautas-nesta-semana</guid>
<description><![CDATA[ Esta semana será de esforço concentrado no Congresso Nacional.

A partir desta segunda-feira, deputados e senadores farão uma pausa na campanha eleitoral para votar pautas importantes.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, determinou que as sessões serão presenciais.

Duas Propostas de Emenda à Constituição serão prioridades na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

O fim da escala 6 por 1 e a PEC da Segurança Pública já têm relatórios favoráveis e podem ser votadas em plenário ainda nesta semana.

Os senadores também devem votar o projeto que cria uma política para exploração de minerais críticos.

Outra proposta que deve ser apreciada cria incentivos para a instalação de data centers no país.

Já a Câmara dos Deputados deve votar três Medidas Provisórias nesta semana.

Uma que acaba com a taxa das blusinhas, outra que simplifica regras para atividades de mototaxistas e uma terceira que cria uma linha de financiamento para entregadores comprarem motos e bicicletas elétricas.

O esforço concentrado no Congresso começa nesta segunda e vai até sexta-feira.
  1:19 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 22:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Esta semana será de esforço concentrado no Congresso Nacional.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701021&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701021&o=rss"></p>

<p>A partir desta segunda-feira, deputados e senadores farão uma pausa na campanha eleitoral para votar pautas importantes.</p>

<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, determinou que as sessões serão presenciais.</p>

<p>Duas Propostas de Emenda à Constituição serão prioridades na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.</p>

<p><strong>O fim da escala 6 por 1 e a PEC da Segurança Pública já têm relatórios favoráveis</strong> e podem ser votadas em plenário ainda nesta semana.</p>

<p>Os senadores também devem votar o projeto que cria uma política para exploração de minerais críticos.</p>

<p>Outra proposta que deve ser apreciada cria incentivos para a instalação de data centers no país.</p>

<p>Já a Câmara dos Deputados deve votar três Medidas Provisórias nesta semana.</p>

<p>Uma que acaba com a taxa das blusinhas, outra que simplifica regras para atividades de mototaxistas e uma terceira que cria uma linha de financiamento para entregadores comprarem motos e bicicletas elétricas.</p>

<p><strong>O esforço concentrado no Congresso começa nesta segunda e vai até sexta-feira.</strong></p>
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<item>
<title>Candidatos à Presidência cumprem agenda neste domingo de campanha</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-cumprem-agenda-neste-domingo-de-campanha</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-cumprem-agenda-neste-domingo-de-campanha</guid>
<description><![CDATA[ Confira a agenda dos candidatos ao Palácio do Planalto neste domingo, que marca o início da terceira semana de propaganda eleitoral nas ruas e na internet.

O período de campanha vai até 3 de outubro, véspera do primeiro turno das eleições gerais de 2026.

A candidata da Unidade Popular pelo Socialismo, Samara Martins, realiza uma carreata em João Pessoa, na Paraíba.

O presidente Lula, do PT, grava programas eleitorais ao longo do dia.

Pela manhã, Hertz Dias, do PSTU, participou de plenária de lançamento das candidaturas e do manifesto Juventude de Esquerda Revolucionária.

Romeu Zema, do Partido Novo, esteve presente em uma feira de exposição em Esteio, no interior do Rio Grande do Sul.

O candidato do PL, Flávio Bolsonaro, se reuniu com o ministro da Justiça de El Salvador, em São Paulo.

Wilson Grassi, do Partido Democrata, participou de uma corrida de rua pela manhã, também em São Paulo.

No mesmo estado, o candidato Ronaldo Caiado, do PSD, participou de um passeio na Avenida Paulista ao meio-dia.

Na tarde deste domingo, Augusto Cury, do Avante, visita um parque de exposição em Uberlândia, Minas Gerais.

Clariana Barão, do Democracia Cristã, Rui Costa Pimenta, do PCO, Edmilson Costa, do PCB, e Renan Santos, do Missão, não divulgaram agenda deste domingo.
  1:29 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 22:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, Presidência, cumprem, agenda, neste, domingo, campanha</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Confira a agenda dos candidatos ao Palácio do Planalto neste domingo, que marca o início da terceira semana de propaganda eleitoral nas ruas e na internet.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701020&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701020&o=rss"></p>

<p>O período de campanha vai até 3 de outubro, véspera do primeiro turno das eleições gerais de 2026.</p>

<p>A candidata da Unidade Popular pelo Socialismo, Samara Martins, realiza uma carreata em João Pessoa, na Paraíba.</p>

<p>O presidente Lula, do PT, grava programas eleitorais ao longo do dia.</p>

<p>Pela manhã, Hertz Dias, do PSTU, participou de plenária de lançamento das candidaturas e do manifesto Juventude de Esquerda Revolucionária.</p>

<p><strong>Romeu Zema, do Partido Novo, esteve presente em uma feira de exposição em Esteio, no interior do Rio Grande do Sul.</strong></p>

<p>O candidato do PL, Flávio Bolsonaro, se reuniu com o ministro da Justiça de El Salvador, em São Paulo.</p>

<p>Wilson Grassi, do Partido Democrata, participou de uma corrida de rua pela manhã, também em São Paulo.</p>

<p>No mesmo estado, o candidato Ronaldo Caiado, do PSD, participou de um passeio na Avenida Paulista ao meio-dia.</p>

<p>Na tarde deste domingo, Augusto Cury, do Avante, visita um parque de exposição em Uberlândia, Minas Gerais.</p>

<p><strong>Clariana Barão, do Democracia Cristã, Rui Costa Pimenta, do PCO, Edmilson Costa, do PCB, e Renan Santos, do Missão, não divulgaram agenda deste domingo.</strong></p>
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<item>
<title>Veja a agenda dos candidatos ao Palácio do Planalto deste sábado (29)</title>
<link>https://apareceu.com/veja-a-agenda-dos-candidatos-ao-palacio-do-planalto-deste-sabado-29</link>
<guid>https://apareceu.com/veja-a-agenda-dos-candidatos-ao-palacio-do-planalto-deste-sabado-29</guid>
<description><![CDATA[ Confira a agenda dos candidatos ao Palácio do Planalto deste sábado (29), que marca o fim da segunda semana de propaganda eleitoral nas ruas e na internet. O período de campanha vai até 3 de outubro, véspera do primeiro turno das eleições gerais de 2026.

Lula, do PT, participa, pela manhã, de ato com mulheres no Centro de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Samara Martins, do UP, participa de duas caminhadas com apoiadores: uma em Mauá, no ABC Paulista, pela manhã, e outra, às 17h, na Associação dos Moradores da Comunidade Spama, região Noroeste da capital paulista.

Augusto Cury, do Avante, participa de sabatina na TV Globo, às 21h, após o Jornal Nacional. Hertz Dias, do PSTU, visita a ocupação da Residência Feminina, em Natal, pela manhã. Às 12h, realiza roda de conversa sobre cultura e arte na sede do PSTU. Renan Santos, do Missão, realiza carreata e adesivaço na praça Charles Miller, em São Paulo.

Rui Costa Pimenta, do PCO, cumpre agenda de campanha em Porto Alegre. Romeu Zema, do Novo, está no município de Feliz, no Rio Grande do Sul, onde discute propostas sobre mudanças climáticas e infraestrutura urbana. Às 18h, participa de encontro com mulheres da legenda em Canoas.

Ronaldo Caiado, do PSD, visita a Festa do Peão em Barretos, que chega à edição de número 71. O evento começa às 12h. Wilson Grassi, do Democrata, está em Salvador para atividades de campanha.

Flávio Bolsonaro, do PL, cumpre agenda em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Participa de carreata na Rodovia Governador Mário Covas, às 13h, e de barqueata, no Marinas do Atlântico, às 15h.

Edmilson Costa, do PCB, não divulgou os compromissos deste sábado. Clariana Barão, do Democracia Cristã, não tem agenda de campanha neste sábado.
 
  2:15 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 22:00:02 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Veja, agenda, dos, candidatos, Palácio, Planalto, deste, sábado, 29</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Confira a agenda dos candidatos ao Palácio do Planalto deste sábado (29), que marca o fim da segunda semana de propaganda eleitoral nas ruas e na internet. O período de campanha vai até 3 de outubro, véspera do primeiro turno das eleições gerais de 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700999&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700999&o=rss"></p>

<p>Lula, do PT, participa, pela manhã, de ato com mulheres no Centro de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Samara Martins, do UP, participa de duas caminhadas com apoiadores: uma em Mauá, no ABC Paulista, pela manhã, e outra, às 17h, na Associação dos Moradores da Comunidade Spama, região Noroeste da capital paulista.</p>

<p>Augusto Cury, do Avante, participa de sabatina na TV Globo, às 21h, após o Jornal Nacional. Hertz Dias, do PSTU, visita a ocupação da Residência Feminina, em Natal, pela manhã. Às 12h, realiza roda de conversa sobre cultura e arte na sede do PSTU. Renan Santos, do Missão, realiza carreata e adesivaço na praça Charles Miller, em São Paulo.</p>

<p>Rui Costa Pimenta, do PCO, cumpre agenda de campanha em Porto Alegre. Romeu Zema, do Novo, está no município de Feliz, no Rio Grande do Sul, onde discute propostas sobre mudanças climáticas e infraestrutura urbana. Às 18h, participa de encontro com mulheres da legenda em Canoas.</p>

<p>Ronaldo Caiado, do PSD, visita a Festa do Peão em Barretos, que chega à edição de número 71. O evento começa às 12h. Wilson Grassi, do Democrata, está em Salvador para atividades de campanha.</p>

<p>Flávio Bolsonaro, do PL, cumpre agenda em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Participa de carreata na Rodovia Governador Mário Covas, às 13h, e de barqueata, no Marinas do Atlântico, às 15h.</p>

<p>Edmilson Costa, do PCB, não divulgou os compromissos deste sábado. Clariana Barão, do Democracia Cristã, não tem agenda de campanha neste sábado.<br>
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<title>Em 2026, 17 milhões de pessoas com 70 anos ou mais estão aptas a votar</title>
<link>https://apareceu.com/em-2026-17-milhoes-de-pessoas-com-70-anos-ou-mais-estao-aptas-a-votar</link>
<guid>https://apareceu.com/em-2026-17-milhoes-de-pessoas-com-70-anos-ou-mais-estao-aptas-a-votar</guid>
<description><![CDATA[ O Brasil tem quase 160 milhões de eleitores que podem ir às urnas em outubro. O voto é obrigatório para maiores de 18 anos, mas facultativo para analfabetos, jovens de 16 e 17 anos e idosos com mais de 70 anos. Em 2026, são 17 milhões de pessoas com 70 anos ou mais aptas a votar, quase 11% do eleitorado do país.

Em 2022, cerca de seis milhões de idosos nessa faixa etária votaram. Um deles foi o José Aldo de Oliveira, de 83 anos. Ele vende doces, queijos e biscoitos há anos na região administrativa de Sobradinho, no Distrito Federal. José diz que, apesar de desacreditar na política, vai votar:


&quot;Para ser sincero, eu não vou esconder. Do jeito que está hoje, a gente não sabe mais em quem vota. E quando eles ganham, primeiro, esquecem da gente. Mas, entre tudo por tudo, a gente tem a dizer o seguinte: que tem que votar. A política existe. Então, a gente tem que votar. Tem que votar e tem que torcer por alguém. Agora, esse alguém eu não sei ainda.&quot;


A pesquisadora do Instituto de Ciência Política da UnB, Isabela Rocha, destaca a importância do eleitorado mais velho:


&quot;Os eleitores mais velhos costumam comparecer mais às eleições. Temas como saúde, previdência e, principalmente, segurança pública vão ser muito importantes na campanha. A gente sabe que essas são questões que são importantes para o eleitor mais velho, e, a despeito disso, não quer dizer que esse eleitorado vote de maneira homogênea. Os candidatos, se tiverem campanhas inteligentes, vão priorizar esses temas.&quot;


Quem é obrigado a votar e não comparecer às urnas nem justificar a ausência fica em débito com a justiça e não pode emitir a certidão de quitação eleitoral. Além disso, se passarem três eleições ou turnos sem votar, o título é cancelado.

Neste ano, serão escolhidos candidatos a presidente, governador, senador e a deputados federal, estadual e distrital.
  2:01 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 06:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>2026, milhões, pessoas, com, anos, mais, estão, aptas, votar</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil tem quase 160 milhões de eleitores que podem ir às urnas em outubro. O voto é obrigatório para maiores de 18 anos, mas facultativo para analfabetos, jovens de 16 e 17 anos e idosos com mais de 70 anos. Em 2026, são 17 milhões de pessoas com 70 anos ou mais aptas a votar, quase 11% do eleitorado do país.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700607&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700607&o=rss"></p>

<p>Em 2022, cerca de seis milhões de idosos nessa faixa etária votaram. Um deles foi o <strong>José Aldo de Oliveira</strong>, de 83 anos. Ele vende doces, queijos e biscoitos há anos na região administrativa de Sobradinho, no Distrito Federal. José diz que, apesar de desacreditar na política, vai votar:</p>

<blockquote>
<p>"Para ser sincero, eu não vou esconder. Do jeito que está hoje, a gente não sabe mais em quem vota. E quando eles ganham, primeiro, esquecem da gente. Mas, entre tudo por tudo, a gente tem a dizer o seguinte: que tem que votar. A política existe. Então, a gente tem que votar. Tem que votar e tem que torcer por alguém. Agora, esse alguém eu não sei ainda."</p>
</blockquote>

<p>A pesquisadora do Instituto de Ciência Política da UnB, <strong>Isabela Rocha</strong>, destaca a importância do eleitorado mais velho:</p>

<blockquote>
<p>"Os eleitores mais velhos costumam comparecer mais às eleições. Temas como saúde, previdência e, principalmente, segurança pública vão ser muito importantes na campanha. A gente sabe que essas são questões que são importantes para o eleitor mais velho, e, a despeito disso, não quer dizer que esse eleitorado vote de maneira homogênea. Os candidatos, se tiverem campanhas inteligentes, vão priorizar esses temas."</p>
</blockquote>

<p><strong>Quem é obrigado a votar e não comparecer às urnas nem justificar a ausência fica em débito com a justiça e não pode emitir a certidão de quitação eleitoral.</strong> <strong>Além disso, se passarem três eleições ou turnos sem votar, o título é cancelado.</strong></p>

<p>Neste ano, serão escolhidos candidatos a presidente, governador, senador e a deputados federal, estadual e distrital.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:01</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Candidatos à Presidência têm agenda de entrevistas nesta quarta</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-tem-agenda-de-entrevistas-nesta-quarta</link>
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<description><![CDATA[ A quarta-feira, 26, de entrevista para vários candidatos à presidência da República. Clariana Barão, do DC, a um site, Hertz Dias, do PSTU, na TV e para um podcast, Wilson Grassi, do Democrata, a uma emissora de rádio e Renan Santos, do Missão e Ronaldo Caiado, do PSD, em sabatina: um na TV e outro num jornal. 

E Augusto Cury, do Avante, continua cumprindo agenda em Montes Claros, Minas Gerais; Flávio Bolsonaro, em Arapiraca, Alagoas, faz uma motociata; Romeu Zema, do Novo, em Teófilo Otoni, Minas Gerais; Samara Martins, do Unidade Popular, em Maceió. Por fim, Edmilson Costa, do PCB, Lula, do PT, e Rui Costa Pimenta, do PCO, sem agenda para hoje.
  0:49 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 06:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A quarta-feira, 26, de entrevista para vários candidatos à presidência da República. Clariana Barão, do DC, a um site, Hertz Dias, do PSTU, na TV e para um podcast, Wilson Grassi, do Democrata, a uma emissora de rádio e Renan Santos, do Missão e Ronaldo Caiado, do PSD, em sabatina: um na TV e outro num jornal. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700620&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700620&o=rss"></p>

<p>E Augusto Cury, do Avante, continua cumprindo agenda em Montes Claros, Minas Gerais; Flávio Bolsonaro, em Arapiraca, Alagoas, faz uma motociata; Romeu Zema, do Novo, em Teófilo Otoni, Minas Gerais; Samara Martins, do Unidade Popular, em Maceió. Por fim, Edmilson Costa, do PCB, Lula, do PT, e Rui Costa Pimenta, do PCO, sem agenda para hoje.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">0:49</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Presidente do TSE propõe regras para uso de IA nas eleições 2026</title>
<link>https://apareceu.com/presidente-do-tse-propoe-regras-para-uso-de-ia-nas-eleicoes-2026</link>
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<description><![CDATA[ O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral, firmou uma tese sobre o uso de deepfakes durante a campanha eleitoral.

A proposta dele é a de que seja considerado deepfake aquele conteúdo que tenha um grau de realismo ou de verossimilhança tão grande que confunde o eleitor, em que ele não consiga dizer que é falso.

Ou seja, que provoque uma falsa sensação de autenticidade.

É preciso ainda, segundo o ministro, diferenciar o que é deepfake, que é proibido pelo TSE, do que é inteligência artificial, que é permitido desde que fique bem claro que se trata de IA bem explícito e que não seja usado para prejudicar o candidato ou o eleitor.

Se aprovada essa tese, poderá balizar os julgamentos sobre o assunto.

Esse entendimento do ministro foi apresentado durante uma decisão que determinou a remoção de um vídeo com imagens do candidato Flávio Bolsonaro, do PL.

O candidato afirma que as cenas o associando ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro eram falsas e produzidas por IA.

O TSE está de olho nessa questão de inteligência artificial.

Na semana passada mesmo os ministros se reuniram para tratar do assunto.

E nessa terça-feira, o tribunal conversou com influenciadores e criadores de conteúdo.

São perfis que, somados, têm mais de 40 milhões de seguidores.

Falaram sobre a urna eletrônica e reafirmaram a segurança e a confiabilidade dela e do nosso processo eleitoral.
  1:38 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 06:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Presidente, TSE, propõe, regras, para, uso, nas, eleições, 2026</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral, firmou uma tese sobre o uso de deepfakes durante a campanha eleitoral.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700628&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700628&o=rss"></p>

<p>A proposta dele é a de que seja considerado deepfake aquele conteúdo que tenha um grau de realismo ou de verossimilhança tão grande que confunde o eleitor, em que ele não consiga dizer que é falso.</p>

<p>Ou seja, que provoque uma falsa sensação de autenticidade.</p>

<p><strong>É preciso ainda, segundo o ministro, diferenciar o que é deepfake, que é proibido pelo TSE, do que é inteligência artificial, que é permitido desde que fique bem claro que se trata de IA bem explícito e que não seja usado para prejudicar o candidato ou o eleitor.</strong></p>

<p>Se aprovada essa tese, poderá balizar os julgamentos sobre o assunto.</p>

<p>Esse entendimento do ministro foi apresentado durante uma decisão que determinou a remoção de um vídeo com imagens do candidato Flávio Bolsonaro, do PL.</p>

<p>O candidato afirma que as cenas o associando ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro eram falsas e produzidas por IA.</p>

<p><strong>O TSE está de olho nessa questão de inteligência artificial.</strong></p>

<p>Na semana passada mesmo os ministros se reuniram para tratar do assunto.</p>

<p>E nessa terça-feira, o tribunal conversou com influenciadores e criadores de conteúdo.</p>

<p>São perfis que, somados, têm mais de 40 milhões de seguidores.</p>

<p><strong>Falaram sobre a urna eletrônica e reafirmaram a segurança e a confiabilidade dela e do nosso processo eleitoral.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:38</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lula se reúne com Alcolumbre e Motta nesta quarta&#45;feira no Alvorada</title>
<link>https://apareceu.com/lula-se-reune-com-alcolumbre-e-motta-nesta-quarta-feira-no-alvorada</link>
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<description><![CDATA[ A taxa das blusinhas e a PEC 6x1 devem entrar na pauta de uma reunião marcada para esta quarta-feira no Palácio da Alvorada.

Será um almoço com o presidente Lula e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta.

A ideia é garantir a votação da medida provisória que acabou com a taxa de 20% sobre as pequenas compras internacionais antes que a MP perca a validade agora no dia 8 de setembro.

A proposta ainda está na comissão mista, que deve se reunir na terça-feira para definir o relator.

Só depois é que vai para o plenário das duas casas.

Outro assunto que deve estar no cardápio do almoço no Alvorada é a PEC 6x1.

O relator, senador Omar Aziz, do PSD do Amazonas, vai disponibilizar o relatório aos colegas da Comissão de Constituição e Justiça nesta quinta-feira.

Deverá ser o mesmo texto aprovado na Câmara, sem alterações.

Isso, segundo ele, para dar agilidade na votação.

A previsão é de que a leitura seja feita na CCJ na reunião de quarta-feira, quando haverá o esforço concentrado.

E ainda na quarta, votação em dois turnos no plenário.

O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, garante que vai dar tempo, assim como foi na Câmara, de votar tudo num dia só.


&quot;Eu não tô falando só da CCJ, não. A nossa expectativa é ter o fim da 6x1 promulgado antes das eleições. Mas, uma vez aprovada no plenário do Senado Federal, a Câmara aprovou em um dia. Votou em primeiro turno, fez quebra do interstício e votou em segundo turno num único dia&quot;, diz.


A proposta aprovada na Câmara prevê o fim da escala de 6 dias trabalhados para 1 de folga e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, de forma escalonada.

60 dias depois da promulgação pelo Congresso, redução de 44 para 42 horas, e 12 meses depois, chegando a 40 horas.

Isso tudo, segundo o relator Omar Aziz, poderá ser feito na própria quarta-feira.

A oposição se prepara para atrasar a análise e fazer a obstrução.

A previsão é de um pedido de vista, prazo que pode ser de algumas horas ou até de 5 dias.
  2:16 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 06:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa das blusinhas e a PEC 6x1 devem entrar na pauta de uma reunião marcada para esta quarta-feira no Palácio da Alvorada.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700643&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700643&o=rss"></p>

<p>Será um almoço com o presidente Lula e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta.</p>

<p>A ideia é garantir a votação da medida provisória que acabou com a taxa de 20% sobre as pequenas compras internacionais antes que a MP perca a validade agora no dia 8 de setembro.</p>

<p>A proposta ainda está na comissão mista, que deve se reunir na terça-feira para definir o relator.</p>

<p>Só depois é que vai para o plenário das duas casas.</p>

<p>Outro assunto que deve estar no cardápio do almoço no Alvorada é a PEC 6x1.</p>

<p>O relator, senador Omar Aziz, do PSD do Amazonas, vai disponibilizar o relatório aos colegas da Comissão de Constituição e Justiça nesta quinta-feira.</p>

<p>Deverá ser o mesmo texto aprovado na Câmara, sem alterações.</p>

<p>Isso, segundo ele, para dar agilidade na votação.</p>

<p>A previsão é de que a leitura seja feita na CCJ na reunião de quarta-feira, quando haverá o esforço concentrado.</p>

<p>E ainda na quarta, votação em dois turnos no plenário.</p>

<p><strong>O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, garante que vai dar tempo, assim como foi na Câmara, de votar tudo num dia só.</strong></p>

<blockquote>
<p>"Eu não tô falando só da CCJ, não. A nossa expectativa é ter o fim da 6x1 promulgado antes das eleições. Mas, uma vez aprovada no plenário do Senado Federal, a Câmara aprovou em um dia. Votou em primeiro turno, fez quebra do interstício e votou em segundo turno num único dia", diz.</p>
</blockquote>

<p><strong>A proposta aprovada na Câmara prevê o fim da escala de 6 dias trabalhados para 1 de folga e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, de forma escalonada.</strong></p>

<p>60 dias depois da promulgação pelo Congresso, redução de 44 para 42 horas, e 12 meses depois, chegando a 40 horas.</p>

<p>Isso tudo, segundo o relator Omar Aziz, poderá ser feito na própria quarta-feira.</p>

<p><strong>A oposição se prepara para atrasar a análise e fazer a obstrução.</strong></p>

<p>A previsão é de um pedido de vista, prazo que pode ser de algumas horas ou até de 5 dias.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:16</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Presidenciáveis viajam pelo país apresentando propostas</title>
<link>https://apareceu.com/presidenciaveis-viajam-pelo-pais-apresentando-propostas</link>
<guid>https://apareceu.com/presidenciaveis-viajam-pelo-pais-apresentando-propostas</guid>
<description><![CDATA[ Em viagem pelo Brasil, candidatos à Presidência da República apresentaram propostas de governo para áreas como educação, saúde, segurança e economia, nesta quarta-feira (26).

Ronaldo Caiado (PSD) defendeu a adoção de ações de inteligência em segurança pública para combater &quot;o ambiente de guerra&quot; vivido em comunidades no Rio de Janeiro. A fala foi após visita ao santuário da Penha. O candidato também participou de sabatina feita pela rádio CBN e pelos jornais O Globo e Valor Econômico.

Hertz Dias (PSTU) concedeu entrevista à TV Globo, em São Paulo. Ele destacou a proposta de uso dos recursos gerados por setores estratégicos para impulsionar a área de alta tecnologia. O candidato citou a produção de máquinas e equipamentos, infraestrutura digital, refino de petróleo, semicondutores e terras raras, que podem ser utilizados em prol de um projeto nacional de desenvolvimento, “em vez de atender aos interesses das multinacionais e dos grandes monopólios”.

Romeu Zema (Novo) prometeu, se eleito, dar prioridade ao atendimento primário em saúde, evitando grandes deslocamentos da população para acessar os serviços em uma Unidade Básica de Saúde.  O candidato visitou o Hospital Regional de Teófilo Otoni, no norte de Minas Gerais, e concedeu entrevista à rádio 98FM.

Em Arapiraca, no agreste alagoano, Flávio Bolsonaro (PL) realizou carreata e teve encontro com representantes do setor produtivo. Afirmou, que, se eleito, vai levar desenvolvimento, energia, infraestrutura e emprego para o Nordeste.

Renan Santos (Missão), está no Rio de Janeiro e participa de entrevista na TV Globo, após o Jornal Nacional.

Samara Martins (UP), participou de sabatina na Universidade Federal de Alagoas, onde debateu o orçamento e as políticas de permanência nas universidades públicas. Tratou também sobre demandas dos coletivos de mulheres e do povo negro.  

Augusto Cury (Avante) cumpriu agenda em Montes Claros, Minas Gerais, onde realizou caminhada no Mercado Central, almoçou com empresários e visitou o Colégio Batista.

Wilson Grassi (Democratas) concedeu entrevistas à rádio Mix de Volta Redonda e à Rede Globo de São Paulo.

Clariana Barão (Democracia Cristã)  concedeu entrevista ao jornal Sputnik Brasil.

Lula  (PT) e Edmilson Costa (PCO) não tiveram agenda de campanha nesta quarta-feira.
  2:53 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 06:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Presidenciáveis, viajam, pelo, país, apresentando, propostas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em viagem pelo Brasil, candidatos à Presidência da República apresentaram propostas de governo para áreas como educação, saúde, segurança e economia, nesta quarta-feira (26).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700705&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700705&o=rss"></p>

<p><strong>Ronaldo Caiado </strong>(PSD) defendeu a adoção de ações de inteligência em segurança pública para combater "o ambiente de guerra" vivido em comunidades no Rio de Janeiro. A fala foi após visita ao santuário da Penha. O candidato também participou de sabatina feita pela rádio CBN e pelos jornais O Globo e Valor Econômico.</p>

<p><strong>Hertz Dias </strong>(PSTU) concedeu entrevista à TV Globo, em São Paulo. Ele destacou a proposta de uso dos recursos gerados por setores estratégicos para impulsionar a área de alta tecnologia. O candidato citou a produção de máquinas e equipamentos, infraestrutura digital, refino de petróleo, semicondutores e terras raras, que podem ser utilizados em prol de um projeto nacional de desenvolvimento, “em vez de atender aos interesses das multinacionais e dos grandes monopólios”.</p>

<p><strong>Romeu Zema </strong>(Novo) prometeu, se eleito, dar prioridade ao atendimento primário em saúde, evitando grandes deslocamentos da população para acessar os serviços em uma Unidade Básica de Saúde.  O candidato visitou o Hospital Regional de Teófilo Otoni, no norte de Minas Gerais, e concedeu entrevista à rádio 98FM.</p>

<p>Em Arapiraca, no agreste alagoano, <strong>Flávio Bolsonaro </strong>(PL) realizou carreata e teve encontro com representantes do setor produtivo. Afirmou, que, se eleito, vai levar desenvolvimento, energia, infraestrutura e emprego para o Nordeste.</p>

<p><strong>Renan Santos </strong>(Missão), está no Rio de Janeiro e participa de entrevista na TV Globo, após o Jornal Nacional.</p>

<p><strong>Samara Martins </strong>(UP), participou de sabatina na Universidade Federal de Alagoas, onde debateu o orçamento e as políticas de permanência nas universidades públicas. Tratou também sobre demandas dos coletivos de mulheres e do povo negro.  </p>

<p><strong>Augusto Cury </strong>(Avante) cumpriu agenda em Montes Claros, Minas Gerais, onde realizou caminhada no Mercado Central, almoçou com empresários e visitou o Colégio Batista.</p>

<p><strong>Wilson Grassi</strong> (Democratas) concedeu entrevistas à rádio Mix de Volta Redonda e à Rede Globo de São Paulo.</p>

<p><strong>Clariana Barão (</strong>Democracia Cristã)  concedeu entrevista ao jornal Sputnik Brasil.</p>

<p><strong>Lula </strong> (PT) e <strong>Edmilson Costa </strong>(PCO) não tiveram agenda de campanha nesta quarta-feira.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:53</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Congresso fará esforço concentrado para analisar propostas do governo</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-fara-esforco-concentrado-para-analisar-propostas-do-governo</link>
<guid>https://apareceu.com/congresso-fara-esforco-concentrado-para-analisar-propostas-do-governo</guid>
<description><![CDATA[ O Senado Federal e a Câmara dos Deputados preparam um esforço concentrado para analisar cinco propostas do governo federal em tramitação no Congresso na próxima semana. São elas: o fim da escala 6x1 e da taxa das blusinhas; o marco legal dos minerais críticos; a PEC da Segurança Pública; e o projeto de lei do Redata, para incentivar a instalação de data centers no Brasil.

O anúncio veio após almoço entre o presidente Lula e os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, nesta quarta-feira (26), no Palácio do Alvorada.

Taxa das blusinhas

Hugo Motta detalhou a tramitação da medida provisória que zera a alíquota de 20% do imposto de importação para compras internacionais até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”:


&quot;Para que a comissão possa concluir o seu trabalho, ela terá a presidência indicada pela Câmara e a relatoria indicada pelo Senado, com a finalidade de aproveitarmos a janela do esforço concentrado da próxima semana para aprovarmos no plenário da Câmara. Em seguida, o Senado também terá a oportunidade de apreciar, já que essa medida provisória vence no meio do mês de setembro e nós precisamos ter, antes disso, a sua apreciação.&quot;


Minerais críticos

Em relação aos minerais críticos, apesar de haver outro projeto tramitando no Senado Federal sobre o mesmo assunto, o presidente da casa, Davi Alcolumbre, afirmou que dará seguimento à proposta enviada pelo governo.


“Eu tenho a compreensão de que nós precisamos, no Senado Federal, nos debruçar sobre a proposta que foi aprovada na Câmara e encaminhada pelo governo. Porque é o governo brasileiro que sabe o que está se passando hoje, inclusive em alguns estados do Brasil, do ponto de vista de outros países estarem vindo ao Brasil comprar as nossas riquezas. Já que nós não temos uma legislação clara para proteger, e é justamente essa que está tramitando no Senado, eu quero me comprometer que esta matéria estará pautada na semana que vem.&quot;


Escala 6x1

No caso do fim da escala 6x1, a matéria está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, sob a relatoria de Omar Aziz, do PSD do Amazonas. Segundo Alcolumbre, o texto do relator deve ser apresentado na próxima quarta-feira (2).


&quot;O senador Omar Aziz, relator da PEC do Fim da Escala 6x1, tem a compreensão da importância da matéria e me disse que já está construindo um relatório para ser apresentado na próxima quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça. Isso quer dizer o quê? Isso quer dizer que a matéria está tramitando dentro dos ditames adequados do regimento e da Constituição brasileira.&quot;


Redata

Para o presidente Lula, assim como o marco legal dos minerais críticos, o Redata é fundamental para a soberania do país.


&quot;Se a gente não tomar cuidado, a gente vai continuar com os dados brasileiros, sobre o povo brasileiro, os dados de vocês, da imprensa, ficando nas mãos de outras pessoas, e não nas dos brasileiros. E o Redata é uma coisa importante, porque a possibilidade de investimento no Brasil, segundo o ministro da Indústria e Comércio, pode chegar à casa dos R$ 500 bilhões.&quot;


A próxima semana será a última para votações no Congresso Nacional antes do primeiro turno das eleições gerais de outubro.
  3:27 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Congresso, fará, esforço, concentrado, para, analisar, propostas, governo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado Federal e a Câmara dos Deputados preparam um esforço concentrado para analisar cinco propostas do governo federal em tramitação no Congresso na próxima semana. <strong>São elas: o fim da escala 6x1 e da taxa das blusinhas; o marco legal dos minerais críticos; a PEC da Segurança Pública; e o projeto de lei do Redata, para incentivar a instalação de data centers no Brasil.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700708&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700708&o=rss"></p>

<p>O anúncio veio após almoço entre o presidente Lula e os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, nesta quarta-feira (26), no Palácio do Alvorada.</p>

<h3>Taxa das blusinhas</h3>

<p><strong>Hugo Motta</strong> detalhou a tramitação da medida provisória que zera a alíquota de 20% do imposto de importação para compras internacionais até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”:</p>

<blockquote>
<p>"Para que a comissão possa concluir o seu trabalho, ela terá a presidência indicada pela Câmara e a relatoria indicada pelo Senado, com a finalidade de aproveitarmos a janela do esforço concentrado da próxima semana para aprovarmos no plenário da Câmara. Em seguida, o Senado também terá a oportunidade de apreciar, já que essa medida provisória vence no meio do mês de setembro e nós precisamos ter, antes disso, a sua apreciação."</p>
</blockquote>

<h3>Minerais críticos</h3>

<p>Em relação aos minerais críticos, apesar de haver outro projeto tramitando no Senado Federal sobre o mesmo assunto, o presidente da casa, <strong>Davi Alcolumbre</strong>, afirmou que dará seguimento à proposta enviada pelo governo.</p>

<blockquote>
<p>“Eu tenho a compreensão de que nós precisamos, no Senado Federal, nos debruçar sobre a proposta que foi aprovada na Câmara e encaminhada pelo governo. Porque é o governo brasileiro que sabe o que está se passando hoje, inclusive em alguns estados do Brasil, do ponto de vista de outros países estarem vindo ao Brasil comprar as nossas riquezas. Já que nós não temos uma legislação clara para proteger, e é justamente essa que está tramitando no Senado, eu quero me comprometer que esta matéria estará pautada na semana que vem."</p>
</blockquote>

<h3>Escala 6x1</h3>

<p>No caso do fim da escala 6x1, a matéria está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, sob a relatoria de Omar Aziz, do PSD do Amazonas. Segundo <strong>Alcolumbre</strong>, o texto do relator deve ser apresentado na próxima quarta-feira (2).</p>

<blockquote>
<p>"O senador Omar Aziz, relator da PEC do Fim da Escala 6x1, tem a compreensão da importância da matéria e me disse que já está construindo um relatório para ser apresentado na próxima quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça. Isso quer dizer o quê? Isso quer dizer que a matéria está tramitando dentro dos ditames adequados do regimento e da Constituição brasileira."</p>
</blockquote>

<h3>Redata</h3>

<p>Para o presidente <strong>Lula</strong>, assim como o marco legal dos minerais críticos, o Redata é fundamental para a soberania do país.</p>

<blockquote>
<p>"Se a gente não tomar cuidado, a gente vai continuar com os dados brasileiros, sobre o povo brasileiro, os dados de vocês, da imprensa, ficando nas mãos de outras pessoas, e não nas dos brasileiros. E o Redata é uma coisa importante, porque a possibilidade de investimento no Brasil, segundo o ministro da Indústria e Comércio, pode chegar à casa dos R$ 500 bilhões."</p>
</blockquote>

<p>A próxima semana será a última para votações no Congresso Nacional antes do primeiro turno das eleições gerais de outubro.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:27</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TSE e Google lançam ferramenta contra deepfakes de candidatos</title>
<link>https://apareceu.com/tse-e-google-lancam-ferramenta-contra-deepfakes-de-candidatos</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-e-google-lancam-ferramenta-contra-deepfakes-de-candidatos</guid>
<description><![CDATA[ De olho no deepfake e no mau uso da inteligência artificial, o Tribunal Superior Eleitoral lançou, em parceria com o Google, uma ferramenta que vai ajudar o candidato e o criador de conteúdo a saber se a imagem, se o rosto dele foi alterado por IA.

É uma ferramenta do YouTube que se chama Detecção por Semelhanças do YouTube.

Como é que faz?

Primeiro, claro, é preciso ter mais de 18 anos e ter uma conta no YouTube.

É só acessar o YouTube Studio.

Ali tem uma parte de detecção de conteúdo.

Você clica na parte de semelhanças, concorda com o uso da biometria e manda um vídeo ou uma selfie.

Isso para o aplicativo criar um registro do seu rosto e poder rastrear possíveis usos da imagem dele.

O resultado sai em dois dias e a pessoa recebe um alerta.

Depois disso, pode pedir a remoção do conteúdo se necessário.
  1:00 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 06:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, Google, lançam, ferramenta, contra, deepfakes, candidatos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>De olho no deepfake e no mau uso da inteligência artificial, o Tribunal Superior Eleitoral lançou, em parceria com o Google, uma ferramenta que vai ajudar o candidato e o criador de conteúdo a saber se a imagem, se o rosto dele foi alterado por IA.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700739&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700739&o=rss"></p>

<p><strong>É uma ferramenta do YouTube que se chama Detecção por Semelhanças do YouTube.</strong></p>

<p>Como é que faz?</p>

<p>Primeiro, claro, é preciso ter mais de 18 anos e ter uma conta no YouTube.</p>

<p>É só acessar o YouTube Studio.</p>

<p>Ali tem uma parte de detecção de conteúdo.</p>

<p>Você clica na parte de semelhanças, concorda com o uso da biometria e manda um vídeo ou uma selfie.</p>

<p>Isso para o aplicativo criar um registro do seu rosto e poder rastrear possíveis usos da imagem dele.</p>

<p><strong>O resultado sai em dois dias e a pessoa recebe um alerta.</strong></p>

<p>Depois disso, <strong>pode pedir a remoção do conteúdo se necessário</strong>.</p>
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</item>

<item>
<title>Candidatos à Presidência cumprem agenda de campanha nesta quinta (27)</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-cumprem-agenda-de-campanha-nesta-quinta-27</link>
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<description><![CDATA[ A quinta-feira será de caminhada, panfletagem e entrevista para praticamente todos os candidatos à Presidência da República.

E aí a gente fala de Edmilson Costa, do PCB, que vai estar em Niterói.

Renan Santos, do Missão, no Rio de Janeiro, assim como Ronaldo Caiado, do PSD, e Lula, do PT, que participa de sabatina hoje à noite.

Em São Paulo, Wilson Grassi, do Democratas, participa de evento voltado para a proteção dos animais.

E Hertz Dias, do PSTU, está em São José dos Campos conversando com operários e trabalhadores.

Em São Francisco, Minas Gerais, Romeu Zema acompanha uma obra.

Clariana Barão, do DC, faz um giro por Cuiabá, no Mato Grosso.

Enquanto Samara Martins, do Unidade Popular, estará em Recife com bandeiraço e caminhada.

Augusto Cury, do Avante, Flávio Bolsonaro, do PL, e Rui Costa Pimenta, do PCO, estão sem agenda de campanha para hoje.
  0:57 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 06:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<p>E aí a gente fala de Edmilson Costa, do PCB, que vai estar em Niterói.</p>

<p>Renan Santos, do Missão, no Rio de Janeiro, assim como Ronaldo Caiado, do PSD, e Lula, do PT, que participa de sabatina hoje à noite.</p>

<p>Em São Paulo, Wilson Grassi, do Democratas, participa de evento voltado para a proteção dos animais.</p>

<p>E Hertz Dias, do PSTU, está em São José dos Campos conversando com operários e trabalhadores.</p>

<p>Em São Francisco, Minas Gerais, Romeu Zema acompanha uma obra.</p>

<p>Clariana Barão, do DC, faz um giro por Cuiabá, no Mato Grosso.</p>

<p>Enquanto Samara Martins, do Unidade Popular, estará em Recife com bandeiraço e caminhada.</p>

<p><strong>Augusto Cury, do Avante, Flávio Bolsonaro, do PL, e Rui Costa Pimenta, do PCO, estão sem agenda de campanha para hoje.</strong></p>
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<item>
<title>Relator do Senado mantém proposta da Câmara que acaba com a escala 6x1</title>
<link>https://apareceu.com/relator-do-senado-mantem-proposta-da-camara-que-acaba-com-a-escala-6x1</link>
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<description><![CDATA[ O senador Omar Aziz, do PSD do Amazonas, apresentou seu relatório sobre a proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1 e diminui a jornada de 44 para 40 horas semanais. O texto mantém a proposta aprovada na Câmara e deve ser votado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado na próxima semana.

O documento prevê um prazo de 14 meses para a transição para a jornada de 40 horas. Dois meses após a promulgação da PEC, a jornada cairia para 42 horas semanais. Um ano após essa redução, a jornada se limitaria a 40 horas de forma definitiva.

A PEC também estabelece o fim da jornada 6x1 no período de dois meses após a promulgação do texto, prevendo 2 dias de folgas remuneradas semanais para todos os trabalhadores com carteira assinada, sem qualquer redução salarial.

Em seu relatório, o senador Omar Aziz cita estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o IPEA, indicando que 32 milhões dos 44 milhões de empregados celetistas seriam beneficiados com a redução da jornada. Desses trabalhadores, 80% recebem até dois salários mínimos.

O relator também rejeitou as 12 emendas apresentadas na CCJ, que buscavam modificar o texto aprovado na Câmara.

Se for aprovada na CCJ, a PEC da escala 6x1 precisa ser votada no plenário do Senado em dois turnos, sendo necessário o apoio de 49 dos 81 senadores para a ratificação da proposta. Se o texto não for modificado pelos senadores, ele vai direto para promulgação da presidência da República.
  1:49 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 06:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Omar Aziz, do PSD do Amazonas, apresentou seu relatório sobre a proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1 e diminui a jornada de 44 para 40 horas semanais. <strong>O texto mantém a proposta aprovada na Câmara e deve ser votado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado na próxima semana.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700833&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700833&o=rss"></p>

<p><strong>O documento prevê um prazo de 14 meses para a transição para a jornada de 40 horas. Dois meses após a promulgação da PEC, a jornada cairia para 42 horas semanais. Um ano após essa redução, a jornada se limitaria a 40 horas de forma definitiva.</strong></p>

<p><strong>A PEC também estabelece o fim da jornada 6x1 no período de dois meses após a promulgação do texto</strong>, prevendo 2 dias de folgas remuneradas semanais para todos os trabalhadores com carteira assinada, sem qualquer redução salarial.</p>

<p>Em seu relatório, o senador Omar Aziz cita estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o IPEA, indicando que 32 milhões dos 44 milhões de empregados celetistas seriam beneficiados com a redução da jornada. Desses trabalhadores, 80% recebem até dois salários mínimos.</p>

<p>O relator também rejeitou as 12 emendas apresentadas na CCJ, que buscavam modificar o texto aprovado na Câmara.</p>

<p>Se for aprovada na CCJ, a PEC da escala 6x1 precisa ser votada no plenário do Senado em dois turnos, sendo necessário o apoio de 49 dos 81 senadores para a ratificação da proposta. Se o texto não for modificado pelos senadores, ele vai direto para promulgação da presidência da República.</p>
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<item>
<title>Candidatos discutem o fim da escala 6X1</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-discutem-o-fim-da-escala-6x1</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-discutem-o-fim-da-escala-6x1</guid>
<description><![CDATA[ A Proposta de Emenda à Constituição que trata sobre o fim da escala 6x1 esteve no debate dos candidatos à Presidência da República nesta quinta-feira (27).

Ronaldo Caiado (PSD) disse em sabatina à rede de rádio TMC que a medida é positiva, mas deveria ser discutida “em sua amplitude” no Congresso Nacional.


&quot;Quem é que não é de acordo com pessoa trabalhar menos e ganhar a mesma coisa? Ninguém é contra isso. Agora, qual é o reflexo que isto ocasionará na economia e na vida dessas pessoas que hoje são responsáveis pela formalidade do trabalho no Brasil? O que eu entendo é que ela merecia ser discutida na sua amplitude. Mas eu acredito que, também no Senado Federal, ela terá votação semelhante como teve na Câmara: quase por unanimidade&quot;.


Renan Santos (Missão) se manifestou contrário à substituição da escala 6x1 pela 5x2, por entender que a proposta vai dificultar a contratação trabalhadores.


&quot;Você acaba gerando, na prática, um encaminhamento para a informalidade ou desemprego. Alguns setores altamente sindicalizados, eu falo por exemplo da indústria, não tem como você contratar um operário MEI. Eles apenas vão aumentar o  custo operacional e vão perder espaço nas cadeias globais de produção. As pessoas perdem boa parte da vida, duas horas para ir, duas horas para voltar em trânsito. Eu entendo o drama dessas pessoas. Agora o que eu estou falando para elas é, a gente está fugindo de atacar os problemas concretos: a baixa produtividade e problemas de infraestrutura urbana e indo apenas para o populismo&quot;.


A declaração do candidato do Missão ocorreu durante sabatina promovida pela rede CBN e pelos jornais O Globo e Valor Econômico, no Rio de Janeiro.

Hertz Dias (PSTU) visitou fábricas na cidade paulista de São José dos Campos. No ato, saiu em defesa dos direitos trabalhistas e da reindustrialização do Brasil. O candidato conversou com trabalhadores sobre os desafios enfrentados pela indústria nacional e a necessidade de ampliação de investimentos produtivos. Também visitou o acampamento de metalúrgicos da Parker Hannifin, onde eles aprovaram, nesta quinta-feira, um acordo de indenização, após greve que durou 38 dias.  

Clariana Barão (Democracia Cristã) visitou a feira do Porto e o Abrigo Bom Jesus, em Cuiabá (MT).

Romeu Zema (Novo) visitou o canteiro de obras de uma ponte em São Francisco, na região norte de Minas Gerais, e falou sobre a necessidade de investir em infraestrutura para escoar a produção agrícola.


&quot;Sem infraestrutura é impossível escoar safra de maneira competitiva. O nosso agro é muito eficiente da porteira para dentro, mas paga um preço caríssimo da porteira para fora. E na minha gestão como governador mostramos que quando você tem gestão, quando você combate a corrupção, dá para fazer obras tão importantes como essa aqui&quot;.


Augusto Cury (Avante) realizou reuniões com equipe de campanha em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo

Samara Martins (UP) participou de bandeiraço na Avenida Guararapes e caminhada na Avenida Conde da Boa Vista, no Recife (PE), além de plenária com filiados e apoiadores.

Rui Costa Pimenta (PCO) participou do programa Análise Internacional, no canal do Youtube do Diário da Causa Operária.

Edmilson Costa (PCB) concedeu entrevista à TV Globo, no Rio de Janeiro. A agenda do candidato incluiu visita à Ocupação Escola Popular para Reforma Urbana Miguel Baldez e caminhada pela Cantareira, em Niterói (RJ).

Wilson Grassi (Democratas) teve atividades em defesa da causa animal. Esteve no Centro de Convenções de Ferraz de Vasconcelos, em São Paulo, onde foi realizada campanha de castração de pets.

Flávio Bolsonaro (PL)  dedicou o dia à preparação da transmissão ao vivo que fez às 19h pelo seu canal no Youtube.

Lula (PT) participa de sabatina na TV Globo, após o Jornal Nacional.

Pablo Marçal (PRTB) continua proibido pelo TSE de participar de agendas de campanha até o julgamento do registro de sua candidatura pela legenda.

A partir desta sexta-feira, começa o horário eleitoral gratuito no rádio e na TV. A transmissão segue até 1º de outubro. Vai funcionar assim: no rádio, as entradas serão às 7h e ás 12h, cada uma com 25 minutos de duração. Na TV, a exibição será às 13h e às oito e às 20h30, também com 25 minutos cada.

* Com produção de Marcela Nogueira.
  4:59 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 06:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição que trata sobre o <strong>fim da escala 6x1</strong> esteve no debate dos candidatos à Presidência da República nesta quinta-feira (27).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700869&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700869&o=rss"></p>

<p><strong>Ronaldo Caiado </strong>(PSD) disse em sabatina à rede de rádio TMC que a medida é positiva, mas deveria ser discutida “em sua amplitude” no Congresso Nacional.</p>

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<p>"Quem é que não é de acordo com pessoa trabalhar menos e ganhar a mesma coisa? Ninguém é contra isso. Agora, qual é o reflexo que isto ocasionará na economia e na vida dessas pessoas que hoje são responsáveis pela formalidade do trabalho no Brasil? O que eu entendo é que ela merecia ser discutida na sua amplitude. Mas eu acredito que, também no Senado Federal, ela terá votação semelhante como teve na Câmara: quase por unanimidade".</p>
</blockquote>

<p><strong>Renan Santos</strong> (Missão) se manifestou contrário à substituição da escala 6x1 pela 5x2, por entender que a proposta vai dificultar a contratação trabalhadores.</p>

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<p>"Você acaba gerando, na prática, um encaminhamento para a informalidade ou desemprego. Alguns setores altamente sindicalizados, eu falo por exemplo da indústria, não tem como você contratar um operário MEI. Eles apenas vão aumentar o  custo operacional e vão perder espaço nas cadeias globais de produção. As pessoas perdem boa parte da vida, duas horas para ir, duas horas para voltar em trânsito. Eu entendo o drama dessas pessoas. Agora o que eu estou falando para elas é, a gente está fugindo de atacar os problemas concretos: a baixa produtividade e problemas de infraestrutura urbana e indo apenas para o populismo".</p>
</blockquote>

<p>A declaração do candidato do Missão ocorreu durante sabatina promovida pela rede CBN e pelos jornais O Globo e Valor Econômico, no Rio de Janeiro.</p>

<p><strong>Hertz Dias</strong> (PSTU) visitou fábricas na cidade paulista de São José dos Campos. No ato, saiu em defesa dos direitos trabalhistas e da reindustrialização do Brasil. O candidato conversou com trabalhadores sobre os desafios enfrentados pela indústria nacional e a necessidade de ampliação de investimentos produtivos. Também visitou o acampamento de metalúrgicos da Parker Hannifin, onde eles aprovaram, nesta quinta-feira, um acordo de indenização, após greve que durou 38 dias.  </p>

<p><strong>Clariana Barão </strong>(Democracia Cristã) visitou a feira do Porto e o Abrigo Bom Jesus, em Cuiabá (MT).</p>

<p><strong>Romeu Zema </strong>(Novo) visitou o canteiro de obras de uma ponte em São Francisco, na região norte de Minas Gerais, e falou sobre a necessidade de investir em infraestrutura para escoar a produção agrícola.</p>

<blockquote>
<p>"Sem infraestrutura é impossível escoar safra de maneira competitiva. O nosso agro é muito eficiente da porteira para dentro, mas paga um preço caríssimo da porteira para fora. E na minha gestão como governador mostramos que quando você tem gestão, quando você combate a corrupção, dá para fazer obras tão importantes como essa aqui".</p>
</blockquote>

<p><strong>Augusto Cury </strong>(Avante) realizou reuniões com equipe de campanha em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo</p>

<p><strong>Samara Martins </strong>(UP) participou de bandeiraço na Avenida Guararapes e caminhada na Avenida Conde da Boa Vista, no Recife (PE), além de plenária com filiados e apoiadores.</p>

<p><strong>Rui Costa Pimenta</strong> (PCO) participou do programa Análise Internacional, no canal do Youtube do Diário da Causa Operária.</p>

<p><strong>Edmilson Costa </strong>(PCB) concedeu entrevista à TV Globo, no Rio de Janeiro. A agenda do candidato incluiu visita à Ocupação Escola Popular para Reforma Urbana Miguel Baldez e caminhada pela Cantareira, em Niterói (RJ).</p>

<p><strong>Wilson Grassi </strong>(Democratas) teve atividades em defesa da causa animal. Esteve no Centro de Convenções de Ferraz de Vasconcelos, em São Paulo, onde foi realizada campanha de castração de pets.</p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro </strong>(PL)  dedicou o dia à preparação da transmissão ao vivo que fez às 19h pelo seu canal no Youtube.</p>

<p><strong>Lula </strong>(PT) participa de sabatina na TV Globo, após o Jornal Nacional.</p>

<p><strong>Pablo Marçal</strong> (PRTB) continua proibido pelo TSE de participar de agendas de campanha até o julgamento do registro de sua candidatura pela legenda.</p>

<p>A partir desta sexta-feira, começa o horário eleitoral gratuito no rádio e na TV. A transmissão segue até 1º de outubro. Vai funcionar assim: no rádio, as entradas serão às 7h e ás 12h, cada uma com 25 minutos de duração. Na TV, a exibição será às 13h e às oito e às 20h30, também com 25 minutos cada.</p>

<h5>* Com produção de Marcela Nogueira.</h5>
  <span class="hms hms-format-m-ss">4:59</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Primeiro debate entre presidenciáveis acontece neste domingo</title>
<link>https://apareceu.com/primeiro-debate-entre-presidenciaveis-acontece-neste-domingo</link>
<guid>https://apareceu.com/primeiro-debate-entre-presidenciaveis-acontece-neste-domingo</guid>
<description><![CDATA[ Neste domingo (23)  acontece o primeiro debate, na televisão aberta, entre os candidatos à Presidência da República.  O encontro está marcado para as 20he e será transmitido pela Band e pelas emissoras que integram o pool de veículos.

Antes do debate, alguns candidatos têm compromissos de campanha agendados para o dia.

Augusto Cury, do Avante, participa de um culto religioso na zona Sul de São Paulo.

Já Hertz Dias, do PSTU, participa, à tarde, de ato em comemoração aos 13 anos da Ocupação Esperança, em Osasco (SP).

A candidata  Samara Martins, do Unidade Popular, concede entrevista à tarde na Casa da Mulher Preta Simoa e, depois, participa de ato no Parque Raquel de Queiroz, em Fortaleza (CE).

Wilson Grassi, do Democrata, tem reuniões de trabalho sobre propostas do plano de governo.

Enquanto Edmilson Costa, do PCB,  Renan Santos, do Missão, Romeu Zema, do Novo, e Ronaldo Caiado, do PSD, têm na agenda apenas a participação no debate da Band.

Já Clariana Barão, do Democracia Cristã,  Flávio Bolsonaro, do PL,  e Luiz Inácio Lula da Silva, do PT,  não têm compromissos oficiais neste domingo.

Rui Costa Pimenta, do PCO, não divulgou agenda.

Por determinação do Tribunal Superior Eleitoral, o candidato Pablo Marçal, do PRTB, está proibido de fazer campanha e de comparecer a debates

 
  1:20 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Primeiro, debate, entre, presidenciáveis, acontece, neste, domingo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Neste domingo (23)  acontece o primeiro <strong>debate</strong>, na televisão aberta, entre os <strong>candidatos à Presidência da República</strong>.  O encontro está marcado para as 20he e será transmitido pela Band e pelas emissoras que integram o pool de veículos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700420&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700420&o=rss"></p>

<p>Antes do debate, alguns candidatos têm compromissos de campanha agendados para o dia.</p>

<p><strong>Augusto Cury</strong>, do Avante, participa de um culto religioso na zona Sul de São Paulo.</p>

<p>Já <strong>Hertz Dias</strong>, do PSTU, participa, à tarde, de ato em comemoração aos 13 anos da Ocupação Esperança, em Osasco (SP).</p>

<p>A candidata  <strong>Samara Martins</strong>, do Unidade Popular, concede entrevista à tarde na Casa da Mulher Preta Simoa e, depois, participa de ato no Parque Raquel de Queiroz, em Fortaleza (CE).</p>

<p><strong>Wilson Grassi</strong>, do Democrata, tem reuniões de trabalho sobre propostas do plano de governo.</p>

<p>Enquanto <strong>Edmilson Costa</strong>, do PCB,  <strong>Renan Santos</strong>, do Missão, <strong>Romeu Zema</strong>, do Novo, e <strong>Ronaldo Caiado</strong>, do PSD, têm na agenda apenas a participação no debate da Band.</p>

<p>Já <strong>Clariana Barão</strong>, do Democracia Cristã,  <strong>Flávio Bolsonaro</strong>, do PL,  e <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong>, do PT,  não têm compromissos oficiais neste domingo.</p>

<p><strong>Rui Costa Pimenta</strong>, do PCO, não divulgou agenda.</p>

<p>Por determinação do Tribunal Superior Eleitoral, o candidato <strong>Pablo Marçal</strong>, do PRTB, está proibido de fazer campanha e de comparecer a debates</p>

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  <span class="hms hms-format-m-ss">1:20</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Confira a agenda dos candidatos à Presidência nesta segunda&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/confira-a-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-nesta-segunda-feira</link>
<guid>https://apareceu.com/confira-a-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-nesta-segunda-feira</guid>
<description><![CDATA[ Segunda-feira (24) e vamos à agenda dos candidatos. Em São Paulo: Flavio Bolsonaro, do PL, estará na Fiesp, Ronaldo Caiado, do PSD, participa do evento Pacto Brasil de Futuro, Augusto Cury, do Avante, em sabatina, e Wilson Grassi, do Democrata, concede entrevista a um jornal.

Romeu Zema, do Novo, vai pro Rio, em Belford Roxo. Samara Martins, do Unidade Popular, faz caminhada em Teresina, no Piauí. Hertz Dias, do PSTU, e Edmilson Costa, do PCD, concedem entrevistas. Clariana Barão, do DC, vem para Brasília, fazer treinamento de mídia.

Os demais, Lula, do PT, Renan Santos, do Missão, e Rui Costa Pimenta, do PCO, sem agenda de campanha para hoje. Pablo Marçal, do PRTB, está proibido de fazer campanha por decisão do TSE.
  0:56 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Segunda-feira (24) e vamos à agenda dos candidatos. Em São Paulo: Flavio Bolsonaro, do PL, estará na Fiesp, Ronaldo Caiado, do PSD, participa do evento Pacto Brasil de Futuro, Augusto Cury, do Avante, em sabatina, e Wilson Grassi, do Democrata, concede entrevista a um jornal.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700444&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700444&o=rss"></p>

<p>Romeu Zema, do Novo, vai pro Rio, em Belford Roxo. Samara Martins, do Unidade Popular, faz caminhada em Teresina, no Piauí. Hertz Dias, do PSTU, e Edmilson Costa, do PCD, concedem entrevistas. Clariana Barão, do DC, vem para Brasília, fazer treinamento de mídia.</p>

<p>Os demais, Lula, do PT, Renan Santos, do Missão, e Rui Costa Pimenta, do PCO, sem agenda de campanha para hoje. Pablo Marçal, do PRTB, está proibido de fazer campanha por decisão do TSE.</p>
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<title>Edmilson Costa defende reestatizações e maior participação popular</title>
<link>https://apareceu.com/edmilson-costa-defende-reestatizacoes-e-maior-participacao-popular</link>
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<description><![CDATA[ Reestatizações e maior participação popular compõem o programa de governo do candidato à Presidência da República Edmilson Costa, do PCB, o Partido Comunista Brasileiro. Ele concorre junto com Cleusa Santos, como vice. O programa tem 21 pontos.
 
Edmilson Costa propõe um Orçamento Popular, em que os trabalhadores vão decidir onde o governo aplicará os recursos; o fim do Senado e a possibilidade dos mandatos serem revogados por referendo pelos cidadãos. Ainda seriam criados os Conselhos Populares, eleitos nos locais de trabalho, moradia e estudo, como instrumentos permanentes de participação popular.
 
O partido pretende implantar a jornada de 30 horas semanais, o fim da escala 6x1 e o aumento do salário mínimo até alcançar o piso do Dieese, cerca de R$ 8 mil. Outra medida é a revogação das reformas trabalhista e previdenciária, da regra de limites fiscais e da autonomia do Banco Central.
 
Na educação, ensino público e gratuito para todos, das creches à pós-graduação, com a estatização do sistema privado. Além disso, o fim dos vestibulares em universidades federais e ampliação das cotas.
 
Na saúde, o candidato pretende reverter privatizações e revogar contratos com organizações sociais. O programa propõe a expansão da Fiocruz e do Instituto Butantã para outros estados e dos investimentos no Complexo Econômico-Industrial da Saúde para produção de insumos para o SUS.
 
Tarifa zero no transporte público em todo o país, e o fim das emendas parlamentares para contribuir no custeio dessa política. O PCB defende ainda a reestatização da Eletrobras e a federalização das empresas de saneamento.
 
Na segurança, Costa propõe a desmilitarização das polícias, com controle social e um Ministério da Segurança Pública. As forças armadas teriam a proteção das fronteiras como foco. E as bets seriam proibidas.
 
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<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Edmilson, Costa, defende, reestatizações, maior, participação, popular</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Reestatizações e maior participação popular compõem o programa de governo do candidato à Presidência da República Edmilson Costa, do PCB, o Partido Comunista Brasileiro. Ele concorre junto com Cleusa Santos, como vice. O programa tem 21 pontos.<br>
 <br>
Edmilson Costa propõe um Orçamento Popular, em que os trabalhadores vão decidir onde o governo aplicará os recursos; o fim do Senado e a possibilidade dos mandatos serem revogados por referendo pelos cidadãos. Ainda seriam criados os Conselhos Populares, eleitos nos locais de trabalho, moradia e estudo, como instrumentos permanentes de participação popular.<br>
 <br>
O partido pretende implantar a jornada de 30 horas semanais, o fim da escala 6x1 e o aumento do salário mínimo até alcançar o piso do Dieese, cerca de R$ 8 mil. Outra medida é a revogação das reformas trabalhista e previdenciária, da regra de limites fiscais e da autonomia do Banco Central.<br>
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Na educação, ensino público e gratuito para todos, das creches à pós-graduação, com a estatização do sistema privado. Além disso, o fim dos vestibulares em universidades federais e ampliação das cotas.<br>
 <br>
Na saúde, o candidato pretende reverter privatizações e revogar contratos com organizações sociais. O programa propõe a expansão da Fiocruz e do Instituto Butantã para outros estados e dos investimentos no Complexo Econômico-Industrial da Saúde para produção de insumos para o SUS.<br>
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Tarifa zero no transporte público em todo o país, e o fim das emendas parlamentares para contribuir no custeio dessa política. O PCB defende ainda a reestatização da Eletrobras e a federalização das empresas de saneamento.<br>
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Na segurança, Costa propõe a desmilitarização das polícias, com controle social e um Ministério da Segurança Pública. As forças armadas teriam a proteção das fronteiras como foco. E as bets seriam proibidas.<br>
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<item>
<title>Clariana Barão apresenta propostas para seis áreas de governo</title>
<link>https://apareceu.com/clariana-barao-apresenta-propostas-para-seis-areas-de-governo</link>
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<description><![CDATA[ “Proteger hoje, transformar o amanhã.” Este é o lema do plano de governo de Clariana Barão, candidata à Presidência da República pelo Democracia Cristã.

A proposta é dividida em seis eixos: mulheres e crianças em primeiro lugar, economia, educação, segurança, saúde e Estado que funciona.

O primeiro eixo prevê a integração entre saúde, assistência, segurança e Justiça em resposta à violência; propõe a prevenção de abuso de crianças e de adolescentes e um ambiente digital seguro. Também coloca a primeira infância como prioridade nacional, do pré-natal à creche.

Na economia, propõe simplificação regulatória no ambiente de negócios; a instituição de crédito produtivo e garantias para pequenos negócios.

Para a área de infraestrutura e logística, propõe parcerias público-privadas. Para as contas públicas, prega a revisão de gastos e subsídios, transparência de benefícios e avaliação de impacto.

No eixo da educação, compromete-se a assegurar qualidade pedagógica na educação infantil e alfabetização na idade adequada. Prevê ainda a expansão da formação técnica conectada às vocações regionais e o uso de tecnologia nas escolas de forma responsável.

Na área da segurança, propõe a integração das fronteiras, com monitoramento remoto e centro de comando e compartilhamento de dados. Destaca também o combate ao tráfico de drogas e de armas e o sufocamento financeiro das facções criminosas.

Quanto à segurança urbana, sugere o policiamento baseado em dados científicos e a proteção específica para mulheres, escolas e áreas vulneráveis.

A proposta para a saúde inclui acesso territorial na atenção primária; estímulo à pesquisa clínica e à produção nacional de insumos; controle informatizado de filas no Sistema Único de Saúde (SUS) e telemedicina integrada à rede pública.

O último eixo trata da gestão do Estado, baseada em serviços digitais integrados; reformulação de programas ineficazes; transparência pública e prevenção de fraudes.
  2:28 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>“Proteger hoje, transformar o amanhã.” Este é o lema do plano de governo de Clariana Barão, candidata à Presidência da República pelo Democracia Cristã.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700479&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700479&o=rss"></p>

<p>A proposta é dividida em seis eixos: mulheres e crianças em primeiro lugar, economia, educação, segurança, saúde e Estado que funciona.</p>

<p>O primeiro eixo prevê a integração entre saúde, assistência, segurança e Justiça em resposta à violência; propõe a prevenção de abuso de crianças e de adolescentes e um ambiente digital seguro. Também coloca a primeira infância como prioridade nacional, do pré-natal à creche.</p>

<p>Na economia, propõe simplificação regulatória no ambiente de negócios; a instituição de crédito produtivo e garantias para pequenos negócios.</p>

<p>Para a área de infraestrutura e logística, propõe parcerias público-privadas. Para as contas públicas, prega a revisão de gastos e subsídios, transparência de benefícios e avaliação de impacto.</p>

<p>No eixo da educação, compromete-se a assegurar qualidade pedagógica na educação infantil e alfabetização na idade adequada. Prevê ainda a expansão da formação técnica conectada às vocações regionais e o uso de tecnologia nas escolas de forma responsável.</p>

<p>Na área da segurança, propõe a integração das fronteiras, com monitoramento remoto e centro de comando e compartilhamento de dados. Destaca também o combate ao tráfico de drogas e de armas e o sufocamento financeiro das facções criminosas.</p>

<p>Quanto à segurança urbana, sugere o policiamento baseado em dados científicos e a proteção específica para mulheres, escolas e áreas vulneráveis.</p>

<p>A proposta para a saúde inclui acesso territorial na atenção primária; estímulo à pesquisa clínica e à produção nacional de insumos; controle informatizado de filas no Sistema Único de Saúde (SUS) e telemedicina integrada à rede pública.</p>

<p>O último eixo trata da gestão do Estado, baseada em serviços digitais integrados; reformulação de programas ineficazes; transparência pública e prevenção de fraudes.</p>
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<item>
<title>Plano de Augusto Cury reúne propostas para 18 áreas</title>
<link>https://apareceu.com/plano-de-augusto-cury-reune-propostas-para-18-areas</link>
<guid>https://apareceu.com/plano-de-augusto-cury-reune-propostas-para-18-areas</guid>
<description><![CDATA[ O plano de governo do candidato do Avante à Presidência da República, Augusto Cury, médico psiquiatra de 67 anos, conhecido por ter publicado dezenas de livros de autoajuda, tem 200 páginas e apresenta 18 tópicos de projetos.

O primeiro deles trata da educação, com proposta de ensino em tempo integral e mudança curricular, com o acréscimo de disciplinas de gestão da emoção, educação financeira e empreendedorismo.

O candidato também propõe o “Projeto Brasil Neuroinclusivo”, voltado ao acolhimento de pessoas neurodivergentes, com autismo, dislexia, transtornos de aprendizagem, altas habilidades e transtorno do déficit de atenção.

Outra proposta de Cury é voltada para a prevenção do feminicídio e para o uso de tecnologias para proteger a vida das mulheres, além de programas de prevenção da violência.

O empreendedorismo é abordado em mais de um projeto: na criação de um ministério específico, em escolas de formação de empreendedores, na destinação de R$ 30 bilhões a R$ 50 bilhões para um fundo nacional do empreendedor e no projeto “Embaixadas Empreendedoras”, que mira em uma diplomacia empreendedora, segundo o candidato.

Augusto Cury propõe um plano de combate à fome no mundo, com a criação de um fundo internacional e apoio à agricultura familiar como base da segurança alimentar.

Na área da saúde, o candidato do Avante aposta na telemedicina, inteligência artificial e plataformas digitais para universalizar o acesso ao atendimento médico. Estratégias de prevenção e detecção precoce do câncer também são destaque no plano de governo.

Na questão energética, Augusto Cury pretende transformar o Brasil em referência mundial em hidrogênio verde. No campo das terras raras, o candidato propõe investir em tecnologia, pesquisa e indústria para diminuir a exportação dos minerais brutos.

Com relação ao meio ambiente, o projeto “Floresta Viva” foca no combate a incêndios e em um plano de proteção ambiental.

Para a segurança pública, o projeto prevê a integração nacional das forças de segurança, com um sistema integrado de informações e núcleos municipais de combate ao crime organizado.
  2:21 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Plano, Augusto, Cury, reúne, propostas, para, áreas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O plano de governo do candidato do Avante à Presidência da República, Augusto Cury, médico psiquiatra de 67 anos, conhecido por ter publicado dezenas de livros de autoajuda, tem 200 páginas e apresenta 18 tópicos de projetos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700481&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700481&o=rss"></p>

<p>O primeiro deles trata da educação, com proposta de ensino em tempo integral e mudança curricular, com o acréscimo de disciplinas de gestão da emoção, educação financeira e empreendedorismo.</p>

<p>O candidato também propõe o “Projeto Brasil Neuroinclusivo”, voltado ao acolhimento de pessoas neurodivergentes, com autismo, dislexia, transtornos de aprendizagem, altas habilidades e transtorno do déficit de atenção.</p>

<p>Outra proposta de Cury é voltada para a prevenção do feminicídio e para o uso de tecnologias para proteger a vida das mulheres, além de programas de prevenção da violência.</p>

<p>O empreendedorismo é abordado em mais de um projeto: na criação de um ministério específico, em escolas de formação de empreendedores, na destinação de R$ 30 bilhões a R$ 50 bilhões para um fundo nacional do empreendedor e no projeto “Embaixadas Empreendedoras”, que mira em uma diplomacia empreendedora, segundo o candidato.</p>

<p>Augusto Cury propõe um plano de combate à fome no mundo, com a criação de um fundo internacional e apoio à agricultura familiar como base da segurança alimentar.</p>

<p>Na área da saúde, o candidato do Avante aposta na telemedicina, inteligência artificial e plataformas digitais para universalizar o acesso ao atendimento médico. Estratégias de prevenção e detecção precoce do câncer também são destaque no plano de governo.</p>

<p>Na questão energética, Augusto Cury pretende transformar o Brasil em referência mundial em hidrogênio verde. No campo das terras raras, o candidato propõe investir em tecnologia, pesquisa e indústria para diminuir a exportação dos minerais brutos.</p>

<p>Com relação ao meio ambiente, o projeto “Floresta Viva” foca no combate a incêndios e em um plano de proteção ambiental.</p>

<p>Para a segurança pública, o projeto prevê a integração nacional das forças de segurança, com um sistema integrado de informações e núcleos municipais de combate ao crime organizado.</p>
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<item>
<title>Hertz Dias tem plano de governo com foco na classe trabalhadora</title>
<link>https://apareceu.com/hertz-dias-tem-plano-de-governo-com-foco-na-classe-trabalhadora</link>
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<description><![CDATA[ O candidato do PSTU à Presidência da República, Hertz Dias, lançou o seu plano de governo para as eleições de 2026.

Professor da rede pública e ativista do movimento negro, ele pretende governar com foco nos interesses da classe trabalhadora e defende mudanças profundas no atual modelo econômico.

Entre os destaques do programa, está o fim da escala de trabalho 6 por 1, sem redução dos salários.

O candidato também propõe dobrar o valor do salário mínimo, com a meta de aproximá-lo do cálculo considerado ideal pelo DIEESE para atender às necessidades básicas dos trabalhadores.

Hertz Dias defende a revogação da reforma trabalhista, da reforma da previdência e da Lei das Terceirizações.

Para impulsionar a geração de empregos, o candidato sugere um amplo programa nacional de obras públicas, com investimentos em saneamento básico, construção de escolas, hospitais, creches e projetos de infraestrutura.

Também estão previstas contratações por meio de concursos públicos.

Na economia, o programa prevê a taxação dos super-ricos, a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda e a correção anual da tabela para os trabalhadores assalariados.

O partido também quer a estatização de empresas privatizadas e uma atuação mais forte do Estado na economia.

Na segurança pública, as propostas incluem a desmilitarização da Polícia Militar e a criação de uma força de segurança civil.

O plano também prevê a descriminalização das drogas como estratégia de enfrentamento ao crime organizado.

Já na área social, Hertz Dias propõe a ampliação das cotas raciais, a titulação de territórios quilombolas e ações de combate ao racismo e à intolerância religiosa.

O programa inclui incentivos à agricultura familiar, indígena e quilombola.

Em sua agenda ambiental, o candidato do PSTU se posiciona contra a exploração de petróleo na Margem Equatorial e rejeita a privatização das hidrovia na Amazônia.

O partido defende propostas que combinem preservação ambiental, desenvolvimento econômico e soberania nacional.
  2:47 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Hertz, Dias, tem, plano, governo, com, foco, classe, trabalhadora</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O candidato do PSTU à Presidência da República, Hertz Dias, lançou o seu plano de governo para as eleições de 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700530&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700530&o=rss"></p>

<p><strong>Professor da rede pública e ativista do movimento negro, ele pretende governar com foco nos interesses da classe trabalhadora e defende mudanças profundas no atual modelo econômico.</strong></p>

<p>Entre os destaques do programa, está o fim da escala de trabalho 6 por 1, sem redução dos salários.</p>

<p>O candidato também propõe dobrar o valor do salário mínimo, com a meta de aproximá-lo do cálculo considerado ideal pelo DIEESE para atender às necessidades básicas dos trabalhadores.</p>

<p>Hertz Dias defende a revogação da reforma trabalhista, da reforma da previdência e da Lei das Terceirizações.</p>

<p>Para impulsionar a geração de empregos, o candidato sugere um amplo programa nacional de obras públicas, com investimentos em saneamento básico, construção de escolas, hospitais, creches e projetos de infraestrutura.</p>

<p>Também estão previstas contratações por meio de concursos públicos.</p>

<p>Na economia, o programa prevê a taxação dos super-ricos, a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda e a correção anual da tabela para os trabalhadores assalariados.</p>

<p>O partido também quer a estatização de empresas privatizadas e uma atuação mais forte do Estado na economia.</p>

<p><strong>Na segurança pública, as propostas incluem a desmilitarização da Polícia Militar e a criação de uma força de segurança civil.</strong></p>

<p>O plano também prevê a descriminalização das drogas como estratégia de enfrentamento ao crime organizado.</p>

<p>Já na área social, Hertz Dias propõe a ampliação das cotas raciais, a titulação de territórios quilombolas e ações de combate ao racismo e à intolerância religiosa.</p>

<p>O programa inclui incentivos à agricultura familiar, indígena e quilombola.</p>

<p><strong>Em sua agenda ambiental, o candidato do PSTU se posiciona contra a exploração de petróleo na Margem Equatorial e rejeita a privatização das hidrovia na Amazônia.</strong></p>

<p>O partido defende propostas que combinem preservação ambiental, desenvolvimento econômico e soberania nacional.</p>
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<item>
<title>Presidenciáveis intensificam participação em entrevistas</title>
<link>https://apareceu.com/presidenciaveis-intensificam-participacao-em-entrevistas</link>
<guid>https://apareceu.com/presidenciaveis-intensificam-participacao-em-entrevistas</guid>
<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência da República intensificaram participação em entrevistas nesta segunda-feira (24).

Em São Paulo, Augusto Cury, do Avante, participou de sabatina na rede de rádio TMC, onde sugeriu a divisão do BNDES para a criação de um banco da microempresa, com agências espalhadas por todo o país. Na área da segurança, afirmou que o Brasil &quot;aprisiona muito pouco&quot; e defendeu a criação de cursos técnicos ligados ao sistema prisional brasileiro.

Também em São Paulo, Ronaldo Caiado, do PSD, participou de evento na Casa Jereissati e concedeu entrevista ao Canal Rural. Dentre as prioridades para o agronegócio, o candidato prometeu reduzir a inadimplência no setor, o custo dos insumos e dos transportes e a valorização das exportações brasileiras.

Também concederam entrevistas Edmilson Costa, do PCB, ao Monitor Mercantil; Wilson Grassi, do Democrata, ao jornal Gazeta de S. Paulo; e Hertz Dias, do PSTU, ao Podcast Três Irmãos.

Renan Santos, do Missão, esteve na Faria Lima, em São Paulo, onde se encontrou com empresários e investidores. Aos jornalistas, afirmou que seu plano de governo prevê reformas na economia, incluindo cortes de gastos da União.

Samara Martins, do UP, cumpriu agenda em Teresina, capital do Piauí, onde visitou o acampamento dos trabalhadores demitidos da Agespisa, companhia de tratamento de água e esgoto do estado. No ato, criticou a privatização dos serviços da empresa e defendeu o aumento da renda do brasileiro, dobrando o valor do salário mínimo.

Em Belford Roxo, no Rio de Janeiro, Romeu Zema, do Novo, teve encontro com evangélicos e familiares de pessoas viciadas em jogos de apostas online. Na agenda, conheceu o trabalho da igreja Assembleia de Deus no acolhimento às vítimas e voltou a afirmar que, se eleito, vai proibir as bets no país. O candidato participa de entrevista na TV Globo, após o Jornal Nacional.

Clariana Barão, do Democracia Cristã, participou de Media Trainning, em Brasília.

Lula, do PT; Flávio Bolsonaro, do PL; e Rui Costa Pimenta, do PCO não tiveram agenda de campanha nesta segunda-feira.

Pablo Marçal, do PRTB, continua proibido pelo TSE de participar de agendas públicas até o julgamento do registro de sua candidatura pela legenda, já que ele estava filiado ao União Brasil em abril deste ano. A lei exige prazo mínimo de seis meses de filiação a um partido para que o postulante seja candidato pela legenda. Nesta segunda-feira, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo negou recurso e manteve a inelegibilidade de Marçal até 2032, por irregularidades na campanha à Prefeitura de São Paulo.

*Com produção de Marcella Nogueira e Salete Sobreira
  3:14 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Presidenciáveis, intensificam, participação, entrevistas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República intensificaram participação em entrevistas nesta segunda-feira (24).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700510&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700510&o=rss"></p>

<p>Em São Paulo, <strong>Augusto Cury, do Avante</strong>, participou de sabatina na rede de rádio TMC, onde sugeriu a divisão do BNDES para a criação de um banco da microempresa, com agências espalhadas por todo o país. Na área da segurança, afirmou que o Brasil "aprisiona muito pouco" e defendeu a criação de cursos técnicos ligados ao sistema prisional brasileiro.</p>

<p>Também em São Paulo, <strong>Ronaldo Caiado, do PSD</strong>, participou de evento na Casa Jereissati e concedeu entrevista ao Canal Rural. Dentre as prioridades para o agronegócio, o candidato prometeu reduzir a inadimplência no setor, o custo dos insumos e dos transportes e a valorização das exportações brasileiras.</p>

<p>Também concederam entrevistas <strong>Edmilson Costa, do PCB</strong>, ao Monitor Mercantil; <strong>Wilson Grassi, do Democrata</strong>, ao jornal Gazeta de S. Paulo; e <strong>Hertz Dias, do PSTU</strong>, ao Podcast Três Irmãos.</p>

<p><strong>Renan Santos, do Missão</strong>, esteve na Faria Lima, em São Paulo, onde se encontrou com empresários e investidores. Aos jornalistas, afirmou que seu plano de governo prevê reformas na economia, incluindo cortes de gastos da União.</p>

<p><strong>Samara Martins, do UP</strong>, cumpriu agenda em Teresina, capital do Piauí, onde visitou o acampamento dos trabalhadores demitidos da Agespisa, companhia de tratamento de água e esgoto do estado. No ato, criticou a privatização dos serviços da empresa e defendeu o aumento da renda do brasileiro, dobrando o valor do salário mínimo.</p>

<p>Em Belford Roxo, no Rio de Janeiro, <strong>Romeu Zema, do Novo</strong>, teve encontro com evangélicos e familiares de pessoas viciadas em jogos de apostas online. Na agenda, conheceu o trabalho da igreja Assembleia de Deus no acolhimento às vítimas e voltou a afirmar que, se eleito, vai proibir as bets no país. O candidato participa de entrevista na TV Globo, após o Jornal Nacional.</p>

<p><strong>Clariana Barão, do Democracia Cristã</strong>, participou de Media Trainning, em Brasília.</p>

<p><strong>Lula, do PT</strong>; <strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>; e <strong>Rui Costa Pimenta, do PCO</strong> não tiveram agenda de campanha nesta segunda-feira.</p>

<p><strong>Pablo Marçal, do PRTB</strong>, continua proibido pelo TSE de participar de agendas públicas até o julgamento do registro de sua candidatura pela legenda, já que ele estava filiado ao União Brasil em abril deste ano. A lei exige prazo mínimo de seis meses de filiação a um partido para que o postulante seja candidato pela legenda. <strong>Nesta segunda-feira, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo negou recurso e manteve a inelegibilidade de Marçal até 2032, por irregularidades na campanha à Prefeitura de São Paulo.</strong></p>

<p><em>*Com produção de Marcella Nogueira e Salete Sobreira</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:14</span>]]> </content:encoded>
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<title>Plano de governo de Flávio Bolsonaro prioriza combate ao crime</title>
<link>https://apareceu.com/plano-de-governo-de-flavio-bolsonaro-prioriza-combate-ao-crime</link>
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<description><![CDATA[ Com 76 páginas, o plano de governo do candidato à presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, tem como um dos principais eixos o combate à criminalidade.

Entre as propostas, classificar o PCC, o Comando Vermelho e as milícias como organizações narcoterroristas e investir na retomada de territórios.

Bandido armado com fuzil na mão vai ser abatido pelas forças de segurança, é o que propõe o candidato, que quer também reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos e punir os maiores de 14 que cometam crimes graves, como estupro, tráfico, tortura e assassinato.

Crime de gente grande será punido como gente grande, diz ele.

Flávio Bolsonaro promete mais meio milhão de vagas no sistema prisional, além da construção de cinco presídios de segurança máxima.

Outras medidas: castração química para criminosos que abusarem de mulheres e crianças, e tornozeleira eletrônica para quem cometer feminicídio ou qualquer tipo de violência contra elas.

Aliás, a política voltada para as mulheres é outro eixo do programa de governo de Flávio Bolsonaro.

Ele promete a criação da Central da Mulher, um espaço que vai reunir serviços de apoio e consulta, orientação jurídica e apoio psicológico também.

Há ainda a previsão de criação de programa de capacitação feminina e de um sistema integrado de vagas de emprego, abertura de empresas e apoio ao pequeno negócio.

Na educação, pretende remunerar os alunos do ensino fundamental com bom desempenho, para que eles deem reforço aos colegas que precisam.

Promete, ainda, um ensino baseado em evidências científicas, feito para ensinar e não para militar em sala de aula, e a ampliação das escolas cívico-militares.

Na economia, quer reduzir impostos e revisar a reforma tributária, e, na parte administrativa e política, Flávio Bolsonaro promete uma reforma política com o fim da reeleição para o cargo de presidente, o corte de ao menos 10 ministérios, a redução de cargos comissionados e de despesas, e o combate aos penduricalhos e a supersalários.
  2:14 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Plano, governo, Flávio, Bolsonaro, prioriza, combate, crime</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Com 76 páginas, o plano de governo do candidato à presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, tem como um dos principais eixos o combate à criminalidade.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700532&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700532&o=rss"></p>

<p>Entre as propostas, classificar o PCC, o Comando Vermelho e as milícias como organizações narcoterroristas e investir na retomada de territórios.</p>

<p>Bandido armado com fuzil na mão vai ser abatido pelas forças de segurança, é o que propõe o candidato, que quer também reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos e punir os maiores de 14 que cometam crimes graves, como estupro, tráfico, tortura e assassinato.</p>

<p>Crime de gente grande será punido como gente grande, diz ele.</p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro promete mais meio milhão de vagas no sistema prisional, além da construção de cinco presídios de segurança máxima.</strong></p>

<p>Outras medidas: castração química para criminosos que abusarem de mulheres e crianças, e tornozeleira eletrônica para quem cometer feminicídio ou qualquer tipo de violência contra elas.</p>

<p>Aliás, a política voltada para as mulheres é outro eixo do programa de governo de Flávio Bolsonaro.</p>

<p>Ele promete a criação da Central da Mulher, um espaço que vai reunir serviços de apoio e consulta, orientação jurídica e apoio psicológico também.</p>

<p>Há ainda a previsão de criação de programa de capacitação feminina e de um sistema integrado de vagas de emprego, abertura de empresas e apoio ao pequeno negócio.</p>

<p>Na educação, pretende remunerar os alunos do ensino fundamental com bom desempenho, para que eles deem reforço aos colegas que precisam.</p>

<p>Promete, ainda, um ensino baseado em evidências científicas, feito para ensinar e não para militar em sala de aula, e a ampliação das escolas cívico-militares.</p>

<p><strong>Na economia, quer reduzir impostos e revisar a reforma tributária, e, na parte administrativa e política, Flávio Bolsonaro promete uma reforma política com o fim da reeleição para o cargo de presidente, o corte de ao menos 10 ministérios, a redução de cargos comissionados e de despesas, e o combate aos penduricalhos e a supersalários.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:14</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Candidatos cumprem agenda de campanha pelo país nesta terça</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-cumprem-agenda-de-campanha-pelo-pais-nesta-terca</link>
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<description><![CDATA[ Terça-feira de giro com a agenda dos candidatos.

Dois deles estão hoje no Nordeste.

Flávio Bolsonaro, do PL, em Maceió, entre os eventos, carreata e encontro com empresários do setor produtivo.

E Samara Martins, da Unidade Popular, que está em Aracaju, em Sergipe, faz panfletagem e caminhada.

De lá, a gente vai para São Paulo, porque Ronaldo Caiado, do PSD, e Renan Santos, do Missão, participam do Fórum da ABDIB, que é uma associação ligada à indústria e à indústria de base.

Hertz Dias, do PSTU, faz panfletagem no metrô, na estação do Anhangabaú, no fim da tarde.

Romeu Zema, do Novo, participa de sabatina no Rio de Janeiro.

Augusto Cury, do Avante, lança campanha em Montes Claros, Minas Gerais.

Clariana Barão, do DC, concede entrevistas a jornais e portais.

Assim como Wilson Gassi, do Democrata, que também se reúne com a equipe de campanha.

Os demais, Lula, do PT, Edmilson Costa, do PCB, e Rui Costa Pimenta, do PCO, não têm agenda de campanha para hoje.
  1:07 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, cumprem, agenda, campanha, pelo, país, nesta, terça</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira de giro com a agenda dos candidatos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700534&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700534&o=rss"></p>

<p>Dois deles estão hoje no Nordeste.</p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro, do PL, em Maceió, entre os eventos, carreata e encontro com empresários do setor produtivo.</strong></p>

<p>E Samara Martins, da Unidade Popular, que está em Aracaju, em Sergipe, faz panfletagem e caminhada.</p>

<p>De lá, a gente vai para São Paulo, porque Ronaldo Caiado, do PSD, e Renan Santos, do Missão, participam do Fórum da ABDIB, que é uma associação ligada à indústria e à indústria de base.</p>

<p>Hertz Dias, do PSTU, faz panfletagem no metrô, na estação do Anhangabaú, no fim da tarde.</p>

<p><strong>Romeu Zema, do Novo, participa de sabatina no Rio de Janeiro.</strong></p>

<p>Augusto Cury, do Avante, lança campanha em Montes Claros, Minas Gerais.</p>

<p>Clariana Barão, do DC, concede entrevistas a jornais e portais.</p>

<p>Assim como Wilson Gassi, do Democrata, que também se reúne com a equipe de campanha.</p>

<p><strong>Os demais, Lula, do PT, Edmilson Costa, do PCB, e Rui Costa Pimenta, do PCO, não têm agenda de campanha para hoje.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:07</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TRE antecipa envio de urnas eletrônicas devido à estiagem no Amazonas</title>
<link>https://apareceu.com/tre-antecipa-envio-de-urnas-eletronicas-devido-a-estiagem-no-amazonas</link>
<guid>https://apareceu.com/tre-antecipa-envio-de-urnas-eletronicas-devido-a-estiagem-no-amazonas</guid>
<description><![CDATA[ A previsão de uma estiagem severa no Amazonas nas próximas semanas levou o Tribunal Regional Eleitoral do estado a alterar o calendário de distribuição das urnas eletrônicas para as cidades do interior.

Por causa da forte estiagem prevista, desde a última sexta-feira, o TRE-AM começou a enviar urnas eletrônicas e suprimentos eleitorais para os municípios do interior.

A operação foi antecipada em 20 dias em relação ao cronograma tradicional devido aos impactos da vazante dos rios sobre a navegabilidade e o transporte de cargas no Amazonas durante o período menos chuvoso.

O destino prioritário são as cidades do Alto Solimões.

Até o fim desta semana, a primeira remessa com 467 urnas eletrônicas que saíram da plataforma Torres, no Porto de Manaus, deve chegar aos municípios de destino, acompanhadas de cabines de votação, baterias, cabos, sacolas e cadernos de votação fornecidos pela Justiça Eleitoral.

Ao todo, as Eleições Gerais de 2026 terão aproximadamente 5 mil urnas eletrônicas enviadas para o interior do Amazonas, enquanto Manaus contará com cerca de 4,2 mil equipamentos.

Prevendo também dificuldades de acesso aos equipamentos após a chegada aos municípios, técnicos do Tribunal realizam uma série de procedimentos antes do envio.

As urnas são ligadas e testadas individualmente para verificar o funcionamento antes do deslocamento.

Para reforçar a segurança logística, o planejamento também prevê o envio de urnas de contingência em quantidade estimada entre 8% e 10% do total destinado a cada localidade.

Esses equipamentos poderão substituir eventuais urnas com problemas durante a preparação ou no dia da votação.

O Amazonas possui mais de 1,3 milhão de eleitores aptos a votar apenas no interior do estado, distribuídos em cerca de 4,5 mil seções eleitorais.

Em todo o Amazonas, são pouco mais de 2,8 milhões de eleitores e mais de 8.500 seções de votação.
  2:18 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TRE, antecipa, envio, urnas, eletrônicas, devido, estiagem, Amazonas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A previsão de uma estiagem severa no Amazonas nas próximas semanas levou o Tribunal Regional Eleitoral do estado a alterar o calendário de distribuição das urnas eletrônicas para as cidades do interior.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700548&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700548&o=rss"></p>

<p>Por causa da forte estiagem prevista, desde a última sexta-feira, o TRE-AM começou a enviar urnas eletrônicas e suprimentos eleitorais para os municípios do interior.</p>

<p><strong>A operação foi antecipada em 20 dias em relação ao cronograma tradicional devido aos impactos da vazante dos rios sobre a navegabilidade e o transporte de cargas no Amazonas durante o período menos chuvoso.</strong></p>

<p>O destino prioritário são as cidades do Alto Solimões.</p>

<p>Até o fim desta semana, a primeira remessa com 467 urnas eletrônicas que saíram da plataforma Torres, no Porto de Manaus, deve chegar aos municípios de destino, acompanhadas de cabines de votação, baterias, cabos, sacolas e cadernos de votação fornecidos pela Justiça Eleitoral.</p>

<p><strong>Ao todo, as Eleições Gerais de 2026 terão aproximadamente 5 mil urnas eletrônicas enviadas para o interior do Amazonas, enquanto Manaus contará com cerca de 4,2 mil equipamentos.</strong></p>

<p>Prevendo também dificuldades de acesso aos equipamentos após a chegada aos municípios, técnicos do Tribunal realizam uma série de procedimentos antes do envio.</p>

<p>As urnas são ligadas e testadas individualmente para verificar o funcionamento antes do deslocamento.</p>

<p>Para reforçar a segurança logística, o planejamento também prevê o envio de urnas de contingência em quantidade estimada entre 8% e 10% do total destinado a cada localidade.</p>

<p>Esses equipamentos poderão substituir eventuais urnas com problemas durante a preparação ou no dia da votação.</p>

<p>O Amazonas possui mais de 1,3 milhão de eleitores aptos a votar apenas no interior do estado, distribuídos em cerca de 4,5 mil seções eleitorais.</p>

<p><strong>Em todo o Amazonas, são pouco mais de 2,8 milhões de eleitores e mais de 8.500 seções de votação.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:18</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Eleições 2026 têm recorde de candidaturas autodeclaradas LGBTQIA+</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-2026-tem-recorde-de-candidaturas-autodeclaradas-lgbtqia</link>
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<description><![CDATA[ O número de candidaturas LGBT+ registrou recorde para as eleições gerais deste ano no Brasil. Ao todo, 514 candidatos se autodeclararam parte do grupo, um crescimento de 57% em comparação com o pleito de 2022. Em termos proporcionais, a representatividade deu um salto: nas últimas eleições gerais, havia aproximadamente uma candidatura LGBT+ para cada 90 registros; em 2026, a relação passou para cerca de uma a cada 40. A maior expansão foi registrada entre os candidatos que concorrem à Câmara dos Deputados.

Os dados fazem parte de um levantamento divulgado esta semana pelo Instituto Plena Cidadania, organização que desenvolve projetos relacionados à democracia, cidadania e direitos humanos. Para Gui Mohallem, da diretoria executiva do Instituto Plena Cidadania, o aumento nos números é fruto de muito trabalho e que reflete no dia-a-dia da sociedade.

&quot;Quando a gente chega na política, a gente consegue trazer mudança material real na vida das pessoas. Em todos os instantes que a gente vê, a gente vê projetos inovadores de grande impacto nas áreas do clima, da educação, do transporte público. E eu acho que a população já entendeu isso, quando a gente começou, né, há 12 anos atrás, a gente contava nos dedos a quantidade de candidaturas. Agora, em 2026, a gente tem 514, mais de 500 pessoas se declarando LGBT&quot;.

 A expansão alcança novas regiões, com crescimento expressivo no Norte, que passou de 22 para 53 candidaturas; no Centro-Oeste o crescimento foi de 41 para 77; no Nordeste, de 73 para 133. A região Sudeste permanece na frente, concentrando a maior quantidade absoluta de candidaturas LGBT+, com 161 registros.

Outra diferença em 2026, de acordo com o levantamento, é o espalhamento das candidaturas, com uma distribuição mais diversificada entre diferentes partidos e correntes políticas. De acordo com o Instituto, os dados do levantamento são baseados em inscrições registradas no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e na plataforma do VoteLGBT, “considerando as candidaturas autodeclaradas e com autorização de divulgação”.

*Com informações da Agência Brasil.
  3:09 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 00:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleições, 2026, têm, recorde, candidaturas, autodeclaradas, LGBTQIA</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O número de candidaturas LGBT+ registrou recorde para as eleições gerais deste ano no Brasil. Ao todo, 514 candidatos se autodeclararam parte do grupo, um crescimento de 57% em comparação com o pleito de 2022. Em termos proporcionais, a representatividade deu um salto: nas últimas eleições gerais, havia aproximadamente uma candidatura LGBT+ para cada 90 registros; em 2026, a relação passou para cerca de uma a cada 40. A maior expansão foi registrada entre os candidatos que concorrem à Câmara dos Deputados.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700187&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700187&o=rss"></p>

<p>Os dados fazem parte de um levantamento divulgado esta semana pelo Instituto Plena Cidadania, organização que desenvolve projetos relacionados à democracia, cidadania e direitos humanos. Para Gui Mohallem, da diretoria executiva do Instituto Plena Cidadania, o aumento nos números é fruto de muito trabalho e que reflete no dia-a-dia da sociedade.</p>

<p>"Quando a gente chega na política, a gente consegue trazer mudança material real na vida das pessoas. Em todos os instantes que a gente vê, a gente vê projetos inovadores de grande impacto nas áreas do clima, da educação, do transporte público. E eu acho que a população já entendeu isso, quando a gente começou, né, há 12 anos atrás, a gente contava nos dedos a quantidade de candidaturas. Agora, em 2026, a gente tem 514, mais de 500 pessoas se declarando LGBT".</p>

<p> A expansão alcança novas regiões, com crescimento expressivo no Norte, que passou de 22 para 53 candidaturas; no Centro-Oeste o crescimento foi de 41 para 77; no Nordeste, de 73 para 133. A região Sudeste permanece na frente, concentrando a maior quantidade absoluta de candidaturas LGBT+, com 161 registros.</p>

<p>Outra diferença em 2026, de acordo com o levantamento, é o espalhamento das candidaturas, com uma distribuição mais diversificada entre diferentes partidos e correntes políticas. De acordo com o Instituto, os dados do levantamento são baseados em inscrições registradas no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e na plataforma do VoteLGBT, “considerando as candidaturas autodeclaradas e com autorização de divulgação”.</p>

<p>*Com informações da Agência Brasil.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:09</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Candidatos à Presidência da República realizam atos de campanha</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-da-republica-realizam-atos-de-campanha</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-da-republica-realizam-atos-de-campanha</guid>
<description><![CDATA[ Cinco candidatos à Presidência da República tiveram agendas de campanha em São Paulo nesta quinta-feira (20).

Ronaldo Caiado, do PSD, visitou o Clube da Comunidade Waldemar Moreno, na Zona Leste. Aos jornalistas, afirmou que vai trabalhar pela queda da taxa de juros e para aumentar o poder de compra dos brasileiros:


&quot;Olha, primeiro, ao chegar ao governo, dar um choque de credibilidade, para que realmente as pessoas acreditem em um país que possa ter a queda da taxa de juros e, a partir daí, criar mecanismos reais para que eles possam sobreviver. Esse grau de inadimplência hoje mostra exatamente o quadro da irresponsabilidade fiscal do governo.&quot;


Romeu Zema, do Novo, teve encontro com motoboys na região central de São Paulo e propôs a criação de uma tarifa mínima para a categoria, a exemplo do que ocorre com o serviço de táxi. Zema falou ainda que defende um regime de jornada baseado em horas trabalhadas:


&quot;Já falei, está lá na minha proposta: trabalho por hora. Isso tem em todo país civilizado, desenvolvido, sério, as pessoas terem esse tipo de opção. Nós, hoje, no Brasil, estamos incentivando a informalidade.&quot;


Flávio Bolsonaro, do PL, também esteve no Clube da Comunidade Waldemar Moreno. Após visitar o Armazém Solidário e o Mercado Municipal de São Miguel Paulista, o candidato prometeu, se eleito, levar iniciativas semelhantes a todo o país, garantindo alimentação saudável e barata à população de baixa renda.

Edmilson Costa, do PCB, participou do lançamento do livro &quot;Fidel Agora e Sempre&quot;, na Livraria Expressão Popular, em São Paulo.

Augusto Cury, do Avante, gravou material de campanha, também na capital paulista.

Em Cuiabá, capital de Mato Grosso, Clariana Barão, do Democracia Cristã, defendeu o combate ao feminicídio e ações integradas de segurança pública, durante entrevista ao Programa do Pop, da TV Cidade Verde.


&quot;É inadmissível que o nosso país seja o terceiro país em políticas públicas favoráveis às mulheres e o quinto país onde mais se matam mulheres em decorrência da violência de gênero. Mas eu tenho um projeto: quero espalhar pelo Brasil o centro unificado de atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica.&quot;


Hertz Dias, do PSTU, esteve na cidade de São João del-Rei, em Minas Gerais, em reuniões com representantes de lideranças sindicais e de movimentos sociais. Em comunicado, destacou que um dos principais eixos de seu programa de governo é o fim da escala 6x1, por entender que a iniciativa está ligada à luta por melhores condições de vida para a classe trabalhadora.

Lula, do PT, esteve em evento de campanha em Natal, capital do Rio Grande do Norte, ao lado de aliados.

Renan Santos, do Missão, defendeu a cultura da vaquejada como oportunidade de negócio no país e disse que, se eleito, haverá lei de incentivo focada na atividade. Em Maceió, realizou comício e coletiva de imprensa com transmissão ao vivo pelo canal do Missão.

Rui Costa Pimenta, do PCO, participou do programa Análise Internacional, no canal do Diário da Causa Operária, e de reuniões internas de campanha.

Samara Martins, do UP, fez ato de campanha no centro de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, uma caminhada na Saara e plenária de mulheres na Ocupação Almerinda Gama, no Centro.

Wilson Grassi, do Democrata, teve reuniões com equipe do partido.

Pablo Marçal, do PRTB, cancelou todas as agendas previstas para esta quinta-feira, seguindo orientações do jurídico da campanha. A medida atende a decisão cautelar do Tribunal Superior Eleitoral, que proibiu o candidato de realizar atos de campanha até a análise do mérito do registro de sua candidatura pelo PRTB, uma vez que Marçal estava filiado ao União Brasil em abril deste ano.

*Com produção de Marcella Nogueira
  4:28 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 00:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, Presidência, República, realizam, atos, campanha</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco candidatos à Presidência da República tiveram agendas de campanha em São Paulo nesta quinta-feira (20).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700252&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700252&o=rss"></p>

<p><strong>Ronaldo Caiado, do PSD</strong>, visitou o Clube da Comunidade Waldemar Moreno, na Zona Leste. Aos jornalistas, afirmou que vai trabalhar pela queda da taxa de juros e para aumentar o poder de compra dos brasileiros:</p>

<blockquote>
<p>"Olha, primeiro, ao chegar ao governo, dar um choque de credibilidade, para que realmente as pessoas acreditem em um país que possa ter a queda da taxa de juros e, a partir daí, criar mecanismos reais para que eles possam sobreviver. Esse grau de inadimplência hoje mostra exatamente o quadro da irresponsabilidade fiscal do governo."</p>
</blockquote>

<p><strong>Romeu Zema, do Novo</strong>, teve encontro com motoboys na região central de São Paulo e propôs a criação de uma tarifa mínima para a categoria, a exemplo do que ocorre com o serviço de táxi. Zema falou ainda que defende um regime de jornada baseado em horas trabalhadas:</p>

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<p>"Já falei, está lá na minha proposta: trabalho por hora. Isso tem em todo país civilizado, desenvolvido, sério, as pessoas terem esse tipo de opção. Nós, hoje, no Brasil, estamos incentivando a informalidade."</p>
</blockquote>

<p><strong>Flávio Bolsonaro, do PL</strong>, também esteve no Clube da Comunidade Waldemar Moreno. Após visitar o Armazém Solidário e o Mercado Municipal de São Miguel Paulista, o candidato prometeu, se eleito, levar iniciativas semelhantes a todo o país, garantindo alimentação saudável e barata à população de baixa renda.</p>

<p><strong>Edmilson Costa, do PCB</strong>, participou do lançamento do livro "Fidel Agora e Sempre", na Livraria Expressão Popular, em São Paulo.</p>

<p><strong>Augusto Cury, do Avante</strong>, gravou material de campanha, também na capital paulista.</p>

<p>Em Cuiabá, capital de Mato Grosso, <strong>Clariana Barão, do Democracia Cristã</strong>, defendeu o combate ao feminicídio e ações integradas de segurança pública, durante entrevista ao Programa do Pop, da TV Cidade Verde.</p>

<blockquote>
<p>"É inadmissível que o nosso país seja o terceiro país em políticas públicas favoráveis às mulheres e o quinto país onde mais se matam mulheres em decorrência da violência de gênero. Mas eu tenho um projeto: quero espalhar pelo Brasil o centro unificado de atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica."</p>
</blockquote>

<p><strong>Hertz Dias, do PSTU</strong>, esteve na cidade de São João del-Rei, em Minas Gerais, em reuniões com representantes de lideranças sindicais e de movimentos sociais. Em comunicado, destacou que um dos principais eixos de seu programa de governo é o fim da escala 6x1, por entender que a iniciativa está ligada à luta por melhores condições de vida para a classe trabalhadora.</p>

<p><strong>Lula, do PT</strong>, esteve em evento de campanha em Natal, capital do Rio Grande do Norte, ao lado de aliados.</p>

<p><strong>Renan Santos, do Missão</strong>, defendeu a cultura da vaquejada como oportunidade de negócio no país e disse que, se eleito, haverá lei de incentivo focada na atividade. Em Maceió, realizou comício e coletiva de imprensa com transmissão ao vivo pelo canal do Missão.</p>

<p><strong>Rui Costa Pimenta, do PCO</strong>, participou do programa Análise Internacional, no canal do Diário da Causa Operária, e de reuniões internas de campanha.</p>

<p><strong>Samara Martins, do UP</strong>, fez ato de campanha no centro de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, uma caminhada na Saara e plenária de mulheres na Ocupação Almerinda Gama, no Centro.</p>

<p><strong>Wilson Grassi, do Democrata</strong>, teve reuniões com equipe do partido.</p>

<p><strong>Pablo Marçal, do PRTB</strong>, cancelou todas as agendas previstas para esta quinta-feira, seguindo orientações do jurídico da campanha. A medida atende a decisão cautelar do Tribunal Superior Eleitoral, que proibiu o candidato de realizar atos de campanha até a análise do mérito do registro de sua candidatura pelo PRTB, uma vez que Marçal estava filiado ao União Brasil em abril deste ano.</p>

<p><em>*Com produção de Marcella Nogueira</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">4:28</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Candidatos à Presidência seguem com agenda de campanha nesta sexta</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-seguem-com-agenda-de-campanha-nesta-sexta</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-seguem-com-agenda-de-campanha-nesta-sexta</guid>
<description><![CDATA[ Sexta-feira (21) em plena campanha, vamos fazer um giro pra saber como será o dia dos candidatos à Presidência da República. Grande parte deles vai estar em Minas Gerais. E aí a gente fala do Lula, do PT, que participa, em Belo Horizonte, de um ato de campanha no começo da noite. Na Praça da Estação, no centro da cidade. Samara Martins, do Unidade Popular, participa de ato também no centro da cidade, na Praça 7, e se reúne com jovens em caminhada.

Hertz Dias, do PSTU, vai estar ali perto, na cidade de Congonhas, reunindo com sindicatos e dando entrevistas. 

Em São Paulo, Augusto Cury, do Avante, participa de seminário com evangélicos. Romeu Zema, do Novo, passa pela 25 de março, conversa com os comerciantes e o pessoal que vai estar por lá. Wilson Grassi, do Democrata, se reúne com a equipe de campanha. Já no interior do estado, em Araçatuba, Ronaldo Caiado, do PSD, se reúne com empresários do agro.

E no Rio, Flávio Bolsonaro, do PL, vai pra Nova Iguaçu e Duque de Caxias. Por fim, os demais, Clariana Barão, do DC, Edmilson Costa, do PCB, Renan Santos, do Missão, e Rui Costa Pimenta, do PCO, estão, por enquanto, sem agenda para hoje. Assim como Pablo Marçal, do PRTB, que não tem agenda para esta sexta-feira. Isso depois da decisão da Justiça Federal que proibiu Marçal de fazer campanha no rádio e na TV, participar de debates e de acessar o fundo partidário. Isso porque ele foi considerado inelegível até 2032 por uso indevido dos meios de comunicação. Ele ofereceu gravações em vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro nas eleições municipais de 2024. A equipe do candidato agora avalia os próximos passos dessa decisão.
  1:54 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 00:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, Presidência, seguem, com, agenda, campanha, nesta, sexta</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Sexta-feira (21) em plena campanha, vamos fazer um giro pra saber como será o dia dos candidatos à Presidência da República. Grande parte deles vai estar em Minas Gerais. E aí a gente fala do Lula, do PT, que participa, em Belo Horizonte, de um ato de campanha no começo da noite. Na Praça da Estação, no centro da cidade. Samara Martins, do Unidade Popular, participa de ato também no centro da cidade, na Praça 7, e se reúne com jovens em caminhada.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700266&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700266&o=rss"></p>

<p>Hertz Dias, do PSTU, vai estar ali perto, na cidade de Congonhas, reunindo com sindicatos e dando entrevistas. </p>

<p>Em São Paulo, Augusto Cury, do Avante, participa de seminário com evangélicos. Romeu Zema, do Novo, passa pela 25 de março, conversa com os comerciantes e o pessoal que vai estar por lá. Wilson Grassi, do Democrata, se reúne com a equipe de campanha. Já no interior do estado, em Araçatuba, Ronaldo Caiado, do PSD, se reúne com empresários do agro.</p>

<p>E no Rio, Flávio Bolsonaro, do PL, vai pra Nova Iguaçu e Duque de Caxias. Por fim, os demais, Clariana Barão, do DC, Edmilson Costa, do PCB, Renan Santos, do Missão, e Rui Costa Pimenta, do PCO, estão, por enquanto, sem agenda para hoje. Assim como Pablo Marçal, do PRTB, que não tem agenda para esta sexta-feira. Isso depois da decisão da Justiça Federal que proibiu Marçal de fazer campanha no rádio e na TV, participar de debates e de acessar o fundo partidário. Isso porque ele foi considerado inelegível até 2032 por uso indevido dos meios de comunicação. Ele ofereceu gravações em vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro nas eleições municipais de 2024. A equipe do candidato agora avalia os próximos passos dessa decisão.</p>
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<title>Debates em TV entram no foco dos candidatos à Presidência da República</title>
<link>https://apareceu.com/debates-em-tv-entram-no-foco-dos-candidatos-a-presidencia-da-republica</link>
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<description><![CDATA[ A participação em futuros debates eleitorais na televisão foi um dos destaques das falas dos candidatos à Presidência da República nesta sexta-feira (21).

O partido Democracia Cristã entrou com um pedido de liminar junto ao Tribunal Superior Eleitoral para que a candidata Clariana Barão participe do debate promovido pela TV Bandeirantes no próximo domingo.

A legenda alega que a emissora não convidou nenhuma mulher presidenciável, deixando de fora também Samara Martins (Unidade Popular). Para o partido, trata-se de desigualdade de gênero.

Ambas as candidatas não têm direito legal a participar de debates porque seus partidos não elegeram o mínimo de cinco parlamentares em 2022.

Apesar disso, o Democracia Cristã ressalta que outros dois candidatos sem representação mínima foram convidados, caso de Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo).

Nesta sexta-feira, Clariana Barão, participou de ato de campanha com aliados na praça Marechal Rondon, em Cuiabá.

Ronaldo Caiado (PSD) criticou os adversários que não confirmaram presença em debates promovidos por emissoras de televisão. Para ele, como o voto é obrigatório, a presença dos presidenciáveis nesses eventos deveria ser obrigatória, especialmente neste momento, avaliado por ele, como um dos mais críticos para a economia do país.

A declaração foi durante visita ao Mercado Municipal de São Paulo. Caiado também participou de evento no Sindicato Rural da Alta Noroeste, em Araçatuba (SP).

Hertz Dias (PSTU) continuou em campanha em Minas Gerais, dessa vez em Congonhas, onde realizou ato na Companhia Siderúrgica Nacional e defendeu a reestatização de empresas que passaram para iniciativa privada.


&quot;A gente está defendendo a reestatização de todas as empresas estratégicas para destravar o desenvolvimento socioeconômico do país. Tem que reestatizar e colocar sob o controle dos trabalhadores  a CSN, a Vale, a Eletrobras e outras empresas que são muito importantes para que esse país possa destravar o seu processo de desindustrialização&quot;.  


Flávio Bolsonaro {PL} participou de comício em Nova Iguaçu (RJ) e de carreata em Duque de Caxias (RJ). O candidato prometeu recuperar a economia e devolver o poder de compra às famílias brasileiras. Disse ainda que, se eleito, vai declarar guerra às organizações criminosas que atuam no país.

Samara Martins (UP} participou de debate com estudantes da UFMG, de ato em alusão ao Dia da Habitação e de encontro com jovens na Ocupação Maria do Arraial, em Belo Horizonte. A candidata afirmou que, se eleita, vai atuar para garantir moradia a quem mais precisa. 


&quot;Morar passou a ser um privilégio e nós lutamos por um direito constituicoional.  A especulação imobiliária é um crime. O piores criminosos são esses que  deixam os terrenos abandonados e não [dão para] as famílias  que dão função social para esses espaços, para garantir moradia para quem não tem condição de comprar&quot;.


Romeu Zema (Novo), esteve na Rua 25 de Março, em São Paulo, centro comercial citado pelos Estados Unidos como prejudicial a empresas americanas. Perguntado como pretende se relacionar com a Casa Branca nas relações comerciais, Zema afirmou que, além de mostrar o potencial do país, vai negociar até solucionar questões como o tarifaço.

Lula (PT) participa de ato de campanha  em Belo Horizonte, na Praça da Estação, no centro.

Edmilson Costa  (PCB) participa de encontro promovido pelo deputado federal Glauber Braga (PSOL) com jovens na Lapa, no Rio de Janeiro.

Augusto Cury (Avante) esteve no Instituto Presbiteriano Mackenzie, em São Paulo, onde participou de um debate promovido pela Associação Nacional de Magistrados Evangélicos.

Durante a fala, o candidato focou em sua área de atuação como psiquiatra, destacando temas ligados à saúde mental, como a &quot;gestão da emoção&quot;.

Em Maceió, Renan Santos visitou a favela do Mundaú e conheceu o trabalho de moradoras que atuam no resgate de animais abandonados. O candidato gravou vídeo incentivando a adoção dos animais, e incentivou o trabalho voluntário.

Rui Costa Pimenta (PCO) está em Brasília e prepara ato de lançamento de candidaturas pela legenda.

Wilson Grassi (Democrata) realizou sessão de fotos e teve reunião com equipe de marketing.

Pablo Marçal {PRTB está impedido pela Justiça Eleitoral de participar de debates até análise do registro de sua candidatura.

*Com produção de Marcella Nogueira. 
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A participação em futuros <strong>debates eleitorais</strong> na televisão foi um dos destaques das falas dos candidatos à Presidência da República nesta sexta-feira (21).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700363&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700363&o=rss"></p>

<p>O partido Democracia Cristã entrou com um pedido de liminar junto ao Tribunal Superior Eleitoral para que a candidata <strong>Clariana Barão</strong> participe do debate promovido pela TV Bandeirantes no próximo domingo.</p>

<p>A legenda alega que a emissora não convidou nenhuma mulher presidenciável, deixando de fora também <strong>Samara Martins </strong>(Unidade Popular). Para o partido, trata-se de desigualdade de gênero.</p>

<p>Ambas as candidatas não têm direito legal a participar de debates porque seus partidos não elegeram o mínimo de cinco parlamentares em 2022.</p>

<p>Apesar disso, o Democracia Cristã ressalta que outros dois candidatos sem representação mínima foram convidados, caso de Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo).</p>

<p>Nesta sexta-feira, Clariana Barão, participou de ato de campanha com aliados na praça Marechal Rondon, em Cuiabá.</p>

<p><strong>Ronaldo Caiado</strong> (PSD) criticou os adversários que não confirmaram presença em debates promovidos por emissoras de televisão. Para ele, como o voto é obrigatório, a presença dos presidenciáveis nesses eventos deveria ser obrigatória, especialmente neste momento, avaliado por ele, como um dos mais críticos para a economia do país.</p>

<p>A declaração foi durante visita ao Mercado Municipal de São Paulo. Caiado também participou de evento no Sindicato Rural da Alta Noroeste, em Araçatuba (SP).</p>

<p><strong>Hertz Dias </strong>(PSTU) continuou em campanha em Minas Gerais, dessa vez em Congonhas, onde realizou ato na Companhia Siderúrgica Nacional e defendeu a reestatização de empresas que passaram para iniciativa privada.</p>

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<p>"A gente está defendendo a reestatização de todas as empresas estratégicas para destravar o desenvolvimento socioeconômico do país. Tem que reestatizar e colocar sob o controle dos trabalhadores  a CSN, a Vale, a Eletrobras e outras empresas que são muito importantes para que esse país possa destravar o seu processo de desindustrialização".  </p>
</blockquote>

<p><strong>Flávio Bolsonaro</strong> {PL} participou de comício em Nova Iguaçu (RJ) e de carreata em Duque de Caxias (RJ). O candidato prometeu recuperar a economia e devolver o poder de compra às famílias brasileiras. Disse ainda que, se eleito, vai declarar guerra às organizações criminosas que atuam no país.</p>

<p><strong>Samara Martins </strong>(UP} participou de debate com estudantes da UFMG, de ato em alusão ao Dia da Habitação e de encontro com jovens na Ocupação Maria do Arraial, em Belo Horizonte. A candidata afirmou que, se eleita, vai atuar para garantir moradia a quem mais precisa. </p>

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<p><span>"Morar passou a ser um privilégio e nós lutamos por um direito constituicoional. </span> A especulação imobiliária é um crime. O piores criminosos são esses que  deixam os terrenos abandonados e não [dão para] as famílias  que dão função social para esses espaços, para garantir moradia para quem não tem condição de comprar".</p>
</blockquote>

<p><strong>Romeu Zema</strong> (Novo), esteve na Rua 25 de Março, em São Paulo, centro comercial citado pelos Estados Unidos como prejudicial a empresas americanas. Perguntado como pretende se relacionar com a Casa Branca nas relações comerciais, Zema afirmou que, além de mostrar o potencial do país, vai negociar até solucionar questões como o tarifaço.</p>

<p><strong>Lula </strong>(PT) participa de ato de campanha  em Belo Horizonte, na Praça da Estação, no centro.</p>

<p><strong>Edmilson Costa  </strong>(PCB) participa de encontro promovido pelo deputado federal Glauber Braga (PSOL) com jovens na Lapa, no Rio de Janeiro.</p>

<p><strong>Augusto Cury </strong>(Avante) esteve no Instituto Presbiteriano Mackenzie, em São Paulo, onde participou de um debate promovido pela Associação Nacional de Magistrados Evangélicos.</p>

<p>Durante a fala, o candidato focou em sua área de atuação como psiquiatra, destacando temas ligados à saúde mental, como a "gestão da emoção".</p>

<p>Em Maceió, <strong>Renan Santos</strong> visitou a favela do Mundaú e conheceu o trabalho de moradoras que atuam no resgate de animais abandonados. O candidato gravou vídeo incentivando a adoção dos animais, e incentivou o trabalho voluntário.</p>

<p><strong>Rui Costa Pimenta</strong> (PCO) está em Brasília e prepara ato de lançamento de candidaturas pela legenda.</p>

<p><strong>Wilson Grassi </strong>(Democrata) realizou sessão de fotos e teve reunião com equipe de marketing.</p>

<p><strong>Pablo Marçal </strong>{PRTB está impedido pela Justiça Eleitoral de participar de debates até análise do registro de sua candidatura.</p>

<p><em>*Com produção de Marcella Nogueira. </em></p>
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<title>Horário eleitoral gratuito no rádio e na TV começa na sexta, dia 28</title>
<link>https://apareceu.com/horario-eleitoral-gratuito-no-radio-e-na-tv-comeca-na-sexta-dia-28</link>
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<description><![CDATA[ O horário eleitoral gratuito no rádio e na TV começa na próxima sexta-feira, dia 28. Serão dois blocos. No rádio, de segunda à sábado, das 7h às 7h25 da manhã e das 12h às 12h25. E na TV, de 13h às 13h25 e das 20h30 às 20h55.

O tempo de cada candidato já foi definido. Ele é calculado com base na representatividade do partido na Câmara dos Deputados. A Coligação Brasil Pronto para Mais - do candidato Lula, do PT, vai ter cinco minutos e 31 segundos. É quem vai ter mais tempo. 

Depois vem o PL, com Flávio Bolsonaro, que terá quatro minutos e 20 segundos. Ronaldo Caiado, do PSD, com dois minutos e dois segundos, e Augusto Cury, do Avante, com 35 segundos. Os outros candidatos não terão direito ao horário eleitoral porque não atingiram a cláusula de desempenho.

E a ordem de exibição, como será? Essa ordem é definida por sorteio. O Avante, do Augusto Cury, foi o sorteado para a estreia, na sexta-feira dia 28. Depois virão Caiado, Flávio Bolsonaro e Lula. A partir daí, vai ocorrendo um rodízio.

O horário eleitoral vai até o dia primeiro de outubro. Três dias antes das eleições. 
 
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O horário eleitoral gratuito no rádio e na TV começa na próxima sexta-feira, dia 28. Serão dois blocos. No rádio, de segunda à sábado, das 7h às 7h25 da manhã e das 12h às 12h25. E na TV, de 13h às 13h25 e das 20h30 às 20h55.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700272&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700272&o=rss"></p>

<p>O tempo de cada candidato já foi definido. Ele é calculado com base na representatividade do partido na Câmara dos Deputados. A Coligação Brasil Pronto para Mais - do candidato Lula, do PT, vai ter cinco minutos e 31 segundos. É quem vai ter mais tempo. </p>

<p>Depois vem o PL, com Flávio Bolsonaro, que terá quatro minutos e 20 segundos. Ronaldo Caiado, do PSD, com dois minutos e dois segundos, e Augusto Cury, do Avante, com 35 segundos. Os outros candidatos não terão direito ao horário eleitoral porque não atingiram a cláusula de desempenho.</p>

<p>E a ordem de exibição, como será? Essa ordem é definida por sorteio. O Avante, do Augusto Cury, foi o sorteado para a estreia, na sexta-feira dia 28. Depois virão Caiado, Flávio Bolsonaro e Lula. A partir daí, vai ocorrendo um rodízio.</p>

<p>O horário eleitoral vai até o dia primeiro de outubro. Três dias antes das eleições. <br>
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<title>Alcolumbre envia PEC que prevê fim da escala 6x1 para CCJ do Senado</title>
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<description><![CDATA[ O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), enviou, nesta sexta-feira (21), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. O relator da matéria na CCJ será o senador Omar Aziz (PSD-AM).

Na semana passada, após conversas com o presidente Lula, Alcolumbre havia sinalizado que iria destravar o andamento da proposta no Senado.

A PEC do fim da escala 6x1 foi aprovada na Câmara dos Deputados em 27 de maio e reduz a carga horária máxima de trabalho para 40 horas semanais. A proposta estabelece ainda dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução salarial.

PEC da Segurança Pública

A PEC da Segurança Pública (18/2025) também foi enviada para a CCJ do Senado. O relator da proposta será o senador Rogério Carvalho (PT-SE). Aprovada pela Câmara em março, o texto reorganiza o sistema de segurança pública do país e destina parcialmente a arrecadação das apostas esportivas aos fundos nacionais de segurança pública e do sistema penitenciário.

Se aprovadas na Comissão de Constituição e Justiça, as duas PECs ainda precisam ser confirmadas no Plenário do Senado, onde precisam conquistar, no mínimo, o apoio de três quintos dos senadores — o equivalente a 49 votos –, em dois turnos.

*Com informações da Agência Brasil e da Agência Senado
  1:26 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), enviou, nesta sexta-feira (21), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. O relator da matéria na CCJ será o senador Omar Aziz (PSD-AM).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700368&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700368&o=rss"></p>

<p><strong>Na semana passada, após conversas com o presidente Lula, Alcolumbre havia sinalizado que iria destravar o andamento da proposta no Senado.</strong></p>

<p>A PEC do fim da escala 6x1 foi aprovada na Câmara dos Deputados em 27 de maio e reduz a carga horária máxima de trabalho para 40 horas semanais. A proposta estabelece ainda dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução salarial.</p>

<h3>PEC da Segurança Pública</h3>

<p><strong>A PEC da Segurança Pública (18/2025) também foi enviada para a CCJ do Senado. O relator da proposta será o senador Rogério Carvalho (PT-SE).</strong> Aprovada pela Câmara em março, o texto reorganiza o sistema de segurança pública do país e destina parcialmente a arrecadação das apostas esportivas aos fundos nacionais de segurança pública e do sistema penitenciário.</p>

<p>Se aprovadas na Comissão de Constituição e Justiça, as duas PECs ainda precisam ser confirmadas no Plenário do Senado, onde precisam conquistar, no mínimo, o apoio de três quintos dos senadores — o equivalente a 49 votos –, em dois turnos.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil e da Agência Senado</em></p>
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<title>Confira agenda dos candidatos à Presidência deste sábado</title>
<link>https://apareceu.com/confira-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-deste-sabado</link>
<guid>https://apareceu.com/confira-agenda-dos-candidatos-a-presidencia-deste-sabado</guid>
<description><![CDATA[ Vamos conferir a agenda deste sábado (22) dos candidatos à Presidência da República.

No Rio de Janeiro, nesta manhã, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e aliados fazem comício no Estádio da Moça Bonita, em Bangu.

No mesmo horário, Flávio Bolsonaro, do PL, participa do lançamento de campanha de Douglas Ruas, candidato do partido ao governo do Rio de Janeiro no Maracanãzinho e, à noite, segue para a Festa do Peão de Barretos, em São Paulo.

Ainda no Rio, Edmilson Costa, do PCB, se reúne com a Internacional Antifascista, na Casa da América Latina.

Em São Paulo, Ronaldo Caiado, do PSB, concede entrevista coletiva e participa do lançamento da campanha do deputado Carlos Sampaio, em Campinas.

Renan Santos, do Missão, lança projeto do Marco da Desfavelização, no Jardim Panorama.

Ainda em São Paulo, Romeu Zema, do Novo, encontra aposentados vítimas de golpes do INSS, na Praça Dom Orione.

Já Samara Martins, da UP, se reúne com apoiadores.

Wilson Grassi, do Democrata, conversa com sua equipe de campanha.

Augusto Cury, do Avante, participa de debate e grava conteúdo para a propaganda eleitoral.

Clariana Barão, do Democracia Cristã, não tem agenda pública.

Em Brasília, Rui Costa Pimenta, do PCO, participa de evento com candidatos do partido.

Proibido de fazer atos por decisão da Justiça Eleitoral, Pablo Marçal, do PRTB, não cumpre agenda.

Para acompanhar as regras oficiais de campanha, diretrizes eleitorais e a atualização das candidaturas, consulte o portal do Tribunal Superior Eleitoral.
  1:38 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 00:00:02 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Confira, agenda, dos, candidatos, Presidência, deste, sábado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos conferir a agenda deste sábado (22) dos candidatos à Presidência da República.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700370&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700370&o=rss"></p>

<p>No Rio de Janeiro, nesta manhã, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e aliados fazem comício no Estádio da Moça Bonita, em Bangu.</p>

<p>No mesmo horário, Flávio Bolsonaro, do PL, participa do lançamento de campanha de Douglas Ruas, candidato do partido ao governo do Rio de Janeiro no Maracanãzinho e, à noite, segue para a Festa do Peão de Barretos, em São Paulo.</p>

<p>Ainda no Rio, Edmilson Costa, do PCB, se reúne com a Internacional Antifascista, na Casa da América Latina.</p>

<p>Em São Paulo, Ronaldo Caiado, do PSB, concede entrevista coletiva e participa do lançamento da campanha do deputado Carlos Sampaio, em Campinas.</p>

<p>Renan Santos, do Missão, lança projeto do Marco da Desfavelização, no Jardim Panorama.</p>

<p>Ainda em São Paulo, Romeu Zema, do Novo, encontra aposentados vítimas de golpes do INSS, na Praça Dom Orione.</p>

<p>Já Samara Martins, da UP, se reúne com apoiadores.</p>

<p>Wilson Grassi, do Democrata, conversa com sua equipe de campanha.</p>

<p>Augusto Cury, do Avante, participa de debate e grava conteúdo para a propaganda eleitoral.</p>

<p>Clariana Barão, do Democracia Cristã, não tem agenda pública.</p>

<p>Em Brasília, Rui Costa Pimenta, do PCO, participa de evento com candidatos do partido.</p>

<p>Proibido de fazer atos por decisão da Justiça Eleitoral, Pablo Marçal, do PRTB, não cumpre agenda.</p>

<p>Para acompanhar as regras oficiais de campanha, diretrizes eleitorais e a atualização das candidaturas, consulte o portal do Tribunal Superior Eleitoral.</p>
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<title>Candidatos a presidência participam de debates, sabatinas e gravações</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-participam-de-debates-sabatinas-e-gravacoes</link>
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<description><![CDATA[ Nesta terça-feira (18), o dia de campanha dos candidatos à Presidência da República foi marcado por debates, sabatinas e gravação de material de campanha.

Clariana Barão, do Democracia Cristã (DC), realizou gravação na Avenida Paulista e em outros pontos de São Paulo. A candidata retorna para Várzea Grande, em Mato Groso, onde mora, e permanecerá até o dia 29 de agosto.

Augusto Cury, do Avante, participou do evento “Encontro com Presidenciáveis”, em Brasília, promovido pela UNECS, União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços. Durante sua fala, defendeu mandato de 8 anos para ministros do Supremo Tribunal Federal.


&quot;em relação ao STF, que eu tenho respeito, eu chamaria para um pacto nacional. O STF deveria ter o fim da vitaliciedade. Não mais, por exemplo, um ministro com 40 anos de idade. Aí fica mais 34 ano. Oito anos de mandato e depois vai embora para não mais voltar&quot;.


Augusto Cury também participou de duas sabatinas, em São Paulo, realizadas pelo SBT e SBT News.

Renan Santos, do Missão, também compareceu ao evento da UNECS, respondendo a perguntas individuais e com tempo de fala para apresentar propostas. O candidato ao Planalto fez críticas ao projeto que prevê o fim da escala 6x1; defendeu a adoção do trabalho por horas e a redução dos encargos sobre contratações. Destaque também para duras críticas às apostas esportivas.


&quot;Bet, mais crédito consignado, está gerando uma rotatividade absurda, uma perda de produtividade absurda. As empresas não conseguem investir na formação da sua própria mão de obra. Isso é doentio. É uma droga pior do que o crack, pior do que a cocaína. As pessoas acham que aquilo é espécie de um complemento de renda&quot;


Em entrevista ao Canal “Farol do Brasil”, Edmilson Costa, do PCB, apresentou propostas na área de economia, incluindo reestatização de empresas públicas e a criação de um banco do trabalhador.


&quot;Primeiro, a nacionalização e o controle público de todo o sistema financeiro brasileiro, porque o sistema financeiro brasileiro vive da especulação financeira e da cobrança de altos juros para a população brasileira. E criar o banco dos trabalhadores que vai ter a tarefa de gerir os fundos patrimoniais e os fundos financeiros&quot;.


Pelo segundo dia em Belo Horizonte, Flávio Bolsonaro, do PL, discursou a apoiadores em defesa de pautas da área da segurança pública, como a redução da maioridade penal, ampliação da pena para roubo de celular e se disse alvo de ameaças, por defender a classificação de milícias como terroristas.


&quot;Desde que eu falei que eu vou classificar PCC, Comando Vermelho, milícias como terroristas,  eu já recebi mais de 1.800 ameaças de morte.  Eu tenho que vir aqui vestindo colete à prova de bala.  Tive que reforçar minha segurança.  Eu só consigo andar na rua se a polícia me ajudar&quot;.


Ronaldo Caiado, do PSD, e Romeu Zema, do Novo, também estiveram no encontro promovido pela União Nacional de Entidades de Comércio e Serviços, em Brasília.

Pela manhã, em São Paulo, Ronaldo Caiado apresentou propostas para área da saúde, como a criação de um painel de eficiência do SUS; redução do tempo de espera na fila, com prioridade para pacientes mais graves; políticas voltadas aos idosos, crianças, mulheres e indígenas.

Também em São Paulo, Romeu Zema esteve com mulheres que tiveram familiares afetados por jogos de apostas e prometeu, se eleito, acabar com as bets.

Pablo Marçal, do PRTB, concedeu entrevistas, participou de sabatina online no SBT News e de podcasts.

Rui Costa Pimenta, do PCO, participou de programa na Rádio Causa Operária e concedeu entrevista ao Canal do Galo Preto, ambos no Youtube.

Hertz Dias, do PSTU, gravou vídeos para as redes sociais. Wilson Grassi, do Democrata, participou de entrevista ao podcast Ibratalks.

Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e Samara Martins, do UP, não tiveram compromissos de campanha nesta terça-feira.

* Com produção de Marcela Nogueira

 

 
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, presidência, participam, debates, sabatinas, gravações</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (18), o dia de campanha dos candidatos à Presidência da República foi marcado por <strong>debates, sabatinas e gravação de material de campanha</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700040&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700040&o=rss"></p>

<p><strong>Clariana Barão</strong>, do Democracia Cristã (DC), realizou gravação na Avenida Paulista e em outros pontos de São Paulo. A candidata retorna para Várzea Grande, em Mato Groso, onde mora, e permanecerá até o dia 29 de agosto.</p>

<p><strong>Augusto Cury</strong>, do Avante, participou do evento “Encontro com Presidenciáveis”, em Brasília, promovido pela UNECS, União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços. Durante sua fala, defendeu mandato de 8 anos para ministros do Supremo Tribunal Federal.</p>

<blockquote>
<p>"em relação ao STF, que eu tenho respeito, eu chamaria para um pacto nacional. O STF deveria ter o fim da vitaliciedade. Não mais, por exemplo, um ministro com 40 anos de idade. Aí fica mais 34 ano. Oito anos de mandato e depois vai embora para não mais voltar".</p>
</blockquote>

<p>Augusto Cury também participou de duas sabatinas, em São Paulo, realizadas pelo SBT e SBT News.</p>

<p><strong>Renan Santos</strong>, do Missão, também compareceu ao evento da UNECS, respondendo a perguntas individuais e com tempo de fala para apresentar propostas. O candidato ao Planalto fez críticas ao projeto que prevê o fim da escala 6x1; defendeu a adoção do trabalho por horas e a redução dos encargos sobre contratações. Destaque também para duras críticas às apostas esportivas.</p>

<blockquote>
<p>"Bet, mais crédito consignado, está gerando uma rotatividade absurda, uma perda de produtividade absurda. As empresas não conseguem investir na formação da sua própria mão de obra. Isso é doentio. É uma droga pior do que o crack, pior do que a cocaína. As pessoas acham que aquilo é espécie de um complemento de renda"</p>
</blockquote>

<p>Em entrevista ao Canal “Farol do Brasil”,<strong> Edmilson Costa</strong>, do PCB, apresentou propostas na área de economia, incluindo reestatização de empresas públicas e a criação de um banco do trabalhador.</p>

<blockquote>
<p>"Primeiro, a nacionalização e o controle público de todo o sistema financeiro brasileiro, porque o sistema financeiro brasileiro vive da especulação financeira e da cobrança de altos juros para a população brasileira. E criar o banco dos trabalhadores que vai ter a tarefa de gerir os fundos patrimoniais e os fundos financeiros".</p>
</blockquote>

<p>Pelo segundo dia em Belo Horizonte, <strong>Flávio Bolsonaro</strong>, do PL, discursou a apoiadores em defesa de pautas da área da segurança pública, como a redução da maioridade penal, ampliação da pena para roubo de celular e se disse alvo de ameaças, por defender a classificação de milícias como terroristas.</p>

<blockquote>
<p>"Desde que eu falei que eu vou classificar PCC, Comando Vermelho, milícias como terroristas,  eu já recebi mais de 1.800 ameaças de morte.  Eu tenho que vir aqui vestindo colete à prova de bala.  Tive que reforçar minha segurança.  Eu só consigo andar na rua se a polícia me ajudar".</p>
</blockquote>

<p><strong>Ronaldo Caiado</strong>, do PSD, e <strong>Romeu Zema</strong>, do Novo, também estiveram no encontro promovido pela União Nacional de Entidades de Comércio e Serviços, em Brasília.</p>

<p>Pela manhã, em São Paulo, Ronaldo Caiado apresentou propostas para área da saúde, como a criação de um painel de eficiência do SUS; redução do tempo de espera na fila, com prioridade para pacientes mais graves; políticas voltadas aos idosos, crianças, mulheres e indígenas.</p>

<p>Também em São Paulo, Romeu Zema esteve com mulheres que tiveram familiares afetados por jogos de apostas e prometeu, se eleito, acabar com as bets.</p>

<p><strong>Pablo Marçal</strong>, do PRTB, concedeu entrevistas, participou de sabatina online no SBT News e de podcasts.</p>

<p><strong>Rui Costa Pimenta</strong>, do PCO, participou de programa na Rádio Causa Operária e concedeu entrevista ao Canal do Galo Preto, ambos no Youtube.</p>

<p><strong>Hertz Dias</strong>, do PSTU, gravou vídeos para as redes sociais. <strong>Wilson Grassi</strong>, do Democrata, participou de entrevista ao podcast Ibratalks.</p>

<p><strong>Luiz Inácio Lula da Silva,</strong> do PT, e <strong>Samara Martins,</strong> do UP, não tiveram compromissos de campanha nesta terça-feira.</p>

<h5>* Com produção de Marcela Nogueira</h5>

<p> </p>

<p> </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">5:00</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Romeu Zema é candidato à Presidência pelo partido Novo</title>
<link>https://apareceu.com/romeu-zema-e-candidato-a-presidencia-pelo-partido-novo</link>
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<description><![CDATA[ Romeu Zema, de 61 anos, defenderá o partido Novo no pleito presidencial de 2026. Nascido em Araxá, município do Triângulo Mineiro, Zema era até então governador de Minas Gerais, função da qual se afastou para participar da disputa.

Graduado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas, desenvolveu sua carreira profissional no setor privado. Tornou-se conhecido pela experiência de administração de empresas e pela imagem de gestor, atuando junto ao grupo empresarial criado por sua família.

Na política, passou a defender propostas relacionadas ao equilíbrio das contas públicas, redução da burocracia e à ampliação da participação do setor privado na economia. A estreia em eleições ocorreu em 2018, quando ingressou na legenda e foi eleito, pela primeira vez, governador de Minas Gerais. Em 2022, foi reeleito ainda no primeiro turno.

A atuação de Romeu Zema é frequentemente associada ao liberalismo econômico. O senador Eduardo Girão, também do Novo, compõe a chapa como candidato a vice-presidente.

* Com informações da Agência Brasil
  1:22 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Romeu, Zema, candidato, Presidência, pelo, partido, Novo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Romeu Zema, de 61 anos, defenderá o partido Novo no pleito presidencial de 2026. Nascido em Araxá, município do Triângulo Mineiro, Zema era até então governador de Minas Gerais, função da qual se afastou para participar da disputa.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700058&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700058&o=rss"></p>

<p>Graduado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas, desenvolveu sua carreira profissional no setor privado. Tornou-se conhecido pela experiência de administração de empresas e pela imagem de gestor, atuando junto ao grupo empresarial criado por sua família.</p>

<p>Na política, passou a defender propostas relacionadas ao equilíbrio das contas públicas, redução da burocracia e à ampliação da participação do setor privado na economia. A estreia em eleições ocorreu em 2018, quando ingressou na legenda e foi eleito, pela primeira vez, governador de Minas Gerais. Em 2022, foi reeleito ainda no primeiro turno.</p>

<p>A atuação de Romeu Zema é frequentemente associada ao liberalismo econômico. O senador Eduardo Girão, também do Novo, compõe a chapa como candidato a vice-presidente.</p>

<p>* Com informações da Agência Brasil</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:22</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Rui Costa Pimenta chega a sua quarta disputa presidencial pelo PCO</title>
<link>https://apareceu.com/rui-costa-pimenta-chega-a-sua-quarta-disputa-presidencial-pelo-pco</link>
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<description><![CDATA[ O jornalista Rui Costa Pimenta vai disputar em 2026 a quarta eleição para presidente da República pelo Partido da Causa Operária (PCO).

Nascido em São Paulo, Rui tem 69 anos e é neto de João Jorge da Costa Pimenta, um dos fundadores do Partido Comunista do Brasil.

O candidato começou a atividade política ainda durante a ditadura militar em 1976.

Militou no movimento estudantil ao entrar na universidade e participou do Congresso de Refundação da União Nacional dos Estudantes (UNE) em 1980.

Rui Pimenta foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT).

Em 1985, durante o crescimento dos movimentos grevistas, foi eleito diretor da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na região da Grande São Paulo.

Nos anos 1990, parte dos membros do PT romperam com o partido e, em 1995, o PCO foi lançado.

Rui preside o partido desde então.

O candidato a vice-presidente na chapa é Antônio Carlos Silva, servidor público e vice-presidente do partido.
  1:01 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Rui, Costa, Pimenta, chega, sua, quarta, disputa, presidencial, pelo, PCO</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Rui Costa Pimenta vai disputar em 2026 a quarta eleição para presidente da República pelo Partido da Causa Operária (PCO).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700063&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700063&o=rss"></p>

<p><strong>Nascido em São Paulo, Rui tem 69 anos e é neto de João Jorge da Costa Pimenta, um dos fundadores do Partido Comunista do Brasil.</strong></p>

<p>O candidato começou a atividade política ainda durante a ditadura militar em 1976.</p>

<p>Militou no movimento estudantil ao entrar na universidade e participou do Congresso de Refundação da União Nacional dos Estudantes (UNE) em 1980.</p>

<p>Rui Pimenta foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT).</p>

<p><strong>Em 1985, durante o crescimento dos movimentos grevistas, foi eleito diretor da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na região da Grande São Paulo.</strong></p>

<p>Nos anos 1990, parte dos membros do PT romperam com o partido e, em 1995, o PCO foi lançado.</p>

<p>Rui preside o partido desde então.</p>

<p><strong>O candidato a vice-presidente na chapa é Antônio Carlos Silva, servidor público e vice-presidente do partido.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:01</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Candidatos participam de gravações, entrevistas e eventos nesta quarta</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-participam-de-gravacoes-entrevistas-e-eventos-nesta-quarta</link>
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<description><![CDATA[ A quarta-feira será de gravação de programas eleitorais e material de campanha para os candidatos Flávio Bolsonaro do PL, Pablo Marçal do PRTB e Augusto Cury do Avante, que participa também de evento em Ribeirão Preto no interior de São Paulo.

Romeu Zema do Novo está na capital paulista, onde participa no fim do dia de uma sabatina, e Renan Santos do Missão em eventos em João Pessoa na Paraíba.

Já Ronaldo Caiado do PSD está em Brasília, participa de um fórum com presidenciáveis.

Enquanto isso, Wilson Grace do Democratas estará em Salvador concedendo entrevistas e conversando com eleitores.

Edmilson Costa do PCB concede entrevista à Folha de S.Paulo.

Rui Costa do PCO, Samara Martins do Unidade Popular, Lula do PT e Clariana Barand do Democracia Cristã não têm agenda de campanha para hoje.
  0:57 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, participam, gravações, entrevistas, eventos, nesta, quarta</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A quarta-feira será de gravação de programas eleitorais e material de campanha para os candidatos Flávio Bolsonaro do PL, Pablo Marçal do PRTB e Augusto Cury do Avante, que participa também de evento em Ribeirão Preto no interior de São Paulo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700067&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700067&o=rss"></p>

<p><strong>Romeu Zema do Novo está na capital paulista, onde participa no fim do dia de uma sabatina, e Renan Santos do Missão em eventos em João Pessoa na Paraíba.</strong></p>

<p>Já Ronaldo Caiado do PSD está em Brasília, participa de um fórum com presidenciáveis.</p>

<p><strong>Enquanto isso, Wilson Grace do Democratas estará em Salvador concedendo entrevistas e conversando com eleitores.</strong></p>

<p>Edmilson Costa do PCB concede entrevista à Folha de S.Paulo.</p>

<p><strong>Rui Costa do PCO, Samara Martins do Unidade Popular, Lula do PT e Clariana Barand do Democracia Cristã não têm agenda de campanha para hoje.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">0:57</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Renan Santos, fundador do MBL, chega a sua 1ª disputa eleitoral</title>
<link>https://apareceu.com/renan-santos-fundador-do-mbl-chega-a-sua-1a-disputa-eleitoral</link>
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<description><![CDATA[ Renan Antônio Ferreira dos Santos nasceu na capital paulista em 14 de fevereiro de 1984.

Em suas redes sociais, ele se define como político, escritor e guitarrista.

Santos foi estudante de Direito da USP (Universidade de São Paulo), onde ingressou na política estudantil no Centro Acadêmico XI de Agosto.

Ele é fundador do MBL (Movimento Brasil Livre), criado em 2014, e atual presidente nacional do Partido Missão, legenda pela qual concorre como candidato à Presidência da República nas eleições deste ano.

O Missão foi homologado no Tribunal Superior Eleitoral em novembro de 2025, tendo o número 14 como opção na urna eletrônica.

Esta é a primeira vez que Renan irá disputar um cargo eletivo.

A candidatura foi oficializada em julho passado, durante a convenção nacional da legenda.

O candidato a vice-presidente em sua chapa é o tenente-coronel da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, Aroldo Medina, também do mesmo partido.
  1:14 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Renan, Santos, fundador, MBL, chega, sua, 1ª, disputa, eleitoral</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Renan Antônio Ferreira dos Santos nasceu na capital paulista em 14 de fevereiro de 1984.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700084&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700084&o=rss"></p>

<p>Em suas redes sociais, ele se define como político, escritor e guitarrista.</p>

<p><strong>Santos foi estudante de Direito da USP (Universidade de São Paulo), onde ingressou na política estudantil no Centro Acadêmico XI de Agosto.</strong></p>

<p>Ele é fundador do MBL (Movimento Brasil Livre), criado em 2014, e atual presidente nacional do Partido Missão, legenda pela qual concorre como candidato à Presidência da República nas eleições deste ano.</p>

<p>O Missão foi homologado no Tribunal Superior Eleitoral em novembro de 2025, tendo o número 14 como opção na urna eletrônica.</p>

<p><strong>Esta é a primeira vez que Renan irá disputar um cargo eletivo.</strong></p>

<p>A candidatura foi oficializada em julho passado, durante a convenção nacional da legenda.</p>

<p><strong>O candidato a vice-presidente em sua chapa é o tenente-coronel da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, Aroldo Medina, também do mesmo partido.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:14</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Samara Martins, candidata pela UP, trabalha pelo SUS no RN</title>
<link>https://apareceu.com/samara-martins-candidata-pela-up-trabalha-pelo-sus-no-rn</link>
<guid>https://apareceu.com/samara-martins-candidata-pela-up-trabalha-pelo-sus-no-rn</guid>
<description><![CDATA[ A mineira Samara Martins Feitosa disputa pela primeira vez a Presidência da República aos 38 anos.

Candidata pelo partido Unidade Popular pelo Socialismo (UP), Samara é cirurgiã-dentista e trabalha no Sistema Único de Saúde no Rio Grande do Norte.

Em 2022, a candidata foi vice de Leonardo Péricles na chapa da UP que concorreu à Presidência da República.

O partido de esquerda foi fundado em 2016 e se define como defensor do socialismo para lutar contra todas as formas de opressão e construir o poder popular como alternativa para acabar com a fome, a miséria e o desemprego.

O partido atua em movimentos sindicais, de mulheres, de estudantes e de luta pela habitação.

Samara é negra, feminista e mãe de dois filhos.

A candidata iniciou sua trajetória no movimento estudantil, atuando na Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas da Grande Belo Horizonte e na União Nacional dos Estudantes como diretora de mulheres.

Samara ainda atua nos movimentos sindical, negro e de mulheres.

Sua candidata a vice é a paraense Raquel Brício, de 35 anos, guarda portuária, sindicalista e uma das fundadoras do Movimento de Mulheres Olga Benário.
  1:26 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Samara, Martins, candidata, pela, UP, trabalha, pelo, SUS</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A mineira Samara Martins Feitosa disputa pela primeira vez a Presidência da República aos 38 anos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700085&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700085&o=rss"></p>

<p><strong>Candidata pelo partido Unidade Popular pelo Socialismo (UP), Samara é cirurgiã-dentista e trabalha no Sistema Único de Saúde no Rio Grande do Norte.</strong></p>

<p>Em 2022, a candidata foi vice de Leonardo Péricles na chapa da UP que concorreu à Presidência da República.</p>

<p>O partido de esquerda foi fundado em 2016 e se define como defensor do socialismo para lutar contra todas as formas de opressão e construir o poder popular como alternativa para acabar com a fome, a miséria e o desemprego.</p>

<p>O partido atua em movimentos sindicais, de mulheres, de estudantes e de luta pela habitação.</p>

<p><strong>Samara é negra, feminista e mãe de dois filhos.</strong></p>

<p>A candidata iniciou sua trajetória no movimento estudantil, atuando na Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas da Grande Belo Horizonte e na União Nacional dos Estudantes como diretora de mulheres.</p>

<p>Samara ainda atua nos movimentos sindical, negro e de mulheres.</p>

<p><strong>Sua candidata a vice é a paraense Raquel Brício, de 35 anos, guarda portuária, sindicalista e uma das fundadoras do Movimento de Mulheres Olga Benário.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:26</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Após 37 anos, Ronaldo Caiado (PSD) volta a disputar a presidência</title>
<link>https://apareceu.com/apos-37-anos-ronaldo-caiado-psd-volta-a-disputar-a-presidencia</link>
<guid>https://apareceu.com/apos-37-anos-ronaldo-caiado-psd-volta-a-disputar-a-presidencia</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Em 2026, Ronaldo Caiado volta a concorrer à Presidência da República após 37 anos. Ele é o candidato do PSD, o Partido Social Democrático, e tem como vice na chapa o presidente da sigla, Gilberto Kassab.

Natural de Anápolis, em Goiás, Caiado tem 76 anos e se formou médico ortopedista pela Escola de Medicina e Cirurgia, no Rio de Janeiro.

Notícias relacionadas:Ronaldo Caiado é o candidato do PSD à Presidência.PSD oficializa candidatura de Caiado à presidência da República.Vindo de família de produtores rurais, começou na política depois de presidir a União Democrática Ruralista, entidade que defende os interesses dos grandes proprietários rurais.

Foi governador de Goiás por dois mandatos consecutivos, cargo ao qual renunciou para disputar a Presidência. Ronaldo Caiado também já foi senador por um mandato e outras cinco vezes deputado federal.

O PSD é um partido que se declara de centro, foi fundado em 2011 e não tem relação com o antigo PSD de Juscelino Kubistchek. Teve adesão de políticos de partidos como o DEM, PMN, PP, PSDB e PMDB.

*Com informações da Agência Brasil. 
  1:01 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Após, anos, Ronaldo, Caiado, PSD, volta, disputar, presidência</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-08/apos-37-anos-ronaldo-caiado-psd-volta-disputar-presidencia">
                    <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil">
				</a></p>Em 2026, Ronaldo Caiado volta a concorrer à Presidência da República após 37 anos. Ele é o candidato do PSD, o Partido Social Democrático, e tem como vice na chapa o presidente da sigla, Gilberto Kassab.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700105&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700105&o=rss">

<p>Natural de Anápolis, em Goiás, Caiado tem 76 anos e se formou médico ortopedista pela Escola de Medicina e Cirurgia, no Rio de Janeiro.</p>

<p></p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-08/eleicoes-2026-ronaldo-caiado-e-o-candidato-do-psd-presidencia">Ronaldo Caiado é o candidato do PSD à Presidência.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-07/psd-oficializa-candidatura-de-caiado-presidencia-da-republica">PSD oficializa candidatura de Caiado à presidência da República.</a></li></ul>Vindo de família de produtores rurais, começou na política depois de presidir a União Democrática Ruralista, entidade que defende os interesses dos grandes proprietários rurais.

<p>Foi governador de Goiás por dois mandatos consecutivos, cargo ao qual renunciou para disputar a Presidência. Ronaldo Caiado também já foi senador por um mandato e outras cinco vezes deputado federal.</p>

<p>O PSD é um partido que se declara de centro, foi fundado em 2011 e não tem relação com o antigo PSD de Juscelino Kubistchek. Teve adesão de políticos de partidos como o DEM, PMN, PP, PSDB e PMDB.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil. </em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:01</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Wilson Grassi concorre à presidência com Suêd Haidar como vice</title>
<link>https://apareceu.com/wilson-grassi-concorre-a-presidencia-com-sued-haidar-como-vice</link>
<guid>https://apareceu.com/wilson-grassi-concorre-a-presidencia-com-sued-haidar-como-vice</guid>
<description><![CDATA[ O candidato à Presidência da República pelo Partido Democrata é o paulistano, empresário e veterinário Wilson Grassi, de 56 anos. Ele concorre ao Palácio do Planalto, tendo como vice a empresária Suêd Haidar.

Grassi é conselheiro da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo e atua pela causa animal, incluindo a defesa da instalação de hospitais públicos para o atendimento de cães e gatos.

O candidato nunca exerceu cargo público, mas disputou eleições pelo PV e pelo PRTB para vereador, deputado estadual e deputado federal por São Paulo.

Esta é a primeira vez que o Democrata lança uma candidatura própria para o cargo máximo do Poder Executivo nacional.

A legenda foi fundada em 2015 a partir do antigo Partido da Mulher Brasileira.
  0:54 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/1WrZhXLEuG_hGfsxftW5pLgwmrU=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/08/02/470069525_27790434020603460_2548069875667550502_n.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Wilson, Grassi, concorre, presidência, com, Suêd, Haidar, como, vice</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O candidato à Presidência da República pelo Partido Democrata é o paulistano, empresário e veterinário Wilson Grassi, de 56 anos. Ele concorre ao Palácio do Planalto, tendo como vice a empresária Suêd Haidar.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700088&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700088&o=rss"></p>

<p>Grassi é conselheiro da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo e atua pela causa animal, incluindo a defesa da instalação de hospitais públicos para o atendimento de cães e gatos.</p>

<p>O candidato nunca exerceu cargo público, mas disputou eleições pelo PV e pelo PRTB para vereador, deputado estadual e deputado federal por São Paulo.</p>

<p>Esta é a primeira vez que o Democrata lança uma candidatura própria para o cargo máximo do Poder Executivo nacional.</p>

<p>A legenda foi fundada em 2015 a partir do antigo Partido da Mulher Brasileira.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">0:54</span>]]> </content:encoded>
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<title>Prazo para eleitor pedir voto em trânsito termina nesta quinta&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/prazo-para-eleitor-pedir-voto-em-transito-termina-nesta-quinta-feira</link>
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<description><![CDATA[ Termina nesta quinta-feira, 20 de agosto, o prazo para o eleitor pedir o voto em trânsito. A informação é do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral. O serviço permite ao cidadão votar em cidade diferente do seu domicílio eleitoral, ou seja, em um município distinto daquele onde está o seu registro de eleitor. O pedido pode ser feito na página tse.jus.br ou de forma presencial nos cartórios eleitorais, com a apresentação de um documento oficial de identificação com foto.

É importante lembrar que o voto em trânsito é apenas para quem está com a situação regular junto à Justiça Eleitoral. Como o cadastro fechou em 6 de maio, eleitores com o título suspenso ou cancelado não conseguem fazer a solicitação.

O serviço pode ser requisitado para o primeiro turno, marcado para 4 de outubro, para o segundo, em 25 de outubro, ou para os dois turnos, mas está disponível somente nas capitais e nos municípios com mais de 100 mil eleitores, de acordo com o TSE. É possível encontrar a relação dos locais onde haverá voto em trânsito nas páginas dos tribunais regionais eleitorais: tre-SIGLA DO ESTADO.jus.br.

Quem mudar de ideia também tem até o dia 20 de agosto para cancelar ou alterar o pedido. Depois disso, a inscrição fica temporariamente vinculada à cidade escolhida. Se o eleitor não comparecer ao local de votação indicado, ele não poderá votar na sua seção de origem e terá que justificar a ausência.

Também é preciso atenção quanto aos cargos: quem estiver em outra cidade, mas dentro do mesmo estado, vota para todos os cargos. Já quem estiver em um estado diferente vota apenas para presidente da República, assim como quem vota no exterior e estará no Brasil para votar em trânsito.

Segundo o TSE, o voto em trânsito existe somente em território nacional, não sendo possível solicitar o serviço para votar em outro país.
  2:10 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Prazo, para, eleitor, pedir, voto, trânsito, termina, nesta, quinta-feira</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Termina nesta quinta-feira, 20 de agosto, o prazo para o eleitor pedir o voto em trânsito. A informação é do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral. O serviço permite ao cidadão votar em cidade diferente do seu domicílio eleitoral, ou seja, em um município distinto daquele onde está o seu registro de eleitor. <strong>O pedido pode ser feito na página tse.jus.br ou de forma presencial nos cartórios eleitorais, com a apresentação de um documento oficial de identificação com foto.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700128&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700128&o=rss"></p>

<p>É importante lembrar que o voto em trânsito é apenas para quem está com a situação regular junto à Justiça Eleitoral. Como o cadastro fechou em 6 de maio, eleitores com o título suspenso ou cancelado não conseguem fazer a solicitação.</p>

<p>O serviço pode ser requisitado para o primeiro turno, marcado para 4 de outubro, para o segundo, em 25 de outubro, ou para os dois turnos, mas está disponível somente nas capitais e nos municípios com mais de 100 mil eleitores, de acordo com o TSE. É possível encontrar a relação dos locais onde haverá voto em trânsito nas páginas dos tribunais regionais eleitorais: tre-SIGLA DO ESTADO.jus.br.</p>

<p><strong>Quem mudar de ideia também tem até o dia 20 de agosto para cancelar ou alterar o pedido.</strong> Depois disso, a inscrição fica temporariamente vinculada à cidade escolhida. Se o eleitor não comparecer ao local de votação indicado, ele não poderá votar na sua seção de origem e terá que justificar a ausência.</p>

<p>Também é preciso atenção quanto aos cargos: quem estiver em outra cidade, mas dentro do mesmo estado, vota para todos os cargos. Já quem estiver em um estado diferente vota apenas para presidente da República, assim como quem vota no exterior e estará no Brasil para votar em trânsito.</p>

<p>Segundo o TSE, o voto em trânsito existe somente em território nacional, não sendo possível solicitar o serviço para votar em outro país.</p>
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<title>Presidenciáveis apresentam propostas de governo</title>
<link>https://apareceu.com/presidenciaveis-apresentam-propostas-de-governo</link>
<guid>https://apareceu.com/presidenciaveis-apresentam-propostas-de-governo</guid>
<description><![CDATA[ Nesta quarta-feira (19), os candidatos a presidente da República intensificaram ações de campanha para apresentar suas propostas de governo.

Augusto Cury (Avante), promoveu debate digital no Instagram sobre saúde mental. Também pelas redes sociais, o candidato afirmou que pretende governar para solucionar problemas como o alto custo de vida do brasileiro, a criminalidade e o feminicídio.

Em João Pessoa, capital da Paraíba, Renan Santos (Missão) abordou questões ligadas ao tráfico de drogas e domínio territorial de organizações criminosas. Em vídeo, apareceu em uma retroescavadeira retirando o que seria uma possível barricada atribuída à facção criminosa.

Ronaldo Caiado (PSD) defendeu a renovação do SUS levando em conta o envelhecimento da população brasileira. Caiado falou sobre seu plano de governo para saúde durante o 34º Congresso das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, em Brasília.

Participou ainda do 11º Fórum CNT de Debates - Edição Presidenciáveis, onde destacou a capacidade nacional de realizar pesquisa e soluções na área da indústria. O encontro também ocorreu em Brasília.

Hertz Dias (PSTU) participou de uma assembleia dos trabalhadores da educação municipal de Juiz de Fora (MG). No evento, criticou a crescente influência de grupos empresariais sobre a educação brasileira.O candidato defendeu a revogação da Base Nacional Comum Curricular e o do Novo Ensino Médio, por avaliar que não atendem às necessidades dos trabalhadores da educação nem dos estudantes.  

Romeu Zema (Novo) visitou uma feira livre em Guaianases, na zona leste de São Paulo, para conversar com comerciantes e consumidores sobre a inflação dos alimentos.

Em entrevista à Rádio Itapoan FM, de Salvador, Wilson Grassi (Democrata) defendeu a criação de programa voltado à aplicação de Botox (toxina botulínica) pelo sistema público de saúde. Segundo ele, a medida não teria como foco o tratamento de rugas, mas da autoestima de mulheres. A iniciativa contaria com recursos do Fundo de Financiamento de Campanha e da redução de carga tributária sobre cosméticos.

Edmilson Costa (PCB) concedeu entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

Pablo Marçal (PRTB) disse em entrevista à emissora Massa FM que seu plano de governo prevê currículo de esportes, educação financeira e inteligência emocional para estudantes da rede pública, bem como a criação de centros olímpicos. Na pauta da segurança, defendeu o armamento da população para defesa pessoal.

Clariana Barão (DC), Flávio Bolsonaro (PL)  e Rui Costa Pimenta (PCO) gravaram material de campanha.  

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Samara Martins (UP) não tiveram compromissos de campanha nesta quarta-feira.

* Com produção de Marcela Nogueira

 
  3:24 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (19), os candidatos a presidente da República intensificaram ações de campanha para apresentar suas <strong>propostas de governo</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700129&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700129&o=rss"></p>

<p><strong>Augusto Cury </strong>(Avante), promoveu debate digital no Instagram sobre saúde mental. Também pelas redes sociais, o candidato afirmou que pretende governar para solucionar problemas como o alto custo de vida do brasileiro, a criminalidade e o feminicídio.</p>

<p>Em João Pessoa, capital da Paraíba, <strong>Renan Santos </strong>(Missão) abordou questões ligadas ao tráfico de drogas e domínio territorial de organizações criminosas. Em vídeo, apareceu em uma retroescavadeira retirando o que seria uma possível barricada atribuída à facção criminosa.</p>

<p><strong>Ronaldo Caiado </strong>(PSD) defendeu a renovação do SUS levando em conta o envelhecimento da população brasileira. Caiado falou sobre seu plano de governo para saúde durante o 34º Congresso das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, em Brasília.</p>

<p>Participou ainda do 11º Fórum CNT de Debates - Edição Presidenciáveis, onde destacou a capacidade nacional de realizar pesquisa e soluções na área da indústria. O encontro também ocorreu em Brasília.</p>

<p><strong>Hertz Dias </strong>(PSTU) participou de uma assembleia dos trabalhadores da educação municipal de Juiz de Fora (MG). No evento, criticou a crescente influência de grupos empresariais sobre a educação brasileira.O candidato defendeu a revogação da Base Nacional Comum Curricular e o do Novo Ensino Médio, por avaliar que não atendem às necessidades dos trabalhadores da educação nem dos estudantes.  </p>

<p><strong>Romeu Zema </strong>(Novo) visitou uma feira livre em Guaianases, na zona leste de São Paulo, para conversar com comerciantes e consumidores sobre a inflação dos alimentos.</p>

<p>Em entrevista à Rádio Itapoan FM, de Salvador, <strong>Wilson Grassi </strong>(Democrata) defendeu a criação de programa voltado à aplicação de Botox (toxina botulínica) pelo sistema público de saúde. Segundo ele, a medida não teria como foco o tratamento de rugas, mas da autoestima de mulheres. A iniciativa contaria com recursos do Fundo de Financiamento de Campanha e da redução de carga tributária sobre cosméticos.</p>

<p><strong>Edmilson Costa </strong>(PCB) concedeu entrevista ao jornal Folha de São Paulo.</p>

<p><strong>Pablo Marçal </strong>(PRTB) disse em entrevista à emissora Massa FM que seu plano de governo prevê currículo de esportes, educação financeira e inteligência emocional para estudantes da rede pública, bem como a criação de centros olímpicos. Na pauta da segurança, defendeu o armamento da população para defesa pessoal.</p>

<p><strong>Clariana Barão </strong>(DC), <strong>Flávio Bolsonaro </strong>(PL)  e <strong>Rui Costa Pimenta</strong> (PCO) gravaram material de campanha.  </p>

<p><strong>Luiz Inácio Lula da Silva </strong>(PT) e <strong>Samara Martins </strong>(UP) não tiveram compromissos de campanha nesta quarta-feira.</p>

<h5>* Com produção de Marcela Nogueira</h5>

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<title>TSE disponibiliza glossário com mais de 300 expressões sobre eleições</title>
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<description><![CDATA[ Você já ouviu alguma palavra estranha que te deixou em dúvida em relação ao seu significado? Quando chega a época das eleições, diversos termos costumam aparecer no dia-a-dia e dúvida é o que não falta.
 
Foi pensando em facilitar a compreensão dos verbetes usados durante o período que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibilizou o Glossário Eleitoral. De A à Z, a ferramenta contém mais de 300 expressões do universo eleitoral. Além disso, apresenta informações históricas, trazendo referências doutrinárias, imagens e textos. 
 
O objetivo é conscientizar a população sobre o processo eleitoral e a importância do voto como ato de cidadania democrática.

O Glossário também explica o conceito e a função do Ministério Público Eleitoral durante o período. Modalidade do Ministério Público que - segundo o TSE - não foi incluída na Constituição Federal. 

Para consultar o Glossário, basta acessar o site do TSE.
 
*Sob supervisão de Paula de Castro.
 
  0:59 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 18:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu alguma palavra estranha que te deixou em dúvida em relação ao seu significado? Quando chega a época das eleições, diversos termos costumam aparecer no dia-a-dia e dúvida é o que não falta.<br>
 <br>
Foi pensando em facilitar a compreensão dos verbetes usados durante o período que <strong>o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibilizou o Glossário Eleitoral. </strong>De A à Z, a ferramenta contém mais de <strong>300 expressões do universo eleitoral</strong>. Além disso, apresenta informações históricas, trazendo referências doutrinárias, imagens e textos. <br>
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O objetivo é conscientizar a população sobre o processo eleitoral e a importância do voto como ato de cidadania democrática.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699736&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699736&o=rss"></p>

<p>O Glossário também <strong>explica o conceito e a função do Ministério Público Eleitoral durante o período</strong>. Modalidade do Ministério Público que - segundo o TSE - não foi incluída na Constituição Federal. <br>
<br>
Para consultar o Glossário, <a href="https://www.tse.jus.br/servicos-eleitorais/glossario/glossario-eleitoral" target="_blank"><strong>basta acessar o site do TSE</strong></a>.<br>
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<em>*Sob supervisão de Paula de Castro.</em><br>
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<title>TSE encerra prazo e registra 13 candidatos à Presidência</title>
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<description><![CDATA[ O Brasil terá treze candidatos à Presidência da República para disputa nas eleições de 2026.

O prazo final para o pedido de registro de candidaturas foi encerrado às 19 horas deste sábado, 15.

Além do atual presidente Lula, do PT, que concorre à reeleição, os demais candidatos à presidência são:

Augusto Cury, do Avante;
Clariana Barão, do DC;
Edmilson Costa, do PCB;
Flávio Bolsonaro, do PL;
Hertz Dias, do PSTU;
Renan Santos, do Missão;
Rui Costa Pimenta, do PCO;
Samara Martins, da UP;
Wilson Grassi, do Democrata;
Romeu Zema Neto, do Novo;
Ronaldo Caiado, do PSD;
e Pablo Marçal, pelo PRTB.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também publicou as candidaturas registradas para os demais cargos em disputa.

Foram registrados 194 candidatos a governador para os 26 estados e para o Distrito Federal.

No Senado, este ano serão eleitos 54 novos parlamentares. Para este cargo, foram registrados 314 candidatos.

Já para a Câmara dos Deputados, o TSE recebeu 7,6 mil registros de candidaturas para preencher todas as 513 vagas.

Nos estados, há ainda 1,035 mil vagas para deputados estaduais. Onze mil e 56 candidatos foram registrados dentro do prazo.

E para deputado distrital, foram registradas 420 candidaturas para 24 vagas.

Agora, os registros passam pela análise da Justiça Eleitoral, que verifica o cumprimento dos requisitos legais para a confirmação das candidaturas.
  1:55 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, encerra, prazo, registra, candidatos, Presidência</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil terá treze candidatos à Presidência da República para disputa nas eleições de 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699752&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699752&o=rss"></p>

<p><strong>O prazo final para o pedido de registro de candidaturas foi encerrado às 19 horas deste sábado, 15.</strong></p>

<p>Além do atual presidente Lula, do PT, que concorre à reeleição, os demais candidatos à presidência são:</p>

<p>Augusto Cury, do Avante;<br>
Clariana Barão, do DC;<br>
Edmilson Costa, do PCB;<br>
Flávio Bolsonaro, do PL;<br>
Hertz Dias, do PSTU;<br>
Renan Santos, do Missão;<br>
Rui Costa Pimenta, do PCO;<br>
Samara Martins, da UP;<br>
Wilson Grassi, do Democrata;<br>
Romeu Zema Neto, do Novo;<br>
Ronaldo Caiado, do PSD;<br>
e Pablo Marçal, pelo PRTB.</p>

<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também publicou as candidaturas registradas para os demais cargos em disputa.</p>

<p>Foram registrados 194 candidatos a governador para os 26 estados e para o Distrito Federal.</p>

<p>No Senado, este ano serão eleitos 54 novos parlamentares. Para este cargo, foram registrados 314 candidatos.</p>

<p>Já para a Câmara dos Deputados, o TSE recebeu 7,6 mil registros de candidaturas para preencher todas as 513 vagas.</p>

<p>Nos estados, há ainda 1,035 mil vagas para deputados estaduais. Onze mil e 56 candidatos foram registrados dentro do prazo.</p>

<p>E para deputado distrital, foram registradas 420 candidaturas para 24 vagas.</p>

<p><strong>Agora, os registros passam pela análise da Justiça Eleitoral, que verifica o cumprimento dos requisitos legais para a confirmação das candidaturas.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:55</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Eleições: prazo para registrar candidaturas termina neste sábado (15)</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-prazo-para-registrar-candidaturas-termina-neste-sabado-15</link>
<guid>https://apareceu.com/eleicoes-prazo-para-registrar-candidaturas-termina-neste-sabado-15</guid>
<description><![CDATA[ Quem pretende disputar as eleições de outubro precisa ficar atento. Termina neste sábado, dia 15, o prazo para que partidos políticos registrem oficialmente seus candidatos na Justiça Eleitoral.
 
