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<title>Tudo aparece primeiro aqui. &#45; : Gazeta de Alagoas</title>
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<title>Edição do dia 5 de maio de  2026</title>
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<pubDate>Tue, 05 May 2026 04:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<title>Trump indica que seguirá com guerra sem aval do Congresso</title>
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<description><![CDATA[ O governo de Donald Trump sinalizou de forma contundente que pretende manter as operações militares no Oriente Médio, ignorando o prazo legal que se encerrou nesta sexta-feira (1º).De acordo com a legislação dos Estados Unidos, o presidente é obrigado a interromper hostilidades ou obter autorização formal do Congresso para prosseguir com conflitos após 60 dias de intervenção. No entanto, a Casa Branca indicou que não buscará o aval legislativo e que mantém em aberto a possibilidade de novos ataques contra o Irã, visando forçar Teerã a uma mesa de negociações.A estratégia de Washington baseia-se em uma interpretação técnica para contornar a Lei de Poderes de Guerra de 1973. Embora a Constituição americana reserve ao Congresso o poder exclusivo de declarar guerra, a norma permite ações emergenciais limitadas por dois meses. Como o conflito atual teve início em 28 de fevereiro, o prazo expiraria ontem, mas o secretário de Defesa, Pete Hegseth, argumentou que o cessar-fogo em vigor desde 7 de abril suspendeu a contagem do &quot;relógio dos 60 dias&quot;. Segundo o governo, como não houve trocas de tiros diretas com as forças iranianas desde então, as hostilidades originais seriam consideradas encerradas, o que desobrigaria a Casa Branca de uma consulta imediata aos parlamentares.Enquanto o impasse jurídico se desenrola em Washington, a tensão no Golfo Pérsico atingiu novos picos. Na noite de quinta-feira (30), Teerã foi forçada a ativar seus sistemas de defesa antiaérea contra drones e aeronaves de origem não identificada, operação que durou cerca de 20 minutos antes do retorno à normalidade. O regime iraniano, através do presidente Massoud Pezeshkian, classificou o bloqueio naval americano como uma extensão direta das operações militares e prometeu uma reação &quot;dolorosa e prolongada&quot;. O líder supremo, Mojtaba Khamenei, chegou a declarar que os Estados Unidos sofreram uma &quot;derrota vergonhosa&quot;, apesar do estrangulamento econômico que o país enfrenta. Os reflexos desse prolongamento do conflito sem uma saída diplomática clara já abalam a economia global. O duplo bloqueio no Estreito de Ormuz — iniciado pelo Irã e respondido pelos EUA com o cerco aos portos iranianos — interrompeu o fluxo de um quinto dos hidrocarbonetos do planeta. O resultado foi a disparada do petróleo Brent, que atingiu US$ 126 por barril, maior patamar desde a invasão da Ucrânia em 2022. O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para o risco de colapso econômico mundial e defendeu o diálogo urgente, uma vez que as negociações de paz iniciadas em Islamabad parecem estagnadas.Paralelamente, a frente libanesa do conflito continua a registrar baixas severas. Ataques israelenses no sul do Líbano contra o Hezbollah deixaram 17 mortos apenas na quinta-feira, elevando o balanço total para mais de 2.500 mortos e um milhão de deslocados desde março.Em meio ao caos, a diplomacia americana pressiona por uma reorganização política em Beirute, sugerindo que o país está em um &quot;ponto de inflexão&quot; para retomar sua autonomia. Contudo, a postura irredutível de Trump em relação ao Irã e a manutenção do bloqueio por tempo indeterminado indicam que a guerra está longe de um desfecho, mesmo sem o respaldo formal do Poder Legislativo americano.ESTREITO FECHADODois meses após o início da guerra contra o Irã, permanece fechado o estreito por onde passava um quinto do petróleo comercializado no mundo. O impacto nos mercados globais é significativo. Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, o preço do petróleo Brent, referência mundial, mais do que dobrou, fato que pressiona a inflação e aumenta os preços dos combustíveis em vários países do mundo.Nesse contexto, o presidente Donald Trump deverá receber relatório sobre possíveis novos ataques contra o Irã, no que seriam tentativas de pressionar o regime a adotar posição mais flexível nas negociações. O plano foi preparado pelo Comando Central dos EUA e prevê uma onda de ataques &quot;curta e poderosa&quot;, provavelmente incluindo alvos de infraestrutura, segundo o site Axios. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 02 May 2026 13:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Trump, indica, que, seguirá, com, guerra, sem, aval, Congresso</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[O governo de Donald Trump sinalizou de forma contundente que pretende manter as operações militares no Oriente Médio, ignorando o prazo legal que se encerrou nesta sexta-feira (1º).De acordo com a legislação dos Estados Unidos, o presidente é obrigado a interromper hostilidades ou obter autorização formal do Congresso para prosseguir com conflitos após 60 dias de intervenção. No entanto, a Casa Branca indicou que não buscará o aval legislativo e que mantém em aberto a possibilidade de novos ataques contra o Irã, visando forçar Teerã a uma mesa de negociações.A estratégia de Washington baseia-se em uma interpretação técnica para contornar a Lei de Poderes de Guerra de 1973. Embora a Constituição americana reserve ao Congresso o poder exclusivo de declarar guerra, a norma permite ações emergenciais limitadas por dois meses. Como o conflito atual teve início em 28 de fevereiro, o prazo expiraria ontem, mas o secretário de Defesa, Pete Hegseth, argumentou que o cessar-fogo em vigor desde 7 de abril suspendeu a contagem do "relógio dos 60 dias". Segundo o governo, como não houve trocas de tiros diretas com as forças iranianas desde então, as hostilidades originais seriam consideradas encerradas, o que desobrigaria a Casa Branca de uma consulta imediata aos parlamentares.Enquanto o impasse jurídico se desenrola em Washington, a tensão no Golfo Pérsico atingiu novos picos. Na noite de quinta-feira (30), Teerã foi forçada a ativar seus sistemas de defesa antiaérea contra drones e aeronaves de origem não identificada, operação que durou cerca de 20 minutos antes do retorno à normalidade. O regime iraniano, através do presidente Massoud Pezeshkian, classificou o bloqueio naval americano como uma extensão direta das operações militares e prometeu uma reação "dolorosa e prolongada". O líder supremo, Mojtaba Khamenei, chegou a declarar que os Estados Unidos sofreram uma "derrota vergonhosa", apesar do estrangulamento econômico que o país enfrenta. Os reflexos desse prolongamento do conflito sem uma saída diplomática clara já abalam a economia global. O duplo bloqueio no Estreito de Ormuz — iniciado pelo Irã e respondido pelos EUA com o cerco aos portos iranianos — interrompeu o fluxo de um quinto dos hidrocarbonetos do planeta. O resultado foi a disparada do petróleo Brent, que atingiu US$ 126 por barril, maior patamar desde a invasão da Ucrânia em 2022. O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para o risco de colapso econômico mundial e defendeu o diálogo urgente, uma vez que as negociações de paz iniciadas em Islamabad parecem estagnadas.Paralelamente, a frente libanesa do conflito continua a registrar baixas severas. Ataques israelenses no sul do Líbano contra o Hezbollah deixaram 17 mortos apenas na quinta-feira, elevando o balanço total para mais de 2.500 mortos e um milhão de deslocados desde março.Em meio ao caos, a diplomacia americana pressiona por uma reorganização política em Beirute, sugerindo que o país está em um "ponto de inflexão" para retomar sua autonomia. Contudo, a postura irredutível de Trump em relação ao Irã e a manutenção do bloqueio por tempo indeterminado indicam que a guerra está longe de um desfecho, mesmo sem o respaldo formal do Poder Legislativo americano.ESTREITO FECHADODois meses após o início da guerra contra o Irã, permanece fechado o estreito por onde passava um quinto do petróleo comercializado no mundo. O impacto nos mercados globais é significativo. Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, o preço do petróleo Brent, referência mundial, mais do que dobrou, fato que pressiona a inflação e aumenta os preços dos combustíveis em vários países do mundo.Nesse contexto, o presidente Donald Trump deverá receber relatório sobre possíveis novos ataques contra o Irã, no que seriam tentativas de pressionar o regime a adotar posição mais flexível nas negociações. O plano foi preparado pelo Comando Central dos EUA e prevê uma onda de ataques "curta e poderosa", provavelmente incluindo alvos de infraestrutura, segundo o site Axios.]]> </content:encoded>
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<title>Investimentos no setor energético são discutidos no Gazeta Summit</title>
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<description><![CDATA[ A Organização Arnon de Mello (OAM) promoveu, nesta terça-feira (28), mais uma edição do Gazeta Summit Alagoas 2050, levando ao debate o tema Energia e reunindo diversas autoridades no assunto para discutir os problemas atuais e pensar em soluções que possam viabilizar um futuro mais promissor e sustentável para o país e, de forma mais específica, para o estado de Alagoas.O grande potencial para geração de energia do estado, a contratação de termelétricas a gás natural em Alagoas e a projeção de investimento de até R$ 10 bilhões no setor energético até 2032 foram pontos importantes levantados durante os painéis realizados ao longo da manhã.O evento foi aberto pelo diretor-executivo da Gazeta de Alagoas, Luís Amorim, que afirmou que a discussão sobre o futuro energético do estado deixou o campo das projeções e entrou no terreno das decisões estratégicas. “Discutir energia hoje não é tratar de um setor isolado da economia. É definir o rumo do desenvolvimento, a capacidade de gerar oportunidades e o posicionamento de Alagoas diante de um mundo que já mudou”, ressaltou Amorim.Para o diretor, o impacto da energia vai além da produção. Ele envolve uma cadeia ampla que inclui indústria, logística, inovação e qualificação profissional, com reflexos diretos na geração de empregos e na competitividade do Estado. E conectar esses atores e transformar o debate em encaminhamentos concretos é, justamente, o papel do Gazeta Summit. “O futuro da energia em Alagoas já começou. E ele não será construído por acaso”, disse.PRODUZIMOS O DOBROA palestra magna de abertura do evento ficou por conta do reitor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Josealdo Tonholo, que destacou o grande potencial do estado para produção de energia limpa e criticou a forma como esses recursos têm sido geridos. Ele pontuou ainda que Alagoas produz cerca de duas vezes mais energia do que consome, ou seja, por aqui, há energia “de sobra”.“Alagoas não corre risco de apagão local por falta de geração. Estamos em uma condição energética extremamente privilegiada. Temos muita energia renovável, muita energia sobrando nesse momento, mas com dificuldade de apropriar essa vantagem em favor da nossa gente, dos nossos empreendimentos”, pontuou o reitor.Durante a palestra, o reitor da Ufal também posicionou Alagoas dentro do cenário brasileiro e mundial, apontando, por exemplo, percentuais como o de renovabilidade total, que é de 82,5%, enquanto no Brasil é de 49,1%, e, no mundo, de 14,7%; de produção de biomassa, que, em Alagoas, é de 51,3%, no Brasil, é de 19,1% e, no mundo, de 10%; e de hidrelétrica, que, no Estado, é de 31,2%, no Brasil, é de 12% e, no mundo, de 2,5%.Ele também citou a energia como um insumo básico em qualquer processo de transformação e, por isso, com potencial para atrair inúmeros grandes negócios. “Estamos mandando embora a energia sem se apropriar dela. Hoje, quase a totalidade do que exportamos é energia limpa. Somos superavitários em biomassa e em hidroeletricidade. Para se ter uma ideia, entre setembro e março, as usinas geram um excedente de biomassa que coincide com períodos em que outras regiões podem enfrentar secas, tornando o nosso estado um ‘pulmão energético’ estratégico para o Nordeste”, concluiu.AVANÇOS NO ESTADOO primeiro painel do evento, intitulado “Política energética, regulação e o papel dos entes públicos”, contou com a participação do professor associado do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Gesel/UFRJ), Daniel Carneiro, e da diretora-presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos de Alagoas (Arsal), Camila Ferraz, com mediação do jornalista Marcos Rodrigues. Na ocasião, os especialistas analisaram o cenário atual da energia no Brasil e os desafios para garantir crescimento econômico com segurança e sustentabilidade. Camila Ferraz destacou os avanços do estado na regulamentação, principalmente no setor de gás. Segundo ela, o trabalho desenvolvido ao longo de dois anos colocou Alagoas em posição de destaque no país. Já o professor Daniel Carneiro chamou a atenção para o momento de transição vivido pelo setor elétrico brasileiro. Ele destacou que, após décadas de mudanças estruturais – como a abertura do mercado, a criação de leilões e o incentivo às fontes renováveis –, o país enfrenta novos desafios que exigem atualização do modelo atual.CONTRATAÇÃO DE TERMELÉTRICASO segundo painel do dia, com o tema “Alagoas no mapa da energia: potencial e políticas públicas”, foi formado pelo superintendente de Políticas Energéticas da Secretaria de Estado do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços de Alagoas (Sedics), Bruno Macêdo; pela advogada, economista e deputada estadual Fátima Canuto e pelo gerente comercial da empresa Gás Alagoas S.A. (Algás), Fábio Sousa.A contratação de 12 termelétricas a gás natural em Alagoas, com destaque para o município do Pilar, foi o principal ponto levantado pela deputada estadual Fátima Canuto durante o painel. Ao abordar o assunto, a parlamentar ressaltou que o resultado do leilão recente confirma o potencial do estado e, especialmente, do município da Região Metropolitana, como polo estratégico do gás natural.“Pilar foi contemplado e isso mostra que estamos no caminho certo. O município já é conhecido pela reserva de gás e agora se consolida como eixo desse novo momento energético”, afirmou.Do terceiro e último painel do Gazeta Summit, que tratou sobre “Inovação, investimentos e mercado: oportunidades reais no setor energético”, participaram o engenheiro, professor aposentado da Ufal e consultor em gestão energética, Geoberto Espírito Santo; o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Veolia em Alagoas, José Vicente Machado Neto, e o gerente de regulação da Equatorial Alagoas, Tibúrcio Gurgel.O debate discutiu a forma como a energia chega até a casa do consumidor, que está prestes a mudar e impactar diretamente o bolso das famílias. Para o professor Geoberto Espírito Santo, o momento atual vai além de uma simples transição energética. Segundo ele, o que ocorre é uma substituição de fontes, com impacto direto nos custos.“O que vemos hoje é uma conta cada vez mais alta. Por isso, se fala em transição energética justa, porque o consumidor já não suporta novos aumentos”, destacou.Nesse novo cenário, o consumidor poderá escolher de quem comprar energia – um modelo já comparado à “uberização” do setor. Durante o painel, José Vicente apresentou as oportunidades reais de investimento, com foco em soluções sustentáveis. Ele destacou que a integração entre energia, água e gestão de resíduos tem potencial para transformar o setor industrial.Já Tibúrcio Gurgel destacou que o setor deixou de ser linear e passou a operar com múltiplos fluxos, impulsionados pela geração distribuída, veículos elétricos e novas tecnologias. Ele também ressaltou os investimentos realizados pela concessionária no estado, que somam cerca de R$ 2,7 bilhões, além da ampliação da rede elétrica e melhoria nos indicadores de fornecimento.Esta foi a sétima edição do Gazeta Summit, evento que já se consolidou como um espaço de articulação entre diferentes setores. Em versões anteriores, os temas discutidos foram Mobilidade Urbana; Primeira Infância; Água; Mulher; Indústria, Comércio e Serviços, e Segurança Pública. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 22:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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É definir o rumo do desenvolvimento, a capacidade de gerar oportunidades e o posicionamento de Alagoas diante de um mundo que já mudou”, ressaltou Amorim.Para o diretor, o impacto da energia vai além da produção. Ele envolve uma cadeia ampla que inclui indústria, logística, inovação e qualificação profissional, com reflexos diretos na geração de empregos e na competitividade do Estado. E conectar esses atores e transformar o debate em encaminhamentos concretos é, justamente, o papel do Gazeta Summit. “O futuro da energia em Alagoas já começou. E ele não será construído por acaso”, disse.PRODUZIMOS O DOBROA palestra magna de abertura do evento ficou por conta do reitor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Josealdo Tonholo, que destacou o grande potencial do estado para produção de energia limpa e criticou a forma como esses recursos têm sido geridos. Ele pontuou ainda que Alagoas produz cerca de duas vezes mais energia do que consome, ou seja, por aqui, há energia “de sobra”.“Alagoas não corre risco de apagão local por falta de geração. Estamos em uma condição energética extremamente privilegiada. Temos muita energia renovável, muita energia sobrando nesse momento, mas com dificuldade de apropriar essa vantagem em favor da nossa gente, dos nossos empreendimentos”, pontuou o reitor.Durante a palestra, o reitor da Ufal também posicionou Alagoas dentro do cenário brasileiro e mundial, apontando, por exemplo, percentuais como o de renovabilidade total, que é de 82,5%, enquanto no Brasil é de 49,1%, e, no mundo, de 14,7%; de produção de biomassa, que, em Alagoas, é de 51,3%, no Brasil, é de 19,1% e, no mundo, de 10%; e de hidrelétrica, que, no Estado, é de 31,2%, no Brasil, é de 12% e, no mundo, de 2,5%.Ele também citou a energia como um insumo básico em qualquer processo de transformação e, por isso, com potencial para atrair inúmeros grandes negócios. “Estamos mandando embora a energia sem se apropriar dela. Hoje, quase a totalidade do que exportamos é energia limpa. Somos superavitários em biomassa e em hidroeletricidade. Para se ter uma ideia, entre setembro e março, as usinas geram um excedente de biomassa que coincide com períodos em que outras regiões podem enfrentar secas, tornando o nosso estado um ‘pulmão energético’ estratégico para o Nordeste”, concluiu.AVANÇOS NO ESTADOO primeiro painel do evento, intitulado “Política energética, regulação e o papel dos entes públicos”, contou com a participação do professor associado do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Gesel/UFRJ), Daniel Carneiro, e da diretora-presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos de Alagoas (Arsal), Camila Ferraz, com mediação do jornalista Marcos Rodrigues. Na ocasião, os especialistas analisaram o cenário atual da energia no Brasil e os desafios para garantir crescimento econômico com segurança e sustentabilidade. Camila Ferraz destacou os avanços do estado na regulamentação, principalmente no setor de gás. Segundo ela, o trabalho desenvolvido ao longo de dois anos colocou Alagoas em posição de destaque no país. Já o professor Daniel Carneiro chamou a atenção para o momento de transição vivido pelo setor elétrico brasileiro. Ele destacou que, após décadas de mudanças estruturais – como a abertura do mercado, a criação de leilões e o incentivo às fontes renováveis –, o país enfrenta novos desafios que exigem atualização do modelo atual.CONTRATAÇÃO DE TERMELÉTRICASO segundo painel do dia, com o tema “Alagoas no mapa da energia: potencial e políticas públicas”, foi formado pelo superintendente de Políticas Energéticas da Secretaria de Estado do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços de Alagoas (Sedics), Bruno Macêdo; pela advogada, economista e deputada estadual Fátima Canuto e pelo gerente comercial da empresa Gás Alagoas S.A. (Algás), Fábio Sousa.A contratação de 12 termelétricas a gás natural em Alagoas, com destaque para o município do Pilar, foi o principal ponto levantado pela deputada estadual Fátima Canuto durante o painel. Ao abordar o assunto, a parlamentar ressaltou que o resultado do leilão recente confirma o potencial do estado e, especialmente, do município da Região Metropolitana, como polo estratégico do gás natural.“Pilar foi contemplado e isso mostra que estamos no caminho certo. O município já é conhecido pela reserva de gás e agora se consolida como eixo desse novo momento energético”, afirmou.Do terceiro e último painel do Gazeta Summit, que tratou sobre “Inovação, investimentos e mercado: oportunidades reais no setor energético”, participaram o engenheiro, professor aposentado da Ufal e consultor em gestão energética, Geoberto Espírito Santo; o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Veolia em Alagoas, José Vicente Machado Neto, e o gerente de regulação da Equatorial Alagoas, Tibúrcio Gurgel.O debate discutiu a forma como a energia chega até a casa do consumidor, que está prestes a mudar e impactar diretamente o bolso das famílias. Para o professor Geoberto Espírito Santo, o momento atual vai além de uma simples transição energética. Segundo ele, o que ocorre é uma substituição de fontes, com impacto direto nos custos.“O que vemos hoje é uma conta cada vez mais alta. Por isso, se fala em transição energética justa, porque o consumidor já não suporta novos aumentos”, destacou.Nesse novo cenário, o consumidor poderá escolher de quem comprar energia – um modelo já comparado à “uberização” do setor. Durante o painel, José Vicente apresentou as oportunidades reais de investimento, com foco em soluções sustentáveis. Ele destacou que a integração entre energia, água e gestão de resíduos tem potencial para transformar o setor industrial.Já Tibúrcio Gurgel destacou que o setor deixou de ser linear e passou a operar com múltiplos fluxos, impulsionados pela geração distribuída, veículos elétricos e novas tecnologias. Ele também ressaltou os investimentos realizados pela concessionária no estado, que somam cerca de R$ 2,7 bilhões, além da ampliação da rede elétrica e melhoria nos indicadores de fornecimento.Esta foi a sétima edição do Gazeta Summit, evento que já se consolidou como um espaço de articulação entre diferentes setores. Em versões anteriores, os temas discutidos foram Mobilidade Urbana; Primeira Infância; Água; Mulher; Indústria, Comércio e Serviços, e Segurança Pública.]]> </content:encoded>
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<title>Braskem e Petrobras dão novo passo para a venda da petroquímica</title>
<link>https://apareceu.com/braskem-e-petrobras-dao-novo-passo-para-a-venda-da-petroquimica</link>
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<description><![CDATA[ Braskem e Petrobras deram mais um passo para a venda da fatia da petroleira ao fundo de investimento em participações Shine I. Na última quinta-feira (23), a estatal assinou com a gestora IG4 Capital um novo acordo de acionistas, com o objetivo ter o controle compartilhado em uma das maiores petroquímicas do mundo.Além disso, a estatal afirmou que quer promover um aperfeiçoamento da governança na empresa ao lado da gestora IG4 Capital, que vai comandar a Braskem por meio do fundo de investimento Shine I. A Petrobras já vinha indicando, desde o ano passado, que seu objetivo era ter maior poder na gestão da petroquímica, que tem duas plantas em Alagoas.Em comunicado ao mercado também na quinta-feira, a Braskem informa que a parceria visa estabelecer diretrizes para a gestão compartilhada da companhia química. Deixa claro, no entanto, que a implementação definitiva do pacto depende da conclusão de uma transação acionária específica e do cumprimento de certas exigências legais e autorizações judiciais. Além disso, a Petrobras optou formalmente por não exercer seus direitos de preferência ou de venda conjunta durante este processo. O texto também inclui avisos legais sobre projeções futuras, ressaltando que os resultados reais podem variar conforme as condições de mercado e riscos operacionais.Como a Gazeta mostrou, a entrada de um novo acionista controlador pode ajudar a melhorar as perspectivas da Braskem, que enfrenta margens apertadas no setor petroquímico e dívidas relacionadas aos danos causados pelas operações de mineração de sal em Maceió (AL).Segundo o balanço de 2025, a dívida líquida da companhia superava os R$ 11 bilhões.Em comunicado ao mercado na semana passada, o afundamento dos bairros em Maceió é citado como um fator que pode afetar os resultados financeiros, a condição econômica e as operações da Braskem. O documento alerta que qualquer mudança nas projeções sobre o impacto desse evento ou nos procedimentos legais relacionados pode fazer com que os resultados reais da empresa sejam significativamente diferentes das expectativas atuais.Em fevereiro deste ano, o Ministério Público Federal (MPF) solicitou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que o órgão leve em conta os impactos ambientais do desastre em Maceió na análise da troca de controle da Braskem. Na manifestação, o MPF afirma que o Cade deve ir além de uma análise estritamente concorrencial e considerar o passivo socioambiental da companhia como elemento relevante para avaliar a eficiência econômica da operação.O documento cita o afundamento do solo causado pela exploração de sal-gema em Maceió, que levou à desocupação de bairros inteiros e afetou mais de 60 mil pessoas, e lembra que a Braskem firmou em 2025 um acordo de R$ 1,2 bilhão com o governo de Alagoas para indenizações ambientais.Para o MPF, a reestruturação societária da empresa não pode isolar esses passivos em estruturas sem liquidez, sob risco de comprometer a reparação integral dos danos.Segundo a Petrobras, o acordo com a IG4 inclui a obrigação de obtenção de consenso entre as partes em todas as deliberações do Conselho de Administração e da Assembleia Geral. A Petrobras terá ainda o direito de indicar número igual de membros para o Conselho de Administração e para a diretoria, em relação ao novo sócio.*Com informações de agências. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 07:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Braskem, Petrobras, dão, novo, passo, para, venda, petroquímica</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[Braskem e Petrobras deram mais um passo para a venda da fatia da petroleira ao fundo de investimento em participações Shine I. Na última quinta-feira (23), a estatal assinou com a gestora IG4 Capital um novo acordo de acionistas, com o objetivo ter o controle compartilhado em uma das maiores petroquímicas do mundo.Além disso, a estatal afirmou que quer promover um aperfeiçoamento da governança na empresa ao lado da gestora IG4 Capital, que vai comandar a Braskem por meio do fundo de investimento Shine I. A Petrobras já vinha indicando, desde o ano passado, que seu objetivo era ter maior poder na gestão da petroquímica, que tem duas plantas em Alagoas.Em comunicado ao mercado também na quinta-feira, a Braskem informa que a parceria visa estabelecer diretrizes para a gestão compartilhada da companhia química. Deixa claro, no entanto, que a implementação definitiva do pacto depende da conclusão de uma transação acionária específica e do cumprimento de certas exigências legais e autorizações judiciais. Além disso, a Petrobras optou formalmente por não exercer seus direitos de preferência ou de venda conjunta durante este processo. O texto também inclui avisos legais sobre projeções futuras, ressaltando que os resultados reais podem variar conforme as condições de mercado e riscos operacionais.Como a Gazeta mostrou, a entrada de um novo acionista controlador pode ajudar a melhorar as perspectivas da Braskem, que enfrenta margens apertadas no setor petroquímico e dívidas relacionadas aos danos causados pelas operações de mineração de sal em Maceió (AL).Segundo o balanço de 2025, a dívida líquida da companhia superava os R$ 11 bilhões.Em comunicado ao mercado na semana passada, o afundamento dos bairros em Maceió é citado como um fator que pode afetar os resultados financeiros, a condição econômica e as operações da Braskem. O documento alerta que qualquer mudança nas projeções sobre o impacto desse evento ou nos procedimentos legais relacionados pode fazer com que os resultados reais da empresa sejam significativamente diferentes das expectativas atuais.Em fevereiro deste ano, o Ministério Público Federal (MPF) solicitou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que o órgão leve em conta os impactos ambientais do desastre em Maceió na análise da troca de controle da Braskem. Na manifestação, o MPF afirma que o Cade deve ir além de uma análise estritamente concorrencial e considerar o passivo socioambiental da companhia como elemento relevante para avaliar a eficiência econômica da operação.O documento cita o afundamento do solo causado pela exploração de sal-gema em Maceió, que levou à desocupação de bairros inteiros e afetou mais de 60 mil pessoas, e lembra que a Braskem firmou em 2025 um acordo de R$ 1,2 bilhão com o governo de Alagoas para indenizações ambientais.Para o MPF, a reestruturação societária da empresa não pode isolar esses passivos em estruturas sem liquidez, sob risco de comprometer a reparação integral dos danos.Segundo a Petrobras, o acordo com a IG4 inclui a obrigação de obtenção de consenso entre as partes em todas as deliberações do Conselho de Administração e da Assembleia Geral. A Petrobras terá ainda o direito de indicar número igual de membros para o Conselho de Administração e para a diretoria, em relação ao novo sócio.*Com informações de agências.]]> </content:encoded>
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<title>Gazeta Summit 2050 divulga programação da edição sobre energia</title>
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<description><![CDATA[ A Organização Arnon de Mello (OAM) realiza, na próxima terça-feira (28), mais uma edição do Gazeta Summit Alagoas 2050, com o tema Energia – Caminhos para transformar potencial energético em desenvolvimento econômico.O evento, que acontece das 8h30 às 12h, na Associação Comercial de Maceió, no bairro do Jaraguá, vai reunir importantes nomes ligados à área para promover um debate de alto nível, abordando os assuntos mais atuais sobre o tema, trazendo o papel do Brasil e, especialmente, de Alagoas, nesse novo cenário em que a energia limpa é sinônimo de futuro e desenvolvimento. As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser feitas por meio do portal Gazetaweb.O summit será aberto com uma palestra magna proferida pelo reitor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), com mestrado e doutorado em Físico-Química pelo Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo, Josealdo Tonholo, com o tema “Transição energética e desenvolvimento – o papel do Brasil até 2050”.Em seguida, terá início o primeiro painel, que vai tratar sobre “Política energética, regulação e o papel dos entes públicos” e contará com a participação do professor associado do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Gesel/UFRJ), Daniel Araújo Carneiro. O momento terá, ainda, a participação da diretora-presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos de Alagoas (Arsal), Camila Ferraz, e de um representante do Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA).O segundo painel vai trazer um debate a respeito de “Alagoas no mapa da energia: potencial e políticas públicas”, com participação do superintendente de Políticas Energéticas da Secretaria de Estado do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços de Alagoas (Sedics) e secretário executivo do Conselho Estadual de Políticas Energéticas, Bruno Carvalho Macêdo; da advogada, economista e deputada estadual em seu segundo mandato, Fátima Canuto; e do gerente Comercial da empresa Gás Alagoas S.A. (Algás), que atua no gerenciamento e na proposição de soluções energéticas, Fabio Sousa.Após a pausa para o coffee break, o evento tem continuidade com o terceiro e último painel “Inovação, investimentos e mercado: oportunidades reais no setor energético”, que contará com a participação do engenheiro civil e professor aposentado do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Geoberto Espírito Santo; do gerente de Desenvolvimento de Negócios da Veolia em Alagoas, José Vicente Machado Neto; e do engenheiro de Produção com mestrado em Desenvolvimento de Tecnologia em Sistemas de Energia e gerente de Regulação da Equatorial Energia Alagoas, Tibúrcio Gurgel.O Gazeta Summit Alagoas 2050 é um evento promovido pela OAM com o objetivo de discutir temas de grande relevância para a sociedade, avaliando a situação atual e buscando soluções para um futuro sustentável.Ao tratar sobre energia, o objetivo principal é situar Alagoas no debate nacional; apresentar oportunidades reais de investimento no Estado; discutir o papel da regulação e das políticas públicas; conectar governo, setor produtivo e academia; além de projetar o futuro das matrizes energéticas com foco no desenvolvimento econômico e social.Em outras edições do Gazeta Summit, foram debatidos temas como Mobilidade Urbana; Primeira Infância; Água; Mulher; Indústria, Comércio e Serviços e Segurança Pública. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 16:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Gazeta, Summit, 2050, divulga, programação, edição, sobre, energia</media:keywords>
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<title>Terras raras: empresa americana compra mineradora brasileira</title>
<link>https://apareceu.com/terras-raras-empresa-americana-compra-mineradora-brasileira</link>
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<description><![CDATA[ A empresa norte-americana USA Rare Earth anunciou nessa segunda-feira (20) a compra da Serra Verde, única mineradora de terras raras em operação no Brasil, em um negócio avaliado em US$ 2,8 bilhões (R$ 13,8 bilhões), combinando pagamento em dinheiro e ações.As terras raras são um conjunto de 17 elementos químicos de difícil extração e refino. Alguns deles desempenham um papel importante em aplicações como ímãs para veículos elétricos, energia renovável e sistemas de defesa.Pelos termos do acordo, a companhia americana desembolsará US$ 300 milhões em dinheiro e emitirá 126,9 milhões de novas ações para viabilizar a transação. A conclusão do negócio está prevista para o terceiro trimestre de 2026, conforme comunicado divulgado pela empresa.A China detém hoje mais da metade da extração do material e controla quase toda a capacidade de refino. Empresas e o governo americano tentam reduzir essa dependência.Já o Brasil, apesar de ter a terceira maior reserva desses elementos, produz muito pouco e tem apenas a Serra Verde em operação.A USA Rare Earths, à qual o governo americano prometeu até US$ 1,6 bilhão em apoio financeiro, é uma das maiores apostas americanas na construção de uma cadeia de fornecimento doméstica desse material.A Serra Verde opera uma mina de terras raras no norte de Goiás. De acordo com a USA Rare Earth, a produção no local deve representar mais da metade de todo o suprimento mundial de terras raras pesadas fora da China até 2027.Neal Dingmann, analista do banco de investimentos americano William Blair, diz que a meta para empresas desse mercado é que toda a cadeia produtiva esteja garantida, tanto no fornecimento como no processamento.A Rare Earh USA já tinha uma operação grande para produção de ímãs no estado de Oklahoma, nos EUA, e a partir do ano passado foi às compras para garantir outras etapas do negócio.A companhia americana comprou a inglesa LCM (sigla em inglês para metais menos comuns), que produz ligas personalizadas. Há cerca de um mês, tornou-se sócia de uma processadora chamada Carester.A companhia já tinha um depósito de terras raras nos EUA, em Round Top, no Texas, segundo Dingmann. Mas essa mina ainda está em estágio muito inicial.. ]]></description>
<enclosure url="https://cdn.gazetadealagoas.com.br/img/inline/890000/terras-raras-empresa-americana-compra-mineradora-b-00893786-ac8b6d1a45ee6b4242f94252611a86a7.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<title>Identidade roubada: alagoano é preso injustamente após bandido usar documento dele por 20 anos</title>
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<description><![CDATA[ true
			Um roubo a mão armada em 2004 virou o pesadelo de um alagoano duas décadas depois. Durante esses 20 anos, um desconhecido carregou os documentos de Fernando (nome fictício) pelo Agreste de Alagoas e assumiu sua identidade: cometeu crimes, fugiu da polícia, foi preso e solto usando o nome de outro homem. Enquanto o verdadeiro Fernando envelheceu, trabalhou, se aposentou e criou família, uma ficha criminal crescia com o seu nome. Até que, em agosto de 2024, aos 68 anos, a polícia bateu à sua porta.Ele foi preso injustamente e, mesmo em liberdade, ainda sofre as consequências psicológicas do trauma e do constrangimento. A Justiça de Alagoas determinou, no dia 10 de abril deste ano, que o Estado pague indenização de R$ 25 mil por danos morais, valor muito abaixo dos R$ 200 mil pedidos pela família.Tudo começou às 5h30 do dia 22 de maio de 2004, quando Fernando estava com um tio e um colega na zona rural de um município do Agreste. Os três tinham saído para comprar “bolas de fumo” com a intenção de revendê-las em Arapiraca. No caminho, foram abordados por assaltantes armados que os obrigaram a se ajoelhar. Os criminosos levaram dinheiro do tio e do colega; Fernando não tinha valor algum na carteira, mas perdeu os documentos.A violência daquele dia seria apenas o começo. Uma terceira pessoa com acesso aos documentos passou a praticar uma série de crimes, como roubos, porte ilegal de armas e participação em organização criminosa, vivendo uma vida de capturas e fugas. Toda vez que era alcançada pelas autoridades, apresentava a documentação de Fernando como se fosse sua. Com isso, Fernando passou a responder, sem saber, a duas ações penais na 3ª Vara Criminal de União dos Palmares.Um dos processos atribuídos falsamente a Fernando está relacionado à posse ilegal de arma de fogo de uso restrito e à formação de quadrilha, em 24 de março de 2010, em União dos Palmares. A informação chegada à polícia era de que a organização criminosa havia assassinado um policial em São José (PE). O delegado pediu a prisão temporária do suspeito e mandado de busca e apreensão para colher provas, tudo em nome de Fernando.Enquanto as investigações sondavam equivocadamente sua identidade, Fernando seguia a vida normalmente: trabalho, família, rotina no Agreste. Foi às 9h do dia 8 de agosto de 2024 que tudo mudou. Já aposentado, aos 66 anos, ele foi surpreendido por fortes batidas na porta. Eram agentes de polícia em viaturas descaracterizadas, com mandados de prisão a cumprir.Nos autos do processo, a defesa descreveu a prisão como uma “situação vexatória”: Fernando foi algemado diante dos vizinhos e enfrentou uma “via crucis” para provar que a acusação contra ele era injusta. No caminho para o presídio, lembrou aos policiais que tudo podia estar relacionado ao assalto de 20 anos atrás. A família, enquanto isso, recebia informações desencontradas, chegou-se a dizer à filha que o motivo da prisão seria um suposto crime de estupro.A situação era ainda mais grave porque Fernando é acometido por doença crônica grave e já tinha a saúde mental fragilizada antes da prisão. No presídio, passou por exame de corpo de delito, teve o cabelo raspado, ficou sem os remédios habituais, recebeu alimentação incompatível com sua condição de saúde e conviveu com detentos de alta periculosidade.Ficou preso por três dias. No dia 11 de agosto, a prisão foi convertida em domiciliar, com a liberdade de locomoção restrita por 33 dias. Só em 9 de setembro de 2024, após o juízo da 3ª Vara Criminal de União dos Palmares reconhecer expressamente a troca de identidade, a prisão domiciliar foi relaxada.A defesa ressalta que Fernando deveria estar aproveitando a aposentadoria e os momentos em família. Em vez disso, ficou ansioso e traumatizado, resistindo a sair de casa, com insônia frequente. Foi encaminhado a sessões de terapia com psicólogos e precisou de acompanhamento psiquiátrico, por apresentar sintomas de transtorno de estresse pós-traumático e transtorno depressivo grave, sendo medicado.“As repercussões familiares, profissionais e sociais foram extremamente negativas, ocasionando humilhação, abalo de honra, angústia, crise emocional e comprometimento de sua saúde física e psicológica. Ademais, desencadeou-se um descontrole financeiro sem precedentes. Ele passou a contrair dívidas através de empréstimos, assim como a consumir bebida alcoólica como válvula de escape para resolver os problemas oriundos da prisão injusta”, detalhou a defesa.Para a defesa, a prisão ocorreu por “falha grave” do Estado de Alagoas: ao longo de mais de uma década de tramitação processual, nenhuma verificação mínima de identidade foi realizada. Bastaria, segundo os advogados, comparar características físicas, assinaturas, datas de nascimento, endereços e dados cadastrais para perceber que Fernando não era a pessoa investigada.O Estado de Alagoas, alvo do processo de indenização, isentou-se de responsabilidade. Alegou que a prisão injusta decorreu de ato exclusivo de terceiro, o ladrão que roubou os documentos em 2004, que não havia como identificar a fraude na época e que não se pode falar em erro judicial porque não houve condenação penal injusta, mas sim prisão cautelar posteriormente relaxada. O Estado argumentou ainda que não havia nexo de causalidade direto entre a prisão e os danos psiquiátricos alegados, uma vez que Fernando já apresentava condições de saúde preexistentes, e defendeu que o pedido de R$ 200 mil era desproporcional.O juiz Kaio César Queiroz, da 4ª Vara da Comarca de Direito de Arapiraca, não aceitou o argumento. Em sua decisão, responsabilizou o Estado não pelo ato isolado do roubo de 2004, mas por uma sequência de omissões específicas e autônomas do aparato estatal ao longo dos anos.O magistrado apontou um dos momentos mais críticos: quando o verdadeiro suspeito foi preso em flagrante, em 24 de março de 2010, e apresentou os documentos de Fernando, a polícia aceitou a identificação “sem que procedesse à verificação mínima da identidade do preso. Tal aferição poderia ser efetivada por meio de dados biométricos, confronto fotográfico ou cruzamento de informações cadastrais elementares, providência que teria revelado, desde aquele momento, a divergência entre o verdadeiro preso e o titular dos documentos”.O juiz enfatizou que o erro perpassou toda a cadeia: desde a instauração dos inquéritos policiais, passando pelo oferecimento da denúncia, pelo recebimento desta pelo juízo criminal e pela expedição dos mandados de prisão em nome de Fernando, tudo ao longo de anos “sem que qualquer agente promovesse a devida conferência da identificação civil e criminal do investigado”. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 09:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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			Um roubo a mão armada em 2004 virou o pesadelo de um alagoano duas décadas depois. Durante esses 20 anos, um desconhecido carregou os documentos de Fernando (nome fictício) pelo Agreste de Alagoas e assumiu sua identidade: cometeu crimes, fugiu da polícia, foi preso e solto usando o nome de outro homem. Enquanto o verdadeiro Fernando envelheceu, trabalhou, se aposentou e criou família, uma ficha criminal crescia com o seu nome. Até que, em agosto de 2024, aos 68 anos, a polícia bateu à sua porta.Ele foi preso injustamente e, mesmo em liberdade, ainda sofre as consequências psicológicas do trauma e do constrangimento. A Justiça de Alagoas determinou, no dia 10 de abril deste ano, que o Estado pague indenização de R$ 25 mil por danos morais, valor muito abaixo dos R$ 200 mil pedidos pela família.Tudo começou às 5h30 do dia 22 de maio de 2004, quando Fernando estava com um tio e um colega na zona rural de um município do Agreste. Os três tinham saído para comprar “bolas de fumo” com a intenção de revendê-las em Arapiraca. No caminho, foram abordados por assaltantes armados que os obrigaram a se ajoelhar. Os criminosos levaram dinheiro do tio e do colega; Fernando não tinha valor algum na carteira, mas perdeu os documentos.A violência daquele dia seria apenas o começo. Uma terceira pessoa com acesso aos documentos passou a praticar uma série de crimes, como roubos, porte ilegal de armas e participação em organização criminosa, vivendo uma vida de capturas e fugas. Toda vez que era alcançada pelas autoridades, apresentava a documentação de Fernando como se fosse sua. Com isso, Fernando passou a responder, sem saber, a duas ações penais na 3ª Vara Criminal de União dos Palmares.Um dos processos atribuídos falsamente a Fernando está relacionado à posse ilegal de arma de fogo de uso restrito e à formação de quadrilha, em 24 de março de 2010, em União dos Palmares. A informação chegada à polícia era de que a organização criminosa havia assassinado um policial em São José (PE). O delegado pediu a prisão temporária do suspeito e mandado de busca e apreensão para colher provas, tudo em nome de Fernando.Enquanto as investigações sondavam equivocadamente sua identidade, Fernando seguia a vida normalmente: trabalho, família, rotina no Agreste. Foi às 9h do dia 8 de agosto de 2024 que tudo mudou. Já aposentado, aos 66 anos, ele foi surpreendido por fortes batidas na porta. Eram agentes de polícia em viaturas descaracterizadas, com mandados de prisão a cumprir.Nos autos do processo, a defesa descreveu a prisão como uma “situação vexatória”: Fernando foi algemado diante dos vizinhos e enfrentou uma “via crucis” para provar que a acusação contra ele era injusta. No caminho para o presídio, lembrou aos policiais que tudo podia estar relacionado ao assalto de 20 anos atrás. A família, enquanto isso, recebia informações desencontradas, chegou-se a dizer à filha que o motivo da prisão seria um suposto crime de estupro.A situação era ainda mais grave porque Fernando é acometido por doença crônica grave e já tinha a saúde mental fragilizada antes da prisão. No presídio, passou por exame de corpo de delito, teve o cabelo raspado, ficou sem os remédios habituais, recebeu alimentação incompatível com sua condição de saúde e conviveu com detentos de alta periculosidade.Ficou preso por três dias. No dia 11 de agosto, a prisão foi convertida em domiciliar, com a liberdade de locomoção restrita por 33 dias. Só em 9 de setembro de 2024, após o juízo da 3ª Vara Criminal de União dos Palmares reconhecer expressamente a troca de identidade, a prisão domiciliar foi relaxada.A defesa ressalta que Fernando deveria estar aproveitando a aposentadoria e os momentos em família. Em vez disso, ficou ansioso e traumatizado, resistindo a sair de casa, com insônia frequente. Foi encaminhado a sessões de terapia com psicólogos e precisou de acompanhamento psiquiátrico, por apresentar sintomas de transtorno de estresse pós-traumático e transtorno depressivo grave, sendo medicado.“As repercussões familiares, profissionais e sociais foram extremamente negativas, ocasionando humilhação, abalo de honra, angústia, crise emocional e comprometimento de sua saúde física e psicológica. Ademais, desencadeou-se um descontrole financeiro sem precedentes. Ele passou a contrair dívidas através de empréstimos, assim como a consumir bebida alcoólica como válvula de escape para resolver os problemas oriundos da prisão injusta”, detalhou a defesa.Para a defesa, a prisão ocorreu por “falha grave” do Estado de Alagoas: ao longo de mais de uma década de tramitação processual, nenhuma verificação mínima de identidade foi realizada. Bastaria, segundo os advogados, comparar características físicas, assinaturas, datas de nascimento, endereços e dados cadastrais para perceber que Fernando não era a pessoa investigada.O Estado de Alagoas, alvo do processo de indenização, isentou-se de responsabilidade. Alegou que a prisão injusta decorreu de ato exclusivo de terceiro, o ladrão que roubou os documentos em 2004, que não havia como identificar a fraude na época e que não se pode falar em erro judicial porque não houve condenação penal injusta, mas sim prisão cautelar posteriormente relaxada. O Estado argumentou ainda que não havia nexo de causalidade direto entre a prisão e os danos psiquiátricos alegados, uma vez que Fernando já apresentava condições de saúde preexistentes, e defendeu que o pedido de R$ 200 mil era desproporcional.O juiz Kaio César Queiroz, da 4ª Vara da Comarca de Direito de Arapiraca, não aceitou o argumento. Em sua decisão, responsabilizou o Estado não pelo ato isolado do roubo de 2004, mas por uma sequência de omissões específicas e autônomas do aparato estatal ao longo dos anos.O magistrado apontou um dos momentos mais críticos: quando o verdadeiro suspeito foi preso em flagrante, em 24 de março de 2010, e apresentou os documentos de Fernando, a polícia aceitou a identificação “sem que procedesse à verificação mínima da identidade do preso. 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<title>Advogado é preso e apontado como líder de esquema milionário em Alagoas</title>
<link>https://apareceu.com/advogado-e-preso-e-apontado-como-lider-de-esquema-milionario-em-alagoas</link>
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<description><![CDATA[ truetrue
			
