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<title>Tudo aparece primeiro aqui. &#45; : Camara</title>
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<description>Tudo aparece primeiro aqui. &#45; : Camara</description>
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<title>Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado</title>
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<description><![CDATA[ Proposta foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, Câmara, aprova, piso, salarial, 5, 5, mil, para, assistentes, sociais, texto, pode, Senado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1264641">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260415202424960-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Laura Carneiro (PSD - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro, relatora do projeto</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (<span class="termoGlossario" title="Calculado pelo IBGE, mede a inflação de famílias com rendimento mensal de um a cinco salários mínimos em 11 regiões metropolitanas e nos municípios de Goiânia e Campo Grande. É utilizado como parâmetro em negociações trabalhistas para reajustar salários." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">INPC</span>).</p>
<p>Como foi analisada em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.</p>
<p>Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e <span class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensados</span>. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.</p>
<p><strong>Justificativa</strong><br>
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.</p>
<p>Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto declara ser de interesse público injeção semestral contra o HIV</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-declara-ser-de-interesse-publico-injecao-semestral-contra-o-hiv</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-declara-ser-de-interesse-publico-injecao-semestral-contra-o-hiv</guid>
<description><![CDATA[ Objetivo é ampliar o acesso da medicação no Sistema Único de Saúde (SUS); texto está em análise na Câmara ]]></description>
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<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, declara, ser, interesse, público, injeção, semestral, contra, HIV</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1263478">
<div class="midia-creditos"><em>Pablo Valadares / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260414181817852-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Implementação do medicamento Lenacapavir no SUS como prevenção ao HIV. Dep. Duda Salabert (PDT - MG)"></div>
<div class="midia-legenda">Duda Salabert: alto custo dificulta incorporação do Lenacapavir pelo SUS</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 418/26, em análise na Câmara dos Deputados, declara ser de interesse público o medicamento Lenacapavir, indicado para a prevenção e o tratamento da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), inclusive em casos de HIV multirresistente.</p>
<p>Segundo a autora, deputada Duda Salabert (Psol-MG), o remédio injetável se destaca por permitir proteção de longa duração, com aplicação semestral.</p>
<p>A declaração de interesse público possibilita a adoção de mecanismos da <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1996/lei-9279-14-maio-1996-374644-norma-pl.html">Lei de Propriedade Industrial</a>, com o objetivo de ampliar o acesso ao remédio.</p>
<p>Na justificativa, Duda Salabert afirma que o alto custo do Lenacapavir limita sua incorporação pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>“A declaração de interesse público do Lenacapavir constitui instrumento legítimo e necessário para viabilizar a produção nacional, a importação ou a aquisição por preços compatíveis com a capacidade do SUS”, diz a parlamentar.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto, que tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, será analisado pelas comissões de Indústria, Comércio e Serviços; de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Convocada sessão do Congresso para análise do veto à redução das penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro</title>
<link>https://apareceu.com/convocada-sessao-do-congresso-para-analise-do-veto-a-reducao-das-penas-dos-condenados-pelos-atos-de-8-de-janeiro</link>
<guid>https://apareceu.com/convocada-sessao-do-congresso-para-analise-do-veto-a-reducao-das-penas-dos-condenados-pelos-atos-de-8-de-janeiro</guid>
<description><![CDATA[ A sessão está marcada para o dia 30 de abril, com item único na pauta ]]></description>
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<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 07:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Convocada, sessão, Congresso, para, análise, veto, redução, das, penas, dos, condenados, pelos, atos, janeiro</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1261935">
<div class="midia-creditos"><em>Waldemir Barreto/Agência Senado</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/55194885992-f8c5e2799d-b-768x512.jpg"></div>
<div class="midia-legenda">Presidente do Congresso, Davi Alcolumbre</div>
</div>
<p>O presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre, convocou para 30 de abril sessão do Congresso Nacional para análise do veto integral (<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/vetos/-/veto/detalhe/17969">VET 3/26</a>) ao projeto da dosimetria (PL 2162/23), que trata da redução das penas dos condenados por envolvimento nos atos do 8 de janeiro de 2023 em Brasília.</p>
<p>Na quarta-feira (8), Alcolumbre já havia esclarecido que essa é uma prerrogativa do presidente do Congresso.</p>
<p>"Eu vou exercer essa prerrogativa conferida pela Constituição. O meu desejo é o mais rápido possível nós fazermos uma sessão do Congresso Nacional para deliberarmos um assunto relevantíssimo e que carece da deliberação do Congresso, que é o veto ao projeto de lei da dosimetria", disse.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Medida provisória destina parte da arrecadação com bets para a Polícia Federal</title>
<link>https://apareceu.com/medida-provisoria-destina-parte-da-arrecadacao-com-bets-para-a-policia-federal</link>
<guid>https://apareceu.com/medida-provisoria-destina-parte-da-arrecadacao-com-bets-para-a-policia-federal</guid>
<description><![CDATA[ Em 2026, 1% do produto da arrecadação será destinado para a PF; a partir de 2028, chegará a 3% ]]></description>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 16:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Medida, provisória, destina, parte, arrecadação, com, bets, para, Polícia, Federal</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1260698">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/depositphotos-670184004-xl-768x575.jpg"></div>
<div class="midia-legenda">Dinheiro das apostas poderá custear despesas de saúde de policiais federais</div>
</div>
<p>A Medida Provisória (MP) 1348/26 muda o repasse da arrecadação federal com as chamadas <em>bets</em>. O texto destina até 3% dos recursos obtidos pelo governo com apostas de quota fixa ao Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal (Funapol).</p>
<p>Publicada em edição extra do Diário Oficial da União na segunda-feira (6), a MP cria uma transição nos repasses. Em 2026, 1% do produto da arrecadação seguirá para o fundo; em 2027, a fatia subirá para 2%; e, a partir de 2028, chegará a 3%.</p>
<p>A proposta também autoriza o governo federal a ampliar neste ano, com recursos do Tesouro Nacional, as dotações do Funapol em até R$ 200 milhões.</p>
<p>Segundo a MP, o dinheiro deverá observar as regras da legislação orçamentária e fiscal.</p>
<p>O texto altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/leicom/1997/leicomplementar-89-18-fevereiro-1997-363942-norma-pl.html">Lei Complementar 89/97</a>, que criou o Funapol, e a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2018/lei-13756-12-dezembro-2018-787435-norma-pl.html">Lei 13.756/18</a>, que instituiu o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e hoje também regulamenta repasses à segurança pública de parte da arrecadação com bets.</p>
<p><strong>Despesas com saúde</strong><br>
O plano anual de destinação de recursos do Funapol poderá financiar despesas de saúde dos servidores da Polícia Federal. Isso inclui ressarcimento de gastos comprovados, dentro dos limites fixados pelo Poder Executivo federal.</p>
<p>A medida provisória afirma que essas despesas também podem ser custeadas com recursos das apostas de quota fixa e com dotações orçamentárias do fundo. A distribuição seguirá o que determina a legislação vigente.</p>
<p><strong>Remuneração extra<br>
</strong>A MP também permite que policiais federais, rodoviários federais e penais federais recebam retribuição por atividade extraordinária.</p>
<p>A regra vale para hipóteses previstas em ato do Ministério da Justiça e Segurança Pública.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A MP 1348/26 já está em vigor, mas, para virar lei, precisa ser aprovada por uma comissão mista de deputados e senadores e pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573452-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-mps/">Conheça a tramitação de medidas provisórias</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto determina correção do saldo no FGTS pela variação da inflação</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-determina-correcao-do-saldo-no-fgts-pela-variacao-da-inflacao</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-determina-correcao-do-saldo-no-fgts-pela-variacao-da-inflacao</guid>
<description><![CDATA[ A Câmara analisa a proposta ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, determina, correção, saldo, FGTS, pela, variação, inflação</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1260147">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260303163826049-768x473.jpg" alt="Audiência Pública. Dep. Albuquerque (REPUBLICANOS-RR)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Albuquerque, autor do projeto de lei</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 842/26 exige que os depósitos nas contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) sejam corrigidos conforme a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (<span class="termoGlossario" title="Calculado pelo IBGE, mede o custo de vida de famílias com rendimento mensal de um a 40 salários mínimos em onze regiões metropolitanas. Desde 1999, é usado pelo governo com o índice oficial de inflação do País." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">IPCA</span>) e capitalizados com juros de 3% ao ano. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>A proposta altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8036-11-maio-1990-365155-publicacaooriginal-1-pl.html">Lei do FGTS</a> e estabelece a nova regra independentemente de eventual distribuição aos trabalhadores de lucros do fundo. Hoje, a norma prevê correção do FGTS com base nos parâmetros da poupança e juros de 3% ao ano.</p>
<p>“Esta proposta estabelece as bases para um FGTS moderno, sustentável e, acima de tudo, respeitoso com os direitos dos trabalhadores”, afirmou o deputado Albuquerque (Republicanos-RR), na justificativa que acompanha o texto.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto será analisado em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto autoriza porte de arma para fiscais do Procon em todo o país</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-autoriza-porte-de-arma-para-fiscais-do-procon-em-todo-o-pais</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-autoriza-porte-de-arma-para-fiscais-do-procon-em-todo-o-pais</guid>
<description><![CDATA[ 
Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Delegado Caveira, autor da proposta

O Projeto de Lei 6243/25 altera o Estatuto do Desarmamento para autorizar o porte e a posse de arma de fogo aos servidores efetivos dos órgãos de proteção e defesa do consumidor (Procon).
Atualmente, a legislação não reconhece os fiscais do Procon como categoria de risco ou segurança pública. Portanto, hoje eles não têm direito ao porte funcional e, para ter uma arma em casa (posse), precisam seguir as regras aplicadas ao cidadão comum, sem prerrogativas especiais. O projeto visa mudar esse cenário, garantindo o direito em lei federal.
O autor do projeto, deputado Delegado Caveira (PL-PA), argumenta que os fiscais realizam diligências em ambientes hostis e enfrentam situações de risco, muitas vezes atuando contra empresas ilegais ou grupos organizados, sem meios de defesa.
&quot;A legislação brasileira não contempla hoje tais servidores como categoria apta a portar arma de fogo, criando lacuna normativa que compromete a segurança desses profissionais. A iniciativa busca proteger os servidores em atividade de risco e fortalecer as ações de fiscalização&quot;, afirma o autor.
Posse e porte
A proposta libera tanto o porte (andar armado) quanto a posse (ter a arma em casa ou no trabalho).

porte: permitido aos servidores devidamente habilitados quando estiverem no exercício das atividades de fiscalização, inspeção e apuração de infrações.
posse: autorizada para armas funcionais ou particulares, desde que observados os requisitos legais.

Requisitos
A autorização para o porte não será automática. Para ter direito, o servidor deverá cumprir exigências cumulativas:

ser servidor público efetivo (concursado);
comprovar aptidão psicológica e técnica, conforme normas da Polícia Federal;
ter concluído cursos de formação e passar por reciclagens periódicas; e
não responder a processo criminal ou administrativo por infração grave.

Próximos passos
A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado e depois ser sancionada pelo presidente da República.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei ]]></description>
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<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 19:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, autoriza, porte, arma, para, fiscais, Procon, todo, país</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1259194">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260317183511953-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Delegado Caveira (PL-PA)"></div>
<div class="midia-legenda">Delegado Caveira, autor da proposta</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O Projeto de Lei 6243/25 altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2003/lei-10826-22-dezembro-2003-490580-norma-pl.html">Estatuto do Desarmamento</a> para autorizar o porte e a posse de arma de fogo aos servidores efetivos dos órgãos de proteção e defesa do consumidor (Procon).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Atualmente, a legislação não reconhece os fiscais do Procon como categoria de risco ou segurança pública. Portanto, hoje eles não têm direito ao porte funcional e, para ter uma arma em casa (posse), precisam seguir as regras aplicadas ao cidadão comum, sem prerrogativas especiais. O projeto visa mudar esse cenário, garantindo o direito em lei federal.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O autor do projeto, deputado Delegado Caveira (PL-PA), argumenta que os fiscais realizam diligências em ambientes hostis e enfrentam situações de risco, muitas vezes atuando contra empresas ilegais ou grupos organizados, sem meios de defesa.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">"A legislação brasileira não contempla hoje tais servidores como categoria apta a portar arma de fogo, criando lacuna normativa que compromete a segurança desses profissionais. A iniciativa busca proteger os servidores em atividade de risco e fortalecer as ações de fiscalização", afirma o autor.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Posse e porte<br>
</strong>A proposta libera tanto o porte (andar armado) quanto a posse (ter a arma em casa ou no trabalho).</p>
<ul>
<li>porte: permitido aos servidores devidamente habilitados quando estiverem no exercício das atividades de fiscalização, inspeção e apuração de infrações.</li>
<li>posse: autorizada para armas funcionais ou particulares, desde que observados os requisitos legais.</li>
</ul>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Requisitos<br>
</strong>A autorização para o porte não será automática. Para ter direito, o servidor deverá cumprir exigências cumulativas:</p>
<ul>
<li>ser servidor público efetivo (concursado);</li>
<li>comprovar aptidão psicológica e técnica, conforme normas da Polícia Federal;</li>
<li>ter concluído cursos de formação e passar por reciclagens periódicas; e</li>
<li>não responder a processo criminal ou administrativo por infração grave.</li>
</ul>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Próximos passos<br>
</strong>A proposta será analisada de forma <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">conclusiva</span> pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado e depois ser sancionada pelo presidente da República.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>CPMI do INSS deve acabar nesta noite, com ou sem aprovação do relatório</title>
<link>https://apareceu.com/cpmi-do-inss-deve-acabar-nesta-noite-com-ou-sem-aprovacao-do-relatorio</link>
<guid>https://apareceu.com/cpmi-do-inss-deve-acabar-nesta-noite-com-ou-sem-aprovacao-do-relatorio</guid>
<description><![CDATA[ 
Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Alfredo Gaspar lê seu relatório na CPMI

Em um dos intervalos da última reunião da CPMI do INSS, o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), informou que a votação do relatório final do deputado Alfredo Gaspar (União-AL) deve ocorrer ainda nesta noite de sexta-feira (27) ou no começo da madrugada do sábado (28). O relator está terminando a leitura e, em seguida, Viana deve conceder vista de uma hora para os parlamentares analisarem o documento e abrir espaço para o debate.
&quot;Minha vontade é de que a gente termine de hoje para amanhã, na madrugada, se for necessário, a votação do relatório e entreguemos uma solução e o fim da CPMI para todo o país. (...) vou tentar de todas as maneiras fazer um apelo aos membros da comissão de que a gente se mantenha firmes naquilo que é o nosso propósito, que é entregarmos uma investigação transparente, séria, correta ao país&quot;, disse Viana.
Ele afirmou que o relatório de Gaspar é robusto, bem detalhado, e deixa “todas as questões de indiciamento muito claras, facilita o trabalho da justiça, acompanha as investigações da Polícia Federal”.
“Seria muito ruim para o país que esse relatório fosse rejeitado e que nós não tivéssemos efetivamente uma solução para a justiça e o indiciamento das pessoas. (...) Não haverá impunidade. Seja no relatório da CPMI, seja no relatório do ministro André Mendonça, todos os envolvidos no roubo aos aposentados brasileiros estão identificados e serão levados às barras da Justiça”, acrescentou.
A reunião da CPMI começou às 9h44 desta sexta (27). De acordo com Gaspar, os indiciamentos pedidos pela CPMI “fundamentam-se na identificação de uma vasta e sofisticada estrutura criminosa voltada para fraudes sistêmicas contra aposentados e pensionistas, por meio da implementação de descontos associativos não autorizados e fraudulentos&quot;.
“As investigações revelaram um esquema profissionalizado, dividido em núcleos técnicos, administrativo, financeiro, empresarial e político, que atuava de forma coordenada para subtrair bilhões de reais do sistema previdenciário através de acordos de cooperação técnica eivados de irregularidades”, disse o relator.
Ele acrescentou que os relacionados para indiciamento devem responder por crimes, como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, estelionato majorado, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistemas de informação, fraude eletrônica, furto qualificado mediante fraude, advocacia administrativa, prevaricação, entre outros.