Até o momento, mais de 19 mil pedidos de candidatura já foram enviados por meio do sistema da Justiça Eleitoral chamado CANDex.
 
Depois do envio, começa a fase de análise. A Justiça Eleitoral vai conferir toda a documentação e verificar se os candidatos atendem às exigências da legislação. Também será checado se há algum impedimento, como situações previstas na Lei da Ficha Limpa.
 
No caso dos candidatos à Presidência da República, a decisão sobre o registro cabe ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Já as candidaturas para governador, senador e deputado federal, estadual ou distrital serão avaliadas pelos Tribunais Regionais Eleitorais.
 
Vale lembrar que os registros também podem ser questionados por partidos, adversários na disputa ou pelo Ministério Público Eleitoral.
 
E para o eleitor a contagem regressiva já começou. O primeiro turno está marcado para o dia 4 de outubro. Nesta data, os brasileiros vão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados.
 
Se nenhum candidato a presidente ou governador conseguir mais da metade dos votos válidos, sem contar brancos e nulos, a decisão fica para o segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro.

 
  2:05 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleições:, prazo, para, registrar, candidaturas, termina, neste, sábado, 15</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quem pretende disputar as eleições de outubro precisa ficar atento. <strong>Termina neste sábado, dia 15, o prazo para que partidos políticos registrem oficialmente seus candidatos na Justiça Eleitoral.</strong><br>
 <br>
Até o momento, <strong>mais de 19 mil pedidos de candidatura já foram enviados </strong>por meio do sistema da Justiça Eleitoral chamado CANDex.<br>
 <br>
Depois do envio, começa a fase de análise. A Justiça Eleitoral vai conferir toda a documentação e verificar se os candidatos <strong>atendem às exigências da legislação</strong>. Também será checado se há algum impedimento, como situações previstas na Lei da Ficha Limpa.<br>
 <br>
No caso dos candidatos à Presidência da República, a decisão sobre o registro cabe ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Já as candidaturas para governador, senador e deputado federal, estadual ou distrital serão avaliadas pelos Tribunais Regionais Eleitorais.<br>
 <br>
Vale lembrar que os registros também podem ser questionados por partidos, adversários na disputa ou pelo Ministério Público Eleitoral.<br>
 <br>
E para o eleitor a contagem regressiva já começou. O primeiro turno está marcado para o dia 4 de outubro. Nesta data, os brasileiros vão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados.<br>
 <br>
Se nenhum candidato a presidente ou governador conseguir mais da metade dos votos válidos, sem contar brancos e nulos, a decisão fica para o segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699739&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699739&o=rss"></p>

<p> </p>
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<item>
<title>Candidatos iniciam campanha para a Presidência da República</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-iniciam-campanha-para-a-presidencia-da-republica</link>
<guid>https://apareceu.com/candidatos-iniciam-campanha-para-a-presidencia-da-republica</guid>
<description><![CDATA[ Os candidatos à Presidência da República começaram, neste domingo, a corrida oficial pelo voto dos eleitores brasileiros.

O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, participou de um ato público que marcou o início da campanha, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.

No Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, do PL, fez campanha em Copacabana, com discurso, caminhada e contato com eleitores.

Já Ronaldo Caiado, do PSD, participou de uma carreata em cinco municípios de Goiás no entorno do Distrito Federal.

Em Minas Gerais, Romeu Zema, do Novo, participou de um encontro de mobilização e de uma caminhada em Montes Claros.

Em São Paulo, Renan Santos, do Missão, realizou um ato público ao meio-dia no Largo São Francisco.

Também na capital paulista, Samara Martins, da UP, realiza um evento de lançamento de campanha com militantes do partido.

Na região metropolitana de Belo Horizonte, Augusto Cury, do Avante, participou pela manhã de um evento de lançamento de campanha.

Já Hertz Dias, do PSTU, fez panfletagem e conversou com eleitores na Vila Matilde, na Zona Leste de São Paulo.

À noite, Edimilson Costa, do PCB, participa de uma live em seu canal no YouTube.

Não divulgaram agenda para este domingo os candidatos: Clariana Barão, do DC; Rui Costa Pimenta, do PCO; Wilson Grassi, do Democrata; e Pablo Marçal, do PRTB.

Com o início oficial da campanha, os candidatos intensificam a presença nas ruas e nas redes sociais em busca do voto dos eleitores. As atividades devem seguir as regras definidas pela Justiça Eleitoral.
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 18:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Candidatos, iniciam, campanha, para, Presidência, República</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República começaram, neste domingo, a corrida oficial pelo voto dos eleitores brasileiros.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699822&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699822&o=rss"></p>

<p>O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, participou de um ato público que marcou o início da campanha, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.</p>

<p>No Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, do PL, fez campanha em Copacabana, com discurso, caminhada e contato com eleitores.</p>

<p>Já Ronaldo Caiado, do PSD, participou de uma carreata em cinco municípios de Goiás no entorno do Distrito Federal.</p>

<p>Em Minas Gerais, Romeu Zema, do Novo, participou de um encontro de mobilização e de uma caminhada em Montes Claros.</p>

<p>Em São Paulo, Renan Santos, do Missão, realizou um ato público ao meio-dia no Largo São Francisco.</p>

<p>Também na capital paulista, Samara Martins, da UP, realiza um evento de lançamento de campanha com militantes do partido.</p>

<p>Na região metropolitana de Belo Horizonte, Augusto Cury, do Avante, participou pela manhã de um evento de lançamento de campanha.</p>

<p>Já Hertz Dias, do PSTU, fez panfletagem e conversou com eleitores na Vila Matilde, na Zona Leste de São Paulo.</p>

<p>À noite, Edimilson Costa, do PCB, participa de uma live em seu canal no YouTube.</p>

<p>Não divulgaram agenda para este domingo os candidatos: Clariana Barão, do DC; Rui Costa Pimenta, do PCO; Wilson Grassi, do Democrata; e Pablo Marçal, do PRTB.</p>

<p>Com o início oficial da campanha, os candidatos intensificam a presença nas ruas e nas redes sociais em busca do voto dos eleitores. As atividades devem seguir as regras definidas pela Justiça Eleitoral.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:50</span>]]> </content:encoded>
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<title>TSE manda Flávio Bolsonaro retirar post que liga Lula ao PCC</title>
<link>https://apareceu.com/tse-manda-flavio-bolsonaro-retirar-post-que-liga-lula-ao-pcc</link>
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<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, retire do ar uma publicação em que associa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao PCC e ao Comando Vermelho.

A decisão foi tomada por maioria pelo plenário do TSE, em ação apresentada pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV.

Na postagem, Flávio Bolsonaro afirmou que Lula teria ido aos Estados Unidos como “defensor do PCC e do Comando Vermelho”. Para a maioria dos ministros, a associação foi feita sem um suporte factual mínimo.

O senador terá 24 horas para retirar ou tornar indisponível essa publicação. O TSE também proibiu a republicação ou divulgação de conteúdo substancialmente semelhante que relacione pessoalmente Lula às organizações criminosas sem base factual.

A plataforma X, antigo Twitter, também recebeu prazo de 24 horas para remover a postagem e informar ao tribunal as providências adotadas.

Prevaleceu o voto divergente do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, acompanhado por outros 4 integrantes da Corte. Os ministros Nunes Marques, relator do processo, e André Mendonça ficaram vencidos.

Na mesma sessão, o plenário do TSE também derrubou uma decisão do ministro André Mendonça que determinava ao PT apresentar documentos sobre o Congresso Nacional do partido e o canal Porta-Vozes do Lula. A maioria dos ministros entendeu que o caso precisava ser redistribuído para nova análise, sem apontar uso irregular de recursos do Fundo Partidário.
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 18:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, retire do ar uma publicação em que associa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao PCC e ao Comando Vermelho.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699823&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699823&o=rss"></p>

<p>A decisão foi tomada por maioria pelo plenário do TSE, em ação apresentada pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV.</p>

<p>Na postagem, Flávio Bolsonaro afirmou que Lula teria ido aos Estados Unidos como “defensor do PCC e do Comando Vermelho”. Para a maioria dos ministros, a associação foi feita sem um suporte factual mínimo.</p>

<p>O senador terá 24 horas para retirar ou tornar indisponível essa publicação. O TSE também proibiu a republicação ou divulgação de conteúdo substancialmente semelhante que relacione pessoalmente Lula às organizações criminosas sem base factual.</p>

<p>A plataforma X, antigo Twitter, também recebeu prazo de 24 horas para remover a postagem e informar ao tribunal as providências adotadas.</p>

<p>Prevaleceu o voto divergente do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, acompanhado por outros 4 integrantes da Corte. Os ministros Nunes Marques, relator do processo, e André Mendonça ficaram vencidos.</p>

<p>Na mesma sessão, o plenário do TSE também derrubou uma decisão do ministro André Mendonça que determinava ao PT apresentar documentos sobre o Congresso Nacional do partido e o canal Porta-Vozes do Lula. A maioria dos ministros entendeu que o caso precisava ser redistribuído para nova análise, sem apontar uso irregular de recursos do Fundo Partidário.</p>
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<title>Aplicativo Pardal Móvel recebe denúncias de propaganda irregular</title>
<link>https://apareceu.com/aplicativo-pardal-movel-recebe-denuncias-de-propaganda-irregular</link>
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<description><![CDATA[ Com o início da propaganda eleitoral para as Eleições Gerais de 2026, a partir deste domingo (16), também fica disponível o aplicativo Pardal Móvel, para o recebimento de denúncias sobre propaganda irregular. A ferramenta permite o acesso das denúncias diretamente pelos Tribunais Regionais Eleitorais.

O Pardal Móvel pode ser baixado de graça em tablets e celulares, tanto do sistema Android quanto do iOS.

O acesso exige autenticação por meio do e-Título ou da plataforma Gov.br. Mas é só para o acesso, porque a identidade de quem faz a denúncia permanece sigilosa.

O denunciante deve descrever a irregularidade e pode anexar fotos, vídeos ou áudios, se quiser.

Em versões anteriores, já foi possível denunciar também outras práticas, além da propaganda irregular, proibidas pela legislação eleitoral. Atenção, porque não é mais. Caso a irregularidade não seja sobre propaganda, como crimes eleitorais ou desinformação, o sistema direciona para outros canais, como o Ministério Público Eleitoral ou o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral.

A pessoa pode acompanhar o andamento da denúncia pelo próprio aplicativo ou por um link enviado para o e-mail cadastrado.

A ferramenta também permite notificar candidatos e partidos para que regularizem a situação.

Nas últimas eleições, as candidaturas ao legislativo foram as mais denunciadas pelo sistema Pardal.

Nas eleições gerais de 2022, foram recebidas mais de 38 mil denúncias. Cerca de um terço sobre candidaturas a deputado federal, e outro terço, a deputado estadual.

Dois anos depois, nas eleições municipais de 2024, o número de denúncias mais que dobrou. Mais da metade sobre candidaturas a vereador. Principalmente, por banners, faixas e cartazes irregulares.
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 18:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Com o início da propaganda eleitoral para as Eleições Gerais de 2026, a partir deste domingo (16), também fica disponível o aplicativo Pardal Móvel, para o recebimento de denúncias sobre propaganda irregular. A ferramenta permite o acesso das denúncias diretamente pelos Tribunais Regionais Eleitorais.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699824&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699824&o=rss"></p>

<p>O Pardal Móvel pode ser baixado de graça em tablets e celulares, tanto do sistema Android quanto do iOS.</p>

<p>O acesso exige autenticação por meio do e-Título ou da plataforma Gov.br. Mas é só para o acesso, porque a identidade de quem faz a denúncia permanece sigilosa.</p>

<p>O denunciante deve descrever a irregularidade e pode anexar fotos, vídeos ou áudios, se quiser.</p>

<p>Em versões anteriores, já foi possível denunciar também outras práticas, além da propaganda irregular, proibidas pela legislação eleitoral. Atenção, porque não é mais. Caso a irregularidade não seja sobre propaganda, como crimes eleitorais ou desinformação, o sistema direciona para outros canais, como o Ministério Público Eleitoral ou o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral.</p>

<p>A pessoa pode acompanhar o andamento da denúncia pelo próprio aplicativo ou por um link enviado para o e-mail cadastrado.</p>

<p>A ferramenta também permite notificar candidatos e partidos para que regularizem a situação.</p>

<p>Nas últimas eleições, as candidaturas ao legislativo foram as mais denunciadas pelo sistema Pardal.</p>

<p>Nas eleições gerais de 2022, foram recebidas mais de 38 mil denúncias. Cerca de um terço sobre candidaturas a deputado federal, e outro terço, a deputado estadual.</p>

<p>Dois anos depois, nas eleições municipais de 2024, o número de denúncias mais que dobrou. Mais da metade sobre candidaturas a vereador. Principalmente, por banners, faixas e cartazes irregulares.</p>
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<title>Eleitores têm até o dia 20 de agosto para solicitar voto em trânsito</title>
<link>https://apareceu.com/eleitores-tem-ate-o-dia-20-de-agosto-para-solicitar-voto-em-transito</link>
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<description><![CDATA[ Eleitores que estarão fora de seu domicílio eleitoral nas eleições de outubro têm até a próxima quinta-feira, 20 de agosto, para solicitar o voto em trânsito. O pedido pode ser feito tanto para o primeiro quanto para o segundo turno do pleito pelo site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na opção Autoatendimento Eleitoral. Ou presencialmente, em qualquer cartório eleitoral do país mediante a apresentação de documento oficial com foto.

Caso o eleitor escolha votar em uma cidade fora do estado em que está registrado, ele só poderá votar para presidente da República. Se a troca for para uma cidade do mesmo estado em que tem domicílio eleitoral, o voto pode ser feito para todos os cargos em disputa.

Se o eleitor habilitado para votar em trânsito não puder comparecer ao local escolhido, no dia do pleito, será necessário fazer a justificativa de ausência, inclusive se estiver no seu local de votação de origem.

Quem não votar pode justificar a falta no aplicativo e-Título em até 60 dias depois de cada turno ou de maneira presencial em um cartório eleitoral.

Ao final das eleições, não é necessário fazer um novo pedido de transferência de título, já que, no caso do voto em trânsito, o domicílio eleitoral retorna ao local em que está registrado de maneira automática.

E atenção: se o título foi emitido no Brasil e o eleitor viajar para o exterior, não é possível solicitar o voto em trânsito. Por outro lado, brasileiros que residem no exterior e transferiram seu domicílio eleitoral podem votar de onde estiverem, mas exclusivamente para o cargo de presidente da República.

O primeiro turno ocorrerá em 4 de outubro para a escolha de deputados federais, estaduais e distritais, além de governadores, senadores e o presidente da República. Já o segundo turno, previsto para 25 de outubro, poderá acontecer para os cargos de governador e presidente. O eleitorado voltará às urnas caso nenhum candidato alcance mais de 50% dos votos válidos (desconsiderando brancos e nulos) na primeira etapa.


 
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 18:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Eleitores que <strong>estarão fora de seu domicílio eleitoral </strong>nas eleições de outubro têm até a próxima quinta-feira, <strong>20 de agosto, para solicitar o voto em trânsito</strong>. O pedido pode ser feito tanto para o primeiro quanto para o segundo turno do pleito pelo <strong>site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na opção Autoatendimento Eleitoral</strong>. Ou presencialmente, em qualquer cartório eleitoral do país mediante a apresentação de documento oficial com foto.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699868&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699868&o=rss"></p>

<p>Caso o eleitor escolha votar em uma cidade fora do estado em que está registrado, <strong>ele só poderá votar para presidente da República</strong>. Se a troca for para uma cidade do mesmo estado em que tem domicílio eleitoral, o voto pode ser feito para todos os cargos em disputa.</p>

<p>Se o eleitor habilitado para votar em trânsito não puder comparecer ao local escolhido, no dia do pleito, será necessário <strong>fazer a justificativa de ausência</strong>, inclusive se estiver no seu local de votação de origem.</p>

<p>Quem não votar pode justificar a falta no aplicativo e-Título em até 60 dias depois de cada turno ou de maneira presencial em um cartório eleitoral.</p>

<p>Ao final das eleições, não é necessário fazer um novo pedido de transferência de título, já que, no caso do voto em trânsito, o domicílio eleitoral retorna ao local em que está registrado de maneira automática.</p>

<p>E atenção: se o título foi emitido no Brasil e o eleitor viajar para o exterior, não é possível solicitar o voto em trânsito. Por outro lado, brasileiros que residem no exterior e transferiram seu domicílio eleitoral podem votar de onde estiverem, mas exclusivamente para o cargo de presidente da República.</p>

<p>O primeiro turno ocorrerá em 4 de outubro para a escolha de deputados federais, estaduais e distritais, além de governadores, senadores e o presidente da República. Já o segundo turno, previsto para 25 de outubro, poderá acontecer para os cargos de governador e presidente. O eleitorado voltará às urnas caso nenhum candidato alcance mais de 50% dos votos válidos (desconsiderando brancos e nulos) na primeira etapa.</p>

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<title>Candidatos à presidência começam campanhas nas ruas</title>
<link>https://apareceu.com/candidatos-a-presidencia-comecam-campanhas-nas-ruas</link>
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<description><![CDATA[ Primeira segunda-feira de campanha nas ruas. Lula do PT não tem agenda de candidato para hoje. Só participa como presidente de evento no Amapá. 

Já Flávio Bolsonaro, do PL, participaria de uma motociata em Juiz de Fora, Minas Gerais, mas por conta do mau tempo não conseguiu chegar. Ele vai estar então em Belo Horizonte, à noite, lançando a candidatura do partido ao governo do estado. 

Ronaldo Caiado, do PSD, Romeu Zema, do Novo, Hertz Dias, do PSTU e Augusto Curi, do Avante, estão todos em São Paulo, cada um participando de eventos com lideranças, panfletagem e reuniões. Augusto Curi, inclusive, depois virá para Brasília participar de sabatina, assim como Clariana Barão, do Democracia Cristã. 

Já Wilson Grassi, do Democrata, passa o dia reunido com a equipe de campanha. Os demais candidatos ainda não divulgaram agenda para esta segunda-feira. 


 
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 18:00:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Primeira segunda-feira de campanha nas ruas. Lula do PT não tem agenda de candidato para hoje. Só participa como presidente de evento no Amapá. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699875&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699875&o=rss"></p>

<p>Já Flávio Bolsonaro, do PL, participaria de uma motociata em Juiz de Fora, Minas Gerais, mas por conta do mau tempo não conseguiu chegar. Ele vai estar então em Belo Horizonte, à noite, lançando a candidatura do partido ao governo do estado. </p>

<p>Ronaldo Caiado, do PSD, Romeu Zema, do Novo, Hertz Dias, do PSTU e Augusto Curi, do Avante, estão todos em São Paulo, cada um participando de eventos com lideranças, panfletagem e reuniões. Augusto Curi, inclusive, depois virá para Brasília participar de sabatina, assim como Clariana Barão, do Democracia Cristã. </p>

<p>Já Wilson Grassi, do Democrata, passa o dia reunido com a equipe de campanha. Os demais candidatos ainda não divulgaram agenda para esta segunda-feira. </p>

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<title>Eleições 2026: candidatos podem começar a pedir votos em 16 de agosto</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-2026-candidatos-podem-comecar-a-pedir-votos-em-16-de-agosto</link>
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<description><![CDATA[ Os candidatos podem começar a pedir votos no dia 16 de agosto, quando a propaganda eleitoral começa nas ruas e na internet. Já o horário gratuito nas rádios e nas TVs começa depois, em 28 de agosto. Até lá, os interessados podem se manifestar e divulgar as ideias, mas o pedido explícito de voto é proibido, como explica o advogado e professor de Direito da Universidade Federal de Pernambuco Walber Agra:


“A partir do dia 16 de agosto, eu posso pedir votos sem nenhum tipo de enquadramento em propaganda antecipada, que é um ilícito. Mas, antes disso, eu posso exercer meus direitos políticos de sobremaneira. Por exemplo, eu posso fazer manifestações políticas, eu posso expor minhas opiniões, eu posso divulgar minhas qualidades.&quot;


O professor reforça que é proibido o uso de discursos de ódio e calúnia aos adversários para convencer os eleitores:


&quot;Eu não posso abusar do poder econômico e do poder político para desequiparar as eleições. Então, por exemplo, eu não posso ter discurso de ódio contra mulheres ou contra negros. Eu não posso dizer que uma pessoa que não tem condenação transitada em julgado cometeu crimes. Eu não posso, por exemplo, pegar e gastar milhões, milhões e milhões em propagandas negativas na internet e nas plataformas.&quot;


Inteligência artificial

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou regras para regular o uso de inteligência artificial e combater o uso de deepfakes e desinformação nas campanhas. Por exemplo, um alerta de que o conteúdo foi produzido com IA – vale para textos, áudios, vídeos e imagens. Caso as normas sejam descumpridas, o material deve ser excluído diretamente pela plataforma ou por determinação judicial.

O horário eleitoral gratuito no rádio e na TV é composto por blocos fixos em dois horários, de segunda a sábado, além de pílulas de 30 a 60 segundos distribuídos na programação.
  1:58 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 03:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleições, 2026:, candidatos, podem, começar, pedir, votos, agosto</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos podem começar a pedir votos no dia 16 de agosto, quando a propaganda eleitoral começa nas ruas e na internet. Já o horário gratuito nas rádios e nas TVs começa depois, em 28 de agosto. Até lá, os interessados podem se manifestar e divulgar as ideias, mas o pedido explícito de voto é proibido, como explica o advogado e professor de Direito da Universidade Federal de Pernambuco <strong>Walber Agra</strong>:<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699492&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699492&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>“A partir do dia 16 de agosto, eu posso pedir votos sem nenhum tipo de enquadramento em propaganda antecipada, que é um ilícito. Mas, antes disso, eu posso exercer meus direitos políticos de sobremaneira. Por exemplo, eu posso fazer manifestações políticas, eu posso expor minhas opiniões, eu posso divulgar minhas qualidades."</p>
</blockquote>

<p>O professor reforça que <strong>é proibido o uso de discursos de ódio e calúnia aos adversários para convencer os eleitores</strong>:</p>

<blockquote>
<p>"Eu não posso abusar do poder econômico e do poder político para desequiparar as eleições. Então, por exemplo, eu não posso ter discurso de ódio contra mulheres ou contra negros. Eu não posso dizer que uma pessoa que não tem condenação transitada em julgado cometeu crimes. Eu não posso, por exemplo, pegar e gastar milhões, milhões e milhões em propagandas negativas na internet e nas plataformas."</p>
</blockquote>

<h3>Inteligência artificial</h3>

<p><strong>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou regras para regular o uso de inteligência artificial e combater o uso de deepfakes e desinformação nas campanhas.</strong> Por exemplo, um alerta de que o conteúdo foi produzido com IA – vale para textos, áudios, vídeos e imagens. Caso as normas sejam descumpridas, o material deve ser excluído diretamente pela plataforma ou por determinação judicial.</p>

<p>O horário eleitoral gratuito no rádio e na TV é composto por blocos fixos em dois horários, de segunda a sábado, além de pílulas de 30 a 60 segundos distribuídos na programação.</p>
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<title>Filiação de Flávio Bolsonaro ao Missão não partiu de ataque hacker</title>
<link>https://apareceu.com/filiacao-de-flavio-bolsonaro-ao-missao-nao-partiu-de-ataque-hacker</link>
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<description><![CDATA[ O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, negou, nesta quinta-feira (13), que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao partido Missão tenha ocorrido por meio de ataque hacker ao sistema da Corte. Em nota, o magistrado afirmou que houve &quot;uso indevido&quot; da ferramenta por alguém que possuía as credenciais da legenda para efetivar filiações.

O TSE informou também que o presidente Nunes Marques acionou o Ministério Público Eleitoral e determinou a abertura de uma investigação interna. A medida foi tomada após a divulgação de matérias jornalísticas informando que a equipe da campanha de Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, não conseguiu formalizar a candidatura do senador ao Planalto devido à filiação a outro partido.

Pelas redes sociais, Flávio Bolsonaro afirmou que o registro de filiação ao Missão foi &quot;fraudado&quot;. O PL entrou no TSE com um pedido de desfiliação do Missão.

Após a repercussão do caso, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, determinou o imediato restabelecimento do vínculo partidário de Flávio Bolsonaro ao PL. A partir de agora, o PL poderá registrar a candidatura do senador no sistema da Corte. O prazo termina no próximo sábado, dia 15.

*Com informações da Agência Brasil
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Filiação, Flávio, Bolsonaro, Missão, não, partiu, ataque, hacker</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, negou, nesta quinta-feira (13), que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao partido Missão tenha ocorrido por meio de ataque hacker ao sistema da Corte. <strong>Em nota, o magistrado afirmou que houve "uso indevido" da ferramenta por alguém que possuía as credenciais da legenda para efetivar filiações.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699616&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699616&o=rss"></p>

<p>O TSE informou também que o presidente Nunes Marques acionou o Ministério Público Eleitoral e determinou a abertura de uma investigação interna. A medida foi tomada após a divulgação de matérias jornalísticas informando que a equipe da campanha de Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, não conseguiu formalizar a candidatura do senador ao Planalto devido à filiação a outro partido.</p>

<p><strong>Pelas redes sociais, Flávio Bolsonaro afirmou que o registro de filiação ao Missão foi "fraudado".</strong> O PL entrou no TSE com um pedido de desfiliação do Missão.</p>

<p>Após a repercussão do caso, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, determinou o imediato restabelecimento do vínculo partidário de Flávio Bolsonaro ao PL. A partir de agora, o PL poderá registrar a candidatura do senador no sistema da Corte. O prazo termina no próximo sábado, dia 15.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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<item>
<title>Brasil vai analisar indicação de embaixador dos EUA após as eleições</title>
<link>https://apareceu.com/brasil-vai-analisar-indicacao-de-embaixador-dos-eua-apos-as-eleicoes</link>
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<description><![CDATA[ Em audiência na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, o assessor da presidência, Celso Amorim, classificou o processo como os Estados Unidos indicaram o nome de um novo embaixador, como &quot;bizarro&quot;. O Brasil confirmou que não vai levar adiante a indicação de Daniel Perez até o fim do período eleitoral.

Na audiência, nessa quarta-feira (12), Amorim disse que o modo como foi indicado o nome do republicano desrespeitou os ritos da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas.


“E o que aconteceu, bizarramente nesse caso, é que os Estados Unidos não seguiram de maneira nenhuma. Primeiro, eles deram publicidade antes da concessão do agrément. E, talvez o mais grave, eles prosseguiram com o processo, dentro do senado americano com sem ter o agrément brasileiro. Isso é um comportamento totalmente contrário às regras internacionais. E é curioso também porque eu acho que essas coisas não podem ser vistas em abstrato. Isso não aconteceu assim por acaso. Os Estados Unidos ficaram mais um ano e meio sem embaixador aqui”.


O tempo para aprovar o nome de Perez fez os EUA cancelarem o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti. Celso Amorim disse que o Brasil não &quot;recusou&quot; o nome indicado, mas que suspendeu o processamento de qualquer pedido até o fim do período eleitoral. A medida seria uma forma de preservar a soberania nacional diante de tentativas de interferência externa.


“Em julho, matéria do Washington Post revelou que dois funcionários do departamento de estado, Samuel Samson e Riley Barnes, pretendiam vir ao Brasil com o objetivo de colocar em dúvida a transparência e integridade do sistema eleitoral brasileiro. Os vistos foram, naturalmente, denegados”.


O embaixador Celso Amorim foi convidado à Comissão da Câmara dos Deputados para comentar, entre outros assuntos, a decisão dos EUA de classificar as facções criminosas do Brasil como organizações terroristas.
  1:50 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Brasil, vai, analisar, indicação, embaixador, dos, EUA, após, eleições</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em audiência na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, o assessor da presidência, Celso Amorim, classificou o processo como os Estados Unidos indicaram o nome de um novo embaixador, como "bizarro". <strong>O Brasil confirmou que não vai levar adiante a indicação de Daniel Perez até o fim do período eleitoral.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699596&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699596&o=rss"></p>

<p>Na audiência, nessa quarta-feira (12), Amorim disse que o modo como foi indicado o nome do republicano desrespeitou os ritos da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas.</p>

<blockquote>
<p>“E o que aconteceu, bizarramente nesse caso, é que os Estados Unidos não seguiram de maneira nenhuma. Primeiro, eles deram publicidade antes da concessão do agrément. E, talvez o mais grave, eles prosseguiram com o processo, dentro do senado americano com sem ter o agrément brasileiro. Isso é um comportamento totalmente contrário às regras internacionais. E é curioso também porque eu acho que essas coisas não podem ser vistas em abstrato. Isso não aconteceu assim por acaso. Os Estados Unidos ficaram mais um ano e meio sem embaixador aqui”.</p>
</blockquote>

<p>O tempo para aprovar o nome de Perez fez os EUA cancelarem o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti.<strong> Celso Amorim disse que o Brasil não "recusou" o nome indicado, mas que suspendeu o processamento de qualquer pedido até o fim do período eleitoral. A medida seria uma forma de preservar a soberania nacional diante de tentativas de interferência externa.</strong></p>

<blockquote>
<p>“Em julho, matéria do Washington Post revelou que dois funcionários do departamento de estado, Samuel Samson e Riley Barnes, pretendiam vir ao Brasil com o objetivo de colocar em dúvida a transparência e integridade do sistema eleitoral brasileiro. Os vistos foram, naturalmente, denegados”.</p>
</blockquote>

<p>O embaixador Celso Amorim foi convidado à Comissão da Câmara dos Deputados para comentar, entre outros assuntos, a decisão dos EUA de classificar as facções criminosas do Brasil como organizações terroristas.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:50</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TSE pode se reunir para debater uso de deepfakes na campanha eleitoral</title>
<link>https://apareceu.com/tse-pode-se-reunir-para-debater-uso-de-deepfakes-na-campanha-eleitoral</link>
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<description><![CDATA[ Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral podem se reunir nesta quinta-feira para debater o uso nas campanhas eleitorais de deepfakes, conteúdo digital para criar, substituir ou alterar imagem ou voz de pessoa viva, falecida ou fictícia.

Esse encontro deve ocorrer a portas fechadas, e a ideia é chegar a um consenso.

A discussão vem após o PT acionar a Justiça contra o uso de inteligência artificial e deepfakes em vídeos divulgados na convenção do PL, que confirmou Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência da República.

Um dos vídeos mostra uma versão digital do ex-presidente Jair Bolsonaro defendendo a candidatura do filho Flávio.

Jair está em prisão domiciliar, condenado por liderar uma tentativa de golpe de Estado, e não pode fazer manifestações públicas.

Uma resolução do TSE proíbe, mesmo com autorização, o uso do chamado deepfake.

Na ação, o PT argumentou que há referência direta ao cargo e pedido de votos com material sintético, o que seria vedado pelo próprio TSE.

Já a defesa da campanha de Flávio Bolsonaro afirma que o público foi avisado e negou o pedido de votos na fala.

*Com informações da Agência Brasil

*A reunião foi cancelada
  1:00 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral podem se reunir nesta quinta-feira para debater o uso nas campanhas eleitorais de deepfakes, conteúdo digital para criar, substituir ou alterar imagem ou voz de pessoa viva, falecida ou fictícia.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699556&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699556&o=rss"></p>

<p>Esse encontro deve ocorrer a portas fechadas, e <strong>a ideia é chegar a um consenso</strong>.</p>

<p>A discussão vem após o PT acionar a Justiça contra o uso de inteligência artificial e deepfakes em vídeos divulgados na convenção do PL, que confirmou Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência da República.</p>

<p>Um dos vídeos mostra uma versão digital do ex-presidente Jair Bolsonaro defendendo a candidatura do filho Flávio.</p>

<p>Jair está em prisão domiciliar, condenado por liderar uma tentativa de golpe de Estado, e não pode fazer manifestações públicas.</p>

<p>Uma resolução do TSE <strong>proíbe, mesmo com autorização, o uso do chamado deepfake</strong>.</p>

<p>Na ação, o PT argumentou que há referência direta ao cargo e pedido de votos com material sintético, o que seria vedado pelo próprio TSE.</p>

<p>Já <strong>a defesa da campanha de Flávio Bolsonaro afirma que o público foi avisado</strong> e negou o pedido de votos na fala.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>

<p><em>*A reunião foi cancelada</em></p>
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<title>Comissão da Câmara analisará PECs sobre redução da maioridade penal</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-da-camara-analisara-pecs-sobre-reducao-da-maioridade-penal</link>
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<description><![CDATA[ A Câmara dos Deputados instalou, nesta quarta-feira (12), a comissão especial que analisará propostas de emendas à Constituição sobre a redução da maioridade penal, que hoje é de 18 anos. O colegiado discutirá três PECs que tratam da redução dessa maioridade para 16 anos, com propostas até de que crianças de 12 anos possam responder criminalmente por crimes hediondos e contra a vida.

As discussões da comissão estão planejadas para até depois das eleições de outubro. O plano de trabalho prevê um diagnóstico sobre promoção de justiça às vítimas, dimensionamento do impacto civil e o estudo da viabilidade institucional da medida. Ainda está prevista a realização de seminários nas cinco regiões do país e reuniões técnicas com especialistas e entidades da sociedade civil.

Oposição

Parlamentares opositores à medida destacaram que a redução da maioridade seria uma forma de suprimir direitos fundamentais, o que a Constituição não permite.

O colegiado é formado por 38 titulares e o mesmo número de suplentes.

Se aprovada a proposta na comissão especial, o tema deve ser avaliado ainda pelo plenário da Câmara dos Deputados, antes de seguir para análise do Senado Federal.
  1:26 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados instalou, nesta quarta-feira (12), a comissão especial que analisará propostas de emendas à Constituição sobre a redução da maioridade penal, que hoje é de 18 anos. <strong>O colegiado discutirá três PECs que tratam da redução dessa maioridade para 16 anos, com propostas até de que crianças de 12 anos possam responder criminalmente por crimes hediondos e contra a vida.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699515&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699515&o=rss"></p>

<p>As discussões da comissão estão planejadas para até depois das eleições de outubro. <strong>O plano de trabalho prevê um diagnóstico sobre promoção de justiça às vítimas, dimensionamento do impacto civil e o estudo da viabilidade institucional da medida.</strong> Ainda está prevista a realização de seminários nas cinco regiões do país e reuniões técnicas com especialistas e entidades da sociedade civil.</p>

<h3>Oposição</h3>

<p>Parlamentares opositores à medida destacaram que a redução da maioridade seria uma forma de suprimir direitos fundamentais, o que a Constituição não permite.</p>

<p>O colegiado é formado por 38 titulares e o mesmo número de suplentes.</p>

<p>Se aprovada a proposta na comissão especial, o tema deve ser avaliado ainda pelo plenário da Câmara dos Deputados, antes de seguir para análise do Senado Federal.</p>
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<title>TSE suspende filiações partidárias após registros indevidos no sistema</title>
<link>https://apareceu.com/tse-suspende-filiacoes-partidarias-apos-registros-indevidos-no-sistema</link>
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<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu temporariamente, nesta quinta-feira (13), o processamento de novos registros no Sistema de Filiação Partidária (Filia), plataforma da Justiça Eleitoral responsável pelo registro de filiações a partidos políticos. A medida foi tomada após a repercussão da filiação falsa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao partido Missão.

A medida foi determinada pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, e tem o objetivo de impedir novas filiações indevidas. O tribunal informou que uma tentativa de filiação falsa do presidente Lula foi identificada, mas não chegou a ser efetivada.

Mais cedo, Nunes Marques determinou o restabelecimento da filiação de Flávio Bolsonaro ao PL. Por meio de nota, o TSE negou que a inclusão do nome do senador tenha ocorrido por meio de um ataque hacker ao sistema da Corte e disse que houve &quot;uso indevido&quot; da ferramenta por um usuário ligado ao Missão.

*Com informações da Agência Brasil
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu temporariamente, nesta quinta-feira (13), o processamento de novos registros no Sistema de Filiação Partidária (Filia), plataforma da Justiça Eleitoral responsável pelo registro de filiações a partidos políticos. A medida foi tomada após a repercussão da filiação falsa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao partido Missão.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699633&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699633&o=rss"></p>

<p><strong>A medida foi determinada pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, e tem o objetivo de impedir novas filiações indevidas. O tribunal informou que uma tentativa de filiação falsa do presidente Lula foi identificada, mas não chegou a ser efetivada.</strong></p>

<p>Mais cedo, Nunes Marques determinou o restabelecimento da filiação de Flávio Bolsonaro ao PL. Por meio de nota, o TSE negou que a inclusão do nome do senador tenha ocorrido por meio de um ataque hacker ao sistema da Corte e disse que houve "uso indevido" da ferramenta por um usuário ligado ao Missão.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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<title>Observadores internacionais da OEA vão acompanhar eleições no Brasil</title>
<link>https://apareceu.com/observadores-internacionais-da-oea-vao-acompanhar-eleicoes-no-brasil</link>
<guid>https://apareceu.com/observadores-internacionais-da-oea-vao-acompanhar-eleicoes-no-brasil</guid>
<description><![CDATA[ A Organização dos Estados Americanos, a OEA, informou que enviará observadores internacionais para acompanhar as eleições de outubro no Brasil. Os membros da entidade vão percorrer locais de votação e terão reuniões com autoridades brasileiras durante os dois turnos da eleição.

A OEA assinou um acordo com o Brasil nessa quinta-feira (13) para viabilizar o envio da missão internacional. A presença de observadores é praxe nas relações internacionais e ocorre a partir de acordos de cooperação. Autoridades brasileiras também são enviadas ao exterior para acompanhar pleitos internacionais.

Essa será a quinta vez que a OEA enviará seus representantes ao Brasil. O trabalho é feito desde as eleições de 2018.

Na última eleição presidencial em 2022, a OEA concluiu que o pleito ocorreu com ordem e normalidade, não apontando nenhuma suspeita de fraude.

Além da Organização dos Estados Americanos, outras missões internacionais foram confirmadas para acompanhar as eleições brasileiras, como a União Europeia, o Parlamento do Mercosul, a União Interamericana de Organismos Eleitorais, a Liga dos Estados Árabes e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

*Com informações da Agência Brasil 
  1:27 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Observadores, internacionais, OEA, vão, acompanhar, eleições, Brasil</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização dos Estados Americanos, a OEA, informou que enviará observadores internacionais para acompanhar as eleições de outubro no Brasil. Os membros da entidade vão percorrer locais de votação e terão reuniões com autoridades brasileiras durante os dois turnos da eleição.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699718&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699718&o=rss"></p>

<p>A OEA assinou um acordo com o Brasil nessa quinta-feira (13) para viabilizar o envio da missão internacional. A presença de observadores é praxe nas relações internacionais e ocorre a partir de acordos de cooperação. Autoridades brasileiras também são enviadas ao exterior para acompanhar pleitos internacionais.</p>

<p>Essa será a quinta vez que a OEA enviará seus representantes ao Brasil. O trabalho é feito desde as eleições de 2018.</p>

<p>Na última eleição presidencial em 2022, a OEA concluiu que o pleito ocorreu com ordem e normalidade, não apontando nenhuma suspeita de fraude.</p>

<p>Além da Organização dos Estados Americanos, outras missões internacionais foram confirmadas para acompanhar as eleições brasileiras, como a União Europeia, o Parlamento do Mercosul, a União Interamericana de Organismos Eleitorais, a Liga dos Estados Árabes e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil </em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:27</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Fim da escala 6x1 deve começar a tramitar no Senado</title>
<link>https://apareceu.com/fim-da-escala-6x1-deve-comecar-a-tramitar-no-senado</link>
<guid>https://apareceu.com/fim-da-escala-6x1-deve-comecar-a-tramitar-no-senado</guid>
<description><![CDATA[ A proposta de fim da escala 6x1 deve começar a ser apreciada pelo Senado Federal. O presidente da casa, Davi Alcolumbre, anunciou, nesta sexta-feira (14), que essa e outras duas propostas vão seguir o rito previsto no Senado, com aprofundamento pelas comissões competentes.

O fim da escala 6x1 foi aprovado pela Câmara em maio. Ela muda a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso remunerado, sem redução dos salários.

A PEC das Segurança Pública e o projeto que cria a política nacional de minerais críticos também devem ser discutidos pelos senadores.

A emenda que constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública foi aprovada em março pelos deputados. A proposta busca integrar a atuação das forças policiais em todo o país, prevendo que parte da arrecadação com as bets seja destinado aos fundos de segurança pública e penitenciário.

O projeto de lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos foi aprovado pela Câmara em maio.  A proposta traz incentivos governamentais e prioridade para licenciamento de projetos das chamadas terras raras.

Davi Alcolumbre afirmou que teve, durante a semana, conversas com o presidente Lula para compreender as prioridades do governo e tratar da agenda legislativa de interesse do país.

O presidente do Senado ainda afirmou que cabe ao Executivo apresentar suas prioridades e ao Congresso analisá-las com independência e responsabilidade.
  1:41 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Fim, escala, 6x1, deve, começar, tramitar, Senado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de fim da escala 6x1 deve começar a ser apreciada pelo Senado Federal. O presidente da casa, Davi Alcolumbre, anunciou, nesta sexta-feira (14), que essa e outras duas propostas vão seguir o rito previsto no Senado, com aprofundamento pelas comissões competentes.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699705&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699705&o=rss"></p>

<p>O fim da escala 6x1 foi aprovado pela Câmara em maio. Ela muda a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso remunerado, sem redução dos salários.</p>

<p>A PEC das Segurança Pública e o projeto que cria a política nacional de minerais críticos também devem ser discutidos pelos senadores.</p>

<p>A emenda que constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública foi aprovada em março pelos deputados. A proposta busca integrar a atuação das forças policiais em todo o país, prevendo que parte da arrecadação com as bets seja destinado aos fundos de segurança pública e penitenciário.</p>

<p>O projeto de lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos foi aprovado pela Câmara em maio.  A proposta traz incentivos governamentais e prioridade para licenciamento de projetos das chamadas terras raras.</p>

<p>Davi Alcolumbre afirmou que teve, durante a semana, conversas com o presidente Lula para compreender as prioridades do governo e tratar da agenda legislativa de interesse do país.</p>

<p>O presidente do Senado ainda afirmou que cabe ao Executivo apresentar suas prioridades e ao Congresso analisá-las com independência e responsabilidade.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:41</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Campanha eleitoral nas ruas e na internet começa neste domingo (16)</title>
<link>https://apareceu.com/campanha-eleitoral-nas-ruas-e-na-internet-comeca-neste-domingo-16</link>
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<description><![CDATA[ A campanha eleitoral nas ruas e na internet começa oficialmente no próximo domingo (14).

Muitos candidatos, inclusive, já têm eventos marcados em suas cidades.

A propaganda eleitoral deve seguir algumas regras.

Pode-se, por exemplo, distribuir santinhos, usar alto-falantes e fazer caminhadas, carreatas, atos de rua e comícios.

Por outro lado, não é permitido usar outdoors, fazer enquetes, colocar propaganda em bens públicos, como postes, viadutos e placas, nem abandonar material nas vias públicas.

Na internet, são permitidas campanhas em redes sociais, transmissões ao vivo e impulsionamento de conteúdo.

Sites e aplicativos de mensagens podem ser utilizados, mas sem disparos em massa.

A inteligência artificial pode ser usada desde que o conteúdo seja identificado.

No entanto, é proibido usar material manipulado por IA para enganar, adulterar fatos ou desinformar.

Também está proibido o uso de deepfakes, que são conteúdos em áudio, imagem ou vídeo gerados por IA altamente realistas.

Prazo para informações sobre transporte gratuito

E termina neste sábado (13) o prazo para o envio de informações sobre o transporte gratuito de eleitores de zonas rurais, aldeias indígenas, comunidades quilombolas e povos tradicionais.

Os dados devem ser prestados à Justiça Eleitoral pelos governos federal, estaduais e municipais.

Eles precisam informar o tipo e a quantidade de veículos ou embarcações, além de itinerários, horários e modalidades de transporte nos dias de votação.
  1:50 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha eleitoral nas ruas e na internet começa oficialmente no próximo domingo (14).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699646&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699646&o=rss"></p>

<p>Muitos candidatos, inclusive, já têm eventos marcados em suas cidades.</p>

<p>A propaganda eleitoral deve seguir algumas regras.</p>

<p><strong>Pode-se, por exemplo, distribuir santinhos, usar alto-falantes e fazer caminhadas, carreatas, atos de rua e comícios.</strong></p>

<p>Por outro lado, não é permitido usar outdoors, fazer enquetes, colocar propaganda em bens públicos, como postes, viadutos e placas, nem abandonar material nas vias públicas.</p>

<p>Na internet, são permitidas campanhas em redes sociais, transmissões ao vivo e impulsionamento de conteúdo.</p>

<p>Sites e aplicativos de mensagens podem ser utilizados, mas sem disparos em massa.</p>

<p>A inteligência artificial pode ser usada desde que o conteúdo seja identificado.</p>

<p><strong>No entanto, é proibido usar material manipulado por IA para enganar, adulterar fatos ou desinformar.</strong></p>

<p><strong>Também está proibido o uso de <em>deepfakes</em>, que são conteúdos em áudio, imagem ou vídeo gerados por IA altamente realistas.</strong></p>

<h2>Prazo para informações sobre transporte gratuito</h2>

<p>E termina neste sábado (13) o prazo para o envio de informações sobre o transporte gratuito de eleitores de zonas rurais, aldeias indígenas, comunidades quilombolas e povos tradicionais.</p>

<p>Os dados devem ser prestados à Justiça Eleitoral pelos governos federal, estaduais e municipais.</p>

<p>Eles precisam informar o tipo e a quantidade de veículos ou embarcações, além de itinerários, horários e modalidades de transporte nos dias de votação.</p>
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<title>Propaganda eleitoral começa domingo: veja o que pode e o que não pode</title>
<link>https://apareceu.com/propaganda-eleitoral-comeca-domingo-veja-o-que-pode-e-o-que-nao-pode</link>
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<description><![CDATA[ A partir deste domingo (16), candidatos já podem pedir votos, fazer transmissões pela internet e organizar comícios.

Com a abertura do período de propaganda eleitoral, não só os candidatos, mas também os eleitores devem estar atentos às regras da Justiça Eleitoral.

Segundo o TSE, os eleitores podem fazer, com moderação, propaganda eleitoral em favor de seus candidatos que vão disputar o pleito deste ano.

Adesivos

Quem desejar colar adesivos em carros, bicicletas, motocicletas ou janelas de casa, precisa respeitar o limite de até 0,5 m². A divulgação deve ser espontânea. Não se pode receber dinheiro para exibir propaganda eleitoral.

Para veicular peças publicitárias em bens particulares também é proibido receber qualquer tipo de pagamento em troca de espaço para essa finalidade.

Táxis e aplicativos

Veículos cadastrados nos aplicativos de mobilidade urbana, como Uber e 99, não podem trafegar portando adesivos de candidatos.

De acordo com o TSE, para efeitos legais, os carros de aplicativos são considerados de uso comum e, nesse caso, estão proibidos de veicular propaganda política de qualquer natureza. A mesma regra vale para os táxis, que são concessões públicas.

Redes sociais

Nas redes sociais, apesar de ser livre a manifestação de pensamento, a legislação eleitoral, civil e criminal prevê limitações e punições em caso de ofensa à honra ou à imagem de candidatos, partidos, federações ou coligações ou de divulgação de fatos sabidamente inverídicos.

Boca de urna

No dia da eleição, os eleitores podem usar broches, adesivos, bandeiras, camisetas do seu candidato de forma individual e silenciosa. É proibido fazer boca de urna e aglomerações com roupas padronizadas.

Os eleitores também podem denunciar irregularidades no processo eleitoral, como compra de votos, uso da máquina pública e propaganda ilegal.

Possíveis irregularidades na propaganda eleitoral poderão ser encaminhadas por meio do aplicativo Pardal, do TSE. Ele é gratuito e está disponível para smartphones e tablets nas plataformas Google Play e App Store.

 
  2:40 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 03:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Propaganda, eleitoral, começa, domingo:, veja, que, pode, que, não, pode</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A partir deste domingo (16), candidatos já podem <strong>pedir votos</strong>, fazer transmissões pela internet e organizar comícios.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699731&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699731&o=rss"></p>

<p>Com a abertura do período de <strong>propaganda eleitoral</strong>, não só os candidatos, mas também os eleitores devem estar atentos às regras da Justiça Eleitoral.</p>

<p>Segundo o TSE, os eleitores podem fazer, com moderação, propaganda eleitoral em favor de seus candidatos que vão disputar o pleito deste ano.</p>

<h3>Adesivos</h3>

<p>Quem desejar colar adesivos em carros, bicicletas, motocicletas ou janelas de casa, precisa respeitar o limite de até <strong>0,5 m²</strong>. A divulgação deve ser <strong>espontânea. </strong>Não se pode receber dinheiro para exibir propaganda eleitoral.</p>

<p>Para veicular peças publicitárias em bens particulares também é proibido receber qualquer tipo de pagamento em troca de espaço para essa finalidade.</p>

<h3>Táxis e aplicativos</h3>

<p>Veículos cadastrados nos aplicativos de mobilidade urbana, como <strong>Uber</strong> e <strong>99</strong>, não podem trafegar portando adesivos de candidatos.</p>

<p>De acordo com o TSE, para efeitos legais, os carros de aplicativos são considerados de uso comum e, nesse caso, estão proibidos de veicular propaganda política de qualquer natureza. A mesma regra vale para os táxis, que são concessões públicas.</p>

<h3>Redes sociais</h3>

<p>Nas redes sociais, apesar de ser livre a manifestação de pensamento, a legislação eleitoral, civil e criminal prevê <strong>limitações </strong>e<strong> punições </strong>em caso de ofensa à honra ou à imagem de candidatos, partidos, federações ou coligações ou de divulgação de fatos sabidamente inverídicos.</p>

<p>Boca de urna</p>

<p>No dia da eleição, os eleitores podem usar broches, adesivos, bandeiras, camisetas do seu candidato de forma individual e silenciosa. É proibido fazer <strong>boca de urna</strong> e aglomerações com roupas padronizadas.</p>

<p>Os eleitores também podem denunciar irregularidades no processo eleitoral, como compra de votos, uso da máquina pública e propaganda ilegal.</p>

<p>Possíveis irregularidades na propaganda eleitoral poderão ser encaminhadas por meio do aplicativo <strong>Pardal,</strong> do TSE. Ele é gratuito e está disponível para smartphones e tablets nas plataformas Google Play e App Store.</p>

<p> </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:40</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>PGR começa a inspecionar código&#45;fonte das urnas eletrônicas</title>
<link>https://apareceu.com/pgr-comeca-a-inspecionar-codigo-fonte-das-urnas-eletronicas</link>
<guid>https://apareceu.com/pgr-comeca-a-inspecionar-codigo-fonte-das-urnas-eletronicas</guid>
<description><![CDATA[ O código-fonte das urnas eletrônicas começou a ser inspecionado por técnicos da Procuradoria-Geral da República para as eleições gerais de 2026.

A atividade ocorre na sede do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, e deve seguir até 13 de agosto.

A ação faz parte do Ciclo de Transparência Democrática da Justiça Eleitoral. O objetivo é fortalecer a transparência, a auditabilidade e a confiança no processo de votação.

Durante a inspeção, são examinadas a programação das urnas eletrônicas, os módulos de captação de votos e os softwares de transmissão e totalização dos resultados.

É justamente para acabar com qualquer desconfiança sobre o processo eleitoral que o TSE abre suas portas para a fiscalização. 

O Secretário de Tecnologia da Informação da corte, Júlio Valente, explica que o objetivo é mostrar que não há segredos:


&quot;Mostrar que não tem nada de misterioso, não tem nada de secreto, muito pelo contrário. O nosso trabalho é justamente esse, de aprofundar a transparência e, com isso, aprofundar a confiança da população no nosso trabalho&quot;, diz.


Prevista na legislação eleitoral, a inspeção dos códigos-fonte integra um conjunto de ações que inclui também os testes públicos de segurança, as auditorias e a cerimônia de lacração dos sistemas.

Os códigos-fonte para as eleições de 2026 foram abertos pelo TSE em outubro do ano passado.

Partidos e entidades fiscalizadoras podem fazer inspeções até setembro, antes da cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais.
  1:41 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 12:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O código-fonte das urnas eletrônicas começou a ser inspecionado por técnicos da Procuradoria-Geral da República para as eleições gerais de 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699201&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699201&o=rss"></p>

<p><strong>A atividade ocorre na sede do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, e deve seguir até 13 de agosto.</strong></p>

<p>A ação faz parte do Ciclo de Transparência Democrática da Justiça Eleitoral. O objetivo é fortalecer a transparência, a auditabilidade e a confiança no processo de votação.</p>

<p>Durante a inspeção, são examinadas a programação das urnas eletrônicas, os módulos de captação de votos e os softwares de transmissão e totalização dos resultados.</p>

<p><strong>É justamente para acabar com qualquer desconfiança sobre o processo eleitoral que o TSE abre suas portas para a fiscalização. </strong></p>

<p>O Secretário de Tecnologia da Informação da corte, Júlio Valente, explica que o objetivo é mostrar que não há segredos:</p>

<blockquote>
<p>"Mostrar que não tem nada de misterioso, não tem nada de secreto, muito pelo contrário. O nosso trabalho é justamente esse, de aprofundar a transparência e, com isso, aprofundar a confiança da população no nosso trabalho", diz.</p>
</blockquote>

<p><strong>Prevista na legislação eleitoral, a inspeção dos códigos-fonte integra um conjunto de ações que inclui também os testes públicos de segurança, as auditorias e a cerimônia de lacração dos sistemas.</strong></p>

<p>Os códigos-fonte para as eleições de 2026 foram abertos pelo TSE em outubro do ano passado.</p>

<p>Partidos e entidades fiscalizadoras podem fazer inspeções até setembro, antes da cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:41</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Eleições terão um total de 158,7 milhões de pessoas aptas a votar</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-terao-um-total-de-1587-milhoes-de-pessoas-aptas-a-votar</link>
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<description><![CDATA[ Um total de 158,7 milhões de pessoas estão aptas a votar nas Eleições 2026.

Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, o número representa um crescimento de 1,46% em relação às últimas eleições gerais, quando o país tinha 156,4 milhões de eleitores.

A Região Norte foi a que registrou o maior crescimento no número de eleitores: 4,37% em relação a 2022.

O percentual de eleitores no exterior também cresceu, atingindo a marca de 918.876 fora do país.

Os dados confirmam que o eleitorado continua majoritariamente feminino, representando 52,84% do total.

Na divisão por faixa etária, a participação de eleitores com mais de 60 anos subiu de 21,02% para 23,60%. Em contrapartida, o grupo de 21 a 34 anos encolheu: passou de 43.819.788 para 41.037.601 pessoas, queda de 28,01% para 25,85% do total. 

Esse movimento reflete o envelhecimento progressivo do eleitorado brasileiro.

Aos 96 anos, Antonieta Campos não abre mão do direito de votar e revela o que mais valoriza em um candidato: &quot;A honestidade do candidato é o mais importante. Vou firme achando que estou votando para a pessoa certa&quot;, diz.

Os dados do TSE também indicam uma maior diversidade racial. Foi identificado um crescimento significativo de eleitoras e eleitores que informaram dados de cor, raça e etnia em comparação com as eleições municipais de 2024. 

O número de pessoas que se autodeclararam pardas passou de 8,5 milhões para quase 17 milhões este ano. Já o número de eleitores de cor preta passou de 1,8 milhão para mais de 3 milhões.

Com a atualização do perfil do eleitorado de 2026, o número de pessoas indígenas chega a 287 mil, com alta de 84,47%. No Brasil, vivem cerca de 1,7 milhão de indígenas de quase 400 etnias diferentes, segundo dados do último Censo Demográfico.

Para o secretário executivo do Cimi (Conselho Indigenista Missionário), Luís Ventura, os dados confirmam um maior engajamento nos processos democráticos, além de uma maior organização:


&quot;Os povos indígenas hoje se configuram como um dos principais sujeitos políticos no país. Eu creio que a maior participação dos povos indígenas no processo eleitoral não deve ser compreendida só como uma forma de avançar na garantia de seus direitos específicos quanto povos indígenas, mas também na capacidade ímpar que os povos indígenas têm de contribuir com a solução dos problemas coletivos de todas e todos nós&quot;, aponta.


Entre as unidades da Federação, São Paulo segue como maior colégio eleitoral do país, com 21,48% do total de eleitores aptos a votar.

Em seguida, aparecem Minas Gerais (10,32%), Rio de Janeiro (8,10%), Bahia (7,13%) e Paraná (5,42%). Juntos, os cinco maiores colégios eleitorais reúnem 52,45% do eleitorado brasileiro.

*Com produção de Ligya Carvalho
  4:44 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 12:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleições, terão, total, 158, 7, milhões, pessoas, aptas, votar</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um total de 158,7 milhões de pessoas estão aptas a votar nas Eleições 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699404&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699404&o=rss"></p>

<p>Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, o número representa um crescimento de 1,46% em relação às últimas eleições gerais, quando o país tinha 156,4 milhões de eleitores.</p>

<p>A Região Norte foi a que registrou o maior crescimento no número de eleitores: 4,37% em relação a 2022.</p>

<p>O percentual de eleitores no exterior também cresceu, atingindo a marca de 918.876 fora do país.</p>

<p>Os dados confirmam que o eleitorado continua majoritariamente feminino, representando 52,84% do total.</p>

<p><strong>Na divisão por faixa etária, a participação de eleitores com mais de 60 anos subiu de 21,02% para 23,60%. Em contrapartida, o grupo de 21 a 34 anos encolheu: passou de 43.819.788 para 41.037.601 pessoas, queda de 28,01% para 25,85% do total. </strong></p>

<p>Esse movimento reflete o envelhecimento progressivo do eleitorado brasileiro.</p>

<p>Aos 96 anos, Antonieta Campos não abre mão do direito de votar e revela o que mais valoriza em um candidato: "A honestidade do candidato é o mais importante. Vou firme achando que estou votando para a pessoa certa", diz.</p>

<p><strong>Os dados do TSE também indicam uma maior diversidade racial. Foi identificado um crescimento significativo de eleitoras e eleitores que informaram dados de cor, raça e etnia em comparação com as eleições municipais de 2024. </strong></p>

<p>O número de pessoas que se autodeclararam pardas passou de 8,5 milhões para quase 17 milhões este ano. Já o número de eleitores de cor preta passou de 1,8 milhão para mais de 3 milhões.</p>

<p><strong>Com a atualização do perfil do eleitorado de 2026, o número de pessoas indígenas chega a 287 mil, com alta de 84,47%. No Brasil, vivem cerca de 1,7 milhão de indígenas de quase 400 etnias diferentes, segundo dados do último Censo Demográfico.</strong></p>

<p>Para o secretário executivo do Cimi (Conselho Indigenista Missionário), Luís Ventura, os dados confirmam um maior engajamento nos processos democráticos, além de uma maior organização:</p>

<blockquote>
<p>"Os povos indígenas hoje se configuram como um dos principais sujeitos políticos no país. Eu creio que a maior participação dos povos indígenas no processo eleitoral não deve ser compreendida só como uma forma de avançar na garantia de seus direitos específicos quanto povos indígenas, mas também na capacidade ímpar que os povos indígenas têm de contribuir com a solução dos problemas coletivos de todas e todos nós", aponta.</p>
</blockquote>

<p>Entre as unidades da Federação, São Paulo segue como maior colégio eleitoral do país, com 21,48% do total de eleitores aptos a votar.</p>

<p>Em seguida, aparecem Minas Gerais (10,32%), Rio de Janeiro (8,10%), Bahia (7,13%) e Paraná (5,42%). Juntos, os cinco maiores colégios eleitorais reúnem 52,45% do eleitorado brasileiro.</p>

<p><em>*Com produção de Ligya Carvalho</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">4:44</span>]]> </content:encoded>
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<title>Eleitores podem solicitar voto em trânsito até o dia 20 de agosto</title>
<link>https://apareceu.com/eleitores-podem-solicitar-voto-em-transito-ate-o-dia-20-de-agosto</link>
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<description><![CDATA[ Eleitores de todo o país podem solicitar o voto em trânsito nas eleições de 2026. Neste ano, o procedimento pode ser feito até 20 de agosto e permite ao cidadão votar em uma cidade diferente do seu domicílio eleitoral, ou seja, daquela cidade onde está o registro dele como eleitor. A informação é do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral.

O assessor de Comunicação do TRE-DF, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, Guilherme Alves, detalha em que situações é possível fazer o pedido:


&quot;O voto em trânsito é um tipo de voto destinado a quem sabe que estará fora do seu domicílio eleitoral. Pode ser solicitado por eleitoras e eleitores que estejam com a situação regular no cadastro eleitoral. Quem estiver com o título cancelado ou suspenso não pode utilizar esse serviço. Lembrando que o cadastro da Justiça Eleitoral fechou em 6 de maio; portanto, a pessoa que não está regular não conseguirá regularizar sua situação até o dia da eleição.&quot;


Segundo Guilherme, a solicitação pode ser feita para qualquer um dos turnos das eleições ou para ambos, inclusive pelo autoatendimento na página tse.jus.br.


&quot;Esse pedido pode ser realizado pelo autoatendimento da Justiça Eleitoral, ou o eleitor também pode comparecer presencialmente a qualquer cartório, central ou posto de atendimento eleitoral. Lembrando que, para fazer essa solicitação, ele terá de apresentar um documento oficial de identificação com foto.&quot;


Um detalhe importante: dependendo da cidade escolhida para o voto em trânsito, é possível que a pessoa não vote para todos os cargos, com explica o assessor:


&quot;Se ela estiver fora da cidade na qual vota, mas dentro do mesmo estado, poderá ainda votar para todos os cargos. Porém, se estiver em trânsito em outro estado, votará somente para presidente da República, porque os demais cargos são vinculados à unidade da federação de origem.&quot;


De acordo com o TSE, a relação dos locais onde haverá voto em trânsito será divulgada nas páginas dos tribunais regionais eleitorais, com atualização até o prazo final para a solicitação, em 20 de agosto.

Eleições

As eleições de 2026 acontecem em 4 de outubro, em primeiro turno, e em 25 de outubro, onde houver segundo turno. Os eleitores vão escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais, no caso do Distrito Federal.
  2:32 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 21:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleitores, podem, solicitar, voto, trânsito, até, dia, agosto</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eleitores de todo o país podem solicitar o voto em trânsito nas eleições de 2026. Neste ano, o procedimento pode ser feito até 20 de agosto e permite ao cidadão votar em uma cidade diferente do seu domicílio eleitoral, ou seja, daquela cidade onde está o registro dele como eleitor. A informação é do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698844&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698844&o=rss"></p>

<p>O assessor de Comunicação do TRE-DF, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, <strong>Guilherme Alves</strong>, detalha em que situações é possível fazer o pedido:</p>

<blockquote>
<p>"O voto em trânsito é um tipo de voto destinado a quem sabe que estará fora do seu domicílio eleitoral. Pode ser solicitado por eleitoras e eleitores que estejam com a situação regular no cadastro eleitoral. Quem estiver com o título cancelado ou suspenso não pode utilizar esse serviço. Lembrando que o cadastro da Justiça Eleitoral fechou em 6 de maio; portanto, a pessoa que não está regular não conseguirá regularizar sua situação até o dia da eleição."</p>
</blockquote>

<p>Segundo Guilherme, a solicitação pode ser feita para qualquer um dos turnos das eleições ou para ambos, inclusive pelo autoatendimento na página <a href="http://tse.jus.br/" target="_blank">tse.jus.br</a>.</p>

<blockquote>
<p>"Esse pedido pode ser realizado pelo autoatendimento da Justiça Eleitoral, ou o eleitor também pode comparecer presencialmente a qualquer cartório, central ou posto de atendimento eleitoral. Lembrando que, para fazer essa solicitação, ele terá de apresentar um documento oficial de identificação com foto."</p>
</blockquote>

<p>Um detalhe importante: <strong>dependendo da cidade escolhida para o voto em trânsito, é possível que a pessoa não vote para todos os cargos</strong>, com explica o assessor:</p>

<blockquote>
<p>"Se ela estiver fora da cidade na qual vota, mas dentro do mesmo estado, poderá ainda votar para todos os cargos. Porém, se estiver em trânsito em outro estado, votará somente para presidente da República, porque os demais cargos são vinculados à unidade da federação de origem."</p>
</blockquote>

<p>De acordo com o TSE, a relação dos locais onde haverá voto em trânsito será divulgada nas páginas dos tribunais regionais eleitorais, com atualização até o prazo final para a solicitação, em 20 de agosto.</p>

<h3>Eleições</h3>

<p>As eleições de 2026 acontecem em 4 de outubro, em primeiro turno, e em 25 de outubro, onde houver segundo turno. Os eleitores vão escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais, no caso do Distrito Federal.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:32</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Flávio Dino manda PF investigar emendas PIX após auditoria do TCU</title>
<link>https://apareceu.com/flavio-dino-manda-pf-investigar-emendas-pix-apos-auditoria-do-tcu</link>
<guid>https://apareceu.com/flavio-dino-manda-pf-investigar-emendas-pix-apos-auditoria-do-tcu</guid>
<description><![CDATA[ Depois de uma auditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou a Polícia Federal (PF) investigar as emendas PIX.

Encaminhada ao STF no último dia 31, a auditoria apontou irregularidades consideradas graves no repasse dos recursos e um prejuízo de R$ 55 milhões.

Foram analisadas 100 transferências especiais para 74 entes entre 2020 e 2024. Pontos encontrados:


	Falta de transparência e rastreabilidade;
	Irregularidades na execução financeira das transferências especiais, no procedimento licitatório e na execução física e contratual;
	Falta de relatório de gestão no Transferegov;
	Pagamento de despesas sem comprovação idônea;
	Pagamento com despesas estranhas à finalidade, sem comprovação ou objeto;
	Superfaturação de preços.


O que permaneceu, segundo Flávio Dino, foi um estado de inconstitucionalidade, mesmo com a obrigatoriedade da apresentação de Plano de Trabalho. Aqueles relatórios com os dados das emendas - para onde vai, quanto e quando - e com a proibição de saques em dinheiro e das chamadas contas de passagem, por onde o dinheiro passa antes de ser sacado, o que, segundo Dino, obriga a adoção de novas medidas para a execução das “emendas individuais”.

Na decisão desta sexta-feira, o ministro Flávio Dino pede que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, verifique a existência de indícios de crimes; que abra novos procedimentos, se for o caso; e que priorize essas transferências auditadas pelo TCU.

Pede, ainda, que o Ministério da Gestão se manifeste, em dez dias, com relação às fragilidades encontradas no Transferegov.

Outros pedidos: para que os estados e municípios, a partir do ano que vem, usem uma codificação contábil padronizada; para que a Controladoria-Geral da União (CGU) apresente informações sobre auditorias em equipamentos e emendas para o terceiro setor; e que o Executivo, a Câmara e o Senado se manifestem em dez dias.

Mesmo prazo terá o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), para explicar emendas na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que teriam sido destinadas à compra de alimentos de cooperativas fora do estado dele, o Rio de Janeiro. Denúncia feita pelo deputado Gustavo Gayer (PL-GO).

O deputado Lindbergh Farias ainda não se pronunciou.
  2:26 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 21:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Flávio, Dino, manda, investigar, emendas, PIX, após, auditoria, TCU</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma <strong>auditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU)</strong>, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), <strong>mandou a Polícia Federal (PF) investigar as emendas PIX.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699050&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699050&o=rss"></p>

<p>Encaminhada ao STF no último dia 31, a <strong>auditoria apontou irregularidades</strong> consideradas graves no repasse dos recursos e um<strong> prejuízo de R$ 55 milhões.</strong></p>

<p>Foram analisadas 100 transferências especiais para 74 entes entre 2020 e 2024. Pontos encontrados:</p>

<ul>
	<li>Falta de transparência e rastreabilidade;</li>
	<li>Irregularidades na execução financeira das transferências especiais, no procedimento licitatório e na execução física e contratual;</li>
	<li>Falta de relatório de gestão no Transferegov;</li>
	<li>Pagamento de despesas sem comprovação idônea;</li>
	<li>Pagamento com despesas estranhas à finalidade, sem comprovação ou objeto;</li>
	<li>Superfaturação de preços.</li>
</ul>

<p>O que permaneceu, segundo Flávio Dino, foi um<strong> estado de inconstitucionalidade</strong>, mesmo com a obrigatoriedade da apresentação de Plano de Trabalho. Aqueles relatórios com os dados das emendas - para onde vai, quanto e quando - e com a proibição de saques em dinheiro e das chamadas contas de passagem, por onde o dinheiro passa antes de ser sacado, o que, segundo Dino, obriga a adoção de novas medidas para a execução das “emendas individuais”.</p>

<p>Na decisão desta sexta-feira, o <strong>ministro Flávio Dino pede que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, verifique a existência de indícios de crimes</strong>; que abra novos procedimentos, se for o caso; e que priorize essas transferências auditadas pelo TCU.</p>

<p>Pede, ainda, que o Ministério da Gestão se manifeste, em dez dias, com relação às fragilidades encontradas no Transferegov.</p>

<p>Outros pedidos: para que os estados e municípios, a partir do ano que vem, usem uma codificação contábil padronizada; para que a Controladoria-Geral da União (CGU) apresente informações sobre auditorias em equipamentos e emendas para o terceiro setor; e que o Executivo, a Câmara e o Senado se manifestem em dez dias.</p>

<p>Mesmo prazo terá o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), para explicar emendas na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que teriam sido destinadas à compra de alimentos de cooperativas fora do estado dele, o Rio de Janeiro. Denúncia feita pelo deputado Gustavo Gayer (PL-GO).</p>

<p>O deputado Lindbergh Farias ainda não se pronunciou.</p>
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<title>Eleitores que moram no exterior podem solicitar voto em trânsito</title>
<link>https://apareceu.com/eleitores-que-moram-no-exterior-podem-solicitar-voto-em-transito</link>
<guid>https://apareceu.com/eleitores-que-moram-no-exterior-podem-solicitar-voto-em-transito</guid>
<description><![CDATA[ Eleitores de todo o país podem solicitar o voto em trânsito nas eleições de 2026. A medida vale também para quem mora no exterior, mas já sabe que estará no Brasil nos dias de votação. A informação é do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral.

O procedimento permite ao cidadão votar em uma cidade diferente do seu domicílio eleitoral, ou seja, daquela onde está o registro dele como eleitor. O pedido, segundo o TSE, pode ser feito até o dia 20 de agosto no autoatendimento do site tse.jus.br ou nos cartórios eleitorais, apresentando documento de identificação oficial com foto.

O assessor de Comunicação do TRE-DF, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, Guilherme Alves, detalha como é o procedimento para quem vota no exterior e estará no Brasil no dia do pleito:


&quot;Tanto a eleitora quanto o eleitor que tiver o título vinculado à zona eleitoral do exterior, que normalmente vota no exterior, pode solicitar a habilitação para poder votar em trânsito aqui no Brasil. Lembrando que, nesse caso, ela vai votar apenas para presidente da República, em qualquer capital ou município que tenha mais de 100 mil eleitores ou eleitoras.&quot;


Agora, uma dúvida comum: a pessoa que mora no Brasil, mas já sabe que estará no exterior nos dias de votação, pode solicitar o voto em trânsito?


&quot;Não, o voto em trânsito existe somente em território brasileiro. Então, não é possível solicitar o voto em trânsito para votar em outro país.&quot;


O assessor do TRE-DF alerta para uma situação que pode pegar o eleitor de surpresa: e se a pessoa que mora no exterior ou no Brasil pediu o voto em trânsito, mas os planos mudaram e ela não estará mais na cidade em que escolheu para votar? De acordo com Guilherme Alves, é possível pedir o cancelamento do voto em trânsito. Mas, se o prazo tiver passado...


&quot;Ela não poderá votar no local de origem, caso ela mude os planos dela. Porque, depois que ela faz a habilitação para o voto em trânsito, a inscrição dela temporariamente fica vinculada ao local escolhido. E aí, se ela não estiver na cidade que ela escolheu no dia da votação, ela não poderá votar e nem votar na cidade em que ela estiver ou até na cidade de origem. Nesse caso, o que a pessoa pode fazer é justificar a ausência às urnas.&quot;


Eleições

As eleições de 2026 acontecem em 4 de outubro, em primeiro turno, e em 25 de outubro, onde houver segundo turno. Os eleitores vão escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais, no caso do Distrito Federal.
  2:35 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/-6l_B8W-q0SoE7BKi7DfyeXf73w=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/08/03/_d6a4167.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 21:00:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleitores, que, moram, exterior, podem, solicitar, voto, trânsito</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eleitores de todo o país podem solicitar o voto em trânsito nas eleições de 2026. A medida vale também para quem mora no exterior, mas já sabe que estará no Brasil nos dias de votação. A informação é do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698845&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698845&o=rss"></p>

<p>O procedimento permite ao cidadão votar em uma cidade diferente do seu domicílio eleitoral, ou seja, daquela onde está o registro dele como eleitor. <strong>O pedido, segundo o TSE, pode ser feito até o dia 20 de agosto no autoatendimento do site <a href="http://tse.jus.br/" target="_blank">tse.jus.br</a> ou nos cartórios eleitorais, apresentando documento de identificação oficial com foto.</strong></p>

<p>O assessor de Comunicação do TRE-DF, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, <strong>Guilherme Alves</strong>, detalha como é o procedimento para quem vota no exterior e estará no Brasil no dia do pleito:</p>

<blockquote>
<p>"Tanto a eleitora quanto o eleitor que tiver o título vinculado à zona eleitoral do exterior, que normalmente vota no exterior, pode solicitar a habilitação para poder votar em trânsito aqui no Brasil. Lembrando que, nesse caso, ela vai votar apenas para presidente da República, em qualquer capital ou município que tenha mais de 100 mil eleitores ou eleitoras."</p>
</blockquote>

<p>Agora, uma dúvida comum: a pessoa que mora no Brasil, mas já sabe que estará no exterior nos dias de votação, pode solicitar o voto em trânsito?</p>

<blockquote>
<p>"Não, o voto em trânsito existe somente em território brasileiro. Então, não é possível solicitar o voto em trânsito para votar em outro país."</p>
</blockquote>

<p><strong>O assessor do TRE-DF alerta para uma situação que pode pegar o eleitor de surpresa:</strong> e se a pessoa que mora no exterior ou no Brasil pediu o voto em trânsito, mas os planos mudaram e ela não estará mais na cidade em que escolheu para votar? De acordo com Guilherme Alves, é possível pedir o cancelamento do voto em trânsito. Mas, se o prazo tiver passado...</p>

<blockquote>
<p>"Ela não poderá votar no local de origem, caso ela mude os planos dela. Porque, depois que ela faz a habilitação para o voto em trânsito, a inscrição dela temporariamente fica vinculada ao local escolhido. E aí, se ela não estiver na cidade que ela escolheu no dia da votação, ela não poderá votar e nem votar na cidade em que ela estiver ou até na cidade de origem. Nesse caso, o que a pessoa pode fazer é justificar a ausência às urnas."</p>
</blockquote>

<h3>Eleições</h3>

<p>As eleições de 2026 acontecem em 4 de outubro, em primeiro turno, e em 25 de outubro, onde houver segundo turno. Os eleitores vão escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais, no caso do Distrito Federal.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:35</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Moraes mantém suspensão de visitas a Bolsonaro no Dia dos Pais</title>
<link>https://apareceu.com/moraes-mantem-suspensao-de-visitas-a-bolsonaro-no-dia-dos-pais</link>
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<description><![CDATA[ Com visitas de familiares suspensas, o ex-presidente Jair Bolsonaro não vai poder receber os filhos, em casa, no Dia dos Pais. É o que decidiu, neste sábado, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, após pedido da defesa de Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, por liderar uma tentativa de golpe de Estado. 

Ao negar o pedido, o ministro citou decisão anterior, na qual suspendeu todas as visitas ao ex-presidente, exceto médicos e advogados. Na época, a decisão foi tomada por descumprimento das condições para a prisão domiciliar, quando o senador Flávio Bolsonaro, filho de Jair - e candidato à Presidência nas eleições deste ano - publicou uma carta manuscrita assinada pelo pai, nas redes sociais.  

Com base no ocorrido, Alexandre de Moraes declarou “prejudicado” o pedido para que os filhos visitassem Bolsonaro, em Brasília, no Dia dos Pais, justamente porque todas as visitas estão suspensas.  

O pedido da defesa do ex-presidente foi feito em caráter excepcional, para que recebesse os três filhos homens, Carlos, Flávio e Jair Renan, na tarde deste domingo. No pedido, os advogados argumentaram que a medida preservaria “os vínculos familiares” e daria “importante dimensão da convivência entre pai e filhos”. 

Com informações da Agência Brasil
  1:28 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 21:00:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Com visitas de familiares suspensas, o ex-presidente Jair Bolsonaro não vai poder receber os filhos, em casa, no Dia dos Pais. É o que decidiu, neste sábado, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, após pedido da defesa de Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, por liderar uma tentativa de golpe de Estado. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699154&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699154&o=rss"></p>

<p>Ao negar o pedido, o ministro citou decisão anterior, na qual suspendeu todas as visitas ao ex-presidente, exceto médicos e advogados. Na época, a decisão foi tomada por descumprimento das condições para a prisão domiciliar, quando o senador Flávio Bolsonaro, filho de Jair - e candidato à Presidência nas eleições deste ano - publicou uma carta manuscrita assinada pelo pai, nas redes sociais.  </p>

<p>Com base no ocorrido, Alexandre de Moraes declarou “prejudicado” o pedido para que os filhos visitassem Bolsonaro, em Brasília, no Dia dos Pais, justamente porque todas as visitas estão suspensas.  </p>

<p>O pedido da defesa do ex-presidente foi feito em caráter excepcional, para que recebesse os três filhos homens, Carlos, Flávio e Jair Renan, na tarde deste domingo. No pedido, os advogados argumentaram que a medida preservaria “os vínculos familiares” e daria “importante dimensão da convivência entre pai e filhos”. </p>

<p>Com informações da Agência Brasil</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:28</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>União Brasil confirma neutralidade na corrida pela presidência</title>
<link>https://apareceu.com/uniao-brasil-confirma-neutralidade-na-corrida-pela-presidencia</link>
<guid>https://apareceu.com/uniao-brasil-confirma-neutralidade-na-corrida-pela-presidencia</guid>
<description><![CDATA[ O União Brasil confirmou, nesta terça-feira em convenção nacional, que não vai apoiar nenhum candidato à Presidência da República em 2026. A decisão libera cada membro da sigla para fazer campanha ao lado dos presidenciáveis em seus respectivos estados.

O anúncio foi feito pelo presidente do partido, Antonio Rueda, que classificou a posição como um sinal de maturidade política da legenda. Segundo o dirigente partidário, a Federação União Progressista tem peso nacional e nomes preparados para diferentes cargos, o que justificaria abrir mão de um apoio único no plano presidencial.

A neutralidade do União Brasil segue o mesmo caminho já adotado pelo Progressistas, o outro partido que integra a federação, e também pelo MDB. Juntos, os três partidos formam o núcleo do Centrão e preferiram preservar alianças estaduais a fechar posição em torno de um único nome na disputa pelo Planalto. A decisão representa mais um obstáculo para a candidatura do senador Flávio Bolsonaro, que tentava atrair o apoio da federação comandada por Rueda.

Não é a primeira vez que o partido opta por ficar fora da disputa presidencial. Em 2022, o União lançou Soraya Thronicke no primeiro turno e, no segundo, liberou os filiados para escolherem entre Jair Bolsonaro e Lula.
  1:30 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 06:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O União Brasil confirmou, nesta terça-feira em convenção nacional, que não vai apoiar nenhum candidato à Presidência da República em 2026. A decisão libera cada membro da sigla para fazer campanha ao lado dos presidenciáveis em seus respectivos estados.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698655&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698655&o=rss"></p>

<p>O anúncio foi feito pelo presidente do partido, Antonio Rueda, que classificou a posição como um sinal de maturidade política da legenda. Segundo o dirigente partidário, a Federação União Progressista tem peso nacional e nomes preparados para diferentes cargos, o que justificaria abrir mão de um apoio único no plano presidencial.</p>

<p><strong>A neutralidade do União Brasil segue o mesmo caminho já adotado pelo Progressistas, o outro partido que integra a federação, e também pelo MDB</strong>. Juntos, os três partidos formam o núcleo do Centrão e preferiram preservar alianças estaduais a fechar posição em torno de um único nome na disputa pelo Planalto. A decisão representa mais um obstáculo para a candidatura do senador Flávio Bolsonaro, que tentava atrair o apoio da federação comandada por Rueda.</p>

<p>Não é a primeira vez que o partido opta por ficar fora da disputa presidencial. Em 2022, o União lançou Soraya Thronicke no primeiro turno e, no segundo, liberou os filiados para escolherem entre Jair Bolsonaro e Lula.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:30</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Partido Republicanos decide por independência na eleição presidencial</title>
<link>https://apareceu.com/partido-republicanos-decide-por-independencia-na-eleicao-presidencial</link>
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<description><![CDATA[ O Republicanos informou, nesta terça-feira (4), que vai adotar uma posição de independência institucional na eleição para presidente da República.

O partido, que não indicou um nome para a disputa, também não vai apoiar nenhum candidato à presidência.

Segundo nota da legenda, a decisão reflete o respeito à construção democrática interna do partido, que realizou amplo processo de consultas às executivas estaduais de todo país. 

O Republicanos diz ainda que se consolidou nacionalmente e passou a representar diferentes regiões, contextos e alianças políticas.  Por isso, vai considerar as particularidades de cada estado na tomada de decisão, respeitando as estratégias políticas locais e as diferentes composições construídas ao longo dos últimos anos.

Foi o que explicou o presidente do partido, Marcos Pereira.


“Dezessete estados optaram pela independência, não apoiar nem um lado, nem o outro. Eu consegui concluir as ligações e consultar todos os 27 estados e aí, formada a maioria, eu não posso impor a minha vontade. Nós temos que seguir a vontade da maioria. Coligação é para a eleição inteira. Então, os estados, obviamente, estão livres para apoiar o candidato que optarem por melhor desempenho no seu estado e para o resultado do partido no estado”.  


Mas a legenda ressaltou que a posição de independência na disputa presidencial não representa ausência de princípios nem de posicionamento político.

O partido afirma que permanece fiel aos valores da defesa da democracia, da liberdade, da responsabilidade fiscal, do fortalecimento das instituições, da família, da segurança jurídica e do desenvolvimento econômico e social do Brasil.

O Republicanamos afirma ainda seu compromisso de fortalecimento da sua representação no Congresso Nacional, ampliando as bancadas na Câmara dos Deputados e no Senado. 
  2:06 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 06:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Republicanos informou, nesta terça-feira (4), que vai adotar uma posição de independência institucional na eleição para presidente da República.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698651&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698651&o=rss"></p>

<p>O partido, que não indicou um nome para a disputa, também não vai apoiar nenhum candidato à presidência.</p>

<p>Segundo nota da legenda, a decisão reflete o respeito à construção democrática interna do partido, que realizou amplo processo de consultas às executivas estaduais de todo país. </p>

<p>O Republicanos diz ainda que se consolidou nacionalmente e passou a representar diferentes regiões, contextos e alianças políticas.  Por isso, <strong>vai considerar as particularidades de cada estado na tomada de decisão, respeitando as estratégias políticas locais e as diferentes composições construídas ao longo dos últimos anos.</strong></p>

<p>Foi o que explicou o presidente do partido, Marcos Pereira.</p>

<blockquote>
<p>“Dezessete estados optaram pela independência, não apoiar nem um lado, nem o outro. Eu consegui concluir as ligações e consultar todos os 27 estados e aí, formada a maioria, eu não posso impor a minha vontade. Nós temos que seguir a vontade da maioria. Coligação é para a eleição inteira. Então, os estados, obviamente, estão livres para apoiar o candidato que optarem por melhor desempenho no seu estado e para o resultado do partido no estado”.  </p>
</blockquote>

<p>Mas a legenda ressaltou que a posição de independência na disputa presidencial não representa ausência de princípios nem de posicionamento político.</p>

<p>O partido afirma que permanece fiel aos valores da defesa da democracia, da liberdade, da responsabilidade fiscal, do fortalecimento das instituições, da família, da segurança jurídica e do desenvolvimento econômico e social do Brasil.</p>

<p>O Republicanamos afirma ainda seu compromisso de fortalecimento da sua representação no Congresso Nacional, ampliando as bancadas na Câmara dos Deputados e no Senado. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:06</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Maioria da população, mulheres garantiram direito ao voto com luta</title>
<link>https://apareceu.com/maioria-da-populacao-mulheres-garantiram-direito-ao-voto-com-luta</link>
<guid>https://apareceu.com/maioria-da-populacao-mulheres-garantiram-direito-ao-voto-com-luta</guid>
<description><![CDATA[ A história do voto feminino no Brasil é marcada por uma série de lutas. Reconhecido em 1932, no novo Código Eleitoral, o voto das mulheres foi mantido como facultativo até 1965, quando, enfim, passou a ser obrigatório, assim como o dos homens. 

As mulheres correspondem a 53% das pessoas aptas a votar nas eleições deste ano. As mais jovens, de 16 a 18 anos, representam 2% do eleitorado. Entre elas está Bruna Teles, estudante de 18 anos, que demonstra empolgação com a oportunidade de votar pela primeira vez.


“Eu gosto bastante do pensamento de que eu agora posso participar ativamente de alguma coisa no meu país.  Escolher quem são as pessoas que vão me representar, de acordo com as minhas ideias, com o que eu acredito”. 


Para a estudante Isabella Souza, de 18 anos, a luta para fazer valer a voz das mulheres na política ainda é necessária. 


“A gente ainda vê por aí pessoas contra o voto feminino! Mulheres contra o voto feminino! E , também, na sociedade hoje em dia a gente consegue ver várias situações de machismo e de misoginia. As mulheres também fazem parte da sociedade, então é importante que elas tenham voz para falar o que elas acham”. 


Pioneiras 

Gerações de mulheres lutaram para que as cerca de 84 milhões de eleitoras no país atualmente possam exercer seu direito ao voto como cidadãs. Entre as ativistas pelo voto feminino no Brasil estão a educadora potiguar Nísia Floresta, pioneira na defesa da autonomia das mulheres ainda no século 19; a dentista Isabel de Souza Mattos, que conseguiu o registro de eleitora em 1887, no Rio Grande do Sul, a partir de uma brecha na Lei Saraiva, que dava direito ao voto a quem tinha diploma. Mesmo assim, foi proibida de votar nas eleições para a Assembleia Constituinte em 1890. 


            
        
    
Eleitora vota para presidente em 1955. O voto feminino já era previsto, mas diferente dos homens, ainda era facultativo. Foto: Arquivo Nacional


Em 1910, a baiana Leolinda Daltro, conhecida como “mulher do diabo”, fundou o Partido Feminino Republicano. A jornalista da EBC e pesquisadora Cibele Tenório, comenta a estratégia de Leolinda em um período em que as mulheres eram impedidas de votar.


“Ela tinha um grupo de mulheres que conseguiu arregimentar e elas frequentavam as sessões no congresso,  participavam de audiências,  eram sempre presentes. Era um um feminismo de fato. Elas não faziam costuras, era mesmo para fazer uma provocação”. 


Outra figura fundamental na conquista do voto feminino foi a paulistana Bertha Lutz, que teve contato com as sufragistas na França e, ao voltar para o Brasil, fundou a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino em 1922 no Rio de Janeiro - movimento que lutou pela inclusão do voto das mulheres no código eleitoral. 

No livro sobre o voto feminino no Brasil, a historiadora Teresa Cristina de Novaes Marques cita o pioneirismo das eleitoras no Rio Grande do Norte: em 1928, duas professoras - Celina Guimarães e Júlia Barbosa - votaram para eleger seus representantes no Senado Federal, mas seus votos foram anulados. 

Em 1931, integrantes da federação criada por Bertha Lutz se reuniram com o presidente Getúlio Vargas.  Após ouvir o  apelo dessas mulheres pelo direito ao voto, o governo Vargas publicou o decreto do novo Código Eleitoral em fevereiro de 1932.


            
        
    
 A jornalista e pesquisador Cibele Tenório é autora da biografia de Almerinda Gama. Foto: Joedson Alves/Agência Brasil 


A sufragista negra

Cibele Tenório explica que Bertha Lutz era acompanhada por outras mulheres líderes e, entre elas, estava Almerinda Gama, alagoana negra sobre a qual pesquisadora escreveu um livro. 


“Ela era uma assessora de imprensa do movimento feminista, muito habilidosa na escrita. Almerinda é carismática e conseguia emplacar coisas nos jornais pela amizade que ela foi fazendo nos lugares. Esse trabalho da Almerinda, que tem a ver também com os jornais, ajudou a construção do clima favorável que faz com que o Getúlio, em 32, banque a decisão de incluir as mulheres”. 


Em 1933, mulheres acima de 21 anos e alfabetizadas puderam votar pela primeira vez. Mas o voto ainda era facultativo, e se tornou obrigatório, como o dos homens, apenas em 1965. Já o direito ao voto para mulheres analfabetas só foi conquistado em 1985, com o fim da ditadura militar, quando os analfabetos foram incluídos em uma  emenda à Constituição. 

* Com produção de Salete Sobreira. 

 
  5:04 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 06:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Maioria, população, mulheres, garantiram, direito, voto, com, luta</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A história do<strong> voto feminino </strong>no Brasil é marcada por uma série de lutas. <strong>Reconhecido em</strong> <strong>1932</strong>, no novo Código Eleitoral, o voto das mulheres foi mantido como <strong>facultativo até 1965</strong>, quando, enfim, passou a ser obrigatório, assim como o dos homens. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698656&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698656&o=rss"></p>

<p>As mulheres correspondem a 53% das pessoas aptas a votar nas eleições deste ano. As mais jovens, de 16 a 18 anos, representam 2% do eleitorado. Entre elas está Bruna Teles, estudante de 18 anos, que demonstra empolgação com a oportunidade de votar pela primeira vez.</p>

<blockquote>
<p>“Eu gosto bastante do pensamento de que eu agora posso participar ativamente de alguma coisa no meu país.  Escolher quem são as pessoas que vão me representar, de acordo com as minhas ideias, com o que eu acredito”. </p>
</blockquote>

<p>Para a estudante Isabella Souza, de 18 anos, a luta para fazer valer a voz das mulheres na política ainda é necessária. </p>

<blockquote>
<p>“A gente ainda vê por aí pessoas contra o voto feminino! Mulheres contra o voto feminino! E , também, na sociedade hoje em dia a gente consegue ver várias situações de machismo e de misoginia. As mulheres também fazem parte da sociedade, então é importante que elas tenham voz para falar o que elas acham”. </p>
</blockquote>

<h3>Pioneiras </h3>

<p>Gerações de <strong>mulheres lutaram para que as cerca de 84 milhões de eleitoras no país atualmente possam exercer seu direito ao voto como cidadãs</strong>. Entre as ativistas pelo voto feminino no Brasil estão a educadora potiguar Nísia Floresta, pioneira na defesa da autonomia das mulheres ainda no século 19; a dentista Isabel de Souza Mattos, que conseguiu o registro de eleitora em 1887, no Rio Grande do Sul, a partir de uma brecha na Lei Saraiva, que dava direito ao voto a quem tinha diploma. Mesmo assim, foi proibida de votar nas eleições para a Assembleia Constituinte em 1890. </p>

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<p>Em 1910, a baiana Leolinda Daltro, conhecida como “mulher do diabo”, fundou o Partido Feminino Republicano. A jornalista da EBC e pesquisadora Cibele Tenório, comenta a estratégia de Leolinda em um período em que as mulheres eram impedidas de votar.</p>

<blockquote>
<p>“Ela tinha um grupo de mulheres que conseguiu arregimentar e elas frequentavam as sessões no congresso,  participavam de audiências,  eram sempre presentes. Era um um feminismo de fato. Elas não faziam costuras, era mesmo para fazer uma provocação”. </p>
</blockquote>

<p>Outra figura fundamental na conquista do voto feminino foi a paulistana Bertha Lutz, que teve contato com as sufragistas na França e, ao voltar para o Brasil, fundou a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino em 1922 no Rio de Janeiro - movimento que lutou pela inclusão do voto das mulheres no código eleitoral. </p>

<p>No livro sobre o voto feminino no Brasil, a historiadora Teresa Cristina de Novaes Marques cita o pioneirismo das eleitoras no Rio Grande do Norte: em 1928, duas professoras - Celina Guimarães e Júlia Barbosa - votaram para eleger seus representantes no Senado Federal, mas seus votos foram anulados. </p>

<p>Em 1931, integrantes da federação criada por Bertha Lutz se reuniram com o presidente Getúlio Vargas.  Após ouvir o  apelo dessas mulheres pelo direito ao voto, o governo Vargas publicou o decreto do novo Código Eleitoral em fevereiro de 1932.</p>

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Cibele posa para foto com as partituras inéditas descobertas durante pesquisa
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<h3>A sufragista negra</h3>

<p>Cibele Tenório explica que Bertha Lutz era acompanhada por outras mulheres líderes e, entre elas, estava Almerinda Gama, alagoana negra sobre a qual pesquisadora escreveu um livro. </p>

<blockquote>
<p>“Ela era uma assessora de imprensa do movimento feminista, muito habilidosa na escrita. Almerinda é carismática e conseguia emplacar coisas nos jornais pela amizade que ela foi fazendo nos lugares. Esse trabalho da Almerinda, que tem a ver também com os jornais, ajudou a construção do clima favorável que faz com que o Getúlio, em 32, banque a decisão de incluir as mulheres”. </p>
</blockquote>

<p>Em 1933, mulheres acima de 21 anos e alfabetizadas puderam votar pela primeira vez. Mas o voto ainda era facultativo, e se tornou obrigatório, como o dos homens, apenas em 1965. Já o direito ao voto para mulheres analfabetas só foi conquistado em 1985, com o fim da ditadura militar, quando os analfabetos foram incluídos em uma  emenda à Constituição. </p>

<h4>* Com produção de Salete Sobreira. </h4>

<p> </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">5:04</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TCU divulga lista de gestores que tiveram contas julgadas irregulares</title>
<link>https://apareceu.com/tcu-divulga-lista-de-gestores-que-tiveram-contas-julgadas-irregulares</link>
<guid>https://apareceu.com/tcu-divulga-lista-de-gestores-que-tiveram-contas-julgadas-irregulares</guid>
<description><![CDATA[ O Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou, nesta terça-feira (4), a lista de seis mil gestores públicos que tiveram as contas julgadas irregulares nos últimos oito anos. Segundo a Lei da Ficha Limpa, essas pessoas não podem disputar as eleições. São 2.369 pessoas da região Nordeste; 1.502 do Sudeste; 890 do Norte; 661 do Centro-Oeste e 659 do Sul. Além de 85 que residem no exterior e que tiveram suas contas reprovadas. O TCU já entregou essa lista ao Tribunal Superior Eleitoral.

Os dados têm como base o cadastro de contas julgadas irregulares, que disponibiliza as decisões transitadas em julgado pelo tribunal de contas. O cadastro reúne quem omitiu informações na prestação de contas, fez uso indevido de recursos públicos ou desviou dinheiro ou bens públicos.

Quem tem as contas julgadas irregulares não consegue obter a certidão negativa do TCU, documento exigido para registro de candidaturas e verificação de elegibilidade pela justiça eleitoral.

A Lei da Ficha Limpa obriga o TCU a consolidar e encaminhar ao TSE a lista de gestores com contas julgadas irregulares. Essas informações servem como subsídio para a justiça eleitoral declarar ou não a inelegibilidade dos possíveis candidatos a cargo público.

Qualquer pessoa pode consultar a situação de um responsável e emitir uma certidão negativa para fins eleitorais no site tcu.gov.br. O Tribunal de Contas da União vai atualizar diariamente os dados até 18 de dezembro.
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 06:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TCU, divulga, lista, gestores, que, tiveram, contas, julgadas, irregulares</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou, nesta terça-feira (4), a lista de <strong>seis mil gestores públicos</strong> que tiveram as contas julgadas irregulares nos últimos oito anos. Segundo a Lei da Ficha Limpa, essas pessoas não podem disputar as eleições. São 2.369 pessoas da região Nordeste; 1.502 do Sudeste; 890 do Norte; 661 do Centro-Oeste e 659 do Sul. Além de 85 que residem no exterior e que tiveram suas contas reprovadas. O TCU já entregou essa lista ao Tribunal Superior Eleitoral.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698661&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698661&o=rss"></p>

<p>Os dados têm como base o cadastro de contas julgadas irregulares, que disponibiliza as decisões transitadas em julgado pelo tribunal de contas. O cadastro reúne quem omitiu informações na prestação de contas, fez uso indevido de recursos públicos ou desviou dinheiro ou bens públicos.</p>

<p><strong>Quem tem as contas julgadas irregulares não consegue obter a certidão negativa do TCU, documento exigido para registro de candidaturas e verificação de elegibilidade pela justiça eleitoral.</strong></p>

<p>A Lei da Ficha Limpa obriga o TCU a consolidar e encaminhar ao TSE a lista de gestores com contas julgadas irregulares. Essas informações servem como subsídio para a justiça eleitoral declarar ou não a inelegibilidade dos possíveis candidatos a cargo público.</p>

<p>Qualquer pessoa pode consultar a situação de um responsável e emitir uma certidão negativa para fins eleitorais no site tcu.gov.br. <strong>O Tribunal de Contas da União vai atualizar diariamente os dados até 18 de dezembro.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:56</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Federação Renovação Solidária decide não apoiar candidatos ao Planalto</title>
<link>https://apareceu.com/federacao-renovacao-solidaria-decide-nao-apoiar-candidatos-ao-planalto</link>
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<description><![CDATA[ A Federação Renovação Solidária, formada pelo Solidariedade e pelo PRD – Partido da Renovação Democrática –, decidiu, nesta quarta-feira (5), não apoiar nenhum candidato à Presidência da República. Assim, os diretórios estaduais ficam liberados para formar as alianças que preferirem.

Em nota, a federação defendeu o respeito à autonomia de seus dirigentes, parlamentares, mandatários e candidatos, assegurando a liberdade de manifestação e de construção política com os diferentes campos eleitorais brasileiros.

PRD e Solidariedade reafirmam o compromisso da federação com a democracia, com o pluralismo político e com a defesa dos trabalhadores brasileiros. Segundo os dois partidos, a decisão também se baseia no cenário político atual de intensa polarização política, em que a independência seria uma contribuição maior ao país.

Fim do prazo para convenções

Terminou nesta quarta-feira o prazo para que partidos e federações realizassem convenções para a escolha dos candidatos que vão disputar as eleições em outubro. Agora, as legendas têm até o dia 15 de agosto para registrarem os nomes definidos.

*Com informações da Agência Brasil
  1:17 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Renovação Solidária, <strong>formada pelo Solidariedade e pelo PRD</strong> – Partido da Renovação Democrática –, decidiu, nesta quarta-feira (5), não apoiar nenhum candidato à Presidência da República. Assim, os diretórios estaduais ficam liberados para formar as alianças que preferirem.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698839&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698839&o=rss"></p>

<p>Em nota, a federação defendeu o respeito à autonomia de seus dirigentes, parlamentares, mandatários e candidatos, assegurando a liberdade de manifestação e de construção política com os diferentes campos eleitorais brasileiros.</p>

<p><strong>PRD e Solidariedade reafirmam o compromisso da federação com a democracia, com o pluralismo político e com a defesa dos trabalhadores brasileiros. Segundo os dois partidos, a decisão também se baseia no cenário político atual de intensa polarização política, em que a independência seria uma contribuição maior ao país.</strong></p>

<h3>Fim do prazo para convenções</h3>

<p>Terminou nesta quarta-feira o prazo para que partidos e federações realizassem convenções para a escolha dos candidatos que vão disputar as eleições em outubro. Agora, as legendas têm até o dia 15 de agosto para registrarem os nomes definidos.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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<item>
<title>Alfredo Gaspar, do PL, será candidato a vice de Flávio Bolsonaro</title>
<link>https://apareceu.com/alfredo-gaspar-do-pl-sera-candidato-a-vice-de-flavio-bolsonaro</link>
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<description><![CDATA[ O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) é o candidato a vice na chapa com o senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. O anúncio foi feito pelo PL nesta quarta-feira (5), último dia de prazo para a realização de convenção partidária.

O deputado foi o relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.

Terminada essa etapa de convenções, os partidos precisam correr para registrar as chapas no Tribuna Superior Eleitoral (TSE). Eles têm, para isso, até o dia 15.

Para a Presidência da República, serão 11 candidatos. A campanha começa no dia 16, quando estão liberadas as propagandas, inclusive pela internet.

Transparência do processo eleitoral

Enquanto isso, continua a campanha do TSE pela transparência do voto. Também nesta quarta-feira, foi inaugurada uma exposição no Senado.

O presidente Davi Alcolumbre e o presidente do TSE Kássio Nunes Marques discursaram. E os dois falaram em democracia e em importância do voto. O ministro Nunes Marques arrematou:


&quot;A exatidão da apuração do nosso pleito está ancorada na combinação de inúmeras etapas e procedimentos técnicos que são auditados e testados incessantemente. O caminho do voto é um atestado da competência brasileira. Mostra para o mundo que é possível organizar, em um único dia, eleições para milhões de cidadãos, conciliando eficiência operacional, ampla fiscalização e permanente evolução tecnológica&quot;.


E um lembrete para o eleitor que já sabe que vai estar fora de sua cidade no dia da eleição. O prazo para pedir o voto em trânsito termina no dia 20. Dá para fazer tudo pela internet, pelo site do TSE.

O primeiro turno será no dia 4 de outubro.

 
  1:54 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Alfredo, Gaspar, PL, será, candidato, vice, Flávio, Bolsonaro</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) é o candidato a vice na chapa com o senador Flávio Bolsonaro</strong> à Presidência da República. O anúncio foi feito pelo PL nesta quarta-feira (5), último dia de prazo para a realização de convenção partidária.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698732&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698732&o=rss"></p>

<p>O deputado foi o relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.</p>

<p>Terminada essa etapa de convenções, os partidos precisam correr para registrar as chapas no Tribuna Superior Eleitoral (TSE). Eles têm, para isso, até o dia 15.</p>

<p><strong>Para a Presidência da República, serão 11 candidatos. </strong>A campanha começa no dia 16, quando estão liberadas as propagandas, inclusive pela internet.</p>

<h2>Transparência do processo eleitoral</h2>

<p>Enquanto isso, <strong>continua a campanha do TSE pela transparência do voto</strong>. Também nesta quarta-feira, foi inaugurada uma exposição no Senado.</p>

<p>O presidente Davi Alcolumbre e o presidente do TSE Kássio Nunes Marques discursaram. E os dois falaram em democracia e em importância do voto. O ministro Nunes Marques arrematou:</p>

<blockquote>
<p>"A exatidão da apuração do nosso pleito está ancorada na combinação de inúmeras etapas e procedimentos técnicos que são auditados e testados incessantemente. O caminho do voto é um atestado da competência brasileira. Mostra para o mundo que é possível organizar, em um único dia, eleições para milhões de cidadãos, conciliando eficiência operacional, ampla fiscalização e permanente evolução tecnológica".</p>
</blockquote>

<p>E um lembrete para o eleitor que já sabe que vai estar fora de sua cidade no dia da eleição. <strong>O prazo para pedir o voto em trânsito termina no dia 20</strong>. Dá para fazer tudo pela internet, pelo <a href="https://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2026-content/voto-em-transito-perguntas-e-respostas" target="_blank">site do TSE</a>.</p>

<p>O primeiro turno será no dia 4 de outubro.</p>

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<title>Brasil reage a decisão dos EUA de revogar visto de embaixadora</title>
<link>https://apareceu.com/brasil-reage-a-decisao-dos-eua-de-revogar-visto-de-embaixadora</link>
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<description><![CDATA[ O governo brasileiro reagiu à decisão dos Estados Unidos de revogar o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti. Em nota divulgada nesta terça-feira (4), o país repudiou a decisão e afirmou que as justificativas apresentadas pelo governo norte-americano são falsas.

Ao cancelar o visto da embaixadora do Brasil em Washington, a Casa Branca argumentou que o Planalto não concedeu aprovação diplomática formal ao embaixador indicado pelo governo de Donald Trump e negou vistos a diplomatas norte-americanos.

Em resposta, o Itamaraty afirmou que a concessão de agrément é confidencial e que o nome designado deveria vir a público somente após a concessão da anuência. Além disso, apontou que o governo dos Estados Unidos anunciou publicamente o nome de seu candidato antes de apresentar o pedido formal de agrément ao governo brasileiro.

No texto, o governo brasileiro afirmou que segue estritamente o direito internacional, apontou que não há regra na Convenção de Viena estipulando prazo para aprovação diplomática e que o pedido norte-americano ainda se encontra em análise.

Vistos negados

Quanto aos dois funcionários do governo norte-americano que tiveram seus vistos de entrada no Brasil negados, o Itamaraty disse que eles planejavam viajar ao país para colocar em dúvida a integridade do sistema eleitoral brasileiro, &quot;em tentativa inaceitável de interferir no processo político nacional&quot;.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores também lembra que estão em vigor as sanções individuais sobre autoridades brasileiras, com o cancelamento de vistos para os Estados Unidos. Para o governo do Brasil, medidas tomadas com base em &quot;alegação infundada&quot; de perseguição política ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Para o Brasil, a decisão tomada nesta terça-feira pela Casa Branca não é um fato isolado, mas &quot;faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao país, motivadas por razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral que sempre foi pautada pelo respeito mútuo&quot;.

O texto concluiu afirmando que o governo brasileiro se opõe à lógica de confrontação e reitera a defesa do diálogo e da negociação em todas as suas relações internacionais.
  2:44 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro reagiu à decisão dos Estados Unidos de revogar o visto da embaixadora do Brasil em Washington, <strong>Maria Luiza Ribeiro Viotti</strong>. Em nota divulgada nesta terça-feira (4), o país repudiou a decisão e afirmou que as justificativas apresentadas pelo governo norte-americano são falsas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698670&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698670&o=rss"></p>

<p>Ao cancelar o visto da embaixadora do Brasil em Washington, a Casa Branca argumentou que o Planalto não concedeu aprovação diplomática formal ao embaixador indicado pelo governo de Donald Trump e negou vistos a diplomatas norte-americanos.</p>

<p><strong>Em resposta, o Itamaraty afirmou que a concessão de agrément é confidencial e que o nome designado deveria vir a público somente após a concessão da anuência.</strong> Além disso, apontou que o governo dos Estados Unidos anunciou publicamente o nome de seu candidato antes de apresentar o pedido formal de agrément ao governo brasileiro.</p>

<p>No texto, o governo brasileiro afirmou que segue estritamente o direito internacional, apontou que não há regra na Convenção de Viena estipulando prazo para aprovação diplomática e que o pedido norte-americano ainda se encontra em análise.</p>

<h3>Vistos negados</h3>

<p>Quanto aos dois funcionários do governo norte-americano que tiveram seus vistos de entrada no Brasil negados, o <strong>Itamaraty disse que eles planejavam viajar ao país para colocar em dúvida a integridade do sistema eleitoral brasileiro</strong>, "em tentativa inaceitável de interferir no processo político nacional".</p>

<p>Em nota, o Ministério das Relações Exteriores também lembra que estão em vigor as sanções individuais sobre autoridades brasileiras, com o cancelamento de vistos para os Estados Unidos. Para o governo do Brasil, medidas tomadas com base em "alegação infundada" de perseguição política ao ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>

<p><strong>Para o Brasil, a decisão tomada nesta terça-feira pela Casa Branca não é um fato isolado, mas "faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao país, motivadas por razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral que sempre foi pautada pelo respeito mútuo".</strong></p>

<p>O texto concluiu afirmando que o governo brasileiro se opõe à lógica de confrontação e reitera a defesa do diálogo e da negociação em todas as suas relações internacionais.</p>
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<item>
<title>Dirigentes da PF divulgam nota defendendo autonomia da corporação</title>
<link>https://apareceu.com/dirigentes-da-pf-divulgam-nota-defendendo-autonomia-da-corporacao</link>
<guid>https://apareceu.com/dirigentes-da-pf-divulgam-nota-defendendo-autonomia-da-corporacao</guid>
<description><![CDATA[ Os 27 superintendentes regionais da Polícia Federal divulgaram, nesta quinta-feira (6), uma nota pública em defesa da autonomia, da independência e da missão da corporação.

No texto, os dirigentes reafirmam a confiança na Direção da PF e o compromisso com a proteção da Constituição, da democracia, da legalidade e do interesse público.

A nota destaca ainda que o debate público e as críticas legítimas fazem parte da democracia — mas não quando buscam enfraquecer a credibilidade e a confiança da sociedade nas instituições republicanas.

Segundo os gestores, essa credibilidade foi construída pela atuação técnica e independente dos servidores, orientada exclusivamente por fatos, provas e mecanismos de controle.

O documento reforça ainda que a atividade investigativa da PF não se submete a interesses políticos, ideológicos ou pessoais, mas ao estrito cumprimento da lei.

Por fim, os superintendentes afirmam ser indispensável preservar a independência técnica das investigações e a autonomia administrativa da corporação, garantias que existem em benefício de toda a sociedade.
  1:18 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 06:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Dirigentes, divulgam, nota, defendendo, autonomia, corporação</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os 27 superintendentes regionais da Polícia Federal divulgaram, nesta quinta-feira (6), uma nota pública em defesa da autonomia, da independência e da missão da corporação.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698927&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698927&o=rss"></p>

<p>No texto, os dirigentes reafirmam a confiança na Direção da PF e o compromisso com a proteção da Constituição, da democracia, da legalidade e do interesse público.</p>

<p>A nota destaca ainda que o debate público e as críticas legítimas fazem parte da democracia — mas não quando buscam enfraquecer a credibilidade e a confiança da sociedade nas instituições republicanas.</p>

<p>Segundo os gestores, essa credibilidade foi construída pela atuação técnica e independente dos servidores, orientada exclusivamente por fatos, provas e mecanismos de controle.</p>

<p>O documento reforça ainda que a atividade investigativa da PF não se submete a interesses políticos, ideológicos ou pessoais, mas ao estrito cumprimento da lei.</p>

<p>Por fim, os superintendentes afirmam ser indispensável preservar a independência técnica das investigações e a autonomia administrativa da corporação, garantias que existem em benefício de toda a sociedade.</p>
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<item>
<title>Campanha  &amp;quot;No meu voto mando eu&amp;quot; visa segurar direito ao voto secreto</title>
<link>https://apareceu.com/campanha-no-meu-voto-mando-eu-visa-segurar-direito-ao-voto-secreto</link>
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<description><![CDATA[ Com o slogan &quot;No meu voto mando eu&quot;, a Justiça lança nesta quinta-feira a Aliança pelo Voto Livre e Secreto.

A campanha é uma mobilização nacional contra o assédio eleitoral no ambiente de trabalho. O assédio acontece quando empregadores ou chefes usam de sua influência para direcionar, intimidar, constranger ou humilhar trabalhadores por suas escolhas políticas.

São exemplos: ameaças de demissão ou de prejuízos profissionais, promessas de benefícios em troca de apoio político, exigência de participação em atos de campanha ou cobrança sobre o voto.

A campanha vai ser lançada pelas Justiças Eleitoral e do Trabalho e pelo Ministério Público do Trabalho nesta manhã, no Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília.

A iniciativa reforça a escolha eleitoral como um direito individual que deve ser exercido de forma livre, sem qualquer tipo de pressão, constrangimento ou interferência.

A ideia é incentivar pessoas, empresas, instituições públicas e privadas, organizações da sociedade civil e entidades de classe a participarem do movimento. 

As instituições assinam também um acordo para desenvolverem ações conjuntas em defesa da liberdade de voto e do fortalecimento da democracia.
  1:32 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 06:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Campanha, No, meu, voto, mando, eu, visa, segurar, direito, voto, secreto</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Com o slogan "No meu voto mando eu", a Justiça lança nesta quinta-feira a Aliança pelo Voto Livre e Secreto.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698861&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698861&o=rss"></p>

<p>A campanha é uma mobilização nacional contra o assédio eleitoral no ambiente de trabalho. O assédio acontece quando empregadores ou chefes usam de sua influência para direcionar, intimidar, constranger ou humilhar trabalhadores por suas escolhas políticas.</p>

<p><strong>São exemplos: ameaças de demissão ou de prejuízos profissionais, promessas de benefícios em troca de apoio político, exigência de participação em atos de campanha ou cobrança sobre o voto.</strong></p>

<p><strong>A campanha vai ser lançada pelas Justiças Eleitoral e do Trabalho e pelo Ministério Público do Trabalho nesta manhã, no Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília.</strong></p>

<p>A iniciativa reforça a escolha eleitoral como um direito individual que deve ser exercido de forma livre, sem qualquer tipo de pressão, constrangimento ou interferência.</p>

<p><strong>A ideia é incentivar pessoas, empresas, instituições públicas e privadas, organizações da sociedade civil e entidades de classe a participarem do movimento. </strong></p>

<p>As instituições assinam também um acordo para desenvolverem ações conjuntas em defesa da liberdade de voto e do fortalecimento da democracia.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:32</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>PT oficializa chapa Lula&#45;Alckmin à reeleição presidencial</title>
<link>https://apareceu.com/pt-oficializa-chapa-lula-alckmin-a-reeleicao-presidencial</link>
<guid>https://apareceu.com/pt-oficializa-chapa-lula-alckmin-a-reeleicao-presidencial</guid>
<description><![CDATA[ O Partido dos Trabalhadores se reuniu em convenção nacional, neste domingo (2), para oficializar a chapa Lula-Alckmin à reeleição.

O encontro do PT foi no Expo Center, em São Paulo. E foi um grande evento, com muitos discursos e falas de partidos que apoiam a reeleição de Lula e Alckmin: PSB, PV, PCdoB, PDT, PSOL e Rede Sustentabilidade.

Lula, que vai concorrer ao quarto mandato, falou por mais de uma hora. Fez um balanço e disse que algumas prioridades deverão ser a educação, o investimento na indústria e na defesa, e o  combate à violência contra a mulher.

Lula até brincou com a Copa do Mundo, disse que ele já disputou seis eleições, indo para a sétima, mais que qualquer jogador que disputou mais copas. E que quer ir agora para o tetra, para o quarto mandato. 

O agora candidato falou sobre soberania, sobre defesa da democracia e em uma sociedade de respeito, de harmonia, e de verdade, sem o uso de manipulações feitas por inteligência artificial.


“Nós temos time, nós temos futebol, nós temos o que entregar, nós temos argumento. Nós não podemos permitir que a essência da mentira, utilizada pela inteligência artificial, venha ganhar uma eleição nesse país”.


O presidente Lula ainda falou sobre emendas parlamentares e sobre o papel do Legislativo. E complementou: vai ter briga democrática para fazer as mudanças nesse país.

Foi o último fim de semana para a realização de convenções para anúncio de candidaturas. O prazo termina na quarta-feira, dia cinco. Até o dia 15, essas candidaturas devem estar registradas no Tribunal Superior Eleitoral. Campanha mesmo, só a partir do dia 16.
  1:52 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 15:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>oficializa, chapa, Lula-Alckmin, reeleição, presidencial</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Partido dos Trabalhadores se reuniu em convenção nacional, neste domingo (2), para oficializar a chapa Lula-Alckmin à reeleição.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698393&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698393&o=rss"></p>

<p>O encontro do PT foi no Expo Center, em São Paulo. E foi um grande evento, com muitos discursos e falas de partidos que apoiam a reeleição de Lula e Alckmin: PSB, PV, PCdoB, PDT, PSOL e Rede Sustentabilidade.</p>

<p>Lula, que vai concorrer ao quarto mandato, falou por mais de uma hora. <strong>Fez um balanço e disse que algumas prioridades deverão ser a educação, o investimento na indústria e na defesa, e o  combate à violência contra a mulher.</strong></p>

<p>Lula até brincou com a Copa do Mundo, disse que ele já disputou seis eleições, indo para a sétima, mais que qualquer jogador que disputou mais copas. E que quer ir agora para o tetra, para o quarto mandato. </p>

<p>O agora candidato falou sobre soberania, sobre defesa da democracia e em uma sociedade de respeito, de harmonia, e de verdade, sem o uso de manipulações feitas por inteligência artificial.</p>

<blockquote>
<p>“Nós temos time, nós temos futebol, nós temos o que entregar, nós temos argumento. Nós não podemos permitir que a essência da mentira, utilizada pela inteligência artificial, venha ganhar uma eleição nesse país”.</p>
</blockquote>

<p>O presidente Lula ainda falou sobre emendas parlamentares e sobre o papel do Legislativo. E complementou: vai ter briga democrática para fazer as mudanças nesse país.</p>

<p><strong>Foi o último fim de semana para a realização de convenções para anúncio de candidaturas. O prazo termina na quarta-feira, dia cinco. Até o dia 15, essas candidaturas devem estar registradas no Tribunal Superior Eleitoral. Campanha mesmo, só a partir do dia 16.</strong></p>
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<item>
<title>Congresso terá votações somente a partir da semana que vem</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-tera-votacoes-somente-a-partir-da-semana-que-vem</link>
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<description><![CDATA[ Enquanto no Judiciário a segunda-feira é de volta aos trabalhos, com Lei Maria da Penha e uberização na pauta, no Congresso Nacional votações só na semana que vem.

É o esforço concentrado convocado pelos presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre. 

Até as eleições, serão duas semanas assim: uma entre os dias 10 e 14 de agosto, e outra no fim do mês, comecinho de setembro.

Algumas prioridades: na Câmara, o PL da Misoginia, projeto já aprovado no Senado e aguardando em regime de urgência a votação em plenário.

Ele equipara a misoginia, que é o ódio às mulheres, ao crime de racismo, inafiançável e imprescritível, com penas de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa. 

Inclusive, nesse domingo, foi dia de ato em todo o país como forma de pressão para o presidente da Casa, Hugo Motta, colocar logo o projeto em votação.

Um manifesto público na internet já conta com quase 5 mil assinaturas favoráveis.

Já no Senado, a expectativa quanto à possibilidade de andamento da PEC que acaba com a escala 6x1 de trabalho. 

O texto está parado na Secretaria Geral da Mesa desde o final de maio, quando chegou à Casa depois de ter sido aprovado na Câmara.

Ainda não há indicação de Davi Alcolumbre quanto ao envio para a Comissão de Constituição e Justiça para a escolha de relator.
  1:32 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 15:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto no Judiciário a segunda-feira é de volta aos trabalhos, com Lei Maria da Penha e uberização na pauta, no Congresso Nacional votações só na semana que vem.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698446&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698446&o=rss"></p>

<p><strong>É o esforço concentrado convocado pelos presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre. </strong></p>

<p>Até as eleições, serão duas semanas assim: uma entre os dias 10 e 14 de agosto, e outra no fim do mês, comecinho de setembro.</p>

<p>Algumas prioridades: na Câmara, o PL da Misoginia, projeto já aprovado no Senado e aguardando em regime de urgência a votação em plenário.</p>

<p><strong>Ele equipara a misoginia, que é o ódio às mulheres, ao crime de racismo, inafiançável e imprescritível, com penas de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa. </strong></p>

<p>Inclusive, nesse domingo, foi dia de ato em todo o país como forma de pressão para o presidente da Casa, Hugo Motta, colocar logo o projeto em votação.</p>

<p>Um manifesto público na internet já conta com quase 5 mil assinaturas favoráveis.</p>

<p><strong>Já no Senado, a expectativa quanto à possibilidade de andamento da PEC que acaba com a escala 6x1 de trabalho. </strong></p>

<p>O texto está parado na Secretaria Geral da Mesa desde o final de maio, quando chegou à Casa depois de ter sido aprovado na Câmara.</p>

<p>Ainda não há indicação de Davi Alcolumbre quanto ao envio para a Comissão de Constituição e Justiça para a escolha de relator.</p>
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<title>Segurança: TSE divulga vídeos sobre preparação das urnas eletrônicas</title>
<link>https://apareceu.com/seguranca-tse-divulga-videos-sobre-preparacao-das-urnas-eletronicas</link>
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<description><![CDATA[ Para demonstrar o funcionamento e a segurança das urnas eletrônicas, o Tribunal Superior Eleitoral divulgou, nesta segunda-feira (3), uma série de vídeos para apresentar o modo básico de preparação do aparelho para as eleições.

Na publicação, Rafael Azevedo, coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE, explica que essa etapa é realizada em cerimônia pública, após a convocação, por edital, de representantes dos partidos políticos, do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil e de outras entidades.

Inicialmente, uma mídia de carga é inserida na urna eletrônica com os dados dos eleitores que votam em uma determinada seção eleitoral, como destaca Azevedo.


“Você tem uma mídia, uma mídia inicializável, uma mídia de aplicação que nós chamamos, que, quando preparada, é chamada de mídia de carga, é inserida na urna. Quando a urna liga, essa mídia vai inicializar e ela tem todos os dados dos eleitores de determinada seção. E esse sistema vai formatar tudo que tem aqui dentro, preparar tudo que tem aqui dentro, instalar todos os programas e vai perguntar pro usuário: que sessão você quer preparar? Eu quero preparar a sessão 4 desse município, dessa zona eleitoral. Os dados dos eleitores são colocados pra cá, os candidatos são colocados pra cá e tudo é preparado aqui internamente”, explica.


Em seguida, é feito o chamado registro de correspondência, ou seja, a associação entre o número interno da urna eletrônica à seção para a qual ela foi preparada.

O coordenador de tecnologia eleitoral do TSE ressalta que, ao fim, é emitido um boletim com o detalhamento da preparação de cada urna.


“Também, ao final da preparação, ele imprime um comprovante. E esse comprovante de carga também fica fixado ao material daquela cerimônia feita, pública, em que todas as entidades puderam participar. E lá vai ficar muito bem registrado de que a urna a seção número 4 foi associada pra aquele número interno, naquela data, naquela hora e etc. Então, isso cria essa unicidade. Essa relação entre a tabela que tem todas as urnas e as seções preparadas, chama tabela de correspondência. E ela é publicada na internet no sábado, véspera da eleição, pra qualquer partido político e qualquer interessado”, detalha.


Usada pela primeira vez há 30 anos no país, a urna eletrônica se consolidou com um dos maiores símbolos da modernização eleitoral brasileira. O sistema eletrônico de votação tornou o processo de votação mais simples para o eleitor e mais eficiente para administração eleitoral.

Para conhecer mais sobre o funcionamento, a segurança, a transparência e a rastreabilidade das urnas eletrônicas, basta acessar a página do TSE no Youtube, na seção Vídeos.
  2:44 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 15:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Para demonstrar o funcionamento e a segurança das urnas eletrônicas, o Tribunal Superior Eleitoral divulgou, nesta segunda-feira (3), uma série de vídeos para apresentar o modo básico de preparação do aparelho para as eleições.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698512&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698512&o=rss"></p>

<p>Na publicação, Rafael Azevedo, coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE, explica que <strong>essa etapa é realizada em cerimônia pública, após a convocação, por edital, de representantes dos partidos políticos, do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil e de outras entidades.</strong></p>

<p>Inicialmente, uma mídia de carga é inserida na urna eletrônica com os dados dos eleitores que votam em uma determinada seção eleitoral, como destaca Azevedo.</p>

<blockquote>
<p>“Você tem uma mídia, uma mídia inicializável, uma mídia de aplicação que nós chamamos, que, quando preparada, é chamada de mídia de carga, é inserida na urna. Quando a urna liga, essa mídia vai inicializar e ela tem todos os dados dos eleitores de determinada seção. E esse sistema vai formatar tudo que tem aqui dentro, preparar tudo que tem aqui dentro, instalar todos os programas e vai perguntar pro usuário: que sessão você quer preparar? Eu quero preparar a sessão 4 desse município, dessa zona eleitoral. Os dados dos eleitores são colocados pra cá, os candidatos são colocados pra cá e tudo é preparado aqui internamente”, explica.</p>
</blockquote>

<p>Em seguida, é feito o chamado registro de correspondência, ou seja, a associação entre o número interno da urna eletrônica à seção para a qual ela foi preparada.</p>

<p>O coordenador de tecnologia eleitoral do TSE ressalta que, ao fim, é emitido um boletim com o detalhamento da preparação de cada urna.</p>

<blockquote>
<p>“Também, ao final da preparação, ele imprime um comprovante. E esse comprovante de carga também fica fixado ao material daquela cerimônia feita, pública, em que todas as entidades puderam participar. E lá vai ficar muito bem registrado de que a urna a seção número 4 foi associada pra aquele número interno, naquela data, naquela hora e etc. Então, isso cria essa unicidade. Essa relação entre a tabela que tem todas as urnas e as seções preparadas, chama tabela de correspondência. E ela é publicada na internet no sábado, véspera da eleição, pra qualquer partido político e qualquer interessado”, detalha.</p>
</blockquote>

<p><strong>Usada pela primeira vez há 30 anos no país, a urna eletrônica se consolidou com um dos maiores símbolos da modernização eleitoral brasileira. O sistema eletrônico de votação tornou o processo de votação mais simples para o eleitor e mais eficiente para administração eleitoral.</strong></p>

<p>Para conhecer mais sobre o funcionamento, a segurança, a transparência e a rastreabilidade das urnas eletrônicas, basta acessar a página do TSE no Youtube, na seção Vídeos.</p>
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<title>Democrata confirma candidatura de Wilson Grassi Júnior para presidente</title>
<link>https://apareceu.com/democrata-confirma-candidatura-de-wilson-grassi-junior-para-presidente</link>
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<description><![CDATA[ O Partido Democrata confirmou a candidatura de Wilson Grassi Júnior ao cargo de presidente da República e manteve em aberto o nome do candidato a vice-presidente, que deve ser definido pela Comissão Executiva Nacional da legenda, com possível formação de coligação. O anúncio foi realizado no domingo (2), no Rio de Janeiro.

Grassi Júnior nasceu em São Paulo e é veterinário de formação. Foi conselheiro da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo na implantação do primeiro hospital público para cães e gatos do Brasil, na zona leste da capital paulista. Nas redes sociais, o candidato relata que trabalha com programas sociais para cães e gatos desde 1994.

A legenda foi fundada em 2008 como Partido da Mulher Brasileira e, desde dezembro de 2025, passou a se chamar Democrata. Esta é a primeira vez que a agremiação lança candidato à Presidência da República.
  1:12 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 15:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Democrata confirmou a candidatura de Wilson Grassi Júnior ao cargo de presidente da República e manteve em aberto o nome do candidato a vice-presidente, que deve ser definido pela Comissão Executiva Nacional da legenda, com possível formação de coligação. O anúncio foi realizado no domingo (2), no Rio de Janeiro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698517&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698517&o=rss"></p>

<p><strong>Grassi Júnior nasceu em São Paulo e é veterinário de formação. Foi conselheiro da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo na implantação do primeiro hospital público para cães e gatos do Brasil, na zona leste da capital paulista. Nas redes sociais, o candidato relata que trabalha com programas sociais para cães e gatos desde 1994.</strong></p>

<p>A legenda foi fundada em 2008 como Partido da Mulher Brasileira e, desde dezembro de 2025, passou a se chamar Democrata. Esta é a primeira vez que a agremiação lança candidato à Presidência da República.</p>
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<item>
<title>Urna eletrônica é aberta em transmissão ao vivo pela primeira vez</title>
<link>https://apareceu.com/urna-eletronica-e-aberta-em-transmissao-ao-vivo-pela-primeira-vez</link>
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<description><![CDATA[ Pela primeira vez, a urna eletrônica de votação foi aberta em uma transmissão ao vivo, direto da sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. A ação, divulgada pela TV Justiça, nesta segunda-feira (3), faz parte da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação. Para o TSE, a demonstração de funcionamento da urna eletrônica por dentro busca ampliar o conhecimento da população sobre a segurança, a transparência e a auditabilidade do equipamento.

Sem conexão

Rafael Azevedo, coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE, explicou que a urna eletrônica é um equipamento composto por dois terminais ligados por um cabo: o terminal do mesário, onde o eleitor é identificado, e o terminal do eleitor, onde é registrado numericamente o voto. A urna funciona ligada à energia elétrica ou à bateria interna, sem conexão com internet, como destaca Azevedo:


&quot;Essa ausência de conexões Bluetooth, Wi-Fi e qualquer coisa sem fio impede que qualquer um ataque a urna a distância. Mas ela também tem segurança suficiente para que, mesmo aberta, se alguém tentar atacar, não consiga adulterar nada, nem colocar nenhum outro sistema, nem alterar votos, nem nada.&quot;


Segurança

Durante o evento, foram apresentadas as quatro barreiras de segurança das urnas eletrônicas, presentes no teclado, no leitor biométrico, no processador criptográfico e na impressora, destinada à zerésima e ao boletim de urna. A zerésima é o relatório impresso antes do início da eleição e tem como função mostrar que as urnas não computaram votos antecipadamente.

O coordenador do TSE explicou que os dados dos eleitores de uma determinada seção são inseridos por uma mídia na urna eletrônica. Há também outro dispositivo de armazenamento que contabiliza os votos. Em caso de falha na urna eletrônica, um equipamento reserva passa a ser usado, com a transferência da mídia de votação, como explica Rafael Azevedo, do TSE:


&quot;A filosofia da urna eletrônica é: desliga, liga. Não funcionou? Troca de equipamento. Os votos são sempre guardados aqui e aqui. É um pen drive normal. Antes de aparecer a tela &#039;Fim&#039; para o eleitor, aparece uma barra de progresso. Se a urna quebrar, eu vou tirar essa mídia e colocar em outra urna. A urna de contingência não tem votos aqui. Quando eu ligar, ela vai verificar que os votos estão íntegros, vai copiá-los e vai continuar a votação.&quot;


O evento também foi uma oportunidade para destacar a segurança na fabricação das urnas eletrônicas, como explicou o representante de tecnologia do TSE:


&quot;A arquitetura de segurança e a arquitetura do equipamento inteiro são feitas por servidores do TSE. Então, nós licitamos essa produção. A empresa tem que passar por mais de 150 testes durante a licitação, para que, depois de contratada, ainda continue desenvolvendo o projeto com os técnicos do TSE — na parte de hardware, na parte de software e na parte de firmware criptográfico —, para que o projeto saia exatamente como o Brasil precisa.&quot;


Em conjunto com as atividades promovidas pelo Tribunal Superior Eleitoral, os TREs realizam ações em seus estados sobre o sistema eletrônico de votação até a próxima sexta-feira (7).
  3:28 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 15:00:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Urna, eletrônica, aberta, transmissão, vivo, pela, primeira, vez</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez, a urna eletrônica de votação foi aberta em uma transmissão ao vivo, direto da sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. A ação, divulgada pela TV Justiça, nesta segunda-feira (3), faz parte da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação. <strong>Para o TSE, a demonstração de funcionamento da urna eletrônica por dentro busca ampliar o conhecimento da população sobre a segurança, a transparência e a auditabilidade do equipamento.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698520&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698520&o=rss"></p>

<h3>Sem conexão</h3>

<p><strong>Rafael Azevedo</strong>, coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE, explicou que a urna eletrônica é um equipamento composto por dois terminais ligados por um cabo: o terminal do mesário, onde o eleitor é identificado, e o terminal do eleitor, onde é registrado numericamente o voto. A urna funciona ligada à energia elétrica ou à bateria interna, sem conexão com internet, como destaca Azevedo:</p>

<blockquote>
<p>"Essa ausência de conexões Bluetooth, Wi-Fi e qualquer coisa sem fio impede que qualquer um ataque a urna a distância. Mas ela também tem segurança suficiente para que, mesmo aberta, se alguém tentar atacar, não consiga adulterar nada, nem colocar nenhum outro sistema, nem alterar votos, nem nada."</p>
</blockquote>

<h3>Segurança</h3>

<p>Durante o evento, foram apresentadas as <strong>quatro barreiras de segurança das urnas eletrônicas, presentes no teclado, no leitor biométrico, no processador criptográfico e na impressora</strong>, destinada à zerésima e ao boletim de urna. A zerésima é o relatório impresso antes do início da eleição e tem como função mostrar que as urnas não computaram votos antecipadamente.</p>

<p>O coordenador do TSE explicou que os dados dos eleitores de uma determinada seção são inseridos por uma mídia na urna eletrônica. Há também outro dispositivo de armazenamento que contabiliza os votos. Em caso de falha na urna eletrônica, um equipamento reserva passa a ser usado, com a transferência da mídia de votação, como explica <strong>Rafael Azevedo</strong>, do TSE:</p>

<blockquote>
<p>"A filosofia da urna eletrônica é: desliga, liga. Não funcionou? Troca de equipamento. Os votos são sempre guardados aqui e aqui. É um pen drive normal. Antes de aparecer a tela 'Fim' para o eleitor, aparece uma barra de progresso. Se a urna quebrar, eu vou tirar essa mídia e colocar em outra urna. A urna de contingência não tem votos aqui. Quando eu ligar, ela vai verificar que os votos estão íntegros, vai copiá-los e vai continuar a votação."</p>
</blockquote>

<p>O evento também foi uma oportunidade para destacar a segurança na fabricação das urnas eletrônicas, como explicou o representante de tecnologia do TSE:</p>

<blockquote>
<p>"A arquitetura de segurança e a arquitetura do equipamento inteiro são feitas por servidores do TSE. Então, nós licitamos essa produção. A empresa tem que passar por mais de 150 testes durante a licitação, para que, depois de contratada, ainda continue desenvolvendo o projeto com os técnicos do TSE — na parte de hardware, na parte de software e na parte de firmware criptográfico —, para que o projeto saia exatamente como o Brasil precisa."</p>
</blockquote>

<p><strong>Em conjunto com as atividades promovidas pelo Tribunal Superior Eleitoral, os TREs realizam ações em seus estados sobre o sistema eletrônico de votação até a próxima sexta-feira (7).</strong></p>
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<title>Partidos Progressistas decide por neutralidade nas eleições deste ano</title>
<link>https://apareceu.com/partidos-progressistas-decide-por-neutralidade-nas-eleicoes-deste-ano</link>
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<description><![CDATA[ O Partido Progressistas anunciou, nesta sexta-feira (31), que irá permanecer neutro nas eleições presidenciais deste ano.

O PP informou em nota que consultou seus diretórios estaduais e, por maioria, decidiu pela neutralidade.

Com isso, o partido desistiu de realizar sua convenção nacional e assim frustrou Flávio Bolsonaro, do PL, que buscava a indicação da senadora Tereza Cristina, filiada ao Progressistas, como vice-presidente em sua chapa eleitoral.

Decidida a neutralidade, o Partido informou que a senadora foi comunicada e acatou a decisão.

Nessa quinta-feira, à jornalistas, Flávio Bolsonaro afirmou que Tereza Cristina havia aceitado o convite para ser sua vice. Com a decisão do PP, segue indefinido o candidato à vice-presidente na chapa do PL.
  0:50 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 23:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Progressistas anunciou, nesta sexta-feira (31), que irá permanecer neutro nas eleições presidenciais deste ano.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698301&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698301&o=rss"></p>

<p>O PP informou em nota que consultou seus diretórios estaduais e, por maioria, decidiu pela neutralidade.</p>

<p>Com isso, o partido desistiu de realizar sua convenção nacional e assim frustrou Flávio Bolsonaro, do PL, que buscava a indicação da senadora Tereza Cristina, filiada ao Progressistas, como vice-presidente em sua chapa eleitoral.</p>

<p>Decidida a neutralidade, o Partido informou que a senadora foi comunicada e acatou a decisão.</p>

<p>Nessa quinta-feira, à jornalistas, Flávio Bolsonaro afirmou que Tereza Cristina havia aceitado o convite para ser sua vice. Com a decisão do PP, segue indefinido o candidato à vice-presidente na chapa do PL.</p>
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<title>Em convenção, PCdoB formaliza apoio à chapa formada por Lula e Alckmin</title>
<link>https://apareceu.com/em-convencao-pcdob-formaliza-apoio-a-chapa-formada-por-lula-e-alckmin</link>
<guid>https://apareceu.com/em-convencao-pcdob-formaliza-apoio-a-chapa-formada-por-lula-e-alckmin</guid>
<description><![CDATA[ O Partido Comunista do Brasil, o PCdoB, realizou, nesta quinta-feira (30), a convenção nacional que formalizou o apoio à chapa formada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo vice Geraldo Alckmin na disputa pela reeleição em 2026.

O encontro, em formato digital e com transmissão pública pela internet, contou com direito a voto dos 162 delegados que integram o Comitê Central do partido, além de representantes de legendas aliadas. Os delegados também aprovaram a coligação com outros partidos, definiram o nome da aliança e apresentaram o manifesto “Com Lula para Avançar no Rumo de um Brasil Soberano, Desenvolvido e de Valorização do Trabalho”.

A presidente interina do partido, Nádia Campeão, que assumiu o posto após a licença de Luciana Santos – ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação –, destacou a amplitude da aliança em torno da candidatura.


&quot;Hoje, vamos aprovar as candidaturas de Lula presidente e Alckmin vice, uma aliança entre sete partidos: PT, PCdoB e PV, e da Federação Brasil da Esperança, com PSB, PDT, PSOL e Rede. Mas apoiaremos alianças mais amplas em todos os estados do país. Governadores e senadores desses partidos, mas também do PSD, do MDB, do União Brasil, buscando isolar e derrotar os candidatos da extrema-direita.&quot;


De acordo com Nádia Campeão, a campanha do partido terá como foco também a eleição de deputados federais do PCdoB, com a meta de reeleger e ampliar a atual bancada na Câmara. Os projetos de candidaturas estaduais serão definidos em reunião do Comitê Central marcada para 5 de agosto.

A dirigente afirmou ainda que a legenda vai defender, ao longo da campanha, um projeto de desenvolvimento nacional centrado na reindustrialização do país, em investimentos públicos e privados em ciência e tecnologia e na valorização do trabalho e da qualidade dos empregos.

As deliberações do PCdoB seguem agora para a convenção da Federação Brasil da Esperança, marcada para domingo (2), em São Paulo, quando será apresentado o programa de governo de Lula para um eventual novo mandato.
  2:24 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 23:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>convenção, PCdoB, formaliza, apoio, chapa, formada, por, Lula, Alckmin</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Comunista do Brasil, o PCdoB, realizou, nesta quinta-feira (30), a convenção nacional que formalizou o apoio à chapa formada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo vice Geraldo Alckmin na disputa pela reeleição em 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698185&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698185&o=rss"></p>

<p>O encontro, em formato digital e com transmissão pública pela internet, contou com direito a voto dos 162 delegados que integram o Comitê Central do partido, além de representantes de legendas aliadas. <strong>Os delegados também aprovaram a coligação com outros partidos, definiram o nome da aliança e apresentaram o manifesto “Com Lula para Avançar no Rumo de um Brasil Soberano, Desenvolvido e de Valorização do Trabalho”.</strong></p>

<p>A presidente interina do partido, <strong>Nádia Campeão</strong>, que assumiu o posto após a licença de Luciana Santos – ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação –, destacou a amplitude da aliança em torno da candidatura.</p>

<blockquote>
<p>"Hoje, vamos aprovar as candidaturas de Lula presidente e Alckmin vice, uma aliança entre sete partidos: PT, PCdoB e PV, e da Federação Brasil da Esperança, com PSB, PDT, PSOL e Rede. Mas apoiaremos alianças mais amplas em todos os estados do país. Governadores e senadores desses partidos, mas também do PSD, do MDB, do União Brasil, buscando isolar e derrotar os candidatos da extrema-direita."</p>
</blockquote>

<p><strong>De acordo com Nádia Campeão, a campanha do partido terá como foco também a eleição de deputados federais do PCdoB, com a meta de reeleger e ampliar a atual bancada na Câmara.</strong> Os projetos de candidaturas estaduais serão definidos em reunião do Comitê Central marcada para 5 de agosto.</p>

<p>A dirigente afirmou ainda que a legenda vai defender, ao longo da campanha, um projeto de desenvolvimento nacional centrado na reindustrialização do país, em investimentos públicos e privados em ciência e tecnologia e na valorização do trabalho e da qualidade dos empregos.</p>

<p>As deliberações do PCdoB seguem agora para a convenção da Federação Brasil da Esperança, marcada para domingo (2), em São Paulo, quando será apresentado o programa de governo de Lula para um eventual novo mandato.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:24</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Após fala de Lula sobre guerra, Paraguai convoca embaixador do país</title>
<link>https://apareceu.com/apos-fala-de-lula-sobre-guerra-paraguai-convoca-embaixador-do-pais</link>
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<description><![CDATA[ O Paraguai convocou, nesta quinta-feira (30), seu embaixador no Brasil para que retorne ao país, após o presidente Lula fazer declarações sobre a Guerra do Paraguai, ocorrida entre 1864 e 1870. O gesto sinaliza uma insatisfação diplomática entre os países.

Em nota, o Ministério de Relações Exteriores paraguaio afirmou que, além da convocação do embaixador José Antonio Marcondes, o chancelar Rubén Lezcano teria conversado com o ministro brasileiro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, no Peru. O governo paraguaio também informou que os presidentes Santiago Peña e Lula conversaram por telefone sobre esse tema, considerado “delicado”.

Na semana passada, ao comentar a importância de investimentos em defesa, Lula afirmou que, em “belo dia”, o Paraguai resolveu invadir Brasil, Uruguai e Argentina, provocando uma guerra. A fala levou a tensões diplomáticas com o país vizinho.

No Paraguai, o conflito é conhecido como Guerra da Tríplice Aliança, por ter colocado Brasil, Argentina e Uruguai de um lado e Paraguai de outro. É estimado que os paraguaios tenham perdido 70% da sua população no conflito, tendo sua economia arruinada. A guerra é tratada como sensível na história nacional paraguaia.

O chancelar do país afirmou que a dignidade do Paraguai não se negocia, que a diplomacia tem seus tempos e formas e que a moderação do presidente Santiago Peña tem sido fundamental na gestão do episódio.

*Com informações da Agência Brasil
  1:46 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 23:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Paraguai convocou, nesta quinta-feira (30), seu embaixador no Brasil para que retorne ao país, após o presidente Lula fazer declarações sobre a Guerra do Paraguai, ocorrida entre 1864 e 1870. O gesto sinaliza uma insatisfação diplomática entre os países.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698184&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698184&o=rss"></p>

<p>Em nota, o Ministério de Relações Exteriores paraguaio afirmou que, além da convocação do embaixador José Antonio Marcondes, o chancelar Rubén Lezcano teria conversado com o ministro brasileiro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, no Peru. <strong>O governo paraguaio também informou que os presidentes Santiago Peña e Lula conversaram por telefone sobre esse tema, considerado “delicado”.</strong></p>

<p>Na semana passada, ao comentar a importância de investimentos em defesa, Lula afirmou que, em “belo dia”, o Paraguai resolveu invadir Brasil, Uruguai e Argentina, provocando uma guerra. A fala levou a tensões diplomáticas com o país vizinho.</p>

<p>No Paraguai, o conflito é conhecido como Guerra da Tríplice Aliança, por ter colocado Brasil, Argentina e Uruguai de um lado e Paraguai de outro<strong>. É estimado que os paraguaios tenham perdido 70% da sua população no conflito, tendo sua economia arruinada. A guerra é tratada como sensível na história nacional paraguaia.</strong></p>

<p>O chancelar do país afirmou que a dignidade do Paraguai não se negocia, que a diplomacia tem seus tempos e formas e que a moderação do presidente Santiago Peña tem sido fundamental na gestão do episódio.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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<title>Mais de 17 milhões de pessoas acima de 70 anos estão aptas a votar</title>
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<description><![CDATA[ Eleitores com mais de 70 anos não são obrigados a votar. Para esse grupo, que representa 11% do eleitorado brasileiro, o voto é facultativo e não é necessário justificar a ausência nas urnas. Ainda assim, muitos brasileiros e brasileiras dessa faixa etária fazem questão de exercer sua cidadania por meio do voto.

O número de pessoas com mais de 70 anos aptas a votar aumentou 83% nos últimos 16 anos. Passou de cerca de 9,4 milhões, em 2010, para mais de 17,2 milhões, em 2026. Os dados estão disponíveis no site do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral.

Fátima Gaspar é professora aposentada e, aos 71 anos, conta o motivo que a faz seguir indo às urnas:


&quot;Eu não gosto que escolham por mim. Sou uma pessoa que vota desde os 18 anos, então, eu sou uma pessoa que sempre gostei de estar ligada nos candidatos e acompanho o que eles fazem. Minha seção eleitoral é bem próxima à minha casa. Eu tenho um problema de artrose, mas eu vou, levo um banquinho, qualquer coisa, sento lá.&quot;


O voto é facultativo para pessoas entre 16 e 18 anos. Segundo o TSE, jovens com até 18 anos representam cerca de 2,25% do eleitorado nacional e houve queda de 14% no número desse grupo, em comparação com as eleições de 2022. Já a participação de pessoas com 60 anos ou mais aumentou 13% no mesmo período.

Para o cientista político Robson Carvalho, o aumento do eleitorado na faixa etária 60 mais implica em uma maior consciência na hora de votar:


&quot;São eleitores que estarão mais experimentados, que terão participado de mais eleições. Do ponto de vista teórico, eles terão mais condições de fazer uma escolha melhor, mais estudada, mais apropriada. E isso faz com que os candidatos e partidos precisem se esforçar um pouco mais para tentar se comunicar com esse eleitor, que poderá estar mais exigente nessas eleições, porque já votou diversas vezes.&quot;


Abstenção

Com relação à abstenção, um levantamento da Nexus-Pesquisa e Inteligência de Dados aponta que houve queda nas últimas três eleições gerais entre maiores de 60 anos. Já entre o eleitorado em geral, aumentou o número de abstenções, isto é, mais gente deixou de comparecer às urnas. Para maiores de 70 anos – público que não é obrigado a votar –, o número de abstenções foi de 63,6% em 2014 e de 58,9% em 2022, o que significa que os mais velhos estão indo votar.

O cientista político Robson Carvalho destaca quais pautas devem ser abordadas pelos candidatos com foco no público acima de 70 anos:


&quot;Temas de saúde e assistência social são mais bem-vindos, porque dizem respeito a mais assistência à saúde e à seguridade social que venha a ser assegurada pelo Estado. Então, é uma política que, por parte dos candidatos, terá menos resistência de se colocar e de se propor para o público, para os eleitores.&quot;


No total, o Brasil tem 158 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições deste ano.

*Com produção de Luciene Cruz
  3:56 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 23:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Eleitores com mais de 70 anos não são obrigados a votar. Para esse grupo, que representa 11% do eleitorado brasileiro, o voto é facultativo e não é necessário justificar a ausência nas urnas. Ainda assim, muitos brasileiros e brasileiras dessa faixa etária fazem questão de exercer sua cidadania por meio do voto.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698176&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698176&o=rss"></p>

<p><strong>O número de pessoas com mais de 70 anos aptas a votar aumentou 83% nos últimos 16 anos. Passou de cerca de 9,4 milhões, em 2010, para mais de 17,2 milhões, em 2026.</strong> Os dados estão disponíveis no site do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral.</p>

<p><strong>Fátima Gaspar</strong> é professora aposentada e, aos 71 anos, conta o motivo que a faz seguir indo às urnas:</p>

<blockquote>
<p>"Eu não gosto que escolham por mim. Sou uma pessoa que vota desde os 18 anos, então, eu sou uma pessoa que sempre gostei de estar ligada nos candidatos e acompanho o que eles fazem. Minha seção eleitoral é bem próxima à minha casa. Eu tenho um problema de artrose, mas eu vou, levo um banquinho, qualquer coisa, sento lá."</p>
</blockquote>

<p>O voto é facultativo para pessoas entre 16 e 18 anos. Segundo o TSE, jovens com até 18 anos representam cerca de 2,25% do eleitorado nacional e houve queda de 14% no número desse grupo, em comparação com as eleições de 2022. Já a participação de pessoas com 60 anos ou mais aumentou 13% no mesmo período.</p>

<p>Para o cientista político <strong>Robson Carvalho</strong>, o aumento do eleitorado na faixa etária 60 mais implica em uma maior consciência na hora de votar:</p>

<blockquote>
<p>"São eleitores que estarão mais experimentados, que terão participado de mais eleições. Do ponto de vista teórico, eles terão mais condições de fazer uma escolha melhor, mais estudada, mais apropriada. E isso faz com que os candidatos e partidos precisem se esforçar um pouco mais para tentar se comunicar com esse eleitor, que poderá estar mais exigente nessas eleições, porque já votou diversas vezes."</p>
</blockquote>

<h3>Abstenção</h3>

<p>Com relação à abstenção, um levantamento da Nexus-Pesquisa e Inteligência de Dados aponta que houve queda nas últimas três eleições gerais entre maiores de 60 anos. Já entre o eleitorado em geral, aumentou o número de abstenções, isto é, mais gente deixou de comparecer às urnas. <strong>Para maiores de 70 anos – público que não é obrigado a votar –, o número de abstenções foi de 63,6% em 2014 e de 58,9% em 2022, o que significa que os mais velhos estão indo votar.</strong></p>

<p>O cientista político <strong>Robson Carvalho</strong> destaca quais pautas devem ser abordadas pelos candidatos com foco no público acima de 70 anos:</p>

<blockquote>
<p>"Temas de saúde e assistência social são mais bem-vindos, porque dizem respeito a mais assistência à saúde e à seguridade social que venha a ser assegurada pelo Estado. Então, é uma política que, por parte dos candidatos, terá menos resistência de se colocar e de se propor para o público, para os eleitores."</p>
</blockquote>

<p>No total, o Brasil tem 158 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições deste ano.</p>

<p><em>*Com produção de Luciene Cruz</em></p>
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<title>Convenção do PV decide apoiar candidatura de Lula à reeleição</title>
<link>https://apareceu.com/convencao-do-pv-decide-apoiar-candidatura-de-lula-a-reeleicao</link>
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<description><![CDATA[ O Partido Verde vai apoiar a candidatura do presidente Lula à reeleição nas eleições de 2026. A decisão foi anunciada em convenção partidária realizada nesta sexta-feira (31), com transmissão via internet.

De acordo com a legenda, o objetivo é manter um diálogo com “as forças democráticas”. O partido defende um projeto de país que alie “crescimento econômico, proteção do meio ambiente e melhoria da qualidade de vida da população”.

A convenção nacional do PT que deve tornar oficial a candidatura da chapa de Lula e Geraldo Alckmin para mais um mandato no Palácio do Planalto acontece neste domingo (2), em São Paulo.

As convenções partidárias começaram em 20 de julho e vão até o dia 5 de agosto para que partidos e federações partidárias decidam sobre coligações e candidaturas próprias para as Eleições Gerais de 2026.
  0:49 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 23:00:02 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Verde vai apoiar a candidatura do presidente Lula à reeleição nas eleições de 2026. A decisão foi anunciada em convenção partidária realizada nesta sexta-feira (31), com transmissão via internet.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698321&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698321&o=rss"></p>

<p>De acordo com a legenda, o objetivo é manter um diálogo com “as forças democráticas”. O partido defende um projeto de país que alie “crescimento econômico, proteção do meio ambiente e melhoria da qualidade de vida da população”.</p>

<p>A convenção nacional do PT que deve tornar oficial a candidatura da chapa de Lula e Geraldo Alckmin para mais um mandato no Palácio do Planalto acontece neste domingo (2), em São Paulo.</p>

<p>As convenções partidárias começaram em 20 de julho e vão até o dia 5 de agosto para que partidos e federações partidárias decidam sobre coligações e candidaturas próprias para as Eleições Gerais de 2026.</p>
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<title>Em convenção, PSTU lança chapa para concorrer à Presidência</title>
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<description><![CDATA[ O PSTU, Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados, lançou, nesta sexta-feira (31), sua chapa para concorrer à Presidência da República. Vão disputar as eleições de outubro pelo partido os professores Hertz Dias, para presidente, e Vanessa Portugal, para vice. A convenção nacional do PSTU foi realizada em São Paulo. 

Herz Diaz, natural de São Luís, no Maranhão, é professor, rapper e ativista do movimento negro. A candidata a vice-presidente Vanessa Portugal é mineira, professora da rede pública e dirigente sindical.

Segundo o PSTU, a candidatura busca derrotar a polarização entre o bolsonarismo e o lulismo. O partido afirma que a chapa quer superar a conciliação de classe, enfrentando a extrema direita e suas ameaças autoritárias, além dos ataques do governo Lula contra os trabalhadores.

A legenda apresenta como proposta um governo socialista, com o fim da escala 6x1, o aumento geral dos salários e a ampliação dos investimentos em saúde e educação, para reverter décadas de sucateamento. O PSTU defende ainda um processo de industrialização que atenda aos interesses dos trabalhadores. O partido também é a favor de uma ampla reforma agrária, da demarcação de terras indígenas, da titulação dos territórios quilombolas e do combate ao avanço do agronegócio, da mineração predatória e da devastação ambiental.
  1:32 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 23:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O PSTU, Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados, lançou, nesta sexta-feira (31), sua chapa para concorrer à Presidência da República. Vão disputar as eleições de outubro pelo partido os professores Hertz Dias, para presidente, e Vanessa Portugal, para vice. A convenção nacional do PSTU foi realizada em São Paulo. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698310&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698310&o=rss"></p>

<p><strong>Herz Diaz, natural de São Luís, no Maranhão, é professor, rapper e ativista do movimento negro. A candidata a vice-presidente Vanessa Portugal é mineira, professora da rede pública e dirigente sindical.</strong></p>

<p>Segundo o PSTU, a candidatura busca derrotar a polarização entre o bolsonarismo e o lulismo. O partido afirma que a chapa quer superar a conciliação de classe, enfrentando a extrema direita e suas ameaças autoritárias, além dos ataques do governo Lula contra os trabalhadores.</p>

<p>A legenda apresenta como proposta um governo socialista, com o fim da escala 6x1, o aumento geral dos salários e a ampliação dos investimentos em saúde e educação, para reverter décadas de sucateamento. O PSTU defende ainda um processo de industrialização que atenda aos interesses dos trabalhadores. O partido também é a favor de uma ampla reforma agrária, da demarcação de terras indígenas, da titulação dos territórios quilombolas e do combate ao avanço do agronegócio, da mineração predatória e da devastação ambiental.</p>
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<item>
<title>Paraguai entrega nota de desagrado por declaração de Lula sobre guerra</title>
<link>https://apareceu.com/paraguai-entrega-nota-de-desagrado-por-declaracao-de-lula-sobre-guerra</link>
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<description><![CDATA[ O Paraguai apresentou, nesta sexta-feira (31), uma nota de desagrado pelas declarações do presidente Lula sobre a Guerra do Paraguai, ocorrida entre 1864 e 1870.

O vice-presidente do Paraguai, Pedro Alliana, e o ministro das Relações Exteriores, Rubén Lezcano, entregaram uma nota sobre o ocorrido, nesta sexta, ao embaixador brasileiro no Paraguai, José Antonio Marcondes.

Para o país vizinho, as manifestações do presidente brasileiro distorcem os fatos históricos relevantes ao povo paraguaio. O Paraguai enfatiza que os acontecimentos que marcaram a história de ambos países devem ser abordados com responsabilidade, respeito mútuo e espírito de reconciliação.

Para avançar a convivência e fechar as feridas, o Paraguai propõe o retorno de troféus da guerra e documentos históricos que estão nos arquivos brasileiros, como gesto de reparação.

Segundo fontes do Ministério de Relações Exteriores do Brasil, o embaixador José Antonio Marcondes afirmou, no encontro, que o presidente Lula nunca teve a intenção de faltar com respeito ao povo paraguaio e que suas declarações foram retiradas de contexto. O representante brasileiro ainda ressaltou os laços históricos de amizade com o Paraguai.

Na semana passada, ao comentar sobre a importância de investimentos em defesa, Lula afirmou que em um “belo dia” o Paraguai resolveu invadir o Brasil, Uruguai e a Argentina, provocando uma guerra. A fala levou a tensões diplomáticas com o país vizinho.

No Paraguai, o conflito é conhecido como Guerra da Tríplice Aliança, por ter colocado Brasil, Argentina e Uruguai de um lado, e Paraguai de outro. É estimado que os paraguaios tenham perdido 70% da sua população no conflito, tendo sua economia arruinada.
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<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 23:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Paraguai apresentou, nesta sexta-feira (31), uma <strong>nota de desagrado pelas declarações do presidente Lula sobre a Guerra do Paraguai, ocorrida entre 1864 e 1870.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698307&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698307&o=rss"></p>

<p>O vice-presidente do Paraguai, Pedro Alliana, e o ministro das Relações Exteriores, Rubén Lezcano, entregaram uma nota sobre o ocorrido, nesta sexta, ao embaixador brasileiro no Paraguai, José Antonio Marcondes.</p>

<p><strong>Para o país vizinho, as manifestações do presidente brasileiro distorcem os fatos históricos relevantes ao povo paraguaio</strong>. O Paraguai enfatiza que os acontecimentos que marcaram a história de ambos países devem ser abordados com responsabilidade, respeito mútuo e espírito de reconciliação.</p>

<p>Para avançar a convivência e fechar as feridas, o Paraguai propõe o retorno de troféus da guerra e documentos históricos que estão nos arquivos brasileiros, como gesto de reparação.</p>

<p>Segundo fontes do Ministério de Relações Exteriores do Brasil, o <strong>embaixador José Antonio Marcondes afirmou, no encontro, que o presidente Lula nunca teve a intenção de faltar com respeito ao povo paraguaio e que suas declarações foram retiradas de contexto</strong>. O representante brasileiro ainda ressaltou os laços históricos de amizade com o Paraguai.</p>

<p>Na semana passada, ao comentar sobre a importância de investimentos em defesa, Lula afirmou que em um “belo dia” o Paraguai resolveu invadir o Brasil, Uruguai e a Argentina, provocando uma guerra. A fala levou a tensões diplomáticas com o país vizinho.</p>

<p>No Paraguai, o conflito é conhecido como Guerra da Tríplice Aliança, por ter colocado Brasil, Argentina e Uruguai de um lado, e Paraguai de outro. É estimado que os paraguaios tenham perdido 70% da sua população no conflito, tendo sua economia arruinada.</p>
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</item>

<item>
<title>PCB confirma Edmilson Costa como candidato à presidência da República</title>
<link>https://apareceu.com/pcb-confirma-edmilson-costa-como-candidato-a-presidencia-da-republica</link>
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<description><![CDATA[ O Partido Comunista Brasileiro confirmou os nomes de Edmilson Costa para concorrer ao cargo de presidente da República e Cleusa Santos, de vice-presidente. A convenção que tomou a decisão foi na manhã deste sábado (1º), em São Paulo.

Edmilson é doutor em Economia e pós-doutor no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp. Foi militante e dirigente estudantil durante a ditadura militar. Cleusa é doutora em Serviços e professora aposentada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Entre outras pautas, o partido defende a estatização e o controle público do sistema financeiro, revogação das reformas trabalhista, previdenciária e o arcabouço fiscal, fim da escala 6x1 e reforma agrária.

As convenções partidárias vão até o dia 5 de agosto para que partidos e federações partidárias decidam sobre coligações e candidaturas próprias para as Eleições Gerais de 2026.
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<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 23:00:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Comunista Brasileiro confirmou os nomes de Edmilson Costa para concorrer ao cargo de presidente da República e Cleusa Santos, de vice-presidente. A convenção que tomou a decisão foi na manhã deste sábado (1º), em São Paulo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698326&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698326&o=rss"></p>

<p>Edmilson é doutor em Economia e pós-doutor no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp. Foi militante e dirigente estudantil durante a ditadura militar. Cleusa é doutora em Serviços e professora aposentada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)</p>

<p>Entre outras pautas, o partido defende a estatização e o controle público do sistema financeiro, revogação das reformas trabalhista, previdenciária e o arcabouço fiscal, fim da escala 6x1 e reforma agrária.</p>

<p>As convenções partidárias vão até o dia 5 de agosto para que partidos e federações partidárias decidam sobre coligações e candidaturas próprias para as Eleições Gerais de 2026.</p>
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<item>
<title>PRTB lança Leonardo Avalanche à Presidência da República</title>
<link>https://apareceu.com/prtb-lanca-leonardo-avalanche-a-presidencia-da-republica</link>
<guid>https://apareceu.com/prtb-lanca-leonardo-avalanche-a-presidencia-da-republica</guid>
<description><![CDATA[ O PRTB, Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, oficializou a candidatura de Leonardo Avalanche à Presidência da República. O nome do candidato a vice ainda não foi definido.

Avalanche é goiano de Anápolis. Presidente nacional do partido, ele é analista de sistemas e bacharel em Direito.

A convenção da legenda aconteceu na última quarta-feira (29) em Goiânia. No evento, o candidato defendeu reduções de impostos, mais investimentos no setor agropecuário e incentivos para reindustrialização do país.

As convenções partidárias começaram em 20 de julho e vão até o dia 5 de agosto para que partidos e federações partidárias avaliem e decidam sobre coligações e candidaturas próprias para as Eleições Gerais de 2026.
  0:47 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 23:00:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O PRTB, Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, oficializou a candidatura de Leonardo Avalanche à Presidência da República. O nome do candidato a vice ainda não foi definido.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698323&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698323&o=rss"></p>

<p>Avalanche é goiano de Anápolis. Presidente nacional do partido, ele é analista de sistemas e bacharel em Direito.</p>

<p>A convenção da legenda aconteceu na última quarta-feira (29) em Goiânia. No evento, o candidato defendeu reduções de impostos, mais investimentos no setor agropecuário e incentivos para reindustrialização do país.</p>

<p>As convenções partidárias começaram em 20 de julho e vão até o dia 5 de agosto para que partidos e federações partidárias avaliem e decidam sobre coligações e candidaturas próprias para as Eleições Gerais de 2026.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">0:47</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Moraes dá 48 horas para Bolsonaro explicar vídeo criado por IA</title>
<link>https://apareceu.com/moraes-da-48-horas-para-bolsonaro-explicar-video-criado-por-ia</link>
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<description><![CDATA[ O ex-presidente Jair Bolsonaro tem 48 horas para explicar um vídeo exibido na Convenção Nacional do PL no último sábado, prazo dado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. 

O vídeo feito com inteligência artificial simula a imagem e a voz de Bolsonaro num pronunciamento em apoio à pré-candidatura do filho, o senador Flávio Bolsonaro, à Presidência da República.

Alexandre de Moraes quer saber se houve descumprimento das regras impostas ao ex-presidente para a prisão domiciliar humanitária. Se sim, Bolsonaro corre o risco de ter essa prisão domiciliar revogada.

Se não, pode haver a inelegibilidade de Flávio Bolsonaro por descumprimento da legislação eleitoral.

Segundo Moraes, porque pode ficar configurado o uso de deepfake, o que é expressamente proibido pela lei eleitoral, e passar a impressão de que o ex-presidente pode participar da campanha eleitoral, apesar de estar com os direitos políticos suspensos, numa hipótese de desinformação eleitoral, é o que diz o ministro na decisão.

Alexandre de Moraes ainda lembra que Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela tentativa de golpe, está com os direitos políticos suspensos e proibido de se manifestar política e eleitoralmente, inclusive por intermédio de outras pessoas. 

Desde março, o ex-presidente cumpre prisão domiciliar humanitária por razões de saúde.
  1:32 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 08:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O ex-presidente Jair Bolsonaro tem 48 horas para explicar um vídeo exibido na Convenção Nacional do PL no último sábado, prazo dado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697981&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697981&o=rss"></p>

<p>O vídeo feito com inteligência artificial simula a imagem e a voz de Bolsonaro num pronunciamento em apoio à pré-candidatura do filho, o senador Flávio Bolsonaro, à Presidência da República.</p>

<p>Alexandre de Moraes quer saber se houve descumprimento das regras impostas ao ex-presidente para a prisão domiciliar humanitária. Se sim, Bolsonaro corre o risco de ter essa prisão domiciliar revogada.</p>

<p>Se não, pode haver a inelegibilidade de Flávio Bolsonaro por descumprimento da legislação eleitoral.</p>

<p><strong>Segundo Moraes, porque pode ficar configurado o uso de deepfake, o que é expressamente proibido pela lei eleitoral, e passar a impressão de que o ex-presidente pode participar da campanha eleitoral, apesar de estar com os direitos políticos suspensos, numa hipótese de desinformação eleitoral, é o que diz o ministro na decisão.</strong></p>

<p><strong>Alexandre de Moraes ainda lembra que Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela tentativa de golpe, está com os direitos políticos suspensos e proibido de se manifestar política e eleitoralmente, inclusive por intermédio de outras pessoas. </strong></p>

<p>Desde março, o ex-presidente cumpre prisão domiciliar humanitária por razões de saúde.</p>
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<title>PSB oficializa Alckmin como candidato à reeleição como vice&#45;presidente</title>
<link>https://apareceu.com/psb-oficializa-alckmin-como-candidato-a-reeleicao-como-vice-presidente</link>
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<description><![CDATA[ O PSB realizou nesta quarta-feira (29), em Brasília, sua convenção nacional para confirmar a coligação com o PT e oficializar a candidatura de Geraldo Alckmin à reeleição como vice-presidente da República na chapa com Lula, que participou do evento.

O PSB é a segunda sigla a formalizar apoio à candidatura do petista; a primeira foi o PDT, na semana passada. A expectativa é que Lula seja oficializado candidato à reeleição no próximo domingo (2) na convenção nacional do PT, em São Paulo.

Com a manutenção de Alckmin como vice, os dois partidos repetem a composição que venceu as eleições de 2022.

Médico de formação, Alckmin teve carreira de mais de quatro décadas na política, com passagens pela prefeitura de Pindamonhangaba e quatro mandatos como governador de São Paulo. Após mais de 30 anos no PSDB, filiou-se ao PSB em 2022 para compor a chapa de Lula. Desde 2023, exerce a vice-presidência e deixou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços em março, para concorrer à reeleição.
 
  1:16 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 08:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O PSB realizou nesta quarta-feira (29), em Brasília, sua convenção nacional para confirmar a coligação com o PT e oficializar a candidatura de Geraldo Alckmin à reeleição como vice-presidente da República na chapa com Lula, que participou do evento.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698056&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698056&o=rss"></p>

<p>O PSB é a segunda sigla a formalizar apoio à candidatura do petista; a primeira foi o PDT, na semana passada. A expectativa é que Lula seja oficializado candidato à reeleição no próximo domingo (2) na convenção nacional do PT, em São Paulo.</p>

<p>Com a manutenção de Alckmin como vice, os dois partidos repetem a composição que venceu as eleições de 2022.</p>

<p>Médico de formação, Alckmin teve carreira de mais de quatro décadas na política, com passagens pela prefeitura de Pindamonhangaba e quatro mandatos como governador de São Paulo. Após mais de 30 anos no PSDB, filiou-se ao PSB em 2022 para compor a chapa de Lula. Desde 2023, exerce a vice-presidência e deixou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços em março, para concorrer à reeleição.<br>
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<title>PL oficializa candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência</title>
<link>https://apareceu.com/pl-oficializa-candidatura-de-flavio-bolsonaro-a-presidencia</link>
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<description><![CDATA[ O Partido Liberal (PL) referendou neste sábado a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à presidência da República. A convenção do partido foi realizada em São Paulo.
 
Flávio Bolsonaro nasceu no Rio de Janeiro, tem 45 anos e é advogado. Ele está em seu primeiro mandato como senador, mas tem uma longa trajetória política. Cumpriu quatro mandatos de deputado estadual e foi candidato à prefeitura do Rio em 2016, terminando em quarto lugar.
 
O candidato do PL é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar após ser condenado a 27 anos de prisão pela tentativa de golpe de estado no país.
 
Flávio aposta na mobilização do eleitorado do pai para conquistar a presidência. Em 2022, Jair ficou 1,8 ponto percentual atrás do presidente Lula. Durante o evento, foi exibido um vídeo de Jair Bolsonaro, feito por inteligência artificial, simulando uma mensagem de apoio ao filho.
 
A convenção do PL foi acompanhada por políticos do partido e até pelo presidente da Argentina, Javier Milei.
 
Em seu discurso, Flávio Bolsonaro agradeceu sua família e ao PL pela indicação.


“Gente, eu tô mais do que preparado pra enfrentar essa missão. E a gente vai honrar a confiança de cada um, pra junto com o Congresso Nacional, ainda mais a centro-direita, com os nossos senadores, deputados, governadores, nos dando a base pra mudar a Constituição, pra reduzir impostos, pra botar uma legislação penal mais dura…” 


A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência foi marcada por polêmicas. A principal foi em relação a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, de quem o candidato teria pedido R$ 134 milhões para produção de um filme sobre seu pai. Flávio nega irregularidades. O caso está sob investigação da Polícia Federal.
 