        A Polícia Civil de Alagoas (PCAL), por meio da Delegacia de Estelionatos, desarticulou uma organização criminosa liderada por um advogado que usava a profissão como fachada para aplicar golpes. O advogado seria Rodolfo Vilela Nunes.Segundo as investigações, o advogado, regularmente inscrito na OAB, movimentou mais de R$ 80 milhões em suas contas. Ele utilizava a carteira profissional como instrumento para a prática criminosa.As vítimas eram enganadas por meio de falsos processos judiciais, cobranças indevidas de taxas e promessas fraudulentas de facilitação na compra de imóveis, com documentação completamente falsificada.A operação foi coordenada pelos delegados Dalberth Pinheiro e Michelly Santos, e contou com a presença do delegado-geral Thales Araújo. A ação também foi acompanhada por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Advogado, preso, apontado, como, líder, esquema, milionário, Alagoas</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[truetrue
			
        A Polícia Civil de Alagoas (PCAL), por meio da Delegacia de Estelionatos, desarticulou uma organização criminosa liderada por um advogado que usava a profissão como fachada para aplicar golpes. O advogado seria Rodolfo Vilela Nunes.Segundo as investigações, o advogado, regularmente inscrito na OAB, movimentou mais de R$ 80 milhões em suas contas. Ele utilizava a carteira profissional como instrumento para a prática criminosa.As vítimas eram enganadas por meio de falsos processos judiciais, cobranças indevidas de taxas e promessas fraudulentas de facilitação na compra de imóveis, com documentação completamente falsificada.A operação foi coordenada pelos delegados Dalberth Pinheiro e Michelly Santos, e contou com a presença do delegado-geral Thales Araújo. A ação também foi acompanhada por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).]]> </content:encoded>
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<title>Uma viagem astrológica: como o astral dos signos molda seu destino no dia 14/04/2026</title>
<link>https://apareceu.com/uma-viagem-astrologica-como-o-astral-dos-signos-molda-seu-destino-no-dia-14042026</link>
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<description><![CDATA[ O signo que se destaca com grande intensidade é Áries, impulsionado pela presença de Mercúrio e Marte em seu território.É um dia de alta energia ariana (ação/conflito/iniciativa) que, logo após, traz alívio emocional e estabilidade para outros signos, especialmente Touro.ÁRIES
			
            
			A Lua segue infernizando o seu astral, mas troca likes com outros astros e destaca seu sexto sentido. A boa notícia é que as finanças estão protegidas à tarde e você pode receber uma grana que não esperava! No romance, um programa sossegado cai melhor, mas reforce a confiança no par. Talvez seja preciso rever suas expectativas na conquista.TOURO
			
            
			Sua imaginação e busca por novidades segue em alta hoje. Sair da rotina do dia a dia, encontrar os amigos e colocar o papo em dia tem tudo pra ser divertido. Sua criatividade e ideias originais serão um grande trunfo para trocar trocar ideias com os colegas ou pessoas relacionadas ao serviço.GÊMEOS
			
            
			Vai sobrar energia para se concentrar na vida profissional, já que sua ambição cresce e ajuda a aumentar os esforços para atingir seus objetivos. Embora sua popularidade siga em alta, o desejo de se isolar e garantir sua privacidade pode falar mais alto à tarde.CÂNCER
			
            
			Viagem, estudos, contato com outras culturas e com os amigos contam com a proteção das estrelas nesta terça. Seu jeito criativo e bem–humorado ajuda a garantir um astral mais harmonioso no serviço. Sair da rotina pode movimentar a vida amorosa, então circule por aí e olhe mais ao seu redor.LEÃO
			
            
			O astral desta terça é perfeito para repensar algumas coisas, tomar decisões importante, confiar em seus instintos e se livrar de tudo o que está incomodando nos últimos tempos. As estrelas favorecem ajustes ou até mudanças mais profundas na área profissional. O desejo promete deixar a vida a dois mais intensa.VIRGEM
			
            
			As estrelas prometem animar o contato com pessoas queridas, amigos e até com quem andava distante nos últimos tempos. Será mais fácil ampliar seus conhecimentos, trocar experiências e aprender com as pessoas ao seu redor. Se anda sonhando com romance, deixe isso claro para o crush.LIBRA
			
            
			Tudo indica que deve chover serviço no seu colo hoje, mas as estrelas ajudam você a mergulhar nas tarefas e dar conta de tudo. Mercúrio e Urano trocam likes à tarde e ajudam você a abandonar velhos hábitos. O romance pede mais compreensão da sua parte, então ofereça apoio ao par se for preciso.ESCORPIÃO
			
            
			Com Mercúrio e a Lua iluminando o seu paraíso astral e trocando likes com outros astros, você tem tudo para brilhar à tarde. Criatividade, boas ideias e habilidade para unir forças com os outros serão seus pontos fortes hoje. Pode se preparar para ser o centro das atenções hoje! Há sinal de novidades na paquera.SAGITÁRIO
			
            
			Bom dia para resolver alguns assuntos pendentes em casa, iniciar uma reforma ou finalizar as atividades que estavam pelo caminho. Seu jeito mais realista de lidar com o serviço ajuda a cuidar até daquelas tarefas chatinhas. Alguém que conheceu através de um parente pode despertar seu interesse se está na pista.CAPRICÓRNIO
			
            
			Tudo o que envolva comunicação, deslocamento rápido e contatos com novas pessoas conta com a proteção das estrelas. Você terá habilidade para conhecer gente nova, puxar conversa e isso pode abrir novas portas. Há chance de cair de amores por alguém à primeira vista se ainda está só.AQUÁRIO
			
            
			Há sinal de ótimas vibes para as finanças e fica mais fácil descolar um dinheiro extra. Essa grana não vai cair do céu, então mergulhe no serviço e faça a sua parte, ok? Talvez seja preciso ralar em dobro em alguns momentos, mas podem surgir oportunidades interessantes.PEIXES
			
            
			O astral é positivo para definir suas prioridades, correr atrás dos seus interesses, conhecer gente nova e curtir a vida com mais intensidade. As estrelas destacam seu charme, o que tem tudo pra animar a paquera. Demonstrações de carinho e conversas sinceras deixam a vida a dois ainda melhor. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 02:00:03 -0300</pubDate>
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<content:encoded><![CDATA[O signo que se destaca com grande intensidade é Áries, impulsionado pela presença de Mercúrio e Marte em seu território.É um dia de alta energia ariana (ação/conflito/iniciativa) que, logo após, traz alívio emocional e estabilidade para outros signos, especialmente Touro.ÁRIES
			
            
			A Lua segue infernizando o seu astral, mas troca likes com outros astros e destaca seu sexto sentido. A boa notícia é que as finanças estão protegidas à tarde e você pode receber uma grana que não esperava! No romance, um programa sossegado cai melhor, mas reforce a confiança no par. Talvez seja preciso rever suas expectativas na conquista.TOURO
			
            
			Sua imaginação e busca por novidades segue em alta hoje. Sair da rotina do dia a dia, encontrar os amigos e colocar o papo em dia tem tudo pra ser divertido. Sua criatividade e ideias originais serão um grande trunfo para trocar trocar ideias com os colegas ou pessoas relacionadas ao serviço.GÊMEOS
			
            
			Vai sobrar energia para se concentrar na vida profissional, já que sua ambição cresce e ajuda a aumentar os esforços para atingir seus objetivos. Embora sua popularidade siga em alta, o desejo de se isolar e garantir sua privacidade pode falar mais alto à tarde.CÂNCER
			
            
			Viagem, estudos, contato com outras culturas e com os amigos contam com a proteção das estrelas nesta terça. Seu jeito criativo e bem–humorado ajuda a garantir um astral mais harmonioso no serviço. Sair da rotina pode movimentar a vida amorosa, então circule por aí e olhe mais ao seu redor.LEÃO
			
            
			O astral desta terça é perfeito para repensar algumas coisas, tomar decisões importante, confiar em seus instintos e se livrar de tudo o que está incomodando nos últimos tempos. As estrelas favorecem ajustes ou até mudanças mais profundas na área profissional. O desejo promete deixar a vida a dois mais intensa.VIRGEM
			
            
			As estrelas prometem animar o contato com pessoas queridas, amigos e até com quem andava distante nos últimos tempos. Será mais fácil ampliar seus conhecimentos, trocar experiências e aprender com as pessoas ao seu redor. Se anda sonhando com romance, deixe isso claro para o crush.LIBRA
			
            
			Tudo indica que deve chover serviço no seu colo hoje, mas as estrelas ajudam você a mergulhar nas tarefas e dar conta de tudo. Mercúrio e Urano trocam likes à tarde e ajudam você a abandonar velhos hábitos. O romance pede mais compreensão da sua parte, então ofereça apoio ao par se for preciso.ESCORPIÃO
			
            
			Com Mercúrio e a Lua iluminando o seu paraíso astral e trocando likes com outros astros, você tem tudo para brilhar à tarde. Criatividade, boas ideias e habilidade para unir forças com os outros serão seus pontos fortes hoje. Pode se preparar para ser o centro das atenções hoje! Há sinal de novidades na paquera.SAGITÁRIO
			
            
			Bom dia para resolver alguns assuntos pendentes em casa, iniciar uma reforma ou finalizar as atividades que estavam pelo caminho. Seu jeito mais realista de lidar com o serviço ajuda a cuidar até daquelas tarefas chatinhas. Alguém que conheceu através de um parente pode despertar seu interesse se está na pista.CAPRICÓRNIO
			
            
			Tudo o que envolva comunicação, deslocamento rápido e contatos com novas pessoas conta com a proteção das estrelas. Você terá habilidade para conhecer gente nova, puxar conversa e isso pode abrir novas portas. Há chance de cair de amores por alguém à primeira vista se ainda está só.AQUÁRIO
			
            
			Há sinal de ótimas vibes para as finanças e fica mais fácil descolar um dinheiro extra. Essa grana não vai cair do céu, então mergulhe no serviço e faça a sua parte, ok? Talvez seja preciso ralar em dobro em alguns momentos, mas podem surgir oportunidades interessantes.PEIXES
			
            
			O astral é positivo para definir suas prioridades, correr atrás dos seus interesses, conhecer gente nova e curtir a vida com mais intensidade. As estrelas destacam seu charme, o que tem tudo pra animar a paquera. Demonstrações de carinho e conversas sinceras deixam a vida a dois ainda melhor.]]> </content:encoded>
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<title>Patinetes e bicicletas elétricas mudam dinâmica e acirram disputa por espaço na orla</title>
<link>https://apareceu.com/patinetes-e-bicicletas-eletricas-mudam-dinamica-e-acirram-disputa-por-espaco-na-orla</link>
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<description><![CDATA[ true
			A paisagem da orla de Maceió ganhou um novo componente na última semana. Com a chegada de equipamentos de micromobilidade, como bicicletas e patinetes elétricos, o cenário do trânsito na Avenida Silvio Vianna e arredores começa a se transformar. A frota inicial, disponibilizada no dia 2 deste mês, conta com 150 patinetes e 75 bicicletas, com previsão de ampliação gradual conforme a adesão do público.Atualmente, segundo o Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT), apenas a empresa GoJet está apta a oferecer o serviço, embora outras estejam em processo de regularização. O objetivo do órgão é claro: incentivar o uso de transportes alternativos para curtas distâncias. “Para isso, é essencial que os equipamentos estejam cada vez mais ao alcance das pessoas para o uso em diversos pontos da cidade”, pontua o departamento.ENTRE O LAZER E O DESLOCAMENTO ÚTILA adesão tem sido heterogênea. De um lado, usuários como o turista Caio, que tentava desbravar o aplicativo junto à família, enxergam o modal como uma extensão do passeio. “É totalmente para o lazer, para se divertir com a família”, afirma. Do outro, há quem veja nos elétricos uma solução logística para o caos do trânsito.Cleiton Palma, natural de Salvador, já conhecia o sistema em sua cidade natal e agora utiliza os equipamentos em Maceió para evitar congestionamentos.
			
            true
			Para ele, o valor de R$ 0,59 por minuto é o grande atrativo. “É mais vantagem do que pegar um ônibus ou um carro de aplicativo para um pequeno percurso. Eu fui até a Orla Nova, deixei o patinete lá para tirar fotos e retornei de bicicleta. Funciona bem”, relata.MONITORAMENTO: DA LINHA DO TREM AO GPSA facilidade de uso esbarra em um problema crônico: o abandono em locais irregulares. Para conter o vandalismo e o estacionamento indevido, a empresa utiliza monitoramento via GPS em tempo real. Valdir Paulino Neves, que integra a equipe de remanejamento, revela que os desafios vão além da logística.“A gente acha em qualquer lugar da cidade pelo GPS. No Vergel, por exemplo, já tentaram levar uma unidade e a abandonaram na linha do trem”, conta o funcionário. Além do resgate físico, há punições digitais. Segundo Lincoln Silva, assessor da GoJet, o bloqueio da conta é automático em casos de uso por menores de idade ou vandalismo. Infrações menores, como andar em dupla ou estacionar bloqueando calçadas, resultam em notificações para evitar reincidências.O CONFLITO NAS CICLOVIAS: “PASSAM FEITO UM VULTO”Apesar do entusiasmo de novos usuários e turistas, a convivência entre o motor e o pedal tradicional é tensa. Ciclistas reclamam que a velocidade dos autopropelidos tem tornado as ciclovias perigosas. Emanuel Barreto, que pedala regularmente na orla, critica a falta de prudência. “Não tem mais como andar. Antes o problema era o pedestre na ciclovia; agora tem esses equipamentos que passam feito um vulto, podendo bater e derrubar quem está na bicicleta comum”, desabafa.O impasse ocorre mesmo com a existência de regras claras. A portaria nº 049/2026 do DMTT determina que patinetes elétricos podem circular em ciclovias e espaços compartilhados com velocidade máxima de 20 km/h, enquanto as bicicletas elétricas podem chegar a 25 km/h. O cumprimento dessas normas, contudo, ainda depende mais do bom senso do usuário do que da fiscalização efetiva.A expectativa da GoJet é que, com o tempo, o modal deixe de ser apenas uma novidade de orla para se integrar ao cotidiano de trabalhadores e universitários. “A expansão de área ou de frota dependerá exclusivamente da demanda e de futuras tratativas com o Poder Público”, conclui o assessor da empresa.*Sob supervisão da Editoria. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 10:00:04 -0300</pubDate>
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			A paisagem da orla de Maceió ganhou um novo componente na última semana. Com a chegada de equipamentos de micromobilidade, como bicicletas e patinetes elétricos, o cenário do trânsito na Avenida Silvio Vianna e arredores começa a se transformar. A frota inicial, disponibilizada no dia 2 deste mês, conta com 150 patinetes e 75 bicicletas, com previsão de ampliação gradual conforme a adesão do público.Atualmente, segundo o Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT), apenas a empresa GoJet está apta a oferecer o serviço, embora outras estejam em processo de regularização. O objetivo do órgão é claro: incentivar o uso de transportes alternativos para curtas distâncias. “Para isso, é essencial que os equipamentos estejam cada vez mais ao alcance das pessoas para o uso em diversos pontos da cidade”, pontua o departamento.ENTRE O LAZER E O DESLOCAMENTO ÚTILA adesão tem sido heterogênea. De um lado, usuários como o turista Caio, que tentava desbravar o aplicativo junto à família, enxergam o modal como uma extensão do passeio. “É totalmente para o lazer, para se divertir com a família”, afirma. Do outro, há quem veja nos elétricos uma solução logística para o caos do trânsito.Cleiton Palma, natural de Salvador, já conhecia o sistema em sua cidade natal e agora utiliza os equipamentos em Maceió para evitar congestionamentos.
			
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			Para ele, o valor de R$ 0,59 por minuto é o grande atrativo. “É mais vantagem do que pegar um ônibus ou um carro de aplicativo para um pequeno percurso. Eu fui até a Orla Nova, deixei o patinete lá para tirar fotos e retornei de bicicleta. Funciona bem”, relata.MONITORAMENTO: DA LINHA DO TREM AO GPSA facilidade de uso esbarra em um problema crônico: o abandono em locais irregulares. Para conter o vandalismo e o estacionamento indevido, a empresa utiliza monitoramento via GPS em tempo real. Valdir Paulino Neves, que integra a equipe de remanejamento, revela que os desafios vão além da logística.“A gente acha em qualquer lugar da cidade pelo GPS. No Vergel, por exemplo, já tentaram levar uma unidade e a abandonaram na linha do trem”, conta o funcionário. Além do resgate físico, há punições digitais. Segundo Lincoln Silva, assessor da GoJet, o bloqueio da conta é automático em casos de uso por menores de idade ou vandalismo. Infrações menores, como andar em dupla ou estacionar bloqueando calçadas, resultam em notificações para evitar reincidências.O CONFLITO NAS CICLOVIAS: “PASSAM FEITO UM VULTO”Apesar do entusiasmo de novos usuários e turistas, a convivência entre o motor e o pedal tradicional é tensa. Ciclistas reclamam que a velocidade dos autopropelidos tem tornado as ciclovias perigosas. Emanuel Barreto, que pedala regularmente na orla, critica a falta de prudência. “Não tem mais como andar. Antes o problema era o pedestre na ciclovia; agora tem esses equipamentos que passam feito um vulto, podendo bater e derrubar quem está na bicicleta comum”, desabafa.O impasse ocorre mesmo com a existência de regras claras. A portaria nº 049/2026 do DMTT determina que patinetes elétricos podem circular em ciclovias e espaços compartilhados com velocidade máxima de 20 km/h, enquanto as bicicletas elétricas podem chegar a 25 km/h. O cumprimento dessas normas, contudo, ainda depende mais do bom senso do usuário do que da fiscalização efetiva.A expectativa da GoJet é que, com o tempo, o modal deixe de ser apenas uma novidade de orla para se integrar ao cotidiano de trabalhadores e universitários. “A expansão de área ou de frota dependerá exclusivamente da demanda e de futuras tratativas com o Poder Público”, conclui o assessor da empresa.*Sob supervisão da Editoria.]]> </content:encoded>
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<title>Casos de bullying caem 26% nas escolas de Alagoas, aponta Polícia Militar</title>
<link>https://apareceu.com/casos-de-bullying-caem-26-nas-escolas-de-alagoas-aponta-policia-militar</link>
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<description><![CDATA[ Os casos de bullying nas escolas de Alagoas registraram redução de 26% no ano passado em relação a 2024, segundo dados da Polícia Militar de Alagoas. O Batalhão de Polícia Escolar (BPESC) realizou a Operação Paz nas Escolas nessa terça-feira (7), data em que se celebra o Dia Nacional de Combate ao Bullying no Brasil.
				
					
				
	        De acordo com a comandante do BPESC, a major Noêmi Firmo, o resultado é fruto de um trabalho contínuo de prevenção e diálogo dentro do ambiente escolar. “É um problema que não pode ser ignorado. Dentro das escolas, é muito comum, infelizmente. Se não for tratado como conflito, pode virar ocorrência policial”, afirmou.A operação, que contou com 70 policiais, começou às 6h e seguiu até as 23h, com palestras, orientações e interação com os alunos. As equipes também distribuíram materiais educativos e incentivaram a participação dos estudantes no enfrentamento ao bullying.A major destacou que o problema envolve não apenas quem pratica e quem sofre, mas também quem presencia. Segundo ela, essas pessoas podem contribuir para a solução ao não incentivar atitudes agressivas e ao denunciar situações.“O diálogo é a nossa ferramenta mais forte. O acolhimento da vítima é essencial, e muitas situações acabam não chegando à gestão da escola. Por isso, é importante denunciar”, explicou.A Polícia Militar também reforça os canais de denúncia, como o 181, além de disponibilizar contato para que escolas solicitem palestras e ações educativas.Ainda segundo a major Noêmi Firmo, o trabalho tem avançado com o apoio das escolas e da imprensa. A operação integra um conjunto de iniciativas voltadas à prevenção e à promoção de um ambiente escolar mais seguro. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 19:00:07 -0300</pubDate>
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	        De acordo com a comandante do BPESC, a major Noêmi Firmo, o resultado é fruto de um trabalho contínuo de prevenção e diálogo dentro do ambiente escolar. “É um problema que não pode ser ignorado. Dentro das escolas, é muito comum, infelizmente. Se não for tratado como conflito, pode virar ocorrência policial”, afirmou.A operação, que contou com 70 policiais, começou às 6h e seguiu até as 23h, com palestras, orientações e interação com os alunos. As equipes também distribuíram materiais educativos e incentivaram a participação dos estudantes no enfrentamento ao bullying.A major destacou que o problema envolve não apenas quem pratica e quem sofre, mas também quem presencia. Segundo ela, essas pessoas podem contribuir para a solução ao não incentivar atitudes agressivas e ao denunciar situações.“O diálogo é a nossa ferramenta mais forte. O acolhimento da vítima é essencial, e muitas situações acabam não chegando à gestão da escola. Por isso, é importante denunciar”, explicou.A Polícia Militar também reforça os canais de denúncia, como o 181, além de disponibilizar contato para que escolas solicitem palestras e ações educativas.Ainda segundo a major Noêmi Firmo, o trabalho tem avançado com o apoio das escolas e da imprensa. A operação integra um conjunto de iniciativas voltadas à prevenção e à promoção de um ambiente escolar mais seguro.]]> </content:encoded>
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<title>Homero Cavalcante estreia no Theatro Homerinho e celebra 60 anos em cena</title>
<link>https://apareceu.com/homero-cavalcante-estreia-no-theatro-homerinho-e-celebra-60-anos-em-cena</link>
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<description><![CDATA[ Eram os anos 1950. Das primeiras cenas da vida, o ator alagoano Homero Cavalcante diz lembrar-se das manhãs ensolaradas no Centro, quando passeava de velocípede nos arredores do Teatro Deodoro. Nasceu e cresceu por ali, em uma rua estreita chamada de Beco do Maraba, com o templo da arte alagoana quase no quintal.Hoje, aos 77 anos, o mestre da cena recorda o primeiro encontro com Dionísio e sua arte dramática. Foi ali mesmo, perto de casa, em um espetáculo suntuoso da renomada Cia. Internacional de Marionetes Rosana Picchi. O brilho tomou conta do palco do Deodoro, semeando sonhos nos corações de uma plateia lotada, incluindo um garoto que passou a sonhar com aquilo. “Eu fiquei enlouquecido”, relata.Mas, depois, outro espetáculo de bonecos atravessou o caminho de Homero. Dessa vez, na Feira do Passarinho, também perto de casa. Diferentemente da outra peça, a montagem de rua era marcada por simplicidade, mas sobretudo por paixão. E ele entendeu que o encanto não era o brilho, era o teatro.
			
            
			
        De lá para cá, Homero Cavalcante construiu uma das trajetórias mais completas do teatro alagoano. Ator, diretor e dramaturgo, escreveu dezenas de peças e assinou montagens que marcaram gerações. Ao lado da atriz Linda Mascarenhas, a grande dama do teatro alagoano, fundou a Associação Teatral de Alagoas, instituição que ajudou a lançar as bases do teatro moderno e contemporâneo no estado. E foi o seu nome, cheio de história e afeto, que batizou o Theatro Homerinho, localizado na Rua Sá e Albuquerque, em Jaraguá.Além de artista, Homero é um professor dedicado. Na Escola Técnica de Artes da Ufal, formou gerações de atores, diretores e técnicos que hoje fazem sucesso tanto em Alagoas quanto no restante do Brasil. Homens e mulheres que carregam em cena um pouco do que aprenderam com ele. Um pouco do Homerinho.Homero encara a guilhotinaE há um instante que Homero Cavalcante conhece melhor do que qualquer outro na vida. É quando ele está nos bastidores, com o público já acomodado à frente, prestes a entrar em cena. “Li certa vez uma declaração de um ator experiente que dizia que sentia como se estivesse com a cabeça à espera da lâmina da guilhotina cair”, conta o artista, antes de uma pequena pausa. “É muito pesado isso. Mas é um instante extraordinário. E é assim mesmo”, crava.Homero celebra sessenta anos de teatro neste ano, mas garante que essa sensação ainda acompanha cada um dos minutos que antecedem sua entrada em cena. “Sem as borboletas [no estômago], sem essa coisa que dá dentro da gente, acabou”, reflete o veterano das ribaltas. Ele reconhece que tudo mudou: o tempo, os companheiros de cena, os palcos, o corpo. “Mas a guilhotina continua lá. Toda vez”.
			
            
			
        Entre os dias 10 e 12 de abirl, Homero Cavalcante vai subir ao palco mais uma vez. No entanto, será, surpreendentemente, como se retornasse aos anos 1960, quando estreou ao lado de José Márcio Passos, de quem é amigo e parceiro de teatro até hoje. Quando as luzes do espetáculo “Você Fala Javanês?” se acenderem, será a estreia de Homero no Theatro Homerinho.E foi justamente sobre as tábuas sagradas que levam seu nome, no teatro fundado e administrado pela atriz Ivana Iza, que Homero Cavalcante recebeu a reportagem. O dia estava chuvoso, destoando da alegria serelepe do ator. Antes de a entrevista começar, o mestre da cena reflete com leveza sobre os limites da idade, citando o exemplo do ator Othon Bastos, que, aos 92 anos, ainda atua com o auxílio de um ponto (profissional nos bastidores que sopra as falas quando ele esquece). Ele diz que o “teatro é bom, é justo” e acolhe atores de todas as idades. Isso o faz rir e observar que “tudo tem seu tempo”. Agora era hora de conversar.GAZETA DE ALAGOAS. O que muda quando você entra num palco que tem o seu nome?HOMERO CAVALCANTE. Me emociona, claro. Toda homenagem é bem-vinda e bem recebida — é um grande ato de generosidade da Ivana Iza. Me envaidece, no bom sentido, porque ela realiza um sonho dela e ao mesmo tempo mostra que o teatro continua com um público garantido, atendendo aos anseios da classe artística da cidade. É um teatro de 130 lugares, confortável, com boa caixa cênica, som, apoio técnico competente e educado. Isso me honra bastante. Mas não é a vaidade como arrogância — esse tipo de coisa eu acho horroroso. A vaidade que o artista deve ter é a de comungar com o teatro, que para mim é quase uma religião. A ação dramática em comunhão com a plateia é como um rito. E nesse espetáculo eu celebro também 60 anos de teatro. De repente, 60 anos de teatro.Você mencionou há pouco que estava nervoso para a estreia. E que isso era como uma guilhotina à espera de um pescoço. Isso é normal após 60 anos de estrada?Se não tiver, não faz parte da coisa. Quem tem paixão pelo teatro sabe que aquele momento antes de entrar em cena é diferente de todos os outros da vida comum. Você é ator e sabe muito bem disso. E sabe o que eu acho? Esse instante é melhor do que o aplauso. Quando vou receber os aplausos, me pego pensando: não estão aplaudindo a mim, estão aplaudindo o teatro como um todo. O ator é um instrumento. É o burrinho que carrega o teatro para que o teatro triunfe.O que um ator ganha e o que perde com o tempo?O tempo é o senhor absoluto. A maturidade faz a gente perceber quanta coisa poderia ter sido feita melhor — não por culpa exclusiva sua, mas por circunstâncias diversas. Quando vejo fotos de 50 anos atrás, penso: “Meu Deus, que coisa”. Isso mostra que evoluímos na sensibilidade, na percepção de que aquilo poderia ser mais elaborado. Por outro lado, o corpo já não é o mesmo. Mas o teatro é generoso — tem espaço para os velhinhos e para os jovenzinhos. O ator maduro compreende melhor o que é essa paixão e o que ela significa para a comunidade em que vive. As reflexões chegam naturalmente, e a vontade de parar… não vem.
			
            
			
        O que orgulha o senhor em tudo o que foi construído na sua trajetória?Permanecer fiel ao teatro. Nunca planejei isso — fui puxado pelo próprio ato. Nasci perto de Deodoro, ia assistir espetáculos, mas nunca quis fazer. Há 60 anos, me convidaram — junto com o Zé Márcio Passos — para uma leitura de uma peça, de Luiz Marinho. O diretor precisava de gente e nos pegou praticamente na rua. Fomos por ir. Mas aí encontramos a Linda Mascarenhas, que nos viu e nos convidou para a casa dela. Eu disse que não tinha interesse, mas acabei indo. E ela abriu o encantamento do teatro pra mim. Até o fim da vida — ela morreu com 96 anos, quase no leito — ela ainda queria marcar reunião para escolher um texto. Morrendo e sonhando com teatro. Então, voltando à pergunta: o que me orgulha é isso, espero que até meus últimos momentos eu esteja consciente fazendo uma cena. É uma loucura, mas é a paixão que move a gente, não o talento. Nunca me considerei um talento extraordinário, de coração.O senhor está presente em quase todos os espetáculos que acontecem na cidade. Por quê?Quase, não. Em todos. Só se eu não souber. Vou a todos porque é, primeiro, respeito ao teatro. Nem todo espetáculo é do meu agrado — às vezes o texto, a direção, a forma de apresentar não me agrada —, mas afinal aquele ato vai acontecer. Como é que eu sou da coisa e não vou participar? É quase uma obrigação, como ir à missa aos domingos. Lembro que fui 19 vezes a uma peça dos alunos dirigida pelo David [Farias]. Não é para prestigiar ninguém — isso eu detesto. Eu vou porque é o teatro; o diretor já entra por tabela. E fico frustrado quando vejo gente da classe que não vai aos espetáculos dos colegas. Como é que você sabe o que está acontecendo na sua cidade? Como aprende?O senhor ainda aprende?Não sei nada. Estou ensaiando com dois atores jovens e eles me fazem descobrir coisas todo dia — nuances, malícias. É eterno isso. Por isso não se pode ter vaidade nenhuma. Somos instrumentos, volto a dizer, o jumentinho carregando o teatro para que ele triunfe.
				
