Como o agronegócio superou o extrativismo vegetal colocou o Acre no caminho do crescimento socioeconômico

Feb 14, 2026 - 18:00
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Como o agronegócio superou o extrativismo vegetal colocou o Acre no caminho do crescimento socioeconômico
Publicado em 14/02/2026

Após 20 anos de um governo de esquerda, que acreditava na força do extrativismo vegetal, atividade econômica primária mais antiga da humanidade, surge em 2018, um governo de direita e aposta no agronegócio para recolocar o Acre no caminho do desenvolvimento socioeconômico. No último ano do segundo mandato do governador Gladson Cameli (PP), o Acre ainda não atingiu seu potencial de desenvolvimento, mas os números da nossa economia mostram que estamos no rumo certo.

Em 202, por exemplo, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas no Acre alcançou 186.972 toneladas em dezembro do ano passado, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado esta semana, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A área plantada no nosso estado também chegou a 62.804 hectares.
“Esse resultado é fruto de muito trabalho, planejamento e compromisso com quem produz no nosso estado. Ultrapassar 186,9 mil toneladas na safra de 2025 mostra que o Acre está no caminho certo. Estamos investindo em incentivos, assistência técnica, mecanização e apoio direto ao produtor rural, fortalecendo as cadeias produtivas e gerando mais empregos e renda no campo”, afirma o governador Gladson Cameli, que estendeu a mão amigo do governo aos menores produtores e não permitiu mais perseguições aos médios e grandes.

O governador afirma que o governo vai continuar ampliando políticas públicas, garantindo infraestrutura, acesso a crédito e novos mercados, para que o Acre continue avançando e consolidando sua produção como referência na região Norte. Os projetos em execução, os convênios e os recursos que o Governo do Acre recebe por meio de emendas parlamentares chegam ao seu objetivo final. Por isso, cadeias produtivas como a do café, cacau, mel, mandioca e as ações desenvolvidas em terras indígenas serão ampliadas.

Evidente que esse trabalho que ocorre em parceria com associações, cooperativas e prefeituras, com foco especial nos produtores que dependem diretamente do Estado para manter a produção e gerar emprego e renda no campo e melhorar as condições de vida dos que moram na zona urbana, sobretudo das grandes cidades acreanas. O governador sabe que há produtores que se desenvolvem mesmo sem a intervenção do governo, mas também há aqueles que dependem, exclusivamente, do apoio estatal. Por isso, o governador afirma que o compromisso do governo é dar continuidade ao que vem dando certo, corrigir falhas e alcançar áreas onde ainda não foi possível chegar.
Ridículo

Ao avançar o sinal e inaugurar uma obra do governo do Acre em Sena Madureira, o prefeito Gerlen Diniz, ainda no PP, cometeu um ato pra lá de ridículo e que se caracteriza como traição partidária. Ele sabe que o PP tem pré-candidato ao governo, que é a vice-governador Mailza Assis, mesmo assim, estava acompanhado do senador Alan Rick, pré-candidato ao governo pelo Partido Republicano. Diniz acabou provocando crise interno PP.

Parceria
A vice-governadora Mailza Assis (PP) recebeu, esta semana, em seu gabinete, lideranças da Associação dos Ministros do Evangelho do Acre (Ameacre) para tratar da realização da 30ª edição da Marcha para Jesus, em Rio Branco, além de outros eventos evangélicos no estado. O evento está previsto para o dia 30 de maio.

Reunião
Participaram da reunião o presidente da Ameacre, pastor Eldo Gama; e o vice-presidente da entidade e coordenador oficial da Marcha para Jesus, pastor apóstolo Edgar Araújo. O encontro teve como objetivo reafirmar a parceria entre a associação e o governo do Estado para a organização do evento, que já faz parte do calendário religioso da capital acreana.

Expectativa
Segundo o presidente da Ameacre, pastor Eldo Gama, líder da Igreja Filadélfia, a expectativa é de que o evento seja histórico. “A expectativa é que seja uma grande festa, um grande evento, onde a comunidade evangélica vai se reunir para celebrar o nome de Jesus na Marcha para Jesus 2026”, destacou.