O PL segue buscando apoio de outros partidos para a candidatura de Flávio Bolsonaro. Ainda não foi anunciado quem será o candidato ou candidata à vice-presidência ao lado dele. O prazo para as convenções partidárias vai até 5 de agosto. 
  2:17 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 17:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Liberal (PL) referendou neste sábado a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à presidência da República. A convenção do partido foi realizada em São Paulo.<br>
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Flávio Bolsonaro nasceu no Rio de Janeiro, tem 45 anos e é advogado. Ele está em seu primeiro mandato como senador, mas tem uma longa trajetória política. Cumpriu quatro mandatos de deputado estadual e foi candidato à prefeitura do Rio em 2016, terminando em quarto lugar.<br>
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O candidato do PL é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar após ser condenado a 27 anos de prisão pela tentativa de golpe de estado no país.<br>
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Flávio aposta na mobilização do eleitorado do pai para conquistar a presidência. Em 2022, Jair ficou 1,8 ponto percentual atrás do presidente Lula. Durante o evento, foi exibido um vídeo de Jair Bolsonaro, feito por inteligência artificial, simulando uma mensagem de apoio ao filho.<br>
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A convenção do PL foi acompanhada por políticos do partido e até pelo presidente da Argentina, Javier Milei.<br>
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Em seu discurso, Flávio Bolsonaro agradeceu sua família e ao PL pela indicação.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697552&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697552&o=rss"></p>

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<p>“Gente, eu tô mais do que preparado pra enfrentar essa missão. E a gente vai honrar a confiança de cada um, pra junto com o Congresso Nacional, ainda mais a centro-direita, com os nossos senadores, deputados, governadores, nos dando a base pra mudar a Constituição, pra reduzir impostos, pra botar uma legislação penal mais dura…” </p>
</blockquote>

<p>A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência foi marcada por polêmicas. A principal foi em relação a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, de quem o candidato teria pedido R$ 134 milhões para produção de um filme sobre seu pai. Flávio nega irregularidades. O caso está sob investigação da Polícia Federal.<br>
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O PL segue buscando apoio de outros partidos para a candidatura de Flávio Bolsonaro. Ainda não foi anunciado quem será o candidato ou candidata à vice-presidência ao lado dele. O prazo para as convenções partidárias vai até 5 de agosto. </p>
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<title>PSD oficializa candidatura de Caiado para a presidência da República</title>
<link>https://apareceu.com/psd-oficializa-candidatura-de-caiado-para-a-presidencia-da-republica</link>
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<description><![CDATA[ O PSD oficializou, neste domingo, o nome do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como candidato à Presidência da República nas eleições de outubro. O presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, será o candidato a vice. O anúncio foi feito durante a convenção nacional da legenda, em São Paulo.

Ronaldo Caiado tem 76 anos, é médico ortopedista, produtor rural e natural de Anápolis, em Goiás. Ao longo da carreira política, foi deputado federal por cinco mandatos, entre 1991 e 2015, senador da República de 2015 a 2019 e governador de Goiás por dois mandatos. Reeleito em 2022, deixou o cargo, em março deste ano, para disputar a Presidência.

Esta será a segunda vez que Caiado tenta o posto mais alto do poder Executivo. Em 1989, na primeira eleição direta após a promulgação da Constituição de 1988, ele concorreu pelo então Partido Social Democrata Nacional, o PSDN, quando recebeu menos de 1% dos votos e terminou a disputa na décima colocação, entre 22 candidatos.

Em seu primeiro discurso como candidato, Caiado se apresentou como alternativa fora da &quot;polarização política&quot; na disputa ao Palácio do Planalto.

Entre as propostas apresentadas, ele destacou medidas na área da segurança pública, como um projeto para o confisco de bens de agressores de mulheres.

Caiado afirmou também que vai trabalhar para ir ao segundo turno em uma eventual disputa com Lula, mesmo aparecendo com menos de 5% das intenções de voto nas pesquisas.

Além disso, fez críticas ao presidente Lula e ao senador Flávio Bolsonaro, citando o caso do Banco Master e a investigação sobre descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.
  2:45 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 17:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O PSD oficializou, neste domingo, o nome do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como candidato à Presidência da República nas eleições de outubro. O presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, será o candidato a vice. O anúncio foi feito durante a convenção nacional da legenda, em São Paulo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697597&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697597&o=rss"></p>

<p>Ronaldo Caiado tem 76 anos, é médico ortopedista, produtor rural e natural de Anápolis, em Goiás. Ao longo da carreira política, foi deputado federal por cinco mandatos, entre 1991 e 2015, senador da República de 2015 a 2019 e governador de Goiás por dois mandatos. Reeleito em 2022, deixou o cargo, em março deste ano, para disputar a Presidência.</p>

<p>Esta será a segunda vez que Caiado tenta o posto mais alto do poder Executivo. Em 1989, na primeira eleição direta após a promulgação da Constituição de 1988, ele concorreu pelo então Partido Social Democrata Nacional, o PSDN, quando recebeu menos de 1% dos votos e terminou a disputa na décima colocação, entre 22 candidatos.</p>

<p>Em seu primeiro discurso como candidato, Caiado se apresentou como alternativa fora da "polarização política" na disputa ao Palácio do Planalto.</p>

<p>Entre as propostas apresentadas, ele destacou medidas na área da segurança pública, como um projeto para o confisco de bens de agressores de mulheres.</p>

<p>Caiado afirmou também que vai trabalhar para ir ao segundo turno em uma eventual disputa com Lula, mesmo aparecendo com menos de 5% das intenções de voto nas pesquisas.</p>

<p>Além disso, fez críticas ao presidente Lula e ao senador Flávio Bolsonaro, citando o caso do Banco Master e a investigação sobre descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.</p>
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<title>Unidade Popular oficializa candidatura de Samara Martins à presidência</title>
<link>https://apareceu.com/unidade-popular-oficializa-candidatura-de-samara-martins-a-presidencia</link>
<guid>https://apareceu.com/unidade-popular-oficializa-candidatura-de-samara-martins-a-presidencia</guid>
<description><![CDATA[ O partido Unidade Popular (UP) oficializou, neste domingo, a candidatura de Samara Martins à Presidência da República, com Raquel Bricio como vice na chapa. A convenção nacional do partido foi realizada em São Paulo.

Natural de Belo Horizonte, Samara Martins tem 38 anos, é dentista no SUS, formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e já havia disputado a eleição presidencial de 2022 como vice de Léo Péricles, presidente nacional do partido UP.

Militante em grupos como o Movimento de Mulheres Negras Olga Benário e a Frente Negra Revolucionária, Samara Martins é uma das fundadoras do UP e ocupa a vice-presidência do partido desde a fundação, em 2016. A legenda foi registrada definitivamente pelo TSE no fim de 2019.

Pelas redes sociais, a candidata falou sobre as principais propostas que defende na corrida ao Palácio do Planalto:

&quot;O que a gente tem dito é a nacionalização de todas as riquezas do nosso país, as riquezas estratégicas do nosso país, a reestatização de todos as empresas que foram privatizados, a contratação direta nas frentes emergenciais de trabalho. E uma das dúvidas que a gente tem considerado fundamental é que o nosso orçamento seja destinado a essas questões sociais, e que o povo trabalhador esteja no centro,  como auditoria e a suspensão do pagamento da dívida.&quot;

Além disso, Samara Martins defende uma série de políticas em prol dos trabalhadores, como dobrar o valor do salário mínimo, o fim da escala 6x1, acesso à moradia e a reestatização de empresas entregues para a iniciativa privada.
  1:57 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 17:00:03 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O partido Unidade Popular (UP) oficializou, neste domingo, a candidatura de Samara Martins à Presidência da República, com Raquel Bricio como vice na chapa. A convenção nacional do partido foi realizada em São Paulo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697598&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697598&o=rss"></p>

<p>Natural de Belo Horizonte, Samara Martins tem 38 anos, é dentista no SUS, formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e já havia disputado a eleição presidencial de 2022 como vice de Léo Péricles, presidente nacional do partido UP.</p>

<p>Militante em grupos como o Movimento de Mulheres Negras Olga Benário e a Frente Negra Revolucionária, Samara Martins é uma das fundadoras do UP e ocupa a vice-presidência do partido desde a fundação, em 2016. A legenda foi registrada definitivamente pelo TSE no fim de 2019.</p>

<p>Pelas redes sociais, a candidata falou sobre as principais propostas que defende na corrida ao Palácio do Planalto:</p>

<p>"O que a gente tem dito é a nacionalização de todas as riquezas do nosso país, as riquezas estratégicas do nosso país, a reestatização de todos as empresas que foram privatizados, a contratação direta nas frentes emergenciais de trabalho. E uma das dúvidas que a gente tem considerado fundamental é que o nosso orçamento seja destinado a essas questões sociais, e que o povo trabalhador esteja no centro,  como auditoria e a suspensão do pagamento da dívida."</p>

<p>Além disso, Samara Martins defende uma série de políticas em prol dos trabalhadores, como dobrar o valor do salário mínimo, o fim da escala 6x1, acesso à moradia e a reestatização de empresas entregues para a iniciativa privada.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:57</span>]]> </content:encoded>
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<title>Em artigo no Washington Post, Lula critica política de taxas dos EUA</title>
<link>https://apareceu.com/em-artigo-no-washington-post-lula-critica-politica-de-taxas-dos-eua</link>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula criticou a política tarifária adotada pelos Estados Unidos contra o Brasil, em artigo publicado, neste domingo, no jornal The Washington Post.

No texto, Lula classificou a medida como um &quot;erro estratégico&quot; da Casa Branca, rebateu os argumentos usados para justificar as sobretaxas e afirmou que o Brasil dispõe de mecanismos para garantir a reciprocidade nas relações comerciais.

Lula também disse que o país &quot;não será derrotado com base em mentiras&quot; e atribuiu um caráter ideológico à decisão do governo norte-americano, relacionando a medida às eleições gerais de outubro. O artigo também foi publicado, em português, nas redes sociais do presidente. 

O texto cita, ainda, declarações do secretário de Estado, Marco Rubio que, no início de junho, excluiu o Brasil do rol de países amigáveis aos Estados Unidos na América Latina.

No artigo, Lula reforçou o argumento que vem sendo usado pelo governo brasileiro desde o início das taxações, em abril de 2025, de que na balança comercial entre os dois países, os Estados Unidos são superavitários. E afirmou que o Brasil vai buscar outros parceiros comerciais mundo afora.

Nos dias 15 e 23 de julho, o governo dos Estados Unidos publicou duas medidas decorrentes de investigações conduzidas com base na legislação comercial do país, seção 301, estabelecendo sobretaxas adicionais de 25% e de 12,5% sobre uma parte das importações originárias do Brasil.

*Com informações da Agência Brasil. 
  1:51 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 17:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula criticou a política tarifária adotada pelos Estados Unidos contra o Brasil, em artigo publicado, neste domingo, no jornal The Washington Post.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697596&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697596&o=rss"></p>

<p>No texto, Lula classificou a medida como um <strong>"erro estratégico" da Casa Branca</strong>, rebateu os argumentos usados para justificar as sobretaxas e afirmou que o Brasil dispõe de mecanismos para garantir a reciprocidade nas relações comerciais.</p>

<p>Lula também disse que o país "não será derrotado com base em mentiras" e atribuiu um caráter ideológico à decisão do governo norte-americano, relacionando a medida às eleições gerais de outubro. O artigo também foi publicado, em português, nas redes sociais do presidente. </p>

<p>O texto cita, ainda, declarações do secretário de Estado, Marco Rubio que, no início de junho, excluiu o Brasil do rol de países amigáveis aos Estados Unidos na América Latina.</p>

<p>No artigo, Lula reforçou o argumento que vem sendo usado pelo governo brasileiro desde o início das taxações, em abril de 2025, de que na balança comercial entre os dois países, os Estados Unidos são superavitários. E afirmou que o Brasil vai buscar outros parceiros comerciais mundo afora.</p>

<p>Nos dias 15 e 23 de julho, o governo dos Estados Unidos publicou duas medidas decorrentes de investigações conduzidas com base na legislação comercial do país, seção 301, estabelecendo sobretaxas adicionais de 25% e de 12,5% sobre uma parte das importações originárias do Brasil.</p>

<p><strong><em>*Com informações da Agência Brasil. </em></strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:51</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>TSE reunirá embaixadores e observadores para apresentar urna</title>
<link>https://apareceu.com/tse-reunira-embaixadores-e-observadores-para-apresentar-urna</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-reunira-embaixadores-e-observadores-para-apresentar-urna</guid>
<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral marcou para o dia 17 de agosto uma reunião com embaixadores dos Estados Unidos para explicar o funcionamento da urna eletrônica e do sistema eleitoral brasileiro. A Organização dos Estados Americanos (OEA), a União Europeia e o Parlasul também vão acompanhar o encontro, uma vez que integram a Missão de Observadores Eleitorais.

O tribunal foi procurado pela Embaixada dos Estados Unidos para tratar da visita de integrantes do governo norte-americano. Em junho, o ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, se reuniu com 25 embaixadores, mas os Estados Unidos querem uma nova reunião.

Na última sexta-feira (24), o governo brasileiro negou vistos para dois servidores dos Estados Unidos que queriam monitorar as urnas eletrônicas das eleições de outubro: o subsecretário do Departamento de Estado para a Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, Riley Barnes; e o subsecretário adjunto Samuel Samson. Eles queriam vir ao Brasil para discutir liberdade de expressão relacionada às eleições de outubro.

O governo considerou a vinda deles uma instrumentalização política e por isso negou os vistos. A negativa veio dias depois do candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), divulgar informação falsa sobre as urnas brasileiras durante evento com diplomatas.

A ideia da reunião de agosto é explicar o funcionamento da urna e reafirmar a sua segurança e a lisura, que é “um patrimônio do povo brasileiro&quot;, segundo o próprio TSE.
 
  1:45 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 17:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, reunirá, embaixadores, observadores, para, apresentar, urna</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral marcou para o dia 17 de agosto uma reunião com embaixadores dos Estados Unidos para explicar o funcionamento da urna eletrônica e do sistema eleitoral brasileiro. A Organização dos Estados Americanos (OEA), a União Europeia e o Parlasul também vão acompanhar o encontro, uma vez que integram a Missão de Observadores Eleitorais.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697726&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697726&o=rss"></p>

<p>O tribunal foi procurado pela Embaixada dos Estados Unidos para tratar da visita de integrantes do governo norte-americano. <strong>Em junho, o ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, se reuniu com 25 embaixadores, mas os Estados Unidos querem uma nova reunião.</strong></p>

<p>Na última sexta-feira (24), <strong>o governo brasileiro negou vistos para dois servidores dos Estados Unidos </strong>que queriam monitorar as urnas eletrônicas das eleições de outubro: o subsecretário do Departamento de Estado para a Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, Riley Barnes; e o subsecretário adjunto Samuel Samson. Eles queriam vir ao Brasil para discutir liberdade de expressão relacionada às eleições de outubro.</p>

<p><strong>O governo considerou a vinda deles uma instrumentalização política</strong> e por isso negou os vistos. A negativa veio dias depois do candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), divulgar informação falsa sobre as urnas brasileiras durante evento com diplomatas.</p>

<p>A ideia da reunião de agosto é explicar o funcionamento da urna e <strong>reafirmar a sua segurança e a lisura</strong>, que é “um patrimônio do povo brasileiro", segundo o próprio TSE.<br>
 </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:45</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TCU alerta para risco fiscal dos Correios</title>
<link>https://apareceu.com/tcu-alerta-para-risco-fiscal-dos-correios</link>
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<description><![CDATA[ R$ 4,6 bilhões. Esse foi o custo, apenas no ano passado, para manter o serviço postal em todas as regiões do país. E o problema, segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), é que ninguém sabe ainda quem vai pagar essa conta.

O TCU aprovou, nesta quarta-feira (22), um alerta ao governo federal sobre o custo da universalização do serviço postal prestado pelos Correios. Por unanimidade, o plenário do tribunal aprovou o acórdão de uma auditoria realizada sobre o assunto.

A Corte alertou que a universalização dos Correios está gerando um rombo que pode sobrar para o contribuinte. Segundo o ministro relator, Benjamin Zymler, a falta de previsão de compensação dos custos da estatal obriga o aporte de recursos por parte da União.


&quot;A inexistência de um mecanismo explícito e estruturado de compensação dos custos da universalização fragiliza a capacidade da ECT de absorver de forma permanente o déficit associado às obrigações de serviço universal.&quot;


O ministro reconhece que o valor é compatível com outras políticas públicas relevantes, como o Programa Farmácia Popular e a merenda escolar, mas, ao contrário dessas ações, os Correios não têm verba garantida no orçamento para cobrir o prejuízo.


&quot;Esse quadro compromete a capacidade futura de pagamento da estatal, amplia o risco fiscal da União, seja pela crescente exposição decorrente de garantias concedidas pela União a empréstimos tomados pela ECT, seja pela possível necessidade de aportes financeiros adicionais.&quot;


A situação já é crítica: em dezembro do ano passado, o Tesouro Nacional aprovou um empréstimo de R$ 12 bilhões  para a reestruturação da empresa, com garantias da União. Para tentar se recuperar, os Correios lançaram um programa de desligamento voluntário e fecharam agências pelo país. O TCU avalia que esse quadro compromete a capacidade futura de pagamento da estatal e amplia o risco fiscal da União.

Procurada, a assessoria dos Correios informou que não vai se pronunciar sobre a decisão do TCU.

* Com informações da Agência Brasil
  2:28 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TCU, alerta, para, risco, fiscal, dos, Correios</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>R$ 4,6 bilhões.</strong> Esse foi o custo, apenas no ano passado, para manter o serviço postal em todas as regiões do país. E o problema, segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), é que<strong> ninguém sabe ainda quem vai pagar essa conta</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697282&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697282&o=rss"></p>

<p>O TCU aprovou, nesta quarta-feira (22), um alerta ao governo federal sobre <strong>o custo da universalização do serviço postal prestado pelos Correios</strong>. Por unanimidade, o plenário do tribunal aprovou o acórdão de uma auditoria realizada sobre o assunto.</p>

<p>A Corte alertou que a universalização dos Correios está gerando um rombo que pode sobrar para o contribuinte. Segundo o ministro relator, Benjamin Zymler, a falta de previsão de compensação dos custos da estatal obriga o aporte de recursos por parte da União.</p>

<blockquote>
<p>"A inexistência de um mecanismo explícito e estruturado de compensação dos custos da universalização fragiliza a capacidade da ECT de absorver de forma permanente o déficit associado às obrigações de serviço universal."</p>
</blockquote>

<p>O ministro reconhece que o valor é compatível com outras políticas públicas relevantes, como o Programa Farmácia Popular e a merenda escolar, mas, ao contrário dessas ações, os Correios não têm verba garantida no orçamento para cobrir o prejuízo.</p>

<blockquote>
<p>"Esse quadro compromete a capacidade futura de pagamento da estatal, amplia o risco fiscal da União, seja pela crescente exposição decorrente de garantias concedidas pela União a empréstimos tomados pela ECT, seja pela possível necessidade de aportes financeiros adicionais."</p>
</blockquote>

<p>A situação já é crítica: em dezembro do ano passado, o Tesouro Nacional aprovou um empréstimo de R$ 12 bilhões  para a reestruturação da empresa, com garantias da União. Para tentar se recuperar, os Correios lançaram um programa de desligamento voluntário e fecharam agências pelo país. O TCU avalia que esse quadro compromete a capacidade futura de pagamento da estatal e amplia o risco fiscal da União.</p>

<p>Procurada, a assessoria dos Correios informou que não vai se pronunciar sobre a decisão do TCU.</p>

<h5>* Com informações da Agência Brasil</h5>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:28</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TSE desmente fake news sobre urnas eletrônicas</title>
<link>https://apareceu.com/tse-desmente-fake-news-sobre-urnas-eletronicas</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-desmente-fake-news-sobre-urnas-eletronicas</guid>
<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral veio a público mais uma vez para desmentir outra fake news sobre as eleições brasileiras.

A Justiça Eleitoral reforçou, nesta quarta-feira (22), que a empresa venezuelana Smartmatic não forneceu urnas eletrônicas ou softwares utilizados pelos equipamentos brasileiros.

O caso voltou a ganhar destaque após o pré-candidato a presidência da República pelo PL, o senador Flávio Bolsonaro, divulgar, nessa terça-feira, em reunião com diplomatas, informações falsas sobre as urnas eletrônicas, afirmando que os equipamentos seriam da empresa venezuelana Smartmatic, sem apresentar qualquer prova.

Em nota, o TSE relembrou que em 2020 já havia desmentido essa fake news, que circula na internet, pelo menos, desde 2017.

A Corte reafirma que as urnas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos a serviço da Justiça Eleitoral. Além disso, as urnas são produzidas por empresas selecionadas por licitações públicas, sob direta coordenação de servidores do TSE, o que garante ainda mais segurança e transparência ao processo eleitoral.

O TSE ainda esclareceu que a empresa venezuelana Smartmatic prestou serviços ao TSE somente para conexão de dados e voz e não para o desenvolvimento ou operação da urna.

Durante seu pronunciamento em um evento com diplomatas, o senador Flávio Bolsonaro citou um documento do governo dos Estados Unidos que citava envolvimento da Smartmatic nas eleições na Venezuela. Porém, o documento não concluiu que houve fraude nos pleitos realizados no país sul-americano entre 2004 e 2020.

O pré-candidato do PL usou esse documento para associar a empresa venezuelana às urnas brasileiras. A fala de Flávio Bolsonaro gerou críticas de adversários e especialistas, que enxergaram uma repetição da estratégia de seu pai, Jair Bolsonaro, para atacar o sistema eleitoral. O ex-presidente foi condenado pelo STF por tentativa de golpe de Estado que envolveu uma campanha de desinformação sobre as urnas eletrônicas.

Em nota, a coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro afirmou que que ele não questionou a integridade do sistema de votação brasileiro e que a pré-campanha reafirma sua confiança no processo eleitoral, além de manifestar crença de que as missões de observação internacional devem ser estimuladas a acompanhar o pleito no país. A nota, porém, não comenta sobre a informação falsa divulgada por Flávio Bolsonaro.
  3:03 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, desmente, fake, news, sobre, urnas, eletrônicas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral veio a público mais uma vez para desmentir outra <strong>fake news sobre as eleições </strong>brasileiras.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697279&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697279&o=rss"></p>

<p>A Justiça Eleitoral reforçou, nesta quarta-feira (22), que a empresa venezuelana <strong>Smartmatic</strong> <strong>não forneceu urnas eletrônicas</strong> ou softwares utilizados pelos equipamentos brasileiros.</p>

<p>O caso voltou a ganhar destaque após o pré-candidato a presidência da República pelo PL, o senador <strong>Flávio Bolsonaro</strong>, divulgar, nessa terça-feira, em <strong>reunião com diplomatas</strong>, <strong>informações falsas sobre as urnas eletrônicas</strong>, afirmando que os equipamentos seriam da empresa venezuelana Smartmatic, sem apresentar qualquer prova.</p>

<p>Em nota, o TSE relembrou que <strong>em 2020 já havia desmentido essa fake news</strong>, que circula na internet, pelo menos, desde 2017.</p>

<p>A Corte reafirma que as <strong>urnas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos </strong>a serviço da Justiça Eleitoral. Além disso, as urnas são produzidas por <strong>empresas selecionadas por licitações públicas, </strong>sob direta coordenação de servidores do TSE, o que garante ainda mais segurança e transparência ao processo eleitoral.</p>

<p>O TSE ainda esclareceu que a empresa venezuelana Smartmatic<strong> </strong>prestou serviços ao TSE somente para conexão de dados e voz e<strong> não para o desenvolvimento ou operação da urna.</strong></p>

<p>Durante seu pronunciamento em um evento com diplomatas, o senador Flávio Bolsonaro citou um documento do governo dos Estados Unidos que citava envolvimento da Smartmatic nas eleições na Venezuela. Porém, <strong>o documento não concluiu que houve fraude nos pleitos realizados no país sul-americano entre 2004 e 2020</strong>.</p>

<p>O pré-candidato do PL usou esse documento para associar a empresa venezuelana às urnas brasileiras. A fala de Flávio Bolsonaro gerou críticas de adversários e especialistas, que enxergaram uma <strong>repetição da estratégia de seu pai, Jair Bolsonaro</strong>, para atacar o sistema eleitoral. O ex-presidente foi condenado pelo STF por tentativa de golpe de Estado que envolveu uma campanha de desinformação sobre as urnas eletrônicas.</p>

<p>Em nota, a coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro afirmou que que ele não questionou a integridade do sistema de votação brasileiro e que a pré-campanha reafirma sua confiança no processo eleitoral, além de manifestar crença de que as missões de observação internacional devem ser estimuladas a acompanhar o pleito no país. <strong>A nota, porém, não comenta sobre a informação falsa divulgada por Flávio Bolsonaro</strong>.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:03</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Justiça autoriza serviço de mototáxi em São Paulo</title>
<link>https://apareceu.com/justica-autoriza-servico-de-mototaxi-em-sao-paulo</link>
<guid>https://apareceu.com/justica-autoriza-servico-de-mototaxi-em-sao-paulo</guid>
<description><![CDATA[ O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a Prefeitura da capital paulista libere o serviço de aplicativo de transporte de passageiros em motocicletas. A gestão municipal tem o prazo de 48 horas para fazer o credenciamento da Uber. 

A disputa em torno da liberação ou da proibição do uso de aplicativo para transporte de passageiros em motocicletas começou em 2023, quando o serviço foi proibido na cidade de São Paulo. O prefeito Ricardo Nunes proibiu o serviço por decreto, com a justificativa de que o transporte por motocicletas oferecia riscos aos passageiros com base nos altos índices de acidentes na capital paulista.

A única empresa que segue no processo é a Uber, com o argumento de que a Política Nacional de Mobilidade Urbana autoriza essa modalidade de transporte no país.

Desta vez, o caso foi julgado pela juíza  Patrícia Persicano Pires, da 16ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, que rejeitou os arqgumentos apresentados pela prefeitura para impedir o serviço.

Em caso de descumprimento da decisão, a Prefeitura deverá pagar multa diária de cinco mil reais, que pode chegar ao teto de 500 mil reais. O município ainda pode recorrer da decisão. 

Em nota, a Prefeitura de São Paulo ressaltou que, em 2025, foram registradas 475 mortes de motociclistas no trânsito da cidade e que, apenas no primeiro semestre deste ano, foram registrados 283 óbitos. O Município também informou que ainda não foi notificado da decisão e que vai estudar as medidas cabíveis.

A Uber destacou, em nota,  o comportamento contraditório do município ao questionar sobre a declaração de seguro, indicando ausência de assinatura. A nota afirma que esses pontos não haviam sido considerados em fases anteriores e extrapolam o que já foi julgado.

O Sindimoto SP, sindicato que representa mensageiros, motociclistas, ciclistas e mototaxistas do Estado de São Paulo, é contrário à decisão da Justiça e afirma que a &quot;irresponsabilidade da Uber em insistir na operação do serviço de mototáxi na capital ignora a realidade trágica de 475 mortes de motociclistas na cidade no ano passado&quot;.

O sindicato também destaca que, com a liberação do serviço, os trabalhadores ficarão expostos a longas jornadas, salários baixos e riscos severos e alerta que essa precarização gera impactos na saúde pública. 
  2:46 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 03:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Justiça, autoriza, serviço, mototáxi, São, Paulo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a Prefeitura da capital paulista <strong>libere o serviço de aplicativo de transporte de passageiros em motocicletas</strong>. A gestão municipal tem o prazo de 48 horas para fazer o credenciamento da Uber. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697283&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697283&o=rss"></p>

<p>A disputa em torno da liberação ou da proibição do uso de aplicativo para transporte de passageiros em motocicletas começou em 2023, quando o serviço foi proibido na cidade de São Paulo. <strong>O prefeito Ricardo Nunes proibiu o serviço por decreto</strong>, com a justificativa de que o transporte por motocicletas <strong>oferecia riscos aos passageiros</strong> com base nos altos índices de acidentes na capital paulista.</p>

<p>A única empresa que segue no processo é a <strong>Uber</strong>, com o argumento de que a Política Nacional de Mobilidade Urbana autoriza essa modalidade de transporte no país.</p>

<p>Desta vez, o caso foi julgado pela juíza  Patrícia Persicano Pires, da 16ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, que rejeitou os arqgumentos apresentados pela prefeitura para impedir o serviço.</p>

<p>Em caso de descumprimento da decisão, a Prefeitura deverá pagar multa diária de cinco mil reais, que pode chegar ao teto de 500 mil reais. O município ainda pode recorrer da decisão. </p>

<p>Em nota, a Prefeitura de São Paulo ressaltou que, em 2025, foram registradas 475 mortes de motociclistas no trânsito da cidade e que, apenas no primeiro semestre deste ano, foram registrados 283 óbitos. O Município também informou que ainda não foi notificado da decisão e que vai estudar as medidas cabíveis.</p>

<p>A Uber destacou, em nota,  o comportamento contraditório do município ao questionar sobre a declaração de seguro, indicando ausência de assinatura. A nota afirma que esses pontos não haviam sido considerados em fases anteriores e extrapolam o que já foi julgado.</p>

<p>O Sindimoto SP, sindicato que representa mensageiros, motociclistas, ciclistas e mototaxistas do Estado de São Paulo, é contrário à decisão da Justiça e afirma que a "irresponsabilidade da Uber em insistir na operação do serviço de mototáxi na capital ignora a realidade trágica de 475 mortes de motociclistas na cidade no ano passado".</p>

<p>O sindicato também destaca que, com a liberação do serviço, <strong>os trabalhadores ficarão expostos a longas jornadas, salários baixos e riscos severos e alerta que essa precarização gera impactos na saúde pública</strong>. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:46</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Prazo para realização de convenções partidárias começa hoje (20)</title>
<link>https://apareceu.com/prazo-para-realizacao-de-convencoes-partidarias-comeca-hoje-20</link>
<guid>https://apareceu.com/prazo-para-realizacao-de-convencoes-partidarias-comeca-hoje-20</guid>
<description><![CDATA[ Começa nesta segunda-feira e vai até 5 de agosto o prazo para que partidos políticos e federações partidárias realizem as convenções partidárias.

A data foi definida no calendário oficial das eleições 2026 do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral. Partidos e federações partidárias precisam nesse período formalizar eventuais coligações e devem bater o martelo sobre os candidatos que vão disputar as eleições.

O registro oficial das candidaturas definitivas deve ser apresentado à Justiça Eleitoral até 15 de agosto. 

No dia seguinte, 16 de agosto, começa oficialmente nas ruas e na internet a campanha eleitoral voltada aos eleitores.

Já a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão tem início no dia 28 de agosto e vai até o dia 1º de outubro, de acordo com o TSE.

O primeiro turno das eleições será realizado no domingo, 4 de outubro, das 8h às 17h, no horário de Brasília. Já nos locais onde houver o segundo turno, a votação acontece no dia 25 de outubro.

Os eleitores vão escolher o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais e, no caso do Distrito Federal, deputados distritais.
  1:25 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Prazo, para, realização, convenções, partidárias, começa, hoje, 20</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Começa nesta segunda-feira e vai até 5 de agosto o prazo para que partidos políticos e federações partidárias realizem as convenções partidárias.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697057&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697057&o=rss"></p>

<p>A data foi definida no calendário oficial das eleições 2026 do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral. Partidos e federações partidárias precisam nesse período formalizar eventuais coligações e devem bater o martelo sobre os candidatos que vão disputar as eleições.</p>

<p><strong>O registro oficial das candidaturas definitivas deve ser apresentado à Justiça Eleitoral até 15 de agosto. </strong></p>

<p>No dia seguinte, 16 de agosto, começa oficialmente nas ruas e na internet a campanha eleitoral voltada aos eleitores.</p>

<p>Já a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão tem início no dia 28 de agosto e vai até o dia 1º de outubro, de acordo com o TSE.</p>

<p><strong>O primeiro turno das eleições será realizado no domingo, 4 de outubro, das 8h às 17h, no horário de Brasília. Já nos locais onde houver o segundo turno, a votação acontece no dia 25 de outubro.</strong></p>

<p>Os eleitores vão escolher o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais e, no caso do Distrito Federal, deputados distritais.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:25</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>País tem 158 milhões de brasileiros aptos a votar em 2026</title>
<link>https://apareceu.com/pais-tem-158-milhoes-de-brasileiros-aptos-a-votar-em-2026</link>
<guid>https://apareceu.com/pais-tem-158-milhoes-de-brasileiros-aptos-a-votar-em-2026</guid>
<description><![CDATA[ O número de eleitores cresceu 1,46% no país, e agora 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar em 2026. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou os dados sobre o perfil das pessoas que devem comparecer às urnas em outubro. São dois milhões de cidadãos a mais na comparação com as eleições gerais de 2022.

Ao todo, 158.745.463 brasileiros vão escolher os próximos presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais.

A região Norte apresentou o maior aumento, com alta de 4,37% do número de eleitores e Roraima registrando o maior crescimento, de mais de 9%. A região Sudeste foi a única que teve queda no número de aptos a votar, com uma redução de cerca de 0,5%. Apesar disso, continua concentrando o maior eleitorado do país, com 41% de todos os votantes.

O número de eleitores no exterior também teve uma alta, de quase 32%, sendo que agora são 918 mil aptos a participar do pleito.

Os maiores colégios eleitorais são os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Paraná, concentrando 52% do eleitorado nacional.

Diversidade

As estatísticas do TSE mostram ainda uma maior diversidade do eleitorado brasileiro. Após 2022, a autodeclaração de raça ou cor passou a compor a base de dados eleitorais, mas, até o momento, pouco mais de 20% dos eleitores fizeram a autodeclaração. Do total, 62% se declaram negros, que reúne os pretos e pardos; 35%, brancos; 0,88%, indígenas; e 0,7%, amarelos.

Os dados reforçam a manutenção da maioria do eleitorado feminino, representando 52%. Em termos de faixa etária, o maior grupo está entre 40 a 44 anos, sendo 10% do total. Os números mostram ainda um envelhecimento do eleitorado no país, com aumento de votantes acima dos 60 anos, que passaram de 21% para 23,6% de todos os eleitores.
  2:39 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>País, tem, 158, milhões, brasileiros, aptos, votar, 2026</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O número de eleitores cresceu 1,46% no país, e agora 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar em 2026. <strong>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou os dados sobre o perfil das pessoas que devem comparecer às urnas em outubro.</strong> São dois milhões de cidadãos a mais na comparação com as eleições gerais de 2022.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697119&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697119&o=rss"></p>

<p>Ao todo, 158.745.463 brasileiros vão escolher os próximos presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais.</p>

<p>A região Norte apresentou o maior aumento, com alta de 4,37% do número de eleitores e Roraima registrando o maior crescimento, de mais de 9%. A região Sudeste foi a única que teve queda no número de aptos a votar, com uma redução de cerca de 0,5%. Apesar disso, continua concentrando o maior eleitorado do país, com 41% de todos os votantes.</p>

<p><strong>O número de eleitores no exterior também teve uma alta, de quase 32%, sendo que agora são 918 mil aptos a participar do pleito.</strong></p>

<p>Os maiores colégios eleitorais são os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Paraná, concentrando 52% do eleitorado nacional.</p>

<h3>Diversidade</h3>

<p>As estatísticas do TSE mostram ainda uma maior diversidade do eleitorado brasileiro. Após 2022, a autodeclaração de raça ou cor passou a compor a base de dados eleitorais, mas, até o momento, pouco mais de 20% dos eleitores fizeram a autodeclaração. <strong>Do total, 62% se declaram negros, que reúne os pretos e pardos; 35%, brancos; 0,88%, indígenas; e 0,7%, amarelos.</strong></p>

<p>Os dados reforçam a manutenção da maioria do eleitorado feminino, representando 52%. Em termos de faixa etária, o maior grupo está entre 40 a 44 anos, sendo 10% do total. Os números mostram ainda um envelhecimento do eleitorado no país, com aumento de votantes acima dos 60 anos, que passaram de 21% para 23,6% de todos os eleitores.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:39</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Brasil tem quase 2 milhões de eleitores com deficiência, aponta TSE</title>
<link>https://apareceu.com/brasil-tem-quase-2-milhoes-de-eleitores-com-deficiencia-aponta-tse</link>
<guid>https://apareceu.com/brasil-tem-quase-2-milhoes-de-eleitores-com-deficiencia-aponta-tse</guid>
<description><![CDATA[ As eleições gerais deste ano contarão com o maior número de eleitoras e eleitores com deficiência aptos a votar.

Dados do Tribunal Superior Eleitoral revelam que 1.963.551 pessoas têm algum tipo de deficiência, um crescimento de 42,5% em relação a 2022, quando esse número era de 1.377.787 pessoas.

Isso inclui pessoas com dificuldade de locomoção, deficiência visual, deficiência auditiva, deficiência física, intelectual ou outras condições que demandem adaptações no local de votação.

Entre os eleitores com deficiência aptos a votar nas Eleições 2026, 45,46% do total se enquadram na categoria “outros”.

Aproximadamente 617 mil pessoas declararam ter deficiência de locomoção; 319 mil possuem deficiência visual e mais de 182 mil têm deficiência auditiva.

Mais de 64 mil pessoas com deficiência informaram ter dificuldade para o exercício do voto.

Para acompanhar esse aumento, a Justiça Eleitoral ampliou a estrutura destinada a garantir o exercício do voto com autonomia e segurança.

O número de seções eleitorais principais com acessibilidade passou de 156.296 em 2022 para 223.587 este ano, um crescimento de 43%.

Quem necessita de um local de votação adaptado pode solicitar a transferência para uma seção eleitoral acessível, instalada em locais com rampas, elevadores e trajetos livres de obstáculos físicos, por exemplo.

Para isso, é necessário atualizar o cadastro junto à Justiça Eleitoral, informando a condição de deficiência ou mobilidade reduzida.

O pedido pode ser realizado pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral ou presencialmente no cartório eleitoral.

O prazo para solicitar a transferência para uma seção acessível termina no dia 20 de agosto.
  2:49 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Brasil, tem, quase, milhões, eleitores, com, deficiência, aponta, TSE</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>As eleições gerais deste ano contarão com o maior número de eleitoras e eleitores com deficiência aptos a votar.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697148&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697148&o=rss"></p>

<p><strong>Dados do Tribunal Superior Eleitoral revelam que 1.963.551 pessoas têm algum tipo de deficiência, um crescimento de 42,5% em relação a 2022, quando esse número era de 1.377.787 pessoas.</strong></p>

<p>Isso inclui pessoas com dificuldade de locomoção, deficiência visual, deficiência auditiva, deficiência física, intelectual ou outras condições que demandem adaptações no local de votação.</p>

<p>Entre os eleitores com deficiência aptos a votar nas Eleições 2026, 45,46% do total se enquadram na categoria “outros”.</p>

<p><strong>Aproximadamente 617 mil pessoas declararam ter deficiência de locomoção; 319 mil possuem deficiência visual e mais de 182 mil têm deficiência auditiva.</strong></p>

<p>Mais de 64 mil pessoas com deficiência informaram ter dificuldade para o exercício do voto.</p>

<p>Para acompanhar esse aumento, a Justiça Eleitoral ampliou a estrutura destinada a garantir o exercício do voto com autonomia e segurança.</p>

<p><strong>O número de seções eleitorais principais com acessibilidade passou de 156.296 em 2022 para 223.587 este ano, um crescimento de 43%.</strong></p>

<p>Quem necessita de um local de votação adaptado pode solicitar a transferência para uma seção eleitoral acessível, instalada em locais com rampas, elevadores e trajetos livres de obstáculos físicos, por exemplo.</p>

<p>Para isso, é necessário atualizar o cadastro junto à Justiça Eleitoral, informando a condição de deficiência ou mobilidade reduzida.</p>

<p>O pedido pode ser realizado pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral ou presencialmente no cartório eleitoral.</p>

<p>O prazo para solicitar a transferência para uma seção acessível termina no dia 20 de agosto.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:49</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Missão oficializa candidatura de Renan Santos à Presidência</title>
<link>https://apareceu.com/missao-oficializa-candidatura-de-renan-santos-a-presidencia</link>
<guid>https://apareceu.com/missao-oficializa-candidatura-de-renan-santos-a-presidencia</guid>
<description><![CDATA[ O  partido Missão antecipou a convenção nacional e oficializou a candidatura de Renan Santos à Presidência da República. O evento estava previsto para o dia 1º de agosto, mas acabou sendo antecipado para esta segunda-feira (21).

A legenda foi registrada pelo Tribunal Superior Eleitoral em novembro do ano passado e disputa a primeira eleição desde sua criação. O partido tem origem no Movimento Brasil Livre (MBL), grupo que ganhou força a partir de 2015, durante a campanha pelo impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).

Mesmo com a convenção antecipada, o Missão informou que vai realizar um novo evento no dia 1º de agosto para apresentar o programa de governo de Renan Santos.

Nas próximas semanas, outros partidos devem confirmar suas candidaturas. O PL realiza a convenção no dia 25 de julho, o PSD, no dia seguinte e o MDB e o Novo, no dia 27. PCdoB, PSTU e PV têm eventos marcados para o final do mês, enquanto PCO, PT e PSB definem candidatos apenas em agosto.

* Com informações da Agência Brasil
  1:13 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Missão, oficializa, candidatura, Renan, Santos, Presidência</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O  partido <strong>Missão </strong>antecipou a convenção nacional e <strong>oficializou a candidatura de Renan Santos à Presidência da República</strong>. O evento estava previsto para o dia 1º de agosto, mas acabou sendo antecipado para esta segunda-feira (21).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697191&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697191&o=rss"></p>

<p>A legenda foi registrada pelo Tribunal Superior Eleitoral em novembro do ano passado e disputa a primeira eleição desde sua criação. O partido tem origem no Movimento Brasil Livre (MBL), grupo que ganhou força a partir de 2015, durante a campanha pelo impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).</p>

<p>Mesmo com a convenção antecipada, o Missão informou que <strong>vai realizar um novo evento no dia 1º de agosto para apresentar o programa de governo de Renan Santos.</strong></p>

<p>Nas próximas semanas, outros partidos devem confirmar suas candidaturas. O PL realiza a convenção no dia 25 de julho, o PSD, no dia seguinte e o MDB e o Novo, no dia 27. PCdoB, PSTU e PV têm eventos marcados para o final do mês, enquanto PCO, PT e PSB definem candidatos apenas em agosto.</p>

<h5>* Com informações da Agência Brasil</h5>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:13</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TSE define teto de gastos de campanhas das eleições de 2026</title>
<link>https://apareceu.com/tse-define-teto-de-gastos-de-campanhas-das-eleicoes-de-2026</link>
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<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou, nesta terça-feira (21), o teto de gastos de campanha para os cargos em disputa nas eleições deste ano. O limite para presidente da República é de R$ 133 milhões. 

O TSE manteve os mesmos valores de 2022, corrigidos pelo IPCA. A decisão considerou que não houve alteração legislativa sobre o tema e a manutenção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha no mesmo valor destinado às eleições anteriores. 

Para a campanha à Presidência da República, o limite de é de R$ 133 milhões, sendo quase R$ 89 milhões no primeiro turno  e  cerca de R$ 44 milhões no segundo turno.

O teto para campanhas de deputado federal é de cerca de R$ 3,2 milhões. Para deputado estadual ou distrital, o limite é de cerca de R$ 1,2 milhão.

Já para senador e governador, o limite varia de acordo com o estado. Em São Paulo, por exemplo, candidatos ao governo podem gastar cerca de R$ 40 milhões nos dois turnos, enquanto os candidatos ao Senado têm limite de cerca de R$ 7 milhões.

O cálculo considera as despesas contratadas de forma direta pelos candidatos, além de  transferências de recursos para outros partidos ou candidatos e doações de bens e serviços com valor econômico. 

De acordo com a resolução, quem ultrapassar o limite de gastos terá de pagar multa de 100% do valor excedido em até cinco dias úteis a partir da intimação da decisão judicial.

O gasto além do limite também pode caracterizar abuso do poder econômico, conforme prevê a Lei de Inelegibilidade.
  2:03 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TSE, define, teto, gastos, campanhas, das, eleições, 2026</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou, nesta terça-feira (21), o <strong>teto de gastos de campanha</strong> para os cargos em disputa nas eleições deste ano. <strong>O limite para presidente da República é de R$ 133 milhões</strong>. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697193&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697193&o=rss"></p>

<p>O TSE manteve os mesmos valores de 2022, corrigidos pelo IPCA. A decisão considerou que não houve alteração legislativa sobre o tema e a manutenção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha no mesmo valor destinado às eleições anteriores. </p>

<p>Para a campanha à Presidência da República, o limite de é de R$ 133 milhões, sendo quase R$ 89 milhões no primeiro turno  e  cerca de R$ 44 milhões no segundo turno.</p>

<p>O teto para campanhas de <strong>deputado federal é de cerca de R$ 3,2 milhões</strong>. Para <strong>deputado estadual ou distrital, o limite é de cerca de R$ 1,2 milhão</strong>.</p>

<p>Já para<strong> senador e governador, o limite varia de acordo com o estado</strong>. Em São Paulo, por exemplo, candidatos ao governo podem gastar cerca de R$ 40 milhões nos dois turnos, enquanto os candidatos ao Senado têm limite de cerca de R$ 7 milhões.</p>

<p>O cálculo considera as despesas contratadas de forma direta pelos candidatos, além de  transferências de recursos para outros partidos ou candidatos e doações de bens e serviços com valor econômico. </p>

<p>De acordo com a resolução, <strong>quem ultrapassar o limite de gastos terá de pagar multa de 100% do valor excedido</strong> em até cinco dias úteis a partir da intimação da decisão judicial.</p>

<p>O gasto além do limite também pode caracterizar <strong>abuso do poder econômico</strong>, conforme prevê a Lei de Inelegibilidade.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:03</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>PDT confirma apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva</title>
<link>https://apareceu.com/pdt-confirma-apoio-a-reeleicao-do-presidente-luiz-inacio-lula-da-silva</link>
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<description><![CDATA[ O PDT confirmou o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão foi tomada em convenção nacional do partido, nessa segunda-feira (20), em Brasília, e marca a primeira legenda a definir posição para as eleições deste ano.

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, disse que a aliança era necessária para unir partidos de esquerda e centro-esquerda contra a extrema direita. Ele defendeu que esse é o principal motivo para o apoio a Lula, do PT, na disputa pela Presidência da República.

Lula participou do evento e discursou aos filiados.

Apesar do apoio já confirmado por aliados, o petista ainda é, oficialmente, pré-candidato. A convenção nacional do PT, que deve confirmar sua candidatura à reeleição, está marcada para o dia 2 de agosto.

Outras siglas também têm datas definidas para realizar suas convenções nas próximas semanas. O PL confirma seu candidato no dia 25 de julho; o PSD, no dia seguinte; e o MDB, no dia 27. Partidos como PCdoB, PSB e PV também já têm convenções marcadas entre o fim de julho e início de agosto.

*Com informações da Agência Brasil
  1:20 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>PDT, confirma, apoio, reeleição, presidente, Luiz, Inácio, Lula, Silva</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O PDT confirmou o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão foi tomada em convenção nacional do partido, nessa segunda-feira (20), em Brasília, e marca a primeira legenda a definir posição para as eleições deste ano.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697196&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697196&o=rss"></p>

<p>O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, disse que a aliança era necessária para unir partidos de esquerda e centro-esquerda contra a extrema direita. Ele defendeu que esse é o principal motivo para o apoio a Lula, do PT, na disputa pela Presidência da República.</p>

<p>Lula participou do evento e discursou aos filiados.</p>

<p><strong>Apesar do apoio já confirmado por aliados, o petista ainda é, oficialmente, pré-candidato. A convenção nacional do PT, que deve confirmar sua candidatura à reeleição, está marcada para o dia 2 de agosto.</strong></p>

<p>Outras siglas também têm datas definidas para realizar suas convenções nas próximas semanas. O PL confirma seu candidato no dia 25 de julho; o PSD, no dia seguinte; e o MDB, no dia 27. Partidos como PCdoB, PSB e PV também já têm convenções marcadas entre o fim de julho e início de agosto.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:20</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Funcionamento do comércio em feriados ganha nova regra</title>
<link>https://apareceu.com/funcionamento-do-comercio-em-feriados-ganha-nova-regra</link>
<guid>https://apareceu.com/funcionamento-do-comercio-em-feriados-ganha-nova-regra</guid>
<description><![CDATA[ O funcionamento do comércio em feriados terá novas regras a partir de agora. Uma portaria sobre esse tema foi assinada nesta terça-feira (21) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. O texto estabelece que a abertura das lojas nessas datas dependerá de negociação entre patrões e empregados por meio de convenção coletiva.

Dessa forma, a decisão unilateral do empregador deixa de ser suficiente para autorizar a abertura nesses dias. A exigência, no entanto, não se aplica a atividades que já têm autorização permanente para funcionar em feriados, como farmácias, postos de combustíveis, hotéis, restaurantes, bares, feiras livres e salões de beleza, entre outros.

Segundo o ministro Luiz Marinho, o que se espera é que as partes envolvidas possam sempre dialogar para encontrar a melhor solução.


&quot;O que a gente espera é que tenha maturidade das lideranças sindicais, trabalhadores, empregadores, em torno de uma mesa, um café, um chá, um almoço, um jantar, um happy hour. [Que] vocês possam encontrar soluções, muitas vezes, de problemas que parecem que não tinham solução. E quanto mais se conversa, pode-se ir aproximando essa possibilidade.&quot;


De acordo com o ministério, o objetivo é alinhar a portaria à legislação federal, que já determina a necessidade de acordo entre as partes para o trabalho nos feriados.

A nova norma não altera integralmente a regra anterior, editada em 2021. Foram afetadas apenas 12 das 122 atividades que tinham autorização permanente, como o comércio varejista de peixes, carnes, frutas e verduras; além de mercados, supermercados e hipermercados cuja atividade preponderante seja a venda de alimentos.

A implementação da norma chegou a ser adiada pelo menos cinco vezes antes da assinatura definitiva. De acordo com o ministro, o Estado não deve intervir nesse tipo de questão.


&quot;Acho que o melhor dos mundos é que não tenha interferência do Estado nesse processo, as partes têm responsabilidade, maturidade e representatividade acima de tudo para poder trabalhar. O governo sempre estará à disposição, se houver necessidade de intermediar uma conversa, de adaptação legislativa.&quot;


Ainda de acordo com as novas regras, a convenção coletiva deverá estabelecer as condições para o trabalho em feriados, como pagamento em dobro, folgas compensatórias ou benefícios extras. As empresas que descumprirem as normas poderão ser punidas com multas administrativas.
 
  2:44 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Funcionamento, comércio, feriados, ganha, nova, regra</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O funcionamento do comércio em feriados terá novas regras a partir de agora. Uma portaria sobre esse tema foi assinada nesta terça-feira (21) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. O texto estabelece que a abertura das lojas nessas datas dependerá de negociação entre patrões e empregados por meio de convenção coletiva.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697203&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697203&o=rss"></p>

<p>Dessa forma, <strong>a decisão unilateral do empregador deixa de ser suficiente para autorizar a abertura</strong> nesses dias. A exigência, no entanto, <strong>não se aplica a atividades que já têm autorização permanente</strong> para funcionar em feriados, como farmácias, postos de combustíveis, hotéis, restaurantes, bares, feiras livres e salões de beleza, entre outros.</p>

<p>Segundo o ministro Luiz Marinho, o que se espera é que as partes envolvidas possam sempre dialogar para encontrar a melhor solução.</p>

<blockquote>
<p>"O que a gente espera é que tenha maturidade das lideranças sindicais, trabalhadores, empregadores, em torno de uma mesa, um café, um chá, um almoço, um jantar, um happy hour. [Que] vocês possam encontrar soluções, muitas vezes, de problemas que parecem que não tinham solução. E quanto mais se conversa, pode-se ir aproximando essa possibilidade."</p>
</blockquote>

<p>De acordo com o ministério, o objetivo é alinhar a portaria à legislação federal, que já determina a necessidade de acordo entre as partes para o trabalho nos feriados.</p>

<p>A nova norma não altera integralmente a regra anterior, editada em 2021. <strong>Foram afetadas apenas 12 das 122 atividades que tinham autorização permanente,</strong> como o comércio varejista de peixes, carnes, frutas e verduras; além de mercados, supermercados e hipermercados cuja atividade preponderante seja a venda de alimentos.</p>

<p>A implementação da norma chegou a ser adiada pelo menos cinco vezes antes da assinatura definitiva. De acordo com o ministro, o Estado não deve intervir nesse tipo de questão.</p>

<blockquote>
<p>"Acho que o melhor dos mundos é que não tenha interferência do Estado nesse processo, as partes têm responsabilidade, maturidade e representatividade acima de tudo para poder trabalhar. O governo sempre estará à disposição, se houver necessidade de intermediar uma conversa, de adaptação legislativa."</p>
</blockquote>

<p>Ainda de acordo com as novas regras, <strong>a convenção coletiva deverá estabelecer as condições para o trabalho em feriados, como pagamento em dobro, folgas compensatórias ou benefícios extras</strong>. As empresas que descumprirem as normas poderão ser punidas com multas administrativas.<br>
 </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:44</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Justiça Eleitoral afasta servidores com parentes candidatos</title>
<link>https://apareceu.com/justica-eleitoral-afasta-servidores-com-parentes-candidatos</link>
<guid>https://apareceu.com/justica-eleitoral-afasta-servidores-com-parentes-candidatos</guid>
<description><![CDATA[ A partir de segunda-feira, servidores da Justiça Eleitoral que tenham parentes candidatos nas eleições gerais deste ano não poderão trabalhar em processos eleitorais na região onde o familiar for concorrer a um cargo político em outubro. 

A regra vale do período das convenções partidárias até a diplomação dos eleitos. Segundo a Justiça Eleitoral, a medida busca garantir a imparcialidade e a transparência do processo eleitoral.

O impedimento vale para juízes eleitorais, integrantes dos tribunais eleitorais e chefes de cartório que sejam cônjuge ou parente, até o segundo grau, de um candidato registrado na região onde atuam. O descumprimento pode resultar em demissão.

O Código Eleitoral também proíbe que candidatos, familiares e integrantes de diretórios de partidos políticos exerçam a função de escrivão eleitoral. // A regra busca evitar conflitos de interesse e garantir a imparcialidade das eleições.
  1:25 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 21:00:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Justiça, Eleitoral, afasta, servidores, com, parentes, candidatos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de segunda-feira, servidores da Justiça Eleitoral que tenham parentes candidatos nas eleições gerais deste ano não poderão trabalhar em processos eleitorais na região onde o familiar for concorrer a um cargo político em outubro. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697022&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697022&o=rss"></p>

<p>A regra vale do período das convenções partidárias até a diplomação dos eleitos. Segundo a Justiça Eleitoral, a medida busca garantir a imparcialidade e a transparência do processo eleitoral.</p>

<p>O impedimento vale para juízes eleitorais, integrantes dos tribunais eleitorais e chefes de cartório que sejam cônjuge ou parente, até o segundo grau, de um candidato registrado na região onde atuam. O descumprimento pode resultar em demissão.</p>

<p>O Código Eleitoral também proíbe que candidatos, familiares e integrantes de diretórios de partidos políticos exerçam a função de escrivão eleitoral. // A regra busca evitar conflitos de interesse e garantir a imparcialidade das eleições.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:25</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Congresso tem 30 dias para explicar destino de emendas parlamentares</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-tem-30-dias-para-explicar-destino-de-emendas-parlamentares</link>
<guid>https://apareceu.com/congresso-tem-30-dias-para-explicar-destino-de-emendas-parlamentares</guid>
<description><![CDATA[ O Congresso Nacional tem 30 dias para explicar a destinação de emendas parlamentares. Na decisão publicada nesta terça-feira (14), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, fez críticas a irregularidades na aplicação de recursos.

A determinação chega dias depois de Dino ter ordenado o bloqueio de R$119 milhões em bens do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e R$6 milhões do ex-deputado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.


            
        
    
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto. Marcello Casal Jr/Agência Brasil


As decisões partiram da suspeita de que os políticos estariam interferindo na destinação de emendas parlamentares sem ter mandato. Flávio Dino citou que a prática “configura-se vício insanável por violação aos princípios da moralidade, legalidade e finalidade”.


            
        
    
Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.  Wilson Dias/Agência Brasil


Na decisão, Dino cobrou explicações de emendas parlamentares na área da saúde, incluindo o uso temporário para pagar despesas de custeio. Ele citou relatórios do DenaSUS, Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde, e da CGU, a Controladoria-Geral da União.

O ministro também cobrou explicações da Advocacia-Geral da União sobre o que está sendo feito para responsabilizar os envolvidos com as irregularidades em emendas identificadas em relatórios da controladoria.

Flávio Dino é relator de ação por descumprimento de preceito fundamental sobre a destinação de emendas parlamentares aos princípios de transparência e rastreabilidade previstos na Constituição.

O chamado “orçamento secreto” - que se refere à indicação de recursos do orçamento sem identificar o parlamentar nem o beneficiário final, está na mira do STF desde 2022.

A Constituição prevê as emendas parlamentares enquanto instrumento que fornece poder a deputados e senadores de indicar a destinação de parte do orçamento da União.
  2:18 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Congresso, tem, dias, para, explicar, destino, emendas, parlamentares</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Congresso Nacional tem 30 dias para explicar a destinação de emendas parlamentares</strong>. Na decisão publicada nesta terça-feira (14), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, fez críticas a irregularidades na aplicação de recursos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696691&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696691&o=rss"></p>

<p>A determinação chega dias depois de Dino ter ordenado o bloqueio de R$119 milhões em bens do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e R$6 milhões do ex-deputado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.</p>

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    <!-- END scald=307104 --></div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta"><!--copyright=307104-->O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto. Marcello Casal Jr/Agência Brasil<!--END copyright=307104--></div>
</div></div>

<p>As decisões partiram da suspeita de que os políticos estariam<strong> interferindo na destinação de emendas parlamentares sem ter mandato</strong>. Flávio Dino citou que a prática “configura-se vício insanável por violação aos princípios da moralidade, legalidade e finalidade”.</p>

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<div class="meta">Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.  Wilson Dias/Agência Brasil<!--END copyright=112561--></div>
</div></div>

<p>Na decisão, Dino <strong>cobrou explicações de emendas parlamentares na área da saúde, incluindo o uso temporário para pagar despesas de custeio</strong>. Ele citou relatórios do DenaSUS, Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde, e da CGU, a Controladoria-Geral da União.</p>

<p>O ministro também cobrou explicações da Advocacia-Geral da União sobre <strong>o que está sendo feito para responsabilizar os envolvidos com as irregularidades em emendas identificadas em relatórios da controladoria.</strong></p>

<p>Flávio Dino é relator de ação por descumprimento de preceito fundamental sobre a destinação de emendas parlamentares aos princípios de transparência e rastreabilidade previstos na Constituição.</p>

<p>O chamado “orçamento secreto” - que se refere à indicação de recursos do orçamento sem identificar o parlamentar nem o beneficiário final, está na mira do STF desde 2022.</p>

<p>A Constituição prevê as emendas parlamentares enquanto instrumento que fornece poder a deputados e senadores de indicar a destinação de parte do orçamento da União.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:18</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Nunes Marques propõe selo para premiar institutos de pesquisa</title>
<link>https://apareceu.com/nunes-marques-propoe-selo-para-premiar-institutos-de-pesquisa</link>
<guid>https://apareceu.com/nunes-marques-propoe-selo-para-premiar-institutos-de-pesquisa</guid>
<description><![CDATA[ O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, sugeriu criar um selo-prêmio para os institutos de pesquisa que apresentarem maior precisão nas eleições de 2026. A proposta foi feita nesta terça-feira (14), durante reunião com representantes das empresas.

O encontro, que discutiu as regras para a divulgação de levantamentos durante o período eleitoral, ocorreu depois que o TSE suspendeu uma pesquisa de intenção de votos da AtlasIntel para presidente da República.

De acordo com o presidente do TSE, o Selo Acurácia Eleitoral pretende reconhecer o trabalho dos institutos que fizerem pesquisas com projeções mais próximas dos resultados oficiais. Para Nunes Marques, as pesquisas eleitorais têm papel importante na democracia.


&quot;As pesquisas eleitorais desempenham um papel importante em nosso processo democrático. O retrato fiel das percepções e das intenções do eleitorado contribui para o debate público, oferece subsídios à compreensão da dinâmica eleitoral e amplia o acesso da sociedade a informações de interesse coletivo. A democracia se fortalece quando os atores do processo eleitoral dialogam, quando as regras são observadas e, especialmente, quando o conhecimento técnico é colocado a serviço do interesse público.&quot;


Após o anúncio do ministro Nunes Marques, o TSE abriu prazo para receber, até a próxima sexta-feira (17), sugestões para definir os critérios de escolha dos vencedores do selo.

Associação critica proposta

Em nota, a Abep, Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, criticou a proposta. Segundo a entidade, entre a realização da pesquisa e a votação, eleitores podem mudar de opinião, deixar de votar ou alterar o comportamento. Para a Abep, exigir que uma pesquisa acerte o resultado das eleições é confundir ciência com bola de cristal.

Partidos e redes sociais

Além desse encontro com os institutos, o TSE também realizou uma oficina com partidos e representantes de redes sociais. O objetivo foi orientar agremiações e plataformas digitais sobre o uso responsável das redes sociais nas próximas eleições. A oficina virtual foi organizada a pedido dos participantes, que manifestaram a necessidade de receber mais informações sobre as regras das empresas de tecnologia.

Na programação da manhã, TikTok e Meta apresentaram orientações sobre segurança, contas políticas e combate à violência política. No período da tarde, participaram representantes das plataformas X, Kwai, Google e Telegram.

Segundo o TSE, essas plataformas digitais podem contribuir tanto para a integridade do processo eleitoral quanto para ampliar o acesso dos cidadãos a conteúdos confiáveis.

*Com informações da Agência Brasil
  3:02 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Nunes, Marques, propõe, selo, para, premiar, institutos, pesquisa</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, sugeriu criar um selo-prêmio para os institutos de pesquisa que apresentarem maior precisão nas eleições de 2026.</strong> A proposta foi feita nesta terça-feira (14), durante reunião com representantes das empresas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696692&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696692&o=rss"></p>

<p>O encontro, que discutiu as regras para a divulgação de levantamentos durante o período eleitoral, ocorreu depois que o TSE suspendeu uma pesquisa de intenção de votos da AtlasIntel para presidente da República.</p>

<p>De acordo com o presidente do TSE, o Selo Acurácia Eleitoral pretende reconhecer o trabalho dos institutos que fizerem pesquisas com projeções mais próximas dos resultados oficiais. Para <strong>Nunes Marques</strong>, as pesquisas eleitorais têm papel importante na democracia.</p>

<blockquote>
<p>"As pesquisas eleitorais desempenham um papel importante em nosso processo democrático. O retrato fiel das percepções e das intenções do eleitorado contribui para o debate público, oferece subsídios à compreensão da dinâmica eleitoral e amplia o acesso da sociedade a informações de interesse coletivo. A democracia se fortalece quando os atores do processo eleitoral dialogam, quando as regras são observadas e, especialmente, quando o conhecimento técnico é colocado a serviço do interesse público."</p>
</blockquote>

<p>Após o anúncio do ministro Nunes Marques, o TSE abriu prazo para receber, até a próxima sexta-feira (17), sugestões para definir os critérios de escolha dos vencedores do selo.</p>

<h3>Associação critica proposta</h3>

<p>Em nota, a Abep, Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, criticou a proposta. <strong>Segundo a entidade, entre a realização da pesquisa e a votação, eleitores podem mudar de opinião, deixar de votar ou alterar o comportamento.</strong> Para a Abep, exigir que uma pesquisa acerte o resultado das eleições é confundir ciência com bola de cristal.</p>

<h3>Partidos e redes sociais</h3>

<p>Além desse encontro com os institutos, o TSE também realizou uma oficina com partidos e representantes de redes sociais. <strong>O objetivo foi orientar agremiações e plataformas digitais sobre o uso responsável das redes sociais nas próximas eleições.</strong> A oficina virtual foi organizada a pedido dos participantes, que manifestaram a necessidade de receber mais informações sobre as regras das empresas de tecnologia.</p>

<p>Na programação da manhã, TikTok e Meta apresentaram orientações sobre segurança, contas políticas e combate à violência política. No período da tarde, participaram representantes das plataformas X, Kwai, Google e Telegram.</p>

<p>Segundo o TSE, essas plataformas digitais podem contribuir tanto para a integridade do processo eleitoral quanto para ampliar o acesso dos cidadãos a conteúdos confiáveis.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:02</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Eleições: propaganda intrapartidária termina neste fim de semana</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-propaganda-intrapartidaria-termina-neste-fim-de-semana</link>
<guid>https://apareceu.com/eleicoes-propaganda-intrapartidaria-termina-neste-fim-de-semana</guid>
<description><![CDATA[ Pré-candidatos às eleições de 2026 têm apenas mais este fim de semana para fazer propaganda intrapartidária, segundo o TSE, o Tribunal Superior Eleitoral. O período é utilizado para convencer os filiados dos partidos ou das federações partidárias a escolherem os candidatos que vão disputar as eleições.

A campanha intrapartidária não permite o uso de rádio, televisão e outdoors. Além disso, todo o material utilizado deve ser removido logo após as convenções, que acontecem de 20 de julho a 5 de agosto.

Nessa janela, os partidos precisam formalizar eventuais coligações partidárias e devem &quot;bater o martelo&quot; sobre os candidatos definitivos que vão disputar as eleições. Cada legenda tem autonomia para definir a data e o formato da convenção, que pode ser presencial, virtual ou híbrida, dentro do período definido pelo TSE.

Propaganda eleitoral

O registro oficial das candidaturas definitivas deve ser apresentado à Justiça Eleitoral até 15 de agosto. No dia seguinte, 16 de agosto, começa oficialmente, nas ruas e na internet, a campanha eleitoral voltada aos eleitores. Já a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão tem início no dia 28 de agosto e vai até 1º de outubro.

Eleições

O primeiro turno das eleições será realizado no domingo, 4 de outubro, das 8h às 17h, no horário de Brasília. Já nos locais onde houver segundo turno, a votação acontece no dia 25 de outubro. Os eleitores escolherão o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais e, no caso do Distrito Federal, deputados distritais.
  1:46 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 06:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleições:, propaganda, intrapartidária, termina, neste, fim, semana</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pré-candidatos às eleições de 2026 têm apenas mais este fim de semana para fazer propaganda intrapartidária, segundo o TSE, o Tribunal Superior Eleitoral. <strong>O período é utilizado para convencer os filiados dos partidos ou das federações partidárias a escolherem os candidatos que vão disputar as eleições.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696895&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696895&o=rss"></p>

<p>A campanha intrapartidária não permite o uso de rádio, televisão e outdoors. Além disso, todo o material utilizado deve ser removido logo após as convenções, que acontecem de 20 de julho a 5 de agosto.</p>

<p>Nessa janela, os partidos precisam formalizar eventuais coligações partidárias e devem "bater o martelo" sobre os candidatos definitivos que vão disputar as eleições. Cada legenda tem autonomia para definir a data e o formato da convenção, que pode ser presencial, virtual ou híbrida, dentro do período definido pelo TSE.</p>

<h3>Propaganda eleitoral</h3>

<p>O registro oficial das candidaturas definitivas deve ser apresentado à Justiça Eleitoral até 15 de agosto. No dia seguinte, 16 de agosto, começa oficialmente, nas ruas e na internet, a campanha eleitoral voltada aos eleitores. Já a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão tem início no dia 28 de agosto e vai até 1º de outubro.</p>

<h3>Eleições</h3>

<p><strong>O primeiro turno das eleições será realizado no domingo, 4 de outubro, das 8h às 17h, no horário de Brasília. Já nos locais onde houver segundo turno, a votação acontece no dia 25 de outubro.</strong> Os eleitores escolherão o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais e, no caso do Distrito Federal, deputados distritais.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:46</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Após acordo, renegociação de dívidas rurais será feita por MP</title>
<link>https://apareceu.com/apos-acordo-renegociacao-de-dividas-rurais-sera-feita-por-mp</link>
<guid>https://apareceu.com/apos-acordo-renegociacao-de-dividas-rurais-sera-feita-por-mp</guid>
<description><![CDATA[ O Congresso Nacional chegou a um acordo com governo federal para que seja publicada uma medida provisória (MP) sobre a renegociação das dívidas de produtores rurais. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota, anunciou a solução após reunião com ministros e parlamentares.

Será permitida a renegociação de R$ 100 bilhões em dívidas do agronegócio. Hugo Motta ressaltou que a medida busca conciliar a demanda rural com a responsabilidade fiscal.


&quot;Nós procuramos chamar os atores à mesa para que pudéssemos, na mais racional da movimentação política que é necessária para o nosso país e deixando de lado qualquer questão política eleitoral, pudéssemos, à mesa, tratar com equilíbrio e, de maneira resolutiva, buscarmos uma solução que coubesse dentro das contas do nosso país, dentro das contas do governo, e também levasse em consideração esse momento de tanta dificuldade que os produtores rurais passam em nosso país.&quot;


A medida provisória beneficiará produtores e cooperativas que registram perdas entre 2019 e 2025. Será possível a renegociação para aqueles que tiveram prejuízo em duas ou mais safras e a redução de 30% da renda bruta causada por eventos climáticos ou por queda acentuada dos preços.

Pagamento

De forma geral, a medida prevê isenção de entrada, carência de dois anos para primeira parcela e prazo de oito anos para pagamentos. Os juros anuais para a agricultura familiar serão de 6%; para o médio produtor, de 9%; e para os demais, de 12%. Para quem teve perdas mais severas provocadas por eventos extremos, com as enchentes no Rio Grande do Sul, o prazo será de dez anos, com juros ainda menores.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que, nesse processo de renegociação, os bancos não devem exigir mais garantias dos produtores rurais.


&quot;Tanto o reaproveitamento de garantias já dadas quanto a revisão de uma necessidade extra de garantia, para que não se exija mais do produtor além das suas próprias forças, dada a situação que a gente vive, também um comando para que os bancos reavaliem proporcionalmente e exijam uma garantia na medida em que seja estritamente necessária para a renegociação.&quot;


Fundo garantidor

A medida provisória ainda criará um fundo garantidor para ampliar o acesso ao financiamento rural de médio e longo prazo, com aporte da União de R$ 2 bilhões.

Com o acordo, o projeto de lei sobre o tema será retirado de pauta da Câmara dos Deputados.
  2:46 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 06:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Após, acordo, renegociação, dívidas, rurais, será, feita, por</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional chegou a um acordo com governo federal para que seja publicada uma medida provisória (MP) sobre a renegociação das dívidas de produtores rurais. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota, anunciou a solução após reunião com ministros e parlamentares.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696780&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696780&o=rss"></p>

<p>Será permitida a renegociação de R$ 100 bilhões em dívidas do agronegócio. <strong>Hugo Motta</strong> ressaltou que a medida busca conciliar a demanda rural com a responsabilidade fiscal.</p>

<blockquote>
<p>"Nós procuramos chamar os atores à mesa para que pudéssemos, na mais racional da movimentação política que é necessária para o nosso país e deixando de lado qualquer questão política eleitoral, pudéssemos, à mesa, tratar com equilíbrio e, de maneira resolutiva, buscarmos uma solução que coubesse dentro das contas do nosso país, dentro das contas do governo, e também levasse em consideração esse momento de tanta dificuldade que os produtores rurais passam em nosso país."</p>
</blockquote>

<p><strong>A medida provisória beneficiará produtores e cooperativas que registram perdas entre 2019 e 2025.</strong> Será possível a renegociação para aqueles que tiveram prejuízo em duas ou mais safras e a redução de 30% da renda bruta causada por eventos climáticos ou por queda acentuada dos preços.</p>

<h3>Pagamento</h3>

<p>De forma geral, a medida prevê isenção de entrada, carência de dois anos para primeira parcela e prazo de oito anos para pagamentos. <strong>Os juros anuais para a agricultura familiar serão de 6%; para o médio produtor, de 9%; e para os demais, de 12%.</strong> Para quem teve perdas mais severas provocadas por eventos extremos, com as enchentes no Rio Grande do Sul, o prazo será de dez anos, com juros ainda menores.</p>

<p>O ministro da Fazenda, <strong>Dario Durigan</strong>, afirmou que, nesse processo de renegociação, os bancos não devem exigir mais garantias dos produtores rurais.</p>

<blockquote>
<p>"Tanto o reaproveitamento de garantias já dadas quanto a revisão de uma necessidade extra de garantia, para que não se exija mais do produtor além das suas próprias forças, dada a situação que a gente vive, também um comando para que os bancos reavaliem proporcionalmente e exijam uma garantia na medida em que seja estritamente necessária para a renegociação."</p>
</blockquote>

<h3>Fundo garantidor</h3>

<p>A medida provisória ainda criará um fundo garantidor para ampliar o acesso ao financiamento rural de médio e longo prazo, com aporte da União de R$ 2 bilhões.</p>

<p><strong>Com o acordo, o projeto de lei sobre o tema será retirado de pauta da Câmara dos Deputados.</strong></p>
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<title>Dino determina bloqueio de R$ 6,1 milhões do ex&#45;deputado Eduardo Cunha</title>
<link>https://apareceu.com/dino-determina-bloqueio-de-r-61-milhoes-do-ex-deputado-eduardo-cunha</link>
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<description><![CDATA[ O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, determinou o bloqueio de mais de R$ 6,1 milhões e do ex-deputado federal Eduardo Cunha, por suspeita de desvio de emendas parlamentares.

Segundo Dino, mesmo sem mandato, o ex-presidente da Câmara teria indicado pelo menos 21 emendas para cidades de Minas Gerais.

A defesa de Eduardo Cunha nega qualquer irregularidade.

O ex-deputado é alvo da mesma investigação que bloqueou R$ 119 milhões do presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, também por indicação irregular de emendas.

Segundo o ministro Flávio Dino, as emendas indicadas por Eduardo Cunha foram documentadas de forma fraudulenta para ocultar o verdadeiro solicitante.

Durante a &quot;Operação Transparência&quot;, a Polícia Federal identificou no celular da servidora da Câmara dos Deputados, Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, mensagens e planilhas que indicam um esquema de direcionamento de verbas comandado por Eduardo Cunha.

Tuca seria a responsável pela organização e encaminhamento das emendas do orçamento secreto.

Para o ministro, o fato de um terceiro, sem atuação no parlamento brasileiro, ter poder e ingerência sobre o orçamento público é gravíssimo.

Dino afirmou que a situação materializa o que há de mais nefasto em termos de desvios envolvendo o orçamento secreto.

*Com informações da Agência Brasil
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<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Dino, determina, bloqueio, 6, 1, milhões, ex-deputado, Eduardo, Cunha</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, determinou o bloqueio de mais de R$ 6,1 milhões e do ex-deputado federal Eduardo Cunha, por suspeita de desvio de emendas parlamentares.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696542&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696542&o=rss"></p>

<p><strong>Segundo Dino, mesmo sem mandato, o ex-presidente da Câmara teria indicado pelo menos 21 emendas para cidades de Minas Gerais.</strong></p>

<p>A defesa de Eduardo Cunha nega qualquer irregularidade.</p>

<p><strong>O ex-deputado é alvo da mesma investigação que bloqueou R$ 119 milhões do presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, também por indicação irregular de emendas.</strong></p>

<p>Segundo o ministro Flávio Dino, as emendas indicadas por Eduardo Cunha foram documentadas de forma fraudulenta para ocultar o verdadeiro solicitante.</p>

<p>Durante a "Operação Transparência", a Polícia Federal identificou no celular da servidora da Câmara dos Deputados, Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, mensagens e planilhas que indicam um esquema de direcionamento de verbas comandado por Eduardo Cunha.</p>

<p>Tuca seria a responsável pela organização e encaminhamento das emendas do orçamento secreto.</p>

<p><strong>Para o ministro, o fato de um terceiro, sem atuação no parlamento brasileiro, ter poder e ingerência sobre o orçamento público é gravíssimo.</strong></p>

<p>Dino afirmou que a situação materializa o que há de mais nefasto em termos de desvios envolvendo o orçamento secreto.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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</item>

<item>
<title>Calendário eleitoral: convenções partidárias são etapa decisiva</title>
<link>https://apareceu.com/calendario-eleitoral-convencoes-partidarias-sao-etapa-decisiva</link>
<guid>https://apareceu.com/calendario-eleitoral-convencoes-partidarias-sao-etapa-decisiva</guid>
<description><![CDATA[ A corrida eleitoral deste ano entra em uma etapa decisiva nas próximas semanas. Entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, partidos e federações realizarão suas convenções partidárias. Esses encontros são fundamentais para oficializar os candidatos aos cargos eletivos e chancelar as alianças e coligações que disputarão o pleito.

É  nesse período que serão escolhidos os nomes que vão concorrer aos cargos de presidente da República, governador, senador e deputados federais, estaduais e distritais.

Depois da escolha, os candidatos ainda precisam passar por outra fase: o pedido oficial de registro na Justiça Eleitoral. Esse processo deve ser feito até o dia 15 de agosto.

A partir daí, a Justiça analisa toda a documentação e verifica se cada candidato cumpre os requisitos exigidos pela legislação. Só depois dessa checagem o nome pode ser liberado para aparecer na urna eletrônica.

No caso da disputa pela Presidência da República, é o Tribunal Superior Eleitoral que faz a análise dos registros. Já os Tribunais Regionais Eleitorais, os TREs, cuidam dos pedidos para os demais cargos estaduais e federais.

As regras também definem quantos candidatos cada partido pode lançar. Para presidente, governador ou prefeito, por exemplo, só é permitida uma candidatura por partido, federação ou coligação, sempre acompanhada de um vice.

Nas eleições para deputado e vereador, o número de candidatos pode chegar ao total de vagas em disputa, mais uma vaga extra.

Outro ponto de atenção é a chamada cota de gênero. A legislação determina que os partidos e federações tenham no mínimo 30% e no máximo 70% de candidaturas de cada gênero. Caso essa proporção não seja respeitada, o registro de toda a chapa pode ser negado.
  2:17 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Calendário, eleitoral:, convenções, partidárias, são, etapa, decisiva</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A corrida eleitoral deste ano entra em uma etapa decisiva nas próximas semanas. <strong>Entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, partidos e federações realizarão suas convenções partidárias. </strong>Esses encontros são fundamentais para <strong>oficializar os candidatos aos cargos eletivos e chancelar as alianças e coligações que disputarão o pleito</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696586&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696586&o=rss"></p>

<p>É  nesse período que serão escolhidos <strong>os nomes que vão concorrer aos cargos de presidente da República, governador, senador e deputados federais, estaduais e distritais</strong>.</p>

<p>Depois da escolha, os candidatos ainda precisam passar por outra fase: o<strong> pedido oficial de registro na Justiça Eleitoral. Esse processo deve ser feito até o dia 15 de agosto.</strong></p>

<p>A partir daí, a Justiça analisa toda a documentação e verifica se cada candidato cumpre os requisitos exigidos pela legislação. Só depois dessa checagem o nome pode ser liberado para aparecer na urna eletrônica.</p>

<p>No caso da disputa pela Presidência da República, é o Tribunal Superior Eleitoral que faz a análise dos registros. Já os Tribunais Regionais Eleitorais, os TREs, cuidam dos pedidos para os demais cargos estaduais e federais.</p>

<p>As regras também definem quantos candidatos cada partido pode lançar. Para presidente, governador ou prefeito, por exemplo, só é permitida uma candidatura por partido, federação ou coligação, sempre acompanhada de um vice.</p>

<p>Nas eleições para deputado e vereador, o número de candidatos pode chegar ao total de vagas em disputa, mais uma vaga extra.</p>

<p>Outro ponto de atenção é a chamada cota de gênero. A legislação determina que os partidos e federações tenham no mínimo 30% e no máximo 70% de candidaturas de cada gênero. Caso essa proporção não seja respeitada, o registro de toda a chapa pode ser negado.</p>
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<title>Congresso já está em clima de recesso legislativo</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-ja-esta-em-clima-de-recesso-legislativo</link>
<guid>https://apareceu.com/congresso-ja-esta-em-clima-de-recesso-legislativo</guid>
<description><![CDATA[ Congresso já está em clima de recesso, sem que pautas mais relevantes sejam votadas pelos parlamentares. A partir da próxima semana, as atividades legislativas serão suspensas por 15 dias. Em agosto, no retorno dos trabalhos, a pauta deve ficar esvaziada por causa das campanhas dos parlamentares para eleição de outubro.

O fim da jornada 6x1, por exemplo, ainda aguarda decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre sua tramitação. A PEC da Segurança Pública também caminha em ritmo lento na casa.

Nessa reta final do semestre, ainda há a perspectiva de se votar o projeto de lei que criminaliza a misoginia, que é o ódio e aversão às mulheres, equiparando o ato ao crime de racismo. A proposta define a misoginia como conduta baseada na supremacia do gênero masculino e prevê penas de 2 a 5 anos de prisão.

Na semana passada, os líderes partidários da Câmara dos Deputados não chegaram a um consenso para votação da pauta. O texto foi aprovado no Senado em março deste ano.

No Senado, a Medida Provisória que altera a política nacional de pisos mínimos para frete rodoviário também pode ficar fora da pauta de votação. A MP perde a validade nesta quinta-feira.

Os senadores podem votar ainda a proposta que cria aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde. Ela permite que esses trabalhadores se aposentem com 57 anos, no caso de mulheres, e 60 anos, no caso de homens, desde que comprovem 25 anos de exercício da função. O impacto da proposta pode chegar a R$ 3 bilhões por ano.
  1:45 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Congresso, já, está, clima, recesso, legislativo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Congresso já está em clima de recesso, sem que pautas mais relevantes sejam votadas pelos parlamentares. A partir da próxima semana, as atividades legislativas serão suspensas por 15 dias. Em agosto, no retorno dos trabalhos, a pauta deve ficar esvaziada por causa das campanhas dos parlamentares para eleição de outubro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696606&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696606&o=rss"></p>

<p>O fim da jornada 6x1, por exemplo, ainda aguarda decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre sua tramitação. A PEC da Segurança Pública também caminha em ritmo lento na casa.</p>

<p>Nessa reta final do semestre, ainda há a perspectiva de se votar o projeto de lei que criminaliza a misoginia, que é o ódio e aversão às mulheres, equiparando o ato ao crime de racismo. A proposta define a misoginia como conduta baseada na supremacia do gênero masculino e prevê penas de 2 a 5 anos de prisão.</p>

<p>Na semana passada, os líderes partidários da Câmara dos Deputados não chegaram a um consenso para votação da pauta. O texto foi aprovado no Senado em março deste ano.</p>

<p>No Senado, a Medida Provisória que altera a política nacional de pisos mínimos para frete rodoviário também pode ficar fora da pauta de votação. A MP perde a validade nesta quinta-feira.</p>

<p>Os senadores podem votar ainda a proposta que cria aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde. Ela permite que esses trabalhadores se aposentem com 57 anos, no caso de mulheres, e 60 anos, no caso de homens, desde que comprovem 25 anos de exercício da função. O impacto da proposta pode chegar a R$ 3 bilhões por ano.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:45</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Operação que mira &amp;quot;rachadinhas&amp;quot; em Rondônia resulta em duas prisões</title>
<link>https://apareceu.com/operacao-que-mira-rachadinhas-em-rondonia-resulta-em-duas-prisoes</link>
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<description><![CDATA[ Uma operação contra &quot;rachadinhas&quot; na Assembleia Legislativa de Rondônia prendeu dois servidores comissionados e afastou outros 11 nesta quinta-feira (09).

A ação da Polícia Federal mirou suspeitos envolvidos em lavagem de dinheiro, fraudes em licitações e associação criminosa. Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e nove de busca e apreensão no município de Ariquemes, incluindo a prefeitura da cidade.

Na capital, Porto Velho, os agentes foram à sede da Assembleia Legislativa e, ainda, em endereços em Manaus, no Amazonas.

A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 9 milhões em bens, ativos financeiros e criptoativos. A PF apreendeu maços de dinheiro, relógios de luxo, automóveis e equipamentos eletrônicos.

A investigação começou em 2024, após relatórios do Coaf, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, mostrarem movimentações suspeitas de uma empresa de Manaus.

A PF aponta a existência de uma associação criminosa estruturada em duas frentes: uma voltada à fraude em licitações e ao direcionamento de contratos públicos em Ariquemes; outra dedicada ao desvio de recursos públicos por meio de rachadinha, com o uso de contas de servidores comissionados da Assembleia Legislativa do Estado.

Foram identificadas movimentações financeiras superiores a R$ 9 milhões, valores incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados.
  1:42 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 00:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Operação, que, mira, rachadinhas, Rondônia, resulta, duas, prisões</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma operação contra "rachadinhas" na Assembleia Legislativa de Rondônia prendeu dois servidores comissionados e afastou outros 11 nesta quinta-feira (09).</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696320&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696320&o=rss"></p>

<p>A ação da Polícia Federal mirou suspeitos envolvidos em lavagem de dinheiro, fraudes em licitações e associação criminosa. Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e nove de busca e apreensão no município de Ariquemes, incluindo a prefeitura da cidade.</p>

<p><strong>Na capital, Porto Velho, os agentes foram à sede da Assembleia Legislativa e, ainda, em endereços em Manaus, no Amazonas.</strong></p>

<p><strong>A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 9 milhões em bens, ativos financeiros e criptoativos</strong>. A PF apreendeu maços de dinheiro, relógios de luxo, automóveis e equipamentos eletrônicos.</p>

<p>A investigação começou em 2024, após relatórios do Coaf, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, mostrarem movimentações suspeitas de uma empresa de Manaus.</p>

<p>A PF aponta a existência de uma associação criminosa estruturada em duas frentes: uma voltada à fraude em licitações e ao direcionamento de contratos públicos em Ariquemes; outra dedicada ao desvio de recursos públicos por meio de rachadinha, com o uso de contas de servidores comissionados da Assembleia Legislativa do Estado.</p>

<p>Foram identificadas movimentações financeiras superiores a R$ 9 milhões, valores incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados.</p>
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<item>
<title>Congresso adia sessão e votações devem ficar para depois do recesso</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-adia-sessao-e-votacoes-devem-ficar-para-depois-do-recesso</link>
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<description><![CDATA[ A sessão do Congresso Nacional prevista para esta quinta-feira (9) foi adiada por falta de consenso entre os líderes partidários para votação dos vetos presidenciais. Assim, pautas importantes devem ficar só para depois do recesso. A pausa nos trabalhos do Legislativo deve ocorrer entre os dias 18 e 31 de julho.

Estão para serem votadas a PEC que acaba com a jornada 6x1 e outra emenda que reorganiza a Segurança Pública para o país. O segundo semestre deve ser de poucas votações, já que as campanhas eleitorais começam em 13 de agosto.

Aprovações

Nessa quarta-feira (8), o Senado aprovou uma medida provisória que repassa recursos arrecadados com a taxação das bets para pagamento de gastos de saúde para policiais federais. Antes, os recursos eram destinados a seguridade social, abrangendo toda a população.

Os senadores aprovaram também a criação de três novas universidades federais no país. Os dois últimos Centros Federais de Educação Tecnológica, os CEFETs do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, serão transformados em Universidades Tecnológicas Federais nos dois estados. Já o campus do Oiapoque da Universidade Federal do Amapá será transformado na nova Universidade Federal da Fronteira Norte. Todos os projetos seguem para sanção presidencial.

Também na quarta-feira, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que torna permanente os incentivos fiscais para a indústria da reciclagem, aumentando para 4% a dedução de Imposto de Renda para empresas que investem em projetos do setor.

Outra matéria aprovada pelos deputados busca o fim das cobranças de tarifa mínima de consumo sobre água e esgoto. Pelo texto, será prevista uma tarifa fixa, cobrada de todos, e uma parcela variável que vai depender do consumo do usuário. Os dois projetos ainda precisam ser avaliados pelo Senado.
 
  2:08 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Congresso, adia, sessão, votações, devem, ficar, para, depois, recesso</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A sessão do Congresso Nacional prevista para esta quinta-feira (9) foi <strong>adiada por falta de consenso entre os líderes partidários para votação dos vetos presidenciais</strong>. Assim, pautas importantes devem ficar só para depois do recesso. A pausa nos trabalhos do Legislativo deve ocorrer entre os dias 18 e 31 de julho.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696364&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696364&o=rss"></p>

<p>Estão para serem votadas a PEC que acaba com a jornada 6x1 e outra emenda que reorganiza a Segurança Pública para o país. <strong>O segundo semestre deve ser de poucas votações, já que as campanhas eleitorais começam em 13 de agosto.</strong></p>

<h3><strong>Aprovações</strong></h3>

<p>Nessa quarta-feira (8), o Senado aprovou uma <strong>medida provisória que repassa recursos arrecadados com a taxação das <em>bets </em>para pagamento de gastos de saúde para policiais federais.</strong> Antes, os recursos eram destinados a seguridade social, abrangendo toda a população.</p>

<p>Os senadores aprovaram também <strong>a criação de três novas universidades federais no país</strong>. Os dois últimos Centros Federais de Educação Tecnológica, os CEFETs do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, serão transformados em Universidades Tecnológicas Federais nos dois estados. Já o campus do Oiapoque da Universidade Federal do Amapá será transformado na nova Universidade Federal da Fronteira Norte. Todos os projetos seguem para sanção presidencial.</p>

<p>Também na quarta-feira, a Câmara dos Deputados <strong>aprovou um projeto que torna permanente os incentivos fiscais para a indústria da reciclagem</strong>, aumentando para 4% a dedução de Imposto de Renda para empresas que investem em projetos do setor.</p>

<p>Outra matéria aprovada pelos deputados busca o<strong> fim das cobranças de tarifa mínima de consumo sobre água e esgoto.</strong> Pelo texto, será prevista uma tarifa fixa, cobrada de todos, e uma parcela variável que vai depender do consumo do usuário. Os dois projetos ainda precisam ser avaliados pelo Senado.<br>
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<title>Ex&#45;prefeito de Belford Roxo preso com arma de guerra é solto pelo STF</title>
<link>https://apareceu.com/ex-prefeito-de-belford-roxo-preso-com-arma-de-guerra-e-solto-pelo-stf</link>
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<description><![CDATA[ O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a soltura de Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, preso em flagrante na última terça-feira (7). Ele foi detido por porte de arma de guerra de uso restrito, durante a sexta fase da Operação Unha e Carne.

A defesa de Canella afirma que o armamento apreendido pertence a um policial militar de sua escolta, Alexandre Paixão da Silva Júnior. Na casa do político foram localizadas ainda outras armas, munições e relógios de luxo.  

Após passar por audiência de custódia, Márcio Canella foi transferido para cadeia pública Pedrolino Werling de Oliveira, conhecida como Bangu 8, na zona oeste do Rio. Ele deixou o cargo de prefeito para concorrer a uma vaga ao Senado pelo  União Brasil.  

Na decisão de liberdade provisória, o ministro Alexandre de Moraes determinou medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de sair do país, a entrega de passaporte, o recolhimento no período noturno e a obrigação de se apresentar em juízo uma vez por semana. Também foi solicitada à Polícia Federal a suspensão do porte de arma de fogo.

Operação Unha e Carne 
A sexta fase da Operação Unha e Carne teve como objetivo desarticular uma organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis no grande Rio como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos.  Segundo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o esquema criminoso teria movimentado mais de sete bilhões e meio de reais nos últimos seis anos

A ação faz parte das investigações relacionadas à decisão do Supremo Tribunal Federal na ADPF das Favelas e apura as conexões entre agentes públicos e grupos criminosos violentos em atividade no Rio de Janeiro.   
  2:00 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 00:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a soltura de Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, preso em flagrante na última terça-feira (7). Ele foi detido por porte de arma de guerra de uso restrito, durante a sexta fase da Operação Unha e Carne.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696519&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696519&o=rss"></p>

<p>A defesa de Canella afirma que o armamento apreendido pertence a um policial militar de sua escolta, Alexandre Paixão da Silva Júnior. Na casa do político foram localizadas ainda outras armas, munições e relógios de luxo.  </p>

<p>Após passar por audiência de custódia, Márcio Canella foi transferido para cadeia pública Pedrolino Werling de Oliveira, conhecida como Bangu 8, na zona oeste do Rio. Ele deixou o cargo de prefeito para concorrer a uma vaga ao Senado pelo  União Brasil.  </p>

<p>Na decisão de liberdade provisória, o ministro Alexandre de Moraes determinou medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de sair do país, a entrega de passaporte, o recolhimento no período noturno e a obrigação de se apresentar em juízo uma vez por semana. Também foi solicitada à Polícia Federal a suspensão do porte de arma de fogo.</p>

<p>Operação Unha e Carne <br>
A sexta fase da Operação Unha e Carne teve como objetivo desarticular uma organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis no grande Rio como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos.  Segundo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o esquema criminoso teria movimentado mais de sete bilhões e meio de reais nos últimos seis anos</p>

<p>A ação faz parte das investigações relacionadas à decisão do Supremo Tribunal Federal na ADPF das Favelas e apura as conexões entre agentes públicos e grupos criminosos violentos em atividade no Rio de Janeiro.   </p>
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<item>
<title>Brasil estuda como aproveitar terras raras e minerais críticos</title>
<link>https://apareceu.com/brasil-estuda-como-aproveitar-terras-raras-e-minerais-criticos</link>
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<description><![CDATA[ A exploração de terras raras e minerais críticos foram os temas de uma reunião nesta sexta-feira (10), no Palácio do Planalto. Participaram do encontro o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ministros e especialistas do setor mineral. O objetivo é definir uma estratégia nacional de aproveitamento desses recursos, que são essenciais para a transição energética e para a indústria de tecnologia.

O Brasil tem a segunda maior reserva mundial dos chamados minerais críticos, como nióbio, lítio, níquel e cobre, usados em baterias, painéis solares, carros elétricos e equipamentos eletrônicos. O tema vem ganhando relevância em meio à disputa global por esses insumos estratégicos, especialmente entre Estados Unidos e China.

Diante desse cenário, o Ministério de Minas e Energia apresentou um plano para aumentar a participação brasileira na produção mundial, subindo dos atuais 8,3% para 12,2% até 2050.

O principal entrave é o projeto de regulamentação, aprovado pela Câmara dos Deputados em maio, mas sem previsão de votação no Senado Federal. A proposta restringe a exportação de minerais brutos para incentivar o beneficiamento no país, prevê incentivos fiscais progressivos e cria um fundo garantidor de R$ 5 bilhões para fomentar empreendimentos na área.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu a aprovação do projeto e citou o caso da Serra Verde, uma produtora de terras raras em Goiás, que foi comprada por uma empresa americana em abril por quase US$ 3 bilhões. O governo soube do negócio pela imprensa, o que na avaliação de Silveira reforça a necessidade de criação de mecanismos formais de acompanhamento.


&quot;Como aconteceu agora lá em Goiás, nós tivemos uma mudança do controle acionário de uma empresa que o poder público tomou conhecimento pela imprensa. Com o projeto, nós vamos poder controlar a mudança acionária das empresas que porventura queiram investir no Brasil, para ver se elas são de interesse nacional ou não, garantindo a nossa soberania.&quot;


A ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, afirmou que o governo já estuda desdobramentos para o setor de mineração independentemente da votação do projeto no Senado.


“Nós já tivemos um passo importante, que foi a aprovação do PL na Câmara. Dependemos da aprovação no Senado, mas já estamos caminhando para o desdobramento que é possível o governo brasileiro fazer, independentemente da aprovação final do projeto de lei no Congresso Nacional.&quot;


A reunião também discutiu parcerias internacionais, capacidade tecnológica e instrumentos de financiamento. O presidente Lula sugeriu a criação de um conselho especial, responsável por monitorar contratos, acordos e parcerias internacionais que envolvam o fornecimento desses minerais críticos. Ele também disse que o Brasil não quer ser apenas exportador de matéria-prima.


“Nós não queremos ser vendedores de matéria-prima. Nós queremos ser exportadores de inteligência, de conhecimento.&quot;


A avaliação do governo é a de que o país pode precisar de auxílio tecnológico na exploração desses mineirais, mas defende a soberania sobre a produção e o beneficiamento dos minerais críticos.
 
  3:43 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 00:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A exploração de terras raras e minerais críticos foram os temas de uma reunião nesta sexta-feira (10), no Palácio do Planalto. Participaram do encontro o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ministros e especialistas do setor mineral. O objetivo é definir uma estratégia nacional de aproveitamento desses recursos, que são <strong>essenciais para a transição energética e para a indústria de tecnologia</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696490&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696490&o=rss"></p>

<p>O Brasil tem a segunda maior reserva mundial dos chamados minerais críticos, como <strong>nióbio, lítio, níquel e cobre</strong>, usados em baterias, painéis solares, carros elétricos e equipamentos eletrônicos. O tema vem ganhando relevância em meio à disputa global por esses insumos estratégicos, especialmente entre Estados Unidos e China.</p>

<p>Diante desse cenário, o Ministério de Minas e Energia apresentou um plano para aumentar a participação brasileira na produção mundial, subindo dos atuais 8,3% para 12,2% até 2050.</p>

<p>O principal entrave é o projeto de regulamentação, aprovado pela Câmara dos Deputados em maio, mas sem previsão de votação no Senado Federal. A proposta <strong>restringe a exportação de minerais brutos para incentivar o beneficiamento no país</strong>, prevê incentivos fiscais progressivos e cria um fundo garantidor de R$ 5 bilhões para fomentar empreendimentos na área.</p>

<p>O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu a aprovação do projeto e citou o caso da Serra Verde, uma produtora de terras raras em Goiás, que foi comprada por uma empresa americana em abril por quase US$ 3 bilhões. O governo soube do negócio pela imprensa, o que na avaliação de Silveira reforça a necessidade de criação de mecanismos formais de acompanhamento.</p>

<blockquote>
<p>"Como aconteceu agora lá em Goiás, nós tivemos uma mudança do controle acionário de uma empresa que o poder público tomou conhecimento pela imprensa. Com o projeto, nós vamos poder controlar a mudança acionária das empresas que porventura queiram investir no Brasil, para ver se elas são de interesse nacional ou não, garantindo a nossa soberania."</p>
</blockquote>

<p>A ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, afirmou que o governo já estuda desdobramentos para o setor de mineração independentemente da votação do projeto no Senado.</p>

<blockquote>
<p>“Nós já tivemos um passo importante, que foi a aprovação do PL na Câmara. Dependemos da aprovação no Senado, mas já estamos caminhando para o desdobramento que é possível o governo brasileiro fazer, independentemente da aprovação final do projeto de lei no Congresso Nacional."</p>
</blockquote>

<p>A reunião também discutiu parcerias internacionais, capacidade tecnológica e instrumentos de financiamento. O presidente Lula sugeriu a criação de um conselho especial, responsável por monitorar contratos, acordos e parcerias internacionais que envolvam o fornecimento desses minerais críticos. Ele também disse que o <strong>Brasil não quer ser apenas exportador de matéria-prima</strong>.</p>

<blockquote>
<p>“Nós não queremos ser vendedores de matéria-prima. Nós queremos ser exportadores de inteligência, de conhecimento."</p>
</blockquote>

<p>A avaliação do governo é a de que o país pode precisar de auxílio tecnológico na exploração desses mineirais, mas defende a soberania sobre a produção e o beneficiamento dos minerais críticos.<br>
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</item>

<item>
<title>Eleições 2026 entram em fase de articulação partidária</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-2026-entram-em-fase-de-articulacao-partidaria</link>
<guid>https://apareceu.com/eleicoes-2026-entram-em-fase-de-articulacao-partidaria</guid>
<description><![CDATA[ Em julho, o calendário das eleições 2026 entra em uma nova fase. Agora, voltada a partidos e pré-candidatos.

De acordo com TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, a partir do dia 5, quem pretende disputar uma eleição já pode começar a fazer campanha dentro do partido ou da federação partidária.

É a chamada propaganda intrapartidária, usada para convencer os filiados a escolherem o nome do pré-candidato nas convenções.

Esse tipo de campanha acontece nos 15 dias que antecedem a data da convenção partidária para a escolha de candidatos a cargos nas eleições 2026.

A campanha intrapartidária não permite o uso de rádio, televisão e outdoor, e todo material usados precisa ser retirado imediatamente depois da convenção.

As legendas devem realizar as convenções partidárias para formalizar coligações e escolher candidatos para as eleições no período de 20 de julho a 5 de agosto.

E o registro oficial das candidaturas deve ser apresentado à Justiça Eleitoral até 15 de agosto.

A campanha eleitoral começa formalmente nas ruas e na internet no dia seguinte, 16 de agosto.  

A votação em 1º turno é no domingo, 4 de outubro, das 8h da manhã às 5h da tarde, no horário de Brasília. O 2º turno, onde houver, acontece no dia 25 de outubro.

Os eleitores vão escolher o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais, no caso do Distrito Federal. 
  1:34 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleições, 2026, entram, fase, articulação, partidária</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em julho, o <strong>calendário das eleições 2026</strong> entra em uma nova fase. Agora, voltada a partidos e pré-candidatos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693370&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693370&o=rss"></p>

<p>De acordo com TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, a partir do dia 5,<strong> quem pretende disputar uma eleição já pode começar a fazer campanha dentro do partido ou da federação partidária</strong>.</p>

<p>É a chamada <strong>propaganda intrapartidária</strong>, usada para convencer os filiados a escolherem o nome do pré-candidato nas convenções.</p>

<p>Esse tipo de campanha acontece nos 15 dias que antecedem a data da convenção partidária para a escolha de candidatos a cargos nas eleições 2026.</p>

<p>A campanha intrapartidária não permite o uso de rádio, televisão e outdoor, e todo material usados precisa ser retirado imediatamente depois da convenção.</p>

<p>As legendas devem realizar as convenções partidárias para formalizar coligações e escolher candidatos para as eleições no período de 20 de julho a 5 de agosto.</p>

<p>E o registro oficial das candidaturas deve ser apresentado à Justiça Eleitoral até 15 de agosto.</p>

<p>A campanha eleitoral começa formalmente nas ruas e na internet no dia seguinte, 16 de agosto.  </p>

<p>A votação em 1º turno é no domingo, 4 de outubro, das 8h da manhã às 5h da tarde, no horário de Brasília. O 2º turno, onde houver, acontece no dia 25 de outubro.</p>

<p>Os eleitores vão escolher o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais, no caso do Distrito Federal. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:34</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Facções: Itamaraty vê potencial uso da força militar dos EUA no Brasil</title>
<link>https://apareceu.com/faccoes-itamaraty-ve-potencial-uso-da-forca-militar-dos-eua-no-brasil</link>
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<description><![CDATA[ O Itamaraty alertou para “potencial uso da força militar” dos Estados Unidos contra o Brasil e que isso representa uma ameaça direta à soberania nacional.

O alerta foi uma resposta para a Câmara dos Deputados sobre as consequências da decisão unilateral do governo norte-americano de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. 

Nas respostas encaminhadas à Câmara a pedido dos deputados Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES) e Capitão Alberto Neto (PL-AM), o Itamaraty destacou que classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas não ajuda no combate ao crime, mas serve para Washington aplicar medidas de &quot;caráter unilateral e extraterritorial contra pessoas, empresas ou organizações brasileiras”.

Isso inclui sanções contra entidades com ligações &quot;indiretas&quot; e até &quot;involuntárias&quot; com as facções. As intervenções norte-americanas poderiam punir atividades legais no Brasil e elevar os custos do nosso sistema financeiro.

Na resposta, o Brasil criticou o uso de conceitos vagos da legislação norte-americana, que abre margem para arbitrariedades.

A lei brasileira define &quot;terrorismo&quot; ligado a motivações de xenofobia ou preconceito, enquanto o &quot;crime organizado&quot; busca o lucro econômico - definição semelhante à Convenção das Nações Unidas. Para o Itamaraty, confundir os dois conceitos não traria &quot;benefícios concretos&quot; e poderia &quot;prejudicar a cooperação entre forças policiais dos dois países&quot;, concluiu.

Esse assunto foi tratado diretamente entre o ministro Mauro Vieira e o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em um telefonema no dia 8 de março.

Na última semana, o Departamento de Tesouro norte-americano sancionou duas pessoas e três empresas brasileiras por supostos vínculos com o PCC.

Apesar da medida unilateral dos EUA, as comunicações do Itamaraty para o Congresso reforçaram que continua a cooperação internacional por parte do Brasil, como a eleição de um delegado brasileiro para a Secretaria-Geral da Interpol; os acordos com a Europol e a criação da Ameripol (Comunidade de Polícias da América); além do fortalecimento da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica.
  2:13 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Facções:, Itamaraty, vê, potencial, uso, força, militar, dos, EUA, Brasil</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Itamaraty alertou para “potencial uso da força militar” dos Estados Unidos contra o Brasil</strong> e que isso representa uma ameaça direta à soberania nacional.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696058&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696058&o=rss"></p>

<p>O alerta foi uma resposta para a Câmara dos Deputados sobre as consequências da <strong>decisão unilateral do governo norte-americano de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas</strong>. </p>

<p>Nas respostas encaminhadas à Câmara a pedido dos deputados Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES) e Capitão Alberto Neto (PL-AM), o Itamaraty destacou que classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas não ajuda no combate ao crime, mas serve para Washington aplicar medidas de "caráter unilateral e extraterritorial contra pessoas, empresas ou organizações brasileiras”.</p>

<p>Isso inclui sanções contra entidades com ligações "indiretas" e até "involuntárias" com as facções. As intervenções norte-americanas poderiam punir atividades legais no Brasil e elevar os custos do nosso sistema financeiro.</p>

<p>Na resposta, o Brasil criticou o uso de conceitos vagos da legislação norte-americana, que abre margem para arbitrariedades.</p>

<p>A lei brasileira define "terrorismo" ligado a motivações de xenofobia ou preconceito, enquanto o "crime organizado" busca o lucro econômico - definição semelhante à Convenção das Nações Unidas. Para o Itamaraty, confundir os dois conceitos não traria "benefícios concretos" e poderia "prejudicar a cooperação entre forças policiais dos dois países", concluiu.</p>

<p><strong>Esse assunto foi tratado diretamente entre o ministro Mauro Vieira e o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio</strong>, em um telefonema no dia 8 de março.</p>

<p>Na última semana, o Departamento de Tesouro norte-americano <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2026-07/eua-sancionam-brasileiros-alegando-elo-com-o-pcc" target="_blank">sancionou duas pessoas e três empresas brasileiras</a> por supostos vínculos com o PCC.</p>

<p>Apesar da medida unilateral dos EUA, as comunicações do Itamaraty para o Congresso reforçaram que continua a cooperação internacional por parte do Brasil, como a eleição de um delegado brasileiro para a Secretaria-Geral da Interpol; os acordos com a Europol e a criação da Ameripol (Comunidade de Polícias da América); além do fortalecimento da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica.</p>
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</item>

<item>
<title>Senado aprova transferência automática de pensão alimentícia</title>
<link>https://apareceu.com/senado-aprova-transferencia-automatica-de-pensao-alimenticia</link>
<guid>https://apareceu.com/senado-aprova-transferencia-automatica-de-pensao-alimenticia</guid>
<description><![CDATA[ O Senado aprovou, nesta terça-feira (7), projeto de lei que permitirá que a pensão alimentícia seja transferida automaticamente para a conta do beneficiário, sem que haja necessidade de pedidos judiciais em caso de inadimplência. 

Pela proposta, o pedido de transferência automática mensal pode ser feito em qualquer fase do cumprimento de sentença judicial. Os bancos devem realizar as transferências em datas definidas pela justiça. Caso não haja saldo suficiente na conta do devedor, os recursos serão congelados até o limite do valor da prestação em atraso.

A medida também poderá alcançar ativos financeiros de empresário individual, mesmo quando vinculados à atividade empresarial. A matéria segue para sanção presidencial.

Crimes sexuais contra menores

Outra proposta aprovada nesta terça foi a que aumenta as penas para diversos crimes sexuais contra crianças e adolescentes. Uma das novidades é o agravante para o uso de inteligência artificial. A pena para quem adquire e armazena material fruto de violência sexual passa a ser de três a seis anos de prisão mais multa.

A proposta ainda cria a ronda virtual, que poderá ser feita pelas polícias para coletar arquivos relacionados a crimes sexuais contra menores em ambientes virtuais sem ordem judicial prévia. O texto também vai para sanção presidencial.
  1:34 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Senado, aprova, transferência, automática, pensão, alimentícia</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Senado aprovou, nesta terça-feira (7), projeto de lei que permitirá que a pensão alimentícia seja transferida automaticamente para a conta do beneficiário, sem que haja necessidade de pedidos judiciais em caso de inadimplência. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696123&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696123&o=rss"></p>

<p>Pela proposta, o pedido de transferência automática mensal pode ser feito em qualquer fase do cumprimento de sentença judicial. Os bancos devem realizar as transferências em datas definidas pela justiça. Caso não haja saldo suficiente na conta do devedor, os recursos serão congelados até o limite do valor da prestação em atraso.</p>

<p>A medida também poderá alcançar ativos financeiros de empresário individual, mesmo quando vinculados à atividade empresarial. A matéria segue para sanção presidencial.</p>

<h3>Crimes sexuais contra menores</h3>

<p>Outra proposta aprovada nesta terça foi a que aumenta as penas para diversos crimes sexuais contra crianças e adolescentes. <strong>Uma das novidades é o agravante para o uso de inteligência artificial.</strong> A pena para quem adquire e armazena material fruto de violência sexual passa a ser de três a seis anos de prisão mais multa.</p>

<p>A proposta ainda cria a ronda virtual, que poderá ser feita pelas polícias para coletar arquivos relacionados a crimes sexuais contra menores em ambientes virtuais sem ordem judicial prévia. O texto também vai para sanção presidencial.</p>
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<item>
<title>Maioria da audiência pública nos EUA é contra tarifar Brasil</title>
<link>https://apareceu.com/maioria-da-audiencia-publica-nos-eua-e-contra-tarifar-brasil</link>
<guid>https://apareceu.com/maioria-da-audiencia-publica-nos-eua-e-contra-tarifar-brasil</guid>
<description><![CDATA[ A maioria dos participantes das audiências públicas sobre a aplicação de tarifas pelos Estados Unidos contra o Brasil se colocou contra a medida. As reuniões aconteceram em Washington, capital norte-americana.

De acordo com o vice-presidente da Centrorochas, a Associação Brasileira de Rochas Naturais, Fábio Cruz, apesar da presença de quem fosse contra o Brasil, a grande maioria era a favor de retirar tarifas ou incluir produtos em listas de exceções.

Foi o caso do setor dele. Fábio defendeu que a rocha brasileira tem características específicas que a tornam diferente de outros lugares, além de o produto do Brasil atender a indústria dos Estados Unidos. E foi apoiado pelos participantes norte-americanos do setor.


&quot;Foi interessante porque a pergunta foi igual para nós três. Eu fui o primeiro a falar e os outros falaram assim: &#039;eu vou vou eu vou ecoar exatamente o que o Fábio posicionou. O Brasil é de longe principal produtor e maior diversidade que existe no mundo de pedra natural&#039;&quot;.


Para o vice-presidente da Centrorochas, o setor empresarial brasileiro tem que estar mais presente nos Estados Unidos para defender os próprios interesses.


&quot;Eu mesmo fui ao Congresso algumas vezes com o escritório de lobby que nós contratamos aqui. Esse trabalho é institucionalizado, regulamentado, é muito sério e isso precisa ser feito aqui. Ficou muito claro pra mim que essa é expectativa, que a gente tem um trabalho pela frente sobre isso.&quot; 


A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados informou que, junto com instituições locais americanas, se posicionou contra as tarifas. Afirmou que os Estados Unidos são o principal destino das exportações de calçados brasileiros. Além disso, o Brasil seria uma alternativa estratégica, já que a maior parte dos calçados importados pelos Estados Unidos são da Ásia.

O Sindicato da Indústria do Ferro em Minas Gerais falou sobre o ferro-gusa e destacou que 60% dessa matéria-prima usada na indústria norte-americana é do Brasil. Por isso, a tarifação impactaria os custos dos produtos nos Estados Unidos. Argumentos, segundo o Sindifer, apoiados pelas empresas americanas que participaram.

De acordo com nota do governo brasileiro, das 78 entidades e pessoas físicas que se inscreveram para se manifestar, entre brasileiros e norte-americanos, 63 eram contra as tarifas, e 15 a favor.

São audiências diferentes. A que terminou nessa terça (7), tratava de uma investigação contra o Brasil, por supostas práticas desleais, como  desmatamento ilegal, propriedade intelectual, etanol, entre outros. Essa é a que reclama do Pix. Ela propõe uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.

A outra, que termina nessa quinta-feira, visa 60 países que não tomariam medidas suficientes para evitar importação de produtos feitos com trabalho forçado. A sobretaxa proposta é de 12,5%. 

A decisão final sobre as tarifas sai no dia 15 de julho.
  3:01 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Maioria, audiência, pública, nos, EUA, contra, tarifar, Brasil</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos participantes das audiências públicas sobre a aplicação de tarifas pelos Estados Unidos contra o Brasil se colocou contra a medida. As reuniões aconteceram em Washington, capital norte-americana.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696198&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696198&o=rss"></p>

<p>De acordo com o vice-presidente da Centrorochas, a Associação Brasileira de Rochas Naturais, Fábio Cruz, apesar da presença de quem fosse contra o Brasil, a<strong> grande maioria era a favor de retirar tarifas ou incluir produtos em listas de exceções</strong>.</p>

<p>Foi o caso do setor dele. Fábio defendeu que a rocha brasileira tem características específicas que a tornam diferente de outros lugares, além de o produto do Brasil atender a indústria dos Estados Unidos. E foi apoiado pelos participantes norte-americanos do setor.</p>

<blockquote>
<p>"Foi interessante porque a pergunta foi igual para nós três. Eu fui o primeiro a falar e os outros falaram assim: 'eu vou vou eu vou ecoar exatamente o que o Fábio posicionou. O Brasil é de longe principal produtor e maior diversidade que existe no mundo de pedra natural'".</p>
</blockquote>

<p>Para o vice-presidente da Centrorochas, <strong>o setor empresarial brasileiro tem que estar mais presente nos Estados Unidos para defender os próprios interesses.</strong></p>

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<p>"Eu mesmo fui ao Congresso algumas vezes com o escritório de lobby que nós contratamos aqui. Esse trabalho é institucionalizado, regulamentado, é muito sério e isso precisa ser feito aqui. Ficou muito claro pra mim que essa é expectativa, que a gente tem um trabalho pela frente sobre isso." </p>
</blockquote>

<p>A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados informou que, junto com instituições locais americanas, se posicionou contra as tarifas. Afirmou que os Estados Unidos são o principal destino das exportações de calçados brasileiros. Além disso, o Brasil seria uma alternativa estratégica, já que a maior parte dos calçados importados pelos Estados Unidos são da Ásia.</p>

<p>O Sindicato da Indústria do Ferro em Minas Gerais falou sobre o ferro-gusa e destacou que 60% dessa matéria-prima usada na indústria norte-americana é do Brasil. Por isso, a tarifação impactaria os custos dos produtos nos Estados Unidos. Argumentos, segundo o Sindifer, apoiados pelas empresas americanas que participaram.</p>

<p>De acordo com nota do governo brasileiro, das <strong>78 entidades e pessoas físicas que se inscreveram para se manifestar, entre brasileiros e norte-americanos, 63 eram contra as tarifas, e 15 a favor</strong>.</p>

<p>São audiências diferentes. A que terminou nessa terça (7), tratava de uma <strong>investigação contra o Brasil, por supostas práticas desleais, como  desmatamento ilegal, propriedade intelectual, etanol, entre outros</strong>. Essa é a que <strong>reclama do Pix</strong>. Ela propõe uma <strong>tarifa de 25% sobre produtos brasileiros</strong>.</p>

<p>A outra, que termina nessa quinta-feira, visa <strong>60 países que não tomariam medidas suficientes para evitar importação de produtos feitos com trabalho forçado. A sobretaxa proposta é de 12,5%.</strong> </p>

<p>A decisão final sobre as tarifas sai no dia 15 de julho.</p>
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</item>

<item>
<title>Radioagência segue regras do TSE durante período de defeso eleitoral</title>
<link>https://apareceu.com/radioagencia-segue-regras-do-tse-durante-periodo-de-defeso-eleitoral</link>
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<description><![CDATA[ A Radioagência Nacional informa que durante o período eleitoral irá seguir as recomendações do Tribunal Superior Eleitoral e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Não serão publicados conteúdos que possam configurar promoção de programas governamentais, divulgação de realizações da Administração Pública ou a valorização institucional de órgãos e entidades federais, as quais podem caracterizar publicidade institucional.

A medida se faz necessária para garantir o cumprimento das normas que regulamentam a comunicação de órgãos e demais instituições públicas.

A iniciativa reafirma o compromisso da EBC com a comunicação pública, a transparência, o fortalecimento do regime democrático e o fiel cumprimento da legislação eleitoral e das normas institucionais aplicáveis.

O período eleitoral neste ano começa em 4 de julho e vai até 25 de outubro.
  0:01 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Radioagência, segue, regras, TSE, durante, período, defeso, eleitoral</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Radioagência Nacional</strong> informa que durante o período eleitoral irá seguir as recomendações do Tribunal Superior Eleitoral e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695952&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695952&o=rss"></p>

<p>Não serão publicados conteúdos que possam configurar promoção de programas governamentais, divulgação de realizações da Administração Pública ou a valorização institucional de órgãos e entidades federais, as quais podem caracterizar publicidade institucional.</p>

<p>A medida se faz necessária para garantir o cumprimento das normas que regulamentam a comunicação de órgãos e demais instituições públicas.</p>

<p><strong>A iniciativa reafirma o compromisso da EBC com a comunicação pública, a transparência, o fortalecimento do regime democrático e o fiel cumprimento da legislação eleitoral e das normas institucionais aplicáveis.</strong></p>

<p>O período eleitoral neste ano começa em 4 de julho e vai até 25 de outubro.</p>
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<item>
<title>Partidos iniciam fase de propaganda intrapartidária</title>
<link>https://apareceu.com/partidos-iniciam-fase-de-propaganda-intrapartidaria</link>
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<description><![CDATA[ A propaganda de pré-candidatos dentro de seus partidos está liberada a partir deste domingo. De acordo com a regra eleitoral, políticos podem fazer propaganda intrapartidária entre filiados e delegados em busca de apoio a seus nomes nas convenções.  Ainda não se trata de campanha eleitoral aberta ao público, e está vedado o uso de rádio, televisão e outdoor.

As convenções partidárias começam no dia 20 de julho e seguem até 5 de agosto. É neste período em que os partidos políticos e federações definirão os nomes dos candidatos e candidatas aos cargos de Presidente e Vice-Presidente, Governador e Vice-Governador, Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual ou Distrital. 

A campanha eleitoral para o público em geral tem início no dia 16 de agosto. Até lá, pré-candidatos estão proibidos de pedir voto publicamente ou manifestar expressões que tenham esse sentido. 

O primeiro turno das eleições será em 1º de outubro e o segundo, em 25 de outubro.
  1:19 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Partidos, iniciam, fase, propaganda, intrapartidária</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A propaganda de pré-candidatos dentro de seus partidos está liberada a partir deste domingo. De acordo com a regra eleitoral, políticos podem fazer propaganda intrapartidária entre filiados e delegados em busca de apoio a seus nomes nas convenções.  Ainda não se trata de campanha eleitoral aberta ao público, e está vedado o uso de rádio, televisão e outdoor.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695964&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695964&o=rss"></p>

<p>As convenções partidárias começam no dia 20 de julho e seguem até 5 de agosto. É neste período em que os partidos políticos e federações definirão os nomes dos candidatos e candidatas aos cargos de Presidente e Vice-Presidente, Governador e Vice-Governador, Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual ou Distrital. </p>

<p>A campanha eleitoral para o público em geral tem início no dia 16 de agosto. Até lá, pré-candidatos estão proibidos de pedir voto publicamente ou manifestar expressões que tenham esse sentido. </p>

<p>O primeiro turno das eleições será em 1º de outubro e o segundo, em 25 de outubro.</p>
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</item>

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<title>Bolsonaro condena tentativa de ato terrorista em Brasília</title>
<link>https://apareceu.com/bolsonaro-condena-tentativa-de-ato-terrorista-em-brasilia</link>
<guid>https://apareceu.com/bolsonaro-condena-tentativa-de-ato-terrorista-em-brasilia</guid>
<description><![CDATA[ O presidente Jair Bolsonaro quebrou o silêncio, nesta sexta-feira (30), e condenou a tentativa de ato terrorista em Brasília.

Bolsonaro falou por cerca de 50 minutos em transmissão ao vivo pela internet e afirmou que nada justifica esses atos terroristas.  

O presidente estava desde o final do segundo turno sem falar, com exceção de uma oportunidade quando discursou para apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, no início de dezembro.

Sobre o silêncio, Bolsonaro argumentou que decidiu se recolher.

Durante a transmissão, o presidente defendeu o legado do governo dele, falou sobre as medidas adotadas nos últimos quatro anos e comentou sobre os atos que pedem um golpe militar para impedir a posse de Lula. Bolsonaro disse que não participou da organização das manifestações, mas elogiou os protestos.

Bolsonaro ainda criticou as medidas do novo governo, como a PEC que permitiu a manutenção dos R$ 600 do Bolsa Família e, ao final, agradeceu ao apoio que recebeu nos últimos quatro anos.
  1:38 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 03:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Bolsonaro, condena, tentativa, ato, terrorista, Brasília</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Jair Bolsonaro quebrou o silêncio, nesta sexta-feira (30), e condenou a tentativa de ato terrorista em Brasília.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1500620&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1500620&o=rss"></p>

<p>Bolsonaro falou por cerca de 50 minutos em transmissão ao vivo pela internet e afirmou que nada justifica esses atos terroristas.  </p>

<p>O presidente estava desde o final do segundo turno sem falar, com exceção de uma oportunidade quando discursou para apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, no início de dezembro.</p>

<p>Sobre o silêncio, Bolsonaro argumentou que decidiu se recolher.</p>

<p>Durante a transmissão, o presidente defendeu o legado do governo dele, falou sobre as medidas adotadas nos últimos quatro anos e comentou sobre os atos que pedem um golpe militar para impedir a posse de Lula. Bolsonaro disse que não participou da organização das manifestações, mas elogiou os protestos.</p>

<p>Bolsonaro ainda criticou as medidas do novo governo, como a PEC que permitiu a manutenção dos R$ 600 do Bolsa Família e, ao final, agradeceu ao apoio que recebeu nos últimos quatro anos.</p>
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<item>
<title>Posse de Lula terá forte esquema de segurança</title>
<link>https://apareceu.com/posse-de-lula-tera-forte-esquema-de-seguranca</link>
<guid>https://apareceu.com/posse-de-lula-tera-forte-esquema-de-seguranca</guid>
<description><![CDATA[ Quem acompanhar a posse do presidente Lula no próximo domingo, deve se preparar. Só quem chegar mais cedo vai conseguir ver o presidente Lula subindo a rampa do Palácio do Planalto. Isso porque a segurança do evento limitou a 30 mil o número de pessoas na Praça dos Três Poderes, que é o espaço que fica entre o Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto.

Como são esperadas 300 mil pessoas na cerimônia de posse, na Esplanada dos Ministérios, a entrada na praça será fechada ao meio-dia e meia, ou antes, caso atinja a lotação máxima, segundo informou, nesta quinta-feira, o secretário de segurança do Distrito federal, Júlio Danilo.

O limite de pessoas e horário é apenas para a Praça dos Três Poderes, portanto, os demais espaços da Esplanada ficarão acessíveis em todos os momentos. Além disso, o público pode acompanhar o evento por telões que serão instalados com a transmissão simultânea de todos os momentos da cerimônia.Lula deve sair da Catedral em direção ao Congresso Nacional por volta das 14h30.

A Esplanada estará fechada, para carros, na altura da Rodoviária do Plano Piloto e, para chegar ao gramado em frente aos ministérios, as pessoas devem entrar pela via N1, que é aquela pista que fica do lado norte da Esplanada. As vias N2 e S2, que ficam por trás dos ministérios, estarão fechadas para carros e pedestres, somente os veículos autorizados poderão entrar. As escadarias e passagens por trás dos ministérios também serão fechadas para os pedestres. 

Quem for de carro, pode estacionar nos Setores Bancário, de Autarquias, de Diversões ou no Setor Comercial.

Os ônibus vão circular até as 4 horas da manhã do dia 2 de janeiro e o metrô vai funcionar até às 2 horas da manhã, mas depois das 10 da noite, somente a estação central estará aberta para embarque.

Haverá ainda barreiras de policiais que farão revistas antes de entrar na Esplanada, sendo proibida a entrada com alguns tipos de materiais, como destacou o secretário Júlio Danilo.

Não será permitido ainda entrar com latas, garrafas ou animais de estimação, com exceção dos cães-guia.

As forças de segurança do DF informaram ainda que não serão permitidos movimentos contrários ao presidente eleito no local próximo da posse.

Além disso, o governo local decretou ponto facultativo, na sexta-feira, para reduzir a movimentação na parte central da cidade e facilitar as varreduras feitas pelas polícias nas ruas para identificar possíveis ameaças à segurança no dia da posse.
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<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 03:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Posse, Lula, terá, forte, esquema, segurança</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quem acompanhar a posse do presidente Lula no próximo domingo, deve se preparar. Só quem chegar mais cedo vai conseguir ver o presidente Lula subindo a rampa do Palácio do Planalto. Isso porque a segurança do evento limitou a 30 mil o número de pessoas na Praça dos Três Poderes, que é o espaço que fica entre o Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1500490&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1500490&o=rss"></p>

<p>Como são esperadas 300 mil pessoas na cerimônia de posse, na Esplanada dos Ministérios, a entrada na praça será fechada ao meio-dia e meia, ou antes, caso atinja a lotação máxima, segundo informou, nesta quinta-feira, o secretário de segurança do Distrito federal, Júlio Danilo.</p>

<p>O limite de pessoas e horário é apenas para a Praça dos Três Poderes, portanto, os demais espaços da Esplanada ficarão acessíveis em todos os momentos. Além disso, o público pode acompanhar o evento por telões que serão instalados com a transmissão simultânea de todos os momentos da cerimônia.Lula deve sair da Catedral em direção ao Congresso Nacional por volta das 14h30.</p>

<p>A Esplanada estará fechada, para carros, na altura da Rodoviária do Plano Piloto e, para chegar ao gramado em frente aos ministérios, as pessoas devem entrar pela via N1, que é aquela pista que fica do lado norte da Esplanada. As vias N2 e S2, que ficam por trás dos ministérios, estarão fechadas para carros e pedestres, somente os veículos autorizados poderão entrar. As escadarias e passagens por trás dos ministérios também serão fechadas para os pedestres. </p>

<p>Quem for de carro, pode estacionar nos Setores Bancário, de Autarquias, de Diversões ou no Setor Comercial.</p>

<p>Os ônibus vão circular até as 4 horas da manhã do dia 2 de janeiro e o metrô vai funcionar até às 2 horas da manhã, mas depois das 10 da noite, somente a estação central estará aberta para embarque.</p>

<p>Haverá ainda barreiras de policiais que farão revistas antes de entrar na Esplanada, sendo proibida a entrada com alguns tipos de materiais, como destacou o secretário Júlio Danilo.</p>

<p>Não será permitido ainda entrar com latas, garrafas ou animais de estimação, com exceção dos cães-guia.</p>

<p>As forças de segurança do DF informaram ainda que não serão permitidos movimentos contrários ao presidente eleito no local próximo da posse.</p>

<p>Além disso, o governo local decretou ponto facultativo, na sexta-feira, para reduzir a movimentação na parte central da cidade e facilitar as varreduras feitas pelas polícias nas ruas para identificar possíveis ameaças à segurança no dia da posse.</p>
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<title>Todos 27 governadores tomam posse também no domingo</title>
<link>https://apareceu.com/todos-27-governadores-tomam-posse-tambem-no-domingo</link>
<guid>https://apareceu.com/todos-27-governadores-tomam-posse-tambem-no-domingo</guid>
<description><![CDATA[ Neste domingo, além do presidente Lula, tomam posse também os 27 governadores eleitos e reeleitos em todo o país nas eleições de outubro.

Em 12 estados, a cerimônia foi marcada para a parte da manhã. O primeiro estado a dar posse ao governador será o Amapá, logo depois da meia-noite, no horário local. Depois, os governadores da Bahia e do Piauí serão empossados. As cerimônias nos dois estados estão marcadas para as 7h30. Às 8 horas, será a vez do Maranhão. Às 9h, Ceará, Rio Grande do Norte e São Paulo dão posse aos governadores.

Também tomam posse na manhã de domingo os chefes do Poder Executivo de Tocantins, Paraíba, Paraná, Distrito Federal, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Isso facilita que os próprios governadores e outras autoridades consigam chegar a Brasília a tempo de acompanhar a posse de Lula na Presidência da República.

Em outros estados, as posses serão durante a tarde. Alagoas marcou a cerimônia para as 14h. No Espírito Santo será às 14h30. Em Mato Grosso do Sul e Pernambuco, começa às 15h. No Acre, Goiás, Mato Grosso e Roraima, as posses dos governadores serão às 17h, no horário local. E, em Santa Catarina, às 18h.

Até o fechamento desta matéria, os estados do Amazonas, Pará, Rio de Janeiro, Rondônia e Sergipe ainda não tinham divulgado o horário das cerimônias de posse dos governadores.
  1:28 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 03:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Neste domingo, além do presidente Lula, tomam posse também os 27 governadores eleitos e reeleitos em todo o país nas eleições de outubro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1500705&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1500705&o=rss"></p>

<p>Em 12 estados, a cerimônia foi marcada para a parte da manhã. O primeiro estado a dar posse ao governador será o Amapá, logo depois da meia-noite, no horário local. Depois, os governadores da Bahia e do Piauí serão empossados. As cerimônias nos dois estados estão marcadas para as 7h30. Às 8 horas, será a vez do Maranhão. Às 9h, Ceará, Rio Grande do Norte e São Paulo dão posse aos governadores.</p>

<p>Também tomam posse na manhã de domingo os chefes do Poder Executivo de Tocantins, Paraíba, Paraná, Distrito Federal, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Isso facilita que os próprios governadores e outras autoridades consigam chegar a Brasília a tempo de acompanhar a posse de Lula na Presidência da República.</p>

<p>Em outros estados, as posses serão durante a tarde. Alagoas marcou a cerimônia para as 14h. No Espírito Santo será às 14h30. Em Mato Grosso do Sul e Pernambuco, começa às 15h. No Acre, Goiás, Mato Grosso e Roraima, as posses dos governadores serão às 17h, no horário local. E, em Santa Catarina, às 18h.</p>

<p>Até o fechamento desta matéria, os estados do Amazonas, Pará, Rio de Janeiro, Rondônia e Sergipe ainda não tinham divulgado o horário das cerimônias de posse dos governadores.</p>
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<title>Haddad anuncia novas presidentas da Caixa e do Banco do Brasil</title>
<link>https://apareceu.com/haddad-anuncia-novas-presidentas-da-caixa-e-do-banco-do-brasil</link>
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<description><![CDATA[ O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou, nesta sexta-feira, os nomes das presidentas que vão assumir o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal a partir deste domingo, dia 1º de janeiro.

Tarciana Medeiros é bacharel em administração de empresas e pós-graduada em administração e marketing e em liderança, inovação e gestão. O primeiro trabalho dela foi como feirante, em 1988. Dez anos depois se tornou professora e, em março de 2000, foi convocada no concurso do Banco do Brasil. Em apenas dois anos assumiu o primeiro cargo de gestão. Desde o ano passado, Tarciana Medeiros é responsável pelas equipes que analisam os hábitos de consumo dos clientes e elaboram estratégias de expansão da base de correntistas.

Já Rita Serrano é graduada em estudos sociais e história, mestre em administração e tem especialização em governança corporativa para conselheiros. Também tem longa trajetória no movimento sindical e social. Foi presidenta do Sindicato dos Bancários do ABC de 2006 a 2012. Desde 2015 coordena o Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas e é diretora da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa. Rita Serrano representa os trabalhadores da Caixa no Conselho de Administração do banco desde 2014, reeleita duas vezes para o cargo.
  1:53 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 03:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou, nesta sexta-feira, os nomes das presidentas que vão assumir o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal a partir deste domingo, dia 1º de janeiro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1500622&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1500622&o=rss"></p>

<p>Tarciana Medeiros é bacharel em administração de empresas e pós-graduada em administração e marketing e em liderança, inovação e gestão. O primeiro trabalho dela foi como feirante, em 1988. Dez anos depois se tornou professora e, em março de 2000, foi convocada no concurso do Banco do Brasil. Em apenas dois anos assumiu o primeiro cargo de gestão. Desde o ano passado, Tarciana Medeiros é responsável pelas equipes que analisam os hábitos de consumo dos clientes e elaboram estratégias de expansão da base de correntistas.</p>

<p>Já Rita Serrano é graduada em estudos sociais e história, mestre em administração e tem especialização em governança corporativa para conselheiros. Também tem longa trajetória no movimento sindical e social. Foi presidenta do Sindicato dos Bancários do ABC de 2006 a 2012. Desde 2015 coordena o Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas e é diretora da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa. Rita Serrano representa os trabalhadores da Caixa no Conselho de Administração do banco desde 2014, reeleita duas vezes para o cargo.</p>
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<item>
<title>PRF detalha operação para posse do presidente Lula</title>
<link>https://apareceu.com/prf-detalha-operacao-para-posse-do-presidente-lula</link>
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<description><![CDATA[ A Polícia Rodoviária Federal detalhou nesta sexta-feira como é a Operação Posse Presidencial 2023. As ações começaram na segunda-feira, dia 26 de dezembro, e vão até quarta, dia 4 de janeiro.

O diretor-executivo da PRF, Marco Antônio Territo de Barros, afirmou que um dos objetivos é garantir a segurança no deslocamento e na chegada de caravanas que vão acompanhar a posse de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência da República.

Dois ônibus foram interceptados nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A Polícia Rodoviária Federal definiu três eixos estratégicos para a Operação Posse Presidencial. Um será nas rodovias federais. Outro, nas estradas do Entorno do Distrito Federal.

E o eixo de maior atenção é o que fica na região central de Brasília, devido a presença de delegações internacionais. A polícia rodoviária vai escoltar todos os chefes de Estado e autoridades de alto nível presentes. A expectativa é que ocorram 400 deslocamentos com escolta.

O diretor de Operações da Polícia Rodoviária Federal, Djairlon Henrique Moura, afirmou que o efetivo da PRF em todo o país está mobilizado para garantir a segurança da posse presidencial.

A Operação Posse Presidencial 2023 pretende evitar que grupos de oposição a Lula cheguem à festa. Para isso, a PRF pediu à equipe da transição de governo a lista das caravanas que estão oficialmente inscritas. A expectativa da transição é que 47 mil pessoas cheguem à capital federal nessas excursões. Ao todo, 300 mil pessoas devem ir à Esplanada dos Ministérios no domingo para acompanhar a posse de Lula.
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<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 03:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Rodoviária Federal detalhou nesta sexta-feira como é a Operação Posse Presidencial 2023. As ações começaram na segunda-feira, dia 26 de dezembro, e vão até quarta, dia 4 de janeiro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1500706&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1500706&o=rss"></p>

<p>O diretor-executivo da PRF, Marco Antônio Territo de Barros, afirmou que um dos objetivos é garantir a segurança no deslocamento e na chegada de caravanas que vão acompanhar a posse de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência da República.</p>

<p>Dois ônibus foram interceptados nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A Polícia Rodoviária Federal definiu três eixos estratégicos para a Operação Posse Presidencial. Um será nas rodovias federais. Outro, nas estradas do Entorno do Distrito Federal.</p>

<p>E o eixo de maior atenção é o que fica na região central de Brasília, devido a presença de delegações internacionais. A polícia rodoviária vai escoltar todos os chefes de Estado e autoridades de alto nível presentes. A expectativa é que ocorram 400 deslocamentos com escolta.</p>

<p>O diretor de Operações da Polícia Rodoviária Federal, Djairlon Henrique Moura, afirmou que o efetivo da PRF em todo o país está mobilizado para garantir a segurança da posse presidencial.</p>

<p>A Operação Posse Presidencial 2023 pretende evitar que grupos de oposição a Lula cheguem à festa. Para isso, a PRF pediu à equipe da transição de governo a lista das caravanas que estão oficialmente inscritas. A expectativa da transição é que 47 mil pessoas cheguem à capital federal nessas excursões. Ao todo, 300 mil pessoas devem ir à Esplanada dos Ministérios no domingo para acompanhar a posse de Lula.</p>
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<item>
<title>Bolsonaro deixa o país com destino aos Estados Unidos</title>
<link>https://apareceu.com/bolsonaro-deixa-o-pais-com-destino-aos-estados-unidos</link>
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<description><![CDATA[ O presidente Jair Bolsonaro deixou o Brasil, nesta sexta-feira, com destino aos Estados Unidos.

Após fazer uma transmissão na internet pela manhã, quando quebrou o silêncio que mantinha desde o fim do segundo turno, o ainda presidente embarcou para Orlando. O avião decolou por volta das 14h.

Com isso, ele não deve mesmo passar a faixa ao futuro presidente Lula no próximo domingo.

No Diário Oficial da União, foi publicada a autorização para cinco servidores federais se afastarem do país para realizar o assessoramento, a segurança e o apoio pessoal ao futuro ex-presidente. Os assessores ficam nos Estados Unidos entre os dias primeiro e 30 do próximo mês.

Na ausência de Bolsonaro, quem responde como presidente é o vice, Hamilton Mourão.  

Está agendado, para sábado, um pronunciamento de Mourão que será transmitido por todas as rádios e TVs, a partir de 20h.
  1:08 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Jair Bolsonaro deixou o Brasil, nesta sexta-feira, com destino aos Estados Unidos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1500707&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1500707&o=rss"></p>

<p>Após fazer uma transmissão na internet pela manhã, quando quebrou o silêncio que mantinha desde o fim do segundo turno, o ainda presidente embarcou para Orlando. O avião decolou por volta das 14h.</p>

<p>Com isso, ele não deve mesmo passar a faixa ao futuro presidente Lula no próximo domingo.</p>

<p>No Diário Oficial da União, foi publicada a autorização para cinco servidores federais se afastarem do país para realizar o assessoramento, a segurança e o apoio pessoal ao futuro ex-presidente. Os assessores ficam nos Estados Unidos entre os dias primeiro e 30 do próximo mês.</p>

<p>Na ausência de Bolsonaro, quem responde como presidente é o vice, Hamilton Mourão.  </p>

<p>Está agendado, para sábado, um pronunciamento de Mourão que será transmitido por todas as rádios e TVs, a partir de 20h.</p>
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<title>Crianças Sabidas mostra que pequenos participam e sabem o que querem</title>
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<description><![CDATA[ A segunda temporada do podcast Crianças Sabidas - Eleições 2024 chega ao fim com o segundo episódio bônus intitulado: Crianças Participando. Sim, foi preciso dois episódios bônus, pois as dúvidas foram crescendo e as crianças questionaram muito e quem sabe em outras eleições o Crianças Sabidas volte com mais informações sobre o tema.

Neste episódio tratamos da participação dos pequenos, que começa desde a escolha do representante de classe, da participação nos grêmios estudantis, votando a partir dos 16 anos e principalmente questionando a qualidade das propostas e dos candidatos.

O Mário Volpi coordena o Programa de Cidadania dos Adolescentes, no Unicef, Fundo das Nações Unidas pela Infância, fala sobre esta participação:

&quot;É muito importante que as crianças e os adolescentes tenham uma participação progressiva na sociedade. Você começa participando, opinando lá na sua família, na escola, entendendo os problemas, para daí na adolescência já começar a participar de algum grupo de discussão dos direitos, para reivindicar seus direitos, o grêmio estudantil na escola, para aos 16 anos tirar o título de eleitor, ir lá e votar, escolher os seus os seus candidatos. Eu acho que é muito importante que as crianças se comprometam também na conversa, no diálogo, porque elas é que vivem as políticas públicas. Elas que estão na escola, elas que estão lá no centro de saúde sendo atendidas. Então, a voz, a opinião, a sugestão e a participação delas, no debate, na sugestão de soluções para as questões que dizem respeito às suas próprias vidas é essencial.&quot;

Também falamos da importância de verificar a fonte das informações, com dicas dos especialistas, porque no período de eleições as fake news aumentam, e saber como confirmar as notícias e fatos que surgem nas conversas para verificar se não são apenas boatos é importante para todos, inclusive para as crianças.

Conversar com os professores e professoras, pais e mães, colegas, ouvir os especialistas, e sempre buscar informações confiáveis estão entre as dicas da Corina Castro, coordenadora do projeto Plenarinho, da Câmara dos Deputados:

&quot;Porque essas pessoas que são mais vividas, mais experientes, podem nos ajudar a entender se uma promessa é muito irreal, né. E é claro, a gente sempre pode pesquisar e aí eu gosto sempre de lembrar que é pesquisar em fontes confiáveis, tomar muito cuidado com as falsas notícias.&quot;

Por isso as crianças também precisam estar atentas porque muitas vezes a desinformação vem pelos meios mais rápidos como os e-mails e o WhatsApp, ou pelas redes sociais. 

Acompanhe todos os episódios do podcast Crianças Sabidas.

 Transcrição do episódio


Sobe som 🎶

VINHETA CRIANÇAS SABIDAS 🎶

EFEITO: Botões da urna eletrônica 🎶

Subvinheta: Eleições 2024 – Segundo Episódio Bônus – Crianças Participando 

EFEITO: Finalização do voto 

BAIXA BG 

EFEITO: Sinal de escola e barulho de crianças

AKEMI: Oi pessoal, voltamos com o último episódio do podcast Crianças Sabidas sobre as eleições 2024. Eu sou Akemi Nitahara, jornalista da Empresa Brasil de Comunicação. Agora é o último mesmo! É que eu sou ruim de conta e se fosse só um episódio a mais ia ficar muito grande, então dividimos em dois. 

MADU: Eu sou Maria Eduarda, a perguntadeira. 

CAETANO: E eu sou o Caetano, o explicador.

AKEMI: Estes dois pegaram na conversa e driblaram a equipe. A cada pergunta e dúvida esclarecida eles traziam mais questionamentos. 

MADU: Por isso que o podcast foi crescendo? 

CAETANO: Sim, porque não podemos ficar com dúvidas. E lembra, Madu, que você falou da importância da gente crescer participando ativamente da sociedade? 

MADU: Simmmm! Agora vamos saber como? 

AKEMI: Um pouco, Madu! São muitos caminhos de atuação e participação. Mas nossos convidados vão falar de algumas formas bem interessantes. 

CAETANO: Isso! O Mário Volpi, do Unicef, que já conversou conosco vai voltar.  

AKEMI: Muito bem Caetano, o Mário Volpi coordena o Programa de Cidadania dos Adolescentes, no Unicef, que é o Fundo das Nações Unidas pela Infância, uma Agência da ONU.  

MADU: Mas então como as crianças podem participar? 

MARIO: É muito importante que as crianças e os adolescentes tenham uma participação progressiva na sociedade, né? Você começa participando, opinando lá na sua família, na escola, entendendo os problemas, pra daí na adolescência já começar a participar de algum grupo de discussão dos direitos, para reivindicar seus direitos, o grêmio estudantil na escola, para aos 16 anos tirar o título de eleitor, ir lá e votar, escolher os seus os seus candidatos. Eu acho que é muito importante que as crianças se comprometam também na conversa, no diálogo, porque elas é que vivem as políticas públicas, né? Elas que estão na escola, elas que estão lá no centro de saúde sendo atendidas. Então, a voz, a opinião, a sugestão e a participação delas, né, no debate, na sugestão de soluções para as questões que dizem respeito às suas próprias vidas é essencial. A gente não vai avançar na democratização do país, na consolidação da democracia, no desenvolvimento sustentável, sem participação das crianças e dos adolescentes. É essencial que o país tenha essa consciência de que elas têm uma contribuição essencial. 

AKEMI: Eu vou chamar de volta a Corina Castro também, coordenadora do projeto Plenarinho, da Câmara dos Deputados, que nos ajudou nos outros episódios sobre as eleições. Ela ainda tem dicas importantes pras crianças.  

MADU: E pros adultos também!! 

CAETANO: Eu já aprendi lá no site do Plenarinho que também é legal conversar com os nossos professores e professoras, pais e mães, colegas, ouvir os especialistas, sobre o que eles acham das promessas dos políticos. E saber onde buscar informações confiáveis.  

CORINA: Porque essas pessoas que são mais vividas, mais experientes, podem nos ajudar a entender se uma promessa é muito irreal, né. E é claro, a gente sempre pode pesquisar e aí eu gosto sempre de lembrar que é pesquisar em fontes confiáveis, tomar muito cuidado com as falsas notícias, né, com as fontes não confiáveis de notícias. Hoje a gente está vendo que isso tá proliferando no mundo inteiro. Então as crianças também precisam estar atentas ao que a gente está chamando de fake news. Eu gosto de falar em português, são notícias falsas, são mentiras, é desinformação, né. E muitas vezes essa desinformação vem nos meios mais rápidos, né, como os e-mails e o WhatsApp, né, ou nas redes sociais. Então, as crianças precisam estar muito atentas também pra pesquisar em fontes confiáveis, sabe?  

MADU: Se democracia é o poder do povo, por que muitos políticos não se importam mais com as pessoas depois de eleitos?  

CAETANO: As crianças do quinto ano do Colégio Pedro Segundo, Unidade Um de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, falaram disso também.  

CPII RECLAMAÇÕES POLÍTICOS: Eu também acho que tinha que ter mais honestidade porque as praças, por exemplo, estão todas enferrujadas, como todo mundo falou aqui, e só arrumam a praça na época de eleição. Lá onde eu moro teve um cara lá que começou a ajeitar as ruas, há um tempo já, aí ontem ele passou em todas as ruas soltando fogos, com bandeira. Aconteceu a mesma coisa na pracinha perto da minha casa. Eu acho que deveria... Eu acho desonesto, eu acho que só tá roubando o voto dos outros. Deveria ser toda hora, por causa que tá ajeitando tudo, mas aí ele só tá querendo roubar voto para ele ganhar a eleição e depois não fazer mais nada. Eu acho que todos os políticos que fazem isso, só fazem isso perto da eleição, porque querem receber voto. Chega na hora eles não fazem nada, deixa tudo largado, a rua toda esburacada. Inclusive minha rua tava assim, mas aí foram lá só para ganhar voto, ajeitaram tudo. Eu ia deixar os candidatos, os eleitos, mais, como posso dizer, humildes, pra ajudar o próximo, ter compaixão. 

CORINA: Então, isso é realmente lamentável e é bom a gente também lembrar que a gente vive numa democracia representativa, né, um regime político em que quem vai tomar as decisões não é o povo diretamente, mas são os representantes desse povo, né. Por isso que, para viver bem numa democracia representativa, é muito importante que a gente se informe sobre as nossas obrigações, os nossos direitos e os nossos deveres como cidadãs e cidadãos, né. Então, no caso dos políticos, não é, de maneira geral, alguns deles focam mais em manter o seu poder do que em cumprir as promessas. Ou por malícia, né, intencionalmente, já desde o momento que fez essa promessa já não pensava em cumprir, ou porque mudou o seu interesse, mas está pensando em outros interesses e não mais nos interesses dos grupos que essa pessoa representa. Outra coisa que pode estar acontecendo, é que quando a pessoa é eleita, ela se desconecta, né, ela meio que entende que está num outro nível e fica distante das pessoas comuns e para de escutar. Quando ela para de escutar, isso é um sinal de que ela não vai mais cumprir as promessas que ela fez. Está na hora de tirar essa pessoa do cargo em que ela foi colocada, né. 

MADU: Essas campanhas pra eleições custam muito dinheiro, né? Tem que fazer vídeo pra TV, pras redes sociais, adesivo, panfletos, bandeiras, ter pessoas pra distribuir todo o material. E quem paga por isso tudo? 

CORINA: E uma outra coisa que eu acho que também não deixa de ser importante, que é ver de onde é que vem o dinheiro. Essa pessoa que é candidata, ela tá fazendo campanha patrocinada, financiada, né? O dinheiro tá saindo de algum lugar, né. Ainda que ela seja riquíssima, esse dinheiro tá saindo de algum lugar, né? E minha mãe falava muito, é, não tem almoço grátis, nada nesse mundo é de graça, né. Tem sempre um custo, nem que seja um custo não tangente, né, que não seja dinheiro, né? Então a gente precisa saber como é que essa candidata vai pagar pelas promessas que tá fazendo, né? Se essa pessoa não explicar muito bem, é um bom sinal de que ela não vai cumprir o que ela tá prometendo. 

CAETANO: Exatamente! Não adianta prometer que vai fazer, tem que dizer como vai fazer! O Mário Volpi também falou disso. 

MARIO: A gente tentou estabelecer aqui um conjunto de ações que a gente quer que o município discuta e que os candidatos a prefeito e a vereador digam duas coisas, né? O que eles vão fazer e como eles vão fazer. Porque não basta dizer o que eles vão fazer, é preciso dizer com quanto dinheiro, com que atividades, com quais profissionais, como que eles vão fazer para cumprir essas promessas. 

MADU: O que a gente pode fazer para cobrar dos representantes eleitos que cumpram o que prometeram na campanha?  

CORINA : Olha, a gente também precisa prestar atenção nas ações dos nossos representantes e saber o que esses representantes estão fazendo. Eu posso começar na própria escola, né? Se eu tenho um representante de classe, o que essa representante de classe está fazendo para representar os interesses de fato dos alunos, né? A gente pode assistir as notícias, né, de meios confiáveis. A gente também pode escrever cartas, e-mails. Aqui na Câmara mesmo, no nosso site, a gente pode procurar lá a deputada, o deputado que a gente elegeu, tem um linkezinho lá, acompanhe este parlamentar, tudo que essa pessoa fizer aqui dentro da Câmara Federal você vai receber lá no seu e-mail. 

MADU: É assim que os nossos representantes vão saber o que queremos? 

CORINA : Eu acho que também é importante participar das reuniões, né, desse representante, pode formar um grupo de interesse para ganhar mais força, né? Mais representatividade. Outra coisa que acontece muito hoje em dia são as petições, né. A gente faz um documento e pede para as pessoas assinarem pra mostrar que elas também querem a mesma coisa. As redes sociais são uma forma de pressão muito importante hoje em dia, é uma maneira rápida de espalhar a mensagem. Por último, o mais importante é a gente votar de uma forma consciente. Se essa representante sua não cumpriu as promessas que fez, é importante a gente se lembrar disso na próxima eleição.  

SOBE SOM: BOB MARLEY GET UP, STAND UP 

Get up, stand up 

Stand up for your rights 

Get up, stand up 

Don&#039;t give up the fight 

MADU:Levante-se, levante-se  
Defenda seus direitos 
Levante-se, levante-se  
Não desista da luta 

CAETANO: Muito importante mesmo. Temos que ficar de olho nos políticos o tempo todo! 

MADU: As crianças do colégio Pedro II deixaram mais alguns pedidos pros prefeitos e prefeitas, vereadores e vereadoras que forem eleitos. 

CPII RECLAMAÇÕES CONSERVAÇÃO: Tia, eu pediria pro prefeito para ele arrumar as calçadas, esses dias a minha avó até caiu no meio da calçada lá. Eu vou de transporte para escola, né, tava sentado, aí o carro deu um freiadão, porque tinha um buraco, aí eu caí de cabeça num ferro, aí começou a sangrar. Lá na ilha, onde que eu moro, na Ilha do Governador, praticamente todo lugar tá com o maior buracão lá, por causa que todo ano fica estourando lá o negócio, aí abriu o maior buracão. A minha amiga, no outro dia, pisou em um buraco, ela tá toda machucada. Eu queria pedir para o prefeito botar asfalto na rua. Tem uma pracinha perto da minha casa, aí eles demoram muito para fazer a obra e às vezes fica muito brinquedo enferrujado, aí pode cortar a mão. Tentar tirar o máximo possível dos buracos da rua. Devia ter uma proteção de bueiros, porque quando eu era pequena, um dia eu tava voltando da minha creche e meu pé entrou dentro de um bueiro e doeu muito, eu chorei muito. E eu também acho que, lá onde eu moro tem uma praça, e eles reformam a praça, só que as pessoas vandalizam muito também. 

CAETANO: Os prefeitos e prefeitas, vereadores e vereadoras tem que cuidar da cidade, mas os moradores precisam zelar pelos bens públicos também, né? Afinal, se é público, é de todos. 

SOBE SOM: SALTIMBANCOS 

Todos juntos somos fortes 

Somos flecha e somos arco 

Todos nós no mesmo barco 

Não há nada pra temer 

Ao meu lado há um amigo 

Que é preciso proteger 

Todos juntos somos fortes 

Não há nada pra temer 

AKEMI: Muito bem, criançada! Agora é conversar com os amigos e com os adultos pra votarem em pessoas comprometidas em fazer das cidades um lugar melhor para todos. E que garantam um futuro bom para as crianças de hoje.  

SOBE SOM :TRILHA ORIGINAL 

MADU: Este foi o último episódio bônus do podcast Crianças Sabidas sobre as eleições de 2024. Eu sou a Maria Eduarda Arcoverde, tenho 9 anos, sou a perguntadeira.  

CAETANO: E eu sou Caetano Farias, tenho 11 anos e sou o explicador. Crianças Sabidas é uma produção original da Radioagência Nacional, um serviço público de mídia da EBC, a Empresa Brasil de Comunicação. 

AKEMI: As crianças do Colégio Pedro II, Campus São Cristóvão I, também chamado de Pedrinho, são: 

CPII ASSINATURAS: Meu nome é Ana Júlia, sou da 504, eu tenho 10 anos. Arthur Cavalcante, sou da 504 e tenho 10 anos. Meu nome é Conrado Senras, eu sou da 504 e tenho 10 anos. Meu nome é David Samuel, sou da 504 e tenho 11 anos. Meu nome é Yago Francisco, eu sou da 504 e tenho 11 anos. Meu nome é Isabela, tenho 10 anos e sou da turma 502. Meu nome é Ana Beatriz, eu tenho 11 anos e sou da 502. Meu nome é Riquelme, eu tenho 10 anos e eu sou da 502. Sophia, 11 anos, 502. Meu nome é Francisco, eu tenho 10 anos e sou da 508. Meu nome é Maria Eduarda, eu sou da 506 e tenho 10 anos. Teodoro, sem H. 10, 506. Meu nome é Rafael, eu tenho 10 anos e eu sou da 508. Meu nome é Alice, tenho 10 anos e também sou da 508. Sou Victor Hugo, mas pode me chamar de Vitor, eu sou da 506 também. Meu nome é Gabriel, tenho 11 anos e sou da 506.  

MADU: Agradecemos a participação da Corina Castro, do Plenarinho, e do Mario Volpi, do Unicef, além do pessoal do Colégio Pedro II. 

AKEMI: A reportagem, roteiro, apresentação e montagem foram minhas, Akemi Nitahara. 

Edição e coordenação de processos de Beatriz Arcoverde, que também fez a implementação web junto com Lincoln Araújo.  

Caio Freire Cardoso Oliveira, de 10 anos, gravou o título dos episódios.  

Gravação de Tony Godoy e Jaime Batista. 

Interpretação em Libras da equipe de tradução da EBC.  

A música tema original foi composta por Ricardo Vilas e também usamos composições de Newton Cardoso para o banco de trilhas de EBC, além de trecho da música Get up, Stand up, de Bob Marley and The Wailers, e Todos Juntos, da peça Os Saltimbancos, de Chico Buarque. 

CAETANO: Você pode ouvir os outros episódios do Crianças Sabidas aqui no site da Radioagência Nacional, nos tocadores de áudio e com interpretação em Libras no Youtube.  

MADU: Também tem podcast sobre temas bem interessantes pra quem quer ficar mais sabido, como o Grandes Invisíveis e Golpe de 1964: Perdas e Danos.  

AKEMI: Ficamos por aqui e até o próximo Crianças Sabidas! 

MADU e CAETANO: Tchauuu 

Sobe som 🎶  

 Videocast em Libras


             Episódios no Spotify



 
        Créditos



	
		
			
			 A reportagem, roteiro, apresentação e montagem
			
			Akemi Nitahara
		
		
			Narração
			Akemi Nitahara , Caetano Farias e Maria Eduarda Arcoverde
		
		
			Edição, coordenação de processos::
			Beatriz Arcoverde
		
		
			Implementação web
			Beatriz Arcoverde e Lincoln Araújo 
		
		
			Locução dos títulos dos episódios
			Caio Freire Cardoso Oliveira
		
		
			Interpretação em Libras:
			Equipe EBC
		
		
			Gravação dos áudios
			Márcio Freitas e Jaime Batista
		
		
			Música tema original
			Ricardo Vilas
		
		
			Trecho de Saúde
			Rita Lee
		
		
			Agradecimentos:
			Ana Júlia, Arthur Cavalcante, Conrado Senras, David Samuel, Yago Francisco, Isabela, Ana Beatriz, Riquelme, Sophia, Francisco, Maria Eduarda, Teodoro, Rafael, Alice, Victor Hugo e Gabriel. Estudantes do Dom Pedro II, no Rio de Janeiro. 
		
	





 


  16:31 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Crianças, Sabidas, mostra, que, pequenos, participam, sabem, que, querem</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda temporada do podcast Crianças Sabidas - Eleições 2024 chega ao fim com o segundo episódio bônus intitulado: Crianças Participando. Sim, foi preciso dois episódios bônus, pois as dúvidas foram crescendo e as crianças questionaram muito e quem sabe em outras eleições o Crianças Sabidas volte com mais informações sobre o tema.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1613062&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1613062&o=rss"></p>

<p>Neste episódio tratamos da participação dos pequenos, que começa desde a escolha do representante de classe, da participação nos grêmios estudantis, votando a partir dos 16 anos e principalmente questionando a qualidade das propostas e dos candidatos.</p>

<p>O Mário Volpi coordena o Programa de Cidadania dos Adolescentes, no Unicef, Fundo das Nações Unidas pela Infância, fala sobre esta participação:</p>

<p>"É muito importante que as crianças e os adolescentes tenham uma participação progressiva na sociedade. Você começa participando, opinando lá na sua família, na escola, entendendo os problemas, para daí na adolescência já começar a participar de algum grupo de discussão dos direitos, para reivindicar seus direitos, o grêmio estudantil na escola, para aos 16 anos tirar o título de eleitor, ir lá e votar, escolher os seus os seus candidatos. Eu acho que é muito importante que as crianças se comprometam também na conversa, no diálogo, porque elas é que vivem as políticas públicas. Elas que estão na escola, elas que estão lá no centro de saúde sendo atendidas. Então, a voz, a opinião, a sugestão e a participação delas, no debate, na sugestão de soluções para as questões que dizem respeito às suas próprias vidas é essencial."</p>

<p>Também falamos da importância de verificar a fonte das informações, com dicas dos especialistas, porque no período de eleições as fake news aumentam, e saber como confirmar as notícias e fatos que surgem nas conversas para verificar se não são apenas boatos é importante para todos, inclusive para as crianças.</p>

<p>Conversar com os professores e professoras, pais e mães, colegas, ouvir os especialistas, e sempre buscar informações confiáveis estão entre as dicas da Corina Castro, coordenadora do projeto Plenarinho, da Câmara dos Deputados:</p>

<p>"Porque essas pessoas que são mais vividas, mais experientes, podem nos ajudar a entender se uma promessa é muito irreal, né. E é claro, a gente sempre pode pesquisar e aí eu gosto sempre de lembrar que é pesquisar em fontes confiáveis, tomar muito cuidado com as falsas notícias."</p>

<p>Por isso as crianças também precisam estar atentas porque muitas vezes a desinformação vem pelos meios mais rápidos como os e-mails e o WhatsApp, ou pelas redes sociais. </p>

<p>Acompanhe todos os episódios do podcast Crianças Sabidas.</p>

<div class="accordion-container"><button class="accordion"> <span>Transcrição do episódio</span></button>

<div class="panel">
<p><strong>Sobe som 🎶</strong></p>

<p><strong>VINHETA CRIANÇAS SABIDAS 🎶</strong></p>

<p><strong>EFEITO:</strong> Botões da urna eletrônica <strong>🎶</strong></p>

<p><strong>Subvinheta:</strong> Eleições 2024 – Segundo Episódio Bônus – Crianças Participando </p>

<p><strong>EFEITO:</strong> Finalização do voto </p>

<p><strong>BAIXA BG</strong> </p>

<p><strong>EFEITO:</strong> Sinal de escola e barulho de crianças</p>

<p><strong>AKEMI:</strong> Oi pessoal, voltamos com o último episódio do podcast Crianças Sabidas sobre as eleições 2024. Eu sou Akemi Nitahara, jornalista da Empresa Brasil de Comunicação. Agora é o último mesmo! É que eu sou ruim de conta e se fosse só um episódio a mais ia ficar muito grande, então dividimos em dois. </p>

<p><strong>MADU: </strong>Eu sou Maria Eduarda, a perguntadeira. </p>

<p><strong>CAETANO:</strong> E eu sou o Caetano, o explicador.</p>

<p><strong>AKEMI: </strong>Estes dois pegaram na conversa e driblaram a equipe. A cada pergunta e dúvida esclarecida eles traziam mais questionamentos. </p>

<p><strong>MADU: </strong>Por isso que o podcast foi crescendo? </p>

<p><strong>CAETANO:</strong> Sim, porque não podemos ficar com dúvidas. E lembra, Madu, que você falou da importância da gente crescer participando ativamente da sociedade? </p>

<p><strong>MADU:</strong> Simmmm! Agora vamos saber como? </p>

<p><strong>AKEMI:</strong> Um pouco, Madu! São muitos caminhos de atuação e participação. Mas nossos convidados vão falar de algumas formas bem interessantes. </p>

<p><strong>CAETANO:</strong> Isso! O Mário Volpi, do Unicef, que já conversou conosco vai voltar.  </p>

<p><strong>AKEMI:</strong> Muito bem Caetano, o Mário Volpi coordena o Programa de Cidadania dos Adolescentes, no Unicef, que é o Fundo das Nações Unidas pela Infância, uma Agência da ONU.  </p>

<p><strong>MADU: </strong>Mas então como as crianças podem participar? </p>

<p><strong>MARIO:</strong> É muito importante que as crianças e os adolescentes tenham uma participação progressiva na sociedade, né? Você começa participando, opinando lá na sua família, na escola, entendendo os problemas, pra daí na adolescência já começar a participar de algum grupo de discussão dos direitos, para reivindicar seus direitos, o grêmio estudantil na escola, para aos 16 anos tirar o título de eleitor, ir lá e votar, escolher os seus os seus candidatos. Eu acho que é muito importante que as crianças se comprometam também na conversa, no diálogo, porque elas é que vivem as políticas públicas, né? Elas que estão na escola, elas que estão lá no centro de saúde sendo atendidas. Então, a voz, a opinião, a sugestão e a participação delas, né, no debate, na sugestão de soluções para as questões que dizem respeito às suas próprias vidas é essencial. A gente não vai avançar na democratização do país, na consolidação da democracia, no desenvolvimento sustentável, sem participação das crianças e dos adolescentes. É essencial que o país tenha essa consciência de que elas têm uma contribuição essencial. </p>

<p><strong>AKEMI:</strong> Eu vou chamar de volta a Corina Castro também, coordenadora do projeto Plenarinho, da Câmara dos Deputados, que nos ajudou nos outros episódios sobre as eleições. Ela ainda tem dicas importantes pras crianças.  </p>

<p><strong>MADU:</strong> E pros adultos também!! </p>

<p><strong>CAETANO: </strong>Eu já aprendi lá no site do Plenarinho que também é legal conversar com os nossos professores e professoras, pais e mães, colegas, ouvir os especialistas, sobre o que eles acham das promessas dos políticos. E saber onde buscar informações confiáveis.  </p>

<p><strong>CORINA:</strong> Porque essas pessoas que são mais vividas, mais experientes, podem nos ajudar a entender se uma promessa é muito irreal, né. E é claro, a gente sempre pode pesquisar e aí eu gosto sempre de lembrar que é pesquisar em fontes confiáveis, tomar muito cuidado com as falsas notícias, né, com as fontes não confiáveis de notícias. Hoje a gente está vendo que isso tá proliferando no mundo inteiro. Então as crianças também precisam estar atentas ao que a gente está chamando de fake news. Eu gosto de falar em português, são notícias falsas, são mentiras, é desinformação, né. E muitas vezes essa desinformação vem nos meios mais rápidos, né, como os e-mails e o WhatsApp, né, ou nas redes sociais. Então, as crianças precisam estar muito atentas também pra pesquisar em fontes confiáveis, sabe?  </p>

<p><strong>MADU:</strong> Se democracia é o poder do povo, por que muitos políticos não se importam mais com as pessoas depois de eleitos?  </p>

<p><strong>CAETANO:</strong> As crianças do quinto ano do Colégio Pedro Segundo, Unidade Um de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, falaram disso também.  </p>

<p><strong>CPII RECLAMAÇÕES POLÍTICOS:</strong> Eu também acho que tinha que ter mais honestidade porque as praças, por exemplo, estão todas enferrujadas, como todo mundo falou aqui, e só arrumam a praça na época de eleição. Lá onde eu moro teve um cara lá que começou a ajeitar as ruas, há um tempo já, aí ontem ele passou em todas as ruas soltando fogos, com bandeira. Aconteceu a mesma coisa na pracinha perto da minha casa. Eu acho que deveria... Eu acho desonesto, eu acho que só tá roubando o voto dos outros. Deveria ser toda hora, por causa que tá ajeitando tudo, mas aí ele só tá querendo roubar voto para ele ganhar a eleição e depois não fazer mais nada. Eu acho que todos os políticos que fazem isso, só fazem isso perto da eleição, porque querem receber voto. Chega na hora eles não fazem nada, deixa tudo largado, a rua toda esburacada. Inclusive minha rua tava assim, mas aí foram lá só para ganhar voto, ajeitaram tudo. Eu ia deixar os candidatos, os eleitos, mais, como posso dizer, humildes, pra ajudar o próximo, ter compaixão. </p>

<p><strong>CORINA:</strong> Então, isso é realmente lamentável e é bom a gente também lembrar que a gente vive numa democracia representativa, né, um regime político em que quem vai tomar as decisões não é o povo diretamente, mas são os representantes desse povo, né. Por isso que, para viver bem numa democracia representativa, é muito importante que a gente se informe sobre as nossas obrigações, os nossos direitos e os nossos deveres como cidadãs e cidadãos, né. Então, no caso dos políticos, não é, de maneira geral, alguns deles focam mais em manter o seu poder do que em cumprir as promessas. Ou por malícia, né, intencionalmente, já desde o momento que fez essa promessa já não pensava em cumprir, ou porque mudou o seu interesse, mas está pensando em outros interesses e não mais nos interesses dos grupos que essa pessoa representa. Outra coisa que pode estar acontecendo, é que quando a pessoa é eleita, ela se desconecta, né, ela meio que entende que está num outro nível e fica distante das pessoas comuns e para de escutar. Quando ela para de escutar, isso é um sinal de que ela não vai mais cumprir as promessas que ela fez. Está na hora de tirar essa pessoa do cargo em que ela foi colocada, né. </p>

<p><strong>MADU: </strong>Essas campanhas pra eleições custam muito dinheiro, né? Tem que fazer vídeo pra TV, pras redes sociais, adesivo, panfletos, bandeiras, ter pessoas pra distribuir todo o material. E quem paga por isso tudo? </p>

<p><strong>CORINA:</strong> E uma outra coisa que eu acho que também não deixa de ser importante, que é ver de onde é que vem o dinheiro. Essa pessoa que é candidata, ela tá fazendo campanha patrocinada, financiada, né? O dinheiro tá saindo de algum lugar, né. Ainda que ela seja riquíssima, esse dinheiro tá saindo de algum lugar, né? E minha mãe falava muito, é, não tem almoço grátis, nada nesse mundo é de graça, né. Tem sempre um custo, nem que seja um custo não tangente, né, que não seja dinheiro, né? Então a gente precisa saber como é que essa candidata vai pagar pelas promessas que tá fazendo, né? Se essa pessoa não explicar muito bem, é um bom sinal de que ela não vai cumprir o que ela tá prometendo. </p>

<p><strong>CAETANO: </strong>Exatamente! Não adianta prometer que vai fazer, tem que dizer como vai fazer! O Mário Volpi também falou disso. </p>

<p><strong>MARIO:</strong> A gente tentou estabelecer aqui um conjunto de ações que a gente quer que o município discuta e que os candidatos a prefeito e a vereador digam duas coisas, né? O que eles vão fazer e como eles vão fazer. Porque não basta dizer o que eles vão fazer, é preciso dizer com quanto dinheiro, com que atividades, com quais profissionais, como que eles vão fazer para cumprir essas promessas. </p>

<p><strong>MADU:</strong> O que a gente pode fazer para cobrar dos representantes eleitos que cumpram o que prometeram na campanha?  </p>

<p><strong>CORINA </strong>: Olha, a gente também precisa prestar atenção nas ações dos nossos representantes e saber o que esses representantes estão fazendo. Eu posso começar na própria escola, né? Se eu tenho um representante de classe, o que essa representante de classe está fazendo para representar os interesses de fato dos alunos, né? A gente pode assistir as notícias, né, de meios confiáveis. A gente também pode escrever cartas, e-mails. Aqui na Câmara mesmo, no nosso site, a gente pode procurar lá a deputada, o deputado que a gente elegeu, tem um linkezinho lá, acompanhe este parlamentar, tudo que essa pessoa fizer aqui dentro da Câmara Federal você vai receber lá no seu e-mail. </p>

<p><strong>MADU:</strong> É assim que os nossos representantes vão saber o que queremos? </p>

<p><strong>CORINA :</strong> Eu acho que também é importante participar das reuniões, né, desse representante, pode formar um grupo de interesse para ganhar mais força, né? Mais representatividade. Outra coisa que acontece muito hoje em dia são as petições, né. A gente faz um documento e pede para as pessoas assinarem pra mostrar que elas também querem a mesma coisa. As redes sociais são uma forma de pressão muito importante hoje em dia, é uma maneira rápida de espalhar a mensagem. Por último, o mais importante é a gente votar de uma forma consciente. Se essa representante sua não cumpriu as promessas que fez, é importante a gente se lembrar disso na próxima eleição.  </p>

<p>SOBE SOM: BOB MARLEY GET UP, STAND UP </p>

<p>Get up, stand up </p>

<p>Stand up for your rights </p>

<p>Get up, stand up </p>

<p>Don't give up the fight </p>

<p><strong>MADU:</strong>Levante-se, levante-se  <br>
Defenda seus direitos <br>
Levante-se, levante-se  <br>
Não desista da luta </p>

<p><strong>CAETANO:</strong> Muito importante mesmo. Temos que ficar de olho nos políticos o tempo todo! </p>

<p><strong>MADU:</strong> As crianças do colégio Pedro II deixaram mais alguns pedidos pros prefeitos e prefeitas, vereadores e vereadoras que forem eleitos. </p>

<p><strong>CPII RECLAMAÇÕES CONSERVAÇÃO:</strong> Tia, eu pediria pro prefeito para ele arrumar as calçadas, esses dias a minha avó até caiu no meio da calçada lá. Eu vou de transporte para escola, né, tava sentado, aí o carro deu um freiadão, porque tinha um buraco, aí eu caí de cabeça num ferro, aí começou a sangrar. Lá na ilha, onde que eu moro, na Ilha do Governador, praticamente todo lugar tá com o maior buracão lá, por causa que todo ano fica estourando lá o negócio, aí abriu o maior buracão. A minha amiga, no outro dia, pisou em um buraco, ela tá toda machucada. Eu queria pedir para o prefeito botar asfalto na rua. Tem uma pracinha perto da minha casa, aí eles demoram muito para fazer a obra e às vezes fica muito brinquedo enferrujado, aí pode cortar a mão. Tentar tirar o máximo possível dos buracos da rua. Devia ter uma proteção de bueiros, porque quando eu era pequena, um dia eu tava voltando da minha creche e meu pé entrou dentro de um bueiro e doeu muito, eu chorei muito. E eu também acho que, lá onde eu moro tem uma praça, e eles reformam a praça, só que as pessoas vandalizam muito também. </p>

<p><strong>CAETANO:</strong> Os prefeitos e prefeitas, vereadores e vereadoras tem que cuidar da cidade, mas os moradores precisam zelar pelos bens públicos também, né? Afinal, se é público, é de todos. </p>

<p><strong>SOBE SOM: SALTIMBANCOS </strong></p>

<p>Todos juntos somos fortes </p>

<p>Somos flecha e somos arco </p>

<p>Todos nós no mesmo barco </p>

<p>Não há nada pra temer </p>

<p>Ao meu lado há um amigo </p>

<p>Que é preciso proteger </p>

<p>Todos juntos somos fortes </p>

<p>Não há nada pra temer </p>

<p><strong>AKEMI:</strong> Muito bem, criançada! Agora é conversar com os amigos e com os adultos pra votarem em pessoas comprometidas em fazer das cidades um lugar melhor para todos. E que garantam um futuro bom para as crianças de hoje.  </p>

<p><strong>SOBE SOM :TRILHA ORIGINAL </strong></p>

<p><strong>MADU: </strong>Este foi o último episódio bônus do podcast Crianças Sabidas sobre as eleições de 2024. Eu sou a Maria Eduarda Arcoverde, tenho 9 anos, sou a perguntadeira.  </p>

<p><strong>CAETANO: </strong>E eu sou Caetano Farias, tenho 11 anos e sou o explicador. Crianças Sabidas é uma produção original da Radioagência Nacional, um serviço público de mídia da EBC, a Empresa Brasil de Comunicação. </p>

<p><strong>AKEMI:</strong> As crianças do Colégio Pedro II, Campus São Cristóvão I, também chamado de Pedrinho, são: </p>

<p><strong>CPII ASSINATURAS:</strong> Meu nome é Ana Júlia, sou da 504, eu tenho 10 anos. Arthur Cavalcante, sou da 504 e tenho 10 anos. Meu nome é Conrado Senras, eu sou da 504 e tenho 10 anos. Meu nome é David Samuel, sou da 504 e tenho 11 anos. Meu nome é Yago Francisco, eu sou da 504 e tenho 11 anos. Meu nome é Isabela, tenho 10 anos e sou da turma 502. Meu nome é Ana Beatriz, eu tenho 11 anos e sou da 502. Meu nome é Riquelme, eu tenho 10 anos e eu sou da 502. Sophia, 11 anos, 502. Meu nome é Francisco, eu tenho 10 anos e sou da 508. Meu nome é Maria Eduarda, eu sou da 506 e tenho 10 anos. Teodoro, sem H. 10, 506. Meu nome é Rafael, eu tenho 10 anos e eu sou da 508. Meu nome é Alice, tenho 10 anos e também sou da 508. Sou Victor Hugo, mas pode me chamar de Vitor, eu sou da 506 também. Meu nome é Gabriel, tenho 11 anos e sou da 506.  </p>

<p><strong>MADU:</strong> Agradecemos a participação da Corina Castro, do Plenarinho, e do Mario Volpi, do Unicef, além do pessoal do Colégio Pedro II. </p>

<p><strong>AKEMI:</strong> A reportagem, roteiro, apresentação e montagem foram minhas, Akemi Nitahara. </p>

<p>Edição e coordenação de processos de Beatriz Arcoverde, que também fez a implementação web junto com Lincoln Araújo.  </p>

<p>Caio Freire Cardoso Oliveira, de 10 anos, gravou o título dos episódios.  </p>

<p>Gravação de Tony Godoy e Jaime Batista. </p>

<p>Interpretação em Libras da equipe de tradução da EBC.  </p>

<p>A música tema original foi composta por Ricardo Vilas e também usamos composições de Newton Cardoso para o banco de trilhas de EBC, além de trecho da música Get up, Stand up, de Bob Marley and The Wailers, e Todos Juntos, da peça Os Saltimbancos, de Chico Buarque. </p>

<p><strong>CAETANO:</strong> Você pode ouvir os outros episódios do Crianças Sabidas aqui no site da Radioagência Nacional, nos tocadores de áudio e com interpretação em Libras no Youtube.  </p>

<p><strong>MADU:</strong> Também tem podcast sobre temas bem interessantes pra quem quer ficar mais sabido, como o Grandes Invisíveis e Golpe de 1964: Perdas e Danos.  </p>

<p><strong>AKEMI:</strong> Ficamos por aqui e até o próximo Crianças Sabidas! </p>

<p><strong>MADU e CAETANO:</strong> Tchauuu </p>

<p><strong>Sobe som 🎶  </strong></p>
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<button class="accordion"> <span>Videocast em Libras</span></button>

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<button class="accordion"><svg fill="none" height="24" viewbox="0 0 24 24" width="24" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"> <path d="M12 13.5C14.0711 13.5 15.75 11.8211 15.75 9.75C15.75 7.67893 14.0711 6 12 6C9.92893 6 8.25 7.67893 8.25 9.75C8.25 11.8211 9.92893 13.5 12 13.5Z" stroke="white" stroke-linecap="round" stroke-linejoin="round"></path> <path d="M17.25 21C17.25 19.6076 16.6969 18.2723 15.7123 17.2877C14.7277 16.3031 13.3924 15.75 12 15.75C10.6076 15.75 9.27226 16.3031 8.28769 17.2877C7.30312 18.2723 6.75 19.6076 6.75 21H17.25Z" stroke="white" stroke-linecap="round" stroke-linejoin="round"></path> <path d="M18 10.5C18.6392 10.5 19.2678 10.3366 19.8261 10.0253C20.3844 9.71406 20.8539 9.26524 21.1899 8.72149C21.526 8.17775 21.7175 7.55712 21.7462 6.91856C21.7749 6.27999 21.64 5.64468 21.3541 5.07295C21.0682 4.50122 20.641 4.01205 20.1129 3.6519C19.5848 3.29174 18.9734 3.07256 18.3368 3.01515C17.7001 2.95775 17.0594 3.06403 16.4754 3.32391C15.8914 3.58379 15.3835 3.98863 15 4.5" stroke="white" stroke-linecap="round" stroke-linejoin="round"></path> <path d="M18.75 18H23.25C23.25 16.6076 22.6969 15.2723 21.7123 14.2877C20.7277 13.3031 19.3924 12.75 18 12.75" stroke="white" stroke-linecap="round" stroke-linejoin="round"></path> <path d="M9 4.5C8.61647 3.98863 8.1086 3.58379 7.5246 3.32391C6.9406 3.06403 6.29986 2.95775 5.66323 3.01515C5.0266 3.07256 4.41521 3.29174 3.88712 3.6519C3.35903 4.01205 2.93176 4.50122 2.6459 5.07295C2.36003 5.64468 2.22506 6.27999 2.25379 6.91856C2.28252 7.55712 2.47401 8.17775 2.81006 8.72149C3.14611 9.26524 3.61558 9.71406 4.17388 10.0253C4.73219 10.3366 5.36079 10.5 6 10.5" stroke="white" stroke-linecap="round" stroke-linejoin="round"></path> <path d="M6 12.75C4.60761 12.75 3.27226 13.3031 2.28769 14.2877C1.30312 15.2723 0.75 16.6076 0.75 18H5.25" stroke="white" stroke-linecap="round" stroke-linejoin="round"></path> </svg> <span>Créditos</span></button>

<div class="panel">
<table cellspacing="24">
	<tbody>
		<tr>
			<td>
			<p> A reportagem, roteiro, apresentação e montagem</p>
			</td>
			<td>Akemi Nitahara</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Narração</td>
			<td>Akemi Nitahara , Caetano Farias e Maria Eduarda Arcoverde</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Edição, coordenação de processos::</td>
			<td>Beatriz Arcoverde</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Implementação web</td>
			<td>Beatriz Arcoverde e Lincoln Araújo </td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Locução dos títulos dos episódios</td>
			<td>Caio Freire Cardoso Oliveira</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Interpretação em Libras:</td>
			<td>Equipe EBC</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Gravação dos áudios</td>
			<td>Márcio Freitas e Jaime Batista</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Música tema original</td>
			<td>Ricardo Vilas</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Trecho de <em>Saúde</em></td>
			<td>Rita Lee</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Agradecimentos:</td>
			<td>Ana Júlia, Arthur Cavalcante, Conrado Senras, David Samuel, Yago Francisco, Isabela, Ana Beatriz, Riquelme, Sophia, Francisco, Maria Eduarda, Teodoro, Rafael, Alice, Victor Hugo e Gabriel. Estudantes do Dom Pedro II, no Rio de Janeiro. </td>
		</tr>
	</tbody>
</table>
</div>
</div>
<!--código para abrir sections-->

<p> </p>


  <span class="hms hms-format-m-ss">16:31</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>MP da Câmara destina parte de renda das bets para saúde de policiais</title>
<link>https://apareceu.com/mp-da-camara-destina-parte-de-renda-das-bets-para-saude-de-policiais</link>
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<description><![CDATA[ Enquanto o Senado discutia a PEC da escala 6x1, a Câmara votava uma medida provisória que destina parte dos recursos — 3% — do que é arrecadado pelas bets para o Funapol, que é o fundo da Polícia Federal destinado para as atividades-fim. É dinheiro que vai para a saúde dos policiais. O repasse será gradual: 1% agora, mais 1% ano que vem, chegando aos 3% em 2028. O texto segue para o Senado.