					        Ver essa foto no Instagram            Um post compartilhado por Você fala Javanês? (@vocefalajavanes)O que é o teatro para você?Minha paixão maior. Claro que todo mundo tem várias paixões. Eu tenho pelo mar, pelo céu azul, pelas pessoas que a gente quer bem. Mas o teatro é, claro, a paixão maior.Como o senhor quer ser lembrado?Não faço questão de ser lembrado. Lembrar para quê? Ninguém vai lembrar por muito tempo — e tudo bem. Nunca imaginei ter um teatro com meu nome. Graças a Deus a Ivana é sábia e me conhece bem: não foi uma homenagem cabotina, foi espontânea e generosa. E ela sabia que eu odiaria se o teatro se chamasse Homero Cavalcante. Homerinho é lindo. Mas assim, tem tantos atores extraordinários que ninguém mais lembra. A memória do teatro é efêmera — como o teatro mesmo. O que importa é aquele momento em que a magia acontece. Quando o cenário da peça vai embora, é desmontado, a magia fica. Eu reverencio os que vieram antes de mim, mesmo os que nunca conheci — sem eles não estaríamos aqui. Mas essa ideia de querer ser lembrado… é uma grande besteira.SERVIÇO
				
					        Ver essa foto no Instagram            Um post compartilhado por Você fala Javanês? (@vocefalajavanes)O espetáculo “Você fala javanês?” é uma adaptação do conto de Lima Barreto com dramaturgia de Leda Guerra e elenco formado por Homero Cavalcante, João Victor Régis e Mitchel Leonardo. As apresentações serão nos dias 10, 11 e 12 de abril, às 19h30, no Theatro Homerinho, em Jaraguá. Ingressos disponíveis pelo Sympla, na bilheteria do teatro (segunda a terça, das 11h às 17h) e pelo telefone (82) 99990-2389. Mais informações também podem ser obtidas por meio do perfil do espetáculo no Instagram (@vocefalajavanes). ]]></description>
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<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 04:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Homero, Cavalcante, estreia, Theatro, Homerinho, celebra, anos, cena</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[Eram os anos 1950. Das primeiras cenas da vida, o ator alagoano Homero Cavalcante diz lembrar-se das manhãs ensolaradas no Centro, quando passeava de velocípede nos arredores do Teatro Deodoro. Nasceu e cresceu por ali, em uma rua estreita chamada de Beco do Maraba, com o templo da arte alagoana quase no quintal.Hoje, aos 77 anos, o mestre da cena recorda o primeiro encontro com Dionísio e sua arte dramática. Foi ali mesmo, perto de casa, em um espetáculo suntuoso da renomada Cia. Internacional de Marionetes Rosana Picchi. O brilho tomou conta do palco do Deodoro, semeando sonhos nos corações de uma plateia lotada, incluindo um garoto que passou a sonhar com aquilo. “Eu fiquei enlouquecido”, relata.Mas, depois, outro espetáculo de bonecos atravessou o caminho de Homero. Dessa vez, na Feira do Passarinho, também perto de casa. Diferentemente da outra peça, a montagem de rua era marcada por simplicidade, mas sobretudo por paixão. E ele entendeu que o encanto não era o brilho, era o teatro.
			
            
			
        De lá para cá, Homero Cavalcante construiu uma das trajetórias mais completas do teatro alagoano. Ator, diretor e dramaturgo, escreveu dezenas de peças e assinou montagens que marcaram gerações. Ao lado da atriz Linda Mascarenhas, a grande dama do teatro alagoano, fundou a Associação Teatral de Alagoas, instituição que ajudou a lançar as bases do teatro moderno e contemporâneo no estado. E foi o seu nome, cheio de história e afeto, que batizou o Theatro Homerinho, localizado na Rua Sá e Albuquerque, em Jaraguá.Além de artista, Homero é um professor dedicado. Na Escola Técnica de Artes da Ufal, formou gerações de atores, diretores e técnicos que hoje fazem sucesso tanto em Alagoas quanto no restante do Brasil. Homens e mulheres que carregam em cena um pouco do que aprenderam com ele. Um pouco do Homerinho.Homero encara a guilhotinaE há um instante que Homero Cavalcante conhece melhor do que qualquer outro na vida. É quando ele está nos bastidores, com o público já acomodado à frente, prestes a entrar em cena. “Li certa vez uma declaração de um ator experiente que dizia que sentia como se estivesse com a cabeça à espera da lâmina da guilhotina cair”, conta o artista, antes de uma pequena pausa. “É muito pesado isso. Mas é um instante extraordinário. E é assim mesmo”, crava.Homero celebra sessenta anos de teatro neste ano, mas garante que essa sensação ainda acompanha cada um dos minutos que antecedem sua entrada em cena. “Sem as borboletas [no estômago], sem essa coisa que dá dentro da gente, acabou”, reflete o veterano das ribaltas. Ele reconhece que tudo mudou: o tempo, os companheiros de cena, os palcos, o corpo. “Mas a guilhotina continua lá. Toda vez”.
			
            
			
        Entre os dias 10 e 12 de abirl, Homero Cavalcante vai subir ao palco mais uma vez. No entanto, será, surpreendentemente, como se retornasse aos anos 1960, quando estreou ao lado de José Márcio Passos, de quem é amigo e parceiro de teatro até hoje. Quando as luzes do espetáculo “Você Fala Javanês?” se acenderem, será a estreia de Homero no Theatro Homerinho.E foi justamente sobre as tábuas sagradas que levam seu nome, no teatro fundado e administrado pela atriz Ivana Iza, que Homero Cavalcante recebeu a reportagem. O dia estava chuvoso, destoando da alegria serelepe do ator. Antes de a entrevista começar, o mestre da cena reflete com leveza sobre os limites da idade, citando o exemplo do ator Othon Bastos, que, aos 92 anos, ainda atua com o auxílio de um ponto (profissional nos bastidores que sopra as falas quando ele esquece). Ele diz que o “teatro é bom, é justo” e acolhe atores de todas as idades. Isso o faz rir e observar que “tudo tem seu tempo”. Agora era hora de conversar.GAZETA DE ALAGOAS. O que muda quando você entra num palco que tem o seu nome?HOMERO CAVALCANTE. Me emociona, claro. Toda homenagem é bem-vinda e bem recebida — é um grande ato de generosidade da Ivana Iza. Me envaidece, no bom sentido, porque ela realiza um sonho dela e ao mesmo tempo mostra que o teatro continua com um público garantido, atendendo aos anseios da classe artística da cidade. É um teatro de 130 lugares, confortável, com boa caixa cênica, som, apoio técnico competente e educado. Isso me honra bastante. Mas não é a vaidade como arrogância — esse tipo de coisa eu acho horroroso. A vaidade que o artista deve ter é a de comungar com o teatro, que para mim é quase uma religião. A ação dramática em comunhão com a plateia é como um rito. E nesse espetáculo eu celebro também 60 anos de teatro. De repente, 60 anos de teatro.Você mencionou há pouco que estava nervoso para a estreia. E que isso era como uma guilhotina à espera de um pescoço. Isso é normal após 60 anos de estrada?Se não tiver, não faz parte da coisa. Quem tem paixão pelo teatro sabe que aquele momento antes de entrar em cena é diferente de todos os outros da vida comum. Você é ator e sabe muito bem disso. E sabe o que eu acho? Esse instante é melhor do que o aplauso. Quando vou receber os aplausos, me pego pensando: não estão aplaudindo a mim, estão aplaudindo o teatro como um todo. O ator é um instrumento. É o burrinho que carrega o teatro para que o teatro triunfe.O que um ator ganha e o que perde com o tempo?O tempo é o senhor absoluto. A maturidade faz a gente perceber quanta coisa poderia ter sido feita melhor — não por culpa exclusiva sua, mas por circunstâncias diversas. Quando vejo fotos de 50 anos atrás, penso: “Meu Deus, que coisa”. Isso mostra que evoluímos na sensibilidade, na percepção de que aquilo poderia ser mais elaborado. Por outro lado, o corpo já não é o mesmo. Mas o teatro é generoso — tem espaço para os velhinhos e para os jovenzinhos. O ator maduro compreende melhor o que é essa paixão e o que ela significa para a comunidade em que vive. As reflexões chegam naturalmente, e a vontade de parar… não vem.
			
            
			
        O que orgulha o senhor em tudo o que foi construído na sua trajetória?Permanecer fiel ao teatro. Nunca planejei isso — fui puxado pelo próprio ato. Nasci perto de Deodoro, ia assistir espetáculos, mas nunca quis fazer. Há 60 anos, me convidaram — junto com o Zé Márcio Passos — para uma leitura de uma peça, de Luiz Marinho. O diretor precisava de gente e nos pegou praticamente na rua. Fomos por ir. Mas aí encontramos a Linda Mascarenhas, que nos viu e nos convidou para a casa dela. Eu disse que não tinha interesse, mas acabei indo. E ela abriu o encantamento do teatro pra mim. Até o fim da vida — ela morreu com 96 anos, quase no leito — ela ainda queria marcar reunião para escolher um texto. Morrendo e sonhando com teatro. Então, voltando à pergunta: o que me orgulha é isso, espero que até meus últimos momentos eu esteja consciente fazendo uma cena. É uma loucura, mas é a paixão que move a gente, não o talento. Nunca me considerei um talento extraordinário, de coração.O senhor está presente em quase todos os espetáculos que acontecem na cidade. Por quê?Quase, não. Em todos. Só se eu não souber. Vou a todos porque é, primeiro, respeito ao teatro. Nem todo espetáculo é do meu agrado — às vezes o texto, a direção, a forma de apresentar não me agrada —, mas afinal aquele ato vai acontecer. Como é que eu sou da coisa e não vou participar? É quase uma obrigação, como ir à missa aos domingos. Lembro que fui 19 vezes a uma peça dos alunos dirigida pelo David [Farias]. Não é para prestigiar ninguém — isso eu detesto. Eu vou porque é o teatro; o diretor já entra por tabela. E fico frustrado quando vejo gente da classe que não vai aos espetáculos dos colegas. Como é que você sabe o que está acontecendo na sua cidade? Como aprende?O senhor ainda aprende?Não sei nada. Estou ensaiando com dois atores jovens e eles me fazem descobrir coisas todo dia — nuances, malícias. É eterno isso. Por isso não se pode ter vaidade nenhuma. Somos instrumentos, volto a dizer, o jumentinho carregando o teatro para que ele triunfe.
				
					        Ver essa foto no Instagram            Um post compartilhado por Você fala Javanês? (@vocefalajavanes)O que é o teatro para você?Minha paixão maior. Claro que todo mundo tem várias paixões. Eu tenho pelo mar, pelo céu azul, pelas pessoas que a gente quer bem. Mas o teatro é, claro, a paixão maior.Como o senhor quer ser lembrado?Não faço questão de ser lembrado. Lembrar para quê? Ninguém vai lembrar por muito tempo — e tudo bem. Nunca imaginei ter um teatro com meu nome. Graças a Deus a Ivana é sábia e me conhece bem: não foi uma homenagem cabotina, foi espontânea e generosa. E ela sabia que eu odiaria se o teatro se chamasse Homero Cavalcante. Homerinho é lindo. Mas assim, tem tantos atores extraordinários que ninguém mais lembra. A memória do teatro é efêmera — como o teatro mesmo. O que importa é aquele momento em que a magia acontece. Quando o cenário da peça vai embora, é desmontado, a magia fica. Eu reverencio os que vieram antes de mim, mesmo os que nunca conheci — sem eles não estaríamos aqui. Mas essa ideia de querer ser lembrado… é uma grande besteira.SERVIÇO
				
					        Ver essa foto no Instagram            Um post compartilhado por Você fala Javanês? (@vocefalajavanes)O espetáculo “Você fala javanês?” é uma adaptação do conto de Lima Barreto com dramaturgia de Leda Guerra e elenco formado por Homero Cavalcante, João Victor Régis e Mitchel Leonardo. As apresentações serão nos dias 10, 11 e 12 de abril, às 19h30, no Theatro Homerinho, em Jaraguá. Ingressos disponíveis pelo Sympla, na bilheteria do teatro (segunda a terça, das 11h às 17h) e pelo telefone (82) 99990-2389. Mais informações também podem ser obtidas por meio do perfil do espetáculo no Instagram (@vocefalajavanes).]]> </content:encoded>
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<title>Lava&#45;pés marca celebração da Quinta&#45;feira Santa na Catedral de Maceió</title>
<link>https://apareceu.com/lava-pes-marca-celebracao-da-quinta-feira-santa-na-catedral-de-maceio</link>
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<description><![CDATA[ true
			
        No primeiro dia do Tríduo Pascal, celebrado nessa quinta-feira (2), fiéis lotaram a Catedral Metropolitana de Maceió para participar da Santa Missa da Ceia do Senhor, que recorda a Última Ceia de Jesus Cristo com os apóstolos, horas antes de sua crucificação. Um dos ritos marcantes dessa celebração é o lava-pés.
			
            true
			
        Nesta Sexta-feira da Paixão (3), a programação continua com a Procissão do Senhor Morto pelas ruas do Centro da capital.Na Quinta-feira Santa, a Igreja recorda o momento em que Jesus demonstrou humildade e serviço diante dos discípulos, lavando e beijando os pés dos 12 apóstolos. Repetindo o mesmo gesto, o arcebispo metropolitano de Maceió, Dom Beto Breis, beijou os pés de acolhidos da Fraternidade Casa de Ranquines.
			
            true
			
        Segundo Dom Beto, a celebração da Ceia do Senhor é um momento para os fiéis acolherem, com atenção, o desejo de Jesus de celebrar “ardentemente” a Páscoa.“Ouvimos a frase que deve ecoar em nossos ouvidos nesses dias do Tríduo Pascal: ‘Amou-nos até o fim’. Seu corpo e sangue, que recebemos na comunhão da Eucaristia, são a sua vida oferecida. A Última Ceia antecipa a doação e o sacrifício na cruz”, afirma o arcebispo.
			
            
			
        Essa é a celebração em que também se instituem a Eucaristia — o Corpo e Sangue de Cristo — e o sacerdócio. Depois da celebração eucarística, os fiéis percorreram as ruas do Centro, saindo da Catedral até a Igreja do Rosário, na Procissão do Silêncio.SEXTA-FEIRA DA PAIXÃONa Sexta-feira da Paixão, a programação começa na Catedral com o Ofício da Agonia, às 12h, e, às 15h, ocorre a Celebração da Paixão de Cristo. Em seguida, haverá a Procissão do Senhor Morto, às 16h, pelas ruas do Centro, com encerramento às 19h. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 13:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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        No primeiro dia do Tríduo Pascal, celebrado nessa quinta-feira (2), fiéis lotaram a Catedral Metropolitana de Maceió para participar da Santa Missa da Ceia do Senhor, que recorda a Última Ceia de Jesus Cristo com os apóstolos, horas antes de sua crucificação. Um dos ritos marcantes dessa celebração é o lava-pés.
			
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        Nesta Sexta-feira da Paixão (3), a programação continua com a Procissão do Senhor Morto pelas ruas do Centro da capital.Na Quinta-feira Santa, a Igreja recorda o momento em que Jesus demonstrou humildade e serviço diante dos discípulos, lavando e beijando os pés dos 12 apóstolos. Repetindo o mesmo gesto, o arcebispo metropolitano de Maceió, Dom Beto Breis, beijou os pés de acolhidos da Fraternidade Casa de Ranquines.
			
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        Segundo Dom Beto, a celebração da Ceia do Senhor é um momento para os fiéis acolherem, com atenção, o desejo de Jesus de celebrar “ardentemente” a Páscoa.“Ouvimos a frase que deve ecoar em nossos ouvidos nesses dias do Tríduo Pascal: ‘Amou-nos até o fim’. Seu corpo e sangue, que recebemos na comunhão da Eucaristia, são a sua vida oferecida. A Última Ceia antecipa a doação e o sacrifício na cruz”, afirma o arcebispo.
			
            
			
        Essa é a celebração em que também se instituem a Eucaristia — o Corpo e Sangue de Cristo — e o sacerdócio. Depois da celebração eucarística, os fiéis percorreram as ruas do Centro, saindo da Catedral até a Igreja do Rosário, na Procissão do Silêncio.SEXTA-FEIRA DA PAIXÃONa Sexta-feira da Paixão, a programação começa na Catedral com o Ofício da Agonia, às 12h, e, às 15h, ocorre a Celebração da Paixão de Cristo. Em seguida, haverá a Procissão do Senhor Morto, às 16h, pelas ruas do Centro, com encerramento às 19h.]]> </content:encoded>
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<title>Gazeta Summit Alagoas 2050 debate segurança pública com foco em tecnologia e estratégias</title>
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        Por iniciativa da Organização Arnon de Mello (OAM), acontece, nesta terça-feira (31), mais uma edição do Gazeta Summit Alagoas 2050. Com transmissão ao vivo pelas plataformas da OAM, o tema desta edição será segurança pública, com a apresentação de dados, estratégias e inovações para enfrentar o crime e proteger a sociedade.A abertura acontece às 8h, no Centro de Convenções, em Jaraguá. O evento contará com diversos especialistas, que contribuirão para a construção de um futuro mais seguro para a população. O secretário de Segurança Pública de Alagoas, Flávio Saraiva, é um dos palestrantes confirmados e participará do primeiro painel, intitulado “Panorama da violência no Brasil e em Alagoas: dados, tendências e desafios”.O uso de tecnologias no combate à criminalidade, como a utilização de drones, também será tema do evento.Os maiores drones adquiridos pela SSP voam até 20 quilômetros de distância da base operacional, em voos que duram, em média, 50 minutos e alcançam uma altitude de cem pés. Esses equipamentos permitem comandar operações policiais à distância, realizar transmissões ao vivo, buscar pessoas desaparecidas, controlar multidões e coletar dados.“Contando de 2025 até os dias atuais, registramos cerca de 1.500 ocorrências iniciadas pelo nosso sistema de videomonitoramento. Dessas, 500 ocorrências foram registradas por nossos totens, que estão espalhados por Maceió e pelo interior”, afirma Nathan Porto, chefe de Articulação Operacional do Ciosp (Centro Integrado de Operações da Secretaria de Estado da Segurança Pública).PALESTRANTESO secretário de Segurança Pública de Alagoas, Flávio Saraiva, conduzirá a palestra magna de abertura, intitulada “Segurança Pública como Política de Estado: integração, tecnologia e resultados”. Também participam do debate o delegado da Deccor da Polícia Civil de Alagoas, José Carlos dos Santos, e o delegado André Luís Gossain, com atuação no Ministério da Justiça e Segurança Pública.O segundo painel, “Crime organizado e domínio territorial: como operam as facções criminosas”, contará com a participação do policial militar do Rio de Janeiro, tenente-coronel Nascimento Ferreira, que possui experiência em operações contra organizações criminosas e disputas territoriais, com mediação do coronel Raumário Jerônimo, chefe da Inteligência da SSP/AL.Já o terceiro painel abordará o tema “Tecnologia e inovação no combate ao crime”. O momento contará com a participação do delegado de Polícia do Rio Grande do Sul, Cristiano Ribeiro Ritta, e dos integrantes da Chefia Especial de Inteligência da SSP, os sargentos Larissa Artemis e Tarcísio Lopes.A palestra magna de encerramento será conduzida pela sargento da PM/AL Josivânia Mendonça, com o tema “Para além do papel: o balanço da Lei do Feminicídio e o desafio da equidade na Segurança Pública brasileira”. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 22:00:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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        Por iniciativa da Organização Arnon de Mello (OAM), acontece, nesta terça-feira (31), mais uma edição do Gazeta Summit Alagoas 2050. Com transmissão ao vivo pelas plataformas da OAM, o tema desta edição será segurança pública, com a apresentação de dados, estratégias e inovações para enfrentar o crime e proteger a sociedade.A abertura acontece às 8h, no Centro de Convenções, em Jaraguá. O evento contará com diversos especialistas, que contribuirão para a construção de um futuro mais seguro para a população. O secretário de Segurança Pública de Alagoas, Flávio Saraiva, é um dos palestrantes confirmados e participará do primeiro painel, intitulado “Panorama da violência no Brasil e em Alagoas: dados, tendências e desafios”.O uso de tecnologias no combate à criminalidade, como a utilização de drones, também será tema do evento.Os maiores drones adquiridos pela SSP voam até 20 quilômetros de distância da base operacional, em voos que duram, em média, 50 minutos e alcançam uma altitude de cem pés. Esses equipamentos permitem comandar operações policiais à distância, realizar transmissões ao vivo, buscar pessoas desaparecidas, controlar multidões e coletar dados.“Contando de 2025 até os dias atuais, registramos cerca de 1.500 ocorrências iniciadas pelo nosso sistema de videomonitoramento. Dessas, 500 ocorrências foram registradas por nossos totens, que estão espalhados por Maceió e pelo interior”, afirma Nathan Porto, chefe de Articulação Operacional do Ciosp (Centro Integrado de Operações da Secretaria de Estado da Segurança Pública).PALESTRANTESO secretário de Segurança Pública de Alagoas, Flávio Saraiva, conduzirá a palestra magna de abertura, intitulada “Segurança Pública como Política de Estado: integração, tecnologia e resultados”. Também participam do debate o delegado da Deccor da Polícia Civil de Alagoas, José Carlos dos Santos, e o delegado André Luís Gossain, com atuação no Ministério da Justiça e Segurança Pública.O segundo painel, “Crime organizado e domínio territorial: como operam as facções criminosas”, contará com a participação do policial militar do Rio de Janeiro, tenente-coronel Nascimento Ferreira, que possui experiência em operações contra organizações criminosas e disputas territoriais, com mediação do coronel Raumário Jerônimo, chefe da Inteligência da SSP/AL.Já o terceiro painel abordará o tema “Tecnologia e inovação no combate ao crime”. O momento contará com a participação do delegado de Polícia do Rio Grande do Sul, Cristiano Ribeiro Ritta, e dos integrantes da Chefia Especial de Inteligência da SSP, os sargentos Larissa Artemis e Tarcísio Lopes.A palestra magna de encerramento será conduzida pela sargento da PM/AL Josivânia Mendonça, com o tema “Para além do papel: o balanço da Lei do Feminicídio e o desafio da equidade na Segurança Pública brasileira”.]]> </content:encoded>
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<title>Com mais de 600 na fila, aeromédico se torna peça&#45;chave nos transplantes em AL</title>
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<description><![CDATA[ Quando um paciente que aguarda por um transplante de órgão recebe uma ligação anunciando uma possível doação começa uma corrida contra o tempo. Em Alagoas, onde 613 pessoas estão na fila de espera, o serviço aeromédico se tornou peça-chave no processo, garantindo que órgãos com tempo limitado cheguem a tempo.Em 2025, foram realizados 10 transportes aeromédicos para órgãos como fígado, rins, córnea e coração. Em setembro do mesmo ano, um órgão foi destinado ao Hospital do Coração, onde foi realizado o transplante em Maceió. O receptor foi Samuel Jackson de Lima, com 16 anos.
			
            true
			“A saúde do Samuel, hoje, está em 100%, graças a Deus. Ele não tem nenhuma queixa de cansaço, de falta de ar, de inchaço, de nada. Ele está mais forte do que nunca, graças a Deus”, declara a mãe do adolescente, Ana Carla Lima.Samuel desenvolveu miocardite após um quadro de dengue hemorrágica em 2022. O transporte do coração foi realizado por meio do Programa Salva Mais, uma iniciativa lançada em dezembro de 2023, focada no resgate aeromédico em Alagoas. A utilização da aeronave foi essencial para buscar o órgão em Sergipe.O cirurgião cardiovascular responsável pela cirurgia, Diego Andrade, destaca a importância desse meio. “O transporte aéreo é fundamental quando o órgão doador está a mais de 100 quilômetros do hospital que vai receber o coração ou a uma distância menor, caso haja trânsito no percurso”, afirma.Antes da utilização do transporte aéreo, a logística para a realização de transplantes era mais arriscada. “Não era feita a captação à distância em Maceió. O doador era levado até o hospital onde eram realizados os transplantes. Existiam alguns riscos no transporte do doador, como a necessidade de estabilização e possíveis complicações durante o trajeto”, diz.O prazo entre a retirada do órgão do doador e seu implante no receptor varia conforme o tipo de órgão. Coração e pulmão, por exemplo, possuem períodos mais curtos, o que torna cada missão ainda mais desafiadora.Todo esse planejamento gera expectativa para pessoas como a mãe de Samuel, que teve suas forças renovadas após o telefonema informando a possibilidade de transplante com um órgão vindo de outro estado. “Quando a aeronave pousou no hospital, ficamos mais tranquilos, mais confiantes. Eu vi ali que era uma chance de ter e ver o meu filho no futuro, porque ele estava sem expectativa nenhuma de vida”, disse, emocionada.* Sob supervisão da Editoria ]]></description>
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<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 07:00:05 -0300</pubDate>
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<title>Summit: Alagoas aposta em tecnologia no combate a crimes contra o patrimônio</title>
<link>https://apareceu.com/summit-alagoas-aposta-em-tecnologia-no-combate-a-crimes-contra-o-patrimonio</link>
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<description><![CDATA[ Alagoas é referência nacional em política criminal de combate a crimes violentos contra o patrimônio, que têm como alvos agências bancárias, transportadoras de valores, tesourarias e carros-fortes. O reconhecimento decorre da consolidação do Plano de Defesa de Alagoas, instituído em dezembro de 2023 e promovido pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/AL).
				
					
				
	        Ações como essas serão discutidas no dia 31 de março, em mais uma edição do Summit Alagoas 2050, realizado pela Organização Arnon de Mello (OAM), que reunirá especialistas para debater um dos temas que mais impactam a sociedade: a Segurança Pública.O tema do evento será “Segurança pública: dados, estratégia e inovação para enfrentar o crime e proteger a sociedade”.Outra estratégia de combate à criminalidade já implementada em Alagoas e que será abordada no encontro é o Programa Celular Seguro, criado em janeiro de 2025, que já recuperou 2.530 aparelhos roubados ou furtados. Desse total, 75,4% (1.907) já foram devolvidos aos verdadeiros proprietários.A SSP/AL também desenvolve ferramentas tecnológicas com o objetivo de ampliar a capacidade institucional de identificar, compreender e antecipar padrões criminais, transformando dados dispersos em conhecimento estruturado e em mensuração de riscos. A proposta é oferecer um sistema integrado de comando e controle em tempo real.“Temos três ferramentas que se encontram em fase de teste e de adequação. Duas estão sendo desenvolvidas por agentes de Segurança Pública, e a terceira pelo Instituto de Computação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), em parceria com a SSP”, explica o coronel Raumário Jerônimo, chefe especial de Inteligência da SSP/AL.Segundo o coronel, uma dessas ferramentas apresenta uma abordagem estratégica baseada em ciência de dados, inteligência artificial e algoritmos de otimização. O foco está na modernização da Segurança Pública e no aperfeiçoamento do patrulhamento policial, por meio de planejamento inteligente de rotas em tempo real, com base em dados históricos. Isso permite, segundo ele, maior presença em áreas críticas, redução do tempo de resposta e melhor alocação de recursos.O Summit acontecerá no Centro de Convenções, no bairro de Jaraguá, às 8h30, com inscrição no valor de R$ 10, que pode ser feita pelo portal Gazetaweb. O evento contará com diversos especialistas, que irão contribuir para a construção de um futuro mais seguro para a população.Em seguida, será realizada a palestra magna de abertura, com o tema do evento. O secretário de Segurança Pública de Alagoas, Flávio Saraiva, é um dos palestrantes confirmados e participará do primeiro painel, intitulado “Panorama da violência no Brasil e em Alagoas: dados, tendências e desafios”. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 16:00:04 -0300</pubDate>
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	        Ações como essas serão discutidas no dia 31 de março, em mais uma edição do Summit Alagoas 2050, realizado pela Organização Arnon de Mello (OAM), que reunirá especialistas para debater um dos temas que mais impactam a sociedade: a Segurança Pública.O tema do evento será “Segurança pública: dados, estratégia e inovação para enfrentar o crime e proteger a sociedade”.Outra estratégia de combate à criminalidade já implementada em Alagoas e que será abordada no encontro é o Programa Celular Seguro, criado em janeiro de 2025, que já recuperou 2.530 aparelhos roubados ou furtados. Desse total, 75,4% (1.907) já foram devolvidos aos verdadeiros proprietários.A SSP/AL também desenvolve ferramentas tecnológicas com o objetivo de ampliar a capacidade institucional de identificar, compreender e antecipar padrões criminais, transformando dados dispersos em conhecimento estruturado e em mensuração de riscos. A proposta é oferecer um sistema integrado de comando e controle em tempo real.“Temos três ferramentas que se encontram em fase de teste e de adequação. Duas estão sendo desenvolvidas por agentes de Segurança Pública, e a terceira pelo Instituto de Computação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), em parceria com a SSP”, explica o coronel Raumário Jerônimo, chefe especial de Inteligência da SSP/AL.Segundo o coronel, uma dessas ferramentas apresenta uma abordagem estratégica baseada em ciência de dados, inteligência artificial e algoritmos de otimização. O foco está na modernização da Segurança Pública e no aperfeiçoamento do patrulhamento policial, por meio de planejamento inteligente de rotas em tempo real, com base em dados históricos. Isso permite, segundo ele, maior presença em áreas críticas, redução do tempo de resposta e melhor alocação de recursos.O Summit acontecerá no Centro de Convenções, no bairro de Jaraguá, às 8h30, com inscrição no valor de R$ 10, que pode ser feita pelo portal Gazetaweb. O evento contará com diversos especialistas, que irão contribuir para a construção de um futuro mais seguro para a população.Em seguida, será realizada a palestra magna de abertura, com o tema do evento. O secretário de Segurança Pública de Alagoas, Flávio Saraiva, é um dos palestrantes confirmados e participará do primeiro painel, intitulado “Panorama da violência no Brasil e em Alagoas: dados, tendências e desafios”.]]> </content:encoded>
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<title>Filarmônica de Alagoas passa a ter o Estado como mantenedor; investimento é de R$ 1 milhão</title>
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<description><![CDATA[ Depois de quase uma década sustentada por uma construção coletiva de músicos independentes, a Orquestra Filarmônica de Alagoas entra em 2026 com uma mudança de estrutura. O governo de Alagoas passa a atuar como mantenedor da instituição, por meio de um termo de fomento firmado com a Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult), em um investimento de R$ 1 milhão destinado à realização da temporada.O recurso garante 22 apresentações distribuídas entre quatro séries — Allegro, Mundo, Didática e Estrela Radiosa — e amplia o alcance da programação para além de Maceió. A proposta inclui concertos gratuitos, ingressos a preços mais acessíveis e ações voltadas à formação de público, especialmente com estudantes da rede pública, ao mesmo tempo em que sustenta uma cadeia de trabalho que envolve músicos, técnicos, produtores e equipes de apoio.Para a secretária de Estado da Cultura e Economia Criativa, Mellina Freitas, a parceria se insere em uma política de ampliação dos investimentos no setor. “O Governo de Alagoas tem ampliado os investimentos na cultura e reconhecido iniciativas que transformam a vida das pessoas. A Filarmônica de Alagoas cumpre um papel importante na formação de público e na circulação da música de concerto, e essa parceria permite que esse trabalho alcance ainda mais alagoanos”, afirma. Em seguida, ela acrescenta: “Esse é um passo muito importante e que merece ser reconhecido. A decisão do governador Paulo Dantas garante as condições para que a Filarmônica continue seu caminho, chegue a novos espaços e mantenha vivo esse trabalho”, continua.Criada em 2017 a partir da articulação de músicos profissionais independentes, a Filarmônica foi organizada em modelo de cooperativa e, desde os primeiros anos, passou a circular entre teatros, igrejas, praças e cidades do interior. Ao longo desse percurso, construiu temporadas próprias e abriu também uma frente de formação, com apresentações voltadas a estudantes. Agora, o reconhecimento institucional altera a escala de planejamento da orquestra.Presidente da cooperativa, Rafael Matias afirma que a mudança repercute dentro e fora do palco. “A parceria com o governo representa que a gestão enxerga a cultura como patrimônio inestimável, sendo também um reconhecimento pelo trabalho desenvolvido com todo empenho pelos membros da Filarmônica de Alagoas ao longo de quase 10 anos”. Ele chama atenção para o número de profissionais envolvidos nas apresentações.“Para além dos 50 músicos vistos no palco em um concerto, há mais de uma centena de stakeholders diretamente beneficiados pelo poder da economia criativa, como técnicos de sonorização, iluminação, plataforma de venda de ingressos, entre outros”, continua o diretor. Segundo ele, o novo cenário também reposiciona o estado no mapa das orquestras sinfônicas do país. “Alagoas deixa de ser um dos poucos estados brasileiros a não ter uma orquestra de porte sinfônico com o Estado como mantenedor, abrindo portas para novos públicos, projetos e difusão da música de concerto”, completa.Na direção artística, o maestro Luiz Martins aponta que o termo de fomento muda as condições de continuidade do trabalho. “Esse reconhecimento institucionaliza a Filarmônica de Alagoas como equipamento cultural de relevância, garantindo legitimidade e melhores condições de trabalho para se fazer arte de qualidade. Este termo de fomento junto ao governo de Alagoas traz não somente previsibilidade financeira, mas acima de tudo planejamento consistente das atividades artísticas e continuidade das ações para a nossa orquestra”, diz. Para ele, a medida também reforça o alcance social do projeto. “Ao mesmo tempo, amplia o alcance social da orquestra, fortalecendo projetos de formação e inclusão, marca indispensável nas nossas atividades”.A temporada de 2026 será organizada em quatro eixos. A série Allegro será dedicada à música de concerto, com repertório de compositores clássicos e apresentações gratuitas em igrejas. Luiz destaca que um dos pontos da programação será a homenagem aos 130 anos de nascimento de Hekel Tavares. “Teremos a oportunidade de homenagear também o alagoano Hekel Tavares, um dos grandes nomes da música brasileira”, afirma. Já a série Mundo reunirá concertos voltados a fusões com rock, cinema e outros formatos. “Esta série é fundamental pois é porta de entrada para novos públicos que nunca assistiram a uma orquestra”. A Estrela Radiosa incluirá um tributo a Djavan e outros temas, com participação de artistas alagoanos. A série Didática, também gratuita, será voltada à rede pública de ensino.Martins afirma que a temporada seguirá a diretriz de valorização da produção local e interiorização das atividades. “Entendemos que a nossa Filarmônica deve sempre priorizar e valorizar os nossos artistas de Alagoas. Teremos 22 concertos e também faremos apresentações no interior do estado, cumprindo uma agenda necessária de interiorização das nossas atividades”. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 01:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<title>ECA Digital impõe novas regras e responsabiliza plataformas por segurança de menores</title>
<link>https://apareceu.com/eca-digital-impoe-novas-regras-e-responsabiliza-plataformas-por-seguranca-de-menores</link>
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<description><![CDATA[ Em vigor desde o dia 17 de março, o chamado “ECA Digital” deve representar uma mudança significativa na proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual.Em 13 de julho de 1991, no Palácio do Planalto, Collor sancionou a lei que criou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), um marco legal e regulatório dos direitos humanos, com o objetivo de garantir a proteção integral da criança e do adolescente. Liderado pelo então presidente Collor, o ECA foi fruto de um debate de anos e inspirado na Convenção Internacional dos Direitos da Criança das Nações Unidas.A nova legislação obriga plataformas digitais a adotarem medidas mais rígidas para impedir o acesso de menores a conteúdos prejudiciais, como violência, pornografia, exploração sexual e estímulos à automutilação, ao consumo de álcool e a jogos de azar. Também estão previstas a proibição de mecanismos considerados viciantes e a exigência de verificação de idade mais segura.Casos recentes investigados em Alagoas mostram que os riscos no ambiente virtual são reais e complexos. Em uma das operações, realizada em novembro do ano passado, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão em Coruripe, no Litoral Sul, contra um suspeito de utilizar crianças para a prática de crimes de ódio, administrando uma comunidade virtual com conteúdos nazistas, mensagens racistas e orientações sobre como manipular menores para a prática de crimes violentos.No dia 4 de fevereiro deste ano, a Operação Identidade Oculta, da Polícia Federal, identificou a atuação de criminosos que utilizam perfis falsos para se passar por adolescentes e induzir crianças a enviar fotos e vídeos íntimos. Após conquistar a confiança das vítimas, os abusadores passam a chantageá-las, ameaçando divulgar o material ou atingir familiares.Em Arapiraca, em agosto de 2025, a Polícia Civil apreendeu um adolescente suspeito de integrar uma rede criminosa que promovia exploração sexual de menores por meio de “desafios” na internet. Segundo as investigações, ele distribuía material pornográfico infantil, fazia ameaças e incentivava a automutilação.Diante dessa realidade, pais têm adotado cuidados em relação aos filhos, como a fisioterapeuta de Maceió Thayse Maria, que percebeu comportamentos suspeitos durante o uso do celular pelo filho, de 9 anos.“Passei a ser mais rigorosa com ele depois que o vi em um jogo conversando com outras pessoas. Para ele, eram crianças e adolescentes, mas as conversas, notoriamente, eram de pessoas mais velhas, com más intenções. Expliquei que nem tudo na internet é real e que existem adultos que agem com a intenção de fazer maldade. A partir de então, ele passou a ter horário para usar o celular, e eu sempre monitoro os aplicativos de jogos e de mensagens”, relatou Thayse.Nara Firmino também adotou limites em relação ao uso de telas pelo filho de 2 anos. “Ele não tem acesso a telas diariamente, e controlamos isso ao máximo. Estamos liberando, aos poucos e de forma controlada, o acesso à televisão, apenas nos fins de semana, sempre incentivando as brincadeiras”, contou.Segundo ela, a decisão veio após perceber o impacto direto das telas no comportamento da criança. “Ele fica praticamente hipnotizado e, às vezes, nem responde quando chamamos. Isso mostra como esse tipo de estímulo pode dominar totalmente a atenção da criança”, afirmou.Para a delegada e coordenadora da Área da Infância e Juventude da Polícia Civil de Alagoas, Bárbara Arraes, a principal transformação do ECA Digital está na responsabilização das plataformas. “As mudanças são profundas, porque passam a responsabilizar diretamente as plataformas pela segurança de crianças e adolescentes. Um ponto importante é que as empresas precisam implementar mecanismos mais rigorosos e confiáveis de verificação da idade. Além disso, contas de menores de 16 anos devem estar vinculadas aos responsáveis legais, o que facilita a supervisão parental”, explicou.Outro avanço destacado por ela é a criação de um canal nacional para recebimento de denúncias. “Foi criado um Centro Nacional de Proteção da Criança e do Adolescente, que vai funcionar dentro da Polícia Federal. O órgão vai receber denúncias de crimes cometidos em plataformas digitais, centralizar essas informações e encaminhá-las às autoridades responsáveis pela investigação em cada localidade”, afirmou.Segundo ela, as mudanças também devem impactar o trabalho policial. “Elas tornam a coleta de evidências mais rápida. As plataformas passam a ter a obrigação de colaborar de forma mais ativa, sob pena de sanções”, destacou.A presidente da Comissão de Direitos da Criança e do Adolescente da OAB em Alagoas, Mariana Sampaio, reforça que o problema vai além do ambiente virtual. “A internet se tornou uma porta de entrada para violações de direitos. Os casos começam no digital e evoluem para situações graves de violência. Isso deve preocupar toda a sociedade”, disse. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 10:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>ECA, Digital, impõe, novas, regras, responsabiliza, plataformas, por, segurança, menores</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[Em vigor desde o dia 17 de março, o chamado “ECA Digital” deve representar uma mudança significativa na proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual.Em 13 de julho de 1991, no Palácio do Planalto, Collor sancionou a lei que criou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), um marco legal e regulatório dos direitos humanos, com o objetivo de garantir a proteção integral da criança e do adolescente. Liderado pelo então presidente Collor, o ECA foi fruto de um debate de anos e inspirado na Convenção Internacional dos Direitos da Criança das Nações Unidas.A nova legislação obriga plataformas digitais a adotarem medidas mais rígidas para impedir o acesso de menores a conteúdos prejudiciais, como violência, pornografia, exploração sexual e estímulos à automutilação, ao consumo de álcool e a jogos de azar. Também estão previstas a proibição de mecanismos considerados viciantes e a exigência de verificação de idade mais segura.Casos recentes investigados em Alagoas mostram que os riscos no ambiente virtual são reais e complexos. Em uma das operações, realizada em novembro do ano passado, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão em Coruripe, no Litoral Sul, contra um suspeito de utilizar crianças para a prática de crimes de ódio, administrando uma comunidade virtual com conteúdos nazistas, mensagens racistas e orientações sobre como manipular menores para a prática de crimes violentos.No dia 4 de fevereiro deste ano, a Operação Identidade Oculta, da Polícia Federal, identificou a atuação de criminosos que utilizam perfis falsos para se passar por adolescentes e induzir crianças a enviar fotos e vídeos íntimos. Após conquistar a confiança das vítimas, os abusadores passam a chantageá-las, ameaçando divulgar o material ou atingir familiares.Em Arapiraca, em agosto de 2025, a Polícia Civil apreendeu um adolescente suspeito de integrar uma rede criminosa que promovia exploração sexual de menores por meio de “desafios” na internet. Segundo as investigações, ele distribuía material pornográfico infantil, fazia ameaças e incentivava a automutilação.Diante dessa realidade, pais têm adotado cuidados em relação aos filhos, como a fisioterapeuta de Maceió Thayse Maria, que percebeu comportamentos suspeitos durante o uso do celular pelo filho, de 9 anos.“Passei a ser mais rigorosa com ele depois que o vi em um jogo conversando com outras pessoas. Para ele, eram crianças e adolescentes, mas as conversas, notoriamente, eram de pessoas mais velhas, com más intenções. Expliquei que nem tudo na internet é real e que existem adultos que agem com a intenção de fazer maldade. A partir de então, ele passou a ter horário para usar o celular, e eu sempre monitoro os aplicativos de jogos e de mensagens”, relatou Thayse.Nara Firmino também adotou limites em relação ao uso de telas pelo filho de 2 anos. “Ele não tem acesso a telas diariamente, e controlamos isso ao máximo. Estamos liberando, aos poucos e de forma controlada, o acesso à televisão, apenas nos fins de semana, sempre incentivando as brincadeiras”, contou.Segundo ela, a decisão veio após perceber o impacto direto das telas no comportamento da criança. “Ele fica praticamente hipnotizado e, às vezes, nem responde quando chamamos. Isso mostra como esse tipo de estímulo pode dominar totalmente a atenção da criança”, afirmou.Para a delegada e coordenadora da Área da Infância e Juventude da Polícia Civil de Alagoas, Bárbara Arraes, a principal transformação do ECA Digital está na responsabilização das plataformas. “As mudanças são profundas, porque passam a responsabilizar diretamente as plataformas pela segurança de crianças e adolescentes. Um ponto importante é que as empresas precisam implementar mecanismos mais rigorosos e confiáveis de verificação da idade. Além disso, contas de menores de 16 anos devem estar vinculadas aos responsáveis legais, o que facilita a supervisão parental”, explicou.Outro avanço destacado por ela é a criação de um canal nacional para recebimento de denúncias. “Foi criado um Centro Nacional de Proteção da Criança e do Adolescente, que vai funcionar dentro da Polícia Federal. O órgão vai receber denúncias de crimes cometidos em plataformas digitais, centralizar essas informações e encaminhá-las às autoridades responsáveis pela investigação em cada localidade”, afirmou.Segundo ela, as mudanças também devem impactar o trabalho policial. “Elas tornam a coleta de evidências mais rápida. As plataformas passam a ter a obrigação de colaborar de forma mais ativa, sob pena de sanções”, destacou.A presidente da Comissão de Direitos da Criança e do Adolescente da OAB em Alagoas, Mariana Sampaio, reforça que o problema vai além do ambiente virtual. “A internet se tornou uma porta de entrada para violações de direitos. Os casos começam no digital e evoluem para situações graves de violência. Isso deve preocupar toda a sociedade”, disse.]]> </content:encoded>
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<title>PF cumpre 11 mandados contra fraudes em concursos públicos em AL, PE e PB</title>
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<description><![CDATA[ true
			
