Pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia, a criação de empregos formais caiu no Brasil em 2025
A promessa de criar empregos, gerar renda, vem sendo cumprida à risca pelo presidente Lula. As aferições realizadas mês a mês não deixam margem para dúvidas.
Pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia, a criação de empregos formais caiu no Brasil em 2025. Ainda assim, o saldo é positivo.
Os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que 1.279.498 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no ano passado.
Além da redução do desemprego há outros dados positivos a serem levados em consideração, como o patamar de empregados com carteira assinada, o rendimento do trabalhador, a massa salarial do país e o nível de desalentados – pessoas que, por falta de motivação, sequer procuram emprego.
Qualquer que seja o recorte, entretanto, o país está hoje em situação muito melhor, em comparação com um passado recente.
Os números do mercado de trabalho servem como uma espécie de diagnóstico da economia brasileira. A criação de novos postos de trabalho significa mercado aquecido, a roda girando, o dinheiro passando de mão em mão. Como se vê, o brasileiro só precisa de uma oportunidade para arregaçar as mangas.
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