As empresas que descumprirem a tabela mínima de frete poderão ser impedidas de contratar novos serviços no país
Os caminhoneiros voltam ao noticiário político. Desta vez, como preocupação, antes de realizarem ameaças. O receio do governo federal é o de agravar as tensões econômicas derivadas da guerra no Oriente Médio. Em determinado contexto, a dependência nacional do transporte rodoviário pode custar ainda mais caro.
O governo Lula já está mobilizado para evitar o acirramento. Assim, as empresas que descumprirem a tabela mínima de frete poderão ser impedidas de contratar novos serviços no país.
Haverá fiscalização. A medida anunciada pelo Ministério dos Transportes prevê suspensão cautelar do direito de contratar fretes para empresas que reincidirem no descumprimento da regra. Em casos mais graves, pode haver até o cancelamento do registro para operar no transporte de cargas.
A tabela do frete, aliás, foi criada em contexto parecido, de grande instabilidade econômica, durante o governo do ex-presidente Michel Temer. O instrumento e prevê reajustes automáticos sempre que o preço do diesel varia mais de 5%.
Apesar das atualizações recentes, o governo avalia que o modelo atual de fiscalização ainda tem baixa efetividade e precisa de ajustes para garantir remuneração adequada aos transportadores. A conferir, portanto.
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