Inovações da Coreia do Sul inspiram dermatologia no ES
A dermatologista Priscila Passamani aposta em inovações coreanas que priorizam saúde e longevidade da pele
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Preservar a pele ao longo dos anos, e não apenas tratar os sinais do tempo, tem se tornado uma das principais tendências na dermatologia. A médica Priscila Passamani, que participou de uma imersão na Coreia do Sul — referência mundial em inovação dermatológica —, trouxe ao Espírito Santo técnicas não invasivas como Coolfase, Fresh Eyes e ultrassom microfocado, que estimulam a regeneração da pele com foco em manutenção e resultados progressivos. Preservar a pele em vez de corrigir os sinaisA proposta é manter a qualidade do tecido ao longo dos anos, retardando o envelhecimento de forma mais natural e saudável. Procedimentos não invasivos permitem estimular a regeneração da pele e preservar sua firmeza, uma abordagem amplamente adotada na Coreia do Sul."Existe uma lógica clara de preservar a pele ao longo do tempo. Como há uma menor busca por procedimentos invasivos, como cirurgias, eles investem em um estilo de vida equilibrado e também em recursos que estimulam a pele a se manter bonita e saudável", explica Priscila.Técnicas não invasivas da Coreia do SulCoolfase — Tecnologia de radiofrequência monopolar indicada para melhorar a firmeza da pele e tratar flacidez facial, minimizando rugas na papada e no pescoço.Fresh Eyes — Protocolo voltado ao rejuvenescimento da área dos olhos, que combina procedimentos como Coolfase e Botox para tratar olheiras, bolsas, flacidez e linhas de expressão.Ultrassom microfocado — Estimula camadas profundas da pele e a produção de colágeno, ajudando a melhorar a firmeza e redefinir o contorno facial. Aparelhos como Ultraformer e Liftera, desenvolvidos na Coreia, ajudaram a popularizar o método."Costumo dizer que o ultrassom microfocado funciona como uma 'academia para o rosto'. Assim como o exercício fortalece os músculos do corpo, o tratamento estimula estruturas profundas da pele e ativa a produção de colágeno", destaca Priscila.
Na Coreia do Sul, a pele é considerada um órgão fundamental que precisa ser preservado ao longo de toda a vida, da
infância à terceira idade
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Cultura coreana da prevenção e do cuidado contínuoHá um fator em comum por trás dos bons resultados na pele da população coreana: a valorização da prevenção e do cuidado contínuo. A atenção com a pele começa cedo e vai muito além dos consultórios, com uso diário de protetor solar, alimentação equilibrada, sono de qualidade e hidratação adequada."Na Coreia, a pele é considerada um órgão fundamental que precisa ser preservado ao longo de toda a vida, desde a infância até a terceira idade. Não se trata apenas de estética, existe uma compreensão de que a pele reflete o funcionamento do organismo como um todo", explica Priscila."Na Coreia, praticamente ninguém sai para trabalhar sem antes usar o filtro solar. Lá, tomar sol sem proteção é considerado uma negligência", afirma a médica.Além disso, o uso de dermocosméticos é incorporado à rotina de forma preventiva. "Eles começam cedo, com cuidados simples, e vão ajustando ao longo da vida. Isso reduz a necessidade de intervenções mais intensas no futuro", destaca Priscila.
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