Entre os 216 pedidos de indiciamento no texto de Gaspar estão:
• Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS
• Maurício Camisotti, empresário, sócio do Careca
• Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master (liquidado pelo Banco Cenral)
• Fábio Luís Lula da Silva, empresário conhecido como Lulinha, filho do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva
• Ahmed Mohamad Oliveira (José Carlos Oliveira), ex-ministro do Trabalho e Previdência no governo Jair Bolsonaro
• Carlos Lupi, ex-ministro da Previdência da atual gestão
• Gorete Pereira (MDB-CE), deputada federal
• Euclydes Pettersen (Republicanos-MG), ex-deputado federal
• Weverton (PDT-MA), senador
• Alessandro Antônio Stefanutto, ex presidente do INSS
• Carlos Roberto Ferreira Lopes, presidente da Conafer
• Aristides Veras dos Santos, ex dirigente da Contag
• Marcos dos Santos Monte, apontado pela CPMI como braço tecnológico e operacional da organização criminosa
• Alan do Nascimento Santos, diretor de Relacionamento e Negócios da Dataprev,
• José Sarney Filho (Zequinha Sarney), ex deputado federal e ex-ministro
Da Agência Senado/WS ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260327141654994-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 04:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>CPMI, INSS, deve, acabar, nesta, noite, com, sem, aprovação, relatório</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1258787">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260327141654994-768x473.jpg" alt="Leitura do relatório final. Dep. Alfredo Gaspar (UNIÃO - AL)"></div>
<div class="midia-legenda">Alfredo Gaspar lê seu relatório na CPMI</div>
</div>
<p>Em um dos intervalos da última reunião da CPMI do INSS, o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), informou que a votação do relatório final do deputado Alfredo Gaspar (União-AL) deve ocorrer ainda nesta noite de sexta-feira (27) ou no começo da madrugada do sábado (28). O relator está terminando a leitura e, em seguida, Viana deve conceder vista de uma hora para os parlamentares analisarem o documento e abrir espaço para o debate.</p>
<p>"Minha vontade é de que a gente termine de hoje para amanhã, na madrugada, se for necessário, a votação do relatório e entreguemos uma solução e o fim da CPMI para todo o país. (...) vou tentar de todas as maneiras fazer um apelo aos membros da comissão de que a gente se mantenha firmes naquilo que é o nosso propósito, que é entregarmos uma investigação transparente, séria, correta ao país", disse Viana.</p>
<p>Ele afirmou que o relatório de Gaspar é robusto, bem detalhado, e deixa “todas as questões de indiciamento muito claras, facilita o trabalho da justiça, acompanha as investigações da Polícia Federal”.</p>
<p>“Seria muito ruim para o país que esse relatório fosse rejeitado e que nós não tivéssemos efetivamente uma solução para a justiça e o indiciamento das pessoas. (...) Não haverá impunidade. Seja no relatório da CPMI, seja no relatório do ministro André Mendonça, todos os envolvidos no roubo aos aposentados brasileiros estão identificados e serão levados às barras da Justiça”, acrescentou.<br>
A reunião da CPMI começou às 9h44 desta sexta (27). De acordo com Gaspar, os indiciamentos pedidos pela CPMI “fundamentam-se na identificação de uma vasta e sofisticada estrutura criminosa voltada para fraudes sistêmicas contra aposentados e pensionistas, por meio da implementação de descontos associativos não autorizados e fraudulentos".<br>
“As investigações revelaram um esquema profissionalizado, dividido em núcleos técnicos, administrativo, financeiro, empresarial e político, que atuava de forma coordenada para subtrair bilhões de reais do sistema previdenciário através de acordos de cooperação técnica eivados de irregularidades”, disse o relator.</p>
<p>Ele acrescentou que os relacionados para indiciamento devem responder por crimes, como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, estelionato majorado, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistemas de informação, fraude eletrônica, furto qualificado mediante fraude, advocacia administrativa, prevaricação, entre outros.</p>
<p>Entre os 216 pedidos de indiciamento no texto de Gaspar estão:<br>
• Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS<br>
• Maurício Camisotti, empresário, sócio do Careca<br>
• Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master (liquidado pelo Banco Cenral)<br>
• Fábio Luís Lula da Silva, empresário conhecido como Lulinha, filho do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva<br>
• Ahmed Mohamad Oliveira (José Carlos Oliveira), ex-ministro do Trabalho e Previdência no governo Jair Bolsonaro<br>
• Carlos Lupi, ex-ministro da Previdência da atual gestão<br>
• Gorete Pereira (MDB-CE), deputada federal<br>
• Euclydes Pettersen (Republicanos-MG), ex-deputado federal<br>
• Weverton (PDT-MA), senador<br>
• Alessandro Antônio Stefanutto, ex presidente do INSS<br>
• Carlos Roberto Ferreira Lopes, presidente da Conafer<br>
• Aristides Veras dos Santos, ex dirigente da Contag<br>
• Marcos dos Santos Monte, apontado pela CPMI como braço tecnológico e operacional da organização criminosa<br>
• Alan do Nascimento Santos, diretor de Relacionamento e Negócios da Dataprev,<br>
• José Sarney Filho (Zequinha Sarney), ex deputado federal e ex-ministro<br>
Da Agência Senado/WS</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto obriga empresas a informar em 5 dias úteis solução de demandas no SAC</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-obriga-empresas-a-informar-em-5-dias-uteis-solucao-de-demandas-no-sac</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-obriga-empresas-a-informar-em-5-dias-uteis-solucao-de-demandas-no-sac</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260225163155260-6-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, obriga, empresas, informar, dias, úteis, solução, demandas, SAC</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1257514">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260225163155260-6-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Amom Mandel (CIDADANIA - AM)"></div>
<div class="midia-legenda">Amom Mandel é o autor do projeto</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6651/25 obriga empresas a comunicar, em até cinco dias úteis, a resolução de demandas apresentadas aos Serviços de Atendimento ao Consumidor (SAC).</p>
<p>A proposta está em análise na Câmara dos Deputados e altera o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8078-11-setembro-1990-365086-norma-pl.html">Código de Defesa do Consumidor (CDC)</a>. O prazo valerá para dúvidas, reclamações, pedidos de informação ou cancelamentos.</p>
<p>Autor da proposta, o deputado Amom Mandel (Cidadania-AM) disse que a medida busca evitar que o consumidor seja penalizado pela ineficiência das empresas. “A demora na resolução de problemas, muitas vezes de natureza urgente, agrava os danos e viola a legítima expectativa por uma resposta célere”, afirmou.</p>
<p><strong>Resolução efetiva<br>
</strong>O projeto define que a resolução da demanda deve incluir comunicação clara, objetiva e comprovada sobre as medidas adotadas pelo fornecedor para solucionar o caso. O envio de respostas automáticas ou apenas do protocolo de atendimento não será considerado suficiente para cumprir o prazo.</p>
<p>A contagem dos cinco dias úteis só poderá ser suspensa se a empresa solicitar ao cliente documentos ou informações adicionais. O prazo voltará a correr no dia útil seguinte ao recebimento das informações solicitadas pelo fornecedor.</p>
<p>Pelo texto, o descumprimento do prazo será considerado ineficiência do serviço. A empresa ficará sujeita às sanções administrativas previstas na legislação, como multas aplicadas por órgãos de defesa do consumidor.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto será analisado, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova proposta para garantir acesso de mulher do campo a ações contra o câncer</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-proposta-para-garantir-acesso-de-mulher-do-campo-a-acoes-contra-o-cancer</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-proposta-para-garantir-acesso-de-mulher-do-campo-a-acoes-contra-o-cancer</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318113539302-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 07:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, proposta, para, garantir, acesso, mulher, campo, ações, contra, câncer</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1255872">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318113539302-768x473.jpg" alt="Homenagem à Campanha da Fraternidade 2026, com o tema “Fraternidade e Moradia”. Dep. Juliana Cardoso (PT-SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Juliana Cardoso defendeu busca ativa dessas mulheres e adaptação dos serviços de saúde às realidades locais</div>
</div>
<p>A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1032682-projeto-garante-acesso-de-mulheres-do-campo-a-acoes-de-saude-contra-canceres">Projeto de Lei 4752/23</a>, que garante a mulheres do campo, da floresta e das águas e mulheres encarceradas o acesso a ações de saúde que assegurem prevenção, detecção e tratamento dos cânceres do colo uterino, de mama e colorretal no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Pelo texto, da deputada Delegada Adriana Accorsi (PT-GO), os serviços de assistência à saúde deverão oferecer a essas mulheres amplo trabalho informativo e educativo, de modo acessível e de fácil compreensão, respeitando a linguagem e as características socioculturais dos grupos de mulheres.</p>
<p>O texto inclui a medida na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2008/lei-11664-29-abril-2008-574731-norma-pl.html">Lei 11.664/08</a>, que trata da efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento e o seguimento dos cânceres listados no SUS.</p>
<p>A lei vigente já estabelece que, para as mulheres com dificuldade de acesso às ações de saúde, em razão de barreiras sociais, geográficas e culturais, serão desenvolvidas estratégias intersetoriais específicas de busca ativa pelas redes de proteção social e de atenção básica à saúde.</p>
<p>Para a relatora, deputada Juliana Cardoso (PT-SP), é essencial adotar planejamentos específicos e ações diferenciadas para garantir que essas mulheres possam usufruir plenamente do direito à saúde.</p>
<p>"Isso envolve o fortalecimento da atenção básica, com equipes capacitadas para realizar busca ativa, levar informações acessíveis e adaptar os serviços às realidades locais. A inclusão de estratégias informativas e educativas adaptadas ao contexto sociocultural das mulheres beneficiadas é um ponto relevante e inovador", afirmou.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto ainda será analisado, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado por Câmara e Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão da Câmara analisa perdão de multas de pedágio na faixa de cobrança automática</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-da-camara-analisa-perdao-de-multas-de-pedagio-na-faixa-de-cobranca-automatica</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-da-camara-analisa-perdao-de-multas-de-pedagio-na-faixa-de-cobranca-automatica</guid>
<description><![CDATA[ 
Depositphotos

Um dos textos propõe um sistema unificado de pagamento para motoristas

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados analisa algumas propostas que podem reduzir o impacto das multas de trânsito para os motoristas. Uma delas é o Projeto de Lei 752/25, que prevê a suspensão por dois anos da aplicação de multas de pedágio na faixa de cobrança automática.
O projeto também quer perdoar as multas aplicadas no período de um ano antes de o texto virar lei. O autor da proposta, deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), reclama do alto custo dessas multas diante de um sistema que, segundo ele, não é fácil de entender.
“Se em 10 dias tu não pagares, tu vais receber uma multa de R$ 195 e mais 5 pontos na carteira. Ou seja, tu deixas de pagar R$ 10 e tomas R$ 195 de multa. Quase 2 mil por cento. É uma coisa absurda”, criticou.
O texto propõe um sistema unificado de pagamento para motoristas consultarem e pagarem seus débitos de maneira centralizada.
Radar de velocidade
Outra proposta em análise na comissão é o Projeto de Lei 6353/25, do deputado Fernando Rodolfo (PL-PE), que cria regras únicas para a instalação de radares municipais.
“Nós criamos esse projeto diante de um exemplo que nós percebemos em Caruaru, nossa cidade lá em Pernambuco, onde o número de multas de trânsito cresceu assustadoramente, chegando à cifra de R$ 12 milhões em 2024, e depois R$ 24 milhões só em 2025.”
Pela proposta, o motorista multado que recorrer de uma notificação só terá que pagar a multa após o julgamento do recurso.
Próximos passos
Se as propostas forem aprovadas pela Comissão de Viação e Transportes, elas ainda precisam ser analisadas pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
O PL 752/25, do deputado Pompeo de Mattos, tramita em caráter conclusivo, e não precisará passar por votação no Plenário. Já o PL 6353/25, do deputado Fernando Rodolfo, precisará ser votado no Plenário depois de passar pelas comissões.
Para virar lei, as propostas precisam ser aprovadas pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
 ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/depositphotos-112627474-xl-768x512.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 12:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, Câmara, analisa, perdão, multas, pedágio, faixa, cobrança, automática</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1254331">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/depositphotos-112627474-xl-768x512.jpg" alt="Carros parados num pedágio"></div>
<div class="midia-legenda">Um dos textos propõe um sistema unificado de pagamento para motoristas</div>
</div>
<p>A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados analisa algumas propostas que podem reduzir o impacto das multas de trânsito para os motoristas. Uma delas é o Projeto de Lei 752/25, que prevê a suspensão por dois anos da aplicação de multas de pedágio na faixa de cobrança automática.</p>
<p>O projeto também quer perdoar as multas aplicadas no período de um ano antes de o texto virar lei. O autor da proposta, deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), reclama do alto custo dessas multas diante de um sistema que, segundo ele, não é fácil de entender.</p>
<p>“Se em 10 dias tu não pagares, tu vais receber uma multa de R$ 195 e mais 5 pontos na carteira. Ou seja, tu deixas de pagar R$ 10 e tomas R$ 195 de multa. Quase 2 mil por cento. É uma coisa absurda”, criticou.</p>
<p>O texto propõe um sistema unificado de pagamento para motoristas consultarem e pagarem seus débitos de maneira centralizada.</p>
<p><strong>Radar de velocidade</strong><br>
Outra proposta em análise na comissão é o Projeto de Lei 6353/25, do deputado Fernando Rodolfo (PL-PE), que cria regras únicas para a instalação de radares municipais.</p>
<p>“Nós criamos esse projeto diante de um exemplo que nós percebemos em Caruaru, nossa cidade lá em Pernambuco, onde o número de multas de trânsito cresceu assustadoramente, chegando à cifra de R$ 12 milhões em 2024, e depois R$ 24 milhões só em 2025.”</p>
<p>Pela proposta, o motorista multado que recorrer de uma notificação só terá que pagar a multa após o julgamento do recurso.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
Se as propostas forem aprovadas pela Comissão de Viação e Transportes, elas ainda precisam ser analisadas pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>O PL 752/25, do deputado Pompeo de Mattos, tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, e não precisará passar por votação no Plenário. Já o PL 6353/25, do deputado Fernando Rodolfo, precisará ser votado no Plenário depois de passar pelas comissões.</p>
<p>Para virar lei, as propostas precisam ser aprovadas pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que limita responsabilidade civil de práticos em acidentes de navegação</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-limita-responsabilidade-civil-de-praticos-em-acidentes-de-navegacao</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-limita-responsabilidade-civil-de-praticos-em-acidentes-de-navegacao</guid>
<description><![CDATA[ Proposta segue em análise na Câmara ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20230810121126626-2-768x513.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 18:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, limita, responsabilidade, civil, práticos, acidentes, navegação</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1243940">
<div class="midia-creditos"><em>Cleia Viana / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20230810121126626-2-768x513.jpg" alt='Prêmio "Comenda Incentivadores do Esporte". Dep. Marcos TavaresPDT - RJ'></div>
<div class="midia-legenda">Texto aprovado é o substitutivo do relator, Marcos Tavares</div>
</div>
<p>A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou proposta que estabelece limites para a responsabilidade civil de práticos por danos em acidentes marítimos. O texto altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1997/lei-9537-11-dezembro-1997-349418-normaatualizada-pl.html">Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário</a>.</p>
<p>A comissão aprovou a versão do relator, deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), para o Projeto de Lei 1275/21, do deputado licenciado Carlos Bezerra (MT). O novo texto passa a prever que o profissional não responda diretamente por acidentes de navegação, mas possa sofrer ação de regresso em casos específicos, como erros ou omissões no exercício da profissão.</p>
<p>“O mais usual, nos outros países, é limitar a responsabilidade civil do prático, para que ele possa responder por danos até determinado valor, compatível com a realidade econômica da atividade e com sua capacidade de pagamento”, disse Tavares, que aproveitou os argumentos do relator que o antecedeu, deputado Carlos Chiodini (MDB-SC).</p>
<p>Pela proposta, se um erro isolado do prático for a causa determinante do acidente, quem pagou a indenização (geralmente o armador ou seguradora) poderá cobrar o ressarcimento do profissional. No entanto, esse valor será limitado a um teto a ser definido pelo Poder Executivo, somado ao preço cobrado pelo serviço de praticagem no momento do incidente.</p>
<p>O <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> também isenta as associações de praticagem de qualquer responsabilidade solidária ou subsidiária pelos danos causados por seus associados.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br>
</strong>A proposta será ainda analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova criação de política nacional de assistência jurídica às vítimas de violência</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-criacao-de-politica-nacional-de-assistencia-juridica-as-vitimas-de-violencia</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-aprova-criacao-de-politica-nacional-de-assistencia-juridica-as-vitimas-de-violencia</guid>
<description><![CDATA[ Proposta será enviada ao Senado ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260311180057370-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 02:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, criação, política, nacional, assistência, jurídica, às, vítimas, violência</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1252678">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260311180057370-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas."></div>
<div class="midia-legenda">Plenário da Câmara dos Deputados</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a política nacional de assistência jurídica obrigatória às vítimas de violência (Pnajov). A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria da deputada Soraya Santos (PL-RJ), o Projeto de Lei 6415/25 foi aprovado nesta quarta-feira (11) com <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Greyce Elias (Avante-MG).</p>
<p>Segundo o texto, a assistência engloba todos os atos processuais e extrajudiciais necessários à efetiva proteção da vítima, inclusive o seu encaminhamento a atendimento psicossocial, de saúde e de assistência social.</p>
<p>Os objetivos da política são:</p>
<ul>
<li>garantir à vítima informação clara, acessível e atualizada sobre seus direitos, sobre o andamento de inquéritos e de processos;</li>
<li>prevenir a revitimização institucional;</li>
<li>respeitar a autonomia da vontade da vítima; e</li>
<li>assegurar, quando cabível, participação ativa da vítima nos atos processuais e apuração célere, eficaz e livre de qualquer forma de discriminação.</li>
</ul>
<p>O projeto especifica que a ausência de assistência jurídica para a vítima poderá acarretar nulidade dos atos processuais praticados quando houver prejuízo, desde que devidamente comprovado e que não haja possibilidade de ratificação do ato.</p>
<p>Quanto aos atos processuais em que seja necessário ouvir a vítima de violência, o juiz deverá assegurar a sua assistência jurídica efetiva. No entanto, se isso não for possível no momento, o ato deve ser adiado por 48 horas, exceto se houver urgência fundamentada pelo juiz.</p>
<p><strong>Público-alvo</strong><br>
A Pnajov se destina às vítimas em situação de vulnerabilidade, especialmente:</p>
<ul>
<li>mulheres vítimas de violência;</li>
<li>vítimas indiretas de feminicídio, incluindo representantes legais ou assistentes em procedimentos judiciais e extrajudiciais;</li>
<li>crianças e adolescentes vítimas de violência;</li>
<li>pessoas idosas vítimas de violência, abandono ou negligência;</li>
<li>pessoas com deficiência vítimas de violência; e</li>
<li>outras vítimas de crimes ou violações de direitos cuja condição de vulnerabilidade exija assistência jurídica.</li>
</ul>
<p><strong>Órgãos envolvidos</strong><br>
Para viabilizar o acesso aos advogados, o projeto lista os órgãos por meio dos quais a assistência jurídica será prestada de forma gratuita, solidária, cooperativa ou suplementar:</p>
<ul>
<li>defensorias públicas da União, dos estados e do Distrito Federal;</li>
<li>ministérios públicos da União e dos estados, no âmbito de sua atuação de defesa da ordem jurídica;</li>
<li>Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por meio de advogados dativos cadastrados para esta finalidade;</li>
<li>núcleos de prática jurídica, escritórios-escola, clínicas de direitos humanos e programas equivalentes de cursos de Direito de instituições de ensino superior, públicas ou privadas, desde que atuem sob supervisão de profissional habilitado na OAB; e</li>
<li>entidades e programas de assistência jurídica conveniados com os entes federativos.</li>
</ul>
<p><strong>Cadastro da OAB</strong><br>
De acordo com o texto aprovado, a OAB deverá instituir o Cadastro de Advogados para Atendimento às Vítimas de Violência (CAVV), destinado à indicação de profissionais habilitados a atuar no âmbito da Pnajov.</p>
<p>Sempre que possível, o cadastro deverá indicar a experiência ou a capacitação do profissional em temas relacionados ao público-alvo.</p>
<p>Para a prestação da assistência jurídica, a OAB poderá firmar convênio com os entes federativos e poderá promover cursos de formação e de capacitação específicas para esse tipo de assistência.</p>
<p>Já os conselhos seccionais da ordem deverão publicar anualmente uma tabela social de honorários para atender às vítimas atendidas pela Pnajov, observadas a finalidade social, as particularidades regionais e locais e a complexidade dos atos inerentes à prestação da assistência jurídica.</p>
<p><strong>Fontes de recursos</strong><br>
Para pagar esses profissionais, poderão ser utilizadas as seguintes fontes de recursos:</p>
<ul>
<li>orçamento público;</li>
<li>recursos de pessoas jurídicas de direito privado, na forma de cotas de responsabilidade social vinculadas a programas de proteção às vítimas de violência por meio de convênios com a OAB e os entes federativos; e</li>
<li>outras fontes previstas em lei, inclusive fundos de acesso à Justiça e instrumentos de cooperação internacional.</li>
</ul>