        Uma organização criminosa especializada em fraudar concursos públicos e lavar dinheiro foi alvo de operação da Polícia Federal nessa terça-feira (17). A ação ocorreu em Alagoas, Paraíba e Pernambuco. Agentes federais cumpriram 11 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva nos três estados.As investigações apontaram indícios de fraudes em processos seletivos de tribunais, universidades, Polícias Civis e Militares e outros órgãos públicos. Os agentes executaram mandados judiciais em endereços ligados aos suspeitos para reunir elementos probatórios sobre as atividades ilícitas.Os investigados podem responder por fraude em concurso público, concussão, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A Polícia Federal informou que a operação visa aprofundar a coleta de provas e fortalecer as investigações.Segundo a Polícia Federal, o objetivo é garantir a lisura dos concursos públicos e assegurar igualdade de condições entre os candidatos ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 18:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>cumpre, mandados, contra, fraudes, concursos, públicos, AL</media:keywords>
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        Uma organização criminosa especializada em fraudar concursos públicos e lavar dinheiro foi alvo de operação da Polícia Federal nessa terça-feira (17). A ação ocorreu em Alagoas, Paraíba e Pernambuco. Agentes federais cumpriram 11 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva nos três estados.As investigações apontaram indícios de fraudes em processos seletivos de tribunais, universidades, Polícias Civis e Militares e outros órgãos públicos. Os agentes executaram mandados judiciais em endereços ligados aos suspeitos para reunir elementos probatórios sobre as atividades ilícitas.Os investigados podem responder por fraude em concurso público, concussão, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A Polícia Federal informou que a operação visa aprofundar a coleta de provas e fortalecer as investigações.Segundo a Polícia Federal, o objetivo é garantir a lisura dos concursos públicos e assegurar igualdade de condições entre os candidatos]]> </content:encoded>
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<title>Ator alagoano Igor de Araújo relembra bastidores do filme &amp;apos;O Agente Secreto&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[ A presença brasileira no Oscar deste ano ganhou um contorno especial para Alagoas. Entre os artistas que integram o elenco de O Agente Secreto, thriller dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, está o ator alagoano Igor de Araújo. Ele interpreta Sérgio, um policial civil que atravessa situações tensas e inusitadas da narrativa ambientada no Recife da década de 1970.O filme chega à cerimônia deste domingo (15) com quatro indicações: melhor filme, melhor filme internacional, melhor ator e melhor direção de elenco. Para Igor, a experiência de participar da produção se soma a um momento raro do cinema brasileiro no cenário internacional.Em conversa com a Gazeta de Alagoas, o ator relembra o ambiente de filmagem, a convivência com Wagner Moura e o diretor Kleber Mendonça Filho, episódios curiosos do set e a surpresa ao ver o filme alcançar repercussão mundial.
			
            
			
        Gazeta de Alagoas — Como foi a experiência de estar no set de O Agente Secreto? O que mais te marcou durante as gravações?Igor de Araújo — Foi uma grande experiência. Kleber Mendonça Filho é um diretor, merecidamente, muito celebrado e politicamente consciente do lugar onde vive, o Brasil; ele domina a linguagem cinematográfica com extrema habilidade e parece saber exatamente o que deseja transmitir em seus filmes, sem deixar de oferecer ao público a oportunidade de colaborar com os sentidos que a história pode alcançar. Contracenar com Wagner Moura também foi uma ótima experiência, um grande ator e uma pessoa muito gentil. Além deles, pude trabalhar com atores e atrizes de vários estados, todos de enorme talento. Fiz alguns amigos e pude ver a década de 70 na cidade do Recife ser recriada, isso, em especial, foi muito marcante.Como você recebeu a notícia das indicações ao Oscar?Eu estava trabalhando no momento das indicações e vi as mensagens chegando no WhatsApp. Foi um momento de muita alegria. Quando as quatro indicações foram anunciadas, todo mundo ficou extremamente feliz.Houve algum momento específico no set que você guarda com mais carinho?Acho que algumas improvisações durante as gravações foram os momentos de que mais me recordo, principalmente quando Kleber parecia aprovar. Por exemplo, a cena com Udo Kier, que interpretou Hans, um alfaiate judeu sobrevivente da Segunda Guerra Mundial, foi talvez a mais inusitada que gravamos — e isso em um filme onde não faltaram situações inusitadas, ao menos para nós que interpretávamos policiais bastante suspeitos. Udo era alemão e precisava falar algumas frases em português, mas não conhecia o idioma. Já Wilson Rabelo, que interpretava seu companheiro, precisava falar algumas frases em alemão, mas também não conhecia a língua.Durante a cena, um tradutor de alemão estava deitado no chão e soprava as falas para que Wilson acertasse a pronúncia com perfeição. Não houve tempo para ensaiarmos essa cena. O alemão é um idioma difícil, mas Wilson se saiu muito bem. Ninguém entendia direito o que estava sendo dito. Lembro que, na versão original, os policiais deixavam o personagem do alfaiate constrangido ao pedirem que ele exibisse as cicatrizes que tinha pelo corpo. Improvisei um som de metralhadora com a boca para perguntar ao alfaiate se as cicatrizes haviam sido causadas por tiros durante a guerra.No roteiro, a cena terminava com as cicatrizes sendo mostradas e um close-up em Marcelo, personagem de Wagner Moura, visivelmente incomodado com a situação. Porém, durante as gravações, Udo Kier fez um improviso em que nos expulsava da alfaiataria, gritando em alemão. Nós não sabíamos muito bem se deveríamos reagir ou simplesmente ir embora. Quando terminamos de gravar, ninguém estava seguro sobre se a cena entraria no corte final, mas ela entrou — e foi uma grande cena. Udo faleceu após o lançamento do filme, e O Agente Secreto foi seu último trabalho.
				
					        Ver essa foto no Instagram            Um post compartilhado por AZÊ - Gerenciamento Artístico (@aze.artistico)Como foi construir a personagem dentro dessa narrativa? Houve algum desafio especial?No filme, interpreto Sérgio, um policial civil que, ao lado de outros dois policiais — vividos por Ítalo Martins e Robério Diógenes — se envolve em situações suspeitas e bastante inusitadas, como a história de uma perna humana encontrada na barriga de um tubarão. Esses personagens estão inseridos no contexto político da ditadura empresarial-militar brasileira e, simbolicamente, representam o abuso de poder e o autoritarismo frequentemente praticados no país. Eles utilizam a influência de que dispõem para o favorecimento pessoal, para a submissão de pessoas a situações vexatórias, para o justiçamento e para tantas outras atrocidades.Não tivemos um longo período de preparação, apenas alguns dias. Mas o roteiro e as indicações de Kleber pareciam demonstrar com muita precisão o que essas personagens representavam. Cada ator colaborou com liberdade na construção dos modos e maneiras desses seres humanos. Leonardo Lacca, preparador de elenco, também foi um grande parceiro criativo e constantemente estava ao nosso lado.
				
					        Ver essa foto no Instagram            Um post compartilhado por Secult Alagoas (@secultal)Como era a dinâmica entre o elenco e a equipe durante as gravações?Uma ótima dinâmica. Embora estivesse trabalhando com grande parte da equipe pela primeira vez, sentia sempre uma sensação de familiaridade. Acho que todos estavam muito felizes por estarem ali, colaborando numa história tão simbólica para o Brasil, para o Nordeste e para o Recife.Quando você olha para trás e vê seu nome em um filme que pode levar o Brasil novamente ao Oscar, o que passa pela sua cabeça?Não sei bem o que dizer. É um tanto estranho para nós que fizemos o filme compreender a dimensão que foi alcançada por ele. Por ser algo novo, é difícil estabelecer paralelos. É como estar num avião e não perceber a real velocidade em que ele está. A única coisa que posso dizer é que estou feliz por ter feito parte dessa história. ]]></description>
<enclosure url="https://cdn.gazetadealagoas.com.br/img/inline/880000/quatro-atores-de-alagoas-participam-de-o-agente-se-00886469-ac16223db4e406aba254bc837e4a1f6a.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 22:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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        Gazeta de Alagoas — Como foi a experiência de estar no set de O Agente Secreto? O que mais te marcou durante as gravações?Igor de Araújo — Foi uma grande experiência. Kleber Mendonça Filho é um diretor, merecidamente, muito celebrado e politicamente consciente do lugar onde vive, o Brasil; ele domina a linguagem cinematográfica com extrema habilidade e parece saber exatamente o que deseja transmitir em seus filmes, sem deixar de oferecer ao público a oportunidade de colaborar com os sentidos que a história pode alcançar. Contracenar com Wagner Moura também foi uma ótima experiência, um grande ator e uma pessoa muito gentil. Além deles, pude trabalhar com atores e atrizes de vários estados, todos de enorme talento. Fiz alguns amigos e pude ver a década de 70 na cidade do Recife ser recriada, isso, em especial, foi muito marcante.Como você recebeu a notícia das indicações ao Oscar?Eu estava trabalhando no momento das indicações e vi as mensagens chegando no WhatsApp. Foi um momento de muita alegria. Quando as quatro indicações foram anunciadas, todo mundo ficou extremamente feliz.Houve algum momento específico no set que você guarda com mais carinho?Acho que algumas improvisações durante as gravações foram os momentos de que mais me recordo, principalmente quando Kleber parecia aprovar. Por exemplo, a cena com Udo Kier, que interpretou Hans, um alfaiate judeu sobrevivente da Segunda Guerra Mundial, foi talvez a mais inusitada que gravamos — e isso em um filme onde não faltaram situações inusitadas, ao menos para nós que interpretávamos policiais bastante suspeitos. Udo era alemão e precisava falar algumas frases em português, mas não conhecia o idioma. Já Wilson Rabelo, que interpretava seu companheiro, precisava falar algumas frases em alemão, mas também não conhecia a língua.Durante a cena, um tradutor de alemão estava deitado no chão e soprava as falas para que Wilson acertasse a pronúncia com perfeição. Não houve tempo para ensaiarmos essa cena. O alemão é um idioma difícil, mas Wilson se saiu muito bem. Ninguém entendia direito o que estava sendo dito. Lembro que, na versão original, os policiais deixavam o personagem do alfaiate constrangido ao pedirem que ele exibisse as cicatrizes que tinha pelo corpo. Improvisei um som de metralhadora com a boca para perguntar ao alfaiate se as cicatrizes haviam sido causadas por tiros durante a guerra.No roteiro, a cena terminava com as cicatrizes sendo mostradas e um close-up em Marcelo, personagem de Wagner Moura, visivelmente incomodado com a situação. Porém, durante as gravações, Udo Kier fez um improviso em que nos expulsava da alfaiataria, gritando em alemão. Nós não sabíamos muito bem se deveríamos reagir ou simplesmente ir embora. Quando terminamos de gravar, ninguém estava seguro sobre se a cena entraria no corte final, mas ela entrou — e foi uma grande cena. Udo faleceu após o lançamento do filme, e O Agente Secreto foi seu último trabalho.
				
					        Ver essa foto no Instagram            Um post compartilhado por AZÊ - Gerenciamento Artístico (@aze.artistico)Como foi construir a personagem dentro dessa narrativa? Houve algum desafio especial?No filme, interpreto Sérgio, um policial civil que, ao lado de outros dois policiais — vividos por Ítalo Martins e Robério Diógenes — se envolve em situações suspeitas e bastante inusitadas, como a história de uma perna humana encontrada na barriga de um tubarão. Esses personagens estão inseridos no contexto político da ditadura empresarial-militar brasileira e, simbolicamente, representam o abuso de poder e o autoritarismo frequentemente praticados no país. Eles utilizam a influência de que dispõem para o favorecimento pessoal, para a submissão de pessoas a situações vexatórias, para o justiçamento e para tantas outras atrocidades.Não tivemos um longo período de preparação, apenas alguns dias. Mas o roteiro e as indicações de Kleber pareciam demonstrar com muita precisão o que essas personagens representavam. Cada ator colaborou com liberdade na construção dos modos e maneiras desses seres humanos. Leonardo Lacca, preparador de elenco, também foi um grande parceiro criativo e constantemente estava ao nosso lado.
				
					        Ver essa foto no Instagram            Um post compartilhado por Secult Alagoas (@secultal)Como era a dinâmica entre o elenco e a equipe durante as gravações?Uma ótima dinâmica. Embora estivesse trabalhando com grande parte da equipe pela primeira vez, sentia sempre uma sensação de familiaridade. Acho que todos estavam muito felizes por estarem ali, colaborando numa história tão simbólica para o Brasil, para o Nordeste e para o Recife.Quando você olha para trás e vê seu nome em um filme que pode levar o Brasil novamente ao Oscar, o que passa pela sua cabeça?Não sei bem o que dizer. É um tanto estranho para nós que fizemos o filme compreender a dimensão que foi alcançada por ele. Por ser algo novo, é difícil estabelecer paralelos. É como estar num avião e não perceber a real velocidade em que ele está. A única coisa que posso dizer é que estou feliz por ter feito parte dessa história.]]> </content:encoded>
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<title>Ações nas escolas integram estratégia de Alagoas contra a insegurança alimentar</title>
<link>https://apareceu.com/acoes-nas-escolas-integram-estrategia-de-alagoas-contra-a-inseguranca-alimentar</link>
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<description><![CDATA[ true
			
        Diante do lançamento do Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional, na última quarta-feira (11), a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) será utilizada como uma ferramenta estratégica do Governo de Alagoas para a execução do projeto.O documento tem vigência até 2027 e estabelece diretrizes para garantir o Direito Humano à Alimentação Adequada no estado e o enfrentamento à insegurança alimentar. Ele prevê ações estruturantes e programas intersetoriais alinhados à Política Nacional de Segurança Alimentar.O Executivo leva em consideração a atuação da Seduc em 12 programas de combate à fome que beneficiam cerca de 170 mil estudantes da rede estadual de ensino.Entre eles estão o Programa Nacional de Alimentação Escolar e o Programa Mais Merenda, que garantem refeições balanceadas diariamente; o ensino em tempo integral, que oferece de três a cinco refeições por dia nas escolas que adotam essa modalidade; e o Programa Leite do Coração, que distribui leite líquido e, agora, também leite em pó para estudantes em situação de vulnerabilidade social cadastrados no Bolsa Família.A Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan), vinculada à Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), coordenou a construção do plano com a contribuição de outras secretarias estaduais.O documento foi fundamentado nas decisões da 5ª Conferência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional.Um diagnóstico detalhado identificou regiões com maior vulnerabilidade alimentar no território alagoano. O plano estabelece ações estruturantes e programas intersetoriais alinhados à Política Nacional de Segurança Alimentar.Raquel Ferreira, superintendente de Alimentação Escolar da Seduc, informou que a pasta participou de todas as etapas de formulação do plano, desde a consultoria conduzida pela Fundação Sistêmica até a definição de metas e estratégias.“A Seduc compõe e tem assento tanto na Caisan quanto no Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). É nesse sistema que conseguimos construir políticas públicas efetivas. Nossa participação é essencial para que o plano seja robusto, participativo e traga resultados”, afirmou Raquel Ferreira. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 05:00:03 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Ações, nas, escolas, integram, estratégia, Alagoas, contra, insegurança, alimentar</media:keywords>
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<title>Cabeleireira desaparecida é encontrada morta e carbonizada em canavial em AL</title>
<link>https://apareceu.com/cabeleireira-desaparecida-e-encontrada-morta-e-carbonizada-em-canavial-em-al</link>
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<description><![CDATA[ A cabeleireira Marileide Lopes da Silva Lima, de 42 anos, que estava desaparecida desde o domingo (8), foi encontrada morta em um canavial em São Miguel dos Campos, com o corpo carbonizado, nessa segunda-feira (9). Segundo a Polícia Civil, ela foi assassinada no Dia Internacional da Mulher por causa de ciúmes. Um homem de 25 anos, com quem ela se relacionava, foi preso.
			
            true
			
        Câmeras de videomonitoramento mostraram quando Marileide saiu, na manhã do domingo, de mototáxi. Ao perceber o desaparecimento da mulher, a família divulgou as imagens. O mototaxista a reconheceu e procurou a polícia para informar para onde havia levado a cabeleireira.Foi assim que a Polícia Civil chegou até o suspeito, que estava em casa e confessou o crime.“Eles não tinham um relacionamento sério e ficavam com outras pessoas. Na verdade, ele criou ciúmes dela, dizendo que a viu com outro rapaz&quot;, afirmou o delegado Bruno Fernandes.  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 14:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Cabeleireira, desaparecida, encontrada, morta, carbonizada, canavial</media:keywords>
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        Câmeras de videomonitoramento mostraram quando Marileide saiu, na manhã do domingo, de mototáxi. Ao perceber o desaparecimento da mulher, a família divulgou as imagens. O mototaxista a reconheceu e procurou a polícia para informar para onde havia levado a cabeleireira.Foi assim que a Polícia Civil chegou até o suspeito, que estava em casa e confessou o crime.“Eles não tinham um relacionamento sério e ficavam com outras pessoas. Na verdade, ele criou ciúmes dela, dizendo que a viu com outro rapaz", afirmou o delegado Bruno Fernandes. ]]> </content:encoded>
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<title>Obesidade atinge 37,7% dos alagoanos e supera população com peso adequado</title>
<link>https://apareceu.com/obesidade-atinge-377-dos-alagoanos-e-supera-populacao-com-peso-adequado</link>
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<description><![CDATA[ Alagoas tem mais pessoas em situação de obesidade do que dentro do peso considerado adequado, com base nos parâmetros do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional, vinculado ao Ministério da Saúde. Em 2025, do total de pessoas analisadas pelo órgão do governo federal, 37,73% estavam em algum grau de obesidade, que vai do nível 1 ao 3. Aqueles em condição adequada de peso formavam uma parcela de 25,91%.A enfermeira de Maceió Junnyane Costa tem 31 anos. Com 1,75 metro de altura, ela pesa 106 quilos. Conforme os parâmetros estabelecidos, enquadra-se na obesidade nível 1. Para estar no peso considerado adequado, com base no Índice de Massa Corporal (IMC), precisaria estar com, no máximo, 75 quilos.Ela conta que está pré-diabética e tem picos de pressão alta. “Não é nada fácil. Atividades simples do dia a dia às vezes são complicadas, como uma caminhada, subir e descer escadas”, relata.Mas nem sempre foi assim. Entre 2019 e 2020, seu peso era de 70 quilos. Um problema familiar afetou de forma direta e profunda o seu emocional, o que, segundo ela, foi uma peça-chave para o ganho de peso. “Com o tempo foi aumentando. E a ansiedade foi piorando esse ganho. Quando me dei conta do meu peso, já estava com 106 kg”, conta Junnyane.A enfermeira relata que tentou emagrecer diversas vezes. “Já tentei jejum intermitente, inibidores de apetite, shakes que prometem diminuir a fome, dieta da sopa, dieta para contar as calorias diariamente e academia”, afirma, destacando que as estratégias funcionavam por um período, mas depois não havia continuidade.Segundo o Ministério da Saúde, em 2025, dentro de um total de 646.508 alagoanos avaliados, 243.930 estavam nos grupos de obesidade de níveis 1, 2 e 3, o que representa 37,7% da população. Esse percentual é maior do que o de pessoas dentro do peso considerado adequado, um total de 167.513, equivalente a 25,91%.Além disso, o percentual de obesos em Alagoas também é maior do que a média do Nordeste, onde 33,85% da população está em algum nível de obesidade. No Brasil, o estado também apresenta índice superior à média nacional, que é de 36,29% da população obesa.As taxas também aumentaram ao longo dos últimos anos. Em 2020, 31,01% estavam obesos; em 2024, eram 36,21%; e, em 2025, o índice chegou a 37,73%.Para o professor da Faculdade de Nutrição da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e diretor da Associação Alagoana de Nutrição, Haroldo Ferreira, o percentual de obesos em Alagoas representa uma situação “bastante preocupante”.“Quando menos de um terço da população adulta apresenta peso adequado e mais de um terço já se encontra em algum grau de obesidade, fica evidente que o excesso de peso deixou de ser uma questão individual para se configurar como um fenômeno coletivo. Nessa magnitude, e considerando suas consequências, estamos diante de um grave problema de saúde pública”, afirma o professor.Segundo o Ministério da Saúde, a obesidade é uma doença complexa, gerada por múltiplos fatores de natureza individual, coletiva, social, econômica, cultural e ambiental. Isso significa que, nem sempre, a condição está associada apenas à responsabilidade do indivíduo.“A obesidade aumenta o risco de doenças como diabetes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. Portanto, esses números não indicam apenas uma questão estética ou comportamental, mas revelam um importante desafio sanitário, com impacto direto na qualidade de vida da população e sobre o sistema de saúde”, pontua Ferreira, que também é pós-doutor em epidemiologia.No caso de Alagoas, o professor ressalta a importância de considerar fatores como desigualdade social, menor renda média, insegurança alimentar, acesso irregular a alimentos in natura e ampla disponibilidade de alimentos ultraprocessados. Estes últimos, segundo ele, costumam ser mais baratos, duráveis e amplamente divulgados.“Assim, esse percentual mais elevado de obesidade reflete um contexto social e econômico que favorece padrões alimentares menos saudáveis — muitas vezes não por escolha individual, mas por restrição de acesso e de oportunidades”, considera.Ele cita um estudo recente conduzido por um grupo do qual faz parte, que analisou povos indígenas em Alagoas. Segundo o professor, foi identificado que 100% das crianças menores de seis meses já haviam consumido algum tipo de alimento industrializado, quando ainda deveriam receber exclusivamente aleitamento materno.“O achado foi surpreendente, porque esperávamos maior preservação de práticas alimentares tradicionais; e preocupante, porque a introdução precoce de produtos ultraprocessados contribui para a formação de hábitos alimentares inadequados e para o aumento do risco de excesso de gordura corporal ao longo da vida”, explica o especialista.O professor defende que nem sempre a obesidade está ligada à “falta de vontade” do indivíduo, já que o ambiente em que as pessoas vivem exerce forte influência sobre hábitos e decisões. Por isso, ele reforça a importância de políticas públicas voltadas a áreas como saúde, educação, assistência social, agricultura e planejamento urbano, capazes de favorecer escolhas alimentares mais saudáveis.“As iniciativas do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional de Alagoas são exemplos importantes do que pode ser feito. Pode-se citar, por exemplo, a recente medida proposta pelo conselho e acatada pelo poder público estadual, que regulamenta o tipo de alimento disponibilizado nas cantinas escolares. Trata-se de uma ação relevante, não apenas por ampliar o acesso a opções mais saudáveis durante o período escolar, mas também por contribuir para a formação de hábitos alimentares adequados, com repercussões que ultrapassam o ambiente escolar”, afirma. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 21:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Obesidade, atinge, 37, 7, dos, alagoanos, supera, população, com, peso, adequado</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[Alagoas tem mais pessoas em situação de obesidade do que dentro do peso considerado adequado, com base nos parâmetros do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional, vinculado ao Ministério da Saúde. Em 2025, do total de pessoas analisadas pelo órgão do governo federal, 37,73% estavam em algum grau de obesidade, que vai do nível 1 ao 3. Aqueles em condição adequada de peso formavam uma parcela de 25,91%.A enfermeira de Maceió Junnyane Costa tem 31 anos. Com 1,75 metro de altura, ela pesa 106 quilos. Conforme os parâmetros estabelecidos, enquadra-se na obesidade nível 1. Para estar no peso considerado adequado, com base no Índice de Massa Corporal (IMC), precisaria estar com, no máximo, 75 quilos.Ela conta que está pré-diabética e tem picos de pressão alta. “Não é nada fácil. Atividades simples do dia a dia às vezes são complicadas, como uma caminhada, subir e descer escadas”, relata.Mas nem sempre foi assim. Entre 2019 e 2020, seu peso era de 70 quilos. Um problema familiar afetou de forma direta e profunda o seu emocional, o que, segundo ela, foi uma peça-chave para o ganho de peso. “Com o tempo foi aumentando. E a ansiedade foi piorando esse ganho. Quando me dei conta do meu peso, já estava com 106 kg”, conta Junnyane.A enfermeira relata que tentou emagrecer diversas vezes. “Já tentei jejum intermitente, inibidores de apetite, shakes que prometem diminuir a fome, dieta da sopa, dieta para contar as calorias diariamente e academia”, afirma, destacando que as estratégias funcionavam por um período, mas depois não havia continuidade.Segundo o Ministério da Saúde, em 2025, dentro de um total de 646.508 alagoanos avaliados, 243.930 estavam nos grupos de obesidade de níveis 1, 2 e 3, o que representa 37,7% da população. Esse percentual é maior do que o de pessoas dentro do peso considerado adequado, um total de 167.513, equivalente a 25,91%.Além disso, o percentual de obesos em Alagoas também é maior do que a média do Nordeste, onde 33,85% da população está em algum nível de obesidade. No Brasil, o estado também apresenta índice superior à média nacional, que é de 36,29% da população obesa.As taxas também aumentaram ao longo dos últimos anos. Em 2020, 31,01% estavam obesos; em 2024, eram 36,21%; e, em 2025, o índice chegou a 37,73%.Para o professor da Faculdade de Nutrição da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e diretor da Associação Alagoana de Nutrição, Haroldo Ferreira, o percentual de obesos em Alagoas representa uma situação “bastante preocupante”.“Quando menos de um terço da população adulta apresenta peso adequado e mais de um terço já se encontra em algum grau de obesidade, fica evidente que o excesso de peso deixou de ser uma questão individual para se configurar como um fenômeno coletivo. Nessa magnitude, e considerando suas consequências, estamos diante de um grave problema de saúde pública”, afirma o professor.Segundo o Ministério da Saúde, a obesidade é uma doença complexa, gerada por múltiplos fatores de natureza individual, coletiva, social, econômica, cultural e ambiental. Isso significa que, nem sempre, a condição está associada apenas à responsabilidade do indivíduo.“A obesidade aumenta o risco de doenças como diabetes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. Portanto, esses números não indicam apenas uma questão estética ou comportamental, mas revelam um importante desafio sanitário, com impacto direto na qualidade de vida da população e sobre o sistema de saúde”, pontua Ferreira, que também é pós-doutor em epidemiologia.No caso de Alagoas, o professor ressalta a importância de considerar fatores como desigualdade social, menor renda média, insegurança alimentar, acesso irregular a alimentos in natura e ampla disponibilidade de alimentos ultraprocessados. Estes últimos, segundo ele, costumam ser mais baratos, duráveis e amplamente divulgados.“Assim, esse percentual mais elevado de obesidade reflete um contexto social e econômico que favorece padrões alimentares menos saudáveis — muitas vezes não por escolha individual, mas por restrição de acesso e de oportunidades”, considera.Ele cita um estudo recente conduzido por um grupo do qual faz parte, que analisou povos indígenas em Alagoas. Segundo o professor, foi identificado que 100% das crianças menores de seis meses já haviam consumido algum tipo de alimento industrializado, quando ainda deveriam receber exclusivamente aleitamento materno.“O achado foi surpreendente, porque esperávamos maior preservação de práticas alimentares tradicionais; e preocupante, porque a introdução precoce de produtos ultraprocessados contribui para a formação de hábitos alimentares inadequados e para o aumento do risco de excesso de gordura corporal ao longo da vida”, explica o especialista.O professor defende que nem sempre a obesidade está ligada à “falta de vontade” do indivíduo, já que o ambiente em que as pessoas vivem exerce forte influência sobre hábitos e decisões. Por isso, ele reforça a importância de políticas públicas voltadas a áreas como saúde, educação, assistência social, agricultura e planejamento urbano, capazes de favorecer escolhas alimentares mais saudáveis.“As iniciativas do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional de Alagoas são exemplos importantes do que pode ser feito. Pode-se citar, por exemplo, a recente medida proposta pelo conselho e acatada pelo poder público estadual, que regulamenta o tipo de alimento disponibilizado nas cantinas escolares. Trata-se de uma ação relevante, não apenas por ampliar o acesso a opções mais saudáveis durante o período escolar, mas também por contribuir para a formação de hábitos alimentares adequados, com repercussões que ultrapassam o ambiente escolar”, afirma.]]> </content:encoded>
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<title>Após cinco dias de buscas, homem arrastado por enxurrada em Piranhas é encontrado morto</title>
<link>https://apareceu.com/apos-cinco-dias-de-buscas-homem-arrastado-por-enxurrada-em-piranhas-e-encontrado-morto</link>
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<description><![CDATA[ A angústia da família na busca por Elian Caetano Torres, de 44 anos, chegou ao fim nessa quarta-feira (4), quando ele foi encontrado sem vida pelo Corpo de Bombeiros. O homem estava desaparecido havia cinco dias, após ser arrastado dentro de um carro pela enxurrada na AL-225, entre Piranhas (AL) e Canindé do São Francisco (SE).
			
            true
			
        A tragédia ocorreu depois que um trecho da rodovia cedeu. Ele estava com a esposa, Solange Lima da Silva, de 40 anos, que foi encontrada morta no sábado (28), mesmo dia do acidente.
				
					
				
	        Os dois moravam em Canindé do São Francisco e estavam em Piranhas para participar de um aniversário. No retorno para a casa, na madrugada de sábado, o casal passava por um trecho da AL-225 que liga os estados de Alagoas e Sergipe, onde uma cratera se abriu por causa das fortes chuvas.Segundo o Corpo de Bombeiros, o casal passou pelo local com o carro, caiu no buraco e foi arrastado pela correnteza. Como usava o cinto de segurança, Solange foi encontrada no sábado dentro do veículo, já sem vida. Elian, por outro lado, segundo os bombeiros, não utilizava o equipamento de segurança e acabou sendo desprendido do automóvel.As buscas foram realizadas pelo Corpo de Bombeiros de Alagoas e de Sergipe. Equipes operacionais, do canil, além de drones e equipes aquáticas e terrestres foram mobilizadas na busca.O corpo foi encontrado às 17h20 dessa quarta-feira. “O corpo flutuou no meio do rio e emergiu no território sergipano”, afirmou o tenente Rodrigues, do Corpo de Bombeiros de Alagoas. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 06:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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        A tragédia ocorreu depois que um trecho da rodovia cedeu. Ele estava com a esposa, Solange Lima da Silva, de 40 anos, que foi encontrada morta no sábado (28), mesmo dia do acidente.
				