Os deputados aprovaram ainda um requerimento de urgência sobre outra proposta, do projeto que equipara a misoginia ao racismo. Com isso, o ódio, o menosprezo, a discriminação ou a aversão às mulheres se torna crime inafianável e imprescritível. Isso se a proposta for aprovada, porque o que foi aprovado neste primeiro momento foi apenas o requerimento de urgência, o que dá direito ao projeto ir direto a plenário, sem passar por comissões. O tema é uma das prioridades da casa e a ideia é votar logo.

Também na pauta da Câmara está uma proposta que criminaliza o uso de fotos, vídeos e áudios com inteligência artificial para praticar violência contra a mulher.

Outro projeto que já teve o requerimento de urgência aprovado nesta quarta-feira (1º) é o que reduz a área de proteção ambiental da baleia-franca no estado de Santa Catarina. É o projeto da deputada Júlia Zanatta, do PL. A favor do tema, ela diz que é preciso reduzir a área de conservação porque essa conservação impede a regularização fundiária das pessoas de baixa renda que moram no local. Vai ser uma redução de mais de 30 mil hectares.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) é contra. Fala da relevância do local não só para o patrimônio ambiental brasileiro, como para as populações que vivem e trabalham na região.

A área foi criada no ano 2000 para proteger a baleia-franca — que é ameaçada de extinção — e também todo o sistema costeiro: as dunas, as lagoas, as restingas e outros animais, enfim, toda a fauna e flora da região.
 
  2:14 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, destina, parte, renda, das, bets, para, saúde, policiais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto o Senado discutia a PEC da escala 6x1, a Câmara votava uma medida provisória que destina parte dos recursos — 3% — do que é arrecadado pelas <em>bets </em>para o Funapol, que é o fundo da Polícia Federal destinado para as atividades-fim. É dinheiro que vai para a saúde dos policiais. O repasse será gradual: 1% agora, mais 1% ano que vem, chegando aos 3% em 2028. O texto segue para o Senado.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695740&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695740&o=rss"></p>

<p>Os deputados aprovaram ainda um requerimento de urgência sobre outra proposta, do <strong>projeto que equipara a misoginia ao racismo</strong>. Com isso, o ódio, o menosprezo, a discriminação ou a aversão às mulheres se torna crime inafianável e imprescritível. Isso se a proposta for aprovada, porque o que foi aprovado neste primeiro momento foi apenas o requerimento de urgência, o que dá direito ao projeto ir direto a plenário, sem passar por comissões. O tema é uma das prioridades da casa e a ideia é votar logo.</p>

<p>Também na pauta da Câmara está uma proposta que criminaliza o uso de fotos, vídeos e áudios com inteligência artificial para praticar violência contra a mulher.</p>

<p>Outro projeto que já teve o requerimento de urgência aprovado nesta quarta-feira (1º) é o que <strong>reduz a área de proteção ambiental da baleia-franca</strong> no estado de Santa Catarina. É o projeto da deputada Júlia Zanatta, do PL. A favor do tema, ela diz que é preciso reduzir a área de conservação porque essa conservação <strong>impede a regularização fundiária das pessoas de baixa renda que moram no local</strong>. Vai ser uma redução de mais de 30 mil hectares.</p>

<p>O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) é contra. Fala da relevância do local não só para o patrimônio ambiental brasileiro, como para as populações que vivem e trabalham na região.</p>

<p>A área foi criada no ano 2000 para proteger a baleia-franca — que é ameaçada de extinção — e também todo o sistema costeiro: as dunas, as lagoas, as restingas e outros animais, enfim, toda a fauna e flora da região.<br>
 </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:14</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TSE lança ferramenta para acompanhar eleitorado brasileiro no exterior</title>
<link>https://apareceu.com/tse-lanca-ferramenta-para-acompanhar-eleitorado-brasileiro-no-exterior</link>
<guid>https://apareceu.com/tse-lanca-ferramenta-para-acompanhar-eleitorado-brasileiro-no-exterior</guid>
<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou uma ferramenta para acompanhar a participação dos brasileiros que vivem fora do país. O Painel de Dados do Eleitorado no Exterior reúne informações históricas sobre o perfil, a distribuição geográfica e os índices de comparecimento e abstenção em seções de todo o mundo. A plataforma permite uma navegação interativa por continentes, países e cidades. O objetivo é subsidiar o planejamento logístico da Justiça Eleitoral, com dados que antes dependiam da extração de grandes volumes de planilhas.

A ferramenta permite explorar séries históricas de forma simples, otimizando o acesso a informações sobre o eleitorado e as seções de votação. Segundo o TSE, o painel auxilia no dimensionamento da infraestrutura, como o número de urnas a serem enviadas e a distribuição de mesários.

Perfil do eleitor migrante

Além disso, as séries históricas revelam mudanças no perfil do eleitor migrante. Em novos polos, como o Canadá, por exemplo, há predominância de jovens adultos com alto nível de instrução. Já em destinos tradicionais, como o Japão, o eleitorado é proporcionalmente mais idoso.

O eleitorado brasileiro no exterior cresceu 247,9% entre 2010 e 2022, saltando de 200 mil para mais de 697 mil eleitores. Em maio deste ano, já eram mais de 917 mil. Os dados atualizados para as eleições de 2026 serão divulgados até o fim deste mês.

O painel também traz indicadores de acessibilidade e dados sobre o uso de nome social.

A ferramenta está disponível no portal do TSE, na página de Eleições, Plebiscitos e Referendos.
  1:51 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 03:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou uma ferramenta para acompanhar a participação dos brasileiros que vivem fora do país. <strong>O Painel de Dados do Eleitorado no Exterior reúne informações históricas sobre o perfil, a distribuição geográfica e os índices de comparecimento e abstenção em seções de todo o mundo.</strong> A plataforma permite uma navegação interativa por continentes, países e cidades. O objetivo é subsidiar o planejamento logístico da Justiça Eleitoral, com dados que antes dependiam da extração de grandes volumes de planilhas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695903&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695903&o=rss"></p>

<p>A ferramenta permite explorar séries históricas de forma simples, otimizando o acesso a informações sobre o eleitorado e as seções de votação. Segundo o TSE, o painel auxilia no dimensionamento da infraestrutura, como o número de urnas a serem enviadas e a distribuição de mesários.</p>

<h3>Perfil do eleitor migrante</h3>

<p>Além disso, as séries históricas revelam mudanças no perfil do eleitor migrante. Em novos polos, como o Canadá, por exemplo, há predominância de jovens adultos com alto nível de instrução. Já em destinos tradicionais, como o Japão, o eleitorado é proporcionalmente mais idoso.</p>

<p><strong>O eleitorado brasileiro no exterior cresceu 247,9% entre 2010 e 2022, saltando de 200 mil para mais de 697 mil eleitores. Em maio deste ano, já eram mais de 917 mil. Os dados atualizados para as eleições de 2026 serão divulgados até o fim deste mês.</strong></p>

<p>O painel também traz indicadores de acessibilidade e dados sobre o uso de nome social.</p>

<p>A ferramenta está disponível no portal do TSE, na página de Eleições, Plebiscitos e Referendos.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:51</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Eleições 2026: calendário eleitoral entra em fase decisiva</title>
<link>https://apareceu.com/eleicoes-2026-calendario-eleitoral-entra-em-fase-decisiva</link>
<guid>https://apareceu.com/eleicoes-2026-calendario-eleitoral-entra-em-fase-decisiva</guid>
<description><![CDATA[ A quase três meses das eleições de 2026, o calendário eleitoral entra em sua fase mais decisiva. No próximo sábado, dia 4 de julho, começam a valer as vedações para agentes públicos: ficam proibidas nomeações, exonerações, contratações e até participação em inaugurações de obras. A regra vale até o fim das eleições.

O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, quando os brasileiros escolherão presidente, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. Um eventual segundo turno acontece em 25 de outubro.

As convenções partidárias para definição dos candidatos ocorrem entre 20 de julho e 5 de agosto. Os registros de candidatura devem ser entregues à Justiça Eleitoral até 15 de agosto. No dia seguinte, começa a propaganda eleitoral nas ruas e na internet. Já o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão vai de 28 de agosto a 1º de outubro.

Em setembro, até o dia 14, os sistemas eletrônicos de votação são lacrados em cerimônia oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir do dia 19, candidatos não podem ser presos, exceto em flagrante. Eleitores também têm essa garantia a partir de 29 de setembro.

Após as eleições, o cadastro eleitoral é reaberto em 3 de novembro. Quem não votou no primeiro turno tem até 3 de dezembro para justificar a ausência. Os candidatos eleitos serão diplomados até 18 de dezembro e tomam posse em janeiro de 2027.
  1:42 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 03:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A quase três meses das eleições de 2026, o calendário eleitoral entra em sua fase mais decisiva. No próximo sábado, dia 4 de julho, começam a valer as vedações para agentes públicos<strong>: ficam proibidas nomeações, exonerações, contratações e até participação em inaugurações de obras</strong>. A regra vale até o fim das eleições.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695778&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695778&o=rss"></p>

<p><strong>O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, quando os brasileiros escolherão presidente, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. Um eventual segundo turno acontece em 25 de outubro.</strong></p>

<p>As convenções partidárias para definição dos candidatos ocorrem entre 20 de julho e 5 de agosto. Os registros de candidatura devem ser entregues à Justiça Eleitoral até 15 de agosto. No dia seguinte, começa a propaganda eleitoral nas ruas e na internet. Já o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão vai de 28 de agosto a 1º de outubro.</p>

<p>Em setembro, até o dia 14, os sistemas eletrônicos de votação são lacrados em cerimônia oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir do dia 19, candidatos não podem ser presos, exceto em flagrante. Eleitores também têm essa garantia a partir de 29 de setembro.</p>

<p>Após as eleições, o cadastro eleitoral é reaberto em 3 de novembro. Quem não votou no primeiro turno tem até 3 de dezembro para justificar a ausência. Os candidatos eleitos serão diplomados até 18 de dezembro e tomam posse em janeiro de 2027.</p>
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</item>

<item>
<title>MEIs e misoginia estão entre os temas da semana no Congresso</title>
<link>https://apareceu.com/meis-e-misoginia-estao-entre-os-temas-da-semana-no-congresso</link>
<guid>https://apareceu.com/meis-e-misoginia-estao-entre-os-temas-da-semana-no-congresso</guid>
<description><![CDATA[ Esta segunda (29) é dia de ponto facultativo no Congresso por causa do jogo do Brasil na Copa do Mundo de 2026. Trabalho mesmo só na terça (30), e já com reunião de líderes na Câmara para definir a pauta da semana e as prioridades. 

Entre os assuntos da semana está o texto dos Microempreendedores Individuais (MEIs). É um projeto de lei complementar que aumenta o teto do faturamento dos MEis. Esse assunto está em negociação com o governo - a equipe econômica - que inclusive, deve encaminhar em breve para o Congresso um outro projeto sobre esse assunto. 

Lembrando que o teto dos MEIs foi um dos pontos de acordo quando da votação da PEC que acaba com a escala 6x1. É que como será necessária a adequação da escala de trabalho, é preciso abrir espaço para mais contratações.

Outra prioridade da semana é o projeto da misoginia, que criminaliza o ódio às mulheres e o equipara ao crime de racismo, tornando esse tipo de conduta inafiançável e imprescritível. O projeto que regulamenta a Inteligência Artificial também está entre os tópicos..

No Senado, a escala 6x1 estará em discussão no plenário na quarta-feira (1º), antes do texto ser enviado para a Comissão de Constituição e Justiça para escolha de relator. 

Por enquanto, a PEC continua parada na Secretaria Geral da Mesa aguardando encaminhamento, a três semanas do início do recesso parlamentar.
 
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<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 12:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>MEIs, misoginia, estão, entre, temas, semana, Congresso</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Esta segunda (29) é dia de ponto facultativo no Congresso por causa do jogo do Brasil na Copa do Mundo de 2026. Trabalho mesmo só na terça (30), e já com reunião de líderes na Câmara para definir a pauta da semana e as prioridades. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695123&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695123&o=rss"></p>

<p>Entre os assuntos da semana está o texto dos Microempreendedores Individuais (MEIs). É um <strong>projeto de lei complementar que aumenta o teto do faturamento dos MEis</strong>. Esse assunto está em negociação com o governo - a equipe econômica - que inclusive, deve encaminhar em breve para o Congresso um outro projeto sobre esse assunto. </p>

<p>Lembrando que <strong>o teto dos MEIs foi um dos pontos de acordo quando da votação da PEC que acaba com a escala 6x1</strong>. É que como será necessária a adequação da escala de trabalho, é preciso abrir espaço para mais contratações.</p>

<p>Outra prioridade da semana é o projeto da misoginia, que <strong>criminaliza o ódio às mulheres e o equipara ao crime de racismo</strong>, tornando esse tipo de conduta inafiançável e imprescritível. O projeto que regulamenta a Inteligência Artificial também está entre os tópicos..</p>

<p>No Senado, a escala 6x1 estará em discussão no plenário na quarta-feira (1º), antes do texto ser enviado para a Comissão de Constituição e Justiça para escolha de relator. </p>

<p>Por enquanto, a PEC continua parada na Secretaria Geral da Mesa aguardando encaminhamento, a três semanas do início do recesso parlamentar.<br>
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<title>PEC da escala 6x1 começa a ser discutida no Senado, após 35 dias</title>
<link>https://apareceu.com/pec-da-escala-6x1-comeca-a-ser-discutida-no-senado-apos-35-dias</link>
<guid>https://apareceu.com/pec-da-escala-6x1-comeca-a-ser-discutida-no-senado-apos-35-dias</guid>
<description><![CDATA[ O Senado começa a discutir hoje a PEC 6x1. Hoje, primeiro de julho, exatos 35 dias depois que o texto chegou à Casa e a duas semanas do recesso parlamentar. E vai começar a discutir em sessão temática. Tramitação mesmo, encaminhamento, escolha de relator, isso tudo ainda não começou. A PEC que acaba com a escala 6x1 continua parada na Secretaria Legislativa. Nem foi para a Comissão de Constituição e Justiça para a escolha de relator. Mesmo com a pressão de sindicatos, de categorias, de trabalhadores e de empregados. 

O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, disse lá atrás, quando o texto chegou na Casa -  e repetiu em plenário nessa terça-feira (31/6): a Casa não será mero carimbador de decisões da Câmara.


“Uma matéria debatida há muitos meses na Câmara dos Deputados não pode ser, imediatamente, automaticamente, carimbada e deliberada no plenário do Senado Federal. Esta é uma cobrança permanente das nossas colegas senadores e dos nossos colegas senadores em relação ao trâmite adotado pela presidência do Senado Federal em relação a essas agendas”.


Antes da sessão temática desta quarta-feira, Alcolumbre se reune com o senador Paulo Paim, com a deputada Érika Hilton, uma das que estão à frente dos debates, e com a líder do governo no Senado, Tereza Cristina.

Vai ouvir a posição do governo e das centrais sindicais, assim como já fez com os empresários. Enquanto isso, aumenta a pressão pela votação. A terça-feira foi dia de protestos em, pelo menos, 15 estados a favor da PEC. E no Rio, a greve de ônibus entra no terceiro dia. Uma das reivindicações, além de melhores condições, é justamente o fim da 6x1. A adoção de cinco dias trabalhados para dois de folga sem redução de salário.

 
  2:03 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 12:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado começa a discutir hoje a PEC 6x1. Hoje, primeiro de julho, <strong>exatos 35 dias depois que o texto chegou à Casa e a duas semanas do recesso parlamentar</strong>. E vai começar a discutir em sessão temática. <strong>Tramitação mesmo, encaminhamento, escolha de relator, isso tudo ainda não começou</strong>. A PEC que acaba com a escala 6x1 continua parada na Secretaria Legislativa. Nem foi para a Comissão de Constituição e Justiça para a escolha de relator. Mesmo com a pressão de sindicatos, de categorias, de trabalhadores e de empregados. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695409&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695409&o=rss"></p>

<p>O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, disse lá atrás, quando o texto chegou na Casa -  e repetiu em plenário nessa terça-feira (31/6): <strong>a Casa não será mero carimbador de decisões da Câmara</strong>.</p>

<blockquote>
<p>“Uma matéria debatida há muitos meses na Câmara dos Deputados não pode ser, imediatamente, automaticamente, carimbada e deliberada no plenário do Senado Federal. Esta é uma cobrança permanente das nossas colegas senadores e dos nossos colegas senadores em relação ao trâmite adotado pela presidência do Senado Federal em relação a essas agendas”.</p>
</blockquote>

<p>Antes da sessão temática desta quarta-feira, Alcolumbre se reune com o senador Paulo Paim, com a deputada Érika Hilton, uma das que estão à frente dos debates, e com a líder do governo no Senado, Tereza Cristina.</p>

<p>Vai ouvir a posição do governo e das centrais sindicais, assim como já fez com os empresários. Enquanto isso, aumenta a pressão pela votação. <strong>A terça-feira foi dia de protestos em, pelo menos, 15 estados a favor da PEC. E no Rio, a greve de ônibus entra no terceiro dia. Uma das reivindicações, além de melhores condições, é justamente o fim da 6x1</strong>. A adoção de cinco dias trabalhados para dois de folga sem redução de salário.</p>

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  <span class="hms hms-format-m-ss">2:03</span>]]> </content:encoded>
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<title>Protestos pressionam Senado por avanço da PEC 6x1</title>
<link>https://apareceu.com/protestos-pressionam-senado-por-avanco-da-pec-6x1</link>
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<description><![CDATA[ Protestos em pelo menos 15 estados nesta terça-feira, 30, em favor da PEC 6x1. É uma forma de aumentar a pressão no Senado, que se reúne nesta quarta-feira (01/07) em sessão temática, para discutir o assunto. Serão ouvidos sindicatos, categorias, empresários, os diversos setores interessados. Enquanto isso, a PEC continua parada, aguardando envio para a Comissão de Constituição e Justiça.

Também hoje à tarde tem reunião de líderes na Câmara, mas aí para definir a prioridade da semana. Entre essas prioridades está o projeto que aumenta o teto dos microempreendedores individuais. Projeto que foi encaminhado pelo governo ontem. Qual é a ideia, é aumentar esse teto, que hoje é de R$ 81 mil, para R$ 110 mil no ano que vem e R$ 140 mil no outro ano, em 2028. Proposta que vai para a comissão especial ainda, e ela veio junto das discussões da PEC 6x1 lá na Câmara.

No Senado, enquanto a 6x1 está parada, o que está andando mesmo são as votações das chamadas pautas-bomba. Na sessão de hoje tem o projeto que concede aposentadoria diferenciada aos agentes comunitários de saúde e aos agentes de combate às endemias. Aposentadoria aos 57 anos para as mulheres e 60 para os homens, com 25 anos de contribuição e de exercício na atividade. O governo tem dito que não é contra os pisos salariais e aposentadorias, o problema é fechar a conta, ver de onde vai tirar para pagar. O impacto, se somadas pelo menos nove pautas-bomba em tramitação, segundo o Ministério da Fazenda, o impacto é de R$ 111 bilhões.
  1:53 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 12:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Protestos em pelo menos 15 estados nesta terça-feira, 30, em favor da PEC 6x1. É uma forma de aumentar a pressão no Senado, que se reúne nesta quarta-feira (01/07) em sessão temática, para discutir o assunto. Serão ouvidos sindicatos, categorias, empresários, os diversos setores interessados. Enquanto isso, a PEC continua parada, aguardando envio para a Comissão de Constituição e Justiça.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695275&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695275&o=rss"></p>

<p>Também hoje à tarde tem reunião de líderes na Câmara, mas aí para definir a prioridade da semana. Entre essas prioridades está o projeto que aumenta o teto dos microempreendedores individuais. Projeto que foi encaminhado pelo governo ontem. Qual é a ideia, é aumentar esse teto, que hoje é de R$ 81 mil, para R$ 110 mil no ano que vem e R$ 140 mil no outro ano, em 2028. Proposta que vai para a comissão especial ainda, e ela veio junto das discussões da PEC 6x1 lá na Câmara.</p>

<p><strong>No Senado, enquanto a 6x1 está parada, o que está andando mesmo são as votações das chamadas pautas-bomba.</strong> Na sessão de hoje tem o projeto que concede aposentadoria diferenciada aos agentes comunitários de saúde e aos agentes de combate às endemias. Aposentadoria aos 57 anos para as mulheres e 60 para os homens, com 25 anos de contribuição e de exercício na atividade. O governo tem dito que não é contra os pisos salariais e aposentadorias, o problema é fechar a conta, ver de onde vai tirar para pagar. O impacto, se somadas pelo menos nove pautas-bomba em tramitação, segundo o Ministério da Fazenda, o impacto é de R$ 111 bilhões.</p>
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<title>Governo enviará ao Congresso PL que aumenta teto e funcionários do MEI</title>
<link>https://apareceu.com/governo-enviara-ao-congresso-pl-que-aumenta-teto-e-funcionarios-do-mei</link>
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<description><![CDATA[ O novo teto do Microempreendedor Individual (MEI) deve ficar entre R$ 130 mil e R$ 140 mil. Além disso, ele poderá ter dois empregados. A mudança deve constar no texto do projeto de lei que será enviado pelo governo ao Congresso Nacional até a próxima semana, segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

Ele participou, nesta sexta-feira (26), do programa Bom Dia Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Bruno Moretti afirmou que o governo está conversando com o relator e com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para apresentar os números e o impacto nas contas públicas.


&quot;Nós ainda estamos fechando. Basicamente o teto será aquele que atualiza a perda inflacionária desde a última vez em que o teto foi colocado. Então é assim, mais ou menos, que o projeto vai pra Câmara, provavelmente até a semana que vem. Entre R$ 130 mil e R$ 140 mil, com mais um empregado podendo ser contratado pelo MEI&quot;.


Atualmente, o limite de faturamento para que o empresário possa ser enquadrado como MEI é de R$ 81 mil. Ele também pode contratar apenas um funcionário. Esse enquadramento garante acesso a vantagens tributárias e previdenciárias.

Acima desse valor, o empreendedor passa a ser tributado pelo Simples Nacional. Esse é outro ponto em discussão no Congresso: o relator, deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), propõe aumentar o teto do Simples de R$ 4,8 milhões para R$ 8 milhões.

O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, defende que as mudanças devem respeitar os limites das contas públicas.


&quot;É uma demanda legítima, e nosso papel é mostrar o impacto dessas medidas sobre as contas públicas. Então, o processo de pactuação tá sendo feito, e o diálogo com o relator, com o presidente Hugo Motta é permanente, muito respeitoso e produtivo. E a gente tá tentando mostrar que é preciso avançar nessa pauta sem abrir mão do equilíbrio das contas públicas&quot;.


Esse debate sobre o microempreendedor individual e o Simples Nacional surgiu com o avanço do debate sobre o fim da jornada 6x1. Sobre esse tema, o ministro afirmou que a proposta é compatível com a economia brasileira e que eventuais apoios às empresas podem ser discutidos posteriormente entre governo e empresários.
 
  2:12 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 21:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>novo teto do Microempreendedor Individual (MEI) deve ficar entre R$ 130 mil e R$ 140 mil</strong>. Além disso, ele <strong>poderá ter dois empregados</strong>. A mudança deve constar no texto do <strong>projeto de lei que será enviado pelo governo ao Congresso Nacional até a próxima semana</strong>, segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694826&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694826&o=rss"></p>

<p>Ele participou, nesta sexta-feira (26), do programa <em>Bom Dia Ministro</em>, da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>.</p>

<p>Bruno Moretti afirmou que o governo está conversando com o relator e com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para apresentar os números e o impacto nas contas públicas.</p>

<blockquote>
<p>"Nós ainda estamos fechando. Basicamente o teto será aquele que atualiza a perda inflacionária desde a última vez em que o teto foi colocado. Então é assim, mais ou menos, que o projeto vai pra Câmara, provavelmente até a semana que vem. Entre R$ 130 mil e R$ 140 mil, com mais um empregado podendo ser contratado pelo MEI".</p>
</blockquote>

<p>Atualmente, o <strong>limite de faturamento para que o empresário possa ser enquadrado como MEI é de R$ 81 mil</strong>.<strong> Ele também pode contratar apenas um funcionário</strong>. Esse enquadramento garante acesso a vantagens tributárias e previdenciárias.</p>

<p>Acima desse valor, o empreendedor passa a ser tributado pelo Simples Nacional. Esse é outro ponto em discussão no Congresso: o relator, deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), propõe aumentar o teto do Simples de R$ 4,8 milhões para R$ 8 milhões.</p>

<p>O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, defende que as mudanças devem respeitar os limites das contas públicas.</p>

<blockquote>
<p>"É uma demanda legítima, e nosso papel é mostrar o impacto dessas medidas sobre as contas públicas. Então, o processo de pactuação tá sendo feito, e o diálogo com o relator, com o presidente Hugo Motta é permanente, muito respeitoso e produtivo. E a gente tá tentando mostrar que é preciso avançar nessa pauta sem abrir mão do equilíbrio das contas públicas".</p>
</blockquote>

<p>Esse debate sobre o microempreendedor individual e o Simples Nacional surgiu com o avanço do debate sobre o fim da jornada 6x1. Sobre esse tema, o ministro afirmou que a proposta é compatível com a economia brasileira e que eventuais apoios às empresas podem ser discutidos posteriormente entre governo e empresários.<br>
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<title>Congresso retoma trabalhos com pauta de IA e PEC 6x1</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-retoma-trabalhos-com-pauta-de-ia-e-pec-6x1</link>
<guid>https://apareceu.com/congresso-retoma-trabalhos-com-pauta-de-ia-e-pec-6x1</guid>
<description><![CDATA[ A semana no Congresso já vai começar com ponto facultativo na segunda-feira. Isso por conta do jogo do Brasil contra o Japão, às duas da tarde. Os trabalhos efetivos vão começar na terça. Com uma reunião de líderes na Câmara para definir a pauta da semana.

O presidente da Casa, Hugo Motta, presidente da Casa, já tinha dito que seria uma espécie de esforço concentrado, para analisar projetos de inteligência artificial e contra a misoginia. Por enquanto, na pauta, estão algumas propostas como o que tipifica penalmente a alteração de fotos, vídeos e áudios com inteligência artificial para praticar violência contra mulheres. Adulterar fotos e vídeos como forma de violência.

No Senado, na quarta-feira, tem sessão temática para tratar da 6x1. Início das discussões sobre a PEC que está parada, aliás, domingo vai fazer um mês que ela está parada lá no Senado depois de ter sido aprovada na Câmara. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ainda não tem sessão convocada. Expectativa pela possibilidade de escolha do relator e isso é feito lá na CCJ.

Tem a preocupação com as pautas-bomba. O governo tem conversado com os presidentes da Câmara e do Senado. O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, disse que é preciso garantir o equilíbrio fiscal.

A semana no Congresso já vai começar com ponto facultativo na segunda-feira. Isso por conta do jogo do Brasil contra o Japão, às duas da tarde. Os trabalhos efetivos vão começar na terça. Com uma reunião de líderes na Câmara para definir a pauta da semana.

O presidente da Casa, Hugo Motta, presidente da Casa, já tinha dito que seria uma espécie de esforço concentrado, para analisar projetos de inteligência artificial e contra a misoginia. Por enquanto, na pauta, estão algumas propostas como o que tipifica penalmente a alteração de fotos, vídeos e áudios com inteligência artificial para praticar violência contra mulheres. Adulterar fotos e vídeos como forma de violência.

No Senado, na quarta-feira, tem sessão temática para tratar da 6x1. Início das discussões sobre a PEC que está parada, aliás, domingo vai fazer um mês que ela está parada lá no Senado depois de ter sido aprovada na Câmara. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ainda não tem sessão convocada. Expectativa pela possibilidade de escolha do relator e isso é feito lá na CCJ.

Tem a preocupação com as pautas-bomba. O governo tem conversado com os presidentes da Câmara e do Senado. O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, disse que é preciso garantir o equilíbrio fiscal.


&quot;O conjunto dessas propostas traria para o orçamento público um impacto inadministrável. Nós temos confiança de que essas propostas serão discutidas conosco e só serão aprovadas mediante o atendimento das regras orçamentárias, das regras fiscais vigentes. Então, eu tenho muita confiança nesse diálogo permanente com o Congresso Nacional para que a gente possa afastar um impacto em relação a essas propostas que o orçamento público não pode absorver.&quot; 


Isso porque no início do mês, o Senado aprovou algumas pautas nesse sentido. Entre elas, a que trata da regularização das dívidas agrícolas e as que tratam de piso salarial para categorias profissionais. O ministro complementou: o que está em discussão não é a legitimidade ou o mérito dos pisos, mas sim, como eles afetam o orçamento público.

Isso porque no início do mês, o Senado aprovou algumas pautas nesse sentido. Entre elas, a que trata da regularização das dívidas agrícolas e as que tratam de piso salarial para categorias profissionais. O ministro complementou: o que está em discussão não é a legitimidade ou o mérito dos pisos, mas sim, como eles afetam o orçamento público.
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<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 21:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Congresso, retoma, trabalhos, com, pauta, PEC, 6x1</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A semana no Congresso já vai começar com ponto facultativo na segunda-feira. Isso por conta do jogo do Brasil contra o Japão, às duas da tarde. Os trabalhos efetivos vão começar na terça. Com uma reunião de líderes na Câmara para definir a pauta da semana.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694858&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694858&o=rss"></p>

<p>O presidente da Casa, Hugo Motta, presidente da Casa, já tinha dito que seria uma espécie de esforço concentrado, para analisar projetos de inteligência artificial e contra a misoginia. Por enquanto, na pauta, estão algumas propostas como o que tipifica penalmente a alteração de fotos, vídeos e áudios com inteligência artificial para praticar violência contra mulheres. Adulterar fotos e vídeos como forma de violência.</p>

<p>No Senado, na quarta-feira, tem sessão temática para tratar da 6x1. Início das discussões sobre a PEC que está parada, aliás, domingo vai fazer um mês que ela está parada lá no Senado depois de ter sido aprovada na Câmara. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ainda não tem sessão convocada. Expectativa pela possibilidade de escolha do relator e isso é feito lá na CCJ.</p>

<p>Tem a preocupação com as pautas-bomba. O governo tem conversado com os presidentes da Câmara e do Senado. O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, disse que é preciso garantir o equilíbrio fiscal.</p>

<p>A semana no Congresso já vai começar com ponto facultativo na segunda-feira. Isso por conta do jogo do Brasil contra o Japão, às duas da tarde. Os trabalhos efetivos vão começar na terça. Com uma reunião de líderes na Câmara para definir a pauta da semana.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694858&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694858&o=rss"></p>

<p>O presidente da Casa, Hugo Motta, presidente da Casa, já tinha dito que seria uma espécie de esforço concentrado, para analisar projetos de inteligência artificial e contra a misoginia. Por enquanto, na pauta, estão algumas propostas como o que tipifica penalmente a alteração de fotos, vídeos e áudios com inteligência artificial para praticar violência contra mulheres. Adulterar fotos e vídeos como forma de violência.</p>

<p>No Senado, na quarta-feira, tem sessão temática para tratar da 6x1. Início das discussões sobre a PEC que está parada, aliás, domingo vai fazer um mês que ela está parada lá no Senado depois de ter sido aprovada na Câmara. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ainda não tem sessão convocada. Expectativa pela possibilidade de escolha do relator e isso é feito lá na CCJ.</p>

<p>Tem a preocupação com as pautas-bomba. O governo tem conversado com os presidentes da Câmara e do Senado. O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, disse que é preciso garantir o equilíbrio fiscal.</p>

<blockquote>
<p>"O conjunto dessas propostas traria para o orçamento público um impacto inadministrável. Nós temos confiança de que essas propostas serão discutidas conosco e só serão aprovadas mediante o atendimento das regras orçamentárias, das regras fiscais vigentes. Então, eu tenho muita confiança nesse diálogo permanente com o Congresso Nacional para que a gente possa afastar um impacto em relação a essas propostas que o orçamento público não pode absorver." </p>
</blockquote>

<p>Isso porque no início do mês, o Senado aprovou algumas pautas nesse sentido. Entre elas, a que trata da regularização das dívidas agrícolas e as que tratam de piso salarial para categorias profissionais. O ministro complementou: o que está em discussão não é a legitimidade ou o mérito dos pisos, mas sim, como eles afetam o orçamento público.</p>

<p>Isso porque no início do mês, o Senado aprovou algumas pautas nesse sentido. Entre elas, a que trata da regularização das dívidas agrícolas e as que tratam de piso salarial para categorias profissionais. O ministro complementou: o que está em discussão não é a legitimidade ou o mérito dos pisos, mas sim, como eles afetam o orçamento público.</p>
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</item>

<item>
<title>Após criticar Trump, Lula fala em investir para proteger soberania</title>
<link>https://apareceu.com/apos-criticar-trump-lula-fala-em-investir-para-proteger-soberania</link>
<guid>https://apareceu.com/apos-criticar-trump-lula-fala-em-investir-para-proteger-soberania</guid>
<description><![CDATA[ Depois que enviou equipes e mantimentos para a população venezuelana, o presidente Lula determinou ao Ministro da Defesa, José Múcio, que visite o país, na próxima semana.  


&quot;Eu queria,  José Múcio, determinar que semana que vem você vá à Venezuela para discutir o que a nossa defesa pode fazer para ajudar o povo da Venezuela&quot;.


O anúncio foi feito nesta sexta-feira (26), durante a cerimônia de entrega de mais um navio militar da Marinha, em Itajaí, no litoral de Santa Catarina. No começo do discurso, Lula pediu um minuto de silêncio em homenagem as centenas de vidas perdidas após os tremores de terra que atingiram a Venezuela.  

Durante o evento, foi entregue a terceira embarcação do programa que prevê a construção de quatro navios militares de alta tecnologia à Marinha. Ao lado de outras autoridades, o presidente Lula disse que não se trata apenas de uma fragata.  


&quot;O presidente americano quer tomar a Groelândia, [tomar] o Canadá, que vai virar estado dele, quer tomar o Canal do Panamá... Onde é que nós estamos? Isso aqui não é um navio. Isso não é um monte de ferro com produto tecnológico de primeira linha. Isso é o começo de um país que vai asusmir o direito de ser soberano.&quot;


O presidente também chamou atenção para a defesa da soberania e do território brasileiros, por meio de um projeto estratégico.  


&quot;Nós precisamos construir um projeto estratégico e a gente vai ter que ter dinheiro para colocar esse projeto em andamento; Nós não queremos briga com ninguém,  não queremos invadir ninguém, não queremos guerra com ninguém, mas nós estaremos preparados para defender nossos 8 milhões e meio de quilômetros quadrados e 215 milhões de habitantes&quot;.


O evento foi no Estaleiro Brasil Sul, que fica em Itajaí e é responsável pela fabricação das embarcações. Esta foi a terceira entrega do programa, a Fragata “Cunha Moreira”, que foi lançada ao mar e batizada, conforme a tradição.  

O Programa Fragatas Classe Tamandaré prevê a construção de quatro navios militares, com investimentos que passam de R$ 13 bilhões, até 2030. Cada um deles pesa mais de 3 mil toneladas e mede mais de 100 metros de comprimento. A embarcação conta com “convés de voo e hangar para helicópteros, além de radares, sistemas de armas avançados e sensores integrados”.  

Com a entrega desta sexta-feira, já foram lançadas as fragatas Tamandaré, Jerônimo de Albuquerque e Cunha Moreira. A quarta embarcação, Mariz e Barros, está em construção e deve ser lançada em 2027.

Apesar do batismo e do lançamento ao mar, a fragata Cunha Moreira ainda passará pela instalação de sistemas e pela fase de testes antes de entrar em operação na Marinha, o que está previsto para 2028.

 
  3:14 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 21:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Após, criticar, Trump, Lula, fala, investir, para, proteger, soberania</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Depois que enviou equipes e mantimentos para a população venezuelana,<strong> o presidente Lula determinou ao Ministro da Defesa, José Múcio, que visite o país, na próxima semana.  </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694904&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694904&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Eu queria,  José Múcio, determinar que semana que vem você vá à Venezuela para discutir o que a nossa defesa pode fazer para ajudar o povo da Venezuela".</p>
</blockquote>

<p>O anúncio foi feito nesta sexta-feira (26), durante<strong> a cerimônia de entrega de mais um navio militar da Marinha, em Itajaí, no litoral de Santa Catarina.</strong> No começo do discurso, Lula pediu um minuto de silêncio em homenagem as centenas de vidas perdidas após os tremores de terra que atingiram a Venezuela.  </p>

<p>Durante o evento, foi entregue <strong>a terceira embarcação do programa que prevê a construção de quatro navios militares de alta tecnologia à Marinha</strong>. Ao lado de outras autoridades, o presidente Lula disse que não se trata apenas de uma fragata.  </p>

<blockquote>
<p>"O presidente americano quer tomar a Groelândia, [tomar] o Canadá, que vai virar estado dele, quer tomar o Canal do Panamá... Onde é que nós estamos? Isso aqui não é um navio. Isso não é um monte de ferro com produto tecnológico de primeira linha. Isso é o começo de um país que vai asusmir o direito de ser soberano."</p>
</blockquote>

<p><strong>O presidente também chamou atenção para a defesa da soberania e do território brasileiros, por meio de um projeto estratégico.  </strong></p>

<blockquote>
<p>"Nós precisamos construir um projeto estratégico e a gente vai ter que ter dinheiro para colocar esse projeto em andamento; Nós não queremos briga com ninguém,  não queremos invadir ninguém, não queremos guerra com ninguém, mas nós estaremos preparados para defender nossos 8 milhões e meio de quilômetros quadrados e 215 milhões de habitantes".</p>
</blockquote>

<p>O evento foi no Estaleiro Brasil Sul, que fica em Itajaí e é responsável pela fabricação das embarcações. Esta foi a terceira entrega do programa, a Fragata “Cunha Moreira”, que foi lançada ao mar e batizada, conforme a tradição.  </p>

<p>O Programa Fragatas Classe Tamandaré prevê a construção de quatro navios militares, com investimentos que passam de R$ 13 bilhões, até 2030. Cada um deles pesa mais de 3 mil toneladas e mede mais de 100 metros de comprimento. A embarcação conta com “convés de voo e hangar para helicópteros, além de radares, sistemas de armas avançados e sensores integrados”.  </p>

<p>Com a entrega desta sexta-feira, já foram lançadas as fragatas Tamandaré, Jerônimo de Albuquerque e Cunha Moreira. A quarta embarcação, Mariz e Barros, está em construção e deve ser lançada em 2027.</p>

<p>Apesar do batismo e do lançamento ao mar, a fragata Cunha Moreira ainda passará pela instalação de sistemas e pela fase de testes antes de entrar em operação na Marinha, o que está previsto para 2028.</p>

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<item>
<title>Flávio Bolsonaro cometeu injúria contra presidente Lula, diz PF</title>
<link>https://apareceu.com/flavio-bolsonaro-cometeu-injuria-contra-presidente-lula-diz-pf</link>
<guid>https://apareceu.com/flavio-bolsonaro-cometeu-injuria-contra-presidente-lula-diz-pf</guid>
<description><![CDATA[ O senador Flávio Bolsonaro cometeu crime de calúnia contra o presidente Lula em uma postagem nas redes sociais. Foi o que concluiu a Polícia Federal no relatório final do inquérito que apura o caso no Supremo Tribunal Federal.

O relator do processo é o ministro Alexandre de Moraes.

A publicação foi feita em janeiro deste ano, na rede social X, após os Estados Unidos capturarem o ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Na mensagem, Flávio escreveu: &quot;Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas.&quot;

Para a Polícia Federal, &quot;fica claro que o senador imputou falsamente ao presidente Lula os crimes de lavagem de dinheiro e de tráfico internacional de drogas e armas&quot;.

Agora, após o envio do relatório da PF ao Supremo, o documento será remetido à Procuradoria-Geral da República para análise.

O senador Flávio Bolsonaro ainda não comentou o caso.

* com informações da Agência Brasil.
  1:07 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 21:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Flávio, Bolsonaro, cometeu, injúria, contra, presidente, Lula, diz</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O senador <strong>Flávio Bolsonaro cometeu crime de calúnia contra o presidente Lula </strong>em uma postagem nas redes sociais. Foi o que concluiu a Polícia Federal no <strong>relatório final do inquérito que apura o caso no Supremo Tribunal Federal</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694989&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694989&o=rss"></p>

<p>O relator do processo é o ministro Alexandre de Moraes.</p>

<p>A publicação foi feita em janeiro deste ano, na rede social X, após os Estados Unidos capturarem o ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.</p>

<p>Na mensagem, Flávio escreveu: "Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas."</p>

<p>Para a Polícia Federal, <strong>"fica claro que o senador imputou falsamente ao presidente Lula os crimes de lavagem de dinheiro e de tráfico internacional de drogas e armas"</strong>.</p>

<p>Agora, após o envio do relatório da PF ao Supremo, o documento será remetido à Procuradoria-Geral da República para análise.</p>

<p>O senador Flávio Bolsonaro ainda não comentou o caso.</p>

<h5>* com informações da Agência Brasil.</h5>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:07</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Jacques Wagner deixa liderança do governo no Senado Federal</title>
<link>https://apareceu.com/jacques-wagner-deixa-lideranca-do-governo-no-senado-federal</link>
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<description><![CDATA[ Após se reunir com o presidente Lula nesta quarta-feira, o senador Jaques Wagner, do PT da Bahia, informou que deixará a liderança do governo no Senado Federal.

Em uma postagem nas redes sociais, Jaques Wagner escreveu que a decisão foi tomada em comum acordo, após uma conversa entre amigos.

Na última quinta-feira, o parlamentar e o empresário Augusto Lima foram alvos da nona fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal.

Jaques Wagner foi apontado como possível beneficiário de pagamentos, favorecimentos e aquisições patrimoniais vinculadas a Augusto Lima ou ao Banco Master, por intermédio de familiares e pessoas de confiança.

O senador declarou publicamente que sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro é praticamente zero e que nunca recebeu dinheiro do Banco Master.

Na postagem desta quarta-feira, Jaques Wagner disse ainda que, neste momento, a prioridade é provar sua inocência e se dedicar às eleições.

* Esta matéria foi atualizada às 19h30, com a troca do áudio.
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<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Após se reunir com o presidente Lula nesta quarta-feira, o senador Jaques Wagner, do PT da Bahia, informou que deixará a liderança do governo no Senado Federal.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694622&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694622&o=rss"></p>

<p>Em uma postagem nas redes sociais, Jaques Wagner escreveu que a decisão foi tomada em comum acordo, após uma conversa entre amigos.</p>

<p>Na última quinta-feira, o parlamentar e o empresário Augusto Lima foram alvos da nona fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal.</p>

<p>Jaques Wagner foi apontado como possível beneficiário de pagamentos, favorecimentos e aquisições patrimoniais vinculadas a Augusto Lima ou ao Banco Master, por intermédio de familiares e pessoas de confiança.</p>

<p>O senador declarou publicamente que sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro é praticamente zero e que nunca recebeu dinheiro do Banco Master.</p>

<p>Na postagem desta quarta-feira, Jaques Wagner disse ainda que, neste momento, a prioridade é provar sua inocência e se dedicar às eleições.</p>

<p><em><strong>* Esta matéria foi atualizada às 19h30, com a troca do áudio.</strong></em></p>
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<title>Lula escolhe Teresa Leitão para assumir liderança do governo no Senado</title>
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<description><![CDATA[ A senadora Teresa Leitão, do PT de Pernambuco, foi escolhida pelo presidente Lula para assumir a liderança do governo no Senado. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (25), nas redes sociais do presidente. Com isso, a parlamentar passa a ser responsável pela articulação entre o Executivo e as pautas na Casa. De acordo com Lula, ela assume a “missão de articular o debate e a aprovação de projetos de interesse da população brasileira que estão em tramitação&quot;.

Também pelas redes sociais, a Senadora Teresa Leitão agradeceu ao presidente Lula pela confiança e anunciou compromisso com a “lealdade, o diálogo, a disciplina e o trabalho”. A intenção, segundo ela, é atuar pela “construção de consensos e para o avanço das pautas de interesse do governo e do povo brasileiro, como o fim da escala 6x1, a PEC da Segurança Pública e outras medidas voltadas ao desenvolvimento do país, à justiça social e à melhoria da qualidade de vida da população”.

Jaques Wagner

Teresa Leitão ocupa o cargo deixado pelo senador Jaques Wagner, que anunciou a decisão “em comum acordo” com o presidente Lula. O parlamentar e o empresário Augusto Lima foram alvo de mais uma fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal. Jaques Wagner é apontado como possível beneficiário de pagamentos, favorecimentos e aquisições patrimoniais vinculadas a Augusto Lima ou ao Banco Master, por intermédio de familiares e pessoas de confiança. De acordo com o senador, a relação dele com o banqueiro Daniel Vorcaro é &quot;praticamente zero&quot; e ele nunca recebeu dinheiro do Banco Master. Ao anunciar a saída da liderança do governo no Senado, Wagner disse que a prioridade agora é provar ser inocente e se dedicar às eleições.

Além de Teresa Leitão no Senado, o governo é representado pelo deputado Paulo Pimenta na Câmara e pelo senador Randolfe Rodrigues no Congresso Nacional.

Matéria atualizada às 16h50 com manifestação da senadora.
  2:01 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A senadora Teresa Leitão, do PT de Pernambuco, foi escolhida pelo presidente Lula para assumir a liderança do governo no Senado. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (25), nas redes sociais do presidente. Com isso, a parlamentar passa a ser responsável pela articulação entre o Executivo e as pautas na Casa. De acordo com Lula, ela assume a “missão de articular o debate e a aprovação de projetos de interesse da população brasileira que estão em tramitação".<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694688&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694688&o=rss"></p>

<p><strong>Também pelas redes sociais, a Senadora Teresa Leitão agradeceu ao presidente Lula pela confiança e anunciou compromisso com a “lealdade, o diálogo, a disciplina e o trabalho”. </strong>A intenção, segundo ela, é atuar pela “construção de consensos e para o avanço das pautas de interesse do governo e do povo brasileiro, como o fim da escala 6x1, a PEC da Segurança Pública e outras medidas voltadas ao desenvolvimento do país, à justiça social e à melhoria da qualidade de vida da população”.</p>

<h3>Jaques Wagner</h3>

<p>Teresa Leitão ocupa o cargo deixado pelo senador Jaques Wagner, que anunciou a decisão “em comum acordo” com o presidente Lula. O parlamentar e o empresário Augusto Lima foram alvo de mais uma fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal. <strong>Jaques Wagner é apontado como possível beneficiário de pagamentos, favorecimentos e aquisições patrimoniais vinculadas a Augusto Lima ou ao Banco Master,</strong> por intermédio de familiares e pessoas de confiança. <strong>De acordo com o senador, a relação dele com o banqueiro Daniel Vorcaro é "praticamente zero" e ele nunca recebeu dinheiro do Banco Master.</strong> Ao anunciar a saída da liderança do governo no Senado, Wagner disse que a prioridade agora é provar ser inocente e se dedicar às eleições.</p>

<p>Além de Teresa Leitão no Senado, o governo é representado pelo deputado Paulo Pimenta na Câmara e pelo senador Randolfe Rodrigues no Congresso Nacional.</p>

<p><u><em>Matéria atualizada às 16h50 com manifestação da senadora.</em></u></p>
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<title>Cooperativa de MS é a primeira do país a receber título de propriedade</title>
<link>https://apareceu.com/cooperativa-de-ms-e-a-primeira-do-pais-a-receber-titulo-de-propriedade</link>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula criticou, nesta quinta-feira (25), a burocracia do processo de assentamento da reforma agrária no país e defendeu a destinação de terras da União para trabalhadores rurais, para produção e geração de renda.


&quot;Eu queria que o Incra fizesse o levantamento de todas as terras da União, e nós temos muita terra ainda para que as pessoas não tenham que brigar para invadir uma terra. Nós temos que oferecer. Está aqui nós temos tanto terra em cada estado, quem quiser a gente vai fazer o assentamento para ver se a gente faz a coisa ser mais fácil para ver se a gente é mais convincente para os movimentos, porque às vezes é muito difícil ficar 20 anos na beira de uma estrada, dormindo embaixo de barraco. É muito triste.&quot;


Lula deu a declaração durante evento do programa Terra da Gente, em Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, nesta quinta-feira. Na cerimônia, foram entregues 1.390 títulos de domínio a famílias assentadas em Mato Grosso do Sul. Entre as beneficiadas, estão aquelas que vivem no Assentamento Itamarati, que abrange uma área de 50 mil hectares. Ao todo, são 2.837 famílias que se dedicam a produção de grãos, frutas e hortaliças, além da criação de animais.

A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, anunciou que a Cooperativa dos Agricultores Familiares do Assentamento Itamarati se tornou a primeira do país a receber título de propriedade.


&quot;É uma grande alegria voltar aqui com essa conquista. A gente correu muito, a gente lutou muito, porque o presidente Lula fez um decreto autorizando que a gente titulasse as cooperativas, mas houve uma série de questionamentos no órgão de supervisão do Poder Executivo que atrasou esse nosso processo de entrega. Mas agora que a gente resolveu esse debate com o Tribunal de Contas da União, foi uma cooperativa, duas cooperativas e vão ser centenas de cooperativas que vão ser beneficiadas por essa política.&quot;


De acordo com o governo, a entrega inédita garante segurança jurídica às cooperativas, além de impulsionar a produção, a geração de renda e o desenvolvimento sustentável das famílias assentadas da região. 

A ministra Fernanda Machiaveli também falou sobre uma proposta para titulação de terras quilombolas em áreas públicas.


&quot;O que é que a gente vai fazer agora, presidente? Vamos levar para o senhor uma proposta de decreto para que onde é quilombo em terra pública, a gente não precise fazer o processo todo, a gente simplifica o processo como a gente faz para os assentados da reforma agrária. E com isso a gente vai conseguir titular com uma rapidez muito maior uma grande quantidade de comunidades quilombolas que hoje estão em terras públicas.&quot;


Ainda nesta quinta-feira, em Ponta Porã, o presidente Lula assinou a escritura da Fazenda Che Cay, inserida no Território Quilombola Desidério Felipe de Oliveira e Picadinha, de Dourados/MS, beneficiando 147 famílias.
 
  3:06 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula criticou, nesta quinta-feira (25), a burocracia do processo de assentamento da reforma agrária no país e defendeu a destinação de terras da União para trabalhadores rurais, para produção e geração de renda.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694765&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694765&o=rss"></p>

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<p>"Eu queria que o Incra fizesse o levantamento de todas as terras da União, e nós temos muita terra ainda para que as pessoas não tenham que brigar para invadir uma terra. Nós temos que oferecer. Está aqui nós temos tanto terra em cada estado, quem quiser a gente vai fazer o assentamento para ver se a gente faz a coisa ser mais fácil para ver se a gente é mais convincente para os movimentos, porque às vezes é muito difícil ficar 20 anos na beira de uma estrada, dormindo embaixo de barraco. É muito triste."</p>
</blockquote>

<p>Lula deu a declaração durante evento do programa Terra da Gente, em Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, nesta quinta-feira. Na cerimônia, foram <strong>entregues 1.390 títulos de domínio a famílias assentadas em Mato Grosso do Sul.</strong> Entre as beneficiadas, estão aquelas que vivem no Assentamento Itamarati, que abrange uma área de 50 mil hectares. Ao todo, são 2.837 famílias que se dedicam a produção de grãos, frutas e hortaliças, além da criação de animais.</p>

<p>A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, anunciou que a Cooperativa dos Agricultores Familiares do Assentamento Itamarati se tornou a primeira do país a receber título de propriedade.</p>

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<p>"É uma grande alegria voltar aqui com essa conquista. A gente correu muito, a gente lutou muito, porque o presidente Lula fez um decreto autorizando que a gente titulasse as cooperativas, mas houve uma série de questionamentos no órgão de supervisão do Poder Executivo que atrasou esse nosso processo de entrega. Mas agora que a gente resolveu esse debate com o Tribunal de Contas da União, foi uma cooperativa, duas cooperativas e vão ser centenas de cooperativas que vão ser beneficiadas por essa política."</p>
</blockquote>

<p>De acordo com o governo, <strong>a entrega inédita garante segurança jurídica às cooperativas</strong>, além de impulsionar a produção, a geração de renda e o desenvolvimento sustentável das famílias assentadas da região. </p>

<p>A ministra Fernanda Machiaveli também falou sobre uma <strong>proposta para titulação de terras quilombolas em áreas públicas.</strong></p>

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<p>"O que é que a gente vai fazer agora, presidente? Vamos levar para o senhor uma proposta de decreto para que onde é quilombo em terra pública, a gente não precise fazer o processo todo, a gente simplifica o processo como a gente faz para os assentados da reforma agrária. E com isso a gente vai conseguir titular com uma rapidez muito maior uma grande quantidade de comunidades quilombolas que hoje estão em terras públicas."</p>
</blockquote>

<p>Ainda nesta quinta-feira, em Ponta Porã, o presidente Lula assinou a escritura da Fazenda Che Cay, inserida no Território Quilombola Desidério Felipe de Oliveira e Picadinha, de Dourados/MS, beneficiando 147 famílias.<br>
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<title>Lula assina adesão do RJ ao Propag e anuncia novos investimentos</title>
<link>https://apareceu.com/lula-assina-adesao-do-rj-ao-propag-e-anuncia-novos-investimentos</link>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula passa o dia de hoje cumprindo agenda no Rio de Janeiro. O primeiro compromisso é às 10h, no Palácio Guanabara, onde, ao lado do governador em exercício, o desembargador Ricardo Couto, assina o termo de adesão do estado ao Propag, o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados.

O Programa permite a ampliação do prazo de pagamento das dívidas e a redução dos encargos financeiros, ao mesmo tempo em que vincula os benefícios fiscais à ampliação de investimentos.

Depois, às 11h30, no BNDES, Lula participa da cerimônia de anúncios de ampliação dos investimentos no âmbito da Nova Indústria Brasil (NIB), do resultado do Profloresta+ e da nova etapa do programa, que é a maior iniciativa global de compra de créditos de carbono, além de parceria entre BNDES e Petrobras para pesquisa sobre minerais críticos e estratégicos. Os anúncios serão feitos durante a celebração do aniversário de 74 anos do BNDES.

Na parte da tarde, a agenda prevê a ida do presidente, às 15h30, ao Jardim Maravilha, em Guaratiba, zona oeste da capital.  Lula vai anunciar investimentos para periferias, favelas e comunidades urbanas do Rio de Janeiro, como o Complexo da Maré, a Rocinha e no próprio Jardim Maravilha.

Encerrando o dia, às 18h, Lula e o ministro da Educação, Leonardo Barchini, acompanham a Cerimônia Nacional de Premiação da 20ª Edição da Obmep, a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, no Centro de Convenções do Hotel Windsor Oceânico, na Barra da Tijuca, zona sudoeste da cidade.
  1:55 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula passa o dia de hoje cumprindo agenda no Rio de Janeiro. O primeiro compromisso é às 10h, no Palácio Guanabara, onde, ao lado do governador em exercício, o desembargador Ricardo Couto, assina o termo de adesão do estado ao Propag, o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694148&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694148&o=rss"></p>

<p>O Programa permite a ampliação do prazo de pagamento das dívidas e a redução dos encargos financeiros, ao mesmo tempo em que vincula os benefícios fiscais à ampliação de investimentos.</p>

<p>Depois, às 11h30, no BNDES, Lula participa da cerimônia de anúncios de ampliação dos investimentos no âmbito da Nova Indústria Brasil (NIB), do resultado do Profloresta+ e da nova etapa do programa, que é a maior iniciativa global de compra de créditos de carbono, além de parceria entre BNDES e Petrobras para pesquisa sobre minerais críticos e estratégicos. Os anúncios serão feitos durante a celebração do aniversário de 74 anos do BNDES.</p>

<p>Na parte da tarde, a agenda prevê a ida do presidente, às 15h30, ao Jardim Maravilha, em Guaratiba, zona oeste da capital.  Lula vai anunciar investimentos para periferias, favelas e comunidades urbanas do Rio de Janeiro, como o Complexo da Maré, a Rocinha e no próprio Jardim Maravilha.</p>

<p>Encerrando o dia, às 18h, Lula e o ministro da Educação, Leonardo Barchini, acompanham a Cerimônia Nacional de Premiação da 20ª Edição da Obmep, a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, no Centro de Convenções do Hotel Windsor Oceânico, na Barra da Tijuca, zona sudoeste da cidade.</p>
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<title>Rio de Janeiro adere ao Propag e reduz parcelas da dívida com a União</title>
<link>https://apareceu.com/rio-de-janeiro-adere-ao-propag-e-reduz-parcelas-da-divida-com-a-uniao</link>
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<description><![CDATA[ Depois de meses de negociação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, formalizaram, nesta segunda-feira (22), a adesão do estado ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).

Assim, o RJ deixa o Regime de Recuperação Fiscal e passa a seguir as regras do Propag, reduzindo as parcelas mensais que paga à União, sem a cobrança de juros. A dívida total do Rio com a União é de R$ 203,3 bilhões.

A contrapartida é que 60% do valor que deixará de ser pago à União seja investido em educação e saúde.

Em breve discurso, Lula destacou que o governo federal já fechou acordos com quatro grandes estados que deviam à União, e que o importante é garantir que os juros que eram cobrados sejam revertidos em programas sociais.


&quot;É importante lembrar que o estado do Rio de Janeiro pagava uma dívida de R$ 1,3 bilhão por mês, e vai pagar, agora, R$ 110 milhões. Vai sobrar mais dinheiro para o governador administrar o Rio de Janeiro, e uma parte desse dinheiro tem que ser alocada em políticas sociais, de preferências em duas áreas cruciais: saúde e educação&quot;.


O governador em exercício do estado, desembargador Ricardo Couto, afirmou que o Rio de Janeiro vai fazer uma economia de mais de R$ 3 bilhões e, com isso, reduzir a previsão de déficit no orçamento.

A adesão ao Propag começou a ser negociada em dezembro do ano passado e, em maio deste ano, foi confirmada pelo presidente Lula e pelo governador em exercício.

Ainda no Rio de Janeiro, Lula participa de cerimônia, no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de anúncios de ampliação de investimentos e liberação de recursos do PAC para obras em periferias, favelas e comunidades urbanas no Rio, como o Complexo da Maré, a Rocinha e o Jardim Maravilha, onde acontece a solenidade.
  2:21 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:00:04 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de meses de negociação, o <strong>presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto</strong>, formalizaram, nesta segunda-feira (22), a <strong>adesão do estado ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag)</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694236&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694236&o=rss"></p>

<p>Assim, o RJ deixa o Regime de Recuperação Fiscal e passa a seguir as regras do Propag, <strong>reduzindo as parcelas mensais que paga à União, sem a cobrança de juros</strong>. A dívida total do Rio com a União é de R$ 203,3 bilhões.</p>

<p>A <strong>contrapartida é que 60% do valor que deixará de ser pago à União seja investido em educação e saúde.</strong></p>

<p>Em breve discurso, Lula destacou que o governo federal já fechou acordos com quatro grandes estados que deviam à União, e que o importante é garantir que os juros que eram cobrados sejam revertidos em programas sociais.</p>

<blockquote>
<p>"É importante lembrar que o estado do Rio de Janeiro pagava uma dívida de R$ 1,3 bilhão por mês, e vai pagar, agora, R$ 110 milhões. Vai sobrar mais dinheiro para o governador administrar o Rio de Janeiro, e uma parte desse dinheiro tem que ser alocada em políticas sociais, de preferências em duas áreas cruciais: saúde e educação".</p>
</blockquote>

<p>O governador em exercício do estado, desembargador Ricardo Couto, afirmou que o Rio de Janeiro vai fazer uma economia de mais de R$ 3 bilhões e, com isso, reduzir a previsão de déficit no orçamento.</p>

<p>A adesão ao Propag começou a ser negociada em dezembro do ano passado e, em maio deste ano, foi confirmada pelo presidente Lula e pelo governador em exercício.</p>

<p>Ainda no Rio de Janeiro, Lula participa de cerimônia, no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de anúncios de ampliação de investimentos e liberação de recursos do PAC para obras em periferias, favelas e comunidades urbanas no Rio, como o Complexo da Maré, a Rocinha e o Jardim Maravilha, onde acontece a solenidade.</p>
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<title>Congresso tem agenda esvaziada com São João e Copa</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-tem-agenda-esvaziada-com-sao-joao-e-copa</link>
<guid>https://apareceu.com/congresso-tem-agenda-esvaziada-com-sao-joao-e-copa</guid>
<description><![CDATA[ Semana de São João e Copa do Mundo provoca reflexos lá no Congresso Nacional. Serão dias esvaziados, tanto na Câmara quanto no Senado. Tanto é que a PEC que acaba com a escala 6x1 continua sem andamento. Nem foi despachada para a Comissão de Constituição e Justiça, que é o primeiro lugar para onde uma PEC vai. Aliás, a CCJ não tem nem reunião marcada esta semana.

Movimentação mesmo, só semana que vem. Quarta-feira o plenário do Senado vai se reunir para discutir o fim da escala 6x1. Vai ouvir sindicatos, centrais sindicais, trabalhadores e empresários. Só a partir daí que a proposta vai tramitar mesmo na Casa. E ainda precisa resolver muita coisa antes do recesso, que começa no dia 18. A principal delas? A escolha do relator.

Na Câmara, esforço concentrado só a partir do dia 27. E aí, estarão na pauta o projeto que regulamenta a inteligência artificial, o PL da Misoginia e o projeto que trata dos MEI, que aumenta o teto para os Microempreendedores Individuais.

Para os próximos dias, nas duas Casas, nada de votações nem em plenário. Apenas sessões de debates, solenes e audiências públicas nas comissões.
  1:24 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Semana de São João e Copa do Mundo provoca reflexos lá no Congresso Nacional. Serão dias esvaziados, tanto na Câmara quanto no Senado. Tanto é que a PEC que acaba com a escala 6x1 continua sem andamento. Nem foi despachada para a Comissão de Constituição e Justiça, que é o primeiro lugar para onde uma PEC vai. Aliás, a CCJ não tem nem reunião marcada esta semana.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694244&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694244&o=rss"></p>

<p><strong>Movimentação mesmo, só semana que vem. Quarta-feira o plenário do Senado vai se reunir para discutir o fim da escala 6x1. </strong>Vai ouvir sindicatos, centrais sindicais, trabalhadores e empresários. Só a partir daí que a proposta vai tramitar mesmo na Casa. E ainda precisa resolver muita coisa antes do recesso, que começa no dia 18. A principal delas? A escolha do relator.</p>

<p>Na Câmara, esforço concentrado só a partir do dia 27. E aí, estarão na pauta o projeto que regulamenta a inteligência artificial, o PL da Misoginia e o projeto que trata dos MEI, que aumenta o teto para os Microempreendedores Individuais.</p>

<p>Para os próximos dias, nas duas Casas, nada de votações nem em plenário. Apenas sessões de debates, solenes e audiências públicas nas comissões.</p>
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<item>
<title>Governo veta projeto que previa jornada de 44h para jovens</title>
<link>https://apareceu.com/governo-veta-projeto-que-previa-jornada-de-44h-para-jovens</link>
<guid>https://apareceu.com/governo-veta-projeto-que-previa-jornada-de-44h-para-jovens</guid>
<description><![CDATA[ O Projeto de Lei que criava o &quot;Contrato do Primeiro Emprego&quot; para jovens de 18 a 29 anos foi vetado integralmente pelo Governo Federal. A medida foi publicada nesta quinta-feira, no Diário Oficial da União.

O projeto alterava a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a Lei Orgânica da Seguridade Social, e exigia jornada de 44 horas.

O que vai na contramão da proposta de fim da escala 6x1 e da redução da carga semanal de trabalho para 40 horas sem redução salarial que é defendida pelo governo. Além disso, dificultaria a compatibilização da experiência profissional com o prosseguimento dos estudos.

O projeto de lei vetado ainda concedia aos empregadores benefícios tributários e previdenciários sem vantagens aos jovens trabalhadores e ameaçava a Lei da Aprendizagem, conhecida como Lei do Aprendiz, que hoje garante direitos como a jornada reduzida e a capacitação profissional no ambiente de trabalho.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, a lei do Aprendiz foi responsável, nos últimos 26 anos, por abrir as portas do mercado formal de trabalho formal para mais de 6 milhões de jovens.
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<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 00:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Governo, veta, projeto, que, previa, jornada, 44h, para, jovens</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto de Lei que criava o "Contrato do Primeiro Emprego" para jovens de 18 a 29 anos foi vetado integralmente pelo Governo Federal. A medida foi publicada nesta quinta-feira, no Diário Oficial da União.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693868&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693868&o=rss"></p>

<p>O projeto alterava a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a Lei Orgânica da Seguridade Social, e exigia jornada de 44 horas.</p>

<p>O que vai na contramão da proposta de fim da escala 6x1 e da redução da carga semanal de trabalho para 40 horas sem redução salarial que é defendida pelo governo. Além disso, dificultaria a compatibilização da experiência profissional com o prosseguimento dos estudos.</p>

<p>O projeto de lei vetado ainda concedia aos empregadores benefícios tributários e previdenciários sem vantagens aos jovens trabalhadores e ameaçava a Lei da Aprendizagem, conhecida como Lei do Aprendiz, que hoje garante direitos como a jornada reduzida e a capacitação profissional no ambiente de trabalho.</p>

<p>Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, a lei do Aprendiz foi responsável, nos últimos 26 anos, por abrir as portas do mercado formal de trabalho formal para mais de 6 milhões de jovens.</p>
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</item>

<item>
<title>Jaques Wagner diz que sua relação com Vorcaro é “praticamente zero”</title>
<link>https://apareceu.com/jaques-wagner-diz-que-sua-relacao-com-vorcaro-e-praticamente-zero</link>
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<description><![CDATA[ Em entrevista exclusiva à BandNews TV, nesta quinta-feira (18), o senador Jaques Wagner, do PT da Bahia, afirmou que sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro é “praticamente zero” e que nunca recebeu dinheiro do Banco Master. O parlamentar, que é líder do governo no Senado, e o empresário Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master, foram alvos da nona fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta quinta.

Jaques Wagner é apontado como beneficiário central de pagamentos, favorecimentos e aquisições patrimoniais vinculados a Augusto Lima e ao Banco Master, por intermédio de familiares e pessoas de confiança. É o caso da compra de um apartamento de R$ 2,4 milhões em Salvador, além de pagamentos e repasses de mais de R$ 5 milhões à BN Financeira, ligada à família do Senador.

Durante a operação de busca e apreensão em endereços ligados a Jaques Wagner, a PF encontrou milhares de dólares e euros em espécie. À BandNews TV, Jaques Wagner disse estar tranquilo quanto à origem do dinheiro apreendido, por se tratar de recursos do Senado para o custeio de diárias em viagens internacionais. Ele afirmou que Augusto Lima intermediaria a compra do apartamento citado na investigação da PF.


“Do ponto de vista do dinheiro, eu estou absolutamente tranquilo. Nunca recebi dinheiro de ninguém, muito menos do Master ou do Augusto Lima. Então, eu estou absolutamente à vontade. Sobre o apartamento, na verdade, é um apartamento que está em construção, aqui no Horto. Eu tinha interesse de dar um apartamento ou de ajudar minha filha a comprar um apartamento desse. Como o Guga, o Augusto Lima, é um investidor, eu disse a ele: ‘Você pode comprar, depois eu vou recomprar’, porque o apartamento está em construção, não está pronto, e eu teria que vender o apartamento de minha filha para poder complementar e pagar o apartamento, ou ela financiar”, explicou o senador.


Candidatura mantida

Apesar de ser alvo da nova fase da operação da PF, que mira um esquema de irregularidades envolvendo instituições do sistema financeiro nacional, Jaques Wagner afirmou que sua candidatura ao Senado está mantida:


“Olha, primeiro, em relação à minha candidatura, está absolutamente mantida. Eu estou muito seguro de tudo o que eu fiz, estou muito seguro da minha vida pessoal. Eu não tenho CNPJ, eu só tenho CPF, não tenho empresa, não tenho nada. Eu tenho um apartamento, que é o apartamento em que eu moro, e o meu sítio lá em Andaraí. Esse é o meu patrimônio. Você deve se lembrar que, em 2018, quando eu também fui candidato ao Senado, teve uma busca e apreensão na minha casa por conta da Fonte Nova, em 18 de fevereiro. Desta vez, foi em junho.”


Jaques Wagner declarou ainda que recebeu um telefonema do presidente Lula “para prestar solidariedade”, mas que a mudança na liderança do governo no Senado não foi tratada na conversa.

PF investiga atuação no Senado

Os agentes da Polícia Federal também apuram a atuação de Jaques Wagner no Senado em temas de interesse do Banco Master. Por exemplo, crédito consignado; aumento do limite de cobertura do FGC, o Fundo Garantidor de Créditos; além da fiscalização e do controle da operação de aquisição do Banco Master pelo BRB.

A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que determinou ainda a suspensão de passaportes e a proibição de contato entre os investigados.

Segundo a PF, a relação entre Jaques Wagner e Augusto Lima seria antiga, próxima e marcada por elevado grau de confiança. Há registros de mensagens, áudios, chamadas de voz, além de encontros presenciais, viagens em jatinhos particulares e interações familiares.

Em nota, os advogados de Augusto Lima disseram que a operação da Polícia Federal era desnecessária e que o empresário sempre atuou dentro dos limites da lei, com transparência, responsabilidade técnica e observância das normas que regem o sistema financeiro e a administração pública.

*Com colaboração de Renato Ribeiro
  4:37 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 00:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Jaques, Wagner, diz, que, sua, relação, com, Vorcaro, “praticamente, zero”</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista exclusiva à BandNews TV, nesta quinta-feira (18), o senador Jaques Wagner, do PT da Bahia, afirmou que sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro é “praticamente zero” e que nunca recebeu dinheiro do Banco Master. <strong>O parlamentar, que é líder do governo no Senado, e o empresário Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master, foram alvos da nona fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta quinta.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693938&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693938&o=rss"></p>

<p>Jaques Wagner é apontado como beneficiário central de pagamentos, favorecimentos e aquisições patrimoniais vinculados a Augusto Lima e ao Banco Master, por intermédio de familiares e pessoas de confiança. É o caso da compra de um apartamento de R$ 2,4 milhões em Salvador, além de pagamentos e repasses de mais de R$ 5 milhões à BN Financeira, ligada à família do Senador.</p>

<p>Durante a operação de busca e apreensão em endereços ligados a Jaques Wagner, a PF encontrou milhares de dólares e euros em espécie. <strong>À BandNews TV, Jaques Wagner disse estar tranquilo quanto à origem do dinheiro apreendido, por se tratar de recursos do Senado para o custeio de diárias em viagens internacionais.</strong> Ele afirmou que Augusto Lima intermediaria a compra do apartamento citado na investigação da PF.</p>

<blockquote>
<p>“Do ponto de vista do dinheiro, eu estou absolutamente tranquilo. Nunca recebi dinheiro de ninguém, muito menos do Master ou do Augusto Lima. Então, eu estou absolutamente à vontade. Sobre o apartamento, na verdade, é um apartamento que está em construção, aqui no Horto. Eu tinha interesse de dar um apartamento ou de ajudar minha filha a comprar um apartamento desse. Como o Guga, o Augusto Lima, é um investidor, eu disse a ele: ‘Você pode comprar, depois eu vou recomprar’, porque o apartamento está em construção, não está pronto, e eu teria que vender o apartamento de minha filha para poder complementar e pagar o apartamento, ou ela financiar”, explicou o senador.</p>
</blockquote>

<h3>Candidatura mantida</h3>

<p>Apesar de ser alvo da nova fase da operação da PF, que mira um esquema de irregularidades envolvendo instituições do sistema financeiro nacional, Jaques Wagner afirmou que sua candidatura ao Senado está mantida:</p>

<blockquote>
<p>“Olha, primeiro, em relação à minha candidatura, está absolutamente mantida. Eu estou muito seguro de tudo o que eu fiz, estou muito seguro da minha vida pessoal. Eu não tenho CNPJ, eu só tenho CPF, não tenho empresa, não tenho nada. Eu tenho um apartamento, que é o apartamento em que eu moro, e o meu sítio lá em Andaraí. Esse é o meu patrimônio. Você deve se lembrar que, em 2018, quando eu também fui candidato ao Senado, teve uma busca e apreensão na minha casa por conta da Fonte Nova, em 18 de fevereiro. Desta vez, foi em junho.”</p>
</blockquote>

<p>Jaques Wagner declarou ainda que recebeu um telefonema do presidente Lula “para prestar solidariedade”, mas que a mudança na liderança do governo no Senado não foi tratada na conversa.</p>

<h3>PF investiga atuação no Senado</h3>

<p><strong>Os agentes da Polícia Federal também apuram a atuação de Jaques Wagner no Senado em temas de interesse do Banco Master.</strong> Por exemplo, crédito consignado; aumento do limite de cobertura do FGC, o Fundo Garantidor de Créditos; além da fiscalização e do controle da operação de aquisição do Banco Master pelo BRB.</p>

<p>A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que determinou ainda a suspensão de passaportes e a proibição de contato entre os investigados.</p>

<p>Segundo a PF, a relação entre Jaques Wagner e Augusto Lima seria antiga, próxima e marcada por elevado grau de confiança. Há registros de mensagens, áudios, chamadas de voz, além de encontros presenciais, viagens em jatinhos particulares e interações familiares.</p>

<p><strong>Em nota, os advogados de Augusto Lima disseram que a operação da Polícia Federal era desnecessária e que o empresário sempre atuou dentro dos limites da lei, com transparência, responsabilidade técnica e observância das normas que regem o sistema financeiro e a administração pública.</strong></p>

<p><em>*Com colaboração de Renato Ribeiro</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">4:37</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Justiça obriga Amazonas e Manaus a socorrerem indígenas Warao</title>
<link>https://apareceu.com/justica-obriga-amazonas-e-manaus-a-socorrerem-indigenas-warao</link>
<guid>https://apareceu.com/justica-obriga-amazonas-e-manaus-a-socorrerem-indigenas-warao</guid>
<description><![CDATA[ A população indígena migrante da Venezuela, da etnia Warao, deverá receber medidas emergenciais de assistência na capital do Amazonas. Essa é a decisão da Justiça Federal para manter a obrigação já imposta ao estado e ao município em julgamento em primeira instância.

A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região é de que o estado do Amazonas e o município de Manaus não podem justificar a demora para intervir no cenário de crise humanitária enfrentada pelos indígenas, alegando entraves burocráticos ou a divisão de competências administrativas.

O Ministério Público Federal acompanha a situação dos imigrantes venezuelanos desde 2019. A falta de serviços essenciais como saúde, assistência, saneamento e segurança alimentar, já resultaram em mortes de crianças por desnutrição.

O Governo do Amazonas e Prefeitura de Manaus têm 30 dias para fazer um levantamento da situação nutricional de todas as famílias Warao que moram na cidade. A identificação tem que ser feita por meio da busca ativa, inclusive de pessoas que não estão cadastradas nos sistemas oficiais. As famílias devem ter acompanhamento integrado de saúde e assistência social. Caso não seja cumprida a decisão, a multa pode chegar a R$ 150 mil.

Os Warao, que significa &quot;povo da água&quot;, são da região do delta do Rio Orinoco, e são hoje a segunda maior etnia da Venezuela, com mais de 40 mil pessoas. Segundo último relatório da Agência da ONU para Refugiados, em 2024, os Warao já somavam mais de 7 mil migrantes nas cinco regiões do Brasil.

Nós ainda não conseguimos posicionamento do Governo do Amazonas, nem da Prefeitura de Manaus.

 
  1:41 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 00:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Justiça, obriga, Amazonas, Manaus, socorrerem, indígenas, Warao</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A população indígena migrante da Venezuela, da etnia Warao, deverá receber medidas emergenciais de assistência na capital do Amazonas.</strong> Essa é a decisão da Justiça Federal para manter a obrigação já imposta ao estado e ao município em julgamento em primeira instância.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694003&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694003&o=rss"></p>

<p>A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região é de que o<strong> estado do Amazonas e o município de Manaus não podem justificar a demora para intervir no cenário de crise humanitária enfrentada pelos indígenas, alegando entraves burocráticos ou a divisão de competências administrativas.</strong></p>

<p>O Ministério Público Federal acompanha a situação dos imigrantes venezuelanos desde 2019. <strong>A falta de serviços essenciais como saúde, assistência, saneamento e segurança alimentar, já resultaram em mortes de crianças por desnutrição.</strong></p>

<p><strong>O Governo do Amazonas e Prefeitura de Manaus têm 30 dias para fazer um levantamento da situação nutricional de todas as famílias Warao que moram na cidade.</strong> A identificação tem que ser feita por meio da busca ativa, inclusive de pessoas que não estão cadastradas nos sistemas oficiais. As famílias devem ter acompanhamento integrado de saúde e assistência social.<strong> Caso não seja cumprida a decisão, a multa pode chegar a R$ 150 mil.</strong></p>

<p>Os Warao, que significa "povo da água", são da região do delta do Rio Orinoco, e são hoje a segunda maior etnia da Venezuela, com mais de 40 mil pessoas. Segundo último relatório da Agência da ONU para Refugiados, em 2024, os Warao já somavam mais de 7 mil migrantes nas cinco regiões do Brasil.</p>

<p>Nós ainda não conseguimos posicionamento do Governo do Amazonas, nem da Prefeitura de Manaus.</p>

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<title>Alcolumbre sai em defesa de Jaques Wagner</title>
<link>https://apareceu.com/alcolumbre-sai-em-defesa-de-jaques-wagner</link>
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<description><![CDATA[ O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, saiu em defesa do líder do governo no Senado, Jacques Wagner, um dos alvos da nona fase da Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira, 18. Disse que ele não pode ser condenado antes das investigações concluídas e prestou solidariedade ao colega senador.


&quot;Meu apoio, a minha solidariedade integral a um colega senador da República e eu tenho a convicção que, no decorrer do processo, as verdades do senador Jacques Wagner virão à tona e elas serão comprovadas e em um dia elas serão julgadas. E é lá nesse dia que a pessoa pode ser condenada ou inocentada.&quot;


O ministro da Fazenda, Dario Durigan, também comentou o assunto:


&quot;Eu tenho aqui uma relação institucional e profissional com o líder Jacques Wagner muito boa. Eu confio no Jacques Wagner e acho que ele vai ter oportunidade e espaço para se defender.&quot;


PF também realiza operação contra bets

O ministro ainda falou sobre outra operação da Polícia Federal, que cumpriu, também nesta quinta-feira, 14 mandados de busca e apreensão em três estados - Pernambuco, Ceará e São Paulo. É a Conto da Sorte, que mirou em mais de 30 empresas que atuavam no ramo das bets ilegais. A movimentação disso tudo? R$ 50 bilhões. Foram apreendidos bens no valor de R$ 145 milhões para restituição aos cofres públicos.

Durigan explicou como o esquema funcionava, mas disse que essas empresas chegaram ao ponto de atuar para conseguir autorização de funcionamento por parte de municípios, o que não pode. Não é competência deles.


&quot;Um município pequeno, no interior do Rio Grande do Norte, chamado Bodó, que por um momento conferiu uma autorização para esse grupo de empresas, para essa Bet. Depois foi cassado. A nosso pedido no Supremo, o Supremo Tribunal Federal disse que não há competência para município autorizar jogos e apostas no país. Mesmo assim, houve uma sequência de operação por parte dessa empresa, em que a gente constatou, Então, desde a autorização até hoje, uma movimentação de até 50 bilhões. Os mandados de busca e apreensão hoje vão nos permitir esclarecer e apurar melhor esse valor.&quot;


Durante as investigações, as autoridades encontraram movimentação financeira incompatível com os rendimentos, o que mostra que haveria crimes como sonegação fiscal e de lavagem de dinheiro.
  2:28 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 00:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Alcolumbre, sai, defesa, Jaques, Wagner</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, saiu em defesa do líder do governo no Senado, Jacques Wagner, um dos alvos da nona fase da Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira, 18. Disse que ele não pode ser condenado antes das investigações concluídas e prestou solidariedade ao colega senador.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693887&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693887&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Meu apoio, a minha solidariedade integral a um colega senador da República e eu tenho a convicção que, no decorrer do processo, as verdades do senador Jacques Wagner virão à tona e elas serão comprovadas e em um dia elas serão julgadas. E é lá nesse dia que a pessoa pode ser condenada ou inocentada."</p>
</blockquote>

<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, também comentou o assunto:</p>

<blockquote>
<p>"Eu tenho aqui uma relação institucional e profissional com o líder Jacques Wagner muito boa. Eu confio no Jacques Wagner e acho que ele vai ter oportunidade e espaço para se defender."</p>
</blockquote>

<h2>PF também realiza operação contra bets</h2>

<p>O ministro ainda falou sobre outra operação da Polícia Federal, que cumpriu, também nesta quinta-feira, 14 mandados de busca e apreensão em três estados - Pernambuco, Ceará e São Paulo. É a Conto da Sorte, que mirou em mais de 30 empresas que atuavam no ramo das bets ilegais. A movimentação disso tudo? R$ 50 bilhões. Foram apreendidos bens no valor de R$ 145 milhões para restituição aos cofres públicos.</p>

<p>Durigan explicou como o esquema funcionava, mas disse que essas empresas chegaram ao ponto de atuar para conseguir autorização de funcionamento por parte de municípios, o que não pode. Não é competência deles.</p>

<blockquote>
<p>"Um município pequeno, no interior do Rio Grande do Norte, chamado Bodó, que por um momento conferiu uma autorização para esse grupo de empresas, para essa Bet. Depois foi cassado. A nosso pedido no Supremo, o Supremo Tribunal Federal disse que não há competência para município autorizar jogos e apostas no país. Mesmo assim, houve uma sequência de operação por parte dessa empresa, em que a gente constatou, Então, desde a autorização até hoje, uma movimentação de até 50 bilhões. Os mandados de busca e apreensão hoje vão nos permitir esclarecer e apurar melhor esse valor."</p>
</blockquote>

<p>Durante as investigações, as autoridades encontraram movimentação financeira incompatível com os rendimentos, o que mostra que haveria crimes como sonegação fiscal e de lavagem de dinheiro.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:28</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Decreto garante confisco de dinheiro de bets ilegais</title>
<link>https://apareceu.com/decreto-garante-confisco-de-dinheiro-de-bets-ilegais</link>
<guid>https://apareceu.com/decreto-garante-confisco-de-dinheiro-de-bets-ilegais</guid>
<description><![CDATA[ O dinheiro confiscado de bets ilegais poderá ser utilizado no combate ao crime organizado. A medida está em um decreto assinado pelo presidente Lula, nesta sexta-feira (19), como mais uma ação para reforçar a asfixia financeira desse mercado irregular. O combate já acontece desde 2024.

De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, até hoje, cerca de 50 mil sites e aplicativos de bets ilegais já foram derrubados pelo governo. Eles eram administrados por apenas 350 operadores, segundo o ministro — que destacou o uso de fintechs para movimentar o dinheiro.


&quot;Esses 350 operadores utilizaram 37 instituições financeiras, em geral fintechs, instituições de pagamento com baixa supervisão.&quot; 



            
        
    
O ministro da Justiça, Wellington César Lima, o Presidente Lula e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, na assinatura do decreto que garante o bloqueio de recursos de bets ilegais. Foto: Ricardo Stuckert / PR 


De acordo com  o novo decreto, a Secretaria de Prêmios e Apostas identifica a bet ilegal e notifica a instituição financeira, que tem 48 horas para bloquear todas as contas relacionadas à bet. A Anatel é a responsável por derrubar os sites.

Após isso, o Ministério da Justiça abre uma fase de contestação do bloqueio para a casa de aposta se defender, explicou o ministro. Com a confirmação do bloqueio, a AGU pode pedir à justiça que os recursos sejam incorporados ao Fundo Nacional de Segurança Pública.

Outra medida obriga as instituições financeiras que movimentam o dinheiro de bets ilegais a pagarem os impostos que seriam devidos pelas casas de apostas, disse o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas.


&quot;Se essa Fintech movimentar recursos da bet, nós vamos cobrar aquele imposto que não é pago pela bet,  da Fintech. Vamos cobrar o imposto de renda, vamos cobrar PIS-Confinss, vamos cobrar aquela contribuição que é destinada ao Ministério da Saúde&quot;.


Não foi apresentada uma estimativa do valor que pode ser bloqueado com a medida, mas o secretário lembrou de uma operação, nessa quinta, que mirou 37 bets ilegais. Só elas teriam movimentado cerca de R$ 50 bilhões.
  1:58 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 00:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Decreto, garante, confisco, dinheiro, bets, ilegais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O dinheiro confiscado de bets ilegais poderá ser utilizado no combate ao crime organizado. </strong>A medida está em um decreto assinado pelo presidente Lula, nesta sexta-feira (19), como mais uma ação para reforçar a asfixia financeira desse mercado irregular. O combate já acontece desde 2024.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694014&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694014&o=rss"></p>

<p>De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, até hoje, cerca de<strong> 50 mil sites e aplicativos de bets ilegais já foram derrubados pelo governo</strong>. <strong>Eles eram administrados por apenas 350 operadores</strong>, segundo o ministro — que destacou o uso de fintechs para movimentar o dinheiro.</p>

<blockquote>
<p>"Esses 350 operadores utilizaram 37 instituições financeiras, em geral fintechs, instituições de pagamento com baixa supervisão." </p>
</blockquote>

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Foto: Ricardo Stuckert / PR" title="Ricardo Stuckert / PR">
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Foto: Ricardo Stuckert / PR" title="Ricardo Stuckert / PR">
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<div class="meta">O ministro da Justiça, Wellington César Lima, o Presidente Lula e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, na assinatura do decreto que garante o bloqueio de recursos de bets ilegais. Foto: Ricardo Stuckert / PR <!--END copyright=466540--></div>
</div></div>

<p>De acordo com  o novo decreto, a <strong>Secretaria de Prêmios e Apostas identifica a bet ilegal e notifica a instituição financeira, que tem 48 horas para bloquear todas as contas relacionadas à bet</strong>. A Anatel é a responsável por derrubar os sites.</p>

<p>Após isso, o Ministério da Justiça abre uma fase de contestação do bloqueio para a casa de aposta se defender, explicou o ministro. Com a confirmação do bloqueio, <strong>a AGU pode pedir à justiça que os recursos sejam incorporados ao Fundo Nacional de Segurança Pública.</strong></p>

<p>Outra medida<strong> obriga as instituições financeiras que movimentam o dinheiro de bets ilegais a pagarem os impostos que seriam devidos pelas casas de apostas</strong>, disse o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas.</p>

<blockquote>
<p>"Se essa Fintech movimentar recursos da bet, nós vamos cobrar aquele imposto que não é pago pela bet,  da Fintech. Vamos cobrar o imposto de renda, vamos cobrar PIS-Confinss, vamos cobrar aquela contribuição que é destinada ao Ministério da Saúde".</p>
</blockquote>

<p><strong>Não foi apresentada uma estimativa do valor que pode ser bloqueado com a medida</strong>, mas o secretário lembrou de uma operação, nessa quinta, que mirou 37 bets ilegais. Só elas teriam movimentado cerca de R$ 50 bilhões.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:58</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>BRB e PicPay investigados por descontos ilegais em salários no DF</title>
<link>https://apareceu.com/brb-e-picpay-investigados-por-descontos-ilegais-em-salarios-no-df</link>
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<description><![CDATA[ O Ministério Público deflagrou nesta sexta-feira (19) a operação Juros Zero, que investiga descontos ilegais na folha de pagamento dos servidores do governo do Distrito Federal. Entre os alvos estão o Banco de Brasília, a BRB Serviços, a Secretaria de Economia, a empresa PicPay e associações. Foram cumpridos 50 mandados de busca e apreensão.

De acordo com o MP, o esquema transformou o contracheque do funcionalismo distrital em fonte de vantagens ilícitas, com juros disfarçados de taxa, associações de fachada e fiscalização de conveniência.

As investigações apontam desvio de R$ 80 milhões dos contracheques dos servidores distritais sobre a rubrica de “taxas”, entre agosto de 2024 e agosto de 2025. E uma série de descontos indevidos em favor da Associação dos Servidores Públicos do Distrito Federal, com uso de códigos de “plano de saúde” para mascarar empréstimos com juros, muitas vezes sem autorização dos servidores, além da captação de senhas e tokens pessoais para a inserção de descontos. Neste caso, aposentados também são apontados como vítimas da fraude.

Entre os envolvidos no suposto esquema estão o ex-secretário de Estado de Economia, Ney Ferraz, antes presidente do Instituto de Previdência do Distrito Federal, e Paulo Henrique Bezerra, presidente do BRB entre 2019 e 2025, que já se encontra preso desde abril.

A investigação apura crimes contra a economia popular, usura, publicidade enganosa nas relações de consumo, inserção e modificação de dados em sistemas da Administração Pública, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e indícios de lavagem de dinheiro.

A operação contou com apoio do Ministério Público de São Paulo, Paraná e Minas Gerais, da Polícia Civil do Distrito Federal e da Polícia Civil de São Paulo.
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<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público deflagrou nesta sexta-feira (19) a operação Juros Zero, que investiga <strong>descontos ilegais na folha de pagamento dos servidores do governo do Distrito Federal</strong>. Entre os alvos estão o Banco de Brasília, a BRB Serviços, a Secretaria de Economia, a empresa PicPay e associações. Foram cumpridos 50 mandados de busca e apreensão.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694018&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694018&o=rss"></p>

<p>De acordo com o MP, <strong>o esquema transformou o contracheque do funcionalismo distrital em fonte de vantagens ilícitas</strong>, com juros disfarçados de taxa, associações de fachada e fiscalização de conveniência.</p>

<p>As investigações apontam <strong>desvio de R$ 80 milhões dos contracheques dos servidores distritais sobre a rubrica de “taxas”</strong>, entre agosto de 2024 e agosto de 2025. E uma série de descontos indevidos em favor da Associação dos Servidores Públicos do Distrito Federal, com <strong>uso de códigos de “plano de saúde” para mascarar empréstimos com juros, muitas vezes sem autorização dos servidores, além da captação de senhas e tokens pessoais para a inserção de descontos. </strong>Neste caso, aposentados também são apontados como vítimas da fraude.</p>

<p>Entre os envolvidos no suposto esquema estão o<strong> ex-secretário de Estado de Economia, Ney Ferraz, antes presidente do Instituto de Previdência do Distrito Federal, e Paulo Henrique Bezerra, presidente do BRB entre 2019 e 2025</strong>, que já se encontra preso desde abril.</p>

<p>A investigação apura crimes contra a economia popular, usura, publicidade enganosa nas relações de consumo, inserção e modificação de dados em sistemas da Administração Pública, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e indícios de lavagem de dinheiro.</p>

<p>A operação contou com apoio do Ministério Público de São Paulo, Paraná e Minas Gerais, da Polícia Civil do Distrito Federal e da Polícia Civil de São Paulo.</p>
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</item>

<item>
<title>Governo retira urgência de projeto sobre fim da escala 6x1 na Câmara</title>
<link>https://apareceu.com/governo-retira-urgencia-de-projeto-sobre-fim-da-escala-6x1-na-camara</link>
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<description><![CDATA[ O governo federal pediu a retirada da urgência do projeto de lei que trata do fim da escala de trabalho 6x1 enviado à Câmara dos Deputados. Por ter sido encaminhada em urgência, a proposta vinha trancando a pauta do plenário da Casa. Com isso, os parlamentares estão livres para votar outras matérias.

Segundo o líder do governo na Câmara, deputado Paulo Pimenta, do PT do Rio Grande do Sul, a partir de agora, o trabalho é garantir a regulamentação da proposta. A previsão era de votação do PL nesta terça-feira (16).

PEC

O projeto em questão não é a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, que já foi aprovada na Câmara e aguarda análise do Senado. Esse projeto busca adequar a CLT, Consolidação das Leis do Trabalho, e a Lei do Repouso à PEC aprovada pelos deputados.

Também nesta terça, o deputado Léo Prates divulgou relatório substitutivo favorável ao projeto de lei do governo sobre a mudança da jornada de trabalho. Pelo texto, Prates defende não alterar leis específicas de categorias profissionais regulamentadas; modernizar as escalas de revezamento para as atividades autorizadas a funcionar aos domingos; garantir prioridade na escolha dos dias de descanso para as trabalhadoras com filhos com deficiência; entre outros.
  1:35 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 09:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal pediu a retirada da urgência do projeto de lei que trata do fim da escala de trabalho 6x1 enviado à Câmara dos Deputados. Por ter sido encaminhada em urgência, a proposta vinha trancando a pauta do plenário da Casa. Com isso, os <strong>parlamentares estão livres para votar outras matérias</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693608&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693608&o=rss"></p>

<p>Segundo o líder do governo na Câmara, <strong>deputado Paulo Pimenta</strong>, do PT do Rio Grande do Sul, a partir de agora, o trabalho é garantir a regulamentação da proposta. A previsão era de votação do PL nesta terça-feira (16).</p>

<h3>PEC</h3>

<p>O projeto em questão não é a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, que já foi aprovada na Câmara e aguarda análise do Senado. Esse projeto busca adequar a CLT, Consolidação das Leis do Trabalho, e a Lei do Repouso à PEC aprovada pelos deputados.</p>

<p>Também nesta terça, o <strong>deputado Léo Prates</strong> divulgou relatório substitutivo favorável ao projeto de lei do governo sobre a mudança da jornada de trabalho. Pelo texto, Prates defende não alterar leis específicas de categorias profissionais regulamentadas; modernizar as escalas de revezamento para as atividades autorizadas a funcionar aos domingos; garantir prioridade na escolha dos dias de descanso para as trabalhadoras com filhos com deficiência; entre outros.</p>
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</item>

<item>
<title>Lula critica iniciativa dos EUA de impor novo tarifaço ao Brasil</title>
<link>https://apareceu.com/lula-critica-iniciativa-dos-eua-de-impor-novo-tarifaco-ao-brasil</link>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula criticou a iniciativa do governo dos Estados Unidos de propor um novo tarifaço sobre as exportações brasileiras enquanto negociações comerciais entre os dois países ainda estão em curso:


“Eu não pedi bilateral para o Trump porque nós estamos em negociação. Eu acho que o que ele fez foi uma coisa desaforada para o Brasil, ele sabe disso. É por isso que eu disse que ele ainda continua agindo como imperador. Nós estávamos fazendo acordo. O Mauro Vieira e o meu ministro do Comércio estão tratando com o ministro do Comércio dele. Nós estamos negociando. Eu entreguei para ele um documento do crime organizado, para mostrar que a nossa Polícia Federal está preparada para enfrentar o crime organizado.”


A declaração foi dada à imprensa nesta quarta-feira (17), após o encerramento da cúpula do G7, que reuniu as principais economias do mundo e países convidados em Évian, na França.

No início do mês, a Casa Branca anunciou que poderá taxar importações brasileiras com uma nova tarifa punitiva de 25%, sob alegação de que o Brasil adota &quot;práticas desleais&quot;.

Lula disse ainda que sugeriu a Donald Trump a realização de um amplo debate sobre o comércio global durante a cúpula do G20, que será realizada em dezembro, nos Estados Unidos.


“Eu, hoje, ao terminar a minha fala, disse ao presidente Trump: ‘Quer discutir a questão comercial com seriedade no mundo? Vamos discutir no G20’. Vai ser nos Estados Unidos. Estará lá todo o G7. Estará lá o Xi Jinping. O Putin pode ser convidado, ele faz parte do G20. Vamos discutir com seriedade a questão mundial, a questão econômica. Vamos parar de querer adotar a supremacia de uma nação sobre a outra.”


Ainda sobre as relações comerciais, Lula citou o superávit brasileiro no comércio com a China e o déficit com os americanos:


“Eu disse ao presidente Trump que faz muitos anos que o Brasil faz licitação internacional e os Estados Unidos não participam. A União Europeia não participa. Quem participa? A China. Essa é a vantagem que a China leva. A China ocupou um espaço que estava vazio pela ausência dos europeus e pela ausência dos americanos.”


Inteligência artificial

Lula também expressou preocupação quanto aos impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho, tema que ele levantou ao se dirigir a empresários do setor de tecnologia que participaram do G7.


“Eu conheço a inteligência artificial na área da saúde, na área da educação, na área da indústria, muito, muito maravilhoso. Agora, quem vai gerar empregos para os chamados mercados dos inúteis que vai acontecer na humanidade, aqueles que não sabem viver no mundo digital? Aí é preciso que o Estado assuma a responsabilidade que vai sobrar para o Estado.”


Encontro com Zelensky

Ainda nesta quarta-feira, às margens da cúpula do grupo, Lula se reuniu com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. No encontro, o líder brasileiro defendeu que o Conselho de Segurança da ONU possa atuar de forma efetiva para encerrar o conflito entre Ucrânia e Rússia, que já dura mais de quatro anos.
  3:18 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 09:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula criticou a iniciativa do governo dos Estados Unidos de propor um novo tarifaço sobre as exportações brasileiras enquanto negociações comerciais entre os dois países ainda estão em curso:<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693782&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693782&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>“Eu não pedi bilateral para o Trump porque nós estamos em negociação. Eu acho que o que ele fez foi uma coisa desaforada para o Brasil, ele sabe disso. É por isso que eu disse que ele ainda continua agindo como imperador. Nós estávamos fazendo acordo. O Mauro Vieira e o meu ministro do Comércio estão tratando com o ministro do Comércio dele. Nós estamos negociando. Eu entreguei para ele um documento do crime organizado, para mostrar que a nossa Polícia Federal está preparada para enfrentar o crime organizado.”</p>
</blockquote>

<p>A declaração foi dada à imprensa nesta quarta-feira (17), após o encerramento da cúpula do G7, que reuniu as principais economias do mundo e países convidados em Évian, na França.</p>

<p><strong>No início do mês, a Casa Branca anunciou que poderá taxar importações brasileiras com uma nova tarifa punitiva de 25%, sob alegação de que o Brasil adota "práticas desleais".</strong></p>

<p>Lula disse ainda que sugeriu a Donald Trump a realização de um amplo debate sobre o comércio global durante a cúpula do G20, que será realizada em dezembro, nos Estados Unidos.</p>

<blockquote>
<p>“Eu, hoje, ao terminar a minha fala, disse ao presidente Trump: ‘Quer discutir a questão comercial com seriedade no mundo? Vamos discutir no G20’. Vai ser nos Estados Unidos. Estará lá todo o G7. Estará lá o Xi Jinping. O Putin pode ser convidado, ele faz parte do G20. Vamos discutir com seriedade a questão mundial, a questão econômica. Vamos parar de querer adotar a supremacia de uma nação sobre a outra.”</p>
</blockquote>

<p>Ainda sobre as relações comerciais, Lula citou o superávit brasileiro no comércio com a China e o déficit com os americanos:</p>

<blockquote>
<p>“Eu disse ao presidente Trump que faz muitos anos que o Brasil faz licitação internacional e os Estados Unidos não participam. A União Europeia não participa. Quem participa? A China. Essa é a vantagem que a China leva. A China ocupou um espaço que estava vazio pela ausência dos europeus e pela ausência dos americanos.”</p>
</blockquote>

<h3>Inteligência artificial</h3>

<p><strong>Lula também expressou preocupação quanto aos impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho</strong>, tema que ele levantou ao se dirigir a empresários do setor de tecnologia que participaram do G7.</p>

<blockquote>
<p>“Eu conheço a inteligência artificial na área da saúde, na área da educação, na área da indústria, muito, muito maravilhoso. Agora, quem vai gerar empregos para os chamados mercados dos inúteis que vai acontecer na humanidade, aqueles que não sabem viver no mundo digital? Aí é preciso que o Estado assuma a responsabilidade que vai sobrar para o Estado.”</p>
</blockquote>

<h3>Encontro com Zelensky</h3>

<p>Ainda nesta quarta-feira, às margens da cúpula do grupo, Lula se reuniu com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. No encontro, o <strong>líder brasileiro defendeu que o Conselho de Segurança da ONU possa atuar de forma efetiva para encerrar o conflito entre Ucrânia e Rússia</strong>, que já dura mais de quatro anos.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:18</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Vorcaro pagou hotel de luxo para Hugo Motta e Ciro Nogueira, aponta PF</title>
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<description><![CDATA[ O relatório da Polícia Federal, sobre a Operação Compliance Zero, mostra que Daniel Vorcaro pagou diárias em um hotel em Lisboa para o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos) e para o senador Ciro Nogueira (PP) em 2024.

Foram cinco diárias ao valor de 3.155 €, no Four Seasons, hotel cinco estrelas. Valores que ultrapassam os R$ 90 mil.

No relatório, aparece uma conversa do dia 18 de junho de 2024, entre Vorcaro e um aliado chamado Leo Serrano. Vorcaro pede uma reserva para ele e depois: “preciso de mais dois quartos lá. Ciro e Hugo”.

Leo Serrano responde pouco tempo depois: “no Four Seasons, Ciro e Hugo já têm cada um uma Jr. Suíte”.

O documento mostra a preocupação de Vorcaro com relação à privacidade. Diz ele: “Leo, preciso que você dê atenção na questão da segurança. Quando você sai do elevador, dá pra ver tudo”. E acrescentou: “pode ser o Papa que não pode entrar ninguém que não esteja na lista”.


            
        
    
Senador Ciro Nogueira (PP) durante sessão do Senado Federal. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil.


O senador Ciro Nogueira está entre os investigados na Compliance e já foi alvo de busca e apreensão autorizada pelo STF. Hugo Motta não é investigado pela PF. A jornalistas, ele se disse tranquilo:


&quot;Tenho tranquilidade sobre as minhas relações e também que as investigações possam acontecer. Não vejo problema. Um evento corporativo, um encontro jurídico, que inclusive já participei esse ano como presidente da Câmara. Não vejo problema algum&quot;. 



            
        
    
Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, usou o plenário para rebater reportagem. Foto Lula Marques/Agência Brasil. 


Já o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, aproveitou uma sessão no plenário para rebater uma reportagem publicada dando conta de que ele teria recebido U$ 30 milhões de Vorcaro por meio de uma conta no exterior.


Jamais recebi aqueles valores ou outros quaisquer. No Brasil ou no exterior, por qualquer motivo que seja. São alegações inteiramente falsas&quot;. 


Ele ainda classificou a acusação de calúnia e disse que vai trabalhar para identificar os responsáveis.
  2:13 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 09:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Vorcaro, pagou, hotel, luxo, para, Hugo, Motta, Ciro, Nogueira, aponta</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O relatório da Polícia Federal, sobre a Operação Compliance Zero, mostra que <strong>Daniel Vorcaro pagou diárias em um hotel em Lisboa para o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos) e para o senador Ciro Nogueira (PP) em 2024.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693725&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693725&o=rss"></p>

<p>Foram cinco diárias ao valor de 3.155 €, no Four Seasons, hotel cinco estrelas. <strong>Valores que ultrapassam os R$ 90 mil.</strong></p>

<p>No relatório, aparece uma conversa do dia 18 de junho de 2024, entre Vorcaro e um aliado chamado Leo Serrano. Vorcaro pede uma reserva para ele e depois:<strong> “preciso de mais dois quartos lá. Ciro e Hugo”.</strong></p>

<p>Leo Serrano responde pouco tempo depois:<strong> “no Four Seasons, Ciro e Hugo já têm cada um uma Jr. Suíte”.</strong></p>

<p>O documento mostra a preocupação de Vorcaro com relação à privacidade. Diz ele: <strong>“Leo, preciso que você dê atenção na questão da segurança. Quando você sai do elevador, dá pra ver tudo”</strong>. E acrescentou:<strong> “pode ser o Papa que não pode entrar ninguém que não esteja na lista”</strong>.</p>

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<p>O senador Ciro Nogueira está entre os investigados na Compliance e já foi alvo de busca e apreensão autorizada pelo STF. Hugo Motta não é investigado pela PF. A jornalistas, ele se disse tranquilo:</p>

<blockquote>
<p>"Tenho tranquilidade sobre as minhas relações e também que as investigações possam acontecer. Não vejo problema. Um evento corporativo, um encontro jurídico, que inclusive já participei esse ano como presidente da Câmara. Não vejo problema algum". </p>
</blockquote>

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<p>Já o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, aproveitou uma sessão no plenário para rebater uma reportagem publicada dando conta de que ele teria recebido U$ 30 milhões de Vorcaro por meio de uma conta no exterior.</p>

<blockquote>
<p>Jamais recebi aqueles valores ou outros quaisquer. No Brasil ou no exterior, por qualquer motivo que seja. São alegações inteiramente falsas". </p>
</blockquote>

<p>Ele ainda classificou a acusação de calúnia e disse que vai trabalhar para identificar os responsáveis.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:13</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Governo retira urgência de projeto sobre escala 6x1</title>
<link>https://apareceu.com/governo-retira-urgencia-de-projeto-sobre-escala-6x1</link>
<guid>https://apareceu.com/governo-retira-urgencia-de-projeto-sobre-escala-6x1</guid>
<description><![CDATA[ Era o único item da pauta. E não foi votado. Estamos falando do projeto de lei do governo que acaba com a escala 6x1. O texto tinha urgência e estava trancando a pauta desde o dia 30. Antes da sessão plenária começar, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, informou: o governo estava retirando a urgência.

O relator, deputado Leo Prates, do Republicanos, chegou a apresentar o parecer. E o PL era praticamente o mesmo texto da Proposta de Emenda à Constituição que foi aprovada em 27 de maio na Casa. Fim da 6x1 com redução da jornada semanal de 44 para 40 horas semanais sem redução de salário.

O líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta, explicou que, por ser o mesmo texto, a votação seria inócua. Primeiro é preciso garantir a votação da PEC, que está parada lá no Senado, para depois vir com a regulamentação do texto, o detalhamento das categorias por projeto de lei, aí sim, discutir o assunto na Câmara.


&quot;A votação de um projeto com o mesmo texto da PEC seria praticamente inócuo porque nós teriamos queter um outro projeto regulamentando as matérias da PEC. Então o melhor encaminhamento foi esse: nós já retiramos a urgência e no momento oportuno, após a votação na PEC do Senado, vai ter que ter um projeto para poder regulamentar.&quot;


O problema é que, no Senado, por enquanto, a PEC está parada. Nem foi para Comissão de Constituição e Justiça ainda. São vários os abaixo-assinados online pedindo para que a Casa analise o assunto. Com a urgência constitucional, o Projeto de Lei também trancaria a pauta do Senado depois de 45 dias e, agora, com a retirada da urgência, perde uma das formas de pressão para garantir agilidade na votação. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, ainda não definiu o calendário da PEC, mas marcou para o dia 1 de julho uma sessão temática sobre o assunto. Será uma corrida contra o relógio para aprovar antes do recesso, que começa no dia 18 de junho.
  2:12 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 09:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Era o único item da pauta. E não foi votado. Estamos falando do projeto de lei do governo que acaba com a escala 6x1. O texto tinha urgência e estava trancando a pauta desde o dia 30. Antes da sessão plenária começar, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, informou: o governo estava retirando a urgência.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693646&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693646&o=rss"></p>

<p>O relator, deputado Leo Prates, do Republicanos, chegou a apresentar o parecer. E o PL era praticamente o mesmo texto da Proposta de Emenda à Constituição que foi aprovada em 27 de maio na Casa. Fim da 6x1 com redução da jornada semanal de 44 para 40 horas semanais sem redução de salário.</p>

<p>O líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta, explicou que, por ser o mesmo texto, a votação seria inócua. Primeiro é preciso garantir a votação da PEC, que está parada lá no Senado, para depois vir com a regulamentação do texto, o detalhamento das categorias por projeto de lei, aí sim, discutir o assunto na Câmara.</p>

<blockquote>
<p>"A votação de um projeto com o mesmo texto da PEC seria praticamente inócuo porque nós teriamos queter um outro projeto regulamentando as matérias da PEC. Então o melhor encaminhamento foi esse: nós já retiramos a urgência e no momento oportuno, após a votação na PEC do Senado, vai ter que ter um projeto para poder regulamentar."</p>
</blockquote>

<p>O problema é que, no Senado, por enquanto, a PEC está parada. Nem foi para Comissão de Constituição e Justiça ainda. São vários os abaixo-assinados online pedindo para que a Casa analise o assunto. Com a urgência constitucional, o Projeto de Lei também trancaria a pauta do Senado depois de 45 dias e, agora, com a retirada da urgência, perde uma das formas de pressão para garantir agilidade na votação. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, ainda não definiu o calendário da PEC, mas marcou para o dia 1 de julho uma sessão temática sobre o assunto. Será uma corrida contra o relógio para aprovar antes do recesso, que começa no dia 18 de junho.</p>
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<title>Forças Armadas farão apoio logístico de eleições suplementares em RR</title>
<link>https://apareceu.com/forcas-armadas-farao-apoio-logistico-de-eleicoes-suplementares-em-rr</link>
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<description><![CDATA[ O governo federal autorizou o uso das Forças Armadas para prestar apoio logístico nas eleições suplementares de Roraima, agendadas para o próximo domingo, dia 21 de junho. Os eleitores vão escolher o governador e vice-governador do estado. 

O decreto que autoriza o uso das Forças Armadas durante as eleições foi assinado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin — no exercício da Presidência — e publicado na terça-feira (16), determinando que a atuação militar siga as necessidades do Tribunal Superior Eleitoral.

As eleições suplementares acontecem porque os mandatos do governador e vice-governador de Roraima foram cassados por abuso de poder político e econômico.

TSE mantém calendário

Além disso, na segunda (15), o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, rejeitou um pedido do Partido Liberal (PL) para suspender uma liminar sobre o calendário das eleições suplementares. Uma resolução estabelecia o prazo de apenas 24 horas para os candidatos deixarem os cargos, após as convenções partidárias para disputar o pleito.

O Partido Liberal recorreu da decisão do ministro Flávio Dino, que determinou que o calendário das suplementares fosse refeito e aplicados os prazos de desincompatibilização previstos na Lei da Inelegibilidade, de três a seis meses.

A alegação do PL era de que a decisão de Dino poderia levar a uma &quot;candidatura única&quot;. No entanto, o ministro Fachin destacou que a suspensão de liminar é instrumento exclusivo de pessoas jurídicas de direito público ou do Ministério Público. Como o PL é de direito privado, não poderia entrar com esse tipo de ação. O presidente do STF também reforçou que a presidência não é o revisor de decisões monocráticas. Assim, ficou mantido o prazo para a desincompatibilização previsto em lei.

Locais de votação

Para os eleitores, também vale reforçar que o Tribunal Eleitoral de Roraima alterou o endereço de 46 locais de votação, em 10 municípios. As mudanças são por causa de prédios públicos em reforma e parte das escolas sem condições de receber as seções eleitorais. A mudança pode ser conferida no site do TRE.

O Tribunal de Roraima começou a preparar as quase 1,5 mil urnas que serão utilizadas nessa eleição suplementar no próximo domingo. Mais de 384 mil eleitores estão aptos a votar nos 15 municípios do estado.
 
  2:14 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 09:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal autorizou o uso das Forças Armadas para prestar apoio logístico nas eleições suplementares de Roraima, agendadas para o próximo domingo, dia 21 de junho. Os <strong>eleitores vão escolher o governador e vice-governador do estado</strong>. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693783&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693783&o=rss"></p>

<p>O decreto que autoriza o uso das Forças Armadas durante as eleições foi assinado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin — no exercício da Presidência — e publicado na terça-feira (16), determinando que a atuação militar siga as necessidades do Tribunal Superior Eleitoral.</p>

<p>As eleições suplementares acontecem porque <strong>os mandatos do governador e vice-governador de Roraima foram cassados</strong> por abuso de poder político e econômico.</p>

<h3><strong>TSE mantém calendário</strong></h3>

<p>Além disso, na segunda (15), o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, rejeitou um pedido do Partido Liberal (PL) para suspender uma liminar sobre o calendário das eleições suplementares. Uma resolução estabelecia o prazo de apenas 24 horas para os candidatos deixarem os cargos, após as convenções partidárias para disputar o pleito.</p>

<p>O Partido Liberal recorreu da decisão do ministro Flávio Dino, que determinou que o calendário das suplementares fosse refeito e <strong>aplicados os prazos de desincompatibilização previstos na Lei da Inelegibilidade, de três a seis meses</strong>.</p>

<p>A alegação do PL era de que a decisão de Dino poderia levar a uma "candidatura única". No entanto, o ministro Fachin destacou que a suspensão de liminar é instrumento exclusivo de pessoas jurídicas de direito público ou do Ministério Público. Como o PL é de direito privado, não poderia entrar com esse tipo de ação. O presidente do STF também reforçou que a presidência não é o revisor de decisões monocráticas. Assim, <strong>ficou mantido o prazo para a desincompatibilização previsto em lei.</strong></p>

<h3><strong>Locais de votação</strong></h3>

<p>Para os eleitores, também vale reforçar que o Tribunal Eleitoral de Roraima <strong>alterou o endereço de 46 locais de votação, em 10 municípios</strong>. As mudanças são por causa de prédios públicos em reforma e parte das escolas sem condições de receber as seções eleitorais. A mudança pode ser conferida no <a href="http://www.tre-rr.jus.br/" target="_blank">site do TRE</a>.</p>

<p>O Tribunal de Roraima começou a preparar as quase 1,5 mil urnas que serão utilizadas nessa eleição suplementar no próximo domingo. Mais de 384 mil eleitores estão aptos a votar nos 15 municípios do estado.<br>
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<title>Lula quer conversar com Claudia Sheinbaum sobre protestos no México</title>
<link>https://apareceu.com/lula-quer-conversar-com-claudia-sheinbaum-sobre-protestos-no-mexico</link>
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<description><![CDATA[ Na véspera da abertura da Copa do Mundo na Cidade do México, protestos de professores por aumento salarial preocupam autoridades. Desde a semana passada, um grupo dissidente dentro do sindicato dos professores, a CNTE, está em greve e ocupa ruas da capital mexicana diariamente. Nesta quarta-feira (10), o presidente Lula afirmou que telefonará para a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, para tratar do assunto.

Lula relacionou as manifestações no México aos protestos que antecederam o impeachment de Dilma Rousseff, em julho de 2013, e sugeriu uma possível interferência externa:


“Agora mesmo, no México, está acontecendo um pouco daquilo que aconteceu aqui em 2013. Todo mundo está lembrado de que uma simples reivindicação de R$ 0,20 de aumento do transporte foi o pretexto para que a extrema direita tomasse conta das ruas utilizando o verde e amarelo. Então, a minha conversa com a Claudia é porque eu acho que isso está acontecendo no México agora. E eu, às vezes, acho que tem o dedo de alguém que talvez nem seja mexicano.”


A declaração do presidente Lula ocorreu durante a sétima Reunião Plenária do “Conselhão”, o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

Em declarações à imprensa, também nesta quarta, Claudia Sheibaum garantiu ao público que &quot;está tudo sobre controle&quot; para abertura da Copa do Mundo 2026.

Tarifaço

O “Conselhão”, em Brasília, reuniu autoridades governamentais, sociedade civil e empresários para discutir metas de desenvolvimento nacional até 2035 e políticas sustentáveis. Lula voltou a criticar a ameaça de um novo tarifaço do governo dos Estados Unidos – de 25% sobre diversos produtos brasileiros – como punição por práticas comerciais consideradas &quot;desleais&quot; e outras questões, como o desmatamento ilegal.


“Porque essa última imputação de taxa que eles colocaram para nós, nós não temos o direito de aceitar, por dignidade e respeito ao que nós fazemos aqui pros trabalhadores brasileiros. Eu quero saber quais são os direitos que os trabalhadores americanos têm para vir um tal de diretor financeiro não sei das quantas impor multa por conta do desmatamento. Será que eles não percebem que eles já estão carecas? E que nós ainda estamos como um jogador cortando só um pedacinho aqui do lado? Será que eles não se dão conta de que nós, nesses três anos e meio, diminuímos o desmatamento em todos os biomas brasileiros?”, questionou o presidente.


A nova tarifa é fruto de uma investigação aberta em julho de 2025 pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos. A entidade concluiu que políticas e práticas brasileiras são “irrazoáveis” e “oneram ou restringem” o comércio norte-americano.

O Brasil agora trabalha com o prazo de 15 de julho para fechar um acordo tarifário. A data foi fixada pela representação comercial dos EUA para negociações.
  3:14 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 02:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, quer, conversar, com, Claudia, Sheinbaum, sobre, protestos, México</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na véspera da abertura da Copa do Mundo na Cidade do México, protestos de professores por aumento salarial preocupam autoridades.</strong> Desde a semana passada, um grupo dissidente dentro do sindicato dos professores, a CNTE, está em greve e ocupa ruas da capital mexicana diariamente. Nesta quarta-feira (10), o presidente Lula afirmou que telefonará para a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, para tratar do assunto.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692955&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692955&o=rss"></p>

<p><strong>Lula relacionou as manifestações no México aos protestos que antecederam o impeachment de Dilma Rousseff, em julho de 2013, e sugeriu uma possível interferência externa:</strong></p>

<blockquote>
<p>“Agora mesmo, no México, está acontecendo um pouco daquilo que aconteceu aqui em 2013. Todo mundo está lembrado de que uma simples reivindicação de R$ 0,20 de aumento do transporte foi o pretexto para que a extrema direita tomasse conta das ruas utilizando o verde e amarelo. Então, a minha conversa com a Claudia é porque eu acho que isso está acontecendo no México agora. E eu, às vezes, acho que tem o dedo de alguém que talvez nem seja mexicano.”</p>
</blockquote>

<p>A declaração do presidente Lula ocorreu durante a sétima Reunião Plenária do “Conselhão”, o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, no Palácio do Itamaraty, em Brasília.</p>

<p>Em declarações à imprensa, também nesta quarta, Claudia Sheibaum garantiu ao público que "está tudo sobre controle" para abertura da Copa do Mundo 2026.</p>

<h3>Tarifaço</h3>

<p>O “Conselhão”, em Brasília, reuniu autoridades governamentais, sociedade civil e empresários para discutir metas de desenvolvimento nacional até 2035 e políticas sustentáveis. <strong>Lula voltou a criticar a ameaça de um novo tarifaço do governo dos Estados Unidos – de 25% sobre diversos produtos brasileiros – como punição por práticas comerciais consideradas "desleais" e outras questões, como o desmatamento ilegal.</strong></p>

<blockquote>
<p>“Porque essa última imputação de taxa que eles colocaram para nós, nós não temos o direito de aceitar, por dignidade e respeito ao que nós fazemos aqui pros trabalhadores brasileiros. Eu quero saber quais são os direitos que os trabalhadores americanos têm para vir um tal de diretor financeiro não sei das quantas impor multa por conta do desmatamento. Será que eles não percebem que eles já estão carecas? E que nós ainda estamos como um jogador cortando só um pedacinho aqui do lado? Será que eles não se dão conta de que nós, nesses três anos e meio, diminuímos o desmatamento em todos os biomas brasileiros?”, questionou o presidente.</p>
</blockquote>

<p>A nova tarifa é fruto de uma investigação aberta em julho de 2025 pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos. A entidade concluiu que políticas e práticas brasileiras são “irrazoáveis” e “oneram ou restringem” o comércio norte-americano.</p>

<p>O Brasil agora trabalha com o prazo de 15 de julho para fechar um acordo tarifário. A data foi fixada pela representação comercial dos EUA para negociações.</p>
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<title>CCJ da Câmara aprova PEC que reduz maioridade penal para 16 anos</title>
<link>https://apareceu.com/ccj-da-camara-aprova-pec-que-reduz-maioridade-penal-para-16-anos</link>
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<description><![CDATA[ A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou a proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. É uma proposta de 2015 que, de lá pra cá, entrou e saiu da pauta diversas vezes . Assunto polêmico e que não tem acordo. Durante a votação, foram vários os argumentos. Tadeu Veneri do PT, citou dados de especialistas.


&quot;Segundo o Atlas da Violência de 2026, o Brasil registrou 301.825 homicídios de jovens de 15 a 29 anos entre 2014 e 2024. Isso equivale a 75 mortes de jovens por dia ao longo de uma década. Apenas em 2024 foram 19.801 jovens assassinados. Desse total, 51 vítimas diárias eram homens, 79% do total de mortes eram homens pretos. A redução da maioridade penal, na prática, aprofunda a letalidade contra um perfil que já é dizimado pelas falhas estruturais de segurança pública&quot;, apontou.


Talíria Petrone, do PSOL, argumentou que é preciso combater as organizações criminosas:


&quot;A gente deveria, ao invés de, de forma eleitoreira, apresentar falsas soluções pras famílias brasileiras submetidas à violência, deveríamos asfixiar as organizações criminosas, sufocando o seu lucro, o lucro que as sustenta. Tínhamos que estar aqui nos dedicando a controlar armas e munições que não nascem nas favelas. Tínhamos que estar aqui melhorando as condições de trabalho dos profissionais de segurança pública&quot;, disse.


E Otoni de Paula, do PSD, questionou:


&quot;E como ficarão aqueles de 15 anos e 11 meses que cometerem os crimes hediondos também? Ou seja, amanhã nós vamos ter que debater aqui nesta Casa também a redução de 16 para 14 anos, depois de 14 para 12 anos, e assim sucessivamente. Por quê? Porque o problema é mais estrutural do que nós pensamos&quot;, falou.


Mendonça Filho, do União Brasil, disse.


&quot;Infelizmente, presidente, boa parte do exercício do comando dessas organizações criminosas se faz, inclusive, com o aliciamento de menores, menores de 18 anos. Hoje é um custo barato para esses líderes de facção aliciar menores de 18 anos para praticar crimes&quot;, diz.


E o relator, Coronel Assis, do PL, arrematou:


&quot;Lugar de criminoso é na cadeia, senhor presidente, na cadeia. E vou mais além: se atentar contra a vida do cidadão ou contra a vida de quem protege o cidadão, o lugar dessa pessoa é, sim, na vala, debaixo de sete palmos&quot;, finalizou.


Agora, a PEC que reduz a maioridade penal vai para a Comissão Especial para análise do mérito, que é o conteúdo. Na prática, ela torna os jovens de 16 a 18 anos penalmente imputáveis. A pena deverá ser cumprida em local diferente dos maiores de 18 anos. Eles passam a responder criminalmente, mas, na esfera civil nada muda. Ou seja, continuam sem poder dirigir, celebrar contratos, casar e com o voto facultativo.

Depois, da Comissão Especial, a PEC vai para dois turnos de votação em plenário e Senado. Aliás, essa não é a primeira vez que a Câmara tenta reduzir a maioridade penal. Outra proposta semelhante foi aprovada em 2015, numa manobra do então presidente da Casa, Eduardo Cunha, e que acabou arquivada no Senado.
  3:49 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 02:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>CCJ, Câmara, aprova, PEC, que, reduz, maioridade, penal, para, anos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou a proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. É uma proposta de 2015 que, de lá pra cá, entrou e saiu da pauta diversas vezes . Assunto polêmico e que não tem acordo. Durante a votação, foram vários os argumentos. Tadeu Veneri do PT, citou dados de especialistas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693002&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693002&o=rss"></p>

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<p>"Segundo o Atlas da Violência de 2026, o Brasil registrou 301.825 homicídios de jovens de 15 a 29 anos entre 2014 e 2024. Isso equivale a 75 mortes de jovens por dia ao longo de uma década. Apenas em 2024 foram 19.801 jovens assassinados. Desse total, 51 vítimas diárias eram homens, 79% do total de mortes eram homens pretos. A redução da maioridade penal, na prática, aprofunda a letalidade contra um perfil que já é dizimado pelas falhas estruturais de segurança pública", apontou.</p>
</blockquote>

<p>Talíria Petrone, do PSOL, argumentou que é preciso combater as organizações criminosas:</p>

<blockquote>
<p>"A gente deveria, ao invés de, de forma eleitoreira, apresentar falsas soluções pras famílias brasileiras submetidas à violência, deveríamos asfixiar as organizações criminosas, sufocando o seu lucro, o lucro que as sustenta. Tínhamos que estar aqui nos dedicando a controlar armas e munições que não nascem nas favelas. Tínhamos que estar aqui melhorando as condições de trabalho dos profissionais de segurança pública", disse.</p>
</blockquote>

<p>E Otoni de Paula, do PSD, questionou:</p>

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<p>"E como ficarão aqueles de 15 anos e 11 meses que cometerem os crimes hediondos também? Ou seja, amanhã nós vamos ter que debater aqui nesta Casa também a redução de 16 para 14 anos, depois de 14 para 12 anos, e assim sucessivamente. Por quê? Porque o problema é mais estrutural do que nós pensamos", falou.</p>
</blockquote>

<p>Mendonça Filho, do União Brasil, disse.</p>

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<p>"Infelizmente, presidente, boa parte do exercício do comando dessas organizações criminosas se faz, inclusive, com o aliciamento de menores, menores de 18 anos. Hoje é um custo barato para esses líderes de facção aliciar menores de 18 anos para praticar crimes", diz.</p>
</blockquote>

<p>E o relator, Coronel Assis, do PL, arrematou:</p>

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<p>"Lugar de criminoso é na cadeia, senhor presidente, na cadeia. E vou mais além: se atentar contra a vida do cidadão ou contra a vida de quem protege o cidadão, o lugar dessa pessoa é, sim, na vala, debaixo de sete palmos", finalizou.</p>
</blockquote>

<p>Agora, a PEC que reduz a maioridade penal vai para a Comissão Especial para análise do mérito, que é o conteúdo. Na prática, ela torna os jovens de 16 a 18 anos penalmente imputáveis. A pena deverá ser cumprida em local diferente dos maiores de 18 anos. Eles passam a responder criminalmente, mas, na esfera civil nada muda. Ou seja, continuam sem poder dirigir, celebrar contratos, casar e com o voto facultativo.</p>

<p>Depois, da Comissão Especial, a PEC vai para dois turnos de votação em plenário e Senado. Aliás, essa não é a primeira vez que a Câmara tenta reduzir a maioridade penal. Outra proposta semelhante foi aprovada em 2015, numa manobra do então presidente da Casa, Eduardo Cunha, e que acabou arquivada no Senado.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:49</span>]]> </content:encoded>
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<title>Mesmo com apelos do governo, pautas&#45;bomba são aprovadas no Senado</title>
<link>https://apareceu.com/mesmo-com-apelos-do-governo-pautas-bomba-sao-aprovadas-no-senado</link>
<guid>https://apareceu.com/mesmo-com-apelos-do-governo-pautas-bomba-sao-aprovadas-no-senado</guid>
<description><![CDATA[ Não bastaram os apelos do governo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, colocou mesmo em votação uma das chamadas pautas-bomba. É a que trata da renegociação de dívidas de produtores agrícolas. Impacto, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, de R$ 140 bilhões nos próximos 10 anos. Isso porque o texto foi mexido no Senado. A versão do governo atendia os produtores afetados por mudanças climáticas, mas a proposta foi ampliada pelos senadores para além do que o governo considera prioritário.


&quot;Nosso objetivo, reitero, é de sim, ajudar aqueles agricultores que mais precisam, que comprovem as perdas, que tenham problemas com as dívidas, e não fazer aí uma espécie de nova linha que atenda quem não precisa. Quem precisa, tá sendo atendido dentro do que o governo tinha construído. Quem não precisa, e que vai onerar o restante da sociedade como um todo, precisa ser esclarecido para a população e isso vai ser feito&quot;, comentou.


Outras pautas

Outras duas pautas-bomba foram aprovadas em comissões e seguem agora para o plenário. A primeira trata da aposentadoria integral a agentes de saúde de combate a endemias. A outra aumenta o piso de médicos e de cirurgiões-dentistas de R$ 3.600 para R$ 13.600. Todas essas pautas podem ser questionadas no Supremo Tribunal Federal. O ministro da Fazenda conversou com o ministro Gilmar Mendes sobre o assunto. E o próprio Gilmar Mendes falou depois nas redes sociais que o Congresso precisa dizer quanto custa e de onde vai sair o dinheiro para os novos gastos. Falou ainda em &quot;responsabilidade fiscal e em despesas casuísticas&quot;. O senador Davi Alcolumbre, presidente da Casa, antes da votação, pediu cautela aos colegas senadores na votação dessas propostas que impactam nas contas públicas.


&quot;No ano de eleição, isso aqui é muito complexo. Porque o que botar para votar isso aqui, todo mundo vai votar sim, por conta do da eleição, e vai ter que arrumar 10 Brasil para pagar. E aí fica sendo eu o culpado que não quer dar um piso para o médico? O piso para o médico que salva a vida das pessoas no pronto atendimento. O piso para o enfermeiro? Meu Deus, bora dar! Mas o Brasil comporta isso? O Brasil vai resistir, as finanças públicas vão resistir? Vai ter uma fonte de arrecadação?&quot;, falou.


Davi Alcolumbre, no entanto, não falou sobre a proposta que é prioritária e que desde 27 de maio aguarda encaminhamento para a Comissão de Constituição e Justiça para a definição de relator: a que acaba com a escala 6x1 de trabalho. O assunto seria discutido no início da semana com líderes e com o presidente da CCJ, o senador Otto Alencar, reunião que foi cancelada e ainda não foi remarcada.
  2:55 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 02:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Mesmo, com, apelos, governo, pautas-bomba, são, aprovadas, Senado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Não bastaram os apelos do governo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, colocou mesmo em votação uma das chamadas pautas-bomba. É a que trata da renegociação de dívidas de produtores agrícolas. Impacto, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, de R$ 140 bilhões nos próximos 10 anos. Isso porque o texto foi mexido no Senado. A versão do governo atendia os produtores afetados por mudanças climáticas, mas a proposta foi ampliada pelos senadores para além do que o governo considera prioritário.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693003&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693003&o=rss"></p>

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<p>"Nosso objetivo, reitero, é de sim, ajudar aqueles agricultores que mais precisam, que comprovem as perdas, que tenham problemas com as dívidas, e não fazer aí uma espécie de nova linha que atenda quem não precisa. Quem precisa, tá sendo atendido dentro do que o governo tinha construído. Quem não precisa, e que vai onerar o restante da sociedade como um todo, precisa ser esclarecido para a população e isso vai ser feito", comentou.</p>
</blockquote>

<h2>Outras pautas</h2>

<p>Outras duas pautas-bomba foram aprovadas em comissões e seguem agora para o plenário. A primeira trata da aposentadoria integral a agentes de saúde de combate a endemias. A outra aumenta o piso de médicos e de cirurgiões-dentistas de R$ 3.600 para R$ 13.600. Todas essas pautas podem ser questionadas no Supremo Tribunal Federal. O ministro da Fazenda conversou com o ministro Gilmar Mendes sobre o assunto. E o próprio Gilmar Mendes falou depois nas redes sociais que o Congresso precisa dizer quanto custa e de onde vai sair o dinheiro para os novos gastos. Falou ainda em "responsabilidade fiscal e em despesas casuísticas". O senador Davi Alcolumbre, presidente da Casa, antes da votação, pediu cautela aos colegas senadores na votação dessas propostas que impactam nas contas públicas.</p>

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<p>"No ano de eleição, isso aqui é muito complexo. Porque o que botar para votar isso aqui, todo mundo vai votar sim, por conta do da eleição, e vai ter que arrumar 10 Brasil para pagar. E aí fica sendo eu o culpado que não quer dar um piso para o médico? O piso para o médico que salva a vida das pessoas no pronto atendimento. O piso para o enfermeiro? Meu Deus, bora dar! Mas o Brasil comporta isso? O Brasil vai resistir, as finanças públicas vão resistir? Vai ter uma fonte de arrecadação?", falou.</p>
</blockquote>

<p>Davi Alcolumbre, no entanto, não falou sobre a proposta que é prioritária e que desde 27 de maio aguarda encaminhamento para a Comissão de Constituição e Justiça para a definição de relator: a que acaba com a escala 6x1 de trabalho. O assunto seria discutido no início da semana com líderes e com o presidente da CCJ, o senador Otto Alencar, reunião que foi cancelada e ainda não foi remarcada.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:55</span>]]> </content:encoded>
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<title>Capobianco: governo vai até o STF contra mudança no Código Florestal</title>
<link>https://apareceu.com/capobianco-governo-vai-ate-o-stf-contra-mudanca-no-codigo-florestal</link>
<guid>https://apareceu.com/capobianco-governo-vai-ate-o-stf-contra-mudanca-no-codigo-florestal</guid>
<description><![CDATA[ A mudança aprovada pela Câmara dos Deputados no Código Florestal é um equívoco inconstitucional. Foi o que afirmou o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco. Segundo ele, o governo vai tentar impedir o avanço da alteração na lei em todas as instâncias.

O texto aprovado pelos deputados considera como “áreas rurais consolidadas” as regiões de vegetação que não são florestas, como a Mata Atlântica ou a Amazônia. A mudança, então, retiraria a proteção dos outros biomas. Para o ministro, a situação é gravíssima.


&quot;Isso é um equívoco, é absolutamente inconstitucional, mas foi aprovado há poucas semanas na Câmara dos Deputados. Estamos trabalhando para evitar que isso ocorras no Senado, para que o Senado inviabilize isso. Se não conseguirmos, vamos solicitar o veto. E se o veto for derrubado, vamos ao Supremo questionar como o país, depois de um século, praticamente, de uma legislação bem-sucedida, resolve, de uma hora para outra, eliminar da proteção a diversidade da nossa biodiversidade, nossos biomas&quot;.


O ministro João Paulo Capobianco participou, nesta quinta-feira (11), do programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Sobre o El Niño, afirmou que existe a chance de 80% de um fenômeno muito intenso, agravado pelas mudanças climáticas.


&quot;El Niño forte significa redução de chuvas no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, portanto menos chuva, mais seca e mais risco de incêndios no Pantanal, no Cerrado, na Amazônia e na Caatinga e mais chuva na região Sul com intensidades maiores, inclusive no Rio Grande do Sul. Grandes tormentas com risco de deslizamento e enchentes&quot;. 


Capobianco ressaltou que 13 ministérios se preparam para lidar com os impactos do El Niño e apoiar estados e municípios com planejamento, equipamentos, helicópteros, aviões e repasses de recursos extraordinários.

No entanto, fez um apelo para a população ajudar: não usar fogo e alertar os bombeiros sempre que encontrar um foco de incêndio.
 
  2:07 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 02:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Capobianco:, governo, vai, até, STF, contra, mudança, Código, Florestal</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>mudança aprovada pela Câmara dos Deputados no Código Florestal é um equívoco inconstitucional</strong>. Foi o que afirmou o <strong>ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco</strong>. Segundo ele, o <strong>governo vai tentar impedir o avanço da alteração </strong>na lei em todas as instâncias.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693030&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693030&o=rss"></p>

<p>O texto aprovado pelos deputados considera como <strong>“áreas rurais consolidadas” as regiões de vegetação que não são florestas</strong>, como a Mata Atlântica ou a Amazônia. A <strong>mudança, então, retiraria a proteção dos outros biomas</strong>. Para o ministro, a situação é gravíssima.</p>

<blockquote>
<p>"Isso é um equívoco, é absolutamente inconstitucional, mas foi aprovado há poucas semanas na Câmara dos Deputados. Estamos trabalhando para evitar que isso ocorras no Senado, para que o Senado inviabilize isso. Se não conseguirmos, vamos solicitar o veto. E se o veto for derrubado, vamos ao Supremo questionar como o país, depois de um século, praticamente, de uma legislação bem-sucedida, resolve, de uma hora para outra, eliminar da proteção a diversidade da nossa biodiversidade, nossos biomas".</p>
</blockquote>

<p>O ministro João Paulo Capobianco participou, nesta quinta-feira (11), do programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>. Sobre o <strong>El Niño</strong>, afirmou que existe a chance de <strong>80% de um fenômeno muito intenso</strong>, agravado pelas mudanças climáticas.</p>

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<p>"El Niño forte significa redução de chuvas no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, portanto menos chuva, mais seca e mais risco de incêndios no Pantanal, no Cerrado, na Amazônia e na Caatinga e mais chuva na região Sul com intensidades maiores, inclusive no Rio Grande do Sul. Grandes tormentas com risco de deslizamento e enchentes". </p>
</blockquote>

<p>Capobianco ressaltou que <strong>13 ministérios se preparam para lidar com os impactos do El Niño </strong>e apoiar estados e municípios com planejamento, equipamentos, helicópteros, aviões e repasses de recursos extraordinários.</p>

<p>No entanto, fez um apelo para a população ajudar: não usar fogo e alertar os bombeiros sempre que encontrar um foco de incêndio.<br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">2:07</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Novo fundo vai reunir imóveis ociosos da administração pública</title>
<link>https://apareceu.com/novo-fundo-vai-reunir-imoveis-ociosos-da-administracao-publica</link>
<guid>https://apareceu.com/novo-fundo-vai-reunir-imoveis-ociosos-da-administracao-publica</guid>
<description><![CDATA[ O governo federal, em parceria com a Caixa Econômica, lançou nesta quinta-feira (11) o primeiro fundo imobiliário que vai reunir imóveis ociosos que não servem para uso da administração pública. O anúncio foi feito pela ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, durante cerimônia de entregas do programa Imóvel da Gente.


&quot;A gente hoje vai conseguir entregar o primeiro fundo de investimento imobiliário da União, administrado pela Caixa Econômica, parceria muito grande também com o Ministério da Fazenda, que vai vai gerir essa a ideia desse fundo. É uma coisa que vai ter um potencial enorme, não só de poder vender bem os patrimônios da União que não têm condições de fato de virar políticas públicas, mas também de utilizar esse fundo pra gente fazer modernização nos prédios da própria União, e poder administrar imóveis para a União para uso da administração pública de forma muito mais eficiente.&quot;


Segundo o governo federal, o fundo terá início com a venda de 55 imóveis situados no Distrito Federal, com valor estimado em mais de R$ 1 bilhão. O programa Imóvel da Gente, de destinação social do patrimônio da União, já direcionou cerca de 1,9 mil imóveis federais, em 625 municípios, com potencial de beneficiar cerca de 400 mil famílias.

De acordo com o balanço apresentado pela ministra Esther Dweck, esses imóveis não se restringem a edificações públicas, mas incluem grandes áreas, como a da antiga Estação Leopoldina, cedida para a prefeitura do Rio de Janeiro.


&quot;Temos também o antigo aeroporto de Belo Horizonte, o Carlos Prates — e aí a Caixa é o nosso parceiro lá montando o masterplan. Em ambos terá habitação, equipamentos e institutos federais, no caso do Rio de Janeiro. A gente tem um aeroporto em Vitória da Conquista, tivemos o aeroporto lá na COP 30; a área da da COP 30 era o antigo aeroporto e foi um dos primeiros imóveis que a gente destinou.&quot;


O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, reforçou a possibilidade legal de transferência de imóveis para quitar dívidas com a União, beneficiando a regularização fundiária.  


&quot;O Imóvel da Gente, atua junto com outras iniciativas do nosso governo — o senhor assinou, faz duas semanas, um decreto para poder fazer com que essas dívidas com a União possam gerar adjudicação do imóvel. E aquelas famílias que estavam para ser despejadas há 10 anos, 15 anos, agora estão discutindo a regularização fundiária pelo Imóvel da Gente.&quot;


Os imóveis do programa Imóvel da Gente atendem a finalidades diversas, como habitação, regularização fundiária, educação, saúde e cultura, entre outras.
 
  2:41 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 02:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Novo, fundo, vai, reunir, imóveis, ociosos, administração, pública</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal, em parceria com a Caixa Econômica, lançou nesta quinta-feira (11) o primeiro fundo imobiliário que vai reunir imóveis ociosos que não servem para uso da administração pública. O anúncio foi feito pela ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, durante cerimônia de entregas do programa Imóvel da Gente.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693127&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693127&o=rss"></p>

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<p>"A gente hoje vai conseguir entregar o primeiro fundo de investimento imobiliário da União, administrado pela Caixa Econômica, parceria muito grande também com o Ministério da Fazenda, que vai vai gerir essa a ideia desse fundo. É uma coisa que vai ter um potencial enorme, não só de poder vender bem os patrimônios da União que não têm condições de fato de virar políticas públicas, mas também de utilizar esse fundo pra gente fazer modernização nos prédios da própria União, e poder administrar imóveis para a União para uso da administração pública de forma muito mais eficiente."</p>
</blockquote>

<p>Segundo o governo federal, <strong>o fundo terá início com a venda de 55 imóveis</strong> situados no Distrito Federal, com valor estimado em mais de R$ 1 bilhão. O programa Imóvel da Gente, de destinação social do patrimônio da União, já direcionou cerca de 1,9 mil imóveis federais, em 625 municípios, com potencial de beneficiar cerca de 400 mil famílias.</p>

<p>De acordo com o balanço apresentado pela ministra Esther Dweck, esses imóveis não se restringem a edificações públicas, mas incluem grandes áreas, como a da antiga Estação Leopoldina, cedida para a prefeitura do Rio de Janeiro.</p>

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<p>"Temos também o antigo aeroporto de Belo Horizonte, o Carlos Prates — e aí a Caixa é o nosso parceiro lá montando o masterplan. Em ambos terá habitação, equipamentos e institutos federais, no caso do Rio de Janeiro. A gente tem um aeroporto em Vitória da Conquista, tivemos o aeroporto lá na COP 30; a área da da COP 30 era o antigo aeroporto e foi um dos primeiros imóveis que a gente destinou."</p>
</blockquote>

<p>O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, reforçou a <strong>possibilidade legal de transferência de imóveis para quitar dívidas com a União</strong>, beneficiando a regularização fundiária.  </p>

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<p>"O Imóvel da Gente, atua junto com outras iniciativas do nosso governo — o senhor assinou, faz duas semanas, um decreto para poder fazer com que essas dívidas com a União possam gerar adjudicação do imóvel. E aquelas famílias que estavam para ser despejadas há 10 anos, 15 anos, agora estão discutindo a regularização fundiária pelo Imóvel da Gente."</p>
</blockquote>

<p>Os imóveis do programa Imóvel da Gente atendem a finalidades diversas, como habitação, regularização fundiária, educação, saúde e cultura, entre outras.<br>
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<title>Mais de 5 mil gestores participam de fórum de compras públicas no DF</title>
<link>https://apareceu.com/mais-de-5-mil-gestores-participam-de-forum-de-compras-publicas-no-df</link>
<guid>https://apareceu.com/mais-de-5-mil-gestores-participam-de-forum-de-compras-publicas-no-df</guid>
<description><![CDATA[ Mais de 5 mil gestores públicos de 409 municípios passaram por Brasília nos últimos três dias. Eles participaram do XI Fórum Nacional da Rede de Parcerias, Transferências e Compras Públicas (Parcom). O evento, que terminou nesta quinta-feira (11), é organizado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e teve um número recorde de participantes nesta edição.

Gestores vindos de todos os estados brasileiros e de diversos setores, como saúde, educação e cultura, tiveram acesso a informações sobre como tornar mais eficiente o uso dos recursos públicos. O secretário de Gestão e Inovação da pasta, Roberto Pojo, fez um balanço do encontro.


&quot;Esse ano é o ano que a gente atinge mais de 5 mil participantes, recorde desses 11 anos; é o maior evento que a gente fez dessa série. E os gestores que vieram do país inteiro, além das palestras, das oficinas, das atividades, vão encontrar estandes onde os ministérios, os detentores dessas políticas, vão ajudá-los explicar como é que eles recepcionam esses recursos, como é que eles solicitam esses recursos, para quais temáticas esses recursos estão disponíveis, e aí eles conseguem levar isso depois para os municípios deles.&quot;


Segundo Roberto Pojo, um dos principais destaques do evento foi a ampliação da plataforma Contrata+Brasil, que simplifica compras governamentais para incluir, também, pequenos fornecedores, permitindo a participação até de microempreendedores individuais.

Outra frente da plataforma Contrata+Brasil, a agricultura familiar já movimenta R$ 40 milhões em compras governamentais, como explicou Pojo.


&quot;No Brasil a gente tem a política de incentivo à agricultura familiar, tem uma obrigação de aquisição de gêneros alimentícios, 30% do que se compra deve vir da agricultura familiar. A gente infelizmente ainda não consegue atingir isso, e essa segunda parte do Contrata+Brasil é exatamente para facilitar a aquisição da agricultura familiar. Esse mês a gente já tem R$ 40 milhões na plataforma de órgãos públicos, lançando ofertas de compra  no país inteiro&quot;.


Com a expansão, o Contrata+Brasil saltou de 11 para 45 atividades com foco, agora, no empreendedorismo feminino. O programa era estruturado majoritariamente sobre setores como construção civil leve e manutenção predial, áreas com baixa presença feminina historicamente. Agora, foram incorporados 34 novos códigos ao programa, para incluir setores em que as mulheres já empreendem de forma robusta, como alimentação, economia criativa, saúde, educação e cultura, totalizando 141 tipos de serviços.

A gestora pública de Curitiba, Andréia Moraes, participou do evento pela primeira vez e conta que ficou surpresa com a estrutura do fórum.


&quot;É um evento maravilhoso; reúne a troca de experiências, as trocas de angústias. É um evento pensado justamente para isso, para a troca e trazer as novidades que estão acontecendo e muitas vezes não chegam nos municípios&quot;.


A sustentabilidade também esteve presente no centro dos debates do XI Fórum Parcom. Especialistas defenderam a inclusão de critérios sociais e ambientais nas compras governamentais, destacando o papel estratégico do poder público na promoção do desenvolvimento sustentável por meio das contratações.
 
  3:40 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 02:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Mais, mil, gestores, participam, fórum, compras, públicas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 5 mil gestores públicos de 409 municípios passaram por Brasília nos últimos três dias. Eles participaram do <strong>XI Fórum Nacional da Rede de Parcerias, Transferências e Compras Públicas (Parcom)</strong>. O evento, que terminou nesta quinta-feira (11), é organizado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e teve um número recorde de participantes nesta edição.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693152&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693152&o=rss"></p>

<p>Gestores vindos de todos os estados brasileiros e de diversos setores, como saúde, educação e cultura, tiveram acesso a informações sobre <strong>como tornar mais eficiente o uso dos recursos públicos</strong>. O secretário de Gestão e Inovação da pasta, Roberto Pojo, fez um balanço do encontro.</p>

<blockquote>
<p>"Esse ano é o ano que a gente atinge mais de 5 mil participantes, recorde desses 11 anos; é o maior evento que a gente fez dessa série. E os gestores que vieram do país inteiro, além das palestras, das oficinas, das atividades, vão encontrar estandes onde os ministérios, os detentores dessas políticas, vão ajudá-los explicar como é que eles recepcionam esses recursos, como é que eles solicitam esses recursos, para quais temáticas esses recursos estão disponíveis, e aí eles conseguem levar isso depois para os municípios deles."</p>
</blockquote>

<p>Segundo Roberto Pojo, um dos principais destaques do evento foi a <strong>ampliação da plataforma Contrata+Brasil</strong>, que simplifica compras governamentais para incluir, também, pequenos fornecedores, permitindo a participação até de microempreendedores individuais.</p>

<p>Outra frente da plataforma Contrata+Brasil, <strong>a agricultura familiar já movimenta R$ 40 milhões em compras governamentais</strong>, como explicou Pojo.</p>

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<p>"No Brasil a gente tem a política de incentivo à agricultura familiar, tem uma obrigação de aquisição de gêneros alimentícios, 30% do que se compra deve vir da agricultura familiar. A gente infelizmente ainda não consegue atingir isso, e essa segunda parte do Contrata+Brasil é exatamente para facilitar a aquisição da agricultura familiar. Esse mês a gente já tem R$ 40 milhões na plataforma de órgãos públicos, lançando ofertas de compra  no país inteiro".</p>
</blockquote>

<p>Com a expansão, o Contrata+Brasil saltou de 11 para 45 atividades com foco, agora, no empreendedorismo feminino. O programa era estruturado majoritariamente sobre setores como construção civil leve e manutenção predial, áreas com baixa presença feminina historicamente. Agora, <strong>foram incorporados 34 novos códigos ao programa, para incluir setores em que as mulheres já empreendem</strong> de forma robusta, como alimentação, economia criativa, saúde, educação e cultura, totalizando 141 tipos de serviços.</p>

<p>A gestora pública de Curitiba, Andréia Moraes, participou do evento pela primeira vez e conta que ficou surpresa com a estrutura do fórum.</p>

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<p>"É um evento maravilhoso; reúne a troca de experiências, as trocas de angústias. É um evento pensado justamente para isso, para a troca e trazer as novidades que estão acontecendo e muitas vezes não chegam nos municípios".</p>
</blockquote>

<p>A sustentabilidade também esteve presente no centro dos debates do XI Fórum Parcom. Especialistas defenderam a inclusão de critérios sociais e ambientais nas compras governamentais, destacando o papel estratégico do poder público na promoção do desenvolvimento sustentável por meio das contratações.<br>
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<title>Governo lança linha de crédito para motociclistas nesta sexta (12)</title>
<link>https://apareceu.com/governo-lanca-linha-de-credito-para-motociclistas-nesta-sexta-12</link>
<guid>https://apareceu.com/governo-lanca-linha-de-credito-para-motociclistas-nesta-sexta-12</guid>
<description><![CDATA[ O presidente Lula lança nesta sexta-feira uma linha de crédito para entregadores e motociclistas de aplicativo como o iFood e o 99. A ideia é facilitar a compra de motos novas, com prazos de até 48 meses para pagamento e possibilidade de descontos oferecidos pelas montadoras.

O crédito vai financiar motocicletas, motonetas e ciclomotores para quem utiliza esses veículos como instrumento de renda. É o caso de profissionais que prestam serviços de transporte individual urbano de passageiros e de entrega de cargas ou alimentos.

O anúncio será feito a partir das 11 horas, durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília. 

Minha Casa, Minha Vida Rural e Urbano

Já à tarde, o presidente Lula anuncia R$ 10 bilhões em investimentos no Minha Casa, Minha Vida Rural e Urbano.

Serão contratadas 85 mil unidades habitacionais, sendo 35 mil na modalidade entidades e 50 mil na modalidade rural. Segundo o governo, a medida amplia a seleção de beneficiários do Minha Casa, Minha Vida e reforça o compromisso com o acesso à moradia.
  1:12 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 02:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Governo, lança, linha, crédito, para, motociclistas, nesta, sexta, 12</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente Lula lança nesta sexta-feira uma linha de crédito para entregadores e motociclistas de aplicativo como o iFood e o 99. </strong>A ideia é facilitar a compra de motos novas, com prazos de até 48 meses para pagamento e possibilidade de descontos oferecidos pelas montadoras.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693185&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693185&o=rss"></p>

<p>O crédito vai financiar motocicletas, motonetas e ciclomotores para quem utiliza esses veículos como instrumento de renda. <strong>É o caso de profissionais que prestam serviços de transporte individual urbano de passageiros e de entrega de cargas ou alimentos.</strong></p>

<p>O anúncio será feito a partir das 11 horas, durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília. </p>

<h2><strong>Minha Casa, Minha Vida Rural e Urbano</strong></h2>

<p><strong>Já à tarde, o presidente Lula anuncia R$ 10 bilhões em investimentos no Minha Casa, Minha Vida Rural e Urbano.</strong></p>

<p>Serão contratadas 85 mil unidades habitacionais, sendo 35 mil na modalidade entidades e 50 mil na modalidade rural. Segundo o governo, a medida amplia a seleção de beneficiários do Minha Casa, Minha Vida e reforça o compromisso com o acesso à moradia.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:12</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Motociclistas de app poderão financiar veículos com juros reduzidos</title>
<link>https://apareceu.com/motociclistas-de-app-poderao-financiar-veiculos-com-juros-reduzidos</link>
<guid>https://apareceu.com/motociclistas-de-app-poderao-financiar-veiculos-com-juros-reduzidos</guid>
<description><![CDATA[ Entregadores e motoristas de aplicativo poderão financiar motos e bicicletas elétricas com juros reduzidos. O presidente Lula lançou nesta sexta-feira (12) o programa Move Motos, uma linha de crédito especial para a categoria, que deve estar disponível a partir do dia 13 de julho.

Podem participar motociclistas e ciclistas que prestam serviços de transporte urbano de passageiros ou de carga — inclusive motoristas com carteira assinada.

Os profissionais precisam comprovar ao menos seis meses de atividade e um histórico mínimo de cem corridas realizadas.

A adesão será feita por um portal digital, no qual o trabalhador autoriza o compartilhamento de dados para validar a elegibilidade junto à Caixa Econômica Federal e ao Banco do Brasil.

Durante o lançamento do programa, o presidente Lula destacou que os funcionários dos dois bancos públicos precisam estar treinados para atender os trabalhadores de forma proativa.


“O que é forma proativa? É você tratar eles com vontade de acertar, porque se for um burocrata que não tiver vontade, qualquer probleminha que você tiver, fala: &#039;não pode&#039;. O cara tem que falar: &#039;eu vou ajudar vocês a consertar esse problema, vou tentar resolver, não vou deixar você sem moto&#039;. Nós queremos que as pessoas saibam que ninguém está pedindo favor. As pessoas estão querendo crédito. Nós estamos dando garantia&quot;.


Como vai funcionar

Pelo programa, poderão ser financiados motos flex de até 160 cilindradas, bicicletas e veículos autopropelidos elétricos de até mil watts, além de motos, motonetas e ciclomotores elétricos de até 75 kilowatts. Cada trabalhador poderá comprar um único veículo.

As taxas de juros são de 12,5% ao ano para homens e de 11,5% para mulheres. O prazo de financiamento é de 48 meses, com dois meses de carência. 

O governo anunciou ainda que as primeiras 25 mil motos financiadas por mulheres junto ao Banco do Brasil incluirão um capacete gratuito. Lula afirmou que vai negociar com as concessionárias o fornecimento desse item de segurança.

“É é do melhor, não é do mais vagabundo, não. O melhorzinho. Eu acho que é uma coisa que a gente consegue se for conversar sério com as empresas&quot;.

O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, destacou que cerca de 1 milhão de trabalhadores poderão ser beneficiados pelo programa. Segundo ele, o objetivo é reconhecer a importância dessa categoria e promover a descarbonização e a renovação da frota.

Os recursos virão do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social.
  2:57 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 02:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Motociclistas, app, poderão, financiar, veículos, com, juros, reduzidos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Entregadores e motoristas de aplicativo poderão financiar motos e bicicletas elétricas com juros reduzidos.</strong> O presidente Lula lançou nesta sexta-feira (12) o <strong>programa Move Motos, uma linha de crédito especial para a categoria</strong>, que deve estar disponível a partir do dia 13 de julho.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693270&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693270&o=rss"></p>

<p>Podem participar motociclistas e ciclistas que prestam serviços de transporte urbano de passageiros ou de carga — inclusive motoristas com carteira assinada.</p>

<p>Os <strong>profissionais precisam comprovar ao menos seis meses de atividade e um histórico mínimo de cem corridas realizadas</strong>.</p>

<p>A adesão será feita por um portal digital, no qual o trabalhador autoriza o compartilhamento de dados para validar a elegibilidade junto à Caixa Econômica Federal e ao Banco do Brasil.</p>

<p>Durante o lançamento do programa, o presidente Lula destacou que os funcionários dos dois bancos públicos precisam estar treinados para atender os trabalhadores de forma proativa.</p>

<blockquote>
<p>“O que é forma proativa? É você tratar eles com vontade de acertar, porque se for um burocrata que não tiver vontade, qualquer probleminha que você tiver, fala: 'não pode'. O cara tem que falar: 'eu vou ajudar vocês a consertar esse problema, vou tentar resolver, não vou deixar você sem moto'. Nós queremos que as pessoas saibam que ninguém está pedindo favor. As pessoas estão querendo crédito. Nós estamos dando garantia".</p>
</blockquote>

<h2>Como vai funcionar</h2>

<p>Pelo programa, poderão ser financiados motos flex de até 160 cilindradas, bicicletas e veículos autopropelidos elétricos de até mil watts, além de motos, motonetas e ciclomotores elétricos de até 75 kilowatts. Cada trabalhador poderá comprar um único veículo.</p>

<p>As <strong>taxas de juros são de 12,5% ao ano para homens e de 11,5% para mulheres</strong>. O prazo de financiamento é de 48 meses, com dois meses de carência. </p>

<p>O governo anunciou ainda que as primeiras 25 mil motos financiadas por mulheres junto ao Banco do Brasil incluirão um capacete gratuito. Lula afirmou que vai negociar com as concessionárias o fornecimento desse item de segurança.</p>

<p>“É é do melhor, não é do mais vagabundo, não. O melhorzinho. Eu acho que é uma coisa que a gente consegue se for conversar sério com as empresas".</p>

<p>O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, destacou que <strong>cerca de 1 milhão de trabalhadores poderão ser beneficiados pelo programa</strong>. Segundo ele, o <strong>objetivo é reconhecer a importância dessa categoria e promover a descarbonização e a renovação da frota</strong>.</p>

<p>Os recursos virão do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:57</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Durigan: Congresso não pode deixar eleições alavancarem pautas&#45;bomba</title>
<link>https://apareceu.com/durigan-congresso-nao-pode-deixar-eleicoes-alavancarem-pautas-bomba</link>
<guid>https://apareceu.com/durigan-congresso-nao-pode-deixar-eleicoes-alavancarem-pautas-bomba</guid>
<description><![CDATA[ Com pelo menos nove projetos com alto impacto fiscal em tramitação no Congresso - as chamadas pautas-bomba -, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, pediu aos parlamentares:


&quot;O compromisso nesse momento é que a gente não deixe o espírito eleitoral, as demandas que aparecem dos diferentes setores tomarem conta da agenda econômica nacional de modo a prejudicar o país. Claro que a gente entende que os senadores e deputados querem dar respostas às suas bases nesse momento muito importante, definitivo, da democracia. Mas as coisas precisam caber nas forças do país, dentro do orçamento do país. Então é isso que eu tenho dito&quot;.


Durigan não descartou recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) se as negociações com o Congresso falharem. Só essas nove propostas causam um impacto de R$ 111 bilhões em um ano. O ministro completou:


&quot;Se você somar todo o investimento que o governo federal faz, a gente demora mais de dois anos para conseguir investir R$ 111 bilhões. Então não dá para que a gente contrate, sem fonte de recurso, sem compatibilidade com as leis fiscais, um volume desse de despesa ou renúncia de receita nesse momento&quot;.