<p>Para a relatora, deputada Greyce Elias, o projeto é "irrepreensível e urgente" e impede que o Estado deixe a vítima desamparada frente à complexidade do sistema de Justiça. "A solução de integrar a advocacia privada (dativa) mediante convênios com a OAB é meritória por sua capilaridade e eficiência econômica. Permite que o Estado ofereça cobertura jurídica imediata nos 'desertos de justiça' [comarcas do interior sem Defensoria instalada]", disse.</p>
<p>Segundo Greyce Elias, a política nacional realinha o ordenamento jurídico brasileiro aos padrões internacionais de direitos humanos. "Assegura que a balança da Justiça não penda apenas para um dos lados, mas mantenha o equilíbrio necessário para a proteção daquele que teve seus direitos violados", declarou.</p>
<p>O parecer da relatora sobre o projeto foi lido em Plenário pelo deputado Hildo Rocha (MDB-MA).</p>
<p><strong>Atuação da Defensoria</strong><br>
Deputados da base do governo, no entanto, criticaram o que viram como redução da ação da Defensoria Pública. Para o líder da federação Psol-Rede, deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ), o projeto inverte a previsão constitucional de a advocacia dativa (escolhida pelo juiz para defender pessoas sem recursos) ser somente suplementar à atuação da Defensoria Pública. "Na prática, é terceirizar a atuação da Defensoria", afirmou.</p>
<p>Para a deputada Erika Kokay (PT-DF), o projeto representa um ataque à Defensoria Pública. "Por que alguém vai fazer um projeto que tira poder da Defensoria? Nada que diga respeito ao enfraquecimento da Defensoria pode contar com nosso apoio. Pois ela assegura política pública e inteireza do atendimento", disse.</p>
<p>Erika Kokay também criticou a possibilidade de a OAB elaborar o cadastro de advogados, com tabela de preço de atendimento e sem possibilidade de fiscalização da contratação desses profissionais.</p>
<p>Porém, a autora do projeto, deputada Soraya Santos (PL-RJ), ressaltou que o juiz só poderá nomear algum advogado dativo se não houver defensor público para atuar. Ela disse que a vítima não tem culpa se o governador não fez concurso público para defensor. "A vítima não pode ficar desassistida, e é disso que trata este projeto."</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova criação de sistema nacional de informações sobre infância e adolescência</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-criacao-de-sistema-nacional-de-informacoes-sobre-infancia-e-adolescencia</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-criacao-de-sistema-nacional-de-informacoes-sobre-infancia-e-adolescencia</guid>
<description><![CDATA[ Proposta deve seguir para análise do Senado, a menos que haja recurso para votação do Plenário da Câmara ]]></description>
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<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 11:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, criação, sistema, nacional, informações, sobre, infância, adolescência</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1251386">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20250923174010308-768x473.jpg" alt="Deputada Maria Arraes (Solidariedade-PE) fala no Plenário da Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Maria Arraes, relatora do projeto</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria o Sistema Nacional de Informação para a Proteção Integral à Infância e à Adolescência, integrando dados de órgãos públicos, conselhos tutelares e entidades da sociedade civil.</p>
<p>Na prática, a proposta centraliza e organiza dados sobre o atendimento a crianças e adolescentes prestado por diversas entidades governamentais ou privadas. Hoje essas informações estão esparsas em diversos bancos de dados públicos.</p>
<p>O projeto ainda prevê a produção de indicadores de promoção social detalhados por município, abrangendo áreas como assistência social, educação básica e acolhimento institucional.</p>
<p>Por recomendação da relatora, deputada Maria Arraes (Solidariedade-PE), foi aprovado o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1184248-COMISSAO-APROVA-CRIACAO-DE-SISTEMA-DE-INFORMACOES-SOBRE-POLITICAS-PARA-CRIANCAS-E-ADOLESCENTES">da Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família</a> ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1158038-projeto-cria-sistema-nacional-de-informacao-para-identificar-gargalos-nas-politicas-publicas-direcionadas-a-criancas">Projeto de Lei 173/25</a>, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ),</p>
<p>O novo texto corrige um vício de iniciativa ao não criar novas competências para o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), limitando-se a explicitar o dever do órgão de zelar pelas políticas da primeira infância.</p>
<p>Maria Arraes destacou a constitucionalidade da medida após os ajustes no texto original. "O substitutivo corrige essa falha ao não ampliar as competências do Conanda. O ajuste não cria atribuição nova, apenas torna explícita a necessária observância ao <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2016/lei-13257-8-marco-2016-782483-norma-pl.html">Marco Legal da Primeira Infância</a>, ou seja, um dever que já é do órgão," destacou.</p>
<p>Por fim, o projeto estabelece que a implementação da lei deverá respeitar a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2018/lei-13709-14-agosto-2018-787077-norma-pl.html">Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais</a>, assegurando a privacidade e a segurança das informações sensíveis de crianças e adolescentes.</p>
<p>Estados e municípios poderão aderir ao sistema nacional, compatibilizando seus próprios bancos de dados às diretrizes federais.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
Como tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, o projeto segue para o Senado, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova criação de escolas cívico&#45;militares profissionalizantes</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-criacao-de-escolas-civico-militares-profissionalizantes</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-criacao-de-escolas-civico-militares-profissionalizantes</guid>
<description><![CDATA[ Proposta segue em análise na Câmara ]]></description>
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<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 18:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, criação, escolas, cívico-militares, profissionalizantes</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1251261">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260211104629040-768x473.jpeg" alt="Eleição de Vice-Presidentes. Dep. General Pazuello (PL - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">General Pazuello, relator da proposta</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1229221-proposta-institui-escolas-civico-militares-de-ensino-profissionalizante-no-sistema-publico-federal">Projeto de Lei 2205/24</a>, que institui as escolas cívico-militares de ensino profissionalizante no sistema de ensino público brasileiro.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A proposta surge em um cenário onde o modelo passa por transformações no país. Após o governo federal encerrar o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim) em 2023, diversos estados decidiram manter ou criar redes próprias. O projeto busca estabelecer uma diretriz federal permanente, focada na união entre a gestão militar e o ensino técnico voltado ao mercado de trabalho.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Pelo texto, as unidades funcionarão em tempo integral e a gestão será compartilhada: a área pedagógica ficará a cargo de educadores civis, enquanto a administração e a disciplina poderão contar com militares da reserva das Forças Armadas, policiais militares e bombeiros.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O colegiado aprovou o relatório do deputado General Pazuello (PL-RJ) favorável à proposta. Segundo ele, o modelo contribui para a defesa nacional ao formar cidadãos conscientes e qualificados para setores estratégicos.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">“O modelo cívico-militar proposto fortalece a cultura da paz e segurança dentro do ambiente escolar, promovendo a redução de violência e indisciplina, fatores essenciais para a estabilidade social e, consequentemente, para a defesa nacional”, afirmou o relator.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Currículo e gestão<br>
</strong>De autoria do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO), o projeto estabelece que o currículo seguirá as diretrizes do Ministério da Educação (MEC), acrescido de formação técnica em áreas como tecnologia da informação, automação industrial, agronegócio, energias renováveis e saúde.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A administração das escolas deverá ter diretores e coordenadores pedagógicos selecionados por mérito. Já os militares atuarão na colaboração da gestão disciplinar.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Pazuello destacou a importância dessa estrutura híbrida. “O projeto é extremamente louvável ao prever que a equipe pedagógica deverá ser selecionada por critérios de mérito e competência, cabendo aos militares da reserva das Forças Armadas ou das polícias militares e corpos de bombeiros militares colaborar na gestão disciplinar e administrativa”, disse.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Mercado de trabalho<br>
</strong>O texto aprovado também prevê incentivos para a inserção profissional dos alunos. Estudantes que concluírem os cursos técnicos terão direito a uma bolsa-incentivo por um ano.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Além disso, empresas que contratarem esses egressos poderão deduzir parte dos custos dessa bolsa do Imposto de Renda (IR).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Próximos passos<br>
</strong>O projeto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisado pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara premia cinco obras audiovisuais contra a violência doméstica</title>
<link>https://apareceu.com/camara-premia-cinco-obras-audiovisuais-contra-a-violencia-domestica</link>
<guid>https://apareceu.com/camara-premia-cinco-obras-audiovisuais-contra-a-violencia-domestica</guid>
<description><![CDATA[ Vídeos vencedores do concurso Pelo Fim da Violência contra a Mulher serão exibidos na TV Câmara a partir de domingo ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303181452949-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 03:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, premia, cinco, obras, audiovisuais, contra, violência, doméstica</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1249883">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303181452949-768x473.jpg" alt="Premiação do Concurso de Vídeo - Pelo Fim da Violência contra mulher."></div>
<div class="midia-legenda">Durante a premiação, participantes afirmaram que a violência contra a mulher é um problema cultural</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados premiou cinco obras audiovisuais, uma de cada região do país, no concurso Pelo Fim da Violência contra a Mulher. Os diretores receberam R$ 10 mil pelos direitos de exibição nos canais de comunicação da Câmara.</p>
<p>Na TV Câmara, os vídeos começam a ser exibidos no domingo (8), a partir das 8 horas.</p>
<p>Durante a premiação, participantes afirmaram que a violência contra a mulher é um problema cultural, relacionado à desvalorização das mulheres e às desigualdades de poder entre homens e mulheres.</p>
<p>Para o secretário de Comunicação Social da Câmara, deputado Marx Beltrão (PP-AL), o concurso amplia o debate sobre o tema. “É importante falar sobre o cuidado com as mulheres e o combate ao feminicídio. Hoje, cerca de quatro mulheres são assassinadas por dia no Brasil. Com a divulgação nas redes sociais, a informação chega mais rápido e ajuda a conscientizar a população. Esse também é um papel da Câmara.”</p>
<p>A diretora da Coordenação de Transmissão em Tempo Real da Câmara, Daniela Guerson, afirmou que a cultura é um espaço de mudança de mentalidade e pode contribuir para o enfrentamento da violência.</p>
<div class="image-container" data-midia="1249881">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303195452098-768x473.jpg" alt="Premiação do Concurso de Vídeo - Pelo Fim da Violência contra mulher. Região Centro-Oeste – Diretora de “Até amanhã” (2025). Patricia Alves da Silva, Goiânia/GO e Dep. Marx Beltrão (PP - AL)"></div>
<div class="midia-legenda">Patrícia Alves (Centro-Oeste) recebe o prêmio do deputado Marx Beltrão</div>
</div>
<p>A chefe de gabinete da Secretaria da Mulher, Ana Lustosa, também defendeu o papel do audiovisual. “O cinema e a televisão são linguagens democráticas, que chegam à casa das pessoas e permitem que o público se coloque no lugar das personagens. É uma forma de apresentar a violência de gênero em suas diferentes manifestações e aproximar a sociedade brasileira desse tema.”</p>
<p>O concurso é uma parceria entre a Secretaria de Comunicação Social, por meio da TV Câmara, e a Secretaria da Mulher.</p>
<p><strong>Obras premiadas</strong></p>
<ul>
<li><strong>Centro-Oeste</strong>: o curta-metragem de ficção Até Amanhã, da diretora goiana Patrícia Alves da Silva, aborda a violência psicológica.</li>
</ul>
<p>Segundo ela, o roteiro foi inspirado em experiências pessoais. “O roteiro foi baseado em vivências minhas. Usei o recurso do loop temporal para representar o ciclo da violência. A sensação era de viver sempre o mesmo dia.”</p>
<ul>
<li><strong>Norte</strong>: o documentário Marcas da Alma, do diretor tocantinense Hermes Filho Leal, apresenta depoimentos de mulheres vítimas de violência física.</li>
</ul>
<p>O filme também explica como funciona a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Lei Maria da Penha</a> e mostra instrumentos de proteção, como as delegacias especializadas de atendimento à mulher.</p>
<ul>
<li><strong>Sudeste</strong>: o filme Escola de Homens, da diretora Sara Stopazzolli, do Rio de Janeiro, retrata encontros de um grupo que participa de curso no Juizado de Violência Doméstica e Familiar de Nova Iguaçu (RJ).</li>
</ul>
<p>Esses cursos são previstos na Lei Maria da Penha para homens autores de crimes de menor potencial ofensivo.</p>
<ul>
<li><strong>Nordeste: </strong>foi premiado o filme Quem eu sou?, da diretora Lisiane Fagundes Cohen.</li>
</ul>
<p>A produção foi rodada em Salvador (BA) e aborda as consequências psicológicas da violência sexual.</p>
<ul>
<li><strong>Sul:</strong> o documentário Atrás da Porta, que reúne atrizes que encenam relatos reais de mulheres que sofreram diferentes tipos de violência, como patrimonial, psicológica e física.</li>
</ul>
<p>A produção também mostra como elas superaram a situação e as consequências dos abusos em suas vidas.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova política com foco nos direitos de idosos com autismo</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-politica-com-foco-nos-direitos-de-idosos-com-autismo</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-politica-com-foco-nos-direitos-de-idosos-com-autismo</guid>
<description><![CDATA[ O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251203183405547-768x511.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 12:02:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, política, com, foco, nos, direitos, idosos, com, autismo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1248798">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251203183405547-768x511.jpg" alt="Audiência Pública - Obras e Serviços de Engenharia com indícios de irregularidades graves. Dep. Castro Neto (PSD-PI)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Castro Neto, relator do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou projeto de lei que define medidas de assistência, apoio e acolhimento para idosos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A proposta cria a Política Nacional de Promoção dos Direitos e Atenção Integral às Pessoas Idosas com TEA.</p>
<p>O texto aprovado é o Projeto de Lei 5270/25, da deputada Duda Salabert (PDT-MG). O relator, deputado Castro Neto (PSD-PI), recomendou a aprovação do texto, que altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2003/lei-10741-1-outubro-2003-497511-norma-pl.html">Estatuto da Pessoa Idosa</a> e a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2012/lei-12764-27-dezembro-2012-774838-norma-pl.html">Lei Berenice Piana</a>, com emendas de redação.</p>
<p>Entre as medidas previstas está a adaptação de Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) e o treinamento de profissionais para lidar com as características sensoriais e cognitivas dos autistas idosos.</p>
<p><span data-path-to-node="3,1">De acordo com o projeto, a política terá como foco:</span></p>
<ul>
<li>o acesso adaptado a serviços de saúde, moradia e seguridade;</li>
<li>o combate a preconceito, capacitismo e violências contra idosos autistas;</li>
<li>a promoção de inclusão e redes de apoio familiar/comunitárias;</li>
<li>a formação humanizada de profissionais de saúde e cuidados;</li>
<li>o incentivo a pesquisas sobre envelhecimento autista;</li>
<li>comunicação acessível e ambientes sensoriais; e</li>
<li>a participação dos idosos nas decisões sobre sua vida e cuidados.</li>
</ul>
<p><strong>Invisibilidade</strong><br>
O projeto também incentiva a criação de dados estatísticos sobre o envelhecimento dessa população para orientar políticas públicas<span data-path-to-node="3,3">. </span><span data-path-to-node="3,4">Além disso, estabelece que o diagnóstico de autismo em idosos deve ser facilitado, garantindo o acesso contínuo a serviços de assistência social e moradia</span><span data-path-to-node="3,7">.</span></p>
<p data-path-to-node="4"><span data-path-to-node="4,0">Segundo o relator, a iniciativa preenche uma lacuna importante na legislação brasileira. </span><span data-path-to-node="4,1">"Ao instituir diretrizes claras para o atendimento a esse público, o projeto protege um grupo que muitas vezes enfrenta invisibilidade e barreiras no acesso a direitos fundamentais", afirmou Castro Neto</span><span data-path-to-node="4,4">.</span></p>
<p data-path-to-node="5"><span data-path-to-node="5,0"><strong data-path-to-node="5,0" data-index-in-node="0">Próximas etapas<br>
</strong>A proposta será ainda analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania</span><span data-path-to-node="5,4">. </span>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li data-path-to-node="5"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Programa Câmara pelo Brasil é inaugurado em Salvador com debate sobre trabalho por aplicativo</title>
<link>https://apareceu.com/programa-camara-pelo-brasil-e-inaugurado-em-salvador-com-debate-sobre-trabalho-por-aplicativo</link>
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<description><![CDATA[ Motoristas de aplicativos reclamaram da atuação das plataformas e questionaram projeto que aguarda votação na Câmara ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 21:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Programa, Câmara, pelo, Brasil, inaugurado, Salvador, com, debate, sobre, trabalho, por, aplicativo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1248511">
<div class="midia-creditos"><em>Divulgação </em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/leo-prates-ssa-2.jpg"></div>
<div class="midia-legenda">Leo Prates coordenou o debate em Salvador do programa Câmara pelo Brasil</div>
</div>
<p>Debate realizado em Salvador (BA) sobre a regulamentação do trabalho por aplicativo inaugurou, nesta quinta-feira (26), o programa Câmara pelo Brasil. A iniciativa do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), visa estreitar os laços da Casa com o cidadão e aproximar a atividade parlamentar das realidades regionais. O evento ocorreu na Câmara Municipal da capital baiana, sob a coordenação do deputado Leo Prates (PDT-BA).</p>
<p>“Salvador, como a primeira capital do Brasil, está pela primeira vez recebendo o projeto Câmara pelo Brasil. Eu tenho muito orgulho de ter participado – junto com o deputado Da Vitoria (PP-ES) e o deputado Hugo Motta – da gestação desse projeto", disse Leo Prates.</p>
<p>Prates também agradeceu o presidente da Câmara Municipal, vereador Carlos Muniz, por receber os deputados federais. "Muito desse projeto tem a ver com Câmara Itinerante, que é um projeto da Câmara de Salvador que roda os bairros. Então, a ideia é que o Câmara pelo Brasil rode as cidades com os principais debates da Câmara e aproxime a Câmara da população”, disse o deputado.</p>
<p><strong>Aplicativos</strong><br>
Leo Prates é vice-presidente da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1243358-RELATOR-DIZ-QUE-REGULAMENTACAO-DO-TRABALHO-POR-APLICATIVO-PODE-SER-VOTADA-EM-MARCO;-ASSISTA">Projeto de Lei 152/25</a>, sobre regulamentação dos trabalhadores por aplicativo. As estimativas mostram que existem hoje cerca de 1,7 milhão de motoristas e 500 mil entregadores que utilizam essas plataformas para trabalhar.</p>
<p>O texto foi o foco de três audiências públicas em Brasília, reunindo representantes de trabalhadores, empresas, governo e Justiça. O tema é alvo de vários questionamentos no Supremo Tribunal Federal (STF). O relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), prometeu apresentar seu texto final, em cerca de duas semanas, para votação na comissão especial. A expectativa é de votação em Plenário em março ou abril.</p>
<p>“Hoje é a terra de ninguém: os aplicativos impõem a forma que querem tratar os trabalhadores, exigem o que querem, pagam como querem. Isso acontece porque falta uma legislação que trate desse assunto. Que é exatamente o que nós estamos tentando fazer”, disse Coutinho.</p>
<p>Ele afirmou que o relatório vai buscar a garantia de direitos dos trabalhadores – como transparência de valores, seguro de acidentes ou de vida e aposentadoria – sem custos excessivos que inviabilizem os investimentos das plataformas e a geração de novos empregos.</p>
<p><strong>Reclamações</strong><br>
A audiência em Salvador registrou muitas reclamações de motoristas de aplicativos sobre a atuação das plataformas. O motorista Cláudio Sena deu um exemplo.</p>
<p>“Agora no Carnaval, a Uber cobrou de uma passageira R$ 310 no black da Barra para o aeroporto. E para o motorista aparecendo R$ 175. Eu tenho esse print lá para fazer uma publicação. Como pode um negócio desse?, questionou.</p>
<p>Alguns motoristas também se queixaram do projeto em análise na Câmara dos Deputados. O coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Motoristas de Aplicativos, deputado Daniel Agrobom (PL-GO), garantiu que está atento às reivindicações da categoria.</p>
<p>“Se não vier um relatório em que vocês, trabalhadores, sejam realmente valorizados, nós não vamos aceitar. A frente parlamentar tem um bom número de deputados: se for preciso levar isso para o Plenário, nós vamos levar. O nosso intuito é trabalhar o máximo possível para que essa regulamentação aconteça, mas que ela aconteça trazendo como ponto principal a valorização do trabalhador”, disse.</p>
<p>Além de ampliar a interlocução entre o Legislativo e a sociedade, o programa Câmara pelo Brasil busca contribuir com a formulação de políticas públicas mais eficazes, fortalecer o processo legislativo e melhorar a percepção da população sobre o trabalho parlamentar.</p>]]> </content:encoded>
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<item>
<title>Projeto dobra prazo para cobrança de dívidas de R$ 500 mil ou mais</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-dobra-prazo-para-cobranca-de-dividas-de-r-500-mil-ou-mais</link>
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<description><![CDATA[ 
Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

Amom Mandel: legislação atual protege devedor de forma irrazoável

O Projeto de Lei 6212/25, do deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), estabelece contagem em dobro do prazo da prescrição intercorrente (quando o processo fica parado por tempo demais e a cobrança perde a validade) nos processos de execução em que o valor atualizado da dívida seja de R$ 500 mil ou mais. Nesse tipo de caso, vale o dobro do prazo normal de prescrição previsto para a cobrança principal.
