Nunca é demais lembrar que os programas de transferência de renda, tais como o Gás do Povo, são alvo de críticas infundadas
Benefício social, vedado ao desvio de finalidade, em favor dos mais vulneráveis. Originalmente, o programa Gás do Povo pretendia alcançar um milhão de famílias, em dez capitais brasileiras. Aracaju ficou de fora. Agora, com a expansão do programa, todas as capitais serão atendidas. Ainda bem.
A partir de segunda-feira (26), todas as capitais brasileiras passam a integrar o Programa Gás do Povo, iniciativa do Governo do Brasil que amplia o acesso gratuito ao botijão de gás de cozinha para famílias de baixa renda. Nesta nova etapa, mais 950 mil famílias passam a receber o vale para recarga do botijão de 13 quilos de GLP em mais de 10 mil revendedoras credenciadas em todo o território nacional.
Nunca é demais lembrar que os programas de transferência de renda, tais como o Gás do Povo, são alvo de críticas infundadas. Para os desinformados, as políticas visando a extinção da desigualdade e a promoção da justiça social empregam recursos públicos para manter preguiçosos.
Nada mais falso. Estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Banco Mundial, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, já apontou que 3 milhões de famílias beneficiárias do programa Bolsa Família, o mais odiado dos programas sociais do governo Lula, deixaram a pobreza em 2023. O resto é conversa fiada.
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