EDITORIAL: Plano Diretor
A prefeitura ainda está testando a metodologia a ser aplicada durante a revisão do Plano Diretor de Aracaju
Sem um Plano Diretor à altura dos desafios vividos hoje em Aracaju, a cidade cresce à mercê de interesses diversos e, muitas vezes, contrários ao bem-estar da população.
No mês passado, o Ministério Público Federal (MPF) emitiu uma recomendação que pede a suspensão de licenças ambientais e urbanísticas, além da paralisação imediata de obras de prédios com mais de quatro andares na Zona de Expansão de Aracaju.
A recomendação leva em conta as particularidades da área, que enfrenta problemas crônicos de infraestrutura. Ainda assim, não há garantias de que a palavra do MP vai sensibilizar as grandes construtoras.
Em nota, a Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas (Assemp), defende a autorregulação e garante que os projetos em andamento passam por análises técnicas rigorosas dos órgãos licenciadores, cumprindo todas as exigências estruturais e ambientais vigentes para a Zona de Expansão.
Enquanto isso, o Grupo Gestor responsável pela Revisão do Plano Diretor de Aracaju no âmbito da prefeitura ainda está testando a metodologia a ser aplicada durante a revisão, que ainda não tem data para ser iniciada.
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