					
				
	        Os dois moravam em Canindé do São Francisco e estavam em Piranhas para participar de um aniversário. No retorno para a casa, na madrugada de sábado, o casal passava por um trecho da AL-225 que liga os estados de Alagoas e Sergipe, onde uma cratera se abriu por causa das fortes chuvas.Segundo o Corpo de Bombeiros, o casal passou pelo local com o carro, caiu no buraco e foi arrastado pela correnteza. Como usava o cinto de segurança, Solange foi encontrada no sábado dentro do veículo, já sem vida. Elian, por outro lado, segundo os bombeiros, não utilizava o equipamento de segurança e acabou sendo desprendido do automóvel.As buscas foram realizadas pelo Corpo de Bombeiros de Alagoas e de Sergipe. Equipes operacionais, do canil, além de drones e equipes aquáticas e terrestres foram mobilizadas na busca.O corpo foi encontrado às 17h20 dessa quarta-feira. “O corpo flutuou no meio do rio e emergiu no território sergipano”, afirmou o tenente Rodrigues, do Corpo de Bombeiros de Alagoas.]]> </content:encoded>
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<title>Modelo e irmão de Bad Bunny, Bernie Martinez conquista a web</title>
<link>https://apareceu.com/modelo-e-irmao-de-bad-bunny-bernie-martinez-conquista-a-web</link>
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<description><![CDATA[ Antes mesmo de sua apresentação no intervalo do Super Bowl, Bad Bunny já era extremamente aclamado pelo público, sendo o artista mais ouvido globalmente no Spotify em 2025. Após o show, a internet ficou mais fascinada pelo rapper, revisitando muitos de seus vídeos antigos e entrevistas. Com a imagem da família de Bunny em voga, quem também ganhou destaque foi seu irmão do meio, Bernie Martínez Ocasio, que atua como modelo em Nova York. Vem conhecer!
			
            
			
        A carreira na moda de Bernie MartinezBernie fez sua estreia na moda em 2023, quando desfilou para a marca homônima do estilista Willy Chavarria durante a Semana de Moda de Nova York, que, assim como ele, tem raízes latinas. Atualmente, Bernie faz parte da agência Next Management.
			
            
			
        Modelo para Bad BunnyEm 2023, Bernie também protagonizou a campanha da colaboração entre Bad Bunny e a marca esportiva Adidas. No lançamento, o famoso tênis Response CL foi reinventado com uma pegada mais country e fazendo referência aos desertos norte-americanos.Para a campanha, foram realizadas fotos e um vídeo promocional que mostrava Bernie vestido de cowboy com seu irmão narrando em espanhol ao fundo.
			
            
			
        Discrição nas redesMesmo sendo irmão de uma das maiores figuras da cena musical atual, Bernie Martinez é extremamente discreto em suas redes sociais. Bernie foca mais em postar sua vida em Nova York, assim como seus trabalhos e eventos como modelo, raramente colocando fotos com o irmão. Entretanto, é muito comum vê-lo postar Stories com as músicas de Bunny. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 15:00:04 -0300</pubDate>
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        A carreira na moda de Bernie MartinezBernie fez sua estreia na moda em 2023, quando desfilou para a marca homônima do estilista Willy Chavarria durante a Semana de Moda de Nova York, que, assim como ele, tem raízes latinas. Atualmente, Bernie faz parte da agência Next Management.
			
            
			
        Modelo para Bad BunnyEm 2023, Bernie também protagonizou a campanha da colaboração entre Bad Bunny e a marca esportiva Adidas. No lançamento, o famoso tênis Response CL foi reinventado com uma pegada mais country e fazendo referência aos desertos norte-americanos.Para a campanha, foram realizadas fotos e um vídeo promocional que mostrava Bernie vestido de cowboy com seu irmão narrando em espanhol ao fundo.
			
            
			
        Discrição nas redesMesmo sendo irmão de uma das maiores figuras da cena musical atual, Bernie Martinez é extremamente discreto em suas redes sociais. Bernie foca mais em postar sua vida em Nova York, assim como seus trabalhos e eventos como modelo, raramente colocando fotos com o irmão. Entretanto, é muito comum vê-lo postar Stories com as músicas de Bunny.]]> </content:encoded>
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<title>Ministério do Turismo mantém R$ 300 milhões em investimentos em 36 municípios de Alagoas</title>
<link>https://apareceu.com/ministerio-do-turismo-mantem-r-300-milhoes-em-investimentos-em-36-municipios-de-alagoas</link>
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<description><![CDATA[ InvestimentosDados do Ministério do Turismo apontam que a pasta mantém cerca de R$ 300 milhões aplicados em projetos de melhoria da infraestrutura turística em 36 municípios alagoanos. Os recursos contemplam reforma de praças, pavimentação de vias de acesso a atrativos, construção de portais, revitalização de orlas, implantação de mirantes e outras iniciativas estruturantes.DuplicaçãoDurante a 16ª Caravana Federativa, foram assinadas as ordens de serviço para a duplicação da BR-104, no trecho entre União dos Palmares e Branquinha (investimento de R$ 274 milhões), e da BR-316-AL Lote 1A, com 15 km do Arco Metropolitano de Maceió, ligando Satuba a Pilar (investimento de R$ 218 milhões). As obras foram autorizadas pelo ministro dos Transportes, Renan Filho.BTLA capital alagoana amplia sua presença no mercado internacional. A Prefeitura de Maceió, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, participa da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), uma das maiores feiras do setor na Europa, iniciada no dia 25 e que segue até este domingo (1º), em Portugal.HotelO município de Penedo avançou na política de atração de investimentos turísticos durante participação na BTL. A secretária de Estado do Turismo, Bárbara Braga, e o secretário municipal de Turismo e Economia Criativa, Jair Galvão, reuniram-se com o presidente do Grupo Vila Galé, Jorge Rebelo. No encontro, foram apresentadas as potencialidades turísticas, culturais e históricas da cidade, além de oportunidades para novos empreendimentos hoteleiros.SeloArapiraca sediou, nesta semana, o primeiro encontro presencial da nova edição do Selo UNICEF 2025-2028 com adolescentes integrantes dos Núcleos de Cidadania de Adolescentes (NUCAs) de Alagoas. O evento ocorreu no Planetário e Casa da Ciência, reunindo jovens para atividades voltadas à agenda climática.CoruripeO município de Coruripe também participa da Bolsa de Turismo de Lisboa, realizada na Feira Internacional de Lisboa (FIL). A presença integra a estratégia da gestão municipal de fortalecer a promoção do destino no mercado internacional e ampliar parcerias comerciais.TransporteA Prefeitura de Coruripe, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, ampliou a oferta de transporte para pacientes que necessitam realizar Tratamento Fora de Domicílio (TFD). O serviço garante deslocamento para consultas, exames e procedimentos não disponíveis na rede municipal.MineraçãoA Agência Nacional de Mineração (ANM) distribuiu, nos dias 25 e 26 de fevereiro, cerca de R$ 108,5 milhões da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) a municípios impactados direta ou indiretamente pela atividade em todo o país.FPMAs prefeituras receberam, nesta quinta-feira (27), o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao terceiro decêndio do mês. O valor líquido transferido foi de R$ 4.660.659.044,98, já descontada a contribuição ao Fundeb. Em valores brutos, o montante totalizou R$ 5.825.823.806,23. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 00:00:03 -0300</pubDate>
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<title>Ave silvestre no litoral de Alagoas acende alerta para risco de influenza aviária</title>
<link>https://apareceu.com/ave-silvestre-no-litoral-de-alagoas-acende-alerta-para-risco-de-influenza-aviaria</link>
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<description><![CDATA[ true
			O surgimento de uma ave silvestre em São Miguel dos Milagres, nesta semana, acendeu um alerta de saúde pública e comercial. O risco está no contato com o animal possivelmente contaminado, que pode transmitir o vírus da influenza aviária (H5N1) tanto para humanos quanto para outros animais.De acordo com o Instituto Biota de Conservação, a maior incidência da ocorrência de aves é registrada em abril, mas casos podem surgir antes desse período.
			
            true
			
        O Biota explica que Alagoas possui um grupo de emergência sanitária. Na segunda-feira (23), órgãos ambientais se reuniram com o Ministério Público do Estado para criar um plano de ação com o objetivo de minimizar as ameaças causadas por essas aves.O instituto lembra que, em 2023, foram confirmados os primeiros casos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em aves silvestres no Brasil. Desde então, há alerta para monitoramento e adoção de medidas preventivas.Na segunda-feira, em São Miguel dos Milagre, uma ave foi resgatada por moradores e levada à Secretaria do Meio Ambiente. Apesar da intenção solidária, a ação representou risco. “Aconselhamos a população a não interagir com nenhum tipo de animal silvestre, principalmente aves”, alertou Bruno Stefanis, diretor-executivo do Instituto Biota. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 09:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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        O Biota explica que Alagoas possui um grupo de emergência sanitária. Na segunda-feira (23), órgãos ambientais se reuniram com o Ministério Público do Estado para criar um plano de ação com o objetivo de minimizar as ameaças causadas por essas aves.O instituto lembra que, em 2023, foram confirmados os primeiros casos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em aves silvestres no Brasil. Desde então, há alerta para monitoramento e adoção de medidas preventivas.Na segunda-feira, em São Miguel dos Milagre, uma ave foi resgatada por moradores e levada à Secretaria do Meio Ambiente. Apesar da intenção solidária, a ação representou risco. “Aconselhamos a população a não interagir com nenhum tipo de animal silvestre, principalmente aves”, alertou Bruno Stefanis, diretor-executivo do Instituto Biota.]]> </content:encoded>
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<title>Desemprego fecha 2025 com menor média anual da história</title>
<link>https://apareceu.com/desemprego-fecha-2025-com-menor-media-anual-da-historia</link>
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<description><![CDATA[ A taxa de desemprego fechou 2025 com a menor média anual da série histórica em 19 estados e no Distrito Federal, disse nessa sexta-feira (20) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O cenário segue o registrado no país, que também fechou o ano passado com o indicador na mínima, calculada em 5,6%. Os dados integram a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), que começou em 2012.A relação das 20 unidades da Federação com as mínimas em 2025 contempla os seguintes locais: Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%), Mato Grosso do Sul (3%), Espírito Santo (3,3%), Paraná (3,6%), Rio Grande do Sul (4%), Goiás (4,6%), Minas Gerais (4,6%), Tocantins (4,7%), São Paulo (5%), Paraíba (6%), Ceará (6,5%), Maranhão (6,8%), Pará (6,8%), Distrito Federal (7,5%), Sergipe (7,9%), Amapá (7,9%), Rio Grande do Norte (8,1%), Amazonas (8,4%) e Bahia (8,7%).O resultado do país (5,6%) já havia sido publicado pelo IBGE em janeiro. A apresentação dessa sexta traz outros detalhamentos, incluindo os números dos estados. Apesar de mostrar trajetória de recuperação, o mercado de trabalho ainda não eliminou desigualdades.Enquanto Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3%) tiveram taxas de desemprego de 3% ou menos, Piauí (9,3%), Pernambuco (8,7%) e Bahia (8,7%) mostraram desocupação próxima a 9%. São os extremos do Brasil.&quot;A mínima histórica em 2025 decorre do dinamismo observado no mercado de trabalho, impulsionado pelo aumento do rendimento real. Contudo, a queda da desocupação mascara problemas estruturais: Norte e Nordeste mantêm informalidade e subutilização elevadas, evidenciando ocupações de baixa produtividade&quot;, afirmou William Kratochwill, analista da pesquisa do IBGE.A subutilização é o conceito usado nas estatísticas oficiais para se referir a uma espécie de desperdício de mão de obra. A população subutilizada é composta por três grupos: desempregados, subocupados e força de trabalho potencial.Os desempregados não têm trabalho, procuram oportunidades e estão disponíveis para atuar.Os subocupados até fazem parte da população ocupada, ou seja, que está trabalhando formal ou informalmente. A jornada deles, porém, é inferior a 40 horas semanais, e a intenção dessa parcela é ampliar a carga.Por fim, a força de trabalho potencial envolve quem deixou de procurar emprego ou buscou vagas, mas não estava disponível para preenchê-las.No Brasil, o percentual de trabalhadores subutilizados foi de 14,5% em 2025, a mínima da pesquisa. O indicador também atingiu os menores níveis nas séries de cada grande região, embora sinalize disparidades.A subutilização ficou em 24,6% no Nordeste e 17% no Norte, bem acima dos 7,9% no Sul e dos 9,9% no Centro-Oeste. O Sudeste registrou percentual de 11,6%. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 18:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[A taxa de desemprego fechou 2025 com a menor média anual da série histórica em 19 estados e no Distrito Federal, disse nessa sexta-feira (20) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O cenário segue o registrado no país, que também fechou o ano passado com o indicador na mínima, calculada em 5,6%. Os dados integram a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), que começou em 2012.A relação das 20 unidades da Federação com as mínimas em 2025 contempla os seguintes locais: Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%), Mato Grosso do Sul (3%), Espírito Santo (3,3%), Paraná (3,6%), Rio Grande do Sul (4%), Goiás (4,6%), Minas Gerais (4,6%), Tocantins (4,7%), São Paulo (5%), Paraíba (6%), Ceará (6,5%), Maranhão (6,8%), Pará (6,8%), Distrito Federal (7,5%), Sergipe (7,9%), Amapá (7,9%), Rio Grande do Norte (8,1%), Amazonas (8,4%) e Bahia (8,7%).O resultado do país (5,6%) já havia sido publicado pelo IBGE em janeiro. A apresentação dessa sexta traz outros detalhamentos, incluindo os números dos estados. Apesar de mostrar trajetória de recuperação, o mercado de trabalho ainda não eliminou desigualdades.Enquanto Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3%) tiveram taxas de desemprego de 3% ou menos, Piauí (9,3%), Pernambuco (8,7%) e Bahia (8,7%) mostraram desocupação próxima a 9%. São os extremos do Brasil."A mínima histórica em 2025 decorre do dinamismo observado no mercado de trabalho, impulsionado pelo aumento do rendimento real. Contudo, a queda da desocupação mascara problemas estruturais: Norte e Nordeste mantêm informalidade e subutilização elevadas, evidenciando ocupações de baixa produtividade", afirmou William Kratochwill, analista da pesquisa do IBGE.A subutilização é o conceito usado nas estatísticas oficiais para se referir a uma espécie de desperdício de mão de obra. A população subutilizada é composta por três grupos: desempregados, subocupados e força de trabalho potencial.Os desempregados não têm trabalho, procuram oportunidades e estão disponíveis para atuar.Os subocupados até fazem parte da população ocupada, ou seja, que está trabalhando formal ou informalmente. A jornada deles, porém, é inferior a 40 horas semanais, e a intenção dessa parcela é ampliar a carga.Por fim, a força de trabalho potencial envolve quem deixou de procurar emprego ou buscou vagas, mas não estava disponível para preenchê-las.No Brasil, o percentual de trabalhadores subutilizados foi de 14,5% em 2025, a mínima da pesquisa. O indicador também atingiu os menores níveis nas séries de cada grande região, embora sinalize disparidades.A subutilização ficou em 24,6% no Nordeste e 17% no Norte, bem acima dos 7,9% no Sul e dos 9,9% no Centro-Oeste. O Sudeste registrou percentual de 11,6%.]]> </content:encoded>
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<title>‘1975: O Ano do Colapso’ revisita a crise que redefiniu o cinema americano</title>
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<description><![CDATA[ Alguns anos não passam. Permanecem. 1975 é um deles. Não porque tenha sido excepcionalmente violento ou espetacular, mas porque foi silenciosamente corrosivo. Um ano em que as certezas começaram a ruir sem alarde, como um edifício que range por dentro antes de desabar. Assistir a 1975: O Ano do Colapso é perceber que aquele colapso não ficou no passado. Ele apenas mudou de forma.O documentário parte de um recorte preciso: os Estados Unidos no pós-Vietnã, atônitos diante do fracasso militar, desconfiados de suas próprias instituições após o caso Watergate, economicamente fatigados e culturalmente desnorteados. Não havia mais epopeia possível. A promessa de grandeza tornara-se um discurso cansado. O país que se via como farol começava a perceber a própria sombra.É nesse terreno instável que o cinema assume um papel inesperado. A chamada Nova Hollywood não surge como rebeldia romântica, mas como sintoma. Filmes sombrios, personagens deslocados, narrativas sem redenção. O herói clássico dá lugar ao indivíduo ferido, confuso, frequentemente violento ou apático. Não se trata de denúncia programática, mas de espelhamento. A tela reflete o mal-estar coletivo com honestidade incômoda.
			
            
			Morgan Neville constrói o documentário como quem observa um organismo em crise. Depoimentos se entrelaçam a imagens que já não funcionam como entretenimento, mas como documento histórico. O cinema deixa de ser fuga e passa a ser diagnóstico. E talvez aí resida o desconforto maior: em vez de oferecer respostas, aquelas obras ensinaram o público a conviver com a dúvida.O filme também evidencia, ainda que de forma indireta, a força quase incontornável da cultura americana como linguagem global. Mesmo em colapso, os Estados Unidos narram o próprio fracasso de maneira tão eficiente que o transformam em referência universal. O mundo assiste, aprende, imita. A crise vira estética. O desencanto torna-se produto exportável.Há algo de profundamente atual nesse movimento. A alternância entre períodos de crítica intensa e momentos de restauração moral não é acidente histórico, mas método. O documentário sugere — talvez sem assumir plenamente — que a fratura dos anos 1970 preparou o terreno para o retorno de discursos que prometiam ordem, mérito individual e conforto simbólico. O colapso não foi resolvido; foi administrado culturalmente.
				
					
				
	        A fragilidade de 1975: O Ano do Colapso não está no que mostra, mas no que centraliza. Ao tratar aquele ano como epicentro absoluto, o filme ignora que o mundo também colapsava fora do eixo americano. Ditaduras agonizavam, impérios coloniais ruíam, regimes eram questionados. O colapso era global, mas a narrativa permanece local. Até na crise, o centro insiste em se ver como centro.Ainda assim, o documentário cumpre um papel relevante: revela que a história não avança em linha reta. Ela retorna, testa, repete. O que hoje chamamos de guerra cultural já operava ali, ainda sem nome, disputando símbolos, afetos e sentidos. As ideologias não desaparecem; trocam de máscara. O cinema apenas registra o instante em que a engrenagem muda de marcha.No fim, 1975: O Ano do Colapso não é um filme sobre nostalgia nem sobre denúncia. É um alerta discreto. Mostra que o colapso, quando bem narrado, deixa de ser trauma e passa a ser modelo. Cabe ao espectador decidir se reconhece o mecanismo ou se aceita, mais uma vez, caminhar sobre os escombros como se fossem chão firme.Está disponível na Netflix. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 03:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[Alguns anos não passam. Permanecem. 1975 é um deles. Não porque tenha sido excepcionalmente violento ou espetacular, mas porque foi silenciosamente corrosivo. Um ano em que as certezas começaram a ruir sem alarde, como um edifício que range por dentro antes de desabar. Assistir a 1975: O Ano do Colapso é perceber que aquele colapso não ficou no passado. Ele apenas mudou de forma.O documentário parte de um recorte preciso: os Estados Unidos no pós-Vietnã, atônitos diante do fracasso militar, desconfiados de suas próprias instituições após o caso Watergate, economicamente fatigados e culturalmente desnorteados. Não havia mais epopeia possível. A promessa de grandeza tornara-se um discurso cansado. O país que se via como farol começava a perceber a própria sombra.É nesse terreno instável que o cinema assume um papel inesperado. A chamada Nova Hollywood não surge como rebeldia romântica, mas como sintoma. Filmes sombrios, personagens deslocados, narrativas sem redenção. O herói clássico dá lugar ao indivíduo ferido, confuso, frequentemente violento ou apático. Não se trata de denúncia programática, mas de espelhamento. A tela reflete o mal-estar coletivo com honestidade incômoda.
			
            
			Morgan Neville constrói o documentário como quem observa um organismo em crise. Depoimentos se entrelaçam a imagens que já não funcionam como entretenimento, mas como documento histórico. O cinema deixa de ser fuga e passa a ser diagnóstico. E talvez aí resida o desconforto maior: em vez de oferecer respostas, aquelas obras ensinaram o público a conviver com a dúvida.O filme também evidencia, ainda que de forma indireta, a força quase incontornável da cultura americana como linguagem global. Mesmo em colapso, os Estados Unidos narram o próprio fracasso de maneira tão eficiente que o transformam em referência universal. O mundo assiste, aprende, imita. A crise vira estética. O desencanto torna-se produto exportável.Há algo de profundamente atual nesse movimento. A alternância entre períodos de crítica intensa e momentos de restauração moral não é acidente histórico, mas método. O documentário sugere — talvez sem assumir plenamente — que a fratura dos anos 1970 preparou o terreno para o retorno de discursos que prometiam ordem, mérito individual e conforto simbólico. O colapso não foi resolvido; foi administrado culturalmente.
				
					
				
	        A fragilidade de 1975: O Ano do Colapso não está no que mostra, mas no que centraliza. Ao tratar aquele ano como epicentro absoluto, o filme ignora que o mundo também colapsava fora do eixo americano. Ditaduras agonizavam, impérios coloniais ruíam, regimes eram questionados. O colapso era global, mas a narrativa permanece local. Até na crise, o centro insiste em se ver como centro.Ainda assim, o documentário cumpre um papel relevante: revela que a história não avança em linha reta. Ela retorna, testa, repete. O que hoje chamamos de guerra cultural já operava ali, ainda sem nome, disputando símbolos, afetos e sentidos. As ideologias não desaparecem; trocam de máscara. O cinema apenas registra o instante em que a engrenagem muda de marcha.No fim, 1975: O Ano do Colapso não é um filme sobre nostalgia nem sobre denúncia. É um alerta discreto. Mostra que o colapso, quando bem narrado, deixa de ser trauma e passa a ser modelo. Cabe ao espectador decidir se reconhece o mecanismo ou se aceita, mais uma vez, caminhar sobre os escombros como se fossem chão firme.Está disponível na Netflix.]]> </content:encoded>
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<title>Entre postais e um filme por concluir, a presença de Cacá</title>
<link>https://apareceu.com/entre-postais-e-um-filme-por-concluir-a-presenca-de-caca</link>
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<description><![CDATA[ Um ano de falta é muito pouco para reorganizar uma vida inteira de presença. Assim como o Brasil ainda tateia o tamanho do vácuo deixado por Cacá Diegues, cineasta alagoano que faleceu em 14 de fevereiro de 2025, a família continua a desvendar essa ausência. Isabel Diegues, filha do primeiro casamento com Nara Leão, guarda uma coleção de cartões-postais enviados pelo pai durante as filmagens pelo país. Renata Almeida Magalhães, esposa e parceira por 43 anos, conduz a finalização de “Deus Ainda é Brasileiro”, 20º longa-metragem do cineasta, rodado em Alagoas.
			
            
			
        Em entrevistas concedidas à Gazeta de Alagoas na última década, Cacá Diegues deixou evidente que não sabia — ou não fazia questão — de separar o homem do cineasta. “Faço cinema 24 horas por dia”, afirmou em 2020, ao comentar que ouvir as histórias das pessoas, algo que apreciava, já era uma maneira de fazer cinema. Isabel confirma que foi mesmo a dinâmica do cinema que marcou a vida familiar.&quot;Meu pai sempre foi muito dedicado ao seu cinema, um apaixonado pelo que fazia. Quando criança, fazia longas viagens, mas sempre presente, me mandava cartões postais de onde estivesse. Uma coleção que tenho até hoje&quot;, relata.
			
            
			
        Nos períodos em que a família não acompanhava as filmagens, os encontros eram mantidos com regularidade. “Nosso núcleo familiar sempre foi de estar muito junto, se ver toda semana, viajar juntos nas férias, mesmo depois que nós ficamos adultos e tivemos filhos, tentávamos juntar a todos em viagens onde podíamos passar alguns dias embolados e nos divertindo juntos”, lembra Isabel.Para Renata, o último ano tem sido dedicado à conclusão do longa e à organização do acervo do diretor.  “Faz um ano. A falta dele é enorme, é uma falta gigante. A gente ficou casado 43 anos, é uma vida toda. Nesse ano, eu tive que reaprender a viver sem ele, mas sempre acho que ele está pertinho de mim”, afirma.LEIA MAIS: Cacá Diegues: um investigador poético da realidadeDa ilha de edição, onde Cacá e Renata estiveram dezenas de vezes, ela detalha o trabalho em andamento. “Eu estou agora dedicada, primeiro, a acabar o ‘Deus Ainda é Brasileiro’ e queremos, sim, acabar para lançar esse ano. Isso já é uma responsabilidade enorme para mim, mas estou trabalhando junto com o Mair Tavares, que foi editor de muitos filmes dele e era o editor do ‘Deus’. A gente está agora na ilha de edição para acabar o filme e poder ver essa obra que ele fez em Alagoas. Fora isso, estou começando a levantar os custos para restaurar os filmes dele, digitalizar para 4K, para a filmografia dele ficar resguardada”, revela.
			
            
			
        A dimensão pública do legado, associada ao Cinema Novo e à consolidação do cinema brasileiro moderno, é percebida pela família como parte de uma trajetória que também se refletia na vida doméstica. Isabel destaca a coerência entre posições públicas e atitudes privadas.“Diria que o amor pelo Brasil e pela cultura brasileira são coisas que aprendi com fervor desde muito cedo, e fazem parte da minha compreensão de mundo. Não consigo separar o pai do artista, do pensador, do amante da cultura e das pessoas do Brasil”, explica.Ela associa a filmografia do pai à formação cultural do país. O Cinema Novo e os filmes de Cacá, como “Bye Bye Brasil”, ajudaram a consolidar um “jeito” de fazer cinema.“Um de seus legados mais importantes é esse amor pelo cinema e por seu poder transformador. É a ideia de que um povo precisa de uma cultura forte para reconhecer a si mesmo e inventar e construir seu caminho a partir de sua própria história e constituição. Revejo seus filmes com entusiasmo e me comove e fortalece ver o quanto de fato filmou e escreveu e debateu as questões do Brasil sempre com imensa integridade e entusiasmo, mesmo nos momentos mais cruéis da nossa história, tanto na ditadura com a censura e a violência, quanto quando o cinema brasileiro esteve à deriva nos anos 80 e tantas outras vezes, sempre se posicionando, com suas críticas e convicções, sem receio também de mudar de ideia e de rumo. Defendendo a democracia e a liberdade, e reafirmando tantas vezes que ‘não há democracia sem oportunidades para todos’. Meu pai era um humanista.”
			
            
			
        Renata situa o trabalho do marido dentro de um processo histórico que antecede o reconhecimento recente do cinema nacional. “O legado dele é que a vida dele valeu a pena. O cinema brasileiro existe, o cinema brasileiro é poderoso. Agora, com essas premiações e o Oscar do ano passado, as pessoas estão entendendo esse poder e essa potência que o cinema brasileiro sempre teve, na realidade. A gente não pode esquecer que o Cacá fez parte do Cinema Novo, que fundou o cinema moderno no Brasil. Talvez tenha sido o primeiro país não desenvolvido a ter um cinema de vanguarda ali no final dos anos 1950 e nos anos 1960, que corresponde à Nouvelle Vague francesa, ao Neorrealismo italiano, e o Brasil já estava nessa junto”, pontua.LEIA MAIS: Caubóis à beira-mar em busca do ‘gol da lua’“Então, eu acho que a vida e a insistência do Cacá pelo cinema brasileiro valeram a pena.O Cacá foi um pai maravilhoso, um avô carinhosíssimo e um marido... que sorte a minha de ter sido casada com ele. Uma pessoa muito amorosa, muito afetuosa, muito generosa. Isso circundava tudo: a família, os amigos e mesmo a relação dele com o cinema e com o Brasil. Eu tenho um outro aprendizado importantíssimo, que é o meu amor por Alagoas. Isso eu herdei totalmente. ‘Deus’ vai estrear esse ano, se Deus quiser. E Deus vai querer”, ressalta Renata.
			
            
			
        A permanência da voz do diretor também aparece em um registro do documentário dirigido por Lirio Ferreira e Karen Harley, citado por Isabel. Para ela, isso sintetiza quem o pai foi e quem o cineasta será para sempre.“Uma coisa me tocou recentemente, que é uma fala sua que abre o documentário: ‘A solidão a gente cura se interessando pelo outro’. Meu pai vai sempre fazer falta. A presença dele era imensa na minha vida. Mas me sinto uma pessoa de muita sorte de ter podido tê-lo ao meu lado tantos anos, por termos vivido tantas coisas juntos, convivido, partilhado, viajado, conversado sobre tantas coisas, trabalho juntos nos meus tempos de cinema. Essa experiência segue em mim, faz parte de quem eu sou.”O diretor de Xica da Silva e Deus é Brasileiro faleceu em 14 de fevereiro de 2025, aos 84 anos. Ele teve quatro filhos, sendo dois deles frutos de seu casamento com a cantora Nara Leão, Francisco Diegues e Isabel Leão Diegues, e uma de seu relacionamento com a produtora Renata Almeida Magalhães, Flora Diegues, que faleceu em 2019. Julia Klevenhusen, filha da sua esposa Renata Almeida Magalhães com José Roberto de São Paulo, também foi reconhecida como filha pelo cineasta alagoano. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 20:00:03 -0300</pubDate>
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        Em entrevistas concedidas à Gazeta de Alagoas na última década, Cacá Diegues deixou evidente que não sabia — ou não fazia questão — de separar o homem do cineasta. “Faço cinema 24 horas por dia”, afirmou em 2020, ao comentar que ouvir as histórias das pessoas, algo que apreciava, já era uma maneira de fazer cinema. Isabel confirma que foi mesmo a dinâmica do cinema que marcou a vida familiar."Meu pai sempre foi muito dedicado ao seu cinema, um apaixonado pelo que fazia. Quando criança, fazia longas viagens, mas sempre presente, me mandava cartões postais de onde estivesse. Uma coleção que tenho até hoje", relata.
			
            
			
        Nos períodos em que a família não acompanhava as filmagens, os encontros eram mantidos com regularidade. “Nosso núcleo familiar sempre foi de estar muito junto, se ver toda semana, viajar juntos nas férias, mesmo depois que nós ficamos adultos e tivemos filhos, tentávamos juntar a todos em viagens onde podíamos passar alguns dias embolados e nos divertindo juntos”, lembra Isabel.Para Renata, o último ano tem sido dedicado à conclusão do longa e à organização do acervo do diretor.  “Faz um ano. A falta dele é enorme, é uma falta gigante. A gente ficou casado 43 anos, é uma vida toda. Nesse ano, eu tive que reaprender a viver sem ele, mas sempre acho que ele está pertinho de mim”, afirma.LEIA MAIS: Cacá Diegues: um investigador poético da realidadeDa ilha de edição, onde Cacá e Renata estiveram dezenas de vezes, ela detalha o trabalho em andamento. “Eu estou agora dedicada, primeiro, a acabar o ‘Deus Ainda é Brasileiro’ e queremos, sim, acabar para lançar esse ano. Isso já é uma responsabilidade enorme para mim, mas estou trabalhando junto com o Mair Tavares, que foi editor de muitos filmes dele e era o editor do ‘Deus’. A gente está agora na ilha de edição para acabar o filme e poder ver essa obra que ele fez em Alagoas. Fora isso, estou começando a levantar os custos para restaurar os filmes dele, digitalizar para 4K, para a filmografia dele ficar resguardada”, revela.
			
            
			
        A dimensão pública do legado, associada ao Cinema Novo e à consolidação do cinema brasileiro moderno, é percebida pela família como parte de uma trajetória que também se refletia na vida doméstica. Isabel destaca a coerência entre posições públicas e atitudes privadas.“Diria que o amor pelo Brasil e pela cultura brasileira são coisas que aprendi com fervor desde muito cedo, e fazem parte da minha compreensão de mundo. Não consigo separar o pai do artista, do pensador, do amante da cultura e das pessoas do Brasil”, explica.Ela associa a filmografia do pai à formação cultural do país. O Cinema Novo e os filmes de Cacá, como “Bye Bye Brasil”, ajudaram a consolidar um “jeito” de fazer cinema.“Um de seus legados mais importantes é esse amor pelo cinema e por seu poder transformador. É a ideia de que um povo precisa de uma cultura forte para reconhecer a si mesmo e inventar e construir seu caminho a partir de sua própria história e constituição. Revejo seus filmes com entusiasmo e me comove e fortalece ver o quanto de fato filmou e escreveu e debateu as questões do Brasil sempre com imensa integridade e entusiasmo, mesmo nos momentos mais cruéis da nossa história, tanto na ditadura com a censura e a violência, quanto quando o cinema brasileiro esteve à deriva nos anos 80 e tantas outras vezes, sempre se posicionando, com suas críticas e convicções, sem receio também de mudar de ideia e de rumo. Defendendo a democracia e a liberdade, e reafirmando tantas vezes que ‘não há democracia sem oportunidades para todos’. Meu pai era um humanista.”
			
            
			
        Renata situa o trabalho do marido dentro de um processo histórico que antecede o reconhecimento recente do cinema nacional. “O legado dele é que a vida dele valeu a pena. O cinema brasileiro existe, o cinema brasileiro é poderoso. Agora, com essas premiações e o Oscar do ano passado, as pessoas estão entendendo esse poder e essa potência que o cinema brasileiro sempre teve, na realidade. A gente não pode esquecer que o Cacá fez parte do Cinema Novo, que fundou o cinema moderno no Brasil. Talvez tenha sido o primeiro país não desenvolvido a ter um cinema de vanguarda ali no final dos anos 1950 e nos anos 1960, que corresponde à Nouvelle Vague francesa, ao Neorrealismo italiano, e o Brasil já estava nessa junto”, pontua.LEIA MAIS: Caubóis à beira-mar em busca do ‘gol da lua’“Então, eu acho que a vida e a insistência do Cacá pelo cinema brasileiro valeram a pena.O Cacá foi um pai maravilhoso, um avô carinhosíssimo e um marido... que sorte a minha de ter sido casada com ele. Uma pessoa muito amorosa, muito afetuosa, muito generosa. Isso circundava tudo: a família, os amigos e mesmo a relação dele com o cinema e com o Brasil. Eu tenho um outro aprendizado importantíssimo, que é o meu amor por Alagoas. Isso eu herdei totalmente. ‘Deus’ vai estrear esse ano, se Deus quiser. E Deus vai querer”, ressalta Renata.
			