O ministro Dario Durigan tem conversado com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e com outros parlamentares. Segundo ele, nada do que foi aprovado é conclusivo. Ou seja, ainda pode ser mudado.

Renegociação da dívida do agro

Sobre a mais recente pauta-bomba aprovada, a de renegociação de dívida agrícola, Durigan, em entrevista ao programa Alô, Alô Brasil, da Rádio Nacional, nesta sexta-feira (12), lembrou que é preciso, sim, ajudar aos produtores que realmente precisam e não a todo o setor, sob pena de se restringir ainda mais o acesso ao crédito. Isso porque os bancos não são obrigados a oferecer dinheiro com limite de juros. Ele ainda chamou os parlamentares à responsabilidade.


&quot;O Congresso brasileiro é soberano e a tramitação dos temas do Congresso precisa observar esses requisitos mínimos. Ao aprovar uma medida, qual é o impacto que aquela medida vai gerar?&quot;.


A lista de pautas com alto impacto financeiro em tramitação no Congresso vai desde o aumento do teto do Simples Nacional até a ampliação da imunidade tributária de templos religiosos, a criação de benefícios para entidades sem fins lucrativos e os pisos salariais de diferentes categorias.
 
  2:32 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 02:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Durigan:, Congresso, não, pode, deixar, eleições, alavancarem, pautas-bomba</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Com pelo menos <strong>nove projetos com alto impacto fiscal em tramitação no Congresso</strong> - as chamadas pautas-bomba -, o <strong>ministro da Fazenda, Dario Durigan, pediu aos parlamentares</strong>:<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693214&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693214&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"O compromisso nesse momento é que a gente não deixe o espírito eleitoral, as demandas que aparecem dos diferentes setores tomarem conta da agenda econômica nacional de modo a prejudicar o país. Claro que a gente entende que os senadores e deputados querem dar respostas às suas bases nesse momento muito importante, definitivo, da democracia. Mas as coisas precisam caber nas forças do país, dentro do orçamento do país. Então é isso que eu tenho dito".</p>
</blockquote>

<p><strong>Durigan não descartou recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) </strong>se as negociações com o Congresso falharem. Só <strong>essas nove propostas causam um impacto de R$ 111 bilhões em um ano</strong>. O ministro completou:</p>

<blockquote>
<p>"Se você somar todo o investimento que o governo federal faz, a gente demora mais de dois anos para conseguir investir R$ 111 bilhões. Então não dá para que a gente contrate, sem fonte de recurso, sem compatibilidade com as leis fiscais, um volume desse de despesa ou renúncia de receita nesse momento".</p>
</blockquote>

<p>O ministro Dario Durigan tem conversado com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e com outros parlamentares. Segundo ele, nada do que foi aprovado é conclusivo. Ou seja, ainda pode ser mudado.</p>

<h2>Renegociação da dívida do agro</h2>

<p>Sobre a mais recente pauta-bomba aprovada, a de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-06/mesmo-com-apelos-do-governo-pautas-bomba-sao-aprovadas-no-senado" target="_blank"><strong>renegociação de dívida agrícola</strong></a>, Durigan, em entrevista ao programa <em>Alô, Alô Brasil</em>, da <strong>Rádio Nacional, </strong>nesta sexta-feira (12), lembrou que é preciso, sim, ajudar aos produtores que realmente precisam e não a todo o setor, sob pena de se restringir ainda mais o acesso ao crédito. Isso porque os bancos não são obrigados a oferecer dinheiro com limite de juros. Ele ainda chamou os parlamentares à responsabilidade.</p>

<blockquote>
<p>"O Congresso brasileiro é soberano e a tramitação dos temas do Congresso precisa observar esses requisitos mínimos. Ao aprovar uma medida, qual é o impacto que aquela medida vai gerar?".</p>
</blockquote>

<p>A lista de pautas com alto impacto financeiro em tramitação no Congresso vai desde o <strong>aumento do teto do Simples Nacional até a ampliação da imunidade tributária de templos religiosos</strong>, a criação de benefícios para entidades sem fins lucrativos e os pisos salariais de diferentes categorias.<br>
 </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:32</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Governo promete mais 85 mil moradias pelo Minha Casa Minha Vida</title>
<link>https://apareceu.com/governo-promete-mais-85-mil-moradias-pelo-minha-casa-minha-vida</link>
<guid>https://apareceu.com/governo-promete-mais-85-mil-moradias-pelo-minha-casa-minha-vida</guid>
<description><![CDATA[ 85 mil unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida, nas modalidades Rural e Entidades – Urbana, serão construídas nos próximos meses.

O Ministério das Cidades fez o anúncio dos projetos selecionados nesta sexta-feira (12).

Os recursos para a construção dessas unidades virão do Fundo de Desenvolvimento Social e o investimento é de R$ 10 bilhões.

O ministro das Cidades, Vladimir Lima, destacou que entre os beneficiários dessas moradias estão povos indígenas, quilombolas e reassentados da reforma agrária.


&quot;Estamos falando de pessoas que moram em casas feitas de material improvisado, de pau-a-pique, com piso de terra e telhado de palha. A melhoria da qualidade de vida é significativa. A gente traz números aqui: cerca de 562 propostas para público específico, ou seja,  público de comunidades, povos indígenas, quilombolas, ressentados da reforma agrária&quot;.


O presidente Lula destacou melhorias nos projetos de moradia popular, com a inclusão de estruturas que ampliam o conforto e a qualidade de vida dos moradores.


&quot;Vocês sabem que nós fomos eleitos para cumprir o programa e se a gente não tiver cumprido esse programa, vocês têm mais é que dar &#039;cacete&#039; na gente para a gente aprender a cada palavra que gente assumiu compromisso com vocês. Porque é para isso que nós estamos aqui, Então eu queria terminar pedindo para vocês:  seja o fiscal. A bola está com vocês agora. Nós estamos melhorando a cada dia que passa.  Eu já inaugurei casa agora com churrasqueira. Eu já inaugurei casa agora com varanda.&quot;


O Minha Casa Minha Vida Urbano atende famílias com renda bruta de até R$ 3.200 mensais. Cerca de 40% das unidades serão viabilizadas em imóveis da União, disponibilizados pela Secretaria de Patrimônio da União por meio do Programa Imóvel da Gente.

Já o programa na modalidade Rural é destinado a famílias do campo com renda anual de até R$ 50 mil, como agricultores familiares, trabalhadores rurais e comunidades tradicionais. E prevê o custeio pelo governo federal da construção da moradia no próprio terreno da família.
  2:24 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 02:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Governo, promete, mais, mil, moradias, pelo, Minha, Casa, Minha, Vida</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>85 mil unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida, nas <strong>modalidades Rural e Entidades – Urbana</strong>, serão construídas nos próximos meses.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693312&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693312&o=rss"></p>

<p>O Ministério das Cidades fez o anúncio dos projetos selecionados nesta sexta-feira (12).</p>

<p><strong>Os recursos para a construção dessas unidades virão do Fundo de Desenvolvimento Social e o investimento é de R$ 10 bilhões.</strong></p>

<p>O ministro das Cidades, Vladimir Lima, destacou que entre os beneficiários dessas moradias estão povos indígenas, quilombolas e reassentados da reforma agrária.</p>

<blockquote>
<p>"Estamos falando de pessoas que moram em casas feitas de material improvisado, de pau-a-pique, com piso de terra e telhado de palha. A melhoria da qualidade de vida é significativa. A gente traz números aqui: cerca de 562 propostas para público específico, ou seja,  público de comunidades, povos indígenas, quilombolas, ressentados da reforma agrária".</p>
</blockquote>

<p>O presidente Lula destacou melhorias nos projetos de moradia popular, com a inclusão de estruturas que ampliam o conforto e a qualidade de vida dos moradores.</p>

<blockquote>
<p>"Vocês sabem que nós fomos eleitos para cumprir o programa e se a gente não tiver cumprido esse programa, vocês têm mais é que dar 'cacete' na gente para a gente aprender a cada palavra que gente assumiu compromisso com vocês. Porque é para isso que nós estamos aqui, Então eu queria terminar pedindo para vocês:  seja o fiscal. A bola está com vocês agora. Nós estamos melhorando a cada dia que passa.  Eu já inaugurei casa agora com churrasqueira. Eu já inaugurei casa agora com varanda."</p>
</blockquote>

<p>O Minha Casa Minha Vida Urbano atende famílias com renda bruta de até R$ 3.200 mensais. Cerca de 40% das unidades serão viabilizadas em imóveis da União, disponibilizados pela Secretaria de Patrimônio da União por meio do Programa Imóvel da Gente.</p>

<p>Já o programa na modalidade Rural é destinado a famílias do campo com renda anual de até R$ 50 mil, como agricultores familiares, trabalhadores rurais e comunidades tradicionais. E prevê o custeio pelo governo federal da construção da moradia no próprio terreno da família.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:24</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Governo federal dá subsídio para garantir preço do diesel</title>
<link>https://apareceu.com/governo-federal-da-subsidio-para-garantir-preco-do-diesel</link>
<guid>https://apareceu.com/governo-federal-da-subsidio-para-garantir-preco-do-diesel</guid>
<description><![CDATA[ Para estabilizar preço e oferta, e garantir o abastecimento de diesel em meio ao cenário de instabilidade internacional com os conflitos no Oriente Médio, o governo federal concedeu subvenção econômica de R$ 1,12 por litro comercializado de óleo diesel rodoviário.

O decreto detalhando como produtores e importadores poderão receber o benefício, previsto em Medida Provisória, foi publicado na edição de hoje (9) do Diário Oficial da União.

Pelas regras, só receberão a subvenção às empresas que comprovarem o repasse integral do desconto no preço de venda do diesel. 

Produtores e importadores deverão aderir formalmente ao programa junto à ANP por meio de termo de adesão.

O pagamento da subvenção deverá ocorrer em até 30 dias após o recebimento da declaração, podendo haver atualização pela taxa Selic em caso de atraso.

O decreto também prevê mecanismos de controle e fiscalização, incluindo a obrigatoriedade de manutenção dos registros financeiros e fiscais por cinco anos e a possibilidade de restituição de valores pagos

* Locução de José Carlos Andrade
  1:09 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Governo, federal, dá, subsídio, para, garantir, preço, diesel</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Para estabilizar preço e oferta, e garantir o abastecimento de diesel em meio ao cenário de instabilidade internacional com os conflitos no Oriente Médio, <strong>o governo federal concedeu subvenção econômica de R$ 1,12 por litro comercializado de óleo diesel rodoviário.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692684&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692684&o=rss"></p>

<p>O decreto detalhando como produtores e importadores poderão receber o benefício, previsto em Medida Provisória, foi publicado na edição de hoje (9) do Diário Oficial da União.</p>

<p>Pelas regras, <strong>só receberão a subvenção às empresas que comprovarem o repasse integral do desconto no preço de venda do diesel. </strong></p>

<p>Produtores e importadores deverão aderir formalmente ao programa junto à ANP por meio de termo de adesão.</p>

<p><strong>O pagamento da subvenção deverá ocorrer em até 30 dias após o recebimento da declaração, podendo haver atualização pela taxa Selic em caso de atraso.</strong></p>

<p>O decreto também prevê mecanismos de controle e fiscalização, incluindo a obrigatoriedade de manutenção dos registros financeiros e fiscais por cinco anos e a possibilidade de restituição de valores pagos</p>

<h5>* Locução de José Carlos Andrade</h5>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:09</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Presidente do BRB promete colaborar com investigações do Caso Master</title>
<link>https://apareceu.com/presidente-do-brb-promete-colaborar-com-investigacoes-do-caso-master</link>
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<description><![CDATA[ Aos senadores, o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, falou: &quot;o banco vai colaborar com as investigações e com a punição dos responsáveis pelas fraudes&quot;. Ele esteve na Comissão de Assuntos Econômico do Senado para falar sobre o esquema com o Master.

O convite se transformou em convocação porque Nelson Souza disse que só compareceria após a publicação do balanço do BRB do ano passado. Publicação que ainda não ocorreu. Só vai ocorrer, segundo ele, ao final da auditoria independente. Nesta terça-feira (9), aos senadores, o presidente do BRB completou: 


 &quot;Não temos interesse em cobrir qualquer coisa do passado.  Pelo contrário. Nós estamos trabalhando de mãos dadas com a Polícia Federal,  com a Procuradoria Geral da República, com o Banco Central, com o STF e por isso que nós estamos aqui hoje nessa Comissão&quot;.


Apesar de dizer que não poderia dar todas as informações por conta do sigilo bancário e das investigações, o presidente do BRB, disse que quando assumiu, em novembro, após a Operação Compliance Zero, 23% das ações do BRB estavam em nome de pessoas ligadas ao Master. O bloqueio já foi feito e o pedido de ressarcimento também. 

Um acordo de recuperação do banco foi firmado a partir da conciliação com o governo e o Supremo Tribunal Federal. O projeto de lei foi encaminhado à Câmara Legislativa pela governadora Celina Leão. A proposta autoriza a captação de empréstimo superior a R$ 6,5 bilhões com o FGC, o Fundo Garantidor de Crédito. 


&quot;Eu tenho 45 anos no mercado financeiro, mas eu nunca vi uma engenharia financeira feita dessa natureza e tão republicana.  É um empréstimo do FGC, que é um fundo privado,  que é constituído pelas contribuições dos bancos públicos ou privados, que ele faz para o GDF com a fiança ou com a garantia. dos grandes bancos brasileiros e a contra garantia de FPE e FPM dada a esses bancos pelo GDF.  É uma engenharia financeira jamais vista neste país&quot;.


O presidente do BRB ainda fez um apelo aos senadores do Distrito Federal pela aprovação da proposta na Câmara Legislativa.

 
  2:45 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Presidente, BRB, promete, colaborar, com, investigações, Caso, Master</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Aos senadores, o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, falou: "o banco vai colaborar com as investigações e com a punição dos responsáveis pelas fraudes".<strong> Ele esteve na Comissão de Assuntos Econômico do Senado para falar sobre o esquema com o Master.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692681&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692681&o=rss"></p>

<p>O convite se transformou em convocação porque Nelson Souza disse que só compareceria após a publicação do balanço do BRB do ano passado. Publicação que ainda não ocorreu. Só vai ocorrer, segundo ele, ao final da auditoria independente. Nesta terça-feira (9), aos senadores, o presidente do BRB completou: </p>

<blockquote>
<p> "Não temos interesse em cobrir qualquer coisa do passado.  Pelo contrário. Nós estamos trabalhando de mãos dadas com a Polícia Federal,  com a Procuradoria Geral da República, com o Banco Central, com o STF e por isso que nós estamos aqui hoje nessa Comissão".</p>
</blockquote>

<p>Apesar de dizer que não poderia dar todas as informações por conta do sigilo bancário e das investigações, o presidente do BRB, disse que quando assumiu, em novembro, após a Operação Compliance Zero, <strong>23% das ações do BRB estavam em nome de pessoas ligadas ao Master. O bloqueio já foi feito e o pedido de ressarcimento também. </strong></p>

<p><strong>Um acordo de recuperação do banco foi firmado a partir da conciliação com o governo e o Supremo Tribunal Federal. </strong>O projeto de lei foi encaminhado à Câmara Legislativa pela governadora Celina Leão. A proposta autoriza a captação de empréstimo superior a R$ 6,5 bilhões com o FGC, o Fundo Garantidor de Crédito. </p>

<blockquote>
<p>"Eu tenho 45 anos no mercado financeiro, mas eu nunca vi uma engenharia financeira feita dessa natureza e tão republicana.  É um empréstimo do FGC, que é um fundo privado,  que é constituído pelas contribuições dos bancos públicos ou privados, que ele faz para o GDF com a fiança ou com a garantia. dos grandes bancos brasileiros e a contra garantia de FPE e FPM dada a esses bancos pelo GDF.  É uma engenharia financeira jamais vista neste país".</p>
</blockquote>

<p>O presidente do BRB ainda fez um apelo aos senadores do Distrito Federal pela aprovação da proposta na Câmara Legislativa.</p>

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<title>CCJ da Câmara suspende análise de PEC que reduz maioridade penal</title>
<link>https://apareceu.com/ccj-da-camara-suspende-analise-de-pec-que-reduz-maioridade-penal</link>
<guid>https://apareceu.com/ccj-da-camara-suspende-analise-de-pec-que-reduz-maioridade-penal</guid>
<description><![CDATA[ A Câmara dos Deputados suspendeu, nesta terça-feira (9), a análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O texto altera o artigo 228 da Constituição, que hoje considera inimputáveis os menores de 18 anos.

O debate na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi interrompido porque o plenário da Casa abriu uma sessão de votações e, pelo regimento, as comissões não podem deliberar nesse período.

A discussão será retomada nesta quarta-feira (10), e a expectativa é votar o texto ainda nesta semana na comissão.

Regras eleitorais

O relator, deputado Coronel Assis, do PL de Mato Grosso, retirou da proposta original os trechos que também mexiam nas regras eleitorais – como tornar o voto obrigatório aos 16 anos e reduzir a idade mínima para concorrer a vereador. Segundo o parlamentar, esses dispositivos fugiam do tema central.

Se aprovada na CCJ, a PEC ainda vai passar por uma comissão especial antes de ir ao plenário. Lá, são necessários pelo menos 308 votos favoráveis – maioria qualificada de três quintos da Câmara. Caso aprovada, segue para o Senado Federal, onde passará pelo mesmo rito.
  1:24 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>CCJ, Câmara, suspende, análise, PEC, que, reduz, maioridade, penal</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados suspendeu, nesta terça-feira (9), a análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. <strong>O texto altera o artigo 228 da Constituição, que hoje considera inimputáveis os menores de 18 anos.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692759&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692759&o=rss"></p>

<p>O debate na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi interrompido porque o plenário da Casa abriu uma sessão de votações e, pelo regimento, as comissões não podem deliberar nesse período.</p>

<p>A discussão será retomada nesta quarta-feira (10), e a expectativa é votar o texto ainda nesta semana na comissão.</p>

<h3>Regras eleitorais</h3>

<p>O relator, deputado Coronel Assis, do PL de Mato Grosso, retirou da proposta original os trechos que também mexiam nas regras eleitorais – como tornar o voto obrigatório aos 16 anos e reduzir a idade mínima para concorrer a vereador. Segundo o parlamentar, esses dispositivos fugiam do tema central.</p>

<p>Se aprovada na CCJ, a PEC ainda vai passar por uma comissão especial antes de ir ao plenário. Lá, são necessários pelo menos 308 votos favoráveis – maioria qualificada de três quintos da Câmara. Caso aprovada, segue para o Senado Federal, onde passará pelo mesmo rito.</p>
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<item>
<title>Lula sobre sanções dos EUA: &amp;quot;Brasil não é republiqueta insignificante&amp;quot;</title>
<link>https://apareceu.com/lula-sobre-sancoes-dos-eua-brasil-nao-e-republiqueta-insignificante</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-sobre-sancoes-dos-eua-brasil-nao-e-republiqueta-insignificante</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O presidente Lula voltou a criticar as medidas dos Estados Unidos contra o Brasil e adiantou que vai mandar uma nova carta ao presidente norte-americano Donald Trump; e também afirmou que vai à reunião do G7, em junho, na França. Ele falou, nesta quarta-feira (3), na abertura da segunda reunião ministerial do ano.

Foi um encontro de alinhamento de discurso e ações, com vistas ao defeso eleitoral, que começa no dia 3 de julho.

Notícias relacionadas:Lula defende Pix e diz que sistema brasileiro assusta norte-americanos.Lula responsabiliza clã Bolsonaro por ataque dos EUA ao Pix e taxação.&quot;Quem tinha que aumentar a taxa seríamos nós&quot;, diz Lula sobre EUA.Lula pediu aos ministros que as entregas que faltam fiquem prontas até lá, porque a partir dessa data o presidente não poderá participar de inaugurações e outras iniciativas. O presidente disse que não quer novidades; mas, foco nos projetos já anunciados.

Sobre o anúncio da possibilidade de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, Lula disse que ficou surpreso; já que, após a reunião com Donald Trump, ele estava confiante em uma nova lógica para a relação entre os dois países.


Nós estamos num momento decisivo para que a sociedade brasileira, e eu diria até uma parte da sociedade mundial, reconheça o fortalecimento da democracia no nosso país, a nossa luta para o fortalecimento do multilateralismo, para que esse país não seja tratado em nenhum momento como se fosse uma republiqueta insignificante. Nós somos muito grandes, nós temos muita história e nós não podemos aceitar o tratamento que os Estados Unidos deu ao Brasil essa semana.


Sem citar nomes, Lula criticou ações de algumas pessoas, que segundo ele, teriam estimulado a decisão do governo norte-americano.


Pedir uma punição ao país na perspectiva de derrotar uma candidatura ou de levar vantagem é de uma grosseria que eu não posso encontrar outro nome a não ser dizer em qualquer outro país do mundo, em qualquer outro momento histórico, isso seria chamado de traição da pátria.


O presidente Lula adiantou que vai mandar outra carta a Donald Trump e disse que se os Estados Unidos não quiserem, o Brasil vai fazer comércio com outros países. 


Agora, nós não vamos ficar chorando. Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. A gente não vai ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outros. O que tem que saber é que o Brasil é dono do seu nariz.


Ainda em seu pronunciamento, Lula disse que vai para o encontro do G7 em defesa do multilateralismo e da reforma do Conselho de Segurança da ONU.


Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e dar um paradeiro nesta coisa que está acontecendo de desmonte do multilateralismo, desmonte da democracia e de desvalorização das instituições.


Após a fala do presidente, a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, apresentou resultados de políticas públicas e projetos do governo neste ano. Falou de Educação, Infraestrutura, Saúde e Meio Ambiente. Ela destacou também a queda do desmatamento, o terceiro menor desde 1988, um dos argumentos para a taxação sobre o Brasil.
  2:52 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, sobre, sanções, dos, EUA:, Brasil, não, republiqueta, insignificante</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-06/lula-sobre-sancoes-dos-eua-brasil-nao-e-republiqueta-insignificante">
                    <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil">
				</a></p>O presidente Lula voltou a criticar as medidas dos Estados Unidos contra o Brasil e adiantou que vai mandar uma nova carta ao presidente norte-americano Donald Trump; e também afirmou que vai à reunião do G7, em junho, na França. Ele falou, nesta quarta-feira (3), na abertura da segunda reunião ministerial do ano.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692201&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692201&o=rss">

<p>Foi um encontro de alinhamento de discurso e ações, com vistas ao defeso eleitoral, que começa no dia 3 de julho.</p>

<p></p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/lula-defende-pix-e-diz-que-sistema-brasileiro-assusta-norte-americanos">Lula defende Pix e diz que sistema brasileiro assusta norte-americanos.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/lula-responsabiliza-cla-bolsonaro-por-ataque-dos-eua-ao-pix-e-taxacao">Lula responsabiliza clã Bolsonaro por ataque dos EUA ao Pix e taxação.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/quem-tinha-que-aumentar-taxa-seriamos-nos-diz-lula-sobre-eua">"Quem tinha que aumentar a taxa seríamos nós", diz Lula sobre EUA.</a></li></ul>Lula pediu aos ministros que as entregas que faltam fiquem prontas até lá, porque a partir dessa data o presidente não poderá participar de inaugurações e outras iniciativas. O presidente disse que não quer novidades; mas, foco nos projetos já anunciados.

<p>Sobre o anúncio da possibilidade de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, Lula disse que ficou surpreso; já que, após a reunião com Donald Trump, ele estava confiante em uma nova lógica para a relação entre os dois países.</p>

<blockquote>
<p>Nós estamos num momento decisivo para que a sociedade brasileira, e eu diria até uma parte da sociedade mundial, reconheça o fortalecimento da democracia no nosso país, a nossa luta para o fortalecimento do multilateralismo, para que esse país não seja tratado em nenhum momento como se fosse uma republiqueta insignificante. Nós somos muito grandes, nós temos muita história e nós não podemos aceitar o tratamento que os Estados Unidos deu ao Brasil essa semana.</p>
</blockquote>

<p>Sem citar nomes, Lula criticou ações de algumas pessoas, que segundo ele, teriam estimulado a decisão do governo norte-americano.</p>

<blockquote>
<p>Pedir uma punição ao país na perspectiva de derrotar uma candidatura ou de levar vantagem é de uma grosseria que eu não posso encontrar outro nome a não ser dizer em qualquer outro país do mundo, em qualquer outro momento histórico, isso seria chamado de traição da pátria.</p>
</blockquote>

<p>O presidente Lula adiantou que vai mandar outra carta a Donald Trump e disse que se os Estados Unidos não quiserem, o Brasil vai fazer comércio com outros países. </p>

<blockquote>
<p>Agora, nós não vamos ficar chorando. Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. A gente não vai ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outros. O que tem que saber é que o Brasil é dono do seu nariz.</p>
</blockquote>

<p>Ainda em seu pronunciamento, Lula disse que vai para o encontro do G7 em defesa do multilateralismo e da reforma do Conselho de Segurança da ONU.</p>

<blockquote>
<p>Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e dar um paradeiro nesta coisa que está acontecendo de desmonte do multilateralismo, desmonte da democracia e de desvalorização das instituições.</p>
</blockquote>

<p>Após a fala do presidente, a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, apresentou resultados de políticas públicas e projetos do governo neste ano. Falou de Educação, Infraestrutura, Saúde e Meio Ambiente. Ela destacou também a queda do desmatamento, o terceiro menor desde 1988, um dos argumentos para a taxação sobre o Brasil.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:52</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Luiz Marinho pede serenidade a Alcolumbre em discussões sobre 6x1</title>
<link>https://apareceu.com/luiz-marinho-pedeserenidade-a-alcolumbre-em-discussoes-sobre-6x1</link>
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<description><![CDATA[ Às vésperas da definição do relator da PEC 6x1 no Senado, o ministro Luiz Marinho, do Trabalho, disse contar com a serenidade do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, nas discussões sobre a proposta. Ele ainda acrescentou que agora é hora de aproveitar a janela de oportunidades e a pressão da sociedade para garantir a votação:


&quot;Não tem por que ficar postergando. Ah, mas por que não fez antes? Porque não se criou a condição objetiva de não fazer antes. Estão tentando evitar que seja agora. Então acho que esse debate, eu espero que o presidente do Senado tenha a serenidade e a tranquilidade de fazer e deixar o debate acontecer, e deixa o Senado assumir a posição. Se quiser votar contra, que vote contra, mas se apresente perante a opinião pública assumindo a sua responsabilidade&quot;, disse.


O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Otto Alencar, já disse que é favorável à proposta. Cabe a ele receber a PEC e escolher o relator. O envio para a CCJ ainda não foi feito. Trabalho para Davi Alcolumbre, que deve discutir o assunto em reunião de líderes no início da próxima semana.

A ideia de Otto Alencar é fazer com que a PEC da 6x1 aprovada na Câmara tramite em conjunto com a proposta da oposição. Justamente aquela que acaba com a escala e prevê a remuneração com base nas horas trabalhadas.

Na última sessão do plenário, Davi Alcolumbre disse que não é contra nem a favor ao fim da 6x1, mas que pretende debater o assunto primeiro nas comissões antes da votação em plenário.
  1:39 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Às vésperas da definição do relator da PEC 6x1 no Senado, o ministro Luiz Marinho, do Trabalho, disse contar com a serenidade do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, nas discussões sobre a proposta.<strong> Ele ainda acrescentou que agora é hora de aproveitar a janela de oportunidades e a pressão da sociedade para garantir a votação:</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692311&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692311&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Não tem por que ficar postergando. Ah, mas por que não fez antes? Porque não se criou a condição objetiva de não fazer antes. Estão tentando evitar que seja agora. Então acho que esse debate, eu espero que o presidente do Senado tenha a serenidade e a tranquilidade de fazer e deixar o debate acontecer, e deixa o Senado assumir a posição. Se quiser votar contra, que vote contra, mas se apresente perante a opinião pública assumindo a sua responsabilidade", disse.</p>
</blockquote>

<p><strong>O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Otto Alencar, já disse que é favorável à proposta. Cabe a ele receber a PEC e escolher o relator. </strong>O envio para a CCJ ainda não foi feito. Trabalho para Davi Alcolumbre, que deve discutir o assunto em reunião de líderes no início da próxima semana.</p>

<p>A ideia de Otto Alencar é fazer com que a PEC da 6x1 aprovada na Câmara tramite em conjunto com a proposta da oposição. Justamente aquela que acaba com a escala e prevê a remuneração com base nas horas trabalhadas.</p>

<p>Na última sessão do plenário,<strong> Davi Alcolumbre disse que não é contra nem a favor ao fim da 6x1, mas que pretende debater o assunto primeiro nas comissões antes da votação em plenário.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:39</span>]]> </content:encoded>
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<title>Escala 6x1: PEC não terá tramitação corrida no Senado, diz Alcolumbre</title>
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<description><![CDATA[ O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), deixou bem claro: a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 não vai ter um andamento corrido na Casa. Vai, primeiro, passar pelas comissões e ser discutida com os senadores.

Segundo ele, é preciso aperfeiçoar o texto aprovado pela Câmara, debater com calma e sem açodamentos.


&quot;Há a cobrança de todos os senadores e senadoras para que o Senado Federal não seja uma casa carimbadora de propostas votadas na Câmara dos Deputados. Então não é razoável que a Câmara dos Deputados passe cinco meses debatendo um assunto muito relevante para o Brasil, para o povo brasileiro e para a nação, para os trabalhadores e para os empreendedores, e o Senado Federal seja obrigado a carimbar um texto aprovado na Câmara. Essa é a minha percepção&quot;. 


Como vai ser a tramitação

A proposta acaba com a escala 6x1 de trabalho e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. O assunto vai ser discutido em reunião de líderes na semana que vem e também com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Otto Alencar (PSD-BA), que é para onde a PEC vai em primeiro lugar.

Otto Alencar precisa definir o relator. E isso deve ocorrer na reunião da semana que vem, quarta-feira (10).

Só na CCJ, são 30 dias de tramitação. Depois disso, a PEC pode ir para a Comissão de Assuntos Econômicos. Há pedidos, ainda, para a criação de uma Comissão Especial.

Enquanto isso, o governo tem a expectativa de concluir a tramitação no Senado antes do recesso parlamentar, que começa no dia 17 de julho.
  1:40 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP)</strong>, deixou bem claro: a <strong>Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/tags/escala-6x1" target="_blank">escala 6x1</a> não vai ter um andamento corrido na Casa</strong>. Vai, primeiro, passar pelas comissões e ser discutida com os senadores.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692158&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692158&o=rss"></p>

<p>Segundo ele, é preciso aperfeiçoar o texto aprovado pela Câmara, debater com calma e sem açodamentos.</p>

<blockquote>
<p>"Há a cobrança de todos os senadores e senadoras para que o Senado Federal não seja uma casa carimbadora de propostas votadas na Câmara dos Deputados. Então não é razoável que a Câmara dos Deputados passe cinco meses debatendo um assunto muito relevante para o Brasil, para o povo brasileiro e para a nação, para os trabalhadores e para os empreendedores, e o Senado Federal seja obrigado a carimbar um texto aprovado na Câmara. Essa é a minha percepção". </p>
</blockquote>

<h2>Como vai ser a tramitação</h2>

<p>A <strong>proposta acaba com a escala 6x1 de trabalho e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas</strong>. O assunto vai ser discutido em <strong>reunião de líderes na semana que vem</strong> e também com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Otto Alencar (PSD-BA), que é para onde a PEC vai em primeiro lugar.</p>

<p>Otto Alencar precisa definir o relator. E isso deve ocorrer na reunião da semana que vem, quarta-feira (10).</p>

<p>Só na CCJ, são 30 dias de tramitação. Depois disso, a PEC pode ir para a Comissão de Assuntos Econômicos. Há pedidos, ainda, para a criação de uma Comissão Especial.</p>

<p>Enquanto isso, o <strong>governo tem a expectativa de concluir a tramitação no Senado antes do recesso parlamentar</strong>, que começa no dia 17 de julho.</p>
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<item>
<title>TSE divulga divisão de fundo partidário nas eleições de 2026</title>
<link>https://apareceu.com/tse-divulga-divisao-de-fundo-partidario-nas-eleicoes-de-2026</link>
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<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral divulgou a divisão do Fundo Eleitoral para os partidos nessas eleições. Serão quase R$ 5 bilhões distribuídos para 30 partidos.

O PL vai receber R$ 881 milhões e é a legenda que vai levar a maior fatia. Em segundo lugar está o PT, com R$ 615 milhões, seguido do União, com R$ 526 milhões. Juntos, esses três partidos vão receber cerca de 40% dos recursos.

Mas o que é esse Fundo Eleitoral? É o repasse dos recursos previsto na Lei das Eleições e que foi criado em 2017 depois que o Supremo proibiu o financiamento de campanha por empresas privadas. 2% deles são divididos igualmente.

O resto leva em conta o tamanho da bancada no Congresso e o resultado das eleições. Faz uma conta proporcional ao total de votos e ao número de deputados e senadores eleitos. Esse dinheiro pode ser usado para material gráfico, contratação de pessoal, serviços, enfim, tudo o que envolve uma campanha eleitoral.
  1:16 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral divulgou a divisão do Fundo Eleitoral para os partidos nessas eleições. Serão quase R$ 5 bilhões distribuídos para 30 partidos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692328&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692328&o=rss"></p>

<p>O PL vai receber R$ 881 milhões e é a legenda que vai levar a maior fatia. Em segundo lugar está o PT, com R$ 615 milhões, seguido do União, com R$ 526 milhões. Juntos, esses três partidos vão receber cerca de 40% dos recursos.</p>

<p>Mas o que é esse Fundo Eleitoral? É o repasse dos recursos previsto na Lei das Eleições e que foi criado em 2017 depois que o Supremo proibiu o financiamento de campanha por empresas privadas. 2% deles são divididos igualmente.</p>

<p>O resto leva em conta o tamanho da bancada no Congresso e o resultado das eleições. Faz uma conta proporcional ao total de votos e ao número de deputados e senadores eleitos. Esse dinheiro pode ser usado para material gráfico, contratação de pessoal, serviços, enfim, tudo o que envolve uma campanha eleitoral.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:16</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>PEC pelo fim da escala 6x1 aguarda tramitação no Senado</title>
<link>https://apareceu.com/pec-pelo-fim-da-escala-6x1-aguarda-tramitacao-no-senado</link>
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<description><![CDATA[ PEC que acaba com a escala 6x1 de trabalho. O texto já chegou ao Senado e está ainda aguardando o encaminhamento do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, para a CCJ, que é a Comissão de Constituição e Justiça. A mobilização agora será por lá. O líder do governo, senador Randolfe Rodrigues, quer que tudo seja aprovado até junho, ou seja, antes do recesso parlamentar, que começa no dia 17 de julho.


&quot;Assim como vencemos anteriormente, estamos acreditando na mobilização do povo brasileiro, sobretudo do povo pobre trabalhador. Daquele que pega ônibus às 4 horas da manhã, daquele que trabalha nos caixas de supermercado, daqueles que trabalham nos balcões de farmácias. Então, a nossa mobilização vai ser para, agora em junho, aprovarmos o fim da escala 6x1, em definitivo, no Congresso Nacional&quot;.


Enquanto isso, a oposição já reagiu. Na semana passada, 36 senadores assinaram uma PEC prevendo a jornada ilimitada de horas, ou seja, contra a 6x1. E aí a gente fala de 16 senadores do PL, 5 do Republicanos e do PP, mas tem senador também do PSD, do Novo, do Podemos, do Avante e do PSDB assinando. O senador Rogério Marinho, do PL, que está encabeçando a proposta, comentou:


&quot;E quem quiser trabalhar num determinado dia do ano e num determinado horário, tenha a possibilidade de fazer livre negociação com os patrões ou por ocasião da sua contratação ou através do seu sindicato. E que seja remunerado também por horas trabalhadas. Se você quiser trabalhar 20 horas, 30 horas, 40 horas, é possível&quot;.


Essa PEC, ao contrário da 6x1, já teve andamento: foi encaminhada para a Comissão de Constituição e Justiça e aguarda relator. Uma reunião de líderes esta semana pode tratar do assunto, definir os próximos passos. Lembrando que a semana é mais curta por conta do feriado de Corpus Christi na quinta-feira.
  2:04 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>PEC, pelo, fim, escala, 6x1, aguarda, tramitação, Senado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>PEC que acaba com a escala 6x1 de trabalho. O texto já chegou ao Senado e está ainda aguardando o encaminhamento do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, para a CCJ, que é a Comissão de Constituição e Justiça. A mobilização agora será por lá. O líder do governo, senador Randolfe Rodrigues, quer que tudo seja aprovado até junho, ou seja, antes do recesso parlamentar, que começa no dia 17 de julho.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691915&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691915&o=rss"></p>

<blockquote>
<p><em>"Assim como vencemos anteriormente, estamos acreditando na mobilização do povo brasileiro, sobretudo do povo pobre trabalhador. Daquele que pega ônibus às 4 horas da manhã, daquele que trabalha nos caixas de supermercado, daqueles que trabalham nos balcões de farmácias. Então, a nossa mobilização vai ser para, agora em junho, aprovarmos o fim da escala 6x1, em definitivo, no Congresso Nacional".</em></p>
</blockquote>

<p>Enquanto isso, a oposição já reagiu. Na semana passada, 36 senadores assinaram uma PEC prevendo a jornada ilimitada de horas, ou seja, contra a 6x1. E aí a gente fala de 16 senadores do PL, 5 do Republicanos e do PP, mas tem senador também do PSD, do Novo, do Podemos, do Avante e do PSDB assinando. O senador Rogério Marinho, do PL, que está encabeçando a proposta, comentou:</p>

<blockquote>
<p><em>"E quem quiser trabalhar num determinado dia do ano e num determinado horário, tenha a possibilidade de fazer livre negociação com os patrões ou por ocasião da sua contratação ou através do seu sindicato. E que seja remunerado também por horas trabalhadas. Se você quiser trabalhar 20 horas, 30 horas, 40 horas, é possível".</em></p>
</blockquote>

<p>Essa PEC, ao contrário da 6x1, já teve andamento: foi encaminhada para a Comissão de Constituição e Justiça e aguarda relator. Uma reunião de líderes esta semana pode tratar do assunto, definir os próximos passos. Lembrando que a semana é mais curta por conta do feriado de Corpus Christi na quinta-feira.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:04</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Governadora do DF recebe alta após apresentar quadro de pneumotórax</title>
<link>https://apareceu.com/governadorado-df-recebe-alta-apos-apresentar-quadro-de-pneumotorax</link>
<guid>https://apareceu.com/governadorado-df-recebe-alta-apos-apresentar-quadro-de-pneumotorax</guid>
<description><![CDATA[ A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, já recebeu alta e deixou o Hospital Santa Lúcia na manhã desta segunda-feira (1º). Ela estava internada desde o último sábado para tratar de um pneumotórax.

De acordo com o boletim hospitalar, Celina Leão foi submetida a uma drenagem pleural. O procedimento transcorreu &quot;sem intercorrências&quot;.

Segundo a equipe médica formada por Alberto Mendonça e Sergio Murilo, o exame radiológico feito na governadora apresentou &quot;resultado satisfatório&quot;.

Pneumotórax é uma espécie de colapso que ocorre no pulmão, quando entra ar no espaço entre o órgão e a parede do tórax.

Em geral, apresenta sintomas como falta de ar, dor súbita no peito e dificuldade de respirar.

Nos casos mais graves, pode acelerar o coração, deixando a pele com uma tonalidade roxa.
  0:56 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Governadora do, recebe, alta, após, apresentar, quadro, pneumotórax</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, já recebeu alta e deixou o Hospital Santa Lúcia na manhã desta segunda-feira (1º). Ela estava internada desde o último sábado para tratar de um pneumotórax.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691969&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691969&o=rss"></p>

<p>De acordo com o boletim hospitalar, Celina Leão foi submetida a uma drenagem pleural. O procedimento transcorreu "sem intercorrências".</p>

<p>Segundo a equipe médica formada por Alberto Mendonça e Sergio Murilo, o exame radiológico feito na governadora apresentou "resultado satisfatório".</p>

<p>Pneumotórax é uma espécie de colapso que ocorre no pulmão, quando entra ar no espaço entre o órgão e a parede do tórax.</p>

<p>Em geral, apresenta sintomas como falta de ar, dor súbita no peito e dificuldade de respirar.</p>

<p>Nos casos mais graves, pode acelerar o coração, deixando a pele com uma tonalidade roxa.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">0:56</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Declaração do Imposto de Renda será automática, diz ministro</title>
<link>https://apareceu.com/declaracao-do-imposto-de-renda-sera-automatica-diz-ministro</link>
<guid>https://apareceu.com/declaracao-do-imposto-de-renda-sera-automatica-diz-ministro</guid>
<description><![CDATA[ Em até  três anos, os contribuintes podem ficar livres de declarar o Imposto de Renda, porque o processo vai ser automático. É o que espera o ministro da Fazenda, Dario Durigan.  


&quot;Todos os bancos, todas as seguradoras, quem tem plano de saúde, quando você vai no médico emite nota fiscal, a receita já tem essa informação. Com a reforma tributária, estados e municípios vão se plugar a Receita Federal para que a gente tenha em um lugar só toda a informação fiscal do país. Não é possível que todo mundo já tendo declarado no dia a dia as suas obrigações para a Receita, nós ainda vamos obrigar o contribuinte a parar para mais uma vez prestar informações que muitas vezes a gente já tem. Então veja o ano que vem eu quero aumentar essa desobrigação mas espero que em dois ou três anos todo mundo fique sem declaração de imposto de renda&quot;. 


A declaração foi nesta segunda-feira (1), durante entrevista concedida à Rádio CBN.

Dario Durigan explicou que, já este ano, 4 milhões de pessoas receberam a restituição do Imposto de Renda de forma automática. Número que ele quer aumentar, até desobrigar todos os contribuintes.  


&quot;Esse ano, nós temos 4 milhões de pessoas que não precisaram declarar imposto de renda e vão receber restituição automática no seu Pix. Eu espero que o ano que vem a gente avance nisso. Eu não acho que seja pro ano que vem uma desobrigação universal. Ficaríamos todos desobrigados, mas o ano que vem nós vamos aumentar esse alívio para o contribuinte brasileiro que já paga, já cumpre com suas obrigações durante o ano&quot;.


De acordo com o ministro da Fazenda, a ideia é que as informações sejam colocadas no sistema e basta, ao contribuinte, conferir e validar os dados. Seria uma forma de aperfeiçoar a atual declaração pré-preenchida.  

O prazo para declaração do IR deste ano encerrou na última sexta-feira. Segundo o ministro, mais de 44 milhões de declarações foram recebidas pela Receita Federal. Quem não enviou no prazo, ainda deve fazer a declaração, mas está sujeito a multa de 1% ao mês sobre o valor do imposto devido. A cobrança mínima é de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto.  
  2:17 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Declaração, Imposto, Renda, será, automática, diz, ministro</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em até  três anos,<strong> os contribuintes podem ficar livres de declarar o Imposto de Renda</strong>, porque o processo vai ser <strong>automático</strong>. É o que espera o ministro da Fazenda, Dario Durigan.  <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691972&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691972&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Todos os bancos, todas as seguradoras, quem tem plano de saúde, quando você vai no médico emite nota fiscal, a receita já tem essa informação. Com a reforma tributária, estados e municípios vão se plugar a Receita Federal para que a gente tenha em um lugar só toda a informação fiscal do país. Não é possível que todo mundo já tendo declarado no dia a dia as suas obrigações para a Receita, nós ainda vamos obrigar o contribuinte a parar para mais uma vez prestar informações que muitas vezes a gente já tem. Então veja o ano que vem eu quero aumentar essa desobrigação mas espero que em dois ou três anos todo mundo fique sem declaração de imposto de renda". </p>
</blockquote>

<p>A declaração foi nesta segunda-feira (1), durante entrevista concedida à Rádio CBN.</p>

<p>Dario Durigan explicou que, já este ano,<strong> 4 milhões de pessoas receberam a restituição do Imposto de Renda de forma automática</strong>. Número que ele quer <strong>aumentar, até desobrigar todos os contribuintes.</strong>  </p>

<blockquote>
<p>"Esse ano, nós temos 4 milhões de pessoas que não precisaram declarar imposto de renda e vão receber restituição automática no seu Pix. Eu espero que o ano que vem a gente avance nisso. Eu não acho que seja pro ano que vem uma desobrigação universal. Ficaríamos todos desobrigados, mas o ano que vem nós vamos aumentar esse alívio para o contribuinte brasileiro que já paga, já cumpre com suas obrigações durante o ano".</p>
</blockquote>

<p>De acordo com o ministro da Fazenda, a ideia é que as informações sejam colocadas no sistema e basta, ao contribuinte, conferir e validar os dados. Seria uma forma de <strong>aperfeiçoar a atual declaração pré-preenchida</strong>.  </p>

<p>O prazo para declaração do IR deste ano encerrou na última sexta-feira. Segundo o ministro,<strong> mais de 44 milhões de declarações foram recebidas </strong>pela Receita Federal. Quem não enviou no prazo, ainda deve fazer a declaração, mas está sujeito a <strong>multa de 1% ao mês sobre o valor do imposto devido</strong>. <strong>A cobrança mínima é de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto.  </strong></p>
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<title>Lula se reúne com Durigan para tratar de decisão dos EUA sobre facções</title>
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<description><![CDATA[ A decisão recente dos Estados Unidos de classificar o Comando Vermelho e o PCC, Primeiro Comando da Capital, como organizações terroristas, foi tema de uma reunião nessa segunda-feira do presidente Lula com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, no Palácio da Alvorada.

De acordo com o ministro da Fazenda, a principal preocupação são as consequências de um protocolo externo sobre a soberania econômica nacional.

O ministro disse que as decisões tomadas pelo governo Donald Trump podem gerar prejuízos irreais ou fantasiosos e desconsideram as justificativas técnicas já apresentadas pelo Brasil.

A classificação do Comando Vermelho e do PCC como terroristas poderia criar insegurança jurídica no Brasil sob o argumento de os bancos estarem movimentando recursos ilegais dessas organizações, o que poderia ter consequências para o uso do Pix por esses bancos.

A estratégia é evitar que as empresas e bancos brasileiros se tornem alvos de sanções baseadas em critérios que não representem uma realidade concreta.

O ministro da Fazenda tem conversado com empresários de diversos setores, além do financeiro, para atender às preocupações do mercado produtivo.

*Com informações da Agência Brasil 
  1:12 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão recente dos Estados Unidos de classificar o Comando Vermelho e o PCC, Primeiro Comando da Capital, como organizações terroristas,<strong> foi tema de uma reunião nessa segunda-feira do presidente Lula com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, no Palácio da Alvorada.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692042&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692042&o=rss"></p>

<p>De acordo com o ministro da Fazenda, a principal preocupação são as consequências de um protocolo externo sobre a soberania econômica nacional.</p>

<p><strong>O ministro disse que as decisões tomadas pelo governo Donald Trump podem gerar prejuízos irreais ou fantasiosos e desconsideram as justificativas técnicas já apresentadas pelo Brasil.</strong></p>

<p>A classificação do Comando Vermelho e do PCC como terroristas poderia criar insegurança jurídica no Brasil sob o argumento de os bancos estarem movimentando recursos ilegais dessas organizações, o que poderia ter consequências para o uso do Pix por esses bancos.</p>

<p><strong>A estratégia é evitar que as empresas e bancos brasileiros se tornem alvos de sanções baseadas em critérios que não representem uma realidade concreta.</strong></p>

<p>O ministro da Fazenda tem conversado com empresários de diversos setores, além do financeiro, para atender às preocupações do mercado produtivo.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil </em></p>
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<title>TCE&#45;RJ rejeita contas de Cláudio Castro: R$ 7 bi em incorreções</title>
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<description><![CDATA[ O Tribunal de Contas do Rio de Janeiro rejeitou, nesta segunda-feira (1), a prestação de contas de 2025 do ex-governador do estado Cláudio Castro. O parecer do conselheiro José Gomes Graciosa, condenando as contas, foi aprovado por 3 votos a 1.

O conselheiro apontou cinco irregularidades nas contas, alertando para distorções relevantes e generalizadas nos demonstrativos contábeis do governo do Rio de Janeiro.

José Gomes Graciosa alertou para incorreções que podem alcançar mais de R$ 7 bilhões na contabilidade do governo.


“Não se trata de falhas pequenas ou simples omissões. O que temos aqui são erros grosseiros, gravíssimos, pois a equação patrimonial está incorreta e os totais não estão sendo apresentados de forma correta. Seja por desconhecimento técnico, ou por intenção, os erros existem e, no meu ponto de vista, não podem ser ignorados por esta corte”.


O conselheiro do TCE ainda alertou para irregularidades relacionadas a investimentos da RioPrevidência, fundo de pensão dos servidores estaduais, no Banco Master, que alvo de outra investigação no Tribunal.

O parecer ainda propõe a necessidade de auditoria em todos os benefícios fiscais concedidos pelo governo do Rio, em especial a REFIT, a refinaria de Manguinhos, que já está sendo investigada por fraudes e sonegação fiscal pela Polícia Federal.
  2:18 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Contas do Rio de Janeiro rejeitou, nesta segunda-feira (1), a prestação de contas de 2025 do ex-governador do estado Cláudio Castro. O parecer do conselheiro José Gomes Graciosa, condenando as contas, foi aprovado por 3 votos a 1.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692023&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692023&o=rss"></p>

<p>O conselheiro apontou cinco irregularidades nas contas, alertando para distorções relevantes e generalizadas nos demonstrativos contábeis do governo do Rio de Janeiro.</p>

<p>José Gomes Graciosa alertou para incorreções que podem alcançar mais de R$ 7 bilhões na contabilidade do governo.</p>

<blockquote>
<p>“Não se trata de falhas pequenas ou simples omissões. O que temos aqui são erros grosseiros, gravíssimos, pois a equação patrimonial está incorreta e os totais não estão sendo apresentados de forma correta. Seja por desconhecimento técnico, ou por intenção, os erros existem e, no meu ponto de vista, não podem ser ignorados por esta corte”.</p>
</blockquote>

<p>O conselheiro do TCE ainda alertou para irregularidades relacionadas a investimentos da RioPrevidência, fundo de pensão dos servidores estaduais, no Banco Master, que alvo de outra investigação no Tribunal.</p>

<p>O parecer ainda propõe a necessidade de auditoria em todos os benefícios fiscais concedidos pelo governo do Rio, em especial a REFIT, a refinaria de Manguinhos, que já está sendo investigada por fraudes e sonegação fiscal pela Polícia Federal.</p>
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<title>PEC do fim da escala 6x1 chega ao Senado; entenda os próximos passos</title>
<link>https://apareceu.com/pec-do-fim-da-escala-6x1-chega-ao-senado-entenda-os-proximos-passos</link>
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<description><![CDATA[ PEC que acaba com a jornada 6x1 aprovada na Câmara, agora é com o Senado. E o texto nem bem chegou já tem senador querendo uma Proposta de Emenda à Constituição que permita horas ilimitadas de trabalho para que a pessoa seja remunerada com base nas horas trabalhadas.

O argumento é a liberdade de escolha para o trabalhador, justamente o que vai contra a PEC 6x1 aprovada nessa quarta-feira (27), que fala em qualidade de vida, tempo pra família, saúde mental, produtividade. &quot;Puro desespero&quot;, diz o presidente da Comissão Especial da Câmara, deputado Alencar Santana, do PT.

Isso porque, na Câmara, o PL, que chegou a defender uma transição de dez anos e uma jornada de 52 horas, horas antes da votação apresentou um destaque para reduzir ainda mais o tempo de trabalho com a escala 4x3.


&quot;Uma falta de responsabilidade que tentaram melar novamente ao final, nesse jogo de cena, e não sabe o que quer. Não sabe se são contra, não sabe se são a favor. São contra, mas têm medo de falar. Falam contra na tribuna, mas votam a favor. Acho que eles tiveram que se render à voz do povo, que o povo, mais de 70% aprova essa pauta e eles ficaram sem prumo ontem.&quot;


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ainda não definiu o cronograma da PEC. Mas a primeira etapa é a escolha do relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Já tem requerimento na Casa pedindo a convocação de sessão temática para discutir os impactos econômicos e sociais da redução da jornada.

E, enquanto empresários fazem pressão para que Alcolumbre não paute a PEC este ano, continuam os apelos do governo, da base aliada, de sindicatos e de trabalhadores para que o texto seja aprovado rapidamente.

Detalhe: duas coisas podem ocorrer se a PEC for alterada no Senado.


	Ou ela volta para a Câmara para nova votação, o que atrasa ainda mais a entrada em vigor das novas regras,
	Ou ela é fatiada e a parte de consenso é promulgada. 


O impasse está justamente em definir o que é esse consenso.

*Com produção de Leandro Calixto.
  2:19 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 30 May 2026 23:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>PEC que acaba com a jornada 6x1 aprovada na Câmara, agora é com o Senado</strong>. E o texto nem bem chegou já tem senador querendo uma Proposta de Emenda à Constituição que permita horas ilimitadas de trabalho para que a pessoa seja remunerada com base nas horas trabalhadas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691375&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691375&o=rss"></p>

<p>O argumento é a liberdade de escolha para o trabalhador, justamente o que<strong> vai contra a PEC 6x1 aprovada nessa quarta-feira (27), que fala em qualidade de vida, tempo pra família, saúde mental, produtividade</strong>. "Puro desespero", diz o presidente da Comissão Especial da Câmara, deputado Alencar Santana, do PT.</p>

<p>Isso porque, na Câmara, o PL, que chegou a defender uma transição de dez anos e uma jornada de 52 horas, horas antes da votação apresentou um destaque para reduzir ainda mais o tempo de trabalho com a escala 4x3.</p>

<blockquote>
<p>"Uma falta de responsabilidade que tentaram melar novamente ao final, nesse jogo de cena, e não sabe o que quer. <strong>Não sabe se são contra, não sabe se são a favor. São contra, mas têm medo de falar</strong>. Falam contra na tribuna, mas votam a favor. Acho que eles tiveram que se render à voz do povo, que o povo, mais de 70% aprova essa pauta e eles ficaram sem prumo ontem."</p>
</blockquote>

<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ainda não definiu o cronograma da PEC. Mas <strong>a primeira etapa é a escolha do relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)</strong>. Já tem requerimento na Casa pedindo a convocação de sessão temática para discutir os impactos econômicos e sociais da redução da jornada.</p>

<p>E, enquanto empresários fazem pressão para que Alcolumbre não paute a PEC este ano, continuam os apelos do governo, da base aliada, de sindicatos e de trabalhadores para que o texto seja aprovado rapidamente.</p>

<p>Detalhe: <strong>duas coisas podem ocorrer se a PEC for alterada no Senado</strong>.</p>

<ul>
	<li>Ou ela <strong>volta para a Câmara para nova votação</strong>, o que atrasa ainda mais a entrada em vigor das novas regras,</li>
	<li>Ou ela <strong>é fatiada e a parte de consenso é promulgada</strong>. </li>
</ul>

<p>O impasse está justamente em definir o que é esse consenso.</p>

<p><em>*Com produção de Leandro Calixto.</em></p>
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<title>Lula discute combate ao crime organizado com presidenta do Suriname</title>
<link>https://apareceu.com/lula-discute-combate-ao-crime-organizado-com-presidenta-do-suriname</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-discute-combate-ao-crime-organizado-com-presidenta-do-suriname</guid>
<description><![CDATA[ O presidente Lula recebe, nesta quinta-feira (28), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), a presidenta do Suriname, Jennifer Simons. A visita oficial ocorre hoje e amanhã (29). 

Cinco ministros do Suriname acompanham a presidenta. Parte da comitiva chegou antes à Brasília para adiantar negociações e preparar acordos que possam trazer resultados concretos durante a visita.

Ao detalhar a agenda, a secretária de América Latina e Caribe do Itamaraty, embaixadora Gisela Padovan, explicou que os dois países querem melhorar as relações comerciais e debater cooperação bilateral e regional no combate ao crime organizado. 


&quot;Existe uma estratégia do Mercosul adotada ano passado de combate ao crime. Existem vertentes bilaterais e regionais, e a gente está trabalhando em todas elas. O tema é prioritário para o governo brasileiro, e esse é um tema que, se não for abordado pelos países conjuntamente, não resolveremos. É só ver o procurador paraguaio morto na Colômbia, o líder do PCC preso na Bolívia. O crime está regionalizado, a resposta tem que ser também&quot;.


A secretária de América Latina e Caribe do Brasil ainda mencionou o interesse da presidenta Jennifer Simons em conhecer programas sociais do governo brasileiro. A agenda voltada para essas políticas está prevista para esta sexta-feira.


&quot;Ela manifestou interesse específico. Então ela vai primeiro a um CRAS, Centro de Referência de Assistência Social, que é a porta de entrada para todos os programas sociais. Em seguida, a pedido dela, ela vai visitar um projeto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida, que ela tem particular interesse em replicar no Suriname. E na parte da tarde ela vai visitar Embrapa Cerrado. Ali tem um grande laboratório de sementes, de aprimoramento genético. Tudo isso porque nós temos o maior programa de cooperação bilateral da América do Sul com o Suriname&quot;.


Nesta quinta-feira, a agenda tem como foco temas de interesse comum, como “energia, infraestrutura, comércio e investimentos, meio ambiente, combate a ilícitos transnacionais, defesa, assistência consular, cooperação humanitária e políticas sociais”.  

Multilateralismo e hidrocarbonetos

De acordo com o Itamaraty, o encontro também vai ter espaço para assuntos regionais, como as ações da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica; do Consenso de Brasília; da Organização dos Estados Americanos (OEA); da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac); além do fortalecimento do multilateralismo e das Nações Unidas.  

Outro tema que deve ganhar destaque é a recente descoberta de hidrocarbonetos no Suriname, com exploração prevista para começar nos próximos anos. Isso “abre perspectivas de maior conectividade viária, aumento nos fluxos de investimentos e diversificação das exportações e importações”, na avaliação do Itamaraty.  

O Suriname é um país da América do Sul que faz fronteira com o Brasil, em grande parte com o Pará, e em menor extensão com o Amapá. O encontro de hoje, entre Lula e Jennifer Simons, celebra os 50 anos de relações diplomáticas entre Brasil e Suriname.
  3:12 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 30 May 2026 23:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>presidente Lula recebe, nesta quinta-feira (28)</strong>, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), <strong>a presidenta do Suriname, Jennifer Simons</strong>. A visita oficial ocorre hoje e amanhã (29). <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691354&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691354&o=rss"></p>

<p>Cinco ministros do Suriname acompanham a presidenta. Parte da comitiva chegou antes à Brasília para adiantar negociações e preparar acordos que possam trazer resultados concretos durante a visita.</p>

<p>Ao detalhar a agenda, a secretária de América Latina e Caribe do Itamaraty, embaixadora Gisela Padovan, explicou que <strong>os dois países querem melhorar as relações comerciais e debater cooperação bilateral e regional no combate ao crime organizado</strong>. </p>

<blockquote>
<p>"Existe uma estratégia do Mercosul adotada ano passado de combate ao crime. Existem vertentes bilaterais e regionais, e a gente está trabalhando em todas elas. O tema é prioritário para o governo brasileiro, e esse é um tema que, se não for abordado pelos países conjuntamente, não resolveremos. É só ver o procurador paraguaio morto na Colômbia, o líder do PCC preso na Bolívia. O crime está regionalizado, a resposta tem que ser também".</p>
</blockquote>

<p>A secretária de América Latina e Caribe do Brasil ainda mencionou o <strong>interesse da presidenta Jennifer Simons em conhecer programas sociais do governo brasileiro</strong>. A agenda voltada para essas políticas está prevista para esta sexta-feira.</p>

<blockquote>
<p>"Ela manifestou interesse específico. Então ela vai primeiro a um CRAS, Centro de Referência de Assistência Social, que é a porta de entrada para todos os programas sociais. Em seguida, a pedido dela, ela vai visitar um projeto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida, que ela tem particular interesse em replicar no Suriname. E na parte da tarde ela vai visitar Embrapa Cerrado. Ali tem um grande laboratório de sementes, de aprimoramento genético. Tudo isso porque nós temos o maior programa de cooperação bilateral da América do Sul com o Suriname".</p>
</blockquote>

<p>Nesta quinta-feira, a agenda tem como foco temas de interesse comum, como “energia, infraestrutura, comércio e investimentos, meio ambiente, combate a ilícitos transnacionais, defesa, assistência consular, cooperação humanitária e políticas sociais”.  </p>

<h2>Multilateralismo e hidrocarbonetos</h2>

<p>De acordo com o Itamaraty, o encontro também vai ter espaço para assuntos regionais, como as ações da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica; do Consenso de Brasília; da Organização dos Estados Americanos (OEA); da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac); além do fortalecimento do multilateralismo e das Nações Unidas.  </p>

<p><strong>Outro tema que deve ganhar destaque é a recente descoberta de hidrocarbonetos no Suriname, com exploração prevista para começar nos próximos anos</strong>. Isso “abre perspectivas de maior conectividade viária, aumento nos fluxos de investimentos e diversificação das exportações e importações”, na avaliação do Itamaraty.  </p>

<p>O Suriname é um país da América do Sul que faz fronteira com o Brasil, em grande parte com o Pará, e em menor extensão com o Amapá. O encontro de hoje, entre Lula e Jennifer Simons, celebra os 50 anos de relações diplomáticas entre Brasil e Suriname.</p>
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<title>TSE marca julgamento de recurso de Cláudio Castro para 2 de junho</title>
<link>https://apareceu.com/tse-marca-julgamento-de-recurso-de-claudio-castro-para-2-de-junho</link>
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<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral marcou para o dia 2 de junho, próxima terça-feira, o julgamento do recurso do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, contra a decisão que o condenou à inelegibilidade. 

Nesta semana, Castro foi alvo da oitava fase da Operação Compliance Zero, que investiga a prática de crimes financeiros envolvendo o RioPrevidência, o fundo de previdência social de centenas de milhares de servidores públicos civis e militares fluminenses.

A Polícia Federal identificou aplicações de mais de R$ 3 bilhões do RioPrevidência para o Banco Master durante o governo de Cláudio Castro. 

Após essa operação, Castro anunciou que não vai se candidatar ao Senado. Em vídeo publicado nas redes sociais, Castro disse que vai se concentrar na apresentação da defesa e nos esclarecimentos das acusações:


&quot;Minha família está passando momentos que eu jamais imaginei que ia passar. Foram dias de dor, dias de exposição, dias de mentiras. Eu resolvi tomar a decisão mais difícil da minha vida: resolvi retirar a minha candidatura ao Senado Federal. E resolvi retirá-la para que eu possa me focar completamente na minha defesa. Teremos condições de fazer uma defesa técnica. Meus advogados já fizeram a defesa do primeiro caso e, até a próxima terça-feira, também uma nova petição muito robusta será colocada explicando todos os fatos que aconteceram, explicando qual é o papel do governador, até onde vão os limites da atuação do governador&quot;, diz. 


O recurso que será julgado na próxima terça-feira diz respeito à decisão que tornou Cláudio Castro inelegível até 2030. Em março, ele foi condenado pelo próprio TSE por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. 

O tribunal determinou a realização de eleições indiretas para o mandato tampão, que é quando a Assembleia Legislativa escolhe o governador. No entanto, o PSD recorreu ao Supremo Tribunal Federal e defendeu eleições diretas.

O Supremo aguarda o julgamento do recurso do TSE para decidir se as eleições serão diretas ou indiretas. O placar até agora está em quatro votos a um a favor da realização de eleições indiretas.

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, continua como governador do estado até a conclusão do julgamento.

*Com informações da Agência Brasil
  2:34 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 30 May 2026 23:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Tribunal Superior Eleitoral marcou para o dia 2 de junho, próxima terça-feira, o julgamento do recurso do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, contra a decisão que o condenou à inelegibilidade. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691498&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691498&o=rss"></p>

<p>Nesta semana, Castro foi alvo da oitava fase da Operação Compliance Zero, que investiga a prática de crimes financeiros envolvendo o RioPrevidência, o fundo de previdência social de centenas de milhares de servidores públicos civis e militares fluminenses.</p>

<p><strong>A Polícia Federal identificou aplicações de mais de R$ 3 bilhões do RioPrevidência para o Banco Master durante o governo de Cláudio Castro. </strong></p>

<p>Após essa operação, Castro anunciou que não vai se candidatar ao Senado. Em vídeo publicado nas redes sociais, Castro disse que vai se concentrar na apresentação da defesa e nos esclarecimentos das acusações:</p>

<blockquote>
<p>"Minha família está passando momentos que eu jamais imaginei que ia passar. Foram dias de dor, dias de exposição, dias de mentiras. Eu resolvi tomar a decisão mais difícil da minha vida: resolvi retirar a minha candidatura ao Senado Federal. E resolvi retirá-la para que eu possa me focar completamente na minha defesa. Teremos condições de fazer uma defesa técnica. Meus advogados já fizeram a defesa do primeiro caso e, até a próxima terça-feira, também uma nova petição muito robusta será colocada explicando todos os fatos que aconteceram, explicando qual é o papel do governador, até onde vão os limites da atuação do governador", diz. </p>
</blockquote>

<p>O recurso que será julgado na próxima terça-feira diz respeito à decisão que tornou Cláudio Castro inelegível até 2030. <strong>Em março, ele foi condenado pelo próprio TSE por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. </strong></p>

<p>O tribunal determinou a realização de eleições indiretas para o mandato tampão, que é quando a Assembleia Legislativa escolhe o governador. No entanto, o PSD recorreu ao Supremo Tribunal Federal e defendeu eleições diretas.</p>

<p>O Supremo aguarda o julgamento do recurso do TSE para decidir se as eleições serão diretas ou indiretas. O placar até agora está em quatro votos a um a favor da realização de eleições indiretas.</p>

<p>O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, continua como governador do estado até a conclusão do julgamento.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:34</span>]]> </content:encoded>
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<title>Lula comemora aprovação do fim da escala 6x1 na Câmara</title>
<link>https://apareceu.com/lula-comemora-aprovacao-do-fim-da-escala-6x1-na-camara</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-comemora-aprovacao-do-fim-da-escala-6x1-na-camara</guid>
<description><![CDATA[ O presidente Lula comemorou nesta quinta-feira (28) a aprovação do fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais pela Câmara dos Deputados.

Para Lula, isso representa uma conquista de toda a sociedade brasileira. O presidente afirmou que é preciso garantir mais dignidade aos trabalhadores e mais tempo com a família.


&quot;É importante lembrar que desde 1943,  quando foi criada a jornada de trabalho de 48 horas, que a gente só tinha conseguido mudar a jornada em 1988 na Constituinte, para 44 [horas]. E agora conseguimos para 40. E a meninada mais nova só agora só quer trabalhar 36.  Quem sabe um dia a gente consiga fazer com que as pessoas trabalhem o suficiente para sobreviver, o suficiente para enriquecer a economia brasileira, mas o suficiente para que eles possam ser felizes no mundo do trabalho&quot;.


Lula deu a declaração durante encontro oficial com a presidenta do Suriname, Jennifer Simons,  para assinatura de acordos de cooperação nas áreas comercial, de defesa e de políticas sociais.

O Suriname tem quase 600 quilômetros de fronteira com os estados do Pará e do Amapá. A maior parte da divisa entre os países é formada por florestas. O encontro também marcou os 50 anos de relações diplomáticas entre os dois países.

O presidente brasileiro destacou a importância de reforçar o comércio bilateral como forma de ampliar a aproximação com o Suriname:


&quot;Nosso comércio ainda é muito pequeno e concentrado em poucos produtos. Em 2025 foi de apenas U$ 55 milhões, ou seja, quase nada. O único acordo comercial que temos é extremamente restrito. Com essa visita, conseguimos aprovar termo de referência para aumentar os fluxos entre Brasil e Suriname&quot;.


Lula afirmou ainda que uma negociação comercial com o Suriname vai começar já no segundo semestre e que o Brasil pode ampliar a cooperação em relação à exploração de petróleo e de minerais críticos.
  2:17 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 30 May 2026 23:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, comemora, aprovação, fim, escala, 6x1, Câmara</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O</strong> <strong>presidente Lula comemorou nesta quinta-feira (28) a aprovação do fim da escala 6x1 </strong>e <strong>a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais</strong> pela Câmara dos Deputados.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691474&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691474&o=rss"></p>

<p>Para Lula, isso representa uma conquista de toda a sociedade brasileira. O presidente afirmou que é preciso garantir mais dignidade aos trabalhadores e mais tempo com a família.</p>

<blockquote>
<p>"É importante lembrar que desde 1943,  quando foi criada a jornada de trabalho de 48 horas, que a gente só tinha conseguido mudar a jornada em 1988 na Constituinte, para 44 [horas]. E agora conseguimos para 40. E a meninada mais nova só agora só quer trabalhar 36.  <strong>Quem sabe um dia a gente consiga fazer com que as pessoas trabalhem o suficiente para sobreviver, o suficiente para enriquecer a economia brasileira, mas o suficiente para que eles possam ser felizes no mundo do trabalho</strong>".</p>
</blockquote>

<p>Lula deu a declaração durante encontro oficial com a presidenta do Suriname, Jennifer Simons,  para assinatura de acordos de cooperação nas áreas comercial, de defesa e de políticas sociais.</p>

<p>O Suriname tem quase 600 quilômetros de fronteira com os estados do Pará e do Amapá. A maior parte da divisa entre os países é formada por florestas. O encontro também marcou os 50 anos de relações diplomáticas entre os dois países.</p>

<p>O presidente brasileiro destacou a importância de reforçar o comércio bilateral como forma de ampliar a aproximação com o Suriname:</p>

<blockquote>
<p>"Nosso comércio ainda é muito pequeno e concentrado em poucos produtos. Em 2025 foi de apenas U$ 55 milhões, ou seja, quase nada. O único acordo comercial que temos é extremamente restrito. Com essa visita, conseguimos aprovar termo de referência para aumentar os fluxos entre Brasil e Suriname".</p>
</blockquote>

<p>Lula afirmou ainda que <strong>uma negociação comercial com o Suriname vai começar já no segundo semestre</strong> e que o Brasil pode ampliar a cooperação em relação à exploração de petróleo e de minerais críticos.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:17</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lula diz que vai indicar Jorge Messias novamente para vaga no STF</title>
<link>https://apareceu.com/lula-diz-que-vai-indicar-jorge-messias-novamente-para-vaga-no-stf</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-diz-que-vai-indicar-jorge-messias-novamente-para-vaga-no-stf</guid>
<description><![CDATA[ Exatamente um mês depois que o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Lula anunciou que vai indicar, novamente, o atual advogado-geral da União para o cargo.


&quot;Eu perdi a indicação do meu ministro na Suprema Corte, e eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país. Ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. Eu vou mandar o Messias outra vez. E vou mandar por respeito à função presidencial. Sou eu que indico. Então o Senado diga: eu não vou votar em você porque você é um advogado mequetrefe. O que não pode simplesmente é derrotar por derrotar, se não a gente perde a civilidade nesse país&quot;.


A afirmação de Lula foi nesta sexta-feira (29), em Sergipe, durante anúncio de investimentos da Petrobras no estado. Lula disse que é preciso governança e diálogo para negociar pautas no Congresso.


&quot;Quando o projeto é de interesse brasileiro eu não tenho vergonha de conversar com nenhum senador de qualquer partido político e nenhum deputado. É por isso que, mesmo só tendo 70 deputados e 9 senadores, nós aprovamos 99% das coisas que a gente mandou para o Congresso Nacional, como o fim da escala 6x1, agora, que teve 460 votos&quot;.


▶️ Ouça também: Lula condena decisão dos EUA sobre facções: &quot;vamos combater organizações criminosas aqui dentro&quot;

Petrobras anuncia R$ 72 bi para Sergipe

A cerimônia de anúncio de investimentos da Petrobras foi no povoado de Pedra Branca, em Laranjeiras, Região Metropolitana de Aracaju. A petrolífera estatal anunciou mais de R$ 72 bilhões, que vão gerar 28 mil empregos em Sergipe.

A maior parte da verba – mais de R$ 60 bilhões - vai para o desenvolvimento do projeto Sergipe Águas Profundas, para a produção de óleo e gás na região Nordeste.
  1:57 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/m3LbS7M_H1TPJjxV2r12jzStC-8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/29/55301441981_6c083dfb0e_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 30 May 2026 23:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, diz, que, vai, indicar, Jorge, Messias, novamente, para, vaga, STF</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Exatamente um mês depois que o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-04/senado-rejeita-indicacao-de-jorge-messias-ao-stf-por-42-34-votos" target="_blank">Senado rejeitou</a> a <strong>indicação de Jorge Messias para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)</strong>, o <strong>presidente Lula anunciou que vai indicar, novamente, o atual advogado-geral da União para o cargo</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691568&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691568&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Eu perdi a indicação do meu ministro na Suprema Corte, e eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país. Ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. Eu vou mandar o Messias outra vez. E vou mandar por respeito à função presidencial. Sou eu que indico. Então o Senado diga: eu não vou votar em você porque você é um advogado mequetrefe. O que não pode simplesmente é derrotar por derrotar, se não a gente perde a civilidade nesse país".</p>
</blockquote>

<p>A afirmação de Lula foi nesta sexta-feira (29), em Sergipe, durante anúncio de investimentos da Petrobras no estado. Lula disse que é preciso governança e diálogo para negociar pautas no Congresso.</p>

<blockquote>
<p>"Quando o projeto é de interesse brasileiro eu não tenho vergonha de conversar com nenhum senador de qualquer partido político e nenhum deputado. É por isso que, mesmo só tendo 70 deputados e 9 senadores, nós aprovamos 99% das coisas que a gente mandou para o Congresso Nacional, como o fim da escala 6x1, agora, que teve 460 votos".</p>
</blockquote>

<h3><strong>▶️ Ouça também: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2026-05/lula-crime-organizado-deve-ser-combatido-no-brasil-e-com-colaboracao" target="_blank">Lula condena decisão dos EUA sobre facções: "vamos combater organizações criminosas aqui dentro"</a></strong></h3>

<h2>Petrobras anuncia R$ 72 bi para Sergipe</h2>

<p>A cerimônia de anúncio de investimentos da Petrobras foi no povoado de Pedra Branca, em Laranjeiras, Região Metropolitana de Aracaju. A <strong>petrolífera estatal anunciou mais de R$ 72 bilhões</strong>, que vão gerar 28 mil empregos em Sergipe.</p>

<p>A maior parte da verba – mais de R$ 60 bilhões - vai para o desenvolvimento do projeto Sergipe Águas Profundas, para a produção de óleo e gás na região Nordeste.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:57</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Governo reafirma que soberania é &amp;quot;inegociável&amp;quot; e critica clã Bolsonaro</title>
<link>https://apareceu.com/governo-reafirma-que-soberania-e-inegociavel-e-critica-cla-bolsonaro</link>
<guid>https://apareceu.com/governo-reafirma-que-soberania-e-inegociavel-e-critica-cla-bolsonaro</guid>
<description><![CDATA[ O governo federal divulgou nota nesta sexta-feira afirmando que a soberania nacional é inegociável.

Em referência à decisão dos Estados Unidos de classificar as facções Comando Vermelho e PCC como organizações terroristas, o Brasil diz que rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos.

Segundo o governo, o Brasil é um país soberano que tem travado o combate permanente contra o PCC, Comando Vermelho e demais facções e milícias que praticam terrorismo em territórios onde vivem milhões de famílias. 

⏩ Ouça também: 


	
	Crime organizado deve ser combatido no Brasil e com colaboração, afirma presidente Lula
	
	
	&quot;Não precisamos eleger um país polícia do mundo&quot;, diz ministro da CGU
	
	
	Chamar PCC e CV de terroristas é &quot;espetacularização&quot;, diz especialista
	


Mas que o terror causado por essas organizações busca obter lucro através do crime, especialmente o tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.

A nota afirma ser deplorável que integrantes da família Bolsonaro viajem para os Estados Unidos para defender a intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao país.

Nesta semana, Eduardo e Flávio Bolsonaro estiveram com presidente estadunidense Donald Trump e pediram que essas facções fossem classificadas como terroristas pelos norte-americanos.

O governo do Brasil afirma que a segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores, falsos patriotas que estão envolvidos com crime organizado e pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.

Segundo a nota, enfrentar essas organizações criminosas é e continua sendo a prioridade do Estado brasileiro, e que o governo aprovou recentemente uma lei de combate às facções e milícias, e que conduz um programa de combate ao crime organizado em seus braços armados nas esquinas até o seu andar de cima.

Para o governo, quem define como o crime deve ser classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, suas instituições, suas leis e suas forças de segurança, e que qualquer colaboração internacional será bem-vinda, mas não será aceito o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar nossa soberania e nossa economia.
  2:24 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 30 May 2026 23:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Governo, reafirma, que, soberania, inegociável, critica, clã, Bolsonaro</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal divulgou nota nesta sexta-feira afirmando que a soberania nacional é inegociável.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691545&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691545&o=rss"></p>

<p>Em referência à decisão dos Estados Unidos de classificar as facções Comando Vermelho e PCC como organizações terroristas, o Brasil diz que rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos.</p>

<p><strong>Segundo o governo, o Brasil é um país soberano que tem travado o combate permanente contra o PCC, Comando Vermelho e demais facções e milícias que praticam terrorismo em territórios onde vivem milhões de famílias. </strong></p>

<h3><strong>⏩ Ouça também: </strong></h3>

<ul>
	<li>
	<h3><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2026-05/lula-crime-organizado-deve-ser-combatido-no-brasil-e-com-colaboracao" target="_blank">Crime organizado deve ser combatido no Brasil e com colaboração, afirma presidente Lula</a></h3>
	</li>
	<li>
	<h3><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2026-05/nao-precisamos-eleger-um-pais-policia-do-mundo-diz-ministro-da-cgu" target="_blank">"Não precisamos eleger um país polícia do mundo", diz ministro da CGU</a></h3>
	</li>
	<li>
	<h3><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2026-05/chamar-pcc-e-cv-de-terrorista-e-espetacularizacao-diz-especialista" target="_blank">Chamar PCC e CV de terroristas é "espetacularização", diz especialista</a></h3>
	</li>
</ul>

<p>Mas que o terror causado por essas organizações busca obter lucro através do crime, especialmente o tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.</p>

<p>A nota afirma ser deplorável que integrantes da família Bolsonaro viajem para os Estados Unidos para defender a intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao país.</p>

<p><strong>Nesta semana, Eduardo e Flávio Bolsonaro estiveram com presidente estadunidense Donald Trump e pediram que essas facções fossem classificadas como terroristas pelos norte-americanos.</strong></p>

<p>O governo do Brasil afirma que a segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores, falsos patriotas que estão envolvidos com crime organizado e pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.</p>

<p>Segundo a nota, enfrentar essas organizações criminosas é e continua sendo a prioridade do Estado brasileiro, e que o governo aprovou recentemente uma lei de combate às facções e milícias, e que conduz um programa de combate ao crime organizado em seus braços armados nas esquinas até o seu andar de cima.</p>

<p>Para o governo, quem define como o crime deve ser classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, suas instituições, suas leis e suas forças de segurança, e que qualquer colaboração internacional será bem-vinda, <strong>mas não será aceito o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar nossa soberania e nossa economia.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:24</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lula comemora acordo com Hugo Motta para o fim da escala 6x1</title>
<link>https://apareceu.com/lula-comemora-acordo-com-hugo-motta-para-o-fim-da-escala-6x1</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-comemora-acordo-com-hugo-motta-para-o-fim-da-escala-6x1</guid>
<description><![CDATA[ Ao entregar novas moradias em Manaus, nesta terça-feira (26), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou o acordo com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, sobre a PEC que acaba com a escala 6x1 de trabalho.


“E ontem, no Congresso Nacional, nós fizemos um acordo com o presidente da Câmara e nós vamos acabar com a escala seis por um. O povo vai trabalhar 5 dias e vai poder descansar 2. Porque a vida da mulher é mais grave ainda. Porque a mulher trabalha, quando chega em casa ela tem que lavar louça, tem que lavar o banheiro, tem que lavar a roupa, tem que cuidar das coisas”. 


A declaração foi durante a entrega de 576 unidades de habitação do programa Minha Casa, Minha Vida na capital do Amazonas. Ainda no evento, Lula voltou a criticar a disseminação de mentiras na internet e demonstrou preocupação com a inteligência artificial, sobretudo nas eleições.


“Como é que as pessoas são enganadas 24 horas por dia? É importante que a gente tenha a capacidade de saber a mensagem que está recebendo, saber distinguir o que é verdade, o que é mentira. Porque agora inventaram uma coisa chamada inteligência artificial, que é muito bom para muita coisa, mas eu acho que não presta para eleição. É uma coisa que pode contar muita mentira através do telefone celular. Então, eu penso que nós precisamos ter muita responsabilidade”.


No bairro de Tarumã-Açu e ao lado de outras autoridades, o presidente Lula anunciou que as obras da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, vai passar por estudos minuciosos de impacto ambiental.


“Ela está situada num lugar muito sensível da Amazônia. E para autorizar a gente fazer essa estrada, nós estamos discutindo há meses qual é o sistema de segurança ambiental mais seguro. Então, nós vamos trabalhar, talvez seja a estrada que vai ser feita com o maior cuidado ambiental de qualquer estrada já feita em qualquer país do mundo. Será a estrada modelo de qualidade e de preservação ambiental”.


Após o evento, o presidente visitou obras do trecho da BR-319. O conhecido trecho Charlie antecede o pedaço da estrada que passa pela região mais densa da floresta amazônica. 

 
  2:26 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, comemora, acordo, com, Hugo, Motta, para, fim, escala, 6x1</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ao entregar novas moradias em Manaus, nesta terça-feira (26), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou o acordo com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, sobre a <strong>PEC que acaba com a escala 6x1 de trabalho</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690966&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690966&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>“E ontem, no Congresso Nacional, nós fizemos um acordo com o presidente da Câmara e nós vamos acabar com a escala seis por um. O povo vai trabalhar 5 dias e vai poder descansar 2. Porque a vida da mulher é mais grave ainda. Porque a mulher trabalha, quando chega em casa ela tem que lavar louça, tem que lavar o banheiro, tem que lavar a roupa, tem que cuidar das coisas”. </p>
</blockquote>

<p>A declaração foi durante a <strong>entrega de 576 unidades de habitação do programa Minha Casa, Minha Vida na capital do Amazonas</strong>. Ainda no evento, Lula voltou a criticar a disseminação de mentiras na internet e demonstrou preocupação com a inteligência artificial, sobretudo nas eleições.</p>

<blockquote>
<p>“Como é que as pessoas são enganadas 24 horas por dia? É importante que a gente tenha a capacidade de saber a mensagem que está recebendo, saber distinguir o que é verdade, o que é mentira. Porque agora inventaram uma coisa chamada inteligência artificial, que é muito bom para muita coisa, mas eu acho que não presta para eleição. É uma coisa que pode contar muita mentira através do telefone celular. Então, eu penso que nós precisamos ter muita responsabilidade”.</p>
</blockquote>

<p>No bairro de Tarumã-Açu e ao lado de outras autoridades, o presidente Lula anunciou que as obras da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, <strong>vai passar por estudos minuciosos de impacto ambiental.</strong></p>

<blockquote>
<p>“Ela está situada num lugar muito sensível da Amazônia. E para autorizar a gente fazer essa estrada, nós estamos discutindo há meses qual é o sistema de segurança ambiental mais seguro. Então, nós vamos trabalhar, talvez seja a estrada que vai ser feita com o maior cuidado ambiental de qualquer estrada já feita em qualquer país do mundo. Será a estrada modelo de qualidade e de preservação ambiental”.</p>
</blockquote>

<p>Após o evento, o presidente visitou obras do trecho da BR-319. O conhecido trecho Charlie antecede o pedaço da estrada que passa pela região mais densa da floresta amazônica. </p>

<p> </p>
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<title>Relatório de PEC prevê fim da escala 6x1 60 dias após promulgação</title>
<link>https://apareceu.com/relatorio-de-pec-preve-fim-da-escala-6x1-60-dias-apos-promulgacao</link>
<guid>https://apareceu.com/relatorio-de-pec-preve-fim-da-escala-6x1-60-dias-apos-promulgacao</guid>
<description><![CDATA[ O relatório sobre a redução da jornada de trabalho, apresentado nesta segunda-feira (25), prevê o fim da escala 6x1 em 60 dias e que a diminuição da carga horária de 44 para 40 horas semanais seja feita em um período de transição de um ano. Essa redução deve ocorrer sem qualquer corte salarial.

O deputado Leo Prates, do Republicanos da Bahia, apresentou o relatório final da proposta na comissão especial que discute a redução da jornada. Ele propôs um texto com apenas nove artigos:


“É um texto simples, porque há uma compreensão aqui de que texto constitucional não deve trazer especificidade, deve trazer regramento geral. São nove artigos apenas. E o resto será tratado em lei ordinária, convenção coletiva. É para dar direitos fundamentais aos trabalhadores.”


Escala 5x2

Se a PEC for aprovada, a jornada será reduzida para 42 horas semanais no prazo de 60 dias, mas com o estabelecimento imediato da escala 5x2, garantindo dois dias de descanso, preferencialmente no domingo. Após um ano, a jornada seria diminuída de 42 para 40 horas, com o máximo de oito horas diárias.

Pelo relatório, convenção ou acordo coletivo de trabalho – assinado por sindicato – poderá permitir a ampliação da jornada diária para viabilizar a duração semanal do trabalho neste período de transição. O texto também não muda jornadas que já são inferiores a 40 horas semanais.

O deputado Leo Prates ressaltou o esforço de ouvir todas as posições sobre a mudança da jornada, em um amplo processo democrático:


“O caminho até aqui percorrido demonstra que reformas estruturais, quando conduzidas com rigor técnico, transparência e abertura ao diálogo, são capazes de superar divergências e produzir consensos. A trajetória dessa matéria deve servir de referência para o aperfeiçoamento contínuo do processo legislativo brasileiro, reafirmando o papel central do Parlamento como espaço privilegiado de mediação entre os interesses da sociedade e as exigências do Estado Democrático de Direito.”


A proposta também prevê que, para empregados com diploma de nível superior que recebam renda duas vezes e meia o teto do INSS, cerca de R$ 21 mil, não serão aplicadas as regras de duração de trabalho e controle de jornada, salvo se houver previsão no contrato ou convenção coletiva.

MEIs

Um acordo com o governo também amplia a possibilidade de MEIs aumentarem a contratação de empregados, que hoje é limitada a apenas uma pessoa. Ainda será discutida a ampliação do teto de faturamento para os microempreendedores individuais.

Se o texto passar na comissão especial, ele seguirá para votação em dois turnos no plenário. Para ser aprovado, terá que contar com o apoio de três quintos dos deputados. Depois disso, a proposta será enviada para apreciação do Senado.
  3:06 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Relatório, PEC, prevê, fim, escala, 6x1, dias, após, promulgação</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O relatório sobre a redução da jornada de trabalho, apresentado nesta segunda-feira (25), prevê o fim da escala 6x1 em 60 dias e que a diminuição da carga horária de 44 para 40 horas semanais seja feita em um período de transição de um ano. <strong>Essa redução deve ocorrer sem qualquer corte salarial.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690849&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690849&o=rss"></p>

<p>O <strong>deputado Leo Prates</strong>, do Republicanos da Bahia, apresentou o relatório final da proposta na comissão especial que discute a redução da jornada. Ele propôs um texto com apenas nove artigos:</p>

<blockquote>
<p>“É um texto simples, porque há uma compreensão aqui de que texto constitucional não deve trazer especificidade, deve trazer regramento geral. São nove artigos apenas. E o resto será tratado em lei ordinária, convenção coletiva. É para dar direitos fundamentais aos trabalhadores.”</p>
</blockquote>

<h3>Escala 5x2</h3>

<p><strong>Se a PEC for aprovada, a jornada será reduzida para 42 horas semanais no prazo de 60 dias, mas com o estabelecimento imediato da escala 5x2, garantindo dois dias de descanso, preferencialmente no domingo. Após um ano, a jornada seria diminuída de 42 para 40 horas, com o máximo de oito horas diárias.</strong></p>

<p>Pelo relatório, convenção ou acordo coletivo de trabalho – assinado por sindicato – poderá permitir a ampliação da jornada diária para viabilizar a duração semanal do trabalho neste período de transição. O texto também não muda jornadas que já são inferiores a 40 horas semanais.</p>

<p>O deputado <strong>Leo Prates</strong> ressaltou o esforço de ouvir todas as posições sobre a mudança da jornada, em um amplo processo democrático:</p>

<blockquote>
<p>“O caminho até aqui percorrido demonstra que reformas estruturais, quando conduzidas com rigor técnico, transparência e abertura ao diálogo, são capazes de superar divergências e produzir consensos. A trajetória dessa matéria deve servir de referência para o aperfeiçoamento contínuo do processo legislativo brasileiro, reafirmando o papel central do Parlamento como espaço privilegiado de mediação entre os interesses da sociedade e as exigências do Estado Democrático de Direito.”</p>
</blockquote>

<p>A proposta também prevê que, <strong>para empregados com diploma de nível superior que recebam renda duas vezes e meia o teto do INSS, cerca de R$ 21 mil, não serão aplicadas as regras de duração de trabalho e controle de jornada</strong>, salvo se houver previsão no contrato ou convenção coletiva.</p>

<h3>MEIs</h3>

<p>Um acordo com o governo também amplia a possibilidade de MEIs aumentarem a contratação de empregados, que hoje é limitada a apenas uma pessoa. Ainda será discutida a ampliação do teto de faturamento para os microempreendedores individuais.</p>

<p>Se o texto passar na comissão especial, ele seguirá para votação em dois turnos no plenário. Para ser aprovado, terá que contar com o apoio de três quintos dos deputados. Depois disso, a proposta será enviada para apreciação do Senado.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:06</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão Especial da Câmara aprova PEC que acaba com escala 6X1</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-especial-da-camara-aprova-pec-que-acaba-com-escala-6x1</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-especial-da-camara-aprova-pec-que-acaba-com-escala-6x1</guid>
<description><![CDATA[ A proposta do fim da escala de trabalho 6x1 avançou mais uma etapa nesta quarta-feira (27). A Comissão Especial que discute o tema na Câmara dos Deputados aprovou a PEC agora à tarde por 34 votos a 4.

O texto já vai ser pautado no plenário da casa nesta noite. A proposta precisa ter os votos de três quintos dos deputados, ou seja, 308 apoiadores. E a votação tem que ocorrer em dois turnos.

Caso seja aprovada, seguirá para apreciação do Senado Federal. O relatório do deputado Léo Prates (Republicanos-BA)  prevê o fim da escala 6x1,60 dias após a promulgação do texto.  A PEC também estabelece a redução da jornada de 44 para 42 horas semanais já neste ano e, depois de 12 meses, a redução da carga horária para 40 horas.

O relator destaca que o texto representa a posição da maioria do parlamento:


&quot;Esse texto dá o conjunto da obra. Não é o texto dos meus sonhos. Não é o texto dos sonhos do Zé Guimarães, do Alencar, do Reginaldo Lopes, da Dayana, da Erika Hilton, mola tão importante nesse debate, do presidente da República, do presidente Lula, mas é o texto para externar a maioria ou, se Deus quiser, mais de 400 deputados que representam o conjunto do povo brasileiro. Que esse texto tenha a cara da representação que o povo brasileiro deu aqui.&quot;


A PEC prevê ainda que acordos ou convenções coletivas permitam regimes diferenciados, respeitando o limite de 40 horas e o descanso de dois dias por semana. Além disso, estabelece que uma lei complementar defina regras específicas para micro e pequenas empresas.

No caso de trabalhadores de ensino superior que recebam acima de R$ 21 mil,  a proposta é que não haja controle de jornada obrigatória.

Para pessoas contratadas por empresas terceirizadas do setor público, a redução da jornada vai depender de aditivo contratual e prazo de adaptação de até 12 meses.

A oposição ao governo na Câmara tentou manobrar a votação, propondo um destaque para que o fim da jornada 6x1 ocorresse de forma imediata.

O deputado Sóstenes Cavalcante, líder do PL,  disse que sua bancada apoiaria essa proposta se ela causasse um impacto imediato na economia.


&quot;E eu vou dizer ao Brasil porque querem 2 meses. Nós estamos a 4 meses da eleição. Sabe porque querem 2 meses? Porque não querem que o trabalhador brasileiro sinta as consequências do que está sendo votado hoje. Porque se quisessem, votariam todos aqui, senhores e senhoras deputados, este destaque&quot;.



            
        
    
Reunião da Comissão Especial da Câmara sobre o Fim da Escala 6x1. Foto: Lula Marques/Agência Brasil


A deputada Thaíria Petrone, líder do PSOL,  destacou que a oposição a todo momento tentou boicotar a aprovação do texto, propondo a desregulamentação do trabalho no país.


&quot;É bom lembrar que Flávio Bolsonaro falou o quê sobre a escala 6x1? Que ia causar desemprego. É bom lembrar que o PL [Partido Liberal] dele, o tempo todo quis atrasar essa votação e agora a partir da mobilização dos trabalhadores nós vamos aprovar em plenário o fim da nefasta escala 6x1. Quem sustenta o Brasil é a caixa de supermercado, é o porteiro e portanto também tem que ser cuidado pelo Estado brasileiro.&quot;


As propostas de alteração no texto do relator foram rejeitadas na comissão. Já no plenário, com todos os deputados, novas alterações podem ser apresentadas e votadas.
  3:45 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, Especial, Câmara, aprova, PEC, que, acaba, com, escala, 6X1</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta do <strong>fim da escala de trabalho 6x1 avançou mais uma etapa </strong>nesta quarta-feira (27). A Comissão Especial que discute o tema na Câmara dos Deputados<strong> aprovou a PEC agora à tarde por 34 votos a 4.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691225&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691225&o=rss"></p>

<p>O texto já vai ser pautado no <strong>plenário da casa nesta noite</strong>. A proposta precisa ter os votos de três quintos dos deputados, ou seja, <strong>308 apoiadores</strong>. E a votação tem que ocorrer em <strong>dois turnos</strong>.</p>

<p><strong>Caso seja aprovada, seguirá para apreciação do Senado Federal</strong>. O relatório do deputado Léo Prates (Republicanos-BA)  prevê o fim da escala 6x1,<strong>60 dias após a promulgação do texto</strong>.  A PEC também estabelece a redução da <strong>jornada de 44 para 42 horas semanais já neste ano e, depois de 12 meses, a redução da carga horária para 40 horas</strong>.</p>

<p>O relator destaca que o texto representa a posição da maioria do parlamento:</p>

<blockquote>
<p>"Esse texto dá o conjunto da obra. Não é o texto dos meus sonhos. Não é o texto dos sonhos do Zé Guimarães, do Alencar, do Reginaldo Lopes, da Dayana, da Erika Hilton, mola tão importante nesse debate, do presidente da República, do presidente Lula, mas é o texto para externar a maioria ou, se Deus quiser, mais de 400 deputados que representam o conjunto do povo brasileiro. Que esse texto tenha a cara da representação que o povo brasileiro deu aqui."</p>
</blockquote>

<p>A PEC prevê ainda que <strong>acordos ou convenções coletivas permitam regimes diferenciados, respeitando o limite de 40 horas e o descanso de dois dias por semana</strong>. Além disso, estabelece que uma lei complementar defina <strong>regras específicas para micro e pequenas empresas</strong>.</p>

<p>No caso de trabalhadores de ensino superior que recebam <strong>acima de R$ 21 mil,  a proposta é que não haja controle de jornada obrigatória</strong>.</p>

<p>Para pessoas contratadas por empresas <strong>terceirizadas do setor público, a redução da jornada vai depender de aditivo contratual e prazo de adaptação de até 12 meses</strong>.</p>

<p>A oposição ao governo na Câmara tentou <strong>manobrar a votação</strong>, propondo um destaque para que o fim da jornada 6x1 ocorresse de forma imediata.</p>

<p>O deputado Sóstenes Cavalcante, líder do PL,  disse que sua bancada apoiaria essa proposta se ela causasse um impacto imediato na economia.</p>

<blockquote>
<p>"E eu vou dizer ao Brasil porque querem 2 meses. Nós estamos a 4 meses da eleição. Sabe porque querem 2 meses? Porque não querem que o trabalhador brasileiro sinta as consequências do que está sendo votado hoje. Porque se quisessem, votariam todos aqui, senhores e senhoras deputados, este destaque".</p>
</blockquote>

<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=464054:medio_4colunas {"additionalClasses":""} -->
            <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://imagens.ebc.com.br/S3pVKO5yjv7ccxNCb7qaeTbhKtA=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/27/0d9a2092.jpg?itok=kXv0kHOb" alt="Brasília – DF- 27/05/2026 – Reunião da Comissão Especial da Câmara sobre o Fim da Escala 6x1 para votar o relatório final da proposta de emenda à Constituição (PEC 221/2019) que reduz a jornada de trabalho a 36 horas semanais em 10 anos. O relator do texto é o deputado Leo Prates (Republicanos-BA). Foto: Lula Marques/Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil.">
        <img src="https://imagens.ebc.com.br/S3pVKO5yjv7ccxNCb7qaeTbhKtA=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/27/0d9a2092.jpg?itok=kXv0kHOb" alt="Brasília – DF- 27/05/2026 – Reunião da Comissão Especial da Câmara sobre o Fim da Escala 6x1 para votar o relatório final da proposta de emenda à Constituição (PEC 221/2019) que reduz a jornada de trabalho a 36 horas semanais em 10 anos. O relator do texto é o deputado Leo Prates (Republicanos-BA). Foto: Lula Marques/Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil.">
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<div class="meta">Reunião da Comissão Especial da Câmara sobre o Fim da Escala 6x1. Foto: Lula Marques/Agência Brasil<!--END copyright=464054--></div>
</div></div>

<p>A deputada Thaíria Petrone, líder do PSOL,  destacou que a <strong>oposição a todo momento tentou boicotar a aprovação do texto</strong>, propondo a desregulamentação do trabalho no país.</p>

<blockquote>
<p>"É bom lembrar que Flávio Bolsonaro falou o quê sobre a escala 6x1? Que ia causar desemprego. É bom lembrar que o PL [Partido Liberal] dele, o tempo todo quis atrasar essa votação e agora a partir da mobilização dos trabalhadores nós vamos aprovar em plenário o fim da nefasta escala 6x1. Quem sustenta o Brasil é a caixa de supermercado, é o porteiro e portanto também tem que ser cuidado pelo Estado brasileiro."</p>
</blockquote>

<p>As propostas de alteração no texto do relator foram rejeitadas na comissão. Já no plenário, com todos os deputados,<strong> novas alterações podem ser apresentadas e votadas</strong>.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:45</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Petrobras atuará no Golfo do México junto com estatal de lá, diz Lula</title>
<link>https://apareceu.com/petrobras-atuara-no-golfo-do-mexico-junto-com-estatal-de-la-diz-lula</link>
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<description><![CDATA[ Considerada a empresa mais importante do Brasil pelo presidente Lula, a Petrobras deve fazer busca por petróleo em águas profundas do Golfo do México em parceria com a estatal mexicana Pemex. É o que afirmou, nesta quarta-feira (27), o presidente Lula. 

&quot;A presidenta do México, a minha amiga Claudia, me telefona e fala assim: &#039;presidente Lula, eu estava precisando falar com a Petrobras porque eu quero fazer prospecção de petróleo e águas profundas no Golfo do México&#039;. Magda Chambriard, vamos fazer uma associação com a Pemex e vamos no Golfo do México para ver se o companheiro Trump vai se meter, sabe, com a Petrobras prospectando água a 2,5 mil metros&quot;.

A declaração foi em Manaus, durante anúncio de investimentos da estatal no Amazonas. Lula mencionou a importância da estatal e afirmou que a petrolífera é do país, e não o contrário.  


&quot;A Petrobras não tem que pensar só na Petrobras enquanto empresa. Tem que pensar no Brasil, é o dono dela. Não ela que é dona do Brasil. Nós temos que utilizar o potencial de uma empresa do porte da Petrobras, que é uma empresa que tem ações na bolsa de Nova York, em que o governo pode indicar direção e conselho, mas o governo não manda na Petrobras. Mas a gente discute as prioridades do Brasil. Não é o que a Petrobras precisa, é também o que o Brasil precisa&quot;.


R$ 2 bilhões para expansão no AM

No estado fica o Polo de Urucu, na cidade de Coari, maior polo petrolífero em terra firme do Brasil, que vai receber mais de R$ 2 bilhões para a perfuração de novos poços, com a construção de linhas de conexão. Foi o que anunciou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.  

&quot;Nós temos no polo Urucu cerca de 70 poços. Vamos colocar mais 22 poços. Com eles é que nós vamos ser capazes de aumentar essa produção em 20% e gerar 14 mil empregos entre diretos e indiretos, garantindo a maior reserva de petróleo e gás terrestre do país no estado do Amazonas&quot;.

O polo Urucu produz, em média, mais de 100 mil barris de óleo equivalente por dia. Ainda no evento, a presidente da petrolífera, Magda Chambriard, afirmou que o estado do Amazonas é o terceiro maior produtor de gás natural do país.  


&quot;A gente produz aqui 13 milhões de metros cúbicos por dia de gás. Aqui fornecemos gás para as nossas termoelétricas em volta, garantindo 65% da energia consumida em Manaus e mais a energia consumida em cinco municípios do seu entorno. Garante também, aquele gás da cozinha, 80 mil botijões por dia para o Norte e parte do Nordeste brasileiro&quot;.


18 barcaças para distribuição de combustível

O anúncio foi durante visita do presidente Lula ao Estaleiro Bertolini Construção Naval da Amazônia, em Manaus. O complexo vai construir 18 barcaças para a distribuição de combustível marítimo pelo Brasil.

O lote foi encomendado pela Transpetro, empresa pública brasileira de logística na distribuição de combustíveis, dentro e fora do Brasil. Essas barcaças são movimentadas pelos empurradores, para transporte de grandes cargas.

Para as 18 encomendadas, serão investidos mais de R$ 300 milhões, também anunciados na ocasião. 
  3:49 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Petrobras, atuará, Golfo, México, junto, com, estatal, lá, diz, Lula</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Considerada a empresa mais importante do Brasil pelo presidente Lula, a <strong>Petrobras deve fazer busca por petróleo em águas profundas do Golfo do México</strong> em parceria com a estatal mexicana Pemex. É o que afirmou, nesta quarta-feira (27), o presidente Lula. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691179&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691179&o=rss"></p>

<p>"A presidenta do México, a minha amiga Claudia, me telefona e fala assim: 'presidente Lula, eu estava precisando falar com a Petrobras porque eu quero fazer prospecção de petróleo e águas profundas no Golfo do México'. Magda Chambriard, vamos fazer uma associação com a Pemex e vamos no Golfo do México para ver se o companheiro Trump vai se meter, sabe, com a Petrobras prospectando água a 2,5 mil metros".</p>

<p>A declaração foi em Manaus, durante anúncio de investimentos da estatal no Amazonas. Lula mencionou a importância da estatal e afirmou que a petrolífera é do país, e não o contrário.  </p>

<blockquote>
<p>"A Petrobras não tem que pensar só na Petrobras enquanto empresa. Tem que pensar no Brasil, é o dono dela. Não ela que é dona do Brasil. Nós temos que utilizar o potencial de uma empresa do porte da Petrobras, que é uma empresa que tem ações na bolsa de Nova York, em que o governo pode indicar direção e conselho, mas o governo não manda na Petrobras. Mas a gente discute as prioridades do Brasil. Não é o que a Petrobras precisa, é também o que o Brasil precisa".</p>
</blockquote>

<h2>R$ 2 bilhões para expansão no AM</h2>

<p>No estado fica o <strong>Polo de Urucu, na cidade de Coari, maior polo petrolífero em terra firme do Brasil</strong>, que vai receber <strong>mais de R$ 2 bilhões para a perfuração de novos poços</strong>, com a construção de linhas de conexão. Foi o que anunciou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.  </p>

<p>"Nós temos no polo Urucu cerca de 70 poços. Vamos colocar mais 22 poços. Com eles é que nós vamos ser capazes de aumentar essa produção em 20% e gerar 14 mil empregos entre diretos e indiretos, garantindo a maior reserva de petróleo e gás terrestre do país no estado do Amazonas".</p>

<p>O polo Urucu produz, em média, mais de 100 mil barris de óleo equivalente por dia. Ainda no evento, a presidente da petrolífera, Magda Chambriard, afirmou que o estado do Amazonas é o terceiro maior produtor de gás natural do país.  </p>

<blockquote>
<p>"A gente produz aqui 13 milhões de metros cúbicos por dia de gás. Aqui fornecemos gás para as nossas termoelétricas em volta, garantindo 65% da energia consumida em Manaus e mais a energia consumida em cinco municípios do seu entorno. Garante também, aquele gás da cozinha, 80 mil botijões por dia para o Norte e parte do Nordeste brasileiro".</p>
</blockquote>

<h2>18 barcaças para distribuição de combustível</h2>

<p>O anúncio foi durante visita do presidente Lula ao <strong>Estaleiro Bertolini Construção Naval da Amazônia</strong>, em Manaus. <strong>O complexo vai construir 18 barcaças para a distribuição de combustível marítimo</strong> pelo Brasil.</p>

<p>O lote foi encomendado pela Transpetro, empresa pública brasileira de logística na distribuição de combustíveis, dentro e fora do Brasil. Essas barcaças são movimentadas pelos empurradores, para transporte de grandes cargas.</p>

<p>Para as 18 encomendadas, serão investidos mais de R$ 300 milhões, também anunciados na ocasião. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:49</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Escala 6x1: comissão especial se reúne para votar parecer do relator</title>
<link>https://apareceu.com/escala-6x1-comissao-especial-se-reune-para-votar-parecer-do-relator</link>
<guid>https://apareceu.com/escala-6x1-comissao-especial-se-reune-para-votar-parecer-do-relator</guid>
<description><![CDATA[ Dia decisivo para o fim da escala 6x1: a comissão especial está reunida nesta quarta-feira (27) para votar o parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA).

Desde cedo, há fila na porta. Todo mundo querendo acompanhar: sindicatos, trabalhadores, estudantes.

No começo, o PL anunciou: concordava em retirar os requerimentos protelatórios da pauta, mas mantinha a obstrução, que é quando se usa manobras regimentais para atrapalhar a votação.

Em pauta, o parecer do relator que acaba com o esquema 6x1 de trabalho e reduz gradualmente a jornada semanal. Primeiro, de 44 para 42 horas. Depois, de 42 para 40 horas. Isso tudo sem redução de salário.

Foram mais de 40 inscritos para falar. A oposição defendeu o anúncio feito pelo líder do PL na terça-feira, Sóstenes Cavalcante, que agora quer discutir a redução da jornada não para 5x2, mas para 4x3. A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) refletiu:


&quot;Quando o líder Sóstenes sugeriu isso na tribuna da Câmara eu fiquei pensando: meu deus. Mas, pensando, já que estão apostando tudo em produtividade, então se diminuir de 6x1 para 5x2, e agora para 4x3, será que o Brasil não vai ser o país mais produtivo do mundo?&quot;.


E foi rebatida de pronto pela deputada Érika Hilton (PSOL-SP).


&quot;Propuseram 10 anos de transição, falaram em 52 horas semanais. E, da noite pro dia, porque viram que a coisa tava ficando puxada pro lado de lá, porque como é que vão explicar para o trabalhador que são contra um tempo de dignidade? Para não sujarem as mãos, para tentar dizer que são bonzinhos&quot;.


Votação em Plenário nesta quarta

A previsão é de votação na comissão especial ainda nesta quarta-feira.

Na comissão especial, para aprovar o parecer do relator Leo Prates, é preciso maioria simples - ou seja, maioria de votos estando presentes a maioria dos deputados.

O quórum de três quintos - ou 308 deputados - em dois turnos vale para o Plenário, para onde o texto vai em seguida, possivelmente também nesta quarta-feira.
  2:29 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Escala, 6x1:, comissão, especial, reúne, para, votar, parecer, relator</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dia decisivo para o<strong> fim da escala 6x1</strong>: a <strong>comissão especial está reunida nesta quarta-feira (27) para votar o parecer do relator</strong>, deputado Leo Prates (Republicanos-BA).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691156&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691156&o=rss"></p>

<p>Desde cedo, há fila na porta. Todo mundo querendo acompanhar: sindicatos, trabalhadores, estudantes.</p>

<p>No começo, o <strong>PL anunciou: concordava em retirar os requerimentos protelatórios da pauta, mas mantinha a obstrução</strong>, que é quando se usa manobras regimentais para atrapalhar a votação.</p>

<p>Em pauta, o parecer do relator que acaba com o esquema 6x1 de trabalho e reduz gradualmente a jornada semanal. Primeiro, de 44 para 42 horas. Depois, de 42 para 40 horas. Isso tudo sem redução de salário.</p>

<p>Foram <strong>mais de 40 inscritos para falar</strong>. A oposição defendeu o anúncio feito pelo líder do PL na terça-feira, Sóstenes Cavalcante, que agora quer discutir a redução da jornada não para 5x2, mas para 4x3. A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) refletiu:</p>

<blockquote>
<p>"Quando o líder Sóstenes sugeriu isso na tribuna da Câmara eu fiquei pensando: meu deus. Mas, pensando, já que estão apostando tudo em produtividade, então se diminuir de 6x1 para 5x2, e agora para 4x3, será que o Brasil não vai ser o país mais produtivo do mundo?".</p>
</blockquote>

<p>E foi rebatida de pronto pela deputada Érika Hilton (PSOL-SP).</p>

<blockquote>
<p>"Propuseram 10 anos de transição, falaram em 52 horas semanais. E, da noite pro dia, porque viram que a coisa tava ficando puxada pro lado de lá, porque como é que vão explicar para o trabalhador que são contra um tempo de dignidade? Para não sujarem as mãos, para tentar dizer que são bonzinhos".</p>
</blockquote>

<h2>Votação em Plenário nesta quarta</h2>

<p>A previsão é de <strong>votação na comissão especial ainda nesta quarta-feira</strong>.</p>

<p>Na comissão especial, para aprovar o parecer do relator Leo Prates, é preciso maioria simples - ou seja, maioria de votos estando presentes a maioria dos deputados.</p>

<p>O quórum de três quintos - ou 308 deputados - em dois turnos vale para o <strong>Plenário, para onde o texto vai em seguida, possivelmente também nesta quarta-feira</strong>.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:29</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Acordo: fim da escala 6x1 terá início 60 dias após promulgação da PEC</title>
<link>https://apareceu.com/acordo-fim-da-escala-6x1-tera-inicio-60-dias-apos-promulgacao-da-pec</link>
<guid>https://apareceu.com/acordo-fim-da-escala-6x1-tera-inicio-60-dias-apos-promulgacao-da-pec</guid>
<description><![CDATA[ Fim da escala 6x1, sem regra de transição e redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas de forma escalonada. É o que prevê o acordo feito entre o governo e a Câmara. O presidente da Casa, Hugo Motta, o relator, Leo Prates, do Republicanos e o presidente da Comissão Especial, Alencar Santana, do PT, se reuniram com o presidente Lula ainda nesta segunda (25), horas antes da apresentação do relatório, para fazer esse ajuste fino ao texto, colocando fim ao impasse de qual seria o tamanho dessa transição. Hugo Motta mesmo resumiu.


“Se falou muito que seria em tantos anos e tal, mas a posição final, da Câmara dos Deputados, em consenso com o governo, é de poder fazer essa transição em um ano. Repito: duas horas, 60 dias após a promulgação; mais duas horas após os doze meses”.   


Deixando bem explicado. Ficou assim: 60 dias após a promulgação da PEC já vai valer o fim da escala 6x1. Para isso, não tem transição. Vai valer cinco dias trabalhados para dois de folga. É a jornada semanal que vai ser escalonada. No mesmo dia em que acaba a 6x1, a carga horária vai passar de 44 para 42 horas. Doze meses depois, vai para 40 horas. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, dá o cronograma.


“Promulgou, 60 dias entra em vigor o fim da escala 6x1 e 42 horas semanais. Então, você vai pegar 42 horas semanais, dividir por cinco, vai ser a jornada diária. Depois um ano, reduz para 40 horas semanais. Portanto, é tudo 8 horas”.


Na prática, o acordo permitiu um prazo curto na transição, segundo o presidente da Comissão Especial, Alencar Santana. E não os dez anos, como queria a oposição.


“Ou seja, um prazo curto, mas significativo, porque vai garantir mais qualidade de vida, mais tempo ao trabalhador e à trabalhadora. Porque a vida não tem hora extra. Há uma pressa da mulher, há uma pressa da juventude, de quem tá nessa jornada tão exaustiva”.


Ponto pacífico e que é o principal do relatório: fim da escala 6x1, redução da jornada sem redução de salário. Isso tudo vai estar no parecer do relator, Leo Prates. Os detalhes, tipo as categorias, as particularidades, isso tudo vai ser discutido naquele projeto de lei que tem urgência e que está parado na Câmara. Leo Prates explica.


“Salvo engano, a gente fechou em 8 ou 9 artigos. Então, é bem simples. O resto nós vamos remeter ao PL do governo, para questões específicas, convenções coletivas”.    


E são detalhes como a situação dos microempreendedores. A possibilidade de poderem contratar mais pessoas e não apenas no limite de um MEI, como é hoje. Isso por conta da redução da jornada, para que se possa manter a produtividade. O cronograma da PEC também está mantido: votação na comissão especial e em dois turnos em plenário ainda nesta semana, até quinta-feira.
  3:19 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Acordo:, fim, escala, 6x1, terá, início, dias, após, promulgação, PEC</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fim da escala 6x1, sem regra de transição e redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas de forma escalonada.</strong> É o que prevê o acordo feito entre o governo e a Câmara. O presidente da Casa, Hugo Motta, o relator, Leo Prates, do Republicanos e o presidente da Comissão Especial, Alencar Santana, do PT, se reuniram com o presidente Lula ainda nesta segunda (25), horas antes da apresentação do relatório, para fazer esse ajuste fino ao texto, colocando fim ao impasse de qual seria o tamanho dessa transição. Hugo Motta mesmo resumiu.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690771&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690771&o=rss"></p>

<blockquote>
<p class="rtejustify">“Se falou muito que seria em tantos anos e tal, mas a posição final, da Câmara dos Deputados, em consenso com o governo, é de poder fazer essa transição em um ano. Repito: duas horas, 60 dias após a promulgação; mais duas horas após os doze meses”.   </p>
</blockquote>

<p>Deixando bem explicado. <strong>Ficou assim: 60 dias após a promulgação da PEC já vai valer o fim da escala 6x1. Para isso, não tem transição. Vai valer cinco dias trabalhados para dois de folga. É a jornada semanal que vai ser escalonada. No mesmo dia em que acaba a 6x1, a carga horária vai passar de 44 para 42 horas. Doze meses depois, vai para 40 horas. </strong>O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, dá o cronograma.</p>

<blockquote>
<p>“Promulgou, 60 dias entra em vigor o fim da escala 6x1 e 42 horas semanais. Então, você vai pegar 42 horas semanais, dividir por cinco, vai ser a jornada diária. Depois um ano, reduz para 40 horas semanais. Portanto, é tudo 8 horas”.</p>
</blockquote>

<p><strong>Na prática, o acordo permitiu um prazo curto na transição,</strong> segundo o presidente da Comissão Especial, Alencar Santana. <strong>E não os dez anos, como queria a oposição</strong>.</p>

<blockquote>
<p>“Ou seja, um prazo curto, mas significativo, porque vai garantir mais qualidade de vida, mais tempo ao trabalhador e à trabalhadora. Porque a vida não tem hora extra. Há uma pressa da mulher, há uma pressa da juventude, de quem tá nessa jornada tão exaustiva”.</p>
</blockquote>

<p><strong>Ponto pacífico e que é o principal do relatório: fim da escala 6x1, redução da jornada sem redução de salário. </strong>Isso tudo vai estar no parecer do relator, Leo Prates. Os detalhes, tipo as categorias, as particularidades, isso tudo vai ser discutido naquele projeto de lei que tem urgência e que está parado na Câmara. Leo Prates explica.</p>

<blockquote>
<p>“Salvo engano, a gente fechou em 8 ou 9 artigos. Então, é bem simples. O resto nós vamos remeter ao PL do governo, para questões específicas, convenções coletivas”.    </p>
</blockquote>

<p>E são detalhes como a situação dos microempreendedores. A possibilidade de poderem contratar mais pessoas e não apenas no limite de um MEI, como é hoje. Isso por conta da redução da jornada, para que se possa manter a produtividade. O cronograma da PEC também está mantido: votação na comissão especial e em dois turnos em plenário ainda nesta semana, até quinta-feira.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:19</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lula e Hugo Motta se reúnem para discutir sobre fim da escala 6x1</title>
<link>https://apareceu.com/lula-e-hugo-motta-se-reunem-para-discutir-sobre-fim-da-escala-6x1</link>
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<description><![CDATA[ Dia decisivo para a escala 6x1. Relatório será apresentado no fim da tarde na Comissão Especial, mas antes disso, agora pela manhã, o presidente Lula deve se reunir com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para tratar do principal ponto de debate, que é a regra de transição. Justamente o que provocou o adiamento da apresentação do relatório na semana passada.

O que é que está pegando?

O prazo para essa transição. A oposição até apresentou emendas falando em 10 anos de transição; o governo quer para agora, mas aceita negociar algo aí no meio do caminho.

Participam dessa reunião também o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e do Trabalho, Luiz Marinho. Depois disso, Hugo Motta deve conversar com o relator, o deputado Leo Prates, que até já falou que transição longa não topa de jeito nenhum.

O que é que tem de acordo?

Redução de jornada semanal de 44 para 40 horas semanais, ou seja, cinco dias trabalhados e dois dias de folga, sem redução de salário. E tudo precisa ser definido nesta segunda-feira. A ideia é votar na comissão e em plenário até quinta-feira agora, dia 28.

Lembrando que é uma PEC, uma Proposta de Emenda à Constituição, ou seja, são dois turnos de votação com, pelo menos, 308 votos. Isso para cumprir o combinado com a Câmara de concluir toda a votação ainda em maio.

Depois, a PEC ainda vai para o Senado, onde recomeça a tramitação. 
  1:34 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, Hugo, Motta, reúnem, para, discutir, sobre, fim, escala, 6x1</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/tags/escala-6x1" target="_blank">Dia decisivo para a escala 6x1</a>. Relatório será apresentado no fim da tarde na Comissão Especial, mas antes disso, agora pela manhã, <strong>o presidente Lula deve se reunir com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para tratar do principal ponto de debate, que é a regra de transição</strong>. Justamente o que provocou o adiamento da apresentação do relatório na semana passada.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690711&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690711&o=rss"></p>

<h2>O que é que está pegando?</h2>

<p><strong>O prazo para essa transição</strong>. A oposição até apresentou emendas falando em 10 anos de transição; o governo quer para agora, mas aceita negociar algo aí no meio do caminho.</p>

<p>Participam dessa reunião também o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e do Trabalho, Luiz Marinho. Depois disso, Hugo Motta deve conversar com o relator, o deputado Leo Prates, que até já falou que transição longa não topa de jeito nenhum.</p>

<h2>O que é que tem de acordo?</h2>

<p><strong>Redução de jornada semanal de 44 para 40 horas semanais</strong>, ou seja, cinco dias trabalhados e dois dias de folga, sem redução de salário. E tudo precisa ser definido nesta segunda-feira. A ideia é votar na comissão e em plenário até quinta-feira agora, dia 28.</p>

<p>Lembrando que é uma PEC, uma Proposta de Emenda à Constituição, ou seja, <strong>são dois turnos de votação com, pelo menos, 308 votos</strong>. Isso para cumprir o combinado com a Câmara de concluir toda a votação ainda em maio.</p>

<p>Depois, a PEC ainda vai para o Senado, onde recomeça a tramitação. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:34</span>]]> </content:encoded>
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<title>Senado adia votação da PEC que dá autonomia financeira ao BC</title>
<link>https://apareceu.com/senado-adia-votacao-da-pec-que-da-autonomia-financeira-ao-bc</link>
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<description><![CDATA[ Um pedido de vista adiou a votação da proposta que prevê a autonomia financeira do Banco Central, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. A proposta é de 2023 e o parecer do relator, senador Plínio Valério (PSDB-AM), é favorável à aprovação.

Ele fala das negociações e do que acabou entrando no parecer:


&quot; Tudo que o governo acenava, a gente cedia. Só não na natureza, porque se gente muda a natureza acabou com a autonomia que a gente está querendo. E quando a AGU sugere, aí gente acata. Quando o senador Rogério Carvalho apresenta uma emenda, muito boa mesmo, falando do Perímetro Regulatório, criando o perímetro regulatório, a gente acatou na íntegra, portanto foi criado o perímetro regulatório que permite o Banco Central a intervir em casos extremos&quot;.


Outro ponto incluído pelo relator trata do PIX: deixa o PIX como uma exclusividade do Banco Central, cuidando da regulação dos pagamentos. Um “respaldo legal”, segundo ele, para o consumidor.

Se aprovada a PEC, a autoridade monetária vai poder escolher como administrar seus recursos, sem interferência do caixa do governo federal.

Isso porque vai ficar estabelecido um novo regime jurídico para o Banco Central. O BC também não ficará subordinado a ministérios ou outros órgãos.

Nessa terça-feira (19), o atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, esteve na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e chegou a pedir &quot;pelo amor de Deus&quot; que os senadores aprovem essa PEC.

A Proposta voltará à pauta na semana que vem.

 
  1:44 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 02:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Senado, adia, votação, PEC, que, dá, autonomia, financeira</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um pedido de vista adiou a votação da proposta que prevê a autonomia financeira do Banco Central</strong>, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. A proposta é de 2023 e o parecer do relator, <strong>senador Plínio Valério (PSDB-AM), é favorável à aprovação</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690097&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690097&o=rss"></p>

<p>Ele fala das negociações e do que acabou entrando no parecer:</p>

<blockquote>
<p>" Tudo que o governo acenava, a gente cedia. Só não na natureza, porque se gente muda a natureza acabou com a autonomia que a gente está querendo. E quando a AGU sugere, aí gente acata. Quando o senador Rogério Carvalho apresenta uma emenda, muito boa mesmo, falando do Perímetro Regulatório, criando o perímetro regulatório, a gente acatou na íntegra, portanto foi criado o perímetro regulatório que permite o Banco Central a intervir em casos extremos".</p>
</blockquote>

<p>Outro ponto incluído pelo relator trata do PIX: <strong>deixa o PIX como uma exclusividade do Banco Central, cuidando da regulação dos pagamentos</strong>. Um “respaldo legal”, segundo ele, para o consumidor.</p>

<p>Se aprovada a PEC, <strong>a autoridade monetária vai poder escolher como administrar seus recursos, sem interferência do caixa do governo federal.</strong></p>

<p>Isso porque vai ficar estabelecido um novo regime jurídico para o Banco Central. <strong>O BC também não ficará subordinado a ministérios ou outros órgãos</strong>.</p>

<p>Nessa terça-feira (19), o atual presidente do BC,<strong> Gabriel Galípolo, esteve na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e chegou a pedir "pelo amor de Deus" que os senadores aprovem essa PEC</strong>.</p>

<p>A Proposta voltará à pauta na semana que vem.</p>

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<title>Câmara aprova prisão para aumento abusivo no preço dos combustíveis</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-prisao-para-aumento-abusivo-no-preco-dos-combustiveis</link>
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<description><![CDATA[ A Câmara dos Deputados aprovou penas de prisão para quem aumentar preço de combustíveis sem justificativa.

O projeto aprovado foi um substitutivo relatado pelo deputado Merlong Solano, do PT do Piauí. Ele trouxe alterações em relação ao texto enviado pelo governo federal em abril para tornar essa situação crime contra ordem econômica.

A proposta prevê 2 a 4 anos de prisão para quem aumentar preços de forma artificial e sem fundamentos econômicos verificáveis. Aí entrariam fatores como custos de produção, distribuição, importação, reposição, comercialização, logísticos, tributários e regulatórios.

E a pena pode ser aumentada de um terço até a metade por dois agravantes: se ocorrer em contexto de calamidade pública, ou crise de abastecimento; ou for praticada por empresa dominante no mercado.

O relator tirou do texto a expressão “instabilidade relevante do mercado fornecedor”, que seria o caso agora da guerra no Irã.

Quando enviou o texto ao Congresso, o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, afirmou que a elevação injustificada de preços gera “dano social”, porque repercute em toda cadeia produtiva, transporte, alimentos e serviços.

O projeto foi aprovado nessa quarta-feira e, agora, segue para o Senado. Se for aprovado, vai para sanção presidencial.
  1:17 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 02:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou penas de prisão para quem aumentar preço de combustíveis sem justificativa.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690167&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690167&o=rss"></p>

<p>O projeto aprovado foi um substitutivo relatado pelo deputado Merlong Solano, do PT do Piauí. Ele trouxe alterações em relação ao texto enviado pelo governo federal em abril para tornar essa situação crime contra ordem econômica.</p>

<p>A proposta prevê 2 a 4 anos de prisão para quem aumentar preços de forma artificial e sem fundamentos econômicos verificáveis. Aí entrariam fatores como custos de produção, distribuição, importação, reposição, comercialização, logísticos, tributários e regulatórios.</p>

<p>E a pena pode ser aumentada de um terço até a metade por dois agravantes: se ocorrer em contexto de calamidade pública, ou crise de abastecimento; ou for praticada por empresa dominante no mercado.</p>

<p>O relator tirou do texto a expressão “instabilidade relevante do mercado fornecedor”, que seria o caso agora da guerra no Irã.</p>

<p>Quando enviou o texto ao Congresso, o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, afirmou que a elevação injustificada de preços gera “dano social”, porque repercute em toda cadeia produtiva, transporte, alimentos e serviços.</p>

<p>O projeto foi aprovado nessa quarta-feira e, agora, segue para o Senado. Se for aprovado, vai para sanção presidencial.</p>
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<title>6x1: relator quer jornada ilimitada para quem ganha mais de R$ 16 mil</title>
<link>https://apareceu.com/6x1-relator-quer-jornada-ilimitada-para-quem-ganha-mais-de-r-16-mil</link>
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<description><![CDATA[ A quatro dias da apresentação do relatório final da PEC 6x1, o relator, deputado Leo Prates (Republicanos - BA), deixou bem claro: quer incluir no parecer a jornada ilimitada para quem ganha acima de R$ 16 mil, mas isso vai depender das conversas que deverão ocorrer até a semana que vem tanto com o presidente da Casa, Hugo Motta, quanto com o governo.

A ideia dele é permitir que quem ganha acima de R$ 16 mil não tenha limite de jornada, mas que seja incluído na CLT. Saia da chamada pejotização, do trabalho como empresa, e ganhe direitos trabalhistas que hoje não tem. Essa regra, segundo o relator, não seria aplicada no serviço público. E seria fiscalizada pela Justiça do Trabalho.


&quot;Foi uma ideia que foi me trazida por alguns parlamentares e eu aperfeiçoei. Dentro das críticas que me foram feitas, dos debates que me foram feitos. Aí você pergunta, aperfeiçoou como? Colocando expressamente que tem que ser CLT, colocando expressamente que é a Justiça do Trabalho, excluindo o serviço público. Então, alguns mecanismos que eu estou colocando de proteção a algumas pessoas que não se submetem a esse regramento. Eu acho que gente está aperfeiçoando o texto. Eu acho que é uma tentativa bacana para  fugir da pejotização. Mas essa é uma opinião desse humilde deputado. Como eu disse, o meu teto chama-se Hugo Morta.&quot;


Um dos principais pontos de divergência no momento é a regra de transição. Tem emenda falando em dez anos de transição.  O relator está conversando para ver o que vai ter de prazo no texto. Se a jornada ilimitada para acima de R$ 16 mil ou o prazo de regra de transição estará claramente no relatório, vai depender das discussões até segunda-feira (25).

O que vai estar mesmo no texto é a mudança na constituição para uma jornada de 40 horas semanais com cinco dias trabalhados e dois dias de folga sem redução de salário. O resto, segundo o relator, é periférico.


&quot;Eu só quero que vocês não transformem, e esse é o apelo que eu faço, o acessório em principal. Vocês estão focando na transição e estão esquecendo do direito. O direito que nós estamos dando a vocês é histórico. Vamos todo mundo dar mão nesse momento é o apelo que eu faço. Eu não estou aqui contra ninguém, eu não estou querendo favorecer ninguém.&quot; 


 A Comissão Especial já está com reunião convocada para segunda-feira às 17h para apresentação do relatório. Está mantida, pelo menos por enquanto, a previsão de votação em plenário até a sexta-feira da semana que vem, dia 29. 
  2:35 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 02:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A quatro dias da apresentação do relatório final da PEC 6x1, o relator, deputado Leo Prates (Republicanos - BA), deixou bem claro: quer incluir no parecer a<strong> jornada ilimitada para quem ganha acima de R$ 16 mil</strong>, mas isso vai depender das conversas que deverão ocorrer até a semana que vem tanto com o presidente da Casa, Hugo Motta, quanto com o governo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690221&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690221&o=rss"></p>

<p>A ideia dele é permitir que quem ganha acima de R$ 16 mil não tenha limite de jornada, mas que <strong>seja incluído na CLT</strong>. Saia da chamada pejotização, do trabalho como empresa, e <strong>ganhe direitos trabalhistas que hoje não tem</strong>. Essa regra, segundo o relator, não seria aplicada no serviço público. E seria<strong> fiscalizada pela Justiça do Trabalho.</strong></p>

<blockquote>
<p>"Foi uma ideia que foi me trazida por alguns parlamentares e eu aperfeiçoei. Dentro das críticas que me foram feitas, dos debates que me foram feitos. Aí você pergunta, aperfeiçoou como? Colocando expressamente que tem que ser CLT, colocando expressamente que é a Justiça do Trabalho, excluindo o serviço público. Então, alguns mecanismos que eu estou colocando de proteção a algumas pessoas que não se submetem a esse regramento. Eu acho que gente está aperfeiçoando o texto. Eu acho que é uma tentativa bacana para  fugir da pejotização. Mas essa é uma opinião desse humilde deputado. Como eu disse, o meu teto chama-se Hugo Morta."</p>
</blockquote>

<p><strong>Um dos principais pontos de divergência no momento é a regra de transição</strong>. Tem emenda falando em<strong> dez anos</strong> de transição.  O relator está conversando para ver o que vai ter de prazo no texto. Se a jornada ilimitada para acima de R$ 16 mil ou o prazo de regra de transição estará claramente no relatório, <strong>vai depender das discussões até segunda-feira (25)</strong>.</p>

<p>O que vai estar mesmo no texto é a <strong>mudança na constituição para uma jornada de 40 horas semanais com cinco dias trabalhados e dois dias de folga sem redução de salário</strong>. O resto, segundo o relator, é periférico.</p>

<blockquote>
<p>"Eu só quero que vocês não transformem, e esse é o apelo que eu faço, o acessório em principal. Vocês estão focando na transição e estão esquecendo do direito. O direito que nós estamos dando a vocês é histórico. Vamos todo mundo dar mão nesse momento é o apelo que eu faço. Eu não estou aqui contra ninguém, eu não estou querendo favorecer ninguém." </p>
</blockquote>

<p> A Comissão Especial já está com reunião convocada para segunda-feira às 17h para apresentação do relatório. Está mantida, pelo menos por enquanto, a previsão de votação em plenário até a sexta-feira da semana que vem, dia 29. </p>
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<item>
<title>PF rejeita proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro</title>
<link>https://apareceu.com/pf-rejeita-proposta-de-delacao-premiada-de-daniel-vorcaro</link>
<guid>https://apareceu.com/pf-rejeita-proposta-de-delacao-premiada-de-daniel-vorcaro</guid>
<description><![CDATA[ A Polícia Federal decidiu rejeitar a proposta de acordo de delação premiada que vinha discutindo com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Os agentes federais responsáveis pelas tratativas julgaram inconsistentes as informações fornecidas por Vorcaro, confrontando-as com as provas e indícios reunidos desde 2024, quando teve início a apuração sobre a emissão de títulos de crédito financeiros sem a devida cobertura.

Segundo fontes da Polícia Federal ouvidas pela Agência Brasil, a decisão já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, relator do inquérito que apura as denúncias de fraudes bilionárias ao Sistema Financeiro Nacional.

Apesar de a PF não endossar a proposta de colaboração premiada, a decisão não inviabiliza negociações futuras, caso o banqueiro apresente informações relevantes.

Por outro lado, a Procuradoria-Geral da República segue avaliando a proposta apresentada por Daniel Vorcaro.

O Banco Central liquidou extrajudicialmente a instituição financeira comandada por Vorcaro em 18 de novembro do ano passado. No mesmo dia, o banqueiro foi preso preventivamente durante a primeira fase da Operação Compliance Zero.

Dez dias depois, Vorcaro foi posto em liberdade por força de uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

Ele voltou a ser detido em 4 de março deste ano, quando a PF deflagrou a terceira fase da operação. A partir de 19 de março, como parte da tentativa de fechamento de acordo de colaboração, que Vorcaro passou a ocupar sala especial da Superintendência da PF em Brasília.

Esta semana, como não houve evolução nas negociações, ele foi transferido para uma cela da superintendência. O banqueiro deve voltar para a Penitenciária Federal de Brasília, onde está sujeito a regras mais rígidas.

A palavra final sobre a validade da delação de Vorcaro será do ministro André Mendonça, a quem caberá homologar o eventual acordo de delação como banqueiro.

* Com informações da Agência Brasil
  2:12 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 02:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>rejeita, proposta, delação, premiada, Daniel, Vorcaro</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal<strong> decidiu rejeitar a proposta de acordo de delação premiada</strong> que vinha discutindo <strong>com o banqueiro Daniel Vorcaro, </strong>dono do Banco Master.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690353&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690353&o=rss"></p>

<p>Os agentes federais responsáveis pelas tratativas<strong> julgaram inconsistentes as informações fornecidas</strong> por Vorcaro, confrontando-as com as provas e indícios reunidos desde 2024, quando teve início a apuração sobre a emissão de títulos de crédito financeiros sem a devida cobertura.</p>

<p>Segundo fontes da Polícia Federal ouvidas pela Agência Brasil, a <strong>decisão já foi comunicada ao ministro André Mendonça</strong>, do Supremo Tribunal Federal<strong>,</strong> relator do inquérito que apura as denúncias de fraudes bilionárias ao Sistema Financeiro Nacional.</p>

<p>Apesar de a PF não endossar a proposta de colaboração premiada, a<strong> decisão não inviabiliza negociações futuras</strong>, caso o banqueiro apresente informações relevantes.</p>

<p>Por outro lado, <strong>a Procuradoria-Geral da República segue avaliando a proposta apresentada por Daniel Vorcaro</strong>.</p>

<p>O Banco Central liquidou extrajudicialmente a instituição financeira comandada por Vorcaro em 18 de novembro do ano passado. No mesmo dia, o banqueiro foi preso preventivamente durante a primeira fase da Operação Compliance Zero.</p>

<p>Dez dias depois, <strong>Vorcaro foi posto em liberdade por força de uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região</strong>.</p>

<p>Ele voltou a ser detido em 4 de março deste ano, quando a PF deflagrou a terceira fase da operação. A partir de 19 de março, como parte da tentativa de fechamento de acordo de colaboração, que Vorcaro <strong>passou a ocupar sala especial</strong> da Superintendência da PF em Brasília.</p>

<p>Esta semana,<strong> </strong>como não houve evolução nas negociações,<strong> ele foi transferido para uma cela da superintendência. </strong>O banqueiro <strong>deve voltar para a Penitenciária Federal de Brasília</strong>, onde está sujeito a regras mais rígidas.</p>

<p>A <strong>palavra final sobre a validade da delação de Vorcaro será do ministro André Mendonça</strong>, a quem caberá homologar o eventual acordo de delação como banqueiro.</p>

<h5>* Com informações da Agência Brasil</h5>
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<title>Lula diz ter pedido a Trump extradição do empresário Ricardo Magro</title>
<link>https://apareceu.com/lula-diz-ter-pedido-a-trump-extradicao-do-empresario-ricardo-magro</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-diz-ter-pedido-a-trump-extradicao-do-empresario-ricardo-magro</guid>
<description><![CDATA[ Em evento no Espírito Santo, o presidente Lula voltou a mencionar, nesta quinta-feira (21), o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a quem relatou ter pedido a extradição do empresário Ricardo Magro, dono da antiga Refinaria de Manguinhos, a Refit:


“Me entrega os brasileiros que estão roubando lá. Brasileiro que roubou aqui está morando em Miami. Inclusive aquele Ricardo Magro, aquele cara da Refit, que é um falsificador de combustível nesse país, o maior devedor do dinheiro público nesse país. Nós prendemos 250 milhões de litros de gasolina no navio dele, demos para a Petrobras. Ele está nos Estados Unidos morando. Eu entreguei para o Trump o endereço da casa e o nome dele. Quer combater o crime organizado, me entrega logo esse aí.”


Na semana passada, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou a prisão preventiva de Ricardo Magro, que mora em Miami, nos Estados Unidos.

Teia Nacional dos Pontos de Cultura

O presidente Lula fez a declaração na cidade de Aracruz, interior do Espírito Santo, durante a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura. O evento não ocorria há 12 anos e reuniu agentes e coletivos culturais, mestres da cultura popular, povos tradicionais e público em geral.

O Cineasta indígena Marcelo Guarani chamou a atenção para a participação dos povos no debate climático:


“Já que estamos falando sobre o clima, a justiça climática, é muito importante que o governo estadual, federal, nos coloque mesmo assim nessa participação dessas leis que são colocadas. E que também reconheça nossos direitos nessa questão da preservação da natureza, da preservação da língua, da preservação de todas as coisas que a gente tem trabalhado muito para preservar.”


Cultura brasileira

No encontro, o presidente Lula destacou a importância de valorizar e divulgar a cultura brasileira, sobretudo nos editais que financiam produções culturais:


“Cada centavo investido na cultura retorna em identidade, autoestima e memória. Retorna também em oportunidade de trabalho e geração de renda. O investimento em cultura movimenta uma indústria potente, estimula a economia, transforma vidas e cidades. Para existir em sua plenitude, todo país precisa de uma alma. A alma do povo brasileiro é a cultura.”


A programação da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, em Aracruz, vai até o próximo domingo, dia 24, e leva ao público “apresentações artísticas, debates, rodas de conversa, oficinas, vivências culturais, encontros setoriais, feira de economia solidária e o 5º Fórum Nacional dos Pontos de Cultura”.
  2:45 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 02:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, diz, ter, pedido, Trump, extradição, empresário, Ricardo, Magro</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em evento no Espírito Santo, o presidente Lula voltou a mencionar, nesta quinta-feira (21), o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a quem relatou ter pedido a extradição do empresário <strong>Ricardo Magro, dono da antiga Refinaria de Manguinhos, a Refit</strong>:<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690255&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690255&o=rss"></p>

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<p>“Me entrega os brasileiros que estão roubando lá. Brasileiro que roubou aqui está morando em Miami. Inclusive aquele Ricardo Magro, aquele cara da Refit, que é um falsificador de combustível nesse país, o maior devedor do dinheiro público nesse país. Nós prendemos 250 milhões de litros de gasolina no navio dele, demos para a Petrobras. Ele está nos Estados Unidos morando. Eu entreguei para o Trump o endereço da casa e o nome dele. Quer combater o crime organizado, me entrega logo esse aí.”</p>
</blockquote>

<p>Na semana passada, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), <strong>Alexandre de Moraes, autorizou a prisão preventiva de Ricardo Magro, que mora em Miami, nos Estados Unidos</strong>.</p>

<h3>Teia Nacional dos Pontos de Cultura</h3>

<p>O presidente Lula fez a declaração na cidade de Aracruz, interior do Espírito Santo, durante a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura. <strong>O evento não ocorria há 12 anos e reuniu agentes e coletivos culturais, mestres da cultura popular, povos tradicionais e público em geral.</strong></p>

<p>O Cineasta indígena <strong>Marcelo Guarani</strong> chamou a atenção para a participação dos povos no debate climático:</p>

<blockquote>
<p>“Já que estamos falando sobre o clima, a justiça climática, é muito importante que o governo estadual, federal, nos coloque mesmo assim nessa participação dessas leis que são colocadas. E que também reconheça nossos direitos nessa questão da preservação da natureza, da preservação da língua, da preservação de todas as coisas que a gente tem trabalhado muito para preservar.”</p>
</blockquote>

<h3>Cultura brasileira</h3>

<p>No encontro, o presidente L<strong>ula destacou a importância de valorizar e divulgar a cultura brasileira</strong>, sobretudo nos editais que financiam produções culturais:</p>

<blockquote>
<p>“Cada centavo investido na cultura retorna em identidade, autoestima e memória. Retorna também em oportunidade de trabalho e geração de renda. O investimento em cultura movimenta uma indústria potente, estimula a economia, transforma vidas e cidades. Para existir em sua plenitude, todo país precisa de uma alma. A alma do povo brasileiro é a cultura.”</p>
</blockquote>

<p>A programação da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, em Aracruz, vai até o próximo domingo, dia 24, e leva ao público “apresentações artísticas, debates, rodas de conversa, oficinas, vivências culturais, encontros setoriais, feira de economia solidária e o 5º Fórum Nacional dos Pontos de Cultura”.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:45</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lula se reunirá com Hugo Motta para discutir PEC da Escala 6x1</title>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula se reunirá, na próxima segunda-feira (25), com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala de trabalho 6x1. O encontro acontecerá às vésperas da votação da PEC pelo plenário da Casa, e o governo defende que não haja uma regra de transição da jornada atual, de 44 horas semanais, para 40, como declarou o presidente Lula, nesta sexta-feira (22), em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil:


&quot;Nós defendemos que a redução seja de uma vez. De 44 para 40 e fim de papo, sem reduzir salário. Obviamente que nós não temos força para aprovar tudo o que a gente quer. Nós não temos força. Então, tem que negociar. Só para você saber, eu, segunda-feira, tenho uma reunião com o presidente da Câmara, com o Ministro do Trabalho, pra gente discutir como é que a gente pode... Não dá para aceitar ficar quatro anos para fazer meia hora por ano, uma hora por ano. Ou seja, aí é brincar de fazer redução.&quot;


Integrantes da comissão especial que analisa o fim da escala de trabalho 6x1 na Câmara dos Deputados garantiram que o projeto deverá ser votado até quinta-feira, dia 27.

Segurança

No tema da segurança, o presidente Lula disse, durante a entrevista, que o programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado no início do mês pelo governo federal, prevê a transformação de presídios estaduais em unidades de segurança máxima, para isolar lideranças de facções criminosas:


&quot;Agora, nós vamos transformar 138 presídios, onde estão praticamente quase que 80% do chamado crime organizado, das facções, nós vamos fazer 138 presídios de segurança máxima. Vamos financiar com os governadores tudo o que for necessário para que a gente proíba, porque a cadeia, em vez de ser uma punição, é um escritório para eles fomentarem o crime no Brasil e no mundo.&quot;


Lula voltou a afirmar que a expectativa do Planalto é criar o Ministério da Segurança Pública assim que o Senado Federal aprovar a PEC da Segurança Pública, já aprovada pelo plenário da Câmara.

Combustíveis

Também foi destaque o tema da alta nos preços dos combustíveis, reflexo da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que provocou o fechamento do estreito de Ormuz, por onde passam 20% de todo o petróleo do mundo.

Lula fez críticas à venda da BR Distribuidora, ao trabalho das agências reguladoras e afirmou que o governo tem adotado medidas para verificar o aumento abusivo dos preços dos combustíveis:


&quot;Mas eles privatizaram a BR. Esse foi o desserviço que eles fizeram ao Brasil, dizendo que ia melhorar. O que é que melhorou a privatização da BR? Nada. Ou seja, o governo não tem controle hoje, aí você fica dependendo da agência. E a agência ainda tem gente com mandato do tempo do Bolsonaro. A agência, que era uma coisa reguladora, deixou de ser reguladora e ficou quase que representante de empresários. Então, veja, nós estamos preocupados. Posso te garantir, toda semana eu faço uma reunião. Nós não temos por que aumentar o preço. O que nós temos é que colocar a Polícia Federal, a Agência Nacional de Petróleo, na rua para fiscalizar.&quot;


Segundo pesquisa da ANP divulgada nesta sexta-feira, o preço médio da gasolina comum caiu 0,6% na semana de 17 a 23 de maio, na comparação com a semana anterior. O litro é vendido, em média, a R$ 6,62 ante R$ 6,66 do último período.

Bets

Lula comentou ainda que é a favor da restrição à publicidade das bets e disse que trabalha para o fim da ilegalidade no setor:


&quot;Se depender da vontade do presidente da República, eu sou favorável a acabar com todas aquelas bets que não estão prestando nenhum serviço de utilidade a esse país. Eles gastam muito dinheiro com publicidade na televisão. É sabido a quantidade de influência que eles têm no Congresso Nacional; é sabido a quantidade de dinheiro que eles fazem o povo gastar jogando sem nenhuma orientação. Porque jogar é uma doença, é um vício, gente, você não tem noção do vício.&quot;


Em maio do ano passado, o Senado Federal aprovou restrições à publicidade de bets, com medidas que vão da proibição de propaganda durante a transmissão ao vivo de eventos esportivos ao envio de notificações sem o consentimento prévio do destinatário.
  4:45 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 02:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula se reunirá, na próxima segunda-feira (25), com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala de trabalho 6x1. O encontro acontecerá às vésperas da votação da PEC pelo plenário da Casa, e o <strong>governo defende que não haja uma regra de transição da jornada atual, de 44 horas semanais, para 40, como declarou o presidente Lula</strong>, nesta sexta-feira (22), em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil:<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690553&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690553&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Nós defendemos que a redução seja de uma vez. De 44 para 40 e fim de papo, sem reduzir salário. Obviamente que nós não temos força para aprovar tudo o que a gente quer. Nós não temos força. Então, tem que negociar. Só para você saber, eu, segunda-feira, tenho uma reunião com o presidente da Câmara, com o Ministro do Trabalho, pra gente discutir como é que a gente pode... Não dá para aceitar ficar quatro anos para fazer meia hora por ano, uma hora por ano. Ou seja, aí é brincar de fazer redução."</p>
</blockquote>

<p><strong>Integrantes da comissão especial que analisa o fim da escala de trabalho 6x1 na Câmara dos Deputados garantiram que o projeto deverá ser votado até quinta-feira, dia 27.</strong></p>

<h3>Segurança</h3>

<p>No tema da segurança, o presidente <strong>Lula disse, durante a entrevista, que o programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado no início do mês pelo governo federal, prevê a transformação de presídios estaduais em unidades de segurança máxima</strong>, para isolar lideranças de facções criminosas:</p>

<blockquote>
<p>"Agora, nós vamos transformar 138 presídios, onde estão praticamente quase que 80% do chamado crime organizado, das facções, nós vamos fazer 138 presídios de segurança máxima. Vamos financiar com os governadores tudo o que for necessário para que a gente proíba, porque a cadeia, em vez de ser uma punição, é um escritório para eles fomentarem o crime no Brasil e no mundo."</p>
</blockquote>

<p>Lula voltou a afirmar que a expectativa do Planalto é criar o Ministério da Segurança Pública assim que o Senado Federal aprovar a PEC da Segurança Pública, já aprovada pelo plenário da Câmara.</p>

<h3>Combustíveis</h3>

<p>Também foi destaque o tema da alta nos preços dos combustíveis, reflexo da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que provocou o fechamento do estreito de Ormuz, por onde passam 20% de todo o petróleo do mundo.</p>

<p><strong>Lula fez críticas à venda da BR Distribuidora, ao trabalho das agências reguladoras e afirmou que o governo tem adotado medidas para verificar o aumento abusivo dos preços dos combustíveis:</strong></p>

<blockquote>
<p>"Mas eles privatizaram a BR. Esse foi o desserviço que eles fizeram ao Brasil, dizendo que ia melhorar. O que é que melhorou a privatização da BR? Nada. Ou seja, o governo não tem controle hoje, aí você fica dependendo da agência. E a agência ainda tem gente com mandato do tempo do Bolsonaro. A agência, que era uma coisa reguladora, deixou de ser reguladora e ficou quase que representante de empresários. Então, veja, nós estamos preocupados. Posso te garantir, toda semana eu faço uma reunião. Nós não temos por que aumentar o preço. O que nós temos é que colocar a Polícia Federal, a Agência Nacional de Petróleo, na rua para fiscalizar."</p>
</blockquote>

<p>Segundo pesquisa da ANP divulgada nesta sexta-feira, o <strong>preço médio da gasolina comum caiu 0,6% na semana de 17 a 23 de maio</strong>, na comparação com a semana anterior. O litro é vendido, em média, a R$ 6,62 ante R$ 6,66 do último período.</p>

<h3>Bets</h3>

<p>Lula comentou ainda que é a favor da restrição à publicidade das bets e disse que trabalha para o fim da ilegalidade no setor:</p>

<blockquote>
<p>"Se depender da vontade do presidente da República, eu sou favorável a acabar com todas aquelas bets que não estão prestando nenhum serviço de utilidade a esse país. Eles gastam muito dinheiro com publicidade na televisão. É sabido a quantidade de influência que eles têm no Congresso Nacional; é sabido a quantidade de dinheiro que eles fazem o povo gastar jogando sem nenhuma orientação. Porque jogar é uma doença, é um vício, gente, você não tem noção do vício."</p>
</blockquote>

<p><strong>Em maio do ano passado, o Senado Federal aprovou restrições à publicidade de bets</strong>, com medidas que vão da proibição de propaganda durante a transmissão ao vivo de eventos esportivos ao envio de notificações sem o consentimento prévio do destinatário.</p>
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<title>Congresso derruba quatro vetos da Presidência da República à LDO 2026</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-derruba-quatro-vetos-da-presidencia-da-republica-a-ldo-2026</link>
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<description><![CDATA[ O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (21), quatro vetos da Presidência da República à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. Com a decisão, o parlamento autoriza o repasse de recursos federais para convênios com estados e municípios com até 65 mil habitantes que estejam inadimplentes. O governo federal afirma que a Lei de Responsabilidade Fiscal impede repasses nessas condições.

O presidente do Congresso, o senador Davi Alcolumbre, ressaltou a importância da votação desse veto, para permitir que maioria dos munícipios recebam recursos federais:


“Nós temos hoje no Brasil mais de 5.034 municípios que estão aguardando esta sessão. Dos 5.034 municípios brasileiros, ou seja, 92% dos municípios de todas as regiões do Brasil estão impedidos. E, se nós não deliberarmos esse assunto o mais rápido possível, nós vamos, infelizmente, continuar a transferir para esses municípios esta responsabilidade de obras inacabadas sem o recurso na conta do convênio.”


Além disso, será permitido uso de recursos federais para custear estradas e hidrovias estaduais e municipais. Segundo o governo federal, a legislação não permitia que o orçamento custeasse despesas dos estados e municípios.

Os deputados e senadores também permitiram que a administração pública realize doação de bens, valores ou benefícios em período eleitoral, o que o Executivo afirma ser inconstitucional.

Para o deputado Chico Alencar, do PSOL, a derrubada do veto do presidente Lula permite que se possa usar essas doações como compra de voto:


“Na verdade, você poder doar em período eleitoral bens, uma série de equipamentos utilitários, benesses para a população, significa descumprir a lei eleitoral, que tem essa vedação muito sadia, que a compra de votos no Brasil é uma constante. Dinheirama aí nas malas, nos quartos, nos carros rola solta até hoje, 2026.”


A Presidência da República vetou 44 trechos da LDO de 2026, mas, na sessão desta quinta, o Congresso derrubou apenas quatro pontos.

CPMI do Banco Master

Durante a sessão conjunta, diversos parlamentares cobraram o senador Davi Alcolumbre para que lesse os requerimentos de abertura de comissões parlamentares mistas de inquérito para investigar o escândalo do Banco Master. Alcolumbre negou os pedidos, afirmando que a leitura dos requerimentos é um ato exclusivo da Presidência do Congresso e que a votação de vetos era prioritária:


“As matérias do expediente serão objeto da leitura a juízo do presidente. Além disso, o inciso I do parágrafo único do artigo 214 do mesmo regimento do Senado dispõe que requerimentos de leituras de matérias devem ser objeto de despacho da presidência. Portanto, o momento da leitura é um ato discricionário da presidência da mesa do Congresso Nacional.”


Deputados e senadores da situação e da oposição alegam ter o número regimental de assinaturas para abertura de duas CPMIs do Master, o que corresponde a 171 deputados e 27 senadores. Um dos pedidos foi protocolado pelo deputado Carlos Jordy, do PL, e outro pelas deputadas Fernanda Melchiona, do PSOL, e Heloísa Helena, da Rede Sustentabilidade.
  3:49 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 02:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (21), quatro vetos da Presidência da República à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. <strong>Com a decisão, o parlamento autoriza o repasse de recursos federais para convênios com estados e municípios com até 65 mil habitantes que estejam inadimplentes. O governo federal afirma que a Lei de Responsabilidade Fiscal impede repasses nessas condições.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690354&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690354&o=rss"></p>

<p>O <strong>presidente do Congresso, o senador Davi Alcolumbre</strong>, ressaltou a importância da votação desse veto, para permitir que maioria dos munícipios recebam recursos federais:</p>

<blockquote>
<p>“Nós temos hoje no Brasil mais de 5.034 municípios que estão aguardando esta sessão. Dos 5.034 municípios brasileiros, ou seja, 92% dos municípios de todas as regiões do Brasil estão impedidos. E, se nós não deliberarmos esse assunto o mais rápido possível, nós vamos, infelizmente, continuar a transferir para esses municípios esta responsabilidade de obras inacabadas sem o recurso na conta do convênio.”</p>
</blockquote>

<p>Além disso, <strong>será permitido uso de recursos federais para custear estradas e hidrovias estaduais e municipais</strong>. Segundo o governo federal, a legislação não permitia que o orçamento custeasse despesas dos estados e municípios.</p>

<p>Os <strong>deputados e senadores também permitiram que a administração pública realize doação de bens, valores ou benefícios em período eleitoral</strong>, o que o Executivo afirma ser inconstitucional.</p>

<p>Para o <strong>deputado Chico Alencar</strong>, do PSOL, a derrubada do veto do presidente Lula permite que se possa usar essas doações como compra de voto:</p>

<blockquote>
<p>“Na verdade, você poder doar em período eleitoral bens, uma série de equipamentos utilitários, benesses para a população, significa descumprir a lei eleitoral, que tem essa vedação muito sadia, que a compra de votos no Brasil é uma constante. Dinheirama aí nas malas, nos quartos, nos carros rola solta até hoje, 2026.”</p>
</blockquote>

<p><strong>A Presidência da República vetou 44 trechos da LDO de 2026, mas, na sessão desta quinta, o Congresso derrubou apenas quatro pontos.</strong></p>

<h3>CPMI do Banco Master</h3>

<p>Durante a sessão conjunta, diversos parlamentares cobraram o senador Davi Alcolumbre para que lesse os requerimentos de abertura de comissões parlamentares mistas de inquérito para investigar o escândalo do Banco Master. Alcolumbre negou os pedidos, afirmando que a leitura dos requerimentos é um ato exclusivo da Presidência do Congresso e que a votação de vetos era prioritária:</p>

<blockquote>
<p>“As matérias do expediente serão objeto da leitura a juízo do presidente. Além disso, o inciso I do parágrafo único do artigo 214 do mesmo regimento do Senado dispõe que requerimentos de leituras de matérias devem ser objeto de despacho da presidência. Portanto, o momento da leitura é um ato discricionário da presidência da mesa do Congresso Nacional.”</p>
</blockquote>

<p>Deputados e senadores da situação e da oposição alegam ter o número regimental de assinaturas para abertura de duas CPMIs do Master, o que corresponde a 171 deputados e 27 senadores. Um dos pedidos foi protocolado pelo deputado Carlos Jordy, do PL, e outro pelas deputadas Fernanda Melchiona, do PSOL, e Heloísa Helena, da Rede Sustentabilidade.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:49</span>]]> </content:encoded>
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<title>PEC da escala 6x1: audiência e parecer do relator marcam a semana</title>
<link>https://apareceu.com/pec-da-escala-6x1-audiencia-e-parecer-do-relator-marcam-a-semana</link>
<guid>https://apareceu.com/pec-da-escala-6x1-audiencia-e-parecer-do-relator-marcam-a-semana</guid>
<description><![CDATA[ Semana decisiva para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da escala de trabalho 6x1. O relator, deputado Leo Prates (Republicanos - BA), deve apresentar o relatório na quarta-feira (20).

O combinado na Câmara é que o relatório seja votado na comissão especial na semana que vem, dia 26; no dia seguinte, vai para votação em plenário.

O prazo para apresentação de emendas acabou na última sexta-feira. As duas apresentadas tratam do mesmo assunto, regra de transição, e são dos deputados do PP Sérgio Turra e Tião Medeiros.

Essas emendas querem uma regra de transição de dez anos. Justamente o que o governo e as categorias de trabalhadores já disseram que não topam.

▶️ Acompanhe a cobertura da Radioagência Nacional sobre a escala 6x1

O presidente da comissão especial, deputado Alencar Santana (PT-SP), quer que essa transição seja a mais rápida possível. O relator, Leo Prates, tem dito que é preciso encontrar um meio termo.

Esse assunto deverá ser discutido ainda nesta segunda-feira (18) com o presidente da Câmara, Hugo Motta.

E nesta terça-feira tem audiência pública. O assunto vai ser discutido com as representações sindicais, como CUT, Central Sindical, UGT e outras.
  1:35 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>PEC, escala, 6x1:, audiência, parecer, relator, marcam, semana</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Semana decisiva para a <strong>Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da escala de trabalho 6x1</strong>. O relator, deputado Leo Prates (Republicanos - BA), deve <strong>apresentar o relatório na quarta-feira (20)</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689724&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689724&o=rss"></p>

<p>O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-05/governo-e-camara-definem-calendario-para-votar-fim-da-escala-6x1" target="_blank">combinado na Câmara</a> é que o relatório seja votado na comissão especial na semana que vem, dia 26; no dia seguinte, vai para votação em plenário.</p>

<p><strong>O prazo para apresentação de emendas acabou na última sexta-feira. </strong>As duas apresentadas tratam do mesmo assunto, <strong>regra de transição</strong>, e são dos deputados do PP Sérgio Turra e Tião Medeiros.</p>

<p>Essas emendas querem uma regra de transição de dez anos. Justamente o que o governo e as categorias de trabalhadores já disseram que não topam.</p>

<h3>▶️ <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/tags/escala-6x1" target="_blank"><strong>Acompanhe a cobertura da Radioagência Nacional sobre a escala 6x1</strong></a></h3>

<p>O presidente da comissão especial, deputado Alencar Santana (PT-SP), quer que essa transição seja a mais rápida possível. O relator, Leo Prates, tem dito que é preciso encontrar um meio termo.</p>

<p>Esse assunto deverá ser discutido ainda nesta segunda-feira (18) com o presidente da Câmara, Hugo Motta.</p>

<p>E <strong>nesta terça-feira tem audiência pública</strong>. O assunto vai ser discutido com as representações sindicais, como CUT, Central Sindical, UGT e outras.</p>
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<title>CNM critica projetos de lei que aumentam pisos salariais de servidores</title>
<link>https://apareceu.com/cnm-critica-projetos-de-lei-que-aumentam-pisos-salariais-de-servidores</link>
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<description><![CDATA[ Projetos de lei que criam pisos salariais no serviço público são alvos dos prefeitos, que se reúnem em Brasília durante esta semana.

A Marcha dos Prefeitos deste ano tem como pauta principal o financiamento dos serviços públicos. Pra ser mais exato, a falta de recursos.

De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), existem 16 projetos no Congresso Nacional que podem ter impacto de cerca de R$ 295 bilhões. Entre eles, os pisos para médicos e cirurgiões dentistas, educação básica e assistência social.

Na abertura do evento, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, reclamou de projetos e programas criados sem fonte de recursos. E pediu que os presidentes da Câmara e do Senado segurem propostas sobre pisos salariais.


&quot;Nós temos que olhar melhor o impacto de cada um. E está lá o artigo da Constituição que diz que não pode criar despesa sem o dinheiro. E votam sabendo que é ilegal, que é inconstitucional?&quot;.


Para resolver a falta de dinheiro, o presidente da CNM defendeu que os royalties do petróleo sejam melhor distribuídos entre os entes federativos. Outro ponto é o adicional de 1,5% do Fundo de Participação dos Municípios.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, apontou a necessidade de garantir que novas atribuições tenham indicação da fonte do dinheiro.


&quot;Quando a gente delega alguma atribuição, a gente precisa saber se a gente está entregando, também, a fonte de arrecadação para esse município conseguir manter aquela nova atribuição&quot;.


Alcolumbre ainda anunciou uma sessão para analisar os vetos da Lei de Diretrizes Orçamentárias para liberar o acesso de mais de 3 mil municípios inadimplentes aos recursos da União.
  1:48 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>CNM, critica, projetos, lei, que, aumentam, pisos, salariais, servidores</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Projetos de lei que criam pisos salariais no serviço público são alvos dos prefeitos</strong>, que se reúnem em Brasília durante esta semana.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689931&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689931&o=rss"></p>

<p>A <strong>Marcha dos Prefeitos</strong> deste ano tem como pauta principal o financiamento dos serviços públicos. Pra ser mais exato, a falta de recursos.</p>

<p>De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), existem <strong>16 projetos no Congresso Nacional que podem ter impacto de cerca de R$ 295 bilhões</strong>. Entre eles, os pisos para médicos e cirurgiões dentistas, educação básica e assistência social.</p>

<p>Na abertura do evento, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, reclamou de projetos e programas criados sem fonte de recursos. E pediu que os presidentes da Câmara e do Senado segurem propostas sobre pisos salariais.</p>

<blockquote>
<p>"Nós temos que olhar melhor o impacto de cada um. E está lá o artigo da Constituição que diz que não pode criar despesa sem o dinheiro. E votam sabendo que é ilegal, que é inconstitucional?".</p>
</blockquote>

<p>Para resolver a falta de dinheiro, o presidente da CNM defendeu que os <strong>royalties do petróleo sejam melhor distribuídos</strong> entre os entes federativos. Outro ponto é o <strong>adicional de 1,5% do Fundo de Participação dos Municípios</strong>.</p>

<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, apontou a necessidade de garantir que novas atribuições tenham indicação da fonte do dinheiro.</p>

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<p>"Quando a gente delega alguma atribuição, a gente precisa saber se a gente está entregando, também, a fonte de arrecadação para esse município conseguir manter aquela nova atribuição".</p>
</blockquote>

<p>Alcolumbre ainda anunciou uma sessão para analisar os vetos da Lei de Diretrizes Orçamentárias para liberar o acesso de mais de 3 mil municípios inadimplentes aos recursos da União.</p>
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</item>

<item>
<title>CCJ volta a discutir redução da maioridade penal nesta terça&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/ccj-volta-a-discutir-reducao-da-maioridade-penal-nesta-terca-feira</link>
<guid>https://apareceu.com/ccj-volta-a-discutir-reducao-da-maioridade-penal-nesta-terca-feira</guid>
<description><![CDATA[ A redução da maioridade penal está em discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara nesta terça-feira (19). E com possibilidade de votação do parecer do deputado Coronel Assis (PL-MT), favorável à redução de 18 para 16 anos.

Por enquanto, o que se discute são os aspectos constitucionais, ou seja, se cabe na Constituição Federal tratar desse assunto ou não.

As organizações, entidades, e o próprio Ministério dos Direitos Humanos são contra a redução. Dizem que é uma cláusula pétrea, ou seja, é um direito fundamental que não pode ser reduzido. Também argumentam que essa não é a melhor forma de enfrentar a violência, que essa é uma discussão mais abrangente que envolve diversos fatores, como políticas públicas.

▶️ Ouça mais: Ministra defende aplicação do ECA em vez de reduzir maioridade penal

A Câmara já tinha aprovado uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) semelhante e que foi engavetada pelo Senado. E é o texto dessa PEC que o relator retomou, reduzindo a maioridade para crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte.

A matéria diz ainda que a pena dos jovens de 16 e 17 anos condenados seja cumprida em estabelecimento separado dos menores e dos maiores de 18.

PEC 6x1

Enquanto a CCJ analisa essa proposta, na Comissão Especial da PEC 6x1, estará em debate os últimos ajustes ao relatório da proposta que acaba com essa escala de seis dias trabalhados para um de folga, sem redução de salário.

O relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) deverá ser apresentado nesta quarta-feira. Na tarde desta terça, o assunto vai ser discutido com centrais sindicais. No fim do dia, o relator e o presidente da comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), se reúnem com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para afinar os detalhes.

A previsão de votação na Comissão continua mantida para a próxima terça-feira, dia 26.
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<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>CCJ, volta, discutir, redução, maioridade, penal, nesta, terça-feira</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>redução da maioridade penal está em discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) </strong>da Câmara nesta terça-feira (19). E com possibilidade de votação do parecer do deputado Coronel Assis (PL-MT), favorável à <strong>redução de 18 para 16 anos</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689909&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689909&o=rss"></p>

<p>Por enquanto, o que se discute são os aspectos constitucionais, ou seja, se cabe na Constituição Federal tratar desse assunto ou não.</p>

<p>As organizações, entidades, e o próprio Ministério dos Direitos Humanos são contra a redução. Dizem que é uma cláusula pétrea, ou seja, é um direito fundamental que não pode ser reduzido. Também argumentam que essa não é a melhor forma de enfrentar a violência, que essa é uma discussão mais abrangente que envolve diversos fatores, como políticas públicas.</p>

<h3><strong>▶️ Ouça mais: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/direitos-humanos/audio/2026-05/ministra-defende-aplicacao-do-eca-em-vez-de-reduzir-maioridade-penal" target="_blank">Ministra defende aplicação do ECA em vez de reduzir maioridade penal</a></strong></h3>

<p>A Câmara já tinha aprovado uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) semelhante e que foi engavetada pelo Senado. E é o texto dessa PEC que o relator retomou, reduzindo a maioridade para <strong>crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte</strong>.</p>

<p>A matéria diz ainda que a pena dos jovens de 16 e 17 anos condenados seja cumprida em estabelecimento separado dos menores e dos maiores de 18.</p>

<h2>PEC 6x1</h2>

<p>Enquanto a CCJ analisa essa proposta, na <strong>Comissão Especial da PEC 6x1</strong>, estará em debate os <strong>últimos ajustes ao relatório da proposta</strong> que acaba com essa escala de seis dias trabalhados para um de folga, sem redução de salário.</p>

<p>O relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) deverá ser apresentado nesta quarta-feira. Na tarde desta terça, o assunto vai ser discutido com centrais sindicais. No fim do dia, o relator e o presidente da comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), se reúnem com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para afinar os detalhes.</p>

<p>A previsão de votação na Comissão continua mantida para a próxima terça-feira, dia 26.</p>
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<title>Lula: “terras raras são nossas, e a gente quer explorar aqui dentro&amp;quot;</title>
<link>https://apareceu.com/lula-terras-raras-sao-nossas-e-a-gente-quer-explorar-aqui-dentro</link>
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<description><![CDATA[ O Brasil quer fazer parceria com qualquer país que queira explorar as terras raras nacionais, desde que dentro do nosso território. É o que voltou a dizer nesta segunda-feira (18) o presidente Lula.


&quot;A gente vai ter que contar com a inteligência e a ciência para a gente dar um salto de qualidade, e ver se, num curto espaço de tempo, a gente faz com que o Trump deixe de brigar com o Xi Jinping e venha se associar a nós para que a gente possa explorar aqui. Nós não temos veto a ninguém. Aqui pode vir chinês, alemão, francês, pode vir quem quiser, desde que tenham a consciência de que o Brasil não abre mão da sua soberania. Os minerais críticos são nossos, as terras raras são nossas, e a gente quer explorar aqui dentro.&quot;


Lula citou os minerais críticos e as terras raras durante a cerimônia de inauguração de quatro novas linhas de luz síncroton, do acelerador de partículas Sirius, que fica no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, em Campinas, interior de São Paulo.

Apesar do nome complexo, essas linhas de luz são um tipo de radiação eletromagnética em raio X muito potente, capazes de “revelar características da estrutura molecular e atômica de uma matéria”. Com isso, o Brasil amplia a capacidade de pesquisa em &quot;áreas estratégicas como saúde, energia, agricultura, clima, nanotecnologia e novos materiais”.

Ciência brasileira

Na ocasião, o presidente Lula afirmou que o Brasil só tem 30% de conhecimento do que possui no território. Segundo ele, vale investigar de que forma o Sírius pode contribuir para mapear melhor os minerais críticos no Brasil.


            
        
    
18.05.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita às quatro novas linhas de luz do CNPEM. Foto: Ricardo Stuckert / PR - Ricardo Stuckert / PR


A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovações, Luciana Santos, também participou do evento e destacou a importância do Centro de Pesquisa para a soberania da ciência brasileira.


