Fiern reforça articulação nacional em seminário que define prioridades legislativas da indústria para 2026
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A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern) terá participação ativa no Seminário de Construção da Agenda Legislativa da Indústria 2026, que será realizado na próxima terça-feira (3) e quarta-feira (4), na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. Representando o setor industrial potiguar, o presidente da FIERN, Roberto Serquiz, integra o grupo de lideranças que vão discutir e definir os projetos de lei prioritários para o setor produtivo no próximo ano.
O encontro reunirá mais de 600 representantes, entre empresários, dirigentes e executivos de federações estaduais das indústrias, associações setoriais e sindicatos industriais. O objetivo é consolidar a 31ª edição da Agenda Legislativa da Indústria, documento que orienta a atuação institucional do setor junto ao Congresso Nacional e concentra temas considerados estratégicos para a competitividade e o crescimento econômico.
Entre os assuntos que devem integrar a agenda estão a regulamentação da Inteligência Artificial, a reforma da Lei Geral de Concessões, o marco legal do comércio exterior, a reforma da tributação sobre a renda corporativa e projetos de natureza trabalhista, como mudanças na licença-paternidade e na jornada de trabalho. Para Serquiz, a participação das federações estaduais é fundamental para garantir que as especificidades regionais sejam contempladas. “A Agenda Legislativa é um instrumento de convergência do setor industrial brasileiro, e a presença da Fiern assegura que a visão e as demandas da indústria do Rio Grande do Norte estejam representadas nesse debate nacional”, afirmou.
A programação começa na manhã de terça-feira com a abertura oficial e um debate com parlamentares sobre as perspectivas da agenda legislativa para 2026. Estão confirmadas as participações da senadora Tereza Cristina (PP-MS), da deputada Luísa Canziani (PSD-PR) e do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), em um diálogo direto entre indústria e Congresso.
A construção da Agenda Legislativa da Indústria 2026 envolve, ao todo, 148 entidades industriais — sendo 112 associações, 27 federações e nove sindicatos —, com a participação de mais de 670 representantes ao longo do processo. A expectativa da CNI é que mais de 100 projetos sejam priorizados pela base industrial para acompanhamento sistemático no Legislativo.
Segundo o diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, o calendário político exige atenção redobrada do setor. “Teremos janelas de votações concentradas no primeiro semestre e no período pós-eleitoral. A capacidade de enfrentar o Custo Brasil e preservar a estabilidade macroeconômica dependerá da nossa prontidão técnica e política”, afirmou. Nesse contexto, a presença de lideranças como Roberto Serquiz reforça o papel das federações estaduais na articulação de uma agenda coesa e representativa dos interesses da indústria brasileira.
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