A proposta, que inclui a regra no Código de Processo Civil (CPC), está em análise na Câmara dos Deputados.
Segundo Mandel, a legislação atual sobre a prescrição intercorrente tem levado à extinção prematura de execuções e a uma proteção irrazoável do devedor, em especial aquelas de grande valor econômico.
Ele citou caso iniciado pelo Banco do Estado do Pará (Banpará) em 1986 contra um supermercado. O processo, com dívida atualizada de mais de R$ 12 milhões, foi extinto por ter ficado parado por mais de 14 anos. &quot;A complexidade da busca por elementos cabíveis para execução da dívida, aliada à morosidade judicial, podem resultar em decisões que lesem o credor e facilitem a inadimplência do devedor&quot;, afirmou Mandel.
A aprovação da proposta vai proteger o interesse dos credores que têm altos valores a receber, de acordo com o deputado. &quot;É passo inicial para equilibrar a celeridade processual com a real efetividade da execução, preservando a boa-fé e garantindo que o processo não se torne um incentivo à inadimplência&quot;, disse.
Próximos passos
A proposta será analisada em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa passar pela Câmara e pelo Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 06:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, dobra, prazo, para, cobrança, dívidas, 500, mil, mais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1246843">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20240813120130717-2-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Plano de combate às queimadas, à fumaça tóxica e à estiagem nos rios Amazonas. Dep. Amom Mandel (CIDADANIA-AM)"></div>
<div class="midia-legenda">Amom Mandel: legislação atual protege devedor de forma irrazoável</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6212/25, do deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), estabelece contagem em dobro do prazo da prescrição intercorrente (quando o processo fica parado por tempo demais e a cobrança perde a validade) nos processos de execução em que o valor atualizado da dívida seja de R$ 500 mil ou mais. Nesse tipo de caso, vale o dobro do prazo normal de prescrição previsto para a cobrança principal.</p>
<p>A proposta, que inclui a regra no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html">Código de Processo Civil (CPC)</a>, está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Segundo Mandel, a legislação atual sobre a prescrição intercorrente tem levado à extinção prematura de execuções e a uma proteção irrazoável do devedor, em especial aquelas de grande valor econômico.</p>
<p>Ele citou caso iniciado pelo Banco do Estado do Pará (Banpará) em 1986 contra um supermercado. O processo, com dívida atualizada de mais de R$ 12 milhões, foi extinto por ter ficado parado por mais de 14 anos. "A complexidade da busca por elementos cabíveis para execução da dívida, aliada à morosidade judicial, podem resultar em decisões que lesem o credor e facilitem a inadimplência do devedor", afirmou Mandel.</p>
<p>A aprovação da proposta vai proteger o interesse dos credores que têm altos valores a receber, de acordo com o deputado. "É passo inicial para equilibrar a celeridade processual com a real efetividade da execução, preservando a boa-fé e garantindo que o processo não se torne um incentivo à inadimplência", disse.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa passar pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Proposta aumenta penas para furto, roubo e receptação de arma de fogo</title>
<link>https://apareceu.com/proposta-aumenta-penas-para-furto-roubo-e-receptacao-de-arma-de-fogo</link>
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<description><![CDATA[ 
Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Mauricio Neves, autor da proposta

O Projeto de Lei 6310/25, do deputado Mauricio Neves (PP-SP), aumenta as penas para furto, roubo e receptação de arma de fogo, acessório ou munição. A proposta, que inclui as mudanças no Código Penal, está em análise na Câmara dos Deputados.
O aumento previsto no projeto é de 1/3 até metade da pena. Assim, com as mudanças, as penas podem chegar a seis anos nos casos de furto e receptação e 15 anos para roubo.
Neves afirmou que o desvio desse tipo de material para o mercado ilegal é um dos principais fatores de fortalecimento de organizações criminosas armadas, gerando riscos diretos à população e às forças de segurança. Estudos de instituições de segurança pública indicam que grande parte das armas usadas em homicídios e roubos qualificados ingressa no crime por meio de furtos, roubos ou receptações. &quot;Ao punir mais severamente quem desvia armas para o mercado ilegal a legislação passa a atingir um dos elos mais estratégicos da cadeia criminosa&quot;, disse.
Próximos passos
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovada por Câmara e Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei ]]></description>
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<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 15:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Proposta, aumenta, penas, para, furto, roubo, receptação, arma, fogo</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1246496">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20250924101804433-768x473.jpg" alt="Homenagem ao Hospital Amaral Carvalho. Dep. Mauricio Neves (PP - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Mauricio Neves, autor da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6310/25, do deputado Mauricio Neves (PP-SP), aumenta as penas para furto, roubo e receptação de arma de fogo, acessório ou munição. A proposta, que inclui as mudanças no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a>, está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>O aumento previsto no projeto é de 1/3 até metade da pena. Assim, com as mudanças, as penas podem chegar a seis anos nos casos de furto e receptação e 15 anos para roubo.</p>
<p>Neves afirmou que o desvio desse tipo de material para o mercado ilegal é um dos principais fatores de fortalecimento de organizações criminosas armadas, gerando riscos diretos à população e às forças de segurança. Estudos de instituições de segurança pública indicam que grande parte das armas usadas em homicídios e roubos qualificados ingressa no crime por meio de furtos, roubos ou receptações. "Ao punir mais severamente quem desvia armas para o mercado ilegal a legislação passa a atingir um dos elos mais estratégicos da cadeia criminosa", disse.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovada por Câmara e Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto aumenta pena para exploração sexual infantil em fronteiras</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-aumenta-pena-para-exploracao-sexual-infantil-em-fronteiras</link>
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<description><![CDATA[ 
Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Duda Ramos, autor da proposta

O Projeto de Lei 6986/25 aumenta a pena para o crime de favorecimento da prostituição ou exploração sexual de crianças e adolescentes quando praticado em faixas de fronteira. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
O texto altera o Código Penal para determinar que, nessas regiões, a pena atual (reclusão de 4 a 10 anos) seja aumentada pela metade.
Além disso, a proposta transfere para o Código Penal uma punição que hoje consta no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): a perda de bens e valores utilizados na prática criminosa. Esses recursos serão revertidos para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do estado onde o crime ocorreu.
Justificativa
O autor, deputado Duda Ramos (MDB-RR), argumenta que as regiões de fronteira enfrentam problemas específicos, como a fragilidade da presença do Estado e a facilidade de fuga, que favorecem a atuação de redes criminosas.
&quot;Nessas áreas, cria-se um ambiente propício para a atuação de redes criminosas que se aproveitam da vulnerabilidade social para transformar essas pessoas em desenvolvimento em mercadoria&quot;, afirma o deputado.
Próximos passos
A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à apreciação do Plenário.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei ]]></description>
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<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 17:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, aumenta, pena, para, exploração, sexual, infantil, fronteiras</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1245729">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20231121201633654-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas. Dep. Duda Ramos(MDB - RR)"></div>
<div class="midia-legenda">Duda Ramos, autor da proposta</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O Projeto de Lei 6986/25 aumenta a pena para o crime de favorecimento da prostituição ou exploração sexual de crianças e adolescentes quando praticado em faixas de fronteira. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O texto altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> para determinar que, nessas regiões, a pena atual (reclusão de 4 a 10 anos) seja aumentada pela metade.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Além disso, a proposta transfere para o Código Penal uma punição que hoje consta no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</a>: a perda de bens e valores utilizados na prática criminosa. Esses recursos serão revertidos para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do estado onde o crime ocorreu.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Justificativa<br>
</strong>O autor, deputado Duda Ramos (MDB-RR), argumenta que as regiões de fronteira enfrentam problemas específicos, como a fragilidade da presença do Estado e a facilidade de fuga, que favorecem a atuação de redes criminosas.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">"Nessas áreas, cria-se um ambiente propício para a atuação de redes criminosas que se aproveitam da vulnerabilidade social para transformar essas pessoas em desenvolvimento em mercadoria", afirma o deputado.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>A proposta será analisada de forma <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">conclusiva</span> pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à apreciação do Plenário.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova projeto que cria a Universidade Federal Indígena</title>
<link>https://apareceu.com/camara-aprova-projeto-que-cria-a-universidade-federal-indigena</link>
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<description><![CDATA[ Proposta segue para o Senado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 02:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, projeto, que, cria, Universidade, Federal, Indígena</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1244562">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260210200616459-768x474.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Célia Xakriabá (PSOL - MG)"></div>
<div class="midia-legenda">Célia Xakriabá, relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 6132/25, do Poder Executivo, que cria a Universidade Federal Indígena (Unind), em Brasília, podendo ser constituída de forma multicêntrica, com campi nas regiões do Brasil para atender as especificidades da presença dos povos indígenas no país.</p>
<p>O texto contou com parecer favorável da relatora, deputada Célia Xakriabá (Psol-MG), e será enviado ao Senado.</p>
<p>A deputada afirmou que a nova universidade propõe um modelo de conhecimento alinhado aos desafios contemporâneos do Brasil, como a garantia da justiça climática, a proteção dos biomas, a sustentabilidade dos territórios, a valorização das línguas indígenas e a produção científica interepistêmica (a várias mãos) e intercultural. "Reconhecer um espaço de educação superior construído a partir dessas epistemologias reafirma o protagonismo indígena na construção de respostas aos desafios contemporâneos, em especial à crise climática", disse.</p>
<p>Para a deputada, a criação da universidade representa um marco histórico na consolidação de uma política de Estado voltada à efetivação dos direitos educacionais, culturais, territoriais e epistêmicos (de ser levado a sério) dos povos indígenas do Brasil. "É uma reparação histórica e epistemológica ao direito dos povos indígenas a terem acesso aos espaços formais de produção, validação e circulação do conhecimento científico", afirmou Célia Xakriabá.</p>
<p>O estatuto da nova autarquia definirá sua estrutura organizacional e forma de funcionamento, observado o princípio de não separação das atividades de ensino, pesquisa e extensão.</p>
<p><strong>Finalidades</strong><br>
De acordo com o projeto, a nova universidade terá como objetivos, entre outros:</p>
<ul>
<li>ministrar ensino superior, desenvolver pesquisa nas diversas áreas do conhecimento e promover extensão universitária;</li>
<li>produzir conhecimentos científicos e técnicos necessários ao fortalecimento cultural, à gestão territorial e ambiental e à garantia dos direitos indígenas, em diálogo com sistemas de conhecimentos e saberes tradicionais;</li>
<li>valorizar e incentivar as inovações tecnológicas apropriadas aos contextos ambientais e sociais dos territórios indígenas;</li>
<li>promover a sustentabilidade socioambiental dos territórios e dos projetos societários de bem-viver dos povos indígenas; e</li>
<li>valorizar, preservar e difundir os saberes, as culturas, as histórias e as línguas dos povos indígenas do Brasil e da América Latina.</li>
</ul>
<p><strong>Imóveis da União</strong><br>
Além de outros bens, legados e direitos doados, a Unind contará com bens móveis e imóveis da União que o projeto permite doar para a instituição começar a funcionar administrativamente.</p>
<p>A autarquia contará ainda com receitas eventuais, a título de remuneração por serviços prestados compatíveis com sua finalidade; e de convênios, acordos e contratos celebrados com entidades e organismos nacionais e internacionais.</p>
<p><strong>Reitor temporário</strong><br>
O ministério nomeará o primeiro reitor e o vice-reitor com mandato temporário até que a universidade seja organizada na forma de seu estatuto. Caberá ao reitor temporário estabelecer as condições para a escolha do reitor de acordo com a legislação.</p>
<div class="image-container" data-midia="1244538">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260210201810917-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputados aprovaram o projeto na sessão do Plenário desta terça-feira</div>
</div>
<p>Dentro de 180 dias da nomeação do reitor e vice-reitor temporários, a instituição enviará ao Ministério da Educação propostas de estatuto e regimento geral.</p>
<p>Os cargos de reitor e vice-reitor serão ocupados obrigatoriamente por docentes indígenas.</p>
<p><strong>Concurso público</strong><br>
Após autorização de lei orçamentária, a instituição poderá organizar concurso público de provas e de títulos para o ingresso na carreira de professor do magistério superior e na carreira de técnico-administrativo.</p>
<p>No entanto, haverá critérios específicos que assegurem percentual mínimo de seleção de candidatos indígenas, observadas regras da Lei de Cotas (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15142-3-junho-2025-797545-norma-pl.html">Lei 15.142/25</a>).</p>
<p>A Unind poderá ainda estabelecer processos seletivos próprios, ouvidas as comunidades indígenas e consideradas as diversidades linguística e cultural.</p>
<p><strong>Debate em Plenário</strong><br>
Durante o debate sobre o projeto, o líder do PT, deputado Pedro Uczai (SC), ressaltou que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) permite a criação de universidades especializadas por campo de saber. "Permite o campo do saber da sabedoria ancestral, para fazer justiça com os povos originários e o conhecimento ancestral, cientificamente comprovado."</p>
<p>O deputado Hildo Rocha (MDB-MA) lembrou que os Estados Unidos criou sua primeira universidade indígena em 1884. "Tem 142 anos de atraso que os povos indígenas no Brasil aguardam", disse.</p>
<p>Já o deputado Tião Medeiros (PP-PR) questionou o que viu como segregação ao criar a instituição. "Por que fazer uma segregação? Por que não podem estar em uma universidade com os outros? Tem de criar uma coisa separada", criticou.</p>
<p>Essa foi a mesma argumentação do deputado Bibo Nunes (PL-RS). "Nada contra indígena, mas faça o seu curso em qualquer universidade. Universidade é para todos", defendeu.</p>
<p>O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) disse que os povos indígenas estão na sociedade brasileira, mas com sua especificidade. "Essa universidade vai valorizar um saber único, específico, com o qual nós, dito civilizados, temos muito de aprender", afirmou.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto agrava pena em caso de crime cometido por motorista de transporte privado</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-agrava-pena-em-caso-de-crime-cometido-por-motorista-de-transporte-privado</link>
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<description><![CDATA[ A Câmara dos Deputados analisa a proposta ]]></description>
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<pubDate>Sun, 08 Feb 2026 11:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, agrava, pena, caso, crime, cometido, por, motorista, transporte, privado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1243528">
<div class="midia-creditos"><em>Mario Agra / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20240709165628342-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas. Dep. Nelson Barbudo (PL-MT)"></div>
<div class="midia-legenda">Nelson Barbudo: relação que deveria ser de confiança reveste-se de vulnerabilidade</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 709/25 altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> para incluir como circunstância agravante da pena a prática de crimes sexuais e contra a vida cometidos por taxistas e por motoristas de aplicativos de transporte. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Segundo o autor, deputado Nelson Barbudo (PL-MT), o projeto constitui uma resposta principalmente aos casos de estupros de passageiros cometidos por motoristas de aplicativo noticiados pela imprensa.</p>
<p>Na avaliação do parlamentar, a relação entre passageiros e motoristas, que deveria ser de confiança, reveste-se de vulnerabilidade, especialmente no caso de mulheres e pessoas idosas.</p>
<p>“A legislação atual não prevê como agravante a condição de o agressor ser motorista de transporte privado, o que reduz a efetividade das punições e não leva em conta a vulnerabilidade da vítima no contexto do crime”, afirma o parlamentar.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto reconhece motoclubes como expressão cultural e social</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-reconhece-motoclubes-como-expressao-cultural-e-social</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-reconhece-motoclubes-como-expressao-cultural-e-social</guid>
<description><![CDATA[ 
Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Cristiane Lopes, autora do projeto de lei

O Projeto de Lei 1809/25 reconhece como de relevante interesse social e cultural as atividades realizadas por motoclubes, moto grupos, moto car clubes e outras entidades dedicadas ao motociclismo ou automobilismo como expressão cultural, de lazer e convívio social. O texto, da deputada Cristiane Lopes (União-RO), está em análise na Câmara dos Deputados.
Manifestações reconhecidas ganham prioridade ou facilidade no acesso a editais, recursos do Sistema Nacional de Cultura (SNC) e leis de incentivo, como a Lei Rouanet (Lei 8.313/91) e a Lei Aldir Blanc (Lei 14.399/22), facilitando a obtenção de verbas para sua realização e manutenção.
Segundo a proposta, o reconhecimento busca valorizar as práticas culturais relacionadas ao motociclismo e ao automobilismo como expressões legítimas da identidade social; incentivar políticas públicas voltadas à promoção de eventos de cunho social; e combater a estigmatização dos participantes desses eventos, entre outros objetivos.