&quot;Antes do Sirius, pesquisadores, pesquisadoras brasileiras dependiam de laboratórios estrangeiros para realizar estudos avançados em materiais, proteínas, vírus e tecnologias estratégicas, o que atrasava pesquisas e limitava profundamente a capacidade do Brasil de produzir conhecimento em áreas fundamentais. O Brasil passou a integrar um grupo extremamente restrito e seleto de países que dominam a tecnologia de fontes de luz síncrotron de quarta geração.&quot;


O acelerador de partículas Sirius tem 68 mil metros quadrados e atua como um “supermicroscópio”. Essa máquina, segundo a ministra, é a maior e mais complexa “infraestrutura científica já construída no Brasil e uma das mais avançadas fontes de luz síncrotron do mundo”.
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<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula:, “terras, raras, são, nossas, gente, quer, explorar, aqui, dentro</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Brasil quer fazer parceria com qualquer país que queira explorar as terras raras nacionais, desde que dentro do nosso território</strong>. É o que voltou a dizer nesta segunda-feira (18) o presidente Lula.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689760&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689760&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"A gente vai ter que contar com a inteligência e a ciência para a gente dar um salto de qualidade, e ver se, num curto espaço de tempo, a gente faz com que o Trump deixe de brigar com o Xi Jinping e venha se associar a nós para que a gente possa explorar aqui. Nós não temos veto a ninguém. <strong>Aqui pode vir chinês, alemão, francês, pode vir quem quiser, desde que tenham a consciência de que o Brasil não abre mão da sua soberania. Os minerais críticos são nossos, as terras raras são nossas, e a gente quer explorar aqui dentro.</strong>"</p>
</blockquote>

<p>Lula citou os minerais críticos e as terras raras durante a cerimônia de inauguração de quatro novas linhas de luz síncroton, do acelerador de partículas Sirius, que fica no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, em Campinas, interior de São Paulo.</p>

<p>Apesar do nome complexo, essas linhas de luz são um tipo de radiação eletromagnética em raio X muito potente, capazes de “revelar características da estrutura molecular e atômica de uma matéria”. Com isso, o Brasil amplia a capacidade de pesquisa em "áreas estratégicas como saúde, energia, agricultura, clima, nanotecnologia e novos materiais”.</p>

<h2>Ciência brasileira</h2>

<p>Na ocasião, <strong>o presidente Lula afirmou que o Brasil só tem 30% de conhecimento do que possui no território</strong>. Segundo ele, vale investigar de que forma o Sírius pode contribuir para mapear melhor os minerais críticos no Brasil.</p>

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Foto: Ricardo Stuckert / PR" title="Ricardo Stuckert / PR">
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<div class="meta rtecenter"><!--copyright=462803-->18.05.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita às quatro novas linhas de luz do CNPEM. Foto: Ricardo Stuckert / PR - <strong>Ricardo Stuckert / PR</strong><!--END copyright=462803--></div>
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<p>A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovações, Luciana Santos, também participou do evento e destacou a importância do Centro de Pesquisa para a soberania da ciência brasileira.</p>

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<p>"Antes do Sirius, pesquisadores, pesquisadoras brasileiras dependiam de laboratórios estrangeiros para realizar estudos avançados em materiais, proteínas, vírus e tecnologias estratégicas, o que atrasava pesquisas e limitava profundamente a capacidade do Brasil de produzir conhecimento em áreas fundamentais. <strong>O Brasil passou a integrar um grupo extremamente restrito e seleto de países que dominam a tecnologia de fontes de luz síncrotron de quarta geração.</strong>"</p>
</blockquote>

<p>O acelerador de partículas Sirius tem 68 mil metros quadrados e atua como um “supermicroscópio”. Essa máquina, segundo a ministra, é a maior e mais complexa “infraestrutura científica já construída no Brasil e uma das mais avançadas fontes de luz síncrotron do mundo”.</p>
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<title>Escala 6x1: relatório deve ser apresentado na próxima segunda&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/escala-6x1-relatorio-deve-ser-apresentado-na-proxima-segunda-feira</link>
<guid>https://apareceu.com/escala-6x1-relatorio-deve-ser-apresentado-na-proxima-segunda-feira</guid>
<description><![CDATA[ A apresentação do relatório da PEC 6x1 foi adiada. Inicialmente marcada para esta quarta-feira (20), a apresentação agora só vai ocorrer na segunda-feira que vem, dia 25. O motivo: falta de acordo em alguns detalhes, especialmente na regra de transição. O presidente e o relator da comissão especial, os deputados Alencar Santana, do PT, e Léo Prates, do Republicanos, se reuniram nessa terça-feira à noite com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e com o líder do governo na casa, Paulo Pimenta. O principal do projeto já está pacificado: redução de jornada, passando para 5 dias de trabalho e 2 dias de folga, sem redução de salário. Sobre a transição é que se busca um consenso. O governo quer um prazo o mais rápido possível, mais a oposição fala em até 10 anos, tanto é que apresentou emendas nesse sentido. Ao falar sobre o adiamento do relatório, o deputado Alencar Santana resumiu:


&quot;Se tivesse a definição, o relatório seria apresentado amanhã. Mas ainda não há. Há diálogos sobre, sem dúvida alguma. São pontos a ser esclarecidos, são pontos a ser acordados, mais o sentimento, sem dúvida alguma, em especial digo ao trabalhador, é que é pensando em você, justamente por isso que esse diálogo continua para que a gente possa chegar a um bom termo ouvindo todo mundo. Os setores empresariais foram ouvidos, os trabalhadores foram ouvidos, especialistas e órgãos foram ouvidos, assim como a Câmara&quot;.


Mesmo assim, o cronograma está mantido. Apresentação do relatório na segunda-feira, votação na comissão na sequência e, depois, o texto já vai direto para o plenário. Esse foi o compromisso firmado por Hugo Motta e garantido pelo relator:


&quot;Nós aprovaremos na comissão especial, se houver pedido de vista. Nós teremos uma sessão na quinta-feira, o presidente Alencar tá convocando, e o presidente Hugo disse que assim que a gente termina a votação na comissão especial, ele na sequência começa no plenário. Nós terminaremos essa votação ainda na semana que vem, em homenagem aos trabalhadores.&quot;


Depois de votado na Câmara, a PEC vai para o Senado, e aí as discussões e negociações vão recomeçar. Não há garantia de votação antes das eleições de outubro. Quando perguntado, o líder do governo, deputado Paulo Pimenta, resumiu: &quot;Uma coisa de cada vez&quot;.
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<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A apresentação do relatório da PEC 6x1 foi adiada. Inicialmente marcada para esta quarta-feira (20), a apresentação agora só vai ocorrer na segunda-feira que vem, dia 25. O motivo: falta de acordo em alguns detalhes, especialmente na regra de transição. O presidente e o relator da comissão especial, os deputados Alencar Santana, do PT, e Léo Prates, do Republicanos, se reuniram nessa terça-feira à noite com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e com o líder do governo na casa, Paulo Pimenta. O principal do projeto já está pacificado: redução de jornada, passando para 5 dias de trabalho e 2 dias de folga, sem redução de salário. Sobre a transição é que se busca um consenso. O governo quer um prazo o mais rápido possível, mais a oposição fala em até 10 anos, tanto é que apresentou emendas nesse sentido. Ao falar sobre o adiamento do relatório, o deputado Alencar Santana resumiu:<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690032&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690032&o=rss"></p>

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<p>"Se tivesse a definição, o relatório seria apresentado amanhã. Mas ainda não há. Há diálogos sobre, sem dúvida alguma. São pontos a ser esclarecidos, são pontos a ser acordados, mais o sentimento, sem dúvida alguma, em especial digo ao trabalhador, é que é pensando em você, justamente por isso que esse diálogo continua para que a gente possa chegar a um bom termo ouvindo todo mundo. Os setores empresariais foram ouvidos, os trabalhadores foram ouvidos, especialistas e órgãos foram ouvidos, assim como a Câmara".</p>
</blockquote>

<p>Mesmo assim, o cronograma está mantido. Apresentação do relatório na segunda-feira, votação na comissão na sequência e, depois, o texto já vai direto para o plenário. Esse foi o compromisso firmado por Hugo Motta e garantido pelo relator:</p>

<blockquote>
<p>"Nós aprovaremos na comissão especial, se houver pedido de vista. Nós teremos uma sessão na quinta-feira, o presidente Alencar tá convocando, e o presidente Hugo disse que assim que a gente termina a votação na comissão especial, ele na sequência começa no plenário. Nós terminaremos essa votação ainda na semana que vem, em homenagem aos trabalhadores."</p>
</blockquote>

<p>Depois de votado na Câmara, a PEC vai para o Senado, e aí as discussões e negociações vão recomeçar. Não há garantia de votação antes das eleições de outubro. Quando perguntado, o líder do governo, deputado Paulo Pimenta, resumiu: "Uma coisa de cada vez".</p>
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<title>PEC da Escala 6x1 será votada no plenário da Câmara na próxima semana</title>
<link>https://apareceu.com/pec-da-escala-6x1-sera-votada-no-plenario-da-camara-na-proxima-semana</link>
<guid>https://apareceu.com/pec-da-escala-6x1-sera-votada-no-plenario-da-camara-na-proxima-semana</guid>
<description><![CDATA[ O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, confirmou que a Proposta de Emenda à Constitucional (PEC) que acaba com a jornada 6x1 será votada no plenário na próxima semana. Motta disse que se reunirá com o relator da proposta na comissão especial, o deputado Leo Prates, do Republicanos da Bahia, nos próximos dias para discutir sobre o período de transição para a nova jornada.


&quot;Na verdade, nós vamos avançar para que esse relatório seja entregue o quanto antes. Esse ajuste final está sendo feito e construído com muito cuidado. Então, eu devo me reunir — eu confesso que estava marcado com o relator no dia de ontem, não foi possível a nossa reunião. Temos uma semana com muitos eventos acontecendo de forma concomitante. Então, eu vou, em algum momento, chamar o relator para entender qual é a ideia lá da comissão especial acerca dessa questão da transição”, declarou.


Senado

Hugo Motta também anunciou um esforço concentrado na próxima semana justamente para votar a redução da jornada, mas o presidente da Câmara ressaltou que não há um acordo com o Senado para votação da PEC. Como é uma Proposta de Emenda à Constituição, é preciso aprovação de três quintos da Câmara e depois de mais três quintos do Senado Federal.


&quot;Na verdade, cada Casa tem a sua dinâmica, e eu respeito muito a autonomia do Senado Federal. Eu penso que, em a Câmara concluindo o seu trabalho, o Senado dará a prioridade que a pauta requer, já que é um anseio de mais de 70% da população brasileira. Mas eu não tenho nenhum pré-acordo, não há nenhuma tramitação pré-acertada.&quot;


Projetos

O presidente da Câmara destacou ainda que foi acertado com os líderes partidários a votação de projetos de interesse do agronegócio nesta semana. Uma das propostas busca incentivar a produção de fertilizantes no Brasil, para diminuir a dependência externas desses produtos.  Os deputados ainda devem analisar proposta que cria um seguro rural com garantia para os produtores.

Um outro projeto de lei que deve ser votado busca impedir os aumentos nos preços dos combustíveis. A medida usa o crescimento da arrecadação com a alta do preço do petróleo exportado para compensar o preço para o consumidor.
  2:23 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>PEC, Escala, 6x1, será, votada, plenário, Câmara, próxima, semana</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, confirmou que a Proposta de Emenda à Constitucional (PEC) que acaba com a jornada 6x1 será votada no plenário na próxima semana. <strong>Motta disse que se reunirá com o relator da proposta na comissão especial, o deputado Leo Prates, do Republicanos da Bahia, nos próximos dias para discutir sobre o período de transição para a nova jornada.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690007&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690007&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Na verdade, nós vamos avançar para que esse relatório seja entregue o quanto antes. Esse ajuste final está sendo feito e construído com muito cuidado. Então, eu devo me reunir — eu confesso que estava marcado com o relator no dia de ontem, não foi possível a nossa reunião. Temos uma semana com muitos eventos acontecendo de forma concomitante. Então, eu vou, em algum momento, chamar o relator para entender qual é a ideia lá da comissão especial acerca dessa questão da transição”, declarou.</p>
</blockquote>

<h3>Senado</h3>

<p>Hugo Motta também anunciou um esforço concentrado na próxima semana justamente para votar a redução da jornada, mas o <strong>presidente da Câmara ressaltou que não há um acordo com o Senado para votação da PEC</strong>. Como é uma Proposta de Emenda à Constituição, é preciso aprovação de três quintos da Câmara e depois de mais três quintos do Senado Federal.</p>

<blockquote>
<p>"Na verdade, cada Casa tem a sua dinâmica, e eu respeito muito a autonomia do Senado Federal. Eu penso que, em a Câmara concluindo o seu trabalho, o Senado dará a prioridade que a pauta requer, já que é um anseio de mais de 70% da população brasileira. Mas eu não tenho nenhum pré-acordo, não há nenhuma tramitação pré-acertada."</p>
</blockquote>

<h3>Projetos</h3>

<p>O presidente da Câmara destacou ainda que foi acertado com os líderes partidários a votação de projetos de interesse do agronegócio nesta semana. <strong>Uma das propostas busca incentivar a produção de fertilizantes no Brasil</strong>, para diminuir a dependência externas desses produtos.  Os deputados ainda devem analisar proposta que cria um <strong>seguro rural</strong> com garantia para os produtores.</p>

<p><strong>Um outro projeto de lei que deve ser votado busca impedir os aumentos nos preços dos combustíveis.</strong> A medida usa o crescimento da arrecadação com a alta do preço do petróleo exportado para compensar o preço para o consumidor.</p>
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</item>

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<title>Flávio Bolsonaro confirma visita a Vorcaro durante prisão domiciliar</title>
<link>https://apareceu.com/flavio-bolsonaro-confirma-visita-a-vorcaro-durante-prisao-domiciliar</link>
<guid>https://apareceu.com/flavio-bolsonaro-confirma-visita-a-vorcaro-durante-prisao-domiciliar</guid>
<description><![CDATA[ O senador Flávio Bolsonaro confirmou que visitou Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, durante a prisão domiciliar do banqueiro, em novembro de 2025. Na época, o STF havia decretado a detenção de Vorcaro na primeira fase da Operação Compliance Zero, que investiga as fraudes bilionárias do Master, considerado a maior golpe no sistema financeiro do país.

Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à Presidência da República pelo PL, fez uma declaração à imprensa nesta terça-feira (19), quando reafirmou que sua relação com Daniel Vorcaro se limitava ao financiamento do filme em homenagem ao seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o senador, a visita ao banqueiro preso foi para falar somente sobre o filme, mesmo com Banco Master sendo investigado pela Polícia Federal:


“Eu estive com ele mais uma vez após esse evento, quando ele passou a usar o monitoramento eletrônico, ele não podia sair da cidade de São Paulo. Eu fui, sim, ao encontro dele para botar um ponto final nessa história, dizer que, se ele tivesse me avisado que a situação era grave como essa, eu já teria ido atrás de outro investidor há muito mais tempo e o filme não correria risco. Então, foi uma grande dificuldade, nesse momento, arrumar outros investidores que pudessem concluir esse filme.”


Prestação de contas

Flávio Bolsonaro informou que solicitou à produtora do filme sobre seu pai que apresente uma prestação de contas transparente do orçamento da produção. O senador disse que também pediu que eventuais lucros futuros do investimento de Vorcaro sejam colocados à disposição da justiça.

Após o anúncio, Flávio Bolsonaro não quis responder a perguntas dos jornalistas.

Áudio

Na semana passada, o site Intercept Brasil divulgou um áudio de uma conversa feita antes da prisão do banqueiro, em que o senador cobra o repasse de dinheiro de Daniel Vorcaro. O dono do Banco Master teria repassado mais de R$ 61 milhões supostamente para o filme sobre Jair Bolsonaro. Flávio cobrava mais R$ 70 milhões.

Mário Frias

O Intercept Brasil divulgou, nesta terça-feira (19), áudio do deputado Mário Frias, do PL de São Paulo, que atua como produtor-executivo do filme. Ele agradece a Vorcaro pelo dinheiro prometido. O áudio teria sido enviado em dezembro de 2024.

Na semana passada, Mario Frias concedeu declarações contraditórias. Primeiro, afirmou que o filme não teria recebido um centavo sequer de Vorcaro. Depois, mudou o discurso dizendo que o dinheiro teria sido repassado pela Entre Investimentos, empresa ligada a Vorcaro que teria intermediado a transferência de recursos para a produção do filme.

Mario Frias também é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pelo repasse de R$ 2 milhões em emendas parlamentares para uma ONG da produtora do filme de Bolsonaro, Karina Ferreira da Gama. O STF tenta notificá-lo judicialmente há pelo menos dois meses, mas não consegue localizar o deputado.

Buscamos contato com o deputado Mário Frias e com Karina Gama, mas, até o momento, não tivemos resposta.
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<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Flávio, Bolsonaro, confirma, visita, Vorcaro, durante, prisão, domiciliar</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Flávio Bolsonaro confirmou que visitou Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, durante a prisão domiciliar do banqueiro, em novembro de 2025. Na época, o STF havia decretado a detenção de Vorcaro na primeira fase da Operação Compliance Zero, que investiga as fraudes bilionárias do Master, considerado a maior golpe no sistema financeiro do país.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690005&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690005&o=rss"></p>

<p><strong>Flávio Bolsonaro</strong>, que é pré-candidato à Presidência da República pelo PL, fez uma declaração à imprensa nesta terça-feira (19), quando <strong>reafirmou que sua relação com Daniel Vorcaro se limitava ao financiamento do filme em homenagem ao seu pai</strong>, o ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>

<p>Segundo o senador, a visita ao banqueiro preso foi para falar somente sobre o filme, mesmo com Banco Master sendo investigado pela Polícia Federal:</p>

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<p>“Eu estive com ele mais uma vez após esse evento, quando ele passou a usar o monitoramento eletrônico, ele não podia sair da cidade de São Paulo. Eu fui, sim, ao encontro dele para botar um ponto final nessa história, dizer que, se ele tivesse me avisado que a situação era grave como essa, eu já teria ido atrás de outro investidor há muito mais tempo e o filme não correria risco. Então, foi uma grande dificuldade, nesse momento, arrumar outros investidores que pudessem concluir esse filme.”</p>
</blockquote>

<h3>Prestação de contas</h3>

<p><strong>Flávio Bolsonaro informou que solicitou à produtora do filme sobre seu pai que apresente uma prestação de contas transparente do orçamento da produção.</strong> O senador disse que também pediu que eventuais lucros futuros do investimento de Vorcaro sejam colocados à disposição da justiça.</p>

<p>Após o anúncio, Flávio Bolsonaro não quis responder a perguntas dos jornalistas.</p>

<h3>Áudio</h3>

<p>Na semana passada, o site Intercept Brasil divulgou um áudio de uma conversa feita antes da prisão do banqueiro, em que o senador cobra o repasse de dinheiro de Daniel Vorcaro. O dono do Banco Master teria repassado mais de R$ 61 milhões supostamente para o filme sobre Jair Bolsonaro. Flávio cobrava mais R$ 70 milhões.</p>

<h3>Mário Frias</h3>

<p><strong>O Intercept Brasil divulgou, nesta terça-feira (19), áudio do deputado Mário Frias, do PL de São Paulo, que atua como produtor-executivo do filme. Ele agradece a Vorcaro pelo dinheiro prometido.</strong> O áudio teria sido enviado em dezembro de 2024.</p>

<p>Na semana passada, Mario Frias concedeu declarações contraditórias. Primeiro, afirmou que o filme não teria recebido um centavo sequer de Vorcaro. Depois, mudou o discurso dizendo que o dinheiro teria sido repassado pela Entre Investimentos, empresa ligada a Vorcaro que teria intermediado a transferência de recursos para a produção do filme.</p>

<p><strong>Mario Frias também é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pelo repasse de R$ 2 milhões em emendas parlamentares para uma ONG da produtora do filme de Bolsonaro, Karina Ferreira da Gama.</strong> O STF tenta notificá-lo judicialmente há pelo menos dois meses, mas não consegue localizar o deputado.</p>

<p>Buscamos contato com o deputado Mário Frias e com Karina Gama, mas, até o momento, não tivemos resposta.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:06</span>]]> </content:encoded>
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<title>Galípolo diz que suposta ligação entre servidores e Master abalou BC</title>
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<description><![CDATA[ O afastamento de dois servidores do Banco Central (BC) por suposta colaboração com o banqueiro Daniel Vorcaro e vazamento de informações sigilosas é um dos fatos mais graves da história da instituição. É o que disse o presidente do BC, Gabriel Galípolo, a senadores nesta terça-feira (19).


&quot;Eu acho que é um dos fatos mais graves que já aconteceu na história do Banco Central, todo o corpo técnico do Banco Central, como eu já comentei, sente um efetivo luto com o que aconteceu. E, de novo, não cabe ao Banco Central julgar, vai ser a Justiça que vai determinar o que realmente ocorreu, mas os indícios em si já foram algo que foi muito grave e que causou uma grande sensibilização por parte de todos os servidores, eu inclusive&quot;. 


Galípolo foi chamado à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e falou sobre o caso Master. Voltou a explicar como o esquema começou a ser descoberto no BC.

Em janeiro do ano passado, segundo ele, técnicos do Banco Central consideraram “pouco usual” que um banco com dificuldade de liquidez comece a formar e a vender uma carteira. A partir daí, foi constituído um grupo específico para acompanhar a situação.

&quot;E aí você passa a desdobrar a investigação em cima de entender de quem você comprou esta carteira. Aí a partir de três meses, que é quando efetivamente o diretor de fiscalização fala: &#039;nós estamos encontrando dificuldades de ter a evidência de que aquela carteira realmente ocorreu, a partir de uma amostragem&#039;. Lógico, você não encontrou, não quer dizer que é uma fraude, mas você não encontrou evidência que exclui a fraude&quot;.

Galípolo negou qualquer tentativa do BC de salvar o Master.


&quot;O Banco Central jamais tentou viabilizar a venda, não há. Pelo contrário. O Banco Central está respondendo até agora ao Tribunal de Contas uma acusação de por não ter autorizado [a venda]&quot;. 


E completou: o problema do Master não estava no passivo da instituição, mas nos recursos vindos do Fundo de Garantidor de Créditos (FGC). Ele ainda defendeu a autonomia do Banco Central e disse que a autoridade monetária não pode ser “palanque para a política”.
  2:14 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>afastamento de dois servidores do Banco Central (BC) por suposta colaboração com o banqueiro Daniel Vorcaro</strong> e vazamento de informações sigilosas é <strong>um dos fatos mais graves da história da instituição</strong>. É o que disse o <strong>presidente do BC, Gabriel Galípolo, a senadores </strong>nesta terça-feira (19).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689957&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689957&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Eu acho que é um dos fatos mais graves que já aconteceu na história do Banco Central, todo o corpo técnico do Banco Central, como eu já comentei, sente um efetivo luto com o que aconteceu. E, de novo, não cabe ao Banco Central julgar, vai ser a Justiça que vai determinar o que realmente ocorreu, mas os indícios em si já foram algo que foi muito grave e que causou uma grande sensibilização por parte de todos os servidores, eu inclusive". </p>
</blockquote>

<p><strong>Galípolo foi chamado à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado </strong>e falou sobre o caso Master. Voltou a explicar como o esquema começou a ser descoberto no BC.</p>

<p>Em janeiro do ano passado, segundo ele, técnicos do Banco Central consideraram “pouco usual” que um banco com dificuldade de liquidez comece a formar e a vender uma carteira. A partir daí, foi constituído um grupo específico para acompanhar a situação.</p>

<p>"E aí você passa a desdobrar a investigação em cima de entender de quem você comprou esta carteira. Aí a partir de três meses, que é quando efetivamente o diretor de fiscalização fala: 'nós estamos encontrando dificuldades de ter a evidência de que aquela carteira realmente ocorreu, a partir de uma amostragem'. Lógico, você não encontrou, não quer dizer que é uma fraude, mas você não encontrou evidência que exclui a fraude".</p>

<p>Galípolo <strong>negou qualquer tentativa do BC de salvar o Master</strong>.</p>

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<p>"O Banco Central jamais tentou viabilizar a venda, não há. Pelo contrário. O Banco Central está respondendo até agora ao Tribunal de Contas uma acusação de por não ter autorizado [a venda]". </p>
</blockquote>

<p>E completou: o problema do Master não estava no passivo da instituição, mas nos recursos vindos do Fundo de Garantidor de Créditos (FGC). Ele ainda defendeu a autonomia do Banco Central e disse que a autoridade monetária não pode ser “palanque para a política”.</p>
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<title>A empresários do setor de construção, Lula defende fim da escala 6x1</title>
<link>https://apareceu.com/a-empresarios-do-setor-de-construcao-lula-defende-fim-da-escala-6x1</link>
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<description><![CDATA[ Enquanto a proposta que acaba com a escala 6x1 tramita no Congresso, o presidente Lula defendeu, diante de empresários do setor da construção, que a mudança é necessária.


“Não fique assustado. [O fim da] escala 6x1 é uma coisa que é necessária porque hoje o povo quer mais tempo para ficar em casa, quer mais tempo para lazer, quer mais tempo para estudar, quer mais tempo para namorar e nós sabemos que a jornada de trabalho vai ser aplicada levando em conta a especificidade de cada categoria. Ninguém vai impor na marra. É preciso a gente respeitar a realidade de cada setor econômico pra gente trazer mais benefícios para a sociedade brasileira.”


A declaração foi nesta terça-feira (19) na abertura do ENIC, Encontro Nacional da Indústria da Construção, em São Paulo, capital. O presidente agradeceu aos empresários do setor pela entrega de uma carta com demandas e sugestões à Presidência e disse que vai levar uma resposta ao grupo.


“Ao invés de falar bobagem nos meios de comunicação, o empresário sério faz como vocês fizeram agora: prepara uma pauta de reivindicação, com começo, meio e fim, de todos os assuntos que causam problemas para vocês ou que vocês querem melhorar, inclusive com sugestões para o governo melhorar. A Miriam Belchior vai reunir todos os ministros que tratam desse assunto, nós vamos responder à pauta de vocês, chamando vocês lá em Brasília.”


Ao destacar a importância do setor da construção para o crescimento do país e de programas essenciais do governo, Lula lembrou o Reforma Casa Brasil, que financia reformas em casas de famílias com renda de até R$ 13 mil. Mas, durante o evento disse ao presidente da Caixa, Carlos Vieira, que quer melhorar o andamento do programa:


“Que a semana que vem eu o chamarei no meu gabinete, para ele me explicar por que que esse programa não está rodando com a pressa e com a quantidade que eu acho que tem que rodar. Nós colocamos R$ 30 bilhões. Posso dizer sem conhecer a fundo, mas é a burocracia que está emperrando o financiamento, porque não é possível a quantidade de cara que quer fazer um puxadinho, quer fazer uma garagem, quer fazer um quarto, quer aumentar um banheiro, e não consegue pegar esse dinheiro. Você precisa colocar o dedo na ferida e me apresentar, semana que vem, para a gente ‘desembuchar’ esse dinheiro.”


O programa foi lançado em outubro do ano passado e, de acordo com o presidente, teve 65 mil contratos de financiamento firmados entre novembro de 2025 e março deste ano. O financiamento de reformas pela modalidade pode chegar a R$ 50 mil.
  2:41 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>empresários, setor, construção, Lula, defende, fim, escala, 6x1</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto a proposta que acaba com a escala 6x1 tramita no Congresso, o presidente <strong>Lula defendeu, diante de empresários do setor da construção, que a mudança é necessária</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689953&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689953&o=rss"></p>

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<p>“Não fique assustado. [O fim da] escala 6x1 é uma coisa que é necessária porque hoje o povo quer mais tempo para ficar em casa, quer mais tempo para lazer, quer mais tempo para estudar, quer mais tempo para namorar e nós sabemos que <strong>a jornada de trabalho vai ser aplicada levando em conta a especificidade de cada categoria. Ninguém vai impor na marra</strong>. É preciso a gente respeitar a realidade de cada setor econômico pra gente trazer mais benefícios para a sociedade brasileira.”</p>
</blockquote>

<p>A declaração foi nesta terça-feira (19) na abertura do ENIC, Encontro Nacional da Indústria da Construção, em São Paulo, capital. O presidente agradeceu aos empresários do setor pela <strong>entrega de uma carta com demandas e sugestões à Presidência</strong> e disse que vai levar uma resposta ao grupo.</p>

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<p><strong>“</strong>Ao invés de falar bobagem nos meios de comunicação, o empresário sério faz como vocês fizeram agora: prepara uma pauta de reivindicação, com começo, meio e fim, de todos os assuntos que causam problemas para vocês ou que vocês querem melhorar, inclusive com sugestões para o governo melhorar. A Miriam Belchior vai reunir todos os ministros que tratam desse assunto, nós vamos responder à pauta de vocês, chamando vocês lá em Brasília.”</p>
</blockquote>

<p>Ao destacar a importância do setor da construção para o crescimento do país e de programas essenciais do governo, <strong>Lula lembrou o Reforma Casa Brasil, que financia reformas em casas de famílias com renda de até R$ 13 mil</strong>. Mas, durante o evento disse ao presidente da Caixa, Carlos Vieira, que quer melhorar o andamento do programa:</p>

<blockquote>
<p><strong>“</strong>Que a semana que vem eu o chamarei no meu gabinete, para ele me explicar por que que esse programa não está rodando com a pressa e com a quantidade que eu acho que tem que rodar. Nós colocamos R$ 30 bilhões. Posso dizer sem conhecer a fundo, mas é a burocracia que está emperrando o financiamento, porque não é possível a quantidade de cara que quer fazer um puxadinho, quer fazer uma garagem, quer fazer um quarto, quer aumentar um banheiro, e não consegue pegar esse dinheiro. Você precisa colocar o dedo na ferida e me apresentar, semana que vem, para a gente ‘desembuchar’ esse dinheiro.”</p>
</blockquote>

<p>O programa foi lançado em outubro do ano passado e, de acordo com o presidente, teve 65 mil contratos de financiamento firmados entre novembro de 2025 e março deste ano. <strong>O financiamento de reformas pela modalidade pode chegar a R$ 50 mil</strong>.</p>
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<title>Presidente Lula volta a dizer que é contra uso de IA nas eleições</title>
<link>https://apareceu.com/presidente-lula-volta-a-dizer-que-e-contra-uso-de-ia-nas-eleicoes</link>
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<description><![CDATA[ A três meses do início da campanha eleitoral deste ano, o presidente Lula voltou a dizer, nesta sexta-feira (15), que é contra o uso de inteligência artificial nas eleições. Segundo o mandatário, é preciso “tomar cuidado” com o excesso de mentiras:


“O presidente da Suprema Corte Eleitoral falou: ‘Dois dias para as eleições, não vai ter inteligência artificial’. Não pode ter nunca inteligência artificial para eleição. Porque governar não é artificial, governar é real. Então, você não pode acreditar em ficção. Nós, seres humanos, temos que tratar das pessoas com sentimento, com solidariedade.”


Medicamentos de alto custo

Lula deu a declaração no Hospital de Amor, em Barretos, São Paulo, durante cerimônia que anunciou a entrega de 23 medicamentos de alto custo para tratar 18 tipos de câncer. A unidade de saúde oferece tratamento oncológico totalmente de graça.

Ao rebater a ideia de que serviço público não presta, Lula destacou a importância do financiamento de serviços para a população.

O presidente também fez referência às revelações de que o senador Flávio Bolsonaro chegou a pedir mais de R$ 100 milhões ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar a produção de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro:


“Esse país precisa voltar a ser humano. É preciso extirpar o ódio. Neste hospital aqui não tem dinheiro do Vorcaro.”


Os 23 medicamentos anunciados nesta sexta e que serão ofertados de graça servem para tratar cânceres como os de mama, pulmão, ovário, estômago e leucemia e podem atender mais de 100 mil pacientes. Juntos, representam um aumento de 35% na oferta de medicamentos pelo SUS.  

Também no evento em Barretos, o governo comunicou a construção do novo Centro de Pesquisa Clínica e Cirurgia Robótica do hospital e do Instituto de Treinamento em Cirurgias Minimamente Invasivas, para aumentar o acesso de pacientes oncológicos a terapias e procedimentos de alta complexidade.
  2:02 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 17 May 2026 19:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Presidente, Lula, volta, dizer, que, contra, uso, nas, eleições</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A três meses do início da campanha eleitoral deste ano, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-05/lula-defende-proibicao-de-inteligencia-artificial-nas-eleicoes" target="_blank">o presidente Lula voltou a dizer, nesta sexta-feira (15), que é contra o uso de inteligência artificial nas eleições</a>. Segundo o mandatário, é preciso “tomar cuidado” com o excesso de mentiras:<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689597&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689597&o=rss"></p>

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<p>“O presidente da Suprema Corte Eleitoral falou: ‘Dois dias para as eleições, não vai ter inteligência artificial’. Não pode ter nunca inteligência artificial para eleição. Porque governar não é artificial, governar é real. Então, você não pode acreditar em ficção. Nós, seres humanos, temos que tratar das pessoas com sentimento, com solidariedade.”</p>
</blockquote>

<h3>Medicamentos de alto custo</h3>

<p>Lula deu a declaração no Hospital de Amor, em Barretos, São Paulo, durante cerimônia que anunciou a <strong>entrega de 23 medicamentos de alto custo para tratar 18 tipos de câncer</strong>. A unidade de saúde oferece tratamento oncológico totalmente de graça.</p>

<p>Ao rebater a ideia de que serviço público não presta, Lula destacou a importância do financiamento de serviços para a população.</p>

<p>O <strong>presidente também fez referência às revelações de que o senador Flávio Bolsonaro chegou a pedir mais de R$ 100 milhões ao banqueiro Daniel Vorcaro</strong> para financiar a produção de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro:</p>

<blockquote>
<p>“Esse país precisa voltar a ser humano. É preciso extirpar o ódio. Neste hospital aqui não tem dinheiro do Vorcaro.”</p>
</blockquote>

<p><strong>Os 23 medicamentos anunciados nesta sexta e que serão ofertados de graça servem para tratar cânceres como os de mama, pulmão, ovário, estômago e leucemia e podem atender mais de 100 mil pacientes. Juntos, representam um aumento de 35% na oferta de medicamentos pelo SUS.  </strong></p>

<p>Também no evento em Barretos, o governo comunicou a construção do novo Centro de Pesquisa Clínica e Cirurgia Robótica do hospital e do Instituto de Treinamento em Cirurgias Minimamente Invasivas, para aumentar o acesso de pacientes oncológicos a terapias e procedimentos de alta complexidade.</p>
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<title>Dias Toffoli é eleito para ministro efetivo do TSE</title>
<link>https://apareceu.com/dias-toffoli-e-eleito-para-ministro-efetivo-do-tse</link>
<guid>https://apareceu.com/dias-toffoli-e-eleito-para-ministro-efetivo-do-tse</guid>
<description><![CDATA[ O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, foi eleito nesta quarta-feira (13) para o cargo de ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral, órgão responsável pelas eleições no Brasil.

A escolha, simbólica, foi realizada pelo plenário do Supremo, em função da renúncia da ministra Cármen Lúcia ao cargo de ministra efetiva. Toffoli já faz parte do colegiado como ministro substituto.

Nesta terça-feira, a ministra foi sucedida na presidência do TSE pelo ministro Nunes Marques. Com as mudanças, o ministro Flávio Dino assumirá uma vaga de ministro substituto.

O Tribunal Superior Eleitoral é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça e dois advogados indicados pelo presidente da República, além dos respectivos substitutos.

*Com informações da Agência Brasil 
  1:07 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 15 May 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Dias, Toffoli, eleito, para, ministro, efetivo, TSE</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, foi eleito nesta quarta-feira (13) para o cargo de ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral, órgão responsável pelas eleições no Brasil.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689398&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689398&o=rss"></p>

<p>A escolha, simbólica, foi realizada pelo plenário do Supremo, em função da renúncia da ministra Cármen Lúcia ao cargo de ministra efetiva. Toffoli já faz parte do colegiado como ministro substituto.</p>

<p>Nesta terça-feira, a ministra foi sucedida na presidência do TSE pelo ministro Nunes Marques. Com as mudanças, o ministro Flávio Dino assumirá uma vaga de ministro substituto.</p>

<p>O Tribunal Superior Eleitoral é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça e dois advogados indicados pelo presidente da República, além dos respectivos substitutos.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil </em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:07</span>]]> </content:encoded>
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<title>Deputados pedem CPI do Master e apuração de elo entre Flávio e Vorcaro</title>
<link>https://apareceu.com/deputados-pedem-cpi-do-master-e-apuracao-de-elo-entre-flavio-e-vorcaro</link>
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<description><![CDATA[ Matéria divulgada pelo site Intercept Brasil, nesta quarta-feira (13), revelou que o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, pediu ao banqueiro Daniel Vorcaro, em novembro do ano passado, 24 milhões de dólares, o que corresponde a R$ 134 milhões de reais, para financiar um filme sobre a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em áudio, Flávio Bolsonaro chama Vorcaro de “irmão”, diz que estará sempre com o dono do banco Master e pede uma luz para a produção da obra. O senador cobra do banqueiro o repasse de recursos para que não dê calote nos produtores.

O parlamentar confirmou que solicitou dinheiro ao banqueiro para a realização do filme.

Em vídeo postado nas redes sociais, Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à presidência da República, afirma que conheceu Vorcaro quando não havia acusações contra o empresário.


“Eu conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024. Não tinha mais governo Bolsonaro, não tinha absolutamente nenhuma acusação contra ele. O que acontece é que, com o passar do tempo, ele simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato. Sim, tinha um contrato que ao ele não pagar essas parcelas, tinha uma grande chance de o filme sequer ser veiculado, do filme sequer ser concluído. Em função disso, inclusive, procuramos outros investidores para concluir esse filme”.


Daniel Vorcaro está preso por suspeita de fraudes em títulos do Banco Master que podem ultrapassar R$ 17 bilhões.

Para o líder do PT, deputado Pedro Uczai, o fato comprova a relação íntima entre a família Bolsonaro e o empresário.


“O que é grave hoje, um pré-candidato a presidente da República, fazendo relação direta com o dono do Banco Master, cuja duas semanas atrás se rejeitou ministro que apoiaria as investigações, junto com André Mendonça, e se reduziu as penas dos que tentaram golpe. Duas organizações criminosas que foram vitoriosas duas semanas atrás. Nós estamos aqui querendo investigação já. Na Câmara e no Congresso Nacional”.


Pedro Uczai defendeu a abertura da CPMI do Banco Master e que a Polícia Federal investigue o repasse de recursos de Vorcaro para Flávio Bolsonaro e para o filme que está sendo produzido. 

Para o líder petista, a PF precisa apurar possível lavagem de dinheiro, organização criminosa, corrupção, tráfico de influência, evasão de divisa e ocultação patrimonial. Uczai pede ainda a prisão preventiva do senador.

Em nota, Flávio Bolsonaro também disse que a instalação da CPMI é fundamental.

O líder do PL, o deputado Sóstenes Cavalcanti, afirmou que as explicações do senador são claras, coerentes e objetivas e que a bancada segue confiante na lisura dos atos de Flávio Bolsonaro.

Procuramos a defesa de Daniel Vorcaro mas, até o fechamento desta reportagem, não recebemos retorno.
  2:55 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 15 May 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Deputados, pedem, CPI, Master, apuração, elo, entre, Flávio, Vorcaro</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria divulgada pelo site Intercept Brasil, nesta quarta-feira (13), revelou que o <strong>senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, pediu ao banqueiro Daniel Vorcaro, em novembro do ano passado, 24 milhões de dólares, o que corresponde a R$ 134 milhões de reais, para financiar um filme sobre a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689408&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689408&o=rss"></p>

<p>Em áudio, Flávio Bolsonaro chama Vorcaro de “irmão”, diz que estará sempre com o dono do banco Master e pede uma luz para a produção da obra. O senador cobra do banqueiro o repasse de recursos para que não dê calote nos produtores.</p>

<p>O parlamentar confirmou que solicitou dinheiro ao banqueiro para a realização do filme.</p>

<p>Em vídeo postado nas redes sociais, Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à presidência da República, afirma que conheceu Vorcaro quando não havia acusações contra o empresário.</p>

<blockquote>
<p>“Eu conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024. Não tinha mais governo Bolsonaro, não tinha absolutamente nenhuma acusação contra ele. O que acontece é que, com o passar do tempo, ele simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato. Sim, tinha um contrato que ao ele não pagar essas parcelas, tinha uma grande chance de o filme sequer ser veiculado, do filme sequer ser concluído. Em função disso, inclusive, procuramos outros investidores para concluir esse filme”.</p>
</blockquote>

<p>Daniel Vorcaro está preso por suspeita de fraudes em títulos do Banco Master que podem ultrapassar R$ 17 bilhões.</p>

<p>Para o líder do PT, deputado Pedro Uczai, o fato comprova a relação íntima entre a família Bolsonaro e o empresário.</p>

<blockquote>
<p>“O que é grave hoje, um pré-candidato a presidente da República, fazendo relação direta com o dono do Banco Master, cuja duas semanas atrás se rejeitou ministro que apoiaria as investigações, junto com André Mendonça, e se reduziu as penas dos que tentaram golpe. Duas organizações criminosas que foram vitoriosas duas semanas atrás. Nós estamos aqui querendo investigação já. Na Câmara e no Congresso Nacional”.</p>
</blockquote>

<p>Pedro Uczai defendeu a abertura da CPMI do Banco Master e que a Polícia Federal investigue o repasse de recursos de Vorcaro para Flávio Bolsonaro e para o filme que está sendo produzido. </p>

<p><strong>Para o líder petista, a PF precisa apurar possível lavagem de dinheiro, organização criminosa, corrupção, tráfico de influência, evasão de divisa e ocultação patrimonial. Uczai pede ainda a prisão preventiva do senador.</strong></p>

<p><strong>Em nota, Flávio Bolsonaro também disse que a instalação da CPMI é fundamental.</strong></p>

<p>O líder do PL, o deputado Sóstenes Cavalcanti, afirmou que as explicações do senador são claras, coerentes e objetivas e que a bancada segue confiante na lisura dos atos de Flávio Bolsonaro.</p>

<p>Procuramos a defesa de Daniel Vorcaro mas, até o fechamento desta reportagem, não recebemos retorno.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:55</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Governo e Câmara definem calendário para votar fim da escala 6x1</title>
<link>https://apareceu.com/governo-e-camara-definem-calendario-para-votar-fim-da-escala-6x1</link>
<guid>https://apareceu.com/governo-e-camara-definem-calendario-para-votar-fim-da-escala-6x1</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O governo e a Câmara fecharam acordo para dar andamento ao projeto de lei encaminhado pelo presidente Lula sobre a escala 6x1. Em reunião entre o presidente da Casa, Hugo Motta, os ministros José Guimarães, das Relações Institucionais, e Luiz Marinho, do Trabalho, e o presidente da Comissão Especial, deputado Alencar Santana, do PT, ficou decidido que será mantido o cronograma da Proposta de Emenda à Constituição.

Apresentação do relatório na quarta que vem, dia 20, e votação em plenário no dia 27. A ideia é que a PEC tenha um contexto mais geral: redução de 44 para 40 horas semanais, com trabalho de cinco dias para dois de folga, sem redução de salário. As especificidades, categorias que tenham jornadas diferentes, serão decididas por convenção.

Notícias relacionadas:Governo e Câmara fecham acordo para fim da 6x1 e 40 horas semanais.Pesquisa diz que 73% dos brasileiros apoiam fim da escala 6x1.Enquanto isso, será dado andamento ao projeto de lei encaminhado pelo presidente Lula e que, até então, está parado. Esse PL é aquele com urgência constitucional e que tranca a pauta já agora no dia 30. A ideia, segundo Alencar é aprovar a PEC antes e aí o governo retira a urgência para que esse PL possa tramitar com mais calma e discussão, e ser votado já em junho. Nele estarão os aspectos mais específicos.

A questão da compensação ainda continua indefinida. O governo já disse que não topa, mas vai pensar em alguma forma de ajudar os pequenos empreendedores, empresários no início da nova lei, como disse o deputado.


 &quot;O governo, logicamente, e todos nós estamos preocupados com os pequenos que podem sentir de imediato um efeito maior de adaptação. Ele vai ganhar em produtividade, todos os setores ao longo do tempo, mas o pequeno pode sentir ali no primeiro momento um efeito de adaptação. O governo pensa de que maneira incentivar esse setor também a se modernizar para que ele possa ganhar escala na prestação do seu serviço, na prestação ali da relação comercial daquilo que ele oferece.&quot;


Outra coisa: nada de regra de transição. No início da semana, já tinha deputado da oposição falando numa transição longa de até 12 anos. O deputado Alencar foi bem claro: é preciso que essa lei entre em vigor assim que aprovada. O próximo passo do PL é definir comissão especial e relator, já a PEC está na fase de audiências públicas.
  2:31 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 15 May 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-05/governo-e-camara-definem-calendario-para-votar-fim-da-escala-6x1">
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				</a></p>O governo e a Câmara fecharam acordo para dar andamento ao projeto de lei encaminhado pelo presidente Lula sobre a escala 6x1. Em reunião entre o presidente da Casa, Hugo Motta, os ministros José Guimarães, das Relações Institucionais, e Luiz Marinho, do Trabalho, e o presidente da Comissão Especial, deputado Alencar Santana, do PT, ficou decidido que será mantido o cronograma da Proposta de Emenda à Constituição.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689323&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689323&o=rss">

<p>Apresentação do relatório na quarta que vem, dia 20, e votação em plenário no dia 27. A ideia é que a PEC tenha um contexto mais geral: redução de 44 para 40 horas semanais, com trabalho de cinco dias para dois de folga, sem redução de salário. As especificidades, categorias que tenham jornadas diferentes, serão decididas por convenção.</p>

<p></p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/governo-e-camara-acordam-fim-da-6x1-e-jornada-de-40-horas-semanais">Governo e Câmara fecham acordo para fim da 6x1 e 40 horas semanais.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/pesquisa-diz-que-73-dos-brasileiros-apoiam-fim-da-escala-6x1">Pesquisa diz que 73% dos brasileiros apoiam fim da escala 6x1.</a></li></ul>Enquanto isso, será dado andamento ao projeto de lei encaminhado pelo presidente Lula e que, até então, está parado. Esse PL é aquele com urgência constitucional e que tranca a pauta já agora no dia 30. A ideia, segundo Alencar é aprovar a PEC antes e aí o governo retira a urgência para que esse PL possa tramitar com mais calma e discussão, e ser votado já em junho. Nele estarão os aspectos mais específicos.

<p>A questão da compensação ainda continua indefinida. O governo já disse que não topa, mas vai pensar em alguma forma de ajudar os pequenos empreendedores, empresários no início da nova lei, como disse o deputado.</p>

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<p> "O governo, logicamente, e todos nós estamos preocupados com os pequenos que podem sentir de imediato um efeito maior de adaptação. Ele vai ganhar em produtividade, todos os setores ao longo do tempo, mas o pequeno pode sentir ali no primeiro momento um efeito de adaptação. O governo pensa de que maneira incentivar esse setor também a se modernizar para que ele possa ganhar escala na prestação do seu serviço, na prestação ali da relação comercial daquilo que ele oferece."</p>
</blockquote>

<p>Outra coisa: nada de regra de transição. No início da semana, já tinha deputado da oposição falando numa transição longa de até 12 anos. O deputado Alencar foi bem claro: é preciso que essa lei entre em vigor assim que aprovada. O próximo passo do PL é definir comissão especial e relator, já a PEC está na fase de audiências públicas.</p>
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<item>
<title>Lula defende proibição de inteligência artificial nas eleições</title>
<link>https://apareceu.com/lula-defende-proibicao-de-inteligencia-artificial-nas-eleicoes</link>
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<description><![CDATA[ A proibição do uso da Inteligência Artificial nas eleições foi defendida, nesta quinta-feira (14), pelo presidente Lula. Durante evento em Camaçari, na região metropolitana de Salvador, na Bahia, o presidente afirmou que o eleitor vota em candidatos de verdade.


&quot;Eu estava na posse do presidente do Tribunal Superior Eleitoral. E ele disse: &#039;Eu vou proibir inteligência artificial dois dias antes das eleições&#039;. E eu achei maravilhoso. Inteligência artificial é a maior evolução desse mundo digital, ela ajuda muito. Mas na eleição, será que é necessário inteligência artificial? Na eleição, as pessoas tem que votar numa coisa verdadeira, de carne e osso. As pessoas não podem votar numa mentira&quot;.


A declaração foi feita durante a cerimônia de entrega de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. Ainda no evento, Lula comentou a divulgação de conversas entre o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o senador Flávio Bolsonaro. Segundo o presidente Lula, a mentira “pode causar prejuízo”.  


&quot;Se tem uma coisa que um político tem que fazer é olhar nos olhos do povo e permitir que o povo olhe no olho dele para saber quem está mentindo. E vocês estão vendo na televisão, a verdade ela tarda, mas não falha. Minha mãe dizia: Mentira tem perna curta, ela pode causar prejuízo&quot;.


A fala do presidente Lula faz referência às revelações de que o senador Flávio Bolsonaro chegou a pedir mais de R$ 100 milhões ao ex-banqueiro, para financiar a produção do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, pai do parlamentar. 

Após a divulgação das conversas, Flávio Bolsonaro confirmou ter conhecido Vorcaro em dezembro de 2024 e admitiu ter solicitado recursos para o filme. Daniel Vorcaro está preso em Brasília por suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master.
  1:59 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 15 May 2026 04:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A proibição do uso da Inteligência Artificial nas eleições foi defendida, nesta quinta-feira (14), pelo presidente Lula</strong>. Durante evento em Camaçari, na região metropolitana de Salvador, na Bahia, o presidente afirmou que o eleitor vota em candidatos de verdade.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689498&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689498&o=rss"></p>

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<p>"Eu estava na posse do presidente do Tribunal Superior Eleitoral. E ele disse: 'Eu vou proibir inteligência artificial dois dias antes das eleições'. E eu achei maravilhoso. Inteligência artificial é a maior evolução desse mundo digital, ela ajuda muito. Mas na eleição, será que é necessário inteligência artificial? <strong>Na eleição, as pessoas tem que votar numa coisa verdadeira, de carne e osso. As pessoas não podem votar numa mentira</strong>".</p>
</blockquote>

<p>A declaração foi feita durante a cerimônia de entrega de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. Ainda no evento, Lula comentou a divulgação de conversas entre o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o senador Flávio Bolsonaro. Segundo o presidente Lula, a mentira “pode causar prejuízo”.  </p>

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<p>"Se tem uma coisa que um político tem que fazer é olhar nos olhos do povo e permitir que o povo olhe no olho dele para saber quem está mentindo. <strong>E vocês estão vendo na televisão, a verdade ela tarda, mas não falha</strong>. Minha mãe dizia: Mentira tem perna curta, ela pode causar prejuízo".</p>
</blockquote>

<p>A fala do presidente Lula faz referência às revelações de que o senador <strong>Flávio Bolsonaro chegou a pedir mais de R$ 100 milhões ao ex-banqueiro</strong>, para financiar a produção do filme <em>Dark Horse</em>, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, pai do parlamentar. </p>

<p>Após a divulgação das conversas, Flávio Bolsonaro confirmou ter conhecido Vorcaro em dezembro de 2024 e admitiu ter solicitado recursos para o filme. Daniel Vorcaro está preso em Brasília por suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master.</p>
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<title>Na Câmara, Boulos defende fim da escala 6x1 de forma imediata</title>
<link>https://apareceu.com/na-camara-boulos-defende-fim-da-escala-6x1-de-forma-imediata</link>
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<description><![CDATA[ O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, defendeu, nesta quarta-feira (13), na Câmara dos Deputados, que o fim da escala 6x1 deve ocorrer de forma imediata, sem um período de transição. Para o titular da pasta, outras alterações legais que beneficiam o setor patronal não preveem transição, situação que deve valer também para os trabalhadores:


&quot;Quando se aprova isenção fiscal para grande empresário aqui no parlamento brasileiro, passa a valer no dia seguinte. Ninguém fala em transição. Quando se tem penduricalhos aprovados por uma normativa em qualquer poder, passa a valer no dia seguinte. Ninguém fala em um, dois anos de transição. Por que na hora que é para defender o trabalhador tem que botar dois, cinco, dez anos de transição? Nós somos contra qualquer medida dessa natureza.&quot;


Uma Comissão Especial de deputados analisa as propostas em tramitação para reduzir a atual escala de trabalho 6x1 e a jornada máxima, que hoje é de 44 horas semanais.

Compensação

Durante o debate, o ministro Boulos afirmou ainda que a proposta de compensar o setor empresarial pela redução da jornada também não é razoável, já que penalizaria mais o trabalhador:


&quot;Alguém chegou a propor compensações para as empresas quando se aumenta salário mínimo no Brasil? Não. Não seria razoável. Alguém que propusesse isso talvez fosse alvo de chacota. Se o impacto econômico, segundo o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, é semelhante, por que nós vamos falar agora de compensação, de &#039;bolsa patrão&#039;? Quer dizer, o trabalhador reduz a sua jornada, ganha dois dias para poder descansar, que é uma coisa humana, aí esse próprio trabalhador, por meio dos seus impostos, tem que financiar uma compensação? Não tem razoabilidade.&quot;


Estudo da FGV

Boulos também citou um estudo da Fundação Getulio Vargas que mostra que a maioria das empresas tiveram aumento do faturamento com a redução da jornada:


&quot;Por uma experiência que foi feita no Brasil em 2024, com a participação de 19 empresas, com dados coletados pela insuspeita Fundação Getulio Vargas. Essas empresas fizeram um experimento de redução de escala e de jornada de trabalho. Qual foi o resultado desse experimento? Setenta e dois por cento das empresas observaram aumento na receita. O engajamento dos trabalhadores no seu serviço, na sua tarefa, aumentou 60%. Nós estamos falando de produtividade do trabalho.&quot;


A expectativa é que uma Proposta de Emenda à Constituição para a redução da escala 6x1 seja votada ainda neste mês na Câmara dos Deputados.
  2:29 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 15 May 2026 04:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, defendeu, nesta quarta-feira (13), na Câmara dos Deputados, que o fim da escala 6x1 deve ocorrer de forma imediata, sem um período de transição. <strong>Para o titular da pasta, outras alterações legais que beneficiam o setor patronal não preveem transição, situação que deve valer também para os trabalhadores:</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689415&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689415&o=rss"></p>

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<p>"Quando se aprova isenção fiscal para grande empresário aqui no parlamento brasileiro, passa a valer no dia seguinte. Ninguém fala em transição. Quando se tem penduricalhos aprovados por uma normativa em qualquer poder, passa a valer no dia seguinte. Ninguém fala em um, dois anos de transição. Por que na hora que é para defender o trabalhador tem que botar dois, cinco, dez anos de transição? Nós somos contra qualquer medida dessa natureza."</p>
</blockquote>

<p>Uma Comissão Especial de deputados analisa as propostas em tramitação para reduzir a atual escala de trabalho 6x1 e a jornada máxima, que hoje é de 44 horas semanais.</p>

<h3>Compensação</h3>

<p>Durante o debate, o ministro <strong>Boulos afirmou ainda que a proposta de compensar o setor empresarial pela redução da jornada também não é razoável</strong>, já que penalizaria mais o trabalhador:</p>

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<p>"Alguém chegou a propor compensações para as empresas quando se aumenta salário mínimo no Brasil? Não. Não seria razoável. Alguém que propusesse isso talvez fosse alvo de chacota. Se o impacto econômico, segundo o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, é semelhante, por que nós vamos falar agora de compensação, de 'bolsa patrão'? Quer dizer, o trabalhador reduz a sua jornada, ganha dois dias para poder descansar, que é uma coisa humana, aí esse próprio trabalhador, por meio dos seus impostos, tem que financiar uma compensação? Não tem razoabilidade."</p>
</blockquote>

<h3>Estudo da FGV</h3>

<p>Boulos também citou um estudo da Fundação Getulio Vargas que mostra que a maioria das empresas tiveram aumento do faturamento com a redução da jornada:</p>

<blockquote>
<p>"Por uma experiência que foi feita no Brasil em 2024, com a participação de 19 empresas, com dados coletados pela insuspeita Fundação Getulio Vargas. Essas empresas fizeram um experimento de redução de escala e de jornada de trabalho. Qual foi o resultado desse experimento? Setenta e dois por cento das empresas observaram aumento na receita. O engajamento dos trabalhadores no seu serviço, na sua tarefa, aumentou 60%. Nós estamos falando de produtividade do trabalho."</p>
</blockquote>

<p>A expectativa é que uma Proposta de Emenda à Constituição para a redução da escala 6x1 seja votada ainda neste mês na Câmara dos Deputados.</p>
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<item>
<title>STF tenta ouvir Mário Frias sobre repasses a filme de Bolsonaro</title>
<link>https://apareceu.com/stf-tenta-ouvir-mario-frias-sobre-repasses-a-filme-de-bolsonaro</link>
<guid>https://apareceu.com/stf-tenta-ouvir-mario-frias-sobre-repasses-a-filme-de-bolsonaro</guid>
<description><![CDATA[ O Supremo Tribunal Federal tenta intimar o deputado federal Mário Frias, do PL de São Paulo, a prestar esclarecimentos sobre irregularidades de emendas parlamentares para a produção de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Mário Frias é o produtor executivo da obra.

O ministro Flávio Dino recebeu a denúncia de que R$ 2,6 milhões de emendas parlamentares foram destinados para uma ONG presidida por Karina Gama, que está à frente da produção do filme. Oficiais de Justiça tentaram notificar o deputado três vezes, mas não tiveram sucesso. A Agência Brasil não conseguiu retorno de Mário Frias.

Envolvidos na produção de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro negam que Daniel Vorcaro, dono do banco Master, tenha repassado recursos para a obra.

Áudio divulgado pelo site Intercept Brasil, nessa quarta-feira, mostra o senador Flávio Bolsonaro cobrando de Daniel Vorcaro o repasse de R$ 134 milhões de reais para pagamento da produção deste filme.

Segundo a reportagem, Vorcaro repassou R$ 61 milhões em parcelas, entre fevereiro e maio de 2025, para Flavio Bolsonaro, que é pré-candidato à presidência da República.

O senador admitiu que cobrou de Vorcaro o repasse de dinheiro, alegando que havia um contrato para produção do filme. Flávio Bolsonaro afirmou que se tratava de patrocínio privado e que não teria oferecido vantagens em troca.


“Eu conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024. Não tinha mais governo Bolsonaro, não tinha absoluto absolutamente nenhuma acusação contra ele. O que acontece é que com o passar do tempo, ele simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato. Sim, tinha um contrato que ao ele não pagar essas parcelas, tinha uma grande chance de o filme sequer ser veiculado, o filme sequer ser concluído. Em função disso, inclusive procuramos outros investidores para concluir esse filme”.


Nessa quarta-feira, o deputado Mário negou o repasse de dinheiro de Vorcaro para a obra. Frias também afirmou que Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme e teria apenas cedido direitos de imagem da família para a produção.

A produtora norte-americana do filme, a Go Up Entertainment, afirmou em nota que não recebeu um centavo de Daniel Vorcaro para o longa-metragem. A empresa também disse que não pode divulgar quem investiu na produção, por ter acordo de confidencialidade.

A reportagem do Intercept mostra que as transferências de Vorcaro teriam ido diretamente para um fundo gerido por Paulo Calixto, advogado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro. O ex-parlamentar fugiu para os Estados Unidos após uma investigação aberta contra ele pelo STF.

A quebra de sigilo de Daniel Vorcaro foi autorizada pelo STF. A Polícia Federal investiga a relação do banqueiro com políticos no inquérito que apura as fraudes de R$ 17 bilhões cometidas pelo Banco Master. Vorcaro está preso em Brasília e negociando uma delação premiada.

A reportagem tentou contato com as defesas de Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, mas não teve retorno. 
  3:33 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 15 May 2026 04:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal tenta intimar o deputado federal Mário Frias, do PL de São Paulo, a prestar esclarecimentos sobre irregularidades de emendas parlamentares para a produção de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Mário Frias é o produtor executivo da obra.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689523&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689523&o=rss"></p>

<p><strong>O ministro Flávio Dino recebeu a denúncia de que R$ 2,6 milhões de emendas parlamentares foram destinados para uma ONG presidida por Karina Gama, que está à frente da produção do filme.</strong> Oficiais de Justiça tentaram notificar o deputado três vezes, mas não tiveram sucesso. A Agência Brasil não conseguiu retorno de Mário Frias.</p>

<p>Envolvidos na produção de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro negam que Daniel Vorcaro, dono do banco Master, tenha repassado recursos para a obra.</p>

<p><strong>Áudio divulgado pelo site Intercept Brasil, nessa quarta-feira, mostra o senador Flávio Bolsonaro cobrando de Daniel Vorcaro o repasse de R$ 134 milhões de reais para pagamento da produção deste filme.</strong></p>

<p>Segundo a reportagem, Vorcaro repassou R$ 61 milhões em parcelas, entre fevereiro e maio de 2025, para Flavio Bolsonaro, que é pré-candidato à presidência da República.</p>

<p>O senador admitiu que cobrou de Vorcaro o repasse de dinheiro, alegando que havia um contrato para produção do filme. Flávio Bolsonaro afirmou que se tratava de patrocínio privado e que não teria oferecido vantagens em troca.</p>

<blockquote>
<p>“Eu conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024. Não tinha mais governo Bolsonaro, não tinha absoluto absolutamente nenhuma acusação contra ele. O que acontece é que com o passar do tempo, ele simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato. Sim, tinha um contrato que ao ele não pagar essas parcelas, tinha uma grande chance de o filme sequer ser veiculado, o filme sequer ser concluído. Em função disso, inclusive procuramos outros investidores para concluir esse filme”.</p>
</blockquote>

<p><strong>Nessa quarta-feira, o deputado Mário negou o repasse de dinheiro de Vorcaro para a obra. Frias também afirmou que Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme e teria apenas cedido direitos de imagem da família para a produção.</strong></p>

<p>A produtora norte-americana do filme, a Go Up Entertainment, afirmou em nota que não recebeu um centavo de Daniel Vorcaro para o longa-metragem. A empresa também disse que não pode divulgar quem investiu na produção, por ter acordo de confidencialidade.</p>

<p><strong>A reportagem do Intercept mostra que as transferências de Vorcaro teriam ido diretamente para um fundo gerido por Paulo Calixto, advogado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro.</strong> O ex-parlamentar fugiu para os Estados Unidos após uma investigação aberta contra ele pelo STF.</p>

<p>A quebra de sigilo de Daniel Vorcaro foi autorizada pelo STF. A Polícia Federal investiga a relação do banqueiro com políticos no inquérito que apura as fraudes de R$ 17 bilhões cometidas pelo Banco Master. Vorcaro está preso em Brasília e negociando uma delação premiada.</p>

<p>A reportagem tentou contato com as defesas de Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, mas não teve retorno. </p>
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<title>Eleitor pode se inscrever como mesário voluntário nas eleições de 2026</title>
<link>https://apareceu.com/eleitor-pode-se-inscrever-como-mesario-voluntario-nas-eleicoes-de-2026</link>
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<description><![CDATA[ Estão abertas as inscrições para mesário voluntário nas eleições de 2026, que ocorrem em outubro. Cabe a eles fiscalizar o processo nas zonas eleitorais, desempenhando atividades como organizar a fila de eleitores, inspecionar urnas e cabines e localizar os nomes no caderno de votação.

Podem se inscrever eleitores maiores de 18 anos, em situação regular com a Justiça eleitoral. Fica vedada a participação de quem concorre a um cargo elegível este ano, parentes de até segundo grau de candidatos e membros de diretórios de partidos políticos que exerçam função executiva.

Autoridades policiais também não podem ser convocadas, pois participam do processo eleitoral de outras formas, como na segurança dos locais de votação e no transporte das urnas.

O cadastro é feito online, pelo aplicativo e-Título, ou nos sites dos tribunais regionais eleitorais. O candidato também pode entrar em contato com o cartório eleitoral por meio do telefone ou WhatsApp local, disponibilizado nos sites dos TREs.

A inscrição não significa convocação imediata para a função de mesário. Se não tiver vaga, o cadastro fica guardado para futuras eleições. Já o selecionado recebe a confirmação por meio de carta convocatória oficial da Justiça eleitoral ou também de forma digital, por WhatsApp oficial ou e-Título. No dia da eleição, a ausência não justificada pode gerar penalidade.

O Tribunal Superior Eleitoral orienta os mesários a realizarem o treinamento preparatório pelo aplicativo Mesário, disponível para download.

O universitário Miguel de Paula atua como mesário voluntário. Para ele, o trabalho é uma forma gratificante de contribuir para a sociedade...


“Acredito sim que possa contribuir com a cidadania do país. Acho que é um exercício que a gente tem que ter pelo menos uma vez, até para conhecer todo o processo da votação. É gratificante pelo lado de que você está ali conhecendo a política de perto e como as pessoas se portam no dia da votação também”.


Jonathas Rocha também é mesário voluntário e compartilha da opinião...


“Uma função muito importante. Vale a pena para você ter experiência e você também poder ajudar o seu país diretamente e até indiretamente ali, auxiliando as pessoas a votarem e tudo mais”.


Quem trabalha, tanto de forma voluntária quanto por meio de convocação, não recebe remuneração, apenas o auxílio-alimentação no valor de R$ 65 por turno trabalhado. Outros benefícios previstos são dois dias de folga para cada dia trabalhado nas eleições e para cada dia de treinamento, e validação do serviço como atividade extracurricular em faculdades ou universidades que têm acordo com o TRE. Além disso, caso previsto em edital, o trabalho pode ser considerado critério de desempate em concursos públicos.

Neste ano, mais de 150 milhões de brasileiras e brasileiros vão escolher o presidente da República, governadores e senadores, deputados federais, estaduais e distritais. O primeiro turno será em 4 de outubro e o segundo, quando houver necessidade, em 25 de outubro.

Em 2026, o Brasil alcançará três décadas de uso da urna eletrônica. Nesse período, o país se consolidou pela realização da maior eleição informatizada do mundo. 

*Com informações da Agência Brasil e produção da Dayana Victor
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<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleitor, pode, inscrever, como, mesário, voluntário, nas, eleições, 2026</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para mesário voluntário nas eleições de 2026, que ocorrem em outubro. Cabe a eles fiscalizar o processo nas zonas eleitorais, desempenhando atividades como organizar a fila de eleitores, inspecionar urnas e cabines e localizar os nomes no caderno de votação.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689052&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689052&o=rss"></p>

<p><strong>Podem se inscrever eleitores maiores de 18 anos, em situação regular com a Justiça eleitoral. Fica vedada a participação de quem concorre a um cargo elegível este ano, parentes de até segundo grau de candidatos e membros de diretórios de partidos políticos que exerçam função executiva.</strong></p>

<p>Autoridades policiais também não podem ser convocadas, pois participam do processo eleitoral de outras formas, como na segurança dos locais de votação e no transporte das urnas.</p>

<p><strong>O cadastro é feito online, pelo aplicativo e-Título, ou nos sites dos tribunais regionais eleitorais.</strong> O candidato também pode entrar em contato com o cartório eleitoral por meio do telefone ou WhatsApp local, disponibilizado nos sites dos TREs.</p>

<p><strong>A inscrição não significa convocação imediata para a função de mesário.</strong> Se não tiver vaga, o cadastro fica guardado para futuras eleições. Já o selecionado recebe a confirmação por meio de carta convocatória oficial da Justiça eleitoral ou também de forma digital, por WhatsApp oficial ou e-Título. No dia da eleição, a ausência não justificada pode gerar penalidade.</p>

<p>O Tribunal Superior Eleitoral orienta os mesários a realizarem o treinamento preparatório pelo aplicativo Mesário, disponível para download.</p>

<p>O universitário Miguel de Paula atua como mesário voluntário. Para ele, o trabalho é uma forma gratificante de contribuir para a sociedade...</p>

<blockquote>
<p>“Acredito sim que possa contribuir com a cidadania do país. Acho que é um exercício que a gente tem que ter pelo menos uma vez, até para conhecer todo o processo da votação. É gratificante pelo lado de que você está ali conhecendo a política de perto e como as pessoas se portam no dia da votação também”.</p>
</blockquote>

<p>Jonathas Rocha também é mesário voluntário e compartilha da opinião...</p>

<blockquote>
<p>“Uma função muito importante. Vale a pena para você ter experiência e você também poder ajudar o seu país diretamente e até indiretamente ali, auxiliando as pessoas a votarem e tudo mais”.</p>
</blockquote>

<p><strong>Quem trabalha, tanto de forma voluntária quanto por meio de convocação, não recebe remuneração, apenas o auxílio-alimentação no valor de R$ 65 por turno trabalhado. Outros benefícios previstos são dois dias de folga para cada dia trabalhado nas eleições e para cada dia de treinamento, e validação do serviço como atividade extracurricular em faculdades ou universidades que têm acordo com o TRE. Além disso, caso previsto em edital, o trabalho pode ser considerado critério de desempate em concursos públicos.</strong></p>

<p>Neste ano, mais de 150 milhões de brasileiras e brasileiros vão escolher o presidente da República, governadores e senadores, deputados federais, estaduais e distritais. O primeiro turno será em 4 de outubro e o segundo, quando houver necessidade, em 25 de outubro.</p>

<p>Em 2026, o Brasil alcançará três décadas de uso da urna eletrônica. Nesse período, o país se consolidou pela realização da maior eleição informatizada do mundo. </p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil e produção da Dayana Victor</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:24</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>No Planalto, Lula recebe ex&#45;presidente do Chile Michelle Bachelet</title>
<link>https://apareceu.com/no-planalto-lula-recebe-ex-presidente-do-chile-michelle-bachelet</link>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula recebeu nesta segunda-feira a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet, no Palácio do Planalto, em Brasília. O encontro aconteceu em meio a articulações para a candidatura de Bachelet ao cargo de Secretária-Geral da ONU, Organização das Nações Unidas.

Pelas redes sociais, Lula afirmou o encontro tratou da agenda internacional e o papel que uma &quot;ONU reformada precisa ter para a promoção da paz e do desenvolvimento sustentável&quot;, assim como &quot;para o fortalecimento do multilateralismo&quot;.

Michelle Bachelet foi a primeira Subsecretária-Geral e Diretora Executiva da ONU Mulheres. Ela permaneceu no cargo de 2010 a 2013, período em que coordenou trabalho sobre igualdade de gênero e empoderamento das mulheres em âmbito global, regional e nacional, segundo perfil da política chilena na página da organização.

Para o presidente Lula, essa experiência credencia Bachelet a ser a primeira mulher latino-americana a liderar a ONU.
  1:06 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Planalto, Lula, recebe, ex-presidente, Chile, Michelle, Bachelet</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula recebeu nesta segunda-feira a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet, no Palácio do Planalto, em Brasília. O encontro aconteceu em meio a articulações para a candidatura de Bachelet ao cargo de Secretária-Geral da ONU, Organização das Nações Unidas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689068&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689068&o=rss"></p>

<p>Pelas redes sociais, Lula afirmou o encontro tratou da agenda internacional e o papel que uma "ONU reformada precisa ter para a promoção da paz e do desenvolvimento sustentável", assim como "para o fortalecimento do multilateralismo".</p>

<p>Michelle Bachelet foi a primeira Subsecretária-Geral e Diretora Executiva da ONU Mulheres. Ela permaneceu no cargo de 2010 a 2013, período em que coordenou trabalho sobre igualdade de gênero e empoderamento das mulheres em âmbito global, regional e nacional, segundo perfil da política chilena na página da organização.</p>

<p>Para o presidente Lula, essa experiência credencia Bachelet a ser a primeira mulher latino-americana a liderar a ONU.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:06</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Brasil tem 158 milhões de eleitores aptos a votar em 2026, divulga TSE</title>
<link>https://apareceu.com/brasil-tem-158-milhoes-de-eleitores-aptos-a-votar-em-2026-divulga-tse</link>
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<description><![CDATA[ A exatamente 150 dias para o primeiro turno das Eleições 2026, em 4 de outubro, o país atingiu a marca histórica de 158 milhões de cidadãos aptos a votar.

A informação foi divulgada pelo TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, durante o balanço do cadastro eleitoral, que foi fechado nesta quinta-feira (7).

A partir de agora, não é possível mais fazer o título, revisar informações ou fazer a transferência do domicílio eleitoral.

O balanço do TSE aponta que quase 89% dos eleitores já possuem biometria cadastrada, que é a identificação eletrônica por meio da digital.

O corregedor-geral eleitoral, ministro Antonio Carlos Ferreira, detalhou o aumento desse cadastro biométrico.


“Em 2024, tínhamos um percentual de 82%, 82,78% de eleitores com biometria. Hoje, temos 88,78% de eleitores biometrizados, um acréscimo de 6%, que equivale a mais de 9 milhões de novos eleitores com biometria”.


Com esse crescimento, o país chega a 140 milhões de pessoas com segurança reforçada na hora de votar, segundo a corte.  

Antonio Carlos destacou também o aumento no número de jovens eleitores em relação à 2024.


“Tivemos um aumento de quase 125 mil jovens eleitores do último ciclo eleitoral para este, o que representa um aumento de 7%”.


O corregedor destacou ainda o esforço das equipes técnicas, que fizeram só no último dia do prazo, que foi nesta quarta, quase um milhão de atendimentos.

O trabalho agora é processar todos dados e preparar as urnas eletrônicas para as eleições em 4 de outubro, em 1º turno, e 25 do mesmo mês, no eventual 2º turno.

Nas eleições 2026, os eleitores vão escolher o presidente da República, senadores, governadores, deputados federais, estaduais e distritais, no caso do Distrito Federal. 
  2:13 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 09 May 2026 21:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A exatamente 150 dias para o primeiro turno das Eleições 2026, em 4 de outubro, o país atingiu a marca histórica de 158 milhões de cidadãos aptos a votar.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688757&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688757&o=rss"></p>

<p>A informação foi divulgada pelo TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, durante o balanço do cadastro eleitoral, que foi fechado nesta quinta-feira (7).</p>

<p><strong>A partir de agora, não é possível mais fazer o título, revisar informações ou fazer a transferência do domicílio eleitoral.</strong></p>

<p><strong>O balanço do TSE aponta que quase 89% dos eleitores já possuem biometria cadastrada, que é a identificação eletrônica por meio da digital.</strong></p>

<p>O corregedor-geral eleitoral, ministro Antonio Carlos Ferreira, detalhou o aumento desse cadastro biométrico.</p>

<blockquote>
<p>“Em 2024, tínhamos um percentual de 82%, 82,78% de eleitores com biometria. Hoje, temos 88,78% de eleitores biometrizados, um acréscimo de 6%, que equivale a mais de 9 milhões de novos eleitores com biometria”.</p>
</blockquote>

<p><strong>Com esse crescimento, o país chega a 140 milhões de pessoas com segurança reforçada na hora de votar, segundo a corte.  </strong></p>

<p>Antonio Carlos destacou também o aumento no número de jovens eleitores em relação à 2024.</p>

<blockquote>
<p>“Tivemos um aumento de quase 125 mil jovens eleitores do último ciclo eleitoral para este, o que representa um aumento de 7%”.</p>
</blockquote>

<p>O corregedor destacou ainda o esforço das equipes técnicas, que fizeram só no último dia do prazo, que foi nesta quarta, quase um milhão de atendimentos.</p>

<p>O trabalho agora é processar todos dados e preparar as urnas eletrônicas para as eleições em 4 de outubro, em 1º turno, e 25 do mesmo mês, no eventual 2º turno.</p>

<p>Nas eleições 2026, os eleitores vão escolher o presidente da República, senadores, governadores, deputados federais, estaduais e distritais, no caso do Distrito Federal. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:13</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Na renovação de concessões de energia, Lula comenta encontro com Trump</title>
<link>https://apareceu.com/na-renovacao-de-concessoes-de-energia-lula-comenta-encontro-com-trump</link>
<guid>https://apareceu.com/na-renovacao-de-concessoes-de-energia-lula-comenta-encontro-com-trump</guid>
<description><![CDATA[ O presidente Lula voltou a falar sobre as negociações em curso para tentar por fim ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao Brasil, um dia após o encontro com o presidente Donald Trump, ocorrido em Washington.

Foi durante evento de assinatura da renovação de contratos de concessão de energia, nesta sexta-feira (8), em Brasília.


&quot;E hoje eu posso dizer para vocês: nós estamos trabalhando com os Estados Unidos muito seriamente; não só para acertar a questão dos preços entre os nossos ministérios. Disse ao presidente Trump: o século XX inteiro, até 2008, os Estados Unidos era o maior parceiro comercial do Brasil. E entrou a China, por quê? Porque vocês abandonaram o Brasil. E [os chineses] entraram contribuindo de forma extraordinária, fazendo investimento que nós não vamos recusar.&quot;


Ouça também 🎧: Conversa entre Lula e Trump pode acabar com impasse tarifário

Ainda fazendo menção ao encontro com o líder dos Estados Unidos, Lula afirmou estar tranquilo com a relação com a Casa Branca.


&quot;E ainda disse para o presidente Trump: nós somos dois homens de 80 anos. E dois homens de 80 anos não brincam de serviço. Teoricamente nós temos menos tempo pela frente. Por isso é que nós temos que saber o que é que nós queremos fazer. E é dessa forma que a gente vai ganhando a respeitabilidade. Ninguém respeita quem não se respeita. Ninguém respeita lambe-botas. Se você quer ser respeitado, você se respeita em primeiro lugar. Quando você se respeitar, as pessoas te respeitam.&quot;



            
        
    
Brasília (DF), 07/05/2026 - Renovação de contratos de concessão com distribuidoras de energia elétrica. Foto: MME/Divulgação - MME/Divulgação


Energia elétrica

No evento, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, fez o anúncio de renovação de contratos com 14 distribuidoras que atuam em 13 estados. Em contrapartida, até 2030, os investimentos privados para modernização do setor elétrico serão da ordem de R$ 130 bilhões.

Segundo Silveira, os novos contratos seguirão diretrizes mais rigorosas, com a inclusão da satisfação do consumidor como indicador de desempenho das distribuidoras.


&quot;Nos novos contratos as distribuidoras se comprometem com metas de maior qualidade de serviços prestados aos usuários de energia elétrica. São 17 diretrizes que englobam regras mais rigorosas. O objetivo é proporcionar atendimento mais eficiente, mais rápido, mais respeitoso aos consumidores de energia brasileiros. Vamos caminhar para o fim dos apagões e da irritante demora que nós todos aqui conhecemos no call center.&quot;


Segundo o governo federal, durante a vigência dos contratos, a expectativa é de geração de mais de 100 mil empregos e 30 mil profissionais do setor elétrico capacitados.

Lula e Silveira também assinaram a ampliação programa Luz para Todos para alcançar mais de 233 mil novas famílias que vivem em áreas rurais, comunidades isoladas, indígenas e quilombolas, especialmente na Amazônia Legal.
 
  3:04 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 09 May 2026 21:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>renovação, concessões, energia, Lula, comenta, encontro, com, Trump</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula voltou a falar sobre as negociações em curso para tentar por fim ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao Brasil, um dia após o encontro com o presidente Donald Trump, ocorrido em Washington.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688883&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688883&o=rss"></p>

<p>Foi durante evento de assinatura da renovação de contratos de concessão de energia, nesta sexta-feira (8), em Brasília.</p>

<blockquote>
<p>"E hoje eu posso dizer para vocês: nós estamos trabalhando com os Estados Unidos muito seriamente; não só para acertar a questão dos preços entre os nossos ministérios. Disse ao presidente Trump: o século XX inteiro, até 2008, os Estados Unidos era o maior parceiro comercial do Brasil. E entrou a China, por quê? Porque vocês abandonaram o Brasil. E [os chineses] entraram contribuindo de forma extraordinária, fazendo investimento que nós não vamos recusar."</p>
</blockquote>

<h3><strong>Ouça também 🎧: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2026-05/conversa-entre-lula-e-trump-pode-acabar-com-impasse-tarifario" target="_blank">Conversa entre Lula e Trump pode acabar com impasse tarifário</a></strong></h3>

<p>Ainda fazendo menção ao encontro com o líder dos Estados Unidos, Lula afirmou estar tranquilo com a relação com a Casa Branca.</p>

<blockquote>
<p>"E ainda disse para o presidente Trump: nós somos dois homens de 80 anos. E dois homens de 80 anos não brincam de serviço. Teoricamente nós temos menos tempo pela frente. Por isso é que nós temos que saber o que é que nós queremos fazer. E é dessa forma que a gente vai ganhando a respeitabilidade. Ninguém respeita quem não se respeita. Ninguém respeita lambe-botas. Se você quer ser respeitado, você se respeita em primeiro lugar. Quando você se respeitar, as pessoas te respeitam."</p>
</blockquote>

<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image atom-align-center"><div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=462081:cheio_8colunas {"additionalClasses":""} -->
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</div></div>

<h3><strong>Energia elétrica</strong></h3>

<p>No evento, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, fez <strong>o anúncio de renovação de contratos com 14 distribuidoras</strong> <strong>que atuam em 13 estados</strong>. Em contrapartida, até 2030, os investimentos privados para modernização do setor elétrico serão da ordem de R$ 130 bilhões.</p>

<p>Segundo Silveira,<strong> os novos contratos seguirão diretrizes mais rigorosas, com a inclusão da satisfação do consumidor</strong> como indicador de desempenho das distribuidoras.</p>

<blockquote>
<p>"Nos novos contratos as distribuidoras se comprometem com metas de maior qualidade de serviços prestados aos usuários de energia elétrica. São 17 diretrizes que englobam regras mais rigorosas. O objetivo é proporcionar atendimento mais eficiente, mais rápido, mais respeitoso aos consumidores de energia brasileiros. Vamos caminhar para o fim dos apagões e da irritante demora que nós todos aqui conhecemos no call center."</p>
</blockquote>

<p>Segundo o governo federal, durante a vigência dos contratos, <strong>a expectativa é de geração de mais de 100 mil empregos e 30 mil profissionais do setor elétrico capacitados.</strong></p>

<p>Lula e Silveira também assinaram a ampliação programa Luz para Todos para alcançar mais de 233 mil novas famílias que vivem em áreas rurais, comunidades isoladas, indígenas e quilombolas, especialmente na Amazônia Legal.<br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">3:04</span>]]> </content:encoded>
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<title>Ministros do Brasil e dos EUA vão discutir tarifas; prazo é de 30 dias</title>
<link>https://apareceu.com/ministros-do-brasil-e-dos-eua-vao-discutir-tarifas-prazo-e-de-30-dias</link>
<guid>https://apareceu.com/ministros-do-brasil-e-dos-eua-vao-discutir-tarifas-prazo-e-de-30-dias</guid>
<description><![CDATA[ Os governos do Brasil e dos Estados Unidos vão realizar uma nova reunião nos próximos 30 dias com a expectativa de colocar um fim às negociações sobre tarifas comerciais.

A informação foi dada pelo presidente Lula, nesta quinta-feira (7), durante coletiva de imprensa que ocorreu após reunião realizada com o presidente Donald Trump e representantes dos dois países na Casa Branca.


“Ele sempre acha que nós cobramos muito imposto e nós sempre falamos: ‘Não, porque nós temos a média do imposto que nós cobramos de vocês é 2.7%. Mas eles continuam a teimar, mas tem produto que é 12%. Então, eu falei assim: ‘então, Trump, vamos fazer o seguinte, vamos colocar um grupo de trabalho e vamos permitir que esse moço da indústria do comércio do Brasil, junto com o teu moço do comércio, sente em 30 dias e apresentem para nós uma proposta para a gente poder manter o martelo. Quem tiver errado, vai ceder”.


 

Clima amistoso 

O encontro entre os dois líderes durou três horas e foi avaliado por Trump como &quot;muito produtivo&quot;, em uma postagem pelas redes sociais. No texto, o presidente dos Estados Unidos ressaltou o tema do comércio bilateral como destaque da agenda de trabalho.

Os Estados Unidos investigam o Brasil no âmbito da chamada &#039;Seção 301&#039;, que apura supostas práticas desleais de comércio. No entanto, em 2025, o governo brasileiro registrou um déficit entre 20 e 30 bilhões de dólares no comércio bilateral com os Estados Unidos.

Ainda na publicação, Trump chamou Lula de &quot;o dinâmico presidente do Brasil&quot;, e o clima amistoso foi destaque em diferentes momentos da conversa de Lula com os jornalistas.


&quot;Acho que foi uma reunião importante para o Brasil e importante para o Estados Unidos. Eu sempre acho que a fotografia vale muito e vocês perceberam que o presidente Trump rindo é melhor do que ele de cara feia. E eu fiz questão de dizer para ele: ‘ria um pouco, é importante, alivia, alivia a nossa alma, se a gente rir um pouco”.


Apesar do tom descontraído, Lula fez críticas a postura bélica do governo de Donald Trump.


“Olha, o Trump não vai mudar o jeito dele ser por causa de uma reunião que durou três horas comigo. O que eu fiz questão de dizer para ele é o que eu penso das coisas que eu acho que podem ser feitas. Eu acredito muito mais no diálogo do que na guerra. Eu acho que a invasão do Irã vai causar mais prejuízo do que ele está imaginando, mas tem várias suposições. Ele acha que a guerra já acabou, não é o real. Ele acha que na Venezuela, tá tudo resolvido”.


 

Bloqueio a Cuba 

Lula se colocou à disposição a ajudar a Casa Branca a dialogar sobre a situação de Cuba e afirmou ter ouvido de Trump que não haverá invasão ao país caribenho.


“Eu ouvi, não sei se a tradução foi correta, é que ele disse que não pensa em invadir Cuba. Isso foi dito pela intérprete, sabe? E eu acho que isso é um grande sinal, até porque Cuba quer dialogar. Cuba quer dialogar e Cuba quer encontrar uma solução para colocar fim a um bloqueio que nunca deixou Cuba ser um país completo, livre desde a vitória da Revolução de 59”.


 

Crime organizado 

O combate ao crime organizado transnacional também foi tema do encontro. Perguntado por jornalistas, Lula afirmou que não discutiu sobre a possibilidade de classificar organizações criminosas que atuam em solo nacional como terroristas.

Sobre essa pauta, sugeriu a criação de um grupo de trabalho para resolver questões ligadas à segurança, como o tráfico de armas e lavagem de dinheiro.  


“Também é importante saber que parte das armas que chega no Brasil sai dos Estados Unidos, sabe? É importante também que tem lavagem de dinheiro que é feito em estados americanos. Então, se a gente souber isso e colocar a verdade em torno da mesa e criar um grupo de trabalho para trabalharmos juntos, a gente pode resolver em anos aquilo que não se resolveu em séculos”.


Outro impasse entre os dois países, a aplicação da Lei Magnitsky, com sanções econômicas e proibição de entrada de estrangeiros nos Estados Unidos, acusados de violações graves, segue sem desfecho. Lula entregou novamente a Donald Trump uma lista dos brasileiros que seguem sancionados pela lei norte-americana.  
  4:19 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 09 May 2026 21:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Ministros, Brasil, dos, EUA, vão, discutir, tarifas, prazo, dias</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os governos do Brasil e dos Estados Unidos vão realizar uma nova reunião nos próximos 30 dias com a expectativa de colocar um fim às negociações sobre tarifas comerciais.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688771&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688771&o=rss"></p>

<p>A informação foi dada pelo presidente Lula, nesta quinta-feira (7), durante coletiva de imprensa que ocorreu após reunião realizada com o presidente Donald Trump e representantes dos dois países na Casa Branca.</p>

<blockquote>
<p>“Ele sempre acha que nós cobramos muito imposto e nós sempre falamos: ‘Não, porque nós temos a média do imposto que nós cobramos de vocês é 2.7%. Mas eles continuam a teimar, mas tem produto que é 12%. Então, eu falei assim: ‘então, Trump, vamos fazer o seguinte, vamos colocar um grupo de trabalho e vamos permitir que esse moço da indústria do comércio do Brasil, junto com o teu moço do comércio, sente em 30 dias e apresentem para nós uma proposta para a gente poder manter o martelo. Quem tiver errado, vai ceder”.</p>
</blockquote>

<p> </p>

<h3><strong>Clima amistoso </strong></h3>

<p>O encontro entre os dois líderes durou três horas e foi avaliado por Trump como "muito produtivo", em uma postagem pelas redes sociais. No texto, o presidente dos Estados Unidos ressaltou o tema do comércio bilateral como destaque da agenda de trabalho.</p>

<p>Os Estados Unidos investigam o Brasil no âmbito da chamada 'Seção 301', que apura supostas práticas desleais de comércio. No entanto, em 2025, o governo brasileiro registrou um déficit entre 20 e 30 bilhões de dólares no comércio bilateral com os Estados Unidos.</p>

<p>Ainda na publicação, Trump chamou Lula de "o dinâmico presidente do Brasil", e o clima amistoso foi destaque em diferentes momentos da conversa de Lula com os jornalistas.</p>

<blockquote>
<p>"Acho que foi uma reunião importante para o Brasil e importante para o Estados Unidos. Eu sempre acho que a fotografia vale muito e vocês perceberam que o presidente Trump rindo é melhor do que ele de cara feia. E eu fiz questão de dizer para ele: ‘ria um pouco, é importante, alivia, alivia a nossa alma, se a gente rir um pouco”.</p>
</blockquote>

<p>Apesar do tom descontraído, Lula fez críticas a postura bélica do governo de Donald Trump.</p>

<blockquote>
<p>“Olha, o Trump não vai mudar o jeito dele ser por causa de uma reunião que durou três horas comigo. O que eu fiz questão de dizer para ele é o que eu penso das coisas que eu acho que podem ser feitas. Eu acredito muito mais no diálogo do que na guerra. Eu acho que a invasão do Irã vai causar mais prejuízo do que ele está imaginando, mas tem várias suposições. Ele acha que a guerra já acabou, não é o real. Ele acha que na Venezuela, tá tudo resolvido”.</p>
</blockquote>

<p> </p>

<h3><strong>Bloqueio a Cuba </strong></h3>

<p>Lula se colocou à disposição a ajudar a Casa Branca a dialogar sobre a situação de Cuba e afirmou ter ouvido de Trump que não haverá invasão ao país caribenho.</p>

<blockquote>
<p>“Eu ouvi, não sei se a tradução foi correta, é que ele disse que não pensa em invadir Cuba. Isso foi dito pela intérprete, sabe? E eu acho que isso é um grande sinal, até porque Cuba quer dialogar. Cuba quer dialogar e Cuba quer encontrar uma solução para colocar fim a um bloqueio que nunca deixou Cuba ser um país completo, livre desde a vitória da Revolução de 59”.</p>
</blockquote>

<p> </p>

<h3><strong>Crime organizado </strong></h3>

<p>O combate ao crime organizado transnacional também foi tema do encontro. Perguntado por jornalistas, Lula afirmou que não discutiu sobre a possibilidade de classificar organizações criminosas que atuam em solo nacional como terroristas.</p>

<p>Sobre essa pauta, sugeriu a criação de um grupo de trabalho para resolver questões ligadas à segurança, como o tráfico de armas e lavagem de dinheiro.  </p>

<blockquote>
<p>“Também é importante saber que parte das armas que chega no Brasil sai dos Estados Unidos, sabe? É importante também que tem lavagem de dinheiro que é feito em estados americanos. Então, se a gente souber isso e colocar a verdade em torno da mesa e criar um grupo de trabalho para trabalharmos juntos, a gente pode resolver em anos aquilo que não se resolveu em séculos”.</p>
</blockquote>

<p>Outro impasse entre os dois países, a aplicação da Lei Magnitsky, com sanções econômicas e proibição de entrada de estrangeiros nos Estados Unidos, acusados de violações graves, segue sem desfecho. Lula entregou novamente a Donald Trump uma lista dos brasileiros que seguem sancionados pela lei norte-americana.  </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">4:19</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Davi Alcolumbre promulga Lei da Dosimetria</title>
<link>https://apareceu.com/davi-alcolumbre-promulga-lei-da-dosimetria</link>
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<description><![CDATA[ O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, promulgou a Lei da Dosimetria. O texto será publicado em edição extra do Diário Oficial ainda nesta sexta-feira (8). Com isso, a nova lei já está valendo. É a que reduz a pena para todos os condenados pelos atos golpistas.

Ela tinha sido vetada com o argumento de que ia contra o interesse público porque reduzia penas de crimes contra a democracia. Veto derrubado na semana passada numa sessão polêmica e tumultuada. Foram 49 votos a favor da derrubada do veto no Senado e 318 na Câmara.

A lei prevê que em caso de crime de Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, seja aplicada a pena mais grave e não a soma delas, como era antes. Mas a redução da pena não é automática, como explica o advogado Joabs Sobrinho.


Então, nós temos três situações: o automático não é. A defesa provoca, ou o PGR lá, o Ministério Público provoca, ou se o ministro que estiver com a pasta, estiver com a ação, fazendo aquela ação, ele também pode fazer de ofício. Então, nós temos essas três situações. Normalmente é a defesa que provoca porque tem mais interesse, ela quer andar um pouco mais rápido.


Com a promulgação, fica aberta a possibilidade de revisão de pena dos líderes já condenados pela tentativa de golpe. E aí a gente fala do ex-presidente Jair Bolsonaro, e de militares como o ex-ministro da Casa Civil, Braga Netto; o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno; e do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier.
  1:34 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 09 May 2026 21:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, promulgou a Lei da Dosimetria.</strong> O texto será publicado em edição extra do Diário Oficial ainda nesta sexta-feira (8). Com isso, a nova lei já está valendo. É a que reduz a pena para todos os condenados pelos atos golpistas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688821&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688821&o=rss"></p>

<p>Ela tinha sido vetada com o argumento de que ia contra o interesse público porque reduzia penas de crimes contra a democracia. Veto derrubado na semana passada numa sessão polêmica e tumultuada. <strong>Foram 49 votos a favor da derrubada do veto no Senado e 318 na Câmara</strong>.</p>

<p>A lei prevê que em caso de crime de Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, seja aplicada a pena mais grave e não a soma delas, como era antes. Mas a redução da pena não é automática, como explica o advogado Joabs Sobrinho.</p>

<blockquote>
<p>Então, nós temos três situações: o automático não é.<strong> A defesa provoca, ou o PGR lá, o Ministério Público provoca, ou se o ministro que estiver com a pasta, estiver com a ação, fazendo aquela ação, ele também pode fazer de ofício</strong>. Então, nós temos essas três situações. Normalmente é a defesa que provoca porque tem mais interesse, ela quer andar um pouco mais rápido.</p>
</blockquote>

<p>Com a promulgação, <strong>fica aberta a possibilidade de revisão de pena dos líderes já condenados pela tentativa de golpe</strong>. E aí a gente fala do ex-presidente Jair Bolsonaro, e de militares como o ex-ministro da Casa Civil, Braga Netto; o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno; e do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier.</p>
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<item>
<title>Moraes pede manifestação da presidência e Congresso sobre Dosimetria</title>
<link>https://apareceu.com/moraes-pede-manifestacao-da-presidencia-e-congresso-sobre-dosimetria</link>
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<description><![CDATA[ O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deu prazo de 5 dias para que a Presidência da República e o Congresso Nacional se manifestem sobre a Lei da Dosimetria, promulgada nessa sexta-feira (8) pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A Advocacia Geral da União e a Procuradoria-Geral da República terão 3 dias para também se manifestar.

O caso chegou ao STF a partir de duas ações - uma do PSOL e outra da Associação Brasileira de Imprensa - que questionaram a lei que reduz penas para condenados pela tentativa de golpe.  Ela prevê que, em caso de crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, seja aplicada a pena mais grave e não a soma delas, como acontecia antes.

Um dos argumentos das ações é o de que, com isso, vai ser criado um tratamento mais favorável para crimes voltados à ruptura institucional. Condenados por atentados à ordem democrática passariam a receber regime mais brando do que o aplicado a autores de crimes violentos comuns.

O PSOL e a ABI também questionam o fatiamento do veto. É que apenas parte dele foi derrubado na semana passada pelo Congresso. O ponto que entrava em conflito com a Lei Antifacção foi considerado prejudicado. Isso para não beneficiar autores de crimes hediondos, como estupro e feminicídio.
  1:24 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 09 May 2026 21:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deu prazo de 5 dias para que a Presidência da República e o Congresso Nacional se manifestem sobre a Lei da Dosimetria, promulgada nessa sexta-feira (8) pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A Advocacia Geral da União e a Procuradoria-Geral da República terão 3 dias para também se manifestar.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688903&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688903&o=rss"></p>

<p>O caso chegou ao STF a partir de duas ações - uma do PSOL e outra da Associação Brasileira de Imprensa - que questionaram a lei que reduz penas para condenados pela tentativa de golpe.  Ela prevê que, em caso de crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, seja aplicada a pena mais grave e não a soma delas, como acontecia antes.</p>

<p>Um dos argumentos das ações é o de que, com isso, vai ser criado um tratamento mais favorável para crimes voltados à ruptura institucional. Condenados por atentados à ordem democrática passariam a receber regime mais brando do que o aplicado a autores de crimes violentos comuns.</p>

<p>O PSOL e a ABI também questionam o fatiamento do veto. É que apenas parte dele foi derrubado na semana passada pelo Congresso. O ponto que entrava em conflito com a Lei Antifacção foi considerado prejudicado. Isso para não beneficiar autores de crimes hediondos, como estupro e feminicídio.</p>
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<item>
<title>Urna eletrônica &amp;quot;acabou com a fraude eleitoral”, diz Cármen Lúcia</title>
<link>https://apareceu.com/urna-eletronica-acabou-com-a-fraude-eleitoral-diz-carmen-lucia</link>
<guid>https://apareceu.com/urna-eletronica-acabou-com-a-fraude-eleitoral-diz-carmen-lucia</guid>
<description><![CDATA[ A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Cármen Lúcia, afirmou nesta segunda-feira (4) que a urna eletrônica eliminou a possibilidade de fraudes nas eleições brasileiras. A declaração foi feita durante evento no TSE que marcou os 30 anos de uso da primeira máquina de votação a entrar em operação, em 1996.

Diante de centenas de estudantes das redes de ensino pública e privada do Distrito Federal, a ministra Cármen Lúcia, afirmou que os jovens têm o direito de ser o que quiserem — e que o tribunal espera que muitos deles escolham representar o povo brasileiro. Para a ministra, esse caminho passa pelas eleições, com o auxílio da urna eletrônica, que, segundo ela, acabou com a fraude eleitoral no país.


“Nesses 30 anos acabou com a fraude eleitoral, acabou com a possibilidade de uma pessoa votar por outra, acabou com a possibilidade, portanto, de a gente ter um resultado que não corresponde ao que foi votado”.


A ministra lembrou ainda que, antes da urna eletrônica, o voto era feito em cédula de papel, depositada em urna de lona e apurado manualmente — um processo vulnerável a manipulações.


“Antes se assinava numa cédula e se colocava numa urna que era de lona e essa urna era conduzida a um local onde, então, aqueles votos eram contados um por um pelas pessoas designadas. Como isto podia gerar alguma falsidade, alguém podia assinar pelo outro, alguém podia votar pelo outro, o Brasil pensou uma forma, algo que foi feito por nós, para nós, para as nossas necessidades, que é a urna eletrônica”.


A ministra também chamou atenção para o desequilíbrio de gênero na política brasileira e estimulou as mulheres jovens a ocuparem espaços públicos — e a buscarem maior paridade e representatividade nas disputas eleitorais.

Em seguida, o coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE, Rafael Azevedo, explicou detalhes sobre o funcionamento da urna eletrônica, os mecanismos de segurança, os procedimentos de auditoria e as formas de fiscalização do sistema. E lembrou ainda que ela é ecologicamente sustentável, pois, em média, 98% dos componentes das urnas são reciclados e o dinheiro da venda dessas partes retorna aos cofres públicos.

Para a estudante Aimeê, de 15 anos, a primeira visita ao TSE foi realmente impressionante e destacou a segurança do processo envolvido nas eleições.


“Eu mesmo eu sempre tive dúvida, porque a gente vê muita fake news e a gente fica: ‘ah, será que é verdade? Será que não é?’... então, foi muito legal ali ensinando a gente, desmontando a urna para provar para gente. E eu acho muito interessante esse negócio também do para testar publicamente, que eles deixam a gente ir testar a urna para ver se é protegido mesmo ou não, que mostra ao povo que é realmente seguro”.


No mesmo evento, o TSE lançou a mascote Pilili — nome inspirado no alerta sonoro emitido pela urna ao fim da votação. A ideia é incentivar eleitores jovens a participarem do pleito de outubro.

As eleições gerais acontecem no próximo dia 4 de outubro, com disputa para presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. E um eventual segundo turno para os cargos de presidente da República e governador está previsto para 25 de outubro.
  3:33 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Cármen Lúcia, afirmou nesta segunda-feira (4) que a urna eletrônica eliminou a possibilidade de fraudes nas eleições brasileiras. A declaração foi feita durante evento no TSE que marcou os 30 anos de uso da primeira máquina de votação a entrar em operação, em 1996.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688324&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688324&o=rss"></p>

<p>Diante de centenas de estudantes das redes de ensino pública e privada do Distrito Federal, a ministra Cármen Lúcia, afirmou que os jovens têm o direito de ser o que quiserem — e que o tribunal espera que muitos deles escolham representar o povo brasileiro. Para a ministra, esse caminho passa pelas eleições, com o auxílio da urna eletrônica, que, segundo ela, acabou com a fraude eleitoral no país.</p>

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<p>“Nesses 30 anos acabou com a fraude eleitoral, acabou com a possibilidade de uma pessoa votar por outra, acabou com a possibilidade, portanto, de a gente ter um resultado que não corresponde ao que foi votado”.</p>
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<p>A ministra lembrou ainda que, antes da urna eletrônica, o voto era feito em cédula de papel, depositada em urna de lona e apurado manualmente — um processo vulnerável a manipulações.</p>

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<p>“Antes se assinava numa cédula e se colocava numa urna que era de lona e essa urna era conduzida a um local onde, então, aqueles votos eram contados um por um pelas pessoas designadas. Como isto podia gerar alguma falsidade, alguém podia assinar pelo outro, alguém podia votar pelo outro, o Brasil pensou uma forma, algo que foi feito por nós, para nós, para as nossas necessidades, que é a urna eletrônica”.</p>
</blockquote>

<p><strong>A ministra também chamou atenção para o desequilíbrio de gênero na política brasileira e estimulou as mulheres jovens a ocuparem espaços públicos — e a buscarem maior paridade e representatividade nas disputas eleitorais.</strong></p>

<p>Em seguida, o coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE, Rafael Azevedo, explicou detalhes sobre o funcionamento da urna eletrônica, os mecanismos de segurança, os procedimentos de auditoria e as formas de fiscalização do sistema. E lembrou ainda que ela é ecologicamente sustentável, pois, em média, 98% dos componentes das urnas são reciclados e o dinheiro da venda dessas partes retorna aos cofres públicos.</p>

<p>Para a estudante Aimeê, de 15 anos, a primeira visita ao TSE foi realmente impressionante e destacou a segurança do processo envolvido nas eleições.</p>

<blockquote>
<p>“Eu mesmo eu sempre tive dúvida, porque a gente vê muita fake news e a gente fica: ‘ah, será que é verdade? Será que não é?’... então, foi muito legal ali ensinando a gente, desmontando a urna para provar para gente. E eu acho muito interessante esse negócio também do para testar publicamente, que eles deixam a gente ir testar a urna para ver se é protegido mesmo ou não, que mostra ao povo que é realmente seguro”.</p>
</blockquote>

<p>No mesmo evento, o TSE lançou a mascote Pilili — nome inspirado no alerta sonoro emitido pela urna ao fim da votação. A ideia é incentivar eleitores jovens a participarem do pleito de outubro.</p>

<p>As eleições gerais acontecem no próximo dia 4 de outubro, com disputa para presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. E um eventual segundo turno para os cargos de presidente da República e governador está previsto para 25 de outubro.</p>
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<title>Deputado estadual Thiago Rangel é preso no Rio de Janeiro</title>
<link>https://apareceu.com/deputado-estadual-thiago-rangel-e-preso-no-rio-de-janeiro</link>
<guid>https://apareceu.com/deputado-estadual-thiago-rangel-e-preso-no-rio-de-janeiro</guid>
<description><![CDATA[ O deputado estadual Thiago Rangel, do Avante, foi preso nesta manhã em operação da Polícia Federal contra fraudes na Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Ele é um dos sete alvos dos mandados de prisão na quarta fase da Operação Unha e Carne, que apura crimes de corrupção em procedimentos de compra de materiais e de aquisição de serviços, como obras para reformas de escolas. Os agentes ainda cumprem 23 mandados de busca e apreensão na capital fluminense e nas cidades de Campos dos Goytacazes, de Miracema e de Bom Jesus do Itabapoana, na região noroeste do estado. Todas as ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.

Segundo as apurações da PF, os suspeitos montaram um esquema de direcionamento das contratações realizadas por escolas estaduais para empresas previamente selecionadas e vinculadas à organização criminosa investigada. Além de organização criminosa, os envolvidos podem responder por peculato, fraude à licitação e lavagem de dinheiro.

Em nota, a defesa do deputado Thiago Rangel disse que ainda está se inteirando da investigação. No entanto, antecipou que o parlamentar nega qualquer irregularidade e prestará todas os esclarecimentos necessários nos autos.  

Também em nota, a Secretaria de Educação informou que está realizando uma revisão administrativa de todos os procedimentos relacionados às obras de manutenção e reparo nas unidades da rede estadual. Entre as medidas já adotadas pela pasta está a definição de um teto de R$ 130 mil para intervenções classificadas como manutenção e pequenos reparos. A ação da Polícia Federal integra uma força-tarefa que tem como objetivo assegurar a atuação uniforme e coordenada da instituição na produção de inteligência e na repressão aos principais grupos criminosos no estado do Rio de Janeiro.
  1:52 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Deputado, estadual, Thiago, Rangel, preso, Rio, Janeiro</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado estadual Thiago Rangel, do Avante, foi preso nesta manhã em operação da Polícia Federal contra fraudes na Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Ele é um dos sete alvos dos mandados de prisão na quarta fase da Operação Unha e Carne, que apura crimes de corrupção em procedimentos de compra de materiais e de aquisição de serviços, como obras para reformas de escolas. Os agentes ainda cumprem 23 mandados de busca e apreensão na capital fluminense e nas cidades de Campos dos Goytacazes, de Miracema e de Bom Jesus do Itabapoana, na região noroeste do estado. Todas as ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688369&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688369&o=rss"></p>

<p>Segundo as apurações da PF, os suspeitos montaram um esquema de direcionamento das contratações realizadas por escolas estaduais para empresas previamente selecionadas e vinculadas à organização criminosa investigada. Além de organização criminosa, os envolvidos podem responder por peculato, fraude à licitação e lavagem de dinheiro.</p>

<p>Em nota, a defesa do deputado Thiago Rangel disse que ainda está se inteirando da investigação. No entanto, antecipou que o parlamentar nega qualquer irregularidade e prestará todas os esclarecimentos necessários nos autos.  </p>

<p>Também em nota, a Secretaria de Educação informou que está realizando uma revisão administrativa de todos os procedimentos relacionados às obras de manutenção e reparo nas unidades da rede estadual. Entre as medidas já adotadas pela pasta está a definição de um teto de R$ 130 mil para intervenções classificadas como manutenção e pequenos reparos. A ação da Polícia Federal integra uma força-tarefa que tem como objetivo assegurar a atuação uniforme e coordenada da instituição na produção de inteligência e na repressão aos principais grupos criminosos no estado do Rio de Janeiro.</p>
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<title>Veto da dosimetria: prazo para promulgação termina nesta quarta&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/veto-da-dosimetria-prazo-para-promulgacao-termina-nesta-quarta-feira</link>
<guid>https://apareceu.com/veto-da-dosimetria-prazo-para-promulgacao-termina-nesta-quarta-feira</guid>
<description><![CDATA[ Termina nesta quarta-feira (6) à noite o prazo para promulgação da derrubada do veto da proposta da dosimetria. É o veto integral do presidente Lula àquela proposta que reduz a pena para todos os condenados pelos atos golpistas. Tinha sido vetado com o argumento de que o texto era contra o interesse público porque reduzia penas de crimes contra a democracia. O Congresso derrubou esse veto e agora o texto precisa ser promulgado para começar a valer.

Na última quinta-feira, o veto foi derrubado no Senado com 49 votos favoráveis e 24 contrários. Eram necessários 41 para manter. Na Câmara, foram 318 votos contra 144, quando eram necessários 257 pela manutenção do veto. Ainda nas discussões, a votação precisou ser fatiada. Isso para que ela beneficiasse apenas os envolvidos na tentativa de golpe e não outros crimes já previstos na Lei Antifacção como estupro, tráfico e feminicídio.

Vamos só lembrar o que é a dosimetria. Ela prevê que em caso de crime de Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, deve ser aplicada a maior pena e não as penas somadas. Acaba beneficiando os condenados pelo 8 de janeiro e aí a gente fala do ex-presidente Jair Bolsonaro; e de militares como o ex-ministro da Casa Civil, Braga Netto; o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno; e do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier.

O prazo para promulgação termina na noite desta quarta-feira. Tarefa que deve ficar a cargo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já que o presidente Lula está em viagem aos Estados Unidos onde deve se encontrar com o presidente norte-americano, Donald Trump, nesta quinta-feira.
  1:48 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Veto, dosimetria:, prazo, para, promulgação, termina, nesta, quarta-feira</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Termina nesta quarta-feira (6) à noite o prazo para promulgação da derrubada do veto da proposta da dosimetria. É o veto integral do presidente Lula àquela proposta que reduz a pena para todos os condenados pelos atos golpistas. Tinha sido vetado com o argumento de que o texto era contra o interesse público porque reduzia penas de crimes contra a democracia. O Congresso derrubou esse veto e agora o texto precisa ser promulgado para começar a valer.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688571&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688571&o=rss"></p>

<p>Na última quinta-feira, o veto foi derrubado no Senado com 49 votos favoráveis e 24 contrários. Eram necessários 41 para manter. Na Câmara, foram 318 votos contra 144, quando eram necessários 257 pela manutenção do veto. Ainda nas discussões, a votação precisou ser fatiada. Isso para que ela beneficiasse apenas os envolvidos na tentativa de golpe e não outros crimes já previstos na Lei Antifacção como estupro, tráfico e feminicídio.</p>

<p>Vamos só lembrar o que é a dosimetria. Ela prevê que em caso de crime de Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, deve ser aplicada a maior pena e não as penas somadas. Acaba beneficiando os condenados pelo 8 de janeiro e aí a gente fala do ex-presidente Jair Bolsonaro; e de militares como o ex-ministro da Casa Civil, Braga Netto; o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno; e do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier.</p>

<p>O prazo para promulgação termina na noite desta quarta-feira. Tarefa que deve ficar a cargo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já que o presidente Lula está em viagem aos Estados Unidos onde deve se encontrar com o presidente norte-americano, Donald Trump, nesta quinta-feira.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:48</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Deputados que ocuparam mesa da Câmara têm mandato suspenso por 60 dias</title>
<link>https://apareceu.com/deputados-que-ocuparam-mesa-da-camara-tem-mandato-suspenso-por-60-dias</link>
<guid>https://apareceu.com/deputados-que-ocuparam-mesa-da-camara-tem-mandato-suspenso-por-60-dias</guid>
<description><![CDATA[ O Conselho de Ética da Câmara aprovou a suspensão de mandato por 60 dias de três deputados: Marcos Pollon e Zé Trovão, do PL, e Marcel van Hattem, do Novo.

A punição veio oito meses depois da ocupação por um grupo de parlamentares da Mesa da Câmara, pedindo a votação da proposta da anistia e protestando contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Com isso, foram mais de 30 horas de suspensão das votações na Casa com direito à bate boca, briga e empurra empurra.

O deputado Marcos Pollon sentou na cadeira do presidente e impediu o retorno de Hugo Motta ao lugar. Marcel Van Hatten ocupou outra cadeira do lado dele e Zé Trovão fez uma barreira, impedindo com o corpo a chegada de Motta ao seu lugar.

Na defesa, os três falaram em perseguição política, disseram que não podiam se omitir naquele momento e criticaram aspectos técnicos do processo. Também disseram que acreditam na reversão da punição quando o recurso for votado em plenário.

A punição sugerida pela Mesa Diretora era de 30 dias, mas o relator, deputado Moses Rodrigues (União-CE), entendeu que houve quebra de decoro e aumentou a pena para 60 dias. A suspensão não é a perda do mandato, é apenas a proibição para que eles participem de votações e discussões. Eles também ficam sem salário durante esse período.

Ainda cabe recurso à Comissão de Constituição e Justiça e posterior análise pelo plenário.
 
  1:33 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Deputados, que, ocuparam, mesa, Câmara, têm, mandato, suspenso, por, dias</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Ética da Câmara aprovou a suspensão de mandato por 60 dias de três deputados: Marcos Pollon e Zé Trovão, do PL, e Marcel van Hattem, do Novo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688568&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688568&o=rss"></p>

<p>A punição veio oito meses depois da ocupação por um grupo de parlamentares da Mesa da Câmara, pedindo a votação da proposta da anistia e protestando contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Com isso, <strong>foram mais de 30 horas de suspensão das votações na Casa com direito à bate boca, briga e empurra empurra.</strong></p>

<p>O deputado Marcos Pollon sentou na cadeira do presidente e impediu o retorno de Hugo Motta ao lugar. Marcel Van Hatten ocupou outra cadeira do lado dele e Zé Trovão fez uma barreira, impedindo com o corpo a chegada de Motta ao seu lugar.</p>

<p>Na defesa, <strong>os três falaram em perseguição política</strong>, disseram que não podiam se omitir naquele momento e criticaram aspectos técnicos do processo. Também disseram que <strong>acreditam na reversão da punição quando o recurso for votado em plenário.</strong></p>

<p>A punição sugerida pela Mesa Diretora era de 30 dias, mas o relator, deputado Moses Rodrigues (União-CE), entendeu que houve quebra de decoro e aumentou a pena para 60 dias. <strong>A suspensão não é a perda do mandato, é apenas a proibição para que eles participem de votações e discussões. Eles também ficam sem salário durante esse período</strong>.</p>

<p>Ainda cabe recurso à Comissão de Constituição e Justiça e posterior análise pelo plenário.<br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">1:33</span>]]> </content:encoded>
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<title>Começam na Câmara as audiências públicas sobre o fim da escala 6x1</title>
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<description><![CDATA[ Começa a fase de audiências públicas sobre o fim da escala 6x1. O primeiro a ser ouvido, já nesta quarta-feira (6), é o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Semana que vem será a vez do ministro da Fazenda, Dario Durigan.

A ideia é ouvir ainda diversos setores e especialistas, como o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a Organização Internacional do Trabalho, o Ministério Público do Trabalho e as centrais sindicais. Serão 11 reuniões até a finalização do relatório, no dia 20 de maio. A previsão é de votação na semana seguinte: dia 26 na comissão especial, e dia 27 em plenário.

Haverá ainda reuniões nos estados. A primeira delas, nesta quinta-feira (7), na Paraíba, estado do presidente da Câmara, Hugo Motta.

Os principais pontos de discussão são as regras de transição e desoneração. O relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), disse que a ideia é encontrar uma regra de transição que seja meio termo, que atenda aos trabalhadores, mas que seja de consenso com o setor produtivo. Já sobre a compensação, o relator diz que é preciso ouvir o governo, mas que se for um preço a se pagar, que se pague. 

O presidente da Casa, Hugo Motta, também fala em equilíbrio e diz que, depois da tramitação na Câmara, poderá conversar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre sobre a tramitação por lá. Mas mantém a garantia de concluir a votação na Casa até o fim do mês.
 
  1:30 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Começa a fase de audiências públicas sobre o fim da escala 6x1. O primeiro a ser ouvido, já nesta quarta-feira (6), é o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Semana que vem será a vez do ministro da Fazenda, Dario Durigan.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688563&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688563&o=rss"></p>

<p><strong>A ideia é ouvir ainda diversos setores e especialistas, </strong>como o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a Organização Internacional do Trabalho, o Ministério Público do Trabalho e as centrais sindicais. Serão 11 reuniões até a finalização do relatório, no dia 20 de maio. A previsão é de votação na semana seguinte: dia 26 na comissão especial, e dia 27 em plenário.</p>

<p>Haverá ainda reuniões nos estados. A primeira delas, nesta quinta-feira (7), na Paraíba, estado do presidente da Câmara, Hugo Motta.</p>

<p><strong>Os principais pontos de discussão são as regras de transição e desoneração.</strong> O relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), disse que a ideia é encontrar uma regra de transição que seja meio termo, que atenda aos trabalhadores, mas que seja de consenso com o setor produtivo. Já sobre a compensação, o relator diz que é preciso ouvir o governo, mas que se for um preço a se pagar, que se pague. </p>

<p>O presidente da Casa, Hugo Motta, também fala em equilíbrio e diz que, depois da tramitação na Câmara, poderá conversar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre sobre a tramitação por lá. Mas <strong>mantém a garantia de concluir a votação na Casa até o fim do mês</strong>.<br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">1:30</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Parecer da PEC que pede fim da escala 6x1 deve ser votado no dia 26</title>
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<description><![CDATA[ O relator da PEC que propõe o fim da escala 6x1, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta terça-feira (5) um plano de trabalho que prevê a votação do parecer em 26 de maio na Comissão Especial da Câmara dos Deputados.

Segundo Prates, ao longo dos próximos 21 dias, o objetivo é discutir os principais pontos que impactam a redução da jornada de trabalho para garantir a votação do texto, em plenário, em 27 de maio.


&quot;Lembrando que 26 de maio, a ideia é votar nesta comissão. Eu peço às senhoras e aos senhores, e vou estar dando informação a cada reunião, para que a gente possa sair com o texto consensuado. Para que a gente possa ter tempo de saber: olha, o texto é esse, está sendo colocado isso, está sendo feito dessa forma. E no dia 27 de maio, o compromisso do presidente Hugo Motta é colocar no plenário para votação.&quot;


Ouça também 🎧: Relator de PEC que acaba com escala 6x1 pede &quot;consenso&quot; em texto final

Pelo cronograma, serão realizadas audiências públicas, reuniões técnicas e seminários regionais, com a participação do setor produtivo e de representantes dos trabalhadores, como explicou o relator.


&quot;A ideia é pegar temas guarda-chuva e aí Vossas Excelências podem fazer ao deputado Arlindo Chinaglia o requerimento da participação de uma ou de outra entidade que possa participar e possa colaborar.&quot;


Nesta quarta-feira (6), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participa do debate sobre o uso do tempo no trabalho. Na quinta-feira (7), acontece a primeira reunião externa, que será realizada em João Pessoa, na Paraíba.

No dia 12 de maio, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, é o convidado da audiência pública sobre os impactos econômicos do fim da escala 6x1. No dia seguinte, representantes da Secretaria-Geral da Presidência da República, da Inspeção do Trabalho e do Dieese participam de audiência para tratar dos aspectos sociais da proposta.

O relatório deve ser apresentado na 9ª reunião, em 20 de maio, com votação final em 26 de maio.
 
  2:15 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O relator da PEC que propõe o fim da escala 6x1, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta terça-feira (5) um plano de trabalho que prevê a votação do parecer em 26 de maio na Comissão Especial da Câmara dos Deputados.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688473&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688473&o=rss"></p>

<p>Segundo Prates, ao longo dos próximos 21 dias, <strong>o objetivo é discutir os principais pontos que impactam a redução da jornada de trabalho</strong> para garantir a votação do texto, em plenário, em 27 de maio.</p>

<blockquote>
<p>"Lembrando que 26 de maio, a ideia é votar nesta comissão. Eu peço às senhoras e aos senhores, e vou estar dando informação a cada reunião, para que a gente possa sair com o texto consensuado. Para que a gente possa ter tempo de saber: olha, o texto é esse, está sendo colocado isso, está sendo feito dessa forma. E no dia 27 de maio, o compromisso do presidente Hugo Motta é colocar no plenário para votação."</p>
</blockquote>

<h3><strong>Ouça também 🎧: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-05/relator-de-pec-que-acaba-com-escala-6x1-pede-consenso-em-texto-final" target="_blank">Relator de PEC que acaba com escala 6x1 pede "consenso" em texto final</a></strong></h3>

<p>Pelo cronograma, serão realizadas audiências públicas, reuniões técnicas e seminários regionais, com a participação do setor produtivo e de representantes dos trabalhadores, como explicou o relator.</p>

<blockquote>
<p>"A ideia é pegar temas guarda-chuva e aí Vossas Excelências podem fazer ao deputado Arlindo Chinaglia o requerimento da participação de uma ou de outra entidade que possa participar e possa colaborar."</p>
</blockquote>

<p><strong>Nesta quarta-feira (6), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participa do debate sobre o uso do tempo no trabalho. </strong>Na quinta-feira (7), acontece a primeira reunião externa, que será realizada em João Pessoa, na Paraíba.</p>

<p>No dia 12 de maio, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, é o convidado da audiência pública sobre os impactos econômicos do fim da escala 6x1. No dia seguinte, representantes da Secretaria-Geral da Presidência da República, da Inspeção do Trabalho e do Dieese participam de audiência para tratar dos aspectos sociais da proposta.</p>

<p><strong>O relatório deve ser apresentado na 9ª reunião,</strong> em 20 de maio, com votação final em 26 de maio.<br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">2:15</span>]]> </content:encoded>
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<title>Relator de PEC que acaba com escala 6x1 pede &amp;quot;consenso&amp;quot; em texto final</title>
<link>https://apareceu.com/relator-de-pec-que-acaba-com-escala-6x1-pede-consenso-em-texto-final</link>
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<description><![CDATA[ Após reunião com centrais sindicais, o relator da PEC que acaba com a escala 6x1, o deputado Leo Prates, do Republicanos, foi claro: quer um texto de consenso que agrade empregados e empregadores, e não descartou a discussão de um ponto ainda considerado polêmico: a compensação. Disse que essa parte depende do governo, mas que essa compensação pode ser bem-vinda:


&quot;Eu volto a dizer: qualquer tipo de remissão, ela é bem-vinda para coisas como essa. Nós já tivemos no Brasil remissões que, aí eu vou dizer no popular, não adiantaram para nada. E eu acho que o benefício social que isso pode trazer para as famílias, para as mulheres, para os jovens, para a construção do modelo de país, eu sempre tenho dito que vale a pena a gente pagar qualquer preço. Agora, isso depende do governo, isso não depende de mim. O que eu vou tentar trabalhar é para um modelo que a gente atenda ao que os sindicatos patronais consigam e ao que os sindicatos dos trabalhadores queiram&quot;, diz.



            
        
    
Brasília (DF), 05/05/2026 - Apresentação do plano de trabalho e votação de requerimentos. Dep. Leo Prates (REPUBLICANOS-BA). Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados - Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputad


Outro ponto em discussão é uma regra de transição. O relator tem dito que vai tentar chegar a um meio-termo: nem tão longa que inviabilize o fim da 6x1, nem tão curta que não atenda a todos os envolvidos. O fato é que a comissão especial começou nesta terça-feira os trabalhos deliberativos, com análise de requerimentos de audiência pública e convite para ouvir o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.

A ideia é acelerar os trabalhos, tanto que foram convocadas reuniões em vários dias da semana. Nesta quarta-feira mesmo, a comissão vai ouvir o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; na quinta, começam as conversas nos estados. É o que explicou o presidente da comissão, deputado Alencar Santana, do PT:


&quot;Paraíba já no dia 7, é um pedido do presidente Hugo Motta, quer fazer a primeira no seu estado. Na sequência, Minas Gerais, vamos ter São Paulo e Rio Grande do Sul. Amanhã já o ministro Marinho, semana que vem outros ministros, centrais sindicais, confederações empresariais... É um debate profundo que atinge e afeta, de uma certa maneira, toda a sociedade brasileira. Então nós temos que ouvir o máximo possível de pessoas para compreender&quot;, afirma.


As próximas semanas serão intensas. O cronograma é o seguinte: apresentação do relatório final dias 25 e 26 na comissão especial e votação em plenário no dia 27. 
  2:23 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Após reunião com centrais sindicais, o relator da PEC que acaba com a escala 6x1, o deputado Leo Prates, do Republicanos, foi claro: quer um texto de consenso que agrade empregados e empregadores, e não descartou a discussão de um ponto ainda considerado polêmico: a compensação. Disse que essa parte depende do governo, mas que essa compensação pode ser bem-vinda:<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688392&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688392&o=rss"></p>

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<p>"Eu volto a dizer: qualquer tipo de remissão, ela é bem-vinda para coisas como essa. Nós já tivemos no Brasil remissões que, aí eu vou dizer no popular, não adiantaram para nada. E eu acho que o benefício social que isso pode trazer para as famílias, para as mulheres, para os jovens, para a construção do modelo de país, eu sempre tenho dito que vale a pena a gente pagar qualquer preço. Agora, isso depende do governo, isso não depende de mim. O que eu vou tentar trabalhar é para um modelo que a gente atenda ao que os sindicatos patronais consigam e ao que os sindicatos dos trabalhadores queiram", diz.</p>
</blockquote>

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<p>Outro ponto em discussão é uma regra de transição. O relator tem dito que vai tentar chegar a um meio-termo: nem tão longa que inviabilize o fim da 6x1, nem tão curta que não atenda a todos os envolvidos. O fato é que a comissão especial começou nesta terça-feira os trabalhos deliberativos, com análise de requerimentos de audiência pública e convite para ouvir o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.</p>

<p>A ideia é acelerar os trabalhos, tanto que foram convocadas reuniões em vários dias da semana. Nesta quarta-feira mesmo, a comissão vai ouvir o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; na quinta, começam as conversas nos estados. É o que explicou o presidente da comissão, deputado Alencar Santana, do PT:</p>

<blockquote>
<p>"Paraíba já no dia 7, é um pedido do presidente Hugo Motta, quer fazer a primeira no seu estado. Na sequência, Minas Gerais, vamos ter São Paulo e Rio Grande do Sul. Amanhã já o ministro Marinho, semana que vem outros ministros, centrais sindicais, confederações empresariais... É um debate profundo que atinge e afeta, de uma certa maneira, toda a sociedade brasileira. Então nós temos que ouvir o máximo possível de pessoas para compreender", afirma.</p>
</blockquote>

<p>As próximas semanas serão intensas. O cronograma é o seguinte: apresentação do relatório final dias 25 e 26 na comissão especial e votação em plenário no dia 27. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:23</span>]]> </content:encoded>
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<title>Na Câmara, Márcia Lopes debate escalada de violência contra a mulher</title>
<link>https://apareceu.com/na-camara-marcia-lopes-debate-escalada-de-violencia-contra-a-mulher</link>
<guid>https://apareceu.com/na-camara-marcia-lopes-debate-escalada-de-violencia-contra-a-mulher</guid>
<description><![CDATA[ O governo federal pretende lançar até outubro deste ano o novo Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, com propostas deliberadas durante a última conferência nacional promovida pelo Ministério das Mulheres, no fim do ano passado.

Foi o que informou a ministra Márcia Lopes, nesta quarta-feira, durante debate promovido pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados

Pelo requerimento, a audiência com a ministra das Mulheres se deu &quot;neste momento em que o país enfrenta um aumento significativo dos casos de misoginia e de violência contra as mulheres&quot;.

Márcia Lopes defendeu que o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, lançado em fevereiro deste ano, depende da atuação política dos gestores estaduais e municipais para ampliação de Organismos de Políticas para Mulheres, as OPMs.

A ministra das Mulheres também defendeu a aprovação do projeto de lei para combater o discurso de ódio conta mulheres na internet.

Durante o debate, foi apresentado um balanço com aumento dos atendimentos da Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180. No primeiro trimestre de 2026, a Central registrou aumento de 23% nas denúncias de violência contra mulheres e 14% nos atendimentos.
  2:36 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal pretende lançar até outubro deste ano o novo Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, com propostas deliberadas durante a última conferência nacional promovida pelo Ministério das Mulheres, no fim do ano passado.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688639&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688639&o=rss"></p>

<p>Foi o que informou a ministra Márcia Lopes, nesta quarta-feira, durante debate promovido pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados</p>

<p>Pelo requerimento, a audiência com a ministra das Mulheres se deu "neste momento em que o país enfrenta um aumento significativo dos casos de misoginia e de violência contra as mulheres".</p>

<p>Márcia Lopes defendeu que o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, lançado em fevereiro deste ano, depende da atuação política dos gestores estaduais e municipais para ampliação de Organismos de Políticas para Mulheres, as OPMs.</p>

<p>A ministra das Mulheres também defendeu a aprovação do projeto de lei para combater o discurso de ódio conta mulheres na internet.</p>

<p>Durante o debate, foi apresentado um balanço com aumento dos atendimentos da Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180. No primeiro trimestre de 2026, a Central registrou aumento de 23% nas denúncias de violência contra mulheres e 14% nos atendimentos.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:36</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>TRE&#45;MG faz plantão em últimos dias para regularização eleitoral</title>
<link>https://apareceu.com/tre-mg-faz-plantao-em-ultimos-dias-para-regularizacao-eleitoral</link>
<guid>https://apareceu.com/tre-mg-faz-plantao-em-ultimos-dias-para-regularizacao-eleitoral</guid>
<description><![CDATA[ Quem ainda precisa regularizar o título de eleitor deve ficar atento ao prazo, que termina no próximo dia 6 de maio sem possibilidade de prorrogação. Em Minas Gerais, o Tribunal Regional Eleitoral reforçou o atendimento nos últimos dias com plantões realizados no fim de semana e também durante o feriado. A medida foi adotada justamente para facilitar o acesso dos eleitores nesta reta final do fechamento do cadastro eleitoral.

Deve procurar atendimento quem, por exemplo, precisa tirar o primeiro título, regularizar o documento cancelado, transferir o domicílio eleitoral ou atualizar dados cadastrais. Para ser atendido, é necessário apresentar um documento oficial com foto e comprovante de endereço. A biometria é outra demanda dos eleitores; de acordo com o TRE, desde julho do ano passado houve um salto no número de novos cadastros no estado, que foram cerca de 1 milhão.

Com isso, o percentual de eleitores com biometria subiu de quase 70% para mais de 75%, e hoje mais de 12 milhões de mineiros já têm os dados biométricos registrados. Quem ainda não está em dia precisa se apressar para participar dos pleitos. Depois do dia 6 de maio, o cadastro é fechado e só reabre após o processo eleitoral. 
  1:30 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 04 May 2026 15:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>TRE-MG, faz, plantão, últimos, dias, para, regularização, eleitoral</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quem ainda precisa regularizar o título de eleitor deve ficar atento ao prazo, que termina no próximo dia 6 de maio sem possibilidade de prorrogação. Em Minas Gerais, o Tribunal Regional Eleitoral reforçou o atendimento nos últimos dias com plantões realizados no fim de semana e também durante o feriado. A medida foi adotada justamente para facilitar o acesso dos eleitores nesta reta final do fechamento do cadastro eleitoral.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688287&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688287&o=rss"></p>

<p>Deve procurar atendimento quem, por exemplo, precisa tirar o primeiro título, regularizar o documento cancelado, transferir o domicílio eleitoral ou atualizar dados cadastrais. Para ser atendido, é necessário apresentar um documento oficial com foto e comprovante de endereço. A biometria é outra demanda dos eleitores; de acordo com o TRE, desde julho do ano passado houve um salto no número de novos cadastros no estado, que foram cerca de 1 milhão.</p>

<p>Com isso, o percentual de eleitores com biometria subiu de quase 70% para mais de 75%, e hoje mais de 12 milhões de mineiros já têm os dados biométricos registrados. Quem ainda não está em dia precisa se apressar para participar dos pleitos. Depois do dia 6 de maio, o cadastro é fechado e só reabre após o processo eleitoral. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:30</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Deputados elegem novo governador do Amazonas nesta segunda&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/deputados-elegem-novo-governador-do-amazonas-nesta-segunda-feira</link>
<guid>https://apareceu.com/deputados-elegem-novo-governador-do-amazonas-nesta-segunda-feira</guid>
<description><![CDATA[ Acontece nesta segunda-feira (4),  na sede da Assembléia Legislativa do Amazonas, em Manaus, a eleição indireta para o novo governador e vice-governador do estado. 

A votação não será por via popular, mas por escolha dos 24 deputados estaduais que compõem a atual legislatura da casa, seguindo regra constitucional e entendimento também do STF, que exige voto aberto para este tipo de pleito.

A previsão é que a eleição ocorra ainda pela manhã desta segunda-feira.

Concorrem ao cargo cinco chapas, de diferentes partidos, todas aprovadas pela Assembléia.

 A Chapa 1 tem como candidato a Governo William Bitar Barroso dos Santos (PSDB) e como vice, João Ricardo de Melo e Lima (PL).  A Chapa 2 é formada por Roberto Maia Cidade Filho (União) para governador e Serafim Fernandes Corrêa (PSB), como vice. Na Chapa 3, Cícero José de Lima Alencar  (DC) para governador, ao lado de Roque Lane Wilkens Marinho, do mesmo partido, como vice. Já  a quarta chapa apresenta Sérgio Augusto Coelho Bezerra (Novo), como candidato a governador, com Audriclea Viana Frota (Novo), para o cargo de vice. Fechando com a Chapa 5 composta por Daniel Fabiano Soares de Araújo, candidato ao governo e Daiane de Jesus Dias Araújo como vice-governadora, ambos filiados ao PT.

Segundo as regras, será eleita, em primeira votação, a chapa que obtiver maioria absoluta dos votos dos deputados estaduais. Caso nenhuma candidatura alcance esse número, será realizado segundo turno entre as duas chapas mais votadas.Na segunda votação, vence a chapa que obtiver maioria simples, respeitado o quórum mínimo da maioria absoluta dos parlamentares. Em caso de empate, uma nova votação será convocada para esta terça-feira, permanecendo a igualdade, será considerada eleita a chapa cujo candidato a governador seja mais idoso.

As renúncias do governador Wilson Lima (União) e do vice Tadeu de Souza (PP), para concorrerem a outros cargos na próximas eleições, abriram uma prerrogativa prevista na Constituição Federal, quando ocorre a vacância dos dois cargos simultaneamente, o que obriga a realização de uma eleição indireta pelo Legislativo estadual para escolha de um “governo tampão”, que deve ocupar os cargos de governador e vice até o fim do ano.
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<pubDate>Mon, 04 May 2026 15:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Deputados, elegem, novo, governador, Amazonas, nesta, segunda-feira</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Acontece nesta segunda-feira (4),  na sede da Assembléia Legislativa do Amazonas, em Manaus, a <strong>eleição indireta para o novo governador e vice-governador do estado</strong>. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688185&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688185&o=rss"></p>

<p>A votação não será por via popular, mas por escolha dos <strong>24 deputados estaduais que compõem a atual legislatura da casa</strong>, seguindo regra constitucional e entendimento também do STF, que exige voto aberto para este tipo de pleito.</p>

<p>A previsão é que <strong>a eleição ocorra ainda pela manhã desta segunda-feira</strong>.</p>

<p><strong>Concorrem ao cargo cinco chapas, de diferentes partidos, todas aprovadas pela Assembléia.</strong></p>

<p> A Chapa 1 tem como candidato a Governo William Bitar Barroso dos Santos (PSDB) e como vice, João Ricardo de Melo e Lima (PL).  A Chapa 2 é formada por Roberto Maia Cidade Filho (União) para governador e Serafim Fernandes Corrêa (PSB), como vice. Na Chapa 3, Cícero José de Lima Alencar  (DC) para governador, ao lado de Roque Lane Wilkens Marinho, do mesmo partido, como vice. Já  a quarta chapa apresenta Sérgio Augusto Coelho Bezerra (Novo), como candidato a governador, com Audriclea Viana Frota (Novo), para o cargo de vice. Fechando com a Chapa 5 composta por Daniel Fabiano Soares de Araújo, candidato ao governo e Daiane de Jesus Dias Araújo como vice-governadora, ambos filiados ao PT.</p>

<p>Segundo as regras, <strong>será eleita, em primeira votação, a chapa que obtiver maioria absoluta dos votos dos deputados estaduais</strong>. Caso nenhuma candidatura alcance esse número, <strong>será realizado segundo turno entre as duas chapas mais votadas</strong>.Na segunda votação, vence a chapa que obtiver maioria simples, respeitado o quórum mínimo da maioria absoluta dos parlamentares. <strong>Em caso de empate, uma nova votação será convocada para esta terça-feira</strong>, permanecendo a igualdade, será considerada eleita a chapa cujo candidato a governador seja mais idoso.</p>

<p>As <strong>renúncias do governador Wilson Lima (União) e do vice Tadeu de Souza (PP)</strong>, para concorrerem a outros cargos na <strong>próximas eleições</strong>, abriram uma prerrogativa prevista na Constituição Federal, quando ocorre a <strong>vacância dos dois cargos simultaneamente</strong>, o que obriga a realização de uma <strong>eleição indireta</strong> pelo Legislativo estadual para escolha de um <strong>“governo tampão”</strong>, que deve ocupar os cargos de governador e vice até o fim do ano.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:51</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF por 42 a 34 votos</title>
<link>https://apareceu.com/senado-rejeita-indicacao-de-jorge-messias-ao-stf-por-42-a-34-votos</link>
<guid>https://apareceu.com/senado-rejeita-indicacao-de-jorge-messias-ao-stf-por-42-a-34-votos</guid>
<description><![CDATA[ O plenário do Senado rejeitou, nesta quarta-feira (29), a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal. Foram 42 votos contrários, 34 favoráveis e 1 abstenção.

Estiveram ausentes os senadores Wilder Morais (PL-SP), Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), Cid Gomes (PSB-CE) e Oriovisto Guimarães (Podemos-PR).

O resultado da votação, que foi secreta, foi anunciado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

Esta foi a primeira vez, desde 1894, que uma indicação ao STF foi rejeitada pelo Senado Federal. Naquele ano, os senadores recusaram cinco indicações feitas pelo marechal Floriano Peixoto, presidente do Brasil à época. 

Mais cedo, o nome de Messias havia sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado com 16 votos favoráveis e 11 contrários.

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, lamentou o resultado e atribuiu à polarização do Senado.


“Essa é a circunstância do Senado, atualmente. Diante dessa polarização e, sobretudo, agora pressionado pelo processo eleitoral. O resultado expresso pelo plenário quenós lamentamos, mas respeitamos. O que não é agradável pra ninguém, depois de 124 anos,  ter a rejeição de um candidato ao Supremo Tribunal Federal”.   


Ao se pronunciar pela primeira vez sobre o resultado, Jorge Messias agradeceu os votos recebidos, disse que cumpriu o seu propósito e que a decisão do Senado é soberana:


“Eu não tenho nada a falar nem a reparar acerca da conduta de ninguém. Eu só sou grato aos votos que recebi. Acho que cada um de nós cumpre um propósito. Eu cumpri o meu. Vim hoje, participei, me submeti a uma sabatina de coração aberto, de alma leve, com espírito franco. Falei a verdade, falei o que penso, falei o que sinto. Agora, a vida é assim, gente. Tem dias de vitórias e tem dias de derrotas. Nós temos que aceitar. O Senado é soberano.”


A indicação de Jorge Messias foi anunciada pelo presidente Lula há cerca de cinco meses, mas a mensagem oficial com a indicação só chegou ao Senado no início de abril.

Agora, Lula deverá indicar outro nome para ocupar a vaga no STF deixada pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso.
  2:24 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 02 May 2026 00:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Senado, rejeita, indicação, Jorge, Messias, STF, por, votos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O plenário do Senado rejeitou, nesta quarta-feira (29), a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal. Foram 42 votos contrários, 34 favoráveis e 1 abstenção.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687758&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687758&o=rss"></p>

<p>Estiveram ausentes os senadores Wilder Morais (PL-SP), Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), Cid Gomes (PSB-CE) e Oriovisto Guimarães (Podemos-PR).</p>

<p>O resultado da votação, que foi secreta, foi anunciado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.</p>

<p><strong>Esta foi a primeira vez, desde 1894, que uma indicação ao STF foi rejeitada pelo Senado Federal. </strong>Naquele ano, os senadores recusaram cinco indicações feitas pelo marechal Floriano Peixoto, presidente do Brasil à época. </p>

<p>Mais cedo, o nome de Messias havia sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado com 16 votos favoráveis e 11 contrários.</p>

<p>O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, lamentou o resultado e atribuiu à polarização do Senado.</p>

<blockquote>
<p>“Essa é a circunstância do Senado, atualmente. Diante dessa polarização e, sobretudo, agora pressionado pelo processo eleitoral. O resultado expresso pelo plenário quenós lamentamos, mas respeitamos. O que não é agradável pra ninguém, depois de 124 anos,  ter a rejeição de um candidato ao Supremo Tribunal Federal”.   </p>
</blockquote>

<p>Ao se pronunciar pela primeira vez sobre o resultado, Jorge Messias agradeceu os votos recebidos, disse que cumpriu o seu propósito e que a decisão do Senado é soberana:</p>

<blockquote>
<p>“Eu não tenho nada a falar nem a reparar acerca da conduta de ninguém. Eu só sou grato aos votos que recebi. Acho que cada um de nós cumpre um propósito. Eu cumpri o meu. Vim hoje, participei, me submeti a uma sabatina de coração aberto, de alma leve, com espírito franco. Falei a verdade, falei o que penso, falei o que sinto. Agora, a vida é assim, gente. Tem dias de vitórias e tem dias de derrotas. Nós temos que aceitar. O Senado é soberano.”</p>
</blockquote>

<p>A indicação de Jorge Messias foi anunciada pelo presidente Lula há cerca de cinco meses, mas a mensagem oficial com a indicação só chegou ao Senado no início de abril.</p>

<p>Agora, Lula deverá indicar outro nome para ocupar a vaga no STF deixada pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:24</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Congresso derruba parte de veto do presidente Lula ao PL da Dosimetria</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-derruba-parte-de-veto-do-presidente-lula-ao-pl-da-dosimetria</link>
<guid>https://apareceu.com/congresso-derruba-parte-de-veto-do-presidente-lula-ao-pl-da-dosimetria</guid>
<description><![CDATA[ O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (30), parte do veto do presidente Lula ao Projeto de Lei da Dosimetria, que altera regras para o cálculo e a progressão de penas no Brasil. A medida beneficia os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro. A proposta segue agora para promulgação.

Tensão e questionamentos

A sessão foi conduzida pelo presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre, e começou sob clima de tensão. Logo no início, houve questionamentos sobre trechos do projeto que poderiam entrar em conflito com a chamada Lei Antifacção, sancionada recentemente. Para evitar contradições, Alcolumbre decidiu retirar esses pontos da votação, o que gerou críticas de parlamentares da base governista. Mesmo assim, deputados e senadores decidiram derrubar o veto com ampla maioria. Na Câmara, foram 318 votos favoráveis e 144 contrários. No Senado, o presidente da Casa proferiu o resultado:


“Eu vou proclamar o resultado. Votaram ‘sim’ 24 senadores e senadoras; votaram ‘não’ 49 senadores e senadoras, no total de 74. Rejeitado no Senado Federal. O veto vai à promulgação, ressalvados os dispositivos prejudicados.”


A oposição destacou que o projeto corrige distorções nas condenações. O relator do PL da dosimetria, deputado Paulinho da Força, do Solidariedade de São Paulo, declarou estar satisfeito com a derrubada do veto e com a possível libertação de presos:


&quot;Isso mostra que o veto do Lula era uma vingança contra as pessoas que estavam presas. Eu acho que isso foi percebido não só pela Câmara dos Deputados, como pelo Senado, mas também pelo povo brasileiro. E, portanto, acho que a partir de amanhã, os advogados dos presos devem entrar no Supremo Tribunal para pedir a soltura de cada um dos presos que estão lá.&quot;


Já o líder do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai, afirmou que a votação desta quinta representou uma derrota para a democracia:


&quot;A gente vai construir na opinião pública as denúncias do que foi o resultado dessa negociata que aconteceu ontem e hoje. É fruto de interesses escusos, ocultos, perigosos e criminosos. O governo, independente das derrotas aqui, vai continuar governando o país, e o Brasil vai definir o fortalecimento da democracia.&quot;


Atos golpistas

O PL da Dosimetria tem impacto direto sobre condenações relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023. A proposta prevê redução de pena para réus que participaram das ações em contexto de multidão, desde que não tenham exercido liderança ou financiado os atos. Também há flexibilização na progressão de regime, com regras mais brandas que podem acelerar a passagem para regimes menos rigorosos, especialmente no caso de réus primários.

Quando vetou o PL da Dosimetria, o presidente Lula argumentou que a proposta é inconstitucional e viola o interesse público ao reduzir penas de crimes contra a democracia.

Organizações da sociedade civil

Em nota, organizações da sociedade civil manifestaram repúdio à decisão do Congresso Nacional, que chamaram de grave e histórico retrocesso institucional e que naturaliza a violência, além de ser um risco de impunidade em caso de repetição de ataques golpistas no futuro. O texto também afirma que a derrubada do veto pode ser vista como uma forma de relativizar ataques frontais ao regime democrático e substituir a soberania popular por projetos autoritários. A nota foi assinada por mais de 20 organizações, como o Instituto Vladimir Herzog, o Instituto Marielle Franco e a Transparência Eleitoral Brasil.
  2:31 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 02 May 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (30), parte do veto do presidente Lula ao Projeto de Lei da Dosimetria, que altera regras para o cálculo e a progressão de penas no Brasil. <strong>A medida beneficia os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro.</strong> A proposta segue agora para promulgação.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688032&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688032&o=rss"></p>

<h3>Tensão e questionamentos</h3>

<p>A sessão foi conduzida pelo presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre, e começou sob clima de tensão. Logo no início, houve questionamentos sobre trechos do projeto que poderiam entrar em <strong>conflito com a chamada Lei Antifacção</strong>, sancionada recentemente. Para evitar contradições, Alcolumbre decidiu retirar esses pontos da votação, o que gerou críticas de parlamentares da base governista. Mesmo assim, deputados e senadores decidiram derrubar o veto com ampla maioria. <strong>Na Câmara, foram 318 votos favoráveis e 144 contrários. No Senado, o presidente da Casa proferiu o resultado:</strong></p>

<blockquote>
<p>“Eu vou proclamar o resultado. Votaram ‘sim’ 24 senadores e senadoras; votaram ‘não’ 49 senadores e senadoras, no total de 74. Rejeitado no Senado Federal. O veto vai à promulgação, ressalvados os dispositivos prejudicados.”</p>
</blockquote>

<p>A oposição destacou que o projeto corrige distorções nas condenações. O relator do PL da dosimetria, <strong>deputado Paulinho da Força</strong>, do Solidariedade de São Paulo, declarou estar satisfeito com a derrubada do veto e com a possível libertação de presos:</p>

<blockquote>
<p>"Isso mostra que o veto do Lula era uma vingança contra as pessoas que estavam presas. Eu acho que isso foi percebido não só pela Câmara dos Deputados, como pelo Senado, mas também pelo povo brasileiro. E, portanto, acho que a partir de amanhã, os advogados dos presos devem entrar no Supremo Tribunal para pedir a soltura de cada um dos presos que estão lá."</p>
</blockquote>

<p>Já o líder do PT na Câmara, <strong>deputado Pedro Uczai</strong>, afirmou que a votação desta quinta representou uma derrota para a democracia:</p>

<blockquote>
<p>"A gente vai construir na opinião pública as denúncias do que foi o resultado dessa negociata que aconteceu ontem e hoje. É fruto de interesses escusos, ocultos, perigosos e criminosos. O governo, independente das derrotas aqui, vai continuar governando o país, e o Brasil vai definir o fortalecimento da democracia."</p>
</blockquote>

<h3>Atos golpistas</h3>

<p><strong>O PL da Dosimetria tem impacto direto sobre condenações relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023. </strong>A proposta prevê redução de pena para réus que participaram das ações em contexto de multidão, desde que não tenham exercido liderança ou financiado os atos. Também há flexibilização na progressão de regime, com regras mais brandas que podem acelerar a passagem para regimes menos rigorosos, especialmente no caso de réus primários.</p>

<p>Quando vetou o PL da Dosimetria, o presidente Lula argumentou que a proposta é inconstitucional e viola o interesse público ao reduzir penas de crimes contra a democracia.</p>

<h3>Organizações da sociedade civil</h3>

<p><strong>Em nota, organizações da sociedade civil manifestaram repúdio à decisão do Congresso Nacional, que chamaram de grave e histórico retrocesso institucional e que naturaliza a violência, além de ser um risco de impunidade em caso de repetição de ataques golpistas no futuro. </strong>O texto também afirma que a derrubada do veto pode ser vista como uma forma de relativizar ataques frontais ao regime democrático e substituir a soberania popular por projetos autoritários. A nota foi assinada por mais de 20 organizações, como o Instituto Vladimir Herzog, o Instituto Marielle Franco e a Transparência Eleitoral Brasil.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:31</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Luiz Marinho critica Senado e defende fim da escala 6x1</title>
<link>https://apareceu.com/luiz-marinho-critica-senado-e-defende-fim-da-escala-6x1</link>
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<description><![CDATA[ 
                    
				O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta quinta-feira (30) que o Senado se apequenou com a decisão de rejeitar a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.


O Senado, acho que foi bastante infeliz, se apequenou nesse debate e rejeitou uma pessoa de calibre, de primeira linha, que iria engrandecer o Supremo Tribunal Federal. Quem perde não é o Messias, quem perde é o Brasil, quem perde é o Supremo e quem perdeu foi o Senado, que ficou pequenininho nesse debate, infelizmente.


Notícias relacionadas:PECs da escala 6x1 não competem com proposta do governo, diz Marinho.O ministro afirmou ainda que não sabe se o presidente Lula vai indicar outro nome para o STF antes das eleições.


Decisão que o presidente Lula vai tomar não sei, né, mas imagino que nós devemos deixar passar a eleição, já que é esse o debate que a oposição quer fazer, tá certo? Se rejeitou é porque não quer indicar ninguém que o presidente Lula queira encaminhar agora. Então vamos para o processo eleitoral, vamos ver quem ganha essa batalha. Seguramente o que o Senado fez foi um recado claro que eles querem intervir no perfil, inclusive de ministro, talvez seja essa a questão de mensagem, de medo das investigações, será que é isso? Eu não sei.


O ministro do Trabalho participou do programa Bom Dia, Ministro, nesta quinta (30), da EBC. Luiz Marinho adiantou que o presidente Lula deve falar sobre o programa de pagamento de dívidas em pronunciamento nacional. A proposta prevê o uso de até R$ 4,5 bilhões do FGTS para beneficiar trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos.


As empresas, as proprietárias dos créditos desses trabalhadores que eventualmente estão inadimplentes, terão que dar um desconto de no mínimo 40% da dívida. E o restante esse trabalhador poderá quitar acessando até 20% do que ele tem de disponível no seu saldo do Fundo de Garantia. Desta forma, ele autoriza e a Caixa então fará esse ajuste de quitação de dívida.


O ministro afirmou que o fim da escala 6x1 vai gerar benefícios como redução de faltas e doenças e melhoria da produtividade. Por isso, custos como contratação poderiam ser compensados. Marinho defendeu que o Congresso aprove o projeto de lei mais fácil de ser aprovado e, depois, a proposta de emenda à Constituição. 
  2:21 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 02 May 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Luiz, Marinho, critica, Senado, defende, fim, escala, 6x1</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-04/luiz-marinho-critica-senado-e-defende-fim-da-escala-6x1">
                    <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil">
				</a></p>O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta quinta-feira (30) que o Senado se apequenou com a decisão de rejeitar a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687994&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687994&o=rss">

<blockquote>
<p>O Senado, acho que foi bastante infeliz, se apequenou nesse debate e rejeitou uma pessoa de calibre, de primeira linha, que iria engrandecer o Supremo Tribunal Federal. Quem perde não é o Messias, quem perde é o Brasil, quem perde é o Supremo e quem perdeu foi o Senado, que ficou pequenininho nesse debate, infelizmente.</p>
</blockquote>

<p></p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/pecs-da-escala-6x1-nao-competem-com-proposta-do-governo-diz-marinho">PECs da escala 6x1 não competem com proposta do governo, diz Marinho.</a></li></ul>O ministro afirmou ainda que não sabe se o presidente Lula vai indicar outro nome para o STF antes das eleições.

<blockquote>
<p>Decisão que o presidente Lula vai tomar não sei, né, mas imagino que nós devemos deixar passar a eleição, já que é esse o debate que a oposição quer fazer, tá certo? Se rejeitou é porque não quer indicar ninguém que o presidente Lula queira encaminhar agora. Então vamos para o processo eleitoral, vamos ver quem ganha essa batalha. Seguramente o que o Senado fez foi um recado claro que eles querem intervir no perfil, inclusive de ministro, talvez seja essa a questão de mensagem, de medo das investigações, será que é isso? Eu não sei.</p>
</blockquote>

<p>O ministro do Trabalho participou do programa <em>Bom Dia, Ministro,</em> nesta quinta (30), da <strong>EBC</strong>. Luiz Marinho adiantou que o presidente Lula deve falar sobre o programa de pagamento de dívidas em pronunciamento nacional. A proposta prevê o uso de até R$ 4,5 bilhões do FGTS para beneficiar trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos.</p>

<blockquote>
<p>As empresas, as proprietárias dos créditos desses trabalhadores que eventualmente estão inadimplentes, terão que dar um desconto de no mínimo 40% da dívida. E o restante esse trabalhador poderá quitar acessando até 20% do que ele tem de disponível no seu saldo do Fundo de Garantia. Desta forma, ele autoriza e a Caixa então fará esse ajuste de quitação de dívida.</p>
</blockquote>

<p>O ministro afirmou que o fim da escala 6x1 vai gerar benefícios como redução de faltas e doenças e melhoria da produtividade. Por isso, custos como contratação poderiam ser compensados. Marinho defendeu que o Congresso aprove o projeto de lei mais fácil de ser aprovado e, depois, a proposta de emenda à Constituição. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:21</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Governo avalia melhor momento para nova indicação ao STF</title>
<link>https://apareceu.com/governo-avalia-melhor-momento-para-nova-indicacao-ao-stf</link>
<guid>https://apareceu.com/governo-avalia-melhor-momento-para-nova-indicacao-ao-stf</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Um dia depois da derrota do nome de Jorge Messias para uma vaga ao Supremo Tribunal Federal, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, foi claro: o presidente Lula não vai abrir mão da prerrogativa de fazer uma nova indicação. Está apenas analisando quando fazer isso, já que não há um prazo.


Não sei quando, mas por que razão o Presidente da República iria abdicar de sua atribuição? O presidente obviamente vai avaliar, vai ver qual é o melhor momento. Mas essa é uma atribuição do Presidente da República, a indicação, assim como é atribuição do Senado Federal fazer a sabatina dos indicados ao Supremo Tribunal Federal e aprovar ou rejeitar.


Notícias relacionadas:“Não é simples, mas Senado é soberano”, diz Messias após rejeição.Celso de Mello diz que Senado cometeu grave equívoco institucional.Senado rejeita indicação de Messias para o STF.O senador acrescentou que o risco de derrota na votação desta quarta-feira (29) já era previsto e que a proximidade com as eleições influenciou. Segundo ele, a derrota do nome de Messias não veio por causa de seu currículo, mas por questões eleitorais. A oposição aguarda os próximos passos e fica de olho no calendário. O senador Esperidião Amin, por exemplo, falou: se demorar demais para vir a indicação, isso pode mesmo ficar para depois de outubro.


A cada caso, uma reação. Eu não tenho um manual. Mas acho que, dependendo da data da indicação, isso pode ser deixado para ser votado depois da eleição.


Messias teve a indicação rejeitada. Recebeu 34 votos quando eram necessários pelo menos 41. Agora, o presidente Lula precisa fazer uma nova indicação e o nome escolhido passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça e encarar o Plenário do Senado. 
  1:42 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 02 May 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Governo, avalia, melhor, momento, para, nova, indicação, STF</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-04/governo-avalia-melhor-momento-para-nova-indicacao-ao-stf">
                    <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil">
				</a></p>Um dia depois da derrota do nome de Jorge Messias para uma vaga ao Supremo Tribunal Federal, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, foi claro: o presidente Lula não vai abrir mão da prerrogativa de fazer uma nova indicação. Está apenas analisando quando fazer isso, já que não há um prazo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687893&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687893&o=rss">

<blockquote>
<p>Não sei quando, mas por que razão o Presidente da República iria abdicar de sua atribuição? O presidente obviamente vai avaliar, vai ver qual é o melhor momento. Mas essa é uma atribuição do Presidente da República, a indicação, assim como é atribuição do Senado Federal fazer a sabatina dos indicados ao Supremo Tribunal Federal e aprovar ou rejeitar.</p>
</blockquote>

<p></p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/nao-e-simples-mas-senado-e-soberano-diz-messias-apos-rejeicao">“Não é simples, mas Senado é soberano”, diz Messias após rejeição.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/celso-de-mello-diz-que-senado-cometeu-grave-equivoco-institucional">Celso de Mello diz que Senado cometeu grave equívoco institucional.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/senado-rejeita-indicacao-de-messias-para-stf">Senado rejeita indicação de Messias para o STF.</a></li></ul>O senador acrescentou que o risco de derrota na votação desta quarta-feira (29) já era previsto e que a proximidade com as eleições influenciou. Segundo ele, a derrota do nome de Messias não veio por causa de seu currículo, mas por questões eleitorais. A oposição aguarda os próximos passos e fica de olho no calendário. O senador Esperidião Amin, por exemplo, falou: se demorar demais para vir a indicação, isso pode mesmo ficar para depois de outubro.

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<p>A cada caso, uma reação. Eu não tenho um manual. Mas acho que, dependendo da data da indicação, isso pode ser deixado para ser votado depois da eleição.</p>
</blockquote>

<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-04/senado-rejeita-indicacao-de-jorge-messias-ao-stf-por-42-34-votos" target="_blank">Messias teve a indicação rejeitada</a>. Recebeu 34 votos quando eram necessários pelo menos 41. Agora, o presidente Lula precisa fazer uma nova indicação e o nome escolhido passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça e encarar o Plenário do Senado. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:42</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Congresso reconhece conflito entre Dosimetria e Lei Antifacção</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-reconhece-conflito-entre-dosimetria-e-lei-antifaccao</link>
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<description><![CDATA[ A sessão convocada para analisar o veto integral à Lei da Dosimetria já começou com diversas questões de ordem. O problema era o seguinte: um dos artigos da Dosimetria contradiz a Lei Antifacção, que trata de progressão de pena para crimes hediondos.

Enquanto a Antifacção aumentou para 70% o cumprimento de pena antes da progressão para crimes hediondos, a Dosimetria reduz. O que iria beneficiar não só os condenados pelos atos golpistas mas todos os condenados por crimes como estupro, latrocínio e homicídio qualificado. Depois de muita confusão e interrupções em plenário, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, leu a decisão com base em parecer técnico da Casa. Esse artigo que conflitava com a Lei estava de fora da votação desta quinta-feira. Seria considerado prejudicado.


&quot;Essas normas, caso tivessem o seu veto derrubado, revogariam as novas regras de progressão de regime trazidas pela Lei Anticrime. Desta forma, cabe à presidência compatibilizar a intenção do legislador em ambas as matérias, reconhecendo a prejudicialidade da parte do veto que foi objeto da Lei Anticrime.&quot;


Ele ainda disse que era uma questão de temporalidade. A Lei Antifacção foi sancionada em março agora, depois da Dosimetria. E não era a intenção na derrubada de veto de flexibilizar regime de pena para outros crimes hediondos.

Lembrando que, para derrubar um veto é preciso maioria dos votos da Câmara e do Senado contados separadamente.
  1:53 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 02 May 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A sessão convocada para analisar o veto integral à Lei da Dosimetria já começou com diversas questões de ordem. O problema era o seguinte: um dos artigos da Dosimetria contradiz a Lei Antifacção, que trata de progressão de pena para crimes hediondos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687824&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687824&o=rss"></p>

<p>Enquanto a Antifacção aumentou para 70% o cumprimento de pena antes da progressão para crimes hediondos, a Dosimetria reduz. O que iria beneficiar não só os condenados pelos atos golpistas mas todos os condenados por crimes como estupro, latrocínio e homicídio qualificado. Depois de muita confusão e interrupções em plenário, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, leu a decisão com base em parecer técnico da Casa. Esse artigo que conflitava com a Lei estava de fora da votação desta quinta-feira. Seria considerado prejudicado.</p>

<blockquote>
<p>"Essas normas, caso tivessem o seu veto derrubado, revogariam as novas regras de progressão de regime trazidas pela Lei Anticrime. Desta forma, cabe à presidência compatibilizar a intenção do legislador em ambas as matérias, reconhecendo a prejudicialidade da parte do veto que foi objeto da Lei Anticrime."</p>
</blockquote>

<p>Ele ainda disse que era uma questão de temporalidade. A Lei Antifacção foi sancionada em março agora, depois da Dosimetria. E não era a intenção na derrubada de veto de flexibilizar regime de pena para outros crimes hediondos.</p>

<p>Lembrando que, para derrubar um veto é preciso maioria dos votos da Câmara e do Senado contados separadamente.</p>
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<title>Bolsonaro é internado para realizar cirurgia no ombro</title>
<link>https://apareceu.com/bolsonaro-e-internado-para-realizar-cirurgia-no-ombro</link>
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<description><![CDATA[ O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado na manhã desta sexta-feira no hospital DF Star, em Brasília, para passar por uma cirurgia no ombro direito. O procedimento é para tratar uma lesão no manguito rotador. A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, publicou em seu perfil em uma rede social que, de acordo com o médico ortopedista, a cirurgia deverá ter duração de três horas.

Há uma semana, o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, havia enviado ao Supremo Tribunal Federal um parecer favorável ao pedido de Bolsonaro para deixar a prisão domiciliar e fazer a cirurgia no ombro. A autorização foi concedida pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, responsável pela execução penal do ex-presidente.

Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar humanitária desde o final de março, após deixar o mesmo hospital privado da capital federal, onde esteve internado para tratar um quadro de pneumonia bacteriana. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão na ação penal da trama golpista.
  1:17 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 02 May 2026 00:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado na manhã desta sexta-feira no hospital DF Star, em Brasília, para passar por uma cirurgia no ombro direito. O procedimento é para tratar uma lesão no manguito rotador. A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, publicou em seu perfil em uma rede social que, de acordo com o médico ortopedista, a cirurgia deverá ter duração de três horas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688105&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688105&o=rss"></p>

<p>Há uma semana, o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, havia enviado ao Supremo Tribunal Federal um parecer favorável ao pedido de Bolsonaro para deixar a prisão domiciliar e fazer a cirurgia no ombro. A autorização foi concedida pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, responsável pela execução penal do ex-presidente.</p>

<p>Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar humanitária desde o final de março, após deixar o mesmo hospital privado da capital federal, onde esteve internado para tratar um quadro de pneumonia bacteriana. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão na ação penal da trama golpista.</p>
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<item>
<title>Congresso Nacional tem agenda cheia esta semana</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-nacional-tem-agenda-cheia-esta-semana</link>
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<description><![CDATA[ O plenário do Senado Federal analisa, nesta terça-feira (28), o projeto de lei que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher. De acordo com o texto, esse cadastro será um banco de dados com informações de pessoas condenadas definitivamente por crimes como feminicídio, estupro, assédio, lesão corporal, perseguição e violência psicológica. As informações serão geridas pela União e compartilhadas entre órgãos de segurança pública federais, estaduais e do Distrito Federal.

Sabatina

Expectativa também para a sabatina de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, na quarta-feira (29). O advogado-geral da União foi indicado pela Presidência da República ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Se passar na comissão, a indicação segue para votação no plenário, onde precisa obter o voto favorável de pelo menos 41 dos 81 senadores.

Dosimetria

Na quinta-feira (30), o Congresso Nacional analisa o veto do presidente Lula ao Projeto de Lei da Dosimetria, que prevê redução de penas a condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 e pela tentativa de golpe de Estado.

Escala 6x1

Na Câmara, o presidente Hugo Motta deve instalar, ainda esta semana, a comissão especial que analisará o mérito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1. A comissão será composta de 38 membros titulares e outros 38 suplentes. O relator deve ser indicado nos próximos dias. Um dos cotados é o deputado Paulo Azi, do União Brasil da Bahia, que foi o relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça da casa.
  1:46 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 09:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Congresso, Nacional, tem, agenda, cheia, esta, semana</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O plenário</strong> <strong>do Senado Federal analisa, nesta terça-feira (28), o projeto de lei que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher</strong>. De acordo com o texto, esse cadastro será um banco de dados com informações de pessoas condenadas definitivamente por crimes como feminicídio, estupro, assédio, lesão corporal, perseguição e violência psicológica. <strong>As informações serão geridas pela União e compartilhadas entre órgãos de segurança pública federais, estaduais e do Distrito Federal.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687463&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687463&o=rss"></p>

<h3>Sabatina</h3>

<p><strong>Expectativa também para a sabatina de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, na quarta-feira (29).</strong> O advogado-geral da União foi indicado pela Presidência da República ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Se passar na comissão, a indicação segue para votação no plenário, onde precisa obter o voto favorável de pelo menos 41 dos 81 senadores.</p>

<h3>Dosimetria</h3>

<p><strong>Na quinta-feira (30), o Congresso Nacional analisa o veto do presidente Lula ao Projeto de Lei da Dosimetria</strong>, que prevê redução de penas a condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 e pela tentativa de golpe de Estado.</p>

<h3>Escala 6x1</h3>

<p><strong>Na Câmara, o presidente Hugo Motta deve instalar, ainda esta semana, a comissão especial que analisará o mérito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1. </strong>A comissão será composta de 38 membros titulares e outros 38 suplentes. O relator deve ser indicado nos próximos dias. Um dos cotados é o deputado Paulo Azi, do União Brasil da Bahia, que foi o relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça da casa.</p>
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<title>Senado aprova cadastro de condenados por violência contra mulheres</title>
<link>https://apareceu.com/senado-aprova-cadastro-de-condenados-por-violencia-contra-mulheres</link>
<guid>https://apareceu.com/senado-aprova-cadastro-de-condenados-por-violencia-contra-mulheres</guid>
<description><![CDATA[ O Senado aprovou, nesta terça-feira (28), em votação simbólica, o projeto que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher. A votação foi simbólica e não houve registro individual de votos dos senadores, já que o projeto já tinha apoio consolidado no plenário da Casa.

Banco de dados

A proposta, que segue agora para sanção presidencial, prevê a criação de um banco de dados unificado com informações de agressores condenados em definitivo. O sistema será compartilhado entre órgãos de segurança pública da União e dos estados, com gestão federal.

Entre os dados registrados estarão nome, documentos pessoais, fotografia, impressões digitais e endereço dos condenados. As informações ficarão disponíveis até o fim do cumprimento da pena ou por até três anos, se a pena for inferior a esse período.

O cadastro incluirá pessoas condenadas por crimes como feminicídio, estupro, assédio, importunação sexual, lesão corporal, perseguição, violência psicológica e outros tipos de violência de gênero.

Centralização de informações

Relatora do projeto na Comissão de Constituição e Justiça, a senadora Professora Dorinha Seabra destacou em seu relatório que, atualmente, as informações sobre infratores estão dispersas, o que dificulta a atuação das autoridades. Segundo ela, a centralização dos dados deve fortalecer políticas preventivas, aprimorar medidas protetivas e aumentar a efetividade no acompanhamento dos condenados.

A nova base de dados deverá funcionar de forma integrada ao cadastro já existente mantido pelo Conselho Nacional do Ministério Público, com base na Lei Maria da Penha, facilitando a troca de informações entre os órgãos públicos.
  1:45 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 09:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou, nesta terça-feira (28), em votação simbólica, o projeto que cria o <strong>Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher</strong>. A votação foi simbólica e não houve registro individual de votos dos senadores, já que o projeto já tinha apoio consolidado no plenário da Casa.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687588&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687588&o=rss"></p>

<h3>Banco de dados</h3>

<p><strong>A proposta, que segue agora para sanção presidencial, prevê a criação de um banco de dados unificado com informações de agressores condenados em definitivo. </strong>O sistema será compartilhado entre órgãos de segurança pública da União e dos estados, com gestão federal.</p>

<p>Entre os dados registrados estarão nome, documentos pessoais, fotografia, impressões digitais e endereço dos condenados. As informações ficarão disponíveis até o fim do cumprimento da pena ou por até três anos, se a pena for inferior a esse período.</p>

<p>O cadastro incluirá pessoas condenadas por crimes como feminicídio, estupro, assédio, importunação sexual, lesão corporal, perseguição, violência psicológica e outros tipos de violência de gênero.</p>

<h3>Centralização de informações</h3>

<p>Relatora do projeto na Comissão de Constituição e Justiça, a <strong>senadora Professora Dorinha Seabra</strong> destacou em seu relatório que, atualmente, as informações sobre infratores estão dispersas, o que dificulta a atuação das autoridades. Segundo ela, a centralização dos dados deve fortalecer políticas preventivas, aprimorar medidas protetivas e aumentar a efetividade no acompanhamento dos condenados.</p>

<p>A nova base de dados deverá funcionar de forma integrada ao cadastro já existente mantido pelo Conselho Nacional do Ministério Público, com base na Lei Maria da Penha, facilitando a troca de informações entre os órgãos públicos.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:45</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Brasil expressa consternação e pesar por morte de família no Líbano</title>
<link>https://apareceu.com/brasil-expressa-consternacao-e-pesar-por-morte-de-familia-no-libano</link>
<guid>https://apareceu.com/brasil-expressa-consternacao-e-pesar-por-morte-de-familia-no-libano</guid>
<description><![CDATA[ O governo brasileiro expressou consternação e pesar pelas mortes de três pessoas de uma família, sendo uma criança brasileira de 11 anos, sua mãe, também brasileira, e seu pai, libanês, vítimas de ataque das forças de defesa de Israel, no sul do Líbano.

A família estava em sua residência, no distrito de Bint Jbeil, quando o local foi atingido, neste domingo (26). Outro filho do casal, igualmente brasileiro, encontra-se hospitalizado.