            
			
        A permanência da voz do diretor também aparece em um registro do documentário dirigido por Lirio Ferreira e Karen Harley, citado por Isabel. Para ela, isso sintetiza quem o pai foi e quem o cineasta será para sempre.“Uma coisa me tocou recentemente, que é uma fala sua que abre o documentário: ‘A solidão a gente cura se interessando pelo outro’. Meu pai vai sempre fazer falta. A presença dele era imensa na minha vida. Mas me sinto uma pessoa de muita sorte de ter podido tê-lo ao meu lado tantos anos, por termos vivido tantas coisas juntos, convivido, partilhado, viajado, conversado sobre tantas coisas, trabalho juntos nos meus tempos de cinema. Essa experiência segue em mim, faz parte de quem eu sou.”O diretor de Xica da Silva e Deus é Brasileiro faleceu em 14 de fevereiro de 2025, aos 84 anos. Ele teve quatro filhos, sendo dois deles frutos de seu casamento com a cantora Nara Leão, Francisco Diegues e Isabel Leão Diegues, e uma de seu relacionamento com a produtora Renata Almeida Magalhães, Flora Diegues, que faleceu em 2019. Julia Klevenhusen, filha da sua esposa Renata Almeida Magalhães com José Roberto de São Paulo, também foi reconhecida como filha pelo cineasta alagoano.]]> </content:encoded>
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<title>Master: FGC aprova plano emergencial para cobrir ressarcimentos a credores</title>
<link>https://apareceu.com/master-fgc-aprova-plano-emergencial-para-cobrir-ressarcimentos-a-credores</link>
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<description><![CDATA[ O conselho do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) aprovou nessa terça-feira (10) um plano emergencial para recompor o caixa após o impacto financeiro provocado pela liquidação do Banco Master. A medida busca garantir que o fundo, mantido pelas instituições financeiras para cobrir eventuais quebras e liquidações, tenha liquidez compatível com os riscos do sistema financeiro já até o fim do primeiro trimestre.O plano prevê a antecipação imediata do equivalente a cinco anos de contribuições futuras dos bancos associados, dividida em três parcelas mensais. O cronograma inclui ainda novos adiantamentos: mais 12 meses de aportes em 2027 e outros 12 meses em 2028, o que, na prática, representaria até sete anos de contribuições antecipadas.Além disso, as instituições financeiras concordaram em elevar temporariamente o valor das contribuições mensais ao FGC. O aumento extraordinário deve variar entre 30% e 60% e valer por, no mínimo, cinco anos, segundo fontes envolvidas nas negociações.Pelas regras atuais, os bancos associados recolhem mensalmente 0,01% sobre o total de instrumentos financeiros cobertos pela garantia do fundo. No caso dos Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE), as alíquotas são mais altas e variam de acordo com a estrutura das emissões.Em nota, o FGC afirmou que discute a recomposição da própria liquidez com as instituições associadas e com o Banco Central, mas evitou detalhar as alternativas em análise. “As discussões estão em andamento e uma deliberação deverá ocorrer no curto prazo”, declarou.Outra alternativa em discussão no setor é a destinação de parte dos recursos do compulsório de depósitos à vista, reservas que os bancos são obrigados a manter no Banco Central (BC), para reforçar o caixa do FGC. A proposta, no entanto, depende de autorização do BC, que ainda não se manifestou sobre o tema.Até o momento, o FGC desembolsou cerca de R$ 36 bilhões de um total superior a R$ 40 bilhões previstos para ressarcir os credores do Banco Master. O fundo ainda não iniciou os pagamentos relacionados ao Will Bank, que integrava o conglomerado e teve a liquidação decretada posteriormente. Nesse caso, a estimativa é de aproximadamente R$ 6,3 bilhões em garantias.O restante das perdas está associado a linhas de crédito concedidas pelo próprio FGC a empresas do grupo Master.A recomposição do caixa é vista pelo setor financeiro como etapa prévia a uma possível reforma nas regras do fundo. Entre as discussões preliminares estão medidas para ampliar a fiscalização da qualidade dos balanços das instituições associadas, restringir níveis elevados de alavancagem e reduzir a concentração da distribuição de produtos financeiros em poucas plataformas. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 05:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[O conselho do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) aprovou nessa terça-feira (10) um plano emergencial para recompor o caixa após o impacto financeiro provocado pela liquidação do Banco Master. A medida busca garantir que o fundo, mantido pelas instituições financeiras para cobrir eventuais quebras e liquidações, tenha liquidez compatível com os riscos do sistema financeiro já até o fim do primeiro trimestre.O plano prevê a antecipação imediata do equivalente a cinco anos de contribuições futuras dos bancos associados, dividida em três parcelas mensais. O cronograma inclui ainda novos adiantamentos: mais 12 meses de aportes em 2027 e outros 12 meses em 2028, o que, na prática, representaria até sete anos de contribuições antecipadas.Além disso, as instituições financeiras concordaram em elevar temporariamente o valor das contribuições mensais ao FGC. O aumento extraordinário deve variar entre 30% e 60% e valer por, no mínimo, cinco anos, segundo fontes envolvidas nas negociações.Pelas regras atuais, os bancos associados recolhem mensalmente 0,01% sobre o total de instrumentos financeiros cobertos pela garantia do fundo. No caso dos Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE), as alíquotas são mais altas e variam de acordo com a estrutura das emissões.Em nota, o FGC afirmou que discute a recomposição da própria liquidez com as instituições associadas e com o Banco Central, mas evitou detalhar as alternativas em análise. “As discussões estão em andamento e uma deliberação deverá ocorrer no curto prazo”, declarou.Outra alternativa em discussão no setor é a destinação de parte dos recursos do compulsório de depósitos à vista, reservas que os bancos são obrigados a manter no Banco Central (BC), para reforçar o caixa do FGC. A proposta, no entanto, depende de autorização do BC, que ainda não se manifestou sobre o tema.Até o momento, o FGC desembolsou cerca de R$ 36 bilhões de um total superior a R$ 40 bilhões previstos para ressarcir os credores do Banco Master. O fundo ainda não iniciou os pagamentos relacionados ao Will Bank, que integrava o conglomerado e teve a liquidação decretada posteriormente. Nesse caso, a estimativa é de aproximadamente R$ 6,3 bilhões em garantias.O restante das perdas está associado a linhas de crédito concedidas pelo próprio FGC a empresas do grupo Master.A recomposição do caixa é vista pelo setor financeiro como etapa prévia a uma possível reforma nas regras do fundo. Entre as discussões preliminares estão medidas para ampliar a fiscalização da qualidade dos balanços das instituições associadas, restringir níveis elevados de alavancagem e reduzir a concentração da distribuição de produtos financeiros em poucas plataformas.]]> </content:encoded>
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<title>Varal de luzes causou choque elétrico que matou turistas em Maragogi</title>
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<description><![CDATA[ true
			A Polícia Científica de Alagoas concluiu que uma instalação elétrica irregular, conhecida como “varal de luzes”, foi a causa da morte por choque elétrico dos turistas de São Paulo Luciana Klein Helfstein, de 39 anos, e de seu filho Arthur Klein Helfstein Alves, de 11, em uma piscina de pousada no município de Maragogi, ocorrida no dia 4 de janeiro deste ano. O laudo pericial foi finalizado pelo Instituto de Criminalística (IC) de Maceió e encaminhado à Polícia Civil (PC) nessa sexta-feira (5).De acordo com o exame técnico, a estrutura de iluminação decorativa instalada no entorno da piscina apresentava diversas irregularidades e infringia normas de segurança da ABNT NBR 5410 (2004). A falha provocou a energização acidental da estrutura metálica do guarda-corpo, resultando em um potencial elétrico de aproximadamente 220 volts.A hipótese de morte por choque elétrico já havia sido levantada nos primeiros levantamentos realizados pelo perito criminal José Veras, logo após o acidente. Na ocasião, mãe e filho foram encontrados desacordados dentro da piscina e encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, onde os óbitos foram confirmados.Durante a investigação, a área da piscina foi isolada e imagens do circuito interno de segurança foram analisadas. O perito retornou ao local acompanhado do perito criminal Diozênio Monteiro, especialista em engenharia elétrica, para exames complementares na estrutura.Segundo o laudo, o conector tipo plugue macho do varal de luzes estava em contato direto com a estrutura metálica do guarda-corpo, o que provocou a condução de corrente elétrica por toda a peça. Por se tratar de uma área molhada, com presença constante de água, o ambiente foi classificado como de alta criticidade, aumentando significativamente o risco de choques fatais.“Pessoas molhadas ou descalças ficam mais suscetíveis à passagem de corrente elétrica, o que configura risco iminente de morte”, explicou Monteiro.A perícia também conseguiu reconstituir a dinâmica do acidente. Conforme José Veras, o menino se apoiou na estrutura metálica e recebeu a primeira descarga elétrica. Ao perceber o filho imóvel, a mãe tentou socorrê-lo, tocou na mesma estrutura e também foi eletrocutada. Em seguida, ambos afundaram na piscina.O Instituto de Medicina Legal (IML) Estácio de Lima, em Maceió, já havia confirmado, no dia 6 de janeiro, que as mortes ocorreram por eletroplessão, descartando a hipótese inicial de afogamento. Os exames cadavéricos identificaram sinais inequívocos da passagem de corrente elétrica pelos corpos.Todo o material técnico produzido pelo IC e pelo IML foi encaminhado à Polícia Civil, que dará continuidade às investigações. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 14:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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			A Polícia Científica de Alagoas concluiu que uma instalação elétrica irregular, conhecida como “varal de luzes”, foi a causa da morte por choque elétrico dos turistas de São Paulo Luciana Klein Helfstein, de 39 anos, e de seu filho Arthur Klein Helfstein Alves, de 11, em uma piscina de pousada no município de Maragogi, ocorrida no dia 4 de janeiro deste ano. O laudo pericial foi finalizado pelo Instituto de Criminalística (IC) de Maceió e encaminhado à Polícia Civil (PC) nessa sexta-feira (5).De acordo com o exame técnico, a estrutura de iluminação decorativa instalada no entorno da piscina apresentava diversas irregularidades e infringia normas de segurança da ABNT NBR 5410 (2004). A falha provocou a energização acidental da estrutura metálica do guarda-corpo, resultando em um potencial elétrico de aproximadamente 220 volts.A hipótese de morte por choque elétrico já havia sido levantada nos primeiros levantamentos realizados pelo perito criminal José Veras, logo após o acidente. Na ocasião, mãe e filho foram encontrados desacordados dentro da piscina e encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, onde os óbitos foram confirmados.Durante a investigação, a área da piscina foi isolada e imagens do circuito interno de segurança foram analisadas. O perito retornou ao local acompanhado do perito criminal Diozênio Monteiro, especialista em engenharia elétrica, para exames complementares na estrutura.Segundo o laudo, o conector tipo plugue macho do varal de luzes estava em contato direto com a estrutura metálica do guarda-corpo, o que provocou a condução de corrente elétrica por toda a peça. Por se tratar de uma área molhada, com presença constante de água, o ambiente foi classificado como de alta criticidade, aumentando significativamente o risco de choques fatais.“Pessoas molhadas ou descalças ficam mais suscetíveis à passagem de corrente elétrica, o que configura risco iminente de morte”, explicou Monteiro.A perícia também conseguiu reconstituir a dinâmica do acidente. Conforme José Veras, o menino se apoiou na estrutura metálica e recebeu a primeira descarga elétrica. Ao perceber o filho imóvel, a mãe tentou socorrê-lo, tocou na mesma estrutura e também foi eletrocutada. Em seguida, ambos afundaram na piscina.O Instituto de Medicina Legal (IML) Estácio de Lima, em Maceió, já havia confirmado, no dia 6 de janeiro, que as mortes ocorreram por eletroplessão, descartando a hipótese inicial de afogamento. Os exames cadavéricos identificaram sinais inequívocos da passagem de corrente elétrica pelos corpos.Todo o material técnico produzido pelo IC e pelo IML foi encaminhado à Polícia Civil, que dará continuidade às investigações.]]> </content:encoded>
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<title>Após aceno a Lula, JHC busca Valdemar em Brasília para acelerar articulações</title>
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<description><![CDATA[ O prefeito de Maceió e presidente estadual do Partido Liberal (PL), JHC, intensificou nesta semana as articulações políticas com foco nas eleições deste ano ao se reunir, na quinta-feira (5), em Brasília, com o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto.O encontro, na sede nacional do partido, teve caráter reservado e ocorre em um momento decisivo do calendário eleitoral, marcado pela proximidade do prazo final para filiações partidárias e pela necessidade de definição das chapas majoritárias e proporcionais em Alagoas.A agenda com a cúpula nacional do PL acontece após uma sequência de movimentos do prefeito que repercutiram fortemente no meio político local. O primeiro deles foi o discurso feito durante a visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Maceió, em agenda institucional, quando JHC fez elogios ao petista.A fala provocou reações imediatas entre lideranças bolsonaristas de Alagoas, que passaram a questionar publicamente o rumo do partido no estado e a levantar a possibilidade de uma debandada de filiados caso o prefeito optasse por uma aproximação eleitoral com o Presidente da República.Uma semana depois, o prefeito promoveu uma reunião com vereadores, deputados e aliados políticos para discutir a formação das chapas proporcionais e o desenho da estratégia eleitoral do PL em Alagoas. Na condição de presidente estadual da legenda, JHC assumiu o protagonismo das articulações e deixou claro que o partido precisaria ganhar musculatura para disputar o pleito com competitividade, tanto na eleição majoritária quanto na proporcional.A ida a Brasília e o encontro com Valdemar Costa Neto ampliam esse movimento de reorganização interna. Em publicação nas redes sociais, o presidente nacional do PL afirmou que a conversa abordou temas ligados à gestão pública, aos desafios enfrentados pelas capitais e às perspectivas para fortalecer a atuação do partido em Alagoas. À imprensa, Valdemar informou que o encontro serviu para reafirmar a confiança da direção nacional no comando de JHC à frente do PL no estado e para alinhar a estratégia local ao projeto nacional da legenda.O gesto político ocorre em um cenário de afunilamento das forças eleitorais em Alagoas. Hoje, dois grupos aparecem como os únicos com condições reais de montar chapas majoritárias competitivas: o liderado pelo Governador Paulo Dantas (MDB) e o grupo articulado por JHC no PL. A tendência, segundo interlocutores, é que as candidaturas ao governo do estado saiam dessas duas frentes, enquanto as demais legendas buscam espaço nas disputas para o Senado ou nas chapas proporcionais. Entre os nomes citados nas articulações para o Senado estão Alfredo Gaspar (União Brasil), Arthur Lira (PP), Davi Davino Filho (Republicanos), Renan Calheiros (MDB), Ronaldo Lessa (PDT) e Wanderley (MDB). Para a disputa ao governo, os nomes mais lembrados são o do próprio JHC e o do Ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB). O campo liderado pelo prefeito de Maceió iniciou o processo de maneira mais intensa apenas nas últimas semanas. Aliados afirmam que JHC decidiu permanecer no PL e descartou qualquer mudança de legenda, encerrando especulações sobre uma possível migração partidária. Também está definida a participação do prefeito na disputa eleitoral deste ano, restando apenas a decisão sobre qual cargo será pleiteado: o Governo de Alagoas ou uma das vagas ao Senado. Nesse contexto, JHC lidera a estruturação das chapas completas pelo PL. A meta seria eleger dois parlamentares federais. Já a chapa para a Assembleia Legislativa segue em construção, com projeções que variam entre três e cinco cadeiras, a depender da composição final.Ao levar as discussões para a direção nacional do partido, JHC sinaliza que pretende alinhar o projeto estadual ao planejamento do PL no plano nacional. O partido sinaliza que vai lançar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para candidatura à Presidência da República. Nesse sentido, o papel do prefeito seria como principal articulador da legenda em Alagoas, responsável por conduzir o processo de montagem das chapas e liderar o grupo na disputa eleitoral, montando o palanque para o presidenciável. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 22:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<title>Tragédia na AL&#45;220 mata 16 pessoas e deixa mais de 20 feridas</title>
<link>https://apareceu.com/tragedia-na-al-220-mata-16-pessoas-e-deixa-mais-de-20-feridas</link>
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<description><![CDATA[ true
			Cerca de 40 alagoanos que voltavam de uma romaria a Juazeiro do Norte (CE) foram vítimas de um grave acidente, no início da manhã dessa terça-feira (3), na AL-220, em São José da Tapera, Sertão de Alagoas. Segundo o Corpo de Bombeiros, 15 pessoas morreram no local. Uma criança foi socorrida para o hospital em Santana do Ipanema, mas não resistiu aos ferimentos.A Polícia Científica informou que o ônibus saiu da pista em uma curva, caiu em uma ribanceira com mais de cinco metros de altura e tombou.
			
            true
			 Uma criança foi transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, e ficou na área vermelha. Até a noite dessa terça-feira (3), 18 pessoas permaneciam hospitalizadas.As vítimas identificadas foram: Maria Manuella de Souza Oliveira, de 5 anos; Claudiana Maria da Silva Bastos, de 45 anos; Cleusa Simão Lima, de 63 anos; Cícero Barbosa de Lima, de 71 anos; Edivânia da Silva Lima, de 39 anos; Maria do Socorro Santos, de 73 anos; Maria Gorete Rodrigues Izidoro da Silva, de 38 anos; Vandete Maria da Silva, de 60 anos; Josefa Madalena de Alcântara, de 67 anos; Adelmo José de Oliveira, de 52 anos; Francisco Izidoro da Silva, de 71 anos; Jamilly da Silva Bastos, de 5 anos; José Caio de Oliveira Souza, de 15 anos; José Welliton Barbosa Louriano, de 39 anos; Luiz Miguel Alcântara, 4 anos; e Sebastião Vieira de Morais Neto, 55 anos.
			
            true
			Um ginásio em Coité do Nóia foi preparado para um velório coletivo, já que a maioria das vítimas era dessa cidade.Autoridades alagoanas lamentam tragédiaAutoridades alagoanas manifestaram pesar às famílias das vítimas. O prefeito de Coité do Nóia, Bueno Higino, informou que o município presta assistência aos parentes e aos feridos.O senador Renan Calheiros enviou mensagem de conforto aos familiares. “Que Deus conforte o coração dos parentes e amigos dos romeiros.” O deputado federal Arthur Lira afirmou que a tragédia abalou o estado de Alagoas. “Manifesto minha solidariedade às famílias das vítimas fatais.”Entre os políticos que também se solidarizaram estão o prefeito de Maceió, JHC, e o ministro dos Transportes, Renan FilhoPaulo Dantas decreta luto de três dias em todo o EstadoO governador de Alagoas, Paulo Dantas, decretou luto de três dias em todo o estado por causa do trágico acidente.“Hoje Alagoas amanheceu de luto. Uma tragédia na AL-220 tirou 16 vidas e deixou nosso estado inteiro consternado”, lamentou o governador, direcionando palavras de conforto aos familiares.Em nota, ele informou que mobilizou, de forma imediata, uma força-tarefa para o atendimento das vítimas.“Toda a estrutura do Governo foi mobilizada desde os primeiros minutos, mas, acima de tudo, este é um momento de respeito, oração e solidariedade”, declarou.ANTT aponta irregularidades em ônibus que tombou em ALA Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informou que o ônibus não tinha habilitação junto ao órgão, não possuía Certificado de Segurança Veicular, seguro de responsabilidade civil atualizado e não tinha Licença de Viagem para o tipo de deslocamento que foi realizado.Segundo a Polícia Civil, as informações preliminares apontam que o veículo seguia pela rodovia com velocidade acima do permitido. O prefeito disse que o processo de contrato da empresa foi feito de forma regular. A Preto Tur, empresa que fez o transporte, disse que está colaborando com as autoridades. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 07:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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			Cerca de 40 alagoanos que voltavam de uma romaria a Juazeiro do Norte (CE) foram vítimas de um grave acidente, no início da manhã dessa terça-feira (3), na AL-220, em São José da Tapera, Sertão de Alagoas. Segundo o Corpo de Bombeiros, 15 pessoas morreram no local. Uma criança foi socorrida para o hospital em Santana do Ipanema, mas não resistiu aos ferimentos.A Polícia Científica informou que o ônibus saiu da pista em uma curva, caiu em uma ribanceira com mais de cinco metros de altura e tombou.
			
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			 Uma criança foi transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, e ficou na área vermelha. Até a noite dessa terça-feira (3), 18 pessoas permaneciam hospitalizadas.As vítimas identificadas foram: Maria Manuella de Souza Oliveira, de 5 anos; Claudiana Maria da Silva Bastos, de 45 anos; Cleusa Simão Lima, de 63 anos; Cícero Barbosa de Lima, de 71 anos; Edivânia da Silva Lima, de 39 anos; Maria do Socorro Santos, de 73 anos; Maria Gorete Rodrigues Izidoro da Silva, de 38 anos; Vandete Maria da Silva, de 60 anos; Josefa Madalena de Alcântara, de 67 anos; Adelmo José de Oliveira, de 52 anos; Francisco Izidoro da Silva, de 71 anos; Jamilly da Silva Bastos, de 5 anos; José Caio de Oliveira Souza, de 15 anos; José Welliton Barbosa Louriano, de 39 anos; Luiz Miguel Alcântara, 4 anos; e Sebastião Vieira de Morais Neto, 55 anos.
			
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			Um ginásio em Coité do Nóia foi preparado para um velório coletivo, já que a maioria das vítimas era dessa cidade.Autoridades alagoanas lamentam tragédiaAutoridades alagoanas manifestaram pesar às famílias das vítimas. O prefeito de Coité do Nóia, Bueno Higino, informou que o município presta assistência aos parentes e aos feridos.O senador Renan Calheiros enviou mensagem de conforto aos familiares. “Que Deus conforte o coração dos parentes e amigos dos romeiros.” O deputado federal Arthur Lira afirmou que a tragédia abalou o estado de Alagoas. “Manifesto minha solidariedade às famílias das vítimas fatais.”Entre os políticos que também se solidarizaram estão o prefeito de Maceió, JHC, e o ministro dos Transportes, Renan FilhoPaulo Dantas decreta luto de três dias em todo o EstadoO governador de Alagoas, Paulo Dantas, decretou luto de três dias em todo o estado por causa do trágico acidente.“Hoje Alagoas amanheceu de luto. Uma tragédia na AL-220 tirou 16 vidas e deixou nosso estado inteiro consternado”, lamentou o governador, direcionando palavras de conforto aos familiares.Em nota, ele informou que mobilizou, de forma imediata, uma força-tarefa para o atendimento das vítimas.“Toda a estrutura do Governo foi mobilizada desde os primeiros minutos, mas, acima de tudo, este é um momento de respeito, oração e solidariedade”, declarou.ANTT aponta irregularidades em ônibus que tombou em ALA Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informou que o ônibus não tinha habilitação junto ao órgão, não possuía Certificado de Segurança Veicular, seguro de responsabilidade civil atualizado e não tinha Licença de Viagem para o tipo de deslocamento que foi realizado.Segundo a Polícia Civil, as informações preliminares apontam que o veículo seguia pela rodovia com velocidade acima do permitido. O prefeito disse que o processo de contrato da empresa foi feito de forma regular. A Preto Tur, empresa que fez o transporte, disse que está colaborando com as autoridades.]]> </content:encoded>
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<title>Mirantes de Maceió ganham rota histórica e passam por requalificação</title>
<link>https://apareceu.com/mirantes-de-maceio-ganham-rota-historica-e-passam-por-requalificacao</link>
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        Espalhados por áreas centrais, bairros tradicionais e regiões mais afastadas, os mirantes de Maceió permitem observar a cidade de seus pontos mais altos e ajudam a entender como a capital se formou e se expandiu. Ao todo, o município possui 15 mirantes, com vistas para o mar, a lagoa Mundaú, o Centro Histórico e diferentes bairros.Entre eles estão o Mirante do Jacintinho, o Mirante do Posto do Jacintinho, o Mirante da Sereia, o Mirante do Cortiço, o Mirante Ambrósio Lyra, o Mirante de São Gonçalo, o Mirante Dom Antônio Brandão — também conhecido como João Paulo II —, além dos mirantes João XXIII, Santa Terezinha, Santa Amélia (Balanço), Professor Ângelo Neto, Dr. Hugo Lima, Murilópolis e Ipioca.
			
            true
			
        Parte desses espaços integra a Rota dos Mirantes – Eixo Histórico, iniciativa da prefeitura de Maceió vinculada ao Plano Mirar o Centro, dentro do programa Novo Centro. A proposta conecta mirantes localizados entre o Centro e o Farol, com foco na requalificação e no uso desses locais como áreas de contemplação e convivência.Segundo o Instituto de Pesquisa, Planejamento e Licenciamento Urbano e Ambiental de Maceió (Iplam), cinco mirantes fazem parte dessa rota e já estão com reformas em andamento ou prestes a começar. O Mirante Santa Terezinha está com obras em execução. Os projetos dos mirantes de São Gonçalo, Cortiço e Ambrósio Lyra foram encaminhados à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra). O Mirante Dom Ranulpho está com o projeto executivo em finalização, enquanto o Parque Gonçalves Lêdo segue na etapa de projeto arquitetônico.O primeiro espaço entregue dentro dessa proposta foi o Mirante Dom Antônio Brandão, conhecido como Mirante do Marista, no Farol. O local recebeu paisagismo, iluminação cênica, áreas de estar, escadaria de acesso, bancos e restauração do monumento em homenagem a Dom Antônio Brandão, primeiro bispo de Alagoas.Reconhecido como Unidade Especial de Preservação Cultural e situado próximo a edifícios históricos, o mirante integra a estratégia do Novo Centro, que prevê a recuperação de áreas urbanas antes pouco utilizadas.A proposta da rota inclui instalação de mobiliário urbano, iluminação de destaque, áreas de convivência e recuperação de estruturas históricas, respeitando as características de cada ponto. Também estão previstas ações de identidade visual e estímulo a atividades culturais e econômicas.Além dos mirantes do eixo histórico, a cidade mantém outros pontos de observação em bairros como Jacintinho, Santa Amélia e Ipioca, ampliando o acesso da população a esses espaços. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 16:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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        Espalhados por áreas centrais, bairros tradicionais e regiões mais afastadas, os mirantes de Maceió permitem observar a cidade de seus pontos mais altos e ajudam a entender como a capital se formou e se expandiu. Ao todo, o município possui 15 mirantes, com vistas para o mar, a lagoa Mundaú, o Centro Histórico e diferentes bairros.Entre eles estão o Mirante do Jacintinho, o Mirante do Posto do Jacintinho, o Mirante da Sereia, o Mirante do Cortiço, o Mirante Ambrósio Lyra, o Mirante de São Gonçalo, o Mirante Dom Antônio Brandão — também conhecido como João Paulo II —, além dos mirantes João XXIII, Santa Terezinha, Santa Amélia (Balanço), Professor Ângelo Neto, Dr. Hugo Lima, Murilópolis e Ipioca.
			
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        Parte desses espaços integra a Rota dos Mirantes – Eixo Histórico, iniciativa da prefeitura de Maceió vinculada ao Plano Mirar o Centro, dentro do programa Novo Centro. A proposta conecta mirantes localizados entre o Centro e o Farol, com foco na requalificação e no uso desses locais como áreas de contemplação e convivência.Segundo o Instituto de Pesquisa, Planejamento e Licenciamento Urbano e Ambiental de Maceió (Iplam), cinco mirantes fazem parte dessa rota e já estão com reformas em andamento ou prestes a começar. O Mirante Santa Terezinha está com obras em execução. Os projetos dos mirantes de São Gonçalo, Cortiço e Ambrósio Lyra foram encaminhados à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra). O Mirante Dom Ranulpho está com o projeto executivo em finalização, enquanto o Parque Gonçalves Lêdo segue na etapa de projeto arquitetônico.O primeiro espaço entregue dentro dessa proposta foi o Mirante Dom Antônio Brandão, conhecido como Mirante do Marista, no Farol. O local recebeu paisagismo, iluminação cênica, áreas de estar, escadaria de acesso, bancos e restauração do monumento em homenagem a Dom Antônio Brandão, primeiro bispo de Alagoas.Reconhecido como Unidade Especial de Preservação Cultural e situado próximo a edifícios históricos, o mirante integra a estratégia do Novo Centro, que prevê a recuperação de áreas urbanas antes pouco utilizadas.A proposta da rota inclui instalação de mobiliário urbano, iluminação de destaque, áreas de convivência e recuperação de estruturas históricas, respeitando as características de cada ponto. Também estão previstas ações de identidade visual e estímulo a atividades culturais e econômicas.Além dos mirantes do eixo histórico, a cidade mantém outros pontos de observação em bairros como Jacintinho, Santa Amélia e Ipioca, ampliando o acesso da população a esses espaços.]]> </content:encoded>
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<title>⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀</title>
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<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 01:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<title>Supervisor do CRB foi morto por ciúmes, diz polícia; crime teve cinco envolvidos</title>
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        O supervisor da categoria de base do Clube de Regatas Brasil (CRB), Johanisson Lima, de 33 anos, foi assassinado por ciúmes. O crime contou com a participação de cinco pessoas, incluindo um mandante, e teve desdobramentos em confronto policial, que resultou na morte de três suspeitos. As informações foram divulgadas pela Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) nessa segunda-feira (26).Johanisson foi morto a tiros a poucos metros de sua casa, no bairro da Santa Lúcia, em Maceió, no dia 23 de janeiro deste ano. Ele foi executado por um homem em uma bicicleta, que fugiu por cerca de 500 metros. Em seguida, abandonou o veículo e escapou com o apoio de um motociclista que o aguardava.Segundo as investigações, participaram da ação o executor, uma mulher de 28 anos e um homem de 27 anos. Os dois últimos monitoraram a vítima. A identificação dos três ocorreu por meio de câmeras de videomonitoramento.Os três suspeitos morreram na madrugada de domingo (25), após reagirem à ação da Polícia Militar. Foram apreendidas uma pistola e dois revólveres, que foram encaminhados para a perícia.Outros dois suspeitos também foram identificados: o mandante do crime, conhecido até o momento como Ruan, e o motociclista Simeone, responsável por auxiliar na fuga do executor. O mandante está foragido, mas, segundo a defesa, deve se apresentar espontaneamente. Já Simeone foi preso nessa segunda-feira (26), na Santa Lúcia, e confessou a participação no crime.Conforme a Polícia Civil, o suposto mandante não aceitava que a ex-companheira tivesse reatado o relacionamento com Johanisson.A Polícia Civil acredita que o plano tenha sido articulado desde dezembro e que o valor acertado para a execução foi de R$ 10 mil. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 10:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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        O supervisor da categoria de base do Clube de Regatas Brasil (CRB), Johanisson Lima, de 33 anos, foi assassinado por ciúmes. O crime contou com a participação de cinco pessoas, incluindo um mandante, e teve desdobramentos em confronto policial, que resultou na morte de três suspeitos. As informações foram divulgadas pela Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) nessa segunda-feira (26).Johanisson foi morto a tiros a poucos metros de sua casa, no bairro da Santa Lúcia, em Maceió, no dia 23 de janeiro deste ano. Ele foi executado por um homem em uma bicicleta, que fugiu por cerca de 500 metros. Em seguida, abandonou o veículo e escapou com o apoio de um motociclista que o aguardava.Segundo as investigações, participaram da ação o executor, uma mulher de 28 anos e um homem de 27 anos. Os dois últimos monitoraram a vítima. A identificação dos três ocorreu por meio de câmeras de videomonitoramento.Os três suspeitos morreram na madrugada de domingo (25), após reagirem à ação da Polícia Militar. Foram apreendidas uma pistola e dois revólveres, que foram encaminhados para a perícia.Outros dois suspeitos também foram identificados: o mandante do crime, conhecido até o momento como Ruan, e o motociclista Simeone, responsável por auxiliar na fuga do executor. O mandante está foragido, mas, segundo a defesa, deve se apresentar espontaneamente. Já Simeone foi preso nessa segunda-feira (26), na Santa Lúcia, e confessou a participação no crime.Conforme a Polícia Civil, o suposto mandante não aceitava que a ex-companheira tivesse reatado o relacionamento com Johanisson.A Polícia Civil acredita que o plano tenha sido articulado desde dezembro e que o valor acertado para a execução foi de R$ 10 mil.]]> </content:encoded>
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<title>Maceioenses devem R$ 217 milhões de IPTU, diz Prefeitura</title>
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<description><![CDATA[ Maceió terminou o ano de 2025 com 144.210 imóveis em atraso com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). A dívida total acumulada soma R$ 217.350.118,93. O índice de inadimplência na capital atingiu 45,49% no exercício. Os dados são da Secretaria da Fazenda de Maceió e foram obtidos pela Gazeta por meio da Lei de Acesso à Informação.A Cidade Universitária lidera o número de devedores, com 21.095 imóveis. O Benedito Bentes ocupa a segunda posição, com 20.766 unidades. O Jacintinho aparece em terceiro lugar, com 13.560 imóveis inadimplentes.O relatório detalha outros bairros com mais de dez mil imóveis em débito. O Tabuleiro do Martins registra 11.313 unidades com impostos atrasados. O Clima Bom possui 11.027 imóveis na mesma situação.Bairros como Vergel do Lago e Santa Lúcia também apresentam números elevados. O Vergel do Lago soma 5.897 imóveis inadimplentes. A Santa Lúcia registra 5.867 unidades com dívidas em aberto.Na região litorânea, a Jatiúca concentra 5.447 imóveis com débitos. A Ponta Verde registra 4.095 unidades devedoras. A Pajuçara tem 838 imóveis na lista e Mangabeiras soma 755.Bairros da parte alta e áreas de expansão aparecem com números expressivos. O Antares tem 4.573 imóveis com IPTU atrasado. O Santos Dumont soma 4.376 unidades e a Serraria registra 4.375.O relatório aponta números baixos em áreas afetadas por problemas geológicos. O bairro do Pinheiro tem 213 imóveis na lista de inadimplência. Bebedouro registra 68 unidades e o Mutange aparece com apenas sete.As menores quantidades de devedores estão em bairros pequenos ou específicos. O Bom Parto tem seis imóveis com débitos. A Chã de Bebedouro registra apenas um imóvel inadimplente em toda a localidade.O documento oficial indica uma diferença nos cálculos totais. A soma de cada bairro individualmente resulta em 174.885 imóveis. O resumo final do relatório aponta o total de 144.210.O proprietário do imóvel é o contribuinte responsável pelo imposto. A falta de pagamento pode levar à perda do patrimônio. A prefeitura pode pedir na Justiça a penhora e o leilão do bem.O atraso gera multa de 5% por mês até o limite de 20%. São cobrados juros de 1% ao mês sobre o valor corrigido. O dinheiro do IPTU é usado em obras e serviços públicos.Para 2026 a prefeitura oferece 20% de desconto na cota única. O benefício vale para pagamentos feitos até o dia 30 de janeiro. Em fevereiro o desconto cai para 10%.O contribuinte também pode parcelar o imposto em 10 vezes. O parcelamento não oferece descontos no valor total. As parcelas mensais vencem entre os meses de março e dezembro.Os boletos devem ser emitidos pelo site da Secretaria de Fazenda. É necessário informar o número da inscrição imobiliária do imóvel. A prefeitura não envia mais carnês de papel pelos Correios.Existe um canal de atendimento pelo WhatsApp no número 82 3312-5990. O serviço permite baixar guias e tirar dúvidas de forma rápida. O atendimento presencial exige agendamento prévio pela internet.O IPTU é um tributo anual que é destinado a políticas públicas, como obras, reformas, compra de equipamentos e outras ações que ajudam os municípios a dar continuidade à oferta de serviços que impactam no bem-estar da população.O IPTU é conhecido pela progressividade – técnica tributária que possibilita adequar o imposto à medida em que se aumenta a base de cálculo.Conforme o artigo 33 do Código Tributário Nacional, o tributo é calculado pela gestão de cada cidade a partir do valor venal da propriedade – valor de venda – levando em consideração a área do imóvel, as características, a utilização, e o preço padrão do metro quadrado da região de acordo com a Planta do Município.Ainda é aplicado sobre o valor do imóvel uma alíquota (percentual a ser aplicado na base de cálculo e variável entre 1% e 1,5%) determinada por cada prefeitura, que também determina as formas de pagamento. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 17:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<title>Edição do dia 22 de janeiro de  2026</title>
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<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 02:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<title>‘Hermanos’ descobrem Alagoas: turismo com argentinos cresce 57,6% em 2025</title>
<link>https://apareceu.com/hermanos-descobrem-alagoas-turismo-com-argentinos-cresce-576-em-2025</link>
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<description><![CDATA[ truetrue
			