Cristiane Lopes afirma que esses grupos promovem atividades de alto valor social e comunitário, como encontros beneficentes, ações de conscientização no trânsito, campanhas solidárias, passeios culturais e homenagens póstumas, que fortalecem o senso de coletividade e promovem o bem-estar social. &quot;Essa organização favorece a criação de redes de apoio, valorização de trajetórias pessoais, preservação de histórias de vida e resistência cultural&quot;, disse.
De acordo com a autora, a cultura motociclista é marcada por forte simbologia e performance coletiva, sendo reconhecida como uma &quot;tribo urbana&quot;, com seus próprios códigos de conduta, formas de pertencimento e produção de sentido.
Homenagem
A autora propõe homenagear o motociclista Antônio Rodrigues Bezerra, o Antônio Nômade, como nome da possível futura lei.
Segundo a deputada, Nômade foi um motociclista muito conhecido em Rondônia, respeitado por sua trajetória nas estradas, postura fraterna nos encontros e por representar os valores desse grupo como liberdade, união e companheirismo.
Próximos passos
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado na Câmara e no Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei ]]></description>
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<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 19:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, reconhece, motoclubes, como, expressão, cultural, social</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1243164">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20251203184552505-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Cristiane Lopes (UNIÃO - RO)"></div>
<div class="midia-legenda">Cristiane Lopes, autora do projeto de lei</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 1809/25 reconhece como de relevante interesse social e cultural as atividades realizadas por motoclubes, moto grupos, moto car clubes e outras entidades dedicadas ao motociclismo ou automobilismo como expressão cultural, de lazer e convívio social. O texto, da deputada Cristiane Lopes (União-RO), está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Manifestações reconhecidas ganham prioridade ou facilidade no acesso a editais, recursos do Sistema Nacional de Cultura (SNC) e leis de incentivo, como a Lei Rouanet (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1991/lei-8313-23-dezembro-1991-363660-norma-pl.html">Lei 8.313/91</a>) e a Lei Aldir Blanc (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2022/lei-14399-8-julho-2022-792967-norma-pl.html">Lei 14.399/22</a>), facilitando a obtenção de verbas para sua realização e manutenção.</p>
<p>Segundo a proposta, o reconhecimento busca valorizar as práticas culturais relacionadas ao motociclismo e ao automobilismo como expressões legítimas da identidade social; incentivar políticas públicas voltadas à promoção de eventos de cunho social; e combater a estigmatização dos participantes desses eventos, entre outros objetivos.</p>
<p>Cristiane Lopes afirma que esses grupos promovem atividades de alto valor social e comunitário, como encontros beneficentes, ações de conscientização no trânsito, campanhas solidárias, passeios culturais e homenagens póstumas, que fortalecem o senso de coletividade e promovem o bem-estar social. "Essa organização favorece a criação de redes de apoio, valorização de trajetórias pessoais, preservação de histórias de vida e resistência cultural", disse.</p>
<p>De acordo com a autora, a cultura motociclista é marcada por forte simbologia e performance coletiva, sendo reconhecida como uma "tribo urbana", com seus próprios códigos de conduta, formas de pertencimento e produção de sentido.</p>
<p><strong>Homenagem</strong><br>
A autora propõe homenagear o motociclista Antônio Rodrigues Bezerra, o Antônio Nômade, como nome da possível futura lei.</p>
<p>Segundo a deputada, Nômade foi um motociclista muito conhecido em Rondônia, respeitado por sua trajetória nas estradas, postura fraterna nos encontros e por representar os valores desse grupo como liberdade, união e companheirismo.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado na Câmara e no Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Gás do Povo: medida aprovada prevê instalação de biodigestores para famílias de áreas rurais</title>
<link>https://apareceu.com/gas-do-povo-medida-aprovada-preve-instalacao-de-biodigestores-para-familias-de-areas-rurais</link>
<guid>https://apareceu.com/gas-do-povo-medida-aprovada-preve-instalacao-de-biodigestores-para-familias-de-areas-rurais</guid>
<description><![CDATA[ Cozinhas solidárias e cozinhas comunitárias também poderão ser beneficiadas ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260202194957712-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Gás, Povo:, medida, aprovada, prevê, instalação, biodigestores, para, famílias, áreas, rurais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O texto aprovado da Medida Provisória 1313/25, sobre o programa Gás do Povo, cria nova modalidade de acesso direcionada a residentes em áreas rurais. Famílias dessas localidades inscritas no CadÚnico, com renda familiar mensal, por pessoa, menor ou igual a meio salário mínimo terão acesso à instalação de biodigestores e outros sistemas de baixa emissão de carbono para cozinhar alimentos.</p>
<p>A MP foi aprovada nesta segunda-feira (2) no Plenário da Câmara dos Deputados e seguirá para votação no Senado.</p>
<div class="image-container" data-midia="1241910">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260202194957712-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas."></div>
<div class="midia-legenda">Deputados aprovaram a medida provisória em sessão do Plenário</div>
</div>
<p>Segundo o texto do relator, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), as cozinhas solidárias e as cozinhas comunitárias também poderão ser beneficiadas. Junto com o equipamento, será ofertado treinamento para uso e manutenção dessas instalações.</p>
<p>Além de recursos orçamentários do Ministério de Minas e Energia e de estados ou municípios que aderirem, o Programa Nacional de Acesso ao Cozimento Limpo poderá contar com valores de petroleiras a título de cumprimento de obrigações de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação exigidas pela <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1997/lei-9478-6-agosto-1997-365401-norma-pl.html">Lei 9.478/97</a>.</p>
<p>O regulamento do programa poderá definir percentual mínimo desses investimentos, assim como prioridades regionais, mecanismos de monitoramento e verificação de resultados e valor total que pode ser comprometido com essa finalidade.</p>
<p>Outra fonte serão recursos de multas e termos de ajuste de conduta decorrentes de ilícitos ambientais.</p>
<p>Já as cozinhas solidárias poderão ser contempladas ainda com a gratuidade do botijão de gás, cujo vasilhame poderá ser de capacidade superior ao de 13 Kg.</p>
<p><strong>Área rural</strong><br>
A fim de facilitar o atendimento de beneficiários da modalidade gratuita na área rural, o texto permite regras diferenciadas para superar dificuldades logísticas e promover a redução da pobreza energética.</p>
<p>O regulamento poderá prever requisitos adicionais para credenciar revendas varejistas que atendam famílias beneficiárias localizadas nessas áreas, como necessidade de rotas periódicas e preços diferenciados e regionalizados para entrega do botijão.</p>
<p><strong>Penalidades</strong><br>
A MP 1313/25, segundo o texto de Hugo Leal, define que as seguintes práticas serão consideradas infração administrativa sujeita a penalidade:</p>
<ul>
<li>cobrança de valor dos beneficiários;</li>
<li>descumprimento da obrigação de informação ao público sobre o credenciamento; e</li>
<li>recusa em entrega o botijão ao beneficiário regularmente identificado pelo sistema do programa.</li>
</ul>
<p>Isso poderá resultar em advertência, multa, suspensão ou descredenciamento definitivo do programa após processo administrativo com ampla defesa e contraditório.</p>
<p>A advertência será para infrações leves e de primeira ocorrência. A multa, de R$ 5 mil a R$ 50 mil, será aplicável em caso de reincidência ou para infrações de média gravidade. Já a suspensão temporária será por até 180 dias.</p>
<p>As multas serão revertidas ao programa na modalidade de gratuidade.</p>
<p><strong>Gás automotivo</strong><br>
Na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1991/lei-8176-8-fevereiro-1991-363881-norma-pl.html">Lei 8.176/91</a>, que regulamenta o uso de gás de botijões, o texto aprovado proíbe seu uso apenas em adaptações clandestinas como combustível de automóveis.</p>
<p>Assim, não será mais considerado crime contra a ordem econômica utilizar o gás em motores de qualquer espécie, saunas, caldeiras e aquecimento de piscinas. Esse crime permanece apenas para uso automotivo, com pena de <span class="termoGlossario" title="Pena privativa de liberdade que se cumpre em regime aberto ou semiaberto, salvo transferência excepcional para o regime fechado. É menos severa que a reclusão e mais rigorosa que a prisão simples." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">detenção</span> de 1 a 5 anos.</p>
<p><strong>Relatórios de acompanhamento</strong><br>
Em relação à transparência, o texto aprovado prevê a publicação, pelo Poder Executivo, de relatórios dos resultados alcançados e de informações do Auxílio Gás do Povo.</p>
<p>O documento deve permitir avaliar:</p>
<ul>
<li>o alcance do auxílio;</li>
<li>a efetividade de cada uma de suas modalidades em reduzir a pobreza energética;</li>
<li>o volume de recursos;</li>
<li>a quantidade de botijões distribuídos e de biodigestores instalados; e</li>
<li>os impactos estimados na substituição de fontes poluentes e no aumento do uso de gás entre as famílias atendidas.</li>
</ul>
<div class="image-container" data-midia="1215404">
<div class="midia-creditos"><em>Ricardo Botelho/MME</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/10/gs-do-povo-768x512.jpg"></div>
<div class="midia-legenda">Alcance do Programa Gás do Povo será avaliado por meio de relatórios</div>
</div>
<p><strong>Comitê gestor</strong><br>
Novidade no programa remodelado é a criação de um comitê gestor de caráter permanente coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.</p>
<p>Esse comitê fará a governança da modalidade de gratuidade, podendo convidar representantes de órgãos e entidades, públicas ou privadas, para prestar assessoramento sobre temas específicos, conforme a conveniência e a oportunidade.</p>
<p>Segundo o texto, a composição deve contemplar participação democrática e plural com representantes dos beneficiados, dos setores público e privado e da sociedade civil.</p>
<p>Quando os estados aderirem à modalidade de gratuidade, deverão destinar ao programa valor não inferior ao percentual da sua arrecadação estimada com a tributação incidente sobre o gás de cozinha, conforme previsto no termo de adesão.</p>
<p>Já o comitê gestor deverá ampliar o número de benefícios destinados à respectiva unidade da Federação proporcionalmente aos recursos repassados.</p>
<p><strong>Selo Gás Legal</strong><br>
Para incentivar revendas e distribuidores de gás de cozinha a adotarem práticas de transparência de preços, o texto de Hugo Leal propõe a concessão do Selo Gás Legal.</p>
<p>A obtenção dependerá também de critérios como a qualidade de serviço, segurança operacional e conformidade regulatória.</p>
<p><strong>Construção de navios</strong><br>
Hugo Leal incluiu outros temas na MP. Um deles vem da <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1200372-mp-1315-25-medida-provisoria-incentiva-industria-naval">MP 1315/25</a>, que aumenta em R$ 800 milhões o limite de renúncia fiscal do governo federal para incentivar a construção de navios-tanque novos destinados à indústria petroleira.</p>
<p>O texto muda a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2024/lei-14871-28-maio-2024-795690-norma-pl.html">Lei 14.871/24</a> sobre o tema, e os recursos se aplicam ainda a embarcações de apoio marítimo para atividades de transporte de petróleo, seus derivados e derivados de gás natural.</p>
<p>Antes da MP, a renúncia total permitida era de R$ 1,6 bilhão entre 1º de janeiro de 2027 e 31 de dezembro de 2031.</p>
<p>Essa renúncia ocorre por meio do mecanismo de depreciação acelerada do navio que, como o próprio nome diz, acelera as deduções que podem ser feitas da base de cálculo do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido ([[g CSLL]]) referentes ao desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal do bem. Isso diminui o tributo a pagar.</p>
<p>A depreciação poderá ser utilizada no montante de 50% do valor do navio no ano em que entrar em serviço e de 50% no ano seguinte.</p>
<p>Esses navios deverão ser produzidos com índices mínimos de conteúdo local estipulados por ato do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). O benefício será aplicável aos navios novos comprados até 31 de dezembro de 2026 e que entrarem em operação a partir de 1º de janeiro de 2027.</p>
<p>A renúncia estimada pelo governo será de R$ 200 milhões ao ano de 2027 a 2030.</p>
<p><strong>Energia elétrica</strong><br>
Quanto à recente lei publicada sobre o marco legal do sistema elétrico (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15269-24-novembro-2025-798346-norma-pl.html">Lei 15.269/25</a>), o texto aprovado da MP prevê mudança no mecanismo de negociação concorrencial criado para resolver passivo de pequenas centrais hidrelétricas (PCH) que questionam na Justiça dívida referente ao risco hidrológico.</p>
<p>O texto aprovado permite que agentes do setor anteriormente desligados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) participem do mecanismo conduzido por essa câmara.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova obrigação de distribuidoras divulgarem arrecadação da taxa de iluminação pública</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-obrigacao-de-distribuidoras-divulgarem-arrecadacao-da-taxa-de-iluminacao-publica</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-obrigacao-de-distribuidoras-divulgarem-arrecadacao-da-taxa-de-iluminacao-publica</guid>
<description><![CDATA[ Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20250617193733989-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 13:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, obrigação, distribuidoras, divulgarem, arrecadação, taxa, iluminação, pública</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1241556">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20250617193733989-768x473.jpg" alt="A problemática estética e operacional dos cabos de energia, telefonia, tv e internet. Dep. Saulo Pedroso (PSD - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Saulo Pedroso: transparência fortalece o controle social</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou  <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3000286&filename=Parecer-CDU-2025-09-15">proposta</a> que obriga as concessionárias de energia elétrica a divulgarem mensalmente, em seus sites, os valores exatos arrecadados na conta de luz a título de contribuição para iluminação pública (Cosip) e repassados às prefeituras.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A medida também amplia as possibilidades de uso desses recursos para modernização do sistema e cria uma fonte de financiamento para a troca de lâmpadas por LED.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Foi aprovado o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Saulo Pedroso (PSD-SP), que reuniu em um único texto sugestões do Projeto de Lei 2018/19, do ex-deputado Léo Moraes (RO), e de <span class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensados</span>.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Controle social e economia<br>
</strong>Segundo o relator, a divulgação dos valores visa corrigir uma falha atual: o consumidor paga a taxa, mas não sabe o total que o município recebe, o que dificulta a fiscalização. “A transparência fortalece o controle social e a participação cidadã, com reflexo na qualidade dos serviços urbanos prestados”, afirmou Saulo Pedroso.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Ele destacou que a modernização trará economia aos cofres públicos. “A substituição das lâmpadas reduzirá o consumo de energia elétrica e, consequentemente, as despesas municipais, liberando recursos das prefeituras para outras áreas essenciais, como saúde e educação”, explicou.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Modernização<br>
</strong>Pela proposta, parte da Reserva Global de Reversão (RGR) — um fundo do setor elétrico pago mensalmente pelos consumidores — será destinada à modernização da iluminação das cidades.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O projeto determina que, anualmente, no mínimo 20% das receitas da RGR sejam repassadas aos municípios para custear especificamente a troca de lâmpadas antigas por tecnologia LED, que é mais econômica e eficiente.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Uso ampliado da taxa<br>
</strong>O substitutivo também define que o dinheiro arrecadado com a Cosip não serve apenas para pagar a conta de luz da prefeitura ou trocar lâmpadas queimadas. Os recursos poderão ser usados para expansão da rede e melhorias tecnológicas, incluindo:</p>
<ul>
<li>instalação de placas solares (energia fotovoltaica);</li>
<li>sistemas de telegestão e sensores inteligentes;</li>
<li>podas de árvores que obstruem a luz;</li>
<li>medidas de segurança para evitar choques em pessoas e animais.</li>
</ul>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Próximos passos<br>
</strong>A proposta tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisada pelas comissões de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova criação de fundo para equipar a Polícia Rodoviária Federal</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-criacao-de-fundo-para-equipar-a-policia-rodoviaria-federal</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-criacao-de-fundo-para-equipar-a-policia-rodoviaria-federal</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei segue em análise na Câmara ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251111200637274-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 22:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, criação, fundo, para, equipar, Polícia, Rodoviária, Federal</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1240880">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251111200637274-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Política Nacional de Atendimento às Pessoas com Fibromialgia. Dep. Hugo Leal (PSD - RJ)"></div>
<div class="midia-legenda">Hugo Leal, relator da proposta na comissão</div>
</div>
<p>A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou, em novembro, o Projeto de Lei Complementar 98/25, que cria o Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades da Polícia Rodoviária Federal (FUNPRF)<span data-path-to-node="1,3">. </span><span data-path-to-node="1,4">A ideia é que o fundo traga maior estabilidade financeira para a corporação, permitindo o planejamento de longo prazo em áreas como educação para o trânsito e segurança viária</span><span data-path-to-node="4,3">. </span></p>
<p>Os recursos deverão ser usados para garantir ações de:</p>
<ul>
<li>policiamento e fiscalização de trânsito;</li>
<li>patrulhamento ostensivo;</li>
<li>educação para o trânsito; e</li>
<li>aquisição e manutenção de equipamentos e viaturas.</li>
</ul>
<p>Pelo menos 40% do fundo deverão ser aplicados em capacitação e saúde de servidores, além de transporte, hospedagem e alimentação em missões oficiais.</p>
<p>Segundo o projeto, o FUNPRF terá um conselho gestor para definir como o dinheiro será usado<span data-path-to-node="3,4">. </span><span data-path-to-node="3,5">Esse conselho será formado por diretores da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e por um representante da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais</span><span data-path-to-node="3,8">.</span></p>
<p>Os recursos do FUNPRF virão de:</p>
<ul>
<li>multas aplicadas pela PRF, incluindo encargos de atraso;</li>
<li>valores de estadia, remoção de veículos e escolta de cargas;</li>
<li>credenciamento e fiscalização de serviços de remoção e transporte de cargas;</li>
<li>rendimentos de aplicações, doações, venda de bens; e</li>
<li>contratos da PRF.</li>
</ul>
<p>O relator da proposta, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), defendeu a aprovação do texto original apresentado pelo deputado Nicoletti (União-RR). <span data-path-to-node="2,5">Leal destacou que a criação do fundo não trará aumento de impostos para o cidadão</span><span data-path-to-node="2,7">. </span></p>
<p>“A criação do FUNPRF permitirá que receitas provenientes de multas, encargos por atraso, serviços de estadia, remoção de veículos e escolta sejam revertidas diretamente para o fundo”, destacou o relator.</p>
<p>Ele acrescentou que, em 2023, a PRF arrecadou cerca de R$ 1 bilhão em multas de trânsito, enquanto seu orçamento total foi de aproximadamente R$ 750 milhões.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br>