Avanço estratégico
A ordem de serviço para a construção da 6ª ponte sobre o Rio Acre, assinada nesta sexta-feira, marcou um momento histórico para a mobilidade urbana de Rio Branco e, em especial, para a região do Quixadá. A obra, que integra o Arco Viário da capital, representa um avanço estratégico na reorganização do tráfego e no fortalecimento do desenvolvimento econômico local.

Medidas
Com 326,40 metros de extensão e 19,30 metros de largura, a nova ponte contará com duas pistas de rolamento e passarelas para pedestres. Orçada em mais de R$ 73 milhões, a estrutura foi projetada para retirar o tráfego pesado do centro da capital, redirecionando caminhões e máquinas para o anel viário, o que deve reduzir congestionamentos e ampliar a segurança viária.

Relevância
Entre as autoridades presentes, o deputado Afonso Fernandes, presidente regional do Solidariedade e do parlamento Amazônico, também legitimo representante do Quixadá, destacou a relevância da intervenção para a comunidade que acompanha de perto em seu mandato.

Impacto positivo
Segundo o deputado, o impacto será imediato na mobilidade urbana e duradouro na dinâmica econômica da região. “Vai desafogar o centro porque não vão transitar mais carros pesados e máquinas pesadas por dentro da área central. Além disso, há a questão da valorização dessa área, que naturalmente atrai investimentos e gera novas oportunidades. ”

Ministro enrolado
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), agora mais enrolado do que fios de bobina, respondeu ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, a respeito do relatório da Polícia Federal (PF) sobre o celular do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A PF identificou ligações diretas do ministro Dias Toffoli ao referido banqueiro, por meio de mensagens gravadas no celular de Vorcaro.

Ligações perigosas
Após o encaminhamento desse ofício, um pedido de suspeição contra o ministro foi aberto na Corte. Na resposta a Fachin, Toffoli negou a suspeição e reforçou nota divulgada na quarta-feira. No texto, o magistrado afirmou ter recebido um “pedido de declaração de suspeição” elaborado pela PF para se afastar da relatoria do caso do Banco Master, mas tratou o relatório entregue a Fachin como baseado em “ilações”.

Não resistiu e saiu
O presidente do STF também mandou o caso para a Procuradoria-Geral da República (PGR). Além disso, deu ciência da resposta aos demais ministros da Corte na tarde desta quinta-feira. Em meio à crise do caso Master, o presidente STF afirmou no início da sessão de julgamentos que houve um “diálogo” entre os ministros. Pressionado, Teófilo não teve outra saída a não ser deixar a relatoria do maior escândalo financeiro da nossa história.

Rebateu a PF
“O gabinete do Ministro Dias Toffoli esclarece que o pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações. Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo Ministro ao Presidente da Corte”, diz a nota.

Teve que confessar
Pressionado pelos próprios membros do STF e a imprensa que não faz parte do tal consorcio, Toffoli confessou, em nota que é sócio da empresa Maridt, que vendeu uma participação no resort Tayayá, no interior do Paraná, para um fundo do cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Em uma única operação, a empresa de Teófilo levou R$ 20 milhões do Banco Master.

Relatório é bem claro
A empresa de Toffoli integrou a administração do resort até fevereiro de 2025. O ministro era o relator, no STF, da investigação sobre as supostas fraudes na tentativa de compra do Master pelo BRB. A Polícia Federal entregou ao presidente do STF, Edson Fachin, o material encontrado no celular de Vorcaro, em que há menções a Toffoli e ligação direta entre o ministro e o banqueiro.

Omissão e submissão
A Polícia Federal mostrou ao procurador-geral da República, doutor Paulo Gonet, como se deve agir diante de tantos atos de corrupção. Na condição de fiscal da lei, o procurador-geral da República deveria ter encaminhado ao STF pedido de imediato afastamento de Dias Teófilo da relatoria do caso Master, afinal, ele também é um dos envolvidos diretamente no escândalo. No entanto, Gonet se acostumou a ser omisso e submisso.

 

 

 

 

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