        A ampliação da malha aérea internacional colocou Alagoas em um novo patamar no turismo estrangeiro. Em 2025, o Estado registrou crescimento de 57,68% no número de turistas argentinos em comparação com 2024, consolidando-se como uma das principais portas de entrada desse público no Brasil. Os dados são da Embratur, a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo.Ao longo de 2025, 16.806 turistas internacionais desembarcaram em Alagoas. Desse total, 12.457 eram argentinos, o que representa cerca de 74% do fluxo internacional registrado no Estado. Em 2024, foram contabilizados 7.900 visitantes argentinos, evidenciando um salto expressivo em apenas um ano.Para efeito estatístico, são considerados turistas internacionais tanto estrangeiros quanto brasileiros residentes no exterior que visitam o País. No caso da Argentina, 100% dos turistas chegaram a Alagoas por via aérea, reforçando o papel estratégico da conectividade internacional para o crescimento do setor.Além da Argentina, os principais países emissores de turistas para Alagoas em 2025 foram Portugal (2.757 visitantes), Itália (447), Uruguai (384) e Alemanha (148), além de outros mercados com menor participação. Ainda assim, os dados evidenciam uma forte concentração no mercado argentino, muito acima dos demais países.O mês de fevereiro de 2025 foi o de maior entrada de argentinos pelo Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares: 2.015 turistas, contra 955 no mesmo mês de 2024, confirmando a alta temporada como período-chave para o turismo internacional no Estado.NOVA MALHA AÉREA IMPULSIONA CRESCIMENTOO avanço no fluxo de visitantes está diretamente ligado à ampliação da malha aérea internacional. Em 2025, Alagoas passou a contar com duas companhias operando voos diretos da Argentina: Gol e Flybondi. Ao longo do ano, foram registradas 68 operações aéreas diretas, sendo 50 da Gol, com origem em Buenos Aires, e 18 da Flybondi, partindo de Córdoba – uma novidade em relação a 2024, quando apenas a Gol operava a rota, exclusivamente desde a capital argentina.Em 2025, essas operações ofertaram 12.663 assentos, dos quais 11.899 foram ocupados, resultando em uma taxa de ocupação próxima de 94%. Em 2024, foram registradas 65 operações, com 12.090 assentos ofertados e 11.205 ocupados, evidenciando crescimento tanto na oferta quanto na demanda. A entrada da Flybondi diversificou os pontos de origem e ampliou o acesso de turistas do interior argentino ao destino alagoano. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 11:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>‘Hermanos’, descobrem, Alagoas:, turismo, com, argentinos, cresce, 57, 6, 2025</media:keywords>
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        A ampliação da malha aérea internacional colocou Alagoas em um novo patamar no turismo estrangeiro. Em 2025, o Estado registrou crescimento de 57,68% no número de turistas argentinos em comparação com 2024, consolidando-se como uma das principais portas de entrada desse público no Brasil. Os dados são da Embratur, a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo.Ao longo de 2025, 16.806 turistas internacionais desembarcaram em Alagoas. Desse total, 12.457 eram argentinos, o que representa cerca de 74% do fluxo internacional registrado no Estado. Em 2024, foram contabilizados 7.900 visitantes argentinos, evidenciando um salto expressivo em apenas um ano.Para efeito estatístico, são considerados turistas internacionais tanto estrangeiros quanto brasileiros residentes no exterior que visitam o País. No caso da Argentina, 100% dos turistas chegaram a Alagoas por via aérea, reforçando o papel estratégico da conectividade internacional para o crescimento do setor.Além da Argentina, os principais países emissores de turistas para Alagoas em 2025 foram Portugal (2.757 visitantes), Itália (447), Uruguai (384) e Alemanha (148), além de outros mercados com menor participação. Ainda assim, os dados evidenciam uma forte concentração no mercado argentino, muito acima dos demais países.O mês de fevereiro de 2025 foi o de maior entrada de argentinos pelo Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares: 2.015 turistas, contra 955 no mesmo mês de 2024, confirmando a alta temporada como período-chave para o turismo internacional no Estado.NOVA MALHA AÉREA IMPULSIONA CRESCIMENTOO avanço no fluxo de visitantes está diretamente ligado à ampliação da malha aérea internacional. Em 2025, Alagoas passou a contar com duas companhias operando voos diretos da Argentina: Gol e Flybondi. Ao longo do ano, foram registradas 68 operações aéreas diretas, sendo 50 da Gol, com origem em Buenos Aires, e 18 da Flybondi, partindo de Córdoba – uma novidade em relação a 2024, quando apenas a Gol operava a rota, exclusivamente desde a capital argentina.Em 2025, essas operações ofertaram 12.663 assentos, dos quais 11.899 foram ocupados, resultando em uma taxa de ocupação próxima de 94%. Em 2024, foram registradas 65 operações, com 12.090 assentos ofertados e 11.205 ocupados, evidenciando crescimento tanto na oferta quanto na demanda. A entrada da Flybondi diversificou os pontos de origem e ampliou o acesso de turistas do interior argentino ao destino alagoano.]]> </content:encoded>
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<title>Estado levará 150 estudantes para intercâmbio de 4semanasna Inglaterra</title>
<link>https://apareceu.com/estado-levara-150-estudantes-para-intercambio-de-4semanasna-inglaterra</link>
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<description><![CDATA[ A Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (Seduc) publicou, nessa sexta-feira (16), no Diário Oficial do Estado (DOE), o edital da 3ª edição do programa de intercâmbio Daqui pro Mundo. Em 2026, a iniciativa levará 150 alunos do Ensino Médio da rede pública estadual para uma imersão cultural e linguística de quatro semanas na Inglaterra.As inscrições estarão abertas de 21 a 31 de janeiro de 2026, exclusivamente pelo site selecao.educacao.al.gov.br. Para participar, o estudante precisa ter no mínimo 16 anos, frequência escolar superior a 80% e média mínima de 8,0 nas disciplinas de Português, Matemática e Inglês.Além de custear passagens, hospedagem e documentação, como visto e passaporte, o Governo de Alagoas garantirá a cada aluno selecionado uma bolsa estudantil no valor total de R$ 3.600, paga em quatro parcelas semanais, destinada a despesas pessoais durante o período no exterior.A seleção será realizada em duas etapas: análise documental e prova de proficiência em Língua Inglesa, marcada para o dia 22 de fevereiro. O exame contará com 40 questões objetivas e exigirá um aproveitamento mínimo de 70% para classificação. Estudantes com deficiência ou necessidades específicas poderão participar, mediante apresentação de relatório médico no ato da inscrição.Os alunos selecionados serão divididos em oito grupos, distribuídos em diferentes cidades inglesas, e cada grupo contará com o acompanhamento presencial de um professor monitor da rede estadual. As vagas serão distribuídas proporcionalmente entre as 13 Gerências Especiais de Educação, garantindo a participação de estudantes de todas as regiões do Estado.O resultado final está previsto para o dia 13 de março, e a viagem deve ocorrer em maio de 2026. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 20:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Estado, levará, 150, estudantes, para, intercâmbio, 4semanasna, Inglaterra</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[A Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (Seduc) publicou, nessa sexta-feira (16), no Diário Oficial do Estado (DOE), o edital da 3ª edição do programa de intercâmbio Daqui pro Mundo. Em 2026, a iniciativa levará 150 alunos do Ensino Médio da rede pública estadual para uma imersão cultural e linguística de quatro semanas na Inglaterra.As inscrições estarão abertas de 21 a 31 de janeiro de 2026, exclusivamente pelo site selecao.educacao.al.gov.br. Para participar, o estudante precisa ter no mínimo 16 anos, frequência escolar superior a 80% e média mínima de 8,0 nas disciplinas de Português, Matemática e Inglês.Além de custear passagens, hospedagem e documentação, como visto e passaporte, o Governo de Alagoas garantirá a cada aluno selecionado uma bolsa estudantil no valor total de R$ 3.600, paga em quatro parcelas semanais, destinada a despesas pessoais durante o período no exterior.A seleção será realizada em duas etapas: análise documental e prova de proficiência em Língua Inglesa, marcada para o dia 22 de fevereiro. O exame contará com 40 questões objetivas e exigirá um aproveitamento mínimo de 70% para classificação. Estudantes com deficiência ou necessidades específicas poderão participar, mediante apresentação de relatório médico no ato da inscrição.Os alunos selecionados serão divididos em oito grupos, distribuídos em diferentes cidades inglesas, e cada grupo contará com o acompanhamento presencial de um professor monitor da rede estadual. As vagas serão distribuídas proporcionalmente entre as 13 Gerências Especiais de Educação, garantindo a participação de estudantes de todas as regiões do Estado.O resultado final está previsto para o dia 13 de março, e a viagem deve ocorrer em maio de 2026.]]> </content:encoded>
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<title>Abertura de empresas em Alagoas cresce 23,4% e soma 46,6 mil negócios</title>
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<description><![CDATA[ O número de empresas abertas em Alagoas no ano passado registrou crescimento de 23,4% na comparação com 2024, e alcançou 46,6 mil novos negócios, segundo dados divulgados nessa terça-feira (13), pela Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal).De acordo com o levantamento, o volume ultrapassa o recorde apresentado em 2021, quando foram constituídos 43,2 mil empreendimentos - até então o maior volume registrado no estado.Em 2025, a abertura de empresas em Alagoas foi puxada pelos microempreendedores individuais – os chamados MEI –, responsáveis pela abertura de 34,3 mil novos negócios, o equivalente a 75,3% do total de registros feitos na Juceal. Em seguida aparecem as microempresas, com 7.968 registros, empresas de pequeno porte (2.114) e negócios considerados sem porte (1.182).Segundo a Juceal, em 2025 houve crescimento para todos os portes empresariais ante o ano anterior, com destaque para os MEIs, que avançaram 23,3%.O levantamento da Juceal mostra também que os maiores números de empresas abertas em 2025 se concentraram no comércio, com 12.132 empreendimentos. Em seguida aparecem transporte, armazenagem e correio (7.934); alojamento e alimentação (4.397); atividades administrativas e serviços complementares (3.125); atividades profissionais, científicas e técnicas (3.080); indústrias de transformação (3.018); outras atividades de serviços (2.671); construção (2.479); educação (2.072); saúde humana e serviços sociais (1.490); informação e comunicação (1.126); artes, cultura, esporte e recreação (516); atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (432); atividades imobiliárias (391); e serviços domésticos (284).BRASILOs pequenos negócios também lideraram a abertura de empresas no Brasil em 2025. Levantamento do Sebrae revela que de janeiro a novembro, o Brasil abriu 4,6 milhões de novos pequenos negócios, número que já supera o resultado de 2024, quando foram criadas 4,1 milhões de empresas. Os dados mostram alta de 19% em relação ao mesmo período do ano passado, consolidando o melhor desempenho da série histórica.Os pequenos negócios representaram 97% das empresas abertas no país em 2025. Entre elas, 77% são microempreendedores individuais (MEI), 19% são microempresas e 4% são empresas de pequeno porte.O presidente do Sebrae, Décio Lima, afirma que o crescimento reflete a confiança dos empreendedores no cenário econômico. Segundo ele, o país vive “situação de pleno emprego e inflação sob controle”, fatores que estimulam a abertura de novos negócios.“Sessenta por cento dos brasileiros sonham em empreender. O empreendedorismo é porta para inclusão, geração de empregos e renda”, disse.Em novembro, o país registrou a abertura de 350 mil novos pequenos empreendimentos, 28 mil a mais do que no mesmo mês de 2024.O setor de serviços respondeu por 64% das novas empresas abertas até novembro. Nesse segmento, a abertura de MEI cresceu 24,5% em relação ao mesmo período de 2024. Em seguida, aparecem o comércio, com 21% do total, e a indústria, com 7%. ]]></description>
<enclosure url="https://cdn.gazetadealagoas.com.br/img/inline/860000/Abertura-de-empresas-em-Alagoas-cresce-234-e-soma--00865387-e0daa1c03a1300e102b16abb0be41bb3.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 05:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[O número de empresas abertas em Alagoas no ano passado registrou crescimento de 23,4% na comparação com 2024, e alcançou 46,6 mil novos negócios, segundo dados divulgados nessa terça-feira (13), pela Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal).De acordo com o levantamento, o volume ultrapassa o recorde apresentado em 2021, quando foram constituídos 43,2 mil empreendimentos - até então o maior volume registrado no estado.Em 2025, a abertura de empresas em Alagoas foi puxada pelos microempreendedores individuais – os chamados MEI –, responsáveis pela abertura de 34,3 mil novos negócios, o equivalente a 75,3% do total de registros feitos na Juceal. Em seguida aparecem as microempresas, com 7.968 registros, empresas de pequeno porte (2.114) e negócios considerados sem porte (1.182).Segundo a Juceal, em 2025 houve crescimento para todos os portes empresariais ante o ano anterior, com destaque para os MEIs, que avançaram 23,3%.O levantamento da Juceal mostra também que os maiores números de empresas abertas em 2025 se concentraram no comércio, com 12.132 empreendimentos. Em seguida aparecem transporte, armazenagem e correio (7.934); alojamento e alimentação (4.397); atividades administrativas e serviços complementares (3.125); atividades profissionais, científicas e técnicas (3.080); indústrias de transformação (3.018); outras atividades de serviços (2.671); construção (2.479); educação (2.072); saúde humana e serviços sociais (1.490); informação e comunicação (1.126); artes, cultura, esporte e recreação (516); atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (432); atividades imobiliárias (391); e serviços domésticos (284).BRASILOs pequenos negócios também lideraram a abertura de empresas no Brasil em 2025. Levantamento do Sebrae revela que de janeiro a novembro, o Brasil abriu 4,6 milhões de novos pequenos negócios, número que já supera o resultado de 2024, quando foram criadas 4,1 milhões de empresas. Os dados mostram alta de 19% em relação ao mesmo período do ano passado, consolidando o melhor desempenho da série histórica.Os pequenos negócios representaram 97% das empresas abertas no país em 2025. Entre elas, 77% são microempreendedores individuais (MEI), 19% são microempresas e 4% são empresas de pequeno porte.O presidente do Sebrae, Décio Lima, afirma que o crescimento reflete a confiança dos empreendedores no cenário econômico. Segundo ele, o país vive “situação de pleno emprego e inflação sob controle”, fatores que estimulam a abertura de novos negócios.“Sessenta por cento dos brasileiros sonham em empreender. O empreendedorismo é porta para inclusão, geração de empregos e renda”, disse.Em novembro, o país registrou a abertura de 350 mil novos pequenos empreendimentos, 28 mil a mais do que no mesmo mês de 2024.O setor de serviços respondeu por 64% das novas empresas abertas até novembro. Nesse segmento, a abertura de MEI cresceu 24,5% em relação ao mesmo período de 2024. Em seguida, aparecem o comércio, com 21% do total, e a indústria, com 7%.]]> </content:encoded>
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<title>Alagoas tem aumento na área e na intensidade da seca, aponta monitor</title>
<link>https://apareceu.com/alagoas-tem-aumento-na-area-e-na-intensidade-da-seca-aponta-monitor</link>
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<description><![CDATA[ truetrue
			
        A área afetada pela seca em Alagoas aumentou no fim de 2025. O fenômeno passou de 39% para 40% do território estadual, segundo o Monitor de Secas, da Agência Nacional de Águas (ANA), responsável pelo acompanhamento contínuo das condições climáticas no País.Além da ampliação territorial, a intensidade do quadro também se agravou. A chamada seca moderada avançou de 6% para 31% da área total do estado.De acordo com o Monitor, essa é a situação mais crítica registrada em Alagoas desde maio de 2025, quando 23% do território apresentava condição grave de escassez hídrica.O Estado integra um grupo de 19 unidades da federação onde o fenômeno se intensificou. Outras dez também registraram crescimento da área atingida.Apesar do avanço, Alagoas apresentou o menor percentual de território comprometido entre os estados do Nordeste. Ainda assim, a região concentrou o cenário mais severo do País em novembro.O Nordeste teve 21% de sua área sob seca extrema, o nível mais elevado desde março de 2019.IMPACTOSO Monitor utiliza indicadores para avaliar impactos de curto e longo prazos. Os efeitos imediatos estão relacionados à ausência de chuvas nos últimos seis meses, enquanto períodos superiores a esse intervalo indicam prejuízos de longa duração.A ferramenta subsidia o planejamento de políticas públicas voltadas ao enfrentamento da seca. As informações estão disponíveis no site oficial do projeto e em aplicativo para sistemas Android e iOS.O principal produto é o Mapa do Monitor, atualizado mensalmente com dados fornecidos pelos estados e instituições parceiras. O acompanhamento teve início no Nordeste em julho de 2014 e foi expandido para todo o Brasil em dezembro de 2023.MODELOSA metodologia adotada é baseada em modelos utilizados nos Estados Unidos e no México e envolve coleta de dados e cálculo de indicadores climáticos. As categorias são definidas conforme o histórico de cada região, com validação pelos estados.Em âmbito nacional, a área afetada avançou de 59% para 68% do território em novembro, somando cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados. Oito estados registraram comprometimento em 100% de suas áreas, entre eles Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo.Mato Grosso liderou a extensão territorial afetada no período, seguido por Amazonas e Minas Gerais. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 11 Jan 2026 14:00:03 -0300</pubDate>
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        A área afetada pela seca em Alagoas aumentou no fim de 2025. O fenômeno passou de 39% para 40% do território estadual, segundo o Monitor de Secas, da Agência Nacional de Águas (ANA), responsável pelo acompanhamento contínuo das condições climáticas no País.Além da ampliação territorial, a intensidade do quadro também se agravou. A chamada seca moderada avançou de 6% para 31% da área total do estado.De acordo com o Monitor, essa é a situação mais crítica registrada em Alagoas desde maio de 2025, quando 23% do território apresentava condição grave de escassez hídrica.O Estado integra um grupo de 19 unidades da federação onde o fenômeno se intensificou. Outras dez também registraram crescimento da área atingida.Apesar do avanço, Alagoas apresentou o menor percentual de território comprometido entre os estados do Nordeste. Ainda assim, a região concentrou o cenário mais severo do País em novembro.O Nordeste teve 21% de sua área sob seca extrema, o nível mais elevado desde março de 2019.IMPACTOSO Monitor utiliza indicadores para avaliar impactos de curto e longo prazos. Os efeitos imediatos estão relacionados à ausência de chuvas nos últimos seis meses, enquanto períodos superiores a esse intervalo indicam prejuízos de longa duração.A ferramenta subsidia o planejamento de políticas públicas voltadas ao enfrentamento da seca. As informações estão disponíveis no site oficial do projeto e em aplicativo para sistemas Android e iOS.O principal produto é o Mapa do Monitor, atualizado mensalmente com dados fornecidos pelos estados e instituições parceiras. O acompanhamento teve início no Nordeste em julho de 2014 e foi expandido para todo o Brasil em dezembro de 2023.MODELOSA metodologia adotada é baseada em modelos utilizados nos Estados Unidos e no México e envolve coleta de dados e cálculo de indicadores climáticos. As categorias são definidas conforme o histórico de cada região, com validação pelos estados.Em âmbito nacional, a área afetada avançou de 59% para 68% do território em novembro, somando cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados. Oito estados registraram comprometimento em 100% de suas áreas, entre eles Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo.Mato Grosso liderou a extensão territorial afetada no período, seguido por Amazonas e Minas Gerais.]]> </content:encoded>
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<title>Forbes lista os 25 músicos mais bem pagos de 2025; veja quem aparece no ranking</title>
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<description><![CDATA[ O ano de 2025 foi especialmente lucrativo para a indústria da música. Segundo ranking divulgado pela Forbes, os 25 músicos mais bem pagos do mundo somaram, juntos, US$ 1,9 bilhão em ganhos no período, impulsionados principalmente por grandes turnês, contratos milionários e vendas de catálogos. No topo da lista, seis artistas ultrapassaram a marca dos nove dígitos em arrecadação anual.O primeiro lugar ficou com The Weeknd, que lidera o ranking após encerrar o ano com ganhos estimados em US$ 298 milhões. O resultado foi impulsionado por uma combinação de fatores: o sucesso do álbum Hurry Up Tomorrow, uma turnê bilionária e um acordo com a Lyric Capital envolvendo parte de seu catálogo musical, que, segundo a Forbes, garantiu ao artista cerca de US$ 200 milhões líquidos após taxas.Na segunda posição aparece Taylor Swift, com US$ 202 milhões em ganhos em 2025. A cantora manteve o alto desempenho mesmo após o fim da The Eras Tour, com o lançamento do álbum The Life of a Showgirl, que se tornou o mais vendido do ano, além de um acordo com o Disney+ que incluiu a exibição do último show da turnê e uma série documental.O pódio é completado por Beyoncé, que arrecadou US$ 148 milhões no ano. A cantora obteve grande parte desse valor com a Cowboy Carter Tour, que entrou para a história como a turnê country de maior bilheteria já registrada. O sucesso da excursão foi suficiente para consolidar a artista como bilionária, segundo a Forbes.O ranking é completado com outros 22 nomes como Kendrick Lamar, Coldplay e Shakira. Confira a lista completa dos músicos mais bem pagos de 2025, segundo a Forbes:The Weeknd – US$ 298 milhõesTaylor Swift – US$ 202 milhõesBeyoncé – US$ 148 milhõesKendrick Lamar – US$ 109 milhõesColdplay – US$ 105 milhõesShakira – US$ 105 milhõesDrake – US$ 78 milhõesChris Brown – US$ 74 milhõesZach Bryan – US$ 70 milhõesBad Bunny – US$ 66 milhõesPost Malone – US$ 62 milhõesEd Sheeran – US$ 60 milhõesTyler, The Creator – US$ 53 milhõesMetallica – US$ 53 milhõesLady Gaga – US$ 52 milhõesBillie Eilish – US$ 52 milhõesImagine Dragons – US$ 48 milhõesDua Lipa – US$ 44 milhõesLinkin Park – US$ 36 milhõesSZA – US$ 34 milhõesMorgan Wallen – US$ 33 milhõesBruno Mars – US$ 31 milhõesSabrina Carpenter – US$ 29 milhõesAndrea Bocelli – US$ 25 milhõesIron Maiden – US$ 25 milhões ]]></description>
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<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 23:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<title>Mercado financeiro projeta inflação de 4,06% em 2026</title>
<link>https://apareceu.com/mercado-financeiro-projeta-inflacao-de-406-em-2026</link>
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<description><![CDATA[ O primeiro Boletim Focus de 2026 apresentou índices de estabilidade em três das quatro medianas projetadas pelo mercado financeiro. A única que apresentou variação em relação às últimas semanas de 2025 foi a relativa à expectativa de inflação projetada para o ano corrente, que variou dos 4,05% projetados na semana passada, para 4,06% segundo o boletim divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Banco Central.A inflação oficial do país tem como referência o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A variação de 0,01 ponto percentual apresentada neste boletim ocorre após uma sequência de oito estimativas seguidas de queda. Há quatro semanas, o mercado financeiro projetava uma inflação de 4,16% ao final de 2026.Para os anos subsequentes, as projeções de inflação mantêm estabilidade há nove semanas, de 3,80% em 2027; e de 3,50% em 2028Meta de inflaçãoDefinida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.A prévia da inflação oficial de dezembro ficou em 0,25%, resultado que faz o acumulado de 12 meses marcar 4,41%, dentro do limite da meta do governo.Foi o segundo mês seguido com inflação acumulada dentro da margem de tolerância. Em novembro, o IPCA-15 tinha baixado para 4,5%, depois de ter ficado fora do limite desde janeiro. Em abril, o ponto mais alto desde então, chegou a 5,49%.Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).PIBTanto as projeções do mercado financeiro para o câmbio, como para a taxa básica de juros (Selic) e a economia PIB (Produto Interno Bruto, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) apresentaram estabilidade nas últimas semanas.No caso do PIB, as projeções são de crescimento de 1,8% em 2026 – mesmo percentual projetado para 2027. Para o ano seguinte (2028), o crescimento estimado pelo mercado financeiro para a economia é de 2%.Câmbio e SelicCom relação ao câmbio, o mercado financeiro projeta que o dólar fechará 2026 com uma cotação de R$ 5,50, valor que não vem apresentando alterações por 12 semanas consecutivas. Para 2027 e 2028, as cotações projetadas para a moeda estadunidense estão, respectivamente, em R$ 5,50 e R$ 5,52.Já a Selic, que fechou 2025 a 15%, deve cair para 12,25% ao longo de 2026; para 10,50% em 2027; e 9,75% em 2028.A taxa básica de juros situa-se no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então.Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 08:00:03 -0300</pubDate>
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<title>De volta ao eixo</title>
<link>https://apareceu.com/de-volta-ao-eixo</link>
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<description><![CDATA[ As semanas que se seguem às festas de fim de ano costumam trazer à tona um velho conhecido: o arrependimento após dias de pratos fartos, sobremesas irresistíveis e bebidas sem hora para acabar. O resultado aparece rápido, com a sensação de estômago pesado, inchaço, cansaço e um mal-estar que denuncia os excessos típicos do período. A virada do calendário e a chegada do novo ano, porém, também renova a busca por estratégias para recuperar o equilíbrio e minimizar os efeitos da comilança que marcou as celebrações.Nesse cenário, diferentes artifícios ganham espaço como aliados para acelerar a volta ao bem-estar: desde ajustes simples na alimentação até procedimentos estéticos que prometem aliviar o inchaço. Especialistas reforçam, no entanto, que não existe fórmula mágica. A base da recuperação continua sendo a hidratação adequada, refeições mais leves e o retorno gradual à rotina alimentar equilibrada e, claro, à prática de atividade física. Combinados a cuidados profissionais, esses hábitos ajudam o corpo a retomar seu ritmo natural sem exageros e sem culpas.A nutricionista Eduarda Barros conta que o primeiro passo após os excessos é voltar ao básico. Se hidratar bem, regularizar os horários das refeições e retomar o consumo de pratos equilibrados, com proteína, fibras e vegetais. “Não é necessário compensar ou restringir. O corpo responde muito melhor à regularidade do que às punições”, pontua.
			
            
			
        Ela destaca que indica para os pacientes uma regra simples, mas eficaz, a do ‘um sim e nunca dois’, que consiste em para cada ‘erro’ em uma refeição, na próxima já voltar à rotina. “O que funciona é dar suporte ao corpo, com uma boa alimentação, boa hidratação e descanso. Isso já é ‘detox’ suficiente”, afirma.Nos dias seguintes aos exageros, é importante priorizar alguns alimentos que contenham fibras, como aveia, chia e frutas, que ajudam a regular o intestino; ricos em água, como pepino, abobrinha e melancia, que auxiliam na hidratação; e em proteínas, como carnes, ovos, peixe e frango, que trazem saciedade. Entre os principais erros, que muitas pessoas cometem, estão pular refeições e adotar dietas restritas. O mais eficaz mesmo é o básico, a volta à rotina, sem precisar ficar sem comer por longos períodos e sempre atento à hidratação.“O que funciona é retomar a rotina normal, com refeições leves e nutritivas, sem punição. A hidratação é fundamental porque o álcool desidrata e aumenta a retenção de líquidos. Uma boa referência é de 30 a 35 ml por kg de peso, mas ouvir a sede e distribuir a água ao longo do dia também funciona muito bem. Água de coco também é excelente porque repõe eletrólitos naturalmente. Já os isotônicos são mais indicados para quem realmente bebeu muito ou perdeu muitos eletrólitos, mas não precisam ser usados por todo mundo”, pontua Eduarda.
			
            
			
        Ela também diz que é fundamental que as pessoas entendam que chás e outros produtos geralmente consumidos nesses períodos não vão fazer milagre. “O que é mito é achar que o chá substitui uma refeição ou ‘elimina’ o que foi comido. Eles não fazem milagre, mas podem ajudar, principalmente os diuréticos, como o de cavalinha, hibisco e o chá verde. Ficar sem comer também não acelera a recuperação e nem ‘queima’ o que foi consumido. Pelo contrário, aumenta a compulsão, piora a hipoglicemia e pode levar a mais exageros depois”, declara.E para quem pretende aliar a retomada da rotina alimentar a procedimento que ajudam a aliviar o desconforto causado pelo inchaço e pela retenção hídrica, a fisioterapeua Leônia Meury dá a dica: técnicas como drenagem linfática e massoterapia específica auxiliam o corpo a reequilibrar fluxos de líquidos, melhorar a circulação e reduzir tensões musculares.“Eles não ‘corrigem’ os excessos, mas ajudam o organismo a voltar ao seu estado de equilíbrio de forma mais confortável”, explica. Ela ressalta que o inchaço após consumo de comida e bebida em excesso é comum, especialmente pelo aumento do consumo de sal, de carboidratos simples e de álcool além do normal, o que acaba favorecendo a retenção de líquidos. “O álcool, por exemplo, desidrata e altera o equilíbrio dos eletrólitos, levando o corpo a reter mais água. Além disso, longos períodos sentados, sono irregular e menor ingestão de água diminuem a eficiência circulatória e linfática, favorecendo o edema”, pontua.
			
            
			
        DRENAGEMUm dos tratamentos mais procurados nesse período do ano é, justamente, a drenagem linfática, que é muito eficaz quando há retenção hídrica por alimentação rica em sódio; inchaço após longas viagens; períodos de maior sedentarismo e desconforto corporal ligado a retenção de líquidos. Leônia diz que muitas pessoas sentem alívio já na primeira sessão, especialmente quando o edema é leve a moderado. Porém, para resultados mais consistentes, são recomendadas algumas sessões, dependendo da necessidade individual. Mas antes de agendar a drenagem linfática, é importante se atentar às contraindicações, como as infecções ativas, trombose, insuficiência cardíaca descompensada e alguns quadros inflamatórios. “Por isso, a avaliação profissional é indispensável”.MANTA TÉRMICAOutro procedimento muito buscado pós-excessos é a manta térmica, que promove vasodilatação e o aumento da circulação local, ajudando a melhorar o fluxo sanguíneo e linfático. “Isso pode contribuir para a sensação de relaxamento e aliviar leves retenções. No entanto, seu uso deve ser controlado e criterioso, pois nem todas as pessoas se beneficiam do calor”, completa Leônia.
			
            
			
        MASSAGEM MODELADORACom manobras mais intensas, que têm o objetivo de melhorar o tônus e a aparência da pele, a massagem modeladora estimula o tecido e pode proporcionar sensação de leveza por aumentar a circulação, mas não é a técnica mais indicada para tratar retenção hídrica. “Para inchaço, a drenagem linfática é mais efetiva”, explica a especialista.“Todos esses procedimentos podem ajudar de forma real, pois atuam sobre mecanismos fisiológicos como circulação, retorno venoso e movimentação de líquidos. Porém, isso não substitui hábitos saudáveis. O alívio pode ser tanto imediato quanto cumulativo, dependendo do quadro de cada pessoa”, completa Leônia. Ela explica, ainda, que a expressão ‘eliminar toxinas’ não é totalmente precisa ao nos referirmos a esses procedimentos, apesar de serem termos bastante utilizados. Isso porque quem realmente faz esse trabalho são os órgãos como fígado, rim e instestino. “O que podemos dizer é que a drenagem linfática, a manta térmica e até algumas suplementações podem ajudar o corpo a funcionar melhor, porque estimulam a circulação, reduzem a retenção de líquidos e favorecem o equilíbrio do organismo. Então, eles não fazem o ‘detox’ sozinhos, mas podem apoiar os processos naturais de limpeza do corpo”, diz.E para começar o ano reduzindo o inchaço sem cair em promessas milagrosas, Leônia reforça uma lista de iniciativas que devem ser adotadas. “Respeite seu tempo de recuperação, hidrate-se bem, retome gradualmente uma rotina equilibrada, evite soluções ‘rápidas demais’ ou tratamentos agressivos, busque profissionais capacitados e avaliações individualizadas, priorize hábitos sustentáveis, como alimentação leve, movimento diário e autocuidado. O objetivo não é compensar o que passou, mas começar o ano com mais consciência, equilíbrio e bem-estar”, destaca. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 17:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[As semanas que se seguem às festas de fim de ano costumam trazer à tona um velho conhecido: o arrependimento após dias de pratos fartos, sobremesas irresistíveis e bebidas sem hora para acabar. O resultado aparece rápido, com a sensação de estômago pesado, inchaço, cansaço e um mal-estar que denuncia os excessos típicos do período. A virada do calendário e a chegada do novo ano, porém, também renova a busca por estratégias para recuperar o equilíbrio e minimizar os efeitos da comilança que marcou as celebrações.Nesse cenário, diferentes artifícios ganham espaço como aliados para acelerar a volta ao bem-estar: desde ajustes simples na alimentação até procedimentos estéticos que prometem aliviar o inchaço. Especialistas reforçam, no entanto, que não existe fórmula mágica. A base da recuperação continua sendo a hidratação adequada, refeições mais leves e o retorno gradual à rotina alimentar equilibrada e, claro, à prática de atividade física. Combinados a cuidados profissionais, esses hábitos ajudam o corpo a retomar seu ritmo natural sem exageros e sem culpas.A nutricionista Eduarda Barros conta que o primeiro passo após os excessos é voltar ao básico. Se hidratar bem, regularizar os horários das refeições e retomar o consumo de pratos equilibrados, com proteína, fibras e vegetais. “Não é necessário compensar ou restringir. O corpo responde muito melhor à regularidade do que às punições”, pontua.
			
            
			
        Ela destaca que indica para os pacientes uma regra simples, mas eficaz, a do ‘um sim e nunca dois’, que consiste em para cada ‘erro’ em uma refeição, na próxima já voltar à rotina. “O que funciona é dar suporte ao corpo, com uma boa alimentação, boa hidratação e descanso. Isso já é ‘detox’ suficiente”, afirma.Nos dias seguintes aos exageros, é importante priorizar alguns alimentos que contenham fibras, como aveia, chia e frutas, que ajudam a regular o intestino; ricos em água, como pepino, abobrinha e melancia, que auxiliam na hidratação; e em proteínas, como carnes, ovos, peixe e frango, que trazem saciedade. Entre os principais erros, que muitas pessoas cometem, estão pular refeições e adotar dietas restritas. O mais eficaz mesmo é o básico, a volta à rotina, sem precisar ficar sem comer por longos períodos e sempre atento à hidratação.“O que funciona é retomar a rotina normal, com refeições leves e nutritivas, sem punição. A hidratação é fundamental porque o álcool desidrata e aumenta a retenção de líquidos. Uma boa referência é de 30 a 35 ml por kg de peso, mas ouvir a sede e distribuir a água ao longo do dia também funciona muito bem. Água de coco também é excelente porque repõe eletrólitos naturalmente. Já os isotônicos são mais indicados para quem realmente bebeu muito ou perdeu muitos eletrólitos, mas não precisam ser usados por todo mundo”, pontua Eduarda.
			
            
			
        Ela também diz que é fundamental que as pessoas entendam que chás e outros produtos geralmente consumidos nesses períodos não vão fazer milagre. “O que é mito é achar que o chá substitui uma refeição ou ‘elimina’ o que foi comido. Eles não fazem milagre, mas podem ajudar, principalmente os diuréticos, como o de cavalinha, hibisco e o chá verde. Ficar sem comer também não acelera a recuperação e nem ‘queima’ o que foi consumido. Pelo contrário, aumenta a compulsão, piora a hipoglicemia e pode levar a mais exageros depois”, declara.E para quem pretende aliar a retomada da rotina alimentar a procedimento que ajudam a aliviar o desconforto causado pelo inchaço e pela retenção hídrica, a fisioterapeua Leônia Meury dá a dica: técnicas como drenagem linfática e massoterapia específica auxiliam o corpo a reequilibrar fluxos de líquidos, melhorar a circulação e reduzir tensões musculares.“Eles não ‘corrigem’ os excessos, mas ajudam o organismo a voltar ao seu estado de equilíbrio de forma mais confortável”, explica. Ela ressalta que o inchaço após consumo de comida e bebida em excesso é comum, especialmente pelo aumento do consumo de sal, de carboidratos simples e de álcool além do normal, o que acaba favorecendo a retenção de líquidos. “O álcool, por exemplo, desidrata e altera o equilíbrio dos eletrólitos, levando o corpo a reter mais água. Além disso, longos períodos sentados, sono irregular e menor ingestão de água diminuem a eficiência circulatória e linfática, favorecendo o edema”, pontua.
			
            
			
        DRENAGEMUm dos tratamentos mais procurados nesse período do ano é, justamente, a drenagem linfática, que é muito eficaz quando há retenção hídrica por alimentação rica em sódio; inchaço após longas viagens; períodos de maior sedentarismo e desconforto corporal ligado a retenção de líquidos. Leônia diz que muitas pessoas sentem alívio já na primeira sessão, especialmente quando o edema é leve a moderado. Porém, para resultados mais consistentes, são recomendadas algumas sessões, dependendo da necessidade individual. Mas antes de agendar a drenagem linfática, é importante se atentar às contraindicações, como as infecções ativas, trombose, insuficiência cardíaca descompensada e alguns quadros inflamatórios. “Por isso, a avaliação profissional é indispensável”.MANTA TÉRMICAOutro procedimento muito buscado pós-excessos é a manta térmica, que promove vasodilatação e o aumento da circulação local, ajudando a melhorar o fluxo sanguíneo e linfático. “Isso pode contribuir para a sensação de relaxamento e aliviar leves retenções. No entanto, seu uso deve ser controlado e criterioso, pois nem todas as pessoas se beneficiam do calor”, completa Leônia.
			