Para o Itamaraty, esse ataque constitui &quot;mais um exemplo das reiteradas e inaceitáveis violações ao cessar-fogo anunciado em 16 de abril, as quais já resultaram na morte de dezenas de civis libaneses, incluindo mulheres e crianças&quot;.

No fim da semana passada, Líbano e Israel estenderam o cessar-fogo por três semanas. Apesar da redução da violência, os ataques continuaram no sul do Líbano.

Brasil condena ataques

Na mensagem, o Brasil reiterou &quot;sua mais veemente condenação&quot; aos ataques perpetrados durante a vigência do cessar-fogo, tanto por forças israelenses quanto do Hezbollah, grupo xiita aliado do Irã que atua no território libanês. Além disso, condenou as demolições de estruturas civis no sul do Líbano, nas últimas semanas, pelas forças israelenses e a persistência do deslocamento forçado de mais de um milhão de libaneses.

Nesse contexto, o Brasil exortou as partes ao cumprimento integral de uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que estabeleceu os termos do cessar-fogo que encerrou a guerra entre os dois países em 2006, com a retirada completa das forças israelenses do território libanês.

A Embaixada do Brasil em Beirute está em contato com a família dos brasileiros falecidos para prestar assistência consular, incluindo para a vítima que está hospitalizada.
  2:13 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 09:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O governo brasileiro expressou consternação e pesar pelas mortes de três pessoas de uma família, sendo uma criança brasileira de 11 anos, sua mãe, também brasileira, e seu pai, libanês, vítimas de ataque das forças de defesa de Israel, no sul do Líbano.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687465&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687465&o=rss"></p>

<p>A família estava em sua residência, no distrito de Bint Jbeil, quando o local foi atingido, neste domingo (26). Outro filho do casal, igualmente brasileiro, encontra-se hospitalizado.</p>

<p>Para o Itamaraty, esse ataque constitui "mais um exemplo das reiteradas e inaceitáveis violações ao cessar-fogo anunciado em 16 de abril, as quais já resultaram na morte de dezenas de civis libaneses, incluindo mulheres e crianças".</p>

<p>No fim da semana passada, Líbano e Israel estenderam o cessar-fogo por três semanas. Apesar da redução da violência, os ataques continuaram no sul do Líbano.</p>

<h3>Brasil condena ataques</h3>

<p><strong>Na mensagem, o Brasil reiterou "sua mais veemente condenação" aos ataques perpetrados durante a vigência do cessar-fogo, tanto por forças israelenses quanto do Hezbollah</strong>, grupo xiita aliado do Irã que atua no território libanês. Além disso, condenou as demolições de estruturas civis no sul do Líbano, nas últimas semanas, pelas forças israelenses e a persistência do deslocamento forçado de mais de um milhão de libaneses.</p>

<p>Nesse contexto, o <strong>Brasil exortou as partes ao cumprimento integral de uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que estabeleceu os termos do cessar-fogo que encerrou a guerra entre os dois países em 2006</strong>, com a retirada completa das forças israelenses do território libanês.</p>

<p>A Embaixada do Brasil em Beirute está em contato com a família dos brasileiros falecidos para prestar assistência consular, incluindo para a vítima que está hospitalizada.</p>
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<title>Lula passa por procedimentos médicos e volta ao trabalho na segunda</title>
<link>https://apareceu.com/lula-passa-por-procedimentos-medicos-e-volta-ao-trabalho-na-segunda</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-passa-por-procedimentos-medicos-e-volta-ao-trabalho-na-segunda</guid>
<description><![CDATA[ A agenda de trabalho do presidente Lula deve retornar somente na próxima semana. Lula se recupera de dois procedimentos médicos considerados simples, realizados nesta sexta-feira (24), em São Paulo.  

De acordo com o boletim médico do Hospital Sírio-Libanês, um dos procedimentos foi a retirada de uma lesão no couro cabeludo. Após os atendimentos, o médico do presidente, Roberto Kalil Filho, disse que se tratava de uma lesão basocelular sem gravidade e que ele orientou apenas cuidado com o local da cicatriz.


            
        
    
Dr. Roberto Kalil, por Paulo Pinto/Agência Brasil



&quot;É uma lesão basocelular que chama, é o tumorzinho de pele mais comum. Ele vai voltar à atividade normal daqui a uns dias, por coerência. Tem uma agenda na segunda-feira (27), por coerência, espera um pouquinho, tem uma ferida na pele, espera alguns dias, não muda nada. O máximo que vai acontecer, ele vai aparecer de chapéu, como já apareceu outras vezes, pronto, acabou, e com um curativozinho, que vai ficar ainda por um mês até cicatrizar.&quot;


O procedimento foi realizado pela médica dermatologista Cristina Abdala. Segundo ela, a lesão é localizada, vem da exposição solar e não se espalha para outros lugares do corpo. Também informou que o tecido retirado passou por biópsia. 

Outro procedimento relatado no boletim médico foi o de infiltração no punho direito, para o tratamento de uma tenossinovite, uma inflamação na região do tendão, que provoca dor, inchaço e impacta no movimento.

Os procedimentos já estavam agendados e, por isso, não foram em caráter de emergência. A unidade hospitalar também informou que “todos os procedimentos ocorreram sem intercorrências” e que Lula retorna às atividades habituais na próxima segunda-feira.
 
  1:40 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 18:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A agenda de trabalho do presidente Lula deve retornar somente na próxima semana. Lula se recupera de dois procedimentos médicos considerados simples, realizados nesta sexta-feira (24), em São Paulo.  <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687170&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687170&o=rss"></p>

<p>De acordo com o boletim médico do Hospital Sírio-Libanês, um dos procedimentos foi a retirada de uma lesão no couro cabeludo. Após os atendimentos, o médico do presidente, Roberto Kalil Filho, disse que <strong>se tratava de uma lesão basocelular sem gravidade</strong> e que ele orientou apenas cuidado com o local da cicatriz.</p>

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</div></div>

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<p>"É uma lesão basocelular que chama, é o tumorzinho de pele mais comum. Ele vai voltar à atividade normal daqui a uns dias, por coerência. Tem uma agenda na segunda-feira (27), por coerência, espera um pouquinho, tem uma ferida na pele, espera alguns dias, não muda nada. O máximo que vai acontecer, ele vai aparecer de chapéu, como já apareceu outras vezes, pronto, acabou, e com um curativozinho, que vai ficar ainda por um mês até cicatrizar."</p>
</blockquote>

<p>O procedimento foi realizado pela médica dermatologista Cristina Abdala. Segundo ela, <strong>a lesão é localizada, vem da exposição solar e não se espalha para outros lugares</strong> do corpo. Também informou que o tecido retirado passou por biópsia. </p>

<p>Outro procedimento relatado no boletim médico foi o de <strong>infiltração no punho direito, para o tratamento de uma tenossinovite</strong>, uma inflamação na região do tendão, que provoca dor, inchaço e impacta no movimento.</p>

<p>Os procedimentos já estavam agendados e, por isso, não foram em caráter de emergência. A unidade hospitalar também informou que “todos os procedimentos ocorreram sem intercorrências” e que Lula retorna às atividades habituais na próxima segunda-feira.<br>
 </p>
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<title>CCJ da Câmara aprova parecer favorável à PEC do fim da escala 6x1</title>
<link>https://apareceu.com/ccj-da-camara-aprova-parecer-favoravel-a-pec-do-fim-da-escala-6x1</link>
<guid>https://apareceu.com/ccj-da-camara-aprova-parecer-favoravel-a-pec-do-fim-da-escala-6x1</guid>
<description><![CDATA[ A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (22), o parecer do deputado Paulo Azi, do União da Bahia, favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala 6x1.

O relatório, apresentado na semana passada, analisou duas propostas que tramitam em conjunto: uma que acaba com a escala de trabalho 6x1, ou seja, seis dias de trabalho e um de descanso por semana, e outra que prevê a redução da carga semanal para 36 horas. As PECs são de autoria da deputada Erika Hilton, do PSOL de São Paulo, e do deputado Reginaldo Lopes, do PT de Minas Gerais, respectivamente.

Durante o debate na CCJ, Reginaldo Lopes defendeu que os impactos da redução da jornada de trabalho serão positivos para todos os setores da economia:


&quot;Os impactos serão sentidos por todos os setores da sociedade, em especial para os trabalhadores e para as famílias dos trabalhadores. Mas será positivo para o empresário, para o empreendedor. Terá ganho de produtividade. Esta é a compensação: ganho de produtividade. O Brasil tem 500 mil trabalhadores por ano afastados para a seguridade social por estresse físico, emocional, mental.&quot;


Já o deputado Lucas Redecker, PSD do Rio Grande do Sul, um dos autores do pedido de vista que deu mais tempo para análise do parecer, afirmou que a PEC do fim da escala 6x1 não prevê compensação:


&quot;A minha preocupação é de quem vai pagar esta conta, porque, se nós diminuirmos a escala de 6x1 para 5x2 e mantivermos o mesmo salário — que é esta a proposta, e eu acho que isso é muito bom para o trabalhador —, mas isso vai gerar um déficit para o empregador, que vai ter, lá na ponta da sua receita, uma diminuição prevista de mais ou menos 22% do seu valor agregado pelo custo do empregado. E sempre quando aumenta o valor, quem paga a conta é o consumidor final.&quot;


Já a deputada Sâmia Bonfim, do PSOL de São Paulo, destacou a relevância do tema e o engajamento social por melhores condições de trabalho. Ela lembrou que também tramita no Congresso, em regime de urgência, um projeto de lei enviado pelo governo federal com a mesma finalidade:


&quot;Esse tema está avançando justamente porque há um grande constrangimento por parte dessas lideranças em se colocar contrário a um projeto de amplo apoio popular. E eu quero saudar e parabenizar o presidente Lula pela iniciativa de ter enviado um projeto de lei simples para que, em 45 dias — agora um prazo menor —, a Câmara possa, ou sim ou sim, votar e aprovar esse projeto com maioria simples.&quot;


Agora, o texto da PEC segue para uma comissão especial da Câmara, que será responsável por analisar o mérito da proposta, com a participação da sociedade e de setores envolvidos, antes da votação em plenário.
  3:22 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 03:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (22), o <strong>parecer do deputado Paulo Azi</strong>, do União da Bahia, favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala 6x1.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686945&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686945&o=rss"></p>

<p>O relatório, apresentado na semana passada, analisou duas propostas que tramitam em conjunto: uma que acaba com a escala de trabalho 6x1, ou seja, seis dias de trabalho e um de descanso por semana, e outra que prevê a redução da carga semanal para 36 horas. As PECs são de autoria da deputada Erika Hilton, do PSOL de São Paulo, e do deputado Reginaldo Lopes, do PT de Minas Gerais, respectivamente.</p>

<p>Durante o debate na CCJ, <strong>Reginaldo Lopes</strong> defendeu que os impactos da redução da jornada de trabalho serão positivos para todos os setores da economia:</p>

<blockquote>
<p>"Os impactos serão sentidos por todos os setores da sociedade, em especial para os trabalhadores e para as famílias dos trabalhadores. Mas será positivo para o empresário, para o empreendedor. Terá ganho de produtividade. Esta é a compensação: ganho de produtividade. O Brasil tem 500 mil trabalhadores por ano afastados para a seguridade social por estresse físico, emocional, mental."</p>
</blockquote>

<p>Já o <strong>deputado</strong> <strong>Lucas Redecker</strong>, PSD do Rio Grande do Sul, um dos autores do pedido de vista que deu mais tempo para análise do parecer, afirmou que a PEC do fim da escala 6x1 não prevê compensação:</p>

<blockquote>
<p>"A minha preocupação é de quem vai pagar esta conta, porque, se nós diminuirmos a escala de 6x1 para 5x2 e mantivermos o mesmo salário — que é esta a proposta, e eu acho que isso é muito bom para o trabalhador —, mas isso vai gerar um déficit para o empregador, que vai ter, lá na ponta da sua receita, uma diminuição prevista de mais ou menos 22% do seu valor agregado pelo custo do empregado. E sempre quando aumenta o valor, quem paga a conta é o consumidor final."</p>
</blockquote>

<p>Já a <strong>deputada</strong> <strong>Sâmia Bonfim</strong>, do PSOL de São Paulo, destacou a relevância do tema e o engajamento social por melhores condições de trabalho. Ela lembrou que <strong>também tramita no Congresso, em regime de urgência, um projeto de lei enviado pelo governo federal</strong> com a mesma finalidade:</p>

<blockquote>
<p>"Esse tema está avançando justamente porque há um grande constrangimento por parte dessas lideranças em se colocar contrário a um projeto de amplo apoio popular. E eu quero saudar e parabenizar o presidente Lula pela iniciativa de ter enviado um projeto de lei simples para que, em 45 dias — agora um prazo menor —, a Câmara possa, ou sim ou sim, votar e aprovar esse projeto com maioria simples."</p>
</blockquote>

<p>Agora, o texto da PEC segue para uma comissão especial da Câmara, que será responsável por analisar o mérito da proposta, com a participação da sociedade e de setores envolvidos, antes da votação em plenário.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:22</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>PEC da escala 6x1 abre debate sobre produtividade e hora trabalhada</title>
<link>https://apareceu.com/pec-da-escala-6x1-abre-debate-sobre-produtividade-e-hora-trabalhada</link>
<guid>https://apareceu.com/pec-da-escala-6x1-abre-debate-sobre-produtividade-e-hora-trabalhada</guid>
<description><![CDATA[ Fim da escala 6x1 aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, agora é com a Comissão Especial, que deverá ser criada nos próximos dias. Nessa comissão especial serão discutidos os termos. Será negociada de que forma essa escala será implantada. O governo tem dito que concorda com uma regra de transição, mas que compensação, não.

Nessa quarta-feira mesmo, ainda na reunião da CCJ, o deputado Reginaldo Lopes do PT, autor de uma das Pecs que foi aprovada - a outra é a da Érika Hilton, do PSOL - disse que não tem essa de compensar não.


A escala 6 por 1 se tornou, sim, no século XXI, a escravidão moderna desse século. É fundamental botar um ponto final. Os impactos serão sentidos por todos os setores da sociedade, em especial para os trabalhadores e para as famílias dos trabalhadores. Mas será positivo para o empresário, para o empreendedor. Terá ganho de produtividade. Essa é a compensação: ganho de produtividade.


Mas a oposição promete ir para o embate. O líder do PL, Sóstenes Cavalcante já avisou quer discutir o assunto para que ninguém - inclusive os empresários, os patrões - saiam perdendo. E depois da votação na CCJ, já de noite em Plenário falou que o que ele defende mesmo é o esquema hora trabalhada, hora paga.


Queremos discutir mais.  A relação mais moderna do mundo de empregador-trabalho é hora trabalhada, hora recebida, para dar liberdade ao trabalhador. Se ele quiser trabalhar em dois empregos, ele trabalha: 10 horas em um, 20 horas em outro. Dá total liberdade ao trabalhador de escolha e ao empregador de produtividade.


A comissão especial ainda não foi criada, ou seja, nem relator tem. Hugo Motta, que é o presidente da Câmara, avisou que vai seguir os trâmites com equilíbrio para que tudo possa chegar ao plenário ainda em maio.
  1:59 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/tags/escala-6x1" target="_blank">Fim da escala 6x1 aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara,</a> agora é com a Comissão Especial, que deverá ser criada nos próximos dias. Nessa comissão especial serão discutidos os termos. Será negociada de que forma essa escala será implantada. O governo tem dito que concorda com uma regra de transição, mas que compensação, não.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687017&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687017&o=rss"></p>

<p>Nessa quarta-feira mesmo, ainda na reunião da CCJ, o deputado Reginaldo Lopes do PT, autor de uma das Pecs que foi aprovada - a outra é a da Érika Hilton, do PSOL - disse que não tem essa de compensar não.</p>

<blockquote>
<p>A escala 6 por 1 se tornou, sim, no século XXI, a escravidão moderna desse século. É fundamental botar um ponto final. Os impactos serão sentidos por todos os setores da sociedade, em especial para os trabalhadores e para as famílias dos trabalhadores. Mas será positivo para o empresário, para o empreendedor. Terá ganho de produtividade. Essa é a compensação: ganho de produtividade.</p>
</blockquote>

<p>Mas a oposição promete ir para o embate. O líder do PL, Sóstenes Cavalcante já avisou quer discutir o assunto para que ninguém - inclusive os empresários, os patrões - saiam perdendo. E depois da votação na CCJ, já de noite em Plenário falou que o que ele defende mesmo é o esquema hora trabalhada, hora paga.</p>

<blockquote>
<p>Queremos discutir mais.  A relação mais moderna do mundo de empregador-trabalho é hora trabalhada, hora recebida, para dar liberdade ao trabalhador. Se ele quiser trabalhar em dois empregos, ele trabalha: 10 horas em um, 20 horas em outro. Dá total liberdade ao trabalhador de escolha e ao empregador de produtividade.</p>
</blockquote>

<p>A comissão especial ainda não foi criada, ou seja, nem relator tem. Hugo Motta, que é o presidente da Câmara, avisou que vai seguir os trâmites com equilíbrio para que tudo possa chegar ao plenário ainda em maio.</p>
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</item>

<item>
<title>Brasil retira credenciais diplomáticas de agente dos Estados Unidos</title>
<link>https://apareceu.com/brasil-retira-credenciais-diplomaticas-de-agente-dos-estados-unidos</link>
<guid>https://apareceu.com/brasil-retira-credenciais-diplomaticas-de-agente-dos-estados-unidos</guid>
<description><![CDATA[ O governo brasileiro retirou as credenciais diplomáticas de um agente de imigração dos Estados Unidos que atuava na sede da Polícia Federal (PF) em Brasília. A medida foi tomada após o governo de Donald Trump determinar a saída do delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho dos EUA.

O delegado da Polícia Federal estava envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem, que fugiu do Brasil em setembro do ano passado, durante o julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF). Ramagem é alvo de um pedido de extradição feito pelo governo brasileiro e foi detido pelo Serviço de Imigração dos Estados Unidos no último dia 13. Dois dias depois, ele foi solto. As razões que levaram à soltura não foram divulgadas pelo governo estadunidense.

Itamaraty se manifesta

Nesta quarta-feira (22), o Itamaraty divulgou comunicado afirmando que ação de reciprocidade adotada se deu &quot;diante da decisão sumária contra o agente da Polícia Federal, que não foi precedida de qualquer pedido de esclarecimento ou tentativa de diálogo sobre o caso&quot;, em desacordo com memorando de entendimento bilateral que regula a facilitação do intercâmbio de oficiais de ligação na área de segurança.

Lula elogia diretor da PF

Em uma publicação nas redes sociais, também nesta quarta-feira, o presidente Lula elogiou a decisão do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, de comunicar a interrupção das atividades do delegado norte-americano no Brasil:


“Andrei, parabéns pela tua posição com relação ao delegado americano, colocando a reciprocidade. Ou seja, o que eles fizeram conosco a gente vai fazer com eles, esperando que eles estejam dispostos a voltar a conversar e as coisas voltarem à normalidade.”


Nessa terça-feira (21), durante viagem à Alemanha, Lula já havia indicado que aplicaria o princípio reciprocidade após a expulsão do delegado brasileiro dos Estados Unidos.
  2:12 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro retirou as credenciais diplomáticas de um agente de imigração dos Estados Unidos que atuava na sede da Polícia Federal (PF) em Brasília. A medida foi tomada após o governo de Donald Trump determinar a saída do delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho dos EUA.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686956&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686956&o=rss"></p>

<p>O<strong> delegado da Polícia Federal estava envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem</strong>, que fugiu do Brasil em setembro do ano passado, durante o julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF). Ramagem é alvo de um pedido de extradição feito pelo governo brasileiro e foi detido pelo Serviço de Imigração dos Estados Unidos no último dia 13. Dois dias depois, ele foi solto. As razões que levaram à soltura não foram divulgadas pelo governo estadunidense.</p>

<h3>Itamaraty se manifesta</h3>

<p>Nesta quarta-feira (22), <strong>o Itamaraty divulgou comunicado afirmando que ação de reciprocidade adotada se deu "diante da decisão sumária contra o agente da Polícia Federal, que não foi precedida de qualquer pedido de esclarecimento ou tentativa de diálogo sobre o caso"</strong>, em desacordo com memorando de entendimento bilateral que regula a facilitação do intercâmbio de oficiais de ligação na área de segurança.</p>

<h3>Lula elogia diretor da PF</h3>

<p>Em uma publicação nas redes sociais, também nesta quarta-feira, o presidente Lula elogiou a decisão do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, de comunicar a interrupção das atividades do delegado norte-americano no Brasil:</p>

<blockquote>
<p>“Andrei, parabéns pela tua posição com relação ao delegado americano, colocando a reciprocidade. Ou seja, o que eles fizeram conosco a gente vai fazer com eles, esperando que eles estejam dispostos a voltar a conversar e as coisas voltarem à normalidade.”</p>
</blockquote>

<p>Nessa terça-feira (21), durante viagem à Alemanha, Lula já havia indicado que aplicaria o princípio reciprocidade após a expulsão do delegado brasileiro dos Estados Unidos.</p>
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</item>

<item>
<title>Negociação continua, diz presidente Lula sobre acordo UE&#45;Mercosul</title>
<link>https://apareceu.com/negociacao-continua-diz-presidente-lula-sobre-acordo-ue-mercosul</link>
<guid>https://apareceu.com/negociacao-continua-diz-presidente-lula-sobre-acordo-ue-mercosul</guid>
<description><![CDATA[ A poucos dias para começar a valer, temporariamente, o acordo entre Mercosul e União Europeia, o presidente Lula disse que vai continuar negociando para que a medida seja implementada. Segundo o presidente, a ideia é a complementaridade de produtos.  

“O Parlamento Europeu entrou com recurso na Justiça da União Europeia, mas isso não impede que a gente continue negociando. O que é importante é que a gente consiga convencer que esse acordo é apenas de gente ciumenta que não conhece a qualidade do Brasil. A gente não quer destruir os produtos deles. A gente quer fazer uma política de complementaridade porque eles produzem coisas diferentes de nós. Portanto, estou muito otimista com o papel que a gente pode jogar no mundo”.

Acordo temporário

 A declaração foi nesta quinta-feira (23), durante a abertura da Feira Brasil na Mesa, na região administrativa de Planaltina, Distrito Federal. A partir de 1º de maio, entra em vigor, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.

No entanto, a aliança comercial é temporária, porque o Parlamento Europeu acionou a Justiça contra a medida, em janeiro deste ano. A Feira Brasil na Mesa ocorre em comemoração aos 53 anos da Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.


            
        
    
Brasília (DF), 23/04/2026 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita o pomar da ciência, onde serão apresentadas pesquisas de pitaya, maracujá e baunilha e participa da cerimônia de abertura da Feira Brasil na Mesa, na Embrapa Cerrados, em Planaltina (DF). Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil - Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil


Na abertura do evento, o presidente Lula defendeu o fortalecimento da estatal, para o desenvolvimento de tecnologias agrícolas e agropecuárias.  

“Nós precisamos então rediscutir a importância da Embrapa no Brasil nesse instante extraordinário que a gente conseguiu fazer o acordo União Europeia e América. Nós vamos ter um mercado de 750 milhões de pessoas e US$ 22 trilhões. E ninguém tem a quantidade de produtos para oferecer ao mundo que o Brasil tem. E aí é preciso pesquisa e é preciso qualidade. Nós já temos 540 produtos na bandeja para entregar para os europeus.

Combate ao crime

Ainda na cerimônia da Embrapa, Lula destacou a prioridade no combate ao crime organizado no Brasil, e anunciou a contratação de mil agentes para a Polícia Federal, além das vagas já previstas no edital do último concurso.

Lula também anunciou que o governo está convidando todos os delegados e agentes da PF afastados, para retornarem aos postos.  

“Ontem assinei um decreto dando mais mil vagas na Polícia Federal. E mais ainda: ontem eu mandei o ministro da Justiça fazer uma nota convidando todos os delegados da Polícia Federal que estão fora da Polícia Federal. Só vai ficar fora aqueles que foram secretários de Estado, mas aqueles agentes ou delegados que estão aí, em outro lugar, fingindo que estão trabalhando e não estão trabalhando, todos vão ter que voltar porque nós vamos derrotar o crime organizado nesse país.”

Feira Brasil na Mesa

A Feira Brasil na Mesa ocorre entre esta quinta (23) e sábado (25), na unidade da Embrapa Cerrados, em Planaltina (DF). Durante os três dias, serão expostos “tecnologias, produtos e experiências desenvolvidos a partir da pesquisa agropecuária” da estatal. O evento também é uma forma de comemorar os 53 anos da Embrapa.

A feira é aberta ao público: os visitantes podem conhecer e degustar frutas nativas, participar de seminários, apresentações culturais e feira livre de alimentos. A entrada é de graça, mas é preciso se inscrever no site da Feira Brasil na Mesa, na internet.  
  3:25 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Negociação, continua, diz, presidente, Lula, sobre, acordo, UE-Mercosul</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A poucos dias para começar a valer, temporariamente, o acordo entre Mercosul e União Europeia,<strong> o presidente Lula disse que vai continuar negociando para que a medida seja implementada</strong>. Segundo o presidente, a ideia é a complementaridade de produtos.  <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687062&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687062&o=rss"></p>

<p>“O Parlamento Europeu entrou com recurso na Justiça da União Europeia, mas isso não impede que a gente continue negociando. O que é importante é que a gente consiga convencer que esse acordo é apenas de gente ciumenta que não conhece a qualidade do Brasil. <strong>A gente não quer destruir os produtos deles. A gente quer fazer uma política de complementaridade porque eles produzem coisas diferentes de nós</strong>. Portanto, estou muito otimista com o papel que a gente pode jogar no mundo”.</p>

<h2>Acordo temporário</h2>

<p> A declaração foi nesta quinta-feira (23), durante a abertura da Feira Brasil na Mesa, na região administrativa de Planaltina, Distrito Federal. <strong>A partir de 1º de maio, entra em vigor, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia</strong>.</p>

<p>No entanto, a aliança comercial é temporária, porque o Parlamento Europeu acionou a Justiça contra a medida, em janeiro deste ano. A Feira Brasil na Mesa ocorre em comemoração aos 53 anos da Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.</p>

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<p>Na abertura do evento, o presidente Lula defendeu o fortalecimento da estatal, para o desenvolvimento de tecnologias agrícolas e agropecuárias.  </p>

<p>“Nós precisamos então rediscutir a importância da Embrapa no Brasil nesse instante extraordinário que a gente conseguiu fazer o acordo União Europeia e América. Nós vamos ter um mercado de 750 milhões de pessoas e US$ 22 trilhões. E ninguém tem a quantidade de produtos para oferecer ao mundo que o Brasil tem. E aí é preciso pesquisa e é preciso qualidade<strong>. Nós já temos 540 produtos na bandeja para entregar para os europeus</strong>.</p>

<h2>Combate ao crime</h2>

<p>Ainda na cerimônia da Embrapa, <strong>Lula destacou a prioridade no combate ao crime organizado no Brasil</strong>, e anunciou a contratação de mil agentes para a Polícia Federal, além das vagas já previstas no edital do último concurso.</p>

<p>Lula também <strong>anunciou que o governo está convidando todos os delegados e agentes da PF afastados</strong>, para retornarem aos postos.  </p>

<p>“Ontem assinei um decreto dando mais mil vagas na Polícia Federal. E mais ainda: ontem eu mandei o ministro da Justiça fazer uma nota convidando todos os delegados da Polícia Federal que estão fora da Polícia Federal. Só vai ficar fora aqueles que foram secretários de Estado, mas aqueles agentes ou delegados que estão aí, em outro lugar, fingindo que estão trabalhando e não estão trabalhando, <strong>todos vão ter que voltar porque nós vamos derrotar o crime organizado nesse país</strong>.”</p>

<h2>Feira Brasil na Mesa</h2>

<p>A Feira Brasil na Mesa ocorre entre esta quinta (23) e sábado (25), na unidade da Embrapa Cerrados, em Planaltina (DF). Durante os três dias, serão expostos “tecnologias, produtos e experiências desenvolvidos a partir da pesquisa agropecuária” da estatal. O evento também é uma forma de comemorar os 53 anos da Embrapa.</p>

<p>A feira é aberta ao público: os visitantes podem conhecer e degustar frutas nativas, participar de seminários, apresentações culturais e feira livre de alimentos. A entrada é de graça, mas é preciso se inscrever no site da <a href="https://www.embrapa.br/feira-brasil-na-mesa">Feira Brasil na Mesa</a>, na internet.  </p>
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<item>
<title>Douglas Ruas, presidente da Alerj, pede ao STF para assumir Estado</title>
<link>https://apareceu.com/douglas-ruas-presidente-da-alerj-pede-ao-stf-para-assumir-estado</link>
<guid>https://apareceu.com/douglas-ruas-presidente-da-alerj-pede-ao-stf-para-assumir-estado</guid>
<description><![CDATA[ O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, deputado estadual Douglas Ruas, do PL, pediu ao Supremo Tribunal Federal para assumir imediatamente o governo do estado. A solicitação foi protocolada nesta quinta-feira (23), na ação que discute as regras para uma possível eleição indireta no Rio.

Atualmente, o comando do estado está com o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo Couto. Ele assumiu após a dupla vacância no Executivo — quando o estado do Rio de Janeiro ficou sem governador, vice-governador e presidente da Alerj.

O pedido tem como base a eleição do deputado estadual Douglas Ruas para a presidência da Assembleia do Rio de Janeiro, que aconteceu na sexta-feira da semana passada.

Segundo a Alerj, isso muda o cenário e restabelece a linha sucessória prevista na Constituição estadual.

Na prática, a Casa defende que o comando do Executivo deve voltar ao Legislativo. Isso porque, pela regra constitucional, o presidente da Assembleia é o primeiro na linha de sucessão, antes do Judiciário.

A permanência do presidente do Tribunal de Justiça no cargo, segundo a petição, era uma medida provisória e valia apenas enquanto não havia um chefe do Legislativo em exercício.

O embate jurídico acontece em meio a uma crise política no estado. Partidos de oposição entraram com ações no Supremo Tribunal Federal questionando o formato da eleição para a Alerj. A corte ainda não tomou uma decisão sobre como deve ser feita a escolha do novo governador — se por eleição direta ou indireta.

O julgamento dessa matéria está suspenso após pedido de vista do ministro Flávio Dino. O relator é o ministro Luiz Fux.

Enquanto isso, o governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, já adotou medidas administrativas com impacto na gestão. Para a Alerj, isso pode gerar insegurança jurídica se a situação não for revista.

O pedido do presidente da Alerj aguarda decisão do STF.
  2:08 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Douglas, Ruas, presidente, Alerj, pede, STF, para, assumir, Estado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, deputado estadual Douglas Ruas, do PL, pediu ao Supremo Tribunal Federal para assumir imediatamente o governo do estado. A solicitação foi protocolada nesta quinta-feira (23), na ação que discute as regras para uma possível eleição indireta no Rio.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687100&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687100&o=rss"></p>

<p><strong>Atualmente, o comando do estado está com o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo Couto. Ele assumiu após a dupla vacância no Executivo — quando o estado do Rio de Janeiro ficou sem governador, vice-governador e presidente da Alerj.</strong></p>

<p>O pedido tem como base a eleição do deputado estadual Douglas Ruas para a presidência da Assembleia do Rio de Janeiro, que aconteceu na sexta-feira da semana passada.</p>

<p>Segundo a Alerj, isso muda o cenário e restabelece a linha sucessória prevista na Constituição estadual.</p>

<p><strong>Na prática, a Casa defende que o comando do Executivo deve voltar ao Legislativo</strong>. Isso porque, pela regra constitucional, o presidente da Assembleia é o primeiro na linha de sucessão, antes do Judiciário.</p>

<p>A permanência do presidente do Tribunal de Justiça no cargo, segundo a petição, era uma medida provisória e valia apenas enquanto não havia um chefe do Legislativo em exercício.</p>

<p><strong>O embate jurídico acontece em meio a uma crise política no estado. Partidos de oposição entraram com ações no Supremo Tribunal Federal questionando o formato da eleição para a Alerj. A corte ainda não tomou uma decisão sobre como deve ser feita a escolha do novo governador — se por eleição direta ou indireta.</strong></p>

<p>O julgamento dessa matéria está suspenso após pedido de vista do ministro Flávio Dino. O relator é o ministro Luiz Fux.</p>

<p>Enquanto isso, o governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, já adotou medidas administrativas com impacto na gestão. Para a Alerj, isso pode gerar insegurança jurídica se a situação não for revista.</p>

<p>O pedido do presidente da Alerj aguarda decisão do STF.</p>
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<title>Lula cogita usar reciprocidade após expulsão de delegado pelos EUA</title>
<link>https://apareceu.com/lula-cogita-usar-reciprocidade-apos-expulsao-de-delegado-pelos-eua</link>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula disse que pode adotar a reciprocidade com os Estados Unidos no caso da expulsão de um delegado brasileiro envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem. A expulsão foi anunciada pelas redes sociais nessa segunda-feira (20) pelo Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental do governo norte-americano sem outras explicações.

Já nessa terça de manhã (21), em viagem à Europa, Lula, ainda disse que não se pode aceitar abusos de autoridade e ingerências aqui no Brasil.


“Eu não sei o que aconteceu. Fui informado hoje de manhã. Acho que se houve um abuso americano com relação ao nosso policial, nós vamos fazer a reciprocidade com o dele no Brasil. Não tem conversa, ou seja. Nós queremos que as coisas aconteçam da forma mais correta possível, mas nós não podemos aceitar essa ingerência, essa abuso de autoridade que alguns personagens americanos querem ter com relação ao Brasil”.


O entendimento do órgão norte americano para a expulsão do brasileiro foi o de que ele teria tentado contornar mecanismos formais de cooperação jurídica durante a prisão de Ramagem.

O ex-parlamentar havia deixado o Brasil no ano passado, após condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento na tentativa de golpe.

No último dia 13, foi detido pelo ICE - a polícia de imigração dos Estados Unidos, numa ação de cooperação internacional entre os dois países, e foi solto dois dias depois. Vai aguardar em liberdade o processo de asilo político. O governo brasileiro já entrou com pedido de extradição.
 
  1:38 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 11:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, cogita, usar, reciprocidade, após, expulsão, delegado, pelos, EUA</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula disse que pode adotar a <strong>reciprocidade com os Estados Unidos no caso da expulsão de um delegado brasileiro </strong>envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem. A expulsão foi anunciada pelas redes sociais nessa segunda-feira (20) pelo Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental do governo norte-americano sem outras explicações.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686750&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686750&o=rss"></p>

<p>Já nessa terça de manhã (21), em viagem à Europa, Lula, ainda disse que não se pode aceitar abusos de autoridade e ingerências aqui no Brasil.</p>

<blockquote>
<p>“Eu não sei o que aconteceu. Fui informado hoje de manhã. Acho que se houve um abuso americano com relação ao nosso policial, nós vamos fazer a reciprocidade com o dele no Brasil. Não tem conversa, ou seja. Nós queremos que as coisas aconteçam da forma mais correta possível, mas nós não podemos aceitar essa ingerência, essa abuso de autoridade que alguns personagens americanos querem ter com relação ao Brasil”.</p>
</blockquote>

<p>O entendimento do órgão norte americano para a expulsão do brasileiro foi o de que ele <strong>teria tentado contornar mecanismos formais de cooperação jurídica durante a prisão de Ramagem</strong>.</p>

<p>O ex-parlamentar havia deixado o Brasil no ano passado, após condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento na tentativa de golpe.</p>

<p>No último dia 13, foi detido pelo ICE - a polícia de imigração dos Estados Unidos, numa ação de cooperação internacional entre os dois países, e foi solto dois dias depois. Vai aguardar em liberdade o processo de asilo político. O governo brasileiro já entrou com pedido de extradição.<br>
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<title>Lula afirma que Brasil está mostrando que o biocombustível é uma opção</title>
<link>https://apareceu.com/lula-afirma-que-brasil-esta-mostrando-que-o-biocombustivel-e-uma-opcao</link>
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<description><![CDATA[ &quot;É preciso derrubar a resistência aos biocombustíveis. Eles são uma opção barata e não comprometem a produção de alimentos no mundo.&quot;

Foi o que o presidente Lula disse lá na Alemanha, em coletiva de imprensa com o chanceler alemão, Friederich Merz. E acrescentou: em tempos de guerra e de alta do petróleo, o Brasil mostra ao mundo que o biocombustível pode ser usado em qualquer veículo e até na produção de energia. 

E olha que quem fala isso somos nós, Lula reforçou, que somos exportadores de petróleo.


“Aqueles que têm medo de discutir a baixa utilização do combustível fóssil pode parar de ter medo, porque o Brasil está mostrando que é uma opção. E veja que o Brasil é um país produtor de petróleo. Nós somos exportadores de petróleo. Mas nós estamos trabalhando com muita vontade para provas que o mundo não ficará órfão se não tiver combustível fóssil”.


O presidente voltou a defender o multilateralismo, lembrando o acordo Mercosul-União Europeia, que entra em vigor agora dia primeiro de maio. Reforçou que o diálogo e a diplomacia permitiram esse acordo. E voltou a pedir paz e a criticar o Conselho de Segurança da ONU.


“De nada adianta estar com a casa em ordem em um mundo em desordem. A prevalência das forças sobre o direito é a mais grave ameaça à paz e à segurança internacional. Estamos profundamente preocupados com os riscos da retomada do conflito do Irã e de escalada no Líbano. A sobrevivência do Estado Palestino e de seu povo segue ameaçada. Na Ucrânia, a almejada paz permanece cada vez mais distante. Entre a ação dos que provocam guerra e a omissão, dos que preferem se calar, a ONU está, mais uma vez, paralisada”.


Ele ainda aconselhou o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, a ir para o G20 nos Estados Unidos. Falou: se eu fosse você, eu iria. E aí a gente vê se lá você vai ser bem recebido. A fala veio porque em novembro passado, Donald Trump, presidente norte americano, disse que não convidaria a África do Sul para o encontro no fim do ano porque o Trump não é dono do G20.

Já sobre questões internas, aqui do Brasil, Lula foi perguntado sobre a proximidade com as eleições. Disse que está tranquilo, que encara a eleição como uma coisa democrática e que não vê turbulências até lá.

Ele ainda aproveitou para brincar com o chanceler alemão. E fez um convite para o final da Copa do Mundo agora no meio do ano nos Estados Unidos, México e Canadá.


“Se a Alemanha e o Brasil forem finalistas na Copa do Mundo, que a gente convida o Trump para assistir a Copa do Mundo conosco. E, certamente, dessa vez deve ser a vez do Brasil ganhar. Porque última vez a Alemanha ganhou de 7 a 1 do Brasil”.

  3:18 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 11:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>"É preciso derrubar a resistência aos biocombustíveis. Eles são uma opção barata e não comprometem a produção de alimentos no mundo."<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686695&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686695&o=rss"></p>

<p>Foi o que o presidente Lula disse lá na Alemanha, em coletiva de imprensa com o chanceler alemão, Friederich Merz. E acrescentou: <strong>em tempos de guerra e de alta do petróleo, o Brasil mostra ao mundo que o biocombustível pode ser usado em qualquer veículo e até na produção de energia. </strong></p>

<p>E olha que quem fala isso somos nós, Lula reforçou, que somos exportadores de petróleo.</p>

<blockquote>
<p>“Aqueles que têm medo de discutir a baixa utilização do combustível fóssil pode parar de ter medo, porque o Brasil está mostrando que é uma opção. E veja que o Brasil é um país produtor de petróleo. Nós somos exportadores de petróleo. Mas nós estamos trabalhando com muita vontade para provas que o mundo não ficará órfão se não tiver combustível fóssil”.</p>
</blockquote>

<p><strong>O presidente voltou a defender o multilateralismo, lembrando o acordo Mercosul-União Europeia, que entra em vigor agora dia primeiro de maio. Reforçou que o diálogo e a diplomacia permitiram esse acordo. E voltou a pedir paz e a criticar o Conselho de Segurança da ONU.</strong></p>

<blockquote>
<p>“De nada adianta estar com a casa em ordem em um mundo em desordem. A prevalência das forças sobre o direito é a mais grave ameaça à paz e à segurança internacional. Estamos profundamente preocupados com os riscos da retomada do conflito do Irã e de escalada no Líbano. A sobrevivência do Estado Palestino e de seu povo segue ameaçada. Na Ucrânia, a almejada paz permanece cada vez mais distante. Entre a ação dos que provocam guerra e a omissão, dos que preferem se calar, a ONU está, mais uma vez, paralisada”.</p>
</blockquote>

<p>Ele ainda aconselhou o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, a ir para o G20 nos Estados Unidos. Falou: se eu fosse você, eu iria. E aí a gente vê se lá você vai ser bem recebido. A fala veio porque em novembro passado, Donald Trump, presidente norte americano, disse que não convidaria a África do Sul para o encontro no fim do ano porque o Trump não é dono do G20.</p>

<p>Já sobre questões internas, aqui do Brasil, <strong>Lula foi perguntado sobre a proximidade com as eleições. Disse que está tranquilo, que encara a eleição como uma coisa democrática e que não vê turbulências até lá.</strong></p>

<p>Ele ainda aproveitou para brincar com o chanceler alemão. E fez um convite para o final da Copa do Mundo agora no meio do ano nos Estados Unidos, México e Canadá.</p>

<blockquote>
<p>“Se a Alemanha e o Brasil forem finalistas na Copa do Mundo, que a gente convida o Trump para assistir a Copa do Mundo conosco. E, certamente, dessa vez deve ser a vez do Brasil ganhar. Porque última vez a Alemanha ganhou de 7 a 1 do Brasil”.</p>
</blockquote>
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<title>Governo não votará fim da escala 6x1 sem acordo, diz José Guimarães</title>
<link>https://apareceu.com/governo-nao-votara-fim-da-escala-6x1-sem-acordo-diz-jose-guimaraes</link>
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<description><![CDATA[ O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, foi claro: o governo não vai votar a proposta de fim da escala 6x1 sem acordo. Aposta no diálogo e no consenso para resolver qual proposta vai tramitar – a de emenda à Constituição ou o projeto de lei encaminhado na última terça-feira (14). Esse assunto estará no cardápio de um café da manhã que Guimarães terá com o presidente da Câmara, Hugo Motta, nesta sexta-feira (17). Mas a prioridade para o governo deverá ser mesmo o projeto de lei.


“Vai ter a PEC e tem o PL. Como é que a gente faz? Não pode ter crise por conta disso. É claro que o presidente considera que o PL é mais fácil de votar. Mas vamos sentar e vamos discutir, compreendendo que os dois lados querem, no nosso caso do governo, aprovar o PL, e a maioria dos líderes quer aprovar a PEC. Só o diálogo vai resolver isso. É o que eu vou fazer a partir de amanhã com o presidente Hugo Motta.”


Ele ainda defendeu ajustes no texto. Uma regra de transição? Disse que talvez. Isso vai depender das negociações. Agora, uma compensação está descartada.


“É claro que, se tem um debate, nós temos que estar abertos para discutir. A transição, eu acho que é possível discutir, mas isso quem vai dizer é o Congresso. Eu acho que não tem que ter mais desoneração, pelo contrário. O país não suporta isso. Eu fui o autor da lei que acabou com os tais incentivos, porque não tem país que sobreviva economicamente com o governo renunciando a quase R$ 1 trilhão.”


Trabalho por aplicativos

Já a proposta que regulamenta o trabalho por aplicativos será votada só depois das eleições, segundo ele. É o que ficou acertado com o relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), também por falta de acordo. O ministro resumiu: a ideia agora é pacificar. Isso também no Senado, depois da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal.


“Nós vamos dialogar muito com o presidente do Senado, enfim, para dissipar as maledicências, os desentendimentos. Então, eu acho que a gente... vamos trabalhar! Primeiro na CCJ e depois no plenário. E é dialogando. O pior já passou.”


BRB

As declarações do ministro foram feitas durante um café da manhã com jornalistas nesta quinta-feira (16), o primeiro desde que assumiu a Secretaria de Relações Institucionais, no início da semana. José Guimarães ainda comentou a prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, ocorrida hoje, e reforçou: é radicalmente contra o governo socorrer o banco.


“Eu sou radicalmente contrário, minha opinião, socorrer o BRB. Essa questão do Banco Master, eu acho que, ao final, nós vamos saber quem são os responsáveis, porque eu nunca vi. Cada notícia! É milhões para cá, é milhões para lá. Nunca vi, eu nunca imaginava que esse povo controlasse tanta coisa.”


E repetiu a orientação do presidente Lula para que tudo seja apurado, doa a quem doer.
  3:18 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 20:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Governo, não, votará, fim, escala, 6x1, sem, acordo, diz, José, Guimarães</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, foi claro: o governo não vai votar a proposta de fim da escala 6x1 sem acordo. Aposta no diálogo e no consenso para resolver qual proposta vai tramitar – a de emenda à Constituição ou o projeto de lei encaminhado na última terça-feira (14). <strong>Esse assunto estará no cardápio de um café da manhã que Guimarães terá com o presidente da Câmara, Hugo Motta, nesta sexta-feira (17).</strong> Mas a prioridade para o governo deverá ser mesmo o projeto de lei.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686289&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686289&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>“Vai ter a PEC e tem o PL. Como é que a gente faz? Não pode ter crise por conta disso. É claro que o presidente considera que o PL é mais fácil de votar. Mas vamos sentar e vamos discutir, compreendendo que os dois lados querem, no nosso caso do governo, aprovar o PL, e a maioria dos líderes quer aprovar a PEC. Só o diálogo vai resolver isso. É o que eu vou fazer a partir de amanhã com o presidente Hugo Motta.”</p>
</blockquote>

<p>Ele ainda defendeu ajustes no texto. Uma regra de transição? Disse que talvez. Isso vai depender das negociações. Agora, <strong>uma compensação está descartada</strong>.</p>

<blockquote>
<p>“É claro que, se tem um debate, nós temos que estar abertos para discutir. A transição, eu acho que é possível discutir, mas isso quem vai dizer é o Congresso. Eu acho que não tem que ter mais desoneração, pelo contrário. O país não suporta isso. Eu fui o autor da lei que acabou com os tais incentivos, porque não tem país que sobreviva economicamente com o governo renunciando a quase R$ 1 trilhão.”</p>
</blockquote>

<h3>Trabalho por aplicativos</h3>

<p><strong>Já a proposta que regulamenta o trabalho por aplicativos será votada só depois das eleições, segundo ele.</strong> É o que ficou acertado com o relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), também por falta de acordo. <strong>O ministro resumiu: a ideia agora é pacificar.</strong> Isso também no Senado, depois da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal.</p>

<blockquote>
<p>“Nós vamos dialogar muito com o presidente do Senado, enfim, para dissipar as maledicências, os desentendimentos. Então, eu acho que a gente... vamos trabalhar! Primeiro na CCJ e depois no plenário. E é dialogando. O pior já passou.”</p>
</blockquote>

<h3>BRB</h3>

<p>As declarações do ministro foram feitas durante um café da manhã com jornalistas nesta quinta-feira (16), o primeiro desde que assumiu a Secretaria de Relações Institucionais, no início da semana. <strong>José Guimarães ainda comentou a prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, ocorrida hoje, e reforçou: é radicalmente contra o governo socorrer o banco</strong>.</p>

<blockquote>
<p>“Eu sou radicalmente contrário, minha opinião, socorrer o BRB. Essa questão do Banco Master, eu acho que, ao final, nós vamos saber quem são os responsáveis, porque eu nunca vi. Cada notícia! É milhões para cá, é milhões para lá. Nunca vi, eu nunca imaginava que esse povo controlasse tanta coisa.”</p>
</blockquote>

<p>E repetiu a orientação do presidente Lula para que tudo seja apurado, doa a quem doer.</p>
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<title>Eleição para presidente da Alerj acontece nesta sexta&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/eleicao-para-presidente-da-alerj-acontece-nesta-sexta-feira</link>
<guid>https://apareceu.com/eleicao-para-presidente-da-alerj-acontece-nesta-sexta-feira</guid>
<description><![CDATA[ A eleição do novo presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro será realizada na sexta-feira (17), às 11 horas. A decisão foi tomada em reunião por maioria dos líderes partidários da Casa, nessa quarta-feira.

 O deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha, do PSD, chegou a entrar com um mandado de segurança, pedindo que a eleição fosse suspensa até que o Supremo Tribunal Federal julgasse duas ações relacionadas à crise política no estado. A Justiça, no entanto, negou a liminar.  

 Segundo a desembargadora Suely Lopes Magalhães, as irregularidades apontadas pelo deputado dizem respeito a regras internas da própria Alerj, como o prazo de convocação e o tipo de votação, aberta ou fechada.

A magistrada ainda citou precedente do STF, que proíbe o Judiciário de controlar a interpretação do regimento interno das casas legislativas, em respeito ao princípio da separação dos poderes.

 No fim de março a Alerj elegeu o deputado Douglas Ruas, do PL, para a presidência. Mas a eleição foi anulada pela Justiça, por não ter seguido trâmites previstos por tribunais superiores.  

 O posto de presidente da Alerj está vago desde o dia de 25 março, quando o deputado Rodrigo Bacellar teve o mandato cassado sob acusação de desvios de recursos da Ceperj, Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro, com fins eleitorais.
  1:28 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 20:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Eleição, para, presidente, Alerj, acontece, nesta, sexta-feira</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A eleição do novo presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro será realizada na sexta-feira (17), às 11 horas. A decisão foi tomada em reunião por maioria dos líderes partidários da Casa, nessa quarta-feira.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686213&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686213&o=rss"></p>

<p> O deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha, do PSD, chegou a entrar com um mandado de segurança, pedindo que a eleição fosse suspensa até que o Supremo Tribunal Federal julgasse duas ações relacionadas à crise política no estado. A Justiça, no entanto, negou a liminar.  </p>

<p> Segundo a desembargadora Suely Lopes Magalhães, as irregularidades apontadas pelo deputado dizem respeito a regras internas da própria Alerj, como o prazo de convocação e o tipo de votação, aberta ou fechada.</p>

<p>A magistrada ainda citou precedente do STF, que proíbe o Judiciário de controlar a interpretação do regimento interno das casas legislativas, em respeito ao princípio da separação dos poderes.</p>

<p> No fim de março a Alerj elegeu o deputado Douglas Ruas, do PL, para a presidência. Mas a eleição foi anulada pela Justiça, por não ter seguido trâmites previstos por tribunais superiores.  </p>

<p> O posto de presidente da Alerj está vago desde o dia de 25 março, quando o deputado Rodrigo Bacellar teve o mandato cassado sob acusação de desvios de recursos da Ceperj, Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro, com fins eleitorais.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:28</span>]]> </content:encoded>
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<title>Na Espanha, Lula defende terras raras brasileiras e critica a ONU</title>
<link>https://apareceu.com/na-espanha-lula-defende-terras-raras-brasileiras-e-critica-a-onu</link>
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<description><![CDATA[ 
                    
				O Brasil está disposto a negociar terras raras com qualquer país que queira colaborar, mas ninguém será dono das riquezas minerais brasileiras. É o que disse nesta sexta-feira (17) o presidente Lula, depois de assinar acordos com o presidente da Espanha, Pedro Sánchez, em Barcelona, incluindo os que envolvem a cadeia de minerais estratégicos.


&quot;O Brasil, se não tirar proveito das suas terras raras e dos seus minerais críticos, nós iremos jogar fora uma oportunidade. É uma questão de segurança nacional. Nós iremos construir parceria com quem quiser construir, quem quiser compartilhar tecnologia conosco, e o processo de transformação se dará dentro do Brasil. Ninguém, a não ser o Brasil, será dono da nossa riqueza mineral.&quot;


Notícias relacionadas:Lula alerta sobre risco de bets e big techs para famílias e democracia.Lula e a comitiva brasileira participaram da primeira Cúpula Brasil-Espanha ao lado de membros do governo espanhol. Após o encontro, foram assinados acordos também em áreas como ciência, tecnologia e inovação. O presidente Lula destacou iniciativas como o chamado ECA Digital no Brasil, voltado à proteção de crianças e adolescentes no ambiente online, e afirmou que a proposta é um primeiro passo para a regulamentação das redes no país.


&quot;É um primeiro passo de regulamentação que nós precisamos fazer sobre vários outros assuntos. Uma das coisas que está endividando a sociedade são as apostas no mundo digital. E nós precisamos agora regular tudo o que for digital para que a gente dê soberania ao nosso país. Queremos dizer em alto e bom som: o ECA Digital foi apenas um primeiro passo. Outra regulação vai acontecer no Brasil.&quot;


Os acordos entre Brasil e Espanha incluem ainda áreas como economia social, combate ao tráfico de pessoas, igualdade de gênero, saúde e cultura, entre outros. Segundo o governo brasileiro, a Espanha é a oitava maior parceira comercial do Brasil e foi, no ano passado, o quinto maior destino das exportações brasileiras.

Em meio aos conflitos globais, como a guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, o presidente Lula voltou a classificar como enfraquecido o Conselho de Segurança da ONU, porque os países que o criaram não o respeitam. Ele também demonstrou preocupação com o avanço de ameaças à democracia no mundo.


&quot;Quando a ONU foi criada, se criou o Conselho de Segurança da ONU, que era para garantir a paz. E não é o que está acontecendo. E a ONU hoje, ela está muito enfraquecida. As nações que criaram a ONU não respeitam a ONU. As decisões da ONU não são cumpridas. Então você vai percebendo que aquilo que foi criado para fortalecer o processo democrático está se esvaindo.&quot;


Ainda na Espanha, Lula e Sánchez participam neste sábado da quarta reunião de alto nível do fórum &quot;Democracia Sempre&quot;. A ideia, segundo o presidente brasileiro, é pensar formas de fortalecer a democracia no mundo e não dar espaço ao extremismo.


&quot;O que nós queremos é discutir para ver se a gente consegue encontrar uma solução para fortalecer o processo democrático no mundo. Para que a gente não permita um retrocesso. Porque quando há um retrocesso, acontece um Hitler, acontece o nazismo, acontece o fascismo. Então, eu acho que nós temos que aproveitar o cargo que nós temos para que a gente possa tentar fazer um chamamento ao mundo de que a democracia é o melhor sistema de governo.&quot;


A duas semanas do início da vigência temporária do acordo entre Mercosul e União Europeia, Lula destacou a importância da articulação entre Brasil e Espanha para a aprovação da medida. Ele também voltou a defender o fim da escala 6x1 de trabalho no Brasil.

Da Espanha, Lula segue para a Alemanha, onde participa da abertura da feira industrial de Hannover, considerada a maior feira do setor no mundo. O Brasil entra este ano como parceiro do evento, com a participação de 300 empresas brasileiras. Lula também participa do Encontro Econômico Brasil-Alemanha de número 42, uma forma de aproximar a relação entre os setores econômicos dos dois países. A Alemanha é o quarto maior parceiro comercial do Brasil; no ano passado, o comércio entre ambos passou dos U$ 20 bilhões.

Depois, o presidente ainda cumpre agenda em Portugal antes de retornar ao Brasil. 
  4:25 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 20:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Espanha, Lula, defende, terras, raras, brasileiras, critica, ONU</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-04/na-espanha-lula-defende-terras-raras-brasileiras-e-critica-onu">
                    <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil">
				</a></p>O Brasil está disposto a negociar terras raras com qualquer país que queira colaborar, mas ninguém será dono das riquezas minerais brasileiras. É o que disse nesta sexta-feira (17) o presidente Lula, depois de assinar acordos com o presidente da Espanha, Pedro Sánchez, em Barcelona, incluindo os que envolvem a cadeia de minerais estratégicos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686454&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686454&o=rss">

<blockquote>
<p>"O Brasil, se não tirar proveito das suas terras raras e dos seus minerais críticos, nós iremos jogar fora uma oportunidade. É uma questão de segurança nacional. Nós iremos construir parceria com quem quiser construir, quem quiser compartilhar tecnologia conosco, e o processo de transformação se dará dentro do Brasil. Ninguém, a não ser o Brasil, será dono da nossa riqueza mineral."</p>
</blockquote>

<p></p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/lula-alerta-sobre-risco-de-bets-e-big-techs-para-familias-e-democracia">Lula alerta sobre risco de bets e big techs para famílias e democracia.</a></li></ul>Lula e a comitiva brasileira participaram da primeira Cúpula Brasil-Espanha ao lado de membros do governo espanhol. Após o encontro, foram assinados acordos também em áreas como ciência, tecnologia e inovação. O presidente Lula destacou iniciativas como o chamado ECA Digital no Brasil, voltado à proteção de crianças e adolescentes no ambiente online, e afirmou que a proposta é um primeiro passo para a regulamentação das redes no país.

<blockquote>
<p>"É um primeiro passo de regulamentação que nós precisamos fazer sobre vários outros assuntos. Uma das coisas que está endividando a sociedade são as apostas no mundo digital. E nós precisamos agora regular tudo o que for digital para que a gente dê soberania ao nosso país. Queremos dizer em alto e bom som: o ECA Digital foi apenas um primeiro passo. Outra regulação vai acontecer no Brasil."</p>
</blockquote>

<p>Os acordos entre Brasil e Espanha incluem ainda áreas como economia social, combate ao tráfico de pessoas, igualdade de gênero, saúde e cultura, entre outros. Segundo o governo brasileiro, a Espanha é a oitava maior parceira comercial do Brasil e foi, no ano passado, o quinto maior destino das exportações brasileiras.</p>

<p>Em meio aos conflitos globais, como a guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, o presidente Lula voltou a classificar como enfraquecido o Conselho de Segurança da ONU, porque os países que o criaram não o respeitam. Ele também demonstrou preocupação com o avanço de ameaças à democracia no mundo.</p>

<blockquote>
<p>"Quando a ONU foi criada, se criou o Conselho de Segurança da ONU, que era para garantir a paz. E não é o que está acontecendo. E a ONU hoje, ela está muito enfraquecida. As nações que criaram a ONU não respeitam a ONU. As decisões da ONU não são cumpridas. Então você vai percebendo que aquilo que foi criado para fortalecer o processo democrático está se esvaindo."</p>
</blockquote>

<p>Ainda na Espanha, Lula e Sánchez participam neste sábado da quarta reunião de alto nível do fórum "Democracia Sempre". A ideia, segundo o presidente brasileiro, é pensar formas de fortalecer a democracia no mundo e não dar espaço ao extremismo.</p>

<blockquote>
<p>"O que nós queremos é discutir para ver se a gente consegue encontrar uma solução para fortalecer o processo democrático no mundo. Para que a gente não permita um retrocesso. Porque quando há um retrocesso, acontece um Hitler, acontece o nazismo, acontece o fascismo. Então, eu acho que nós temos que aproveitar o cargo que nós temos para que a gente possa tentar fazer um chamamento ao mundo de que a democracia é o melhor sistema de governo."</p>
</blockquote>

<p>A duas semanas do início da vigência temporária do acordo entre Mercosul e União Europeia, Lula destacou a importância da articulação entre Brasil e Espanha para a aprovação da medida. Ele também voltou a defender o fim da escala 6x1 de trabalho no Brasil.</p>

<p>Da Espanha, Lula segue para a Alemanha, onde participa da abertura da feira industrial de Hannover, considerada a maior feira do setor no mundo. O Brasil entra este ano como parceiro do evento, com a participação de 300 empresas brasileiras. Lula também participa do Encontro Econômico Brasil-Alemanha de número 42, uma forma de aproximar a relação entre os setores econômicos dos dois países. A Alemanha é o quarto maior parceiro comercial do Brasil; no ano passado, o comércio entre ambos passou dos U$ 20 bilhões.</p>

<p>Depois, o presidente ainda cumpre agenda em Portugal antes de retornar ao Brasil. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">4:25</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>STF forma maioria para manter cassação de Rodrigo Bacellar da Alerj</title>
<link>https://apareceu.com/stf-forma-maioria-para-manter-cassacao-de-rodrigo-bacellar-da-alerj</link>
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<description><![CDATA[ A Primeira Turma do STF formou maioria, nesta sexta-feira (17), para manter a cassação do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar, do União Brasil.

Bacellar havia sido condenado em março pelo Tribunal Superior Eleitoral, no mesmo processo de inelegibilidade do ex-governador, Cláudio Castro.

O relator da ação, Cristiano Zanin foi o primeiro a votar no julgamento virtual. O ministro negou o pedido da defesa de Bacellar e foi seguido por Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Falta apenas o voto da ministra Carmem Lúcia.

Bacellar foi cassado pelo TSE na ação que tratou de centenas de contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro.

Em função da cassação, Rodrigo Bacellar voltou a ser preso em março por determinação do ministro Alexandre de Moraes.

Já o ex-governador Cláudio Castro renunciou no dia 23 de março. 
  1:09 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 20:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do STF formou maioria, nesta sexta-feira (17), para manter a cassação do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar, do União Brasil.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686527&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686527&o=rss"></p>

<p>Bacellar havia sido condenado em março pelo Tribunal Superior Eleitoral, no mesmo processo de inelegibilidade do ex-governador, Cláudio Castro.</p>

<p>O relator da ação, Cristiano Zanin foi o primeiro a votar no julgamento virtual. O ministro negou o pedido da defesa de Bacellar e foi seguido por Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Falta apenas o voto da ministra Carmem Lúcia.</p>

<p>Bacellar foi cassado pelo TSE na ação que tratou de centenas de contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro.</p>

<p>Em função da cassação, Rodrigo Bacellar voltou a ser preso em março por determinação do ministro Alexandre de Moraes.</p>

<p>Já o ex-governador Cláudio Castro renunciou no dia 23 de março. </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:09</span>]]> </content:encoded>
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<title>Na Espanha, Lula critica falta de ação do Conselho de Segurança da ONU</title>
<link>https://apareceu.com/na-espanha-lula-critica-falta-de-acao-do-conselho-de-seguranca-da-onu</link>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula criticou o Conselho de Segurança da ONU em seu discurso no 4º Fórum em Defesa da Democracia, neste sábado (18), em Barcelona, na Espanha. Ele disse que o Conselho de Segurança da ONU e os países que o integram não podem ser os &#039;senhores da guerra&#039; e cobrou uma reação mais firme em busca da paz. Sem citar diretamente o presidente norte-americano Donald Trump, Lula falou:


&quot;Nenhum presidente de nenhum país do mundo, por maior que seja, tem o direito de ficar impondo regras a outros países. Nenhum. E os cinco membros do Conselho de Segurança da ONU devem se reunir para mudar o seu comportamento. Nós não podemos levantar todo dia de manhã e dormir todo dia à noite, sabe, com um Twitter de um presidente da República ameaçando o mundo, fazendo guerra. Ou seja, e todos eles tomam decisões sem consultar a ONU, da qual eles são membros e fazem parte do Conselho&quot;, falou.


Lula também condenou o gasto mundial com guerras em detrimento do combate à fome:


&quot;O que não pode é o mundo gastando US$ 2,7 trilhões em armas e o povo passando fome. O que não pode é a gente falando em descarbonização do planeta Terra e os senhores soltando bomba todo santo dia em tudo quanto é país. O que não pode é o Líbano ser vítima de cada guerra que Israel faz com alguém, sabe, o último tiro tem que ser no Líbano. Ou seja, onde é que nós vamos tomar decisões? Onde é que nós vamos parar?&quot;, disse.


O líder brasileiro falou também sobre soberania entre os países, ressaltando que uma nação não pode interferir nas eleições e demais assuntos internos de um outro estado. Sobre extremismo aqui no Brasil, Lula completou:


&quot;No meu Brasil, nós acabamos de derrotar o extremismo. Nós temos um ex-presidente preso, condenado a 27 anos de cadeia. Nós temos quatro generais de quatro estrelas presos porque tentaram dar um golpe. Mas o extremismo não acabou. Ele continua vivo e vai disputar eleição outra vez. Mas este é um problema nosso, é um problema do povo brasileiro. Este a gente lida com as nossas forças e com as nossas armas lá dentro&quot;, completou.


O presidente continua na Espanha ainda neste sábado, participa do encerramento da primeira reunião da mobilização progressista global. Em seguida, vai para a Alemanha e para Portugal.
  2:39 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 20:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula criticou o Conselho de Segurança da ONU em seu discurso no 4º Fórum em Defesa da Democracia, neste sábado (18), em Barcelona, na Espanha. Ele disse que o Conselho de Segurança da ONU e os países que o integram não podem ser os 'senhores da guerra' e cobrou uma reação mais firme em busca da paz. Sem citar diretamente o presidente norte-americano Donald Trump, Lula falou:<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686562&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686562&o=rss"></p>

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<p>"Nenhum presidente de nenhum país do mundo, por maior que seja, tem o direito de ficar impondo regras a outros países. Nenhum. E os cinco membros do Conselho de Segurança da ONU devem se reunir para mudar o seu comportamento. Nós não podemos levantar todo dia de manhã e dormir todo dia à noite, sabe, com um Twitter de um presidente da República ameaçando o mundo, fazendo guerra. Ou seja, e todos eles tomam decisões sem consultar a ONU, da qual eles são membros e fazem parte do Conselho", falou.</p>
</blockquote>

<p>Lula também condenou o gasto mundial com guerras em detrimento do combate à fome:</p>

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<p>"O que não pode é o mundo gastando US$ 2,7 trilhões em armas e o povo passando fome. O que não pode é a gente falando em descarbonização do planeta Terra e os senhores soltando bomba todo santo dia em tudo quanto é país. O que não pode é o Líbano ser vítima de cada guerra que Israel faz com alguém, sabe, o último tiro tem que ser no Líbano. Ou seja, onde é que nós vamos tomar decisões? Onde é que nós vamos parar?", disse.</p>
</blockquote>

<p>O líder brasileiro falou também sobre soberania entre os países, ressaltando que uma nação não pode interferir nas eleições e demais assuntos internos de um outro estado. Sobre extremismo aqui no Brasil, Lula completou:</p>

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<p>"No meu Brasil, nós acabamos de derrotar o extremismo. Nós temos um ex-presidente preso, condenado a 27 anos de cadeia. Nós temos quatro generais de quatro estrelas presos porque tentaram dar um golpe. Mas o extremismo não acabou. Ele continua vivo e vai disputar eleição outra vez. Mas este é um problema nosso, é um problema do povo brasileiro. Este a gente lida com as nossas forças e com as nossas armas lá dentro", completou.</p>
</blockquote>

<p>O presidente continua na Espanha ainda neste sábado, participa do encerramento da primeira reunião da mobilização progressista global. Em seguida, vai para a Alemanha e para Portugal.</p>
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<title>Deputado Douglas Ruas é eleito presidente da Alerj</title>
<link>https://apareceu.com/deputado-douglas-ruas-e-eleito-presidente-da-alerj</link>
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<description><![CDATA[ O deputado estadual Douglas Ruas, do PL, foi eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) por maioria de votos nesta sexta-feira (17).

A eleição ocorre após a cassação do mandato do parlamentar que ocupava o cargo, deputado Rodrigo Bacellar, sob acusação de desvios de recursos com fins eleitorais.

Douglas Ruas já havia sido eleito para presidir a assembleia em 26 de março, mas a decisão foi anulada pela Justiça porque não seguiu os trâmites previstos por tribunais superiores.

O deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha, do PSD, entrou com um mandado de segurança pedindo que a realização da nova eleição fosse suspensa, mas teve o pedido negado pela Justiça mediante alegação de que o Judiciário não pode controlar a interpretação do regimento interno das casas legislativas, em respeito ao princípio da separação dos poderes.

A mudança no comando da Alerj não altera a chefia do governo do estado, após renuncia do ex-governador Cláudio Castro, embora a presidência da assembleia integre a linha sucessória.

O motivo é a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para que o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, permaneça no cargo interinamente até que a Corte julgue a questão.
 
  1:14 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 20:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Deputado, Douglas, Ruas, eleito, presidente, Alerj</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado estadual Douglas Ruas, do PL, foi eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) por maioria de votos nesta sexta-feira (17).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686504&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686504&o=rss"></p>

<p>A eleição ocorre após a cassação do mandato do parlamentar que ocupava o cargo, deputado Rodrigo Bacellar, sob acusação de desvios de recursos com fins eleitorais.</p>

<p>Douglas Ruas já havia sido <strong>eleito para presidir a assembleia em 26 de março</strong>, mas a decisão foi anulada pela Justiça porque não seguiu os trâmites previstos por tribunais superiores.</p>

<p>O deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha, do PSD, entrou com um mandado de segurança pedindo que a realização da nova eleição fosse suspensa, mas teve o pedido negado pela Justiça mediante alegação de que o <strong>Judiciário não pode controlar a interpretação do regimento interno das casas legislativas</strong>, em respeito ao princípio da separação dos poderes.</p>

<p>A mudança no comando da Alerj não altera a chefia do governo do estado, após renuncia do ex-governador Cláudio Castro, embora a presidência da assembleia integre a linha sucessória.</p>

<p>O motivo é a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para que o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, permaneça no cargo interinamente até que a Corte julgue a questão.<br>
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<title>Na Espanha, Lula pede trabalho global pela democracia e fim de guerras</title>
<link>https://apareceu.com/na-espanha-lula-pede-trabalho-global-pela-democracia-e-fim-de-guerras</link>
<guid>https://apareceu.com/na-espanha-lula-pede-trabalho-global-pela-democracia-e-fim-de-guerras</guid>
<description><![CDATA[ Em discurso na primeira reunião de mobilização progressista global em Barcelona, na Espanha, o presidente Lula foi claro: é preciso um trabalho diário e global para a restauração da democracia e do multilateralismo. Ele ainda alertou para os desafios impostos em tempos de extremismo e mostrou preocupação com mentiras e discursos de ódio, e disse quem, para ele, são os verdadeiros culpados por isso.


&quot;O nosso papel é apontar o dedo para os verdadeiros culpados. Um punhado de bilionários concentra a maior parte da riqueza mundial. Eles querem que as pessoas acreditem que qualquer um pode chegar lá, alimentam a falácia da meritocracia, mas chutam a escada para que outros não tenham a mesma oportunidade de subir. Pagam menos impostos ou nada, exploram o trabalhador, destroem a natureza, manipulam algoritmos. A desigualdade não é um fato, é uma escolha política&quot;, apontou.


Para uma plateia de 5 mil pessoas, Lula também voltou a criticar as guerras e falou quem paga o preço por elas: o Sul Global:


&quot;O Sul Global paga a conta de guerras que não provocou e de mudanças climáticas que não causou. É tratado como o quintal das grandes potências, é sufocado por tarifas abusivas e dívidas impagáveis. Volta a ser visto como mero fornecedor de matérias-primas. Ser progressista na arena internacional é defender um multilateralismo reformado, que a paz prevaleça sobre a força. É combater a fome e proteger o meio ambiente&quot;, disse.


Lula ainda mandou recados, dizendo que ninguém vai vencê-lo com mentiras, lembrando a época do tarifaço imposto pelo presidente norte-americano Donald Trump, e disse quais armas tem:


&quot;A minha arma é o argumento. A minha arma é a razão. Quando o presidente Trump taxou o Brasil, dizendo que tinha déficit com o Brasil, eu mostrei com documento: os Estados Unidos, em 15 anos, tiveram 410 bilhões de superávit com o Brasil. E eu disse: &quot;Ninguém vai ganhar de mim com mentira&quot;. Eu não tenho a riqueza que ele tem, eu não tenho a tecnologia que ele tem e tampouco eu tenho o navio que ele tem. Eu não quero guerra. A única coisa que eu quero é dizer para ele que, mesmo sendo pobre, tem uma coisa que nós temos que ter, que é caráter, honestidade e decência&quot;, falou.


E aplaudido de pé, ainda fez um apelo.


&quot;Desse encontro aqui, eu queria dizer ao presidente Trump, ao presidente Xi Jinping, ao presidente Putin, ao presidente Macron e ao primeiro-ministro da Inglaterra, que são os cinco membros do Conselho de Segurança da ONU: pelo amor de Deus, cumpram com as suas obrigações de garantir a paz no mundo. Convoquem uma reunião e parem com essa loucura de guerra, porque o mundo não suporta mais&quot;, completou.

  3:18 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 20:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Espanha, Lula, pede, trabalho, global, pela, democracia, fim, guerras</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em discurso na primeira reunião de mobilização progressista global em Barcelona, na Espanha, o presidente Lula foi claro: é preciso um trabalho diário e global para a restauração da democracia e do multilateralismo. Ele ainda alertou para os desafios impostos em tempos de extremismo e mostrou preocupação com mentiras e discursos de ódio, e disse quem, para ele, são os verdadeiros culpados por isso.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686584&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686584&o=rss"></p>

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<p>"O nosso papel é apontar o dedo para os verdadeiros culpados. Um punhado de bilionários concentra a maior parte da riqueza mundial. Eles querem que as pessoas acreditem que qualquer um pode chegar lá, alimentam a falácia da meritocracia, mas chutam a escada para que outros não tenham a mesma oportunidade de subir. Pagam menos impostos ou nada, exploram o trabalhador, destroem a natureza, manipulam algoritmos. A desigualdade não é um fato, é uma escolha política", apontou.</p>
</blockquote>

<p>Para uma plateia de 5 mil pessoas, Lula também voltou a criticar as guerras e falou quem paga o preço por elas: o Sul Global:</p>

<blockquote>
<p>"O Sul Global paga a conta de guerras que não provocou e de mudanças climáticas que não causou. É tratado como o quintal das grandes potências, é sufocado por tarifas abusivas e dívidas impagáveis. Volta a ser visto como mero fornecedor de matérias-primas. Ser progressista na arena internacional é defender um multilateralismo reformado, que a paz prevaleça sobre a força. É combater a fome e proteger o meio ambiente", disse.</p>
</blockquote>

<p>Lula ainda mandou recados, dizendo que ninguém vai vencê-lo com mentiras, lembrando a época do tarifaço imposto pelo presidente norte-americano Donald Trump, e disse quais armas tem:</p>

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<p>"A minha arma é o argumento. A minha arma é a razão. Quando o presidente Trump taxou o Brasil, dizendo que tinha déficit com o Brasil, eu mostrei com documento: os Estados Unidos, em 15 anos, tiveram 410 bilhões de superávit com o Brasil. E eu disse: "Ninguém vai ganhar de mim com mentira". Eu não tenho a riqueza que ele tem, eu não tenho a tecnologia que ele tem e tampouco eu tenho o navio que ele tem. Eu não quero guerra. A única coisa que eu quero é dizer para ele que, mesmo sendo pobre, tem uma coisa que nós temos que ter, que é caráter, honestidade e decência", falou.</p>
</blockquote>

<p>E aplaudido de pé, ainda fez um apelo.</p>

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<p>"Desse encontro aqui, eu queria dizer ao presidente Trump, ao presidente Xi Jinping, ao presidente Putin, ao presidente Macron e ao primeiro-ministro da Inglaterra, que são os cinco membros do Conselho de Segurança da ONU: pelo amor de Deus, cumpram com as suas obrigações de garantir a paz no mundo. Convoquem uma reunião e parem com essa loucura de guerra, porque o mundo não suporta mais", completou.</p>
</blockquote>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:18</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>CPI pede indiciamento de Toffoli, Moraes, Gilmar Mendes e Paulo Gonet</title>
<link>https://apareceu.com/cpi-pede-indiciamento-de-toffoli-moraes-gilmar-mendes-e-paulo-gonet</link>
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<description><![CDATA[ 
                    
				O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira, do MDB de Sergipe, recomendou de apenas quatro indiciamentos no relatório final. Dos ministros do STF, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ele justificou a decisão:


&quot;Essa é uma escolha técnica. O crime de responsabilidade só pode ser processado, investigado e julgado pelo próprio Senado, e ele exige um conjunto probatório menos robusto do que se exige para crimes comuns. Os crimes comuns podem ser investigados por qualquer outra instituição.&quot;


Notícias relacionadas:Relator da CPI pede indiciamentos de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet.E os crimes comuns, segundo ele, vão ser investigados nas instâncias competentes. No relatório, de 221 páginas, ele recomenda os indiciamentos por crime de responsabilidade. Toffoli por sua proximidade com Daniel Vorcaro, dono do Master - proximidade empresarial e pessoal, segundo o relator. No caso de Alexandre de Moraes, por conta do contrato que o escritório da esposa dele, Viviane Barci, tinha com o Master - extensão e o valor pago por esse contrato. Gilmar Mendes é citado como tendo uma conduta incompatível com o decoro por ter suspendido quebras de sigilo. Já para Paulo Gonet, o relatório aponta conduta omissiva porque o procurador-geral tinha acesso à investigação e a indícios considerados robustos.

No relatório, Alessandro Vieira também fala no relatório de diversas decisões do Supremo. Os habeas corpus, que fizeram com que os governadores e diversos convocados - entre eles, Roberto Campos Neto, ex-Banco Central; Ibaneis Rocha, ex-governador do DF; e o próprio Vorcaro -  não comparecessem à CPI. Além da restrição de acesso a informações sigilosas. Medidas que acabaram resultando na não prorrogação dos trabalhos.


&quot;Uma investigação que teve duração tão curta e sofreu tanto boicote não conseguiu chegar. Eu tenho absoluta certeza de que investigações vão apontar o cometimento de diversos crimes comuns por figuras absolutamente relevantes na República, mas a CPI não teve essa capacidade de investigação.&quot;


A CPI também procurou fazer um panorama do crime organizado. Mapeou 90 organizações criminosas presentes em todo o país e falou dos mecanismos de atuação: lavagem de dinheiro e aí entram os diversos setores - desde cigarro, combustíveis e bebidas até fintechs, criptomoedas e fundos de investimentos, a atuação das milícias, o mercado imobiliário, extração de ouro e garimpo ilegal.

Além de indiciamentos e mapeamento de facções, o relatório propõe medidas: regulamentação do lobby, sistemas de controle, a criação de um marco legal da inteligência e a criação do Ministério da Segurança Pública.

Inicialmente marcado para ser lido pela manhã, a análise do relatório ficou mesmo para esta tarde. O motivo? Para que os senadores tivessem tempo de conhecer o texto, que foi divulgado ainda de madrugada. Depois de votado, ele será encaminhado para os órgãos investigativos para as medidas cabíveis.
  2:59 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 04:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>CPI, pede, indiciamento, Toffoli, Moraes, Gilmar, Mendes, Paulo, Gonet</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-04/cpi-pede-indiciamento-de-toffoli-moraes-gilmar-mendes-e-paulo-gonet">
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				</a></p>O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira, do MDB de Sergipe, recomendou de apenas quatro indiciamentos no relatório final. Dos ministros do STF, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ele justificou a decisão:<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685871&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685871&o=rss">

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<p>"Essa é uma escolha técnica. O crime de responsabilidade só pode ser processado, investigado e julgado pelo próprio Senado, e ele exige um conjunto probatório menos robusto do que se exige para crimes comuns. Os crimes comuns podem ser investigados por qualquer outra instituição."</p>
</blockquote>

<p></p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/relator-da-cpi-pede-indiciamentos-de-toffoli-moraes-gilmar-e-gonet">Relator da CPI pede indiciamentos de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet.</a></li></ul>E os crimes comuns, segundo ele, vão ser investigados nas instâncias competentes. No relatório, de 221 páginas, ele recomenda os indiciamentos por crime de responsabilidade. Toffoli por sua proximidade com Daniel Vorcaro, dono do Master - proximidade empresarial e pessoal, segundo o relator. No caso de Alexandre de Moraes, por conta do contrato que o escritório da esposa dele, Viviane Barci, tinha com o Master - extensão e o valor pago por esse contrato. Gilmar Mendes é citado como tendo uma conduta incompatível com o decoro por ter suspendido quebras de sigilo. Já para Paulo Gonet, o relatório aponta conduta omissiva porque o procurador-geral tinha acesso à investigação e a indícios considerados robustos.

<p>No relatório, Alessandro Vieira também fala no relatório de diversas decisões do Supremo. Os habeas corpus, que fizeram com que os governadores e diversos convocados - entre eles, Roberto Campos Neto, ex-Banco Central; Ibaneis Rocha, ex-governador do DF; e o próprio Vorcaro -  não comparecessem à CPI. Além da restrição de acesso a informações sigilosas. Medidas que acabaram resultando na não prorrogação dos trabalhos.</p>

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<p>"Uma investigação que teve duração tão curta e sofreu tanto boicote não conseguiu chegar. Eu tenho absoluta certeza de que investigações vão apontar o cometimento de diversos crimes comuns por figuras absolutamente relevantes na República, mas a CPI não teve essa capacidade de investigação."</p>
</blockquote>

<p>A CPI também procurou fazer um panorama do crime organizado. Mapeou 90 organizações criminosas presentes em todo o país e falou dos mecanismos de atuação: lavagem de dinheiro e aí entram os diversos setores - desde cigarro, combustíveis e bebidas até fintechs, criptomoedas e fundos de investimentos, a atuação das milícias, o mercado imobiliário, extração de ouro e garimpo ilegal.</p>

<p>Além de indiciamentos e mapeamento de facções, o relatório propõe medidas: regulamentação do lobby, sistemas de controle, a criação de um marco legal da inteligência e a criação do Ministério da Segurança Pública.</p>

<p>Inicialmente marcado para ser lido pela manhã, a análise do relatório ficou mesmo para esta tarde. O motivo? Para que os senadores tivessem tempo de conhecer o texto, que foi divulgado ainda de madrugada. Depois de votado, ele será encaminhado para os órgãos investigativos para as medidas cabíveis.</p>
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<title>Governo estuda pacote para amenizar taxas e endividamento da população</title>
<link>https://apareceu.com/governo-estuda-pacote-para-amenizar-taxas-e-endividamento-da-populacao</link>
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<description><![CDATA[ Alvo de impasse, a chamada “taxa das blusinhas” pode ganhar um novo passo: é que o governo estuda um pacote para amenizar os impactos nos brasileiros que recorrem às compras online internacionais e de baixo custo. Pelo menos é o que citou o presidente Lula.


&quot;Eu só não posso anunciar o que que nós vamos fazer, porque nós temos um plano de trabalho para, em determinado momento, a gente fazer o anúncio. São vários anúncios que nós queremos fazer e a gente agora só vai anunciar quando tiver tudo pronto. Mas vai ter coisa boa. Nós estamos pensando em vários setores, é um trabalho meticuloso, sabe, exige muita seriedade. Eu estou envolvendo todas as pessoas que têm alguma coisa a ver com isso. Então, nós temos que levar em conta essa necessidade de pensar na economia levando em conta sempre o privilégio para as pessoas que têm menor poder aquisitivo.&quot;


A declaração foi feita nesta terça-feira (14), durante entrevista a veículos de mídia independentes, transmitida pela internet. Outro ponto abordado por Lula foi o endividamento da população, principalmente o provocado pela relação com as chamadas bets. O presidente também voltou a dizer que o governo está preparando um programa para a negociação de dívidas.


&quot;Eu estou preocupado com isso e nós vamos tentar encontrar uma solução definitiva para amenizar o sofrimento das pessoas. Mas ao mesmo tempo é preciso que a gente tente controlar essa jogatina que tomou conta dos meios de comunicação no Brasil. Nós estamos discutindo com a Justiça, com a Fazenda, com o Coaf, com o Banco Central [para] resolver o problema da dívida da sociedade e nós vamos apresentar uma grande proposta e, ao mesmo tempo, a gente tentar amenizar o sofrimento do povo gastando dinheiro, às vezes, induzido pela jogatina que está sem nenhum controle neste país.&quot;


O assunto já havia sido mencionado anteriormente por Lula, quando ele defendeu o fim das bets no país. Um estudo do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo aponta que essas plataformas são a principal causa do endividamento no país.  

Guerra e diesel

Ainda na entrevista, Lula voltou a citar os impactos da guerra no Oriente Médio sobre o preço do diesel no Brasil. Segundo ele, o país teria formas de conter os preços abusivos, se ainda tivesse a BR Distribuidora, vendida no governo passado.


&quot;Na privatização está escrito que, se a gente quiser readquiri-la, só a partir de 2029. Como não conseguiram privatizar a Petrobras, eles foram tentando privatizar parte da Petrobras. E vendeu uma refinaria aqui, vendeu outra refinaria ali. Agora, se a gente tivesse a BR na nossa mão, o não aumento de preço seria controlado por nós. Embora a gente esteja numa briga muito grande porque nós isentamos PIS e Cofins dos impostos do óleo diesel, nós fizemos um acordo com os governos dos estados pra gente poder compensar a isenção que a gente vai ter de distribuidora de combustível.&quot;


Ainda nesse ponto sobre a guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã, Lula voltou a criticar a insistência do presidente estadunidense, Donald Trump, no conflito.


&quot;Essas ameaças do Trump não fazem bem para a democracia. Essa guerra do Irã é inconsequente. Agora a gasolina nos Estados Unidos está 35% mais cara. O Brasil é um dos países em que o combustível está mais baixo no mundo. Eu disse pro Trump: &#039;Ó Trump, não quero guerra com você. A minha guerra com você é no argumento. Eu quero é o poder da palavra para mostrar que nós estamos certos e você está errado&#039;.&quot;


O presidente brasileiro ainda comentou sobre a detenção do ex-deputado federal Alexandre Ramagem nos Estados Unidos. Lula citou que Ramagem é condenado a 16 anos por golpe, e defendeu que ele retorne ao Brasil para cumprir a pena.
 
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Alvo de impasse, a chamada “taxa das blusinhas” pode ganhar um novo passo: é que o governo estuda um pacote para amenizar os impactos nos brasileiros que recorrem às compras online internacionais e de baixo custo. Pelo menos é o que citou o presidente Lula.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685881&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685881&o=rss"></p>

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<p>"Eu só não posso anunciar o que que nós vamos fazer, porque nós temos um plano de trabalho para, em determinado momento, a gente fazer o anúncio. São vários anúncios que nós queremos fazer e a gente agora só vai anunciar quando tiver tudo pronto. Mas vai ter coisa boa. Nós estamos pensando em vários setores, é um trabalho meticuloso, sabe, exige muita seriedade. Eu estou envolvendo todas as pessoas que têm alguma coisa a ver com isso. Então, nós temos que levar em conta essa necessidade de pensar na economia levando em conta sempre o privilégio para as pessoas que têm menor poder aquisitivo."</p>
</blockquote>

<p><strong>A declaração foi feita nesta terça-feira (14), durante entrevista a veículos de mídia independentes, transmitida pela internet. </strong>Outro ponto abordado por Lula foi o endividamento da população, principalmente o provocado pela relação com as chamadas <em>bets</em>. O presidente também voltou a dizer que o governo está preparando um programa para a negociação de dívidas.</p>

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<p>"Eu estou preocupado com isso e nós vamos tentar encontrar uma solução definitiva para amenizar o sofrimento das pessoas. Mas ao mesmo tempo é preciso que a gente tente controlar essa jogatina que tomou conta dos meios de comunicação no Brasil. Nós estamos discutindo com a Justiça, com a Fazenda, com o Coaf, com o Banco Central [para] resolver o problema da dívida da sociedade e nós vamos apresentar uma grande proposta e, ao mesmo tempo, a gente tentar amenizar o sofrimento do povo gastando dinheiro, às vezes, induzido pela jogatina que está sem nenhum controle neste país."</p>
</blockquote>

<p>O assunto já havia sido mencionado anteriormente por Lula, quando ele defendeu o fim das <em>bets </em>no país. Um <strong>estudo do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo aponta que essas plataformas são a principal causa do endividamento no país</strong>.  </p>

<h3><strong>Guerra e diesel</strong></h3>

<p>Ainda na entrevista, Lula voltou a citar os impactos da guerra no Oriente Médio sobre o preço do diesel no Brasil. Segundo ele, o país teria formas de conter os preços abusivos, se ainda tivesse a BR Distribuidora, vendida no governo passado.</p>

<blockquote>
<p>"Na privatização está escrito que, se a gente quiser readquiri-la, só a partir de 2029. Como não conseguiram privatizar a Petrobras, eles foram tentando privatizar parte da Petrobras. E vendeu uma refinaria aqui, vendeu outra refinaria ali. Agora, se a gente tivesse a BR na nossa mão, o não aumento de preço seria controlado por nós. Embora a gente esteja numa briga muito grande porque nós isentamos PIS e Cofins dos impostos do óleo diesel, nós fizemos um acordo com os governos dos estados pra gente poder compensar a isenção que a gente vai ter de distribuidora de combustível."</p>
</blockquote>

<p>Ainda nesse ponto sobre a guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã, Lula voltou a criticar a insistência do presidente estadunidense, Donald Trump, no conflito.</p>

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<p>"Essas ameaças do Trump não fazem bem para a democracia. Essa guerra do Irã é inconsequente. Agora a gasolina nos Estados Unidos está 35% mais cara. O Brasil é um dos países em que o combustível está mais baixo no mundo. Eu disse pro Trump: 'Ó Trump, não quero guerra com você. A minha guerra com você é no argumento. Eu quero é o poder da palavra para mostrar que nós estamos certos e você está errado'."</p>
</blockquote>

<p>O presidente brasileiro ainda comentou sobre a detenção do ex-deputado federal Alexandre Ramagem nos Estados Unidos. Lula citou que Ramagem é condenado a 16 anos por golpe, e defendeu que ele retorne ao Brasil para cumprir a pena.<br>
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<title>José Guimarães toma posse no Ministério das Relações Institucionais</title>
<link>https://apareceu.com/jose-guimaraes-toma-posse-no-ministerio-das-relacoes-institucionais</link>
<guid>https://apareceu.com/jose-guimaraes-toma-posse-no-ministerio-das-relacoes-institucionais</guid>
<description><![CDATA[ Responsável pela articulação entre o governo e os poderes legislativo e judiciário, o Ministério de Relações Institucionais tem um novo titular. O deputado federal José Guimarães (PT-CE) deixou a liderança do governo na Câmara para assumir a nova função no Palácio do Planalto.

A cerimônia de posse foi nesta terça-feira (14), em Brasília, com a presença de parlamentares e autoridades, incluindo os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre.

Deputado por seguidos mandatos, José Guimarães abre mão de disputar as eleições para assumir o novo posto. Ele disse que a decisão foi tomada com tranquilidade, ao se despedir dos colegas congressistas.


&quot;Eu quero me despedir do parlamento nesse momento, com o coração cheio de tensão. Eu quero ser soldado desse projeto daqui para frente. Esse projeto não pode ser derrotado. E Davi Alcolumbre e Hugo Motta, os dois presidentes, vocês podem nos ajudar muito a construir as bases para nós derrotarmos o fascismo e construirmos cada vez mais a democracia no Brasil.&quot;


Guimarães assume as Relações Institucionais, no lugar de Gleisi Hoffmann, que deixou o cargo para concorrer a uma vaga no Senado, pelo Paraná, nas eleições de outubro. Durante a cerimônia desta terça, ela destacou a escolha de Guimarães para dar continuidade às pautas do governo, sobretudo dentro do Congresso, e citou matérias ainda pendentes.  


&quot;Temos a matéria como o fim da escala 6x1, que é muito importante para os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros. Terminar a PEC da Segurança, para que possamos ter um ordenamento claro sobre os papéis e as responsabilidades da segurança pública em cada um dos entes federados. As medidas para tirar nosso povo do endividamento, que sei que o presidente tá preparando. E claro, a condução do nosso Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. É nosso dever.&quot;


Com a saída de João Guimarães, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) passa a ser o novo líder do governo na Câmara.
 
  2:10 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Responsável pela articulação entre o governo e os poderes legislativo e judiciário, o Ministério de Relações Institucionais tem um novo titular. O deputado federal José Guimarães (PT-CE) deixou a liderança do governo na Câmara para assumir a nova função no Palácio do Planalto.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685933&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685933&o=rss"></p>

<p>A cerimônia de posse foi nesta terça-feira (14), em Brasília, com a presença de parlamentares e autoridades, incluindo os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre.</p>

<p>Deputado por seguidos mandatos, <strong>José Guimarães abre mão de disputar as eleições para assumir o novo posto</strong>. Ele disse que a decisão foi tomada com tranquilidade, ao se despedir dos colegas congressistas.</p>

<blockquote>
<p>"Eu quero me despedir do parlamento nesse momento, com o coração cheio de tensão. Eu quero ser soldado desse projeto daqui para frente. Esse projeto não pode ser derrotado. E Davi Alcolumbre e Hugo Motta, os dois presidentes, vocês podem nos ajudar muito a construir as bases para nós derrotarmos o fascismo e construirmos cada vez mais a democracia no Brasil."</p>
</blockquote>

<p>Guimarães assume as Relações Institucionais, no lugar de Gleisi Hoffmann, que deixou o cargo para concorrer a uma vaga no Senado, pelo Paraná, nas eleições de outubro. Durante a cerimônia desta terça, ela destacou a escolha de Guimarães para dar continuidade às pautas do governo, sobretudo dentro do Congresso, e citou matérias ainda pendentes.  </p>

<blockquote>
<p>"Temos a matéria como o fim da escala 6x1, que é muito importante para os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros. Terminar a PEC da Segurança, para que possamos ter um ordenamento claro sobre os papéis e as responsabilidades da segurança pública em cada um dos entes federados. As medidas para tirar nosso povo do endividamento, que sei que o presidente tá preparando. E claro, a condução do nosso Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. É nosso dever."</p>
</blockquote>

<p>Com a saída de João Guimarães, <strong>o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) passa a ser o novo líder do governo na Câmara</strong>.<br>
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<title>Lula terá agenda em três países da Europa na próxima semana</title>
<link>https://apareceu.com/lula-tera-agenda-em-tres-paises-da-europa-na-proxima-semana</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-tera-agenda-em-tres-paises-da-europa-na-proxima-semana</guid>
<description><![CDATA[ O presidente Lula viaja para a Europa nesta sexta-feira (17) para encontros com autoridades políticas da Espanha, Alemanha e Portugal, além de participar de fóruns multilaterais, reuniões com empresários e assinar acordos estratégicos. Lula fica fora do país até terça-feira da semana que vem (21). A viagem acontece dias antes da entrada provisória em vigor do acordo Mercosul-União Europeia, previsto para 1º de maio.

Na viagem oficial à Europa, estão previstas assinaturas de atos sobre tecnologia e inovação, micro e pequenas empresas, combate à violência contra as mulheres, além de anúncios e acordos em defesa, inteligência artificial, energia, financiamento climático e cooperação. A comitiva brasileira conta com 15 ministros, além de presidentes do BNDES, Petrobras, Fiocruz e Apex-Brasil.

Agenda

A primeira parada de Lula será em Barcelona, onde o presidente participa da 1ª Cúpula Brasil–Espanha. O país ibérico integra a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, e é nossa oitava maior parceira comercial: foram US$ 12,6 bilhões em 2024. Os espanhóis também são um dos principais investidores, com US$ 50 bilhões e mais de mil empresas atuando no Brasil nos setores de energia, comunicações e serviços financeiros. 

No sábado (18), Lula participa da 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum Democracia Sempre, com chefes de Estado de vários países, conforme detalhou a embaixadora Vanessa de Faria, assessora especial do Itamaraty.


&quot;Quando o presidente Lula e o presidente [Pedro] Sánchez tiveram a ideia de formar esse fórum, a ideia foi promover uma coordenação política em defesa da democracia, focando em alguns temas que exigem uma coordenação política mais forte num nível mais alto. Então, em primeiro lugar o multilateralismo, em segundo lugar a questão das desigualdades, e em terceiro lugar o combate à desinformação.&quot;


Entre os dias 19 e 20, Lula viaja para Alemanha, terceira economia mundial e nossa quarta maior parceira comercial, com um comércio de quase US$ 21 bilhões ano passado. Após reunião com o chanceler alemão Friedrich Merz, Lula participa da abertura da Feira Industrial de Hannover, a maior do mundo. O Brasil terá 2,7 mil m² de exposições para 140 empresas, além de outras 300, que serão representadas. No mesmo dia, Lula abre o Encontro Econômico Brasil–Alemanha, com empresários e autoridades.

A última etapa será em Lisboa por apenas um dia, 21 de abril. Por lá, Lula se reúne com o primeiro-ministro Luís Montenegro e o presidente português, António José Seguro, para tratar de cooperação aeronáutica, imigração e combate à xenofobia. Cerca de 500 mil brasileiros estão registrados hoje em Portugal, que é a segunda maior comunidade brasileira no exterior.
 
  2:56 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, terá, agenda, três, países, Europa, próxima, semana</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula viaja para a Europa nesta sexta-feira (17) para encontros com autoridades políticas da Espanha, Alemanha e Portugal, além de participar de fóruns multilaterais, reuniões com empresários e assinar acordos estratégicos. <strong>Lula fica fora do país até terça-feira da semana que vem (21). </strong>A viagem acontece dias antes da entrada provisória em vigor do acordo Mercosul-União Europeia, previsto para 1º de maio.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685886&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685886&o=rss"></p>

<p>Na viagem oficial à Europa, estão previstas assinaturas de atos sobre tecnologia e inovação, micro e pequenas empresas, combate à violência contra as mulheres, além de anúncios e acordos em defesa, inteligência artificial, energia, financiamento climático e cooperação. A comitiva brasileira conta com 15 ministros, além de presidentes do BNDES, Petrobras, Fiocruz e Apex-Brasil.</p>

<h3><strong>Agenda</strong></h3>

<p><strong>A primeira parada de Lula será em Barcelona</strong>, onde o presidente participa da 1ª Cúpula Brasil–Espanha. O país ibérico integra a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, e é nossa oitava maior parceira comercial: foram US$ 12,6 bilhões em 2024. Os espanhóis também são um dos principais investidores, com US$ 50 bilhões e mais de mil empresas atuando no Brasil nos setores de energia, comunicações e serviços financeiros. </p>

<p>No sábado (18), Lula participa da 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum Democracia Sempre, com chefes de Estado de vários países, conforme detalhou a embaixadora Vanessa de Faria, assessora especial do Itamaraty.</p>

<blockquote>
<p>"Quando o presidente Lula e o presidente [Pedro] Sánchez tiveram a ideia de formar esse fórum, a ideia foi promover uma coordenação política em defesa da democracia, focando em alguns temas que exigem uma coordenação política mais forte num nível mais alto. Então, em primeiro lugar o multilateralismo, em segundo lugar a questão das desigualdades, e em terceiro lugar o combate à desinformação."</p>
</blockquote>

<p><strong>Entre os dias 19 e 20, Lula viaja para Alemanha</strong>, terceira economia mundial e nossa quarta maior parceira comercial, com um comércio de quase US$ 21 bilhões ano passado. Após reunião com o chanceler alemão Friedrich Merz, Lula participa da abertura da Feira Industrial de Hannover, a maior do mundo. O Brasil terá 2,7 mil m² de exposições para 140 empresas, além de outras 300, que serão representadas. No mesmo dia, Lula abre o Encontro Econômico Brasil–Alemanha, com empresários e autoridades.</p>

<p><strong>A última etapa será em Lisboa por apenas um dia, 21 de abril. </strong>Por lá, Lula se reúne com o primeiro-ministro Luís Montenegro e o presidente português, António José Seguro, para tratar de cooperação aeronáutica, imigração e combate à xenofobia. Cerca de 500 mil brasileiros estão registrados hoje em Portugal, que é a segunda maior comunidade brasileira no exterior.<br>
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<title>CPI do Crime Organizado rejeita relatório final por 6 votos a 4</title>
<link>https://apareceu.com/cpi-do-crime-organizado-rejeita-relatorio-final-por-6-votos-a-4</link>
<guid>https://apareceu.com/cpi-do-crime-organizado-rejeita-relatorio-final-por-6-votos-a-4</guid>
<description><![CDATA[ A Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado rejeitou, nesta terça-feira (14), último dia de seu funcionamento, o relatório final apresentado pelo senador Alessandro Vieira, do MDB de Sergipe. Por 6 votos a 4, os senadores decidiram não aprovar o texto, que pedia o indiciamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Dias Toffolli e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Ao apresentar o documento, o relator Alessandro Vieira afirmou que há indícios do cometimento de crimes de responsabilidade pelos ministros do Supremo no caso do Banco Master:


“Os resultados aqui consolidados demonstraram que a CPI cumpriu sua missão constitucional. A CPI investigou, diagnosticou e propôs. Os indiciamentos dos ministros do Supremo e do procurador-geral da República, por crime de responsabilidade, são medida inédita e historicamente necessária, porque representam a reafirmação do princípio republicano de que nenhum agente público, por mais elevada que seja a posição, está acima da lei ou imune ao controle democrático. Não se trata de atacar ou enfraquecer o Poder Judiciário, ou muito menos se trata de disputa eleitoreira, se trata de fortalecer o Poder Judiciário por meio da exigência de condutas éticas e probas.”


Relatório

O ministro Dias Toffoli foi acusado no relatório de proximidade com Daniel Vorcaro, dono do Master. Alexandre de Moraes foi incluído devido ao contrato que o escritório da esposa dele, Viviane Barci, tinha com o Master. Já Gilmar Mendes é citado por ter suspendido quebras de sigilo aprovadas na CPI. Para Paulo Gonet, o relator aponta conduta omissiva na investigação sobre o banco.

Membro da CPI e votante pela rejeição do documento, o líder do governo, senador Jacques Wagner, do PT da Bahia, questionou a falta de indiciamento de envolvidos no caso do Banco Master ou de facções ligadas ao tráfico de drogas. Para ele, o relatório da comissão é eleitoreiro:


“Vou votar contra, porque eu acho que ele fugiu. Se vossa excelência mantivesse aqui as sugestões legislativas feitas, conte com meu voto. Com o restante do processo de indiciamento, que, na minha opinião, não indicia a centralidade da vossa CPI, que era do crime organizado, me perdoe, eu tenho que votar contra, porque eu não vou corroborar com a sanha de querer atacar a instituição Supremo Tribunal Federal, como muitos têm feito aqui.”


Ministros reagiram

Antes da votação, ministros do STF reagiram ao relatório proposto pelo senador Alessandro Vieira. Para Gilmar Mendes, o pedido de indiciamento não tem base legal e flerta com arbitrariedades:


“O pedido formulado pelo relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de ministros do Supremo sem base legal, não constitui apenas um equívoco técnico. Trata-se de um erro histórico, que nos conduz a uma reflexão mais ampla sobre o papel dos Poderes e os poderes das comissões parlamentares de inquérito. E eu tenho absoluta certeza, senhores ministros, de que o tribunal vai se debruçar sobre isso.”


Gilmar Mendes ainda acusou o senador Alessandro Vieira de criar uma cortina de fumaça para atacar o Supremo para fins eleitorais.

Dias Toffoli também se manifestou, afirmando que o relatório configuraria abuso de poder, crime que pode ser levado a julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE):


“A essa situação de excrescência de um relatório completamente infundado, sem base jurídica, sem base em verdade factual e com um único e nítido sentido de obter votos. Isso, senhor presidente, é abuso de poder. Isso pode levar, inclusive, à inelegibilidade. Isso pode levar não só a sanções em outras áreas, mas também da Justiça Eleitoral. E a Justiça Eleitoral não faltará em punir aqueles que abusam do seu poder para obter voto num proselitismo eleitoreiro.”


A assessoria do procurador-geral da República, Paulo Gonet, informou que ele não vai comentar o assunto.
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 04:00:03 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado rejeitou, nesta terça-feira (14), último dia de seu funcionamento, o <strong>relatório final apresentado pelo senador Alessandro Vieira</strong>, do MDB de Sergipe. Por 6 votos a 4, os senadores decidiram não aprovar o texto, que pedia o indiciamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) <strong>Alexandre de Moraes, Dias Toffolli e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685993&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685993&o=rss"></p>

<p>Ao apresentar o documento, o relator <strong>Alessandro Vieira</strong> afirmou que há indícios do cometimento de crimes de responsabilidade pelos ministros do Supremo no caso do Banco Master:</p>

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<p>“Os resultados aqui consolidados demonstraram que a CPI cumpriu sua missão constitucional. A CPI investigou, diagnosticou e propôs. Os indiciamentos dos ministros do Supremo e do procurador-geral da República, por crime de responsabilidade, são medida inédita e historicamente necessária, porque representam a reafirmação do princípio republicano de que nenhum agente público, por mais elevada que seja a posição, está acima da lei ou imune ao controle democrático. Não se trata de atacar ou enfraquecer o Poder Judiciário, ou muito menos se trata de disputa eleitoreira, se trata de fortalecer o Poder Judiciário por meio da exigência de condutas éticas e probas.”</p>
</blockquote>

<h3>Relatório</h3>

<p>O ministro <strong>Dias Toffoli</strong> foi acusado no relatório de proximidade com Daniel Vorcaro, dono do Master. <strong>Alexandre de Moraes</strong> foi incluído devido ao contrato que o escritório da esposa dele, Viviane Barci, tinha com o Master. Já <strong>Gilmar Mendes</strong> é citado por ter suspendido quebras de sigilo aprovadas na CPI. Para <strong>Paulo Gonet</strong>, o relator aponta conduta omissiva na investigação sobre o banco.</p>

<p>Membro da CPI e votante pela rejeição do documento, o líder do governo, senador <strong>Jacques Wagner, do PT da Bahia, questionou a falta de indiciamento de envolvidos no caso do Banco Master ou de facções ligadas ao tráfico de drogas</strong>. Para ele, o relatório da comissão é eleitoreiro:</p>

<blockquote>
<p>“Vou votar contra, porque eu acho que ele fugiu. Se vossa excelência mantivesse aqui as sugestões legislativas feitas, conte com meu voto. Com o restante do processo de indiciamento, que, na minha opinião, não indicia a centralidade da vossa CPI, que era do crime organizado, me perdoe, eu tenho que votar contra, porque eu não vou corroborar com a sanha de querer atacar a instituição Supremo Tribunal Federal, como muitos têm feito aqui.”</p>
</blockquote>

<h3>Ministros reagiram</h3>

<p>Antes da votação, ministros do STF reagiram ao relatório proposto pelo senador Alessandro Vieira. Para <strong>Gilmar Mendes</strong>, o pedido de indiciamento não tem base legal e flerta com arbitrariedades:</p>

<blockquote>
<p>“O pedido formulado pelo relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de ministros do Supremo sem base legal, não constitui apenas um equívoco técnico. Trata-se de um erro histórico, que nos conduz a uma reflexão mais ampla sobre o papel dos Poderes e os poderes das comissões parlamentares de inquérito. E eu tenho absoluta certeza, senhores ministros, de que o tribunal vai se debruçar sobre isso.”</p>
</blockquote>

<p>Gilmar Mendes ainda acusou o senador Alessandro Vieira de criar uma cortina de fumaça para atacar o Supremo para fins eleitorais.</p>

<p><strong>Dias Toffoli</strong> também se manifestou, afirmando que o relatório configuraria abuso de poder, crime que pode ser levado a julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE):</p>

<blockquote>
<p>“A essa situação de excrescência de um relatório completamente infundado, sem base jurídica, sem base em verdade factual e com um único e nítido sentido de obter votos. Isso, senhor presidente, é abuso de poder. Isso pode levar, inclusive, à inelegibilidade. Isso pode levar não só a sanções em outras áreas, mas também da Justiça Eleitoral. E a Justiça Eleitoral não faltará em punir aqueles que abusam do seu poder para obter voto num proselitismo eleitoreiro.”</p>
</blockquote>

<p>A assessoria do procurador-geral da República, Paulo Gonet, informou que ele não vai comentar o assunto.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">4:10</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Sabatina de Jorge Messias para STF é antecipada para 28 de abril</title>
<link>https://apareceu.com/sabatina-de-jorge-messias-para-stf-e-antecipada-para-28-de-abril</link>
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<description><![CDATA[ 
                    
				A sabatina de Jorge Messias a Comissão de Constituição e Justiça do Senado foi antecipada para o dia 28 de abril. Um dia antes do previsto. A preocupação era com o feriado de primeiro de maio e, com isso, possibilidade de quórum baixo para a votação do nome do advogado-geral da União indicado para uma vaga ao Supremo.

O senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão, leu o parecer sobre a indicação. Parecer favorável. Fez uma análise curricular de Messias, principalmente do trabalho dele frente à AGU.


Notícias relacionadas:Parecer da indicação de Jorge Messias ao STF é lido na CCJ do Senado.Presidência da República oficializa indicação de Jorge Messias ao STF.&quot;Como advogado-geral da União, sua atuação se destaca pelo perfil conciliador e de diálogo com os diferentes setores. Sobre sua liderança, a AGU posicionou a conciliação como uma política de Estado, priorizando a segurança jurídica por meio de realização de acordos judiciais e extrajudiciais.&quot;


Sabatina, portanto, marcada para o dia 28, com votação na própria CCJ no mesmo dia, e depois em plenário com votação secreta. E agora é correr para conseguir os votos. Jorge Messias precisa de pelo menos 41 votos no plenário e os partidos já se movimentam. PL e Novo já fecharam questão contra.
  1:21 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 04:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-04/sabatina-de-jorge-messias-para-stf-e-antecipada-para-28-de-abril">
                    <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil">
				</a></p>A sabatina de Jorge Messias a Comissão de Constituição e Justiça do Senado foi antecipada para o dia 28 de abril. Um dia antes do previsto. A preocupação era com o feriado de primeiro de maio e, com isso, possibilidade de quórum baixo para a votação do nome do advogado-geral da União indicado para uma vaga ao Supremo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686098&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686098&o=rss">

<p>O senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão, leu o parecer sobre a indicação. Parecer favorável. Fez uma análise curricular de Messias, principalmente do trabalho dele frente à AGU.</p>

<blockquote>
<p></p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/parecer-da-indicacao-de-jorge-messias-ao-stf-e-lido-na-ccj-do-senado">Parecer da indicação de Jorge Messias ao STF é lido na CCJ do Senado.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/presidencia-da-republica-oficializa-indicacao-de-jorge-messias-ao-stf">Presidência da República oficializa indicação de Jorge Messias ao STF.</a></li></ul>"Como advogado-geral da União, sua atuação se destaca pelo perfil conciliador e de diálogo com os diferentes setores. Sobre sua liderança, a AGU posicionou a conciliação como uma política de Estado, priorizando a segurança jurídica por meio de realização de acordos judiciais e extrajudiciais."
</blockquote>

<p>Sabatina, portanto, marcada para o dia 28, com votação na própria CCJ no mesmo dia, e depois em plenário com votação secreta. E agora é correr para conseguir os votos. Jorge Messias precisa de pelo menos 41 votos no plenário e os partidos já se movimentam. PL e Novo já fecharam questão contra.</p>
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</item>

<item>
<title>Ministros do STF alegam abuso de autoridade na CPI do Crime Organizado</title>
<link>https://apareceu.com/ministros-do-stf-alegam-abuso-de-autoridade-na-cpi-do-crime-organizado</link>
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<description><![CDATA[ Antes de CPI do Crime Organizado rejeitar, na noite desta terça-feira (14), o relatório final apresentado pelo senador Alessandro Vieira, do MDB de Sergipe, o Supremo Tribunal Federal reagiu ao documento que pedia o indiciamento dos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffolli e Alexandre de Moraes e do Procurador Geral da República, Paulo Gonet.

Durante a sessão da 2ª turma do STF, também nesta terça-feira, o ministro Gilmar Mendes afirmou que o pedido de indiciamento não tem base legal e flerta com arbitrariedades.


“O pedido formulado pelo relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de ministros do Supremo, sem base legal, não constitui apenas um equívoco técnico. Trata-se de um erro histórico, que nos conduz a uma reflexão mais ampla sobre o papel dos poderes e os poderes das comissões parlamentares de inquérito. E eu tenho absoluta certeza, senhores ministros, de que o tribunal vai se debruçar sobre isso”.    


O ministro também chamou atenção para o fato de que o senador Alessandro Vieira não ter promovido quebra de sigilos de milicianos ou membros de facções que controlam o Rio de Janeiro, e que foram motivos da abertura da CPI.

Gilmar Mendes disse ainda que o relatório revela uma cortina de fumaça para atacar o Supremo.


“O relatório apresentado, com todas as vênias, revela verdadeira cortina de fumaça ao deixar de enfrentar o grave problema a que se propôs e ao dedicar-se a engrossar a espuma midiática contra o Supremo Tribunal Federal. Na expectativa de produzir dividendos eleitorais para certos atores políticos. Esse desvio de finalidade suscita preocupação. Mas, aqui, o desvio não é algo inocente, do ponto de vista jurídico. É crime. Tá na lei de abuso de autoridade”.  


Já o ministro Dias Toffolli afirmou que o ato configura abuso de poder, crime que pode ser levado a julgamento no Tribunal Superior Eleitoral.


“A essa situação de excrescência de um relatório completamente infundado, sem base jurídica e, em verdade, factual, e com um único e nítido sentido de obter votos. Isso, senhor presidente, é abuso de poder e pode levar, inclusive, á inelegibilidade. Isso pode levar, não só em sanções em outras áreas, mas também da justiça eleitoral. E a justiça eleitoral não faltará em punir aqueles que abusam de seu poder para obter votos, num proselitismo eleitoral”.


Pelas redes sociais, o ministro Flávio Dino prestou solidariedade pessoal aos colegas que considera alvo de injustiça. Disse, sem citar a CPI, que o STF tem um relevante conjunto de decisões contra o crime organizado. 

Para Dino, críticas e investigações devem ser feitas, mas com respeito à dignidade das pessoas e com a preservação das instituições da democracia, pois sem elas não existem direitos fundamentais e nem futuro para a nação.

O relatório final da CPI do Crime Organizado foi rejeitado por 6 votos a 4.
  3:18 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 04:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Antes de CPI do Crime Organizado rejeitar, na noite desta terça-feira (14), o relatório final apresentado pelo senador Alessandro Vieira, do MDB de Sergipe, o Supremo Tribunal Federal reagiu ao documento que pedia o indiciamento dos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffolli e Alexandre de Moraes e do Procurador Geral da República, Paulo Gonet.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685982&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685982&o=rss"></p>

<p>Durante a sessão da 2ª turma do STF, também nesta terça-feira, o ministro Gilmar Mendes afirmou que o pedido de indiciamento não tem base legal e flerta com arbitrariedades.</p>

<blockquote>
<p>“O pedido formulado pelo relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de ministros do Supremo, sem base legal, não constitui apenas um equívoco técnico. Trata-se de um erro histórico, que nos conduz a uma reflexão mais ampla sobre o papel dos poderes e os poderes das comissões parlamentares de inquérito. E eu tenho absoluta certeza, senhores ministros, de que o tribunal vai se debruçar sobre isso”.    </p>
</blockquote>

<p>O ministro também chamou atenção para o fato de que o senador Alessandro Vieira não ter promovido quebra de sigilos de milicianos ou membros de facções que controlam o Rio de Janeiro, e que foram motivos da abertura da CPI.</p>

<p>Gilmar Mendes disse ainda que o relatório revela uma cortina de fumaça para atacar o Supremo.</p>

<blockquote>
<p>“O relatório apresentado, com todas as vênias, revela verdadeira cortina de fumaça ao deixar de enfrentar o grave problema a que se propôs e ao dedicar-se a engrossar a espuma midiática contra o Supremo Tribunal Federal. Na expectativa de produzir dividendos eleitorais para certos atores políticos. Esse desvio de finalidade suscita preocupação. Mas, aqui, o desvio não é algo inocente, do ponto de vista jurídico. É crime. Tá na lei de abuso de autoridade”.  </p>
</blockquote>

<p>Já o ministro Dias Toffolli afirmou que o ato configura abuso de poder, crime que pode ser levado a julgamento no Tribunal Superior Eleitoral.</p>

<blockquote>
<p>“A essa situação de excrescência de um relatório completamente infundado, sem base jurídica e, em verdade, factual, e com um único e nítido sentido de obter votos. Isso, senhor presidente, é abuso de poder e pode levar, inclusive, á inelegibilidade. Isso pode levar, não só em sanções em outras áreas, mas também da justiça eleitoral. E a justiça eleitoral não faltará em punir aqueles que abusam de seu poder para obter votos, num proselitismo eleitoral”.</p>
</blockquote>

<p>Pelas redes sociais, o ministro Flávio Dino prestou solidariedade pessoal aos colegas que considera alvo de injustiça. Disse, sem citar a CPI, que o STF tem um relevante conjunto de decisões contra o crime organizado. </p>

<p>Para Dino, críticas e investigações devem ser feitas, mas com respeito à dignidade das pessoas e com a preservação das instituições da democracia, pois sem elas não existem direitos fundamentais e nem futuro para a nação.</p>

<p><strong>O relatório final da CPI do Crime Organizado foi rejeitado por 6 votos a 4.</strong></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:18</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Prefeito de Cabedelo (PB), eleito no domingo, é afastado do cargo</title>
<link>https://apareceu.com/prefeito-de-cabedelo-pb-eleito-no-domingo-e-afastado-do-cargo</link>
<guid>https://apareceu.com/prefeito-de-cabedelo-pb-eleito-no-domingo-e-afastado-do-cargo</guid>
<description><![CDATA[ Menos de 48 horas após ser confirmado como novo prefeito de Cabedelo, na Paraíba, Edvaldo Neto, do Avante, é afastado por decisão judicial. 

Ele é um dos alvos de uma operação realizada pelo Ministério Público da Paraíba, Polícia Federal e Controladoria Geral da União. A operação investiga a atuação de uma organização criminosa que realizava fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e até o financiamento de uma facção criminosa com atuação na cidade de Cabedelo, localizada na região metropolitana de João Pessoa.

Estão sendo cumpridos 21 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares determinadas pelo Poder Judiciário. Além do afastamento do recém eleito prefeito, foi determinado também o afastamento de outros servidores públicos para aprofundar e preservar as investigações e impedir a continuidade das condutas criminosas. 

Edvaldo Neto foi eleito prefeito de Cabedelo no último domingo nas eleições suplementares do município. Ele já ocupava a função interinamente desde dezembro do ano passado após o então prefeito André Coutinho, também do Avante, ter o mandato cassado por abuso de poder político e econômico, compra de votos, e suposto envolvimento com uma facção criminosa. 

Em nota, a defesa do Prefeito Edvaldo Neto disse que o afastamento é uma medida de natureza provisória. A nota defende que o prefeito jamais manteve qualquer vínculo ou relação com facções criminosas, que é inocente e que, com a apuração dos fatos, todas as circunstâncias serão devidamente esclarecidas.

 

Investigação 

O grupo é investigado por contratação fraudulenta de empresas fornecedoras de mão de obra vinculadas à facção criminosa “Tropa do Amigão”, braço do “Comando Vermelho”, com infiltração de membros da facção em estruturas da Prefeitura de Cabedelo, circulação de valores de origem pública em favor do crime organizado e utilização de contratos administrativos como instrumento de manutenção de poder, influência territorial e blindagem institucional.

A investigação revelou um consórcio entre agentes políticos da alta cúpula municipal, empresários e integrantes de organização criminosa que agiam para dar continuidade a contratos milionários e à distribuição de vantagens ilícitas, com movimentações que podem chegar a R$270 milhões. 

A investigação segue em andamento e os investigados podem responder pelos crimes de fraude no processo de licitação, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e financiamento de organização criminosa.  
  2:51 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 04:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Prefeito, Cabedelo, PB, eleito, domingo, afastado, cargo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Menos de 48 horas após ser confirmado como novo prefeito de Cabedelo, na Paraíba, Edvaldo Neto, do Avante, é afastado por decisão judicial. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685946&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685946&o=rss"></p>

<p>Ele é um dos alvos de uma operação realizada pelo Ministério Público da Paraíba, Polícia Federal e Controladoria Geral da União. <strong>A operação investiga a atuação de uma organização criminosa que realizava fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e até o financiamento de uma facção criminosa com atuação na cidade de Cabedelo, localizada na região metropolitana de João Pessoa.</strong></p>

<p>Estão sendo cumpridos 21 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares determinadas pelo Poder Judiciário. Além do afastamento do recém eleito prefeito, foi determinado também o afastamento de outros servidores públicos para aprofundar e preservar as investigações e impedir a continuidade das condutas criminosas. </p>

<p><strong>Edvaldo Neto foi eleito prefeito de Cabedelo no último domingo nas eleições suplementares do município. Ele já ocupava a função interinamente desde dezembro do ano passado após o então prefeito André Coutinho, também do Avante, ter o mandato cassado por abuso de poder político e econômico, compra de votos, e suposto envolvimento com uma facção criminosa.</strong> </p>

<p>Em nota, a defesa do Prefeito Edvaldo Neto disse que o afastamento é uma medida de natureza provisória. A nota defende que o prefeito jamais manteve qualquer vínculo ou relação com facções criminosas, que é inocente e que, com a apuração dos fatos, todas as circunstâncias serão devidamente esclarecidas.</p>

<p> </p>

<h3><strong>Investigação </strong></h3>

<p><strong>O grupo é investigado por contratação fraudulenta de empresas fornecedoras de mão de obra vinculadas à facção criminosa “Tropa do Amigão”, braço do “Comando Vermelho”, com infiltração de membros da facção em estruturas da Prefeitura de Cabedelo, circulação de valores de origem pública em favor do crime organizado e utilização de contratos administrativos como instrumento de manutenção de poder, influência territorial e blindagem institucional.</strong></p>

<p>A investigação revelou um consórcio entre agentes políticos da alta cúpula municipal, empresários e integrantes de organização criminosa que agiam para dar continuidade a contratos milionários e à distribuição de vantagens ilícitas, com movimentações que podem chegar a R$270 milhões. </p>

<p>A investigação segue em andamento e os investigados podem responder pelos crimes de fraude no processo de licitação, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e financiamento de organização criminosa.  </p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:51</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Presidente Lula se reúne com representantes de centrais sindicais</title>
<link>https://apareceu.com/presidente-lula-se-reune-com-representantes-de-centrais-sindicais</link>
<guid>https://apareceu.com/presidente-lula-se-reune-com-representantes-de-centrais-sindicais</guid>
<description><![CDATA[ No dia seguinte ao envio ao Congresso Nacional do projeto de lei que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução dos salários, o presidente Lula recebeu, no Palácio do Planalto, representantes das centrais sindicais.

Os dirigentes sindicais participaram, nesta quarta-feira (15), em Brasília, da Marcha da Classe Trabalhadora e entregaram ao presidente Lula uma pauta com 68 reivindicações para os próximos cinco anos.

Lula pediu mobilização e pressão dos trabalhadores para aprovação do PL sobre o fim da escala 6x1, enviado em regime de urgência ao Congresso:


“Cada vez que a gente manda uma coisa para aprovar no Congresso, vocês têm que saber que vocês têm que ajudar. Nós conseguimos coisas importantes. Nós conseguimos uma política tributária que a gente não conseguia há 40 anos, a isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil. E a gente pode conseguir mais, se a gente tiver mais gente comprometida com vocês.”


Reformas

O presidente Lula aproveitou o encontro com as centrais sindicais para criticar as aprovações das reformas trabalhista, em 2017, e da Previdência, em 2019, e também de outras que ele considera retrocessos para a classe trabalhadora:


“A reforma trabalhista precarizou a Previdência. Sem renda, ganhando às vezes menos que o salário mínimo, o trabalhador não conseguiu sequer contribuir. Em 2019, foi a reforma da Previdência. Na prática, acabou com a aposentadoria por tempo de contribuição. Homens têm que trabalhar até 65 anos e mulheres, até 62 anos. Quem quiser se aposentar com o salário integral, tem de contribuir, no mínimo, por 40 anos.”


Reivindicações

O coordenador do Fórum das Centrais Sindicais, Clemente Ganz, detalhou a pauta de reivindicações apresentada ao presidente Lula, dando destaque às transformações profundas no mundo do trabalho:


“Mulheres e jovens serão os mais impactados pela inteligência artificial e pela inovação tecnológica, segundo os últimos estudos da OIT. Nós temos a mudança climática, a emergência ambiental, com impactos sobre o mundo do trabalho extensos e inéditos, em situações que nós jamais imaginávamos que viveríamos. E os estudos mostram que nós, velhos, vivemos melhor se nós temos uma inserção participativa. Portanto, nós temos que repensar o mundo do trabalho, o tempo do trabalho e a qualidade da vida no trabalho.”


Rick Azevedo

Lula, no evento, homenageou o ativista e ex-balconista Rick Azevedo, que criou o movimento Vida Além do Trabalho, que acabou dando origem ao projeto de redução de jornada. O presidente chegou a sugerir que, se a lei for aprovada, tenha o nome do ativista.

*Com informações da Agência Brasil
  3:00 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 04:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Presidente, Lula, reúne, com, representantes, centrais, sindicais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>No dia seguinte ao envio ao Congresso Nacional do projeto de lei que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução dos salários, o presidente Lula recebeu, no Palácio do Planalto, representantes das centrais sindicais.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686195&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686195&o=rss"></p>

<p><strong>Os dirigentes sindicais participaram, nesta quarta-feira (15), em Brasília, da Marcha da Classe Trabalhadora e entregaram ao presidente Lula uma pauta com 68 reivindicações para os próximos cinco anos.</strong></p>

<p>Lula pediu mobilização e pressão dos trabalhadores para aprovação do PL sobre o fim da escala 6x1, enviado em regime de urgência ao Congresso:</p>

<blockquote>
<p>“Cada vez que a gente manda uma coisa para aprovar no Congresso, vocês têm que saber que vocês têm que ajudar. Nós conseguimos coisas importantes. Nós conseguimos uma política tributária que a gente não conseguia há 40 anos, a isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil. E a gente pode conseguir mais, se a gente tiver mais gente comprometida com vocês.”</p>
</blockquote>

<h3>Reformas</h3>

<p>O presidente <strong>Lula aproveitou o encontro com as centrais sindicais para criticar as aprovações das reformas trabalhista, em 2017, e da Previdência, em 2019</strong>, e também de outras que ele considera retrocessos para a classe trabalhadora:</p>

<blockquote>
<p>“A reforma trabalhista precarizou a Previdência. Sem renda, ganhando às vezes menos que o salário mínimo, o trabalhador não conseguiu sequer contribuir. Em 2019, foi a reforma da Previdência. Na prática, acabou com a aposentadoria por tempo de contribuição. Homens têm que trabalhar até 65 anos e mulheres, até 62 anos. Quem quiser se aposentar com o salário integral, tem de contribuir, no mínimo, por 40 anos.”</p>
</blockquote>

<h3>Reivindicações</h3>

<p>O coordenador do Fórum das Centrais Sindicais, <strong>Clemente Ganz</strong>, detalhou a pauta de reivindicações apresentada ao presidente Lula, dando destaque às transformações profundas no mundo do trabalho:</p>

<blockquote>
<p>“Mulheres e jovens serão os mais impactados pela inteligência artificial e pela inovação tecnológica, segundo os últimos estudos da OIT. Nós temos a mudança climática, a emergência ambiental, com impactos sobre o mundo do trabalho extensos e inéditos, em situações que nós jamais imaginávamos que viveríamos. E os estudos mostram que nós, velhos, vivemos melhor se nós temos uma inserção participativa. Portanto, nós temos que repensar o mundo do trabalho, o tempo do trabalho e a qualidade da vida no trabalho.”</p>
</blockquote>

<h3>Rick Azevedo</h3>

<p><strong>Lula, no evento, homenageou o ativista e ex-balconista Rick Azevedo, que criou o movimento Vida Além do Trabalho, que acabou dando origem ao projeto de redução de jornada. </strong>O presidente chegou a sugerir que, se a lei for aprovada, tenha o nome do ativista.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:00</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Oposição pede vista e votação da PEC que derruba escala 6x1 é adiada</title>
<link>https://apareceu.com/oposicao-pede-vista-e-votacao-da-pec-que-derruba-escala-6x1-e-adiada</link>
<guid>https://apareceu.com/oposicao-pede-vista-e-votacao-da-pec-que-derruba-escala-6x1-e-adiada</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Um pedido de vista da oposição adiou a votação da Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1 de trabalho. Era o único item da pauta na Comissão de Constituição e Justiça. O relator, deputado Paulo Azi, do União da Bahia, leu o parecer favorável à proposta que é ampla.

Adota o esquema de cinco dias trabalhados com dois de folga para diversos setores e sem a redução de salário.

⏩ Ouça também: Governo envia projeto que prevê fim da escala 6x1 em regime de urgência ao Congresso

Notícias relacionadas:Pedido de vista adia votação da PEC do fim da 6x1 na CCJ da Câmara.PECs da escala 6x1 não competem com proposta do governo, diz Marinho.Lula envia ao Congresso projeto de lei pelo fim da escala 6x1.Plenário da CCJ lotado. Categorias de trabalhadores acompanhando e pressionando. Mesmo assim, a votação foi adiada pelo pedido de vista coletivo “para um outro momento, segundo o presidente da CCJ, deputado Leur Lomanto Jùnior, do União da Bahia. O motivo, segundo os parlamentares? Para conhecer melhor o texto.

A base aliada fez um apelo pela aprovação e criticou o pedido de vista. A deputada Érika Hilton, do PSOL de SP, arrematou.


&quot;Fazem isso porque são inimigos do povo, fazem isso porque são contra os direitos da classe trabalhadora, fazem isso porque estão aqui dentro para atender apenas aos interesses dos empresários e do setor produtivo. Não poderão conter a força do movimento organizado que sustenta esta economia nas costas. A economia não é só número. A economia é a força de trabalho apresentada pela classe trabalhadora que está organizada, está mobilizada, fez pressão.&quot;


A votação da PEC foi mantida mesmo depois de o governo ter encaminhado um projeto de lei sobre o mesmo assunto. Agora é saber qual proposta vai tramitar mais rápido. Um dos autores do pedido de vista, o deputado Lucas Redecker, do PSD RS, criticou.


&quot;O governo ontem, na minha avaliação, apresentando um projeto de lei, ele enterrou a condição do debate dessas PECs. Porque, pelo nosso regimento interno, nós temos até 40 sessões para debater uma comissão especial. O prazo que o governo protocolou do regime de urgência será até 45 dias. No dia de hoje, 44 dias. Ou seja, não se vencerá o tempo hábil de debater na comissão especial o prazo dessas PECs.&quot;


A PEC, depois de aprovada na CCJ ainda vai para Comissão Especial e depois para o plenário. São dois turnos de votação com pelo menos 308 votos em cada. Já para um projeto de lei, basta maioria. E com a urgência constitucional, isso tudo precisa ser feito em 45 dias na Câmara e em 45 no Senado. A deputada Talíria Petrone, do PSOL do Rio resumiu: PEC ou PL, o importante é votar rápido.


&quot;Os dois podem caminhar paralelamente, o mais importante é que a gente saia desse processo com essa agenda consolidada.&quot;

  2:45 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 04:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Oposição, pede, vista, votação, PEC, que, derruba, escala, 6x1, adiada</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-04/oposicao-pede-vista-e-votacao-da-pec-que-derruba-escala-6x1-e-adiada">
                    <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil">
				</a></p>Um pedido de vista da oposição <strong>adiou a votação da Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1</strong> de trabalho. Era o único item da pauta na Comissão de Constituição e Justiça. O relator, deputado Paulo Azi, do União da Bahia, leu o parecer favorável à proposta que é ampla.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686103&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686103&o=rss">

<p>Adota o esquema de cinco dias trabalhados com dois de folga para diversos setores e sem a redução de salário.</p>

<h3><strong>⏩ Ouça também: </strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/2026-04/escala-6x1-governo-envia-projeto-em-regime-de-urgencia-ao-congresso" target="_blank">Governo envia projeto que prevê fim da escala 6x1 em regime de urgência ao Congresso</a></h3>

<p></p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/pedido-de-vista-adia-votacao-da-pec-do-fim-da-6x1-na-ccj-da-camara">Pedido de vista adia votação da PEC do fim da 6x1 na CCJ da Câmara.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/pecs-da-escala-6x1-nao-competem-com-proposta-do-governo-diz-marinho">PECs da escala 6x1 não competem com proposta do governo, diz Marinho.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/lula-envia-ao-congresso-projeto-de-lei-pelo-fim-da-escala-6x1">Lula envia ao Congresso projeto de lei pelo fim da escala 6x1.</a></li></ul>Plenário da CCJ lotado. Categorias de trabalhadores acompanhando e pressionando. Mesmo assim, <strong>a votação foi adiada pelo pedido de vista coletivo</strong> “para um outro momento, segundo o presidente da CCJ, deputado Leur Lomanto Jùnior, do União da Bahia. O motivo, segundo os parlamentares? Para conhecer melhor o texto.

<p>A base aliada fez um apelo pela aprovação e criticou o pedido de vista. A deputada Érika Hilton, do PSOL de SP, arrematou.</p>

<blockquote>
<p>"Fazem isso porque são inimigos do povo, fazem isso porque são contra os direitos da classe trabalhadora, fazem isso porque estão aqui dentro para atender apenas aos interesses dos empresários e do setor produtivo. <strong>Não poderão conter a força do movimento organizado que sustenta esta economia nas costas</strong>. A economia não é só número. A economia é a força de trabalho apresentada pela classe trabalhadora que está organizada, está mobilizada, fez pressão."</p>
</blockquote>

<p><strong>A votação da PEC foi mantida mesmo depois de o governo ter encaminhado um projeto de lei sobre o mesmo assunto</strong>. Agora é saber qual proposta vai tramitar mais rápido. Um dos autores do pedido de vista, o deputado Lucas Redecker, do PSD RS, criticou.</p>

<blockquote>
<p>"O governo ontem, na minha avaliação, apresentando um projeto de lei, ele enterrou a condição do debate dessas PECs. Porque, pelo nosso regimento interno, nós temos até 40 sessões para debater uma comissão especial. O prazo que o governo protocolou do regime de urgência será até 45 dias. No dia de hoje, 44 dias. Ou seja, não se vencerá o tempo hábil de debater na comissão especial o prazo dessas PECs."</p>
</blockquote>

<p>A PEC, depois de aprovada na CCJ ainda vai para Comissão Especial e depois para o plenário. São dois turnos de votação com pelo menos 308 votos em cada. Já para um projeto de lei, basta maioria. <strong>E com a urgência constitucional, isso tudo precisa ser feito em 45 dias na Câmara e em 45 no Senado</strong>. A deputada Talíria Petrone, do PSOL do Rio resumiu: PEC ou PL, o importante é votar rápido.</p>

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<p>"Os dois podem caminhar paralelamente, o mais importante é que a gente saia desse processo com essa agenda consolidada."</p>
</blockquote>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:45</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>CPI do Crime Organizado deve votar relatório na terça&#45;feira</title>
<link>https://apareceu.com/cpi-do-crime-organizado-deve-votar-relatorio-na-terca-feira</link>
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<description><![CDATA[ Semana de votação de relatório final da CPI do Crime Organizado. O relator, senador Alessandro Vieira, vai apresentar o parecer final na terça-feira em reunião marcada para às 9 horas, mas antes do relatório, os parlamentares querem ainda emplacar um último depoimento. O do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Depoimento que já tinha sido adiado e remarcado a pedido dele próprio Castro, que promete apresentar dados sobre a segurança pública no estado.

Outra prioridade no Senado será a Comissão de Constituição e Justiça, mas na quarta-feira, quando o senador Weverton Rocha vai ler o relatório sobre a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma vaga ao Supremo Tribunal Federal. Ele já disse que o parecer será favorável. Entende que Messias preenche os requisitos necessários. Sabatina e votação em plenário só depois do feriado de Tiradentes. Na semana seguinte, na verdade, dia 29.

Enquanto os senadores estarão às voltas com sabatina, indicações e relatório de CPI, a Câmara vai discutir o projeto que regulamenta o trabalho por aplicativo, terça-feira, na Comissão Especial. O texto do relator, deputado Augusto Coutinho, não tem acordo. É que, enquanto a demanda do governo, é para que a remuneração mínima para os motoristas fique em R$ 10 para percursos até 4 km, com mais R$ 2,50 para cada km rodado, o relator manteve o valor de R$ 8,50 para pedidos de até 3 km em entregas feitas por motos e carros e até 4 km para aquelas feitas a pé ou com bicicleta. Entende que o valor maior inviabilizaria economicamente as plataformas.

Mas, o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos, considera esse texto um retrocesso. E, pelas redes sociais, rebateu:


&quot;A primeira versão do projeto que foi apresentada lá no ano passado, ela tinha avanços, mas o projeto também tinha problemas. E por isso que a gente apresentou propostas de melhoria, como, por exemplo, essa remuneração mínima ser de R$ 10 e que possa se ter R$ 2,50 a cada km adicional. E essa versão final, além de não ter acolhido as propostas de governo, que foram construídas a partir de um diálogo, de escuta dos motoristas e dos entregadores, piorou o texto original: tirou os 30% adicional de trabalho noturno, tirou os 30% adicional de domingo e feriado, tirou a obrigatoriedade das plataformas de garantirem os pontos de apoio. Teve um retrocesso em relação àquele que tinha sido apresentado no ano passado. Por isso, o nosso governo não apoia essa versão final do PLP 152&quot;.


A expectativa também é de chegada na Câmara nos próximos dias do projeto com urgência constitucional que será encaminhado pelo governo sobre o fim da escala 6x1. Na última terça-feira, o presidente da Casa, Hugo Motta, havia dito que não haveria o encaminhamento desse projeto e que a prioridade seria dar andamento à PEC sobre o assunto que já tramita por lá. Mas, no fim da semana o próprio presidente Lula disse que encaminharia sim a proposta e que quer rapidez na votação.
  3:20 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 13:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>CPI, Crime, Organizado, deve, votar, relatório, terça-feira</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Semana de votação de relatório final da CPI do Crime Organizado. O relator, senador Alessandro Vieira, vai apresentar o parecer final na terça-feira em reunião marcada para às 9 horas, mas antes do relatório, os parlamentares querem ainda emplacar um último depoimento. O do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Depoimento que já tinha sido adiado e remarcado a pedido dele próprio Castro, que promete apresentar dados sobre a segurança pública no estado.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685681&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685681&o=rss"></p>

<p>Outra prioridade no Senado será a Comissão de Constituição e Justiça, mas na quarta-feira, quando o senador Weverton Rocha vai ler o relatório sobre a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma vaga ao Supremo Tribunal Federal. Ele já disse que o parecer será favorável. Entende que Messias preenche os requisitos necessários. Sabatina e votação em plenário só depois do feriado de Tiradentes. Na semana seguinte, na verdade, dia 29.</p>

<p>Enquanto os senadores estarão às voltas com sabatina, indicações e relatório de CPI, a Câmara vai discutir o projeto que regulamenta o trabalho por aplicativo, terça-feira, na Comissão Especial. O texto do relator, deputado Augusto Coutinho, não tem acordo. É que, enquanto a demanda do governo, é para que a remuneração mínima para os motoristas fique em R$ 10 para percursos até 4 km, com mais R$ 2,50 para cada km rodado, o relator manteve o valor de R$ 8,50 para pedidos de até 3 km em entregas feitas por motos e carros e até 4 km para aquelas feitas a pé ou com bicicleta. Entende que o valor maior inviabilizaria economicamente as plataformas.</p>

<p>Mas, o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos, considera esse texto um retrocesso. E, pelas redes sociais, rebateu:</p>

<blockquote>
<p>"A primeira versão do projeto que foi apresentada lá no ano passado, ela tinha avanços, mas o projeto também tinha problemas. E por isso que a gente apresentou propostas de melhoria, como, por exemplo, essa remuneração mínima ser de R$ 10 e que possa se ter R$ 2,50 a cada km adicional. E essa versão final, além de não ter acolhido as propostas de governo, que foram construídas a partir de um diálogo, de escuta dos motoristas e dos entregadores, piorou o texto original: tirou os 30% adicional de trabalho noturno, tirou os 30% adicional de domingo e feriado, tirou a obrigatoriedade das plataformas de garantirem os pontos de apoio. Teve um retrocesso em relação àquele que tinha sido apresentado no ano passado. Por isso, o nosso governo não apoia essa versão final do PLP 152".</p>
</blockquote>

<p>A expectativa também é de chegada na Câmara nos próximos dias do projeto com urgência constitucional que será encaminhado pelo governo sobre o fim da escala 6x1. Na última terça-feira, o presidente da Casa, Hugo Motta, havia dito que não haveria o encaminhamento desse projeto e que a prioridade seria dar andamento à PEC sobre o assunto que já tramita por lá. Mas, no fim da semana o próprio presidente Lula disse que encaminharia sim a proposta e que quer rapidez na votação.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:20</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lula defende fim da escala 6x1, das bets e dos penduricalhos</title>
<link>https://apareceu.com/lula-defende-fim-da-escala-6x1-das-bets-e-dos-penduricalhos</link>
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<description><![CDATA[ 
                    
				 Depois que o presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que a PEC do fim da escala 6x1 deve ser votada na semana que vem, o presidente Lula afirmou que, mesmo assim, o governo vai enviar ainda esta semana um projeto de lei com o mesmo tema.


&quot;O avanço tecnológico não deveria ser acompanhado de aumento de salário, de ganho de produtividade e não devia ser acompanhado de redução da jornada de trabalho? Você tem que ter uma brecha de negociação, não pode ser uma coisa rígida para todas as categorias, mas nós temos que ter a redução. A pessoa precisa de mais descanso, mais lazer. Nós vamos votar e vai aprovar. Nós vamos mandar esta semana, ainda vou conversar com o companheiro Hugo Motta esta semana, a redução da jornada sem redução salarial, o que significa um pequeno aumento de ganho de produtividade.&quot;


Notícias relacionadas:Indígenas esperam encontro com Lula e celeridade em demarcações.Lula defende o Pix após críticas em relatório comercial dos EUA.A declaração foi nesta quarta-feira (8) durante entrevista concedida ao canal ICL, em Brasília, em transmissão via internet. Outro assunto foi o funcionamento das bets no Brasil. O presidente disse que essas plataformas já são problema de saúde e defendeu o fim das operações.


&quot;Por que que a gente não acaba com as bets? Nós estamos tentando discutir porque hoje o cassino está dentro da sua casa, com seu filho de 10 anos, com seu neto de 11 anos, gastando dinheiro desnecessário e enriquecendo as bets. Se depender de mim, a gente fecha as bets. Obviamente que depende do Congresso Nacional, depende de uma discussão. Todo mundo sabe quem são os deputados que estão envolvidos nisso, quem são os partidos que estão envolvidos nisso, quem são os senadores. Não é possível a gente continuar com essa jogatina desenfreada nesse país. Nós temos que tratar isso como uma questão de saúde. Saúde! Eu conheço pessoas que perderam o carro, conheço pessoas que perderam casa, pessoas que se matam.&quot;


Durante o papo com jornalistas, o presidente também falou de verbas federais ao Legislativo. Lula defendeu o fim dos penduricalhos e classificou o orçamento secreto como promiscuidade política.


&quot;Eu, por exemplo, não quero um estado em que a gente fica subordinado, quase que sequestrado pelo orçamento secreto. Todo mundo sabe que eu não concordo com o orçamento secreto, 60% do orçamento vai para a mão de deputados e senadores. Isso não é correto nem para o Congresso, nem correto para o Executivo, ou seja, nós temos que executar um orçamento porque a sociedade nos deu o mandato para governar este país. Não é possível que você não acabe com os penduricalhos na história desse país, é preciso acabar com a promiscuidade política desse país. Sabe, os partidos vão ter que compreender que não dá para continuar assim. Não é possível a gente continuar com essa promiscuidade em que quase que a verdade não vale mais nada.&quot;


O orçamento secreto permite a destinação de verbas federais a projetos de deputados e senadores sem identificação de quem pediu ou para onde vai o dinheiro. Lula voltou a defender a aprovação da PEC da segurança pública como forma de fortalecer a atuação federal e criar um ministério para esse setor, e defendeu que as forças federais tenham atuação junto com as de estados e municípios.


&quot;O que nós queremos, na verdade, é fazer uma política de segurança pública muito séria, sabe, aumentando o número da Polícia Federal, aumentando a inteligência, cuidando das nossas fronteiras, aumentando a Polícia Rodoviária Federal, colocando ela para tomar conta das estradas e criar uma Guarda Nacional. Nós temos que ter uma lei que defina qual é o nosso papel. A sociedade está precisando que o governo federal entre em ação. E para entrar em ação, nós precisamos ter a aprovação da nossa PEC, se não a gente não consegue entrar.&quot;


No cenário internacional, o presidente Lula criticou a postura do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, diante de outros países. Por isso, defendeu o fortalecimento da defesa brasileira.


&quot;O mundo está exigindo que o Brasil pense segurança com mais seriedade. Nós vamos ter que levar mais a sério isso, inclusive fortalecendo a indústria da defesa. Qualquer dia alguém resolve invadir a gente. Nós temos um cidadão no mundo que acha que é imperador, que ele todo dia passa um Twitter, todo dia decide uma coisa, todo dia desfaz uma coisa, e o Brasil não pode ficar vulnerável. Nós somos um país muito grande, com um potencial extraordinário, sobretudo agora que apareceram o fenômeno das terras raras que até então pouca gente conhecia.&quot;


Em relação aos impactos da guerra contra o Irã no preço do diesel no Brasil, Lula reafirmou que não vai permitir os efeitos no bolso do brasileiro e disse que pretende recomprar a refinaria de Mataripe, na Bahia, vendida no governo passado a um fundo de investimento dos Emirados Árabes. 
  4:21 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 21:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, defende, fim, escala, 6x1, das, bets, dos, penduricalhos</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-04/lula-defende-fim-da-escala-6x1-das-bets-e-dos-penduricalhos">
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				</a></p> Depois que o presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que a <strong>PEC do fim da escala 6x1 deve ser votada na semana que vem</strong>, o presidente Lula afirmou que, mesmo assim, o governo vai enviar ainda esta semana um projeto de lei com o mesmo tema.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685255&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685255&o=rss">

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<p>"O avanço tecnológico não deveria ser acompanhado de aumento de salário, de ganho de produtividade e não devia ser acompanhado de redução da jornada de trabalho? Você tem que ter uma brecha de negociação, não pode ser uma coisa rígida para todas as categorias, mas nós temos que ter a redução. A pessoa precisa de mais descanso, mais lazer. Nós vamos votar e vai aprovar. Nós vamos mandar esta semana, ainda vou conversar com o companheiro Hugo Motta esta semana, a redução da jornada sem redução salarial, o que significa um pequeno aumento de ganho de produtividade."</p>
</blockquote>

<p></p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/indigenas-esperam-encontro-com-lula-e-celeridade-em-demarcacoes">Indígenas esperam encontro com Lula e celeridade em demarcações.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/lula-defende-o-pix-apos-criticas-em-relatorio-comercial-dos-eua">Lula defende o Pix após críticas em relatório comercial dos EUA.</a></li></ul>A declaração foi nesta quarta-feira (8) durante entrevista concedida ao canal ICL, em Brasília, em transmissão via internet. Outro assunto foi o funcionamento das bets no Brasil. O <strong>presidente disse que essas plataformas já são problema de saúde e defendeu o fim das operações.</strong>

<blockquote>
<p>"Por que que a gente não acaba com as bets? Nós estamos tentando discutir porque hoje o cassino está dentro da sua casa, com seu filho de 10 anos, com seu neto de 11 anos, gastando dinheiro desnecessário e enriquecendo as bets. Se depender de mim, a gente fecha as bets. Obviamente que depende do Congresso Nacional, depende de uma discussão. Todo mundo sabe quem são os deputados que estão envolvidos nisso, quem são os partidos que estão envolvidos nisso, quem são os senadores. Não é possível a gente continuar com essa jogatina desenfreada nesse país. Nós temos que tratar isso como uma questão de saúde. Saúde! Eu conheço pessoas que perderam o carro, conheço pessoas que perderam casa, pessoas que se matam."</p>
</blockquote>

<p>Durante o papo com jornalistas, o presidente também falou de verbas federais ao Legislativo. <strong>Lula defendeu o fim dos penduricalhos e classificou o orçamento secreto como promiscuidade política</strong>.</p>

<blockquote>
<p>"Eu, por exemplo, não quero um estado em que a gente fica subordinado, quase que sequestrado pelo orçamento secreto. Todo mundo sabe que eu não concordo com o orçamento secreto, 60% do orçamento vai para a mão de deputados e senadores. Isso não é correto nem para o Congresso, nem correto para o Executivo, ou seja, nós temos que executar um orçamento porque a sociedade nos deu o mandato para governar este país. Não é possível que você não acabe com os penduricalhos na história desse país, é preciso acabar com a promiscuidade política desse país. Sabe, os partidos vão ter que compreender que não dá para continuar assim. Não é possível a gente continuar com essa promiscuidade em que quase que a verdade não vale mais nada."</p>
</blockquote>

<p>O orçamento secreto permite a destinação de verbas federais a projetos de deputados e senadores sem identificação de quem pediu ou para onde vai o dinheiro. Lula voltou a defender a <strong>aprovação da PEC da segurança pública como forma de fortalecer a atuação federal </strong>e criar um ministério para esse setor, e defendeu que as forças federais tenham atuação junto com as de estados e municípios.</p>

<blockquote>
<p>"O que nós queremos, na verdade, é fazer uma política de segurança pública muito séria, sabe, aumentando o número da Polícia Federal, aumentando a inteligência, cuidando das nossas fronteiras, aumentando a Polícia Rodoviária Federal, colocando ela para tomar conta das estradas e criar uma Guarda Nacional. Nós temos que ter uma lei que defina qual é o nosso papel. A sociedade está precisando que o governo federal entre em ação. E para entrar em ação, nós precisamos ter a aprovação da nossa PEC, se não a gente não consegue entrar."</p>
</blockquote>

<p>No cenário internacional, o <strong>presidente Lula criticou a postura do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, diante de outros países</strong>. Por isso, defendeu o fortalecimento da defesa brasileira.</p>

<blockquote>
<p>"O mundo está exigindo que o Brasil pense segurança com mais seriedade. Nós vamos ter que levar mais a sério isso, inclusive fortalecendo a indústria da defesa. Qualquer dia alguém resolve invadir a gente. Nós temos um cidadão no mundo que acha que é imperador, que ele todo dia passa um Twitter, todo dia decide uma coisa, todo dia desfaz uma coisa, e o Brasil não pode ficar vulnerável. Nós somos um país muito grande, com um potencial extraordinário, sobretudo agora que apareceram o fenômeno das terras raras que até então pouca gente conhecia."</p>
</blockquote>

<p>Em relação aos impactos da guerra contra o Irã no preço do diesel no Brasil, <strong>Lula reafirmou que não vai permitir os efeitos no bolso do brasileiro e disse que pretende recomprar a refinaria de Mataripe</strong>, na Bahia, vendida no governo passado a um fundo de investimento dos Emirados Árabes. </p>
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</item>

<item>
<title>Galípolo: Lula orientou que Bacen tratasse Vorcaro de forma técnica</title>
<link>https://apareceu.com/galipolo-lula-orientou-que-bacen-tratasse-vorcaro-de-forma-tecnica</link>
<guid>https://apareceu.com/galipolo-lula-orientou-que-bacen-tratasse-vorcaro-de-forma-tecnica</guid>
<description><![CDATA[ Chamado para falar na CPI do Crime Organizado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi questionado especialmente sobre uma reunião que participou no Palácio do Planalto com o presidente Lula e com Daniel Vorcaro, dono do Master, em dezembro de 2024.

Estavam na reunião também:


	o ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa;
	o ministro Alexandre Silveira, de Minas e Energia,
	o ex-ministro Guido Mantega; e
	assessores.


E logo de cara, segundo Galípolo, Lula disse que o tratamento que Vorcaro receberia por parte do Banco Central seria estritamente técnico. Galípolo ainda detalhou que nesse encontro quem mais falou foi o próprio Vorcaro, e conta o que ele disse:


&quot;Quem falou mais foi propriamente o Daniel Vorcaro. E o Daniel Vorcaro falou muito nessa linha de contar o que estava acontecendo, dizer que o sistema financeiro é muito concentrado e que ele tinha métodos inovadores que geravam mais concorrência e que ele estava incomodando a concorrência. Foi isso basicamente o que aconteceu.&quot;


E diz a orientação que recebeu: &quot;A orientação sim foi essa. Não proteja ninguém, não persiga ninguém. Faça o trabalho técnico e você tem toda autonomia, não importa quem seja, doa quem doer, vá até o final desse processo. Essa sempre foi a orientação e jamais me foi perguntado sobre nenhum nenhum outro tipo de de representante, quem estava no meio, quem não está no meio, sempre gozei de toda autonomia economia para poder fazer meu trabalho.&quot;

Segundo o presidente do Banco Central, essa foi a única reunião no Palácio do Planalto com Vorcaro. Ele ainda negou qualquer tratativa sobre o Master com o ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, e acrescentou: &quot;Os encontros que teve com Moraes foram institucionais e apenas para tratar de Lei Magnitsky&quot;, aquela que tinha sido aplicada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a autoridades brasileiras na época do tarifaço&quot;.
  2:03 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 21:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Galípolo:, Lula, orientou, que, Bacen, tratasse, Vorcaro, forma, técnica</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Chamado para falar na CPI do Crime Organizado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi questionado especialmente sobre uma <strong>reunião que participou no Palácio do Planalto com o presidente Lula e com Daniel Vorcaro</strong>, dono do Master, em dezembro de 2024.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685262&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685262&o=rss"></p>

<p>Estavam na reunião também:</p>

<ul>
	<li>o ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa;</li>
	<li>o ministro Alexandre Silveira, de Minas e Energia,</li>
	<li>o ex-ministro Guido Mantega; e</li>
	<li>assessores.</li>
</ul>

<p>E logo de cara, segundo Galípolo, <strong>Lula disse que o tratamento que Vorcaro receberia por parte do Banco Central seria estritamente técnico</strong>. Galípolo ainda detalhou que nesse encontro quem mais falou foi o próprio Vorcaro, e conta o que ele disse:</p>

<blockquote>
<p>"<strong>Quem falou mais foi propriamente o Daniel Vorcaro</strong>. E o Daniel Vorcaro falou muito nessa linha de contar o que estava acontecendo, dizer que o sistema financeiro é muito concentrado e que ele tinha métodos inovadores que geravam mais concorrência e que ele estava incomodando a concorrência. Foi isso basicamente o que aconteceu."</p>
</blockquote>

<p>E diz a orientação que recebeu: "A orientação sim foi essa. <strong>Não proteja ninguém, não persiga ninguém. Faça o trabalho técnico e você tem toda autonomia</strong>, não importa quem seja, doa quem doer, vá até o final desse processo. Essa sempre foi a orientação e jamais me foi perguntado sobre nenhum nenhum outro tipo de de representante, quem estava no meio, quem não está no meio, sempre gozei de toda autonomia economia para poder fazer meu trabalho."</p>

<p>Segundo o presidente do Banco Central, essa foi a única reunião no Palácio do Planalto com Vorcaro. <strong>Ele ainda negou qualquer tratativa sobre o Master com o ministro do Supremo, Alexandre de Moraes</strong>, e acrescentou: "Os encontros que teve com Moraes foram institucionais e apenas para tratar de Lei Magnitsky", aquela que tinha sido aplicada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a autoridades brasileiras na época do tarifaço".</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:03</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>CCJ aprova fim de aposentadoria como punição para juízes e promotores</title>
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<description><![CDATA[ A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com aposentadoria compulsória como forma de punição a magistrados e a membros do Ministério Público (MP). A PEC segue agora para análise no plenário da Casa.

Atualmente, esses servidores são aposentados em caso do cometimento de faltas graves, com a justificativa de garantir a independência funcional para magistrados, procuradores e promotores.

Se a PEC for aprovada, em caso de faltas graves que configurem crimes, uma ação cível deverá ser ingressada, em até 30 dias, para perda do cargo perante o mesmo tribunal a que caberia o julgamento do crime.

A senadora Eliziane Gama, do PSD do Maranhão, afirma que a proposta busca moralizar essa situação para o bem da magistratura e do Ministério Público:


“Vai atender, hoje, um objetivo básico da sociedade brasileira, que é acabar com o que eu chamaria de imoralidade. É um juiz cometer um crime — nós tivemos casos de estupro de vulnerável — e o final, o que é que se tem? Uma aposentadoria compulsória, ganhando um salário vitalício, gente. Isso é inaceitável, isso é inadmissível. E a nossa proposta, definitivamente, acaba com essa indecência.”


Pelo texto da PEC, se a infração for reconhecida administrativamente, o servidor será afastado de suas funções e terá a remuneração suspensa durante o andamento da ação para perda do cargo.

Forças Armadas

Uma emenda do senador Hamilton Mourão, do Republicanos gaúcho, retirou do texto analisado o fim da aplicação da “morte ficta ou presumida aos militares”, garantindo o pagamento de pensão à família de militares expulsos das Forças Armadas.

Supremo

Em março, o ministro do STF Flávio Dino, que foi autor da PEC quando ainda era senador, considerou, de forma liminar, que a aposentadoria compulsória para magistrados e membros do MP seria inconstitucional. Para Dino, com a emenda que implementou a reforma da Previdência de 2019, esse tipo de punição não teria mais respaldo da Constituição, cabendo a perda do cargo para casos de infrações graves. A decisão ainda será analisada pelo plenário do Supremo.
  2:26 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 21:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com aposentadoria compulsória como forma de punição a magistrados e a membros do Ministério Público (MP).</strong> A PEC segue agora para análise no plenário da Casa.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685299&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685299&o=rss"></p>

<p>Atualmente, esses servidores são aposentados em caso do cometimento de faltas graves, com a justificativa de garantir a independência funcional para magistrados, procuradores e promotores.</p>

<p><strong>Se a PEC for aprovada, em caso de faltas graves que configurem crimes, uma ação cível deverá ser ingressada, em até 30 dias, para perda do cargo</strong> perante o mesmo tribunal a que caberia o julgamento do crime.</p>

<p>A senadora <strong>Eliziane Gama</strong>, do PSD do Maranhão, afirma que a proposta busca moralizar essa situação para o bem da magistratura e do Ministério Público:</p>

<blockquote>
<p>“Vai atender, hoje, um objetivo básico da sociedade brasileira, que é acabar com o que eu chamaria de imoralidade. É um juiz cometer um crime — nós tivemos casos de estupro de vulnerável — e o final, o que é que se tem? Uma aposentadoria compulsória, ganhando um salário vitalício, gente. Isso é inaceitável, isso é inadmissível. E a nossa proposta, definitivamente, acaba com essa indecência.”</p>
</blockquote>

<p><strong>Pelo texto da PEC, se a infração for reconhecida administrativamente, o servidor será afastado de suas funções e terá a remuneração suspensa durante o andamento da ação para perda do cargo.</strong></p>

<h3>Forças Armadas</h3>

<p>Uma emenda do senador Hamilton Mourão, do Republicanos gaúcho, retirou do texto analisado o fim da aplicação da “morte ficta ou presumida aos militares”, garantindo o pagamento de pensão à família de militares expulsos das Forças Armadas.</p>

<h3>Supremo</h3>

<p>Em março, o ministro do STF Flávio Dino, que foi autor da PEC quando ainda era senador, considerou, de forma liminar, que a aposentadoria compulsória para magistrados e membros do MP seria inconstitucional. Para Dino, com a emenda que implementou a reforma da Previdência de 2019, esse tipo de punição não teria mais respaldo da Constituição, cabendo a perda do cargo para casos de infrações graves. A decisão ainda será analisada pelo plenário do Supremo.</p>
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<item>
<title>Em primeiro turno, Câmara aprova garantia de recursos para o Suas</title>
<link>https://apareceu.com/em-primeiro-turno-camara-aprova-garantia-de-recursos-para-o-suas</link>
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<description><![CDATA[ A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (8), em primeiro turno, a garantia de recursos mínimos para o Sistema Único de Assistência Social (Suas). A proposta de emenda à Constituição (PEC) prevê que o financiamento do Suas chegue a 1% da receita corrente líquida até 2030.

O sistema garante recursos para programas de proteção à família e à população em situação de rua. Também custeia projetos de medidas socioeducativas, planos para situação de calamidade pública e programas de proteção a pessoas idosas e de erradicação ao trabalho infantil.

O relator da proposta, deputado André Figueiredo, do PDT do Ceará, destaca que os recursos para assistência social podem chegar a quatro vezes o valor previsto para 2026 no orçamento federal:


“Construímos um acordo que será 0,3% em 2027, 0,5% em 2028, 0,75% em 2029 e, em 2030, aí sim, nós atingirmos esse tão sonhado 1% na receita corrente líquida, que, a preço de hoje, equivale a quatro vezes o que hoje já é desembolsado.”


O líder do governo, José Guimarães, do PT do Ceará, solicitou que a votação do segundo turno ocorresse na próxima semana, para se chegar a um acordo com a equipe econômica do governo:


“Porque nós precisamos fazer as vinculações de como é que vai ser o impacto fiscal, para nós votarmos o segundo turno na próxima quarta-feira. É um pedido que faço, presidente, para o bem, até para preservar o espírito público que nós tivemos. Não é uma questão fácil para quem governa, porque, para quem governa, sempre tem aquela preocupação: não pode aumentar despesa por conta do impacto fiscal que tem. Mas essa, para mim, é investimento.”


Apenas os partidos Novo e Missão orientaram votação contrária a PEC. 

Para ser aprovada, a medida precisa ser aprovada em dois turnos. Se aprovada na Câmara, a proposta segue para o Senado Federal.
  2:13 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 21:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (8), em primeiro turno, a garantia de recursos mínimos para o Sistema Único de Assistência Social (Suas). A proposta de emenda à Constituição (PEC) prevê que o financiamento do Suas chegue a 1% da receita corrente líquida até 2030.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685314&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685314&o=rss"></p>

<p><strong>O sistema garante recursos para programas de proteção à família e à população em situação de rua. Também custeia projetos de medidas socioeducativas, planos para situação de calamidade pública e programas de proteção a pessoas idosas e de erradicação ao trabalho infantil.</strong></p>

<p>O relator da proposta, deputado <strong>André Figueiredo, do PDT do Ceará</strong>, destaca que os recursos para assistência social podem chegar a quatro vezes o valor previsto para 2026 no orçamento federal:</p>

<blockquote>
<p>“Construímos um acordo que será 0,3% em 2027, 0,5% em 2028, 0,75% em 2029 e, em 2030, aí sim, nós atingirmos esse tão sonhado 1% na receita corrente líquida, que, a preço de hoje, equivale a quatro vezes o que hoje já é desembolsado.”</p>
</blockquote>

<p>O líder do governo, <strong>José Guimarães, do PT do Ceará</strong>, solicitou que a votação do segundo turno ocorresse na próxima semana, para se chegar a um acordo com a equipe econômica do governo:</p>

<blockquote>
<p>“Porque nós precisamos fazer as vinculações de como é que vai ser o impacto fiscal, para nós votarmos o segundo turno na próxima quarta-feira. É um pedido que faço, presidente, para o bem, até para preservar o espírito público que nós tivemos. Não é uma questão fácil para quem governa, porque, para quem governa, sempre tem aquela preocupação: não pode aumentar despesa por conta do impacto fiscal que tem. Mas essa, para mim, é investimento.”</p>
</blockquote>

<p><strong>Apenas os partidos Novo e Missão orientaram votação contrária a PEC. </strong></p>

<p>Para ser aprovada, a medida precisa ser aprovada em dois turnos. Se aprovada na Câmara, a proposta segue para o Senado Federal.</p>
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<title>Sabatina de Jorge Messias para vaga no STF ocorrerá no dia 29 de abril</title>
<link>https://apareceu.com/sabatina-de-jorge-messias-para-vaga-no-stf-ocorrera-no-dia-29-de-abril</link>
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<description><![CDATA[ A sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, para vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal será no dia 29 de abril. O relator da indicação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão, confirmou a data nesta quinta-feira (9).

A previsão do parlamentar é que a sabatina ocorra pela manhã e que, no mesmo dia, o plenário do Senado vote a indicação de Messias. Weverton Rocha adiantou que seu relatório será favorável à aprovação:


“Ele preenche todos os requisitos: notório saber jurídico, tem a reputação ilibada, é advogado-geral da União. É uma pessoa jovem que tem uma carreira brilhante. Então, de já, eu adianto que irei apresentar o relatório a favor da sua aprovação.”


Para tomar posse como ministro do Supremo, Jorge Messias precisa passar por sabatina na CCJ e ter o nome aprovado em votação tanto no colegiado quanto no plenário da Casa. No Plenário, ele precisa da aprovação de, pelo menos, 41 senadores.

Na semana passada, a Presidência da República entregou a documentação de Jorge Messias, formalizando sua indicação à vaga. O atual AGU foi indicado para a vaga do ministro Luís Roberto Barroso, que anunciou aposentadoria antecipada da Corte e deixou o tribunal em outubro do ano passado.

Jorge Messias

Messias tem 46 anos de idade e está no comando da Advocacia-Geral da União (AGU) desde 1° de janeiro de 2023, início do terceiro mandato do presidente Lula. Nascido no Recife, ele é procurador concursado da Fazenda Nacional desde 2007. É formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife e tem títulos de mestre e doutor pela Universidade de Brasília.

*Com informações da Agência Brasil
  2:01 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 21:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Sabatina, Jorge, Messias, para, vaga, STF, ocorrerá, dia, abril</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, para vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal será no dia 29 de abril. O relator da indicação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão, confirmou a data nesta quinta-feira (9).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685444&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685444&o=rss"></p>

<p>A previsão do parlamentar é que a sabatina ocorra pela manhã e que, no mesmo dia, o plenário do Senado vote a indicação de Messias. <strong>Weverton Rocha adiantou que seu relatório será favorável à aprovação</strong>:</p>

<blockquote>
<p>“Ele preenche todos os requisitos: notório saber jurídico, tem a reputação ilibada, é advogado-geral da União. É uma pessoa jovem que tem uma carreira brilhante. Então, de já, eu adianto que irei apresentar o relatório a favor da sua aprovação.”</p>
</blockquote>

<p>Para tomar posse como ministro do Supremo, Jorge Messias precisa passar por sabatina na CCJ e ter o nome aprovado em votação tanto no colegiado quanto no plenário da Casa. <strong>No Plenário, ele precisa da aprovação de, pelo menos, 41 senadores.</strong></p>

<p>Na semana passada, a Presidência da República entregou a documentação de Jorge Messias, formalizando sua indicação à vaga. <strong>O atual AGU foi indicado para a vaga do ministro Luís Roberto Barroso</strong>, que anunciou aposentadoria antecipada da Corte e deixou o tribunal em outubro do ano passado.</p>

<h3>Jorge Messias</h3>

<p>Messias tem 46 anos de idade e está no comando da Advocacia-Geral da União (AGU) desde 1° de janeiro de 2023, início do terceiro mandato do presidente Lula. Nascido no Recife, ele é procurador concursado da Fazenda Nacional desde 2007. É formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife e tem títulos de mestre e doutor pela Universidade de Brasília.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:01</span>]]> </content:encoded>
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<title>Brasil assume presidência de aliança de países do Atlântico Sul</title>
<link>https://apareceu.com/brasil-assume-presidencia-de-alianca-de-paises-do-atlantico-sul</link>
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<description><![CDATA[ O Brasil assumiu nesta quinta-feira (9) a presidência da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (Zopacas), aliança formada por mais de 20 países, em sua maioria africanos. O discurso de posse destacou a importância de manter o Atlântico Sul livre de conflitos armados e de disputas geopolíticas, além de reforçar o compromisso com a preservação ambiental.

A reunião, realizada no Rio de Janeiro, marca o início da presidência rotativa brasileira, que terá duração de três anos. O país assume o posto no lugar de Cabo Verde.

O encontro de ministros e vice-ministros da Zopacas aconteceu na Escola Naval, na Baía de Guanabara. A iniciativa reúne 24 nações da África e da América do Sul, nas duas margens do Atlântico Sul, e celebra quatro décadas de criação.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a Zopacas é uma prioridade da política externa brasileira. O Brasil, inclusive, está entre os países que idealizaram a criação da zona de cooperação.


            
        
    
Rio de Janeiro (RJ), 09/04/2026 – O Ministro Mauro Vieira preside a cerimônia de abertura da IX Reunião Ministerial da ZOPACAS, no Rio de Janeiro. - Carlos Cruz/MRE.


Entre os principais objetivos da Zopacas está o compromisso com um Atlântico Sul livre de armas nucleares e de outros armamentos de destruição em massa. A agenda também inclui a segurança marítima, com ações de combate ao tráfico de drogas, à pirataria e à pesca ilegal. O Brasil possui o maior litoral voltado para o Atlântico Sul, com mais de 10 mil quilômetros de extensão.

A Agência Brasileira de Cooperação, ligada ao Itamaraty, é um dos principais instrumentos do país nesse trabalho conjunto com as demais nações. Diretora-adjunta da agência, a embaixadora Luiza Lopes da Silva, destacou que a cooperação internacional é uma prática comum entre países que compartilham interesses ou trajetórias históricas semelhantes.


“Isso acontece com muitos países, não apenas com o Brasil. Diversas nações se especializam em cooperação com seu entorno ou com ex-colônias, o que não é o caso brasileiro. A Inglaterra coopera com países anglófonos, a França com a francofonia, Portugal com os países africanos de língua oficial portuguesa, a Espanha com ex-colônias e até a Holanda iniciou trabalhos semelhantes.”


Ainda nesta quinta-feira, está prevista a assinatura da Convenção para a Proteção do Meio Ambiente Marinho no Atlântico Sul, que estabelece regras para prevenir, reduzir e controlar os danos ao oceano.

