Prefeita pede agilidade no segundo trecho da reurbanização da Atlântica
A prefeita Juliana Pavan se reuniu, na segunda-feira (19), com as empresas responsáveis pelo segundo trecho da reurbanização da orla da Praia Central de Balneário Camboriú, (FJ Construtora LTDA (reurbanização) e Mercolux Comercial Elétrica LTDA (iluminação pública) no valor de R$ 31.098.488,88) para pedir celeridade na obra.
As empresas têm prazo máximo para a conclusão dos trabalhos, tanto da reurbanização quanto da iluminação, de 20 meses, contados a partir da assinatura da ordem de serviço (01/07/2025) – ou seja, março de 2027.
O trecho 3 (Pontal Norte) deverá ser licitado ainda neste ano.

A secretária de Comunicação, Dagmara Spautz, disse que a empresa do Paisagismo, que está recebendo a ordem de serviço agora, também participou da reunião.
“Então ela vai começar a atuar também. A ideia é essa, que ela seja finalizada o mais rápido possível. Está dentro do prazo, está dentro do andamento previsto, mas foi uma cobrança da prefeita para que isso de fato se mantenha”, explicou.
O primeiro trecho da obra, entre as ruas 4000 e 4600, foi executado em parceria com a FG Empreendimentos, responsável por viabilizar o projeto-piloto. O trecho 2, que está em andamento, vai da Rua 3920 até o molhe da Barra Sul, totalizando aproximadamente 1.500 metros de extensão.

Trecho 3 vai ser licitado neste ano
O Diretor da Divisão de Projetos Especiais, Bruno Nitz, explicou que todo o projeto do trecho norte (o trecho 3) que possuíam, que ia do molhe até a Rua 1.501, será revisado e ampliado até a Rua 1.001, onde todas as correções necessárias deverão ser executadas.
O primeiro passo é esta revisão, que está em negociação dentro do TAC da FG, do trecho piloto, que prevê que eles entreguem os projetos executivos.
“O prazo dado pelo escritório Alianza, que desenvolve estes projetos, é de 6 meses, prazo que ainda estamos negociando para que seja reduzido. Assim que tivermos os projetos corrigidos o mesmo já será licitado ainda na segunda metade deste ano. Outras soluções mais tecnológicas também estão sendo discutidas, como o muro de contenção costeira em estaca prancha em PVC (mais ecológico e eficiente, além de mais rápida execução) ao invés do muro em concreto armado deste primeiro trecho da Barra Sul que está sendo executado”, informou.
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