</strong>A proposta será ainda analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; <span data-path-to-node="5,2">Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania</span><span data-path-to-node="5,4">.</span> Depois, será analisada pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/606442-conheca-a-tramitacao-de-projetos-de-lei-complementar/">Conheça a tramitação dos projetos de lei complementar</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova ampliação da licença&#45;paternidade para pais de bebês prematuros</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-ampliacao-da-licenca-paternidade-para-pais-de-bebes-prematuros</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-ampliacao-da-licenca-paternidade-para-pais-de-bebes-prematuros</guid>
<description><![CDATA[ Proposta aumenta afastamento de cinco para 20 dias em casos de internação prolongada ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, ampliação, licença-paternidade, para, pais, bebês, prematuros</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1240021">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251216174532603-1-768x473.jpg" alt="Deputada Ana Paula Lima fala ao microfone"></div>
<div class="midia-legenda">Ana Paula Lima recomendou a aprovação da proposta, com mudanças</div>
</div>
<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, projeto que amplia a licença-paternidade de 5 para 20 dias para pais de bebês prematuros (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/747692-proposta-permite-que-pai-de-bebe-prematuro-falte-ao-trabalho-sem-prejuizo-salarial">PL 3108/20</a>).</p>
<p>O texto altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-5452-1-maio-1943-415500-norma-pe.html">Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)</a> para garantir a ampliação do período de licença quando o recém-nascido for prematuro ou necessitar de internação hospitalar prolongada.</p>
<p>Atualmente, a CLT prevê hipóteses específicas de ausência justificada ao trabalho, como casamento, doação de sangue e comparecimento a audiência judicial, mas não contempla situações relacionadas a complicações no nascimento do filho.</p>
<p><strong>Mudanças no texto original</strong><br>
A versão original do projeto permitia que o pai de bebê prematuro se ausentasse do trabalho, sem desconto salarial, por até 60 dias, medida válisa apenas durante a pandemia da Covid-19.</p>
<p>A relatora, deputada Ana Paula Lima (PT-SC), atualizou o texto para tornar a ampliação da licença-paternidade uma medida permanente. Em seu parecer, a parlamentar argumentou que a presença paterna é indispensável para o suporte emocional da mãe e para os cuidados intensivos exigidos por bebês prematuros.</p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong>O projeto, que tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, ainda será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova programa para treinar prefeitos e servidores sobre lei de antenas</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-programa-para-treinar-prefeitos-e-servidores-sobre-lei-de-antenas</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-programa-para-treinar-prefeitos-e-servidores-sobre-lei-de-antenas</guid>
<description><![CDATA[ Proposta segue em análise na Câmara ]]></description>
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<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 23:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, programa, para, treinar, prefeitos, servidores, sobre, lei, antenas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1239388">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251210142734722-768x473.jpg" alt="Homenagem aos 54 anos da Consultoria Legislativa desta Casa. Dep. Julio Cesar Ribeiro (REPUBLICANOS-DF)"></div>
<div class="midia-legenda">Comissão aprovou o texto do relator, Julio Cesar Ribeiro</div>
</div>
<p>A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, proposta que cria um programa nacional para treinar prefeitos, servidores e técnicos nos municípios sobre a instalação de antenas de telefonia e internet. O objetivo é evitar que regras municipais desatualizadas ou incompatíveis com a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13116-20-abril-2015-780558-norma-pl.html">Lei Geral das Antenas</a> atrasem a expansão da internet no país, especialmente a tecnologia 5G.</p>
<p>Pela proposta, o Programa Nacional de Capacitação para Regulamentação Municipal de Instalação de Antenas (PNCRMI) será executado por meio de parcerias entre o governo federal, estados, municípios, empresas do setor, instituições de ensino e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).</p>
<p>A comissão aprovou a <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3041480&filename=Parecer-CCOM-2025-11-07">versão do relator</a>, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), ao Projeto de Lei 4887/24, do deputado Amom Mandel (Cidadania-AM). O <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> deixa claro que cabe à Anatel definir os conteúdos dos cursos, elaborar o material didático e manter a plataforma digital de consulta e interação, com informações sobre legislação, jurisprudência, normativas técnicas e boas práticas. Na versão original, essas atribuições não estavam detalhadas de forma tão específica.</p>
<p>Ribeiro ressalta que muitos municípios têm dificuldade em expandir o sinal de internet porque os gestores locais não sabem como adaptar as leis municipais às normas federais vigentes. “O projeto enfrenta de modo direto um dos principais gargalos da expansão da infraestrutura de telecomunicações no país: a ausência de preparo técnico nas administrações locais”, disse.</p>
<p>O novo texto também reforça a colaboração entre a agência e as empresas para garantir que o treinamento esteja alinhado com as necessidades reais do setor e tecnologias mais recentes.</p>
<p>Por fim, o relator incluiu dispositivo que permite à União, aos estados e aos municípios destinarem recursos orçamentários próprios para o programa, além do uso de recursos já existentes na Anatel.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br>
</strong>A proposta será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão de Cultura aprova exigência de descentralização dos investimentos feitos via Lei Rouanet</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-de-cultura-aprova-exigencia-de-descentralizacao-dos-investimentos-feitos-via-lei-rouanet</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-de-cultura-aprova-exigencia-de-descentralizacao-dos-investimentos-feitos-via-lei-rouanet</guid>
<description><![CDATA[ O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Sun, 18 Jan 2026 08:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, Cultura, aprova, exigência, descentralização, dos, investimentos, feitos, via, Lei, Rouanet</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1238874">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251105181413660-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Políticas públicas destinadas ao fomento das culturas periféricas. Dep. Denise Pessôa (PT - RS)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputada Denise Pessôa, relatora da proposta</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou proposta que torna obrigatório que o mecanismo de incentivo da <a href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1991/lei-8313-23-dezembro-1991-363660-norma-pl.html">Lei Rouanet</a> contenha medidas eficazes para garantir a democratização e a regionalização dos investimentos culturais. Na prática, a proposta transforma a descentralização de recursos, hoje apenas uma diretriz, em uma obrigação legal para combater a concentração de patrocínios no eixo Rio-São Paulo.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A proposta (PL 3411/25), de autoria do deputado Merlong Solano (PT-PI), foi aprovada na forma de <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Denise Pessôa (PT-RS), que ampliou o alcance da medida.</p>
<p>A <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3029523&filename=Parecer-CCULT-2025-10-24">nova versão</a> determina que os incentivos fiscais contenham ações afirmativas para ampliar o investimento nas regiões Nordeste, Norte, Centro-Oeste e Sul, além de projetos de impacto social, "especialmente nas periferias". Essas ações afirmativas serão definidas em regulamento.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A relatora explicou que a proposta original já previa a descentralização para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, mas optou por fazer ajustes. "Um deles é a inclusão da região Sul, que também é prejudicada pela excessiva concentração de recursos em algumas partes do Sudeste", afirmou.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Em seu parecer, a relatora destacou que a proposta está em harmonia com os objetivos originais da Lei Rouanet e sua regulamentação (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/decret/2023/decreto-11453-23-marco-2023-793919-norma-pe.html">Decreto 11.453/23</a>), que já preveem o estímulo à regionalização. Segundo ela, a mudança torna a legislação "mais clara e expressa".</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Tramitação<br>
</strong>O projeto tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e segue agora para análise das comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova programa de terapia com animais no SUS para pessoas com deficiência</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-programa-de-terapia-com-animais-no-sus-para-pessoas-com-deficiencia</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-programa-de-terapia-com-animais-no-sus-para-pessoas-com-deficiencia</guid>
<description><![CDATA[ O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 17:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, programa, terapia, com, animais, SUS, para, pessoas, com, deficiência</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1238622">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251008201920460-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Maria Rosas (REPUBLICANOS - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Maria Rosas, relatora do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, projeto de lei que cria o Programa de Assistência Terapêutica com Animais (PATA) dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é utilizar a Terapia Assistida por Animais (TAA) para estimular a comunicação, a interação social e o desenvolvimento físico e mental de pessoas com deficiência.</p>
<p>O texto aprovado é o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Maria Rosas (Republicanos-SP), para o Projeto de Lei 195/25, da deputada Dayany Bittencourt (União-CE). A relatora optou por excluir detalhes relacionados a credenciamento das instituições, capacitação dos profissionais envolvidos e certificação dos animais que participarão das terapias.</p>
<p>A nova versão estabelece que o governo federal deverá regulamentar o funcionamento do programa, que será implementado por meio de parcerias com instituições públicas ou privadas, conforme diretrizes do SUS e normas técnicas de saúde.</p>
<p>“A regulamentação das instituições pelo Ministério da Saúde assegura padronização técnica, qualidade assistencial e segurança tanto para os usuários quanto para os animais envolvidos”, disse a relatora.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br>
A proposta será ainda analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Imóveis ociosos da Previdência poderão ser cedidos para fins sociais</title>
<link>https://apareceu.com/imoveis-ociosos-da-previdencia-poderao-ser-cedidos-para-fins-sociais</link>
<guid>https://apareceu.com/imoveis-ociosos-da-previdencia-poderao-ser-cedidos-para-fins-sociais</guid>
<description><![CDATA[ A mudança deve facilitar a destinação de cerca de 1,2 mil imóveis urbanos hoje desocupados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/08/img20221026102606154-768x512.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 02:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Imóveis, ociosos, Previdência, poderão, ser, cedidos, para, fins, sociais</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1194218">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/08/img20221026102606154-768x512.jpg" alt="Administração pública - previdência social - INSS - Agência do INSS - aposentadoria - benefício previdenciário"></div>
<div class="midia-legenda">O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deve fazer o levantamento dos imóveis operacionais e ociosos</div>
</div>
<p>Imóveis públicos hoje sem função poderão ganhar destinação social em áreas urbanas de todo o país. Foi sancionada pelo presidente Lula e publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (12) a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2026/lei-15343-9-janeiro-2026-798649-norma-pl.html">Lei 15.343/26</a>, que permite o uso gratuito de bens ociosos vinculados ao Fundo do Regime Geral de Previdência Social para ações de interesse público.</p>
<p>A norma amplia as possibilidades de cessão dos imóveis administrados pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU), permitindo que eles sejam destinados a serviços de saúde, educação, cultura, assistência social, moradia e ações de preservação ambiental e combate às mudanças climáticas. Para isso, altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2015/lei-13240-30-dezembro-2015-782228-norma-pl.html">Lei 13.240/15</a>, que regula a gestão desses bens. A nova lei também contempla áreas ocupadas por famílias de baixa renda e imóveis já utilizados por órgãos federais.</p>
<p>A Lei 15.343/26 autoriza ainda que parte do patrimônio imobiliário seja usada como investimento em fundos públicos, desde que observadas regras específicas. Quando os bens não tiverem valor comercial ou não houver interesse em venda ou aluguel, a SPU poderá repassá-los diretamente a estados e municípios para fins sociais, sem necessidade de compensação financeira à Previdência Social.</p>
<p><strong>Bens ociosos<br>
</strong>A norma teve origem no Projeto de Lei 3758/24, do deputado Romero Rodrigues (Pode-PB), <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1191633-CAMARA-APROVA-NOVOS-CASOS-DE-USO-DE-IMOVEIS-DA-PREVIDENCIA-INVIAVEIS-PARA-VENDA">aprovado pela Câmara em agosto</a>. De acordo com o autor, a mudança deve facilitar a destinação de cerca de 1,2 mil imóveis urbanos hoje desocupados.</p>
<p>O texto também determina que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) faça o levantamento dos imóveis operacionais e ociosos, com a  transferência para a SPU da gestão dos que estiverem sem uso.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova projeto que destina recursos da loteria esportiva para Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-destina-recursos-da-loteria-esportiva-para-fundo-nacional-para-a-crianca-e-o-adolescente</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-projeto-que-destina-recursos-da-loteria-esportiva-para-fundo-nacional-para-a-crianca-e-o-adolescente</guid>
<description><![CDATA[ A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251126152031943-1-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 10 Jan 2026 11:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, projeto, que, destina, recursos, loteria, esportiva, para, Fundo, Nacional, para, Criança, Adolescente</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1237686">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251126152031943-1-768x473.jpg" alt="- Audiência Pública - Debater a PEC nº 383/2017, que destina 1% da Receita Corrente Líquida da União, Estados, Distrito Federal e Municípios ao SUAS. Dep. Ruy Carneiro (PODE-PB)"></div>
<div class="midia-legenda">Ruy Carneiro destacou a importância do fundo para ações de proteção à infância</div>
</div>
<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família aprovou, em dezembro, proposta que destina a renda líquida de nove concursos anuais da loteria de prognósticos esportivos, como a Loteca, alternadamente, ao Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente (FNCA) e a outras cinco entidades filantrópicas da Paraíba.</p>
<p>Pela proposta, além do FNCA, seriam beneficiadas:</p>
<ul>
<li>a Fundação Napoleão Laureano (Hospital Napoleão Laureano);</li>
<li>a Fundação Pedro Américo (Hospital HELP);</li>
<li>a Fundação Governador Flávio Ribeiro Coutinho (Maternidade Flávio Ribeiro);</li>
<li>a Fundação Assistencial da Paraíba (Hospital da FAP); e</li>
<li>o Instituto Walfredo Guedes Pereira (Hospital São Vicente de Paulo).</li>
</ul>
<p>O <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3028436&filename=Parecer-CPASF-2025-10-22">texto aprovado</a> altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2018/lei-13756-12-dezembro-2018-787435-norma-pl.html">Lei 13.756/18</a>, que atualmente prevê a destinação da renda líquida de três concursos da mesma loteria, alternadamente, para a Federação Nacional das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Fenapaes); a Cruz Vermelha Brasileira; e a Federação Nacional das Associações Pestalozzi (Fenapestalozzi).</p>
<p>A comissão aprovou a versão do relator, deputado Ruy Carneiro (Pode-PB), ao Projeto de Lei 1727/23, do deputado Bacelar (PV-BA). O texto original destinava ao FNCA 1,5% dos recursos arrecadados com a loteria federal e as loterias de prognósticos numéricos, como a Mega-Sena.</p>
<p>Carneiro elogiou a ideia de reforçar o FNCA, destacando a importância do fundo para ações de proteção à infância, mas argumentou que a proposição não considerou os "graves efeitos no negócio loterias ao impor a redução do percentual da premiação”. Para o relator, a medida resultaria no pagamento de prêmios menores e poderia desestimular os apostadores.</p>
<p>"O prêmio é, comprovadamente, o maior motivador para a realização de apostas”, disse o relator.</p>
<p>O texto original também exigia o CPF para saque de qualquer prêmio, com dados compartilhados com Receita Federal e órgãos de controle. O relator, no entanto, considerou a medida impraticável, pois, segundo ele, aumentaria filas nas lotéricas.</p>
<p>Ele disse ainda que já há controles para prêmios acima de R$ 2.259,20, com comunicação ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para valores acima de R$ 10 mil.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br>
O projeto será ainda analisado, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto proíbe uso de imagens desrespeitosas à fé cristã em desfiles de escola de samba</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-proibe-uso-de-imagens-desrespeitosas-a-fe-crista-em-desfiles-de-escola-de-samba</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-proibe-uso-de-imagens-desrespeitosas-a-fe-crista-em-desfiles-de-escola-de-samba</guid>
<description><![CDATA[ A Câmara dos Deputados está discutindo o assunto ]]></description>
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<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 20:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, proíbe, uso, imagens, desrespeitosas, fé, cristã, desfiles, escola, samba</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1199306">
<div class="midia-creditos"><em>Mário Agra / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/09/img20240710110737527-768x473.jpg" alt="Deputado Pastor Gil fala ao microfone"></div>
<div class="midia-legenda">Pastor Gil, o autor da proposta</div>
</div>
<p><span>O Projeto de Lei 830/25 proíbe a veiculação de imagens sacras e satânicas, símbolos sagrados e representações desrespeitosas à fé cristã, católica ou evangélica em desfiles de escolas de samba e em eventos carnavalescos no Brasil.</span></p>
<p><span>Apresentado pelo deputado Pastor Gil (PL-MA), o texto considera representações desrespeitosas quaisquer formas de expressão artística que ofendam ou ridicularizem as crenças, rituais ou valores das tradições cristãs, católicas ou evangélicas. </span></p>
<p><span>A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. </span></p>
<p><span>“A crescente presença de elementos profanos e desrespeitosos em desfiles de escolas de samba tem gerado uma profunda preocupação entre os fiéis e a sociedade em geral”, disse o parlamentar. </span></p>
<p><span>“O Carnaval, que deveria ser um momento de celebração e união, tem se tornado palco para a afronta a valores sagrados e à espiritualidade de milhões de brasileiros”, acrescentou. </span></p>
<p><strong>Punição<br>
</strong><span>De acordo com o projeto, a violação da norma terá as seguintes penalidades:</span></p>
<ul>
<li><span>advertência formal na primeira infração;</span></li>
<li><span>multa no valor de 300 salários mínimos em caso de reincidência;</span></li>
<li><span>suspensão das atividades das escolas de samba ou organizações responsáveis pelo evento por um período de até 36 meses em caso de infrações repetidas. </span></li>
</ul>
<p><span><strong>Fiscalização<br>
</strong>A fiscalização ficará a cargo das prefeituras e governos estaduais, secretarias responsáveis pela cultura e eventos públicos, além do <span class="termoGlossario" title="É formado pelo Ministério Público da União (MPU) e pelos ministérios públicos estaduais. No primeiro atuam os procuradores. Nos estados, os promotores. O MPU, por sua vez, é composto pelo Ministério Público Federal, pelo Ministério Público do Trabalho, pelo Ministério Público Militar e pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Ministério Público</span>. </span></p>