* Com informações da Agência Brasil.
  3:01 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 21:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil assumiu nesta quinta-feira (9) a presidência da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (Zopacas), aliança formada por mais de 20 países, em sua maioria africanos. O discurso de posse destacou a importância de manter o Atlântico Sul livre de conflitos armados e de disputas geopolíticas, além de reforçar o compromisso com a preservação ambiental.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685447&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685447&o=rss"></p>

<p>A reunião, realizada no Rio de Janeiro, marca o início da presidência rotativa brasileira, que terá duração de três anos. <strong>O país assume o posto no lugar de Cabo Verde.</strong></p>

<p>O encontro de ministros e vice-ministros da Zopacas aconteceu na Escola Naval, na Baía de Guanabara. A iniciativa reúne 24 nações da África e da América do Sul, nas duas margens do Atlântico Sul, e celebra quatro décadas de criação.</p>

<p>Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a Zopacas é uma prioridade da política externa brasileira. <strong>O Brasil, inclusive, está entre os países que idealizaram a criação da zona de cooperação.</strong></p>

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<p>Entre os principais objetivos da Zopacas está o compromisso com um Atlântico Sul livre de armas nucleares e de outros armamentos de destruição em massa. A agenda também inclui a segurança marítima, com ações de combate ao tráfico de drogas, à pirataria e à pesca ilegal. <strong>O Brasil possui o maior litoral voltado para o Atlântico Sul, </strong>com mais de 10 mil quilômetros de extensão.</p>

<p>A Agência Brasileira de Cooperação, ligada ao Itamaraty, é um dos principais instrumentos do país nesse trabalho conjunto com as demais nações. Diretora-adjunta da agência, a embaixadora Luiza Lopes da Silva, destacou que a cooperação internacional é uma prática comum entre países que compartilham interesses ou trajetórias históricas semelhantes.</p>

<blockquote>
<p>“Isso acontece com muitos países, não apenas com o Brasil. Diversas nações se especializam em cooperação com seu entorno ou com ex-colônias, o que não é o caso brasileiro. A Inglaterra coopera com países anglófonos, a França com a francofonia, Portugal com os países africanos de língua oficial portuguesa, a Espanha com ex-colônias e até a Holanda iniciou trabalhos semelhantes.”</p>
</blockquote>

<p>Ainda nesta quinta-feira, está prevista <strong>a assinatura da Convenção para a Proteção do Meio Ambiente Marinho no Atlântico Sul,</strong> que estabelece regras para prevenir, reduzir e controlar os danos ao oceano.</p>

<p><em>* Com informações da Agência Brasil.</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:01</span>]]> </content:encoded>
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<title>Congresso deve analisar veto de Lula ao PL da Dosimetria no dia 30</title>
<link>https://apareceu.com/congresso-deve-analisar-veto-de-lula-ao-pl-da-dosimetria-no-dia-30</link>
<guid>https://apareceu.com/congresso-deve-analisar-veto-de-lula-ao-pl-da-dosimetria-no-dia-30</guid>
<description><![CDATA[ O Congresso Nacional se reunirá em 30 de abril para analisar o veto do presidente Lula ao Projeto de Lei da Dosimetria, que prevê redução de penas a condenados por atos antidemocráticos. Foi o que informou, por meio de nota, nesta quinta-feira (9), o presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre.

O PL da dosimetria foi vetado integralmente pelo presidente Lula, em janeiro deste ano, durante cerimônia que marcou os três anos dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. No dia histórico, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, inconformados com o resultado das eleições.

PL da Dosimetria

Aprovado em dezembro do ano passado, o PL da Dosimetria reduz a pena final dos condenados por diversos enquadramentos do mesmo ato golpista, inclusive nos processos já julgados ou pendentes sobre tentativa de golpe de Estado. O texto determina que os crimes de tentativa contra o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, implicarão no uso da pena mais grave, em vez da soma de ambas as penas.

O caso alcança Jair Bolsonaro, condenado pelo STF a uma pena de mais de 27 anos. Atualmente o ex-presidente cumpre prisão domiciliar humanitária temporária, por questões de saúde.

Além de Bolsonaro, tais mudanças poderão beneficiar réus como os militares Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil; e Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional.

O projeto de lei também reduziria o tempo de progressão de pena para alguns criminosos comuns. O texto altera trecho da Lei de Execução Penal para prever quando o condenado poderá passar para um regime mais brando. Com a mudança, os 16%, ou um sexto da pena em regime fechado, valerão para crimes com ou sem os critérios de violência ou grave ameaça. Além disso, os reincidentes terão que cumprir 20% da pena. Com a legislação atual, os réus primários têm que cumprir 25% da pena em regime fechado e os reincidentes, 30%.

*Com informações da Agência Brasil
  2:29 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 21:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional se reunirá em 30 de abril para analisar o veto do presidente Lula ao Projeto de Lei da Dosimetria, que prevê redução de penas a condenados por atos antidemocráticos. <strong>Foi o que informou, por meio de nota, nesta quinta-feira (9), o presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685477&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685477&o=rss"></p>

<p>O PL da dosimetria foi vetado integralmente pelo presidente Lula, em janeiro deste ano, durante cerimônia que marcou os três anos dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. No dia histórico, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, inconformados com o resultado das eleições.</p>

<h3>PL da Dosimetria</h3>

<p>Aprovado em dezembro do ano passado, o <strong>PL da Dosimetria reduz a pena final dos condenados por diversos enquadramentos do mesmo ato golpista</strong>, inclusive nos processos já julgados ou pendentes sobre tentativa de golpe de Estado. O texto determina que os crimes de tentativa contra o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, implicarão no uso da pena mais grave, em vez da soma de ambas as penas.</p>

<p>O <strong>caso alcança Jair Bolsonaro</strong>, condenado pelo STF a uma pena de mais de 27 anos. Atualmente o ex-presidente cumpre prisão domiciliar humanitária temporária, por questões de saúde.</p>

<p>Além de Bolsonaro, tais mudanças poderão beneficiar réus como os militares Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil; e Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional.</p>

<p><strong>O projeto de lei também reduziria o tempo de progressão de pena para alguns criminosos comuns.</strong> O texto altera trecho da Lei de Execução Penal para prever quando o condenado poderá passar para um regime mais brando. Com a mudança, os 16%, ou um sexto da pena em regime fechado, valerão para crimes com ou sem os critérios de violência ou grave ameaça. Além disso, os reincidentes terão que cumprir 20% da pena. Com a legislação atual, os réus primários têm que cumprir 25% da pena em regime fechado e os reincidentes, 30%.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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<title>CPI do Crime Organizado: com habeas corpus, Ibaneis falta de novo</title>
<link>https://apareceu.com/cpi-do-crime-organizado-com-habeas-corpus-ibaneis-falta-de-novo</link>
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<description><![CDATA[ Mais uma vez o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, não compareceu à CPI do Crime Organizado, apesar de ter sido notificado por e-mail e correspondência, além da tentativa de intimação presencial em casa. Protegido por habeas corpus, ele estava desobrigado a ir.

O presidente da comissão, senador Fabiano Contarato (PT-ES) protestou e voltou a pedir que o Supremo Tribunal Federal decida uma interpretação única para os habeas corpus e questionou.


&quot;Agora não é razoável que a gente aprove aqui, numa Comissão Parlamentar de Inquérito, oitiva de testemunha, e o Supremo vem e fala: a testemunha não é obrigada a comparecer. Convocação, não é obrigado a comparecer. Transferência de sigilo, não é obrigado, invalida e não vai fornecer. Olha, então não quer que se apure? Por que é que não quer que se apure? É isso que tem que ser questionado. Quem nada deve, nada teme.&quot;


A CPI está às vésperas do encerramento, já que os trabalhos terminam na próxima terça-feira (14). Já existe requerimento pedindo a prorrogação e o assunto será discutido com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que é responsável por fazer a leitura do requerimento em plenário.

Diante da ausência de Ibaneis Rocha, a CPI ouviu André Garcia, secretário Nacional de Políticas Penais. Ele fez um raio-x da situação dos presídios e disse que existem hoje 1.375 presídios e penitenciárias, incluindo colônias penais, mais 5 presídios federais. Isso tudo para abrigar a terceira maior população carcerária do mundo, que também vem aumentando.


&quot;Nós tivemos um aumento nos últimos anos, isso não é novidade, quase que exponencial da população carcerária. De 1990 até, por exemplo, entre 90 e 2019, a população carcerária aumentou em mais de 800%. Temos um déficit, nós podemos definir, algo em torno de 200 mil vagas.&quot;


Para resolver esse déficit, segundo Garcia, seriam necessários recursos de quase R$ 14 bilhões e mais R$ 6 bilhões de custeio, sem contar medidas de socialização e oferecimento de oportunidades para a vida fora do presídio. Essa, de acordo com o secretário, também é uma obrigação do Estado.
 
  2:35 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, não compareceu à CPI do Crime Organizado, apesar de ter sido notificado por e-mail e correspondência, além da tentativa de intimação presencial em casa. Protegido por <em>habeas corpus</em>, ele estava desobrigado a ir.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685053&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685053&o=rss"></p>

<p>O presidente da comissão, senador Fabiano Contarato (PT-ES) protestou e voltou a pedir que o<strong> Supremo Tribunal Federal decida uma interpretação única para os <em>habeas corpus</em> </strong>e questionou.</p>

<blockquote>
<p>"Agora não é razoável que a gente aprove aqui, numa Comissão Parlamentar de Inquérito, oitiva de testemunha, e o Supremo vem e fala: a testemunha não é obrigada a comparecer. Convocação, não é obrigado a comparecer. Transferência de sigilo, não é obrigado, invalida e não vai fornecer. Olha, então não quer que se apure? Por que é que não quer que se apure? É isso que tem que ser questionado. Quem nada deve, nada teme."</p>
</blockquote>

<p>A CPI está às vésperas do encerramento, já que <strong>os trabalhos terminam na próxima terça-feira (14)</strong>. Já existe requerimento pedindo a prorrogação e o assunto será discutido com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que é responsável por fazer a leitura do requerimento em plenário.</p>

<p>Diante da ausência de Ibaneis Rocha, a CPI ouviu André Garcia, secretário Nacional de Políticas Penais. Ele fez um raio-x da situação dos presídios e disse que <strong>existem hoje 1.375 presídios e penitenciárias, incluindo colônias penais, mais 5 presídios federais. Isso tudo para abrigar a terceira maior população carcerária do mundo, </strong>que também vem aumentando.</p>

<blockquote>
<p>"Nós tivemos um aumento nos últimos anos, isso não é novidade, quase que exponencial da população carcerária. De 1990 até, por exemplo, entre 90 e 2019, a população carcerária aumentou em mais de 800%. Temos um déficit, nós podemos definir, algo em torno de 200 mil vagas."</p>
</blockquote>

<p>Para resolver esse déficit, segundo Garcia, seriam necessários recursos de quase R$ 14 bilhões e mais R$ 6 bilhões de custeio, sem contar medidas de socialização e oferecimento de oportunidades para a vida fora do presídio. Essa, de acordo com o secretário, também é uma obrigação do Estado.<br>
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<title>Senadores da CPI do Crime Organizado pedem prorrogação dos trabalhos</title>
<link>https://apareceu.com/senadores-da-cpi-do-crime-organizado-pedem-prorrogacao-dos-trabalhos</link>
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<description><![CDATA[ A menos de dez dias do fim dos trabalhos, a CPI do Crime Organizado quer mais fôlego para as investigações. O relator da Comissão, senador Alessandro Vieira, do MDB de Sergipe, protocolou requerimento pedindo a prorrogação das atividades e 28 senadores assinaram o documento. Um a mais que o mínimo necessário. O pedido é para esticar os trabalhos por mais 60 dias para tomar depoimentos considerados importantes e analisar um volume de documentação que o senador chamou de “monumental”. Especialmente, segundo ele, após os desdobramentos do caso Master.

Nessa terça-feira (7), a CPI se reúne para tentar - de novo - ouvir o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Desta vez ele foi convocado, e já está desobrigado a ir pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça. O entendimento é de que investigados não podem se incriminar. Ou seja, podem decidir se vão ou não.

Diante da provável ausência de Ibaneis Rocha, a CPI deve mesmo ouvir o Secretário Nacional de Políticas Penais, André Garcia. Na quarta-feira (8), também, uma nova tentativa de depoimento, de Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central. Também convocado e também com habeas corpus. E, como convidado, será ouvido Gabriel Galípolo, atual presidente do BC.

Em outra comissão, na de Constituição e Justiça, os senadores vão discutir a Proposta de Emenda à Constituição que proíbe a aposentadoria compulsória de magistrados como punição. Para aqueles condenados administrativamente por irregularidades no exercício do cargo. Diversos representantes da magistratura estarão por lá, entre eles a Associação dos Magistrados do Brasil e o Conselho Nacional de Justiça. É a PEC que foi apresentada pelo então senador Flávio Dino, em 2024, que precisa ser votada na Comissão e, depois, em plenário. No último dia 16, o ministro Dino proibiu a aposentadoria compulsória como punição. A Procuradoria Geral da República (PGR) já recorreu da decisão.

 
  2:14 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A menos de dez dias do fim dos trabalhos, a CPI do Crime Organizado quer mais fôlego para as investigações. O relator da Comissão, senador Alessandro Vieira, do MDB de Sergipe, <strong>protocolou requerimento pedindo a prorrogação das atividades e 28 senadores assinaram o documento</strong>. Um a mais que o mínimo necessário. <strong>O pedido é para esticar os trabalhos por mais 60 dias para tomar depoimentos considerados importantes </strong>e analisar um volume de documentação que o senador chamou de “monumental”. Especialmente, segundo ele, após os desdobramentos do caso Master.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684872&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684872&o=rss"></p>

<p>Nessa terça-feira (7), a CPI se reúne para tentar - de novo - ouvir o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Desta vez ele foi convocado, e já está desobrigado a ir pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça. O entendimento é de que investigados não podem se incriminar. Ou seja, podem decidir se vão ou não.</p>

<p>Diante da provável ausência de Ibaneis Rocha, a CPI deve mesmo ouvir o Secretário Nacional de Políticas Penais, André Garcia. Na quarta-feira (8), também, uma nova tentativa de depoimento, de Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central. Também convocado e também com habeas corpus. E, como convidado, será ouvido Gabriel Galípolo, atual presidente do BC.</p>

<p>Em outra comissão, na de Constituição e Justiça, os senadores vão discutir a Proposta de Emenda à Constituição que proíbe a aposentadoria compulsória de magistrados como punição. Para aqueles condenados administrativamente por irregularidades no exercício do cargo. Diversos representantes da magistratura estarão por lá, entre eles a Associação dos Magistrados do Brasil e o Conselho Nacional de Justiça. É a PEC que foi apresentada pelo então senador Flávio Dino, em 2024, que precisa ser votada na Comissão e, depois, em plenário. No último dia 16, o ministro Dino proibiu a aposentadoria compulsória como punição. A Procuradoria Geral da República (PGR) já recorreu da decisão.</p>

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<title>Senado aprova PL que reconhece estágio como experiência profissional</title>
<link>https://apareceu.com/senado-aprova-pl-que-reconhece-estagio-como-experiencia-profissional</link>
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<description><![CDATA[ O Senado aprovou, nesta terça-feira (7), um projeto de lei que reconhece o estágio como experiência profissional. A proposta altera a Lei de Estágio, de 2008, e segue para sanção presidencial.

Pelo texto, caberá ao poder público definir em quais situações o período de estágio pode ser utilizado como critério em concursos públicos.

Autor da proposta, o deputado Flávio Nogueira, do PT do Piauí, afirmou que a falta de experiência dificulta o acesso de jovens de 18 a 24 anos ao mercado de trabalho. Segundo ele, a medida busca reduzir esse obstáculo.

Divisão de férias

Na mesma sessão, os senadores aprovaram outro projeto de lei, que prevê a divisão das férias de 30 dias de médicos residentes e profissionais da saúde em períodos mínimos de dez dias. A regra depende de solicitação do próprio residente e entra em vigor após 180 dias da publicação.

Defesa dos feirantes

Também foi aprovada a criação da Frente Parlamentar Mista de Defesa dos Feirantes. O grupo terá como objetivo articular políticas públicas para o setor. O texto seguiu para promulgação.

*Com informações da Agência Brasil
  1:19 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 06:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou, nesta terça-feira (7), um projeto de lei que reconhece o estágio como experiência profissional. A proposta altera a Lei de Estágio, de 2008, e segue para sanção presidencial.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685155&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685155&o=rss"></p>

<p>Pelo texto, caberá ao poder público definir em quais situações o período de estágio pode ser utilizado como critério em concursos públicos.</p>

<p>Autor da proposta, o deputado <strong>Flávio Nogueira</strong>, do PT do Piauí, afirmou que a falta de experiência dificulta o acesso de jovens de 18 a 24 anos ao mercado de trabalho. Segundo ele, a medida busca reduzir esse obstáculo.</p>

<h3>Divisão de férias</h3>

<p>Na mesma sessão, os senadores aprovaram outro projeto de lei, que prevê a <strong>divisão das férias de 30 dias de médicos residentes e profissionais da saúde em períodos mínimos de dez dias</strong>. A regra depende de solicitação do próprio residente e entra em vigor após 180 dias da publicação.</p>

<h3>Defesa dos feirantes</h3>

<p><strong>Também foi aprovada a criação da Frente Parlamentar Mista de Defesa dos Feirantes.</strong> O grupo terá como objetivo articular políticas públicas para o setor. O texto seguiu para promulgação.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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<title>Fim da escala 6x1: governo concorda com tramitação de PECs, diz Motta</title>
<link>https://apareceu.com/fim-da-escala-6x1-governo-concorda-com-tramitacao-de-pecs-diz-motta</link>
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<description><![CDATA[ O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou, nesta terça-feira (7), que o governo federal concordou com as tramitações de Propostas de Emenda à Constituição para reduzir a jornada de trabalho no país.

O Executivo desistiria de enviar a mudança por projeto de lei com urgência, para que a PEC seja votada ainda neste semestre. Hugo Motta afirmou que a expectativa é que a votação da matéria em plenário ocorra no final de maio.


“O governo não mais enviará o projeto de lei com urgência, pactuando, assim, o entendimento de que nós iremos analisar a matéria por projeto de emenda à Constituição, a admissibilidade deverá ser votada na próxima semana na CCJ. Imediatamente criaremos a comissão especial para trabalharmos a votação em plenário até o final do mês de maio, dando a oportunidade de que todos os setores possam se manifestar a cerca dessa proposta que é importante para a classe trabalhadora do país”.


A proposta do fim da escala 6x1 deve ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça na próxima semana. A partir daí, deve ser instalada uma Comissão Especial para tratar do tema.

 

Regulamentação trabalho por aplicativo

Também ficará para a próxima semana a votação do projeto de lei que regulamenta os direitos dos trabalhadores por aplicativos. Motta destacou a importância da medida.


“Esse projeto de lei é importante, que atende mais de dois milhões de trabalhadores no país, que trabalham pra essas plataformas. São entregadores, são ubers, são pessoas que estão, todos os dias, tendo seu sustento a partir dessa prestação de serviço e, com essa aprovação, esses trabalhadores passarão a ter previdência, seguro saúde, seguro de vida e garantias que, hoje, eles não têm”.  


Hugo Motta também afirmou que a eleição do representante da Câmara no Tribunal de Contas da União deve ocorrer na próxima semana e que apoia o candidato do PT, deputado Odair Cunha, como parte do acordo que o elegeu para comandar a Casa.
  2:06 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 06:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Fim, escala, 6x1:, governo, concorda, com, tramitação, PECs, diz, Motta</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou, nesta terça-feira (7), que o governo federal concordou com as tramitações de Propostas de Emenda à Constituição para reduzir a jornada de trabalho no país.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685154&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685154&o=rss"></p>

<p>O <strong>Executivo desistiria de enviar a mudança por projeto de lei com urgência, para que a PEC seja votada ainda neste semestre</strong>. Hugo Motta afirmou que a expectativa é que a votação da matéria em plenário ocorra no final de maio.</p>

<blockquote>
<p>“O governo não mais enviará o projeto de lei com urgência, pactuando, assim, o entendimento de que nós iremos analisar a matéria por projeto de emenda à Constituição, a admissibilidade deverá ser votada na próxima semana na CCJ. Imediatamente criaremos a comissão especial para trabalharmos a votação em plenário até o final do mês de maio, dando a oportunidade de que todos os setores possam se manifestar a cerca dessa proposta que é importante para a classe trabalhadora do país”.</p>
</blockquote>

<p>A proposta do fim da escala 6x1 deve ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça na próxima semana. A partir daí, deve ser instalada uma Comissão Especial para tratar do tema.</p>

<p> </p>

<h3><strong>Regulamentação trabalho por aplicativo</strong></h3>

<p>Também ficará para a próxima semana a votação do projeto de lei que regulamenta os direitos dos trabalhadores por aplicativos. Motta destacou a importância da medida.</p>

<blockquote>
<p>“Esse projeto de lei é importante, que atende mais de dois milhões de trabalhadores no país, que trabalham pra essas plataformas. São entregadores, são ubers, são pessoas que estão, todos os dias, tendo seu sustento a partir dessa prestação de serviço e, com essa aprovação, esses trabalhadores passarão a ter previdência, seguro saúde, seguro de vida e garantias que, hoje, eles não têm”.  </p>
</blockquote>

<p>Hugo Motta também afirmou que a eleição do representante da Câmara no Tribunal de Contas da União deve ocorrer na próxima semana e que apoia o candidato do PT, deputado Odair Cunha, como parte do acordo que o elegeu para comandar a Casa.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:06</span>]]> </content:encoded>
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<title>CLDF aprova convocação obrigatória do presidente do Banco de Brasília</title>
<link>https://apareceu.com/cldf-aprova-convocacao-obrigatoria-do-presidente-do-banco-de-brasilia</link>
<guid>https://apareceu.com/cldf-aprova-convocacao-obrigatoria-do-presidente-do-banco-de-brasilia</guid>
<description><![CDATA[ A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, nesta terça‑feira (7), a convocação obrigatória do presidente do BRB, Nelson Souza.

 A decisão foi tomada depois que Souza cancelou a participação dele como convidado na audiência prevista para esta terça na CCJ.

O presidente do Banco de Brasília informou que a instituição financeira está conduzindo trabalhos relevantes de auditorias internas e análises jurídicas, que, segundo ele, recomendam cautela em manifestações públicas neste momento.

Além do presidente do BRB, a comissão também aprovou a convocação do secretário de Economia do DF, Valdivino Oliveira, e do secretário‑adjunto, Daniel Carvalho, que também não compareceram como convidados nesta terça.

A reunião seria para esclarecer a situação financeira do BRB e operações realizadas com o Banco Master.

A instituição controlada por Daniel Vorcaro é investigada pela Polícia Federal por suspeitas de fraudes financeiras e pela venda de títulos de crédito considerados falsos.

Segundo a Polícia Federal, o BRB teria comprado cerca de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito e outros ativos negociados pelo Banco Master, que apresentariam indícios de irregularidades e inconsistências.

O caso ganhou mais visibilidade depois da tentativa frustrada de aquisição do Banco Master pelo Banco de Brasília, em novembro de 2025.

No mesmo mês, Vorcaro foi preso na primeira fase da Operação Compliance Zero da Polícia Federal e, no dia seguinte, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master.

Vorcaro foi solto ainda em novembro, por decisão judicial, e preso novamente em março deste ano, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero.

A CCJ da Câmara do DF pede explicações à cúpula do BRB e do governo distrital por causa da atribuição legal da casa na fiscalização do Executivo e do dinheiro público.  

Apesar da convocação desta terça, ainda não há data definida para uma nova audiência. Quando houver, as presenças são obrigatórias, exceto por decisão judicial contrária.

Em nota enviada ao Repórter Nacional, o secretário de Economia do DF, Valdivino Oliveira, e o secretário‑adjunto, Daniel Carvalho disseram que ainda não foram notificados pela CCJ, mas que não há qualquer impedimento para o comparecimento.

A reportagem não teve retorno do presidente do BRB, Nelson Souza, até o fechamento desta matéria.
  2:39 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 06:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>CLDF, aprova, convocação, obrigatória, presidente, Banco, Brasília</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, nesta terça‑feira (7), a convocação obrigatória do presidente do BRB, Nelson Souza.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685147&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685147&o=rss"></p>

<p> A decisão foi tomada depois que Souza cancelou a participação dele como convidado na audiência prevista para esta terça na CCJ.</p>

<p>O presidente do Banco de Brasília informou que a instituição financeira está conduzindo trabalhos relevantes de auditorias internas e análises jurídicas, que, segundo ele, recomendam cautela em manifestações públicas neste momento.</p>

<p>Além do presidente do BRB, a comissão também aprovou a convocação do secretário de Economia do DF, Valdivino Oliveira, e do secretário‑adjunto, Daniel Carvalho, que também não compareceram como convidados nesta terça.</p>

<p><strong>A reunião seria para esclarecer a situação financeira do BRB e operações realizadas com o Banco Master.</strong></p>

<p>A instituição controlada por Daniel Vorcaro é investigada pela Polícia Federal por suspeitas de fraudes financeiras e pela venda de títulos de crédito considerados falsos.</p>

<p>Segundo a Polícia Federal,<strong> o BRB teria comprado cerca de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito e outros ativos negociados pelo Banco Master, que apresentariam indícios de irregularidades e inconsistências.</strong></p>

<p>O caso ganhou mais visibilidade depois da tentativa frustrada de aquisição do Banco Master pelo Banco de Brasília, em novembro de 2025.</p>

<p>No mesmo mês, Vorcaro foi preso na primeira fase da Operação Compliance Zero da Polícia Federal e, no dia seguinte, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master.</p>

<p>Vorcaro foi solto ainda em novembro, por decisão judicial, e preso novamente em março deste ano, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero.</p>

<p><strong>A CCJ da Câmara do DF pede explicações à cúpula do BRB e do governo distrital por causa da atribuição legal da casa na fiscalização do Executivo e do dinheiro público.  </strong></p>

<p>Apesar da convocação desta terça, ainda não há data definida para uma nova audiência. Quando houver, as presenças são obrigatórias, exceto por decisão judicial contrária.</p>

<p>Em nota enviada ao Repórter Nacional, o secretário de Economia do DF, Valdivino Oliveira, e o secretário‑adjunto, Daniel Carvalho disseram que ainda não foram notificados pela CCJ, mas que não há qualquer impedimento para o comparecimento.</p>

<p>A reportagem não teve retorno do presidente do BRB, Nelson Souza, até o fechamento desta matéria.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:39</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Prazo de desincompatibilização termina neste sábado</title>
<link>https://apareceu.com/prazo-de-desincompatibilizacao-termina-neste-sabado</link>
<guid>https://apareceu.com/prazo-de-desincompatibilizacao-termina-neste-sabado</guid>
<description><![CDATA[ Termina neste sábado o prazo para quem ocupa cargo público e deseja se candidatar nas eleições deixar a função.

É a chamada desincompatibilização.

A lei eleitoral determina o afastamento do cargo seis meses antes do pleito. Neste ano, o primeiro turno será  em quatro de outubro.

A medida vale para ministros, governadores e prefeitos que pretendem ser candidatos.

Nesta semana, 16 ministros deixaram o governo federal para disputar as eleições.

Foi o caso de Geraldo Alckmin, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; Rui Costa, da Casa Civil; e Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais.

Para substituir os titulares, Lula nomeou, para a maioria dos cargos, os secretários-executivos das pastas.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, quem não respeitar o prazo de desincompatibilização pode ser barrado e ficar inelegível.

Para o TSE, a medida é essencial para a democracia, pois evita o uso da máquina pública e da visibilidade do cargo para obter vantagem indevida sobre os concorrentes.
  1:10 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 15:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Prazo, desincompatibilização, termina, neste, sábado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Termina neste sábado o prazo para quem ocupa cargo público e deseja se candidatar nas eleições deixar a função.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684807&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684807&o=rss"></p>

<p>É a chamada desincompatibilização.</p>

<p>A lei eleitoral determina o afastamento do cargo seis meses antes do pleito. Neste ano, o primeiro turno será  em quatro de outubro.</p>

<p>A medida vale para ministros, governadores e prefeitos que pretendem ser candidatos.</p>

<p>Nesta semana, 16 ministros deixaram o governo federal para disputar as eleições.</p>

<p>Foi o caso de Geraldo Alckmin, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; Rui Costa, da Casa Civil; e Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais.</p>

<p>Para substituir os titulares, Lula nomeou, para a maioria dos cargos, os secretários-executivos das pastas.</p>

<p>Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, quem não respeitar o prazo de desincompatibilização pode ser barrado e ficar inelegível.</p>

<p>Para o TSE, a medida é essencial para a democracia, pois evita o uso da máquina pública e da visibilidade do cargo para obter vantagem indevida sobre os concorrentes.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:10</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>CPI do Crime Organizado aprova convocação de Cláudio Castro e Ibaneis</title>
<link>https://apareceu.com/cpi-do-crime-organizado-aprova-convocacao-de-claudio-castro-e-ibaneis</link>
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<description><![CDATA[ A CPI do Crime Organizado aprovou novos requerimentos de convocação dos ex-governadores Cláudio Castro, do Rio, e Ibaneis Rocha, do Distrito Federal. Os parlamentares querem insistir nesses depoimentos — os dois que já tinham sido convidados a comparecer e não compareceram antes. Cláudio Castro, para falar sobre as operações e atuação de facções no Rio; e Ibaneis Rocha sobre o Master, as relações dele com Daniel Vorcaro e a tentativa de compra do banco pelo BRB, o Banco de Brasília.

Os senadores também aprovaram um novo requerimento do ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, desta vez uma convocação. Isso porque, nesta terça-feira, pela segunda vez, Campos Neto foi chamado à CPI na condição de testemunha e, de posse de um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal, novamente não compareceu.

O presidente da comissão, senador Fabiano Contarato (do PT do Espírito Santo), protestou e fez um apelo para que o STF defina, de uma vez por todas, um entendimento sobre o papel investigativo de uma CPI: &quot;O mínimo que tinha que ser feito era, com todo o respeito ao Supremo, uma padronização de procedimentos. A CPMI e a CPI podem quebrar sigilo? Pode? Vai ter que ter condicionantes? Não vai ter condicionantes? E coloca no plenário e vota a maioria, porque aí a gente tem que cumprir a decisão judicial&quot;, diz.

Outros requerimentos da CPI

Outro requerimento de quebra de sigilo de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, do Master, também foi aprovado. Quebra de sigilo bancário e fiscal entre 1º de janeiro de 2022 e 2 de março deste ano.

Outras três convocações foram aprovadas: de Renato Dias de Brito Gomes, ex-diretor de organização do sistema financeiro e de resolução do Banco Central; Yan Felix Irano, que seria um facilitador na inclusão de recursos ilícitos no sistema financeiro formal; e do desembargador Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. 
  2:10 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 00:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A CPI do Crime Organizado aprovou novos requerimentos de convocação dos ex-governadores Cláudio Castro, do Rio, e Ibaneis Rocha, do Distrito Federal. Os parlamentares querem insistir nesses depoimentos — os dois que já tinham sido convidados a comparecer e não compareceram antes. Cláudio Castro, para falar sobre as operações e atuação de facções no Rio; e Ibaneis Rocha sobre o Master, as relações dele com Daniel Vorcaro e a tentativa de compra do banco pelo BRB, o Banco de Brasília.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684339&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684339&o=rss"></p>

<p>Os senadores também aprovaram um novo requerimento do ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, desta vez uma convocação. Isso porque, nesta terça-feira, pela segunda vez, Campos Neto foi chamado à CPI na condição de testemunha e, de posse de um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal, novamente não compareceu.</p>

<p>O presidente da comissão, senador Fabiano Contarato (do PT do Espírito Santo), protestou e fez um apelo para que o STF defina, de uma vez por todas, um entendimento sobre o papel investigativo de uma CPI: "O mínimo que tinha que ser feito era, com todo o respeito ao Supremo, uma padronização de procedimentos. A CPMI e a CPI podem quebrar sigilo? Pode? Vai ter que ter condicionantes? Não vai ter condicionantes? E coloca no plenário e vota a maioria, porque aí a gente tem que cumprir a decisão judicial", diz.</p>

<h2>Outros requerimentos da CPI</h2>

<p>Outro requerimento de quebra de sigilo de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, do Master, também foi aprovado. Quebra de sigilo bancário e fiscal entre 1º de janeiro de 2022 e 2 de março deste ano.</p>

<p>Outras três convocações foram aprovadas: de Renato Dias de Brito Gomes, ex-diretor de organização do sistema financeiro e de resolução do Banco Central; Yan Felix Irano, que seria um facilitador na inclusão de recursos ilícitos no sistema financeiro formal; e do desembargador Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. </p>
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<item>
<title>Carlos Viana dá explicações sobre destinação de emendas à igreja</title>
<link>https://apareceu.com/carlos-viana-da-explicacoes-sobre-destinacao-de-emendas-a-igreja</link>
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<description><![CDATA[ O senador Carlos Viana voltou a dar explicações sobre as emendas que apresentou à Fundação Oásis, braço social da Igreja da Lagoinha, da qual é frequentador. Disse que todos os recursos foram encaminhados de forma legal e afirmou não ter relação com Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, do Master, e que também é da Lagoinha. Afirmou que a atuação de Zettel na igreja é independente e não tem nada a ver com ele.

As informações foram dadas durante uma coletiva convocada por Carlos Viana na manhã desta terça-feira, isso depois da decisão mais recente do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal — decisão desta segunda, em que Dino entendeu ter havido falta de transparência e de rastreabilidade nas emendas apresentadas por Viana. Foram R$ 3,6 milhões em emendas em três exercícios financeiros para a Fundação Oásis. O ministro ainda deu prazo de 10 dias para que sejam encaminhados todos os documentos relativos aos trâmites das emendas parlamentares.

O senador explicou que os recursos foram enviados na modalidade “fundo a fundo”, sob todos os critérios técnicos e que coube às prefeituras escolherem as entidades beneficiadas. Ele rebateu o termo “emendas PIX”, reforçou que a decisão de Dino não é de mérito, é apenas de pedido de mais informações e voltou a afirmar que está tranquilo.


&quot;Eu deito a minha cabeça com tranquilidade e acredito na justiça. Porque, se houver, eu volto a dizer para vocês: toda a documentação vai mostrar claramente que eu nunca fiz absolutamente nada errado, não tive qualquer ingerência sobre nada&quot;, disse.


Ainda não conseguimos contato com a Igreja Lagoinha. O espaço segue aberto.

Viana também falou sobre CPI Mista do INSS

Mas, além das emendas parlamentares, o senador falou sobre a CPI Mista do INSS, que acabou sem o relatório aprovado. Disse que as investigações continuam na Justiça e que pretende encaminhar o documento de 4.400 páginas ao Supremo Tribunal Federal.
  2:11 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 00:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Carlos Viana voltou a dar explicações sobre as emendas que apresentou à Fundação Oásis, braço social da Igreja da Lagoinha, da qual é frequentador. Disse que todos os recursos foram encaminhados de forma legal e afirmou não ter relação com Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, do Master, e que também é da Lagoinha. Afirmou que a atuação de Zettel na igreja é independente e não tem nada a ver com ele.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684340&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684340&o=rss"></p>

<p>As informações foram dadas durante uma coletiva convocada por Carlos Viana na manhã desta terça-feira, isso depois da decisão mais recente do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal — decisão desta segunda, em que Dino entendeu ter havido falta de transparência e de rastreabilidade nas emendas apresentadas por Viana. Foram R$ 3,6 milhões em emendas em três exercícios financeiros para a Fundação Oásis. O ministro ainda deu prazo de 10 dias para que sejam encaminhados todos os documentos relativos aos trâmites das emendas parlamentares.</p>

<p>O senador explicou que os recursos foram enviados na modalidade “fundo a fundo”, sob todos os critérios técnicos e que coube às prefeituras escolherem as entidades beneficiadas. Ele rebateu o termo “emendas PIX”, reforçou que a decisão de Dino não é de mérito, é apenas de pedido de mais informações e voltou a afirmar que está tranquilo.</p>

<blockquote>
<p>"Eu deito a minha cabeça com tranquilidade e acredito na justiça. Porque, se houver, eu volto a dizer para vocês: toda a documentação vai mostrar claramente que eu nunca fiz absolutamente nada errado, não tive qualquer ingerência sobre nada", disse.</p>
</blockquote>

<p>Ainda não conseguimos contato com a Igreja Lagoinha. O espaço segue aberto.</p>

<h2>Viana também falou sobre CPI Mista do INSS</h2>

<p>Mas, além das emendas parlamentares, o senador falou sobre a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-03/cpmi-do-inss-termina-sem-relatorio-final" target="_blank">CPI Mista do INSS, que acabou sem o relatório aprovado.</a> Disse que as investigações continuam na Justiça e que pretende encaminhar o documento de 4.400 páginas ao Supremo Tribunal Federal.</p>
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<title>Lula confirma Alckmin como pré&#45;candidato a vice&#45;presidência</title>
<link>https://apareceu.com/lula-confirma-alckmin-como-pre-candidato-a-vice-presidencia</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-confirma-alckmin-como-pre-candidato-a-vice-presidencia</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O presidente Lula confirmou, nesta terça-feira (31), Geraldo Alckmin como pré-candidato a vice-presidência na chapa à reeleição em 2026. O anúncio foi feito na primeira reunião ministerial do ano, no Palácio do Planalto, em Brasília.


&quot;O companheiro Alckmin, que vai deixar o MDIC. Ele vai ter que deixar porque ele é candidato a vice-presidente da República outra vez. Pelo menos 14 companheiros já comunicaram que deixarão o governo a partir de hoje. Mais quatro companheiros que vão anunciar daqui a pouco e, depois, quem sabe mais alguns, porque até quinta-feira à noite é tempo de me avisar, porque eu vou ficar. Eu vou para a Bahia, mas eu volto para cá, vou ficar esperando os ministros que vão me comunicar.&quot;


Notícias relacionadas:Lula se despede de ministros e confirma Alckmin como vice em chapa.No encontro, foi feito um balanço das ações do governo e das prioridades até o fim do ano. A reunião marca também a saída de ministros para a disputa das eleições em 4 de outubro. Eles precisam deixar os cargos até 4 de abril, seis meses antes do primeiro turno, por exigência da lei eleitoral. Segundo Lula, os substitutos dos que saírem nos próximos dias serão integrantes dos próprios ministérios.


&quot;Eu não quero que nenhum ministério comece tudo outra vez. Inventar um novo programa de governo — não tem novo programa de governo. A máquina está em andamento e ela tem que continuar andando. Nós temos muita coisa para concluir até o dia 31 de dezembro, e a obrigação de quem vai ficar é concluir, é fazer com que a máquina siga funcionando sem nenhuma paralisia.&quot;


Lula criticou o momento atual da política e mandou um recado aos candidatos.


&quot;Que vocês estejam dispostos a entrar na vida congressual, na vida parlamentar, para ajudar a mudar a promiscuidade que está estabelecida na política mundial e na brasileira. Perdeu muito de seriedade a política. Acho que todo mundo tem um pouco de culpa. E nós chegamos hoje a uma situação de degradação, inclusive de algumas instituições.&quot;


A expectativa é que cerca de 20 ministros saiam candidatos, além de Geraldo Alckmin, que deixa o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Também deixam suas pastas Rui Costa, da Casa Civil; Simone Tebet, do Planejamento; Renan Filho, dos Transportes; e Marina Silva, do Meio Ambiente. Já José Múcio, do Ministério da Defesa, fica até o fim do governo.
  2:27 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 00:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-03/lula-confirma-alckmin-como-pre-candidato-vice-presidencia">
                    <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil">
				</a></p>O presidente Lula confirmou, nesta terça-feira (31), Geraldo Alckmin como pré-candidato a vice-presidência na chapa à reeleição em 2026. O anúncio foi feito na primeira reunião ministerial do ano, no Palácio do Planalto, em Brasília.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684341&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684341&o=rss">

<blockquote>
<p>"O companheiro Alckmin, que vai deixar o MDIC. Ele vai ter que deixar porque ele é candidato a vice-presidente da República outra vez. Pelo menos 14 companheiros já comunicaram que deixarão o governo a partir de hoje. Mais quatro companheiros que vão anunciar daqui a pouco e, depois, quem sabe mais alguns, porque até quinta-feira à noite é tempo de me avisar, porque eu vou ficar. Eu vou para a Bahia, mas eu volto para cá, vou ficar esperando os ministros que vão me comunicar."</p>
</blockquote>

<p></p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-03/lula-se-despede-de-ministros-e-confirma-alckmin-como-vice-em-chapa">Lula se despede de ministros e confirma Alckmin como vice em chapa.</a></li></ul>No encontro, foi feito um balanço das ações do governo e das prioridades até o fim do ano. A reunião marca também a saída de ministros para a disputa das eleições em 4 de outubro. Eles precisam deixar os cargos até 4 de abril, seis meses antes do primeiro turno, por exigência da lei eleitoral. Segundo Lula, os substitutos dos que saírem nos próximos dias serão integrantes dos próprios ministérios.

<blockquote>
<p>"Eu não quero que nenhum ministério comece tudo outra vez. Inventar um novo programa de governo — não tem novo programa de governo. A máquina está em andamento e ela tem que continuar andando. Nós temos muita coisa para concluir até o dia 31 de dezembro, e a obrigação de quem vai ficar é concluir, é fazer com que a máquina siga funcionando sem nenhuma paralisia."</p>
</blockquote>

<p>Lula criticou o momento atual da política e mandou um recado aos candidatos.</p>

<blockquote>
<p>"Que vocês estejam dispostos a entrar na vida congressual, na vida parlamentar, para ajudar a mudar a promiscuidade que está estabelecida na política mundial e na brasileira. Perdeu muito de seriedade a política. Acho que todo mundo tem um pouco de culpa. E nós chegamos hoje a uma situação de degradação, inclusive de algumas instituições."</p>
</blockquote>

<p>A expectativa é que cerca de 20 ministros saiam candidatos, além de Geraldo Alckmin, que deixa o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Também deixam suas pastas Rui Costa, da Casa Civil; Simone Tebet, do Planejamento; Renan Filho, dos Transportes; e Marina Silva, do Meio Ambiente. Já José Múcio, do Ministério da Defesa, fica até o fim do governo.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:27</span>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Sancionada lei que aumenta licença&#45;paternidade para 20 dias</title>
<link>https://apareceu.com/sancionada-lei-que-aumenta-licenca-paternidade-para-20-dias</link>
<guid>https://apareceu.com/sancionada-lei-que-aumenta-licenca-paternidade-para-20-dias</guid>
<description><![CDATA[ O presidente Lula sancionou nesta terça-feira (31) a lei que viabiliza a nova licença-paternidade de até 20 dias. A medida está ligada a Lei Complementar que estabelece novas diretrizes para benefícios e despesas obrigatórias neste ano.

Um dos pontos centrais da nova lei foi tirar as despesas com o salário-paternidade das restrições do arcabouço fiscal. A mudança, entretanto, não será imediata. A licença-paternidade vai passar gradualmente dos atuais 5 dias para 10 dias a partir do ano que vem; 15 dias em 2028; até chegar aos 20 dias em 2029.

Para isso, o governo federal precisou ajustar as regras sobre o aumento desses gastos, suportados pelo INSS, para que não fosse limitado pelo teto do crescimento real.

Quando a proposta de ampliação da licença passou no Senado, a pediatra Ana Escobar, da Coalização Licença Paternidade, apontou que estudos mostram que a participação do pai, além de apoiar a mãe, também contribui para o desenvolvimento infantil e para a divisão mais equilibrada dos cuidados.


&quot;É muito importante para a dinâmica da família porque a presença do pai fortalece os vínculos, o vínculo todo da família — a presença do pai estendida é óbvio — e isso, esse fortalecimento de vínculos, é essencial para o desenvolvimento cerebral do bebê&quot;.


A Lei Complementar já publicada também assegura a manutenção de créditos do PIS/Cofins para o setor de reciclagem, e também benefícios para Áreas de Livre Comércio.

Na época da aprovação na Câmara, o relator, deputado Pedro Campos (PSB-PE), argumentou que graças ao corte histórico de benefícios tributários em 2025, foi possível ampliar a licença-paternidade. Já o deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), disse que o governo deveria ter buscado economizar em vez de flexibilizar as regras.
 
  1:54 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 00:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Sancionada, lei, que, aumenta, licença-paternidade, para, dias</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula sancionou nesta terça-feira (31) a lei que viabiliza a nova licença-paternidade de até 20 dias. <strong>A medida está ligada a Lei Complementar que estabelece novas diretrizes para benefícios e despesas obrigatórias neste ano.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684343&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684343&o=rss"></p>

<p>Um dos pontos centrais da nova lei foi tirar as despesas com o salário-paternidade das restrições do arcabouço fiscal. <strong>A mudança, entretanto, não será imediata. </strong>A licença-paternidade vai passar gradualmente dos atuais 5 dias para 10 dias a partir do ano que vem; 15 dias em 2028; até chegar aos 20 dias em 2029.</p>

<p>Para isso, <strong>o governo federal precisou ajustar as regras sobre o aumento desses gastos</strong>, suportados pelo INSS, para que não fosse limitado pelo teto do crescimento real.</p>

<p>Quando a proposta de ampliação da licença passou no Senado, a pediatra Ana Escobar, da Coalização Licença Paternidade, apontou que estudos mostram que <strong>a participação do pai, além de apoiar a mãe, também contribui para o desenvolvimento infantil </strong>e para a divisão mais equilibrada dos cuidados.</p>

<blockquote>
<p>"É muito importante para a dinâmica da família porque a presença do pai fortalece os vínculos, o vínculo todo da família — a presença do pai estendida é óbvio — e isso, esse fortalecimento de vínculos, é essencial para o desenvolvimento cerebral do bebê".</p>
</blockquote>

<p>A Lei Complementar já publicada também assegura a manutenção de créditos do PIS/Cofins para o setor de reciclagem, e também benefícios para Áreas de Livre Comércio.</p>

<p>Na época da aprovação na Câmara, o relator, deputado Pedro Campos (PSB-PE), argumentou que graças ao corte histórico de benefícios tributários em 2025, foi possível ampliar a licença-paternidade. Já o deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), disse que o governo deveria ter buscado economizar em vez de flexibilizar as regras.<br>
 </p>
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<title>No Brasil, 462 distritos, em 17 estados, buscam emancipação política</title>
<link>https://apareceu.com/no-brasil-462-distritos-em-17-estados-buscam-emancipacao-politica</link>
<guid>https://apareceu.com/no-brasil-462-distritos-em-17-estados-buscam-emancipacao-politica</guid>
<description><![CDATA[ O Pará simboliza a luta de distritos e vilas que sonham em se tornar municípios. Entre os argumentos utilizados para a emancipação, a distância geográfica da sede e as próprias autonomias econômicas.

No total, 462 distritos em 17 estados brasileiros buscam se tornar cidades independentes. Um dos casos mais emblemáticos no Pará é o distrito de Castelo dos Sonhos, localizado aproximadamente 1.000 km da sede do município de Altamira.

A distância extrema dificulta o acesso a serviços básicos, a implementação de políticas públicas gerando um sentimento de desamparo na população. Realidade comum a dezenas de outras localidades listadas.

O presidente da Federação das Associações Emancipalista do Pará, Antônio Pantoja, fala da realidade, a proposta no congresso.


“O que tramita hoje lá, o que é mais interessante para o nosso caso, está aguardando votação no plenário desde 2018”.


O impasse está no projeto de lei complementar de 137 de 2015, que está parado na Câmara dos Deputados sem previsão de votação.

O projeto estabelece critérios rigorosos para evitar a repetição da farra das emancipações dos anos de 1990, que criou municípios financeiramente inviáveis. Lideranças políticas da região argumentam que a realidade amazônica, com grandes extensões territoriais, florestas e isolamento logístico, é profundamente diferente da vivida no Sul e Sudeste do país.
  1:28 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 00:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Brasil, 462, distritos, estados, buscam, emancipação, política</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Pará simboliza a luta de distritos e vilas que sonham em se tornar municípios. Entre os argumentos utilizados para a emancipação, a distância geográfica da sede e as próprias autonomias econômicas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684448&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684448&o=rss"></p>

<p><strong>No total, 462 distritos em 17 estados brasileiros buscam se tornar cidades independentes</strong>. <strong>Um dos casos mais emblemáticos no Pará é o distrito de Castelo dos Sonhos, localizado aproximadamente 1.000 km da sede do município de Altamira.</strong></p>

<p><strong>A distância extrema dificulta o acesso a serviços básicos, a implementação de políticas públicas gerando um sentimento de desamparo na população. Realidade comum a dezenas de outras localidades listadas.</strong></p>

<p>O presidente da Federação das Associações Emancipalista do Pará, Antônio Pantoja, fala da realidade, a proposta no congresso.</p>

<blockquote>
<p>“O que tramita hoje lá, o que é mais interessante para o nosso caso, está aguardando votação no plenário desde 2018”.</p>
</blockquote>

<p>O impasse está no projeto de lei complementar de 137 de 2015, que está parado na Câmara dos Deputados sem previsão de votação.</p>

<p><strong>O projeto estabelece critérios rigorosos para evitar a repetição da farra das emancipações dos anos de 1990, que criou municípios financeiramente inviáveis.</strong> Lideranças políticas da região argumentam que a realidade amazônica, com grandes extensões territoriais, florestas e isolamento logístico, é profundamente diferente da vivida no Sul e Sudeste do país.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:28</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Em artigo, Lula defende reformas no Conselho de Segurança da ONU</title>
<link>https://apareceu.com/em-artigo-lula-defende-reformas-no-conselho-de-seguranca-da-onu</link>
<guid>https://apareceu.com/em-artigo-lula-defende-reformas-no-conselho-de-seguranca-da-onu</guid>
<description><![CDATA[ O presidente Lula voltou a defender reformas no Conselho de Segurança da ONU, para que o organismo aja de forma efetiva na negociação do fim de conflitos como a guerra em curso contra o Irã. A manifestação de Lula foi divulgada em artigo publicado nesta segunda-feira (30) em jornais dos cinco países-membros permanentes do Conselho de Segurança: China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia.

Nesta terça-feira (31), durante evento de celebração dos 21 anos do Prouni e dos 14 anos da Lei de Cotas, na Arena Anhembi, em São Paulo, Lula comentou o assunto, dando ênfase aos impactos do conflito no preço dos combustíveis ao redor do mundo:


“O Conselho de Segurança e os membros permanentes, que são esses cinco países, foram criados para manter a paz no mundo. E eles estão fazendo guerra. Vocês estão acompanhando o bloqueio a Cuba, vocês estão acompanhando o que fizeram na Venezuela, vocês estão acompanhando o que fizeram no Irã. E, agora, o que que está acontecendo com a guerra do Irã? O preço do combustível está subindo.”


Em seguida, Lula afirmou que o governo federal tem atuado junto a órgãos de fiscalização para evitar uma forte alta no valor da gasolina e do diesel no Brasil:


“No governo passado, eles venderam a distribuidora. Então, quando a gente não sobe o preço, mesmo que a Petrobras baixe o preço, ele não chega na ponta. Porque os atravessadores não deixam. Nós estamos jogando com o que a gente puder, com a Polícia Federal, com o Ministério Público, com tudo que é órgão de fiscalização. Nós só vamos sossegar quando o preço do óleo diesel não subir, porque a guerra é do Trump, a guerra não é do povo brasileiro, e a gente não tem que ser vítima dessa guerra.”


Cursinhos populares

No evento do Ministério da Educação, o ministro Camilo Santana anunciou que ampliará a Rede de Nacional de Cursinhos Populares, CPOP, que prepara estudantes de baixa renda para o ingresso na educação superior.


“Vocês sabem quantos cursinhos se inscreveram esse ano? Mais de 1,2 mil cursinhos se inscreveram. E sabe qual é a novidade boa? Nós vamos apoiar todos os cursinhos que se inscreveram. Serão R$ 290 milhões que nós vamos apoiar os cursinhos populares.”


Cada cursinho pré-vestibular apoiado pela rede recebe apoio financeiro de até R$ 163 mil para o pagamento de professores, coordenadores e apoio técnico, incluindo auxílio permanência de R$ 200 mensais por seis meses para até 40 alunos por unidade.

Hip hop

Além desse anúncio, Camilo Santana assinou portaria que institui a Escola Nacional de Hip Hop da educação pública. A nova política educacional se propõe fortalecer a identidade e a representatividade de alunos negros no ambiente escolar, a partir do diálogo com a cultura hip hop.
  3:13 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 00:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>artigo, Lula, defende, reformas, Conselho, Segurança, ONU</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula voltou a defender reformas no Conselho de Segurança da ONU, para que o organismo aja de forma efetiva na negociação do fim de conflitos como a guerra em curso contra o Irã. <strong>A manifestação de Lula foi divulgada em artigo publicado nesta segunda-feira (30) em jornais dos cinco países-membros permanentes do Conselho de Segurança: China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684457&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684457&o=rss"></p>

<p>Nesta terça-feira (31), durante evento de celebração dos 21 anos do Prouni e dos 14 anos da Lei de Cotas, na Arena Anhembi, em São Paulo, <strong>Lula comentou o assunto, dando ênfase aos impactos do conflito no preço dos combustíveis ao redor do mundo</strong>:</p>

<blockquote>
<p>“O Conselho de Segurança e os membros permanentes, que são esses cinco países, foram criados para manter a paz no mundo. E eles estão fazendo guerra. Vocês estão acompanhando o bloqueio a Cuba, vocês estão acompanhando o que fizeram na Venezuela, vocês estão acompanhando o que fizeram no Irã. E, agora, o que que está acontecendo com a guerra do Irã? O preço do combustível está subindo.”</p>
</blockquote>

<p>Em seguida, <strong>Lula</strong> afirmou que o governo federal tem atuado junto a órgãos de fiscalização para evitar uma forte alta no valor da gasolina e do diesel no Brasil:</p>

<blockquote>
<p>“No governo passado, eles venderam a distribuidora. Então, quando a gente não sobe o preço, mesmo que a Petrobras baixe o preço, ele não chega na ponta. Porque os atravessadores não deixam. Nós estamos jogando com o que a gente puder, com a Polícia Federal, com o Ministério Público, com tudo que é órgão de fiscalização. Nós só vamos sossegar quando o preço do óleo diesel não subir, porque a guerra é do Trump, a guerra não é do povo brasileiro, e a gente não tem que ser vítima dessa guerra.”</p>
</blockquote>

<h3>Cursinhos populares</h3>

<p>No evento do Ministério da Educação, o <strong>ministro Camilo Santana anunciou que ampliará a Rede de Nacional de Cursinhos Populares</strong>, <strong>CPOP</strong>, que prepara estudantes de baixa renda para o ingresso na educação superior.</p>

<blockquote>
<p>“Vocês sabem quantos cursinhos se inscreveram esse ano? Mais de 1,2 mil cursinhos se inscreveram. E sabe qual é a novidade boa? Nós vamos apoiar todos os cursinhos que se inscreveram. Serão R$ 290 milhões que nós vamos apoiar os cursinhos populares.”</p>
</blockquote>

<p>Cada cursinho pré-vestibular apoiado pela rede recebe <strong>apoio financeiro de até R$ 163 mil</strong> para o pagamento de professores, coordenadores e apoio técnico, incluindo <strong>auxílio permanência de R$ 200 mensais</strong> por seis meses para até 40 alunos por unidade.</p>

<h3>Hip hop</h3>

<p>Além desse anúncio, <strong>Camilo Santana assinou portaria que institui a</strong> <strong>Escola Nacional de Hip Hop</strong> da educação pública. A nova política educacional se propõe fortalecer a identidade e a representatividade de alunos negros no ambiente escolar, a partir do diálogo com a cultura hip hop.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:13</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Viva Maria fala verdades sobre a trajetória das mulheres na política</title>
<link>https://apareceu.com/viva-maria-fala-verdades-sobre-a-trajetoria-das-mulheres-na-politica</link>
<guid>https://apareceu.com/viva-maria-fala-verdades-sobre-a-trajetoria-das-mulheres-na-politica</guid>
<description><![CDATA[ Justo no dia da mentira,  começa esta edição  falando a mais pura verdade sobre a trajetória das mulheres na política brasileira desde sempre  marcada por uma cultura machista bem como pela necessidade de superar ambientes estruturalmente masculinos. Eunice Michiles, a primeira senadora do Brasil cuja posse aconteceu em 1979, exemplifica essa luta ao enfrentar a falta de infraestrutura (como banheiros femininos) e o sentimento de discriminação inicial de hostilidade e o machismo de seus colegas senadores que a receberam com &quot;flor e poesia&quot; em vez de igualdade profissional imediata.  E foi nesse ambiente que Eunice Michiles não teve sequer a mídia a seu lado. No inicio de seu mandato os  jornais focavam em sua aparência, roupas e &quot;estilo&quot;, tratando sua atuação com viés de variedades em vez de política, diferentemente  dos senadores homens. Não admira que a maior parte dos projetos de lei que ela apresentou buscava dar direitos às mulheres. Destaque para uma de suas primeiras propostas que  eliminava do Código Civil de 1916 o artigo que permitia ao homem anular o casamento e devolver a mulher aos pais caso descobrisse que ela não era virgem. O prazo para a devolução era de dez dias, contados a partir da cerimônia de casamento.

Parece mentira mas lamentavelmente essa era a difícil a situação das moças de seu tempo.

No que pese o incentivo para que suas correligionárias fossem  bonitas e provocantes,  ai daquelas que se entregassem aos impulsos sexuais! Seriam impiedosamente  “desonradas” já que a valorização da virgindade feminina era vista como sinônimo de pureza e muito valorizada até o casamento. E diante de tamanha distorção de valores, foi Eunice quem apresentou em 1980 um projeto para pôr fim a anulação de um matrimonio em função da mulher ser virgem ou não! A proposta chegou a ser aprovada na CCJ mais depois disso foi arquivada por 5 anos.

Sobre essa  e tantas outras verdades torna-se imprescindível assistir o filme de realidade virtual dirigido por  Felipe Gontijo que estreiou ontem no Senado Federal durante a entrega do Diploma Mulher Cidadã Bertha Lutz! E Mara Régia, acreditem , também faz uma figuração ! Mentira ?? Nãoooo! Verdade , tanto assim que  a atriz Carolina Monte Rose na pele de Eunice quis saber o que eu achei da experiência!
  9:00 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 00:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Viva, Maria, fala, verdades, sobre, trajetória, das, mulheres, política</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Justo no dia da mentira,  começa esta edição  falando a mais pura verdade sobre a<strong> trajetória das mulheres na política brasileira</strong> desde sempre  marcada por uma cultura machista bem como pela necessidade de superar ambientes estruturalmente masculinos. <strong>Eunice Michiles, a primeira senadora do Brasil cuja posse aconteceu em 1979</strong>, exemplifica essa luta ao enfrentar a falta de infraestrutura (como banheiros femininos) e o sentimento de discriminação inicial de hostilidade e o machismo de seus colegas senadores que a receberam com "flor e poesia" em vez de igualdade profissional imediata.  E foi nesse ambiente que Eunice Michiles não teve sequer a mídia a seu lado. No inicio de seu mandato os  jornais focavam em sua aparência, roupas e "estilo", tratando sua atuação com viés de variedades em vez de política, diferentemente  dos senadores homens. Não admira que<strong> a maior parte dos projetos de lei que ela apresentou buscava dar direitos às mulheres.</strong> Destaque para u<strong>ma de suas primeiras propostas que  eliminava do Código Civil de 1916 o artigo que permitia ao homem anular o casamento e devolver a mulher aos pais caso descobrisse que ela não era virgem. O prazo para a devolução era de dez dias, contados a partir da cerimônia de casamento.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684471&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684471&o=rss"></p>

<p>Parece mentira mas lamentavelmente essa era a difícil a situação das moças de seu tempo.</p>

<p>No que pese o incentivo para que suas correligionárias fossem  bonitas e provocantes,  ai daquelas que se entregassem aos impulsos sexuais! Seriam impiedosamente  “desonradas” já que a valorização da virgindade feminina era vista como sinônimo de pureza e muito valorizada até o casamento. E diante de tamanha distorção de valores, foi <strong>Eunice quem apresentou em 1980 um projeto para pôr fim a anulação de um matrimonio em função da mulher ser virgem ou não!</strong> A proposta chegou a ser aprovada na CCJ mais depois disso foi arquivada por 5 anos.</p>

<p>Sobre essa  e tantas outras verdades torna-se imprescindível assistir o filme de realidade virtual dirigido por  Felipe Gontijo que estreiou ontem no Senado Federal durante a entrega do Diploma Mulher Cidadã Bertha Lutz! E Mara Régia, acreditem , também faz uma figuração ! Mentira ?? Nãoooo! Verdade , tanto assim que  a atriz Carolina Monte Rose na pele de Eunice quis saber o que eu achei da experiência!</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">9:00</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Indicação de Messias chega à CCJ e já possui relator definido</title>
<link>https://apareceu.com/indicacao-de-messias-chega-a-ccj-e-ja-possui-relator-definido</link>
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<description><![CDATA[ A Comissão de Constituição e Justiça aguarda então, Daniel, a chegada da mensagem com a indicação do nome de Jorge Messias para o  Supremo. Essa mensagem já tem relator, vai ser o senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão. O mesmo que já tinha sido indicado lá atrás, em novembro, quando a indicação tinha sido publicada.

O presidente da CCJ, senador Otto Alencar, já avisou que pretende marcar a sabatina uma ou duas semanas depois que a indicação chegar. O problema é quando. Não tem um prazo para isso. Depende do envio pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Enquanto isso, Jorge Messias continua fazendo trabalho de campo com os senadores para garantir os votos necessários à aprovação de sua indicação. Nessa quarta-feira, encaminhou carta aos parlamentares falando em diálogo, harmonia institucional, independência e imparcialidade.

Para ter o nome aprovado, depois da sabatina, é preciso o voto - em plenário - da maioria dos senadores. Ou seja, pelo menos 41 votos. E a votação é secreta.

 
  1:09 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça aguarda então, Daniel, a chegada da mensagem com a indicação do nome de Jorge Messias para o  Supremo. Essa mensagem já tem relator, vai ser o senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão. O mesmo que já tinha sido indicado lá atrás, em novembro, quando a indicação tinha sido publicada.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684670&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684670&o=rss"></p>

<p>O presidente da CCJ, senador Otto Alencar, já avisou que pretende marcar a sabatina uma ou duas semanas depois que a indicação chegar. O problema é quando. Não tem um prazo para isso. Depende do envio pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.</p>

<p>Enquanto isso, Jorge Messias continua fazendo trabalho de campo com os senadores para garantir os votos necessários à aprovação de sua indicação. Nessa quarta-feira, encaminhou carta aos parlamentares falando em diálogo, harmonia institucional, independência e imparcialidade.</p>

<p>Para ter o nome aprovado, depois da sabatina, é preciso o voto - em plenário - da maioria dos senadores. Ou seja, pelo menos 41 votos. E a votação é secreta.</p>

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<item>
<title>Lula defende PIX em resposta a críticas dos EUA ao método de pagamento</title>
<link>https://apareceu.com/lula-defende-pix-em-resposta-a-criticas-dos-eua-ao-metodo-de-pagamento</link>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula defendeu nesta quinta-feira (2) o PIX, que é alvo de reclamações dos Estados Unidos, e disse que o método de pagamento instantâneo deve continuar a ser aprimorado. A declaração foi dada em Salvador durante visita às obras do VLT na capital baiana.


&quot;Ele disse que o PIX distorce o comércio internacional porque o PIX que cria problema para a moeda dele. O que é importante a gente dizer para quem quiser nos ouvir:  o PIX é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o PIX, pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira. O que nós poderemos fazer é aprimorar o PIX para que cada vez mais ele possa atender às necessidades de mulheres e homens desse país.&quot;


A fala do presidente é uma resposta a um relatório do escritório do representante comercial dos Estados Unidos publicado no dia 31 de março. Em um dos tópicos, o documento afirma que o Banco Central Brasileiro dá tratamento preferencial ao PIX, o que desfavorece os fornecedores de serviços de pagamento eletrônico norte-americano, como as empresas Visa e MasterCard.


            
        
    
Cartaz no aeroporto do Panamá de lojas que aceitam pagamento em PIX para  brasileiros. Foto: Marcelo Brandão/Agência Brasil


Não é a primeira vez que os Estados Unidos reclamam do PIX.  Em julho do ano passado, quando a investigação foi aberta, o representante comercial afirmou que o Brasil poderia prejudicar a competitividade de empresas norte-americanas de comércio digital e de serviços de pagamento eletrônico.

Criado pelo Banco Central, o PIX estreou em 2020 e o uso dele por empresas e população segue crescendo no país. Só em janeiro deste ano, foram mais de 7 bilhões de transações pelo sistema.
  1:36 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, defende, PIX, resposta, críticas, dos, EUA, método, pagamento</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente Lula defendeu nesta quinta-feira (2) o PIX, que é alvo de reclamações dos Estados Unidos,</strong> e disse que o <strong>método de pagamento instantâneo deve continuar a ser aprimorado</strong>. A declaração foi dada em Salvador durante visita às obras do VLT na capital baiana.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684681&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684681&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Ele disse que o PIX distorce o comércio internacional porque o PIX que cria problema para a moeda dele. O que é importante a gente dizer para quem quiser nos ouvir:  o PIX é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o PIX, pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira. O que nós poderemos fazer é aprimorar o PIX para que cada vez mais ele possa atender às necessidades de mulheres e homens desse país."</p>
</blockquote>

<p>A fala do presidente é uma resposta a um <strong>relatório do escritório do representante comercial dos Estados Unidos publicado no dia 31 de març</strong>o. Em um dos tópicos, o documento afirma que o Banco Central Brasileiro dá tratamento preferencial ao PIX, o que<strong> desfavorece os fornecedores de serviços de pagamento eletrônico norte-americano, como as empresas Visa e MasterCard</strong>.</p>

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<p><strong>Não é a primeira vez que os Estados Unidos reclamam do PIX.</strong>  Em julho do ano passado, quando a investigação foi aberta, o representante comercial afirmou que o Brasil poderia prejudicar a competitividade de empresas norte-americanas de comércio digital e de serviços de pagamento eletrônico.</p>

<p><strong>Criado pelo Banco Central, o PIX estreou em 2020 e o uso dele por empresas e população segue crescendo no país. </strong>Só em janeiro deste ano, foram mais de 7 bilhões de transações pelo sistema.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:36</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Ministra quer carreiras públicas reestruturadas e novos servidores</title>
<link>https://apareceu.com/ministra-quer-carreiras-publicas-reestruturadas-e-novos-servidores</link>
<guid>https://apareceu.com/ministra-quer-carreiras-publicas-reestruturadas-e-novos-servidores</guid>
<description><![CDATA[ A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck,  negou que o governo esteja &quot;enchendo a máquina&quot; com servidores.  Ela defendeu a reestruturação de carreiras e a contratação de novos profissionais, mesmo com a chegada da digitalização.  Ela participou nesta quinta-feira (2) do programa Bom Dia Ministra da EBC.  

Esther Dweck afirmou que desde 2016,  70 mil pessoas deixaram o serviço público federal.  Somente no governo atual, ainda saíram 16 mil, enquanto 19 mil foram contratados. O saldo é pequeno, disse ela.


&quot;Teve uma cobertura na imprensa muito equivocada de que a gente estaria enchendo a máquina,  E aí é sempre bom a gente poder esclarecer isso para população para explicar que, na verdade, o que a gente está fazendo é recompondo a capacidade do Estado brasileiro de prestar políticas públicas&quot;.


A ministra explicou que a reestruturação de carreiras no governo,  com a extinção de funções obsoletas, apostou em carreiras com atuação mais ampla, com a lei aprovada pelo Congresso Nacional no mês passado, o número de carreiras no Executivo Federal passou de duas para oito.

Mesmo com o avanço da digitalização dos serviços, Esther Dweck defendeu a necessidade de servidores, porque a política pública é feita por pessoas.


&quot;A tecnologia ajuda, ela é uma aliada das pessoas,  mas a não pode ter nada sem supervisão humana, a gente não pode ter nenhuma decisão feita por máquina, a gente vai continuar tendo pessoas e a gente precisa de pessoas.  A gente tem a maior flexibilidade de alocação, porém, a vai continuar contratando e a nossa tendência é contratar cada vez mais por essas carreiras transversais.&quot;


Segundo ela, o governo pode chamar cerca de 7 mil pessoas este ano,  entre eles aprovados no CNU, Polícia Federal e Fiocruz, inclusive no segundo semestre. O período eleitoral não deve ser um problema.


&quot;Todos os concursos homologados antes de junho, do defeso eleitoral, podem ser chamados durante o período eleitoral. O que você não pode homologar um concurso novo durante o período eleitoral. Então, concurso homologados não tem trava eleitoral.&quot;


A ministra afirmou ainda que as contratações não expandiram os gastos com o pessoal e que são feitas de acordo com as regras fiscais. Essa despesa em relação ao PIB é de 2,4% atualmente,  mesmo o patamar de antes do atual mandato do presidente Lula.
  2:15 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck,<strong>  negou que o governo esteja "enchendo a máquina" com servidores</strong>.  Ela defendeu a <strong>reestruturação de carreiras e a contratação de novos profissionais</strong>, mesmo com a chegada da digitalização.  Ela participou nesta quinta-feira (2) do programa Bom Dia Ministra da EBC.  <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684680&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684680&o=rss"></p>

<p>Esther Dweck afirmou que desde 2016, <strong> 70 mil pessoas deixaram o serviço público federal</strong>.<strong>  Somente no governo atual, ainda saíram 16 mil, enquanto 19 mil foram contratados</strong>. O saldo é pequeno, disse ela.</p>

<blockquote>
<p>"Teve uma cobertura na imprensa muito equivocada de que a gente estaria enchendo a máquina,  E aí é sempre bom a gente poder esclarecer isso para população para explicar que, na verdade, o que a gente está fazendo é recompondo a capacidade do Estado brasileiro de prestar políticas públicas".</p>
</blockquote>

<p>A ministra explicou que a reestruturação de carreiras no governo,  com a extinção de funções obsoletas, apostou em carreiras com atuação mais ampla, com a lei aprovada pelo Congresso Nacional no mês passado, o<strong> número de carreiras no Executivo Federal passou de duas para oito</strong>.</p>

<p>Mesmo com o <strong>avanço da digitalização dos serviços</strong>, Esther Dweck defendeu a necessidade de servidores, porque <strong>a política pública é feita por pessoas</strong>.</p>

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<p>"A tecnologia ajuda, ela é uma aliada das pessoas,  mas a não pode ter nada sem supervisão humana, a gente não pode ter nenhuma decisão feita por máquina, a gente vai continuar tendo pessoas e a gente precisa de pessoas.  A gente tem a maior flexibilidade de alocação, porém, a vai continuar contratando e a nossa tendência é contratar cada vez mais por essas carreiras transversais."</p>
</blockquote>

<p>Segundo ela, o governo pode <strong>chamar cerca de 7 mil pessoas este ano</strong>,  entre eles aprovados no CNU, Polícia Federal e Fiocruz, inclusive no segundo semestre. <strong>O período eleitoral não deve ser um problema.</strong></p>

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<p>"Todos os concursos homologados antes de junho, do defeso eleitoral, podem ser chamados durante o período eleitoral. O que você não pode homologar um concurso novo durante o período eleitoral. Então, concurso homologados não tem trava eleitoral."</p>
</blockquote>

<p>A ministra afirmou ainda que a<strong>s contratações não expandiram os gastos com o pessoal e que são feitas de acordo com as regras fiscais</strong>. Essa despesa em relação ao PIB é de 2,4% atualmente,  mesmo o patamar de antes do atual mandato do presidente Lula.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:15</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Janela partidária movimenta bastidores do Congresso Nacional</title>
<link>https://apareceu.com/janela-partidaria-movimenta-bastidores-do-congresso-nacional</link>
<guid>https://apareceu.com/janela-partidaria-movimenta-bastidores-do-congresso-nacional</guid>
<description><![CDATA[ A semana vai ser mais parada no Congresso por conta do feriado da Semana Santa e da janela partidária, aquele prazo que deputados federais, estaduais e distritais têm para mudar de partido sem perder o mandato. O prazo termina na sexta-feira (3), seis meses antes das eleições, que este ano ocorrem nos dias 4 e 25 de outubro, o primeiro e o segundo turnos.

Até agora, pelo menos até a última atualização da Câmara, o PL é o partido que mais ganhou deputados: sete ao todo, ficando então com 94 parlamentares. E o União foi o que mais perdeu: seis no total. Terá, agora, 52 deputados. Outros oito partidos tiveram alterações, ganhando ou perdendo: PP, Podemos, PSD, Republicanos, MDB, PSDB, Solidariedade e o Missão - partido, aliás, que tem um único deputado: Kim Kataguiri.

O prazo da janela é definido pela Justiça Eleitoral. Ele ocorre só para as eleições proporcionais porque, nesse caso, o entendimento é o de que o mandato pertence ao partido e não ao candidato. Ou seja, mudanças partidárias fora desse prazo, só com perda de mandato.

Esquenta para eleições

Outro prazo importante é o da desincompatibilização, que é quando candidatos do Executivo que querem concorrer a outros cargos devem renunciar ao mandato, incluindo ministros. Pelo menos 16 ministros já anunciaram que devem deixar os cargos para concorrer a um mandato eletivo. É o caso, por exemplo, de Fernando Haddad, que deixou a Fazenda para concorrer ao governo de São Paulo, e Simone Tebet, que deve deixar o Planejamento para disputar o Senado.
 
  1:50 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 09:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Janela, partidária, movimenta, bastidores, Congresso, Nacional</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A semana vai ser mais parada no Congresso por conta do feriado da Semana Santa e da janela partidária, aquele prazo que deputados federais, estaduais e distritais têm para mudar de partido sem perder o mandato. <strong>O prazo termina na sexta-feira (3), seis meses antes das eleições, que este ano ocorrem nos dias 4 e 25 de outubro, o primeiro e o segundo turnos.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684194&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684194&o=rss"></p>

<p>Até agora, pelo menos até a última atualização da Câmara, <strong>o PL é o partido que mais ganhou deputados</strong>: sete ao todo, ficando então com 94 parlamentares. E <strong>o União foi o que mais perdeu</strong>: seis no total. Terá, agora, 52 deputados. Outros oito partidos tiveram alterações, ganhando ou perdendo: PP, Podemos, PSD, Republicanos, MDB, PSDB, Solidariedade e o Missão - partido, aliás, que tem um único deputado: Kim Kataguiri.</p>

<p>O prazo da janela é definido pela Justiça Eleitoral. <strong>Ele ocorre só para as eleições proporcionais porque, nesse caso, o entendimento é o de que o mandato pertence ao partido e não ao candidato.</strong> Ou seja, mudanças partidárias fora desse prazo, só com perda de mandato.</p>

<h3><strong>Esquenta para eleições</strong></h3>

<p>Outro prazo importante é o da desincompatibilização, que é quando<strong> candidatos do Executivo que querem concorrer a outros cargos devem renunciar ao mandato,</strong> incluindo ministros. Pelo menos 16 ministros já anunciaram que devem deixar os cargos para concorrer a um mandato eletivo. É o caso, por exemplo, de Fernando Haddad, que deixou a Fazenda para concorrer ao governo de São Paulo, e Simone Tebet, que deve deixar o Planejamento para disputar o Senado.<br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">1:50</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Defesa de Bolsonaro diz que ex&#45;presidente não sabia de vídeo do filho</title>
<link>https://apareceu.com/defesa-de-bolsonaro-diz-que-ex-presidente-nao-sabia-de-video-do-filho</link>
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<description><![CDATA[ A defesa de Jair Bolsonaro informou, nesta segunda-feira, 30, ao Supremo Tribunal Federal que o ex-presidente não teve ciência prévia da gravação feita pelo filho dele, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, durante uma conferência de políticos de direita nos Estados Unidos. 

A manifestação foi enviada ao STF após o ministro Alexandre de Moraes dar prazo de 24 horas para Bolsonaro esclarecer o suposto acesso a um vídeo durante o cumprimento da prisão domiciliar.

Em publicação nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro afirmou que enviaria ao pai a gravação da participação dele no evento.

Jair Bolsonaro está proibido de utilizar celulares ou qualquer outro de meio comunicação externa direta ou por meio de terceiros.

Os advogados afirmaram ao Supremo que o ex-presidente não teve participação no episódio, que foi feito por um “terceiro”; e ainda que Bolsonaro cumpre integralmente as regras do regime prisional.

Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes concedeu prisão domiciliar temporária de 90 dias ao ex-presidente para que ele se recupere de uma broncopneumonia.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão na ação penal da trama golpista.

*Com informações da Agência Brasil
  1:20 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 09:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa de Jair Bolsonaro informou, nesta segunda-feira, 30, ao Supremo Tribunal Federal que o <strong>ex-presidente não teve ciência prévia da gravação feita pelo filho dele, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, durante uma conferência de políticos de direita nos Estados Unidos</strong>. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684261&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684261&o=rss"></p>

<p>A manifestação foi enviada ao STF após o ministro Alexandre de Moraes dar prazo de 24 horas para Bolsonaro esclarecer o suposto acesso a um vídeo durante o cumprimento da prisão domiciliar.</p>

<p><strong>Em publicação nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro afirmou que enviaria ao pai a gravação da participação dele no evento.</strong></p>

<p>Jair Bolsonaro está proibido de utilizar celulares ou qualquer outro de meio comunicação externa direta ou por meio de terceiros.</p>

<p>Os advogados afirmaram ao Supremo que o ex-presidente não teve participação no episódio, que foi feito por um “terceiro”; e ainda que <strong>Bolsonaro cumpre integralmente as regras do regime prisional.</strong></p>

<p>Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes concedeu prisão domiciliar temporária de 90 dias ao ex-presidente para que ele se recupere de uma broncopneumonia.</p>

<p>Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão na ação penal da trama golpista.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:20</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>CPI Mista do INSS anuncia prorrogação por até 120 dias</title>
<link>https://apareceu.com/cpi-mista-do-inss-anuncia-prorrogacao-por-ate-120-dias</link>
<guid>https://apareceu.com/cpi-mista-do-inss-anuncia-prorrogacao-por-ate-120-dias</guid>
<description><![CDATA[ Faltava meia hora para o início do julgamento no Supremo Tribunal Federal sobre a prorrogação da CPI Mista do INSS quando o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciou:


&quot;Como decisão judicial a gente cumpre, a gente não questiona, e é exatamente o que nós temos feito, em nome dos aposentados, dos órfãos e das viúvas de um Brasil que quer o combate à corrupção, eu declaro prorrogada esta CPI por até 120 dias. A sessão está suspensa.&quot;


Viana argumentou que estava colocando em prática uma determinação do ministro André Mendonça. Na terça-feira (24), o magistrado havia estabelecido 48 horas para que a presidência do Senado fizesse a leitura do requerimento de prorrogação dos trabalhos. Caso contrário, a CPI estaria automaticamente prorrogada. E foi o que ocorreu.


            
        
    
Brasília- DF – 26/03/2026 – Reunião da CPMI do INSS. - Lula Marques/ Agência Brasil.


A reunião foi então suspensa e vai ser retomada após o julgamento na Suprema Corte. Se os ministros do STF acompanharem o voto de Mendonça, os parlamentares vão definir por quanto tempo a comissão será prorrogada. A base aliada avalia que 15 dias são suficientes. A oposição fala em 60 dias.

Se os demais ministros do Supremo forem contra a liminar de André Mendonça, a ideia é fazer a leitura dos relatórios nesta sexta-feira (27). Até o momento, foram produzidos dois relatórios: o oficial, do relator, o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), de 5 mil páginas e mais de 220 indiciados; e o alternativo, do PT, com outros indiciamentos e pedidos de investigação.

Em caso de leitura do relatório nesta sexta, a votação ficará para sábado (28), último dia de funcionamento da CPI. Os parlamentares estão todos de sobreaviso.
 
  1:46 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 18:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Faltava meia hora para o início do julgamento no Supremo Tribunal Federal sobre a prorrogação da CPI Mista do INSS quando o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciou:<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683732&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683732&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Como decisão judicial a gente cumpre, a gente não questiona, e é exatamente o que nós temos feito, em nome dos aposentados, dos órfãos e das viúvas de um Brasil que quer o combate à corrupção, eu declaro prorrogada esta CPI por até 120 dias. A sessão está suspensa."</p>
</blockquote>

<p>Viana argumentou que estava colocando em prática uma determinação do ministro André Mendonça. Na terça-feira (24), <strong>o magistrado havia estabelecido 48 horas para que a presidência do Senado fizesse a leitura do requerimento de prorrogação dos trabalhos</strong>. Caso contrário, a CPI estaria automaticamente prorrogada. E foi o que ocorreu.</p>

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<p>A reunião foi então suspensa e vai ser retomada após o julgamento na Suprema Corte. Se os ministros do STF acompanharem o voto de Mendonça, os parlamentares vão definir por quanto tempo a comissão será prorrogada. <strong>A base aliada avalia que 15 dias são suficientes. A oposição fala em 60 dias.</strong></p>

<p>Se os demais ministros do Supremo forem contra a liminar de André Mendonça, a ideia é fazer a leitura dos relatórios nesta sexta-feira (27). Até o momento, foram produzidos dois relatórios: o oficial, do relator, o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), de 5 mil páginas e mais de 220 indiciados; e o alternativo, do PT, com outros indiciamentos e pedidos de investigação.</p>

<p><strong>Em caso de leitura do relatório nesta sexta, a votação ficará para sábado (28)</strong>, último dia de funcionamento da CPI. Os parlamentares estão todos de sobreaviso.<br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">1:46</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Com aprovação no Senado, PL que torna misoginia crime vai à Câmara</title>
<link>https://apareceu.com/com-aprovacao-no-senado-pl-que-torna-misoginia-crime-vai-a-camara</link>
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<description><![CDATA[ Em meio a ataques após aprovação do projeto de lei que torna misoginia crime, a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), que foi relatora da proposta, articula a tramitação na Câmara dos Deputados. Ela participou, nesta quinta-feira (26), do programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional.

A senadora disse que sofre ofensas o tempo todo por causa do projeto.


&quot;Nós mulheres somos xingadas 24 horas todos os dias, em 7x0, e as nossas famílias têm de conviver com isso. Meus pais, minha família não abrem mais rede social. E usando nossas imagens! Eu sou vítima de vários processos, mas processos que eu sequer deflagrei, que foram deflagrados pela Polícia Federal, que eu fiquei sabendo depois.&quot;


Soraya Thronicke afirmou que a população precisa conhecer a posição real e as ações dos parlamentares. Durante a votação do projeto antimisoginia, segundo ela, senadores que trabalharam contra o texto votaram a favor no fim por não terem ficado sem saída.


&quot;Eles tiveram de concordar, mas todos os pleitos deles para as retiradas ou acréscimos de questões que não eram importantes para nós e que abririam espaço para que eles pudessem se defender melhor na justiça, eles votaram a favor. E estão mentindo para a população brasileira. Eles são os mentirosos. A população precisa saber quem é quem, precisa entender que precisa ler mais do que duas linhas de uma reportagem.&quot;


Sem citar nome, a senadora criticou um deputado que já se posicionou contra o projeto.


&quot;Tem de ser homem mesmo e diz que vai trabalhar com muito afinco para que esse projeto de lei seja barrado na Câmara. Ele não vai conseguir. Eu já pedi uma agenda com o presidente Hugo Motta.&quot;


O projeto foi aprovado no Senado na última terça-feira (24), com 67 votos favoráveis, e deve iniciar a tramitação na Câmara nos próximos dias. Ele inclui a misoginia, o ódio contra mulheres, entre os crimes de preconceito e discriminação. A pena para esse tipo de crime é de dois a cinco anos de prisão e multa.
 
  2:09 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 18:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio a ataques após aprovação do projeto de lei que torna misoginia crime, a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), que foi relatora da proposta, articula a tramitação na Câmara dos Deputados. Ela participou, nesta quinta-feira (26), do programa <em>Alô Alô Brasil</em>, da <strong>Rádio Nacional.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683740&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683740&o=rss"></p>

<p>A senadora disse que sofre ofensas o tempo todo por causa do projeto.</p>

<blockquote>
<p>"Nós mulheres somos xingadas 24 horas todos os dias, em 7x0, e as nossas famílias têm de conviver com isso. Meus pais, minha família não abrem mais rede social. E usando nossas imagens! Eu sou vítima de vários processos, mas processos que eu sequer deflagrei, que foram deflagrados pela Polícia Federal, que eu fiquei sabendo depois."</p>
</blockquote>

<p>Soraya Thronicke afirmou que <strong>a população precisa conhecer a posição real e as ações dos parlamentares</strong>. Durante a votação do projeto antimisoginia, segundo ela, <strong>senadores que trabalharam contra o texto votaram a favor no fim por não terem ficado sem saída</strong>.</p>

<blockquote>
<p>"Eles tiveram de concordar, mas todos os pleitos deles para as retiradas ou acréscimos de questões que não eram importantes para nós e que abririam espaço para que eles pudessem se defender melhor na justiça, eles votaram a favor. E estão mentindo para a população brasileira. Eles são os mentirosos. A população precisa saber quem é quem, precisa entender que precisa ler mais do que duas linhas de uma reportagem."</p>
</blockquote>

<p>Sem citar nome, a senadora criticou um deputado que já se posicionou contra o projeto.</p>

<blockquote>
<p>"Tem de ser homem mesmo e diz que vai trabalhar com muito afinco para que esse projeto de lei seja barrado na Câmara. Ele não vai conseguir. Eu já pedi uma agenda com o presidente Hugo Motta."</p>
</blockquote>

<p>O <strong>projeto foi aprovado no Senado na última terça-feira (24), com 67 votos favoráveis</strong>, e deve iniciar a tramitação na Câmara nos próximos dias. Ele inclui a misoginia, o ódio contra mulheres, entre os crimes de preconceito e discriminação. A pena para esse tipo de crime é de dois a cinco anos de prisão e multa.<br>
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  <span class="hms hms-format-m-ss">2:09</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lula fala sobre Lei Antifacção e cobra prisão de líderes criminosos</title>
<link>https://apareceu.com/lula-fala-sobre-lei-antifaccao-e-cobra-prisao-de-lideres-criminosos</link>
<guid>https://apareceu.com/lula-fala-sobre-lei-antifaccao-e-cobra-prisao-de-lideres-criminosos</guid>
<description><![CDATA[ Na abertura da Caravana Federativa do Rio de Janeiro, em Nova Iguaçu, o presidente Lula falou, nesta quinta-feira (26), sobre a Lei Antifacção, sancionada esta semana. O projeto que deu origem à lei foi apresentado pelo governo federal em outubro do ano passado, dias após a operação policial nos Complexos da Penha e do Alemão que deixou 121 mortos.

Para Lula, o combate ao crime organizado será efetivo quando alcançar os chefes das facções:


“Nós aprovamos uma lei que eu sancionei, a Lei Antifacção, a lei para combater o crime organizado. Porque é muito fácil os governadores irem numa favela, matar os pobres e dizer que estão combatendo o crime organizado. Eu quero saber quando é que eles vão pegar aquele chefe do crime organizado que mora no apartamento de cobertura em Copacabana, que mora no apartamento de luxo, que mora nos condomínios. É dessas que nós estamos atrás. E é desse que nós estamos fazendo a Lei Antifacção.”


Combustíveis

Outro tema debatido durante o evento foi a alta no preço nos combustíveis. A ministra Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais, ressaltou que a atual política de preços da Petrobras tem ajudado a amenizar os efeitos provocados pela guerra no Oriente Médio sobre o preço que chega às bombas no Brasil.


“E mudou também aquela política absurda de preços da Petrobras, que era cotada em dólar e pela paridade de preço internacional. Todos viram o esforço que o presidente Lula fez agora para enfrentar essa crise dos combustíveis em razão da guerra, que não temos nada a ver com ela, mas fica nos afetando. Eu fico pensando, se nós tivéssemos a antiga política de preços que nós tínhamos na Petrobras, com certeza o preço dos combustíveis já tinha estourado.”


Desabastecimento

Nesta quinta-feira, em Brasília, o Secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Renato Dutra, afirmou que não há risco de desabastecimento de diesel no país e que o governo tem intensificado a fiscalização de práticas abusivas.


“Não há risco de desabastecimento de diesel no país, não falta óleo diesel disponível para oferta para atender a demanda nacional. O presidente e os ministros nos instruíram a correr atrás dos agentes que estiverem praticando abusos, seja na prática abusiva de preços, seja na recusa no fornecimento de produtos que estão disponíveis no país. O país conta com a oferta suficiente de diesel para atender os meses de março e de abril, e não há falta de produto dentro do país.”


Caravana

A Caravana Federativa em Nova Iguaçu reúne representantes de órgãos federais para oferecer suporte direto a gestores públicos, com orientações sobre acesso a recursos e programas em andamento. O evento se estende até esta sexta-feira (27).
  3:04 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 18:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Na abertura da <strong>Caravana Federativa do Rio de Janeiro</strong>, em Nova Iguaçu, o presidente Lula falou, nesta quinta-feira (26), sobre a <strong>Lei Antifacção</strong>, sancionada esta semana. O projeto que deu origem à lei foi apresentado pelo governo federal em outubro do ano passado, dias após a operação policial nos Complexos da Penha e do Alemão que deixou 121 mortos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683841&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683841&o=rss"></p>

<p><strong>Para Lula, o combate ao crime organizado será efetivo quando alcançar os chefes das facções:</strong></p>

<blockquote>
<p>“Nós aprovamos uma lei que eu sancionei, a Lei Antifacção, a lei para combater o crime organizado. Porque é muito fácil os governadores irem numa favela, matar os pobres e dizer que estão combatendo o crime organizado. Eu quero saber quando é que eles vão pegar aquele chefe do crime organizado que mora no apartamento de cobertura em Copacabana, que mora no apartamento de luxo, que mora nos condomínios. É dessas que nós estamos atrás. E é desse que nós estamos fazendo a Lei Antifacção.”</p>
</blockquote>

<h3>Combustíveis</h3>

<p>Outro tema debatido durante o evento foi a alta no preço nos combustíveis. A <strong>ministra Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais</strong>, ressaltou que a atual política de preços da Petrobras tem ajudado a amenizar os efeitos provocados pela guerra no Oriente Médio sobre o preço que chega às bombas no Brasil.</p>

<blockquote>
<p>“E mudou também aquela política absurda de preços da Petrobras, que era cotada em dólar e pela paridade de preço internacional. Todos viram o esforço que o presidente Lula fez agora para enfrentar essa crise dos combustíveis em razão da guerra, que não temos nada a ver com ela, mas fica nos afetando. Eu fico pensando, se nós tivéssemos a antiga política de preços que nós tínhamos na Petrobras, com certeza o preço dos combustíveis já tinha estourado.”</p>
</blockquote>

<h3>Desabastecimento</h3>

<p>Nesta quinta-feira, em Brasília, <strong>o Secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Renato Dutra, afirmou que não há risco de desabastecimento de diesel no país</strong> e que o governo tem intensificado a fiscalização de práticas abusivas.</p>

<blockquote>
<p>“Não há risco de desabastecimento de diesel no país, não falta óleo diesel disponível para oferta para atender a demanda nacional. O presidente e os ministros nos instruíram a correr atrás dos agentes que estiverem praticando abusos, seja na prática abusiva de preços, seja na recusa no fornecimento de produtos que estão disponíveis no país. O país conta com a oferta suficiente de diesel para atender os meses de março e de abril, e não há falta de produto dentro do país.”</p>
</blockquote>

<h3>Caravana</h3>

<p>A Caravana Federativa em Nova Iguaçu reúne representantes de órgãos federais para oferecer suporte direto a gestores públicos, com orientações sobre acesso a recursos e programas em andamento. O evento se estende até esta sexta-feira (27).</p>
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</item>

<item>
<title>No RJ, Douglas Ruas é eleito presidente da Alerj e novo governador</title>
<link>https://apareceu.com/no-rj-douglas-ruas-e-eleito-presidente-da-alerj-e-novo-governador</link>
<guid>https://apareceu.com/no-rj-douglas-ruas-e-eleito-presidente-da-alerj-e-novo-governador</guid>
<description><![CDATA[ Deputado estadual do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, é eleito novo presidente da Alerj. Ele deve assumir o cargo de governador, após a renúncia de Cláudio Castro, no começo da semana.

Após a renúncia do governador Cláudio Castro, no começo da semana, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro elegeu nesta quinta-feira o novo presidente da Casa, o deputado estadual Douglas Ruas, do PL. O deputado, que teve candidatura única, contou com 45 votos favoráveis e nenhuma abstenção. Vinte e dois parlamentares estavam ausentes.

Com a medida, Ruas deve assumir o cargo de governador em exercício, ocupado interinamente pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Ricardo Couto, desde a renúncia de Castro.

A situação ocorreu porque o vice-governador, Thiago Pampolha, deixou a função no ano passado e assumiu um cargo no Tribunal de Contas do Estado, e o então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, foi preso durante a Operação Unha e Carne, da Polícia Federal, em dezembro. 

Douglas Ruas tem 34 anos, é bacharel em Direito, com pós-graduação em Gestão Pública e é concursado da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Foi subsecretário de Trabalho e secretário de Gestão Integrada e Projetos Especiais de São Gonçalo, além de superintendente regional do INEA.

O ex-governador Cláudio Castro renunciou para concorrer a uma vaga no Senado, na véspera do julgamento do TSE que decidiria sobre a sua cassação. Ainda assim, o tribunal o considerou inelegível por um prazo de oito anos, contados a partir de 2022. O ex-governador informou que vai recorrer da decisão.
  1:25 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 18:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>RJ, Douglas, Ruas, eleito, presidente, Alerj, novo, governador</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Deputado estadual do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, é eleito novo presidente da Alerj. Ele deve assumir o cargo de governador, após a renúncia de Cláudio Castro, no começo da semana.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683784&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683784&o=rss"></p>

<p>Após a renúncia do governador Cláudio Castro, no começo da semana, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro elegeu nesta quinta-feira o novo presidente da Casa, o deputado estadual Douglas Ruas, do PL. O deputado, que teve candidatura única, contou com 45 votos favoráveis e nenhuma abstenção. Vinte e dois parlamentares estavam ausentes.</p>

<p>Com a medida, Ruas deve assumir o cargo de governador em exercício, ocupado interinamente pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Ricardo Couto, desde a renúncia de Castro.</p>

<p>A situação ocorreu porque o vice-governador, Thiago Pampolha, deixou a função no ano passado e assumiu um cargo no Tribunal de Contas do Estado, e o então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, foi preso durante a Operação Unha e Carne, da Polícia Federal, em dezembro. </p>

<p>Douglas Ruas tem 34 anos, é bacharel em Direito, com pós-graduação em Gestão Pública e é concursado da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Foi subsecretário de Trabalho e secretário de Gestão Integrada e Projetos Especiais de São Gonçalo, além de superintendente regional do INEA.</p>

<p>O ex-governador Cláudio Castro renunciou para concorrer a uma vaga no Senado, na véspera do julgamento do TSE que decidiria sobre a sua cassação. Ainda assim, o tribunal o considerou inelegível por um prazo de oito anos, contados a partir de 2022. O ex-governador informou que vai recorrer da decisão.</p>
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<item>
<title>Relator da CPI Mista do INSS pede mais de 200 indiciamentos</title>
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<description><![CDATA[ A CPI Mista do INSS está reunida para analisar o relatório final do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL). São pedidos 218 indiciamentos, entre eles os de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como &quot;Careca do INSS&quot;; Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master; Maurício Camisotti, considerado uma das figuras centrais no esquema; e também Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente Lula, e a amiga dele, Roberta Luschinger. São investigados crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e peculato, e, no caso do Vorcaro, também gestão fraudulenta e crime contra a economia popular.

A sessão deve ir até a madrugada desta sexta-feira (27). O presidente da CPI Mista, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse que vai até a hora que for. Depois, se houver pedido, vai conceder uma hora de vista e ir para a votação.

Esse não deverá ser o único relatório. O PT vai apresentar um voto em separado com outros pedidos de indiciamento e investigação.

Depois da leitura, haverá a votação entre o relatório oficial e o paralelo. O que vencer, se torna o documento final da CPI Mista. A votação é aberta e nominal.

Um detalhe: o plenário da CPI Mista está cheio, inclusive, de parlamentares que nunca marcaram presença e mal participaram dos trabalhos. Todo mundo agora querendo marcar posição e tentar um corte pra internet nesse último dia de funcionamento de comissão em ano eleitoral.
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A CPI Mista do INSS está reunida para analisar o relatório final do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL). <strong>São pedidos 218 indiciamentos, entre eles os de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS"; Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master; Maurício Camisotti, considerado uma das figuras centrais no esquema; e também Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente Lula, e a amiga dele, Roberta Luschinger.</strong> São investigados crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e peculato, e, no caso do Vorcaro, também gestão fraudulenta e crime contra a economia popular.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683893&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683893&o=rss"></p>

<p>A sessão deve ir até a madrugada desta sexta-feira (27). O presidente da CPI Mista, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse que vai até a hora que for. Depois, <strong>se houver pedido, vai conceder uma hora de vista e ir para a votação.</strong></p>

<p>Esse não deverá ser o único relatório. <strong>O PT vai apresentar um voto em separado com outros pedidos de indiciamento e investigação.</strong></p>

<p>Depois da leitura, haverá a votação entre o relatório oficial e o paralelo. O que vencer, se torna o documento final da CPI Mista. A votação é aberta e nominal.</p>

<p>Um detalhe: o plenário da CPI Mista está cheio, inclusive, de parlamentares que nunca marcaram presença e mal participaram dos trabalhos. Todo mundo agora querendo marcar posição e tentar um corte pra internet nesse último dia de funcionamento de comissão em ano eleitoral.</p>
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<title>TRE&#45;RJ marca para terça recontagem de votos após cassação de Bacellar</title>
<link>https://apareceu.com/tre-rj-marca-para-terca-recontagem-de-votos-apos-cassacao-de-bacellar</link>
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<description><![CDATA[ O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), Claudio de Mello Tavares, marcou para a próxima terça-feira, dia 31 de março, às 15h, a sessão para recontar os votos para o cargo de deputado estadual nas eleições de 2022, conquistados por Rodrigo Bacellar, do União Brasil.

A medida é para cumprir decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que cassou o mandato de Bacellar, ex-presidente da Assembleia Legislativa do estado. Com a cassação, os 97.822 votos recebidos por ele serão anulados, o que impacta na composição da Alerj, já que a distribuição de vagas entre partidos e federações deverá ser alterada.

Rodrigo Bacellar foi cassado por desvios, para fins eleitorais, de recursos do Ceperj, a Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro. No mesmo dia, o TSE tornou inelegível o ex-governador Cláudio Castro. 

Contra o político também pesam acusações de  ligação de políticos com o Comando Vermelho, principal organização criminosa do estado. Em 3 de dezembro de 2025, ele chegou a ser preso pela Polícia Federal. Logo depois, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), Bacellar foi afastado da presidência da Alerj, cargo que passou a ser ocupado, de forma interina, pelo deputado Guilherme Delaroli, do PL.

*Com informações da Agência Brasil.

 
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), Claudio de Mello Tavares, <strong>marcou para a próxima terça-feira, dia 31 de março, às 15h, a sessão para recontar os votos para o cargo de deputado estadual nas eleições de 2022</strong>, conquistados por Rodrigo Bacellar, do União Brasil.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683881&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683881&o=rss"></p>

<p>A medida é para cumprir decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que cassou o mandato de Bacellar, ex-presidente da Assembleia Legislativa do estado. Com a cassação, <strong>os 97.822 votos recebidos por ele serão anulados, o que impacta na composição da Alerj</strong>, já que a distribuição de vagas entre partidos e federações deverá ser alterada.</p>

<p>Rodrigo Bacellar foi cassado por desvios, para fins eleitorais, de recursos do Ceperj, a Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro. No mesmo dia, o TSE tornou inelegível o ex-governador Cláudio Castro. </p>

<p>Contra o político também pesam acusações de  ligação de políticos com o Comando Vermelho, principal organização criminosa do estado. Em 3 de dezembro de 2025, ele chegou a ser preso pela Polícia Federal. Logo depois, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), Bacellar foi afastado da presidência da Alerj, cargo que passou a ser ocupado, de forma interina, pelo deputado Guilherme Delaroli, do PL.</p>

<p><em>*Com informações da Agência Brasil.</em></p>

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<title>Relatório final da CPI Mista do INSS pode ser votado ainda nesta sexta</title>
<link>https://apareceu.com/relatorio-final-da-cpi-mista-do-inss-pode-ser-votado-ainda-nesta-sexta</link>
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<description><![CDATA[ Um total de 4,4 mil páginas e recomendação de 216 indiciamentos. Esse é relatório final da CPI Mista do INSS apresentado pelo relator, o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), nesta sexta-feira (27).

​Entre os indiciamentos, está o de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, considerado figura central no esquema de fraude nas aposentadorias e pensões. Segundo o relator, o Careca do INSS atuava como lobista e intermediário entre criminosos de associações e servidores do instituto; e tinha uma rede de contatos políticos bastante atuante no Ministério da Previdência Social, no INSS, no Dataprev, e em outras áreas do governo federal.

Entre os outros indiciados estão Maurício Camisotti, empresário que seria sócio oculto de diversas empresas e beneficiário das fraudes; e Daniel Vorcaro, ex-dono do Master, acusado de irregularidades na concessão de empréstimos. Conforme o relatório, “há, ainda, suspeita de manobra da instituição financeira, no caso o Master, de ampliar limites da margem consignável”.

O relator pediu, ainda, o indiciamento de Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente Lula, e da amiga dele, Roberta Luschinger. Os dois teriam ligações com o Careca do INSS e atuado em favor dele. Eles negam. 

Nos indiciamentos aparecem ainda parlamentares como Gorete Pereira, deputada do MDB do Ceará, alvo de uma das fases da Operação Sem Desconto, que apura as irregularidades; e ex-ministros como Carlos Lupi, que hoje é presidente do PDT, além do ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto.

Os crimes apontados são organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e peculato, e, no caso do Vorcaro, também gestão fraudulenta e crime contra a economia popular. O relator Alfredo Gaspar resume o esquema.


&quot;As investigações revelaram um esquema profissionalizado, dividido em núcleos técnicos, administrativo, financeiro, empresarial e político, que atuava de forma coordenada para subtrair bilhões de reais do sistema previdenciário através de acordos de cooperação técnicos eivados de irregularidades.&quot;


Após a leitura, os parlamentares vão passar à discussão, o que pode varar a madrugada. Alfredo Gaspar ainda afirmou achar difícil incluir mudanças em seu texto original.


&quot;Olha, eu acho que ninguém está como dono da verdade. Se forem mudanças pontuais e houver convicção de todos, nós levaremos isso adiante. Mas fiz um relatório baseado, como disse, em provas. Fica muito difícil retirar ou incluir alguém que não seja nesse aspecto.&quot;


A previsão é de discussão desse relatório e o do apresentado pela base aliada, que vai trazer outros indiciamentos como de ministros e autoridades do governo passado. 

A votação será nominal e aberta e poderá ocorrer até de madrugada ou neste sábado (28), último dia de funcionamento da CPI Mista do INSS.

A reportagem está em contato com a defesa dos citados e aguarda o posicionamento. O espaço segue aberto.
 
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 18:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Relatório, final, CPI, Mista, INSS, pode, ser, votado, ainda, nesta, sexta</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um total de 4,4 mil páginas e recomendação de 216 indiciamentos. Esse é relatório final da CPI Mista do INSS apresentado pelo relator, o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), nesta sexta-feira (27).<br>
<br>
​Entre os indiciamentos, está o de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, considerado figura central no esquema de fraude nas aposentadorias e pensões. <strong>Segundo o relator, o Careca do INSS atuava como lobista e intermediário entre criminosos de associações e servidores do instituto;</strong> e tinha uma rede de contatos políticos bastante atuante no Ministério da Previdência Social, no INSS, no Dataprev, e em outras áreas do governo federal.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683958&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683958&o=rss"></p>

<p>Entre os outros indiciados estão <strong>Maurício Camisotti, empresário que seria sócio oculto de diversas empresas e beneficiário das fraudes; e Daniel Vorcaro, ex-dono do Master,</strong> acusado de irregularidades na concessão de empréstimos. Conforme o relatório, “há, ainda, suspeita de manobra da instituição financeira, no caso o Master, de ampliar limites da margem consignável”.</p>

<p>O relator pediu, ainda, <strong>o indiciamento de Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente Lula, e da amiga dele, Roberta Luschinger.</strong> Os dois teriam ligações com o Careca do INSS e atuado em favor dele. Eles negam. </p>

<p>Nos indiciamentos aparecem ainda parlamentares como <strong>Gorete Pereira, deputada do MDB do Ceará, alvo de uma das fases da Operação Sem Desconto, que apura as irregularidades; e ex-ministros como Carlos Lupi, que hoje é presidente do PDT, além do ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto.</strong></p>

<p>Os crimes apontados são organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e peculato, e, no caso do Vorcaro, também gestão fraudulenta e crime contra a economia popular. O relator Alfredo Gaspar resume o esquema.</p>

<blockquote>
<p>"As investigações revelaram um esquema profissionalizado, dividido em núcleos técnicos, administrativo, financeiro, empresarial e político, que atuava de forma coordenada para subtrair bilhões de reais do sistema previdenciário através de acordos de cooperação técnicos eivados de irregularidades."</p>
</blockquote>

<p><strong>Após a leitura, os parlamentares vão passar à discussão</strong>, o que pode varar a madrugada. Alfredo Gaspar ainda afirmou achar difícil incluir mudanças em seu texto original.</p>

<blockquote>
<p>"Olha, eu acho que ninguém está como dono da verdade. Se forem mudanças pontuais e houver convicção de todos, nós levaremos isso adiante. Mas fiz um relatório baseado, como disse, em provas. Fica muito difícil retirar ou incluir alguém que não seja nesse aspecto."</p>
</blockquote>

<p>A previsão é de discussão desse relatório e o do apresentado pela base aliada, que vai trazer outros indiciamentos como de ministros e autoridades do governo passado. </p>

<p><strong>A votação será nominal e aberta e poderá ocorrer até de madrugada ou neste sábado (28)</strong>, último dia de funcionamento da CPI Mista do INSS.</p>

<p>A reportagem está em contato com a defesa dos citados e aguarda o posicionamento. O espaço segue aberto.<br>
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<title>Defesas se manifestam sobre pedidos de indiciamento na CPMI do INSS</title>
<link>https://apareceu.com/defesas-se-manifestam-sobre-pedidos-de-indiciamento-na-cpmi-do-inss</link>
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<description><![CDATA[ Depois da leitura do relatório da CPMI do INSS, com o pedido de indiciamento de mais de 200 pessoas, alguns dos citados como participantes do esquema de descontos nos benefícios do instituto se manifestaram sobre as acusações.

A defesa de Fabio Luis Lula da Silva, filho do presidente Lula, afirma que o relatório apresentado pela comissão tem caráter eleitoral e vulgariza a função de fiscalização do parlamento.

O advogado Marco Aurélio de Carvalho afirma que não há um único elemento nos autos que justifique o indiciamento de Fabio Luis, e que o filho do presidente não tem relação direta ou indireta com os fatos investigados pelo colegiado.

A defesa de Roberta Luchsinger diz que não há nenhum elemento de materialidade para o seu pedido de indiciamento.

O advogado Bruno Salles afirma que, na investigação do INSS, demonstrou que prestou serviços regularmente e recebeu valores correspondentes, sem repassar para ninguém. Qualquer outra conclusão tem conotação eminentemente política.

A deputada federal Maria Goretti Pereira disse, em nota, que não cometeu nenhuma irregularidade e que confia no devido esclarecimento dos fatos. Ela afirma que não foi chamada para dar explicações ou depoimento até agora.

O ex-ministro da Previdência e presidente do PDT, Carlos Luppi, afirmou que vai aguardar a votação do relatório pelos integrantes da CPMI.

A defesa de Antônio Carlos Camilo Antunes, o careca do INSS, diz que não vai se pronunciar.

Aguardamos o posicionamento da defesa de Daniel Vorcaro, Maurício Camisotti e Alessandro Stefanutto, que também tiveram o pedido de indiciamento feito pela CPMI.
  1:49 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 18:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Defesas, manifestam, sobre, pedidos, indiciamento, CPMI, INSS</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da leitura do relatório da CPMI do INSS, <strong>com o pedido de indiciamento de mais de 200 pessoas, alguns dos citados como participantes do esquema de descontos nos benefícios do instituto se manifestaram sobre as acusações.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684017&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684017&o=rss"></p>

<p>A defesa de Fabio Luis Lula da Silva, filho do presidente Lula, afirma que o relatório apresentado pela comissão tem caráter eleitoral e vulgariza a função de fiscalização do parlamento.</p>

<p>O advogado Marco Aurélio de Carvalho afirma que não há um único elemento nos autos que justifique o indiciamento de Fabio Luis, e que o filho do presidente não tem relação direta ou indireta com os fatos investigados pelo colegiado.</p>

<p>A defesa de Roberta Luchsinger diz que não há nenhum elemento de materialidade para o seu pedido de indiciamento.</p>

<p>O advogado Bruno Salles afirma que, na investigação do INSS, demonstrou que prestou serviços regularmente e recebeu valores correspondentes, sem repassar para ninguém. Qualquer outra conclusão tem conotação eminentemente política.</p>

<p>A deputada federal Maria Goretti Pereira disse, em nota, que não cometeu nenhuma irregularidade e que confia no devido esclarecimento dos fatos. Ela afirma que não foi chamada para dar explicações ou depoimento até agora.</p>

<p>O ex-ministro da Previdência e presidente do PDT, Carlos Luppi, afirmou que vai aguardar a votação do relatório pelos integrantes da CPMI.</p>

<p>A defesa de Antônio Carlos Camilo Antunes, o careca do INSS, diz que não vai se pronunciar.</p>

<p>Aguardamos o posicionamento da defesa de Daniel Vorcaro, Maurício Camisotti e Alessandro Stefanutto, que também tiveram o pedido de indiciamento feito pela CPMI.</p>
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<title>CPMI do INSS termina os trabalhos sem votar um relatório final</title>
<link>https://apareceu.com/cpmi-do-inss-termina-os-trabalhos-sem-votar-um-relatorio-final</link>
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<description><![CDATA[ A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que apurava descontos irregulares de aposentados e pensionistas do INSS terminou seus trabalhos sem a votação de um relatório final.

As discussões da CPMI avançaram pela madrugada deste sábado (28), com a rejeição do relatório, apresentado pelo deputado Alfredo Gaspar, do PL de Alagoas, por 19 votos a 12. O texto previa o indiciamento de 216 pessoas, incluindo ex-dirigentes do INSS, ex-ministros, parlamentares e dirigentes de entidades associativas. 

A base governista tentou aprovar um relatório alternativo, com indiciamento de 130 pessoas, mostrando que as fraudes foram perpetuadas durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Mas o presidente da CPMI, o senador Carlos Viana, do Podemos, de Minas Gerais, negou a indicação de um novo relator, conforme previa o regimento, e decidiu finalizar os trabalhos da Comissão.

Parlamentares de oposição e da base do governo afirmam que vão levar os resultados de ambos os relatórios para diversas autoridades. Uma CPMI pode investigar fatos, cabendo a denúncia e a condenação aos órgãos de justiça.

Os últimos dias foram cercados de polêmicas envolvendo a prorrogação da CPMI. O presidente da Comissão foi ao STF pedir a ampliação dos trabalhos, já que não conseguia que o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, adotasse a medida.

Em um primeiro momento, o ministro do STF André Mendonça concedeu liminar pela prorrogação dos trabalhos, alegando direito da minoria parlamentar. Mas a decisão foi derrubada pelo plenário do Supremo, nessa quinta-feira (26), por 8 votos a 2. 

A CPMI funcionou durante seis meses, colhendo diversos depoimentos e quebrando sigilos de diversos investigados. Fatos que também foram contestados pelo Supremo Tribunal Federal. 
 
  2:01 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 18:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que apurava descontos irregulares de aposentados e pensionistas do INSS <strong>terminou seus trabalhos sem a votação de um relatório final</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684040&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684040&o=rss"></p>

<p>As discussões da CPMI avançaram pela madrugada deste sábado (28), com a <strong>rejeição do relatório, apresentado pelo deputado Alfredo Gaspar, do PL de Alagoas, por 19 votos a 12</strong>. O texto previa o <strong>indiciamento de 216 pessoas</strong>, incluindo ex-dirigentes do INSS, ex-ministros, parlamentares e dirigentes de entidades associativas. </p>

<p>A base governista tentou aprovar um relatório alternativo, <strong>com indiciamento de 130 pessoas, mostrando que as fraudes foram perpetuadas durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro</strong>.</p>

<p>Mas o presidente da CPMI, o senador Carlos Viana, do Podemos, de Minas Gerais, negou a indicação de um novo relator, conforme previa o regimento, e decidiu finalizar os trabalhos da Comissão.</p>

<p>Parlamentares de oposição e da base do governo afirmam que vão levar os resultados de ambos os relatórios para diversas autoridades. Uma CPMI pode investigar fatos, cabendo a denúncia e a condenação aos órgãos de justiça.</p>

<p>Os últimos dias foram cercados de polêmicas envolvendo a prorrogação da CPMI. O presidente da Comissão foi ao STF pedir a ampliação dos trabalhos, já que não conseguia que o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, adotasse a medida.</p>

<p>Em um primeiro momento, o ministro do STF André Mendonça concedeu liminar pela prorrogação dos trabalhos, alegando direito da minoria parlamentar. Mas a decisão foi derrubada pelo plenário do Supremo, nessa quinta-feira (26), por 8 votos a 2. </p>

<p><strong>A CPMI funcionou durante seis meses, colhendo diversos depoimentos e quebrando sigilos de diversos investigados.</strong> Fatos que também foram contestados pelo Supremo Tribunal Federal. <br>
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<title>Bancada governista apresentará relatório alternativo à CPMI do INSS</title>
<link>https://apareceu.com/bancada-governista-apresentara-relatorio-alternativo-a-cpmi-do-inss</link>
<guid>https://apareceu.com/bancada-governista-apresentara-relatorio-alternativo-a-cpmi-do-inss</guid>
<description><![CDATA[ A bancada governista apresentará um relatório alternativo à CPMI do INSS. A proposta sugere indiciar o ex-presidente Jair Bolsonaro como comandante de uma suposta organização criminosa que fraudou descontos associativos do instituto.

O deputado Paulo Pimenta, do PT do Rio Grande do Sul, afirmou que as mudanças realizadas pelo governo do ex-presidente permitiram que entidades associativas fraudassem os descontos de benefícios do INSS.


“Jair Bolsonaro é o cérebro desta organização criminosa, e nós vamos propor o indiciamento dele por organização criminosa, vamos propor por improbidade administrativa e também por furto qualificado de idosos. Nós não temos dúvida, a partir de tudo aquilo que foi investigado: Jair Messias Bolsonaro é o chefe do esquema criminoso que roubou bilhões de reais dos aposentados e aposentadas. Dinheiro roubado pelo governo Bolsonaro e devolvido para os aposentados e aposentadas pelo governo do presidente Lula.”


Segundo Pimenta, recursos das fraudes foram usados para as campanhas eleitorais de Jair Bolsonaro, do ex-ministro Onyx Lorenzoni e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. A reportagem aguarda retorno das defesas desses acusados.

O relatório alternativo ainda vai propor o indiciamento de mais 130 agentes públicos e privados envolvidos nas fraudes. Ex-ministros, políticos, servidores do INSS, dirigentes de associações e assessores estão entre eles.

Para os governistas, o relatório apresentado por Alfredo Gaspar, do PL de Alagoas, não tem maioria de votos da comissão. Segundo eles, cabe ao presidente da CPMI, após possível derrota do texto oficial, colocar em votação o relatório alternativo proposto pelos parlamentares aliados ao governo.
  1:58 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 18:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A bancada governista apresentará um relatório alternativo à CPMI do INSS. A proposta sugere indiciar o ex-presidente Jair Bolsonaro como comandante de uma suposta organização criminosa que fraudou descontos associativos do instituto.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684018&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684018&o=rss"></p>

<p>O deputado <strong>Paulo Pimenta</strong>, do PT do Rio Grande do Sul, afirmou que as mudanças realizadas pelo governo do ex-presidente permitiram que entidades associativas fraudassem os descontos de benefícios do INSS.</p>

<blockquote>
<p>“Jair Bolsonaro é o cérebro desta organização criminosa, e nós vamos propor o indiciamento dele por organização criminosa, vamos propor por improbidade administrativa e também por furto qualificado de idosos. Nós não temos dúvida, a partir de tudo aquilo que foi investigado: Jair Messias Bolsonaro é o chefe do esquema criminoso que roubou bilhões de reais dos aposentados e aposentadas. Dinheiro roubado pelo governo Bolsonaro e devolvido para os aposentados e aposentadas pelo governo do presidente Lula.”</p>
</blockquote>

<p>Segundo Pimenta, recursos das fraudes foram usados para as campanhas eleitorais de Jair Bolsonaro, do ex-ministro Onyx Lorenzoni e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. A reportagem aguarda retorno das defesas desses acusados.</p>

<p><strong>O relatório alternativo ainda vai propor o indiciamento de mais 130 agentes públicos e privados envolvidos nas fraudes.</strong> Ex-ministros, políticos, servidores do INSS, dirigentes de associações e assessores estão entre eles.</p>

<p><strong>Para os governistas, o relatório apresentado por Alfredo Gaspar, do PL de Alagoas, não tem maioria de votos da comissão.</strong> Segundo eles, cabe ao presidente da CPMI, após possível derrota do texto oficial, colocar em votação o relatório alternativo proposto pelos parlamentares aliados ao governo.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">1:58</span>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Governo estuda medidas para evitar paralisações de caminhoneiros</title>
<link>https://apareceu.com/governo-estuda-medidas-para-evitar-paralisacoes-de-caminhoneiros</link>
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<description><![CDATA[ O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou nesta terça-feira (24) que o governo estuda novas medidas para evitar futuras paralisações de caminhoneiros.

Ele falou sobre o tema durante participação no programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Renan Filho não descarta alterações na Lei do Caminhoneiro, que exige descanso de 11 horas a cada 24 horas trabalhadas pelos motoristas.

&quot;Os caminhoneiros tinham um nível de planejamento antigamente, e agora eles foram obrigados a parar mais na viagem. O Congresso votou uma lei e o Supremo tornou parte da lei inconstitucional. Isso obrigou a viagem do caminhoneiro a ter mais paradas&quot;.

▶️ Ouça mais: Caminhoneiros desistem de greve e negociam com governo

Entre as propostas, está a maior flexibilidade quanto aos locais de parada e de descanso dos motoristas.


&quot;Cria um modelo que estabeleça alguns parâmetros que permita um planejamento maior. Porque obviamente que a parada também é importante porque o descanso é importante, Ele garante segurança, o sono do caminhoneiro. Mas você não pode obrigar o caminhoneiro a parar, depois de ter feito dois dias de viagem ou três, a uma hora e meia de casa&quot;.


Renan Filho detalhou também as novas regras que apertam a fiscalização do frete mínimo.

&quot;Uma coisa é você contratar o frete abaixo do preço mínimo uma vez. Você vai receber um alerta. Da segunda vez, outro nível de alerta mais forte. A terceira vez, um outro. Se o sujeito reincidir muito, transformar essa prática numa maneira de oprimir o caminhoneiro, vai ter o registro dele cancelado&quot;.

Essas regras fazem parte de duas resoluções sobre transporte rodoviário de cargas no país.

As medidas serão publicadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ainda nesta semana.
  1:48 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 03:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou nesta terça-feira (24) que o <strong>governo estuda novas medidas para evitar futuras paralisações de caminhoneiros</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683312&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683312&o=rss"></p>

<p>Ele falou sobre o tema durante participação no programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>.</p>

<p>Renan Filho não descarta alterações na Lei do Caminhoneiro, que exige descanso de 11 horas a cada 24 horas trabalhadas pelos motoristas.</p>

<p>"Os caminhoneiros tinham um nível de planejamento antigamente, e agora eles foram obrigados a parar mais na viagem. O Congresso votou uma lei e o Supremo tornou parte da lei inconstitucional. Isso obrigou a viagem do caminhoneiro a ter mais paradas".</p>

<h3><strong>▶️ Ouça mais: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/geral/audio/2026-03/caminhoneiros-desistem-de-greve-e-negociam-com-governo" target="_blank">Caminhoneiros desistem de greve e negociam com governo</a></strong></h3>

<p>Entre as propostas, está a <strong>maior flexibilidade quanto aos locais de parada e de descanso</strong> dos motoristas.</p>

<blockquote>
<p>"Cria um modelo que estabeleça alguns parâmetros que permita um planejamento maior. Porque obviamente que a parada também é importante porque o descanso é importante, Ele garante segurança, o sono do caminhoneiro. Mas você não pode obrigar o caminhoneiro a parar, depois de ter feito dois dias de viagem ou três, a uma hora e meia de casa".</p>
</blockquote>

<p>Renan Filho detalhou também as novas regras que apertam a<strong> fiscalização do frete mínimo</strong>.</p>

<p>"Uma coisa é você contratar o frete abaixo do preço mínimo uma vez. Você vai receber um alerta. Da segunda vez, outro nível de alerta mais forte. A terceira vez, um outro. Se o sujeito reincidir muito, transformar essa prática numa maneira de oprimir o caminhoneiro, vai ter o registro dele cancelado".</p>

<p>Essas regras fazem parte de duas resoluções sobre transporte rodoviário de cargas no país.</p>

<p>As medidas serão publicadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ainda nesta semana.</p>
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<title>Senado Federal aprova projeto de lei que criminaliza a misoginia</title>
<link>https://apareceu.com/senado-federal-aprova-projeto-de-lei-que-criminaliza-amisoginia</link>
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<description><![CDATA[ O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira, o projeto de lei que criminaliza a misoginia, que é o ódio ou aversão às mulheres. A proposta insere o delito entre os crimes de preconceito e discriminação previstos na Lei do Racismo.

O texto define a misoginia como conduta baseada na crença da supremacia do gênero masculino. Como forma de combater essa violência, o projeto prevê penas de 2 a 5 anos de prisão nestes casos.

A senadora Ana Paula Lobato, do PSB do Maranhão, autora da matéria, denunciou as agressões e ameaças que recebeu na internet por defender a proposta.

A relatora do projeto, a senadora Soraya Tronicke, do Podemos do Mato Grosso do Sul, reforçou o crescimento do número de feminicídios no país, necessitando criminalizar a misoginia.

A oposição defendia que a proposta fosse alterada, para permitir que não fosse punido autores de crimes de misoginia em caso de “liberdade de expressão” ou até por motivos religiosos. Mas as alterações foram rejeitadas pelo plenário do Senado.

O texto agora segue para discussão da Câmara dos Deputados.
  2:26 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 03:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira, o projeto de lei que criminaliza a misoginia, que é o ódio ou aversão às mulheres. A proposta insere o delito entre os crimes de preconceito e discriminação previstos na Lei do Racismo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683441&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683441&o=rss"></p>

<p>O texto define a misoginia como conduta baseada na crença da supremacia do gênero masculino. Como forma de combater essa violência, o projeto prevê penas de 2 a 5 anos de prisão nestes casos.</p>

<p>A senadora Ana Paula Lobato, do PSB do Maranhão, autora da matéria, denunciou as agressões e ameaças que recebeu na internet por defender a proposta.</p>

<p>A relatora do projeto, a senadora Soraya Tronicke, do Podemos do Mato Grosso do Sul, reforçou o crescimento do número de feminicídios no país, necessitando criminalizar a misoginia.</p>

<p>A oposição defendia que a proposta fosse alterada, para permitir que não fosse punido autores de crimes de misoginia em caso de “liberdade de expressão” ou até por motivos religiosos. Mas as alterações foram rejeitadas pelo plenário do Senado.</p>

<p>O texto agora segue para discussão da Câmara dos Deputados.</p>
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<title>Viva Maria discute PL de iniciativa popular Mais Mulheres na política</title>
<link>https://apareceu.com/viva-maria-discute-pl-de-iniciativa-popular-mais-mulheres-na-politica</link>
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<description><![CDATA[ Saudações cidadãs a todas as pessoas que se negam a continuar convivendo com a desigualdade de gênero no Brasil  nos mais diferentes campos da nossa construção social que, apesar dos avanços como a lei de igualdade salarial,  ainda está longe de conquistar a tão sonhada paridade entre homens e mulheres. Especialmente na representação politica e no poder. Nosso pais ocupa a 133ª posição no ranking global de representação parlamentar de mulheres

É , fácil nunca foi mas a partir de hoje com a força das mulheres de fibra e da FIBRA – Frente Internacional Brasileira , temos uma grande chance de promover uma mudança estrutural nesse cenário com mais mulheres no poder. Pra isso será lançada na tarde de hoje uma plataforma para coleta de assinaturas, em apoio ao Projeto de Lei  de Iniciativa Popular MAIS MULHERES NA POLITICA! E  quem está com a gente com mais detalhes sobre essa importante iniciativa é Ana  Maria Lorena Campos, coordenadora- geral dessa proposta! Seja muito bem-vinda à Brasília bem como ao nosso programa! 
  9:36 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Saudações cidadãs a todas as pessoas que se negam a continuar convivendo com a<strong> desigualdade de gênero no Brasil  nos mais diferentes campos da nossa construção social</strong> que, apesar dos avanços como <strong>a lei de igualdade salarial</strong>,  ainda está longe de conquistar a tão sonhada<strong> paridade entre homens e mulheres.</strong> Especialmente na representação politica e no poder. Nos<strong>so pais ocupa a 133ª posição no ranking global de representação parlamentar de mulheres</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683444&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683444&o=rss"></p>

<p>É , fácil nunca foi mas a partir de hoje com a força das mulheres de fibra e da FIBRA – Frente Internacional Brasileira , temos uma grande chance de promover uma mudança estrutural nesse cenário com mais mulheres no poder. Pra isso será lançada na tarde de hoje uma plataforma para coleta de assinaturas, em apoio ao<strong> Projeto de Lei  de Iniciativa Popular MAIS MULHERES NA POLITICA</strong>! E  quem está com a gente com mais detalhes sobre essa importante iniciativa é Ana  Maria Lorena Campos, coordenadora- geral dessa proposta! Seja muito bem-vinda à Brasília bem como ao nosso programa! </p>
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<title>Com MP do piso mínimo do frete, caminhoneiros descartam greve</title>
<link>https://apareceu.com/com-mp-do-piso-minimo-do-frete-caminhoneiros-descartam-greve</link>
<guid>https://apareceu.com/com-mp-do-piso-minimo-do-frete-caminhoneiros-descartam-greve</guid>
<description><![CDATA[ O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou nesta quarta-feira que o governo vai mobilizar a base parlamentar na Câmara dos Deputados e no Senado Federal para manter a medida provisória que endurece as regras para o cumprimento do piso mínimo do frete de cargas.

A norma foi publicada na última quinta-feira e fixa valores obrigatórios com o objetivo de garantir a viabilidade econômica da atividade dos caminhoneiros.

A declaração do ministro Guilherme Boulos ocorreu após uma reunião com representantes do setor de transportes e com o diretor-geral da ANTT, Guilherme Sampaio, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Segundo o ministro, os caminhoneiros tomaram a decisão de não fazer greve neste momento porque foram atendidos por essa medida provisória do governo, que contempla uma pauta antiga em discussão desde 2018.


“A pauta deles do piso mínimo não foi atendida. E por isso o presidente Lula definiu soltar a medida provisória para garantir o atendimento do piso mínimo do frete, que é um direito, é lei. Não é a opção de uma transportadora, de uma grande empresa pagar ou não o piso mínimo para o caminhoneiro.”


Segundo Boulos, o governo vai endurecer a fiscalização. Caso as empresas descumpram a regra do piso do frete, poderão ser punidas, inclusive, com a perda do registro de operação. O novo modelo estabelece sanções progressivas, ampliando o alcance da responsabilização, e com multas que podem atingir 10 milhões de reais.


“Nós vimos o aumento do diesel de maneira despropositada nos últimos dias por especulação de distribuidoras e postos de gasolina. Os caminhoneiros não podem pagar o preço da irresponsabilidade e da ganância dessas distribuidoras que estão aumentando o preço artificialmente [...] Já foram mais de mil operações da força-tarefa nos postos de gasolina e distribuidoras,”.


O ministro também disse que os caminhoneiros não devem pagar o preço pela omissão de governadores que recusaram a proposta do governo federal de reduzir o ICMS sobre combustíveis.

Para representantes da categoria dos caminhoneiros, o avanço nas negociações com o governo federal foi decisivo para evitar a paralisação. Eles prometeram cobrar os parlamentares em Brasília para que mantenham a medida provisória que endurece a fiscalização do piso mínimo de frete. Como explica o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos da Baixada Santista e Vale do Ribeira, Luciano Santos.


“O piso mínimo de frete é esse que traz dignidade para os caminhoneiros e que vem sendo tratado desde 2018. Ganhamos e não levamos. Agora o governo entendeu, nos abriu as portas.O piso mínimo ao ver de todos os sindicatos e de todos os caminhoneiros do Brasil autônomos é vida, salva vidas, é qualidade de vida, então a gente vai lutar por isso.&quot;


Apesar de já estar em vigor, a medida provisória precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias.
  3:27 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou nesta quarta-feira que o governo vai mobilizar a base parlamentar na Câmara dos Deputados e no Senado Federal para manter a medida provisória que endurece as regras para o cumprimento do piso mínimo do frete de cargas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683602&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683602&o=rss"></p>

<p>A norma foi publicada na última quinta-feira e fixa valores obrigatórios com o objetivo de garantir a viabilidade econômica da atividade dos caminhoneiros.</p>

<p>A declaração do ministro Guilherme Boulos ocorreu após uma reunião com representantes do setor de transportes e com o diretor-geral da ANTT, Guilherme Sampaio, no Palácio do Planalto, em Brasília.</p>

<p>Segundo o ministro, os caminhoneiros tomaram a decisão de não fazer greve neste momento porque foram atendidos por essa medida provisória do governo, que contempla uma pauta antiga em discussão desde 2018.</p>

<blockquote>
<p>“A pauta deles do piso mínimo não foi atendida. E por isso o presidente Lula definiu soltar a medida provisória para garantir o atendimento do piso mínimo do frete, que é um direito, é lei. Não é a opção de uma transportadora, de uma grande empresa pagar ou não o piso mínimo para o caminhoneiro.”</p>
</blockquote>

<p>Segundo Boulos, o governo vai endurecer a fiscalização. Caso as empresas descumpram a regra do piso do frete, poderão ser punidas, inclusive, com a perda do registro de operação. O novo modelo estabelece sanções progressivas, ampliando o alcance da responsabilização, e com multas que podem atingir 10 milhões de reais.</p>

<blockquote>
<p>“Nós vimos o aumento do diesel de maneira despropositada nos últimos dias por especulação de distribuidoras e postos de gasolina. Os caminhoneiros não podem pagar o preço da irresponsabilidade e da ganância dessas distribuidoras que estão aumentando o preço artificialmente [...] Já foram mais de mil operações da força-tarefa nos postos de gasolina e distribuidoras,”.</p>
</blockquote>

<p>O ministro também disse que os caminhoneiros não devem pagar o preço pela omissão de governadores que recusaram a proposta do governo federal de reduzir o ICMS sobre combustíveis.</p>

<p>Para representantes da categoria dos caminhoneiros, o avanço nas negociações com o governo federal foi decisivo para evitar a paralisação. Eles prometeram cobrar os parlamentares em Brasília para que mantenham a medida provisória que endurece a fiscalização do piso mínimo de frete. Como explica o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos da Baixada Santista e Vale do Ribeira, Luciano Santos.</p>

<blockquote>
<p>“O piso mínimo de frete é esse que traz dignidade para os caminhoneiros e que vem sendo tratado desde 2018. Ganhamos e não levamos. Agora o governo entendeu, nos abriu as portas.O piso mínimo ao ver de todos os sindicatos e de todos os caminhoneiros do Brasil autônomos é vida, salva vidas, é qualidade de vida, então a gente vai lutar por isso."</p>
</blockquote>

<p>Apesar de já estar em vigor, a medida provisória precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias.</p>
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<item>
<title>Com voto de Gilmar Mendes, STF mantém prisão de Vorcaro</title>
<link>https://apareceu.com/com-voto-de-gilmar-mendes-stf-mantem-prisao-de-vorcaro</link>
<guid>https://apareceu.com/com-voto-de-gilmar-mendes-stf-mantem-prisao-de-vorcaro</guid>
<description><![CDATA[ O Supremo Tribunal Federal decidiu manter a prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro e de outros investigados no caso Banco Master. Por quatro votos a zero, a Segunda Turma confirmou a decisão do relator do processo, o ministro André Mendonça. Também vão continuar presos o empresário Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, e o escrivão aposentado da Polícia Federal Marilson Roseno da Silva. O julgamento foi realizado no plenário virtual e terminou nesta sexta-feira.

Além de Mendonça, votaram pela manutenção das prisões os ministros Luiz Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes. Já Dias Toffoli se declarou suspeito e não participou da votação. Ele alegou razões de foro íntimo para não participar de julgamentos relacionados ao caso Master. Toffoli foi um dos sócios do resort Tayayá, no Paraná, que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao Master.

Atualmente, Daniel Vorcaro está preso na carceragem da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. O banqueiro negocia o fechamento de um acordo de delação premiada com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República.
  1:10 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 12:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal decidiu manter a prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro e de outros investigados no caso Banco Master. Por quatro votos a zero, a Segunda Turma confirmou a decisão do relator do processo, o ministro André Mendonça. Também vão continuar presos o empresário Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, e o escrivão aposentado da Polícia Federal Marilson Roseno da Silva. O julgamento foi realizado no plenário virtual e terminou nesta sexta-feira.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682955&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682955&o=rss"></p>

<p>Além de Mendonça, votaram pela manutenção das prisões os ministros Luiz Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes. Já Dias Toffoli se declarou suspeito e não participou da votação. Ele alegou razões de foro íntimo para não participar de julgamentos relacionados ao caso Master. Toffoli foi um dos sócios do resort Tayayá, no Paraná, que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao Master.</p>

<p>Atualmente, Daniel Vorcaro está preso na carceragem da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. O banqueiro negocia o fechamento de um acordo de delação premiada com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República.</p>
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<item>
<title>Na Celac, Lula critica invasões dos EUA e falta de ação da ONU</title>
<link>https://apareceu.com/na-celac-lula-critica-invasoes-dos-eua-e-falta-de-acao-da-onu</link>
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<description><![CDATA[ O presidente Lula voltou a criticar neste sábado as invasões dos Estados Unidos e o Conselho de Segurança das Nações Unidas, e afirmou que as grandes potências querem ser as &quot;donas do mundo&quot;. A declaração ocorreu durante o fórum Celac-África, evento que reúne líderes latino-americanos e africanos em Bogotá:


&quot;Nós não somos mais países colonizados. Nós conquistamos soberania com a nossa independência. Nós não podemos permitir que alguém possa se intrometer e ferir a integridade territorial de cada país&quot;, disse.


O presidente também condenou o que chamou de passividade da ONU diante de conflitos internacionais:


&quot;O que nós estamos assistindo no mundo é a falta total e absoluta de funcionamento das Nações Unidas. O Conselho de Segurança da ONU e os seus membros permanentes foram criados para tentar manter a paz. E são eles que estão fazendo as guerras. E quando é que a gente vai tomar uma atitude para não permitir, sabe, que os países mais poderosos se achem donos dos países mais frágeis?&quot;, apontou.


Outro ponto abordado foi o interesse de países ricos em minerais críticos e terras raras, considerados estratégicos na economia global:


&quot;Depois de levarem tudo o que a gente tinha, agora eles querem ser donos dos minerais críticos e das terras raras que nós temos. Nós já fomos colonizados, fizemos luta pela independência, já conquistamos democracia, já perdemos democracia, agora estão querendo nos colonizar outra vez&quot;, disse.


Sem citar diretamente o presidente Donald Trump, Lula falou sobre as justificativas norte-americanas para as ações militares ao redor do mundo.


&quot;E agora se invadiu o Irã a pretexto de que o Irã estava construindo bomba nuclear. Cadê as armas químicas do Saddam Hussein? Onde elas estão? Quem as achou? Ou seja, nós não podemos viver mais num mundo de mentiras, em que as pessoas constroem o inimigo, constroem a imagem negativa do inimigo para justificar a destruição. Que mundo que nós estamos?&quot;, falou.


O presidente também comentou a situação política em países como Venezuela e Cuba.


&quot;O que fizeram com a Venezuela, o que tentaram... isso é democrático? Em que parágrafo, em que artigo da carta da ONU tá dito que um presidente de um país pode invadir o outro? Em que documento do mundo está dito isso? Nem na Bíblia! Não existe nada que permita isso acontecer. É a utilização da força e do poder para nos colonizar outra vez. Ou seja, nós não teremos chances agora que nós descobrimos que temos terras raras, que descobrimos que temos minerais críticos&quot;, completou.


O presidente Lula participa neste sábado, na Colômbia, da Celac, a cúpula de líderes latino-americanos e caribenhos. Entre os principais temas do encontro estão o desenvolvimento econômico sustentável, combate à fome e à pobreza, mudanças climáticas, segurança alimentar e energia, além das tensões políticas na região.
  3:13 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 12:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Celac, Lula, critica, invasões, dos, EUA, falta, ação, ONU</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula voltou a criticar neste sábado as invasões dos Estados Unidos e o Conselho de Segurança das Nações Unidas, e afirmou que as grandes potências querem ser as "donas do mundo". A declaração ocorreu durante o fórum Celac-África, evento que reúne líderes latino-americanos e africanos em Bogotá:<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682990&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682990&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Nós não somos mais países colonizados. Nós conquistamos soberania com a nossa independência. Nós não podemos permitir que alguém possa se intrometer e ferir a integridade territorial de cada país", disse.</p>
</blockquote>

<p>O presidente também condenou o que chamou de passividade da ONU diante de conflitos internacionais:</p>

<blockquote>
<p>"O que nós estamos assistindo no mundo é a falta total e absoluta de funcionamento das Nações Unidas. O Conselho de Segurança da ONU e os seus membros permanentes foram criados para tentar manter a paz. E são eles que estão fazendo as guerras. E quando é que a gente vai tomar uma atitude para não permitir, sabe, que os países mais poderosos se achem donos dos países mais frágeis?", apontou.</p>
</blockquote>

<p>Outro ponto abordado foi o interesse de países ricos em minerais críticos e terras raras, considerados estratégicos na economia global:</p>

<blockquote>
<p>"Depois de levarem tudo o que a gente tinha, agora eles querem ser donos dos minerais críticos e das terras raras que nós temos. Nós já fomos colonizados, fizemos luta pela independência, já conquistamos democracia, já perdemos democracia, agora estão querendo nos colonizar outra vez", disse.</p>
</blockquote>

<p>Sem citar diretamente o presidente Donald Trump, Lula falou sobre as justificativas norte-americanas para as ações militares ao redor do mundo.</p>

<blockquote>
<p>"E agora se invadiu o Irã a pretexto de que o Irã estava construindo bomba nuclear. Cadê as armas químicas do Saddam Hussein? Onde elas estão? Quem as achou? Ou seja, nós não podemos viver mais num mundo de mentiras, em que as pessoas constroem o inimigo, constroem a imagem negativa do inimigo para justificar a destruição. Que mundo que nós estamos?", falou.</p>
</blockquote>

<p>O presidente também comentou a situação política em países como Venezuela e Cuba.</p>

<blockquote>
<p>"O que fizeram com a Venezuela, o que tentaram... isso é democrático? Em que parágrafo, em que artigo da carta da ONU tá dito que um presidente de um país pode invadir o outro? Em que documento do mundo está dito isso? Nem na Bíblia! Não existe nada que permita isso acontecer. É a utilização da força e do poder para nos colonizar outra vez. Ou seja, nós não teremos chances agora que nós descobrimos que temos terras raras, que descobrimos que temos minerais críticos", completou.</p>
</blockquote>

<p>O presidente Lula participa neste sábado, na Colômbia, da Celac, a cúpula de líderes latino-americanos e caribenhos. Entre os principais temas do encontro estão o desenvolvimento econômico sustentável, combate à fome e à pobreza, mudanças climáticas, segurança alimentar e energia, além das tensões políticas na região.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">3:13</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>CPI do Crime Organizado aprova convocação de ex&#45;noiva de Vorcaro</title>
<link>https://apareceu.com/cpi-do-crime-organizado-aprova-convocacao-de-ex-noiva-de-vorcaro</link>
<guid>https://apareceu.com/cpi-do-crime-organizado-aprova-convocacao-de-ex-noiva-de-vorcaro</guid>
<description><![CDATA[ A CPI do Crime Organizado aprovou a convocação de Martha Graeff, ex-noiva de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Ela, que mora em Miami, nos Estados Unidos, entrou no radar das investigações depois do vazamento de mensagens do casal. 

Na reunião desta quarta-feira (18), foram aprovadas, ainda, a convocação do ex-governador de Mato Grosso e ex-senador Pedro Taques, que será questionado sobre irregularidades no crédito consignado no estado, e a convocação de pessoas ligadas a diversas empresas investigadas.
 
Já o pedido de convocação do presidente do PL, o Valdemar Costa Neto, foi rejeitado por seis votos a quatro. O requerimento era para que ele desse explicações sobre a doações de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, ao próprio PL e também à campanha de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas em 2022.

Habeas Corpus

Depois disso, os senadores passaram aos depoimentos. Foi ouvido o fundador da Esh Capital, Vladimir Timerman, que, segundo o requerimento, atuou por anos como denunciante das fraudes no Master. A outra oitiva, do ex-diretor do Banco Central, Paulo Sérgio Neves de Souza, foi cancelada depois que ele obteve habeas corpus do Supremo Tribunal Federal. Paulo Sérgio teria atuado como consultor informal de Daniel Vorcaro, divulgando informações sigilosas para ele.
 
Os habeas corpus foram motivo de protesto não só na CPI do Crime Organizado como na do INSS. Isso porque o depoimento desta quarta, mais uma vez foi cancelado. Seria ouvida a presidente do Crefisa, Leila Pereira.

Na reta final dos trabalhos, o presidente da CPI Mista, senador Carlos Viana, confirmou para segunda-feira o depoimento de Martha Graeff, a ex-noiva que também deverá falar à CPI do Crime Organizado.


&quot;O que ele mesmo dizia lá: &#039;depois eu te conto como foi, a reunião foi ótima, depois eu te conto como foi&#039;. Ela não é só uma namorada, ela é uma testemunha e nós queremos ouvir dela o que ela sabe em relação a esse caso.&quot;


O relatório final da CPMI, até agora, tem 5 mil páginas. Carlos Viana ainda acredita na prorrogação dos trabalhos, que se encerram no próximo dia 28. Mas, se essa prorrogação não vier, ele já pensa em uma alternativa.


&quot;A minha ideia é fazer a leitura já na terça ou na quarta-feira. Eu vou discutir isso com os líderes e dar a eles o tempo de poder analisar para quinta-feira (26) a gente votar o relatório, fazer os ajustes e tentar sair com a aprovação.&quot;

  2:46 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 21:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A CPI do Crime Organizado aprovou a convocação de Martha Graeff, ex-noiva de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Ela, que mora em Miami, nos Estados Unidos, entrou no radar das investigações depois do vazamento de mensagens do casal. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682420&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682420&o=rss"></p>

<p><strong>Na reunião desta quarta-feira (18), foram aprovadas, ainda, a convocação do ex-governador de Mato Grosso e ex-senador Pedro Taques,</strong> que será questionado sobre irregularidades no crédito consignado no estado, e a convocação de pessoas ligadas a diversas empresas investigadas.<br>
 <br>
Já <strong>o pedido de convocação do presidente do PL, o Valdemar Costa Neto, foi rejeitado </strong>por seis votos a quatro. O requerimento era para que ele desse explicações sobre a doações de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, ao próprio PL e também à campanha de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas em 2022.</p>

<h3><strong><em>Habeas Corpus</em></strong></h3>

<p>Depois disso, os senadores passaram aos depoimentos. Foi ouvido o fundador da Esh Capital, Vladimir Timerman, que, segundo o requerimento, atuou por anos como denunciante das fraudes no Master. <strong>A outra oitiva, do ex-diretor do Banco Central, Paulo Sérgio Neves de Souza, foi cancelada depois que ele obteve <em>habeas corpus</em> do Supremo Tribunal Federal</strong>. Paulo Sérgio teria atuado como consultor informal de Daniel Vorcaro, divulgando informações sigilosas para ele.<br>
 <br>
Os<em> habeas corpus </em>foram motivo de protesto não só na CPI do Crime Organizado como na do INSS. Isso porque o depoimento desta quarta, mais uma vez foi cancelado. Seria ouvida a presidente do Crefisa, Leila Pereira.</p>

<p>Na reta final dos trabalhos, o presidente da CPI Mista, senador Carlos Viana, confirmou para segunda-feira o depoimento de Martha Graeff, a ex-noiva que também deverá falar à CPI do Crime Organizado.</p>

<blockquote>
<p>"O que ele mesmo dizia lá: 'depois eu te conto como foi, a reunião foi ótima, depois eu te conto como foi'. Ela não é só uma namorada, ela é uma testemunha e nós queremos ouvir dela o que ela sabe em relação a esse caso."</p>
</blockquote>

<p>O relatório final da CPMI, até agora, tem 5 mil páginas. <strong>Carlos Viana ainda acredita na prorrogação dos trabalhos, que se encerram no próximo dia 28.</strong> Mas, se essa prorrogação não vier, ele já pensa em uma alternativa.</p>

<blockquote>
<p>"A minha ideia é fazer a leitura já na terça ou na quarta-feira. Eu vou discutir isso com os líderes e dar a eles o tempo de poder analisar para quinta-feira (26) a gente votar o relatório, fazer os ajustes e tentar sair com a aprovação."</p>
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<title>Dados de Vorcaro voltam ao sistema da CPI do INSS</title>
<link>https://apareceu.com/dados-de-vorcaro-voltam-ao-sistema-da-cpi-do-inss</link>
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<description><![CDATA[ Os dados do celular de Daniel Vorcaro, dono do Master, que tinham sido excluídos do sistema do Senado já estão de volta. Foram reintroduzidos pela Polícia Federal, mas sem os dados pessoais. Isso porque o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, tinha proibido a CPI Mista do INSS de ter acesso a novos dados de quebra de sigilo. Principalmente os dados pessoais. Mas os dados foram inseridos por meio do sistema de nuvem da Apple. O que acabou gerando um novo fluxo de download.

A Polícia Federal então retirou esses dados e devolveu o que ficou para o sistema da sala cofre. A CPI corre contra o tempo, falta pouco mais de uma semana para o fim dela, os trabalhos não devem ser prorrogados, apesar dos pedidos da comissão. Para ser prorrogada, o requerimento precisa ser lido em sessão do Congresso, e não vai ter sessão deliberativa até o dia 28, último dia da CPI.

Mesmo assim, as reuniões estão mantidas. Nesta quinta-feira mesmo tem para votar requerimento para ouvir o atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o ex-presidente, Roberto Campos Neto, e o pedido de compartilhamento dos dados relativos à Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, que estão na CPI do Crime Organizado. Depois vão ouvir Artur Ildefonso Azevedo, do Banco C6 consignado. Previsão de apresentação e votação do relatório final até a quinta-feira da semana que vem.

 
  1:44 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 21:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Dados, Vorcaro, voltam, sistema, CPI, INSS</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os dados do celular de Daniel Vorcaro, dono do Master, que tinham sido excluídos do sistema do Senado já estão de volta. Foram reintroduzidos pela Polícia Federal, mas sem os dados pessoais. Isso porque o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, tinha proibido a CPI Mista do INSS de ter acesso a novos dados de quebra de sigilo. Principalmente os dados pessoais. Mas os dados foram inseridos por meio do sistema de nuvem da Apple. O que acabou gerando um novo fluxo de download.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682538&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682538&o=rss"></p>

<p>A Polícia Federal então retirou esses dados e devolveu o que ficou para o sistema da sala cofre. A CPI corre contra o tempo, falta pouco mais de uma semana para o fim dela, os trabalhos não devem ser prorrogados, apesar dos pedidos da comissão. Para ser prorrogada, o requerimento precisa ser lido em sessão do Congresso, e não vai ter sessão deliberativa até o dia 28, último dia da CPI.</p>

<p>Mesmo assim, as reuniões estão mantidas. Nesta quinta-feira mesmo tem para votar requerimento para ouvir o atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o ex-presidente, Roberto Campos Neto, e o pedido de compartilhamento dos dados relativos à Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, que estão na CPI do Crime Organizado. Depois vão ouvir Artur Ildefonso Azevedo, do Banco C6 consignado. Previsão de apresentação e votação do relatório final até a quinta-feira da semana que vem.</p>

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<title>CPI Mista do INSS aprova requerimento para ouvir presidentes do BC</title>
<link>https://apareceu.com/cpi-mista-do-inss-aprova-requerimento-para-ouvir-presidentes-do-bc</link>
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<description><![CDATA[ Em plena reta final dos trabalhos, a CPI Mista do INSS aprovou requerimentos para ouvir o atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o ex-presidente do BC, Roberto Campos Neto. Também foi aprovado o pedido para que outra CPI, a do Crime Organizado, compartilhe os dados que tem sobre a quebra dos sigilos de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Master.

Os parlamentares ainda tomaram o depoimento de Artur Azevedo, do Banco C6 Consignado. O INSS identificou mais de 300 mil contratos com cobranças indevidas associada a uma espécie de “Clube de Benefícios”, com valores de até R$ 500, e proibiu a instituição de oferecer novos empréstimos consignados a aposentados e pensionistas. A suspensão deve continuar até que os valores cobrados indevidamente sejam restituídos e devidamente corrigidos. Aos parlamentares, Artur Azevedo negou as acusações.


&quot;Nunca houve venda casada ou qualquer tipo de irregularidade. Jamais cobramos tarifa de abertura de crédito ou seguro prestamista, que sabemos ser vedados pela Instrução Normativa nº 138, em seu artigo 12. Reforço: o C6 sempre atuou dentro das regras estabelecidas pelo INSS, pelo Banco Central e pela legislação brasileira. Discordamos veementemente da decisão do INSS, porque temos a convicção que não praticamos nenhuma irregularidade.&quot;


A CPI está no fim dos trabalhos. Mesmo assim, ainda terá reunião deliberativa na próxima segunda-feira (23). O grupo também pretende ouvir Martha Graeff, ex-noiva de Daniel Vorcaro. A previsão é de leitura do relatório na quarta (25), com votação na quinta-feira (26).
 
  2:01 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 21:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>CPI, Mista, INSS, aprova, requerimento, para, ouvir, presidentes</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em plena reta final dos trabalhos, a CPI Mista do INSS aprovou requerimentos para ouvir o atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o ex-presidente do BC, Roberto Campos Neto. Também foi aprovado o pedido para que outra CPI, a do Crime Organizado, compartilhe os dados que tem sobre a quebra dos sigilos de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Master.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682631&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682631&o=rss"></p>

<p>Os parlamentares ainda tomaram o depoimento de Artur Azevedo, do Banco C6 Consignado.<strong> O INSS identificou mais de 300 mil contratos com cobranças indevidas associada a uma espécie de “Clube de Benefícios”, com valores de até R$ 500, e proibiu a instituição de oferecer novos empréstimos consignados a aposentados e pensionistas.</strong> A suspensão deve continuar até que os valores cobrados indevidamente sejam restituídos e devidamente corrigidos. Aos parlamentares, Artur Azevedo negou as acusações.</p>

<blockquote>
<p>"Nunca houve venda casada ou qualquer tipo de irregularidade. Jamais cobramos tarifa de abertura de crédito ou seguro prestamista, que sabemos ser vedados pela Instrução Normativa nº 138, em seu artigo 12. Reforço: o C6 sempre atuou dentro das regras estabelecidas pelo INSS, pelo Banco Central e pela legislação brasileira. Discordamos veementemente da decisão do INSS, porque temos a convicção que não praticamos nenhuma irregularidade."</p>
</blockquote>

<p>A CPI está no fim dos trabalhos. Mesmo assim, <strong>ainda terá reunião deliberativa na próxima segunda-feira (23).</strong> O grupo também pretende ouvir Martha Graeff, ex-noiva de Daniel Vorcaro. A previsão é de leitura do relatório na quarta (25), com votação na quinta-feira (26).<br>
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<item>
<title>Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, terá que explicar emendas</title>
<link>https://apareceu.com/carlos-viana-presidente-da-cpmi-do-inss-tera-que-explicar-emendas</link>
<guid>https://apareceu.com/carlos-viana-presidente-da-cpmi-do-inss-tera-que-explicar-emendas</guid>
<description><![CDATA[ O presidente da CPI Mista do INSS, senador Carlos Viana, tem cinco dias para explicar emendas no valor de R$ 3,6 milhões à Fundação Oásis, braço social da igreja que ele frequenta: a Batista da Lagoinha. O prazo foi dado pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal.

Foram três emendas em três exercícios financeiros diferentes: em 2019, 2023 e 2025. Na decisão, o ministro Flávio Dino falou em desvio de finalidade, em relacionamento de financiamento habitual e em violação dos princípios de impessoalidade e transparência, já que as emendas Pix devem sempre ser executadas com identificação clara do parlamentar autor, do beneficiário e da finalidade, sendo proibido o direcionamento sem critérios objetivos.

Vale explicar que a Igreja Lagoinha é liderada pelo Pastor Valadão, que é ligado a Daniel Vorcaro e ao cunhado, Fabiano Zettel. O senador rebateu a acusação. Disse que as emendas são sociais, ou sejam, precisam estar ligadas a alguma fundação e que, no caso da igreja dele, não há sinais de lavagem de dinheiro. Aproveitou também para negar proximidade com Zettel.


“Está claro já que o senhor Fabiano Zettel usava o nome da Igreja Batista da Lagoinha, mas tinha um CNPJ separado, toda uma prestação de conta separado e não há qualquer contaminação com a Igreja Lagoinha matriz e que não foi identificado nenhuma ligação no trabalho. E eu volto a dizer, com muita tranquilidade, doei, das minhas emendas, para uma fundação que todos os anos gasta R$ 10 milhões em recuperar pessoas moradoras de rua, dependentes químicos e vou continuar doando”.


Ainda na decisão, Flávio Dino acrescentou que as emendas “não servem ao interesse público, mas ao interesse de manutenção do vínculo político-financeiro entre o parlamentar e as entidades investigadas.

O deputado Dorinaldo Malafaia, do PDT do Amapá, chegou a pedir a suspeição de Carlos Viana. Considerou inegável o papel da Lagoinha no caso Master e no caso INSS. O fato é que agora o Senado será notificado para que comece a contar o prazo de cinco dias estabelecido por Dino.
  2:27 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 21:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Carlos, Viana, presidente, CPMI, INSS, terá, que, explicar, emendas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da CPI Mista do INSS, <strong>senador Carlos Viana, tem cinco dias para explicar emendas no valor de R$ 3,6 milhões à Fundação Oásis, braço social da igreja que ele frequenta: a Batista da Lagoinha.</strong> O prazo foi dado pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682633&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682633&o=rss"></p>

<p>Foram três emendas em três exercícios financeiros diferentes: em 2019, 2023 e 2025. Na decisão, o <strong>ministro Flávio Dino falou em desvio de finalidade, em relacionamento de financiamento habitual e em violação dos princípios de impessoalidade e transparência, já que as emendas Pix devem sempre ser executadas com identificação clara do parlamentar autor, do beneficiário e da finalidade, sendo proibido o direcionamento sem critérios objetivos.</strong></p>

<p>Vale explicar que a Igreja Lagoinha é liderada pelo Pastor Valadão, que é ligado a Daniel Vorcaro e ao cunhado, Fabiano Zettel. O senador rebateu a acusação. Disse que as emendas são sociais, ou sejam, precisam estar ligadas a alguma fundação e que, no caso da igreja dele, não há sinais de lavagem de dinheiro. Aproveitou também para negar proximidade com Zettel.</p>

<blockquote>
<p>“Está claro já que o senhor Fabiano Zettel usava o nome da Igreja Batista da Lagoinha, mas tinha um CNPJ separado, toda uma prestação de conta separado e não há qualquer contaminação com a Igreja Lagoinha matriz e que não foi identificado nenhuma ligação no trabalho. E eu volto a dizer, com muita tranquilidade, doei, das minhas emendas, para uma fundação que todos os anos gasta R$ 10 milhões em recuperar pessoas moradoras de rua, dependentes químicos e vou continuar doando”.</p>
</blockquote>

<p>Ainda na decisão, <strong>Flávio Dino acrescentou que as emendas “não servem ao interesse público, mas ao interesse de manutenção do vínculo político-financeiro entre o parlamentar e as entidades investigadas</strong>.</p>

<p>O deputado Dorinaldo Malafaia, do PDT do Amapá, chegou a pedir a suspeição de Carlos Viana. Considerou inegável o papel da Lagoinha no caso Master e no caso INSS. O fato é que agora o Senado será notificado para que comece a contar o prazo de cinco dias estabelecido por Dino.</p>
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</item>

<item>
<title>Lula volta a pedir que governadores reduzam ICMS dos combustíveis</title>
<link>https://apareceu.com/lula-volta-a-pedir-que-governadores-reduzam-icms-dos-combustiveis</link>
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<description><![CDATA[ Enquanto governadores de todo o país analisam o pedido do governo federal para reduzir o ICMS, o presidente Lula voltou a cobrar apoio dos gestores estaduais para conter a alta nos preços do diesel.  


&quot;Nós vamos fazer todo o esforço que a gente precisa fazer e também pedir aos governadores que  poderiam fazer uma isenção do ICMS. Para não permitir o aumento, o governo federal se dispõe a devolver para eles metade da isenção que eles fizerem. Vamos fazer se eles vão fazer. Porque nós temos que fazer o sacrifício para tentar evitar que essa guerra do Irã chegue ao prato do feijão com arroz do povo brasileiro&quot;.


O pedido foi feito nesta quinta-feira (19), ao lado de ministros e autoridades, na capital paulista, durante a Caravana Federativa, evento com anúncios de investimentos e entregas do governo ao estado de São Paulo.  

Na semana passada, Lula assinou um decreto que zera os impostos federais sobre o diesel. Com isso, o Ministério da Fazenda pediu aos governadores que reduzam o imposto estadual, o ICMS. A proposta está em análise, que deve ser finalizada no dia 27 de março.  

Durante o evento, realizado na Zona Norte de São Paulo, na Expo Center Norte, o presidente voltou a atribuir a alta no óleo diesel à Guerra no Irã. Lula também criticou a atuação dos Estados Unidos e defendeu a soberania das nações.  


&quot; Eu nunca pedi para ninguém concordar com o regime do Irã. Eu mesmo não concordo. Mas a gente precisa aprender a respeitar a autodeterminação dos povos, a integridade territorial dos países. A gente não pode ter alguém achando que é o dono do mundo e levanta de manhã, &#039;eu vou tomar a Groelândia, eu vou tomar o Panamá, eu vou tomar Cuba, eu vou tomar a Venezuela&#039;. Não é possível. O mundo precisa de paz, não de guerra. Por conta desse ataque que foi feito ao Irã nós estamos com a crise do petróleo.&quot; 


Sob a temática da Guerra, Lula disse ter conversado com líderes de países-membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, para pedir que se reúnam pelo fim dos conflitos.

No campo econômico, o presidente lamentou a redução de 0,25% na Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira.  


&quot;Hoje é um dia que eu poderia estar mais feliz, mas eu estou triste. Porque eu esperava que o nosso Banco Central abaixasse os juros, pelo menos 0,5% e abaixou somente 0,25%, dizendo que é por causa da guerra. Essa guerra até no Banco Central? Não é possível! Nós estamos fazendo um sacrifício que vocês não tem ideia&quot;. 


Ainda no evento, Lula elogiou o trabalho de Fernando Haddad, que deixa o cargo de ministro da Fazenda para se candidatar nas eleições deste ano. Para o lugar dele, assume o atual secretário-executivo da pasta, Dario Durigan.
  2:58 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 21:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Lula, volta, pedir, que, governadores, reduzam, ICMS, dos, combustíveis</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto governadores de todo o país analisam o pedido do governo federal para reduzir o ICMS, o <strong>presidente Lula voltou a cobrar apoio dos gestores estaduais para conter a alta nos preços do diesel</strong>.  <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682657&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682657&o=rss"></p>

<blockquote>
<p>"Nós vamos fazer todo o esforço que a gente precisa fazer e também pedir aos governadores que  poderiam fazer uma isenção do ICMS. Para não permitir o aumento, o governo federal se dispõe a devolver para eles metade da isenção que eles fizerem. Vamos fazer se eles vão fazer. Porque nós temos que fazer o sacrifício para tentar evitar que essa guerra do Irã chegue ao prato do feijão com arroz do povo brasileiro".</p>
</blockquote>

<p>O pedido foi feito nesta quinta-feira (19), ao lado de ministros e autoridades, na capital paulista, durante a Caravana Federativa, evento com anúncios de investimentos e entregas do governo ao estado de São Paulo.  </p>

<p>Na semana passada, <strong>Lula assinou um decreto que zera os impostos federais sobre o diesel.</strong> Com isso, o <strong>Ministério da Fazenda pediu aos governadores que reduzam o imposto estadual, o ICMS</strong>. A proposta está em análise, que deve ser finalizada no dia 27 de março.  </p>

<p>Durante o evento, realizado na Zona Norte de São Paulo, na Expo Center Norte, o<strong> presidente voltou a atribuir a alta no óleo diesel à Guerra no Irã</strong>. Lula também criticou a atuação dos Estados Unidos e <strong>defendeu a soberania das nações</strong>.  </p>

<blockquote>
<p>" Eu nunca pedi para ninguém concordar com o regime do Irã. Eu mesmo não concordo. Mas a gente precisa aprender a respeitar a autodeterminação dos povos, a integridade territorial dos países. A gente não pode ter alguém achando que é o dono do mundo e levanta de manhã, 'eu vou tomar a Groelândia, eu vou tomar o Panamá, eu vou tomar Cuba, eu vou tomar a Venezuela'. Não é possível. O mundo precisa de paz, não de guerra. Por conta desse ataque que foi feito ao Irã nós estamos com a crise do petróleo." </p>
</blockquote>

<p>Sob a temática da Guerra, L<strong>ula disse ter conversado com líderes de países-membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, para pedir que se reúnam pelo fim dos conflitos</strong>.</p>

<p>No campo econômico, <strong>o presidente lamentou a redução de 0,25% na Selic</strong>, a taxa básica de juros da economia brasileira.  </p>

<blockquote>
<p>"Hoje é um dia que eu poderia estar mais feliz, mas eu estou triste. Porque eu esperava que o nosso Banco Central abaixasse os juros, pelo menos 0,5% e abaixou somente 0,25%, dizendo que é por causa da guerra. Essa guerra até no Banco Central? Não é possível! Nós estamos fazendo um sacrifício que vocês não tem ideia". </p>
</blockquote>

<p>Ainda no evento, <strong>Lula elogiou o trabalho de Fernando Haddad,</strong> que deixa o cargo de ministro da Fazenda para se candidatar nas eleições deste ano. Para o lugar dele, assume o atual secretário-executivo da pasta, Dario Durigan.</p>
  <span class="hms hms-format-m-ss">2:58</span>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Carlos Viana diz que pedido de Dino para explicar emendas é retaliação</title>
<link>https://apareceu.com/carlos-viana-diz-que-pedido-de-dino-para-explicar-emendas-e-retaliacao</link>
<guid>https://apareceu.com/carlos-viana-diz-que-pedido-de-dino-para-explicar-emendas-e-retaliacao</guid>
<description><![CDATA[ O presidente da CPI Mista do INSS, senador Carlos Viana, classificou como retaliação a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, de pedir explicações ao parlamentar sobre emendas destinadas à Igreja Lagoinha.

Segundo o senador, primeiro veio a tentativa de desqualificar as provas obtidas pela CPI, como a proibição de acesso aos dados do celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Agora, é dado esse prazo de cinco dias para que ele dê explicações sobre os recursos.


&quot;Tentam desqualificar os investigadores, eu vejo dessa forma. Vou responder, mas espero que seja uma provocação constitucional, republicana, porque se não for, está muito claro que é uma retaliação às minhas falas e vai dar mostra claramente de que o Congresso Nacional está sendo, nesse ponto, desrespeitado.&quot;


Foram três emendas em três exercícios financeiros diferentes: uma de R$ 1,5 milhão em 2019, outra de R$ 1,47 milhão em 2023 e uma última de R$ 650 mil no ano passado. Todas à Fundação Oásis, braço social da Igreja Lagoinha, que é liderada pelo pastor André Valadão, ligado à Daniel Vorcaro e ao cunhado dele, Fabiano Zettel. 

Na decisão, o ministro Flávio Dino falou em desvio de finalidade, em relacionamento de financiamento habitual e em violação dos princípios de impessoalidade e transparência.

Ouça também 🎧: Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, terá que explicar emendas
 
  1:37 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 21:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Carlos, Viana, diz, que, pedido, Dino, para, explicar, emendas, retaliação</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da CPI Mista do INSS, senador Carlos Viana, classificou como retaliação a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, de pedir explicações ao parlamentar sobre emendas destinadas à Igreja Lagoinha.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682638&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682638&o=rss"></p>

<p><strong>Segundo o senador, primeiro veio a tentativa de desqualificar as provas obtidas pela CPI</strong>, como a proibição de acesso aos dados do celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Agora, é dado esse prazo de cinco dias para que ele dê explicações sobre os recursos.</p>

<blockquote>
<p>"Tentam desqualificar os investigadores, eu vejo dessa forma. Vou responder, mas espero que seja uma provocação constitucional, republicana, porque se não for, está muito claro que é uma retaliação às minhas falas e vai dar mostra claramente de que o Congresso Nacional está sendo, nesse ponto, desrespeitado."</p>
</blockquote>

<p>Foram três emendas em três exercícios financeiros diferentes: uma de R$ 1,5 milhão em 2019, outra de R$ 1,47 milhão em 2023 e uma última de R$ 650 mil no ano passado. Todas à Fundação Oásis, braço social da Igreja Lagoinha, que é liderada pelo pastor André Valadão, ligado à Daniel Vorcaro e ao cunhado dele, Fabiano Zettel. </p>

<p>Na decisão, o ministro Flávio Dino falou em desvio de finalidade, em relacionamento de financiamento habitual e em violação dos princípios de impessoalidade e transparência.</p>

<h3><strong>Ouça também 🎧: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-03/carlos-viana-presidente-da-cpmi-do-inss-tera-que-explicar-emendas" target="_blank">Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, terá que explicar emendas</a></strong><br>
 </h3>
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<title>CPI do Crime Organizado vai recorrer de decisão de Gilmar Mendes</title>
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<description><![CDATA[ A Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado vai recorrer da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes que anulou a quebra de sigilo do Fundo de Investimento Arleen.

Nesta quinta-feira, 19, Gilmar Mendes considerou inconstitucional e ilegal a quebra de sigilo, por ter ocorrido em bloco com outras decisões da CPI, sem que houvesse análise individualizada do pedido.

O presidente da CPI, o senador Fabiano Contarato, do PT do Espírito Santo, afirmou, em nota, que as decisões do Judiciário inviabilizam e esvaziam o poder de investigação do parlamento.

A CPI do Senado investiga o vínculo do Fundo Arleen com a Reag Investimentos, instituição liquidada pelo Banco Central e que está envolvida nas fraudes financeiras do Banco Master.

O Arleen adquiriu a participação da empresa da família do ministro Dias Toffoli no resort Tayayá, no Paraná. O ministro admitiu que a transação ocorreu em 2021, antes da investigação do Master chegar ao STF.

Toffoli, que deixou a relatoria do caso Master em fevereiro, afirmou à época que desconhece o gestor do Fundo Arleen e que não mantém relação de amizade com Daniel Vorcaro, dono do Master.

Gilmar Mendes já havia suspendido a quebra de sigilo da empresa Maridt, que pertence ao ministro Dias Toffoli e aos seus irmãos, alegando que a empresa não teria relação com o objetivo da CPI do Crime Organizado.
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 21:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>CPI, Crime, Organizado, vai, recorrer, decisão, Gilmar, Mendes</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado vai recorrer da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes que anulou a quebra de sigilo do Fundo de Investimento Arleen.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682729&o=rss"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682729&o=rss"></p>

<p>Nesta quinta-feira, 19, <strong>Gilmar Mendes considerou inconstitucional e ilegal a quebra de sigilo, por ter ocorrido em bloco com outras decisões da CPI, sem que houvesse análise individualizada do pedido</strong>.</p>

<p>O presidente da CPI, <strong>o senador Fabiano Contarato, do PT do Espírito Santo, afirmou, em nota, que as decisões do Judiciário inviabilizam e esvaziam o poder de investigação do parlamento.</strong></p>

<p>A CPI do Senado investiga o vínculo do Fundo Arleen com a Reag Investimentos, instituição liquidada pelo Banco Central e que está envolvida nas fraudes financeiras do Banco Master.</p>

<p>O Arleen adquiriu a participação da empresa da família do ministro Dias Toffoli no resort Tayayá, no Paraná. O ministro admitiu que a transação ocorreu em 2021, antes da investigação do Master chegar ao STF.</p>

<p>Toffoli, que deixou a relatoria do caso Master em fevereiro, afirmou à época que desconhece o gestor do Fundo Arleen e que não mantém relação de amizade com Daniel Vorcaro, dono do Master.</p>

<p>Gilmar Mendes já havia suspendido a quebra de sigilo da empresa Maridt, que pertence ao ministro Dias Toffoli e aos seus irmãos, alegando que a empresa não teria relação com o objetivo da CPI do Crime Organizado.</p>
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