EDITORIAL: Primeiro de maio

Mai 3, 2026 - 20:00
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EDITORIAL: Primeiro de maio

Neste 01 de maio, Dia do Trabalho, convém considerar todas as nuances do mercado, para além dos números, de natureza até abstrata

A promessa de gerar emprego e renda vem sendo cumprida à risca pelo governo Lula. Na ponta do lápis, apesar de todos os pesares, mesmo com a persistência da informalidade e a uberização do trabalho, oportunidades são criadas.
Sim, há pesares a se considerar, para além do ligeiro crescimento da taxa de desemprego. Para chegar à porcentagem de desempregados, o IBGE leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Há, no entanto, milhares de trabalhadores que simplesmente desistiram de buscar uma chance, entregaram os pontos, incluindo jovens que nem estudam, nem trabalham. Estes não entram na conta do IBGE.
Os números do mercado de trabalho servem como uma espécie de diagnóstico da economia brasileira. A criação de novos postos de trabalho significa mercado aquecido, a roda girando, o dinheiro passando de mão em mão. Mais das vezes, o brasileiro só precisa de uma oportunidade para arregaçar as mangas.
Neste 01 de maio, Dia do Trabalho, convém considerar todas as nuances do mercado, para além dos números, de natureza até abstrata. Por trás destes, há pais e mães, profissionais veteranos, jovens em início de carreira… As pessoas de carne e osso vivem na pele a realidade concreta da economia.

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