<p><span>Os órgãos competentes deverão criar canais para denúncias anônimas sobre as infrações.</span></p>
<p><strong>Próximos passos<br>
</strong><span>A proposta será analisada em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pelas c</span><span>omissões de Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. </span><span>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.<br>
</span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova regulamentação de indicação de doses restantes em inalador de medicamento</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-regulamentacao-de-indicacao-de-doses-restantes-em-inalador-de-medicamento</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-regulamentacao-de-indicacao-de-doses-restantes-em-inalador-de-medicamento</guid>
<description><![CDATA[ Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado ]]></description>
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<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 14:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, regulamentação, indicação, doses, restantes, inalador, medicamento</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236534">
<div class="midia-creditos"><em>Pablo Valadares / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20251029173530336-768x473.jpg" alt="Seminário - Zero Mortes Evitáveis por Câncer de Mama: Acesso, Desafios e o Papel dos Três Poderes e da Sociedade Civil. Dep. Flávia Morais (PDT-GO)"></div>
<div class="midia-legenda">Flávia Morais é a relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, projeto de lei para regulamentar a indicação de doses restantes em inaladores de medicamentos, como as chamadas “bombinhas de asma”.</p>
<p>De acordo com o texto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deverá regulamentar os requisitos técnicos dessas embalagens. A proposta insere a medida na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1970-1979/lei-6360-23-setembro-1976-357079-norma-pl.html">Lei 6.360/76</a>, que estabelece normas de vigilância sanitária para os medicamentos.</p>
<p>Para a relatora, deputada Flávia Morais (PDT-GO), o desconhecimento sobre a quantidade remanescente do produto nos frascos dos medicamentos constitui um sério obstáculo para a eficácia da prevenção de crises de asma, por exemplo. "A manutenção de quantidades de medicamento 'reserva', para situações limites e de crise, fica muito mais difícil, pois o paciente desconhece quanto de produto ainda lhe resta para o uso", afirmou.</p>
<p>O texto aprovado é o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> apresentado pela relatora ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/465492-projeto-exige-indicacao-de-numero-de-doses-restantes-em-inaladores-de-medicamentos">Projeto de Lei 120/15</a>, do deputado Juscelino Filho (União-MA). O projeto original altera o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8078-11-setembro-1990-365086-norma-pl.html">Código de Defesa do Consumidor</a> e obriga os fabricantes dessas embalagens a instalar mecanismo que mostre o número de doses restantes.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3019816&filename=Parecer-CSAUDE-2025-10-10">Veja o texto aprovado</a></li>
</ul>
<p>"Considera-se mais adequado que a definição dos requisitos técnicos aplicáveis às embalagens de inaladores de medicamentos seja atribuída à competência regulamentar da Anvisa, órgão que detém o conhecimento técnico e a responsabilidade institucional sobre o tema", declarou a relatora.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O projeto ainda será analisado em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Projeto reestrutura serviço público federal com gastos de R$ 4,2 bilhões em 2026</title>
<link>https://apareceu.com/projeto-reestrutura-servico-publico-federal-com-gastos-de-r-42-bilhoes-em-2026</link>
<guid>https://apareceu.com/projeto-reestrutura-servico-publico-federal-com-gastos-de-r-42-bilhoes-em-2026</guid>
<description><![CDATA[ Segundo ministra da Gestão, medidas valorizam e modernizam carreiras essenciais ao funcionamento da administração pública ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20220310103326123-768x512.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 23:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, reestrutura, serviço, público, federal, com, gastos, 4, 2, bilhões, 2026</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1236504">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20220310103326123-768x512.jpg" alt="Brasília - Esplanada - prédios públicos - Esplanada dos Ministérios"></div>
<div class="midia-legenda">Proposta atinge 200 mil servidores federais</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6170/25, do Poder Executivo, reestrutura o serviço público federal com a concessão de vantagens, alteração de estrutura de carreira e aumento de remuneração de cargos, funções e gratificações, a partir de 1º de abril de 2026. A proposta atinge 200 mil servidores, ativos e aposentados, de diferentes carreiras da Educação, Cultura, Receita Federal, Auditoria Fiscal do Trabalho, Saúde, Planejamento e áreas administrativas.</p>
<p>O Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos estima um impacto orçamentário de R$ 4,2 bilhões em 2026, já previsto no projeto de Lei Orçamentária Anual, chegando a R$ 5,6 bilhões em 2027 e 2028.</p>
<p>"As medidas valorizam e modernizam carreiras essenciais ao funcionamento da administração pública; contribuem para a atração e retenção de talentos; reforçam políticas públicas em áreas sensíveis como saúde, educação e cultura e cumprem compromissos assumidos em mesas de negociação, garantindo estabilidade institucional", argumenta a ministra da Gestão, Esther Dweck.</p>
<p><strong>Analista técnico</strong><br>
Entre as mudanças, Esther Dweck destaca a criação da carreira transversal de analista técnico executivo, de nível superior, em órgãos do Poder Executivo Federal. A carreira, que unifica 70 cargos diferentes, deve oferecer suporte às áreas administrativas e será centralizada no Ministério da Gestão e Inovação.</p>
<p>A carreira de analista técnico executivo terá 6.082 cargos efetivos, criados a partir de outros cargos vagos ou ocupados existentes atualmente, como os de administrador, arquivista, bibliotecário, contador, técnico em comunicação social, entre outros.</p>
<p>"A criação desta carreira representa uma medida estruturante de governança, que promoverá a visão integrada das capacidades de suporte especializado do Poder Executivo federal, aumentará a flexibilidade e a eficiência na gestão da força de trabalho", afirma a ministra.</p>
<p><strong>Outros cargos</strong><br>
No total, o projeto transformará 11.724 cargos efetivos em 9.653 novos cargos efetivos. Além do analista técnico executivo, o projeto transforma cargos para Cultura, de técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e de Regulação e Fiscalização de Locais, Produtos e Serviços sob Vigilância Sanitária. Estas outras carreiras têm nível superior e intermediário.</p>
<p>O projeto também cria cargos efetivos no Ministério da Educação e na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa):<br>
- 3,8 mil cargos de professor de magistério superior;<br>
- 2,8 mil cargos de analista em educação;<br>
- 2 mil cargos de técnico em educação;<br>
- 200 cargos de especialista em Regulação e Vigilância Sanitária;<br>
- 25 cargos de técnico em Regulação e Vigilância Sanitária na Anvisa</p>
<p><strong>Fronteiras</strong><br>
O projeto ainda amplia as carreiras com direito a indenização por exercício em localidades estratégicas vinculadas à prevenção, controle, fiscalização e repressão dos delitos em fronteiras, que apresentam dificuldade de fixação de efetivo.</p>
<p>Também passarão a ter direito ao pagamento os servidores do Serviço Florestal Brasileiro, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).</p>
<p><strong>Plantão e turnos</strong><br>
O projeto prevê mudanças nos regimes de trabalho. Instituem-se regimes de plantão e turnos alternados em áreas estratégicas, como a Defesa Civil e serviços que exigem atividades contínuas e ininterruptas.</p>
<p>No regime de plantão para atividades contínuas de 24 horas, o servidor exercerá atividades por período superior a oito horas, inclusive em fins de semana e feriados. O regime deverá observar a jornada mensal estabelecida para o cargo efetivo.</p>
<p>No regime de turnos alternados, o servidor cumprirá jornada de trabalho de seis horas diárias e carga horária de 30 horas semanais. Este regime poderá ser adotado quando os serviços prestados pelo órgão ou entidade exigirem atividades em turnos ou escalas de período igual ou superior a 12 horas ininterruptas, em função de atendimento ao público externo ou de trabalho no período noturno.</p>
<p><strong>Perícias e contratos</strong><br>
Entre as medidas de gestão, as perícias médicas poderão ser feitas por telemedicina e análise documental. Já as regras de contratação por tempo determinado são flexibilizadas para permitir a recontratação antes de 24 meses do encerramento do contrato anterior.</p>
<p>Atualmente, essa hipótese só é permitida nos casos de calamidades públicas e emergências ambientais. Com o projeto, será possível a admissão de candidatos selecionados por processo seletivo simplificado de provas, ou de provas e títulos, desde que realizado por pessoa jurídica de direito público federal diversa daquela em que se deu o contrato anterior.</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br>
A proposta tramita em <span class="termoGlossario" title="Regime de tramitação que dispensa exigências, interstícios e formalidades regimentais (salvo a publicação, o quórum e os pareceres) para que uma proposição seja apreciada pela Câmara de forma mais célere. Pode-se dizer que as proposições são urgentes em razão da natureza da matéria; em razão de serem de iniciativa do Poder Executivo, com solicitação de urgência do presidente da República; ou em virtude de terem sido reconhecidas, por deliberação do Plenário, com esse caráter. Alguns projetos já tramitam automaticamente em regime de urgência, como os que tratam de acordos internacionais." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">regime de urgência</span> e passa a trancar a pauta do Plenário em 1º de março.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova obrigação de agressor pagar tratamento psicológico de vítimas de violência doméstica</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-obrigacao-de-agressor-pagar-tratamento-psicologico-de-vitimas-de-violencia-domestica</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-obrigacao-de-agressor-pagar-tratamento-psicologico-de-vitimas-de-violencia-domestica</guid>
<description><![CDATA[ Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
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<pubDate>Sun, 28 Dec 2025 08:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, obrigação, agressor, pagar, tratamento, psicológico, vítimas, violência, doméstica</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235989">
<div class="midia-creditos"><em>kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251126132752489-768x473.jpg" alt="Homenagem ao escritor Érico Veríssimo. Dep. Sâmia Bomfim (PSOL - SP)"></div>
<div class="midia-legenda">Sâmia Bomfim: texto reforça a dimensão reparatória e o direito ao cuidado pós-violência</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 16, projeto de lei que obriga o agressor a pagar os tratamentos de saúde mental da vítima de violência doméstica.</p>
<p>A proposta altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2025/lei-15212-18-setembro-2025-797999-norma-pl.html">Lei Maria da Penha</a> para garantir que mulheres agredidas e seus dependentes tenham os custos de atendimento psicológico e apoio psicossocial assumidos pelo autor da violência.</p>
<p>O texto aprovado é a versão (<span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span>) apresentada pela relatora, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), para o Projeto de Lei 3524/25, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3070105&filename=SBT-A+1+CMULHER+%3D%3E+PL+3524/2025">Confira a íntegra da proposta aprovada</a></li>
</ul>
<p>A redação original criava uma pensão mensal específica para o tratamento, que só passaria a valer após a condenação definitiva do agressor na Justiça (<span class="termoGlossario" title="Expressão usada para uma decisão (sentença ou acórdão) da qual não se pode mais recorrer, seja porque já passou por todos os recursos possíveis, seja porque o prazo para recorrer terminou. " contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">trânsito em julgado</span>).</p>
<p>A nova proposta integra esses custos ao conceito de “alimentos” já previsto na Lei Maria da Penha. Com isso, o juiz pode determinar o pagamento de forma mais rápida, ainda na fase de medidas protetivas, sem a necessidade de esperar o fim de todo o processo criminal.</p>
<p><strong>Agilidade</strong><br>
A relatora justificou a mudança para evitar riscos jurídicos, como a duplicidade de punições nas esferas cível e penal, e para garantir que a medida seja aplicada com maior agilidade.</p>
<p>Segundo Sâmia, a nova redação também evita o risco de prisão civil indevida, ao dar natureza alimentar a esses débitos.</p>
<p>“O projeto reforça a dimensão reparatória e o direito ao cuidado pós-violência ao prever o ressarcimento integral das despesas médicas e psicológicas”, afirmou.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
A proposta tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Hugo Motta faz balanço positivo de 2025 e aponta desafios para o ano eleitoral</title>
<link>https://apareceu.com/hugo-motta-faz-balanco-positivo-de-2025-e-aponta-desafios-para-o-ano-eleitoral</link>
<guid>https://apareceu.com/hugo-motta-faz-balanco-positivo-de-2025-e-aponta-desafios-para-o-ano-eleitoral</guid>
<description><![CDATA[ Presidente da Câmara destacou a aprovação de projetos nas áreas econômica, de segurança pública, educação, saúde e consumidor, entre outras ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/whatsapp-image-2025-12-23-at-17-43-11-1-768x512.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 25 Dec 2025 17:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Hugo, Motta, faz, balanço, positivo, 2025, aponta, desafios, para, ano, eleitoral</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235842">
<div class="midia-creditos"><em>Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/whatsapp-image-2025-12-23-at-17-43-11-1-768x512.jpeg" alt="Hugo Motta concede entrevista na residência oficial da Câmara"></div>
<div class="midia-legenda">Motta ressaltou o diálogo que manteve com os partidos</div>
</div>
<p>Ao fazer o balanço de 2025, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que os deputados conseguiram dar respostas imediatas aos desafios que se apresentaram e aos anseios da sociedade brasileira. Em entrevista aos veículos de comunicação da Câmara, Motta destacou a alta produtividade da Casa, com mais de 300 matérias aprovadas em Plenário, e ressaltou a busca por diálogo e harmonia em um cenário político polarizado.</p>
<p>"Foi um ano em que nós procuramos ter um amplo diálogo com praticamente todos os partidos", declarou o presidente, que é o mais jovem a assumir o posto. "Mesmo tendo tido todos esses entraves, todos esses momentos difíceis, nós tivemos um ano em que a Casa conseguiu produzir, em que nós conseguimos entregar matérias importantes que ajudaram a melhorar a qualidade de vida do povo brasileiro", afirmou.</p>
<p>Para 2026, um ano eleitoral, a expectativa de Motta é de um primeiro semestre com muitas votações. Entre as pautas prioritárias, estão a continuidade da agenda de segurança pública, a regulação da inteligência artificial, a discussão sobre a redução da jornada de trabalho (escala 6x1) e a regulamentação do trabalho por aplicativos.</p>
<p>"Um ano eleitoral é ainda mais complexo do ponto de vista político, mas nós vamos ter um 2026, na minha avaliação, ainda mais produtivo, com mais diálogo com as forças políticas que estão na Casa e, consequentemente, com a sociedade brasileira", disse.</p>
<p> </p>
<div class="video-container youtube youtube-100" data-youtube-id="8FmnE5ywOkc">
<div class="midia-creditos"></div>
<p></p>
<div class="midia-legenda"></div>
</div>
<p> </p>
<p><strong>Economia e justiça fiscal<br>
</strong>Motta enfatizou que o Congresso colaborou com a agenda econômica do governo, aprimorando propostas enviadas pelo Executivo. Entre os destaques, citou a aprovação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, medida que, segundo ele, funcionará como "um 14º salário" para mais de 16 milhões de brasileiros. A compensação para essa isenção veio de ajustes que visam maior justiça tributária, como a maior taxação sobre rendas mais altas.</p>
<ul>
<li><a href="https://especial.camara.leg.br/retrospectiva-2025/">Confira as principais propostas aprovadas pela Câmara em 2025</a></li>
</ul>
<p>Outras vitórias na área econômica incluíram o corte de isenções fiscais, a reavaliação periódica de benefícios concedidos a setores empresariais, o aumento da taxação sobre Juros sobre Capital Próprio (JCP), a tributação de apostas on-line (as "bets") e de <em>fintechs</em>. "Tudo isso para que essa arrecadação aumente e se transforme em política social para quem mais precisa", explicou.</p>
<p><strong>Segurança pública como prioridade</strong><br>
Apontada por Motta como a "principal pauta da sociedade brasileira", a segurança pública motivou a aprovação de quase 50 propostas, que endurecem penas para crimes hediondos, violência contra a mulher e agressão a agentes de segurança.</p>
<p>Foi aprovado também o marco legal de combate ao crime organizado, que tipifica condutas como o "novo cangaço" e a obstrução de cidades por barricadas, com penas mais altas. "Procuramos trazer e modernizar a lei do nosso país para que o Brasil tenha condições de enfrentar o crime organizado", afirmou.</p>
<p><strong>Educação e respostas rápidas</strong><br>
Na área da educação, o presidente destacou a aprovação de projetos estruturantes, como o novo Plano Nacional de Educação (PNE), que define as metas para a próxima década, e a criação do Sistema Nacional de Educação (SNE). Ele também celebrou o "Compromisso Nacional com a Criança Alfabetizada", que visa padronizar e garantir a alfabetização na idade certa.</p>
<p>"Motta também mencionou a agilidade da Câmara em responder a mobilizações populares: a Casa aprovou rapidamente propostas que endureceram a punição para a falsificação de bebidas, que protegeram crianças e adolescentes em ambiente digital ("ECA Digital") e reagiu contra a tentativa de cobrança por bagagem de mão em voos</p>
<p><strong>Tensões </strong><br>
Motta reconheceu que 2025 não foi fácil. "Tivemos momentos de tensão, de grandes discussões de temas também espinhosos. Não foi um ano fácil, foi um ano de embates, foi um ano em que nós tivemos altos e baixos na própria relação com o governo", disse.</p>
<p>Ele atribuiu o clima à forte polarização política no país. "Foram momentos de tensão em que a gente também aprendeu politicamente. [...] Eu acredito que terminamos o ano num espírito melhor", avaliou.</p>
<p>Afirmou também que teve a oportunidade de repactuar a relação com o Senado Federal, o que, na sua avaliação, fortalece o Poder Legislativo.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Retrospectiva 2025: aprovado o novo marco legal contra o crime organizado</title>
<link>https://apareceu.com/retrospectiva-2025-aprovado-o-novo-marco-legal-contra-o-crime-organizado</link>
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<description><![CDATA[ Neste ano, deputados também aprovaram punição maior para quem adulterar bebidas e a redução de penas para condenados por atos de 8 de janeiro ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20220328085139916-768x512.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 02:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Retrospectiva, 2025:, aprovado, novo, marco, legal, contra, crime, organizado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235528">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20210415085154868-768x512.jpg" alt="Brasília - monumentos e prédios públicos - Fachada do Supremo Tribunal Federal - STF - Justiça"></div>
<div class="midia-legenda">Proposta aprovada pode beneficiar condenados pelo STF por atos antidemocráticos</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou em 2025, na área de segurança pública, medidas para reduzir a violência no ambiente escolar, penas maiores para quem adulterar bebidas e um novo marco legal para combater o crime organizado, entre outras propostas. O tamanho da pena dos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 também esteve na pauta.</p>
<ul>
<li><a href="https://especial.camara.leg.br/retrospectiva-2025/">Confira as principais aprovações do ano, separadas por áreas</a></li>
</ul>
