Sexta-Feira Santa: saiba o significado, as tradições e o que muda no feriado

Mar 30, 2026 - 08:00
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Sexta-Feira Santa: saiba o significado, as tradições e o que muda no feriado

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A Sexta-Feira Santa, também chamada de Sexta-Feira da Paixão, é um feriado nacional no Brasil e uma data religiosa do calendário cristão. Em 2026, será celebrada no dia 3 de abril, sempre na sexta-feira que antecede o domingo de Páscoa.

A data faz parte da Semana Santa, período que reúne celebrações realizadas ao longo da semana que antecede a Páscoa, como missas, vigílias, cultos e outras atividades religiosas.

Qual o significado

A Sexta-Feira Santa representa a crucificação e morte de Jesus Cristo, conforme a tradição cristã. Segundo a narrativa bíblica, ele foi condenado pelas autoridades romanas e crucificado ao lado de dois criminosos.

De acordo com a Bíblia, a morte de Jesus ocorreu como um sacrifício para a redenção dos pecados e a salvação da humanidade. Por isso, a data é associada a momentos de reflexão, arrependimento e práticas religiosas. Muitos fiéis não trabalham nesse dia.

A Sexta-Feira Santa antecede o domingo de Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Segundo a tradição, ele foi crucificado e, no terceiro dia, ressuscitou.

O que se faz na data

Entre as práticas mais comuns estão missas, vigílias de oração, cultos e encenações religiosas.

Na Igreja Católica, são realizadas procissões e a Celebração da Paixão de Cristo, geralmente às 15h, com liturgia da palavra, adoração da cruz e comunhão.

Nas igrejas evangélicas, são realizados cultos e a Santa Ceia, em referência à última ceia de Jesus com seus discípulos. Também são comuns apresentações teatrais sobre a crucificação.

Pode comer carne?

Para os católicos, a Sexta-Feira Santa é um dia de jejum e abstinência de carne, especialmente a vermelha. A orientação é consumir alimentos simples como forma de penitência.

Por isso, é comum o consumo de peixes e frutos do mar, como o bacalhau, em substituição à carne.

A prática, no entanto, é específica da tradição católica. Para outras religiões ou pessoas que não seguem essa orientação, a decisão sobre o consumo de carne é individual.

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