            
			
        MASSAGEM MODELADORACom manobras mais intensas, que têm o objetivo de melhorar o tônus e a aparência da pele, a massagem modeladora estimula o tecido e pode proporcionar sensação de leveza por aumentar a circulação, mas não é a técnica mais indicada para tratar retenção hídrica. “Para inchaço, a drenagem linfática é mais efetiva”, explica a especialista.“Todos esses procedimentos podem ajudar de forma real, pois atuam sobre mecanismos fisiológicos como circulação, retorno venoso e movimentação de líquidos. Porém, isso não substitui hábitos saudáveis. O alívio pode ser tanto imediato quanto cumulativo, dependendo do quadro de cada pessoa”, completa Leônia. Ela explica, ainda, que a expressão ‘eliminar toxinas’ não é totalmente precisa ao nos referirmos a esses procedimentos, apesar de serem termos bastante utilizados. Isso porque quem realmente faz esse trabalho são os órgãos como fígado, rim e instestino. “O que podemos dizer é que a drenagem linfática, a manta térmica e até algumas suplementações podem ajudar o corpo a funcionar melhor, porque estimulam a circulação, reduzem a retenção de líquidos e favorecem o equilíbrio do organismo. Então, eles não fazem o ‘detox’ sozinhos, mas podem apoiar os processos naturais de limpeza do corpo”, diz.E para começar o ano reduzindo o inchaço sem cair em promessas milagrosas, Leônia reforça uma lista de iniciativas que devem ser adotadas. “Respeite seu tempo de recuperação, hidrate-se bem, retome gradualmente uma rotina equilibrada, evite soluções ‘rápidas demais’ ou tratamentos agressivos, busque profissionais capacitados e avaliações individualizadas, priorize hábitos sustentáveis, como alimentação leve, movimento diário e autocuidado. O objetivo não é compensar o que passou, mas começar o ano com mais consciência, equilíbrio e bem-estar”, destaca.]]> </content:encoded>
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<title>Edição do dia 1 de janeiro de  2026</title>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 02:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<title>Do leitor de domingo ao colunista da Gazeta</title>
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<description><![CDATA[ Encerrar o ano escrevendo esta coluna é mais do que fechar um ciclo. É olhar para trás com gratidão e entender o tamanho do caminho percorrido. O trabalho feito aqui em 2025 foi, acima de tudo, compromisso com o futebol e com quem o vive de verdade, o leitor.Escrever sobre futebol nunca foi apenas falar de jogo, escalação ou resultado. Sempre foi falar do cotidiano do povo, das paixões, das dores, das injustiças e das conquistas que o futebol escancara como poucos espaços sociais conseguem. Essa coluna tentou, semana após semana, tratar o jogo com seriedade, mas também com humanidade.Ser colunista do Jornal Gazeta de Alagoas é motivo de orgulho real. De quem cresceu esperando o jornal chegar no domingo, leitura obrigatória em casa. De quem sofria nas segundas-feiras, porque o jornal não circulava e o debate ficava incompleto. O futebol também educa o hábito, forma opinião, cria memória. Estar hoje do outro lado da página é simbólico demais para ser tratado como rotina.Ter Fernanda Medeiros como editora da coluna deu segurança, liberdade e cuidado. Editar também é construir. E houve um dia que ficará guardado para sempre. Quando o Mestre Claudemir Araújo avisou que a capa do jornal teria a chamada da nossa coluna. Não foi exagero. Comemorei como gol de título. Porque quem vive de futebol sabe, algumas vitórias não têm placar, têm significado.Ao longo do ano, os temas tratados foram os temas do dia a dia das pessoas. O futebol atravessado pelo racismo, com um árbitro alagoano exposto a uma das faces mais cruéis do jogo. A violência das torcidas, tratada não como torcida organizada contra polícia, mas como problema social que exige responsabilidade coletiva. A Segurança Pública de Alagoas virou referência nacional no enfrentamento dessa mazela, e isso também é futebol, porque o estádio começa muito antes do apito inicial.Falamos de saúde mental, de pressão, de ambiente tóxico, de gente que sofre calada num meio que cobra resultado como se fosse máquina. Falamos de formação, de sonhos, de famílias, de escolhas certas e erradas. Falamos do que acontece no campo, mas também do que acontece fora dele, porque separar as duas coisas é uma mentira conveniente.Essa coluna nunca foi sobre agradar. Foi sobre respeitar. Respeitar o leitor, respeitar o futebol e respeitar a palavra escrita. O jornal impresso cobra isso. Não aceita descuido, não aceita frase vazia. Cada texto publicado carregou esse peso e essa honra.Aos leitores que acompanharam, criticaram, elogiaram e seguiram lendo, meu muito obrigado. Vocês sustentam o sentido desse espaço. Que 2026 siga com futebol, com debate, com responsabilidade e com a mesma paixão que nos trouxe até aqui.O ano termina.O futebol continua.E escrever sobre ele, aqui, segue sendo um privilégio. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 11:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<title>Unidade de Beneficiamento de Leite da CPLA será operada pela Alvoar</title>
<link>https://apareceu.com/unidade-de-beneficiamento-de-leite-da-cpla-sera-operada-pela-alvoar</link>
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<description><![CDATA[ A parceria entre o Grupo Alvoar — detentor das marcas Betânia, Embaré e Camponesa — e a Cooperativa de Produção Leiteira de Alagoas (CPLA) avançou para a fase operacional e já conta com autorização do Governo do Estado. Em reunião realizada no Palácio dos Palmares, o Governador Paulo Dantas garantiu todas as condições para que a fábrica da cooperativa, localizada no município de Batalha, passe a ser operada pelo grupo, com início previsto para janeiro.A parceria prevê um pacote inicial de investimentos estimado entre R$ 30 milhões e R$ 40 milhões. Os recursos serão destinados principalmente a ajustes estruturais e à modernização da fábrica, com o objetivo de honrar compromissos já assumidos pela CPLA com o mercado e permitir que a planta opere dentro de sua capacidade projetada.Entre os investimentos previstos estão a reativação e modernização da unidade de produção de leite em pó, melhorias na estrutura de processamento e fabricação de queijos, além de adequações técnicas e operacionais para garantir eficiência, escala e competitividade industrial.A Unidade de Beneficiamento de Leite (UBL) da CPLA — a primeira fábrica da agricultura familiar de Alagoas voltada ao segmento — entrou em operação em junho de 2022 e passa agora por um novo ciclo de reestruturação com a parceria.O Grupo Alvoar é o quinto maior do setor lácteo no País e possui unidades nos estados da Bahia, Sergipe, Ceará e Minas Gerais. Segundo o diretor do grupo, Bruno Girão, a implantação de uma operação em Alagoas já estava nos planos da empresa, mas foi antecipada com o acordo.Durante a reunião, Paulo Dantas afirmou que o Estado tratará o projeto como prioridade. “Todas as medidas necessárias para viabilizar essa parceria serão adotadas com rapidez. O governo vai dar suporte jurídico, institucional e de infraestrutura para que essa unidade entre em operação o quanto antes”, declarou.O Governador também assegurou apoio direto à infraestrutura da indústria. “Vamos garantir água bruta para a planta, apoio logístico por meio de uma malha viária adequada e os incentivos necessários para que a indústria invista mais em Alagoas. O que queremos é desenvolvimento regional, geração de emprego e fortalecimento do produtor de leite”, destacou.PRIORIDADEO apoio do Estado foi condicionado a uma contrapartida clara por parte do Grupo Alvoar: a priorização do leite produzido em Alagoas. “O compromisso que cobramos é que essa unidade trabalhe exclusivamente com leite alagoano, fortalecendo a cadeia local e dando segurança ao produtor, especialmente em um momento de dificuldades para o setor”, afirmou o Governador.Segundo Paulo Dantas, a chegada de mais uma grande indústria, somada à implantação da Natville, reforça a estratégia de fortalecimento da cadeia do leite, considerada a segunda mais importante do agronegócio alagoano. “Esse movimento tende a equilibrar o mercado e dar mais previsibilidade a quem produz”.Para o presidente da CPLA, Aldemar Monteiro, a parceria com o Grupo Alvoar foi a melhor alternativa para manter a cooperativa ativa. “Tivemos muitas dificuldades operacionais, intensificadas pela grave crise que atinge o setor do leite. Essa parceria viabiliza a modernização da fábrica, mantendo a cooperativa dentro da operação”, afirmou.Segundo ele, o agricultor familiar continuará tendo espaço para comercializar sua produção, tanto no mercado institucional quanto no privado. “É uma parceria em que os dois lados saem beneficiados, mas quem ganha mais é Alagoas”, completou.OPERAÇÃO E EXPANSÃOBruno Girão destacou a urgência no início da operação. “Já compramos leite em Alagoas e queremos ampliar significativamente essa participação, fortalecendo o produtor local”, disse.De acordo com o executivo, a estratégia inicial prevê a retomada da produção de leite em pó e da fabricação de queijos, mas o projeto é mais amplo. “A ideia é começar com essas duas linhas e, de forma gradual, diversificar a produção”, explicou.Parte dos produtos da iniciativa será destinada a mercados regionais e nacionais, ampliando o escoamento da produção local e a inserção de Alagoas na cadeia láctea do Brasil. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 20:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
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<title>Giovanni deixa CRB e acerta transferência ao Botafogo&#45;PB</title>
<link>https://apareceu.com/giovanni-deixa-crb-e-acerta-transferencia-ao-botafogo-pb</link>
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<description><![CDATA[ O CRB teve mais uma saída confirmada. O meia Giovanni acertou sua transferência para o Botafogo-PB, clube que disputa a Série C do Campeonato Brasileiro.O jogador chegou ao Galo durante o primeiro turno da Série B, após rescindir contrato com o Paysandu. A estreia foi com o pé direito, ao marcar o segundo gol da vitória regatiana sobre o Goiás por 2 a 0, na 12ª rodada da competição nacional.Pelo Regatas, Giovanni disputou 16 partidas, marcou um gol e deu uma assistência. O atleta não conseguiu superar a concorrência com Danielzinho na armação do Galo, o que fez com que tivesse a maior parte de sua passagem pelo CRB no banco de reservas.NÃO VEM MAISAlvo da diretoria regatiana durante o período sem atividades, o lateral-esquerdo Igor Cariús não virá mais para o CRB.Apesar do interesse do clube e da concorrência com o Novorizontino, o jogador recebeu uma proposta da Chapecoense, equipe que disputará a Série A do Campeonato Brasileiro em 2026.Dessa forma, a direção regatiana busca outros nomes para reforçar o lado esquerdo do campo. Atualmente, apenas Léo Campos atua na posição no elenco do CRB.SAÍDASO elenco alvirrubro ainda está longe do formato ideal. O executivo de futebol do clube, Ari Barros, afirmou que o CRB trabalha com a ideia de ter 30 atletas no elenco, distribuídos entre 26 jogadores de linha e quatro goleiros.Até o momento, foram anunciados como reforços o lateral-direito Diogo Hereda, o volante Luizão e os atacantes Guilherme Pato e João Neto.Por outro lado, não fazem mais parte do CRB os laterais Matheus Ribeiro e Hayner; o zagueiro Luis Segovia; os meio-campistas Higor Meritão, Gabriel Gazão, Baranha, Giovanni, Luiz Fernando e Rafinha; além do atacante Facundo Barceló.*Sob supervisão da Editoria. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 05:00:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Giovanni, deixa, CRB, acerta, transferência, Botafogo-PB</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[O CRB teve mais uma saída confirmada. O meia Giovanni acertou sua transferência para o Botafogo-PB, clube que disputa a Série C do Campeonato Brasileiro.O jogador chegou ao Galo durante o primeiro turno da Série B, após rescindir contrato com o Paysandu. A estreia foi com o pé direito, ao marcar o segundo gol da vitória regatiana sobre o Goiás por 2 a 0, na 12ª rodada da competição nacional.Pelo Regatas, Giovanni disputou 16 partidas, marcou um gol e deu uma assistência. O atleta não conseguiu superar a concorrência com Danielzinho na armação do Galo, o que fez com que tivesse a maior parte de sua passagem pelo CRB no banco de reservas.NÃO VEM MAISAlvo da diretoria regatiana durante o período sem atividades, o lateral-esquerdo Igor Cariús não virá mais para o CRB.Apesar do interesse do clube e da concorrência com o Novorizontino, o jogador recebeu uma proposta da Chapecoense, equipe que disputará a Série A do Campeonato Brasileiro em 2026.Dessa forma, a direção regatiana busca outros nomes para reforçar o lado esquerdo do campo. Atualmente, apenas Léo Campos atua na posição no elenco do CRB.SAÍDASO elenco alvirrubro ainda está longe do formato ideal. O executivo de futebol do clube, Ari Barros, afirmou que o CRB trabalha com a ideia de ter 30 atletas no elenco, distribuídos entre 26 jogadores de linha e quatro goleiros.Até o momento, foram anunciados como reforços o lateral-direito Diogo Hereda, o volante Luizão e os atacantes Guilherme Pato e João Neto.Por outro lado, não fazem mais parte do CRB os laterais Matheus Ribeiro e Hayner; o zagueiro Luis Segovia; os meio-campistas Higor Meritão, Gabriel Gazão, Baranha, Giovanni, Luiz Fernando e Rafinha; além do atacante Facundo Barceló.*Sob supervisão da Editoria.]]> </content:encoded>
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<title>Rosa Mossoró, a herdeira da noite maceioense que reinventou a boemia</title>
<link>https://apareceu.com/rosa-mossoro-a-herdeira-da-noite-maceioense-que-reinventou-a-boemia</link>
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<description><![CDATA[ Era uma ferveção. As pessoas se apertavam, dividiam o espaço com obras de arte e, vez ou outra, trombavam com os próprios artistas ali no meio da noite. Do lado de fora, os mais calorentos papeavam e dançavam na calçada, tendo a Praça Rayol, em Jaraguá, como cenário. A música vinha de uma anacrônica jukebox ou dos pandeiros e violões que surgiam de repente. Não raro, uma canção conquistava todas as vozes e um coral inesperado se formava em plena madrugada. Assim eram as noites quentes no Espaço La Rosa Mossoró, ponto incontornável da noite alternativa maceioense da última década. O charme da simplicidade e aquelas cores dançantes à meia-luz viraram memória afetiva de quem tinha na vida noturna do bairro histórico um território de identidade ou, até mesmo, uma casa.A dona do espaço sempre fora a atração principal. Herdeira da noite boêmia, Rosa Mossoró é filha do lendário Benedito Alves dos Santos, o Mossoró, que comandou o Tabariz, icônico cabaré de Jaraguá, e a boate e churrascaria Areia Branca, no bairro do Canaã, que fechou há 30 anos. Bem antes disso, no entanto, Benedito Mossoró deu sua contribuição para que a filha abrisse o Zanzibar, antecessor do La Rosa. É com ele que uma nova história da vida noturna maceioense começa.“Faz quarenta e oito anos. Eu queria botar um bar, desses que hoje chamam de alternativo e que naquela época se chamava bar gay. Eu ia para os bares da cidade e ficava sempre pensando: ‘se eu venho aqui encontrar as pessoas, por que eu não coloco um negócio pra mim e reúno todo mundo lá?’”, relata Rosa Mossoró, sentada no sofá de casa.
			
            
			A conversa foi regada a boas risadas e histórias paralelas. Mossoró nunca morou em outro lugar que não fosse Jaraguá e seu entorno. Aos 68 anos, vestida de branco dos pés à cabeça por causa de uma promessa, ela fez questão de nos mostrar as dezenas de quadros de artistas plásticos alagoanos que coleciona na estreita casa, que lembra pouco o bar que ela comandava, e também morava, anos atrás. “Só bar não”, ela corrige, “espaço cultural”.“Pronto, retomando a história… eu decidi montar o Zanzibar. Fui pedir, claro, ao meu pai pra me dar, inicialmente, um bar. E ele me deu foi um baile. Disse: ‘não, eu não vou lhe dar um bar. Quero que você seja uma médica’. Eu olhei assim pra ele e disse: ‘ô pai, não tá no meu sangue ser médica, né?’”.O destino de Rosa Mossoró estava diretamente ligado ao do pai. Porém, ao mesmo tempo, seguia em uma direção completamente diferente. O “Rei da Noite” era um homem poderoso, que circulava em todas as esferas da sociedade maceioense. Era quase mítico, mesmo sendo dono de cabarés e maestro do prazer e da diversão. Filho de trabalhadores rurais e ex-pintor de paredes requisitado, tornou-se empresário da noite quando Jaraguá ainda abrigava prostíbulos que recebiam marinheiros e políticos.
			
            
			Mais tarde, com a transferência das casas de diversão para o Canaã, consolidou a boate Areia Branca ao ponto de ser citado em músicas de Martinho da Vila e Djavan, e homenageado por governadores e outras autoridades. Morreu em dezembro de 1994, e a boate resistiu menos de um ano após sua morte. Rosa era proibida de frequentar os empreendimentos do pai.“Mas só ele poderia me dar esse bar. Ele não aceitava de jeito nenhum. Então, eu fiz uma promessa para o Senhor do Bonfim: prometi que, se Mossoró mudasse de ideia e me desse o Zanzibar, eu usaria branco para o resto da minha vida. E um tempinho depois ele resolveu que ia me ajudar”, detalha Rosa Mossoró.O espírito, se é que se pode chamar assim, do Zanzibar e do La Rosa Mossoró é o mesmo, garante a proprietária. “Quando entrei na noite, eu percebi imediatamente que eu não poderia apenas ter um bar. Na época, os gays, que a gente chamava de ‘entendidos’, não tinham um lugar seguro para ser quem eram. Era uma coisa muito triste. Eu resolvi fazer da minha casa a casa deles. E eu queria isso. Nunca quis um bar normal, queria era uma casa, um espaço cultural. Foi o que eu fiz”.
			
            
			Rosa sempre morou nos seus negócios. No Zanzibar, havia uma casa separada do local em que recebia os clientes. Quando o Zanzibar virou La Rosa Mossoró, os espaços se fundiram. O respeito ao espaço da anfitriã, no entanto, sempre existiu.“A noite era o abrigo deles. Dos entendidos. Eu era o abrigo deles. E isso moldou, sim, uma geração inteira de maceioenses, de todas as classes sociais. Quantos não vinham chorando para o Espaço La Rosa Mossoró, sem casa, sem lugar para ir, e encontravam uma comunidade. Eu dava muito conselho. Eles choravam nos meus braços. Perguntavam: ‘madrinha, por que meu pai não me aceita?’ E eu sempre tentava encontrar um entendimento. Dizia pra se colocarem no lugar dos pais, que tentassem entender aquele tempo que a gente vivia”, conta Mossoró.Os tempos não gostavam da boemia. Nem da arte. Nem dos artistas. Nem dos “entendidos”. Por isso, Rosa Mossoró resolveu ser a “madrinha da noite”. E ela admite: só ela poderia. “Era tudo muito escondido, mas eu não. Nunca me escondi ou escondi que o meu bar era feito para proteger tudo isso. Eu sabia que, na época, meu pai tinha muito dinheiro e muito poder. Nada ia acontecer comigo, nem com eles, enquanto estivessem no meu espaço”.Mesmo assim, ela tomava precauções. Às duas da madrugada, trancava o portão com cadeado. Ninguém entrava, ninguém saía. “Eu tinha muito medo de deixar eles soltos. Muitos não tinham dinheiro para pegar carro, ficavam esperando ônibus ou sabe-se lá o quê. Eu pensava, então, nas mães. Como mãe, eu não ia querer filho meu sentado na calçada. Eu trancava o bar até o dia amanhecer. Eles se deitavam em qualquer canto, no sofá, e ainda iam comprar pão pra gente tomar café”, lembra.
			
            
			Hoje, aposentada das noitadas, mas não da madrugada, Rosa Mossoró conta que acorda faltando dez para as quatro da manhã, todos os dias. “Eu amo pedir a bênção de madrugada, pedir a bênção do tempo. Eu sou Ekedi, não gosto de acordar tarde. Acho que acordar tarde é uma doença, uma coisa que vai nos consumindo”, diz.Na rotina da madrinha da noite maceioense residem as lembranças. De vez em quando, ela passeia entre os quadros oferecidos por artistas que frequentavam o Espaço Cultural La Rosa Mossoró e o Zanzibar. Os rostos aparecem na memória e o sentimento, segundo ela, é de orgulho.“Eu sou uma guerreira, menino. Tenho muito orgulho de mim mesma. E não me arrependo de nada que eu fiz. Se fosse viver de novo, viveria uma vida igualzinha a esta que eu tô vivendo. E tenho muito orgulho do meu pai. Por mais que ele fosse dono de cabaré, ele foi um homem respeitado, com um grande coração, honrado. Me orgulho demais do ‘Pai Velho’, do Biu, do velho Mossoró. Meu pai foi minha história.”Rosa Mossoró diz que não responde se não chamá-la assim, pelo nome composto. E lembra que, no começo, confundiam seu empreendimento boêmio de arte e acolhimento com as casas de diversão que o pai teve. “Meu negócio era totalmente diferente. É muito importante pontuar isso. Bastante gente ia lá perguntar, porque imaginavam que, por eu ser filha do Mossoró, tinha o mesmo tipo de casa. Mas sabe o que eu dizia? Aqui só tem mulher barbada! E despachava.”
			
            
			Ela também pinta quadros. Prefere, diferente da maioria dos que colorem suas paredes, os abstratos. E diz que a história não acabou, apesar de o Espaço La Rosa Mossoró ser um dos negócios que não reabriram depois da pandemia de Covid-19.“Não fiz outro espaço porque aqui é muito estreito. Mesmo assim, o pessoal vem aqui, vem olhar os quadros, conversar comigo. Eu acho ótimo. A noite continua com a mesma beleza. O povo entendido continua lindo! E eu lutei muito por isso. Eu fico maravilhada com o mundo, com a evolução”, afirma Rosa Mossoró.E continua: “Eu quero ser lembrada assim, com alegria. Não quero ver ninguém chorando. Todo mundo fará a passagem um dia. Na minha, quero festa. Quero que as ‘yag’ de hoje digam para as de amanhã que Rosa Mossoró existe. E não é só um espaço, é uma mãe, uma madrinha. É isso que eu quero. Quero ser lembrada com carinho, com amor. E se quiserem festa, pode chamar drag queen, fazer uma folia onde eu for enterrada. Eu sempre dizia, quando eles chegavam tímidos e até chorando: não gosto de timidez. Vamos gargalhar! E, de repente, estavam gaitando. Eu adorava”.Confira também a matéria no AL TV 1ª edição ]]></description>
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<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 14:00:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Rosa, Mossoró, herdeira, noite, maceioense, que, reinventou, boemia</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[Era uma ferveção. As pessoas se apertavam, dividiam o espaço com obras de arte e, vez ou outra, trombavam com os próprios artistas ali no meio da noite. Do lado de fora, os mais calorentos papeavam e dançavam na calçada, tendo a Praça Rayol, em Jaraguá, como cenário. A música vinha de uma anacrônica jukebox ou dos pandeiros e violões que surgiam de repente. Não raro, uma canção conquistava todas as vozes e um coral inesperado se formava em plena madrugada. Assim eram as noites quentes no Espaço La Rosa Mossoró, ponto incontornável da noite alternativa maceioense da última década. O charme da simplicidade e aquelas cores dançantes à meia-luz viraram memória afetiva de quem tinha na vida noturna do bairro histórico um território de identidade ou, até mesmo, uma casa.A dona do espaço sempre fora a atração principal. Herdeira da noite boêmia, Rosa Mossoró é filha do lendário Benedito Alves dos Santos, o Mossoró, que comandou o Tabariz, icônico cabaré de Jaraguá, e a boate e churrascaria Areia Branca, no bairro do Canaã, que fechou há 30 anos. Bem antes disso, no entanto, Benedito Mossoró deu sua contribuição para que a filha abrisse o Zanzibar, antecessor do La Rosa. É com ele que uma nova história da vida noturna maceioense começa.“Faz quarenta e oito anos. Eu queria botar um bar, desses que hoje chamam de alternativo e que naquela época se chamava bar gay. Eu ia para os bares da cidade e ficava sempre pensando: ‘se eu venho aqui encontrar as pessoas, por que eu não coloco um negócio pra mim e reúno todo mundo lá?’”, relata Rosa Mossoró, sentada no sofá de casa.
			
            
			A conversa foi regada a boas risadas e histórias paralelas. Mossoró nunca morou em outro lugar que não fosse Jaraguá e seu entorno. Aos 68 anos, vestida de branco dos pés à cabeça por causa de uma promessa, ela fez questão de nos mostrar as dezenas de quadros de artistas plásticos alagoanos que coleciona na estreita casa, que lembra pouco o bar que ela comandava, e também morava, anos atrás. “Só bar não”, ela corrige, “espaço cultural”.“Pronto, retomando a história… eu decidi montar o Zanzibar. Fui pedir, claro, ao meu pai pra me dar, inicialmente, um bar. E ele me deu foi um baile. Disse: ‘não, eu não vou lhe dar um bar. Quero que você seja uma médica’. Eu olhei assim pra ele e disse: ‘ô pai, não tá no meu sangue ser médica, né?’”.O destino de Rosa Mossoró estava diretamente ligado ao do pai. Porém, ao mesmo tempo, seguia em uma direção completamente diferente. O “Rei da Noite” era um homem poderoso, que circulava em todas as esferas da sociedade maceioense. Era quase mítico, mesmo sendo dono de cabarés e maestro do prazer e da diversão. Filho de trabalhadores rurais e ex-pintor de paredes requisitado, tornou-se empresário da noite quando Jaraguá ainda abrigava prostíbulos que recebiam marinheiros e políticos.
			
            
			Mais tarde, com a transferência das casas de diversão para o Canaã, consolidou a boate Areia Branca ao ponto de ser citado em músicas de Martinho da Vila e Djavan, e homenageado por governadores e outras autoridades. Morreu em dezembro de 1994, e a boate resistiu menos de um ano após sua morte. Rosa era proibida de frequentar os empreendimentos do pai.“Mas só ele poderia me dar esse bar. Ele não aceitava de jeito nenhum. Então, eu fiz uma promessa para o Senhor do Bonfim: prometi que, se Mossoró mudasse de ideia e me desse o Zanzibar, eu usaria branco para o resto da minha vida. E um tempinho depois ele resolveu que ia me ajudar”, detalha Rosa Mossoró.O espírito, se é que se pode chamar assim, do Zanzibar e do La Rosa Mossoró é o mesmo, garante a proprietária. “Quando entrei na noite, eu percebi imediatamente que eu não poderia apenas ter um bar. Na época, os gays, que a gente chamava de ‘entendidos’, não tinham um lugar seguro para ser quem eram. Era uma coisa muito triste. Eu resolvi fazer da minha casa a casa deles. E eu queria isso. Nunca quis um bar normal, queria era uma casa, um espaço cultural. Foi o que eu fiz”.
			
            
			Rosa sempre morou nos seus negócios. No Zanzibar, havia uma casa separada do local em que recebia os clientes. Quando o Zanzibar virou La Rosa Mossoró, os espaços se fundiram. O respeito ao espaço da anfitriã, no entanto, sempre existiu.“A noite era o abrigo deles. Dos entendidos. Eu era o abrigo deles. E isso moldou, sim, uma geração inteira de maceioenses, de todas as classes sociais. Quantos não vinham chorando para o Espaço La Rosa Mossoró, sem casa, sem lugar para ir, e encontravam uma comunidade. Eu dava muito conselho. Eles choravam nos meus braços. Perguntavam: ‘madrinha, por que meu pai não me aceita?’ E eu sempre tentava encontrar um entendimento. Dizia pra se colocarem no lugar dos pais, que tentassem entender aquele tempo que a gente vivia”, conta Mossoró.Os tempos não gostavam da boemia. Nem da arte. Nem dos artistas. Nem dos “entendidos”. Por isso, Rosa Mossoró resolveu ser a “madrinha da noite”. E ela admite: só ela poderia. “Era tudo muito escondido, mas eu não. Nunca me escondi ou escondi que o meu bar era feito para proteger tudo isso. Eu sabia que, na época, meu pai tinha muito dinheiro e muito poder. Nada ia acontecer comigo, nem com eles, enquanto estivessem no meu espaço”.Mesmo assim, ela tomava precauções. Às duas da madrugada, trancava o portão com cadeado. Ninguém entrava, ninguém saía. “Eu tinha muito medo de deixar eles soltos. Muitos não tinham dinheiro para pegar carro, ficavam esperando ônibus ou sabe-se lá o quê. Eu pensava, então, nas mães. Como mãe, eu não ia querer filho meu sentado na calçada. Eu trancava o bar até o dia amanhecer. Eles se deitavam em qualquer canto, no sofá, e ainda iam comprar pão pra gente tomar café”, lembra.
			
            
			Hoje, aposentada das noitadas, mas não da madrugada, Rosa Mossoró conta que acorda faltando dez para as quatro da manhã, todos os dias. “Eu amo pedir a bênção de madrugada, pedir a bênção do tempo. Eu sou Ekedi, não gosto de acordar tarde. Acho que acordar tarde é uma doença, uma coisa que vai nos consumindo”, diz.Na rotina da madrinha da noite maceioense residem as lembranças. De vez em quando, ela passeia entre os quadros oferecidos por artistas que frequentavam o Espaço Cultural La Rosa Mossoró e o Zanzibar. Os rostos aparecem na memória e o sentimento, segundo ela, é de orgulho.“Eu sou uma guerreira, menino. Tenho muito orgulho de mim mesma. E não me arrependo de nada que eu fiz. Se fosse viver de novo, viveria uma vida igualzinha a esta que eu tô vivendo. E tenho muito orgulho do meu pai. Por mais que ele fosse dono de cabaré, ele foi um homem respeitado, com um grande coração, honrado. Me orgulho demais do ‘Pai Velho’, do Biu, do velho Mossoró. Meu pai foi minha história.”Rosa Mossoró diz que não responde se não chamá-la assim, pelo nome composto. E lembra que, no começo, confundiam seu empreendimento boêmio de arte e acolhimento com as casas de diversão que o pai teve. “Meu negócio era totalmente diferente. É muito importante pontuar isso. Bastante gente ia lá perguntar, porque imaginavam que, por eu ser filha do Mossoró, tinha o mesmo tipo de casa. Mas sabe o que eu dizia? Aqui só tem mulher barbada! E despachava.”
			
            
			Ela também pinta quadros. Prefere, diferente da maioria dos que colorem suas paredes, os abstratos. E diz que a história não acabou, apesar de o Espaço La Rosa Mossoró ser um dos negócios que não reabriram depois da pandemia de Covid-19.“Não fiz outro espaço porque aqui é muito estreito. Mesmo assim, o pessoal vem aqui, vem olhar os quadros, conversar comigo. Eu acho ótimo. A noite continua com a mesma beleza. O povo entendido continua lindo! E eu lutei muito por isso. Eu fico maravilhada com o mundo, com a evolução”, afirma Rosa Mossoró.E continua: “Eu quero ser lembrada assim, com alegria. Não quero ver ninguém chorando. Todo mundo fará a passagem um dia. Na minha, quero festa. Quero que as ‘yag’ de hoje digam para as de amanhã que Rosa Mossoró existe. E não é só um espaço, é uma mãe, uma madrinha. É isso que eu quero. Quero ser lembrada com carinho, com amor. E se quiserem festa, pode chamar drag queen, fazer uma folia onde eu for enterrada. Eu sempre dizia, quando eles chegavam tímidos e até chorando: não gosto de timidez. Vamos gargalhar! E, de repente, estavam gaitando. Eu adorava”.Confira também a matéria no AL TV 1ª edição]]> </content:encoded>
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<title>Festividades natalinas devem injetar R$ 85,1 milhões em Maceió</title>
<link>https://apareceu.com/festividades-natalinas-devem-injetar-r-851-milhoes-em-maceio</link>
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<description><![CDATA[ Pesquisa de Intenção de Consumo no Natal, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio AL), mostra que as festividades natalinas devem injetar R$ 85,1 milhões na economia de Maceió. Pelo menos 66,8% dos consumidores vão presentear na data mais significativa para o varejo.E, com tíquete médio (valor médio que cada cliente gasta em uma empresa por compra) estimado em R$ 332,59, serão investidos R$ 57,4 milhões somente em compras. Segundo a pesquisa, esse volume financeiro representa um acréscimo nominal de R$ 2,9 milhões em relação ao ano passado, uma variação positiva de 5,3%.Segundo os dados da pesquisa, 93,2% afirmaram que pretendem realizar algum tipo de celebração, sendo o tíquete médio estimado em R$ 114,89, que corresponde a uma movimentação projetada em R$ 27,7 milhões.“Os últimos meses do ano são bem relevantes para o comércio. O aumento do consumo, estimulado pelas compras de Natal e pela renda a mais, trazida pelo décimo terceiro salário, fortalece o caixa das empresas, movimenta a economia e oferece melhores condições para os empresários iniciarem o ano com mais capacidade de investimento”, reforça o presidente da Fecomércio, Adeildo Sotero.De acordo com a pesquisa, o gasto com presentes, embora apresente crescimento mais moderado em termos nominais (+3,89% no ticket médio), registra crescimento real, uma vez que supera a inflação acumulada em 12 meses (4,46%) quando analisado pelo volume global movimentado (+5,37%). O resultado indica que, apesar da cautela, houve ganho efetivo de valor no consumo de presentes.PRESENTESEntre os itens mais procurados, destacam-se os itens de vestuário (roupas, sandálias, bonés e óculos) com 48,3% das intenções, seguidos por eletrônicos (23,8%) e brinquedos (13,6%). Em menor proporção aparecem os eletrodomésticos (5,4%), os acessórios de beleza e cosméticos (4,1%), os utensílios domésticos (2,0%), as cestas de Natal (1,4%) e os livros ou jogos (1,4%).Esse padrão de consumo evidencia a preferência por produtos de uso pessoal, o que se comprova com o fato de que a maioria dos entrevistados declarou que presenteará a si mesmo (31,1%). Os filhos aparecem em seguida, com 21,7% das intenções, mas cônjuges (12,4%), os sobrinhos (11%), os afilhados (6,8%), netos (5,6%) e pais (5,1%) também estão na lista.Shoppings (40,1%) e o Centro de Maceió (30%) serão os locais mais procurados nesse período de compras. O comércio online, que em 2024 alcançou 14,08% das intenções, ampliou sua participação para 23,3% neste ano. Lojas de rua e bairro (3,7%), supermercados e hipermercados (2,4%) e feiras ou comércio informal (0,2%) aparecem com menor representatividade.Ainda de acordo com o Instituto Fecomércio AL, as faixas de preço serão variadas, ficando a maior parte dos consumidores com valores entre R$ 101 e R$ 500 (65,6%). O cartão de crédito será o meio de pagamento mais utilizado, já que pode ser utilizado para compra parcelada (26,7%), no débito (23,4%) ou no rotativo (9,7%), mas o PIX terá uma fatia significativa com 34,4%.O consumo planejado é um ponto que aparece na pesquisa, mesmo com menor taxa de desemprego dos últimos 13 anos e aumento real do salário. Um dos principais motivos é o comprometimento da renda das famílias, com um endividamento de 76,7%, reforçando o caráter cauteloso do consumo das famílias alagoanas no período natalino.Em todo o país, a data deve adicionar quase R$ 85 bilhões para a economia, segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e do Serviço de Proteção ao Crédito.A expectativa das entidades é que mais de 124 milhões de pessoas vão às compras no período. O valor médio de cada presente deve ficar em torno de R$ 174.A pesquisa revela que os filhos devem ser os mais presenteados, com 58%; logo depois as mães, 46%; cônjuge, 40%; pai e irmãos com 23% para cada.O levantamento ainda mostra que 28% dos consumidores vão comprar os presentes mais caros para os filhos; 19% vão dar o presente de maior valor para o cônjuge; e 18% para a mãe.Daniel Sakamoto, gerente executivo da CNDL, explica que viagens e outras experiências vem tomando o lugar de presentes materiais.“Um dado interessante que a pesquisa traz é que, aproximadamente, 43% afirmam que já substituíram, ou pretendem substituir os presentes normais, aqueles presentes materiais, por experiências, como viagem, jantar, passeio, entre outros. Então, existe aí uma tendência de, em alguns casos, trocar o presente físico por uma experiência e isso tem tudo a ver com o que a gente tem vivenciado nas novas relações de consumo”. Sakamoto diz ainda que 8 em cada 10 pessoas devem pesquisar o valor dos presentes em várias lojas. Ele considerou essa atitude um passo importante antes de realizar a compra de Natal.“Isso é muito importante porque, realmente, os preços variam bastante e hoje há várias ferramentas que ajudam o consumidor a fazer pesquisas. Pela internet, aplicativos, rede social e até mesmo pesquisa nas lojas físicas, como faziam nossos pais e avós”.Daisy Rachid, dona de casa de 76 anos, compra presentes de natal todo ano e pretende gastar R$ 150 em cada um deles.“Eu devo dar 15 presentes e não gosto de comprar pela internet. Eu gosto de comprar em lojas físicas, porque eu gosto de ver o produto”.De acordo com a pesquisa, entre os itens mais comprados pelos consumidores no período natalino estão: roupas, com 52%; perfumes e cosméticos com 36%; calçados e brinquedos com 30% e acessórios com 22%.*Com assessoria ]]></description>
<enclosure url="https://cdn.gazetadealagoas.com.br/img/inline/860000/Festividades-natalinas-devem-injetar-R-851-milhoes-00861512-b5aa290512590c86ec7b40f58d28ea7b.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 23:00:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>apareceu</dc:creator>
<media:keywords>Festividades, natalinas, devem, injetar, 85, 1, milhões, Maceió</media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[Pesquisa de Intenção de Consumo no Natal, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio AL), mostra que as festividades natalinas devem injetar R$ 85,1 milhões na economia de Maceió. Pelo menos 66,8% dos consumidores vão presentear na data mais significativa para o varejo.E, com tíquete médio (valor médio que cada cliente gasta em uma empresa por compra) estimado em R$ 332,59, serão investidos R$ 57,4 milhões somente em compras. Segundo a pesquisa, esse volume financeiro representa um acréscimo nominal de R$ 2,9 milhões em relação ao ano passado, uma variação positiva de 5,3%.Segundo os dados da pesquisa, 93,2% afirmaram que pretendem realizar algum tipo de celebração, sendo o tíquete médio estimado em R$ 114,89, que corresponde a uma movimentação projetada em R$ 27,7 milhões.“Os últimos meses do ano são bem relevantes para o comércio. O aumento do consumo, estimulado pelas compras de Natal e pela renda a mais, trazida pelo décimo terceiro salário, fortalece o caixa das empresas, movimenta a economia e oferece melhores condições para os empresários iniciarem o ano com mais capacidade de investimento”, reforça o presidente da Fecomércio, Adeildo Sotero.De acordo com a pesquisa, o gasto com presentes, embora apresente crescimento mais moderado em termos nominais (+3,89% no ticket médio), registra crescimento real, uma vez que supera a inflação acumulada em 12 meses (4,46%) quando analisado pelo volume global movimentado (+5,37%). O resultado indica que, apesar da cautela, houve ganho efetivo de valor no consumo de presentes.PRESENTESEntre os itens mais procurados, destacam-se os itens de vestuário (roupas, sandálias, bonés e óculos) com 48,3% das intenções, seguidos por eletrônicos (23,8%) e brinquedos (13,6%). Em menor proporção aparecem os eletrodomésticos (5,4%), os acessórios de beleza e cosméticos (4,1%), os utensílios domésticos (2,0%), as cestas de Natal (1,4%) e os livros ou jogos (1,4%).Esse padrão de consumo evidencia a preferência por produtos de uso pessoal, o que se comprova com o fato de que a maioria dos entrevistados declarou que presenteará a si mesmo (31,1%). Os filhos aparecem em seguida, com 21,7% das intenções, mas cônjuges (12,4%), os sobrinhos (11%), os afilhados (6,8%), netos (5,6%) e pais (5,1%) também estão na lista.Shoppings (40,1%) e o Centro de Maceió (30%) serão os locais mais procurados nesse período de compras. O comércio online, que em 2024 alcançou 14,08% das intenções, ampliou sua participação para 23,3% neste ano. Lojas de rua e bairro (3,7%), supermercados e hipermercados (2,4%) e feiras ou comércio informal (0,2%) aparecem com menor representatividade.Ainda de acordo com o Instituto Fecomércio AL, as faixas de preço serão variadas, ficando a maior parte dos consumidores com valores entre R$ 101 e R$ 500 (65,6%). O cartão de crédito será o meio de pagamento mais utilizado, já que pode ser utilizado para compra parcelada (26,7%), no débito (23,4%) ou no rotativo (9,7%), mas o PIX terá uma fatia significativa com 34,4%.O consumo planejado é um ponto que aparece na pesquisa, mesmo com menor taxa de desemprego dos últimos 13 anos e aumento real do salário. Um dos principais motivos é o comprometimento da renda das famílias, com um endividamento de 76,7%, reforçando o caráter cauteloso do consumo das famílias alagoanas no período natalino.Em todo o país, a data deve adicionar quase R$ 85 bilhões para a economia, segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e do Serviço de Proteção ao Crédito.A expectativa das entidades é que mais de 124 milhões de pessoas vão às compras no período. O valor médio de cada presente deve ficar em torno de R$ 174.A pesquisa revela que os filhos devem ser os mais presenteados, com 58%; logo depois as mães, 46%; cônjuge, 40%; pai e irmãos com 23% para cada.O levantamento ainda mostra que 28% dos consumidores vão comprar os presentes mais caros para os filhos; 19% vão dar o presente de maior valor para o cônjuge; e 18% para a mãe.Daniel Sakamoto, gerente executivo da CNDL, explica que viagens e outras experiências vem tomando o lugar de presentes materiais.“Um dado interessante que a pesquisa traz é que, aproximadamente, 43% afirmam que já substituíram, ou pretendem substituir os presentes normais, aqueles presentes materiais, por experiências, como viagem, jantar, passeio, entre outros. Então, existe aí uma tendência de, em alguns casos, trocar o presente físico por uma experiência e isso tem tudo a ver com o que a gente tem vivenciado nas novas relações de consumo”. Sakamoto diz ainda que 8 em cada 10 pessoas devem pesquisar o valor dos presentes em várias lojas. Ele considerou essa atitude um passo importante antes de realizar a compra de Natal.“Isso é muito importante porque, realmente, os preços variam bastante e hoje há várias ferramentas que ajudam o consumidor a fazer pesquisas. Pela internet, aplicativos, rede social e até mesmo pesquisa nas lojas físicas, como faziam nossos pais e avós”.Daisy Rachid, dona de casa de 76 anos, compra presentes de natal todo ano e pretende gastar R$ 150 em cada um deles.“Eu devo dar 15 presentes e não gosto de comprar pela internet. Eu gosto de comprar em lojas físicas, porque eu gosto de ver o produto”.De acordo com a pesquisa, entre os itens mais comprados pelos consumidores no período natalino estão: roupas, com 52%; perfumes e cosméticos com 36%; calçados e brinquedos com 30% e acessórios com 22%.*Com assessoria]]> </content:encoded>
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