<p>Em uma das votações mais polêmicas do ano, foi aprovado o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1231564-camara-aprova-projeto-que-reduz-penas-dos-condenados-pelo-8-de-janeiro/">Projeto de Lei 2162/23</a>, que reduz as penas de pessoas condenadas pelos atos de 8 de janeiro e pela tentativa de golpe de Estado, como o ex-presidente Jair Bolsonaro. O texto, já aprovado também no Senado, aguarda sanção presidencial.</p>
<p>De autoria do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), a proposta aprovada foi costurada pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) e determina que os crimes de tentativa de acabar com o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, implicarão o uso da pena mais grave em vez da soma de ambas as penas.</p>
<p>A redução deve beneficiar todos os condenados da tentativa de golpe de Estado, como aqueles do grupo principal no qual Bolsonaro foi incluído.</p>
<p>Mudanças nas regras de progressão de regime fechado para semiaberto também beneficiarão os condenados, inclusive aqueles que invadiram e quebraram o patrimônio público no dia 8 de janeiro de 2023.</p>
<p>Para esse grupo específico, o texto permite a redução das penas de 1/3 a 2/3, desde que o agente não tenha financiado o ato ou exercido papel de liderança.</p>
<p>Outra mudança é a possibilidade de a realização de estudo ou trabalho reduzir a pena na prisão domiciliar, como permitido atualmente no regime fechado.</p>
<p><strong>Nudez por IA<br>
</strong>Com a aprovação do <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1135019-camara-aprova-punicao-para-quem-divulgar-imagem-de-nudez-gerada-por-inteligencia-artificial-com-fim-de-constranger/">Projeto de Lei 3821/24</a>, a Câmara dos Deputados propôs incluir no Código Penal o crime de manipular, produzir ou divulgar conteúdo de nudez ou ato sexual falso gerado por tecnologia de inteligência artificial e outros meios tecnológicos.</p>
<p>O texto enviado ao Senado é um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Yandra Moura (União-SE) para a proposta original, de autoria da deputada Amanda Gentil (PP-MA).</p>
<p>Para o crime haverá pena de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 2 a 6 anos e multa se o fato não constituir crime mais grave. A pena será aumentada de 1/3 até a metade se a vítima for mulher, criança, adolescente, pessoa idosa ou com deficiência.</p>
<p>Quando o crime for cometido com a disseminação em massa por meio de redes sociais ou plataformas digitais, a pena será aumentada de 1/3 ao dobro.</p>
<p>Em campanhas eleitorais, essa prática poderá resultar em pena de reclusão de 2 a 8 anos e multa se envolver imagens de candidatos ou candidatas.</p>
<p>Quando a conduta for praticada por candidato, além das penas previstas será imposta a cassação do registro de candidatura ou do diploma.</p>
<p><strong>Violência nas escolas<br>
</strong>Para combater a violência nas escolas, a Câmara dos Deputados aprovou proposta que cria uma política de prevenção e enfrentamento da violência nesse ambiente, a Prever.</p>
<div class="image-container" data-midia="1235530">
<div class="midia-creditos"><em>Jaelson Lucas/Agência de Notícias do Paraná</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20200305121802690-768x511.jpg" alt="Educação - violência - segurança escolas polícia policiais alunos comunidade escolar estudantes crimes"></div>
<div class="midia-legenda">Câmara aprovou política de prevenção à violência escolar</div>
</div>
<p>O tema consta do <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1212483-camara-aprova-politica-de-prevencao-e-enfrentamento-da-violencia-nas-escolas">Projeto de Lei 5669/23</a>, da deputada Luisa Canziani (PSD-PR) e outros, aprovado com substitutivo do deputado Daniel Barbosa (PP-AL). A matéria está em análise no Senado.</p>
<p>A política será coordenada pela União em cooperação com estados e municípios. Uma plataforma para integrar dados sobre convivência e proteção escolar deverá ser desenvolvida, com abastecimento por parte dos entes federativos e das instituições da sociedade civil nas áreas de educação, saúde, assistência social e segurança pública.</p>
<p><strong>Crimes sexuais</strong><br>
Em relação aos crimes sexuais contra vulneráveis, a Câmara dos Deputados aprovou texto que aumenta as penas desses crimes e obriga o condenado a usar tornozeleira eletrônica em saídas autorizadas do presídio.</p>
<p>O <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1198880-COMISSAO-APROVA-PROJETO-QUE-AUMENTA-PENAS-PARA-CRIMES-SEXUAIS-CONTRA-VULNERAVEIS">Projeto de Lei 2810/25</a>, do Senado, já foi transformado na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15280-5-dezembro-2025-798428-norma-pl.html">Lei 15.280/25</a>.</p>
<p>O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Delegada Katarina (PSD-SE), que permite a aplicação de todas as medidas protetivas da vítima, listadas na Lei Maria da Penha, a esses casos se o juiz constatar a existência de indícios de crime contra a dignidade sexual ou cuja vítima seja criança, adolescente, pessoa com deficiência ou pessoa idosa.</p>
<p><strong>Crime organizado</strong><br>
Para combater o crime organizado, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que aumenta as penas pela participação em organização criminosa ou milícia e prevê apreensão prévia de bens do investigado em certas circunstâncias. O texto aguarda nova votação, pelos deputados, das mudanças feitas pelo Senado.</p>
<p>De autoria do Poder Executivo, o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1224884-camara-aprova-marco-legal-do-combate-ao-crime-organizado/">Projeto de Lei 5582/25</a> foi aprovado no Plenário da Câmara com a versão do deputado Guilherme Derrite (PP-SP).</p>
<p>O texto tipifica várias condutas comuns de organizações criminosas ou milícias privadas e atribui a elas pena de reclusão de 20 a 40 anos em um crime categorizado como domínio social estruturado. O favorecimento a esse domínio será punido com reclusão de 12 a 20 anos.</p>
<p>As pessoas condenadas por esses crimes ou mantidas sob custódia até o julgamento deverão ficar obrigatoriamente em presídio federal de segurança máxima se houver indícios concretos de que exercem liderança, chefia ou fazem parte de núcleo de comando de organização criminosa, paramilitar ou milícia privada.</p>
<p><strong>Adulteração de bebidas</strong><br>
Crimes de modificação de bebidas ou alimentos que resultarem em morte do consumidor poderão ser punidos com reclusão de 5 a 15 anos.</p>
<p>A pena consta do <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1216821-CAMARA-APROVA-PRISAO-DE-ATE-15-ANOS-PARA-QUEM-ALTERAR-BEBIDAS-E-CAUSAR-MORTE">Projeto de Lei 2307/07</a>, aprovado com substitutivo do deputado Kiko Celeguim (PT-SP) e, atualmente, em análise no Senado.</p>
<p>Suplementos alimentares também entram na lista de produtos cuja adulteração será punida pelo Código Penal.</p>
<p>A falsificação ou alteração de substância ou produtos alimentícios, bebidas e suplementos alimentares será considerada crime hediondo caso resultar em morte ou lesão corporal grave.</p>
<p>A pena para mudanças que tornam o produto nocivo à saúde continua a mesma, de reclusão de 4 a 8 anos. Caso resultar em lesão corporal grave ou gravíssima, como a cegueira provocada pelo metanol, essa pena é aumentada da metade.</p>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>
<p><strong>Identificação de chamadas</strong><br>
A fim de diminuir crimes por telefone e condutas abusivas de telemarketing, a Câmara dos Deputados aprovou o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1216678-CAMARA-APROVA-CRITERIOS-MAIS-RIGIDOS-PARA-IDENTIFICACAO-DE-CHAMADAS-DE-CELULAR">Projeto de Lei 352/25</a>, do deputado Carlos Jordy (PL-RJ), que prevê critérios mais rígidos para identificação de chamadas de celular. A proposta está em análise no Senado.</p>
<p>Aprovado com substitutivo da deputada Luisa Canziani (PSD-PR), o projeto permite às empresas de telefonia utilizar bases de dados públicas, como a plataforma gov.br, para autenticar o usuário de origem da chamada.</p>
<p>Sem custo adicional ao consumidor, as empresas de telefonia móvel deverão ofertar o acesso à identificação de chamada com essa autenticação do chamador.</p>
<p>Os procedimentos dependerão ainda de regulamentação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mas o texto permite a confrontação de dados pessoais e biométricos com bases oficiais, em tempo real.</p>
<p>Se virar lei, o projeto proíbe expressamente a ativação ou reativação de linha de celular unicamente com base em dados cadastrais declarados pelo usuário, como o CPF, sem a realização da validação de identidade.</p>
<p><strong>Prisão temporária</strong><br>
O tempo da prisão temporária poderá passar de 5 para 15 dias se virar lei projeto aprovado pela Câmara dos Deputados em análise no Senado.</p>
<p>De autoria do deputado Yury do Paredão (MDB-CE), o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1226998-plenario-analisa-proposta-que-modifica-regras-para-prisao-temporaria-acompanhe-copia">Projeto de Lei 4333/25</a> foi aprovado com substitutivo do deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL).</p>
<p>O texto prevê ainda mais um caso de aplicação da prisão em flagrante. Já o prazo para concluir o inquérito se o indiciado tiver sido preso em flagrante ou preventivamente aumenta de 10 dias para 15 dias.</p>
<p>Quando o usuário de tornozeleira eletrônica violar o aparelho, deverá ser encaminhado ao juiz, que terá 24 horas para decidir sobre a regressão do regime de cumprimento de pena.</p>
<p><strong>Imóveis ligados ao crime</strong><br>
Imóveis apreendidos de origem ilícita e situados em territórios vulneráveis poderão ser destinados a uso social, segundo prevê o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1216754-CAMARA-APROVA-REGRAS-PARA-DESTINAR-IMOVEIS-DE-ORIGEM-ILICITA-AO-USO-SOCIAL-EM-COMUNIDADES">Projeto de Lei 2056/25</a>, do deputado Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ).</p>
<p>Aprovado pela Câmara dos Deputados na forma do substitutivo do deputado Alberto Fraga (PL-DF), o projeto cria uma política nacional a ser executada no âmbito do Executivo federal por meio do Programa Justiça Restaurativa Territorial. O texto precisa ser votado ainda pelo Senado.</p>
<p>A ideia é promover a função social da propriedade, preservar a segurança e o interesse público.</p>
<p><strong>Prisão preventiva</strong><br>
Novos casos de prisão preventiva foram aprovados pela Câmara dos Deputados por meio do <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1214378-camara-aprova-novos-criterios-para-justica-decretar-prisao-preventiva/">Projeto de Lei 226/24</a>, do Senado.</p>
<p>Transformado na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15272-26-novembro-2025-798356-norma-pl.html">Lei 15.272/25</a>, o projeto foi aprovado com parecer do deputado Paulo Abi-Ackel. Entre os novos casos destacam-se:</p>
<ul>
<li>provas que indiquem a prática reiterada de infrações penais pelo agente;</li>
<li>se a infração penal tiver sido praticada com violência ou grave ameaça contra a pessoa; ou</li>
<li>se tiver ocorrido fuga ou houver perigo de fuga</li>
</ul>
<p>O projeto também prevê a coleta de material biológico (DNA) para obtenção e armazenamento do perfil genético do custodiado em casos como prisão em flagrante por crime praticado com violência ou grave ameaça contra a pessoa; por crime contra a dignidade sexual; ou por crimes listados como hediondos.</p>
<p><strong>Escudo humano</strong><br>
Ainda na área de combate à violência, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que tipifica o crime de usar pessoas como escudo humano. O texto está agora em análise no Senado.</p>
<p>De autoria do deputado Alberto Fraga (PL-DF), o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1214450-camara-aprova-projeto-que-cria-punicao-para-o-crime-de-usar-pessoas-como-escudo-humano/">Projeto de Lei 4500/25</a> foi aprovado com substitutivo do deputado Coronel Ulysses (União-AC).</p>
<p>Segundo o texto, poderá ser punido com 6 a 12 anos de reclusão quem for condenado por se utilizar de pessoa como escudo em ação criminosa a fim de facilitar ou assegurar a execução, a impunidade ou a vantagem de outro crime.</p>
<p>Se esse crime for praticado por organização criminosa ou realizado contra duas ou mais pessoas, a pena será aumentada até o dobro.</p>
<p><strong>Arma proibida</strong><br>
Quem for pego portando arma de fogo de uso proibido (como fuzis) poderá ter a pena aumentada de 4 a 12 anos para 6 a 12 anos de reclusão, conforme prevê o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1168986-CAMARA-APROVA-PROJETO-QUE-AUMENTA-PENA-PARA-PORTE-DE-ARMA-DE-USO-PROIBIDO">Projeto de Lei 4149/04</a>, do deputado Carlos Sampaio (PSD-SP), aprovado pela Câmara dos Deputados.</p>
<p>O texto enviado ao Senado é do relator, deputado Max Lemos (PDT-RJ), que também aumenta a pena para o crime de disparar arma de fogo em lugar habitado ou em via pública. Nessa situação, a pena para o crime de disparo, atualmente de reclusão de 2 a 4 anos e multa, passa a ser de 3 a 6 anos e multa.</p>
<p>Armas de uso restrito podem ser usadas apenas pelas Forças Armadas ou forças de segurança, envolvendo desde fuzis até granadas, bazucas e outros materiais bélicos.</p>
<p>A pena pelo porte ou posse desse tipo de arma se aplica ainda aos casos de quem tirar ou mudar numeração e marcas de identificação de arma de fogo ou artefato ou vender, entregar ou fornecer arma de fogo, acessório, munição ou explosivo a criança ou adolescente, entre outros.</p>
<p><strong>Celular roubado</strong><br>
A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que aumenta as penas de receptação de celular furtado ou roubado, assim como de cargas ou produtos de circulação controlada. De autoria do Poder Executivo, o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1195741-CAMARA-APROVA-PROJETO-QUE-AUMENTA-PENA-PARA-RECEPTACAO-DE-CELULAR">Projeto de Lei 3073/25</a> está em análise no Senado.</p>
<div class="image-container" data-midia="1235523">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20210702110612829-768x432.jpg" alt="Tecnologia - geral - internet - rede social - crianças - crianças usam equipamentos eletrônicos (celular e tablet) - segurança virtual"></div>
<div class="midia-legenda">Deputados aprovaram penas mais duras para receptação de celular furtado ou roubado</div>
</div>
<p>Com parecer do deputado Alberto Fraga (PL-DF), o projeto aumenta em 1/3 a pena atual de reclusão de 1 a 4 anos e multa se o produto receptado e obtido por meio de crime for:</p>
<ul>
<li>aparelho celular ou qualquer outro dispositivo informático com capacidade de armazenamento de dados pessoais;</li>
<li>mercadoria destinada a atividades de distribuição comercial, transporte ou postagem, seja em depósito ou durante transporte terrestre, marítimo, fluvial ou aéreo; ou</li>
<li>fármaco, combustível, fertilizante e defensivo agrícola, minério, cigarro, arma ou veículo.</li>
</ul>
<p>Nesses casos, não haverá isenção de pena caso o crime seja cometido em prejuízo de cônjuge durante a união ou em prejuízo de ascendente (pai ou mãe) ou descendente (filhos e netos). A queixa-crime também não dependerá de representação do prejudicado.</p>
<p><strong>Maus-tratos</strong><br>
A pena de reclusão para o crime de maus-tratos contra pessoa com deficiência poderá ser maior se virar lei projeto aprovado pela Câmara dos Deputados.</p>
<p>De autoria do deputado Ribamar Silva (PSD-SP), o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1195764-CAMARA-APROVA-AUMENTO-DE-PENA-PARA-MAUS-TRATOS-CONTRA-PESSOA-COM-DEFICIENCIA">Projeto de Lei 1978/25</a> foi aprovado com texto do relator, deputado Zé Haroldo Cathedral (PSD-RR), e está em análise no Senado.</p>
<p>A pena de 2 a 5 anos de reclusão será aumentada em 1/3 por expor a perigo a vida ou a saúde de pessoa sob sua autoridade, guarda ou vigilância. Esse tipo de autoridade pode ser para fins de educação, ensino, tratamento ou custódia.</p>
<p>Os maus-tratos são caracterizados como a privação de alimentação ou cuidados indispensáveis; sujeição a trabalho excessivo ou inadequado; ou abuso de meios de correção ou disciplina.</p>
<p><strong>Progressão de regime</strong><br>
Está em análise no Senado o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1175258-CAMARA-APROVA-PROJETO-QUE-DIFICULTA-PROGRESSAO-DE-REGIME-PARA-CONDENADOS-POR-CRIME-HEDIONDO">Projeto de Lei 1112/23</a>, que unifica em 80% o tempo mínimo de cumprimento de pena em regime fechado antes de o condenado ter direito a progressão de regime para o semi-aberto no caso de todos os crimes hediondos.</p>
<p>De autoria do deputado Alfredo Gaspar (União-AL), o texto originalmente aumentava o cumprimento de pena para esse patamar apenas no caso do apenado por homicídio de agente de segurança pública (policiais e militares) no exercício da função, em decorrência dela ou de seus parentes até o 3º grau.</p>
<p>No entanto, o relator do projeto, deputado Alberto Fraga (PL-DF), estendeu o percentual para todos os crimes hediondos listados na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8072-25-julho-1990-372192-norma-pl.html">Lei 8.072/90</a>, independentemente de o réu ser primário ou não.</p>
<p>Assim, o tempo em regime fechado passa de 40% para 80% inclusive para crimes hediondos dos quais não resultar morte, como posse ou porte de arma de fogo de uso proibido, posse de pornografia de crianças ou adolescentes ou falsificação de produto medicinal.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Comissão aprova uso de pequenas barragens para recuperar bacias hidrográficas</title>
<link>https://apareceu.com/comissao-aprova-uso-de-pequenas-barragens-para-recuperar-bacias-hidrograficas</link>
<guid>https://apareceu.com/comissao-aprova-uso-de-pequenas-barragens-para-recuperar-bacias-hidrograficas</guid>
<description><![CDATA[ Projeto inclui a medida na Política Nacional de Recursos Hídricos; proposta segue em análise na Câmara ]]></description>
<enclosure url="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20250319115740210-768x473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 20 Dec 2025 11:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Comissão, aprova, uso, pequenas, barragens, para, recuperar, bacias, hidrográficas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<div class="image-container" data-midia="1235330">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20250319115740210-768x473.jpg" alt="Instalação da comissão e eleição de presidente e vice-presidentes. Dep. Joseildo Ramos (PT - BA)."></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Joseildo Ramos, relator do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/721623-projeto-institui-uso-de-pequenas-barragens-como-politica-publica-para-recuperacao-de-bacias-hidrograficas">Projeto de Lei 3715/20</a>, do deputado Padre João (PT-MG), que cria o programa Barraginhas e outras ecotécnicas para recuperação e perenização hídrica.</p>
<p>As barraginhas são pequenos açudes, bacias ou vala escavada no solo para captação de água de chuvas e retenção de água de enxurradas, que controlam a erosão e direcionam a água acumulada ao subsolo, recarregando o lençol freático.</p>
<p>O relator na comissão, deputado Joseildo Ramos (PT-BA), recomendou a aprovação da proposta. “As ecotécnicas previstas são reconhecidas como instrumentos de baixo custo e alto impacto socioambiental”, observou.</p>
<p>O projeto aprovado inclui a medida na Política Nacional de Recursos Hídricos (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1997/lei-9433-8-janeiro-1997-374778-norma-pl.html">Lei 9.433/97</a>). Uma proposta (PL 332/21) para instituir programa de proteção e conservação das nascentes, que tramitava junto, foi rejeitada.</p>
<p><strong>Regras</strong><br>
De acordo com o texto, o programa será coordenado pelo Poder Executivo, que contará com comissão consultiva responsável pela elaboração de critérios para seleção e aprovação dos projetos de recuperação e perenização hídrica e para qualificação de entidades de apoio e consultoria técnica em tecnologias socioambientais.</p>
<p>Os projetos serão financiados por:</p>
<ul>
<li>recursos do orçamento de comitês de bacia hidrográficas e agências de água;</li>
<li>receitas do Departamento Nacional de Obras contra as Secas;</li>
<li>recursos de agentes financeiros públicos e de fundos patrimoniais instituídos para apoiar projetos de recuperação hídrica;</li>
<li>outros recursos orçamentários da administração pública federal, alocados ao programa; e</li>
<li>doações.</li>
</ul>
<p>Projetos que visem à ampla participação das comunidades e das mulheres, de agricultores familiares, de povos e comunidades tradicionais terão preferência no programa.</p>
<p>Joseildo Ramos observou ainda que o PL 3715/20 não cria obrigações financeiras imediatas para a União, nem implica aumento ou diminuição de receita ou de despesa. “O projeto não fixa valores, percentuais ou vinculações. Indica apenas fontes possíveis, cuja utilização dependerá de atos futuros.”</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br>
O PL 3715/20 já foi aprovado pelas comissões de Minas e Energia; e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Agora seguirá para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
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<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>]]> </content:encoded>
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